A revitalização da cultura do cajueiro em Olho D água do Casado/AL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A revitalização da cultura do cajueiro em Olho D água do Casado/AL"

Transcrição

1 Professoara da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL Lúcia Bezerra Guerra Aluno da Universidade Estadual de Alagoas UNEAL Eudes Soares Silva A revitalização da cultura do cajueiro em Olho D água do Casado/AL Resumo. O nordeste brasileiro carece de uma dieta mais completa, pois como sabemos o índice de desnutrição é muito elevado. Para resolver problemas dessa natureza, estamos mostrando a importância do CAJUEIRO, cujo fruto é a castanha, muito difundido perante as populações de muitas áreas dessa região, popular, além da noz de caju que tem apelo internacional e grande valor no mercado. O CAJUEIRO é uma árvore universal da Amazonas que cresce até os 15 metros de altura, tem um tronco tortuoso e grosso com ramos que muitas vezes alcançam o chão. As árvores de cajueiros freqüentemente crescem de forma nativa, principalmente em terras arenosas e nas planícies centrais do Brasil e na amazonas. A árvore do caju produz muitos recursos e produtos como: à casca e as licenças da árvore que são usadas na medicina popular. O presente trabalho foi desenvolvido no Município de Olho D água do Casado- Alagoas, situado na região fisiográfica do sertão do São Francisco, distante 285 km de Maceió, ligado a nossa capital pela AL 220. O município é cortado pela AL 225, que liga o município de Piranhas ao Delmiro Gouveia. A sede do município fica localizada a 15 km da Usina Hidrelétrica de Xingo e é um sítio urbano no sopé da serra de Olho D água, sendo uma composição arenítica que

2 deu origem à formação de solos arenosos na vizinhança da mesma. O clima semi - árido, porém amenizado pela influênçia do relevo, favorece ao aparecimento de nascentes nas proximidades da serra. O trabalho pretende apresentar novas formas de se cultivar o cajueiro e transformá-lo em um produto rentável e seguro do ponto de vista econômico e ao mesmo tempo contribuir para melhorar a situação sócio-econômoica dos moradores do município de Olho D Água do Casado. Neste sentido, buscamos melhorar a instrução dos produtores no que concerne a condição da terra dando-lhes cursos de capacitação para que eles adquiram conhecimentos sobre o clima, o solo, além de dotá-los de novas técnicas de plantio, manejo e adubação, como também sobre o conhecimento do mercado. O cajueiro ocupa lugar de destaque entre as plantas frutíferas tropicais, em face da crescente comercialização de seus produtos principais como: a amêndoa e o líquido contido no mesocarpo da castanha. O caju é na verdade um pseudofruto, uma vez que a castanha é que é o verdadeiro fruto, uma drupa, a semente é comestível. O uso desse produto, juntamente com a castanha (fruto propriamente dito do cajueiro), varia de região para região, porém o valor nutritivo continua o mesmo. Algumas regiões usam o caju em sucos, doces, passas, cajuínas enquanto outros preferem vender pelas ruas, nos botequins para serem consumidos como tira-gosto e até como sobremesa. O caju se produzido em grande escala, pode vir a ser um produto com grandes vantagens para seus produtores. O que atualmente parece prejudicial são os preços baixos, mas, isso pode tornar-se um aquecedor da economia regional, quando uma grande produção poderia criar várias fabriquetas de beneficiamento do produto e conseqüentemente gerador de empregos e impostos que juntos trarão grandes conquistas para toda a sociedade. Objetivos

3 Mostrar a viabilidade técnica e econômica da cultura do caju no município de Olho D Água do Casado e para o Estado de Alagoas Incentivar o plantio de cajueiros no município de Olho D Água do Casado Mostrar a importância protéica do caju para os moradores Mostrar a importância social dessa atividade agrícola para o município Incentivar a geração de empregos diretos e indiretos no município Aumentar a arrecadação do município de Olho D Água do Casado Melhorar a prestação de serviços na prefeitura Melhorar o poder aquisitivo da população de Olho D Água do Casado Favorecer a melhor distribuição de renda no município Reduzir a miséria absoluta no município Organizar os trabalhadores agrícolas em uma cooperativa Criar fabriquetas para beneficiar a produção de caju Melhorar a auto-estima dos produtores de caju neste município Metodologia No primeiro momento, foi feito um levantamento da área coberta pela cultura do cajueiro e das condições em que as plantas se encontram. Aplicação de questionários para se diagnosticar a situação sócio-econômica dos produtores de caju no município. Foi feito também um levantamento da área ainda não explorada, para se ter à visão do potencial que o município pode oferecer em termos de novos projetos. Foi feito um estudo das características físicas e edáficas do habitat natural em que o cajueiro está localizado. Procuramos encontrar a produtividade dos cajueiros em Olho D Água do Casado e compará-la com a de outras regiões do país.

4 Foi estudado o período útil de exploração dessa cultura e a viabilidade econômica da mesma, comparada com outras culturas regionais. Incentivar a importação de técnicas agrícolas e industriais na cultura do cajueiro no sentido de melhorar a produção como um todo. Fizemos um estudo para identificar a classificação do clima do município e sua repercussão na cultura do cajueiro. Foram analisadas as amostras de solos para posteriormente, chegarmos à classificação e a viabilidade do mesmo para a cultura do cajueiro. Analisamos outros aspectos agronômicos, tanto dos solos, como do clima, no sentido de garantirmos uma produção de forma sustentável. Foi feito um estudo do mercado onde serão feitos a comercialização do caju e da castanha, transporte, armazenagem e outros itens que possam interferir no escoamento da produção. Será organizada uma cooperativa para aglutinar os pequenos produtores de caju e fortificá-los para enfrentar as adversidades que a cultura oferece. Resultados preliminares O município de Olho D Água do Casado será referência no Estado de Alagoas na produção, na comercialização e na industrialização dos produtos advindos da cultura do cajueiro revigorado. O trabalho pretende apresentar novas formas de se cultivar o cajueiro e transformá-lo em um produto rentável e seguro do ponto de vista econômico e ao mesmo tempo contribuir para melhorar a situação sócio-econômoica dos moradores do município de Olho D Água do Casado. Neste sentido, tentaremos melhorar a instrução dos produtores no que concerne a condição da terra dando-lhes cursos de capacitação para que eles adquiram conhecimentos sobre o clima, o solo, além de dotá-los de novas técnicas de plantio, manejo e adubação, como também o conhecimento do mercado.

5 Com certeza haverá mudanças nos hábitos e costumes dos moradores do município de Olho D água do Casado, acarretando uma melhoria na dieta alimentar que tanto o nordestino precisa e especialmente os habitantes do município de Olho D água do Casado no sertão alagoano. Com a adequação do novo manejo na cultura do cajueiro, não apenas o município de Olho D água do Casado será beneficiado por ser grande produtor, mas outros municípios como Piaçabuçu, Pão de Açúcar, Palmeira dos Índios, Paripueira, Coruripe, deverão seguir o mesmo caminho, pois são municípios com grande potencial para a produção de caju e que hoje estão sem nenhuma perspectiva de retornar a produzir o caju. Nossa expectativa é a de que em pouco tempo, seja instalada uma fábrica de beneficiamento de derivadas do caju em Olho D Água do Casado, que terá a finalidade de absorver toda a produção estimada para os próximos anos neste município, bem como receber a demanda que naturalmente será desencadeada com o desenvolvimento deste projeto, provocando a mutação espacial visualizada pelo pesquisador. A organização dos produtores de caju em uma cooperativa será outra grande meta desse projeto, pois com ela, centenas de pequenos produtores terão segurança para produzir, comercializar ou até industrializar como se pretende num futuro próximo. Esperamos o apoio da Prefeitura Municipal de Olho D água do Casado ao desenvolvimento deste projeto, para que o município saia desta situação de miserabilidade econômica, passando a fazer parte daqueles municípios onde o desenvolvimento é o resultado do trabalho de seus moradores apoiados pelas autoridades municipais e assim não necessite do assistencialismo que opera na maioria dos municípios brasileiros. Referências Bibliográficas 1. BARROS, L. de M; MELO, Q.M.S. Alguns aspectos sobre a cultura do caju.revista Brasileira de Fruticultura, Cruz das Almas, v.9,p

6 2. GONDIN, A.G.F. Agroindústria do caju no Nordeste: Situação atual e perspectivas. Fortaleza, BNB/ETENE, MOURA, C.F.H. Qualidade de pedúnculo de clones de cajueiro anão precoce irrigado. Fortaleza, UFC, P.(dissertação de Mestrado). 4. SILVA, M.B. Análise do comércio internacional e demanda para amêndoa de caju em paises selecionados. Piracicaba, ESALQ, Série Pesquisa, PIMENTEL, C.R.M. Alguns aspectos econômicos da cultura do cajueiro no Piauí. Fortaleza, EMBRAPA-CNPCa, p. 6. JOHNSON, D.V. O caju no nordeste do Brasil: um estudo geográfico. Fortaleza, Banco do Nordeste do Brasil, p. 7. LEITE, L. A. de S. A agroindústria do caju no Brasil: políticas públicas e transformações econômicas. Fortaleza, EMBRAPA-CNPAT, p. 8. PAIVA, F.F. de A. Aproveitamento Industrial do caju. In Caju Negócio & Prazer. Fortaleza, SETUR/Governo do Estado do Ceará, p.

CAJU NA BAHIA Abril 2006

CAJU NA BAHIA Abril 2006 CAJU NA BAHIA Abril 2006 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO ROBERTO RODRIGUES Ministro COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO Conab JACINTO FERREIRA Presidente Superintendência Regional da

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

Projeto Execução Expositores

Projeto Execução Expositores Projeto Execução Expositores Realização: Cooperativa Agropecuária Petrópolis PIA EMATER RS ASCAR Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis A ENTIDADE PROMOTORA DO RURALSHOW 2014. COOPERATIVA AGROPECUÁRIA

Leia mais

1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA

1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA 1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CENSO AGROPECUÁRIO, FLORESTAL E/OU AQÜÍCOLA 1. INFORMAÇÕES SOBRE FLORESTAS PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA OBJETIVO

Leia mais

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil.

A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. A transição Agroecológica da Cajucultura familiar no Município de Barreira, Ceará, Brasil. GIRÃO, Enio G. Eng. Agrônomo, Embrapa Agroindústria Tropical, Fortaleza CE, enio@cnpat.embrapa.br; OLIVEIRA, Francyálisson

Leia mais

1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil.

1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil. Marque com um a resposta correta. 1) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir, sobre a Região Nordeste do Brasil. I. A região Nordeste é a maior região do país, concentrando

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Hoje, um grande desafio para a agropecuária, principalmente em relação à inovação tecnológica, é a harmonização do setor produtivo com os princípios da

Leia mais

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação Praticando seus conhecimentos sobre desertificação O fenômeno de desertificação pode ocorrer através de um processo natural ou pela ação humana. O manejo inadequado do solo para agricultura, atividades

Leia mais

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular]

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] Bacias hidrográficas do Brasil Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] A água doce corresponde a apenas 2,5% do volume da hidrosfera. O Brasil é bastante privilegiado

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB Jackson Silva Nóbrega 1 ; Francisco de Assis da Silva 1 ; Marcio Santos da Silva 2 ; Maria Tatiane Leonardo Chaves

Leia mais

CASTANHA DE CAJU PROPOSTA DE PREÇO MÍNIMO SAFRA 2006/2007

CASTANHA DE CAJU PROPOSTA DE PREÇO MÍNIMO SAFRA 2006/2007 CASTANHA DE CAJU PROPOSTA DE PREÇO MÍNIMO SAFRA 2006/2007 Debora de Moura 1) Panorama Internacional O mercado da castanha de caju, embora, regional no Brasil, movimenta grandes valores mundialmente. De

Leia mais

INICIO O morador de rua ainda é percebido como um vagabundo, que utiliza a caridade privada e a assistência governamental "espertamente", mas morador de rua é cidadão. É preciso ajudá-lo a encontrar meios

Leia mais

Mesa: A segurança alimentar num país de 200 milhões de habitantes Debatedor: Emerson Fernandes Daniel Júnior

Mesa: A segurança alimentar num país de 200 milhões de habitantes Debatedor: Emerson Fernandes Daniel Júnior Seminário Água e Produção Agrícola Mesa: A segurança alimentar num país de 200 milhões de habitantes Debatedor: Emerson Fernandes Daniel Júnior 1. O Brasil foi capaz de nos últimos 40 anos dobrar a área

Leia mais

Orgânicos e desenvolvimento sustentável

Orgânicos e desenvolvimento sustentável Orgânicos e desenvolvimento sustentável SÉRGIO ANGHEBEN Gestor do Programa Desenvolvimento Rural Sustentável da Itaipu Binacional A princípio, gostaria de chamar atenção no quadro 1 para a área plantada

Leia mais

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO Agropecuária É o termo utilizado para designar as atividades da agricultura e da pecuária A agropecuária é uma das atividades mais antigas econômicas

Leia mais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais

Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais Resolução SMA - 44, de 30-6-2008 Define critérios e procedimentos para a implantação de Sistemas Agroflorestais O Secretário do Meio Ambiente, considerando: A necessidade de regulamentação da utilização

Leia mais

CASTANHA-DO. DO-BRASIL Junho/2006. Humberto Lôbo Pennacchio Analista de Mercado Sugof/Gefip

CASTANHA-DO. DO-BRASIL Junho/2006. Humberto Lôbo Pennacchio Analista de Mercado Sugof/Gefip CASTANHA-DO DO-BRASIL Junho/2006 Humberto Lôbo Pennacchio Analista de Mercado Sugof/Gefip A castanha-do-brasil é originária exclusivamente da floresta amazônica e se caracteriza pelo extrativismo de coleta.

Leia mais

A Suzano e o Fomento na Bahia

A Suzano e o Fomento na Bahia A Suzano e o Fomento na Bahia Como é a atuação da Suzano na região? Fundada há 85 anos, a Suzano começou a produzir papel em 1940 e celulose em 1950 sempre abastecendo o mercado brasileiro e os de diversos

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade

DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI. III Simpósio Brasileiro sobre Nutrição de Plantas Aplicada em Sistemas de Alta Produtividade DIAGNOSE FOLIAR NAS CULTURAS DO CAJU E CAQUI PROF. DR. MÁRCIO CLEBER DE MEDEIROS CORRÊA Departamento de Fitotecnia Centro de Ciências Agrárias Universidade Federal do Ceará Fortaleza - CE III Simpósio

Leia mais

Implantação de unidades de observação para avaliação técnica de culturas de clima temperado e tropical no estado do Ceará Resumo

Implantação de unidades de observação para avaliação técnica de culturas de clima temperado e tropical no estado do Ceará Resumo Implantação de unidades de observação para avaliação técnica de culturas de clima temperado e tropical no estado do Ceará Resumo Os polos irrigados do Estado do Ceará são seis, conforme relacionados: Baixo

Leia mais

Apoio à comercialização da agricultura familiar

Apoio à comercialização da agricultura familiar Apoio à comercialização da agricultura familiar Programa de Aquisição de Alimentos 1. Contexto Liberalização dos mercados de produtos agrícolas (anos 90) Intenso processo de concentração de capitais no

Leia mais

Clipping de notícias. Recife, 15 de setembro de 2015.

Clipping de notícias. Recife, 15 de setembro de 2015. Clipping de notícias Recife, 15 de setembro de 2015. Recife, 15 de setembro de 2015. Recife,15 de setembro de 2015. Recife,15 de setembro de 2015. Recife, 15 de setembro de 2015. 14/09/2015 ProRURAL DEBATE

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br PROFESSOR ALUNO ANA CAROLINA DISCIPLINA GEOGRAFIA A TURMA SIMULADO: P3 501 Questão

Leia mais

Cap 6: Planejamento Inicial: Criando um Canal de Distribuição de Insumos

Cap 6: Planejamento Inicial: Criando um Canal de Distribuição de Insumos Cap 6: Planejamento Inicial: Criando um Canal de Distribuição de Insumos AGRODISTRIBUIDOR: O Futuro da Distribuição de Insumos no Brasil. São Paulo: Atlas, 2011. Org: Matheus Alberto Cônsoli, Lucas Sciencia

Leia mais

RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS

RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS Diretriz 01: Desenvolvimento e inovação de tecnologias para o aproveitamento de resíduos agrossilvopastoris 1.Estabelecimento de linhas de financiamento em condições específicas

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os

Desempenho da Agroindústria em 2004. histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003), os Desempenho da Agroindústria em 2004 Em 2004, a agroindústria obteve crescimento de 5,3%, marca mais elevada da série histórica iniciada em 1992. Como tem sido freqüente nos últimos anos (exceto em 2003),

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL

DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SE É DESENVOLVIMENTO É PRIORIDADE DO SEBRAE LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA REGULAMENTAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LG REGULAMENTADA LG REGULAMENTADA

Leia mais

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica

Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Programa de Educação Tutorial Gerenciamento e Administração da Empresa Agrícola Viabilidade Econômica: Revisão Bibliográfica Felipe

Leia mais

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES

ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO RELATÓRIO DE ATIVIDADES ORÉADES NÚCLEO DE GEOPROCESSAMENTO PROJETO CARBONO NO CORREDOR DE BIODIVERSIDADE EMAS TAQUARI RELATÓRIO DE ATIVIDADES ASSENTEMENTOS SERRA DAS ARARAS, FORMIGUINHA E POUSO ALEGRE JULHO DE 2011 INTRODUÇÃO

Leia mais

MÓDULOS MÚLTIPLOS DE PROCESSAMENTO DE CASTANHA DE CAJU - AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS

MÓDULOS MÚLTIPLOS DE PROCESSAMENTO DE CASTANHA DE CAJU - AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS MÓDULOS MÚLTIPLOS DE PROCESSAMENTO DE CASTANHA DE CAJU - AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Morsyleide de Freitas Rosa 1, Maria Cléa Brito de Figueiredo 1, Pedro Felizardo Adeodato de Paula Pessoa 1, Ana

Leia mais

Visão Estratégica de Longo Prazo.

Visão Estratégica de Longo Prazo. Visão Estratégica de Longo Prazo. João Pessoa PB. Outubro de 2013 O MERCADO COMUM DO NORDESTE Adm. José Queiroz de Oliveira ESPECIALISTA PREVÊ SECAS MAIS INTENSAS E LONGAS NO NORDESTE. SE O HOMEM NORDESTINO

Leia mais

INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. Deputado Renato Casagrande) Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação:

INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. Deputado Renato Casagrande) Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação: INDICAÇÃO Nº, DE (Do Sr. ) Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Educação a construção de uma Unidade de Ensino Descentralizada do CEFETES na Região Noroeste do Estado do Espírito Santo.

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais

Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais Os pontos cardeais, colaterais e subcolaterais Dois trópicos e dois círculos Polares Tipos de Escalas Gráfica Numérica 1 : 100.000 Principais projeções cartográficas Cilíndrica Cônica Azimutal ou Plana

Leia mais

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR

FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR FORMULÁRIO PADRÃO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS ENSINO INOVADOR Título do Projeto: Fruticultura: Tecnologias para a fruticultura regional. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Fruticultura

Leia mais

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará

ações de cidadania ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará ações de cidadania Onde o sol nasce ONG estimula o protagonismo de jovens para que eles atuem transformando a realidade de região castigada pela seca no Ceará O triste cenário já é um velho conhecido por

Leia mais

BRASIL REGIONALIZAÇÕES. Mapa II

BRASIL REGIONALIZAÇÕES. Mapa II BRASIL REGIONALIZAÇÕES QUESTÃO 01 - Baseado na regionalização brasileira, apresentados pelos dois mapas a seguir, é INCORRETO afirmar que: Mapa I Mapa II A B D C a. ( ) O mapa II apresenta a divisão do

Leia mais

ABNT NBR 14653-3:2004. Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos

ABNT NBR 14653-3:2004. Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos ABNT NBR 14653-3:2004 Propostas de mudança aprovadas pela comissão de estudos Definições 3.2 benfeitorias: Resultado de obra ou serviço realizado no imóvel rural, que não pode ser retirado sem destruição,

Leia mais

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO AVALIAÇÃO SOBRE GOVERNANÇA AMBIENTAL NOS MUNICÍPIOS DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO Aristides Pereira Lima Green 1 Frederico Cavadas Barcellos 2 Deborah Moreira Pinto 3 I. Introdução As regiões semi-áridas se

Leia mais

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008

Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 Avaliação das Contas Regionais do Piauí 2008 A economia piauiense, em 2008, apresentou expansão em volume do Produto Interno Bruto (PIB) de 8,8% em relação ao ano anterior. Foi a maior taxa de crescimento

Leia mais

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS

CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS CONTAS REGIONAIS DO AMAZONAS 2009 PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DO AMAZONAS APRESENTAÇÃO A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico SEPLAN em parceria com a SUFRAMA e sob a coordenação

Leia mais

A RECUPERAÇÃO DE NASCENTES COMO UMA ALTERNATIVA PARA A SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO SÍTIO AMARO EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS/AL 1

A RECUPERAÇÃO DE NASCENTES COMO UMA ALTERNATIVA PARA A SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO SÍTIO AMARO EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS/AL 1 A RECUPERAÇÃO DE NASCENTES COMO UMA ALTERNATIVA PARA A SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO SÍTIO AMARO EM PALMEIRA DOS ÍNDIOS/AL 1 Josefa Adriana Cavalcante Ferro de Souza Universidade Estadual de Alagoas

Leia mais

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise

Amazônia Brasileira e Brasil em Crise Amazônia Brasileira e Brasil em Crise 1. (UERJ-2009) Folha de São Paulo, 01/06/2008. Adaptado de Zero Hora, 16/06/2008. Diferentes critérios e objetivos podem orientar a divisão do espaço geográfico em

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 1

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 1 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado GEOGRAFIA 01 O episódio sobre a exploração

Leia mais

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 2

Prova 3 Geografia QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. QUESTÕES OBJETIVAS GABARITO 2 Prova 3 QUESTÕES OBJETIVAS QUESTÕES APLICADAS A TODOS OS CANDIDATOS QUE REALIZARAM A PROVA ESPECÍFICA DE GEOGRAFIA. UEM Comissão Central do Vestibular Unificado 2 GEOGRAFIA 01 No Paraná, a Mata de Araucária,

Leia mais

CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS.

CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS. Aula 19: Conhecendo a hidrosfera do Brasil I CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS. Correção atividade sala: PG 3: Canadá, Brasil, EUA, Canadá, R.U etc... Bolívia, República do Congo, Mongólia, etc...

Leia mais

Economia Internacional

Economia Internacional Economia Internacional A abertura de novos mercados criou condições para que a produção econômica mundial crescesse em mais de 150% desde 1980, com a poluição aumentando no mesmo ritmo. Amplo consenso

Leia mais

O AGRONEGÓCIO DO PALMITO NO BRASIL:

O AGRONEGÓCIO DO PALMITO NO BRASIL: O AGRONEGÓCIO DO PALMITO NO BRASIL: UMA ATUALIZAÇÃO Aníbal Rodrigues - anibal@iapar.br Pesquisador - Área de Sócioeconomia Instituto Agronômico do Paraná IAPAR, Curitiba - PR 1 Introdução 2 Metodologia

Leia mais

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso

7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso 7 etapas para construir um Projeto Integrado de Negócios Sustentáveis de sucesso Saiba como colocar o PINS em prática no agronegócio e explore suas melhores opções de atuação em rede. Quando uma empresa

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO

DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO 1 DA INCUBAÇÃO À ACELERAÇÃO DE NEGÓCIOS: NOVAS ROTAS DE DESENVOLVIMENTO Cesar Simões Salim Professor e Autor de livros de empreendedorismo cesar.salim@gmail.com Visite meu blog: http://colecaoempreendedorismo.blogspot.com/

Leia mais

EDUCAÇAO AMBIENTAL NA ESCOLA Perspectivas de mudanças comportamentais na alimentação e convívio social.

EDUCAÇAO AMBIENTAL NA ESCOLA Perspectivas de mudanças comportamentais na alimentação e convívio social. EDUCAÇAO AMBIENTAL NA ESCOLA Perspectivas de mudanças comportamentais na alimentação e convívio social. Glauco Yves Gomes dos Santos Rocha, Graduado do curso de Engenharia Agronômica da Universidade Federal

Leia mais

SOCIOECONÔMICOS 10 2 ASPECTOS INTRODUÇÃO PRODUÇÃO E CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO

SOCIOECONÔMICOS 10 2 ASPECTOS INTRODUÇÃO PRODUÇÃO E CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO 10 2 ASPECTOS SOCIOECONÔMICOS Loiva Maria Ribeiro de Mello INTRODUÇÃO A maçã é a fruta de clima temperado mais importante comercializada como fruta fresca, tanto no contexto internacional quanto no nacional.

Leia mais

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO A AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA APAC, de acordo com o Plano Hidroambiental da Bacia do Rio Capibaribe, está recebendo manifestações

Leia mais

agricultura familiar

agricultura familiar saúde A importância da agricultura familiar na merenda escolar Iniciativas em Santa Rosa do Viterbo são exemplos de sucesso Por Danielle Lautenschlaeger Inúmeras famílias brasileiras ainda obtêm sua renda

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

Hidrografia Brasileira

Hidrografia Brasileira HIDROGRAFIA BRASILEIRA 1 O QUE É HIDROGRAFIA? A hidrografia é o ramo da geografia física que estuda as águas do planeta, abrangendo, rios, mares, oceanos, lagos, geleiras, água do subsolo e da atmosfera.

Leia mais

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL

TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL TRABALHOS EXITOSOS EM ATER - 2014 EXTENSÃO RURAL ORGANIZAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ESCADA, 2014 EXTENSÃO RURAL CONSTRUIR UM SONHO E LUTAR POR ELE Regional : Palmares PE Municipio: Escada Comunidades: Sitio

Leia mais

ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO

ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO ANÁLISE DA COLETA SELETIVA DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM ARCOS- MG: POSTURA OPERACIONAL E PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO Tatiane Castaño Valadares*, Fernando Vieira de Sousa FUNEDI/UEMG taticastanobiologia@gmail.com

Leia mais

O Q UE U É HIDRO R GRA R FIA? A

O Q UE U É HIDRO R GRA R FIA? A HIDROGRAFIA BRASILEIRA O QUE É HIDROGRAFIA? A hidrografia é o ramo da geografia física que estuda as águas do planeta, abrangendo, rios, mares, oceanos, lagos, geleiras, água do subsolo e da atmosfera.

Leia mais

. a d iza r to u a ia p ó C II

. a d iza r to u a ia p ó C II II Sugestões de avaliação Geografia 7 o ano Unidade 5 5 Unidade 5 Nome: Data: 1. Complete o quadro com as características dos tipos de clima da região Nordeste. Tipo de clima Área de ocorrência Características

Leia mais

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS

ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS Dezembro de e Janeiro e fevereiro de François E. J. de Bremaeker Rio de Janeiro, dezembro de ESTIMATIVAS DAS COTAS DO FPM ALAGOAS Dezembro de e Janeiro e fevereiro

Leia mais

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1293

IV Congresso Brasileiro de Mamona e I Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas, João Pessoa, PB 2010 Página 1293 Página 1293 CULTIVAR BRS NORDESTINA EM SISTEMA DE POLICULTIVO NA AGRICULTURA FAMILIAR DO MUNICÍPIO DE ESPERANÇA-PB - SAFRA 2009 1Waltemilton Vieira Cartaxo- Analista Embrapa Algodão, 2. José Aderaldo Trajano

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre geografia Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia o trecho da letra da música abaixo e, em seguida, responda às questões. [...] Eu já cantei no Pará Toquei sanfona em Belém

Leia mais

CONJUNTURA AGRÍCOLA: RIO GRANDE DO NORTE

CONJUNTURA AGRÍCOLA: RIO GRANDE DO NORTE CONJUNTURA AGRÍCOLA: RIO GRANDE DO NORTE Por: Luís Gonzaga Araújo e Costa - Conab-RN I - INTRODUÇÃO Dos nove estados nordestinos, pode-se considerar que o Rio Grande do Norte possui destacado potencial

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

INVESTIMENTO E RETORNO NA FRUTICULTURA. Prof. Dr. Ricardo Antonio Ayub 1 e Mariane Gioppo 2

INVESTIMENTO E RETORNO NA FRUTICULTURA. Prof. Dr. Ricardo Antonio Ayub 1 e Mariane Gioppo 2 INVESTIMENTO E RETORNO NA FRUTICULTURA Prof. Dr. Ricardo Antonio Ayub 1 e Mariane Gioppo 2 1 Universidade Estadual de Ponta Grossa - Professor Doutor Associado Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade

Leia mais

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011 Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar Ano lectivo 2010/2011 Apreciação Geral A aplicação do Regime de Fruta Escolar (RFE) em Portugal tem os seguintes objectivos gerais: Saúde Pública:

Leia mais

As aju MARÇO DE 2005

As aju MARÇO DE 2005 MARÇO DE 2005 As aju Projeto: Modernização da Cajucultura no Ceará Coordenação: SEBRAE/CE Sistema FAEC / SENAR 2 Parceiros: GOVERNO DO ESTADO SEAGRI/EMATERCE SECITECE/INSTITUTO CENTEC PREFEITURAS MUNICIPAIS

Leia mais

Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores

Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores Projeções de custos e rentabilidade do setor sucroenergético na região Nordeste para a safra 2013/14: o desafio de sobrevivência dos fornecedores Essa publicação apresenta as projeções de custos de produção

Leia mais

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes

Leia mais

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo. Brasil: vento, energia e investimento. São Paulo/SP 23 de novembro de 2007

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo. Brasil: vento, energia e investimento. São Paulo/SP 23 de novembro de 2007 O Mercado de Energia Eólica E no Brasil e no Mundo Brasil: vento, energia e investimento São Paulo/SP 23 de novembro de 2007 Energia: importância e impactos A energia é um dos principais insumos da indústria

Leia mais

PROGRAMA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA PECUÁRIA DE LEITE EM JARU. Prefeitura Municipal de Jaru Embrapa Rondônia

PROGRAMA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA PECUÁRIA DE LEITE EM JARU. Prefeitura Municipal de Jaru Embrapa Rondônia PROGRAMA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA PECUÁRIA DE LEITE EM JARU Prefeitura Municipal de Jaru Embrapa Rondônia 81 81 83 72 88 68 Figura 1. Percentual de estabelecimentos de agricultura familiar nas regiões

Leia mais

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas

A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas A necessidade do profissional em projetos de recuperação de áreas degradadas Moacyr Bernardino Dias-Filho Engenheiro Agrônomo, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA www.diasfilho.com.br Conceito

Leia mais

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo O Mercado de Energia Eólica E no Brasil e no Mundo Audiência Pública P - Senado Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle Brasília/DF 19 de junho de 2008 Energia: importância

Leia mais

POLÍTICA AGRÍCOLA NOS ESTADOS UNIDOS. A) A democratização da terra ou da propriedade da terra (estrutura fundiária)

POLÍTICA AGRÍCOLA NOS ESTADOS UNIDOS. A) A democratização da terra ou da propriedade da terra (estrutura fundiária) Espaço Agrário 1 POLÍTICA AGRÍCOLA NOS ESTADOS UNIDOS Introdução! Os Estados Unidos detêm hoje o índice de maior produtividade agrícola do planeta. Apesar de empregarem apenas 3% de sua População Economicamente

Leia mais

Prof. MSc. Leandro Felício

Prof. MSc. Leandro Felício Prof. MSc. Leandro Felício Ecossistema: Sistema integrado e auto funcionante que consiste em interações dos elementos bióticos e abióticos e cujas dimensões podem variar consideravelmente. Bioma: Conjunto

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES

DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES DISTRIBUIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DOS PADRÕES RECENTES Barbara Christine Nentwig Silva Professora do Programa de Pós Graduação em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Social /

Leia mais

Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima

Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável I Introdução O Projeto Granja São Roque de redução

Leia mais

Palestra: História da Cana-de. de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A

Palestra: História da Cana-de. de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A Palestra: História da Cana-de de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A ORIGEM DA CANA-DE-AÇÚCAR A cana-de de-açúcar é uma planta proveniente

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

Programas 2013. Abril de 2013

Programas 2013. Abril de 2013 Programas 2013 Abril de 2013 A nova SUDENE -Lei Complementar n 125, de 03 de janeiro de 2007 -Decreto n 6.219/2007 Autarquia especial, administrativa e financeiramente autônoma,... vinculada ao Ministério

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja

Universidade Federal do Pampa. Cadeia Produtiva da Laranja Universidade Federal do Pampa Cadeia Produtiva da Laranja Acadêmicos: Aline Alóy Clarice Gonçalves Celmar Marques Marcos Acunha Micheli Gonçalves Virginia Gonçalves A laranja é uma fruta cítrica produzida

Leia mais

CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA

CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA CRIAÇÃO DE GALINHA CAIPIRA INTEGRADA ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS - Brasil Sem Miséria (BSM) e Programa de Aquisição de Alimento (PAA): A EXPERIÊNCIA DE UMA FAMÍLIA SERRATALHADENSE. Serra Talhada, 2014 CRIAÇÃO

Leia mais

Levantamento Qualitativo e Quantitativo

Levantamento Qualitativo e Quantitativo Estabelecer ações conjuntas no sentido de enfrentar os desafios e potencializar as muitas oportunidades existentes para o desenvolvimento do setor artesanal, gerando oportunidades de trabalho e renda,

Leia mais

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11 Águas Continentais do Brasil Capítulo 11 As reservas brasileiras de água doce O Brasil é um país privilegiado pois detém cerca de 12% da água doce disponível no planeta; Há diversos problemas que preocupam:

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

Título: O EMPREENDEDORISMO: GERAÇÃO DE EMPREGO, RENDA E EXERCÍCIO DE CIDADANIA PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM COMUNIDADES CARENTES NO SERTÃO

Título: O EMPREENDEDORISMO: GERAÇÃO DE EMPREGO, RENDA E EXERCÍCIO DE CIDADANIA PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM COMUNIDADES CARENTES NO SERTÃO Título: O EMPREENDEDORISMO: GERAÇÃO DE EMPREGO, RENDA E EXERCÍCIO DE CIDADANIA PARA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM COMUNIDADES CARENTES NO SERTÃO PARAIBANO Silva, Hellosman de Oliveira, Rodrigues, Tárcio

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

Curso Técnico Logística. Curso Técnico Segurança do Trabalho. Engenharia Sustentável: Desenvolvimento de um Filtro para Reaproveitamento da Água.

Curso Técnico Logística. Curso Técnico Segurança do Trabalho. Engenharia Sustentável: Desenvolvimento de um Filtro para Reaproveitamento da Água. Curso Técnico Logística Alunos Logística: Mayara Cristina Lima Macena e Túlio de Moura Carneiro Curso Técnico Segurança do Trabalho Alunos Tec. Segurança do Trab.: Cristovão Costa Barbosa e Lucas Marçal

Leia mais

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor

1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor 1 a QUESTÃO: (2,0 pontos) Avaliador Revisor Muita coisa mudou na cabeça dos nordestinos. Ministério do Interior: Banco do Nordeste do Brasil S.A. O lento crescimento, que durante muitas décadas caracterizou

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA

O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA O CENSO 2010: BREVE APRESENTAÇÃO E RELEVÂNCIA PARA A GEOGRAFIA BRUNO DE OLIVEIRA SOUZA 1 e RÚBIA GOMES MORATO 2 brunooliveira_souza@hotmail.com, rubiagm@gmail.com 1 Aluno do curso de Geografia Unifal-MG

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto. Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo.

Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto. Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo. Entraves à consolidação do Brasil na produção de energias limpas e renováveis Giuliana Aparecida Santini, Leonardo de Barros Pinto Universidade Estadual Paulista/ Campus Experimental de Tupã, São Paulo

Leia mais