PRIMA EM CHAPAS DE AÇO NA ÁREA DA

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1 0 Paulo Garcia Contrucci NÁLISE D UTILIZÇÃO DO SISTEM KNBN N ÁRE DE RECEBIMENTO E DEPÓSITO DE MTÉRI- PRIM EM CHPS DE ÇO N ÁRE D ESTMPRI. TUBTÉ 2004

2 1 Paulo Garcia Contrucci NÁLISE D UTILIZÇÃO DO SISTEM KNBN N ÁRE DE RECEBIMENTO E DEPÓSITO DE MTÉRI- PRIM EM CHPS DE ÇO N ÁRE D ESTMPRI. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado para obtenção do Certificado de Especialização em Gestão Industrial do Departamento de E conomia, Contabilidade e dministração da Universidade de Taubaté. Orientador: Prof. Dr. José Luís Gomes da Silva Taubaté SP 2004

3 2 PULO GRCI CONTRUCCI NÁLISE D UTILIZÇÃO DO SISTEM KNBN N ÁRE DE RECEBIMENTO E DEPÓSITO DE MTÉRI- PRIM EM CHPS DE ÇO N ÁRE D ESTMPRI. UNIVERSIDDE DE TUBTÉ, TUBTÉ, SP Data: Resultado: COMISSÃO JULG DOR Prof. Doutor Edson parecida de raujo Querido Oliveira ssinatura Prof. Mestre ugustinho Ribeiro da Silva ssinatura Profa. Mestre Miroslava Hamzagic ssinatura

4 3 Dedico a os meus pais, Oswaldo e T hereza, que apesar d e n ão est ar em p r esentes, tiveram par t icipação f undamental na minha v ida e onde estiverem est ão torcendo pelo meu sucesso. E m especial a minha esposa e companheira Lilian, que a companhou este tr abalho e s empre me incentivou n os momentos mais difíceis dest a jornada. os meus f ilhos P aulo e Victor que, apesar de ainda não e ntenderem o motivo de me u esforço, deixaram de c ompartilhar n ossos melhores momentos. os f amiliares e amigos que c ompreenderam nossas a usências em momentos de fest as e lazer.

5 4 GRDECI ME NTOS P r imeiramente a Deus, por me proporcionar c ondições par a a r ealização dest e tr abalho. o me u orientador Pr of. Dr. José Luís Gomes d a S ilva, pelo a poio, p ermitindo o desenvolvimento deste trabalho. À V olkswagen do Br asil p ela oportunidade, e à U NI T U, pela sua p articipação neste evento. os pr ofessores do cur so que p r opor cionaram um a prendizado a tualizado e demonstr aram competência profissional e amiza de. os colegas do cur so, pela oportunidade das t r ocas d e e xper iências e pela união do gr upo. t odas a s pessoas que, de f or ma dir eta ou indir eta, contr ibuíram p ara a composição da monogr afia.

6 5 CONTRUCCI, P aulo Gar cia. n álise d a u t i l ização d o sistema K anba n na área d e r ecebimento e de pósito d e matéria-pri ma e m chapas d e aço, área da Est ampari a p. Monograf ia d e E specializa ção ( P ós- Graduação em Gest ão Indust r ial) - D epartam ento d e E conom ia, Contabilidade e dm inist r ação - E C - da Univer sidade de Ta ubaté, Taubaté. RESUMO Nas e m pr esas, os estoques são f atores ger ador es de d espesas devido a v ários cust os com sua m anutenção, r epresentando, assim um a gr ande par cela dos cust os logísticos, q ue s e tornam g ast os desnecessários e n ão agregam valor ao p r oduto. O K anban é u m a f er r am enta utilizada n o s ist em a de a dm inistr ação de p r odução, que oferece inf orm ações para c ontrolar a pr odução e r egular o f luxo de m ateriais e m a nter o inventário sob c ontrole. E st e tr abalho v isa a nalisar os r esultados o btidos de um est udo de c aso quando d a im plem entação do s ist em a K anban no depósito e r ecebim ento de chapas de aço p lanos par a a estam pagem d e peças par a m ontagem de v eículo. Os r esultados demonstram u m ganho signif icativo, ao r edor de 4 3%, em r edução no e st oque, após a im plantação da f e r r am enta K anban. P alavras-chave: Kanban, inv entári o, est o q ue, mat éri a-pri ma.

7 6 CONTRUCCI, Paulo Garcia.( n alysing t h e Kanban syst em i n t h e s t o ck control and receiving g at e) p. Monograph ( Specialization-Industrial Management) - Ec onom y, ccounting and dm inist r ation De partment E C - University of Taubaté, Taubaté- B RZIL. BSTRCT I n the c orporation, s t ock s in f act g enerates costs. This h appens because of t he m aintenance and the logistic process, b r inging unnecessary expenses that do not apply values to the p r oducts. The K anban is a syst em utilized in t he st ock a dm inistr ation ( pr oduction c ontrol), t hat of f er inform a tions t o c ontrol t he production and schedule the mater ial f low, k eeping the inventory under c ontrol. This wor k will analyse the r esults of one c ase in the im plem entation phase to the st ock a nd r eceiving gate. This st ock is used t o st am p parts o f t he vehicle, t o the f inal a ssembly. The r esult is converted t o s avings ( f inancials and p hys icals ones) decr easing the st ock in about 43%. K ey- wor ds: Ka nban, st oc ks, invent o ry admi n i strat ion, raw m aterial.

8 7 SUMÁRIO R ESUMO...5 BSTRCT L I ST DE F IGURS....9 L I ST DE GRÁFICOS...9 GLOSSÁ RIO I NTRODUÇÃO OBJ ETI VO R EVISÃO B IBLI OGRÁFIC F UNÇÃO E STOQUE Motivos p ara a existência d o s est oques Ti p o s d e est o q ue D ecisão d e est o q ue C us t o d e estoque Manutenção do estoque C ur va B C, p ri ori d ade d e estoque IDENTI F ICÇÃO E CLS SI F ICÇÃO DE MTER IIS PR ESTOCGEM...21

9 2.4 L OTE S E CONÔMICOS DE COMPR( L E C) RMZ EN GEM Redução do cust o d e t ransporte e p rodução Coordenação d e suprimentos e d ema nda N ecessidade d a p rodução C onsideraçõe s d e m arketing EMBLGEM Emba lagem p ara p romoç ão E mbalagem p ara p roteção Embalagem p ara distri b ui ção RESSUPRI MENTO D E MTE RI L MN USEIO Equipa mentos de movimentação TRNSPORTE Si st emas de Transportes E STU DO DE CSO DESCRI ÇÃO MTE RI L NÁLISE DOS RESU LTDOS C ONCLUSÃO R EFERÊN CI S BI BLIOGRÁFICS...44

10 9 LIST DE FIGURS F i g u ra 1 - Planejamento Kanban X Convencional...12 F i g u ra 2 - Cartão Kanban...14 F i g u ra 3 - Efeit os d o alto invent ári o...15 F i g u ra 4 - C u rva BC F i g u ra 5 - Área d e armazenamento d e ma t eri al F i g u ra 6 - R essuprimento d e Materi al F i g u ra 7 - Empilhadeira com g arf o F i g u ra 8 - Ponte rolante...30 F i g u ra 9 - Kanban d e m atéria- p rima...33 F i g u ra 10 - Si stema de informação client e/fornecedor F i g u ra 11 - Lay o ut Área E stamparia...35 F i g u ra 12 - Esquema de uma das linhas de pr ensas robot i- z adas...36 F i g u ra 13 - Í t ens est ampados...37 F i g u ra 14 - Kanban de chapas planas em aço F i g u ra 15 - Qu adro Por t a-cartões Ka nban LIST DE GRÁFICOS Grá f i co 1 n álise de result ados...42

11 1 0 GLOSSRI O: K anba n- S ist em a de contr ole de p iso de f ábr ica, que tr ansm ite infor m ações da pr odução aos postos de tr abalho inter ligados. t r a dução liter al é r egist r o v isí vel de contr ole de produção e inventário no piso de f ábr ica. O K anban ger alm ente é v ist o n a f orm a de um c artão, contudo, pode ser qualquer sinal. L ead Ti me- S ignif ica t em po de r eabast ecim ento ou r essuprim ento, d esde a geração de um a necessidade até a sua ef etiva e ntr ega e d isposição ao uso. L o t e econômi co(le) - É o núm ero de peças q ue deverá ser p r oduzido e m um lote par a m inim izar o custo de s et-up e os c ust os d e estocagem para c ontrolar a s peças após est as s erem p r oduzidas. S et-up- Troca e a j ust es de f erram e ntas(m oldes, estam pos, e tc...). É o intervalo d e t em po decorrido e ntr e duas c orridas de pr odução. F I F O( Fi rst - i n, F i rst-out )- Indica a prioridade d e atendim e nto d e u m ser viço, c onsum o de um m ater ial, etc...prim eir o a chegar, p r im e iro a sair. P aletes- Sã o plataf orm as nas quais m e r cadorias são em p ilhadas s ervindo par a unitizar, ou s eja, t r a nsf orm ar a carga num a única u nidade de movim entação. L o g í stica empresarial- estuda c om o a adm inist r a ção pode pr over m elhor nível de r entabilidade nos s erviços de distr ibuição aos c lientes e c onsum idor es, através do p lanejam ento, organização e c ontrole ef etivos par a sua atividades de m ovim entação e a r m a zenagem que visam f acilitar o f luxo de pr odutos.

12 1 1 1.INTRODUÇÃO Devido à globalização e a c onseqüente necessidade das e m pr esas se t ornarem com petitivas, ágeis e voltadas ao c liente, é d e v ital im p ortância que os c ust os sejam m inim izados e que t am bém os índices de qualidade e pr odutividade s ejam m axim iza dos. Há a necessidade de com preender o s ist em a de produção e s uas etapas, sendo que um a d as f orm as é aperf eiçoando o p r ocesso logístico. logística em presarial e st uda c om o administr ar através d o planejam ento, organiza ção e controle ef etivo par a as a tividades de m ovim entação e arm azenagem, que visam f acilitar o f luxo dos produtos. s atividades, com o o t r ansporte, a m anutenção do est oque e o processam e nto dos p edidos, são consideradas prim árias, pois e las contr ibuem com a maior parcela do custo total da logíst ica. 1.1 OBJETIVO O objetivo d est e t r a balho é analisar de que f o r m a f oram r eduzidos os cust os logíst icos, consider ando a r e dução dos c ust os de t r anspor te e e st oque de m atér ia-pr im a utiliza da n a f abr icação de p eças estam padas par a a pr odução de v eículos. N esse caso, tr ata-se de um item do p r ocesso de pr odução, f ornecido e m chapas d e aço p lanas s ingelas, blanks ( peças f erram e ntadas, j á prepar adas para ser estam padas) ou através de b obinas de aço. O e st udo est á em basado na im plem entação de um s ist em a d e a dm inistração de produção, c ham ado Kanban, q ue ser á a f erram e nta utilizada com o est udo. área estudada é a á r ea de r ecebim ento e depósito d e m atéria- prim a que f ornece m aterial n ecessár io par a a f abricação d e peças, na ár ea da est am p aria.

13 REVISÃO BIBLIOGRÁFIC O K NBN, c om o c ita Moura ( 1989) é u m a técnica d e g est ão de m ateriais e d e produção, que c ontrola no m om ento e xato a necessidade de m a ter ial, através do m ovim ento de car tão ( Kanban). É um sistem a de controle de pr ocesso de r eabastecim ento e m n ível d e piso de f ábr ica que t r ansmite inform a ções d a p r odução aos postos de t r a balhos inter ligados, r e duzindo o t em p o d e espera, dim inuindo o est oque, m e lhorando a pr odutividade e t or nando o fluxo do processo contínuo e ininterrupto. t r adução literal é r e gist r o v isí vel d e controle d e p r odução e inventár io no piso de fábrica. E st e m étodo de c ontrole de pr odução e d o inventár io n o p iso d e f ábrica o f er ece as inf orm ações p ara controlar a produção d e um a maneira har m oniosa, regulando o fluxo de materiais. O sistema K anban é um m étodo que puxa a produção e, p ortanto, é diferente do s ist em a convencional ( em p urrar), F igur a 1, sendo um sistema de autocontrole em nível de f ábr ica. Ordem de fabricação K N B N FLUXO DO MTERIL C O N V E N C I O N L Ordens de fabricação FLUXO DO MTERIL F igura 1: Planejam ento Kanban X Convencional F onte: Moura( 1985)

14 1 3 O Kanban sur giu no Japão, em m e ados d a d écada de 70, s endo s ua idéia básica e o seu desenvolvim ento cr editados à Toyota Motor Com pany, a qual buscava um s ist em a d e a dm inistr ação que pudesse coordenar a produção de v eículos com a d em anda especí f ica de d ifer entes m odelos e cores com o m í nim o d e atraso. Com o observou Taiichi Ohno, ex. vice presidente d a Toyota, o sist em a de pr odução em m assa era e f iciente na r e dução d e custo unitár io de produtos m anuf aturados, p orém, ao s eu ver, o s ist em a de p r odução e m m assa c r iou um desperdício baseado n o p r ópr io s ist em a, pelo seu excesso de p r odução. E le achava que o s ist em a estava m al equipado par a os p eríodos de baixo c r escim ento, como na c r ise d o petróleo, na década de 7 0. Su a t eor ia diz que t udo que e xist ir além da quantidade m í nim a n ecessár ia de m ateriais, p eças, e quipam entos e operários, para s e f azer um deter m inado produto, é considerado perda. O K anban é considerado um d os instrum entos b ásicos e e ssenciais para a im plantação do s ist em a de pr odução J ust - int im e. Just - in- tim e, s egundo Corrêa/Gianesi ( 1993), é m ais do que u m a t écnica ou um c onjunto de técnicas de adm inistr ação d e p r odução, s endo considerado c om o um a com pleta f ilosof ia, a q ual inclui a spectos de adm inistr ação d e m ateriais, gest ão d e qualidade, ar r anjo f í sico, projeto do pr oduto, organização d o t r a balho e gest ão de recur sos humanos. 2.1 FUNÇÃO P ela sua c aracteríst ica de puxar a pr odução, o K anban a presenta algum a s f unções especiais: - O p r ocesso de f abricação é acionado apenas quando necessário, não perm itindo a pr odução com e st oque par a pr evisão futur a; - Per m ite o c ontrole visual e o andam ento do processo, podendo ser acionado pelo oper ador;

15 1 4 - Gar ante a distribuição program ada das or dens d e pr odução, evitando o excesso ou f alta de m aterial par a a pr odução, controlando, dessa form a, o inventário; - P ossibilita a entr ega de m ater ial de acor do com o consum o. O c artão Kanban ( Figura 2) contém, em geral, infor m ações c om o : núm ero da peça, descrição da p eça, tam anho do lote d e m ovim entação. SI S TEM KNBN NÚME RO D P EÇ : PEÇ: QUNTI DD E: F igura 2 - Cartão Kanban F onte: Elaborado pelo autor 2.2 ESTOQUE S egundo Mour a ( 1997), duas p alavr as s ão confundidas o u u sadas de m aneira e r r ônea ou até m e sm o t r ocadas, isto é, os t er m os e st ocagem e arm azenagem são f r eqüentem ente usados p ara identif icar c oisas s em elhantes, por ém, a lguns pr ef erem d ist inguir os dois, r eferindo- se aos p r odutos acabados c om o arm aze nagem e aos suprim entos e m atér ia-pr im a e m a ter iais em p r ocesso com o est ocagem.

16 1 5 Neste trabalho, o f oco est á direcionado à adm inist r a ção de m aterial, p ois atr avés de um a boa adm inist r a ção de m ateriais, as e m pr esas podem m axim izar o s lucros m ais significativos.os e st oques, s egundo Gianesi e Co r r êa ( 1993), s ão consider ados n ocivos, por ocuparem espaços e r epresentarem altos investim entos d e capital, m as, pr incipalmente, por esconder em a ineficiência d o p r ocesso p r odutivo, pois m uitas v ezes escondem p r oblem as exist entes, tais com o não- conf iabilidade nas m áquinas, r efugos, setups elevados, r etrabalhos, etc..., como m ost r a a F igura 3. m elhor f o r m a de estocar m ater iais é aquela que m axim iza o espaço disponível na em p r esa, nas três dim ensões do p r édio: com prim ento, lar gura e altura. F igura 3 - Ef eitos do alto inventár io F onte: lonso (2002) c oncepção de est oque é entendida m e lhor com o sendo q uaisquer quantidades arm azenadas de r ecursos m a ter iais em um s ist em a de t r a nsf orm ação ou bens f ísicos que sejam conser vados, d e f o r m a im p r odutiva, por algum intervalo de tempo. C onf orm e K r anjewsk i e Ritzm an ( Mor eira,1998), perto de um t r ilhão de dóla-

17 r es f oram invest idos na econom ia norte- am er icana em 1987, sendo q ue, deste total, 37% pertenciam à indústria de tr ansfor m ação MOTIVOS PR E XIS TÊNCI DOS E STOQUE S O estoque de supr im e nto ou m atéria- prim a p ara a f abricação o u t r ansfor m ação d e um determ inado produto exige, por parte d a e m pr esa ou organização, u m determ inado invest im e nto. Com o é b ast ante complexo deter m inar a dem anda f utur a e t am b ém s aber q ue nem sem pre a m atér ia-pr im a o u suprim e nto est ejam d isponíveis a qualquer m o m ento, f ica quase im possí vel a não e xist ência de est oque dentr o das em presas, p ois, dessa f o r m a, a e m pr esa p ode assegurar a disponibilidade de m atér ia-pr im a o u s uprimento, a f im de minim izar cust os de produção TIPOS DE ESTOQUES Os estoques s ão divididos em quatr o tipos: E st oque isolador, est oque de ciclo, est oque de antecipação e estoque de canal. - E STOQUE ISOLDOR O estoque isolador, t am bém c ham ado d e estoque d e segurança, tem com o propósito c om pensar incer tezas iner entes ao fornecim e nto e dem anda. - E STOQUE DE CI CLO O estoque de ciclo o cor r e porque u m ou m ais estágios da operação não podem f or necer t odos o s ítens simultaneam ente. - E STOQUE DE N TECI P ÇÃO Es toque utilizado par a com pensar as dif erenças d e r itm o de f ornecim ento e dem a nda, com um e nte usado quando flutuações de demandas são signif icativas, m as

18 1 7 r e lativam ente pr evisíveis. - E STOQUES DE CN L Os est oques d e c anal existem p orque o m ater ial não pode s er t r ansportado instantaneam ente e ntr e o p onto d e f ornecim e nto e o ponto de dem anda DECISÃO DE ESTOQUE P ara ger enciar m elhor a d em anda, devido às s olicitações d e p edidos dos consum idores inter nos e externos, tr ês decisões são n ecessár ias: - Quanto p edir. C ada v ez que um pedido é colocado, d evese saber qual t am anho ele deve ter. Isso é c ham ado d e decisão de volum e de r essuprim ento. - Quando pedir. E m que m om e nto, ou em que nível d e estoque o pedido de r eabast ecim ento deve ser f eito. Chamado tam bém de decisão de m om ento de reposição. - Com o c ontrolar. Que p r ocedim e ntos e r otinas devem ser im plantados para auxiliar na tomada de decisões CUSTOS DE ESTOQUE P ara a t om ada d e decisão de quanto compr ar, p r im e iram ente, é preciso identif icar os cust os que são relevantes. - C USTO DE COLOCÇÃO DE PEDI DO. C ada vez que um p edido é colocado par a repor o est oque, são necessár ias algumas t r a nsações que geram cust os para a em pr esa. - C USTO DE DESCONTO D E P REÇ O. De sconto o f er ecido p elos f ornecedores s obre o preço norm al de c om pr as p ara gr andes q uantidades. Para pequenos pedidos, isso pode não ocorrer, pois

19 1 8 agr ega custos ext r as. - C USTO DE FL T DE E STOQUE. S e a quantidade e st abelecida p ara o pedido f or insuficiente par a a tender à d em anda e o estoque zerar, exist e um custo pela f alha d e f ornecim ento, e isso pode levar a um t em po ocioso no processo. - C USTO DE CPI TL D E GI RO. É o custo exist ente p ara a m anutenção do estoque. E xiste u m a dem anda de t em po até que os f ornecedores r ecebam o pagam ento pelo bem f ornecido. Os c ust os associados a esse capital de gir o são os j uros p agos aos bancos por em prést im os ou custos de opor tunidades d e n ão investir m os em outros lugares. - C USTO DE R MZ ENGEM. Custo associado à a r m a zenagem f ísica dos bens. Locação, clim atiza cão e ilum inação d o depósito podem ser caros. - C USTOS D E OBSOLESCÊNCI. escolha de um a p olítica q ue envolva pedidos de m uito gr andes quantidades s ignif ica que o s ítens f icarão estocados por longos tem pos, e xist indo o r isco d e e sses í tens t ornarem - se o bsoletos ( no c aso de um a m udança n a m oda, por exem plo) ou deterior ados pelo tem po. - C USTO DE I NEFICI ÊN CI DE PR ODUÇÃO. De acor do com a f ilosof ia Kanban, altos níveis de e st oque im pedem a ver ificação d e pr oblem as exist entes na pr odução MNUTE NÇÃO DO E STOQUE Confor m e Moura ( 1998) com enta, algum as ações podem ser t om adas para maxim izar a utilização dos ítens do estoque: - E m pilhar os m ateriais sobre paletes ou em contenedores; - Ut ilizar paletes o u contenedores de tamanho padronizado; - Manter os í t ens de pequeno por te em espaços p equenos;

20 1 9 - Trabalhar em c onjunto com f o r necedor es par a estabelecer car gas unitizadas; - Reduzir a o m áxim o as necessidades de r eem b alagem e/ou reetiquetam ento; - Organiza r e/ou est ocar os ítens em kits; - E st ocar os ítens com m aior f r e qüência de uso em alturas convenientes ou de fácil acesso; - Manter os c orredores de acesso lim pos e desim pedidos; - P r ever um s ist em a sim ples e eficiente de controle; - Treinar todos os f uncionár ios envolvidos no sistema; - Manter todos os r egistr os atualizados; - P r ever um s ist em a de rotação no est oque; - E st ocar pequenas quantidades em est anterias o u no f im dos corredor es; - E st ocar m ateriais não-perecíveis em áreas ext ernas; - E xam inar e elim inar ítens obsoletos, periodicam ente; - E st ocar m ateriais leves sobr e as áreas de ser viço; - Classif icar os m a ter iais em í t ens, B e C, em t er m os d e f r eqüência de entrada; - E st abelecer cr itérios para a reposição no est oque; - E st abelecer um inventário cíclico e rotativo; - E lim inar as perdas de est ocagem ineficiente CURV BC, PRIORIDDE DE ESTOQUE Diversos í t ens p odem c om por o estoque de u m a em presa, s endo q ue alguns í tens s ão m a is im portantes q ue outros, ou por t er em um a taxa de utilização m u ito alta, de m odo que a f a lta t r aga p erdas par a o consum idor, ou pelo f ato de possuirem em p articular, valores m uito elevados, gerando um custo excessivo p ara a manutenção em est oque. Deve s er f eita um a lista dos í tens que compõem t odo o e st oque c om suas m o vim entações de valor, com sua taxa d e uso m ultiplicada por seu valor individual. queles í tens que possuem m ovim entação de valor r elativam ente alto, devem t er um controle m ais cauteloso; j á aqueles c om baixa m ovim entação de valor não r equer em t anto controle.

21 2 0 Nor m alm ente, 80% do v alor d o est oque é r esponsável por a penas 20% de t odos os t ipos de í tens estocados, tam bém c onhecida como regra 80/20. Os í tens de estoque podem s er m e lhor contr olados, d e f orm a que seja c oncentrado o m aior esfor ço naqueles í t ens que s ão m ais significativos, de acor do com s ua c lasse, c onf orm e m ost r a a Figur a 4. - Classe : 20% dos í tens de m aior v alor e que r e presentam 80% do valor do estoque; - Classe B : 30% dos í tens d e est oque com valores m édios e que r epresentam cer ca d e 10% do v alor d o estoque; - Classe C : 50% dos í t ens de est oque com b aixo valor e que r epresentam 10% do valor dos ítens est ocados. O m é todo também utiliza do par a dim i nuir os cust os c om a m ovim entação é o de est ocagem no ponto de uso na pr odução, p ois é movim entado som e nte um a vez. V L O R Í T E M E S T O C D O ( % ) í t e n s F igura 3.2: Curva BC t otal de ítens(%) F onte: Ballou, p.98; adaptado pelo autor. B í t e n s C í t e n s F igura 4 Curva BC F onte: Ballou ( 1993), adaptado pelo autor

22 2.3 IDENTIFICÇÃO E CLSSIFICÇÃO DE M TERIIS P R ESTOCGEM 2 1 f unção de identificar e c lassif icar os m a ter iais tem c om o p r opósito deter m inar o que é r ecebido e decidir com o e onde ser á e st ocado. Seqüência que deve ser obedecida: - Docum entação de entrada no recebim e nto do m aterial; - Contr ole de entrada através de regist r os; - Confer ência quantitativa e qualitativa dos ítens const antes nas notas f i scais; - S eparação dos ítens, q uando existir alguma d iver gência do pedido; - I dentificação c om etiquetas visíveis os ítens que estiverem aguar dando liber ação; - I dentificação dos í tens utilizando núm er os ou códigos; - E m balagem dos ítens, se necessár io; - P aletização dos m ateriais para est ocagem. Os m ateriais d evem ser c lassif icados quanto ao t am a nho, p eso ou densidade, form a, risco de danos e condições. 2.4 LOTE S E CONÔM ICOS DE COM PR (LEC) S ignif ica a decisão d a quantidade m í nim a a se pedir de um d eter m inado í t em o u m aterial para o r eabast ecim ento d e um e st oque. E st a abordagem de lote econôm ico tenta e ncontr ar o m elhor equilíbrio entre v antagens e d esvantagens de m anter o e st oque. Conf orm e equação 1. LEC = 2Cp.D E quação 1 Ce P ara deter m inação dos cust os de e st ocagem ( Ct ), alguns o utr os cust os devem s er levados em consideração:

23 2 2 - C ust o t otal de m anutenção de um a u nidade est ocada em u m per íodo de t em po ( Ce), para o qual, nor m alm ente leva-se em c onsideração os cust os d e capital e m pr egado, o c ust o d e a r m a zenagem e o custo de obsolescência. - Cust o t otal de colocação de pedido ( Cp) que é calculado e m f unção do custo de c olocação do pedido e do c ust o d e d esconto no preço. - O custo total de est ocagem ( C t) é calculado pelo custo d e m anutenção s om ado a o c ust o d e pedido, que f ica r epr esentado p ela expr essão mostr ada na equação 2. Ct = Ce.Q + Cp.D E quação 2. 2 Q, onde: C p Custo total de colocação de pedido. C e Custo t otal de m anutenção d e um a u nidade estocada em um per íodo de tem po. Q/ 2 Es toque médio. Q/ D I ntervalo de tem po entre as entregas. D /Q F r equência de entregas. 2.5 RM ZENGEM arm azenagem e o m a nuseio de m ateriais s ão essenciais p ara as atividades l ogísticas, m as s eus cust os podem im plicar d e 1 5 a 40% das despesas de logíst ica da em presa.

24 2 3 Co m o, na m aioria d as vezes, a arm aze nagem ocorre em lugares f ixados, os custos logíst icos de ar m azenagem estão ligados a os locais deter m inados. F igura 5 m ost r a um exemplo d e á r ea de arm azenam e nto. F igura 5 Ár ea de arm azenam ento de mater ial F onte: Volkswagen do Brasil S e as dem a ndas de m a ter iais f ossem consum idas inst antaneam ente, t eoricam ente não h aver ia a necessidade d a e xist ência do e spaço f ísico p ara m anter o est oque, porém, n a r ealidade, isso não ocor r e, pelo m otivo de não ser e conom icamente viável s e t r abalhar desta f or m a, p ois a demanda n ão pode ser previst a com pr ecisão. Com o as e m pr esas utilizam os e st oques para c oor denar a d em anda e a of erta, a m anutenção desse inventário gera a necessidade de espaço par a a arm aze nagem e m o vim e ntação dos m ateriais inter nam ente. Os custos c om ar m azenagem e m anuseio de m ateriais são j ustificados p orque p odem s er compensados em c ontrapar tida com a r edução dos c ust os de t r anspor te e de pr odução, ist o é, as e m pr esas podem r eduzir s eus cust os de pr odução devido a s eus e st oques arm a zenados absorverem as f lutuações dos níveis de

25 2 4 P r odução, devido às incerteza s do processo de m anuf atura o u p elas variações da dem anda e of erta. Outra r e dução p ossível é r eferente ao c ust o de tr ansporte, m ediante e nvios de quantidades m aior es e econôm icas nos lotes de carregam ento. O f ato m ais im por tante é determ inar a q uantidade d e inventário que s eja s uf iciente para o cor r eto b alanço entr e c ust os d e estocagem, produção e tr ansporte. S egundo Ballou ( 1993), existem quatro razões básicas par a a s em p r esas utilizarem os espaços f ísicos para a arm azenagem d e m ateriais, quais sejam: REDUÇÃO DO CUSTO DE TRNSPORTE E PRODUÇÃO r e dução do custo de tr ansporte pela c om pensação nos c ust os de produção e est ocagem podem ger ar um a d im inuição nos c ust os totais de fornecim ento e distr ibuição de produtos COORDENÇÃO DE SUPRIM ENTOS E DEM ND s e m pr esas que possuem produção sazonal c om demanda p or produtos r azoavelm ente c onst antes e nfrentam pr oblem as em c oordenar seus s uprim entos com a necessidade de p r odutos. Por e xem plo, indústrias alim e ntícias que p r oduzem f r utas enlatadas s ão f orçadas a ar m azenar sua produção de m odo a a tender s eus c onsum idores durante a entressaf r a. Já as em presas que f ornecem p r odutos ou serviços c om dem a nda sazonal, em ger al, produzem c om nível const ante ao longo do ano para m inim izar os custos d e p r odução, mantendo estoques p ara atender a curta tem porada de v endas. Quando f ica m uito c aro coordenar s upr im ento e demanda d e f orm a precisa, são n ecessár ios estoques. Materiais que s of r em o scilações de preços, c om o os com m odities, t am bém podem gerar n ecessidade de ar m azenagem, a f i m de s e proteger c ontra as a lter ações de preços, exemplo, aço, cobre e petróleo. En tr etanto,

26 2 5 é necessário ter espaço f í sico p ara m anter o inventário, m as seu c ust o é contr abalanceado pelos m elhores preços c onseguidos com a com pr a das c om m odities NECESSIDDE D PRODUÇÃO ar m azenagem pode f azer par te do processo de pr odução, e a m anuf atura d e cer tos produtos, com o vinhos e b ebidas a lcoólicas, r equer um período de t em p o para sua m aturação o u e nvelhecim ento, m as, no c aso de produtos taxados, a a r m a zenagem pode ser usada p ara segurar a m ercador ia até a v enda. Nest e caso, as empr esas evitam o p agam ento de im post os a té o mom ento da venda CONSIDERÇÕES DE M RKETING É interessante, par a a ár ea d e m ark eting, a disponibilidade d o p r oduto no m e r cado, e a ar m azenagem é utilizada para agregar e sse t ipo d e valor, ou seja, estocagem de produtos pr óxim a dos c onsum idores. P ode- se, assim, c onseguir entregas m ais r ápidas, c om ef eito positivo sobre as vendas. 2.6 EM BLGEM Ut ilizada p ara a prom oção e uso do pr oduto, tem t am bém a f inalidade de proteger, além d e s ervir com o inst r u m ento par a a um entar a ef iciência da distr ibuição. O projeto de um a em balagem exige as c onsiderações d esses aspectos. C om o c ita W a lter F r iedm an ( BLLOU, 1993), a e m balagem possui v árias consider ações vistas por determ inadas á r eas: EM BLGEM PR PROM OÇÃO P ara a adm inist r ação de mar k eting, a em balagem é enca-

27 2 6 r ada c om o s endo estr itamente c om er cial. E ngenheir os d e e m balagens, que s ão f r eqüentem ente s ubor dinados à ár ea d e c om p r as ou m anuf atura, consideram a s e m balagens apenas c om o d ispositivo de proteção; entretanto, som ente o a dm inistrador d e d ist r ibuição f í s ica pode o bser var a em balagem de f orm a m ais a m pla e, por tanto, c onceber a lter ações no projeto, dim e nsões, m odo de transporte, etc EM BLGEM PR PROTEÇÃO Um a das p r incipais r azões par a incor r er nas despesas e xt r as c om as em b alagens é a dim inuição da ocorrência de danos e perdas em r a zão de r o ubo, arm azenagem em locais e r r ados o u d eter ioração, p ois a pr incipal pr eocupação da logística é evitar d anos dur ante o m anuseio do produto EM BLGEM PR DISTRIBUIÇÃO preocupação f inal é verif icar com o a e m balagem afeta a e f iciência do m anuseio, ar m azenagem e m ovim entação do pr oduto, s endo que estes são os pr incipais f ator es levados em c onsideração pelos prof issionais de logística. em balagem pode ser c onsiderada como o invólucro d o p r oduto e suas car act eríst icas de r esistência, t am anho e c onf iguração basicamente deter m inam quais s erão os t ipos d e e quipam entos adequados para a m ovimentação e ar m azenagem, e a ltur a de em pilham ento. 2.7 RESSUPRIM ENTO DE M TERIL d ecisão de quando com prar um m aterial é m uito im por tante para evitar que o est oque chegue a zero e a produção p aralise por f alta de m a ter ial. Um a demanda constante e p r evisí vel com colocação do pedido im ediata logicam ente não

28 2 7 o corre, pois s abem os que e xiste um atraso de tempo entre a c olocação de um pedido ( Pp) e o tempo de r ecebimento d o m aterial r ial, t am bém c ham ado d e lead t im e ( t em po de r essuprim ento), f igur a 6. Nessa situação, observa-se que é necessár io em itir p edidos para r eabastecim ento com um pouco de antecedência, g erando os estoques que chamam os de isolador ou estoque d e s egur ança e q uanto antes f or f eito esse pedido m aior s erá e sse e st oque. E ntr etanto, c om o exist e um a v ariação, t anto no t em po d e r essuprim ento, ou lead tim e, com o t am b ém na taxa de dem a nda, h aver á s em pr e um a f lutuação par a m ais ou para m enos da m édia d o est oque. P or ém, não levam os ist o em consider ação, pois a idéia é não f altar m aterial. Pp F igura 6 Ressuprim ento de Mater ial F onte: Corrêa (1993)

29 M NUSEIO Os m ateriais ger alm ente não s ão produzidos no m e sm o local onde serão consum idos, portanto, e st es m ater iais são t r a nspor tados e estocados em um depósitos até o m om ento de seu u so. O m anuseio desses m ateriais im plicam r iscos de dano o u p erda do pr oduto. O c orreto gerenciam ento do m anuseio e a r m a zenagem é e ssencial para a boa s atisfação do c liente. Os custos dessas a tividades é m uito elevado, e apenas o acondicionam e nto pode a bsor ver cerca de 12% das despesas logísticas. P r ojetar um s ist em a ef iciente de m anuseio e m étodos úteis par a m a nter um a o peração eficaz e de baixo c ust o é de f undam ental im p ortância p ara se obter um a ef iciência logíst ica. O m anuseio ou m ovim entação interna de pr odutos e m ateriais signif ica t r ansportar pequenas q uantidades de bens e ntr e pequenas distâncias, e o seu inter esse concentra-se n a m ovim entação rápida e de baixo custo. E st e caso trata de um sist em a de transporte p ara atender o K anban externo, sendo que t odo o f luxo de m ater iais e a m ovim entação ser ão consider ados desde o beneficiador d o m aterial a té o ponto de c onsum o, neste caso a ár ea de cor te o u linha de conf orm ação de m ateriais EQUIPM ENTOS DE M OVIM ENTÇÃO E xiste um a grande quantidade d e equipam entos m ecânicos p ara o m a nuseio de diver sos t am a nhos, f or m as, volum es e pesos d e pr odutos e m ateriais, podendo ser o s t ipos m ais c om uns: e m pilhadeiras, trator es, transportadores e est eiras e guinchos. - Em pilhadeir as e pequenos veículos são m eios m ecânicos p ara m o vim entar m a ter iais cuja operação m anual s eria m uito lenta ou c ansativa devido ao peso, e variam desde pequenas p latafor m as m anuais até pequenos tr atores. f orm a mais usual nas indúst r i as é a empilhadeira com

30 2 9 g arf o, conform e m ost r a F igura 7, que é utilizada em c onjunto com e st r ados ou paletes. E st e m étodo e t ão ef iciente quanto f lexível, o q ue talvez j ust if ique sua grande utilização e popularidade nas indúst r ias. F igura 7 Em p ilhadeir a com garfo F onte: Volk swagen do Br asil - Tr ansportador es, t ais c om o tr ansportadeir as, carretas m otorizadas, etc..., são tam bém um outro m eio para auxiliar o m anuseio de pequenos e pesados m a ter iais, porém e m particular, t or na-se inter essante q uando se deseja m ovim entar gr andes q uantidades ao longo de um m e sm o trecho. - P ontes r olantes( f igura 8), pór ticos e guinchos são tam bém e quipam entos im por tantes de m anuseio. car act er ística peculiar d est e t ipo de equipam e nto é a de não f icar lim itado a operar n a s uper f í cie, com o os c asos de empilhadeiras e transpor t adores.

31 3 0 E st es e quipam entos norm a lm ente operam s obr e a área d e a r m a zenagem e, portanto, não precisam de corredores ou espaços livres para a movim entação e também são capaze s de movim entar c argas ext r e m am ente pesadas com agilidade e segurança. B C F igura 8 Ponte rolante F onte: Volk swagen do Br asil Onde: ) E st r utura d e tr anslação d a ponte r olante ( sentido esquerdo e d ireito em r elação ao oper ador ) ; B ) Cabine d e operação/car r o da ponte r olante( sentido par a f r ente e par a tr ás em r elação ao operador da ponte rolante) ; C ) Guincho de elevação de car ga. 2.9 TRNSPORTE O t r ansporte r epresenta um dos elem e ntos m ais im portantes d o custo logíst ico, na m aior parte das e m pr esas. Os c ust os d ispendidos c om o frete pode absorver cerca de dois terços do

32 3 1 g ast o logístico e d e 9 a 10% do pr oduto nacional bruto d a e conom ia am e r icana (BLLOU,1993). P ara m elhor e ntender a i m por tância dos sist em as d e t r a nspor tes na econom ia, bast a com parar um a nação desenvolvida e outra em desenvolvim ento par a enxergar o papel do t r a nsporte n a criação do alto nível de atividade da econom ia. Quando não exist e u m sist em a de t r anspor te ef iciente e d e b oa qualidade, a ext ensão do m ercado f ica lim itada às p r oximidade do local da pr odução. Por outro lado, com m elhores s ist em as de t r anspor te, os c ust os d os pr odutos c olocados em m ercados m ais distantes podem se tornar com p etitivo SISTEM S DE TRNSPORTE O sistem a de t r ansporte dom ést ico r e f er e-se a todo c onjunto de t r abalho, f acilidade e r e cur sos q ue com põem a c apacidade de m ovim entação na econom ia. im por t ância r elativa a cada m o do de tr ansporte ( o u m odais) está parcialm ente r e lacionada ao t ipo de c arga a ser t r a nspor tada e à vantagem do m odo a ser transportado. m aior par te da m ovim entação de c arga é f e ita por c inco m odos básicos de tr ansporte, s endo eles: f errovia, r odovia, h idrovia, aer ovias e dutos. Os m o dais f e r r oviário e r odoviár io s ão utilizados, na sua m aior ia das vezes, par a m ovim entar pr odutos m anufatur ados. Os p r odutos t r a nsportados p or cada um dest es m odais est ão divididos p r incipalm e nte e m f unção das com pensações exist entes entre os c ust os e o nível de serviço. O tr ansporte fer r oviário possui ger alm ente f r etes de cust os m enor es e d esem penho global ligeiram ente infer ior e é n orm alm ente dest inado a c argas de r e lação valor - peso ou v alorv olum e ( valor específ ico), c ust os m e nores. E xem plos de cargas s ão: produtos quím icos, siderúrgicos e plást icos. O t r a nspor t e hidr oviário é utiliza do pr incipalm ente par a t r a nspor tar car gas c om o gr anéis, m inérios, areia, petróleo,

33 3 2 c im ento, f erro e aço s em i- processados. Es tes produtos s ão d e b aixo v alor especí f ico e n orm alm ente n ão-perecíveis e, portanto, u tilizam s erviço lento e sazonal em t r oca de f r e tes baixos. O t r a nsporte aer oviário possui t axas de f r ete r e lativam ente a ltas, quando compar ado com outros m odais. E ntretanto, c om p ensam seus custos elevados c om m elhor n ível de ser viço. Os p r oduto nor m alm ente t r ansportados s ão peças e equipamentos e letr ônicos, inst r u m entos óticos, peças e m á quinas, p r odutos e st es que, na m aior ia das v ezes, têm v alor elevado s e compar ados c om seu peso ou volum e, o u, então, necessitam de r apidez n a e ntr ega. O m odal d utoviár io é u m m étodo altam ente eficiente par a t r a nspor tar pr odutos líquidos ou gasosos por grandes dist âncias, lim itando- se q uase inteir am ente a gases, petróleo e s eus d erivados. P ortanto, a indúst r ia d e dutos r est r inge-se p r incipalm e nte à m ovim entação de petr óleo, d erivados e gases, p ois o custo de m ovim entação é baixo.

34 ESTUDO DE CSO 3.1 DESCRIÇÃO O fluxo de processo, desde o r ecebim ento da m atéria- prim a a té a c hegada na ár ea p r odutiva da est am paria, é da seguinte f orm a: m a tér ia-pr im a é r ecebida p or d e c am inhões, n a f orm a d e c hapas s ingelas em aço ou chapas f er r am entadas, cham adas b lanks. Es tes m ateriais são r ecebidos do f or necedor e a r m a zenados em um d epósito na área do r ecebim e nto, c onf orm e m ost r a f igur a 9 e, d e acordo c om a dem anda de produção, são e nviados à ár ea d e c orte, ou diretam ente p ara as m á quinas s e f orem blanks, p ara, posterior m ente s erem f ornecidos à estam par ia, o nde as c hapas são c onf orm adas, t ornando-se pr odutos acabados. F igura 9 Kanban de m atéria pr im a F onte: Volk swagen do Br asil quantidade e st ocada desta m atéria- prim a deve ser s uf iciente par a a tender à dem anda da produção; por ém, quando isso não ocorre, o custo de ar m azenam ento torna- se a lto. Ne sse p onto deve-se avaliar que, se existisse um ponto de equilíbr io e ntr e a q uantidade m ínima estocada necessária p ara a pr odução e a quantidade m áxim a a s er utilizada, t er-se- ia um a considerável r edução no custo de ar m azenam ento.

35 3 4 n ecessidade de m inim izar o cust o do estoque para m elhor a proveitamento da área f ísica par a a estocagem de matéria- prim a e, t am bém, p ara f acilitar o contr ole v isual, f oi i m plem entado o s ist em a Kanban. De acor do c om a pr ogramação de produção de v eículos, s em a nal, é verificada a necessidade de m a tér ia-pr im a par a a c onf ecção das partes que irão com p or o veículo. No pr im eir o período, é f e ita a c ontagem diária de c hapas ( m atér ia p r im a ) e, e m um a planilha devidam ente f or m atada, são a notados o s s eguintes dados: m atéria- prim a, f or necedor, peça, u so diário, etc. O oper ador logíst ico conf er e o quadro K anban e, d e acordo c om a inf orm ação v isual, pode r apidam ente avaliar a r eal s ituação e, s e f or necessár io, disparar o pedido para o f ornecedor, via de fax, Figur a 10. SISTEM DE INFORMÇÃO (FX) FORNECEDOR Entrega de material (lead-time) VOLKSWGEN F igura 10 - Sistema de inf orm ação cliente/for necedor F onte: Elaborado pelo autor m a tér ia-prim a é enviada para a s m áquinas, d enom inadas p r ensas pesadas, para ser processada, t r ansform ando- se em p eças, tais como: par a-lam a, t eto, later ais, t am pas d ianteira e t r a seir a, etc.... O s etor de est am p aria t em um a ár ea a proxim ada d e m 2, contando com um parque de 28 m áquinas, Figura 11.

36 ESTMPRI 0 ESTMPRI VOLKSWGEN DO BRSIL 0 RU - 7 (400 TON) RU - 3 (1800 TON) RU - 6 (1000 TON) DEPÓSITO DE MTERI PRIM DEPOSITO DE FERRMENT MTERI PRIM PROCESSD Desbobinadeira RU - 1 ( 1000) RU - 4 (1000 TON) ÁRE DE FERRMENTRI CORTE E REPUXO Corte Platina RU - 9 SL DOS LIDERES INJETORS GRNDES UDIT SUPERFÍCIE 01 P 02 P 03 P 04 P 05 P 06 P 07 P Centro Treinamento Ferramentaria PRÉ-MONTGEM DE PINEL DE INSTRUMENTO -B9 ÁRE CONSERTO MÁQUIN MEDIÇÃO ZEISS 04 B 03 B 02 B 01 B MNUTENÇÃO ELETROMECNIC USINGEM INJETORS LEVES/MÉDI DEPÓSITO PEÇS ESTMPDS Máquinas zul - Fora de uso Máquinas Verde - Em Uso Fi g u ra 11: Lay- o u t Área da Est ampari a

37 3 6 O p r ocesso pr odutivo é com post o por quatro linhas d e p r ensas pesadas, s endo t r ês destas r obotizadas ( F igura 1 2) e um a m anual, e m ais outras m áquinas destinadas à área de corte d e p latinas. F igura 12 Esquem a de um a das linhas de pr ensas r obotizadas F onte: Moreir a(2002) No esquem a dem o nst r ado a cim a, o f luxo do pr ocesso c om e ça c om a colocação da chapa m e tálica na lavadora d e p latinas que, na seqüência, é retirada do alim e ntador pelo r obô IR 4.0 e c olocada na prensa 4.1 de 1800t, onde é r ealizada a p r im e ira c onf orm ação da chapa, denom inado r epuxo. pós f eita a e st am pagem, a peça é r etirada pelo r obô I R 4.1, que a coloca n a p r ensa seguinte. s sim, o pr ocesso s e r epete, a té que o últim o r obô ( I R4.5) r etir e a p eça, que passou por v árias oper ações, d eposite- a na est eir a t r anspor tadora de s aída de peças e, f inalm ente, coloque-a n os dispositivos de acondicionam ento d e p eças est am padas. No t otal, são e st am pados 2 8 ítens dif erentes, s endo 1 9 í t ens peças de superf ície e 9 í tens peças internas e st r uturais, c onf orm e mostr a Figura 13.

38 Superfície Internos estruturais F igura 13 Ítens estam pados F onte: daptado pelo autor 3.2 M TERIL Um a r eestr uturação logíst ica deve ser f eita por m eio d a im plem entação de um s ist em a d e g erenciam ento dessa m atériap r im a, com o objetivo de m inim izar o cust o do produto acabado m ediante a r edução do cust o dos e st oques, que geram elevados v alor es. Com a im p lem entação do s ist em a de gerenciam ento, K N BN, na área de r ecebim e nto e d epósito de m atéria- prim a, o bjetiva-se r eduzir o s c ust os por m eio de um baixo estoque e um p equeno cir culante, onde as entregas devem s er constantes e em p equenas quantidades. Figura 14, mostr a um Ka nban de peças. F igura 14 - Kanban de chapas planas em aço F onte: Volk swagen do Br asil

39 3 8 Os elem e ntos que devem s er c onsiderados para o f ornecim ento de m atéria- prim a atr avés do KNBN, são: - Lotes de m ater iais s ão f ornecidos de acor do c om a c ham ada atr avés d e c artões, sendo os r ecebim entos f r eqüentes e c onf iáveis, lead tim e ( tem po d e r essuprim ento) r eduzido e alto n ível de qualidade com estoque m í nim o, inventário, r edução d a á r ea física com m elhoria no fluxo logíst ico. K NBN ( GI N ESI; CORRÊ, 1 993), que, em j aponês, s ignif ica car tão, a ge c om o um d ispar ador de pr odução. Es t e s ist em a c onsiste de dois cartões, u m denom inado k anban d e p r odução e o utr o, k anban de t r ansporte. O k anban de produção d ispar a a produção de um pequeno lote de peças d e deter m inado t ipo. O k anban de t r ansporte autoriza a movim entação do mater ial p ela f ábrica; este s ist em a de puxar ainda não é u m sistem a ideal p ara r edução no c ust o, c om p arado ao s ist em a gerencial j ust - int im e. P ara o est udo de caso apresentado, o painel por ta kanbans ( F igura 15) é d ividido em ár eas com c ódigos d e c ores azul, v erm elho, am arelo e v erde, e m ordem decrescente d e cim a par a b aixo. P or m eio desse quadr o é contr olado o f luxo do m a ter ial, I sso significa que, ao olhar o painel, é possível saber : - O est oque disponível de cada peça pelo núm ero d e c artões; - Quando f azer um novo pedido de m aterial; - ntecipar situações de falta de peça. im plantação d o s ist em a K anban é simples e m uito e f iciente; ele não necessita de procedim entos c aros e c om plexos e n em invest im e ntos especiais. No e ntanto, é necessário s eguir com b ast ante c r itério as poucas regras essenciais, para que o s ist em a K anban funcione unif orm em e nte, e que dize m r espeito ao controle d e cartões, fluxo de m aterial e est ocagem. No e st udo em questão, o Kanban utilizado é o externo, e, p ara tanto dois f o r necedor es f or am selecionados. P ara ilustr ar, e sses f or necedores ser ão cham ados de e B.

40 3 9 O f or necedor tem um lead-tim e de 15 ( quinze) hor as par a f ornecer um a c arga, e o f ornecedor B t em 10 ( dez) hor as par a e f etuar essa entrega. E ssas d ifer enças de tem po s ão r e lativas à d ist ância entre fornecedor e c liente; neste caso, dist ância entr e o f ornecedor a té a V olkswagen e dist ância entre o f or necedor B a té a Vo lkswagen. s car gas s ão dif erenciadas quanto à quantidade. E xem plo, a c arga 1 é com posta por cinco car tões, a c arga 2 por seis c artões, etc; conf or m e most r a o quadr o seguinte: M T E R I L ( ) M T E R I L ( B ) FORNECEDOR ( ) (LED T IME =15 h ) HOR S) M T E R I L ( C ) M T E R I L ( D ) M T E R I L ( E ) M T E R I L ( F ) M T E R I L ( G ) M T E R I L ( H ) FORNECEDOR (B) (LED T IME =10h) HOR S) M T E R I L ( I ) M T E R I L ( J ) M T E R I L ( K ) M T E R I L ( L ) M T E R I L ( M ) M T E R I L ( N ) M T E R I L ( O ) M T E R I L ( P ) F igura 15 - Quadro Po r t a Cartões Kanban F onte: adaptado pelo autor S IGNIFICDO DS CORES Os núm e r os dem onst r ados n o cartão azul r e presentam a q uantidade total de cartões para cada m aterial;

41 4 0 O c artão ver m elho indica m aior atenção, as providências d evem ser t om adas im ediatam ente, para que não ocor r am inter r upções no pr ocesso; O car tão am ar elo indica que o gestor precisa f icar alerta, j á c om um a ligeira atenção; O car tão verde signif ica tr abalho de form a norm al. Cada c artão c ontém o v olum e par a a f or m ação da c arga, e a s car gas s ão r ecebidas da seguinte form a : F o rnecedor ( ) : C arga 1, com post a por 5 cartões r efer entes ao m aterial () C arga 2, com post a por 6 cartões r efer entes ao m aterial (B) C arga 3, com post a por 6 cartões r efer entes ao m aterial (C) C arga 4, com post a por 7 cartões r efer entes ao m aterial (D) C arga 6, com posta por 6 car tões r ef erentes aos m ateriais ( E) e ( F ). F o rnecedor ( B ) : C arga 1, com post a por 5 cartões r efer entes ao m aterial (P). C arga 3, com post a por 5 cartões r efer entes ao m aterial (N). C arga 4, com posta por 5 c artões r ef erentes aos m ateriais(l) e ( M) C arga 5, com post a por 6 cartões r efer entes ao m aterial(k) C arga 8, com post a por 5 cartões r efer entes ao m aterial (G)

42 NÁLISE DOS RESULTDOS(Gráfico 1) NTE S D I MP L N TÇÃO: Com r e lação à quantidade de m atéria-prim a estocada par a a tender à dem anda, exist ia um m ontante disponível, que girava em t or no de sete dias de pr odução. Consider ando um a dem a nda de produção de 5 17,5 t oneladas de m atéria-prim a /dia, m ultiplicado pelo preço m édio/kg d o aço e st abelecido em R$ 2,00, chega-se a um m ontante d e R $ 1,02 m ilhões por dia, que m ultiplicado por sete d ias d e m aterial ar m azenado em depósito, chegava a R$ 7,14 milhões. lém do v alor d a m atér ia prim a-ar m azenada, e xist em outras d espesas, t ais c om o : c ust o de ar m azenagem, cust o de c apital e m pr egado e custo de obsolescência. PÓS IMPLNTÇ ÀO: E st abelecida a sist em ática do Kanban, f o i m axim izada a u tilização de m a tér ia-pr im a através do m elhor c ontrole no piso d e f ábr ica. Com isso, o m ontante de m atéria-prim a estocada par a a tender a dem a nda de produção f icou em tor no de quatro dias. E st a redução representa u m ganho e f etivo d e tr ês dias, que s ignif ica um a r edução de aproxim adam ente 4 3% do est oque a nter ior. GNHOS: Os ganhos com a im plantação d o sistema K anban f oram b ast ante signif icativos, pois, além de se reduzir o valor do capital investido, obteve-se outras vantagens r eferentes à m inim iza ção d o e spaço f í sico ocupado, bem com o m elhoria no lay- out, m enor q uantidade de m aterial arm azenado. O s ist em a possibilitou que o m aterial tivesse um f luxo m ais c ontínuo e, com isso, a p ossibilidade de oxidação ficou reduzida, houve a f acilidade do

43 4 2 c ontrole do F I F O ( prim eiro que chega, pr im eir o q ue s ai), a p oluição v isual da área de arm azenam ento dim inuiu, bem c om o c onseguiu- se vantagem no cust o de oportunidade. Gráfico 1: nálise Resultados Fonte: daptado pelo autor 9,0 8,0 7,0 7,14 7 6,0 5,0 4,0 4,08 4 3,0 2,0 1,0 0,0 ntes pós R$ (Milhões) Dias

44 CONCLUSÃO O K anban é um sistem a que pode ser em pregado em q ualquer s etor e em p r esa, é um sistema de auto-controle no piso d e f ábrica e bast ante f lexível, e que proporciona u m m elhor c ontrole visual. O Kanban não tem com o objetivo o est oque zero, mas, sim, a r edução do inventár io de est oque em pr ocesso. É u m f acilitador da m elhoria de pr odutividade, pois pr ocura, p or m eio d e s ua f lexibilidade, demonstr ar os gargalos do s ist em a p r odutivo da em presa. O custo da im plantação é r elativam ente b aixo, pois é um c ontrole visual. O Kanban f acilita o sistem a de controle FI F O e, c onsequentem ente, r eduz o núm ero de m aterial com baixa r otatividade, possibilitando o aum ento do giro de capital. Dessa f or m a, conclui-se, tam bém, que o Kanban é um a f erram e nta que proporciona a elim inação do estoque im produtivo, p ois est e não agr ega valor ao produto.

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