MANUAL DE ESTÁGIO. Aluno do Centro de Educação Profissional Residência Saúde. ALUNO

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1 MANUAL DE ESTÁGIO Aluno do Centro de Educação Profissional Residência Saúde ALUNO

2 SUMÁRIO Introdução Concepção didático-pedagógica da Residência Saúde O que é estágio? Quais são as modalidades de estágio? O que é estágio obrigatório? O estágio é uma relação de emprego? Como ocorrerá o estágio obrigatório do Centro de Educação Profissional Residência Saúde O que é estágio não obrigatório? O que fazer para aproveitar esse estágio não obrigatório no meu curso técnico e/ou auxiliar Em que situação a minha falta poderá ser abonada? Quem pode ser estagiário? Quais requisitos devem ser observados na consseção do estágio? Como funciona a gestão da documentação do estágio? Quais as obrigações dos estágios? Qual o prazo de duração do estágio? A estudante gestante pode estagiar?... 11

3 16. Quais as hipóteses em que a unidade poderá ficar impedida de receber estagiário? O que é o termo de cooperação de estágio? Anexos Referência Bibliográfica... 38

4 INTRODUÇÃO Com o objetivo e cuidado em orientar e esclarecer todas as dúvidas dos alunos surgiu à necessidade de elaborar um material para subsidiar os alunos que terão em seus cursos aulas supervisionadas de campo/estágio. Ao divulgar este documento, pretende-se tanto auxiliar o jovem estudante como também todos os parceiros envolvidos diretamente e indiretamente em um caminhar seguro na carreira profissional escolhida por cada estudante. 04

5 1. CONCEPÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DA RESIDÊNCIA SAÚDE O Centro de Educação Profissional Residência Saúde enquanto instituição de ensino deve ter ao lado de seu caráter acadêmico, de sua procura pelo saber e do desejo de promover a criatividade, uma função explícita de colaborador no desenvolvimento e na solução dos problemas nacionais. O Residência Saúde procura implementar um conjunto de princípios e ideias básicas que norteiem o desenvolvimento de seus cursos e projetos e que venham a constituir-se numa base sólida para a formação profissional de seus egressos. Como o Residência Saúde trabalha levando EAD aos alunos de ponta a ponta, as atividades pedagógicas serão postas em práticas pelos autores que elaboram o conteúdo didático de seus cursos com a atuação direta dos tutores. Estes últimos estão juntos com os alunos construindo uma formação multidisciplinar que englobe o desenvolvimento de competências pessoais, profissionais e tecnológicas que vão além dos conhecimentos acadêmicos especializados. 2. O QUE É ESTÁGIO? A Lei n , define o estágio como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo do estudante. O estágio integra o itinerário formativo do educando e faz parte do projeto pedagógico do curso. 3. QUAIS SÃO AS MODALIDADES DE ESTÁGIO? Estágio obrigatório e estágio não obrigatório (art. 2º da Lei /2008). O modelo oferecido será 100% presencial e obrigatório, o aluno que falta estará não apto, devendo refazer o estágio que faltou. 4. O QUE É O ESTÁGIO OBRIGATÓRIO? É o estágio definido como obrigatório no projeto pedagógico do curso, 05

6 cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção do diploma ( 1º do art. 2º da Lei nº /2008). No caso dos cursos ofertados pelo Centro de Educação Profissional Residência Saúde, após cada conclusão do estágio de cada módulo, o aluno estará apto ou não apto para concluir o curso. 5. O ESTÁGIO É UMA RELAÇÃO DE EMPREGO? Não. O estágio não caracteriza vínculo de emprego de qualquer natureza, desde que observados os requisitos legais, não sendo devidos encargos sociais, trabalhistas e previdenciários. (arts. 3º e 15 da Lei nº /2008). O aluno do Centro de Educação Profissional Residência Saúde para obter no final do curso o Certificado de Conclusão do Curso deverá OBRIGATORIAMENTE realizar os estágios de cada módulo, sendo 100% presencial. 6. COMO OCORRERÁ O ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE? O estágio obrigatório ocorrerá paralelamente com as aulas teletransmitidas. Segue, EM ANEXO, como ocorrerá cada estágio dos cursos separadamente. O aluno terá de cumprir 100% do estágio de forma presencial. Não será dado nota ao aluno referente ao estágio supervisionado, mas sim, se o aluno será considerado apto ou não apto, a partir da presença no campo de estágio e ficha individual de avaliação que será preenchida e acompanhada por um tutor (obrigatoriamente profissional de nível superior) que estará na supervisão do estágio presencial. 7. O QUE É ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO? É o estágio desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória, e parte do projeto pedagógico do curso ( 2º do art. 2º da Lei nº /2008). 8. O QUE FAZER PARA APROVEITAR ESSE ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO NO MEU CURSO DE TÉCNICO E/OU AUXILIAR? 06

7 O aluno que no decorrer do seu aprendizado conseguir um estágio que não foi concedido pelo curso, deverá comparecer na secretaria de seu polo e solicitar do gestor uma carta de apresentação de estágio, ficha individual do aluno, relatório de estágio, ficha de declaração e aceitação do estágio, ficha de registro de frequência em estágio supervisionado, declaração de conclusão de estágio, termo de compromisso, termo de convênio, plano de estágio do curso e seguro contra acidentes (MODELOS EM ANEXO e inclusos no SRS/SRC.) Munido de toda a documentação, o aluno entregará a instituição no qual conseguiu o estágio, para preenchimento e devidas assinaturas para posteriormente encaminhar ao polo para que as informações sejam registradas no SRS. 9. EM QUE SITUAÇÃO A MINHA FALTA PODERÁ SER ABONADA? O estágio é 100% presencial, não podendo o aluno FALTAR NENHUMA VEZ, a não ser em determinadas situações: Tratamento de saúde (conforme Decreto-lei nº 1.044/69), contendo tempo de afastamento. Dispõe sobre tratamento excepcional para os alunos portadores de afecções que indica. Art. 1º São considerados merecedores de tratamento excepcional os alunos de qualquer nível de ensino, portadores de afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizados por: - incapacidade física relativa, incompatível com a frequência aos trabalhos escolares, desde que se verifique a conservação das condições intelectuais e emocionais necessárias para o prosseguimento da atividade escolar em novos moldes; - ocorrência isolada ou esporádica. a) Duração que não ultrapasse o máximo ainda admissível, em cada caso, para a continuidade do processo pedagógico de aprendizado, atendendo a que tais características se verificam, entre outros, em casos de síndromes hemorrágicas, tais como a hemofilia, asma, curtisse, pericardites, afecções osteoarticulares submetidas a correções ortopédicas, nefropatias agudas ou 07

8 subagudas, afecções reumáticas, etc. Para licença médica (traumas físicos e doenças infectocontagiosas) Só será aceito atestado médico com assinatura médica com carimbo contendo o CRM e o CID-10. Alunos reservistas, segundo A Lei do Serviço Militar (Lei nº de ) que dispõe que todo convocado matriculado em Órgão de Formação da Reserva, que esteja obrigado a faltar a suas atividades civis, por força de exercício ou manobra, tem suas faltas abonadas para todos os efeitos. Licença gestação (conforme Lei nº 6.202/75), a solicitação poderá ser feita a partir do 8º mês de gestação e a gestante ou seu representante deverá apresentar atestado médico contendo o período de gestação (em semanas) e período de afastamento (início e fim 90 dias). A Lei nº de estabelece que os estabelecimentos de ensino fiquem obrigados a abonar as faltas dos alunos que, por crença religiosa, estejam impedidos de frequentar as aulas ministradas às sextas-feiras, após as dezoito horas e aos sábados até às dezoito horas. OBS.: Devendo o aluno comparecer com atestado na secretaria da sua unidade, com requerimento de abono de falta preenchido, com no máximo de 48 horas. Casos não contemplados: Para todos os casos citados abaixo, o aluno deverá preencher requerimento, pagar a taxa correspondente, anexar a justificativa e entregar no polo para que as informações sejam registradas no SRS. a) Militar profissional de carreira, a serviço da corporação; b) Serviço de júri; c) Testemunha convocada para depor em processo judicial; d) Todo e qualquer evento pessoal: gala, casamento, luto, paternidade, alistamento eleitoral, doação voluntária de sangue, entre outros. 10. QUEM PODE SER ESTAGIÁRIO? Qualquer aluno devidamente matriculado no módulo que contenha o estágio supervisionado. O aluno terá uma teleaula e dois dias na semana previamente estabelecidos (exemplo: turmas com teleaula na terça, terá as atividades presenciais de estágio nas quartas e quintas; já as turmas com 08

9 teleaula nas quartas terão suas atividades supervisionadas ocorrendo nas segundas e terças-feiras) esses dias específicos são destinados para a realização da atividade prática destinada ao estágio supervisionado obrigatório. 11. QUAIS REQUISITOS DEVEM SER OBSERVADOS NA CONCESSÃO DO ESTÁGIO? O cumprimento dos incisos estabelecidos no art. 3º da Lei nº /2008: I Matrícula e frequência regular do educando público-alvo da lei; II Celebração de termo de cooperação entre o Residência Saúde e a parte concedente do estágio; III Compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e as previstas no termo de compromisso. 12. COMO FUNCIONA A GESTÃO DA DOCUMENTAÇÃO DO ESTÁGIO? Para que o aluno seja considerado matriculado em estágio, a unidade escolar registra-o no sistema SGSET após obter a documentação abaixo devidamente preenchida e assinada: Ÿ Termo de Acordo de Cooperação, quando solicitado; Ÿ Termo de Compromisso de Estágio e Plano de Estágio; Ÿ Proposta de Adesão Seguro de Acidentes Pessoais (Conforme modelo da seguradora). Situação Estagiários com intermediação dos gestores. Documentos w Instrumento particular Acordo de Cooperação entre a unidade escolar e a concedente. 09

10 Estagiário com vínculo empregatício na empresa em área correlata ao curso, inferior a 2 (dois) anos. Estagiário com vínculo empregatício na empresa em área não correlata ao curso. Estagiário na empresa onde o aluno é proprietário. w Cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (págs.: fotografia, qualificação civil, contrato de trabalho); w Declaração da empresa em papel timbrado constando período, atividades e funções correlatas ao curso. w Termo de Acordo de Cooperação, quando solicitado; w Termo de Compromisso de Estágio; w Plano de Estágio; w Proposta de Adesão - Seguro de Acidentes Pessoais do SENAI/SP. w Cópia do contrato social da empresa, constando nome do aluno; w Plano de Estágio. Em qualquer caso, será aberta uma pasta suspensa personalizada para o aluno, destinada a acondicionar sua documentação de estágio, durante a vigência do mesmo. 13. QUAIS AS OBRIGAÇÕES DOS ESTAGIÁRIOS? I - Cumprir a carga horária de estágio supervisionado em uma unidade conveniada com o polo acadêmico; II - Cumprir as normas disciplinares de trabalho da Unidade onde estagiar, bem como preservar as informações sigilosas a que tiver acesso; III - Participar das reuniões, previamente marcadas, com o tutor do estágio; IV - Entregar em tempo hábil as atividades solicitadas; 10

11 V - Participar da rotatividade do campo de estágio quando se fizer necessário, conforme disponibilidades do campo e dos grupos de estágio estabelecidos pelo tutor. VI A compra de qualquer material que venha necessitar no CAMPO DE ESTÁGIO; 14. QUAL O PRAZO DE DURAÇÃO DO ESTÁGIO? A duração do estágio vai depender de cada curso e deverão obedecer alguns critérios: a) Seu início deve seguir o calendário escolar do Residência Saúde; b) Carga horária mínima será estabelecida conforme Planos de Curso. 15. A ESTUDANTE GESTANTE PODE ESTAGIAR? Sim. Não há nenhum empecilho da estudante gestante estagiar. Como todo programa de estágio, a estagiária gestante também se sujeita às regras da Lei /2008. O que pode e deve acontecer é o profissional de nível superior e o tutor adequarem à estudante em atividades que não prejudiquem a gestação. 16. QUAIS SÃO AS HIPÓTESES EM QUE A UNIDADE PODERÁ FICAR IMPEDIDA DE RECEBER ESTAGIÁRIO? I - Não ter estrutura física adequada para oferecer aos alunos as práticas necessárias para o estágio; II - Falta ou deficiência de profissional de nível superior para acompanhar os estudantes; III - Falta ou deficiência de recursos materiais na Unidade. 17. O QUE É O TERMO DE COOPERAÇÃO DE ESTÁGIO? O Termo de Cooperação é um acordo celebrado entre a parte concedente do estágio e a instituição de ensino, prevendo as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar. 11

12 CARTA DE APRESENTAÇÃO PARA ESTÁGIO Alagoas, de de. À Coordenadoria (Instituição concedente do estágio) Prezado (a) Senhor (a), Apresentamos o (a) aluno (a), matrícula do período do Curso de da. Nesta oportunidade, vimos declarar, para fins de Estágio curricular, de acordo com a Lei , de 25 de setembro de 2008, que o aluno mencionado encontra-se devidamente matriculado e com frequência regular neste Centro de Educação Profissional Residência Saúde devendo em caso de aprovação, ser firmado Termo de Compromisso antes do início do seu estágio. O estagiário,, CPF, nascido em / /, estará incluído na cobertura do Seguro Contra Acidentes Pessoais proporcionado pela Apólice nº da até o dia. A carga horária do estágio terá um total de horas. O curso de da é composto de períodos. O aluno acima referido cursará a disciplina. Certos de sua valiosa colaboração, aproveitamos o ensejo para manifestar nossos agradecimentos. Coordenador (a) de Estágio do Centro de Educação Profissional Residência Saúde 12

13 FICHA INDIVIDUAL DO ALUNO 13

14 FICHA DE DECLARAÇÃO DE ACEITAÇÃO Declaro para os devidos fins que o(a) estagiário(a), matrícula nº, do Curso do Centro de Educação Profissional Residência Saúde, cumpriu com a carga horária de horas referente ao Estágio Curricular, realizado na Instituição, tendo como supervisor responsável Sr(a).. Maceió-AL, de de. Nome do aluno estagiário (assinatura) Nome do representante da instituição Cargo (carimbo e assinatura) 14

15 MODELO DE FICHA DE REGISTRO DE FREQUÊNCIA EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO FOLHA DE FREQÜÊNCIA ALUNO: Bloco: Campo de estágio: Enfermeiro Responsável: CEPRS - Centro de Educação Profissional Residência Saúde Curso: Unidade de ensino: Data: COREN/Carimbo: DIA TURNO/HORÁRIO TEMA ABORDADO ASSINATURA DO SUPERVISOR ENTRADA SAÍDA 15

16 DECLARAÇÃO DE CONCLUSÃO DE ESTÁGIO Declaro para fins de comprovação de estágio Supervisionado, que o(a) aluno(a), regularmente matriculado(a) no curso de do Centro de Educação Profissional Residência Saúde, cumpriu horas de Estágio em, no período de a neste estabelecimento de ensino. Maceió-AL, de de. Assinatura do Diretor da Instituição (com carimbo) Telefone 16

17 TERMO DE COOPERAÇÃO INSTRUMENTO PARTICULAR DE CONTRATO DE AGENCIAMENTO EDUCACIONAL que entre si celebram, de um lado, TEIXEIRA E ARAÚJO EVENTOS E CURSOS LTDA, pessoa jurídica de direito privado, com sede em Maceió, na Rua Antônio Procópio, nº 501, bairro Farol, CEP nº , Alagoas, inscrito no CNPJ sob o nº / neste ato representado por sua Representante Legal EDILENE TEIXEIRA DE ARAÚJO SILVA, brasileira, Empresária, CPF nº , residente e domiciliada na Rua Comendador Palmeira, nº 222, bairro Farol, CEP nº , Cidade de Maceió, no Estado de Alagoas, doravante denominado RESIDÊNCIA SAÚDE e do outro, (Nome da Entidade), pessoa jurídica de direito privado, com sede na Avenida XXXX, Município XXX Estado XXX, inscrito no CNPJ/MF sob o nº XXXXX, neste ato representado pelo seu (Presidente/Diretor), o Senhor Fulano de tal, brasileiro, casado, empresário, inscrito no CPF/MF tombado sob o nº, residente e domiciliado nesta Capital, doravante denominado simplesmente POLO DESCENTRALIZADO. Considerando que a TEIXEIRA E ARAÚJO EVENTOS E CURSOS LTDA. é a mantenedora do Centro de Educação Profissional Residência Saúde; considerando que a Residência Saúde está credenciada pela Secretaria Estadual de Educação de Alagoas, através da Portaria n.º 795 de 29/10/2010, para o oferecimento de cursos de educação à distância de nível técnico; considerando que o Centro de Educação Profissional Residência Saúde possui toda a estrutura acadêmica e tecnológica necessária para a produção e transmissão do conteúdo programático dos cursos autorizados; considerando que o POLO DESCENTRALIZADO, por sua vez, possui no Município de (xxxxx) toda a estrutura física e tecnológica necessária para a recepção do conteúdo programático dos cursos acima referidos, pelos alunos locais matriculados nesses cursos. RESOLVEM de comum acordo e na melhor forma de direito, celebrar o presente contrato, mediante cláusulas e condições seguintes: 17

18 1 - DO OBJETO O presente contrato tem por objeto a implantação e operação de POLO DESCENTRALIZADO no Município (xxxxxxxx) para o oferecimento de educação pós-média à distância ministrada pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, nos termos da Portaria n.º 795/2010 da Secretaria Estadual de Educação de Alagoas e do projeto pedagógico dos cursos oferecidos, que compõe este instrumento contratual. 1.1 Para os fins deste contrato entende-se por POLO DESCENTRALIZADO o local destinado à realização das atividades escolares presenciais e atividades supervisionadas dos alunos de ensino à distância. 1.2 Integram o presente instrumento contratual e dele são partes indissociáveis: a) a descrição metodológica do curso; b) o manual de instalação dos POLOS DESCENTRALIZADOS; c) o manual de programação visual dos POLOS DESCENTRALIZADOS. 1.3 O CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE poderá firmar convênios com outras Instituições de Ensino para o oferecimento dos cursos de que trata este contrato. 2 - DO PRAZO O presente contrato terá prazo indeterminado, podendo ser rescindido mediante prévio aviso de 90 (noventa) dias, devendo, porém, o Polo Descentralizado permanecer em atividade, atendendo aos alunos efetivamente matriculados, até finalização do curso, ficando vedadas, assim, novas matrículas, a partir da data de comunicação da eminente rescisão. 3 - DO FUNCIONAMENTO DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO TÉCNICA PROFISSIONALIZANTE À DISTÂNCIA. As aulas dos cursos de educação pós-media à distância serão produzidas e transmitidas pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, através das tecnologias Via Satélite e Web (Streaming), a partir de seus estúdios de geração em Maceió/AL, e serão assistidas pelos alunos no POLO DESCENTRALIZADO. 18

19 3.1 O conjunto de Módulos vinculados a Blocos que integram a grade curricular de um curso de educação técnica profissionalizante à distância em andamento compõe um ciclo de matrícula. 3.2 O CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE poderá, a seu exclusivo critério, se utilizar de aulas produzidas ou transmitidas por outras instituições de ensino. 4. OFERTA DE CURSOS E MATRÍCULAS 4.1 O CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE reserva-se no direito de não oferecer o curso quando não houver demanda de alunos suficientes para o fechamento do respectivo Ciclo de matrícula, sem que isso gere qualquer direito de indenização para o POLO DESCENTRALIZADO. 4.2 O processo de matrículas será executado sob a responsabilidade do POLO DESCENTRALIZADO, seguindo obrigatoriamente o calendário Escolar definido pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE. 4.3 O POLO DESCENTRALIZADO deverá oferecer todos os cursos programados pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE para o POLO DESCENTRALIZADO por ele operado. 5 - DAS OBRIGAÇÕES DO CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE. São obrigações do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, por si ou por instituição conveniada nos termos do item 4.1: a) Ministrar cursos técnicos à distância e outros cursos que porventura sejam oferecidos pela mantenedora; b) Publicar os editais de processo de matrícula; c) Produzir e/ou transmitir as aulas; d) Prover assistência pedagógica síncrona e assíncrona ao alunado; e) Treinar e orientar o Coordenador do POLO DESCENTRALIZADO, os Tutores de EaD e de Estágio, o Operador de Informática e o Assistente Administrativo na utilização dos equipamentos e no desempenho de suas atividades; 19

20 f) Cuidar da gestão escolar de todos os cursos sob sua responsabilidade; g) Produzir e aplicar as avaliações pedagógicas de conteúdo e institucional; h) Determinar a execução do estágio e TCC Trabalho de Conclusão de Curso; i) Fornecer o competente certificado e/ou diploma aos alunos que concluírem com aproveitamento os seus cursos; j) Informar, através do Contrato de Aluno, que o horário de transmissão das aulas será estabelecido com base no horário de Brasília, inclusive durante a vigência do horário de verão. 6 - DAS OBRIGAÇÕES DOS POLOS DESCENTRALIZADOS São obrigações do POLO DESCENTRALIZADO, na operação do POLO DESCENTRALIZADO: a) Implantar o POLO DESCENTRALIZADO de que trata o item 1 até a realização de 02 (dois) Processos de entrada de alunos consecutivos, a partir do termo inicial do instrumento contratual sob pena de rescisão caracterizada no item 7; b) Ceder o espaço necessário à implantação do POLO DESCENTRALIZADO, conforme projeto aprovado pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, destinando-o exclusivamente para os fins previstos neste contrato; c) Executar e manter os projetos arquitetônico, hidráulico, elétrico e de informática aprovados pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE para a instalação do POLO DESCENTRALIZADO; d) Mobiliar e equipar o POLO DESCENTRALIZADO, inclusive no que se refere aos equipamentos de informática e de recepção das aulas, observando o quanto previsto nos projetos de que trata a alínea anterior; e) Prover o POLO DESCENTRALIZADO dos laboratórios de práticas dos cursos e de uma biblioteca e sala de estudos, observando as especificações exigidas pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE e diretrizes estabelecidas pela Secretaria de Educação de seu Estado; f) Atualizar os equipamentos de informática com uso superior a três anos, ou sempre que a configuração desses equipamentos for insuficiente para a execução dos programas utilizados pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; 20

21 g) Sinalizar o POLO DESCENTRALIZADO, inclusive com a colocação de placa de identificação externa, observando as normas contidas no manual de programação visual fornecido pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; h) Manter em perfeito estado de conservação os móveis e equipamentos utilizados na execução deste contrato, atendendo as especificações do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; i) Contratar o serviço de acesso à Internet em banda larga e o serviço de telecomunicações necessárias à transmissão dos conteúdos dos cursos oferecidos no POLO DESCENTRALIZADO; j) Abster-se de utilizar a estrutura do POLO DESCENTRALIZADO ou a conexão com a Internet para atividades não vinculadas aos cursos de educação à distância ministrados, por outras instituições que não seja o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; k) Contratar mediante registro em carteira todo e qualquer empregado que venha a trabalhar no POLO DESCENTRALIZADO; l) Contratar apenas profissionais com qualificação em EaD para os cargos de Coordenador do POLO DESCENTRALIZADO e Tutores, além de profissionais com qualificação para os cargos de Operador de Informática e Assistente Administrativo, observando o perfil estabelecido pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; m) Apresentar ao CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, trimestralmente, os comprovantes de pagamento dos encargos trabalhistas, fiscais e previdenciários relativos aos seus empregados e prestadores de serviços; n) Custear as despesas de deslocamento e hospedagem de seus funcionários nas viagens para participação de reuniões e treinamentos realizados pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; o) Executar as rotinas administrativa, acadêmica e financeira referentes à matrícula e ao funcionamento dos cursos do POLO DESCENTRALIZADO sob sua responsabilidade, observadas as normas estabelecidas pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; 21

22 p) Orientar o corpo discente quanto à produção do TCC ao final do curso segundo orientação do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; q) Zelar pelo nome e pela reputação do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, abstendo-se de praticar qualquer ato que possa comprometer sua imagem ou sua credibilidade perante seus alunos ou terceiros; r) Custear a impressão do material publicitário destinado à divulgação dos cursos, objeto deste contrato, seguindo os modelos fornecidos pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE e as normas contidas no manual de programação visual do POLO DESCENTRALIZADO; s) Executar o plano de mídia aprovado pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE na celebração deste contrato; t) Manter expediente de atendimento aos alunos dos cursos de educação à distância de segunda a sexta, das 8h às 22h30min, e aos sábados, das 8h às 18h, horário de Brasília, ou ainda em outro horário aprovado pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE. 6.1 Na execução das matrículas obriga-se o POLO DESCENTRALIZADO a: a) Divulgar amplamente na sua localidade, a abertura do processo e matrícula; b) Elaborar relatório sobre a demanda para cada curso, por turno, na sua localidade; c) Inscrever os candidatos, observando as normas estabelecidas pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; d) Ceder ou providenciar a cessão, sem ônus para o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, das instalações físicas necessárias à realização do processo de matrícula. 6.2 Declara-se o POLO DESCENTRALIZADO plenamente ciente de que a competência para a prática de atos acadêmico-escolares é exclusiva do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, que se encontra autorizado pelo Conselho Estadual de Educação de ALAGOAS CEE/AL, a operacionalizar os cursos de educação técnica profissionalizante à distância. 22

23 6.3 É de responsabilidade do POLO DESCENTRALIZADO a operacionalização dos estágios, devendo buscar parcerias e convênios, a serem formalizados com o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, utilizando modelo de convênio fornecido pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE; 6.4 Declara-se ciente o POLO DESCENTRALIZADO da sua responsabilidade em providenciar os seguintes documentos sobpena de não ter autorização de funcionamento pelo CEE de seu estado: a) Documento que comprove a propriedade do imóvel ou comprove o direito de uso; (contrato de locação ou certidão do registro de imóveis). b) Planta de localização; c) Planta baixa com cortes e elevações; d) Laudo do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária; e) Alvará de Licença da Prefeitura; f) Descrição dos ambientes pedagógicos, com funções e área física (salas de aula, laboratórios, biblioteca, coordenação, sala de professores e especialistas, outros, com a respectiva área que constituem o polo); g) Complexo higiênico sanitário (quantidade de banheiros masculinos e femininos, copa, cozinha, lavanderia, cantina, outros); h) Demonstrativos de convênios, parcerias ou contratos se houver, com comprovação dos termos com registro em cartório; i) Acesso adequado a portadores de necessidades educativas especiais. j) Relação de profissionais, comprovação de qualificação técnico e administrativa e especialização, compatível com a função e o nível de ensino a ser ofertado: k) Documentação Dirigente do polo; l) Documentação Tutor EaD e tutor de Estágio; m)documentação da Equipe Administrativa; 7 - DA EXCLUSIVIDADE Durante a vigência deste contrato, fica o POLO DESCENTRALIZADO proibido de contratar com outras instituições de ensino a distância para cursos técnicos/pós-médios, concorrentes do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAUDE. 23

24 7.1 Na hipótese de infração do disposto no caput do item 7, o POLO DESCENTRALIZADO pagará ao CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE a importância de R$ ,00 (trinta mil reais), a título de multa, sem prejuízo do direito de rescisão e das perdas e danos apurados. 7.2 O valor da multa tratada no item 7.1 será reajustado anualmente pela variação do INPC/IBGE. 8 - DO USO DA MARCA O CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE fornecerá ao POLO DESCENTRALIZADO o manual de programação visual do POLO DESCENTRALIZADO e os modelos do material publicitário a ser utilizado, exclusivamente, para a divulgação dos cursos, objeto do presente contrato. 9 - DA PROPRIEDADE INTELECTUAL O conteúdo programático dos cursos de educação à distância, objeto deste contrato, é de propriedade exclusiva do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, ficando expressamente vedada a sua utilização, cessão, reprodução ou alteração pelo POLO DESCENTRALIZADO DA AUDITORIA Fica assegurado ao CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE o direito de, a qualquer tempo e a seu exclusivo critério, realizar auditorias operacionais, financeiras e acadêmicas no P O LO DESCENTRALIZADO, a fim de verificar a observância das disposições deste contrato e a qualidade dos serviços prestados Caberá ao POLO DESCENTRALIZADO disponibilizar todos os documentos por ventura solicitados pelos auditores do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE O POLO DESCENTRALIZADO obriga-se a apor o seu visto nos relatórios resultantes das auditorias referidas no caput, fazer juntar as ressalvas ou esclarecimentos que se julgar pertinente. 24

25 11 - DA CONFIDENCIALIDADE As partes contratadas, por si, por seus representantes legais e por seus empregados, obrigam-se a não divulgar para terceiros, durante ou após a vigência deste contrato, informações ou dados a que tenham acesso em decorrência de sua execução, salvo quando expressamente autorizadas, por escrito, pela contraparte As partes contratadas comprometem-se ainda a transmitir aos seus empregados apenas as informações confidenciais que forem estritamente necessárias ao desempenho das respectivas funções DA CESSÃO DE DIREITOS Ao POLO DESCENTRALIZADO não poderá ceder total ou parcialmente os direitos deste contrato a terceiros, sem a expressa anuência do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE, nem mesmo comercializar os direitos, vez que não se trata de Franquia, mas, sim, de Parceria por Agenciamento Educacional, sobpena de responder civil e criminalmente pela infringência desta Cláusula DA TAXA DE TECNOLOGIA Neste ato, o POLO DESCENTRALIZADO se compromete a compartilhar a taxa de tecnologia com todas as outras unidades escolares pertencentes ao sistema de EAD do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE DA REMUNERAÇÃO DO POLO DESCENTRALIZADO 14.1 A remuneração pelas obrigações assumidas neste contrato, no que tange as responsabilidades do POLO DESCENTRALIZADO, e sua remuneração recebida no ato do pagamento de cada boleto das mensalidades dos alunos regularmente matriculados, relacionados no sistema escolar do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE será feita por meio de apresentação de Nota fiscal eletrônica O repasse no importe de 30% (trinta por cento) dos valores de parcelas pagas (adimplentes), acompanhando a média de mercado, se dá para fazer 25

26 frente aos investimentos de infraestrutura e aquisição dos laboratórios para as aulas práticas, marketing, computadores, estágios, COORDENADORES e TUTORES, sendo estes específicos para cada curso, entre outros que se fizerem necessários, bem como investimentos de ampliação para atingir as metas estabelecidas para o número de alunos em seu município, ou seja, para garantir a satisfação e melhor qualidade de ensino ao aluno Como forma de apoio e para tornar a rede de Polos do Residência Saúde fortalecida, excepcionalmente durante o trâmite de credenciamento do Polo, onde exige um maior investimento, será concedido o repasse de mais 20% (vinte por cento), durante o prazo de 12 (doze meses) A cada 12 (doze) meses, o Polo Descentralizado será auditado, pela avaliação institucional, e sendo o resultado satisfatório, será assinado Termo Aditivo, para ampliação do prazo para o recebimento dos 20% adicionais, ou renegociação de percentuais Caso seja insatisfatória a avaliação do Polo Descentralizado, será cancelado o repasse dos 20% adicionais, onde assumirá o Residência Saúde a responsabilidade das tarefas ora designadas, conforme acima exposto, dentro deste limite de valor Poderá, porém, independente do resultado satisfatório, ser suspenso o repasse de 20% adicional, vez que se trata de bonificação, caso haja necessidade de excepcionais investimentos obrigatórios para continuidade e bom funcionamento do projeto, diante das exigências dos órgãos regulamentadores O valor das mensalidades será estabelecido pelo POLO DESCENTRALIZADO a seu exclusivo critério, tomando por base os aspectos socioeconômicos do Município em que está situado o POLO DESCENTRALIZADO, o qual poderá ser diferente daquele estabelecido para os mesmos cursos em outras localidades DA COMERCIALIZAÇÃO DO MATERIAL DIDÁTICO 15.1 O material didático digital, destinado ao acompanhamento dos cursos pelo aluno, será disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), 26

27 gratuitamente, pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE Os livros didáticos adotados pelo CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE serão comercializados levando-se em consideração os custos de produção desse material e a margem necessária à cobertura dos custos de comercialização, bem como direitos autorais e comissionamento de vendedores e questões logísticas DA RESPONSABILIDADE TRABALHISTA O presente contrato não cria vínculo empregatício ou associativo entre as partes contratadas, tampouco entre o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE e os empregados do POLO DESCENTRALIZADO Na hipótese do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE vir a responder a reclamação trabalhista ajuizada por empregado do POLO DESCENTRALIZADO, compromete-se este último a comparecer em juízo, assumindo o vínculo empregatício mantido com o reclamante, bem como a pagar a eventual condenação que sofrer o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE em razão do feito DA RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA O presente contrato não cria responsabilidade tributária entre as partes contratadas, tampouco entre o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE e os entes fiscais (município, estado e União) que o POLO DESCENTRALIZADO tenha cadastro e vinculação tributária Na hipótese do CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE vir a responder por qualquer tributo devido pelo POLO DESCENTRALIZADO, no âmbito municipal, estadual e federal, comprometese esta última a comparecer em juízo ou no respectivo órgão fazendário, com a finalidade de extinguir o crédito tributário exigido (administrativa ou judicialmente) pelo pagamento integral. 27

28 18 - DA RESCISÃO As partes poderão rescindir o presente contrato, independentemente de prévia notificação, nas seguintes hipóteses: a) Inobservância, por qualquer das partes, da legislação vigente pertinente ao objeto deste contrato; b) Infligir às disposições do presente contrato; c) A prestação de serviços de qualidade insatisfatória pelo POLO DESCENTRALIZADO, aferível através das auditorias de que trata o item 10 e da Avaliação institucional; d) A decretação de falência ou pedido de recuperação judicial de qualquer das partes; 18.1 Sem prejuízo do direito de rescisão, a parte prejudicada, a seu exclusivo critério, poderá conceder prazo à parte infratora para que seja sanada a irregularidade Qualquer tolerância relativa ao descumprimento das obrigações ora pactuadas será considerada mera liberalidade e não se constituirá em alteração das disposições deste contrato Na hipótese de rescisão, o CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RESIDÊNCIA SAÚDE pagará ao POLO DESCENTRALIZADO, no prazo de 30 dias, a remuneração de que trata o item 13, calculada proporcionalmente ao número de dias transcorridos no mês até a data da rescisão do contrato DA MULTA CONTRATUAL Ressalvado o disposto no item 7.1 e sem prejuízo do direito de rescisão de que trata o item 18, na hipótese de descumprimento de qualquer das obrigações decorrentes deste contrato, a parte prejudicada terá o direito de cobrar da parte infratora, a título de multa, o correspondente a R$10.000,00 (dez mil reais), independentemente das perdas e danos efetivamente apuradas DO FORO As partes elegem o foro da Comarca de Maceió, Estado de Alagoas, para dirimir as eventuais controvérsias decorrentes deste contrato. 28

29 E, por estarem assim ajustados, firmam as partes o presente instrumento, em três vias, na presença de duas testemunhas. Maceió, de de 20. TEIXEIRA E ARAÚJO EVENTOS E CURSOS LTDA RESIDÊNCIA SAÚDE Entidade Contratada TESTEMUNHAS: 1. CPF/MF nº: 2. CPF/MF nº: 29

30 LEI Nº , DE 25 DE SETEMBRO DE Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6º da Medida Provisória no , de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. Art. 2º O estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. 1º Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. 2º Estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. 30

31 3º As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso. Art. 3º O estágio, tanto na hipótese do 1º do art. 2º desta Lei quanto na prevista no 2º do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos: I Matrícula e frequência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; II Celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; III Compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. 1º O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7º desta Lei e por menção de aprovação final. 2º O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. Art. 4º A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos, observado o prazo do visto temporário de estudante, na forma da legislação aplicável. Art. 5º As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado, devendo ser observada, no caso de contratação com recursos públicos, a legislação que estabelece as normas gerais de licitação. 31

32 1º Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do instituto do estágio: I Identificar oportunidades de estágio; II Ajustar suas condições de realização; III Fazer o acompanhamento administrativo; IV Encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais; V Cadastrar os estudantes. 2º É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos serviços referidos nos incisos deste artigo. 3º Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários para a realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida para cada curso, assim como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais não há previsão de estágio curricular. Art. 6º O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes, organizado pelas instituições de ensino ou pelos agentes de integração. CAPÍTULO II DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Art. 7º São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos: I Celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar; II avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; III indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário; IV exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades; 32

33 V zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas; VI elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos; VII comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. Parágrafo único. O plano de atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes a que se refere o inciso II do caput do art. 3º desta Lei, será incorporado ao termo de compromisso por meio de aditivos à medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante. Art. 8º É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio de concessão de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas atividades programadas para seus educandos e as condições de que tratam os arts. 6º a 14 desta Lei. Parágrafo único. A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de ensino e a parte concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata o inciso II do caput do art. 3º desta Lei. CAPÍTULO III DA PARTE CONCEDENTE Art. 9º As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio, observadas as seguintes obrigações: I celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu cumprimento; II ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; III indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente; 33

34 IV contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso; V por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho; VI manter a disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio; VII enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário. Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela instituição de ensino. CAPÍTULO IV DO ESTAGIÁRIO Art. 10. A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar: I 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; II 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. 1º O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino. 2º Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. 34

35 Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. Art. 12. O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. 1º A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. 2º Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social. Art. 13. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. 1º O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação. 2º Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano. Art. 14. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO Art. 15. A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. 1º A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo ficará impedida de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo administrativo correspondente. 2º A penalidade de que trata o 1º deste artigo limita-se à filial ou agência em que for cometida a irregularidade. 35

36 CAPÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 16. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino, vedada à atuação dos agentes de integração a que se refere o art. 5º desta Lei como representante de qualquer das partes. Art. 17. O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de estágio deverá atender às seguintes proporções: I De 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário; II De 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários; III De 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários; IV Acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários. 1º Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados existentes no estabelecimento do estágio. 2º Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles. 3º Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em fração poderá ser arredondado para o número inteiro imediatamente superior. 4º Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível médio profissional. 5º Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio. Art. 18. A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas poderá ocorrer se ajustada às suas disposições. Art. 19. O art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações: 36

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