1 - CAPS AD Amore e Esperança, 2 - CAPS AD Amor e Esperança,

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "1 - CAPS AD Amore e Esperança, andrea.carla.almeida@gmail.com 2 - CAPS AD Amor e Esperança, ccristina_@hotmail.com"

Transcrição

1 (FCH 1) INSERÇÃO DE CHÁ COM PLANTAS MEDICINAIS NO AUXÍLIO DO TRATAMENTO MEDICAMENTOSO SINTÉTICO EM PACIENTES NO CAPS AD AMOR E ESPERANÇA ARAPIRACA / AL BARROS, ACA 1; ROLIM, CC CAPS AD Amore e Esperança, 2 - CAPS AD Amor e Esperança, A dependência química é definida como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância (OMS, 2010). O Centro de Apoio Psicossocial (CAPS-AD) é serviço especializado em saúde mental que atende pessoas com problemas decorrentes do uso ou abuso de álcool e outras drogas em diferentes níveis de cuidado e integra a rede de atenção e responde pela porta de entrada e regulação em saúde mental no SUS. O aproveitamento das potencialidades das plantas medicinais como recurso terapêutico e a fitoterapia enquanto prática integrante do SUS é umas das ações incentivadas como fonte de aproveitamento da biodiversidade e eficácia terapêutica. Inserção de chá com plantas medicinais no auxílio do tratamento medicamentoso sintético em pacientes no Caps AD. A metodologia ativa de roda de conversa foi utilizada em parceria com a equipe de enfermagem para a identificação de necessidades e desejos dos usuários sobre o tratamento medicamentoso utilizado na instituição. Em seguida, utilizando oficina terapêutica, foi realizada orientação sobre os benefícios e produção de chás medicinais (camomila, erva-doce, erva-cidreira, capimsanto, boldo, hortelã, gengibre) e degustação dos fitoterápicos preparados. Nenhum dos pacientes ingeria chá rotineiramente, porém 70% tinham noções básicas de como fazê-lo, pois, na infância conviveu com parentes que possuíam em suas residências plantas medicinais e hábitos de tomá-los. Em parceria com usuários foi traçado fatores que poderiam prejudicar o cultivo de plantas em suas residências, realizado sugestões de horários para ingestão de chás e selecionados os mais agradáveis aos seus paladares e necessidades. Foi estimulado também a degustação de outras plantas medicinais não apresentadas. A atividade prática teve boa aceitação e o chá foi adicionado no cardápio da instituição e incentivado aos pacientes a ingestão em domicilio, contribuindo assim para a restauração do bem-estar físico e mental em parceria com outras ações realizadas no CAPS AD. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 1

2 (FCH 2) ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA FRENTE ÀS INTERAÇÕES NO USO DE MEDICAMENTOS FITOTERÁPICOS SILVA, K.S.¹; FRADE, A.D.S.²; VALE, C.C.B.³; GOMES, I.F. 4 * ¹Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, ² Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, ³ Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 4* Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, A utilização de plantas para preparação de medicamentos fitoterápicos com fins medicinais tornou-se uma prática alternativa e eficaz, em relação aos medicamentos alopáticos, por apresentar uma terapêutica de fácil acesso e de baixo custo. Entretanto, é importante alertar a comunidade sobre o modo de preparo, posologia e efeitos adversos, pois apesar de ser natural, toda planta possui princípios ativos que podem provocar intoxicações e outras complicações, se utilizadas de forma inadequada. Diversas políticas públicas nacionais estão relacionadas aos fitoterápicos. Destacando-se a Política Nacional de Assistência Farmacêutica (PNAF) e Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), tornando-se indispensável a atuação do Farmacêutico na prestação da assistência e orientação a população, garantindo o uso racional e seguro dos fitoterápicos. Demonstrar comprovações científicas de interações entre medicamentos fitoterápicos, compreendendo a importância do conhecimento do profissional Farmacêutico frente a estas interações. Foi realizada uma pesquisa em bancos de dados (Scielo, Periódicos Capes) de artigos, buscando relatar plantas medicinais com comprovado potencial de apresentar interações medicamentosas com outras classes de medicamentos disponíveis no mercado, bem como os mecanismos de ação envolvidos nessas interações. Dentre as principais interações, encontram-se: Allium sativum L. (alho), que aumenta secreção e liberação de insulina pelo pâncreas; leva a processos hemorrágicos quando utilizado junto com varfarina, através da inibição da ligação do fibrinogênio ao seu receptor. Matricaria recutita L. (camomila) que intensifica a ação depressora do sistema nervoso central, quando utilizada concomitantemente com barbitúricos. Camellia sinensis (Chá verde) que antagoniza os efeitos dos benzodiazepínicos. Ginkgo biloba L.(Ginkgo) que inibe o fator de ativação e agregação plaquetária, aumentando o risco de hemorragia, quando utilizado com varfarina. Neste sentido, o Farmacêutico atua orientando os pacientes sobre as interações medicamentosas, garantindo assim, que este utilize de forma segura. Diante das interações medicamentosas comprovadas de plantas, conclui-se que a administração conjunta de medicamentos, sejam eles sintéticos ou naturais, levam ao aumento ou diminuição do efeito farmacológico e a possibilidade de efeitos adversos graves. Neste sentido, é de extrema importância o conhecimento dessas informações pelo profissional Farmacêutico, para que a população receba orientações adequadas através da assistência farmacêutica. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 2

3 (FCH 3) ANÁLISE QUANTITATIVA DE MEDICAMENTOS DISPENSADOS PARA PACIENTES PORTADORES DO VÍRUS HIV EM UM HOSPITAL DE REFERÊNCIA NO RECIFE PE SOUZA1, R. M. N.; LIMA2, R. G. C; MELO3, J. I. V.; NÓBREGA4, I M. F. 1) Faculdade Pernambucana de Saúde, 2) Faculdade Pernambucana de Saúde, 3) Faculdade Pernambucana de Saúde, 4) Faculdade Pernambucana de Saúde e Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, Os medicamentos antirretrovirais surgiram na década de 80, para impedir a multiplicação do vírus no organismo. Atuam diretamente no processo de virulência na célula e, também, na replicação viral, fazendo com que a multiplicação do vírus HIV seja reduzida; com isso, diminui-se a quantidade de vírus no organismo, retardando o desenvolvimento da doença. Por isso, seu uso é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida de quem tem AIDS. Desde 1996, o Brasil distribui gratuitamente o coquetel antiaids para todos que necessitam do tratamento. Segundo dados de Dezembro de 2012, 313 mil pessoas recebem regularmente os remédios para tratar a doença. Quantificar e identificar os medicamentos mais dispensados para o tratamento de pacientes portadores do vírus HIV em um Hospital de Referência em Recife PE, no período de Janeiro à Junho de Desenvolveu-se um estudo quantitativo, através da análise dos dados, compilados por meio da estatística descritiva, entre janeiro e junho de Estas informações foram obtidas pelo Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM). Efetuou-se a análise dos dados por meio de estatística descritiva, com o objetivo de caracterizar a população do estudo. Quanto aos dados quantitativos a população apresentou predominantemente as seguintes características: o número total de dispensações realizadas no período de estudo foi de 6.455, sendo (91%) adultos e 578 (9%) crianças. Observa-se no estudo que os medicamentos mais utilizados foram: Lopinavir 200mg + Ritonavir 50mg (31%), Zidovudina 300mg + Lamivudina 150mg (27%), Lamivudina 150mg (11%), Efavirenz 600mg (8%), Tenofovir 300mg (5%), Nevirapina 200mg (4%), Zidovudina 100mg (4%), Ritonavir comp 100mg (3%), Atazanazir 200mg (2%), Atazanazir 300mg (2%), Tenofovir 300mg + Lamivudina 300mg (2%) e Abacavir 300mg (1%). Constatou-se que o Lopinavir 200mg + Ritonavir 50mg foi o medicamento mais utilizado; tendo em vista que esquemas terapêuticos simplificados permitem o uso de diferentes medicamentos em um mesmo comprimido facilitando a adesão ao tratamento. Ressalta-se, também, a importância do acesso de medicamentos visando assegurar uma melhor qualidade de vida para os pacientes portadores de HIV. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 3

4 (FCH 4) PERCEPÇÃO DA INTERCAMBIALIDADE DE MEDICAMENTOS DE REFERÊNCIA, GENÉRICOS E SIMILARES PELOS USUÁRIOS EM DROGARIAS NOS MUNICÍPIOS DE JOÃO PESSOA E SANTA RITA-PB VILAR, CR.¹; SILVA, KS.²; FRADE, ADS.³; VALE, CCB. 4 ; PEREIRA, CKS. 5 ; NETO, PCP. 6 ; FILHO,ESM. 7 ; RIBEIRO, NKR. 8 * ¹ Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, ² Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 3 Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 4 Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 5 Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 6 Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 7 Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, 8* Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, O crescimento constante do mercado farmacêutico se dá por diversos fatores, como melhoria da qualidade do tratamento e dos medicamentos. Com a vasta quantidade de medicamentos, surge no ramo farmacêutico a intercambialidade, possibilitando ao profissional prescritor ou ao paciente, com auxílio do Farmacêutico, a permuta de um medicamento por outros com a mesma indicação terapêutica. Para este fim, existem no mercado os medicamentos de referência, genéricos e similares. Avaliar o nível de conhecimento e aceitação da população acerca dos medicamentos de referência, genérico e similares, bem como a aceitação da intercambialidade entre eles. Foi utilizada uma abordagem quantitativa, através da aplicação de um questionário de características exploratórias, com perguntas inerentes ao tema, sendo os dados colhidos, analisados com o auxilio do Microsoft Office Excel e tratados utilizando cálculos estatísticos. A amostra foi composta por 372 participantes, onde 50% foram usuários atendidos na matriz atendidos na drogaria localizada na cidade de Santa Rita/PB e a outra metade na filial localizada na cidade de João Pessoa/PB no período de 30 de março de 2015 à 14 de maio de De acordo com os aspectos sóciodemográfico 54% das pessoas eram do sexo feminino e 46% do sexo masculino. Em relação a compra que estava sendo realizada, 57% foram com apresentação de prescrição e 43% sem a apresentação da devida prescrição, onde a automedicação (65%) foi o principal motivo. A maioria da população sabia do que se tratava o medicamento referência (51%), o medicamento genérico (78%) e o medicamento similar (62%), onde 64% afirmaram que realizariam a troca de um medicamento referência por um medicamento genérico ou similiar, enquanto 36% se mostraram receosos. A intercambialidade vem sendo aceita perante a população, entretanto alguns usuários ainda não aceitam realizar tal prática, geralmente por excesso de confiança no profissional prescritor ou pela falta de informação acerca destes medicamentos. Com isso, nota-se que a presença do profissional Farmacêutico em uma farmácia comercial é imprescindível para promover o uso racional de medicamentos, prestando atenção farmacêutica e realizando a intercambialidade de medicamentos de forma segura e confiável. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 4

5 (FCH 5) QUANTIFICAÇÃO DE MEDICAMENTOS ANTIRETROVIRAIS DISPENSADOS PARA CRIANÇAS EM UM HOSPITAL DE REFERENCIA NO RECIFE PE LIMA1, R. G. C.;SOUZA2, R. M. N.; Nóbrega3, I. M. F.. 1) Faculdade Pernambucana de 2) Faculdade Pernambucana de Saúde, 3) Faculdade Pernambucana de Saúde e Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Desde o primeiro caso de AIDS em crianças, publicado em 1982, essa doença tem sido causa de muito sofrimento entre essa faixa etária. Em 1997, a AIDS passou a ser a 11º causa de morte de crianças entre 1 a 4 anos de idade. O contágio da maioria dos bebês se deve à transmissão vertical, ou seja, à contaminação da criança pela mãe durante a gestação, parto ou até mesmo na amamentação. Quando se trata de uma criança, o cuidado deve ser maior. Dependendo da idade, a revelação é fundamental para o sucesso do tratamento. Identificar o número de dispensações de medicamentos antirretrovirais para crianças e quantificar os medicamentos mais utilizados para o tratamento de crianças portadoras do vírus HIV em um Hospital de Referência em Recife PE, no período de Janeiro à Junho de 2015 e conhecer melhor esta atividade, para desenvolver posteriormente um projeto de atenção farmacêutica a estes pacientes.tratou-se de uma pesquisa descritiva com levantamento de dados quantitativos, baseado nos relatórios obtidos através do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM). Após a coleta dos dados gerais, como: número de pacientes cadastrados e droga mais usada, as informações foram submetidasa análise percentual. o número total de dispensações para crianças foi de 578. Dentre os medicamentos mais dispensados estão:lamivudina 150mg (18%), Zidovudina sol. oral 10mg/ml (18%), Lopinavir 200mg + Ritonavir 50mg (11%), Lamivudina sol. oral 10mg/ml (9%), Lopinavir 80 mg + Ritonavir 20mg Sol oral (8%), Neviarapina 200mg (8%), Zidovudina 100mg ( 8%), Zidovudina 300mg + Lamivudina 150mg (6%), Efavirenz 600mg (3%), Tenofovir 300mg (3%), Abacavir 300 mg (2%), Abacavir sol. oral 200mg/ml (2%), Lopinavir 100mg + Ritonavir 25mg (2%), Ritonavir 100mg (2%).A maior parte das crianças tem dificuldades em aderir ao tratamento antirretroviral. A criança depende integralmente de outra pessoa para ministrar o medicamento, e a adesão, em geral, é baixa. Há uma série de resistências, como, por exemplo, a criança rejeitar o medicamento por achar o gosto ruim e se ressentir de efeitos colaterais como diarreia e vômito. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 5

6 (FCH 6) AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE MEDICAMENTOS ANTIRETROVIRAIS DISPENSADOS PARA GESTANTES EM UM HOSPITAL DE REFERENCIA NO RECIFE PE LIMA1, R. G. C.1; SOUZA2, R. M. N.2; Nóbrega3, I. M. F.3. 1) Faculdade Pernambucana de Saúde, 2) Faculdade Pernambucana de Saúde, 3) Faculdade Pernambucana de Saúde e Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira, A taxa de transmissão do HIV de mãe para filho durante a gravidez, sem qualquer tratamento, pode ser de 20%. Mas em situações em que a grávida segue todas as recomendações médicas, a possibilidade de infecção do bebê reduz para níveis menores que 1%. Para evitar a transmissão vertical, isto é, quando a mãe contamina seu filho durante a gestação, parto ou amamentação, um coquetel de remédios que reduz a carga viral deve ser tomado desde o início da gravidez até o parto. Identificar o número de dispensações de medicamentos para gestantes HIV+ e parturiente e quantificar os medicamentos mais utilizados para o tratamento de gestantes portadoras do vírus HIV em um Hospital de Referência em Recife PE, no período de Janeiro à Junho de Os dados foram obtidos através do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM), o qual funciona como controle da dispensação mensal de medicamentos, em um Hospital de Referencia no Recife PE. Os mesmos foram coletados em uma tabela, onde foram divididos em dois grupos: gestantes HIV+ que retiraram medicamentos e parturiente; além de identificar os medicamentos mais utilizados por esta classe. O número de dispensações para gestantes HIV+ que retiraram medicamentos foi de 77 e parturiente de 51. Dentre os medicamentos mais utilizados estão: Zidovudina sol. Injetável 10mg/ml (36%), Zidovudina 300mg + Lamivudina 150mg (29%), Lopinavir 200mg + Ritonavir 50mg (25%), Atazanazir 300mg (2%), Ritonavir comp 100mg (2%), Tenofovir 300mg (2%), Efavirenz 600mg (1%), Lamivudina 150mg (1%), Lopinavir 100mg + Ritonavir 25mg (1%), Neviparina 200mg (1%). As gestantes portadoras de HIV têm indicação de tratamento com os medicamentos para prevenir a transmissão para o feto. A mãe que tem o vírus não deve amamentar o bebê, porque há risco de transmissão do vírus da mãe para o filho. As mulheres soropositivas podem ter uma gravidez tranquila, segura e com muito baixo risco de que seu bebê nasça infectado pelo HIV, caso faça o correto acompanhamento médico e siga todas as recomendações e medidas preventivas. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 6

7 (FCH 7) DETECÇÃO E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS RELACIONADOS COM MEDICAMENTOS: ESTRATÉGIA PARA OTIMIZAR A FARMACOTERAPIA SILVA, ERM 1, CALDERARO, VC 2 ; SOUZA, RP 2 ; SILVA, FZ 1, DOS SANTOS, VLC 1 1. Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará SESPA, 2. Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna As ações para a otimização da farmacoterapia e a segurança do paciente estão implicadas no processo de Atenção Farmacêutica, no qual o farmacêutico colabora com outros profissionais para identificar e resolver Problemas Relacionados com Medicamentos (PRM) e a morbidade associada a estes. Conforme o Terceiro Consenso de Granada em 2007, Problemas Relacionados com Medicamentos (PRM): são aquelas situações em que no processo de uso de medicamentos causam ou podem causar o aparecimento de um resultado negativo associado à medicação e Resultados Negativos associados à Medicação (RNM): são resultados na saúde do paciente não adequados ao objetivo da farmacoterapia e associados ao uso ou falha no uso de medicamentos. Analisar os Comunicados Farmacêuticos (CF) encaminhados pelo Serviço de Farmácia (SEFAR) às unidades assistenciais de um Hospital público em Belém do Pará no ano de O estudo foi retrospectivo, descritivo e transversal. Analisou-se a segunda via dos CFs encaminhados pelo SEFAR às clínicas no período de 01 de janeiro a 31 dezembro de Foram analisados apenas os dados constantes nos CFs, não sendo utilizados documentos adicionais como receituários e prontuários dos pacientes. Os dados foram inseridos no programa Excel e realizada a estatística descritiva. Foram analisados 360 CFs. A Clínica com maior frequência de intervenções foi a Urgência e Emergência (40%) seguida da Clínica Médica (34,2%), Maternidade (11,2%), Pediatria (10,6%) e Unidade de Cuidados Intensivos Neonatal (4%). Dos cinco medicamentos mais envolvidos nas ocorrências de PRM, três foram antimicrobianos: ceftriaxona, oxacilina e ciprofloxacino (n=63, n=24 e n=21 respectivamente), bem como hidrocortisona (n=46) e cetoprofeno (n=24). Os principais potenciais PRM detectados foram quanto ao aprazamento de horário (43%) e seleção (20%), seguidos de dose (7%), tempo de tratamento (6%) e outros (duplicidade, reconstituição, intervalo, diluição, ilegibilidade, sigla não padronizada, etc) com 24%. Das sugestões encaminhadas para resolução dos possíveis PRM, 87% foram acatadas, 9% não acatadas e 4% sem resposta. O estudo evidencia que as intervenções realizadas permitiram a identificação de potenciais PRM e a prevenção da maioria deles, com base na elevada aceitação das sugestões farmacêuticas e a melhoria da qualidade da assistência. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 7

8 (FCH 8) ORGANIZAÇÃO DE PROCESSOS DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM UM MUNICÍPIO DE SERGIPE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ELABORAÇÃO DE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÃO(POPs) GAMA 1, A. R.; DOS SANTOS 2, M. W. O.; GOIS 3, A. M.; LIMA 4, M. N. B. de; SANTOS 5, T. A; OLIVEIRA 6, M. A.; ONOZATO 7, T.; SANTOS 8, E. M. S. 1 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 2 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 3 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 4 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 5 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 6 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 7 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, 8 Universidade Federal de Sergipe UFS/Campus Prof. Antônio Garcia Filho Lagarto/SE, A Assistência Farmacêutica é um conjunto de ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, individual e coletiva. Tal processo envolve seleção, programação, aquisição, distribuição, dispensação e armazenamento de medicamentos, promovendo também o seu uso racional. Os Procedimentos Operacionais Padrões(POPs) são ferramentas que auxiliam na padronização de tarefas, proporcionando aos usuários um serviço ou produto com o mínimo de variações. Descrever a elaboração de POPs para o armazenamento e a distribuição de medicamentos da Secretaria Municipal de Saúde de Lagarto/SE, por acadêmicos do Segundo Ciclo de Farmácia e o impacto da atividade na formação desses estudantes. A metodologia utilizada na disciplina de Práticas de Ensino na Comunidade II estimula o aluno a identificar e resolver problemas por meio da vivência nos serviços de saúde. Neste contexto, durante as aulas realizadas na Secretaria Municipal de Saúde, os discentes, juntamente com a farmacêutica responsável e supervisão docente, identificaram a necessidade de padronização dos processos. A partir do diagnóstico situacional, a elaboração de POPs foi proposta como parte da resolução do problema. Os estudantes distribuíram-se em grupos e identificaram as atividades que necessitavam de padronização. Assim, foram aplicados conhecimentos sobre o ambiente adequado, local de estocagem, procedimentos e responsáveis pelas atividades. Após as visitas, os grupos se reuniram para discutir as observações levantadas, por fim cada grupo elaborou dois POPs. As atividades contempladas foram: Recebimento, armazenamento e distribuição de medicamentos. Posteriormente, os documentos foram reunidos em um manual e entregue à farmacêutica. Para os discentes, a atividade proporcionou o desenvolvimento de habilidades comunicativas oral, escrita, organização de processos, trabalho em equipe e conhecimento acerca das Boas Práticas de Armazenamento e Distribuição de Medicamentos. A atividade foi considerada muito valiosa, uma vez que o conhecimento foi construído por meio de visitas in loco e discussões em aula. A atividade proporcionou também contato com uma rotina até então desconhecida pela maioria, que após a conclusão do trabalho se sentiu mais segura em relação às atividades logísticas da profissão. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 8

9 (FCH 10) INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA: PRATICA CLÍNICA EM UM HOSPITAL ESCOLA SILVA, S.C. 1 ; TENÓRIO, G.M.T. 2 ; BRITO, M.C.S.R. 3 ; GONÇALVES LEOPARDI, M.G. 4 ; RODRIGUES, N.S Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 2 - Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 3 - Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 4 - Universidade Federal de Alagoas - UFAL; 5 - Universidade Federal de Alagoas - UFAL; O segmento farmacêutico clínico corrobora para o aumento do alcance terapêutico positivo dos paciente, bem como a diminuição de custos com a terapia. Dentro do segmento da Farmácia Clínica é a intervenção que possibilita a comunicação do profissional farmacêutico com os outros membros da equipe de cuidado, bem como do paciente e seu acompanhante e/ou cuidador. Tendo em vista que no Brasil o Farmacêutico Clínico ainda está sendo introduzido nas equipes de cuidado hospitalar a avaliação da aceitabilidade das intervenções podem apontar a inclusão deste profissional na equipe assistencial em Hospitais. Quantificar a aceitação das intervenções farmacêuticas ante a equipe multiprofissional de cuidado durante o primeiro trimestre de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e Idoso. Tratouse de um estudo retrospectivo das intervenções farmacêuticas conduzidas por farmacêuticos residentes em sua rotina de atuação profissional, no período de abril a junho de As intervenções foram estabelecidas durante o segmento farmacêutico clínico nos setores de prática (Clínica Médica e Clínica Cirúrgica) da Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e Idoso. As intervenções foram analisadas quantitativamente quanto a forma (verbal ou escrita), tipo (a quem se destinou) e aceitação. Uma intervenção foi considerada aceita quando resultou, dentro de 24 horas, em uma alteração, nova prescrição médica, mudança na conduta e/ou registro de evolução do paciente elaborado por outro profissional de saúde. Foram acompanhados por meio do prontuário farmacêutico um total de 45 pacientes, sendo 14 internados na clínica médica e 31 na clinica cirúrgica. Durante o período foram realizadas 173 intervenções, dessas, 145 (83,8%) foram classificadas como aceitas e 28 (16,2%) como não aceitas. Houve uma prevalência de intervenções realizadas de forma verbal 148 (85,5%), enquanto apenas 25 (14,5%) de forma escrita. A maioria das intervenções foi realizada do farmacêutico para o médico 102 (59%), seguido das efetivadas do farmacêutico para outros profissionais de saúde 54 (31,2%). A intervenção farmacêutica apresentou-se como uma importante ferramenta na interação entre profissionais de saúde no cuidado integral de pacientes internados. Ficando explicito que as intervenções farmacêuticas realizadas estão gerando uma boa aceitação e visibilidade da profissão no âmbito hospitalar. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 9

10 (FCH 11) RELAÇÃO ENTRE A PREVALÊNCIA DE INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA E A PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO RODRIGUES, N.S. 1 ; SILVA, S.C. 2 ; TENÓRIO, G.M.T. 3 ; BRITO, M.C.S.R. 4 ; NEVES, S.J.F Universidade Federal de Alagoas - UFAL; 2 - Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 3 - Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 4 - Hospital Universitário Professor Alberto Antunes - UFAL; 5 - Universidade Federal de Alagoas - UFAL; Detectar interações medicamentosas é de grande importância para a otimização de um tratamento, de modo a evitar danos ao paciente causados por redução da eficácia terapêutica, ocorrência de toxicidade ou reações adversas, e assim, gastos desnecessários por parte das instituições de saúde. Como a hipertensão arterial sistêmica é uma condição crônica em que o sucesso do tratamento é essencial para evitar o agravamento do quadro clínico do paciente, a detecção de interações faz-se necessária. Estabelecer relação entre a prevalência de interações medicamentosas potenciais e a prática da automedicação em pacientes hipertensos atendidos pela Unidade Básica de Saúde Ibi Gatto Falcão. Tratou-se de um estudo transversal realizado na Unidade Básica de Saúde Ibi Gatto Falcão, localizada no VII Distrito Sanitário do município de Maceió, estado de Alagoas. A coleta de dados se deu de dezembro de 2013 a janeiro de 2014, por meio de fonte primária, com a aplicação de questionário constituído de informações sociodemográficas e clínicas dos participantes, além de adesão terapêutica e a aferição de pressão arterial. Participaram da pesquisa 50 pacientes, de ambos os sexos, com diagnóstico médico de hipertensão arterial e que recebiam, regularmente, medicamentos antihipertensivos constantes no elenco de referência da Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (REMUME) dispensados pelo serviço de farmácia presente na unidade em estudo. O estudo evidenciou que pelo menos 1 (± 0,7) medicamento foi utilizado por conta própria, por pessoa, no mês em que a pesquisa foi realizada, além de que a maior prevalência de interações medicamentosas potenciais (52,6%) ocorreu ao associar-se o tratamento medicamentoso prescrito à automedicação (p=0,001), refletindo que a causa de tais interações está vinculada a esta prática, sendo os representantes da classe dos anti-inflamatórios não esteroides os mais recorrentes, podendo resultar na diminuição da eficácia dos anti-hipertensivos. O profissional farmacêutico, integrado com a equipe multidisciplinar de saúde, tem papel fundamental no acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes, intervindo quando se fizer necessário, de forma a contribuir para o uso racional dos medicamentos e o seu impacto na evolução clínica, qualidade de vida dos pacientes e otimização dos recursos financeiros das instituições de saúde. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 10

11 (FCH 12) PERFIL DAS PRESCRIÇÕES DOS PACIENTES ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE ONCOLOGIA DO INSTITUTO DE MEDICINA INTEGRAL PROFESSOR FERNANDO FIGUEIRA (IMIP). SILVA, D. A. P. 1 ; SOARES, J.C.S 2 ; NÓBREGA, I.M.F. 1,3 ; J.O.S 4 ; SILVA, M.F.S. 5 1 Faculdade Pernambucana de Saúde FPS, 2 Centro universitário Maurício de Nassau, 3 Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira 4,5 Farmacêuticos da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, A prescrição medicamentosa é um documento legal pelo qual se responsabilizam quem prescreve (médico) e quem dispensa o medicamento (farmacêutico), estando sujeito à legislação de controle e vigilância sanitários. A pesquisa teve por objetivo avaliar a presença dos aspectos legais e institucionais da prescrição médica para pacientes atendidos no ambulatório de oncologia do IMIP, a fim de avaliar prescrições com relação à apresentação da informação sobre o paciente, o prescritor e os medicamentos, bem como o cumprimento da legislação vigente. Este trabalho pretende contribuir para a racionalidade da farmacoterapia oferecida pacientes oncológicos. Trata-se de um estudo transversal, descritivo feito a partir da análise de prescrições de pacientes atendidos em um ambulatório de oncologia do IMIP. O período de coleta foi de outubro de 2014 a fevereiro de Os dados foram tabulados no banco de dados do Microsoft Office Excel 2007 e em seguida analisados estatisticamente. A pesquisa teve início após aprovação do Comitê de Ética da Faculdade Pernambucana de Saúde (nº parecer: ), sendo mantido o sigilo e o anonimato das informações. Do total de 4919 prescrições avaliadas, estavam prescritos medicamentos sendo as via de administração mais presentes foram (97,69%) medicamentos prescritos pela via parenteral, 320 (1,60%) pela via subcutânea e 80 (0,40%) pela via oral. Nos dados referentes aos pacientes, encontramos que em 1523 prescrições (30,96%) a idade do paciente não estava informada; em 1530 (31,10%) não havia o peso e altura do paciente no hospital; e em 288 (5,85%) não havia a informação quanto ao registro do prontuário do paciente. A assinatura do prescritor esteve presente em 4631 prescrições (94,14%). Entretanto, em 288 prescrições (5,86%) não havia a assinatura de qualquer prescritor. Conclusão: Percebe-se que muitas prescrições não atendem as normas vigentes no país no que diz respeito à completude e clareza das informações. É necessário que a prescrição seja vista como um documento terapêutico de comunicação entre profissionais. A constante capacitação e educação continuada aos profissionais prescritores é um caminho eficaz e de baixo custo para a instituição minimizar essas falhas. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 11

12 (FCH 13) PRESCRIÇÕES COM ABREVIATURAS CONDICIONAIS: UMA REALIDADE SUPERVALORIZADA ANDRADE, PHS 1 ; SIQUEIRA, IB 2 ; CAVALCANTE, NC 3 ; TRAVASSOS, DL 4 ; LOBO; IMF 5. 1.UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, 2.UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, 3.HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SERGIPE, 4.HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SERGIPE, 5.HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SERGIPE, Abreviaturas em prescrições médicas são reconhecidamente inapropriadas devido ao potencial risco associado a danos ao paciente. Porém, evidências que corroborem esta associação são incipientes. Pode haver uma supervalorização destes erros e de seu potencial risco, principalmente quando associados às prescrições com abreviaturas condicionais como: se necessário e SOS. Avaliar e relacionar as prescrições de medicamentos com abreviaturas condicionais à frequência com que foram de fato administrados. Estudo descritivo transversal retrospectivo, baseado em dados coletados prospectivamente por farmacêuticos, entre julho e dezembro de 2014, em um hospital público universitário. As prescrições de 405 pacientes, com pelo menos um medicamento prescrito com as abreviaturas condicionais SOS e se necessário foram avaliadas durante a internação. Foi calculada a frequência de uso das abreviaturas condicionais e relacionada à taxa de administração dos medicamentos prescritos com abreviaturas condicionais. O banco de dados e análise estatística foram feitos no Excel Do total de 6351 medicamentos, 20,2% (1283) foi prescrito com abreviaturas condicionais e 41,3% (530) destes foram administrados. Destes últimos, 29,2% (155) foram prescritos adequadamente. Do total de medicamentos prescritos com abreviaturas condicionais, 29,2% (375) foram administrados e prescritos inadequadamente, representando 5,9% (375) dos 6351 medicamentos prescritos. Assim, o percentual de prescrições com abreviaturas condicionais entre os medicamentos prescritos quando relacionado ao de administração em condições inadequadas é 3,4 vezes menor, o que implica em reduzido risco destas abreviaturas condicionais resultarem em potenciais eventos adversos para os pacientes. As classes medicamentosas mais prescritas nesta condição foram: analgésicos, 37,7% (484); fármacos para desordens gastrointestinais, 25,6% (328); fármacos atuantes no sistema renina-angiotensina, 10,7% (137). Os resultados deste estudo indicam que pode haver supervalorização dos riscos das prescrições com abreviaturas condicionais. Contudo novos estudos prospectivos devem ser realizados para explorar melhor a associação de eventos adversos a prescrições com abreviaturas condicionais. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 12

13 (FCH 14) ANÁLISES DAS PRESCRIÇÕES MÉDICAS DISPENSADAS EM DROGARIAS DA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE-PE. SOARES, J. C. S 1 ; SILVA, D. A. P. 2 ; SILVA, J. O. S. 3 ; SILVA, M. F. S. 4 1 Centro universitário Maurício de Nassau, 2 Faculdade Pernambucana de 4-5 Farmacêuticos da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, A prescrição médica é um instrumento essencial para a terapêutica e para o uso racional de medicamentos, constituindo um documento legal que está sujeito à legislação de controle e vigilância sanitária. Os erros de prescrição são ocorrências comuns e podem assumir dimensões clinicamente significativas. Analisar as prescrições médicas arquivadas em duas drogarias. Estudo do tipo quantitativo e observacional, utilizando dados secundários obtidos das prescrições médicas arquivadas em duas farmácias situadas na região metropolitana do Recife. No período de Junho à Agosto/2014 foram analisadas prescrições. As principais variáveis foram: prescrição legível; contendo a Denominação Comum Brasileira, posologia, via de administração, concentração, data da prescrição, duração do tratamento, quantidade de medicamentos, identificação do paciente, forma farmacêutica e carimbo do médico com o número do Conselho Regional de Medicina (CRM). Das prescrições analisadas, 20% estão corretas. Enquanto que em 80%, os principais erros encontrados foram: 1% estava sem o nome do paciente, 6% não apresentavam o carimbo do CRM, 12% sem data da prescrição, 16% não indicava a duração do tratamento; 5% estavam sem a via de administração, 5% sem a concentração do medicamento e sem a forma farmacêutica, 7% estavam com abreviações e 4% estavam sem a posologia do medicamento. 33% dos receituários estavam ilegíveis e 7% apresentavam rasuras. Estes achados demonstram que os erros de prescrição ainda são frequentes, sendo o mais grave destes, a ilegibilidade das prescrições. Com isso, destaca-se a necessidade de os médicos adotarem a prescrição eletrônica. O envolvimento de todos os profissionais da saúde, desde o médico até o farmacêutico é fundamental para garantir o uso racional e seguro dos medicamentos, bem como alertar quanto aos erros de medicação e como preveni-los. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 13

14 (FCH 15) ANÁLISE DAS PRESCRIÇÕES DE ANTIMICROBIANOS DISPENSADOS EM UMA DROGARIA NA CIDADE DO RECIFE-PE. SOARES, J. C. S 1 ; SILVA, D. A. P. 2 ; SOUZA, R. M. 3, SILVA, J. O. S. 4 ;SILVA, M. F. S. 5 1 Centro universitário Maurício de Nassau, 2 Faculdade Pernambucana de 3 Farmacêutico, ; 4-5 Farmacêuticos da Prefeitura Municipal do Cabo de Santo Agostinho, A prescrição de antimicrobianos exerce papel fundamental no tratamento medicamentoso, através da qual se responsabilizam perante o paciente e sociedade, tanto aqueles que prescrevem quanto os que dispensam. Analisar as prescrições de antimicrobianos dispensados em uma drogaria na cidade do Recife-PE, de acordo com a RDC 20/2011 no período compreendido entre maio a outubro de 2014 segundo exigências sanitárias para receituários de antimicrobianos. Analisaram-se prescrições das quais 721 (27,7%) eram similares, impossibilitando desta forma a intercambialidade do mesmo. Em 207 receitas (8%) não tinham carimbo e 41 (2%) sem a posologia. Observaram-se prescrições sem a duração de tratamento em 735 (28%) e 492 (19%) das prescrições apresentavam letra ilegível. Havia prescrições sem a concentração do medicamento em 385 (14,8%). O sexo feminino contribuiu com o maior percentual (60,5%), já entre os homens foi de (39,5%). Quanto à origem das receitas, os hospitais e consultórios particulares compreenderam (91,2%), enquanto que as instituições públicas foram de 229 (8,8%). É importante salientar que, os dados mostram que os procedimentos legais não são adequadamente cumpridos. A falta de informações só dificulta a orientação a ser realizada pelos dispensadores, facilitando a seleção de cepas de bactérias resistentes. Assim, os resultados corroboram a grande complexidade relacionada às prescrições de antimicrobianos, sendo necessário instituir medidas urgentes de sensibilização dos prescritores, para tal devem ser cumpridas as exigências legais para o efetivo tratamento medicamentoso do paciente. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 14

15 (FCH 18) ATENÇÃO FARMACÊUTICA EM FITOTERAPIA: AVALIAÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE DE PRODUTOS A BASE DE FOLHAS DE Passiflora spp. GODINHO, JWLS 1 ; MESQUITA, LSS 2 ; MESQUITA, JWC 3 ; FERREIRA, TTD 4 ; SILVA, ON 5 ; OLIVEIRA, MA 6 ; RIBEIRO, MNS 7 ; AMARAL, FMM 8. 1 Universidade Federal do Maranhão, 2 Universidade Federal do Maranhão, 3 Universidade Federal do Maranhão, 4 Universidade Federal do Maranhão, 5 Universidade Federal do Maranhão, 6 Universidade Federal do Maranhão, 7 Universidade Federal do Maranhão, 8 Universidade Federal do Maranhão, O uso de fitoterápicos na medicina humana quer seja como prática tradicional, complementar e/ou alternativa à alopatia, tem seus benefícios reconhecidos, estando atualmente em grande expansão mundial, refletindo a tendência da utilização de produtos naturais de origem vegetal na recuperação e/ou preservação da saúde, estimulada pela atribuição empírica de propriedades terapêuticas a estes produtos; porém é necessário considerar os riscos associados ao uso para fins medicinais de produtos de má qualidade. Nesse sentido, esse estudo propõe avaliar a qualidade de amostras comercializadas como folhas de Passiflora spp. (maracujá), constantemente empregadas para uso medicinal pela população maranhense, em estabelecimentos farmacêuticos de São Luís, Maranhão, Brasil. As amostras foram adquiridas por compra em cinco localidades diferentes e submetidas à avaliação da qualidade quanto aos parâmetros de comercialização e pureza; tais como: rotulagem, peso, preço, índice de espuma, teor de água, cinzas totais e pesquisa de materiais estranhos e de bactérias. A maioria das amostras não atende aos parâmetros legais de rotulagem; sendo evidenciada grande variação de preço. Todas as amostras estão dentro dos limites farmacopeicos e/ou da literatura especializada em relação ao teor de água, índice de espuma e cinzas totais. A amostra de droga vegetal analisada apresentou índice de 76,3% de material estranho. Embora todas as amostras em estudo sejam comercializadas como maracujá, foi evidenciado que três amostras foram identificadas com Passiflora incarnata, uma amostra como Passiflora alata e uma amostra apenas como Passiflora spp. Nesse sentido vale enfatizar que espécies vegetais diferentes apresentam respostas biológicas distintas. Em uma amostra foi comprovado crescimento bacteriano. Os resultados desse estudo evidenciam a necessidade de maior fiscalização, vigilância e controle de qualidade do material vegetal medicinal disponibilizado para comercialização, principalmente com relação aos aspectos de rotulagem, já que embalagem e rótulo, além de cumprirem a função de realizar o contato direto entre o produto e o usuário, possuem funções estéticas, técnicas e informativas; portanto devem obedecer às legislações vigentes visando contribuir para o uso eficaz e seguro do medicamento. O atendimento a estas normas é imprescindível à qualidade do tratamento oferecido ao paciente, enquanto informações erradas e/ou incorretas levam ao uso incorreto. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 15

16 (FCH 19) O FARMACÊUTICO NA ORIENTAÇÃO AOS USUÁRIOS DE MEDICAMENTOS ISENTOS DE PRESCRIÇÃO SANTOS, IS1; SILVA, LCPBB2; RODRIGUES, APU3; AGUILERA, CSB4; FONTES, DAF5 1.Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão, 2.Universidade Federal de Pernambuco, 3.Universidade Federal de Pernambuco, 4. Universidade Federal de Pernambuco, 5.Universidade Federal de Pernambuco, Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os medicamentos isentos de prescrição MIPs são os medicamentos aprovados pelas autoridades sanitárias para tratar sintomas e males menores, disponíveis sem prescrição ou receita médica devido à sua segurança e eficácia desde que utilizados conforme as orientações disponíveis nas bulas e rotulagens. Este trabalho tem por objetivo evidenciar a importância do farmacêutico na orientação de usuários de MIPs. O trabalho consistiu em uma revisão de literatura, foram realizadas buscas em bases de dados nacionais e internacionais, e nas legislações vigentes no Brasil. De acordo com a RDC 138/03, todos os medicamentos cujos grupos terapêuticos e indicações terapêuticas estão descritos no Lista de Grupos e Indicações Terapêuticas Especificadas (GITE), respeitadas as restrições textuais e de outras normas legais e regulamentares pertinentes, são de venda sem prescrição médica, a exceção daqueles administrados por via parenteral que são de venda sob prescrição médica. Os MIP são indicados para doenças com alta morbidade e baixa gravidade e são considerados de elevada segurança de uso, eficácia comprovada cientificamente ou de uso tradicional reconhecido, de fácil utilização e baixo risco de abuso, como, por exemplo, os antiácidos, os analgésicos e os antitérmicos. Sendo assim, a ocorrência de intoxicações por um medicamento considerado seguro como a dipirona pode parecer improvável. Porém, um levantamento realizado mostrou que, de casos de intoxicações medicamentosas registradas por seis Centros de Controle de Intoxicações, (10,21%) eram por MIP, incluindo a dipirona. Segundo relatório anual de 2010, da Associação Americana dos Centros de Controle, medicamentos foram os principais agentes associados a fatalidade (1.104; 80,8%). Entre as 25 categorias de medicamentos mais frequentemente associados às intoxicações, estavam: analgésicos ( ; 9,7%); medicamentos para tosse e resfriados (57.793; 2,69%) e vitaminas (62.743; 2,92%). O farmacêutico capacitado e habilitado à prescrição de medicamentos é uma estratégia crucial para evitar a automedicação por parte da população e contribuir assim significativamente na efetividade terapêutica dos MIP, reduzindo agravos à saúde, melhorando qualidade de vida do usuário e gerando economia aos sistemas de saúde. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 16

17 (FCH 20) O FARMACÊUTICO AOS OLHOS DA POPULAÇÃO A IMPORTANCIA DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO PARA UMA POPULAÇÃO ATENDIDA POR UMA UNIDADE DE SAÚDE NO MUNICIPIO DE JOÃO PESSOA-PB CARNEIRO,CA1; SERRANO, RSM2 1-Universidade Federal da Paraíba, 2-Universidade Federal da Paraíba, Os medicamentos podem ser utilizados para obter a curar de doenças e é um dos recursos mais utilizados pelos profissionais de saúde. Nesse contexto o farmacêutico se faz importante por ser o último profissional de saúde que entra em contato com o usuário antes dele utilizar o medicamento, podendo orientar sobre o uso, armazenamento e descarte correto. Identificar se a população reconhece o profissional farmacêutico e sua importância e se ao adquirir os medicamentos chegou a receber alguma orientação para utilizar os mesmo. A pesquisa se constituiu em observação direta intensiva através de entrevistas estruturadas, realizadas nas casas dos participantes juntamente com os Agentes Comunitários de Saúde no horário das vistas domiciliares. Foram entrevistados 10% das famílias atendidas pela Unidade de Saúde da Família, desses 54% afirmou conhecer o farmacêutico, alegaram em sua maioria que ele seria o profissional responsável por orientar sobre a prescrição e os medicamentos com relação ao uso e possíveis efeitos adversos. Quando questionados se eles achariam importante que o farmacêutico orientasse sobre o uso dos medicamentos, os entrevistados afirmaram que seria muito importante, pois tem dúvidas sobre o uso, efeitos colaterais e armazenamento. Dos que conhecem o farmacêutico, 14% afirmaram que o veem pouco, e seria importante que ele não realizasse apenas a vende dos medicamentos. 46% afirmaram não conhecer este profissional, e quando questionados se acreditavam ser importante ter alguém que os orientasse sobre as medicações, a maioria afirmou que era importante, pois muitos têm dúvida sobre como utilizar o medicamento e compreender e seguir a receita médica. Quanto ao recebimento de orientação sobre o armazenamento, descarte e uso das medicações, 87% afirmaram que nunca receberam tais informações. O farmacêutico é reconhecido pela população como o profissional capacitado em orientar sobre os medicamentos, entretanto sua ausência na atenção a população é um entrave no próprio reconhecimento dele como profissional de saúde o que faz com que ele perca oportunidade de prestar serviços, diminuindo sua visibilidade e importância para a sociedade além de gerar um risco a população pela falta de orientações adequadas relacionados aos medicamentos. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 17

18 (FCH 21) FARMÁCIAS DOMÉSTICAS: ARMAZENAMENTO E DESCARTE DE MEDICAMENTOS POR UMA POPULAÇÃO ATENDIDA POR UMA UNIDADE BASICA DE SÁUDE DO MUNICIPIO DE JOÃO PESSOA PB. CARNEIRO,CA1; SERRANO, RSM2 1-Universidade Federal da Paraíba, 2-Universidade Federal da Paraíba, As farmácias domésticas se constituem parte do cotidiano da população, ao passo que facilitam o acesso aos medicamentos também podem promover um grande risco devido problemas no uso, armazenamento e descarte incorreto dos medicamentos. Realizar um levantamento com a população atendida por uma unidade de saúde da família (USF) no município de João Pessoa-PB, buscando identificar como é realizado o armazenamento e descarte dos medicamentos nas residências. Para a obtenção dos dados a técnica de pesquisa se constituiu em observação direta intensiva onde pesquisador com autorização do responsável ia ao local onde os medicamentos eram armazenados e em seguida realizava a entrevistava, que foram realizadas nas casas dos participantes juntamente com os Agentes Comunitários de Saúde no horário das vistas domiciliares. Foram visitadas 78 residências, 40% dos entrevistados possuem ensino médio completo, seguido de 20% com ensino fundamental incompleto, e a renda familiar foi de 38% para um salário mínimo e de um a dois salários 30%. A farmácia da USF teve o maior número de citações como 1º opção para aquisição de medicamentos pelos usuários. Foi obtida na pesquisa uma média de 28,06 de medicamentos por domicilio com mínimo de 1 e máximo de 180 unidades encontradas e um total de 2189 medicamentos. A cozinha e o quarto foram os locais onde se encontraram mais medicamentos, em sua maioria as famílias realizavam o armazenamento em dois cômodos da casa. O fato de esquecer-se de utilizar a medicação ou ela vir em excesso foram as principais causas citadas para a sobra dos medicamentos. 86% das especialidades farmacêuticas não apresentaram bulas. Foram encontrados um total de 279 medicamentos vencidos o que corresponde a 12,74% do total de medicamentos encontrados e uma média de 3,57 medicamentos por domicilio. Com relação ao descarte 81% dos pesquisados afirmaram fazer o descarte no lixo comum, seguido de 6% vaso sanitário, e 3% pia. É necessário o acompanhamento do profissional farmacêutico na atenção primaria para promover a orientação sobre uso racional dos medicamentos assim como de Políticas de logística reversa voltadas para o destino final dos medicamentos. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 18

19 (FCH 22) ESTUDO DA UTILIZAÇÃO DE MEDICAMENTOS DISPENSADOS NA FARMÁCIA BÁSICA DE CUITÉ/PB MORAIS, MFS 1 ; DINIZ, RS 2 ; FARIAS, AD 3 ; FONSECA, LB 4 ; MACIEL, MPS 5 ; SANTOS, MT 6 ; SILVA NETA, MN 7 ; OLIVEIRA, YMC 8 1 Discente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 2 Docente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 3 Docente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 4 Discente da Associação Caruaruense de Ensino Superior e Técnico (ASCES), 5 Discente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 6 Discente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 7 Discente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, 8 Orientadora - Docente da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) - Campus Cuité, Os medicamentos são insumos que possuem importância essencial no contexto do sistema de saúde, podendo contribuir significativamente na melhoria da qualidade de vida da população. Caracterizar a utilização dos medicamentos dispensados na farmácia básica de um município do interior do estado da Paraíba. O presente estudo foi desenvolvido na Farmácia Básica do município de Cuité/PB, no período de junho a agosto de 2014, onde foram avaliadas prescrições médicas, obtendo informações sobre os medicamentos e classes farmacológicas mais dispensadas, analisando o perfil demográfico quanto ao sexo e idade. Os resultados obtidos foram avaliados segundo indicadores da OMS/OPAS. Foram analisadas 194 prescrições, totalizando 282 medicamentos prescritos, com um número médio de 1,45 medicamentos por prescrição, estando dentro da faixa de 1,3 a 2,2, apresentada pela OMS. Todos os medicamentos constavam na lista da RENAME A classe de medicamento mais utilizada envolvem aqueles que atuam nas infecções gerais de uso sistêmico com 32,98%, sendo a Azitromicina, com 16%, o medicamento mais prescrito. Já os medicamentos de menor indicação foram os que atuam no aparelho gênito-urinário e hormônio sexual, com 0,7%. O perfil sócio demográfico dos usuários mostrou predominância do sexo feminino (59%) e 41% para o masculino, com uma média de idade de 37,1 anos. Os resultados apresentados, ainda que referentes a uma única farmácia do município demonstram a caracterização de consumo de medicamentos da população Cuiteense, pois os mesmos são dispensados de forma centralizada. Tal estudo demonstrou que a porcentagem de antimicrobianos nas prescrições foi superior ao indicado como razoável pela OMS e portanto, esses resultados devem nortear a tomada de decisões na gestão dos serviços na saúde do município, principalmente, na Assistência Farmacêutica, promovendo a racionalidade nas prescrições para evitar a resistência a antimicrobianos, que é algo perigoso para a população e oneroso para os cofres públicos. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 19

20 (FCH 23) INTERAÇÃO ENTRE FENITOÍNA E NUTRIÇÃO ENTERAL EM PACIENTES HOSPITALIZADOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA SILVA1, WT; SILVA2, RT; ALVES3, RFL; SILVA4, LK; SANTOS5, JI; TABOSA6, VS; SILVA7, AFS; CORDEIRO8, RP; 1-Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, 2- Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, Graduanda em Farmácia da Faculdade 4- Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, 5- Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, 6- Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, 7- Graduanda em Farmácia da Faculdade ASCES, 8- Professor Orientador da Faculdade ASCES, Na Unidade de Terapia Intensiva ha necessidade de investimentos em diversos recursos, os quais são indispensáveis para a redução de morbimortalidade dos pacientes. Na prática, a combinação medicamentosa com diferentes efeitos visa potencializar os efeitos dos agentes combinados dos fármacos. Em relação à terapia medicamentosa é importante alcançar a melhor resposta clínica na eficácia e segurança do paciente, na qual depende de um diagnóstico e tratamento farmacológico adequado, podendo então esse medicamento ser administrado nas sondas enterais. Entretanto às vezes esse tratamento podem trazer complicações, podendo levar a mudanças no efeito farmacológico do mesmo, como é o caso da fenitoína e a nutrição enteral, que tem como consequência uma biodisponibilidade reduzida do medicamento. Realizar uma revisão de literatura e observar importância entre a fenitoína e nutrição enteral em pacientes hospitalizados. Trata-se de uma revisão da literatura utilizando fontes como: Lilacs, Scielo, Bireme, através de 20 artigos publicados entre o ano de 2008 a Estudos afirmam que para as interações entre a fenitoína em pacientes que recebem nutrição enteral sejam identificadas é necessário avaliação dos fatores modificantes da resposta farmacológica esperada. Além disso, estudos realizados detectaram que a interrupção por uma hora da dieta enteral, depois de administrada a dose de fenitoína, aumenta os níveis séricos de fenitoína em quase 90% do tratamento, do mesmo modo que, ajuda a manter um nível terapêutico do mesmo. Sabendo-se que a uma elevada incidência de pacientes hospitalizados que se alimentam através de nutrição enteral, assim como o uso de fármacos por esta via, entretanto é importante salientar que a absorção dos nutrientes e de alguns fármacos ocorre por um mecanismo semelhante. Diante disso conclui-se é importante que o profissional responsável reconheça os fármacos utilizados para que sua absorção possa ser adequada, observando se a mesma pode ser afetada, ou não, pela presença de alimentos. Centro de Convenções Maceió AL 20 a 22 de agosto de 2015 Página 20

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais

Prescrição Farmacêutica. Aspectos técnicos e legais Bem Vindos! Prescrição Farmacêutica Aspectos técnicos e legais Quem sou? Prof. Dr José Henrique Gialongo Gonçales Bomfim Farmacêutico Bioquímico 1998 Mestre em Toxicologia USP 2003 Doutor em Farmacologia

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 555 DE 30 DE NOVEMBRO DE 2011 Ementa: Regulamenta o registro, a guarda e o manuseio de informações resultantes da prática da assistência farmacêutica nos serviços de saúde. O Conselho Federal

Leia mais

Farmacêutica Priscila Xavier

Farmacêutica Priscila Xavier Farmacêutica Priscila Xavier A Organização Mundial de Saúde diz que há USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS: quando pacientes recebem medicamentos apropriados para suas condições clínicas, em doses adequadas às

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos.

Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. Procedimento Operacional Padrão (POP) Núcleo de Segurança do Paciente - COSEP - NUVISAH Título: Segurança na prescrição de medicamentos. POP nº 05 - NUVISAH/HU Versão: 01 Próxima revisão: 11/12/2015 Elaborado

Leia mais

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos

1.5. Dados pessoais que devem constar na receita médica. 1.6. Validade das receitas de medicamentos antimicrobianos Atualizado: 10 / 05 / 2013 FAQ AI 1. Controle de medicamentos antimicrobianos (antibióticos) 1.1. Informações gerais 1.2. Uso contínuo (tratamento prolongado) 1.3. Retenção da segunda via da receita médica

Leia mais

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS

RDC 60. Perguntas e Respostas. RDC nº 60, RDC 60 - PERGUNTAS E RESPOSTAS Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS DE MEDICAMENTOS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de 26 de NOVEmbro de 2009 1 Regulamentação SOBRE AMOSTRAS GRÁTIS RDC 60 Perguntas e Respostas RDC nº 60, de

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS Claudia Witzel CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA O Ciclo da Assistência Farmacêutica compreende um sistema integrado de técnicas, científicas e operacionais SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

Atribuições Clínicas do Farmacêutico

Atribuições Clínicas do Farmacêutico Atribuições Clínicas do Farmacêutico Evolução dos gastos com medicamentos do Ministério da Saúde 650% crescimento R$ Atualizado: 10/02/2014 Fonte: Fundo Nacional de Saúde FNS e CGPLAN/SCTIE/MS Hospitalizações

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Padrão Nível 1 Uso seguro e racional de medicamentos Dimensões da qualidade Aceitabilidade, adequação e integralidade Assistência Farmacêutica

Leia mais

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE

REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE REDUÇÃO DE DANOS EM SERVIÇOS DE SAÚDE Prevalência do HIV nas Populações mais Vulneráveis População em geral 0,65% Profissionais do sexo 6,6% Presidiários - 20% Usuários de drogas injetáveis 36,5% REDUÇÃO

Leia mais

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL

Serviço Social. DISCURSIVA Residência Saúde 2012 C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A. wwww.cepuerj.uerj.br ATIVIDADE DATA LOCAL HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PEDRO ERNESTO C COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO ACADÊMICO D A Serviço Social DISCURSIVA Residência Saúde 2012 ATIVIDADE DATA LOCAL Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) 31/10/2011

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento,

Palavras-chave: Busca ativa, dependência química, tratamento, BUSCA ATIVA DE PACIENTES DEPENDENTES QUÍMICOS Área Temática: Saúde Cristiane Barros Marcos 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) Cristiane Barros Marcos, Bruna Abbud da Silva 2, Sara Silva Fernandes 3,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização.

PALAVRAS-CHAVE: Uso Racional de Medicamentos. Erros de medicação. Conscientização. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Versão 3.00 2001 Introdução: Este guia visa a orientar o profissional farmacêutico sobre os genéricos, e como este deve proceder na hora de aviar uma receita nesta nova

Leia mais

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR

DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema

Leia mais

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015

MEDICAMENTOS. CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 MEDICAMENTOS CAPACITAÇÃO EM FARMACOLOGIA PARA AS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal 2015 Parceria: Farmácia Escola da UFRGS - Programa Farmácia Popular Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

NOTA TÉCNICA No 1/2011

NOTA TÉCNICA No 1/2011 Agência Nacional de Vigilância Sanitária NOTA TÉCNICA No 1/2011 Esclarecimentos e orientações sobre o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes

Leia mais

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS

POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS POLÍTICA DE DESCARTE DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA ENSINO DO SAS CABRAL, Mayara da Nóbrega CHAVES, Antônio Marcos Maia CHAVES, Maria Emília Tiburtino JALES, Silvana Teresa Lacerda MEDEIROS, Leanio Eudes

Leia mais

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil

Desafios para a Comunicação Efetiva em Farmacovigilância no Brasil IX Encontro Internacional de Farmacovigilância das Américas Painel: Comunicação do Risco em Farmacovigilância: o que fazer para a informação chegar a quem interessa? Desafios para a Comunicação Efetiva

Leia mais

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL

Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Implementación e Impacto de las Listas Nacionales de Medicamentos Esenciales Experiencias en Países Seleccionados de la Región - BRASIL Lima, Perú 27 noviembre de 2007 Sistema Único de Saúde - SUS Estabelecido

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2º TRIMESTRE DO 2º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de Dezembro de 2012 à Fevereiro de 2013 2 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta

Leia mais

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013.

NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. NOTA TÉCNICA Perguntas e respostas referentes às Resoluções do CFF nº 585 e nº 586, de 29 de agosto de 2013. Assessoria da Presidência Assessoria técnica Grupo de consultores ad hoc Conselho Federal de

Leia mais

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015

Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Parecer CRFa-4ª Região nº 003/2015 Dispõe sobre a atuação fonoaudiológica na área hospitalar privada, pública e filantrópica e em atendimento domiciliar e dá outras providências O presente Parecer tem

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / /

SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / SERVIÇO DE CLÍNICA FARMACÊUTICA SMS/CURITIBA Data: / / PERFIL DO PACIENTE : Encaminhamento Equipe Alta Hospitalar Busca Ativa Outra Nome: Cartão SUS: Data de nascimento: Idade: Gênero: Masculino Feminino

Leia mais

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas.

O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. O trabalho do CFN amplia o campo de atuação dos nutricionistas. Quando o campo se expande, mais profissionais chegam ao mercado, mais áreas de atuação se formam e a categoria conquista mais visibilidade.

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013

COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E PARECERES PARECER n.º 007/2013 Aprovado na 523ª Reunião Ordinária de Plenário de 26 de agosto de 2013. 1. Do Fato Assunto: Dispensação de medicamentos pelo Técnico de Enfermagem.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Ensino Técnico Etec: Dr. Francisco Nogueira de Lima Código: 9 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnica

Leia mais

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP:

EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: APS SANTA MARCELINA INTRODUÇÃO EXPERIÊNCIA DA IMPLANTAÇÃO DA NO SUS APS SANTA MARCELINA / SP: UM PROCESSO EM CONSTRUÇÃO Parceria com a Prefeitura de São Paulo no desenvolvimento de ações e serviços voltados

Leia mais

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação

Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Amostra grátis de remédios: ANVISA regula a produção e dispensação Profª Dra Roseli Calil / DEC Enfº Adilton D. Leite / SADP A ANVISA, através da RDC (RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA da Agência Nacional

Leia mais

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1

FACIDER FACULDADE DE COLIDER. FACIDER atualizado 2014/1 FARMACIA, BACHARELADO ESTUDOS FORMATIVOS Página 1 Portaria Credenciamento IES: Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01. Portaria Autorização Administração : Portaria 1658 D.O.U. 25/07/01 Portaria Reconhecimento Administração : Portaria 3.519 D.O.U.14/10/05. Portaria

Leia mais

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007.

DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. DECRETO Nº 1710, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2007. Institui o elenco de medicamentos e aprova o regulamento dos procedimentos de aquisição e dispensação de medicamentos especiais para tratamento ambulatorial

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS

ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS ATUALIZAÇÃO EM FERIDAS CUTÂNEAS E CURATIVOS Taís Lopes Saranholi Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: tais_saranholi@hotmail.com Cássia Marques da Rocha Hoelz E-mail: cassiarocha@bauru.sp.gov.br

Leia mais

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008

Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Resolução nº 492 de 26 de novembro de 2008 Ementa: Regulamenta o exercício profissional nos serviços de atendimento pré-hospitalar, na farmácia hospitalar e em outros serviços de saúde, de natureza pública

Leia mais

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações

Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública. Apresentação e orientações Formulário para envio de contribuições em Consulta Pública FORMULÁRIO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES EM CONSULTA PÚBLICA Apresentação e orientações Este Formulário possui a finalidade de enviar contribuições

Leia mais

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR

A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR A INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA EQUIPE MULIDISCIPLINAR DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA NO MUNICÍPIO DE MEDIANEIRA - PR 1.1 1.2 Cheile Kátia da Silva 1. Michelly Laurita Wiese 1.3 INTRODUÇÃO: De acordo com

Leia mais

18/2/2013. Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS

18/2/2013. Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO OU RECEITA MÉDICA TIPOS DE RECEITAS PRESCRIÇÃO MÉDICA Profª Drª Alessandra Camillo S. C. Branco PRESCRIÇÃO OU RECÉITA MÉDICA CONCEITO Solicitação escrita, com instruções detalhadas, sobre o medicamento a ser dado ao paciente: Quantidade

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo

Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo O tabagismo é, reconhecidamente, uma doença crônica, resultante da dependência à droga nicotina, e um fator de risco para cerca

Leia mais

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS

ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS ENCONTRO ESTADUAL DE FARMACÊUTICOS PREPARATÓRIO PARA A 15ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE RELATÓRIO FINAL OFICINA AMAZONAS Informações gerais Estado Amazonas Organizadores (sindicato e Sindicato dos Farmacêuticos

Leia mais

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº

NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº NOTA TÉCNICA SOBRE A RDC Nº 20/2011 Orientações de procedimentos relativos ao controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição isoladas ou em associação.

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA CARACTERIZAÇÃO DOS USUÁRIOS QUE FAZEM USO DE PSICOTRÓPICOS DE UMA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Ana Eliedna Nogueira, Universidade Potiguar, eliednanog@hotmail.com Rúbia Mara Maia Feitosa, Universidade

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010

INTRODUÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010 PRÊMIO DE INCENTIVO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O SUS 2010 A Monografia IMPLANTAÇÃO DA ATENÇÃO FARMACÊUTICA NO NASF NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO DE EXTREMA-MG foi premiada com Menção

Leia mais

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA

SERVIÇO FARMACÊUTICO EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA SERVIÇO FARMACÊUTICO UMA UNIDADE DE ERGÊNCIA Junior André da Rosa Blumenau, 23 de maio de 2014 DECLARAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES Declaro não haver nenhum conflito de interesse nesta apresentação. Parte

Leia mais

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS.

O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. O PAPEL DO SERVIÇO DE EPIDEMIOLOGIA NA REDE DE PROTEÇÃO A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE EM SITUACAO DE RISCO PARA A VIOLENCIA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS. AREA TEMÁTICA: Saúde. COORDENADORA: Prof.ª Dr.ª Denise

Leia mais

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS DE MEDICAMENTOS DEFINIÇÃO Dispensação é o ato de assegurar que o medicamento de boa qualidade seja entregue ao paciente certo, na dose prescrita, na quantidade adequada; que sejam fornecidas as informações

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE 1º período Saúde, Trabalho e Meio- Ambiente I 150 10 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE Identificação da relação entre os modos de viver e o processo

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648

PLANO DE SEGURANÇA DO PACIENTE NORMA Nº 648 Página: 1/4 1- OBJETIVO Definir estratégias para garantir a segurança do paciente, visando minimizar os riscos durante os processos associados aos cuidados de saúde através da implementação de boas práticas

Leia mais

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA DÚVIDAS MAIS FREQUENTES NO BALCÃO DA FARMÁCIA Neste módulo vamos tratar de situações que envolvem dúvidas quanto à melhor maneira de agir e as práticas permitidas ou não pela legislação, mas que, comumente,

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Gripe A (H1N1) de origem suína

Gripe A (H1N1) de origem suína Gripe A (H1N1) de origem suína A gripe é caracterizada como uma doença infecciosa com alto potencial de contagio causado pelo vírus Influenza. Este vírus apresenta três tipos, sendo eles o A, B e C. Observam-se

Leia mais

Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente

Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente Prescrição e Dispensação de Medicamentos Genéricos e Similares Destaques da Legislação Vigente Brasília, 21 de outubro de 2013. Processo nº: 25351.584974/2013-59 Tema da Agenda Regulatória 2013/2014 nº:

Leia mais

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO:

PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO: PARECER TÉCNICO ASSUNTO: Solicitação de parecer acerca de Técnico de Enfermagem lotado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de transtorno mental acompanhar paciente internado em outra instituição,

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

Fica autorizada a remuneração por parte das OS (Organizações Sociais) de acordo com tabela e instruções contidas em anexo - Orientações

Fica autorizada a remuneração por parte das OS (Organizações Sociais) de acordo com tabela e instruções contidas em anexo - Orientações Circular S/SUBPAV/SAP n.º 10/2011. Aos Coordenadores das A.P.s com vistas às Unidades Primárias de Saúde Assunto: Pagamento de gratificações Rio de Janeiro, 15 de abril de 2011. CONSIDERANDO a necessidade

Leia mais

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002

feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 Página 1 feema - Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente Curso de Legislação e Normas para o Licenciamento Ambiental Junho de 2002 DZ 056 - Diretriz para Realização de Auditoria Ambiental capa

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC: Rodrigues de Abreu Código: 135 Município: Bauru Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnica de Nível médio de Técnico em Enfermagem

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR.

EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR. EPIDEMIOLOGIA DO USO DE MEDICAMENTOS NO BAIRRO SANTA FELICIDADE, CASCAVEL PR. Janaína Pelosi Bezerra (PIBIC/UNIOESTE/PRPPG), Vanessa Cristine Beck, Éverson Andrade, Ligiane de Lourdes Silva, Poliana Vieira

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS:

1. CADASTRO 2. AGENDAMENTOS: 1. CADASTRO Para atuar no Hospital São Luiz, todo médico tem de estar regularmente cadastrado. No momento da efetivação, o médico deve ser apresentado por um membro do corpo clínico, munido da seguinte

Leia mais

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE

CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE CARTA DE SÃO PAULO 5º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS O USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS E A SEGURANÇA DO PACIENTE A realização do I Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos

Leia mais

Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante

Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante POR QUE CRIAR CIHDOTTs? 6294 hospitais no país Necessidade de descentralização Equipes localizadas dentro do hospital notificante

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS

TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DAS FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ERROS DE MEDICAÇÃO NA ENFERMAGEM: NO PACIENTE ADULTO HOSPITALIZADO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA

SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA SÍNDROME DE BURNOUT: ATIVIDADES PREVENTIVAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE DA FAMÍLIA ARAÚJO, Andréia 1 ; RODRIGUES, Hingridy Aparecida 2 ; FERRARI, Rogério 3 ; MAGALHÃES, Josiane 4 ; FRANÇA, Flávia Maria

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato

O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato O Jornal O Imparcial, em sua edição do dia 07 de fevereiro do corrente, publicou uma matéria sobre as críticas do Conselheiro Henrique Liberato Salvador, da Delegacia Regional de P. Prudente do Conselho

Leia mais

Curso Intensivo. Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos

Curso Intensivo. Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos Curso Intensivo Prescrição Farmacêutica e Dispensação Racional de Medicamentos O EaDPLUS é um dos melhores portais de cursos à distância do Brasil e conta com um ambiente virtual de aprendizagem que visa

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE INTRODUÇÃO LÍVIA CRISTINA FRIAS DA SILVA SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE X ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE Ms. Maria de Fátima Lires Paiva Orientadora São Luís 2004 INTRODUÇÃO Sistema Único de Saúde - Universalidade

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22

PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 13 PROVA ESPECÍFICA Cargo 22 QUESTÃO 31 Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, obedecendo ao Quadro II da NR- 4, subitem 4.4, com redação dada pela Portaria nº

Leia mais

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL FUNDAMENTOS LEGAIS, PRINCÍPIOS E ORIENTAÇÕES GERAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL I - Fundamentos legais A Constituição de 1988, inciso IV do artigo 208, afirma: O dever do Estado com a educação será efetivado

Leia mais

Fitoterapia e a prática do Nutricionista. Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091

Fitoterapia e a prática do Nutricionista. Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091 Fitoterapia e a prática do Nutricionista Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091 Nutrição Clínica Anos 70 Dietoterapia Hospitalar Anos 80 Dietoterapia em Consultório Anos 90 Fitoquímicos isolados e fitoterápicos

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002.

LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. LEI MUNICIPAL Nº 1559/02, DE 16 DE JULHO DE 2002. Cria e extingue cargos na estrutura do Quadro Permanente de Cargos, lei Municipal 1338/98, e dá outras providências. WOLMIR ÂNGELO DALL`AGNOL, Prefeito

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às

CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010.

Fortaleza, 17 e 18 de junho de 2010. Fracionamento de medicamentos para dispensadores Parcerias: Defensoria Pública do Estado do Ceará; Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA Conselho Regional de Farmácia - CRF- CE Sindicato do

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012.

PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012. PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012. Presença de Enfermeiro em comunidades terapêuticas para tratamento de álcool e drogas. I Relatório Trata-se de solicitação de dúvida, encaminhada

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

ASSUNTO: PRESCRIÇÃO DE FITOTERÁPICOS DE VENDA LIVRE CORRELACIONADOS ÀS CONSULTA

ASSUNTO: PRESCRIÇÃO DE FITOTERÁPICOS DE VENDA LIVRE CORRELACIONADOS ÀS CONSULTA PARECER ASSUNTO: PRESCRIÇÃO DE FITOTERÁPICOS DE VENDA LIVRE CORRELACIONADOS ÀS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO FONOAUDIÓLOGO. CONSULTA A Comissão de Orientação e Fiscalização do CREFONO 6 encaminhou, à Comissão de

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais