RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 7 Você sabe lidar com as críticas? (RH Central)... 7 A síndrome do CEO centralizador (Jornal do Comércio)...

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1 02 de julho de 2014 Moore Stephens Auditores e Consultores ÍNDICE LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA... 2 Fisco considera tratados ao cobrar IR em remessas (Valor Econômico)... 2 Mudanças no Simples podem aumentar carga tributária (DCI SP)... 3 Indústria moveleira e varejistas reivindicam alíquota zero ao setor (Jornal do Comércio)... 5 Alíquota zero do IOF nos contratos de derivativos (Diário Oficial da União)... 6 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA... 7 Você sabe lidar com as críticas? (RH Central)... 7 A síndrome do CEO centralizador (Jornal do Comércio)... 8 CONTABILIDADE / AUDITORIA... 9 Profissionais contábeis devem ficar atentos às contas eleitorais (Jornal do Comércio)... 9 Campanha da GS1 Brasil alerta contadores sobre importância da padronização (Contabilidade na TV) OUTROS ASSUNTOS EUA recomendam à Argentina cumprir com suas obrigações (Valor Econômico) Nestlé vende marca de sucos para Byrnwood Partners (Exame.com) Vale e Cielo são as ações mais recomendadas por analistas (O Globo) Banco brasileiro é o terceiro do mundo em lucro e lidera ineficiência (Folha de S. Paulo) SOBRE A MOORE STEPHENS AUDITORES E CONSULTORES A Moore Stephens é uma das maiores redes de auditoria, consultoria e outsourcing contábil do mundo (Top 10). Está presente em 105 países, com mais de 660 escritórios e cerca de colaboradores. No Brasil, em expansão, há mais de 300 profissionais e 30 sócios nas firmas-membro sediadas em: Belo Horizonte - Cuiabá - Curitiba - Florianópolis - Fortaleza - Joinville - Porto Alegre - Ribeirão Preto - Rio de Janeiro - Santa Maria - Campinas - São Paulo - Página 1

2 LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Fisco considera tratados ao cobrar IR em remessas Por Laura Ignacio De São Paulo As empresas que remetem ao exterior o pagamento por serviços técnicos, sem transferência de tecnologia, prestados por empresa localizada em país com o qual o Brasil possua tratado para evitar a bitributação só vão recolher o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre esses valores se o próprio acordo internacional ou protocolo autorizar a tributação no Brasil e equiparar esse tipo de serviço com royalties. É o que estipula o Ato Declaratório Interpretativo (ADI) da Receita Federal nº 5, recentemente publicado. A remessa ao exterior por royalties, por exemplo, representa 15% de IRRF. Um exemplo está no tratado firmado entre Brasil e China, país com o qual o Brasil tem várias relações comerciais. Um de seus dispositivos determina a tributação. "Entende-se que o disposto no parágrafo 3º do artigo 12 aplicar-se-á a quaisquer pagamentos recebidos em contrapartida pela prestação de assistência técnica ou de serviços técnicos". O novo Ato Declaratório Interpretativo também revoga o ADI nº 1, de 2000, que determinava a tributação de rendimentos por serviços técnicos sem transferência de tecnologia. Com base nessa norma, os fiscais aplicavam autos de infração para cobrar 25% de IRRF. "O ADI reforça que o posicionamento das autoridades fiscais federais está sendo modificado para respeitar a aplicação dos tratados, o que é um avanço", afirma o advogado Geraldo Valentim Neto, do MVA Advogados. Para ele, o ato deve ser usado pelas empresas que discutem o assunto nas esferas administrativa e judicial para reforçar sua argumentação contra a cobrança do imposto na fonte. Agora, os entendimentos do Fisco, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estão alinhados. Em dezembro, a PGFN emitiu o Parecer nº no mesmo sentido do ADI nº 5. Em maio de 2012, decisão do STJ sobre recurso da Companhia Petroquímica do Sul (Copesul) liberou a empresa de reter o IRRF sobre valores remetidos ao exterior. Não cabe mais recurso contra a decisão e, com base nela, várias empresas conseguiram decisão idêntica nos tribunais regionais federais. Segundo o advogado Leo Lopes de Oliveira Neto, do W Faria Advogados, a PGFN tenta equiparar todo serviço técnico com royalties. "E os contribuintes argumentam que o serviço prestado é apenas acessório aos royalties. Até porque sem ele não seria possível o uso do direito", afirma. O tributarista explica que, com o novo ADI, o fiscal apenas poderá autuar, se houver previsão de equiparação com royalties expressa no tratado internacional ou adendo. "Assim, quando não houver transferência de tecnologia, ainda poderá haver tributação, mas o risco é menor", diz. Já a advogada Ana Utumi, sócia do escritório TozziniFreire Advogados, vai além ao interpretar o novo ADI. Para ela, o texto atual e a revogação do ato anterior permitem concluir que, no caso de "serviço não técnico" prestado por empresa estrangeira localizada em país com o qual o Brasil tem tratado para evitar a dupla tributação, se o serviço é tributado no exterior, não deve ser pago também o IR no Brasil. Já no caso de "serviço técnico" incide 15% como royalties. "A situação melhorou porque antes o Fisco ignorava os tratados internacionais, mas a questão não está resolvida porque não existe ainda um conceito de serviço técnico", afirma Ana. Segundo a advogada tributarista, o entendimento do Fisco sobre "serviço técnico" abrange: técnica, expertise, know how e experiência. "Se for assim, qualquer serviço pode ser considerado como técnico", diz. Além da China, o Brasil já celebrou tratados com: África do Sul, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Coreia, Dinamarca, Equador, Espanha, Filipinas, Finlândia, França, Hungria, Índia, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, México, Noruega, Países Baixos, Peru, Portugal, República Eslovaca, República Tcheca, Suécia, Turquia e Ucrânia. Fonte: Valor Econômico (02/07/2014) Página 2

3 Mudanças no Simples podem aumentar carga tributária Por Fernanda Bompan Especialistas e representantes de setores tentam impedir que as mudanças nas regras para entrar no Simples Nacional sejam aprovadas com a tabela de alíquotas prevista no projeto de lei 221/2012, em final de tramitação no Senado Federal como projeto de lei da câmara (PLC) 60 de O assessor parlamentar do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), Gilson Paranhos, e que discutirá hoje o tema com senadores, informou que, principalmente para os escritórios de arquitetura que têm receita bruta anual abaixo de R$ 180 mil haverá uma alíquota de 16,93%, enquanto para outros segmentos, como advocacia, a taxa é de 4,5%. Além disso, no Lucro Presumido, a alíquota para arquitetos declarados como pessoa jurídica é de 16,33%. "O problema é que 70% das empresas de arquitetura enfrentam esse problema", explicou o especialista, ao acrescentar que essa situação deve ocorrer com outros setores, como engenheiros, médicos, publicitários, jornalistas, dentistas, veterinários, psicólogos e economistas. Simulações feitas a pedido do CAU/BR indicam que o quadro se agrava nas quatro faixas de receita seguintes até R$ 900 mil por ano. Para a empresa com receita anual de até R$ 360 mil, a diferença é de 16,33% no Lucro Presumido, para 17,72% no Simples. Quem fatura até R$ 540 mil por ano, continuará na alíquota de 16,33% no Lucro Presumido, contra 18,43% no Simples. Na faixa de faturamento anual até R$ 720 mil, as alíquotas são de 16,33% no primeiro caso, e 18,77% no segundo regime especificado. E, por fim, para a empresa que fatura até R$ 900 mil por ano, a diferença é de 16,33% para 19,04%. A única vantagem com a manutenção da tabela seria se a pessoa jurídica tiver empregados, por conta dos benefícios da desoneração da folha de pagamento. Arrecadação "De qualquer forma, as regras deveria respeitar o princípio da isonomia. O risco é que esses profissionais optem por trabalhar na informalidade para não ter que arcar com esses custos. Mas acredito que o objetivo do governo é de não perder arrecadação de impostos", ressalta Paranhos. Sérgio Approbato Machado Júnior, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no estado de São Paulo (SesconSP), endossa a opinião do representante do setor de arquitetura. "Com a universalização e as novas atividades propostas pelo projeto de lei, quase 500 mil empresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões poderiam se beneficiar do Simples. Mas, diante da inflexibilidade do governo [de aprovar o projeto sem emendas] será preciso fazer e refazer contas, pois aderir ao Simples pode virar um mau negócio com a imposição da nova tabela. Em alguns casos, é preferível pagar oito tributos a um só, se essa guia única de recolhimento aumenta o valor total. Não tem lógica." Substituição tributária Outra mudança pedida pelas entidades de classe é o fim da substituição tributária para pequenas empresas. Com essa regra, elas devem antecipar o pagamento de um tributo, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), para a cadeia, o que afeta o fluxo de caixa. Segundo o estudo elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), uma empresa enquadrada no Simples Nacional, com faturamento mensal de até R$ 15 mil, inserida na alíquota de 1,25%, paga o ICMS de R$ 187,50. Contudo, se o produto estiver encaixado no regime de substituição tributária, com Margem de Valor Agregado (MVA) de 50%, por exemplo, a empresa pagará, antecipadamente, no momento da compra, R$ 900 de ICMS. Se o empresário não tiver condições de excluir a coluna referente ao ICMS (1,25%), corre o risco de pagar, no momento da venda, mais R$ 187,50, referente ao ICMS, ou seja, em duplicidade. Uma empresa que pagaria somente 1,25% de alíquota do ICMS pelo Simples passa a ser obrigada a pagar 18% de alíquota sobre o MVA, acrescido de 1,25%. O estudo estima que mais de R$ 61 bilhões serão gastos com tributação com o Simples em E que a exclusão das pequenas empresas do regime de substituição tributária, deverá elevar o número de empresas formais. O presidente do Sebrae, Luiz Barreto, lembrou que, de acordo com a proposta em tramitação no Senado, os segmentos de vestuário e confecções, móveis, couro e calçados, brinquedos, decoração, cama e mesa, produtos óticos, implementos agrícolas, instrumentos musicais, artigos esportivos, alimentos, papelaria, materiais de construção, olarias e bebidas não alcoólicas não estarão mais sujeitos a esse mecanismo de arrecadação. Página 3

4 "Outra vantagem para as micro e pequenas empresas é a desburocratização, que permitirá um menor tempo de abertura e fechamento das empresas e a criação de salas do empreendedor nas prefeituras, que serão a entrada única de documentos", complementou Barreto. Fonte: DCI SP (02/07/2014) Página 4

5 Indústria moveleira e varejistas reivindicam alíquota zero ao setor Lojistas reclamam de um primeiro semestre muito fraco em negócios O governo federal anunciou, na segunda-feira a manutenção em 4% um ponto abaixo do padrão de 5% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para móveis, painéis e revestimentos. Apesar da extensão do período de alíquota reduzida até 31 de dezembro, o setor moveleiro esperava obter desoneração completa tendo em vista as dificuldades encontradas no primeiro semestre de Até abril, os últimos dados consolidados pela Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul (Movergs) indicaram redução de 7,3% na produção nacional. A indústria gaúcha praticamente estagnou no mesmo período, com evolução de apenas 0,6%. Recebemos a notícia como um alento, um benefício. Mas entendíamos que, pelo momento que estamos passando, com focos de demissão e um primeiro semestre negativo na produtividade e no consumo após muitos anos, o governo poderia abrir mão de toda a carga tributária de IPI até o setor se recuperar de uma maneira geral, afirmou o presidente da Movergs, Ivo Cansan. No segundo semestre, os moveleiros irão insistir na redução a zero do imposto. O Ministério da Fazenda deixou aberta a possibilidade de negociarmos para mostrar porque precisamos que o governo abra mão definitivamente dessa alíquota, completou. Cansan atribuiu ao momento instável da economia brasileira os maus resultados obtidos neste ano, principalmente ao aumento dos juros e a falta de controle sobre a inflação. A projeção, a curto prazo, é de ligeira melhora, mas a estabilidade passa por políticas de planejamento perene. Apenas a manutenção do IPI reduzido não é suficiente para recuperar o setor. Precisamos de melhorias em infraestrutura e logística, que, atualmente, deixam nosso produto com custo bem mais elevado do que o do centro do Brasil. Além disso, a importação de matéria prima encarece em 8% os móveis gaúchos. Precisamos atrair matrizes produtivas, como a de painéis, ao Estado, para melhorar nossa competitividade, destaca. Para o diretor comercial da D Linea Móveis, Éverton Sbruzzi, a continuidade servirá apenas como medida paliativa para tentar reverter o quadro ruim dos primeiros seis meses do ano. O varejo moveleiro teve momentos ruins devido ao Carnaval ter sido realizado em março, adiando o retorno das férias, e as paralisações com a Copa do Mundo. Deveremos ter um segundo semestre em torno de 15% a 20% superior em vendas, se comparado ao primeiro. Contudo, este crescimento não está atrelado apenas à manutenção do IPI, mas sim ao fim destes eventos e a uma possível retomada da normalidade da vida da população, afirma. De acordo com Carmen Flores, presidente do grupo de mesmo nome, o anúncio do governo federal não irá recuperar as perdas dos lojistas. Sua rede de varejo, por exemplo, teve queda de 30% nas vendas no acumulado do ano até agora, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o pior semestre dos últimos cinco anos, nunca vimos um varejo tão sofrível na área moveleira, inclusive com muitas lojas fechando. Precisamos de um impacto maior, pois temos até agora um ano com vendas represadas. O que de fato nos traria algum benefício seria o IPI zero, reclama. Por Luiz Eduardo Kochhann Fonte: Jornal do Comércio (02/07/2014) Página 5

6 Alíquota zero do IOF nos contratos de derivativos financeiros ASSUNTO: Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF EMENTA: OPERAÇÕES RELATIVAS A TÍTULOS OU VALORES MOBILIÁRIOS. CONTRATOS DE DERIVATIVOS FINANCEIROS CAMBIAIS. Incide o IOF sobre o valor nocional ajustado, na aquisição, venda ou vencimento de contratos de derivativos financeiros celebrados no País, inclusive os destinados à cobertura de riscos (hedge), que, individualmente, resultem em aumento da exposição cambial vendida ou redução da exposição cambial comprada. A partir de 13 de junho de 2013, a alíquota do imposto aplicável a essas operações está reduzida a zero. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 8.894, de 1994, art. 2º; Lei nº , de 2011, art. 3º; Decreto nº 6.306, de 2007, art. 32-C; Decreto nº 7.563, de 2011; Decreto nº 7.699, de 2012; Decreto nº 8.027, de FERNANDO MOMBELLI Coordenador-Geral Fonte: Diário Oficial da União (02/07/2014) Página 6

7 RECURSOS HUMANOS / TRABALHISTA Você sabe lidar com as críticas? Você pode trabalhar em qualquer lugar ou cargo do mundo, mas não importa, sempre existirão críticas e/ou farão julgamentos a seu respeito. Sejam críticas mais leves ou rígidas, vindas de um superior ou de um colega, elas existirão e o ideal é manter uma postura receptiva para lidar com essa situação da melhor forma possível. Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que existem algumas atitudes que podem ser tomadas para que as críticas sejam aceitas e, ao mesmo tempo, não machuquem a pessoa que as recebeu. A primeira coisa que eu sempre falo quando o assunto é críticas é: não seja reativo. Não responda com argumentos defensivos ou ofensivos de imediato, sem refletir o que foi lhe dito, comenta a especialista, que diz que refletir sobre alguns comentários a nosso respeito, por mais duros que eles sejam, ajuda a melhorar nossas relações interpessoais assim como o próprio autoconhecimento. Receber comentários negativos nunca é agradável, porém, procure manter a calma e ser tolerante com as pessoas que fizeram a observação. Isso demonstra controle emocional, profissionalismo, e que você está de fato refletindo sobre o que foi criticado. E, na hora de responder, seja sempre cordial e tenha argumentos coerentes, vale muito mais a pena do que responder de forma impulsiva, exalta. Se a crítica for construtiva não use justificativas: admita sua responsabilidade. Seja sincero, peça desculpas e comprometa-se a não repetir a atitude criticada. Críticas construtivas são uma ótima forma de crescimento pessoal e profissional, ainda que possam ser dolorosas no início. Agradeça a preocupação ou consideração da pessoa que lhe criticou, mostre que você se importa com o que ele disse. Frases como obrigado por me alertar sobre esse detalhe, sua opinião é sempre bem-vinda, ou não deixe de avisar-me se notar algum comportamento semelhante a esse podem ajudar muito, comenta. As críticas já foram feitas, então, aproveite-se delas para melhorar seu desempenho profissional. Caso os julgamentos sejam verdadeiros, aproveite o momento para rever suas posições, trabalho, comentários, ou seja lá o que foi criticado e faça as mudanças necessárias, diz Madalena, que complementa: uma crítica pode ser uma oportunidade de melhorar e aperfeiçoar-se profissional e pessoalmente. Também é muito importante não levar as críticas para o lado pessoal, entender de forma objetiva as mensagens ou seja, o que deve ser feito para mudar, - não pedir opiniões se não estiver preparado para ouvir coisas que não deseja, e entenda que as críticas são sim muito importantes, mas que não podem lhe abalar. Fonte: RH Central (artigo consultado em 02/07/2014) Página 7

8 A síndrome do CEO centralizador Não é incomum vermos CEOs das empresas estressados, com elevada carga de trabalho, mas pouco efetivos quanto aos resultados. Esse comportamento, que denominamos aqui de síndrome do CEO centralizador, é prejudicial para qualquer tipo de empresa. É impossível encontrar um executivo capaz de gerenciar todos os indicadores da empresa, que podem superar a casa de centenas. O estresse não se deve ao excesso de produtividade, mas à centralização de todas as tarefas no CEO, que, ao invés de pensar nas estratégias que levarão ao cumprimento das metas, perde-se e atua como bombeiro. Quando falta uma gestão estruturada, que possibilita ao CEO delegar funções e monitorar os indicadores de resultados sem perder o controle, as iniciativas não fluem. Os colaboradores sentem-se desvalorizados no processo, apenas cumprem tarefas, ao invés de buscarem entender seu papel na organização. O CEO deve estar atento às metas da empresa, a fim de cumprir o planejamento estratégico. Para isso, basta acompanhar de cinco a 10 indicadores. Parece estranho pensar assim, quando há inúmeros indicadores, desde o turn over ao market share. Porém, o gestor deve atribuir responsabilidades a todos os níveis hierárquicos da empresa e ficar atento apenas aos indicadores ligados ao planejamento. É dessa forma que se obtém um processo estruturado de gestão, em que cada colaborador se sente parte do processo e sabe que sua participação faz a diferença. Ao mesmo tempo, reduz o número de atribuições do CEO, que passa apenas a pensar na geração de valor para a empresa. Por Américo Pedrebon Fonte: Jornal do Comércio RS (02/07/2014) Página 8

9 CONTABILIDADE / AUDITORIA Profissionais contábeis devem ficar atentos às contas eleitorais Por Roberta Mello Com a Copa do Mundo entrando na reta final, é chegada a hora de começar a se preparar para o próximo grande evento a tomar conta da agenda do País: as eleições Faltando pouco mais de três meses para a realização do primeiro turno da votação, marcada para o dia 5 de outubro, o profissional contábil começa a elaborar a prestação de contas eleitorais. Como já é de praxe, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou uma medida com adequações às normas dos anos anteriores, disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) do dia 5 de março. A Resolução /2014 que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos, candidatos e comitês financeiros - sofreu algumas alterações importantes neste ano. A principal delas é que o profissional de contabilidade responsável e o candidato deverão assinar a prestação de contas, sendo obrigatória, ainda, a constituição de advogado. Os partidos e comitês também devem se preocupar, ao repassarem as informações ao TSE, em identificar com clareza a origem dos valores. Tudo para garantir processos eleitorais mais transparentes. Segundo o técnico em contabilidade e consultor em assuntos contábeis, Carlos Souto Júnior, essa novidade aumenta o peso da responsabilidade sobre os ombros do contador. Contudo, a nova resolução não deixa de ser um reconhecimento à importância da categoria para o amadurecimento do processo eleitoral brasileiro. Se antes os documentos eram enviados sem grande cuidado e tinham chances de receber sanções da Justiça Eleitoral, agora o processo está mais rigoroso e a cobrança pode recair sobre o profissional contábil, pois o TSE está ainda mais atento. Até abril de 2014, cerca de 10 mil casos estavam sendo analisadas criteriosamente. Mesmo que o Código de Ética da profissão não trate especificamente das contas eleitorais, deve-se respeitar a legislação da categoria e seguir todos os preceitos gerais das Ciências Contábeis. Não é por que está fazendo a contabilidade de um candidato político que o contador vai se tornar flexível. É como estar fazendo a contabilidade de uma empresa, defende o contador José João Appel Mattos. Todos os balancetes são enviados e padronizados por meio do Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE). Ao fim do fornecimento de dados, todos os documentos são publicados no site do TSE. Àqueles candidatos que tiverem comprovados captação ou gastos ilícitos de recursos para fins eleitorais, será negado o diploma ou cassado caso já tenha sido outorgado. Resolução não acaba com a concentração de recursos nas mãos de poucos As regras em torno da arrecadação eleitoral ajudam a dinamizar a disputa por cargos públicos no País. No entanto, a concentração de verbas nas mãos de alguns poucos candidatos e os gastos exorbitantes com as campanhas ainda precisam ser enfrentados. Segundo a professora doutora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Ufrgs Silvana Krause, as normas em torno do financiamento de campanha não atacam um problema nevrálgico. Elas estabelecem percentuais para a doação e não valores. O fato de o País ter alta concentração de renda gera uma distorção essencial, sintetiza Silvana. Existem certas diferenças na regulamentação do modelo de custeio de contas eleitorais e do financiamento partidário. A primeira delas é a efemeridade do regime em torno do financiamento de campanha, que muda a cada processo eleitoral, enquanto o regime de suporte financeiro partidário tem regras melhor definidas. Porém, os modelos são bem semelhantes no que diz respeito ao protagonismo dos montantes oriundos das grandes corporações. Em sua pesquisa sobre financiamento partidário, a professora se deu conta, ainda, que o investimento de grupos de interesse aumenta consideravelmente em ano eleitoral. Na contramão, a figura do militante partidário no apoio e financiamento se torna Página 9

10 mais fraca. Para piorar, as verbas para campanha normalmente estão centralizadas nas mãos de um número muito pequeno de candidatos. O pleito deste ano vai eleger o presidente e vice-presidente da República, deputados federais, senadores, governadores e vicegovernadores, deputados estaduais, incluindo o Distrito Federal. Estimativas apontam que entre 70 e 80 mil candidatos irão disputar os cargos. Segundo os especialistas, a prestação de contas pode não garantir um panorama político totalmente seguro e transparente nos próximos anos, mas aumenta a lisura na prática eleitoral. Elaboração dos documentos deverá ser acompanhada desde o início do processo A concepção de uma conta eleitoral, dedicada apenas à movimentação financeira durante a campanha, é uma exigência antiga, implantada em Neste ano, o prazo para a sua criação é até esta sexta-feira, 5 de julho de 2014, data limite também para os registros dos candidatos. A partir do momento em que o profissional contábil passa a se envolver com todo o processo, a tendência é que o candidato disponibilize informações mais completas à Justiça Eleitoral e que o contador esteja seguro na hora de assinar os documentos. Não é que o profissional contábil passe a ser totalmente responsável pelo conteúdo, mas pode ajudar mais, esclarece o técnico em contabilidade Carlos Souto Júnior. A obrigatoriedade de que cada prestação de contas seja firmada pelo contador é uma reivindicação antiga da nossa classe, lembra o contador José João Appel Mattos, autor do livro Partidas Dobradas - Eleições Contabilidade Necessária. Em sua terceira edição (a obra já foi editada nos pleitos de 2010 e 2012), a publicação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é uma forma de acompanhar as mudanças promovidas pelo TSE de dois em dois anos e de informar os contadores. A obra pode ser comprada ou acessada gratuitamente no site da entidade. Ainda dá tempo de requisitar a abertura da conta eleitoral. Basta acessar o site do TSE e solicitar a emissão do Requerimento de Abertura de Conta Bancária Eleitoral (Race) a partidos, candidatos e comitês financeiros. Os candidatos devem ficar atentos ao armazenamento dos dados completos dos doadores para se proteger. Todos os recursos devem ser lastreados nos recibos eleitorais gerados pelo Sistema de Recibos Eleitorais (SRE). Desde janeiro, os diretórios partidários já podem requisitar e emitir recibos eleitorais. Os recursos oriundos do próprio candidato estão limitados a 50% do patrimônio informado na Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física (Dirpf). Os donativos realizados por pessoas físicas não podem ultrapassar 10% dos rendimentos brutos auferidos no ano-calendário anterior à eleição, excetuando-se aos que são estimáveis em dinheiro relativos à utilização de bens móveis ou imóveis de propriedade do doador. O mesmo se aplica à prestação de serviços próprios, desde que não ultrapasse R$ 50 mil, apurados conforme o valor de mercado. Já as pessoas jurídicas podem realizar doação de no máximo 2% do faturamento bruto auferido por pessoa jurídica, no anocalendário anterior à eleição. Sendo assim, aqueles que não tiverem declarado sua renda no ano anterior não podem colaborar financeiramente com as campanhas eleitorais. Fonte: Jornal do Comércio RS (02/07/2014) Página 10

11 Campanha da GS1 Brasil alerta contadores sobre importância da padronização Atualmente, mais de 57 mil de empresas no Brasil utilizam o código de barras em suas transações comerciais A padronização tem se tornado uma ferramenta recorrente para alavancar os negócios. Atualmente, mais de 1,3 milhão de empresas usam o código de barras no mundo, e, no Brasil, são mais de 57 mil companhias que se beneficiam da automação para facilitar as transações comerciais. O papel dos contadores para estimular a adoção das normas corretas e abrir as portas dos clientes para o mercado global tem sido fundamental, destaca João Carlos de Oliveira, presidente da GS1 Brasil Associação Brasileira de Automação, entidade responsável pela aplicação do código de barras. Para chamar a atenção dos benefícios dos padrões, a GS1 Brasil investe em uma campanha de orientação junto aos contadores de todo o País. O objetivo é ressaltar os ganhos que a identificação e a rastreabilidade dos produtos pode trazer aos mais diferentes ramos de atividade. Além disso, o código de barras passou a integrar também a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), uma obrigatoriedade para todos os produtos que são identificados pelo chamado GTIN (sigla em inglês para Numeração Global de Item Comercial). As empresas que não utilizam código de barras em suas mercadorias estão liberadas da determinação. As vantagens são inúmeras. Essa medida passou a garantir automação no recebimento, código único para controle dos produtos, melhoria no controle de estoque e conferência do pedido enviado. Do ponto de vista da automação, segurança e rastreabilidade das entregas de produtos, os processos logísticos ficaram mais ágeis, uma vez que o documento acompanha, em tempo real, as operações comerciais pelo fisco. Ao influenciar todo o planejamento logístico da cadeia de suprimentos, a NF-e reduziu, inclusive, os custos no controle fiscal de mercadorias em trânsito, Ao substituir o sistema de emissão do documento em papel, o documento fiscal eletrônico facilita a vida do contribuinte e a fiscalização sobre operações tributadas pelo ICMS e o IPI. aumentou a eficiência da gestão de informações fiscais e melhorou o intercâmbio e o compartilhamento de dados entre os fiscos e entre as empresas. A NF-e já se mostrou capaz de abrir oportunidades de negócios e empregos na prestação de serviços ligados a ela, de incentivar o comércio eletrônico e, principalmente, causar o impacto positivo no meio ambiente. Afinal, quando não se emite mais notas fiscais tradicionais, reduz-se o consumo de papel, além de evitar o retrabalho em várias etapas administrativas, destaca Oliveira. No entanto, por se tratar de uma medida recente, apesar desta determinação estar em vigor desde julho de 2011, a inclusão do GTIN nanota fiscal eletrônica ainda desperta dúvidas entre o empresariado brasileiro. A GS1 Brasil tem sido uma fonte recorrente na busca de informações sobre a obrigatoriedade do preenchimento do campo específico para o código de barras. O que se espera é que as empresas se adequem, esses questionamentos sejam esclarecidos e as dificuldades acabem. A determinação do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), de que o campo específico para o GTIN seja preenchido (campos cean e ceantrib), abrange todo território brasileiro. É importante ressaltar que a medida vale para qualquer operação com NF-e, seja entrada, saída, operações de simples remessa, transferência etc. O não preenchimento do campo do código de barras incorre em multa, e o valor varia de estado para estado. Sobre a GS1 Brasil A GS1 Brasil, Associação Brasileira de Automação, é uma organização sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 57 mil associados. Mais informações em Por Cristine Pires Fonte: Contabilidade na TV (01/07/2014) Página 11

12 OUTROS ASSUNTOS EUA recomendam à Argentina cumprir com suas obrigações Por Sergio Lamucci De Washington A Argentina deve usar os "mecanismos estabelecidos" para resolver os seus compromissos financeiros, disse ontem o vice-assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Ben Rhodes, ao tratar da disputa entre o país e os fundos que não aceitaram a reestruturação da dívida argentina. Segundo ele, trata-se de algo necessário para que o país volte a ter a plena confiança da comunidade internacional e recoloque a economia numa situação estável. "Isso é do interesse dos EUA e do interesse da região em países como o Brasil, que tem relações comerciais muito profundas com a Argentina", disse Rhodes, para quem a questão não é " simplesmente um assunto bilateral". "Encorajamos a Argentina a resolver esses assuntos, a cumprir com as suas obrigações", afirmou Rhodes, observando que o presidente Barack Obama, não teve nenhuma conversa recente com a presidente argentina, Cristina Kirchner. Ele disse ainda que, se os países tiverem "vontade política para dar passos difíceis, é possível dar uma base firme para uma crise fiscal, e é o que nós temos consistentemente encorajado a Argentina a fazer". O assessor da Casa Branca não detalhou quais seriam os "mecanismos estabelecidos" que a Argentina deve usar. "Aprendemos muito nos últimos 10 a 20 anos sobre crises financeiras em diferentes países e aprendemos tanto a enfrentá-las como a contê-las", disse Rhodes, observando que sempre há uma preocupação quando países enfrentam dificuldades como as da Argentina. "Há muitos instrumentos na comunidade internacional e especialização para tentar resolver essas questões". A Argentina pode entrar em calote formal se não fechar até o fim do mês um acordo com os fundos que não concordaram com a reestruturação da dívida, os chamados "holdouts". Por decisão do juiz americano Thomas Griesa, de Nova York, o país só pode honrar os credores da dívida renegociada se também pagar os "holdouts". Na segunda-feira venceu uma parcela do débito reestruturado. A Argentina depositou os recursos no Bank of New York Mellon, mas Griesa considerou a operação ilegal, por considerar que é preciso pagar simultaneamente os fundos. Ontem, um dos "holdouts" indicou que os acordos feitos pelo governo argentino com o Clube de Paris e a Repsol podem ser um modelo para um acerto. Essas negociações envolveram o pagamento de uma parte em dinheiro e de outra em títulos. Foi isso o que indicou em entrevista à CNBC TV Jay Newman, um dos gestores da Elliot Management, que tem como subsidiária o fundo NML Capital, um dos "holdouts", segundo a Reuters. Outro dos "holdouts" emitiu um comunicado afirmando que não acredita na disposição da Argentina em negociar. De acordo com a agência de notícias, o presidente da Aurelius Capital Management, Mark Brodsky, disse prever que o país não enviará uma delegação para negociar com o mediador Daniel Pollack na semana que vem, ou mandará uma sem autoridade para mudar os termos da oferta anterior. O Ministério da Economia da Argentina informou que representantes da pasta vão se encontrar com Pollack na segunda-feira. Em visita a Washington, a presidente do Chile, Michelle Bachelet, apoiou a Argentina, ao falar na Organização dos Estados Americanos (OEA). "Quero manifestar preocupação em relação aos obstáculos que enfrenta a república irmã da Argentina na renegociação de sua dívida soberana", disse Bachelet. 'Como consideramos com todos os membros da Unasul, não podemos permitir que agentes especulativos coloquem em risco os acordos alcançados entre devedores e credores, afetando a estabilidade financeira global." Bachelet, que se encontrou com Obama, disse que espera que "se encontre uma solução rápida e efetiva a esse grave problema". Fonte: Valor Econômico (02/07/2014) Página 12

13 Nestlé vende marca de sucos para Byrnwood Partners Nova York - A Nestlé vendeu a marca de sucos Juicy Juice para a empresa de private equity Byrnwood Partners. Este é o mais recente movimento da companhia suíça no sentido de se desfazer de negócios menos rentáveis. As empresas não forneceram detalhes do acordo, mas a Byrnwood disse que foi sua maior aquisição em 30 anos. Segundo uma fonte próxima à compra, a Byrnwood pagou menos de US$ 200 milhões pela Juicy Juice, considerando dívidas. Pioneira no segmento de suco natural, a Juicy tem enfrentado queda nas vendas nos últimos anos, influenciada por preocupações em relação a bebidas com açúcar para crianças. No mês passado, a Nestlé informou que participação de mercado da Juicy caiu de 4,6% em 2011 para 3,9% neste ano. As vendas anuais da marca, de cerca de US$ 275 milhões, também são menores dos que os US$ 500 milhões registrados há sete anos, disse Henk Hartong, gerente sênior da Brynwood. "Mas você pode ter um enorme sucesso em uma marca em declínio ao ser flexível e ágil, considerando o gosto dos consumidores", disse Hartong. "Há cinco anos a Juicy Juice era um grande negócio, mas não estava gerando mais dinheiro", disse o presidente da Nestlé nos Estados Unidos, Paul Grimwood, em entrevista no mês passado. A estratégia atual da Nestlé consiste em focar em negócios com melhor desempenho. Recentemente a companhia se desfez de algumas de suas divisões menores, como o negócio de nutrição esportiva PowerBar e o de suplementos dietéticos Jenny Craig. A Nestlé se desfez ainda de sua participação de 10% na fabricante de aromas e fragrâncias Givaudan. Fonte: Dow Jones Newswires. Fonte: Exame.com (02/07/2014) Página 13

14 Vale e Cielo são as ações mais recomendadas por analistas para julho Por Ana Paula Ribeiro SÃO PAULO - Com a eleição presidencial mais próxima, os analistas estão recomendando aos investidores, para julho, ações consideradas mais defensivas ou de setores com menor probabilidade de intervenção governamental. O objetivo é montar uma carteira que ofereça possibilidade de ganhos mesmo com indicadores econômicos mais fracos. Cielo e Vale são os papéis mais recomendados, com cinco indicações cada um, entre nove corretoras. Papéis de empresas que são beneficiadas pelo consumo, um dos motores do crescimento do atual governo, também estão bem cotados: Magazine Luiza e Estácio Participações foram citadas quatro vezes cada um. Itaú Unibanco e Suzano também apresentam quatro indicações cada um, já que existe a expectativa de bons resultados no segundo trimestre. Para Elad Victor Revi, analista da Spinelli Corretora, as escolhas levaram em conta o cenário não só de baixo crescimento, com a deterioração de alguns indicadores, mas também a proximidade das eleições; A avaliação é que desde 2012 o governo federal fez algumas interferências em setores já consolidados, como o elétrico e o de Petróleo, o que mexeu com comportamento das ações. A gente traçou um cenário econômico até outubro, considerando as eleições. Tentamos sair de setores em que a probabilidade de interferência seja alta afirmou. No caso da Cielo, a justificativa é que o setor de serviços financeiros vem apresentando crescimento e, apesar do aumento da concorrência, a empresa conseguiu manter a sua participação de mercado. Para os analistas da corretora Geração Futuro Eduardo Nishio e Vito Ferreira, a companhia deve continuar apresentando crescimento nos lucros e não deve sofrer os impactos negativos da Copa do Mundo e das eleições. Já no caso da Vale, a avaliação é que a economia chinesa não deve desacelerar tanto este ano. A China é a maior compradora da Vale e, mesmo com a queda atual do preço do minério de ferro, o valor deve se recuperar gradativamente. Além disso, a Guide Investimentos destaca a recuperação das economias da Europa e dos Estados Unidos. Esses fatores, aliados à forte desvalorização dos papéis - as cotações das ações preferenciais acumulam queda de 16% no ano - justificam a escolha. Mantemos a recomendação no papel e acreditamos que o atual patamar de preços é atrativo, dizem os analistas da corretora, em relatório. As empresas atreladas ao mercado interno também estão no radar dos investidores. No caso do Magazine Luiza, a avaliação é que apesar do baixo crescimento, o nível de emprego continua estável e o aumento de renda dos últimos anos favoreceu o consumo no país. A empresa se destaca porque tem conseguido elevar as suas margens de ganhos. O Magazine Luíza apresenta uma contínua melhora de margens das redes adquiridas, como a Maia e a Baú, e tem um crescimento de vendas impulsionado por programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida justificou o analista Henrique Florentino, da Um Investimentos. A Estácio é outra favorita em um setor que tem crescido devido a maior procura por educação. Na avaliação de Ruben Couto, Guilherme Assis e Victor Falzoni, analistas da Geração Futuro, o mercado de educação tem fundamentos consistentes e as metas de crescimento de longo prazo da empresa mostram uma boa relação entre risco e retorno, justificando a escolha. Novamente na lista, a Suzano aparece em quatro carteiras recomendadas. Entre os motivos para sua escolha, estão a expectativa positiva em relação aos resultados do segundo trimestre, uma vez que a empresa fez algumas reduções de custo. É também a divulgação de um bom balanço balanço do período entre abril e junho que contribuiu para que as ações do Itaú Unibanco também recebesse quatro indicações. Fonte: O Globo (02/07/2014) Página 14

15 Banco brasileiro é o terceiro do mundo em lucro e lidera ineficiência Reconhecidos pela solidez e pela lucratividade, os bancos brasileiros também aparecem no topo do ranking das instituições financeiras mais ineficientes e com o maior custo do mundo, segundo relatório do BIS (banco central dos bancos centrais). Por eficiência, o BIS entende o elevado custo administrativo (processos, instalações, tecnologia) e de pessoal pela quantidade relativamente baixa de negócios e de ativos (financiamentos, caixa, títulos) gerados. "Os bancos brasileiros não são tão eficientes e não têm escala adequada para diluir o peso dos custos fixos. Falta compartilhar caixas eletrônicos, serviços comuns de transporte de dinheiro, tecnologia etc.", diz Erivelto Martins, especialista da Austin Ratings. No ranking da ineficiência, o Brasil é seguido por EUA, Rússia e Índia, países que, como o Brasil, se esforçam para elevar os negócios sem ter de expandir os gastos. Página 15

16 Por outro lado, o Brasil é terceiro colocado no ranking dos bancos mais lucrativos do mundo. Só perde para Rússia e China (veja quadro). O principal motivo é o ganho com os chamados spreads, a diferença entre os juros que o banco paga ao investidor e o quanto cobra para emprestar a outro cliente, que viraram bandeira da presidente Dilma Rousseff contra o setor bancário em O ranking de lucratividade desconsidera o pagamento de impostos e mede a lucratividade pelo tamanho dos chamados ativos, uma medida do risco assumido na atividade bancária. Segundo Martins, após descontar os impostos, o Brasil deve perder alguns postos no ranking. O Brasil só perde para a Itália nas provisões para eventuais calotes. Isso demonstra o risco elevado de emprestar. Fonte: Folha de S. Paulo (02/07/2014) **************************************************** Página 16

98,3% 90,3% 64,2% 38% 63,3% 3º trimestre/2014. das empresas avaliaram o sistema 80,7% tributário brasileiro qualitativamente como ruim ou muito ruim.

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