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1 Informativo de Comércio Exterior AEB Órgão Oficial da Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB Abril/Maio 2011 Ano XII Número 109 As opiniões emitidas neste informativo são de exclusiva e inteira responsabilidade dos autores, não exprimindo necessariamente o ponto de vista da AEB. AEB Diretoria da AEB Promoveu Debate com a Camex A Associação de Comércio Exterior (AEB) realizou, no dia 28 de abril, reunião conjunta da Diretoria e dos Conselhos de Administração e Técnico. Ocasião em que se registrou a participação especial do secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Emilio Garofalo Filho e do assessor especial do órgão, José Manoel Cortiñas Lopez. Na oportunidade, o presidente da AEB, Benedicto Fonseca Moreira, noticiou que irá se licenciar da presidência da entidade por um lapso de tempo, período em que o cargo passará a ser exercido, interinamente, por José Augusto de Castro, um dos vice-presidentes da entidade, nos termos do inciso X do artigo 27 do Estatuto Social da AEB. A seguir, fez uma breve avaliação das questões chaves que envolvem o comércio exterior brasileiro, destacando as que mais preocupam e afetam a competitividade dos bens e serviços no exterior, a saber: o câmbio valorizado; a tributação, excessivamente elevada, sem que se desonere a exportação por completo, como determina a Constituição; a burocracia, multiplicada pela existência de numerosos órgãos que intervêm na comercialização externa; a logística que, por aspectos tributários não resolvidos que impedem, por exemplo, a implementação do multimodalismo, mantém-se deficiente e acarreta custo elevado vis-à-vis os custos dos nossos competidores estrangeiros. Logo depois, José Augusto de Castro mencionou as reuniões-visitas feitas pela direção da AEB, com alguns dos novos integrantes da equipe do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a saber: em 15/03 com o secretário-executivo do MDIC; em 22/03 com o secretário de comércio e serviços e em 06/04 com a secretária de comércio exterior. Também comentou, em linhas gerais, sobre as propostas que a AEB encaminhou ao MDIC, por intermédio do secretário-executivo, Alessandro Teixeira, e à Confederação Nacional da Indústria, com sugestões no campo da desoneração, simplificação e desburocratização da exportação, dentre outras. A realização do 30 o Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), que ocorrerá nos dias 18 e 19 de agosto de 2011, no Armazém 2 do Píer Mauá do Porto do Rio de Janeiro, foi tema abordado por Fábio Martins Faria, vice-presidente-executivo da AEB, que reiterou convite aos associados e demais empresas com atividades no comércio exterior, para que participem do evento, lembrando que, tradicionalmente, o mesmo oferece oportunidade ímpar para que se debatam, com representantes do alto escalão do governo, temas da máxima importância e se construam propostas de soluções aos problemas que ainda persistem e dificultam a tarefa de se alcançar a almejada sustentabilidade das exportações brasileiras. Emilio Garofalo Filho cuja trajetória e experiência no governo foram lembradas por Benedicto Fonseca Moreira, quando destacou suas atuações como diretor internacional do Banco Central do Brasil e do Banco do Brasil discorreu sobre a participação que a Camex vem tendo na definição de diretrizes com vistas à criação de uma política de comércio exterior. Enfatizou, além disso, a contínua tarefa do órgão de coordenação dos demais setores de governo com atuação no segmento de comércio externo, justamente visando à desburocratização e à melhora das condições do ambiente de negociações no País, mirando no alcance de maior grau de competitividade para os produtos e serviços brasileiros destinados ao exterior, senão eliminando por completo, pelo menos atuando na eliminação de problemas que demandam soluções menos complexas para compensar dificuldades que se originam em questões que exigem prazos mais longos para serem sanadas, como são as derivadas dos movimentos da taxa de câmbio e as emergidas do peso da carga tributária brasileira e seus desdobramentos. Lembrou, a propósito, ações que vêm sendo adotadas no campo da defesa comercial e de medidas prudenciais implementadas pelo Ministério da Fazenda que, certamente, evitaram, e continuarão evitando, que o real tenha valorização maior e mais rápida, se distanciado dos preços atuais, exemplificando com a calibragem no aumento do IOF. O encontro com os representantes da Camex órgão do governo de atuação fundamental para o desenvolvimento do comércio exterior do País ensejou o levantamento de dificuldades que continuam angustiando o cotidiano do processo de realização de operações internacionais, travando ou barrando o sucesso de suas empreitadas. E as travas se revelam em diversas etapas do processo: na tarefa de negociar preço competitivo no exterior, numa exportação ou numa importação, em especial, quando para trazer insumos ou máquinas a serem utilizados na produção exportável; na lide diária de busca de recursos para a produção, tempestivamente e a custo competitivo, seja via investimentos produtivos vindos do exterior, seja por meio do sistema público para oferecer financiamento ao comprador estrangeiro; na realidade da logística do transporte, por vezes trágica, que impõe aos operadores do comércio externo brasileiro sacrifícios e custos, desde a saída da fábrica até o porto de embarque (onde os serviços aduaneiros, por exemplo, não são disponibilizados 24 horas), para final despacho ao comprador externo. Informativo de Comércio Exterior AEB 1

2 Nesse sentido, o encontro com a Câmara de Comércio Exterior repetiu a oportunidade para que diretoria e associados da AEB reiterassem e aprofundassem reflexão sobre uma série de questões, algumas, inclusive, já com propostas de soluções encaminhadas ao governo pela entidade. Como numa curta, mas profícua, avan-première do que se tem em expectativa acontecer durante o Enaex, que ocorrerá em agosto próximo, foram trocadas ideias e informações, além de debatidos, com o novo secretário-executivo da Camex, Emilio Garofolo Filho, e com o assessor José Manoel Cortiñas Lopez, também com larga experiência trazida de funções anteriores no MDIC e no BB, em especial na área da logística, temas que englobaram aspectos operacionais, aduaneiros, cambiais, tributários, logísticos e de financiamentos, em torno dos negócios de comércio exterior. 2 Informativo de Comércio Exterior AEB

3 Dois dias de evento com palestras de autoridades do governo, líderes empresariais, especialistas em comércio internacional. 18 e 19 de agosto de 2011 Armazém 2 Píer Mauá Porto do Rio de Janeiro Av. Rodrigues Alves, s/n o Praça Mauá Rio de Janeiro-RJ Agora na sua 30 a edição, o Enaex manterá como cerne das discussões a competitividade da economia brasileira. Além disso, buscará apresentar propostas concretas para a eliminação das barreiras ao comércio externo e de medidas para o seu crescimento sustentável, bem como propiciar o debate entre setores do governo e o empresariado. 30 a EDIÇÃO Propostas para ampliar a competitividade do comércio exterior brasileiro Principais temas a serem discutidos: política de desenvolvimento da competitividade inovar para competir facilitação comercial: racionalização e simplificação para crescer modernização dos controles aduaneiros para aumentar a competitividade desafios para a expansão das exportações de serviços financiamento e garantia de crédito no comércio internacional agronegócio: entraves e perspectivas portos: o que fazer para avançar no marco regulatório? infraestrutura de logística e transportes: planejar e investir logística integrada e multimodalismo política macroeconômica e a questão cambial negociações internacionais promoção comercial: como ampliar sua efetividade? o que fazer para fortalecer a defesa comercial? Feira e Exposição de Serviços de Comércio Exterior: empresas exportadoras e importadoras; trading companies; bancos e seguradoras de crédito à exportação; operadores logísticos e transportadores; empresas de remessa expressa; terminais portuários; empresas de consultoria; operadores portuários; corretoras de câmbio e seguro; empresas de despacho aduaneiro; empresas de software; cursos e universidades; órgãos públicos; prestadores de serviços; outros Infraestrutura: espaços de convivência e contatos; praça de alimentação; área de promoção de negócios; Wi-Fi zone e cyber point; estacionamento e sistema de segurança Realização: Maiores Informações: AEB Associação de Comércio Exterior do Brasil Tel.: Fax: Patrocínio: Apoio:

4 AEB Lança Novo Portal na Internet! Como um dos compromissos assumidos no Plano de Trabalho , foi lançado o Novo Portal da AEB (www.aeb.org.br), com nova programação visual, novos aplicativos, interface dinâmica e conteúdo totalmente remodelado e renovado. O portal traz novidades como TV AEB, cotações do dia, AEB em Ação, notícias em destaques, Informativo Diário AEB, publicações e muito mais. Além disso, foram ampliados os conteúdos anteriormente disponíveis, de diversas naturezas, como: institucional, eventos, notícias, Informativo de Comércio Exterior AEB, artigos AEB, publicações, legislação, links e contatos. O novo portal da AEB conta ainda com a área do associado, com informações e serviços exclusivos. Outras novidades serão lançadas e incorporadas ao longo do ano, especialmente no que se refere aos produtos, funcionalidades e acessibilidade aos associados. Nesse sentido, convidamos os filiados da AEB a conhecerem o novo portal e preencherem o cadastro para obtenção de login na área do associado. Acesse e conheça o novo portal da AEB, seus novos serviços e funcionalidades. COMÉRCIO EXTERIOR Mauro Laviola, Diretor da AEB. 20 Anos do Mercosul Em agosto de 2010, os resultados da 39 a Reunião de Cúpula do bloco foram oficialmente propalados como o encontro mais produtivo dos últimos anos porque alinhavou decisivos passos para a consolidação da união aduaneira subrregional, revelando a visão canhestra dos representantes governamentais lá presentes sobre a evolução do processo. O exame mais detalhado sobre as Decisões do Conselho do Mercado Comum revela se tratar da repetição de mais uma das histórias da carochinha que tanto ilustraram as cimeiras anteriores. As medidas adotadas relativas à eliminação da dupla cobrança da TEC e repartição equitativa da renda aduaneira estão previstas para serem desenvolvidas em etapas sucessivas até 2019, por força do tácito reconhecimento de diversos óbices para sua implementação imediata. Mais estapafúrdia medida foi aprovar o Código Aduaneiro Comum (CAM) após 15 anos de marchas e contramarchas em sua elaboração. Curiosamente, sua consolidação contém apenas 181 artigos, enquanto o Regulamento Aduaneiro vigente no Brasil, cuja última atualização data de fevereiro de 2009, contém, simplesmente, 820 artigos e estará forçosamente sujeito às alterações ou ampliações periódicas. Para ser efetivamente aplicado, o CAM dependerá da criação do Comitê do Código Aduaneiro, cuja data não foi estabelecida, bem como da elaboração do Documento Aduaneiro Único para padronizar o trabalho das correspondentes aduanas. Para se ter uma ideia do trabalho a ser desenvolvido, é importante registrar que 4 Informativo de Comércio Exterior AEB

5 ele envolverá modificações nos procedimentos de controle e fiscalização em 126 aduanas, 164 portos e instalações portuárias, 33 pontos de fronteiras, 37 aeroportos, 67 portos secos e 23 recintos de remessas postais, concentrados nos quatro países-membros efetivos (imaginem se a Venezuela ingressa oficialmente no organismo). Haja tecnicismo, competência e sentido de cooperação nessa empreitada para harmonizar códigos e procedimentos tão díspares. Outra medida esdrúxula consistiu na aprovação de um manual de procedimentos para aplicação da valoração aduaneira no Mercosul, quando são notórias as carências contidas nesse instrumento no Brasil (e nem imagino como são nos demais países-membros), essencial para a eficiente aplicação da legislação sobre os processos de defesa comercial ou para regularizar preços predatórios de determinadas importações. Em meados de dezembro de 2010, a 40 a Reunião de Cúpula do bloco foi marcada pela despedida do presidente brasileiro que, durante os últimos oito anos, foi aclamado pela maior parte dos países como o grande aglutinador político da região, não obstante a crescente divergência conceitual de relacionamento externo manifestada por alguns deles. Marcou, também, a repetição do incontrolável ufanismo que tem pautado esses encontros mediante a aprovação de nada menos que duas dezenas de decisões, parte delas remetendo, uma vez mais, para a próxima década, a tentativa de consolidação da união aduaneira subrregional. Consagrou, igualmente, a perspectiva de novos acordos com as relevantes áreas comerciais da Síria, Turquia, Palestina, Jordânia e Marrocos que venham compor o rol dos insignificantes acordos firmados com Egito e Israel e as ampliações não consolidadas com a Índia e Sacu. Para termos uma ideia quanto à pobreza das relações externas do Mercosul frente aos demais parceiros latino-americanos, basta comparar o quadro de seus respectivos acordos extrarregionais abaixo alinhados: CHILE Austrália/Canadá/China/EUA/Índia/Japão/UE = 27 países EFTA = 4 países/turquia/trans-pacific Strategic Economic Partnership = 3 países (Brunei Nova Zelândia Cingapura) Resumo: 10 acordos envolvendo 40 países sendo metade com áreas desenvolvidas Somando Aladi (11 países) + Costa Rica El Salvador Panamá Total Geral: 24 acordos envolvendo 55 países. COLÔMBIA Canadá/EFTA = 4 países/eua UE = 27 países (em finalização) Incluindo Aladi (10 acordos) Total Geral: 12 acordos envolvendo 16 países e, em fase de sinalização, mais um acordo (com a UE) envolvendo 27 países. MÉXICO Nafta = 2 países/ue = 27 países/efta = 4 países/israel/japão Resumo: 5 acordos envolvendo 35 países Em negociação com Coreia do Sul Incluindo Aladi (11 países) + 4 países da América Central Total Geral: 20 acordos envolvendo 50 países. PERU Canadá/China/Cingapura/Coreia do Sul/EFTA = 4 países/eua Resumo: 6 acordos envolvendo 9 países UE = 27 países (em finalização) Resumo: 7 acordos envolvendo 9 países Incluindo Aladi (11 países) Total Geral: 18 acordos envolvendo 20 países e, em fase de sinalização, mais um acordo (com a UE) envolvendo 27 países. MERCOSUL Índia (seletivo de preferências fixas) Sacu = 5 países (seletivo de preferências fixas) Egito (não está em vigor) Israel Resumo: 4 acordos envolvendo 8 países UE (em negociação) Resumo: 4 acordos, envolvendo 8 países em desenvolvimento Incluindo Aladi: 7 acordos (BO CH CO EQ ME VE Cuba) Total Geral: 11 acordos. Sob intensa pressão financeira e comercial que assola boa parte de seus integrantes, a União Europeia parece encontrar no Mercosul, a exemplo do acordo de livre comércio recém firmado com a Coreia do Sul e outros em gestação, uma boa válvula de escape para recuperar os níveis comerciais, financeiros e de serviços, notoriamente abalados pela crise internacional. Após anunciada a efetiva retomada das negociações birregionais durante 2010, o corrente ano será crucial para averiguar a capacidade negociadora dos dois blocos e testar até onde cada lado terá capacidade de aceitar as deficiências e relutâncias do outro. Assim, passadas duas décadas, é triste reconhecer que a empáfia governamental generalizada tem se recusado a examinar os sérios estudos e sugestões dos setores privados e dos institutos de pesquisa regionais com relação às deficiências do sistema integracionista do Cone Sul. As propagandas oficiais sobre os sucessos alcançados na integração dos quatro países, não obstante o reconhecimento das propaladas assimetrias, praticamente anestesiam quaisquer tentativas de correção de rumo, revisões de agendas e re-enquadramento de prioridades. Outro tabu inabalável se prende à questão da supranacionalidade que, supostamente, abalaria a soberania de cada um dos integrantes do bloco. Os países comunitários se recusam a ceder algum espaço institucional entre si, sob pena de comprometer suas integridades física, política ou econômica. Preferem, evidentemente, adotar a sistemática da intergovernabilidade que tem regido o processo desde sua criação e inalterado nem mesmo com a aprovação do Protocolo de Ouro Preto, em dezembro de 1994, que estabeleceu os compromissos básicos para a formação de uma união aduaneira subrregional que requereria a adoção de procedimentos comunitários mais compulsórios. Completados 20 anos de existência do Mercosul em março deste ano, verifica-se que o andar do processo se tornou cada vez mais complexo e praticamente inconcluso em face da aprovação de um emaranhado de posturas político-institucionais sem sentido prático. O sistema de intergovernabilidade, por seu turno, mostrou eficiência duvidosa porque, perto de 50% dos atos comunitários aprovados, carecem de internação nos respectivos ordenamentos jurídicos de cada país-membro, sem falar na crescente inadimplência na consolidação da TEC. Quanto mais problemas foram surgindo no correr do processo, maior o contingente de defensores da aplicação estratégica do pragmatismo gradualista visando a contornar as inúmeras, para não dizer insolúveis, incompatibilidades nacionais com os compromissos comunitários. Evidentemente, no atual estágio do Mercosul, não há cabimento cogitar adotar-se a supranacionalidade. Torna-se oportuno, portanto, os estrategistas regionais atentarem à necessidade de rever conceitos e reformular a metodologia de todo o processo integracionista subrregional, desprovido das contaminações políticas que têm marcado o relacionamento das nações latino-americanas em geral e que tendem a inocular definitivamente o próprio Mercosul. No caso brasileiro, tal providência se revela mais premente pela imperiosa necessidade do País adotar estratégia mais realista de melhor inserção de sua economia no complexo mundo das relações internacionais. Informativo de Comércio Exterior AEB 5

6 Falta Competividade: um Resumo da Ópera Wagner de Medeiros, Consultor da AEB A junção de aspectos expostos em algumas matérias do noticiário econômico de O Globo, de 30 de abril último, infere um resumo da ópera o que, de resto, se pode ter na leitura cotidiana da cobertura da imprensa sobre economia a propósito das razões que levam à falta de competitividade da economia brasileira. Contribui para desmistificar visão quanto ao peso que de hábito se atribui ao câmbio como principal, senão único, responsável pela queda de participação da indústria no PIB e no total das exportações do País. Que não sejam negados os impactos depressivos do real valorizado sobre as exportações e sobre a competitividade da indústria, mas, que também não se deixe de ter presente que, finda a fase de âncora da estabilização, a partir da reforma cambial de 1999, em nova fase do Plano Real, o câmbio sob regime de taxas flutuantes, de início com bandas cambiais (dando liberdade aos movimentos de capitais) passou a constituir pilar indissociável de dois outros taxa de juros (focando o objetivo das metas de inflação) e política fiscal compondo trindade em que se apoia a política macroeconômica que, desde então, se aplica no Brasil. No geral, a relação custobenefício da contribuição do câmbio tem sido favorável, comparativamente aos tempos do câmbio fixo. Mas, enquanto no câmbio fixo as intervenções pontuais do Bacen no câmbio permitiam, dentre outros objetivos, acobertar eventuais ineficiências de alguns setores não expostos à concorrência externa, bem como compensar distorções de custos estruturais internos ocultos em economia fechada, sob o regime flutuante (caracterizado por pequenas e periódicas intervenções do Bacen, quando necessário frear excessiva volatilidade por choques externos e ataques especulativos) a taxa de câmbio, agora, permite retrato de realidade de dupla face, uma exibindo benefícios por avanços na economia brasileira (fundamentos dos quais provém parte da força do real) e outra fazendo emergir graves deficiências internas que persistem à espera de que se complete o ciclo de reformas requerido no contexto da globalização. Significa dizer que partes da economia brasileira estão em dissonância com o processo de abertura, mantendo-se condições estruturais incompatíveis com a inserção no mercado internacional iniciada nos anos O processo que vem induzindo ao sucesso que a economia brasileira alcançou nos últimos anos contando, de quebra, com ventos favoráveis da economia internacional, até 2008 parece ter chegado a um ponto tal de exaustão que, para avançar, sobretudo em condições externas adversas não mais pode prescindir da eliminação das distorções remanescentes de economia fechada. Caso contrário, as dores da abertura continuarão a impor sacrifícios e a colocar em risco a saúde da indústria nacional patrimônio conquistado com esforço e custo de gerações agora levada a competir, nos mercados externos e no nosso cobiçado espaço interno, com contendores que têm melhores e atualizadas capacitações e vantagens competitivas. Começamos pelo editorial Pensamento grupal de Paulo Nogueira Batista Junior economista e diretor-executivo pelo Brasil e mais oito países no FMI que me parece perfeito para servir de elemento de convergência para o conteúdo das demais matérias aqui realçadas e destas com o que acima comentamos. Ao divergir dos que consideraram pequeno o último aumento 0,25% da taxa Selic (reunião de abril) para o combate à expansão da inflação e dos que nisso vêm prenúncio de posição tíbia ou falta de independência do BC brasileiro, o economista lembra que o o diferencial de juros nominais entre o Brasil e as principais economias desenvolvidas é imenso e acrescenta que o pensamento grupal não toma conhecimento de nada disso. Não se leva na devida conta que um aumento ainda maior dos juros sobrecarrega o déficit público (o Tesouro é quem arca com o grosso do prejuízo decorrente dos juros altos). E pior: acentuaria a tendência à sobrevalorização do real dos mais graves problemas da economia do País. Lembra ainda que com o último aumento da Selic, no ranking de 40 países (elaborado por Cruzeiro do Sul Corretora) a taxa básica de juro no Brasil alcança 6,2% (...) o segundo e o terceiro colocados, Turquia e Austrália, ficaram com 2,2% e 2% de juro real básico. Externando posição pessoal, como economista, conclui: Parece mais apropriado, nas circunstâncias atuais, combinar a política de juros com ajuste fiscal, medidas de controle do crédito e restrições à entrada de capitais e à tomada de empréstimos externos. Este último tipo de medida mata dois coelhos: contém a expansão do crédito alimentada pela onda de capitais externos e contribui para atenuar a valorização do real. Passando à reportagem de Danielle Nogueira e Bruno Villas Boas, o informe nos remete ao tema da competitividade ao enfocar notícia de planos do governo para baratear o custo da energia e cita a opinião do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, quando participava do Fórum Econômico para a América Latina, há pouco realizado no Brasil: Nossa energia é muito cara, muito cara, é uma das mais caras do mundo, se não for a mais cara. Boa parte desse custo se deve à tributação e temos que reduzi-lo. Isso talvez não fosse um problema há alguns anos, mas, somado à valorização do real, somado a uma certa perda de competitividade da nossa indústria, está se tornando um problema muito grave para nosso futuro. Por seu turno, o texto de Wagner Gomes discorre sobre o levantamento da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), versando, a propósito dos Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) no Brasil, sobre o País ter se tornado um dos principais receptores de recursos externos, com perspectivas de absorver 5,8% do fluxo global de investimentos, em 2011, atrás, apenas, de Estados Unidos e China, quando em 2005 esta participação tinha sido de 1,5%. A seguir, registra a opinião do presidente da entidade, Luiz Afonso Lima, de que a vinda desses recursos decorre de uma série de fatores, como o crescimento da demanda interna, em razão do aumento da renda dos brasileiros, e queda da economia (e do consumo) em tradicionais mercados (como o europeu) fazendo migrar recursos para o Brasil. Também aduz que o levantamento mostra mudanças qualitativas desses recursos (...) com uma tendência de redução da participação de setores industriais no total de ingressos de IED no País (...) reduzida de 52,8%, em 2001, para 17,8% no primeiro trimestre deste ano, enquanto os setores de serviços de commodities aumentaram a sua participação. O presidente da Sobeet, enfatiza a matéria e considera grandes problemas da indústria: câmbio desfavorável e a concorrência com os produtos importados (...). O que atrapalha a indústria é a falta de perspectivas de rentabilidade (...). Além disso, reconhece que há fatores de atração do investimento direto abaixo da média internacional, entre eles a eficiência governamental e a qualidade da infraestrutura. Na mesma linha, Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Departamento de Comércio Exterior da Fiesp e vice-presidente da AEB, também citado na reportagem, lembrou que a decisão do investidor é sempre racional, com base em uma análise de taxa de risco, potencial de crescimento, conjuntura econômica e câmbio favorável às negociações. Em sua opinião (...) os recursos à indústria só voltarão com força à medida que o governo reduza os seus gastos, dando oportunidade de diminuição da carga tributária. 6 Informativo de Comércio Exterior AEB

7 Por último, em matéria de Clarice Spitz e Danielle Nogueira, que também abordaram questões em torno da competitividade do câmbio, Luiz Fernando Furlan presidente da BR Foods, ex-ministro do MDIC e ex-vice-presidente da AEB comenta que estamos perdendo competitividade, o governo sabe. Mas mesmo o setor industrial sabe que a prioridade é combater o surto inflacionário. Estamos trabalhando (...) para que, enquanto o surto inflacionário não for debelado, a gente não deixe a indústria sofrer as consequências da taxa de câmbio e conclui: não existe solução mágica para elevar a competitividade da indústria brasileira (...) os custos elevados de energia, logística e serviços são ressaltados sob o efeito do câmbio apreciado: Na hora que se tem um fortalecimento profundo da moeda, acaba-se vendo com lente de aumento os motivos de não conseguirmos competir, detalhes da infraestrutura, carga tributária, juro alto e burocracia, uma série de fatores que compõe o Custo-Brasil e que, nesse momento, ficam cristalizados. É isso. A valorização do real responde a realidades exógenas e a razões de política interna, todos sabem, todos concordam. Dentre as causas que vêm de fora que também afetam outras moedas, além do real se distinguem: a pressão da liquidez externa, exacerbada pelos dólares injetados pelo governo norte-americano para estimular sua economia; a política cambial chinesa que visa (sob regime híbrido, meio capitalista meio socialista) conter vôo do yuan e estimular suas exportações; a alta de commodities, estimuladas por causas naturais (quebra de safras), mas também turbinadas por derivativos que, de mecanismos mitigadores de riscos, passaram a acobertar ações de especuladores, até agora sem controle eficaz e antído contra seus efeitos. Dentre as motivações de origem doméstica, é evidente que o diferencial de ganho real propiciado pela taxa de juros (descontada a inflação) há muito estimula operações de arbitragem (incentivando a vinda do chamado capital especulativo ou de motel), o que associado com a sadia atração do grau de investimento conquistado pelo País e preços de commodities em alta contribui para aumentar ainda mais a internação de dólares, jogando o valor do real para o alto. O governo, sem poder atuar sobre as causas externas, senão com discussões nos fóruns internacionais, de pouca ou nenhuma serventia, calibra os instrumentos de política macroeconômica se equilibrando entre apurar vista no combate à inflação objetivo para o qual o dólar depreciado por vezes acaba sendo aliado mesmo que pagando o preço da redução do saldo da balança comercial, e não descuidar de procurar reter ou retardar a apreciação do real, vilã mais notória das perdas que o câmbio vem impondo aos exportadores e aos industriais. Nesse sentido, tem procurado, via aumento do IOF, aumento do compulsório dos bancos e outras medidas macroprudenciais, atenuar o impacto da enxurrada de dólares, reduzindo os ganhos, sobretudo dos investidores de curto prazo, sem ter ainda lançado mão da quarentena, que, no passado de risco-país elevado e escassez de divisas, era instrumento usado, não para desestimular os afluxos de recursos, mas para aprisionar aqueles que se aventuravam a aqui entrar e eram vitais para as contas externas. Até porque, o déficit em conta corrente do BP (em torno de 2,3% em março) e a ainda instável situação da econômica mundial, com preço do petróleo em alta, conflitos em países árabes e perspectivas de queda nos preços de algumas outras commodities, com razão, parecem impor cautela com as decisões extemporâneas contra os recursos externos, mesmo que só visando aos de aplicações financeiras, de modo a que não se contamine a confortável posição do País como recebedor de IED, positivos e necessários em situação de baixa taxa de poupança interna e de investimento público. MCM Manual de Classificação de Mercadorias Produto A classificação de mercadorias é uma tarefa básica na importação, exportação e nas operações de mercado interno, que permite definir para cada produto a codificação em que deve ser enquadrado, para saber alíquotas de impostos e outras imposições a que estão sujeitos. A maneira mais simples de classificar o seu produto. Para as operações de comércio exterior utiliza-se a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM); o enquadramento correto da mercadoria nessa nomenclatura exige considerável tempo, além de conhecimento das regras para classificação. Com o Manual de Classificação de Mercadorias, é possível encontrar o código do produto a partir do nome, seja ele técnico ou comercial. Rio de Janeiro-RJ: Curitiba-PR: São Paulo-SP: Outras regiões: Se a sua região ainda não é atendida pelo serviço 4000, disque 0xx Belo Horizonte-MG Brasília-DF Campinas-SP Campo Grande-MS Cuiabá-MT Curitiba-PR Goiânia-GO Manaus-AM Porto Alegre-RS Rio de Janeiro-RJ Salvador-BA Santos-SP São Paulo-SP Vitória-ES Informativo de Comércio Exterior AEB 7

8 É complexa a sintonia de variáveis, cujos efeitos por vezes caminham em sentidos divergentes, como se depreende das matérias aqui citadas, como é o caso do aumento da Selic que, se de um lado busca conter o crédito e esfriar o consumo, visando a segurar a inflação, de outro, favorece as operações de arbitragem, atraindo mais recursos externos, valorizando o real e, consequentemente, mais afetando as exportações, além de onerar custos do Tesouro. O resumo da ópera é que o País, por anos classificado como de elevado risco para os investidores estrangeiros, viu afastada algumas das razões de sua vulnerabilidade econômica que nos impunha severas crises de BP, por escassez de divisas. E isso graças a uma série de conquistas, tais como: estabilidade política, a partir da redemocratização; estabilidade da moeda, com a derrubada da hiperinflação, a partir do Plano Real; conceito de controle das contas públicas, a partir da Lei de Responsabilidade Fiscal; ajuste das contas externas, com generosos superávits comerciais alcançados, parte em razão de base industrial forjada com a política de substituição de importações (até os anos 1980), parte por avanços na produtividade do setor agrícola; por último, mas muito importante, pela fase de notável crescimento da economia mundial (China, à frente) e ciclo de elevação dos produtos primários. Contudo, o Custo Brasil, dentre outros aspectos negativos, mantém baixa a competitividade da economia brasileira, fazendo o País continuar sob vulnerabilidade externa, aspecto negativo que se exacerba à vista de cenário internacional de incertezas e circunstâncias de não mais ser possível a correção, via câmbio, das distorções de custos internos estruturais da economia. Ou seja, o cobertor é curto para lidar com questões próprias de nação grande, inserida, positiva e irreversivelmente, no contexto político-econômico internacional, porém com economia de baixo grau de competitividade, graças a estruturas e variáveis socioeconômicas, algumas próprias de atrasado estágio de desenvolvimento (ver matéria no Informe de Comércio Exterior n o 103, na página da AEB). Algumas dessas deficiências foram apontadas nos textos aqui aludidos, com apropriados comentários de conhecidos técnicos, inclusive com passagens no governo. E caminhar para ter melhor grau de competitividade de economia brasileira significa encontrar soluções para vários problemas, das quais, por sua vez, depende prosseguir na conquista de maior desenvolvimento socioeconômico e, no que diz respeito ao setor externo da economia, crescimento sustentável das exportações brasileiras, que ainda têm reduzida participação, em torno de 1%, no total das exportações mundiais. São tarefas que requerem extensas agendas de ações, demandando esforço conjunto da sociedade, governo, congresso e judiciário, mas que são inadiáveis. Iniciativas de curto, médio e longo prazos, dentre as quais aqui citamos algumas: melhoria da educação, formação de mão de obra qualificada e absorção de tecnologia (países asiáticos começaram a crescer, inclusive no mercado externo, a partir da prioridade máxima dada à educação); melhorar o custo de logística, o que, por si só, já equivaleria a uma desvalorização cambial ; reduzir gastos para aumentar investimentos públicos; resolver o imbróglio dos créditos tributários devidos aos exportadores e, de maneira insofismável, garantir imunidade às exportações; fazer a reforma tributária, pois o paliativo de remendos e reformas fatiadas só vêm fazendo crescer as distorções do nosso complicado sistema tributário que acresce custo à já elevada carga de impostos e, em consequência, contém o desenvolvimento econômico; eliminar a burocracia absurda que se vive no dia a dia de qualquer atividade, não sendo diferente para quem decide exportar, importar, buscar financiamento público para suas atividades, cumprir os procedimentos nos portos para despachar seus produtos, fazer uso do multimodalismo para reduzir custos, tudo refletindo, negativamente, na competitividade, nas exportações, principalmente de produtos com maior valor agregado; reverter a concentração em primários na pauta de exportação que vem se acentuando (em 2010, 44,6%, enquanto os manufaturados ficaram em 30,4%); propiciar condições de desconcentrar o número de exportadores responsáveis pela exportação (em 2010, apenas 250 exportadores produziram 77,45% do total exportado), estimulando as participações de micro, pequenas e média empresas na exportação, para o que não se vê necessário criar mais ministério, bastando que se eliminem situações (de burocracia) como, por exemplo, decisão do Conselho de Ministros da Camex, tomada há cerca de 3 anos após pelo menos outro tanto de idas e vindas contemplando assistência especial de garantia e financiamento, via uso do Fundo de Garantia das Exportações (FGE) e do Programa de Financiamento das Exportações (Proex), que, inexplicavelmente, ainda resta numa mesa em Brasília, impossibilitando o início da operacionalidade das operações. É oportuno lembrar que estas e outras ações requeridas para a remoção de barreiras internas que impedem melhor competitividade do comércio exterior brasileiro permearão o temário dos encontros que ocorrerão, nos dias 18 e 19 de agosto próximo, por ocasião da realização, no Rio de Janeiro, do 30 o Enaex, conforme exposto no presente Informativo e no site da AEB. NORMAS, PROCEDIMENTOS E TRIBUTAÇÃO Ementário Março e Abril/2011 Atos do Congresso Nacional Norma N o Data DOU Pág. Assunto Observação Ato do Presidente da Mesa 8 25/03/11 28/03/11 2 Salário Mínimo 1 o de Janeiro de 2011 Medida Provisória Vigência Prorrogação MP n o 516/ /03/11 28/03/11 2 Imposto sobre a Renda Renuclear Plano Nacional de Banda Larga Adicional ao Frete para Renovação da Marinha MP n o 517/10 Mercante (AFRMM) Fundo Nacional de Desenvolvimento Medida Provisória Vigência Prorrogação 15 25/03/11 28/03/11 3 BNDES Subvenção Econômica Capital de Giro Investimento Rio de Janeiro Medida Provisória Vigência Prorrogação MP n o 523/ /04/11 26/04/11 1 BNDES Recurso Adicional Regularidade Fiscal Suspensão Temporária Medida Provisória Vigência Prorrogação MP n o 526/11 Decreto Legislativo /03/11 18/03/11 1 Acordo Transporte Marítimo Brasil/EUA Atos do Poder Legislativo Lei /03/11 02/03/11 1 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Instituição Alteração MP n o 504/10 Altera a Lei n o 5.851/ /03/11 04/03/11 1 Exportação Fomento União Auxílio Financeiro MP n o 501/10 Altera Legislação Diversa /03/11 22/03/11 1 Consórcio Público Autoridade Pública Olímpica (APO) Protocolo de Intenções União/Estado do Rio de Janeiro/ MP n o 503/10 Mensagem de Veto Município do Rio de Janeiro Ratificação /03/11 24/03/11 1 Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) Recurso Adicional MP n o 505/10 Altera a Lei n o 5.917/73 Atos do Poder Executivo Medida Provisória /03/11 04/03/11 1 BNDES Recurso Adicional Subvenção Econômica Regularidade Fiscal Suspensão Temporária Municípios RJ Altera a MP n o 523/11 Altera as Leis Situação de Emergência Calamidade Pública Certificado Financeiro do Tesouro Permuta n o s /09, /03 e / /03/11 18/03/11 1 Secretaria de Aviação Civil Criação Anac Infraero Legislação Alteração Controlador de Tráfego Aéreo Contratação 8 Informativo de Comércio Exterior AEB

9 Norma N o Data DOU Pág. Assunto Observação Medida Provisória /03/11 28/03/11 3 Tabela do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física Alteração /04/11 29/04/11 2 Combustível Abastecimento Nacional Política Fiscalização Poluente Veículo Automotor Correios e Telégrafos Empresa Pública Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretarias Decreto /03/11 01/03/11 1 Poder Executivo Programação Orçamentária e Financeira Cronograma Mensal de Desembolso Exercício de 2011 Ed. Extra /03/11 14/03/11 2 República Democrática do Congo Regime de Sanções Renovação Resolução n o 1.952/ /03/11 14/03/11 3 Regime Especial para a Indústria Aeronáutica Brasileira Retaero Regulamento Lei n o / /03/11 28/03/11 3 IOF Cartão de Crédito Bens e Serviços do Exterior Alteração Altera o Decreto n o 6.306/ /03/11 29/03/11 2 IOF Câmbio Ingresso e Saída de Recursos Alteração Altera o Decreto n o 6.306/ /04/11 07/04/11 1 IOF Operações de Câmbio Ingresso de Recursos Empréstimo Externo Alteração Altera o Decreto n o 6.306/ /04/11 08/04/11 1 IOF Pessoa Física Alteração Altera o Decreto n o 6.306/ /04/11 15/04/11 1 Líbia Regime de Sanções Resolução n o 1.970/11 Presidência da República Câmara de Comércio Exterior (Camex) Resolução 8 28/02/11 01/03/11 13 Objeto de Mesa Vidro Dumping Direito Definitivo Aplicação Argentina/Indonésia/China Circular Secex n o 58/ /03/11 16/03/11 2 NCM TEC Alteração Acetato de Vinila Carvão para Pilhas Altera a Resolução n o 43/ /03/11 16/03/11 2 Grupo Técnico de Acompanhamento da Resolução GMC n o 8/08 Gecex Instituição Tarifa Externa Comum (TEC) Redução Temporária Caráter Excepcional Mercosul 11 14/03/11 16/03/11 4 Ex-Tarifários Bens de Informática e Telecomunicação Sistemas Integrados (SI) Imposto de Importação Alteração 12 14/03/11 16/03/11 4 Ex-Tarifários Bens de Capital e Telecomunicação Sistemas Integrados (SI) Imposto de Importação Alteração 13 14/03/11 16/03/11 11 Têxtil Quota Processo Industrial Empresas Comerciais Exportadoras Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum Altera as Resoluções n o s 70/10 e 7/11 Reboque Semirreboque 14 14/03/11 16/03/11 11 Pêssego em Calda em Água Edulcorada Xaropes Imposto de Importação Alteração Altera a Resolução n o 43/ /03/11 18/03/11 2 Aeronave Civil Exportação Apoio Oficial Brasileiro Financiamento Refinanciamento Seguro de Crédito Equalização Entendimento Setorial Aeronáutico Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) Termos Condições Procedimentos 16 17/03/11 18/03/11 2 Resina de Polipropileno Dumping EUA Recursos Administrativos Conhecimento Provimento Resolução n o 86/ /03/11 18/03/11 3 Resina de Policloreto de Vinila Dumping EUA/México Recurso Administrativo Não Provimento Resolução n o 85/ /03/11 22/03/11 6 Papel Cuchê Papel em Rolo Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum Alteração Imposto de Importação Alíquota Alteração 19 07/04/11 08/04/11 3 N-Butanol Dumping Aplicação de Direito Provisório EUA Circular Secex n o 28/ /04/11 08/04/11 5 Malha de Viscose Dumping Aplicação de Direito Definitivo China Circular Secex n o 60/ /04/11 08/04/11 7 Exportação Importação Condições de Venda Praticadas no Comércio Internacional Incoterms 22 07/04/11 08/04/11 11/04/11 Retific. 8 5 Luva de Procedimentos Hospitalares Ex 001 Alteração Exceção Resolução Camex n o 7/ /04/11 08/04/11 8 Ex-Tarifário Bens de Capital Imposto de Importação Alteração 24 07/04/11 08/04/11 15 Ex-Tarifário Bens de Informática e Telecomunicação Imposto de Importação Alteração Casa Civil Companhia Docas do Ceará (CDC) Deliberação 2 02/02/11 09/03/11 3 Porto de Fortaleza Tarifa Portuária Navegação de Longo Curso e Cabotagem Vigência: 01/03/11 Ministérios Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Instrução Normativa 10 10/03/11 11/03/11 3 Análise de Risco de Pragas Vegetais Dispensa Documentos Altera a IN Mapa n o 6// /03/11 14/03/11 5 Arroz Casca Natural Classificação Parâmetros 01/03/12 IN Mapa n o 6/ /03/11 14/03/11 5 Cereja Requisitos Fitossanitários Mercosul 13 21/03/11 22/03/11 6 Febre Aftosa Zona Livre Com Vacinação Zona de Alta Vigilância Reconhecimento Mato Grosso do Sul/Paraguai/ Revoga a IN Mapa n o 63/08 Bolívia 14 21/03/11 22/03/11 7 Material Genético Importação Desembaraço Colheita de Amostras Exames Laboratoriais Altera a IN Mapa n o 46/ /04/11 08/04/11 17 Trigo Regulamento Técnico Vigência Prorrogação 01/07/12 IN Mapa n o 38/ /04/11 20/04/11 38 Vinho Uva Derivado Certificado de Exportação Modelo Aprovação Comunidade Europeia Revoga a IN SDA n o 83/ /04/11 20/04/11 39 Maçã Pera Marmelo Praga Cydia pomonella Sistema Integrado de Medidas Fitossanitárias de Mitigação de Revoga a IN SDA n o 1/10 Riscos (SMR) Argentina Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) Instrução Normativa 7 28/02/11 01/03/11 15 Semente Requisitos Fitossanitários Pragas Inspeção Oficial Declaração Adicional Altera a IN SDA n o 36/ /03/11 10/03/11 1 Castanha de Caju Requisitos Fitossanitários Costa do Marfim 9 09/03/11 10/03/11 1 Mosca da Carambola Plano de Supressão e Erradicação Área de Emergência Estado de Roraima 10 11/03/11 14/03/11 6 Mogno Africano Sementes Requisitos Fitossanitários Austrália 11 17/03/11 21/03/11 2 Teca Mudas In Vitro Requisitos Fitossanitários Malásia 13 24/03/11 25/03/11 3 Inoculante Agricultura Especificação Garantia Registro Embalagem Rotulagem Micro-Organismo Produção Revoga a IN Sarc n o 5/04 de Inoculantes Relação Autorização Recomendação 14 14/04/11 18/04/11 2 Kalanchoe blossfeldiana Mudas sem Raiz Requisitos Fitossanitários África do Sul Aprovação 15 26/04/11 27/04/11 2 Mucuna Sementes Requisitos Fitossanitários Índia Aprovação 16 28/04/11 29/04/11 7 Sigatoka Negra Área Livre Mato Grosso do Sul Municípios Reconhecimento Portaria 51 02/03/11 22/03/11 7 Semente Espécies Olerícolas, Condimentares, Medicinais e Aromáticas Produção Comercialização Identidade e Prazo: 60 dias Qualidade Consulta Pública Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) Portaria 78 24/03/11 29/03/11 8 Batata Material de Propagação Produção Comercialização Normas Consulta Pública Prazo: 60 dias 80 07/04/11 11/04/11 6 Manga Regulamento Técnico Consulta Pública Prazo: 90 dias Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) Comissão Interministerial de Controle de Exportação de Bens Sensíveis (Cibes) Resolução 14 31/03/11 25/04/11 1 Área Nuclear Equipamento Material Tecnologia Lista Divulgação Informativo de Comércio Exterior AEB 9

10 Norma N o Data DOU Pág. Assunto Observação Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) Portaria /03/11 14/03/11 73 Brinquedo Certificação Procedimento Altera a Portaria n o 321/ /03/11 28/03/ Produto pré-medido Unidades de Comprimento Número de Unidades de Conteúdo Nominal Regulamento Técnico Revoga as Portarias n o s 166/03 e 1/98 Mercosul /04/11 12/04/11 68 Produto Têxtil Etiquetagem Regulamento Técnico Amostra Fiscalização Coleta Procedimento Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Circular 9 03/03/11 04/03/11 62 Resina de Policarbonato Preço do Compromisso Ajuste EUA/UE Resolução Camex n o 17/ /03/11 04/03/11 62 Policloreto de Vinila Preço de Referência Recálculo EUA/México Resolução Camex n o 85/ /03/11 11/03/11 42 Cartão Semirrígido para Embalagens Compromisso de Preços Limite Trimestral Cartulinas CMPC S.A. Homologação Resolução Camex n o 46/ /03/11 11/03/11 43 Operações de Comércio Exterior Normas e Procedimentos Consolidação Portaria Minuta Consulta Sugestão Circular n o 8/11 Prazo: 21/03/11 Prazo Prorrogação 13 22/03/11 23/03/ Setor Automotivo Quota Redistribuição Uruguai 14 06/04/11 07/04/11 56 Ácido Cítrico Sais Dumping Investigação Abertura China 15 13/04/11 15/04/11 88 Papel Supercalandrado Dumping Investigação Conclusão Prazo Prorrogação França/Itália/Hungria Circular Secex n o 13/ /04/11 18/04/11 84 Laminado Plano de Ferro ou Aço Dumping Investigação Abertura Austrália/México/Índia/Coreia/China Portaria 10 11/03/11 14/03/11 73 Coco Seco Sem Casca Mesmo Ralado Medida de Salvaguarda Importação Cotas Distribuição Critérios Altera a Portaria n o 10/ /03/11 21/03/ Algodão Segmento Têxtil Processo Industrial Empresa Comercial Exportadora Cota Critérios Altera a Resolução Camex n o 70/ /03/11 30/03/ Papel Cuchê Importação Cota Alocação Resolução Camex n o 18/11 Altera a Portaria n o 10/10 Ministério da Fazenda (MF) Portaria 78 14/03/11 16/03/11 23 Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) Custeio Agrícola e Pecuário Financiamento Altera a Portaria n o 453/10 Cálculo Equalização 85 30/03/11 01/04/11 12 Tributo Federal Pagamento Parcelamento Prazo São Lourenço do Sul-RS 87 31/03/11 01/04/11 12 BNDES Finep Financiamentos Encargos Equalização Revoga a Portaria n o 37/ /03/11 04/04/11 9 Pesquisa Científica e Tecnológica Importações Exercício de 2011 Limite Global Anual Lei n o 8.010/ /04/11 08/04/11 31 Comitê Executivo de Gestão do Programa Macroprocesso do Crédito Tributário (CMTC) Alteração Altera a Portaria n o 116/09 Revoga a Portaria n o 520/10 Banco Central do Brasil (Bacen) Carta-Circular /03/11 31/03/11 51 Câmbio Posição Vendida Recolhimento Compulsório Procedimentos /04/11 28/04/11 33 Registro Comum de Operações Rurais (Recor) Financiamentos EGF, LEC e FAC Compras Vinculadas Cadastramento Prazo: 01/07/ /04/11 29/04/11 67 Leite Comercialização MCR Documento 24 Alteração Circular /03/11 04/03/11 33 Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) Alteração /04/11 12/04/11 26 Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) Alteração /04/11 14/04/11 67 Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) Alteração /04/11 26/04/11 28 Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI) Alteração Resolução /03/11 10/03/11 14/03/11 Republic Bens de Capital Inovação Tecnológica Subvenção Econômica Recursos Limite Distribuição Altera a Resolução n o 3.759/09 Revoga a Resolução n o 3.942/ /03/11 31/03/11 51 Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) Segundo Trimestre de 2011 Definição Revoga a Resolução n o 3.934/ /03/11 04/04/11 18 Abacaxi Açaí Pimenta do Reino Proagro Custeio Alíquota de Adicional /03/11 04/04/11 18 Moeda Nacional e Estrangeira Porte Transporte Declaração Altera a Resolução n o 2.524/ /03/11 04/04/11 05/04/11 Retific Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) Linha Extraordinária de Crédito /04/11 05/04/11 27 Capital Estrangeiro Registro Alteração Altera a Resolução n o 3.844/ /04/11 29/04/11 66 Funcafé Custeio e Colheita Financiamentos Unificação Prazo Prorrogação /04/11 29/04/11 66 Orizicultor Linha de Crédito Emergencial Contratação Novo Prazo Rio Grande do Sul /04/11 29/04/11 66 Arroz Safra 2009/2010 Empréstimo do Governo Federal (EGF) Prorrogação do Vencimento Pagamento Mínimo Exclusão Rio Grande do Sul Santa Catarina /04/11 29/04/11 66 Empréstimo em Moeda Instituição Financeira Federal Estados e Distrito Federal Concessão Novo Prazo Altera a Resolução n o 2.827/ /04/11 29/04/11 66 Cheque Devolução Oposição ao Seu Pagamento Altera as Resoluções n o s 1.631/89 e 2.747/00 Revoga a Resolução n o 2.537/98 Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) Resolução 85 09/03/11 10/03/11 39 Simples Nacional Opção ME EPP Municípios RJ Altera a Resolução CGSN n o 4/07 Prazo: 4 a 29 de Abril de /03/11 30/03/11 15 ME EPP Declaração Única e Simplificada Apresentação Prazo: 15 de Abril de 2011 Tributo Março/2011 Altera as Resoluções CGSN n o s 10/07 e 51/08 Pagamento Prorrogação Rio de Janeiro Prazo: 20 de maio de 2011 Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) Ato Declaratório 6 25/04/11 26/04/11 15 Convênio ICMS Ratificação Convênios ICMS n o s 6/11, 8/11, 27/11, 40/11 e Outros 7 25/04/11 26/04/11 16 Convênio ICMS Rejeição Área de Livre Comércio Convênio ICMS n o 9/11 Convênio ICMS 6 01/04/11 05/04/11 11 Carga Transporte Exportação ICMS Isenção AC PR RN SC SP 8 01/04/11 05/04/11 12 Efluente Tratamento Industrial ICMS Redução Protocolo ICMS 4 01/04/11 07/04/11 17 Gado ICMS Suspensão Recurso de Pasto Espírito Santo/Rio de Janeiro Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) Resolução /04/11 04/04/11 10 Corretagem de Seguros Resseguro Capitalização Previdência Complementar Aberta Entidades Autorreguladoras Constituição Organização Funcionamento Extinção Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) Ato Declaratório Executivo 3 25/03/11 28/03/11 33 Regime Fiscal Privilegiado Países ou Dependências Relação Regime de Holding Company de 1929, de Luxemburgo IN RFB n o 1.037/10 Exclusão 4 31/03/11 06/04/11 18 Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (Tipi) Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) Adequação 10 Informativo de Comércio Exterior AEB

11 Norma N o Data DOU Pág. Assunto Observação Ato Declaratório Interpretativo 38 05/04/11 06/04/11 18 Mercadoria Armazenamento Contêiner Monitoramento da Temperatura Movimentação Transporte Logística Decreto n o 3.000/99 Lei n o /03 Armazenagem Operador Portuário Atividade Alfandegada na Zona de Embarques de Navios Veículos Máquina e Equipamento Locação IR CSLL PIS Pasep Cofins Não Retenção na Fonte Instrução Normativa /03/11 03/03/11 20 Carga Procedente do Exterior Controle Aduaneiro Material Radioativo CNPq Máquinas Equipamentos Aparelhos Altera a IN SRF n o 102/ /03/11 09/03/11 46 Pedido de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação (PER/DCOMP 4.5) Programa Aprovação /03/11 21/03/11 27 Bebida Alcoólica Atacadista Importador Selo de Controle Altera a IN SRF n o 504/ /03/11 24/03/11 26 Demonstrativo do Crédito Presumido Versão 1.2 PGD DCP 1.2 Programa Gerador Aprovação Revoga a IN SRF n o 314/ /03/11 29/03/11 47 Escrituração Contábil Digital Regime Tributário de Transição (RTT) Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) IR Altera as IN RFB n o s 787/07, 949/09, 967/09, CSLL Lucro Real e-lalur Livro Eletrônico 970/09 e 1.041/ /03/11 01/04/11 17 Carga Transporte Rodoviário Internacional Imposto sobre a Renda Paraguai Revoga a IN RFB n o 1.116/ /04/11 04/04/11 12 Tributo Obrigações Acessórias Prazos Alteração São Lourenço do Sul-RS /04/11 07/04/11 22 Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-cac) Certificado Digital Utilização Poderes Outorga Altera a IN RFB n o 944/ /04/11 29/04/11 58 Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2011) Programa Gerador Aprovação Portaria /03/11 23/03/11 27 Sigilo Fiscal Informações Acesso Procedimentos Revogação Revoga a Portaria n o 2.166/ /03/11 28/03/11 33 Sistema Informatizado Informações Acesso Sigilo Fiscal Alfândega da Receita Federal do Brasil no Porto de Itajaí-SC Portaria 26 15/04/11 18/04/11 28 Trânsito Aduaneiro por Procedimento Simplificado (Taps) Instituição Regulamento Revoga a OS n o 2/01 Alfândega da Receita Federal do Brasil no Porto do Rio de Janeiro-RJ Ordem de Serviço 2 24/03/11 30/03/11 17 Procuração Pública Autenticidade Verificação Procedimento Revogação Revoga a OS ALF/RJO n o 6/10 Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) Resolução /03/11 28/03/11 32 Sociedade Seguradora Ressegurador Local Prêmio Transferência Limite Altera a Resolução n o 168/07 Revoga a Resolução n o 224/10 Coordenação-Geral de Arrecadação e Cobrança (Codac) Ato Declaratório Executivo 20 01/03/11 03/03/11 20 Agenda Tributária Fevereiro/2011 Alteração DASN-Simei Altera o ADE Codac n o 7/ /03/11 24/03/11 26 Centro Virtual de Atendimento (e-cac) e-processos Novos Serviços Processos Digitais Histórico Movimentação Índice Consulta Centro de Capacitação Profi ssional Aduaneiras Seu espaço de crescimento profi ssional. PROGRAMAÇÃO DE CURSOS RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO 2011 RIO DE JANEIRO Básico Profissional de Comércio Exterior 4 e 5 de julho, das 18 h às 22 h 9 de julho (sábado), das 8h30 às 17h30 Instrutor: Hélio Fernando Rodrigues Silva Como Exportar e Importar com Garantias Bancárias Internacionais 4 de agosto, das 14 h às 18 h Instrutor: Rómulo F. Vera del Carpio Análise e Elaboração de Custos na Importação 12 de setembro, das 8h30 às 17h30 Instrutor: Maurício Scaranari Antunes SÃO PAULO Transporte Marítimo Internacional e Unitização de Cargas 11 a 13 de julho, das 18h45 às 21h30 Instrutor: Samir Keedi Confi ra a nossa programação no site: Vantagem exclusiva: Assistência gratuita, diretamente com o instrutor, via e restrita ao tema abordado nas aulas. Serviço disponível durante 30 dias após o término do curso. Conceitos teóricos enriquecidos por aulas práticas Conteúdo programático efi caz e objetivo Multiplicidade de temas e áreas Instrutores atualizados e com reconhecida atuação no mercado de trabalho Instalações confortáveis e adequadas às aulas e treinamentos práticos Rio de Janeiro-RJ: ou São Paulo-SP: Curitiba-PR: ou Outras Regiões: Se a sua região ainda não é atendida pelo serviço 4000, disque 0xx Informativo de Comércio Exterior AEB 11

12 Norma N o Data DOU Pág. Assunto Observação Ato Declaratório Executivo 25 30/03/11 31/03/11 38 Agenda Tributária Abril/2011 Divulgação 26 30/03/11 31/03/11 39 Agenda Tributária Março/2011 Alteração Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) 2010 Exclusão Altera o ADE Codac n o 18/ /04/11 28/04/11 29 Agenda Tributária Maio/2011 Divulgação Delegacia da Receita Federal do Brasil em Macaé-RJ Portaria 12 14/03/11 17/03/11 16 Petróleo Bacia de Campos Despacho Aduaneiro de Exportação Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Corumbá-MS Portaria 27 17/03/11 18/03/11 27 Exportação Transbordo Baldeação Descarregamento Armazenamento IN RFB n o 1.094/10 Altera a Portaria IRF/COR n o 15/ /03/11 29/03/11 48 Exportação Transbordo Baldeação Descarregamento Armazenamento IN RFB n o 1.094/10 Revoga as Portarias n o s 15/11 e 27/11 Inspetoria da Receita Federal do Brasil em Ilhéus-BA Portaria 1 25/03/11 28/03/11 34 Serviço Aduaneiro Controle Aduaneiro Vigilância Procedimentos Inspetoria da Receita Federal do Brasil em São Paulo Ordem de Serviço 2 21/03/11 22/03/11 28 Siscomex/Radar Habilitação Documentos Procurador 4 31/03/11 07/04/11 27 Linha Azul Habilitação Documento Auditoria de Controle 5 08/04/11 15/04/11 24 Zona Franca de Manaus Siscomex Habilitação Documentos Entrega Trâmite IN SRF n o 650/06 Revoga a OS IRF/SPO n o 2/10 Secretaria do Tesouro Nacional (STN) Portaria /03/11 10/03/11 40 Sistema de Custos do Governo Federal Criação Superintendência de Seguros Privados (Susep) Circular /04/11 04/04/11 19 Carga Transporte Multimodal Seguro de Responsabilidade Civil Regras Básicas Revoga a Circular n o 216/ /04/11 04/04/11 20 Carga Desaparecimento Transportador Rodoviário Seguro de Responsabilidade Civil Regras Básicas Revoga as Circulares n o s 27/85, 44/85 e 7/88 Ministério da Integração Nacional (MIN) Conselho Deliberativo do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (Condel FCO) Resolução /03/11 15/04/11 47 Programação do FCO para 2011 Empreendedores Individuais (EI) Linha de Financiamento Criação Ministério do Meio Ambiente (MMA) Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) Instrução Normativa 3 01/04/11 04/04/11 47 Ave Semidoméstica Fauna Exótica Criação Amadorista ou Comercial Fins Associativistas, Ornitofílicos e de Estimação Criadores Cadastramento Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) Instrução Normativa Interministerial 5 15/04/11 18/04/11 60 Tubarão Raposa Captura Retenção a Bordo Desembarque Armazenamento Comercialização Proibição MPA/MMA 6 15/04/11 18/04/11 60 Espadarte ou Meka Captura Limite Máximo Portaria Interministerial 1 15/04/11 18/04/11 60 Comitê Permanente de Gestão de Atuns e Afins (CPG de Atuns e Afins) Criação Revoga a IN Seap/PR n o 4/04 MPA/MMA Ministério da Saúde (MS) Portaria /03/11 30/03/11 95 Efedrina Pseudoefedrina Notificação Prévia de Exportação Projeto de Resolução Mercosul /03/11 30/03/11 96 Produto Médico Produto para Diagnóstico de Uso In Vitro Fabricação Boas Práticas Projeto de Resolução Mercosul /03/11 30/03/11 99 Higiene Pessoal Cosmético Perfume Fabricação Boas Práticas Regulamento Técnico Mercosul Projeto de Resolução Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Consulta Pública 20 06/04/11 11/04/11 67 Açúcar Bebida Alcoólica Ácido Tânico Taninos Consulta Pública Prazo: 30 dias Resolução RDC 7 18/02/11 09/03/11 Republic. 66 Alimento Micotoxina Limites Máximos Tolerados (LMT) Revoga a Resolução CNNPA n o 34/76 e Resolução RDC n o 274/ /03/11 24/03/11 79 Medicamento Importação Garantia de Qualidade 11 22/03/11 24/03/11 79 Talidomida Controle Capítulo IV Da Importação e Exportação Altera as Portarias n o s 344/98 e 6/ /04/11 11/04/11 61 Japão Matéria-Prima Produto Alimentício Importação Critérios Revoga a Resolução n o 1.356/11 Resolução RE /03/11 01/04/11 65 Japão Matéria-Prima Produto Alimentício Importação Critérios /04/11 11/04/11 67 Japão Desastres Naturais 11/03/11 Acidente Radionuclear Usina de Fukushima Daiichi Prefeituras Relação Ministério dos Transportes (MT) Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) Resolução /03/11 10/03/11 57 Contêiner Volume Movimentação Armazenagem Portos Organizados Uso Público Parâmetros Regulatórios Altera a Resolução n o 1.967/ /04/11 06/04/ Porto Organizado Contêineres e Volumes Movimentação Armazenagem Parâmetros Regulatórios Audiência Prorroga o prazo Resolução n o 1.967/11 Pública /04/11 18/04/11 91 Porto de Maceió-AL Tarifa Revisão Aprovação /04/11 18/04/11 92 Porto de Itajaí-SC Tarifa Revisão Reajuste Linerar Máximo Aprovação Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Resolução /03/11 17/03/11 85 Carga Transporte Ferroviário MRS Logística S.A. Tarifas Reajuste /04/11 27/04/11 97 Carga Transporte Rodoviário Terceiros Lei n o /07 Informativo de Comércio Exterior AEB Rio de Janeiro Abril/Maio 2011 Ano XII Número 109 Uma publicação da Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB Presidente: Benedicto Fonseca Moreira Conselho Editorial: Fábio Martins Faria, José Augusto de Castro, Jovelino de Gomes Pires e Wagner de Medeiros Colaboradores: Kátia Regina Gomes da Silva Alvarenga, Lúcia Maldonado e Mario Cordeiro Carvalho Editoração: Tatiana Bisachi Produção Gráfica e Impressão: Graphic Express Grupo Aduaneiras Rua da Consolação, 77 CEP São Paulo-SP Av. General Justo, o andar Rio de Janeiro-RJ CEP Tel.: Fax: Site: Informativo de Comércio Exterior AEB

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