Samuel Cogan Cogan 2012

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Samuel Cogan Cogan 2012"

Transcrição

1 Samuel Cogan

2 Roteiro 1. Por que Contabilidade Lean? 2. Descrever as características básicas da Manufatura Lean 3. Explicar o básico da Contabilidade lean 2

3 Por que Contabilidade Lean? 3

4 Histórico Lean 1985: MIT indústria automobilística 90 plantas montadoras de veículos 17 países; 1990: Resultado da pesquisa livro The Machine That Changed The World (Womack, Jones e Roos); Cunhado o termo LEAN para caracterizar o TPS (Toyota Production System) que se apresentou como novo paradigma em contraponto à produção em massa; Alta variedade e baixos volumes com custos mínimos, investimentos reduzidos e elevados padrões de qualidade; Menor presença: de operários em fábrica, de espaço para fabricação, de ativos fixos, de tempo para desenvolver novos produtos, de estoques, de defeitos etc. do que a produção em massa; 4

5 Por que Lean Accounting? Produção em Massa vs Produção Lean MASSA Inv Inicial 1,450,000 Compr. MD 950,000 Mão-de-obra Direta 900,000 Custos Ind. Fabr. 350,000 SubTotal 2,200,000 - Inv. Final 1,450,000 Custos Totais 2,200,000 Receita Total 3,000,000 Lucro (perda)-pré imp. 800,000 Fluxo Caixa-pré imp. 800,000 LEAN Inv Inicial 1,450,000 Compr. MD 500,000 Mão-de-obra Direta 900,000 Custos Ind. Fabr. 350,000 SubTotal 1,750,000 - Inv. Final 150,000 Custos Totais 3,050,000 Receita Total 3,000,000 Lucro (perda)-pré imp. (50,000) Fluxo Caixa-pré imp. 1,250,000 5 Adaptado de Lean Thinking by Womack

6 Manufatura Lean 6

7 Manufatura Lean Uma abordagem de operação projetada para eliminar o desperdício e maximizar o valor para o cliente Caracterizada pela entrega Do produto certo Na quantidade certa Com a qualidade certa (zero-defeito) Na hora certa que o cliente precisa Ao mais baixo custo possível 7 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

8 Manufatura Lean Princípios do Pensamento Lean: Especificar precisamente o valor para cada produto particular Identificar o fluxo de valor Fazer o valor fluir sem interrupção Deixar o cliente puxar o valor do produtor Perseguir a perfeição 8 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

9 Manufatura Lean Valor pelo Produto Valor é determinado pelo cliente O valor de um produto para o cliente é a diferença entre realização e sacrifício Realização é o que o cliente recebe Sacrifício é o que o cliente desiste das características básicas e especiais do produto, como qualidade, marca, e reputação 9 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

10 Fluxo de Valor Manufatura Lean O fluxo de valor é constituído de todas as atividades, tanto as que agregam quanto as que não agregam valor, requeridas para trazer uma família de produtos ou serviços de seu ponto inicial até o produto acabado nas mãos do cliente 10 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

11 Vendas Entrada do Pedido Manufatura Lean Fluxo de Valor do Atendimento do Pedido Configuração do produto Programa ção Compras Movimentação de Materiais Faturamento do Cliente Caixa e Contas a Receber Embalagem & Expedição Células de Produção Manutenção Engenharia de Produção Contabilidade de Custos Planejamento da Produção Serviços Pós-Venda Qualidade Serviço ao Cliente Fonte: Maskell e Baggaley (2004) 11

12 Fluxo de Valor Manufatura Lean Atividades que agregam valor (AV) são as que os clientes desejam pagar Atividades que não agregam valor (NAV) são as que os clientes não desejam pagar, e são fáceis de remover do processo (desperdícios) Atividades que não agregam valor (NAV) que os clientes não desejam pagar, mas são necessárias sob as condições existentes no processo Tipos/exemplos de fluxos de valor Da concepção do produto ao lançamento Atendimento do pedido Fluxo de valor do produto novo Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009) 12

13 Os Sete Tipos de Desperdícios 1. Superprodução ocorre quando se produz mais do que o necessário; 2. Retrabalho/correção ocorre em consequência dos retrabalhos e perdas em materiais/peças/produtos defeituosos; 3. Superprocessamento ocorre quando um determinado passo do processo não agrega valor ao produto; 4. Inventário ocorre em consequência de estocagem de produtos acabados, produtos em processo, matérias primas, etc; 5. Movimentação de materiais ocorre nos deslocamentos ou estoques temporários, criando passeios de materiais, funcionários e equipamentos; 6. Movimentação do operador ocorre pelo excessivo movimento das pessoas que operam as instalações de fabricação; 7. Tempo de espera ocorre quando o operário permanece ocioso, assistindo uma máquina em operação; Fonte; Ohno (1997) 13

14 Manufatura Lean Identificando os fluxos de valor Matriz bi-dimensional Atividades/processos em um dos eixos Produtos no segundo eixo Roda Entrada do Planejamento Compras Célula de Célula de Teste de Embalagem & Faturamento Modelo Pedido da Produção Alumínio(a) Aço(b) Esforço(c) Expedição A X X X X X X B X X X X X X C X X X X X X X D X X X X X X X 14 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

15 Manufatura Lean Fluir o valor Reduzidos tempos de preparação/troca de máquina Reduz o desperdício devido aos tempos de movimentação e espera Viabiliza a produção de lotes menores em maior variedade Manufatura celular Escolhida fora da estrutura departmental porque reduz o tempo de processamento, diminui o custo do produto, melhora a qualidade e aumenta a entrega no tempo As células contém todas as operações tão próximas quanto possível necessárias para produzir uma determinada família de produtos Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009) 15

16 Layout Departamental Atual para a Produção de 10 unidades Movimentação e Espera 16min 5 minutos Furadeira Espera deira 8 min Manufatura Lean Esmerilha- 4 minutos 3 minutos Furadeira Esmerilha- Espera Torno deira 8 min 3 minutos Inspeção Movimentação e Espera 8 min & Acabame Furadeira Esmerilha- Torno deira Tempo do Processo Azul: Tempo do processo; Agregador de valor Vermelho: Movimenta ção e espera; Não agregador de valor Furação minutos Torno minutos Esmerilhadeira minutos Insp. & Acab minutos Processamento Total minutos Movim. e Espera minutos Total de tempo do Lote minutos Tempo de processamento que agrega valor = 150 minutos Tempo de processamento que não agrega valor = 40 minutos 16 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

17 Manufatura Lean Célula de Produção Proposta para a Produção de 10 unidades do Produto X 3 minutos 5 minutos Torno Furadeira 4 minutos Esmerilhadeira 3 minutos Inspeção & Acabamento Tempo processando (dez unidades) Tempo decorrido Primeira unidade...15 minutos Segunda unidade...20 minutos (o processo começa 5 minutos depois do primeiro) Décima unidade minutos Tempo economizado sobre a produção tradicional: 150min 60min=90 min 17 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

18 Puxar o Valor Manufatura Lean A manufatura lean usa um sistema de puxar a demanda onde a produção é disparada pelo pedido do cliente Elimina o desperdício pela produção de um produto somente quando é necessário, e somente nas quantidades demandadas pelos clientes Nenhuma produção surge enquanto não houver um sinal do processo que lhe sucede para indicar a necessidade de se produzir 18 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

19 Manufatura Lean Puxar o Valor A demanda do cliente se estende para trás na cadeia de valor Afeta como o produtor negocia com os fornecedores Compra JIT requer fornecedores para entregarem as peças e materiais na hora certa de ser usada na produção Os fornecedores de peças precisam estar integrados à produção, que está integrada à demanda. 19 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

20 Manufatura Lean Puxar o Valor Compra JIT explora integração com o fornecedor Negociar contratos de longo prazo com poucos fornecedores localizados tão próximos quanto possíveis das instalações de produção. Estabelecer envolvimento mais extensivo com o fornecedor Seleção do fornecedor Não somente na base do preço A qualidade do componente, a habilidade de entregar como requerido, e o comprometimento à compra JIT são considerações vitais Estabelece uma relação de parceria com os fornecedores 20 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

21 Manufatura Lean Perseguir a Perfeição Identificar e eliminar as causas do desperdício Empregado comprometido Controle total da qualidade 21 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

22 Contabilidade Lean 22

23 Dois aspectos de Lean Accounting Aplicação de Métodos e Pensamentos Lean aos Processos Contábeis da Companhia *(não é diferente da aplicação dos métodos lean em outros processos) Contabilidade de Custos, relatórios de mão-de-obra, ordens de produção; Compras & contas a pagar; Avaliação & controle de inventário; Simplificação dos registros contábeis; Fechamento do mês, etc; Adequação da Contabilidade Gerencial para a Transformação Lean *(mais importante) Relatório & tomada de decisão para suportar a produção lean & outros processos lean; Relatório financeiro que é entendido imediatamente & usado por todos; Sistema simples de contabilidade lean para a contabilidade gerencial & relatório financeiro; Processos contábeis focado no valor para o cliente, fluxos de valor, puxar, empowerment & melhoramento contínuo; 23 Fonte: BMA Inc. 2012

24 Contabilidade Lean As práticas contábeis deveriam seguir de perto as mudanças na operação do negócio O gerenciamento de custo tradicional pode não funcionar bem no ambiente lean. Mudanças nas atividades de estrutura e procedimento para a manufatura lean alteram O custeio do Produto O controle da Operação 24 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

25 Contabilidade Lean A Rastreabilidade dos Custos Indiretos No ambiente lean, muitos dos custos indiretos distribuídos aos produtos usando- se alocação de direcionadores são rastreados diretamente aos produtos. Os custos rastreados diretamente produzem uma crescente precisão no custeio do produto. 25 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

26 Custos Que Incidem no Fluxo de Valor Vendas Planeja mento do Produto Almoxa rifado Materiais de produção Mão-deobra de Produção Fabricação Células de Máquinas FLUXO DE VALOR FAMÍLIA DE PRODUTOS A A Expedição Marketing e Despesas Projeto do de Vendas produto Suporte de Mão-de-obra Facilidades Aluguel & Manutenção dos Prédios Despesas de Distribuição FLUXO DE VALOR FAMÍLIA DE PRODUTOS B Fonte: Hall (2008) Materiais de produção Mão-deobra de Produção Células de Máquinas A única alocação usada regularmente é paraoscustosde 26 facilidades

27 Fábrica 1 Divisão de Rodas de Carro Fluxo de Valor 1 Produtos A e B (Rodas de Alumínio) Célula Espaço Livre Fluxo de Valor 2 Produtos C e D (Rodas de Aço) Célula 27

28 Como entender os Custos na Produção Lean 6 minutos 6 minutos 3 minutos 6 minutos Torno Furadeira 6 minutos 6 minutos Produto B 4 minutos 4 minutos Produto A Esmerilhadeira Inspeção & Acabamento Produção do produto A = 10 u/h; Produção do produto B = 10 u/h; Custo de conversão = R$580,00/h; Custo unit. de conv. de A = R$58,00/u (= R$580,00/10); Custo unit. de conv. de B = R$58,00/u (= R$580,00/10); Material do produto A = R$42,00; Material do produto B = R$42,00; Fonte: Maskell & Baggaley (2004) Custo do Produto A = R$ 100,00; Custo do Produto B = R$ 100,00; 28

29 Contabilidade Lean Múltiplos Produtos Custos do Fluxo de Valor Custo de Custos Custo de Custo de Outros Custo Material Externos Empregado Máquina Custos Total Serviço ao cliente R$ R$ Compras Célula I Célula II Teste e retrabalho Montagem e teste final Embarque Garantia da qualidade Engenharia de produção Manutenção Contabilidade Sistema de informação Engenharia de projeto R$ R$8.560 R$ R$ R$ R$ Fonte: Maskell & Baggaley (2004) 29

30 Contabilidade Lean Múltiplos Produtos Os custos dos produtos do fluxo de valor são calculados usando o custo médio real. Os custos médios são usualmente calculados semanalmente e são baseados nos custos reais Custo do produto do fluxo de valor = Custo total do fluxo de valor do período Unidades expedidas no período Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009) 30

31 Contabilidade Lean Relatórios do Fluxo de Valor Os custos são coletados e reportados por fluxo de valor Cada fluxo de valor é tratado como uma unidade de negócio independente O demonstrativo de resultado deve refletir o lucro/perda de cada fluxo de valor 31 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

32 Contabilidade Lean Demonstrativo Simples de Lucros e Perdas Produtos de Produtos de Desenvol- Administra- Lucros & Alumínio Aço vimento de ção e Custos Perdas da Novos Indiretos Companhia Produtos Receita R$ R$ R$0 R$ Custo de Materiais Custos de Conversão Lucro do Fluxo de Valor ($ ) ROS do Fluxo de Valor 6,3% 5,2% Custo de Empregados R$ Despesas a ROS= Retornosobreas Vendas= Lucro Vendas Custos fora dos fluxos de valor (custos de sustentação) são reportados em uma coluna separada. A fim de evitar distorções do desempenho da semana atual, reduções de inventário são reportados separadamente das contribuições do fluxo de valor. Fonte: Maskell e Bagaley (2004) Inventário do Período Anterior Inventário Atual Ajuste de Inventário Lucro Bruto da Companhia (8.000,00) ROS da Companhia 0 32

33 Demonstrativo de L&P Tradicional x Demonstrativo Simples de L&P Lean Custeio Padrão Tradicional Custeio do Fluxo de Valor (=) Receitas ,00 (-) Custo dos Prod. Vendidos ,00 (=) Lucro Bruto ,00 (-) Variação no preço de compra (63.000,00) (-) Variação de MD ,00 (-) Variação de MO ,00 (-) Variação de C.I ,00 (-) Desp. com vendas e administrativas ,00 (=) Lucro Líquido (9.000,00) (=) Receitas ,00 (-) Custo de Material ,00 (-) Custo de Pessoal ,00 (-) Processos externos ,00 (-) Outros Custos de Conversão ,00 (-) Facilidades ,00 (-) Desp. com vendas e administrativas ,00 (=) Lucro Operacional ,00 Inventário Anterior ,00 Inventário Atual ,00 (-) Ajuste de estoques ( ,00) (-) Custos Corporativos ,00 (=) Lucro Líquido (9.000,00) 33 Fonte: Cooper & Maskell (2008)

34 Contabilidade Lean Medições de Desempenho Box Scorecard Compara métricas operacional, de capacidade, e financeira com o desempenho da semana anterior e com o estado futuro desejado. Tendências no horizonte do tempo e as expectativas de alcançar algum estado desejável, no futuro próximo, são meios usados para motivar o constante melhoramento no desempenho. O controle lean utiliza uma mistura de medições financeiras e não financeiras para o fluxo de valor. 34 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

35 Contabilidade Lean Box Score Semana Semana Próxima Semana Objetivo de Atual Semana de Semana 03/ago 10/ago 17/ago 24/ago 28/dez O- Vendas por pessoa 36,16 42,05 51,39 PE- Entregas no prazo 98,00% 94,00% 98,00% RA- Lead time doca a doca 23,58 23,5 16,5 CI- Até o primeiro defeito 46% 42% 50% O- Custo médio p/unidade R$388,46 R$348,66 R$388,46 NAL Contas a receber dias 34, Recursos produtivos 9,30% 10,80% 11,90% CAPA- Recursos não produtivos 63,70% 54,80% 49,30% CIDADE Capacidade disponível 27% 34% 39% Receita R$ R$ R$ FINAN- Custo do material R$ R$ R$ CEIRO Custo de conversão R$ R$ R$ Lucro bruto flux. de valorr$ R$ R$ Fonte: Maskell & Baggaley (2004) 35

36 Contabilidade Lean Tomada de Decisão Usando o custo médio do produto para cada fluxo de valor significa que o custo individual do produto não é conhecido. Um custo pleno do produto, específico e acurado, não é necessário para a maioria das decisões. 36 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009)

37 Ilustração : Análise Financeira de 3 Cenários 1. Fazendo Internamente & Custeio Padrão Tradicional 2. Terceirizando 3. Fazendo Internamente & Custeio do Fluxo de Valor Dados fornecidos: Demanda = unidades Preço unitário = R$45,00 Retorno sobre as vendas = 15% Fonte: BMA Inc

38 Custeio Padrão Tradicional para X-43 Custos de Material R$17,50 Tempo de Mão-de-obra Taxa de Mão-de-obra Custo de Mão-de-obra R$ 750 segundos R$30,32/h Taxa de Custo Indireto 293% Custo Indireto R$ Custo Padrão R$ Fonte: BMA Inc

39 Custeio Padrão Tradicional para X-43 Custos de Material R$17,50 Tempo de Mão-de-obra 750 segundos Taxa de Mão-de-obra R$30,32/h Custo de Mão-de-obra R$ 6,32 Taxa de Custo Indireto 293% Custo Indireto R$ Custo Padrão R$ Fonte: BMA Inc

40 Custeio Padrão Tradicional para X-43 Custos de Material R$17,50 Tempo de Mão-de-obra 750 segundos Taxa de Mão-de-obra R$30,32/h Custo de Mão-de-obra R$ 6,32 Taxa de Custo Indireto 293% Custo Indireto R$18,52 Custo Padrão R$ Fonte: BMA Inc

41 Custeio Padrão Tradicional para X-43 Custos de Material R$17,50 Tempo de Mão-de-obra 750 segundos Taxa de Mão-de-obra R$30,32/h Custo de Mão-de-obra R$ 6,32 Taxa de Custo Indireto 293% Custo Indireto R$18,52 Custo Padrão R$42,34 Fonte: BMA Inc

42 Análise Financeira: Margem no Custo Padrão Tradicional Lucratividade usando o Custo Padrão Tradicional Preço R$45,00 Custo Padrão R$42,34 Lucro por un. % Margem Fazer o pedido? Fonte: BMA Inc

43 Análise Financeira: Margem no Custo Padrão Tradicional Lucratividade usando o Custo Padrão Tradicional Preço R$45,00 Custo Padrão R$42,34 Lucro por un. R$ 2,66 % Margem Fazer o pedido? Fonte: BMA Inc

44 Análise Financeira: Margem no Custo Padrão Tradicional Lucratividade usando o Custo Padrão Tradicional Preço R$45,00 Custo Padrão R$42,34 Lucro por un. R$ 2,66 % Margem 5,92% Fazer o pedido? Fonte: BMA Inc

45 Análise Financeira: Margem no Custo Padrão Tradicional Lucratividade usando o Custo Padrão Tradicional Preço R$45,00 Custo Padrão R$42,34 Lucro por un. R$ 2,66 % Margem 5,92% Fazer o pedido? NÃO Fonte: BMA Inc

46 Análise Financeira: Terceirização de Baixo Custo Fornecedor Asiático cotou a R$33,00 com um acréscimo de 7,5% de custos de desembaraço Quantidade un Preço R$45,00 Custo da Terceirização R$33,00 Overhead da Terceirização 7,50% Custo do Overhead R$2,48 Custo Total R$35,48 Lucro por unidade %Margem Fazer o Pedido Fonte: BMA Inc

47 Análise Financeira: Terceirização de Baixo Custo Fornecedor Asiático cotou a R$33,00 com um acréscimo de 7,5% de custos de desembaraço Quantidade un Preço R$45,00 Custo da Terceirização R$33,00 Overhead da Terceirização 7,50% Custo do Overhead R$2,48 Custo Total R$35,48 Lucro por unidade R$ 9,53 %Margem Fazer o Pedido Fonte: BMA Inc

48 Análise Financeira: Terceirização de Baixo Custo Fornecedor Asiático cotou a R$33,00 com um acréscimo de 7,5% de custos de desembaraço Quantidade un Preço R$45,00 Custo da Terceirização R$33,00 Overhead da Terceirização 7,50% Custo do Overhead R$2,48 Custo Total R$35,48 Lucro por unidade R$ 9,53 % Margem 21,17% Fazer o Pedido Fonte: BMA Inc

49 Análise Financeira: Terceirização de Baixo Custo Fornecedor Asiático cotou a R$33,00 com um acréscimo de 7,5% de custos de desembaraço Quantidade un Preço R$45,00 Custo da Terceirização R$33,00 Overhead da Terceirização 7,50% Custo do Overhead R$2,48 Custo Total R$35,48 Lucro por unidade R$ 9,53 % Margem 21,17% Fazer o Pedido SIM Fonte: BMA Inc

50 Análise Financeira: Custeio do Fluxo de Valor O fluxo de valor necessita capacidade extra para produzir as 3.000un: Compra de 2 novas máquinas e contratação de 2 funcionários para operar as máquinas Categoria de Custo Unitário Quantidade Total do Custo Custo Adicional Adicional Material R$17,50/un un R$52.500,00 Mão-de-obra R$4.738/mês 2 R$ 9.476,00 Máquinas R$1.533/mês 2 R$ 3.067,00 Fonte: BMA Inc

51 Análise Financeira: Relatório de L&P do Custeio do Fluxo de Valor Estado Novo Estado Atual Pedido Futuro Receita R$ R$ R$ Custo dos Materiais R$ R$ R$ Custos da M. Obra R$ R$ R$ Custos de Máquina R$ R$ R$ Outros C. de Conversão R$ R$ R$ TOTAL R$ R$ Lucro do FV R$ R$ Retorno das Vendas 17,2% % Fonte: BMA Inc

52 Análise Financeira: Relatório de L&P do Custeio do Fluxo de Valor Estado Novo Estado Atual Pedido Futuro Receita R$ R$ R$ Custo dos Materiais R$ R$ R$ Custos da M. Obra R$ R$9.476 R$ Custos de Máquina R$ R$3.067 R$ Outros C. de Conversão R$ R$0 R$ TOTAL R$ R$ Lucro do FV R$ R$ Retorno das Vendas 17,2% % Fonte: BMA Inc

53 Análise Financeira: Relatório de L&P do Custeio do Fluxo de Valor Estado Novo Estado Atual Pedido Futuro Receita R$ R$ R$ Custo dos Materiais R$ R$ R$ Custos da M. Obra R$ R$9.476 R$ Custos de Máquina R$ R$3.067 R$ Outros C. de Conversão R$ R$0 R$ TOTAL R$ R$ Lucro do FV R$ R$ Retorno das Vendas 17,2% 20,3% Fonte: BMA Inc

54 Comparando as Alternativas Custo Pedido Estado Tradicional Baixo Preço Futuro Receita R$ Custo dos Materiais R$ Custos da M. Obra R$ Custos de Máquina R$ Outros C. de Conv. R$ TOTAL R$ R$ Lucro do FV R$ R$ R$ Retorno das Vendas 17,2% 17,6% 20,3% Fonte: BMA Inc

55 Múltiplos Produtos Tabela do Custo de Conversão do Produto (Rodas de Aço Comum e de aço inoxidável) Materiais Tamanho Aço Comum Aço Inoxidável Pequeno 0,90 1,10 Médio 1,00 1,20 Grande 1,25 1,50 Custo médio de conversão = R$32,50 Duas características determinama taxa do fluxo: tamanhoe materiais usados Custo do Material + Médio de Taxa de Conversão Custo Unitário Model C: R$82 R$32,50 1,00 R$114,50 Model D: R$82 R$32,50 1,20 R$121,00 Fonte: Hansen, Mowen, Gwan (2009) + + Custo Conversão = = = 55

56 Referências COGAN, S.; Gestão pelos Números Certos Uma novela sobre a transformação da contabilidade gerencial para as empresas lean. Porto Alegre; Bookman, COOPER, R.; MASKELL, B.; How To Manage Trough Worse-Before-Better. MIT Sloan Management Review, vol 49 no. 4, Summer HANSEN, D. R.; MOWEN, M. M.; GUAN, L.; Cost Management: Accounting & Control. 6 th edition, CengageLearning, MASKELL, B.; BAGGELY B.; Practical Lean Accounting A Proven System For Measuring And Managing The Lean Enterprise. New York, Productivity Press, BMA Inc.; Transparências apresentadas por Brian Maskellem seminário no Lean Institute Brasil, HALL, J. A. Accounting Information Systems. Ohio: Cengage Learning, WOMACK, J.P. AND JONES, D.T.; Lean Thinking: Banish Waste And Create Wealth in Your Corporation(Simon & Schuster, New York,USA),

57 57

58 Obrigado! Perguntas? 58

Custos na ProduçãoLean

Custos na ProduçãoLean 1 Custos na ProduçãoLean Samuel Cogan Companhias adotam estratégias de manufatura leanem pesquisas de melhoria da produtividade, qualidade, flexibilidade, entrega rápida e custos (WOMACK e JONES, 1996).

Leia mais

Contabilidade Enxuta A Contabilidade para a Empresa Lean Samuel Cogan Doutor em Engenharia da Produção; Professor associado aposentado da UFRJ;

Contabilidade Enxuta A Contabilidade para a Empresa Lean Samuel Cogan Doutor em Engenharia da Produção; Professor associado aposentado da UFRJ; Contabilidade Enxuta A Contabilidade para a Empresa Lean Samuel Cogan Doutor em Engenharia da Produção; Professor associado aposentado da UFRJ; A produção enxuta representa, para a empresa, o melhor dos

Leia mais

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING

DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING MANUFATURA ENXUTA DEFINIÇÃO DE LEAN MANUFACTURING A ORIGEM DA PALAVRA LEAN O termo LEAN foi cunhado originalmente no livro A Máquina que Mudou o Mundo de Womack, Jones e Roos, publicado nos EUA em 1990.

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP)

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) Introdução ao Lean Thinking Ministrante: Christopher Thompson Lean Institute Brasil Contatos: lean@lean.org.br Apoio São Paulo, 16 de setembro de 2010 Observação:

Leia mais

Lean manufacturing ou Toyotismo

Lean manufacturing ou Toyotismo ou Toyotismo Gestão da Qualidade Resultados impressionantes 1 Trimestre 2007 Toyota supera GM como líder mundial em vendas Vendas Mundiais 1º Trimestre Nº Carros Toyota 2.348.000 GM 2.260.000 2007 termina

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio

29/10/2014. Métodos de Custeio TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO. Formas de Custeio Gestão de Custos TEORIA DA DECISÃO MODELOS DE DECISÃO Métodos de Custeio TEORIA DA MENSURAÇÃO MODELOS DE MENSURAÇÃO Formas de Custeio TEORIA DA INFORMAÇÃO MODELOS DE INFORMAÇÃO Sistemas de acumulação A

Leia mais

Lean manufacturing ou Toyotismo. Lean manufacturing

Lean manufacturing ou Toyotismo. Lean manufacturing ou Toyotismo Resultados impressionantes 1 Trimestre 2007 Toyota supera GM como líder mundial em vendas Vendas Mundiais 1º Trimestre Nº Carros Toyota 2.348.000 GM 2.260.000 2007 termina empatado tecnicamente

Leia mais

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo.

17/02/2015 JIT KANBAN. Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO JIT KANBAN - JIT Uma técnica que se utiliza de várias normas e regras para modificar o ambiente produtivo. Técnica voltada para a otimização da produção. PODE SER APLICADA TANTO

Leia mais

Custeio do fluxo de valor: um estudo empírico da metodologia de custeio da contabilidade da produção enxuta (lean accounting)

Custeio do fluxo de valor: um estudo empírico da metodologia de custeio da contabilidade da produção enxuta (lean accounting) Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Custeio do fluxo de valor: um estudo empírico da metodologia de custeio da contabilidade da produção enxuta (lean accounting) Luís Fernando da Silva Barros (PUC/SP) - lferbarros@gmail.com

Leia mais

Teresa Maciel MSC, PhD Candidate. Docente UFRPE tmmaciel@gmail.com

Teresa Maciel MSC, PhD Candidate. Docente UFRPE tmmaciel@gmail.com Teresa Maciel MSC, PhD Candidate Docente UFRPE tmmaciel@gmail.com Sobre a instrutora... Doutoranda em Engenharia de Software (métodos ágeis), Mestre em Engenharia de Software (melhoria de processos de

Leia mais

Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Centro de Pesquisa em Logística Integrada à Controladoria e Negócios

Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. Centro de Pesquisa em Logística Integrada à Controladoria e Negócios Supply Chain Management & Logística: Lucro, Retorno e Valor para o Acionista Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras Logicon Centro de Pesquisa em Logística Integrada à Controladoria

Leia mais

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros

Planejamento da produção. FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção FATEC Prof. Paulo Medeiros Planejamento da produção O sistema de produção requer a obtenção e utilização dos recursos produtivos que incluem: mão-de-obra, materiais, edifícios,

Leia mais

1- Introdução ao Lean V1-2008

1- Introdução ao Lean V1-2008 1- Introdução ao Lean V1-2008 Autor: José Pedro A. Rodrigues da Silva 1 Programa 1- Introdução 2- Os 7 tipos de desperdício 3- Técnicas e ferramentas do Lean 4- Implementação do Lean 5- Conclusões Anexos

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS

LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS LEAN APLICADO À CADEIA DE SUPRIMENTOS INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING SUPPLY CHAIN (INCLUI LOGÍSTICA) 2 2 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING 3 INTRODUÇÃO AO LEAN MANUFACTURING Pensar fora da caixa... Lean

Leia mais

Por que Lean & Six Sigma?

Por que Lean & Six Sigma? CONTEÚDO DA PALESTRA O O que é LEAN? O O que é Six Sigma? Por que? LEAN LEAN ORIGEM DO LEAN A metodologia Lean já existe há algum tempo: A Ford foi pioneira no início do século XX 33 horas para concluir

Leia mais

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010

Definição. Kaizen na Prática. Kaizen para a Administração. Princípios do Just in Time. Just in Time 18/5/2010 Uninove Sistemas de Informação Teoria Geral da Administração 3º. Semestre Prof. Fábio Magalhães Blog da disciplina: http://fabiotga.blogspot.com Semana 15 e 16 Controle e Técnicas de controle de qualidade

Leia mais

Sistema de Custos ABC. As Inadequações do Sistema Tradicional de custos ao Novo Ambiente de Produção

Sistema de Custos ABC. As Inadequações do Sistema Tradicional de custos ao Novo Ambiente de Produção Sistema de Custos ABC 85 As Inadequações do Sistema Tradicional de custos ao Novo Ambiente de Produção 86 80% 70% 60% 50% 40% As Inadequações do Sistema Tradicional de custos ao Novo Ambiente de Produção

Leia mais

Estruturando o Fluxo Puxado - Sistema Puxado e Nivelado

Estruturando o Fluxo Puxado - Sistema Puxado e Nivelado 1 SÍNTESE E CONCLUSÃO Como acoplar ou integrar gerencialmente uma cadeia de valor (ou etapas de um processo produtivo) no âmbito da filosofia Lean? SISTEMA PUXADO NIVELADO SISTEMA PUXADO NIVELADO: É o

Leia mais

Just in Time Massagista JIT?

Just in Time Massagista JIT? Just Just in Time Time Massagista JIT? Planejamento e Controle Just-in-Time Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção Just-in-Time Entrega de produtos e serviços apenas quando são necessários

Leia mais

Sistemas de Indicadores de Desempenho

Sistemas de Indicadores de Desempenho Sistemas de Indicadores de Desempenho Aula 11 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Indicadores Indicadores são formas de representação quantificáveis das características de produtos

Leia mais

Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11]

Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11] Algumas ferramentas para a Logística Enxuta [8 de 11] Rogério Bañolas Consultoria ProLean Logística Enxuta Nos artigos anteriores vimos que a Logística Enxuta é uma abordagem prática. Por isso, os profissionais

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO

ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO ORÇAMENTO ESTÁTICO x ORÇAMENTO FLEXÍVEL ORÇAMENTO É a etapa do processo do planejamento estratégico em que se estima (projeta) e determina a melhor relação entre resultados e despesas para atender às necessidades

Leia mais

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços Módulo 5 MRP e JIT Adm Prod II 1 MRP Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção MRP Decisão de quantidade e momento do fluxo de materiais em condições de demanda dependente Demanda de produtos

Leia mais

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães

O sistema Just-In-Time. Professor: Dannilo Barbosa Guimarães O sistema Just-In-Time Professor: Dannilo Barbosa Guimarães Introdução ao JIT O Just-In-Time surgiu no Japão na década de 70 na Toyota Motor Company (Taiichi Ohno). O JIT visa o combate ao desperdício

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura:

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS. Nome: RA: Turma: Assinatura: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PRIAD ADMINISTRAÇÃO DE CUSTOS Nome: RA: Turma: Assinatura: EXERCÍCIO 1 Classifique os itens abaixo em: Custos, Despesas ou Investimentos a) Compra de Matéria Prima b) Mão de

Leia mais

LOGO. Sistema de Produção Puxada

LOGO. Sistema de Produção Puxada LOGO Lean Manufacturing Sistema de Produção Puxada Pull Production System 1 Conteúdo 1 Definição 2 Objetivo 3 Sistema Empurrado 4 Sistema Empurrado X Puxado 2 Lean Manufacturing Conteúdo 5 Sistema de Produção

Leia mais

Redução do impacto ambiental através das práticas lean Autor: Lando Tetsuro Nishida.

Redução do impacto ambiental através das práticas lean Autor: Lando Tetsuro Nishida. Redução do impacto ambiental através das práticas lean Autor: Lando Tetsuro Nishida. O sistema de gerenciamento ambiental está se tornando cada vez mais uma prioridade na gestão das empresas. Em diversas

Leia mais

Aplicação de Layout Celular na Recuperação de. Eficiência na Remanufatura

Aplicação de Layout Celular na Recuperação de. Eficiência na Remanufatura Aplicação de Layout Celular na Recuperação de Produtos: Uma Proposta Lean para Aumentar a Eficiência na Remanufatura (UFSC) - marinabouzon@gmail.com Carlos M. Taboada Rodriguez taboada@deps.ufsc.br Abelardo

Leia mais

CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA. Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br

CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA. Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br CUSTOS E FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Antonio Zanin- MS.c zanin@unochapeco.edu.br Custos... afinal, o que é isto? São essencialmente medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza AULA ANTERIOR: Compras O que é??? É uma atividade de aquisição que visa garantir o abastecimento da empresa

Leia mais

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO

APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE LEAN PRODUCTION EM UMA EMPRESA DO SETOR AGROINDUSTRIAL: UM ESTUDO DE CASO Antonio Freitas Rentes rentes@sc.usp.br Escola de Engenharia de São Carlos - USP Av. Trabalhador São-carlense,

Leia mais

Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos. Prof. Paulo Medeiros

Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos. Prof. Paulo Medeiros Contribuição do custo logístico na formação de preço de venda dos produtos Prof. Paulo Medeiros Medindo os custos e desempenho da logística Uma vez que o gerenciamento logístico é um conceito orientado

Leia mais

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE PRODUÇÃO Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software Objetivo Apresentar conceitos e ferramentas atuais para melhorar eficiência da produção

Leia mais

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Peter Wanke Introdução Este texto é o primeiro de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO. Atividades Práticas

CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO. Atividades Práticas CUSTO FIXO, LUCRO E MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO 1 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): Atividades Práticas ( ) Os custos fixos são totalmente dependentes dos produtos e volumes de produção executados no período.

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

3 Indicadores de Resultados da gestão comercial. Série Indicadores Essenciais Volume 3

3 Indicadores de Resultados da gestão comercial. Série Indicadores Essenciais Volume 3 3 Indicadores de Resultados da gestão comercial Série Indicadores Essenciais Volume 3 Gestão Comercial de Alta Performance Clique abaixo e saiba como podemos colaborar com o desenvolvimento de sua equipe.

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção - Era mercantilista: Receita (-) Custo das mercadorias vendidas (comprada de artesãos) = Lucro Bruto (-) Despesas = Lucro Líquido - Empresas

Leia mais

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS

LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS LEAD TIME PRODUTIVO: UMA FERRAMENTA PARA OTIMIZAÇÃO DOS CUSTOS PRODUTIVOS Sandra Mara Matuisk Mattos (DECON/UNICENTRO) smattos@unicentro.br, Juliane Sachser Angnes (DESEC/UNICENTRO), Julianeangnes@gmail.com

Leia mais

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br

ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL. Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br ANÁLISE DAS FERRAMENTAS DE CONTROLE GERENCIAL PARA MELHORIA DA PERFORMANCE EMPRESARIAL Prof. Elias Garcia egarcia@unioeste.br Prof. Elias Garcia Bacharel em Ciências Contábeis 1988 Especialização em Contabilidade

Leia mais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais

PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais PRODUÇÃO - Conceitos Iniciais 1. Conceito - é a atividade de transformação (processo) de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. * Nenhuma organização sobrevive, a menos que produza alguma

Leia mais

SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING. Jaime José Veloso

SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING. Jaime José Veloso SISTEMA DE CUSTEIO ABC ACTIVITY BASED COSTING Métodos de Custeio Os métodos de custeio são as maneiras de alocação dos custos aos produtos e serviços. São três os métodos mais utilizados: Custeio por absorção

Leia mais

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I

Curso de Graduação em Administração. Administração da Produção e Operações I Curso de Graduação em Administração Administração da Produção e Operações I 21º Encontro - 07/05/2012 18:50 às 20:30h COMO SERÁ NOSSO ENCONTRO HOJE? - ABERTURA - LAYOUTS DE EMPRESAS INDIVIDUAIS 02 ABERTURA

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

INTRODUÇÃO LM INNOMARITIME -2012. Página -1

INTRODUÇÃO LM INNOMARITIME -2012. Página -1 INTRODUÇÃO A CONSTRUÇÃO NAVAL AJUSTADA ( Lean Shipbuilding ) é o processo de construção de navios e unidades offshore, orientado e executado segundo os princípios do sistema de gestão LEAN. Como em muitas

Leia mais

ÍNDICE. Estruturação e Organização da Matéria Prima...

ÍNDICE. Estruturação e Organização da Matéria Prima... ÍNDICE Apuração de Custos Estruturação e Organização I - Custos de Produção Custos Diretos Estruturação para a Apuração de Custo Matérias Primas, Produtos Químicos... Estruturação e Organização da Matéria

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Organização do Trabalho na Produção Projeto do Trabalho -Objetivo: criar um ambiente produtivo e eficiente, onde cada um saiba o que

Leia mais

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS

PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS 2ª OFICINA MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR Lean Manufacturing é a busca da perfeição do processo através da eliminação de desperdícios Definir Valor Trabalhar

Leia mais

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br )

Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Lean IT Juliano Daniel Marcelino ( juliano@jmarcelino.com.br ) Orientador: Mehran Misaghi, Dr. ( mehran@sociesc.org.br ) Agenda Conceitos básicos Necessidade de usar Lean IT Ambiente Benefícios para melhoria

Leia mais

MARCA PRÓPRIA. Algumas empresas possuem sua própria marca, mas não produzem, apenas desenvolvem a mercadoria.

MARCA PRÓPRIA. Algumas empresas possuem sua própria marca, mas não produzem, apenas desenvolvem a mercadoria. MARCA PRÓPRIA Algumas empresas possuem sua própria marca, mas não produzem, apenas desenvolvem a mercadoria. Normalmente estas empresas iniciaram suas atividades com uma marca que se consolidou no mercado.

Leia mais

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Custos Logísticos. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo. É todo custo gerado por operações logística em uma empresa, visando atender as necessidades dos clientes de qualidade custo e principalmente prazo. Não basta somente realizar tarefas, é preciso ser assertivo.

Leia mais

Caso Fábrica de Silos Janes Gausmann

Caso Fábrica de Silos Janes Gausmann Manufatura Digital no Processo de Especialização de Plantas Caso Fábrica de Silos Janes Gausmann Sumário 1. A HISTÓRIA POR TRÁS DA KW 2. ATUAÇÃO 3. ESPECIALIZAÇÃO PLANTAS 4. SIMULAÇÃO DAS LINHAS DE PERFILAMENTO

Leia mais

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia

O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia O custeio ABC e sua utilização para estudar o preço de venda de produtos em uma empresa alimentícia e outra de bem durável na cidade de Uberlândia Elaine Gomes Assis (UNIMINAS) elainega@uniminas.br Luciane

Leia mais

Abaixo segue a demonstração dos resultados da empresa.

Abaixo segue a demonstração dos resultados da empresa. Exercício de Acompanhamento II A NAS Car produz acessórios esportivos personalizados para automóveis. Ela se especializou em manoplas de câmbio, tendo desenvolvida uma linha padronizada em alumínio polido

Leia mais

7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos

7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos 7. Análise da Viabilidade Econômica de Projetos Exemplos de Aplicação de Projetos Cálculo do Valor de um Negócio ou Empresa; Avaliar Viabilidade de Projetos; Projetos para solicitação de Financiamentos.

Leia mais

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME

LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME 1 LAYOUT IMPACTANDO DIRETAMENTE NOS CUSTOS DE PRODUÇÃO: LUCRO NA PRODUÇÃO COM ÊNFASE NO JUST-IN- TIME Marcio Alves Suzano, M.Sc. Marco Antônio Ribeiro de Almeida, D.Sc. José Augusto Dunham, M.Sc. RESUMO.

Leia mais

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia

Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Curso superior de Tecnologia em Gastronomia Suprimentos na Gastronomia COMPREENDENDO A CADEIA DE SUPRIMENTOS 1- DEFINIÇÃO Engloba todos os estágios envolvidos, direta ou indiretamente, no atendimento de

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola

Introdução ao Lean Manufacturing. Dário Spinola Introdução ao Lean Manufacturing Dário Spinola Dário Uriel P. Spinola Sócio da Táktica Consultoria em Manufatura MBA em Conhecimento, Tecnologia e Inovação pela FIA/FEA USP Mestrando e Engenheiro de Produção

Leia mais

QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda. HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro

QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda. HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro A REALIDADE ATUAL DOS NEGÓCIOS: QUEM SOMOS? O QUE FAZEMOS? ONTEM: Custo+ Lucro= Preço de Venda HOJE: Preço de venda= Custo+ Lucro Somos uma empresa especializada em consultoria de FÁBRICA e CUSTOS. QUEM

Leia mais

ANAIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS

ANAIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS MAPEAMENTO DO FLUXO DE VALOR APLICADO AO SERVIÇO DE PÓS VENDA DE UMA CONCESSIONÁRIA DE AUTOMÓVEIS VILMAR NOGUEIRA DUARTE ( vilmarufms@yahoo.com.br ) UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA MARLOS VINICIUS

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

A importância da logística num ambiente de lean production

A importância da logística num ambiente de lean production A importância da logística num ambiente de lean production Alessandro Lucas da Silva (EESC-USP) als@sc.usp.br Gilberto Miller Devós Ganga (EESC-USP) gilberto_mdg@yahoo.com.br Resumo O bom desempenho de

Leia mais

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica

Declaração de Conflitos de Interesse. Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Declaração de Conflitos de Interesse Diretor da NKB Medicina Diagnóstica Lean na Microbiologia Conceito de Lean Cláudio Pereira Diretor Regional NKB RJ Agenda Lean Thinking Sistema de Produção da Toyota

Leia mais

LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS

LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS LEAN MANUFACTURING FERRAMENTAS E APLICAÇÕES EM PROCESSOS PRODUTIVOS E TRANSACIONAIS Semana LIAG Limeira: 09/05/2011 1 Apresentação Palestrante: José Augusto Buck Marcos Engenheiro com formação e especialização

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0405 05 IDENTIFICAÇÃO: Título: ORÇAMENTO EMPRESARIAL Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: PLANEJAMENTO E CONTROLE ORÇAMENTÁRIO O QUE É : É um instrumento de planejamento

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

A Logística Enxuta em desenvolvimento

A Logística Enxuta em desenvolvimento Introdução A Logística Enxuta em desenvolvimento Rogério Bañolas Consultoria ProLean Logística Enxuta À abordagem enxuta (lean) é atribuída a obtenção de resultados efetivos e consistentes. Compare a Toyota,

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

EXERCÍCIO 01. Classificar em: Custos de Fabricação Despesas Administrativas Despesas Comerciais ou de Vendas Lucro

EXERCÍCIO 01. Classificar em: Custos de Fabricação Despesas Administrativas Despesas Comerciais ou de Vendas Lucro EXERCÍCIO 01 Classificar em: Custos de Fabricação Despesas Administrativas Despesas Comerciais ou de Vendas Lucro - Despesas de viagens 1.000 - Material direto 35.000 - Salário da administração 14.000

Leia mais

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ):

AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Contabilidade Gerencial e Controladoria Prof. Oscar Scherer Dia 23/03/2012. AULA 04 EXERCÍCIO 06 - ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS (FINANCEIRAS ): Parte importante da administração financeira, devendo

Leia mais

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1.

04/02/2009. Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores. Disciplina: Gestão de Projetos de TI. Prof.: Fernando Hadad Zaidan. Unidade 1. Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia: Redes de Computadores Disciplina: Gestão de Projetos de TI Prof.: Fernando Hadad Zaidan 1 Unidade 1.1 2 Introdução ao Gerenciamento de Projetos 3 1 Leitura

Leia mais

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos:

Precision. A sua Solução de Gestão Empresarial. Características do Sistema: Principais Recursos: A sua Solução de Gestão Empresarial O Precision é a solução de Gestão Empresarial de baixo custo que a Maggiore Sistemas disponibiliza para pequenas e médias empresas. Desenvolvido e comercializado em

Leia mais

Capítulo 1 -Ambiente em Mutação dos Negócios

Capítulo 1 -Ambiente em Mutação dos Negócios 1 CENÁRIO ATUAL DOS NEGócIOS Existem atualmente três revoluções concomitantes no mercado A) REVOLUÇÃO ECONÔMICA Surgimentos dos bloc08 8Con6micos Transfertncia de riqu8z8s Globalizaçlo (velocid8de das

Leia mais

TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO

TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO TÍTULO: GESTÃO DA PRODUÇÃO COM FOCO NA MANUFATURA ENXUTA MELHORIA DE PROCESSOS INDUSTRIAIS ATRAVÉS DO SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS

Leia mais

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E

Profa. Marinalva Barboza. Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E Profa. Marinalva Barboza Unidade IV RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Custos dos estoques Para manter estoque, é necessário: quantificar; identificar. Quanto custa manter estoque? Quais os custos envolvidos

Leia mais

Cap. 9 Avaliando o desempenho. André Jun Nishizawa

Cap. 9 Avaliando o desempenho. André Jun Nishizawa Cap. 9 Avaliando o desempenho O que avaliar? Tempo; Custo; Eficiência; Eficácia. Medindo o tempo Medindo o tempo É a medida mais simples; Ora: trata-se da subtração de duas leituras 18h - 16h = 2h Mas

Leia mais

Logística Lean para a Eliminação do Warehouse

Logística Lean para a Eliminação do Warehouse Logística Lean para a Eliminação do Warehouse Nelson Eiji Takeuchi Uma cadeia logística convencional é composta por logística inbound, logística outbound, warehouse e movimentação interna. Fala-se que

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

MES e Eficiência de Linhas de Produção

MES e Eficiência de Linhas de Produção MES e Eficiência de Linhas de Produção por Edson Donisete da Silva e Carlos Roberto Sponteado Melhora constante no processo produtivo. Aumento da qualidade do produto que é entregue ao cliente final. Redução

Leia mais

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte

Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Planejamento e Controle do Lucro Empresas de Pequeno e Médio Porte Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira darianer@fia.com.br www.fia.com.br/proced Profa. Dariane Reis Fraga Castanheira 1 Objetivo Planejamento

Leia mais

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br

Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br 6C0N021 Contabilidade Gerencial Prof. Paulo Arnaldo Olak olak@uel.br Programa da Disciplina Introdução e delimitações Importância da formação do preço de venda na gestão do lucro. Principais elementos

Leia mais

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas.

Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Análise e Aplicação de Controle de Custos na Gestão por Processo: Estudo de caso em uma indústria de implementos agrícolas. Cátia Raquel Felden Bartz (FAHOR) catia@fahor.com.br Jonas Mazardo (FAHOR) jonas_mazardo@yahoo.com.br>,

Leia mais

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade

ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS. 1. Sumário Executivo. Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso. 2. Sumário da Empresa. 2.1 Composição da Sociedade ROTEIRO DO PLANO DE NEGÓCIOS 1. Sumário Executivo Objetivos Missão Fatores-Chave de Sucesso 2. Sumário da Empresa 2.1 Composição da Sociedade Perfil Individual dos sócios, experiência, formação, responsabilidades

Leia mais

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção

Gestão de Operações. Introdução a Engenharia de Produção Gestão de Operações Introdução a Engenharia de Produção Operações e Produtividade Produção: criação de bens e serviços Gestão de operações: conjunto de atividades que criam os bens e serviços por meio

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Mapeamento do Fluxo de Valor

Mapeamento do Fluxo de Valor Mapeamento do Fluxo de Valor O que é Fluxo de Valor É um conjunto de ações as que agregam valor, bem como as que não agregam valor necessárias para viabilizar o produto: da concepção ao lançamento do produto

Leia mais