RAI - Revista de Administração e Inovação ISSN: Universidade de São Paulo Brasil

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1 RAI - Revsta de Admstração e Iovação ISSN: Uversdade de São Paulo Brasl Cotador, José Luz; Cotador, José Celso; Herques de Carvalho, Marcus Fabus; Olvera Costa Neto, Pedro Luz de SISTEMA KANBAN PARA FÁBRICA DE TINTAS RAI - Revsta de Admstração e Iovação, vol. 2, úm., 2005, pp Uversdade de São Paulo São Paulo, Brasl Dspoível em: ht://www.redalyc.org/artculo.oa?d= Como ctar este artgo Número completo Mas artgos Home da revsta o Redalyc Sstema de Iormação Cetíca Rede de Revstas Cetícas da Amérca Lata, Carbe, Espaha e Portugal Projeto acadêmco sem s lucratvos desevolvdo o âmbto da catva Acesso Aberto

2 RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , SISTEMA KANBAN PARA FÁBRICA DE TINTAS José Luz Cotador Proessor do Programa de Pós-Graduação em Admstração UNINOVE Doutor em Egehara Aeroáutca e Mecâca - Isttuto Tecológco de Aeroáutca - ITA E-mal: [Brasl] José Celso Cotador Proessor do Programa de Pós-Graduação em Admstração UNINOVE Doutor em Egehara Mecâca EESC/USP E-mal: [Brasl] Marcus Fabus Herques de Carvalho Doutor em Egehara Elétrca UNICAMP Proessor do Programa de Pós-Graduação em Admstração UNIP E-mal: [Brasl] Pedro Luz de Olvera Costa Neto Doutor em Egehara de Produção USP Proessor do Programa de Pós-Graduação em Admstração UNIP E-mal: [Brasl] RESUMO Neste trabalho apreseta-se um estudo de caso de projeto e mplemetação de um sstema kaba em uma ábrca de ttas. Trata-se de um sstema de produção cotíua, stuação que oerece duas dculdades ao projeto de sstema kaba. A prmera surge da determação do úmero de kabas o sstema (sto é, determação do lote de abrcação). A órmula cosagrada pela Toyota para esse m requer que se coheça o tempo de abrcação de uma caxa de produtos. Todava, o caso em questão, o lote todo é cocluído a um só tempo. A seguda dculdade surge da mpossbldade de alterar o tamaho do lote durate sua abrcação. Nos sstemas de produção dscreta (peças, por exemplo), como o propósto é evtar acumulação de estoque, é usual terromper a produção de um tem assm que todas as caxas vazas estejam reabastecdas. Para o caso em questão, se o íco da abrcação de um tem exstrem kabas em estoque, essa decsão tora-se dícl, caso se deseje evtar alta ou excesso de estoque o sstema. O trabalho apreseta uma proposta para ldar com essas duas dculdades. Palavras-chave: Cotrole de estoque; Kaba; Produção cotíua

3 69 Sstema Kaba para ábrca de ttas INTRODUÇÃO O sstema just tme (JIT) pode ser eteddo como uma losoa alada a um cojuto de téccas (SLACK, 997). A losoa é baseada a redução de todo desperdíco que pode ocorrer o processo de abrcação. O cojuto de téccas, por sua vez, busca torar possível a redução dos desperdícos. Para sua adoção é ecessáro mplatar uma ova orma de gestão, tato da orgazação do trabalho a área produtva, como do comado e cotrole da produção. O JIT udameta-se, assm, em egehosos sstemas de orgazação da produção e de logístca. Operacoalmete, a redução do desperdíco é alcaçada pela produção somete dos tes ecessáros, a quatdade ecessára e o tempo presete. Para sso, é udametal: a) detectar protamete a demada que ocorre o mometo presete; e b) ateder rapdamete essa demada, sem préva ormação de estoque. Para tato, o JIT utlza três téccas udametas: a) troca rápda de errameta; b) arrajo ísco tegratvo, do o celular, por exemplo; e c) sstema kaba com pequeo lote de traserêca etre as ases do processo. A troca rápda de errameta permte lexbldade de produção e, se alada ao arrajo ísco celular, permte cumprr rapdamete o cclo produtvo, uma vez que as ases de abrcação estão tegradas pela célula de mauatura. Desta orma, pode-se ateder com maor rapdez às ecessdades de um mercado dverscado, bastado cohecer o total que deve ser produzdo. O sstema kaba gereca a produção tedo duplo objetvo: ) ormar as ases do processo de produção o mometo presete; e 2) aglzar o processo de lberação da produção. Por ser um sstema que puxa a produção, o sstema kaba orma, aos estágos aterores do processo de abrcação, a demada que ocorre o últmo estágo, que pode ser a expedção. Atua, dessa orma, como um elo etre os estágos do processo e a demada al do produto. Se, adcoalmete, orem adotado lotes pequeos de traserêcas (caxas ou coteedores com poucas peças, por exemplo), a comucação etre os dversos estágos ca bastate rápda, possbltado que todos os estágos do processo de abrcação sejam ormados sobre a demada que está ocorredo o mometo presete. Por outro lado, por se tratar de um sstema de cotrole vsual, ele permte a decsão sobre as ecessdades de abrcação sem a elaboração e a cosulta de relatóros. Atrbudo-se ao pessoal da ábrca a tarea de decdr sobre o que produzr, a partr das dcações do quadro de kabas, passa a ser desecessára a terveção do PCP a decsão sobre o quê, quato e quado produzr (programação e lberação da produção). Essas decsões, quado tomadas pelo PCP, um órgão cetralzador e burocratzado, dclmete podem ser mplemetadas em tempo eror a três das (ormalmete, o cclo de programação e lberação da produção é de uma semaa). Assm, o sstema kaba maesta-se como um excelete strumeto de ormação para comadar com rapdez a reposção dos estoques. E, prcpalmete em stuações de dverscação da abrcação de produtos a partr da motagem de compoetes padrozados, tora-se um strumeto que possblta rápdo atedmeto ao clete, sem que seja ecessára a mauteção de alto estoque de produtos as. Um dos processos que apresetam essa característca é o de produção de ttas. Podese obter uma dável dverscação de produtos as (mullcdade de cores e brlhos) a RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

4 70 José Luz Cotador, José Celso Cotador, Marcus Fabus Herques de Carvalho e Pedro Luz de Olvera Costa Neto partr de pequea dversdade de pastas e de corates, que são os compoetes do produto al. Assm, exstdo pastas em estoque, o que pode ser garatdo por meo de um sstema kaba, e adotado-se letura espectootométrca computadorzada para der a órmula de motagem da tta, pode-se reduzr o tempo de atedmeto de um peddo de tta para apeas um ou dos das. Se or ecessáro produzr a pasta para um dado peddo, o tempo de atedmeto passa a ser de 5 das, em méda. Porém, a mplatação de um sstema kaba para uma ábrca de ttas, assm como para qualquer sstema de produção cotíua, esbarra em duas dculdades. A prmera advém da própra determação do úmero de kabas o sstema (ou tamaho do lote de abrcação). A órmula cosagrada pela Toyota exge o cohecmeto do tempo de abrcação de um kaba (um coteedor de produto). Ocorre que, os sstemas de produção cotíua, todo o lote é cocluído pratcamete o mesmo state. E, se o tempo de abrcação é ução do lote, ão há como determá-lo a pror, pos o que se deseja é exatamete dmesoar o tamaho do lote. A seguda dculdade decorre do ato de ão ser possível terromper a abrcação de um tem ates de completar todo o lote, deretemete do caso de produto dscreto (peça, por exemplo) em que, para evtar a ormação de sobrestoque e mater costate o úmero de kabas, terrompe-se a abrcação do lote de um tem quado todos os coteedores dspoíves orem reabastecdos. No caso de produção cotíua, se o state de íco da abrcação do tem exstrem produtos em estoque, a decsão sobre quato produzr tora-se mas dícl. Se orem produzdos todos os kabas do sstema, pode-se gerar sobrestoque. Caso cotráro, se se decdr produzr apeas a quatdade dada pelas caxas vazas, corre-se o rsco da alta de produto. Neste artgo, apreseta-se o desevolvmeto do projeto de um sstema kaba para uma ábrca de ttas, que, evdetemete, apreseta as duas dculdades descrtas. Na próxma seção é apresetada solução para cotorar a prmera das duas dculdades descrtas. Demostra-se que a solução proposta mplemeta a mesma losoa por trás da órmula adota pela Toyota. Na tercera seção é apresetada uma solução para evtar a ormação de sobrestoque, com o objetvo de cotorar a seguda dculdade aterormete ctada. Na quarta seção apreseta-se o estudo e caso em uma ábrca de ttas. 2 DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE KANBANS PARA O SISTEMA DE PRODUÇÃO CONTÍNUA Dversos autores têm proposto métodos alteratvos para a determação do úmero de kabas. Osh (995) propõe cco métodos para esse m: 3; por tetatva; do úmero ótmo de trocas; do tempo de cclo de etrega; e do poto do peddo. Este últmo desperta muta ateção, pos procura mmzar o úmero de kabas o sstema. Cotador e See (994) propõem cosderar atores ecoômcos que poderam levar a um aumeto o úmero de kabas em relação àquele orgado pelo método poto do peddo, se assm osse recomedável. Mode (984) recomeda o método do poto do peddo para as stuações ode o sstema de produção está otmzado (métodos de troca de errameta apereçoados e dstâcas curtas etre os processos subseqüetes) e propõe a Equação, a segur, para determar o úmero de kabas para ateder o poto do peddo. RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

5 7 Sstema Kaba para ábrca de ttas Equação d( te + t ) k = ( +α) c ode: k é o úmero de kabas; d é a demada o período T cosderado; t e é o tempo de espera, dedo desde o state em que o detectada a ecessdade de produzr até o state em que se ca eetvamete a produção; t é o tempo para abrcar uma caxa (um kaba) de produtos; α c é um ator de seguraça, varado em toro de 5%; e é a capacdade da caxa coteedora. Quado se ca a abrcação de um tem, espera-se que o volume a ser produzdo preecha todas as caxas, ou seja, que todos os kabas presetes o sstema sejam abrcados. Assm, o tamaho do lote de produção é dado pelo produto ( k.c). Observe-se que a soma dos parâmetros ( t + t ) é exatamete o tempo de ressuprmeto do produto (lead-tme), e que o produto d(t + t ) represeta a demada durate o lead-tme de abrcação. Está mplícto, portato, que a Equação determa o mímo tamaho do lote de abrcação para que ão haja alta de materal ou de produto. Assm, o sstema kaba é, a verdade, um sstema de poto do peddo, sedo que a quatdade máxma em estoque é gual ao estoque mímo o sstema do poto do peddo. Porém, a aplcação da Equação, para determar o úmero de kabas segudo o método do poto do peddo, gera duas dculdades e uma coveêca. A prmera dculdade, esta de caráter geral, está a determação do tempo de espera ( t e ). Sua avalação a pror, quado há mas de um tem sedo processado o posto de trabalho, que é caso bastate reqüete, é dícl. Sua estmatva a partr de dados hstórcos só pode ser eta após o sstema estar mplatado e, mesmo assm, se varar o úmero de kabas do sstema, o tempo de espera também vara. Isso gerara experêcas dáves para se determar, va dados hstórcos, o úmero de kabas o sstema. A seguda dculdade surge partcularmete a produção cotíua. Nela, pode ocorrer que o lote tero seja cocluído o mesmo state. Nessa stuação, o parâmetro t da Equação ão pode ser determado. A ctada coveêca resulta do ato de que a Equação, por s só, ão cosdera a capacdade de produção do posto de trabalho. Sua aplcação pode resultar em soluções váves para a carga de trabalho que ela mprme ao posto de trabalho, prcpalmete se orem produzdos város tes deretes. Para cotorar as duas dculdades ctadas, propomos, para a produção cotíua, determar o úmero de kabas o sstema por meo da Equação 2 a segur. Pode-se provar que essa equação coduz ao mesmo resultado da Equação se or adotado o programa de produção velada; para deção sobre produção velada, vde Slack (997): k d Equação 2 = [ = ] c W W ( α) e e RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

6 72 José Luz Cotador, José Celso Cotador, Marcus Fabus Herques de Carvalho e Pedro Luz de Olvera Costa Neto ode: k é o úmero de kabas o sstema para o tem ; =, 2,..., ; é o cojuto de tes processados aquele posto de trabalho, que pode ser uma célula de mauatura; d é a demada do tem o período T cosderado; c é a capacdade da caxa coteedora para o tem ; é o tempo de preparação (troca de errameta) do posto de trabalho para a abrcação do tem, dado pela duração que va do state em que se cocluu a abrcação do produto ateror até o state em que se ca, com qualdade assegurada, a abrcação do tem ; W é o tempo dspoível do posto de trabalho o período T; W é o tempo de trabalho ecessáro para ateder a demada de todo o período T para todos os tes processados o posto de trabalho, o qual é dado por W = d. t, ode t, é o tempo de processameto do tem o posto de trabalho; e α, é um ator de seguraça para garatr ocosdade estratégca do posto de trabalho (algo em toro de 0% a 5%). Seja (/r) o termo etre colchetes a Equação 2. Esse termo represeta o racoameto da demada do período (d ) em r lotes guas e é o mesmo para todos os tes produzdos o posto de trabalho. Assm, se orem abrcados todos os kabas a cada vez que o tem or lberado, cada tem será produzdo, o período T, r vezes, sedo o lote de produção Q dado por Q = k.c = d /r. Observe-se que tato o ator (/r) como os demas parâmetros da Equação 2 podem ser determados aclmete, ão havedo dculdade para a sua utlzação. A Equação 2, que dá o úmero de kabas para produção cotíua, apreseta três mportates propredades, as quas serão demostradas por meo dos três teoremas segutes. Teorema. Para produção cotíua, o úmero de kabas calculado pela Equação 2 preserva a capacdade de produção do posto de trabalho. Demostração: Seja (-)W = W. A carga de trabalho do posto o período T, desgada por CT, CT = d t + r será Da Equação 2 tem-se W'W d = Q. Como W'W r = tem-se: Q (W'W ) W'W W'W CT = t + = Q.t + W' W CT = r. Q.t + W W' = r.q.t + W' W = d.t W'W W' + = c. q. d Assm, a programação da produção decorrete do úmero de kabas calculado pela Equação 2 preserva a capacdade de produção do posto de trabalho. Observe-se, etão, que a dereça [(-)W W ], que aparece o deomador da Equação 2, represeta o tempo dspoível o posto para ateder às trocas de errameta ao logo do período T. RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

7 73 Sstema Kaba para ábrca de ttas Teorema 2. Para produção cotíua, o úmero de kabas calculado pela Equação 2 mmza o tamaho do lote de abrcação. Para demostrar que o úmero de kabas calculado pela Equação 2 mmza o tamaho do lote de abrcação, basta vercar que um possível racoameto da demada de qualquer um dos produtos em um úmero maor do que r lotes (o que torara o lote deste tem ada meor) levara à vablzação da produção por alta de dspobldade de tempo, uma vez que maor tempo de preparação sera ecessáro. Portato, o meor valor do tamaho do lote de abrcação é dado por Q = d /r. c. q. d A déa que susteta a Equação 2 é utlzar, para trocas de errametas, todo o tempo dspoível o posto de trabalho além daquele utlzado a atvdade de produção para o pleo atedmeto da demada. Cotador (996) sugere essa prátca como uma das tátcas para reduzr o tamaho do lote de abrcação com o objetvo de tescar o luxo de produção e aumetar a produtvdade de toda a plata dustral. Teorema 3. A aplcação da Equação 2 mplemeta a mesma polítca de estoques decorrete da Equação. Demostração: Para demostrar o teorema, basta provar que o valor Q j = d j /r é gual à demada durate o lead-tme do produto j. Cosdere-se que está sedo adotada a programação velada da produção. Isto sgca que cada tem etrará em abrcação sempre o mesmo úmero de vezes o período, e que um determado tem torará a ser abrcado só depos que todos os demas tes tverem sdo produzdos. Sedo t 0 o state em que é cada a abrcação do tem j, ele sera ovamete abrcado após trascorrdo o período de tempo T c, chamado tempo de cclo, dado por: T c = + = = t Q Equação 3 ode: é o tempo de troca de errameta do tem ; t é o tempo de abrcação de uma udade do tem ; e Q é o tamaho do lote de abrcação do tem, dado por (k.c ) Chamado d j a demada do tem j o período de tempo T, e W a dspobldade de tempo do posto de trabalho durate esse mesmo período, etão d j /W é a demada do tem j por udade de tempo dspoível o posto de trabalho. A demada do tem j durate seu lead-tme (durate o tempo de cclo), deomada Dc j, será etão dada por: Dc j d j = ( W' + = = t Q ) Equação 4 Como a dereça (W W ), que aparece o deomador da Equação 2, ela represeta o tempo dspoível o posto para ateder às trocas de errameta ao logo do período T, essa dspobldade de tempo, coorme coclusão ateror, é totalmete utlzada as trocas de errameta, ou seja (r.tp = W -W ). Portato, a partr da Equação 4, a demada do tem j durate o tempo de cclo Tc pode ser assm escrta : RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

8 74 José Luz Cotador, José Celso Cotador, Marcus Fabus Herques de Carvalho e Pedro Luz de Olvera Costa Neto d j ( W' = + = t Q ) = d j r. = = + r + = = tq d = t Q ) r c. q. d Assm, ao adotar a Equação 2 para der o tamaho do lote ou o úmero de kabas o sstema estaremos preservado a capacdade de produção do posto de trabalho, além de mmzar o tamaho do lote de abrcação, elmado, portato, todo possível sobrestoque o sstema, tal como propõe a órmula adotada pela Toyota. j = Q j 3 EVITANDO A FORMAÇÃO DE SOBRESTOQUE Coorme cometado aterormete, a produção cotíua ão é possível terromper a abrcação de um tem sem que todo o lote seja completado. Assm, deve-se decdr sobre a quatdade a produzr ates do íco da produção. Se esse state exstr produto em estoque e ão se desejar gerar sobrestoque, a decsão sobre o tamaho do lote tora-se mas dícl. Observe-se que a produção velada o mesmo tem de uma amíla só voltará a ser produzdo após todos os outros tes terem sdo produzdos. Assm, deve-se sempre procurar produzr todos os kabas presetes o sstema, para evtar a alta de materal. Para garatr a ão-ruptura de estoque e ada evtar o possível acúmulo progressvo de estoque o sstema, sugermos o segute procedmeto:. adotar apeas cartões de produção, com uma ace a cor vermelha e outra a cor verde, que são retrados dos coteedores cheos evados para a lha de produção e axados o pael de kabas com a ace vermelha à vsta. Quado a produção do tem or cada, a ace verde do cartão correspodete é exbda. Após o coteedor ter sdo preechdo com produto, é traserdo para o armazém jutamete com o correspodete cartão kaba; 2. crar cartões a cor azul, que cam em poder do trasportador de materal. Para eteder sua ução, mage-se que um dado tem possu oto coteedores, e portato oto cartões, e que sua produção é cada quado exstrem ses cartões o pael de kaba. Dee-se, etão, esse mometo, que será produzdo um lote correspodete a oto coteedores desse tem. Image-se, ada, que até o al da produção ehum outro coteedor o utlzado. Assm, havera dos coteedores a mas o sstema. Quado os oto ovos coteedores orem colocados o estoque, o trasportador troca os cartões verde/vermelho, que estavam axados os dos coteedores restates em estoque, pelos cartões azus. Os coteedores são acomodados a pratelera a orma prevsta pelo sstema PEPS (prmero que etra, prmero que sa), para que o materal com esses cartões azus seja cosumdo prmero. Quado esse tem or requstado pela lha de produção, serão evados prmero os coteedores com cartões azus, mas esses cartões ão vão para o pael. Fcam a posse do trasportador de materal, o almoxarado. Apeas serão axados cartões o pael kaba quado se utlza materal dos coteedores com cartões verde/vermelho. Com esse procedmeto, é possível mater a polítca de produção de lotes costates (gual ao total de cartões kabas o sstema) e, ao mesmo tempo, evtar sobrestoque o sstema. RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

9 75 Sstema Kaba para ábrca de ttas 4 ESTUDO DE CASO A motvação para o presete trabalho veo da mplatação do sstema kaba em uma ábrca de ttas. Nesta seção será brevemete relatada essa experêca. 4. DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE FABRICAÇÃO O processo de produção de ttas a ábrca em questão comporta sete ases: a) pesagem, ode os compoetes da ormulação da pasta são pesados; b) pré-mstura, ode esses compoetes são homogeezados; c) moagem, ode os compoetes pré-msturados passam pelos mohos de eseras para ormar a pasta base para a tta; d) completagem, ode são acrescetadas substâcas para dar acabameto à tta, como brlho; e) tgmeto, ode é dada à tta a coloração al desejada; ) cotrole de qualdade; e g) embalagem. Esse processo tero cosome algus das para ser completado. Uma ase crucal é o tgmeto, que pode cosumr das, se realzado a base de tetatva e erro. Assm, o prazo médo de atedmeto dos peddos de cletes é de cerca de quze das. Com o objetvo de acelerar esse prazo de atedmeto, a empresa adquru um sotware que az a letura espectrométrca da tta após a completagem e orece a quatdade a adcoar de corates para atgr a coloração desejada. Isto reduzu a algumas horas a duração dessa ase. Mas, mesmo assm, o prazo de atedmeto cotuava muto alto, devdo à morosdade das outras ases do processo, prcpalmete a moagem. Para dmur o prazo de atedmeto, sera ecessáro pré-produzr a tta depedetemete do peddo do clete, o que costtu grave coveete pos, como a varedade de ttas é muto grade, aumetara em muto o valor do estoque médo. Decdu-se, etão, mater em estoque apeas as pastas. O processo de produção de ttas avorece essa stuação, uma vez que com cerca de trta os de pasta é possível motar qualquer produto ecomedado pelo clete. A produção de pastas, que evolve as ases de pesagem, pré-mstura e moagem, sera etão comadada pelo sstema kaba, e a motagem da tta, pelo PCP, coorme o peddo do clete. Isso, alado à adoção de um processo computadorzado de tgmeto, podera reduzr o prazo de atedmeto de um peddo para dos das. 4.2 OS PARÂMETROS DO SISTEMA KANBAN Icalmete, o ecessáro der quas produtos seram comadados pelo sstema kaba. O comportameto da demada é ator decsvo para essa deção. Produtos com demada reqüete ao logo do tempo e com pequea varabldade em toro da méda são avoráves, do poto de vsta da redução dos estoques. Porém, como a preocupação da empresa estava mas voltada à redução do prazo de atedmeto do que à redução dos estoques, esse crtéro o relaxado. Assm, cluu-se o sstema kaba os 4 os de pastas ecessáras à abrcação das prcpas ttas, cuja demada mesal méda era de aproxmadamete oto toeladas. Para projetar um sstema kaba é ecessáro determar três parâmetros báscos: tamaho da caxa coteedora, úmero de cartões o pael e regra de decsão para lberar a produção. Os dos prmeros são dedos a partr da determação do lote de produção. No caso em questão, o procedmeto o o segute. A operação de pesagem demada um tempo, pratcamete costate, de 32 mutos e é realzada por apeas um homem, para cada ordem de abrcação. Não requer preparação de RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

10 76 José Luz Cotador, José Celso Cotador, Marcus Fabus Herques de Carvalho e Pedro Luz de Olvera Costa Neto máqua, e o setor ão exste restrção de equpametos. Assm, este setor ão o cosderado a determação do lote de abrcação. A pré-mstura é realzada em tachos poscoados sob um msturador de hélce. A preparação compreede o trasporte do materal e do tacho (cerca de dos mutos). O tempo de operação clu a almetação do tacho com as matéras-prmas (que é ução do tamaho do lote Q, em toeladas, e dado pela relação t = 4,5 + 38,4.Q [m], determada por regressão estatístca) acrescdo do tempo de homogeezação do materal (4 mutos, depedetemete do tamaho do lote). Assm, tato o tempo de homogeezação quato a costate da equação ateror (4,5 mutos) são xos e podem ser eteddos como tempo de preparação da produção (duração depedete do lote), para eeto de dmesoameto do lote. Portato, o tempo de preparação da pré-mstura o cosderado gual a 47,5 mutos (0,79 hora). O tempo de produção, por sua vez, ecessáro ao atedmeto da demada mesal, sa da parte varável da equação ateror e é de 5, horas/mês. Para cada um dos 4 produtos o reservado um msturador. A seção opera em dos turos dáros, tedo pos dspobldade de 360 horas mesas, cosderado-se uma ocosdade estratégca de 0%. 4 Assm, pela aplcação da Equação 2, tem-se W W = 355 horas, = =, horas e o ator de racoameto da demada gual a 32, o que dca ser possível executar 32 preparações por mês para cada pasta, ou seja, um lote mímo gual a um da demada. No Setor de Moagem, o tempo médo de preparação do moho é de 62 mutos, e o tempo ecessáro à produção de toda a demada mesal, de 35 horas. Como há dos mohos para essas pastas, trabalhado em dos turos, e adotado a mesma metodologa utlzada a pré-mstura, cocluu-se ser possível executar 34 preparações por mês para cada pasta. Decdu-se, portato, der lotes de produção de tamaho costate e sucete para um da de demada, adotado o coceto de produção velada. Adotou-se portato o sstema de cartões azus descrtos a seção 4. Com sso, todas as 4 pastas serão produzdas todos os das. Essa solução é vável do poto de vsta da capacdade também para o Setor de Pesagem, uma vez que demada cerca de 7,5 horas de atvdades dáras de um homem. Falmete, para der a regra de decsão para lberar a produção, deve-se observar que a Equação e a Equação 2 determam lote de abrcação gual ao ível de estoque do poto de peddo. Nessas crcustâcas, a lberação da produção é dsparada quado da colocação do prmero cartão o quadro kaba. Como, o caso em questão, os lotes adotados eram muto próxmos daqueles obtdos pela aplcação da Equação 2, adotou-se essa mesma regra para dsparar a produção de um produto. REFERÊNCIAS CONTADOR, José Celso. Modelo para aumetar a compettvdade dustral. São Paulo: Edgard Blücher, 996. CONTADOR, José Luz; SENNE, Edso Luz Fraça. Determação do úmero ótmo de kabas para múllos produtos processados uma célula de mauatura o ambete just tme. I: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 4., 994, João Pessoa. Aas... João Pessoa: UFPB, 994 MONDEN, Yasuhro. Sstema Toyota de produção. São Paulo: IMAM, 984. RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

11 77 Sstema Kaba para ábrca de ttas OISHI, Mchtosh. Téccas tegradas a produção e servços. São Paulo: Poera, 995. SLACK, Ngel et al. Admstração da produção. São Paulo: Atlas, 997. ABSTRACT THE KANBAN SYSTEM FOR THE MANUFACTURE OF PAINT Ths paper presets a case study or the project ad mplemetato o a kaba system a pat actory. The pat actory uses a cotuous producto system, whch brgs two ma problems or the kaba system. The rst s that o the umber o kabas the system (that s, the determato o the amout o each batch to be mauactured). The ormula whch has bee cosecrated by Toyota requres that the mauacture tme o each batch s kow, I addto, the case questo, the etre batch s shed a sgle perod. The secod problem s that o alterg the sze o the batch durg the mauacture. I dscrete producto systems (car parts, or example), as the teto s to avod the accumulato o stock, t s usual to terrupt the producto o a tem as soo as all the empty boxes are lled aga. I ths case,, at the begg o the mauacture o a tem there are kabas stll stock, ths decso s dcult oe wshes to avod the lack o excess stock the system. Ths study presets a proposal to deal wth these problems. Keywords: Stock cotrol; Kaba; Cotuous producto Data do recebmeto do artgo: 09/08/2004 Data do acete de publcação: 8/0/2004 RAI - Revsta de Admstração e Iovação, São Paulo, v. 2,., p , 2005.

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