CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009."

Transcrição

1 INVENTÁRIO DE BENS CULTURAIS DE RIBEIRÃO PRETO SP Henrique Telles Vichnewski 1 Lílian Rodrigues de O. Rosa 2 Nainôra Maria B. de Freitas 3 O Inventário de Bens Culturais de Ribeirão Preto faz parte do Programa Café com Açúcar, iniciativa promovida pela Secretaria da Cultura de Ribeirão Preto em 2009 e que está sendo executado pela Rede de Cooperação Identidades Culturais, a qual é formada pelas principais Instituições de ensino de nível superior da rede privada e pública do município, além de outras instituições como o MIS Museu da Imagem e do Som, Grupo Amigos da Fotografia e Acirp Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto. A mesa-redonda, sobre o Inventário de Bens Culturais de Ribeirão Preto, teve como objetivos apresentar a linhas gerais desse projeto, focalizar os trabalhos do grupo setorial Marcos Edificados 4, dialogando com as questões do patrimônio arquitetônico, do patrimônio urbanístico e patrimônio imaterial e as relações pertinentes de preservação, gestão patrimonial e valores locais do patrimônio cultural. Esse projeto de inventário de bens culturais do município de Ribeirão Preto se caracteriza como um levantamento de dados e a consolidação de um diagnóstico local no que se refere aos bens culturais de natureza material e imaterial. O trabalho se realizará a partir de procedimentos metodológicos desenvolvidos em parceria com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e 1 Arquiteto e Urbanista, Mestre em História (Memória e Cidade) pela UNICAMP. Professor da graduação e pósgraduação em Arquitetura e Urbanismo no Centro Universitário Barão de Mauá. 2 Licenciada em História e Geografia pelo Centro Universitário Barão de Mauá, Mestre em História e doutoranda em História do Brasil pela Unesp Franca SP; Coordenadora do curso de História do Centro Universitário Barão de Mauá Ribeirão Preto SP. 3 Licenciada em História, mestre e doutora em História do Brasil pela Unesp Franca SP, professora do Centro Universitário Barão de Mauá Ribeirão Preto SP e do Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto - SP 4 Marcos Edificados, como consta na Ficha de Identificação do Sítio do INRC do IPHAN estão definidos por: Marcos urbanísticos, arqueológicos, arquitetônicos e edificados em geral relevantes como referências espaciais do sítio. 1

2 Artístico Nacional) por meio do INRC Inventário Nacional de Referências Culturais e o Plano de Ação para as Cidades Históricas. O INRC/IPHAN (2000) é um instrumento de identificação de bens culturais tanto imateriais quanto materiais e está configurado em dois objetivos principais: 1. identificar e documentar bens culturais, de qualquer natureza, para atender à demanda pelo reconhecimento de bens representativos da diversidade e pluralidade culturais dos grupos formadores da sociedade; 2. apreender os sentidos e significados atribuídos ao patrimônio cultural pelos moradores de sítios tombados, tratando-os como intérpretes legítimos da cultura local e como parceiros preferências de sua preservação. Nesse sentido, observa-se a importância do reconhecimento da diversidade e pluralidade culturais presentes na sociedade e a legitimidade do patrimônio cultural motivada pela população local. O grupo Marcos Edificados tem como base referencial o conceito de paisagem cultural do pesquisador Leonardo B. Castriota (2009) que discute que o inventário cultural não é entendido somente como um registro das edificações isoladas nas quadras da cidade, conceito de patrimônio cultural já ultrapassado, em abordar a cidade como objeto estético (bens de pedra e cal). Mas o estudo e compreensão da cidade deve ser integrada a uma paisagem cultural compreendida por um sistema sistema agregador de diferentes valores. Onde leva-se em conta as relações socioculturais e o conjunto dos bens culturais referentes às diversas identidades coletivas. Dessa forma parte-se da compreensão do patrimônio edificado isolado para uma interpretação das cidades enquanto unidades culturais mais amplas formadas pelo patrimônio material e imaterial, ou seja, os aspectos históricos, sociológicos, antropológicos, arqueológicos, estéticos, urbanísticos e econômicos, entre outros valores. O patrimônio ambiental urbano ou paisagem cultural devem ser compreendidas e definidas a partir das relações que os bens naturais e 2

3 culturais apresentam entre si, em determinado ambiente urbano, pensado de forma inter-relacionados: o perfil histórico; a infraestrutura; o lote; a edificação; a linguagem urbana; os usos; os significados e referências culturais; e os aspectos naturais; Todos responsáveis pela feição peculiar de cada uma das porções, no caso, do município de Ribeirão Preto. Na busca por essas feições, devem-se identificar as várias camadas da cidade, perceber como os moradores e usuários utilizam e valorizam os espaços. O inventário no entendimento do grupo deve acompanhar as idéias de que ele representa um recenseamento das potencialidades culturais. Ele é visto como um amplo campo de conhecimento que não pode ser confundido, como ressalta André Chastel, com o serviço dos Monumentos Históricos, ou seja, com as ações mais imediatas envolvendo a proteção, como o tombamento e a restauração. O maior objetivo do inventário:...é o de contribuir com a ampliação do conhecimento sobre a arte e a cultura, tendo como objetivos específicos: guiar as organizações de turismo, dar suporte às finalidades do ensino, orientar a pesquisa arqueológica e histórica, e dar, enfim, às comissões responsáveis pelos monumentos históricos e pelo urbanismo, os elementos de ação suficiente (FONSECA Apud OLENDER, 2010, p. 02). O grupo Marcos Edificados envolve também os elementos da formação e evolução urbana, em consonância das metodologias desenvolvidas pelos grupos do: IGEPAC (Inventário Geral do Patrimônio Ambiental e Cultural Urbano de São Paulo), do IPUCBH (Inventário de 3

4 Patrimônio Urbano e Cultural de Belo Horizonte) e do Inventário do Patrimônio Cultural de Porto Alegre (EPAHC). Em um quadro geral essas metodologias partem do diagnóstico urbano como no caso de Porto Alegre, enquanto patrimônio ambiental urbano (CURTIS, Apud CASTRIOTA, 2009, p. 197) que não se limita como já mencionado neste texto aos valores isolados das edificações nem mesmo naqueles decorrentes do seu inter-relacionamento pois envolve uma compreensão mais ampla do conceito de patrimônio cultural: (...) ao invés de um produto final de um arranjo cenográfico e anacrônico, é o resultado, em determinado momento, de um processo cumulativo e/ou transformativo de bens imóveis (...) cujas qualidades culturais e de uso, por responderem à sensibilidade das populações interessadas incorporam-se à memória coletiva (CASTRIOTA, 2009, p. 197). Essa compreensão mais ampla do patrimônio cultural deve identificar os modos de organização no espaço urbano - a sua dinâmica sócio-espacial que envolve constantemente apropriações e reapropriações dos espaços do cotidiano como a vida das ruas dos bairros, as vielas, as travessas, praças; suas feiras, festas, festivais, reuniões informais, enfim ambientes imbuídos de espaços humanizados. Um nicho em meio a modernização progressista devastadora da cidade (CASTRIOTA, 2009). Essa abordagem menos palpável da cultura que está na base da construção social de identidades espaciais distintas, enfim da própria identidade das culturas locais e/ou regionais que permitem que cada setor da cidade seja percebido e representado de forma própria pela população (CASTRIOTA, 2009). A ação do grupo Marcos Edificados envolve os procedimentos que devem ser tomados, fornecendo elementos e subsídios para possíveis ações no campo da gestão do patrimônio cultural. O grupo ao identificar e levantar os dados para o inventário parte de uma análise acadêmica e sugere cruzar os resultados com o levantamento da comunidade juntamente com os outros grupos da rede de cooperação 4

5 para assim dar legitimidade ao mesmo com o intuito de compreender as unidades culturais a serem preservadas no conjunto da paisagem cultural. A identificação das referencias dos Marcos Edificados do Sítio (Ribeirão Preto) engloba as localidades, ou seja, os bairros do município como, Bonfim Paulista, Centro, Vila Tibério, Campos Elíseos, República e Ipiranga e que compõem o projeto Identidades Culturais tem por ponto de partida as edificações tombadas ou em processos de tombamento, aqueles identificados pela população como possíveis pontos a serem considerados de valor cultural que tem representatividade na paisagem local e os Marcos identificados pelo Grupo como elementos de representatividade de valor cultural. O patrimônio enquanto edificado deve ser entendido... dentro de seus ambientes passados e presentes, eventos dentro de seus ambientes sociais e temporais (GOODEY, 2002, p.131), facilitando para que o público se sinta estimulado a conhecer mais a respeito de lugares com uma historicidade humana que necessitam serem preservados. Na relação com a comunidade o patrimônio deve buscar seu significado que é considerado culturalmente construído, como patrimônio material e imaterial. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, CHASTEL, André. A invenção do inventário. Revue de l`art, n.87. Paris, CNRS, Tradução e notas de João B. Serra. FONSECA, Maria Cecília Londres. A Noção de Referência Cultural nos Trabalhos de Inventário. In: MOTTA, Lia; SILVA, Maria Beatriz Resende. Inventários de Identificação: um panorama da experiência brasileira. Rio de Janeiro, IPHAN, 1998, p FRANCISCO, Rita de Cássia. Inventário como ferramenta de preservação: a experiência da cidade de Campinas/SP. Revista CPC (Centro de 5

6 Preservação Cultural - USP), São Paulo, n. 6, p , maio 2008/out GOODEY, Brian. A Sinalização interpretativa. In: MURTA, S. M. & ALBANO, C. (org). Interpretar o patrimônio: um exercício do olhar. Belo Horizonte: UFMG; Território Brasilis, IPHAN. Inventário Nacional de Referências Culturais: INRC - Manual de Aplicação. Apresentação de Célia Maria Corsino. Introdução de Antônio Augusto Arantes Neto. Brasília: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, OLENDER, Marcos. Uma medicina doce do patrimônio. O inventário como instrumento de proteção do patrimônio cultural limites e problematizações. Arquitextos, São Paulo, , Vitruvius, set 2010 < 6

ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157 INVENTÁRIO DE REFERÊNCIAS CULTURAIS

ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157 INVENTÁRIO DE REFERÊNCIAS CULTURAIS ANAIS da XV SEMANA DE HISTÓRIA: HISTORIA REGIONAL COMO RECORTE DE ENSINO E PESQUISA - 2011 ISSN - 21773157 INVENTÁRIO DE REFERÊNCIAS CULTURAIS Ribeirão Preto, SP Adriana SILVA * Lilian Rodrigues de Oliveira

Leia mais

GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE

GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE GASTRONOMIA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE Evelyn Nunomura* Isadora Fernanda Rossi* Gilberto Hildebrando* Sonia Maria de Oliveira Dantas* Leandro Henrique Magalhães** Mirian Cristina Maretti** *Acadêmicos

Leia mais

Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica

Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica Contribuição da Computação, Informática e Tecnologia da Informação para

Leia mais

Estruturas institucionais esfera federal

Estruturas institucionais esfera federal Estruturas institucionais esfera federal Departamento do Patrimônio Imaterial Princípio de atuação: respeito à diversidade cultural e valorização da diferença são os princípios organizadores da atuação

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

Arqueologia em construção

Arqueologia em construção Carta produzida pelo Grupo de Trabalho Arqueologia de Contrato Coletivo de estudantes do PPGARQ- MAE-USP Arqueologia em construção A Semana de Arqueologia tem como objetivos o debate, a troca de informações

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006.

LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006. -~--' -, Praça Barão do Rio Branco, 12 Fax (31) 3559 3205 LEI COMPLEMENTAR N 15 de 27 de abrilde 2006 Altera a Lei Comp1emelÚtlr n 02/1005, modifica a denonúnaçílo da Secretaria Municipal de Turismo, IndÚstria

Leia mais

REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS

REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Florianópolis (SC), 2013 1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA INSTITUIÇÃO Mantenedora: Sistema Barddal de Ensino Grupo UNIESP Mantida: Faculdades

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA MINIFÓRUM CULTURA 10 Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA Orientação aprovada: Que a elaboração do Plano Municipal de Cultura considere

Leia mais

REVITALIZAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DA FAZENDA SANT ANA

REVITALIZAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DA FAZENDA SANT ANA REVITALIZAÇÃO E SUSTENTABILIDADE DA FAZENDA SANT ANA Maria Sílvia Zorovich do Rego silviazrego@yahoo.com.br VALOR DO INVESTIMENTO: R$ 16.000,00 PARCERIAS: Instituto Educa Brasil Proprietários Fazenda Sant

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

Plano de Conservação Preventiva do Museu Casa de Rui Barbosa: Documentação para Preservação Segundo Módulo

Plano de Conservação Preventiva do Museu Casa de Rui Barbosa: Documentação para Preservação Segundo Módulo CMI Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto CMI Centro de Memória e Informação Título do Projeto Coordenador do Projeto: Endereços para contato: Setor: Plano de Conservação Preventiva do Museu

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR EM PATRIMÔNIO, DIREITOS CULTURAIS E CIDADANIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO NÚCLEO INTERDISCIPLINAR DE ESTUDOS E PESQUISAS EM DIREITOS HUMANOS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO INTERDISCIPLINAR

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Secretaria de Estado da Cultura

Secretaria de Estado da Cultura Secretaria de Estado da Cultura UPPM Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico GTC SISEM-SP Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo MUSEUS E PATRIMÔNIO Os museus

Leia mais

TURISMO. o futuro, uma viagem...

TURISMO. o futuro, uma viagem... TURISMO o futuro, uma viagem... PLANO NACIONAL DO TURISMO 2007-2010 OBJETIVOS Desenvolver o produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturais e naturais.

Leia mais

Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto. Memória de Reuniões

Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto. Memória de Reuniões Consulta Pública sobre as Normas de Preservação do Sítio Histórico de Ouro Preto Memória de Reuniões 1.0-Sobre as Normas de Preservação para o Conjunto Tombado de Ouro Preto O Departamento do Patrimônio

Leia mais

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

UFPB PRG X ENCONTRO DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA 2CTDAMT06.P METODOLOGIAS DE INVENTÁRIO PARA RESTAURO DE EDIFICAÇÕES DE VALOR PATRIMONIAL Carolina Marques Chaves (2) ; Maria Berthilde Moura Filha (3) Centro de Tecnologia/Departamento de Arquitetura e

Leia mais

O MUSEU HISTÓRICO E A MEMÓRIA DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE.

O MUSEU HISTÓRICO E A MEMÓRIA DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE. O MUSEU HISTÓRICO E A MEMÓRIA DA CIDADE DE PRESIDENTE PRUDENTE. 68 Hélio Hirao Arquiteto e Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo USP. Doutorando em Geografia Urbana

Leia mais

Sr. Presidente, Senhoras e senhores Deputados,

Sr. Presidente, Senhoras e senhores Deputados, Dircurso proferido Pela Dep. Socorro Gomes, na Sessão da Câmara dos Deputados do dia 08 de novembro de 2006 acerca da 19ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo Instituto do Patrimônio

Leia mais

POR QUE O RAIO QUE O PARTA? Prática supervisionada na Superintendência do IPHAN no Pará; Demanda constatada no meio acadêmico, mídia, etc.

POR QUE O RAIO QUE O PARTA? Prática supervisionada na Superintendência do IPHAN no Pará; Demanda constatada no meio acadêmico, mídia, etc. POR QUE O RAIO QUE O PARTA? Prática supervisionada na Superintendência do IPHAN no Pará; Demanda constatada no meio acadêmico, mídia, etc.; Conceito de Referências Culturais. Falar em referências culturais...

Leia mais

Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO ATIVIDADE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CAU UNIP RIBEIRÃO PRETO

Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO ATIVIDADE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CAU UNIP RIBEIRÃO PRETO Experiências locais RIBEIRÃO PRETO E REGIÃO ATIVIDADE DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA CAU UNIP RIBEIRÃO PRETO INFORMAÇÕES BÁSICAS datas de início e término: local: fonte de recursos: arranjo institucional: 2015

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 004/2010 1. Perfil: 001/2010-CGIR - POLÍTICAS PÚBLICAS E PATRIMÔNIO CULTURAL 3. Qualificação educacional: Profissional doutor, com

Leia mais

Eixo Temático ET-02-001 - Gestão de Áreas Protegidas A FOTOGRAFIA NA GESTÃO DOS IMÓVEIS DE PROTEÇÃO DE ÁREA VERDE DO RECIFE-PE

Eixo Temático ET-02-001 - Gestão de Áreas Protegidas A FOTOGRAFIA NA GESTÃO DOS IMÓVEIS DE PROTEÇÃO DE ÁREA VERDE DO RECIFE-PE 141 Eixo Temático ET-02-001 - Gestão de Áreas Protegidas A FOTOGRAFIA NA GESTÃO DOS IMÓVEIS DE PROTEÇÃO DE ÁREA VERDE DO RECIFE-PE Yasodhara Silva Lacerda; Mônica de Moraes Barbosa; Adriana Carla Pontes

Leia mais

Preservação e Desenvolvimento Resultados da Oficina de Planejamento Estratégico em Cidades Históricas: Aplicação dos resultados das maquetes

Preservação e Desenvolvimento Resultados da Oficina de Planejamento Estratégico em Cidades Históricas: Aplicação dos resultados das maquetes Preservação e Desenvolvimento Resultados da Oficina de Planejamento Estratégico em Cidades Históricas: Aplicação dos resultados das maquetes eletrônicas e levantamento cadastral- Belém-PA 1. UM TERRITÓRIO

Leia mais

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA. Conhecimento sócio-espacial, cultura e sustentabilidade: estudo da região Nordeste de Belo Horizonte

PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA. Conhecimento sócio-espacial, cultura e sustentabilidade: estudo da região Nordeste de Belo Horizonte PROPOSTA DE PROJETO DE PESQUISA Conhecimento sócio-espacial, cultura e sustentabilidade: estudo da região Nordeste de Belo Horizonte Curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Metodista Izabela

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA RITA DO SAPUCAÍ PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL OFICINAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA RITA DO SAPUCAÍ PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL OFICINAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL PROJETO DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL OFICINAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL 2 de 7 SUMÁRIO Apresentação...03 Justificativa...03 Público Alvo...03 Objetivos...04 Metodologia...04 Cronograma...06 Orçamento...06 Produtos...06

Leia mais

Produtos de qualidade, Patrimônio cultural e Desenvolvimento Territorial: O Caminhos de Pedra e o Vale dos Vinhedos

Produtos de qualidade, Patrimônio cultural e Desenvolvimento Territorial: O Caminhos de Pedra e o Vale dos Vinhedos Produtos de qualidade, Patrimônio cultural e Desenvolvimento Territorial: O Caminhos de Pedra e o Vale dos Vinhedos Claire Cerdan CIRAD-UFSC Introdução Ilustrar o uso do patrimônio cultural como elemento

Leia mais

Apresentação do Banco de Dados Mundial sobre Fortificações

Apresentação do Banco de Dados Mundial sobre Fortificações Apresentação do Banco de Dados Mundial sobre Fortificações Roberto Tonera Projeto Fortalezas Multimídia - Universidade Federal de Santa Catarina Brasil projeto@fortalezasmultimidia.com.br artonera@hotmail.com

Leia mais

Obra civil de recuperação/restauração de patrimônio edificado, com tombamento federal ou estadual.

Obra civil de recuperação/restauração de patrimônio edificado, com tombamento federal ou estadual. Artistas, historiadores, arquitetos, designers, arqueólogos, paleontólogos, produtores culturais, educadores, pesquisadores e demais interessados podem apresentar propostas de projetos de patrimônio dentro

Leia mais

TÓPICOS ESPECIAIS 2015-2 ARQUITETURA E URBANISMO DESIGN

TÓPICOS ESPECIAIS 2015-2 ARQUITETURA E URBANISMO DESIGN TÓPICOS ESPECIAIS 2015-2 ARQUITETURA E URBANISMO DESIGN Conheça aqui os Tópicos Especiais oferecidos neste semestre. Você pode se inscrever em quantos Tópicos Especiais desejar. Observe a compatibilidade

Leia mais

Guia do Aluno. Curso a Distância (EAD) Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional

Guia do Aluno. Curso a Distância (EAD) Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional Curso a Distância (EAD) Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional Guia do Aluno 2013 1 SUMÁRIO 1 Apresentação... 3 1.1 O GUIA... 3 1.2 - INTRODUÇÃO AO CURSO... 3 1.3 OBJETIVOS... 4 2 - Conteúdo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

COLEGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE SECRETARIA ESTADUAL DO ESPÍRITO SANTO ELEIÇÕES, BIÊNIO 2015-2017 CARTA PROGRAMA

COLEGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE SECRETARIA ESTADUAL DO ESPÍRITO SANTO ELEIÇÕES, BIÊNIO 2015-2017 CARTA PROGRAMA COLEGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE SECRETARIA ESTADUAL DO ESPÍRITO SANTO ELEIÇÕES, BIÊNIO 2015-2017 CARTA PROGRAMA A chapa Consolidando Ações que se apresenta à comunidade acadêmica da Educação

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA RECURSOS CULTURAIS FÍSICOS PO-05/2013 Unidade Responsável: Gestão de Programas OBJETIVO: Fornecer a metodologia e ferramentas para implementação da Política de Salvaguardas

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 6, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 1 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de trabalho de Meio Ambiente

Vice-Presidência de Engenharia e Meio Ambiente Instrução de trabalho de Meio Ambiente Histórico de Alterações Nº de Revisão Data de Revisão Alteração Efetuada 1-Foi alterado o texto do item 2, onde foram suprimidas as referências anteriores e referenciada a PGR-4.3.2 e ao IPHAN. 2-No item

Leia mais

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural

Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA / CURSO DE TURISMO Política Metropolitana de Proteção da Paisagem e Promoção da Diversidade Cultural Fabiana Bernardes

Leia mais

Cartografia Turística - subsídio para Interpretação do Patrimônio Ambiental de Pirenópolis (GO) Rangel Gomes GODINHO; Ivanilton José de OLIVEIRA

Cartografia Turística - subsídio para Interpretação do Patrimônio Ambiental de Pirenópolis (GO) Rangel Gomes GODINHO; Ivanilton José de OLIVEIRA Cartografia Turística - subsídio para Interpretação do Patrimônio Ambiental de Pirenópolis (GO) Rangel Gomes GODINHO; Ivanilton José de OLIVEIRA Instituto de Estudos Sócio-Ambientais IESA Universidade

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

CMI. CMI Centro de Memória e Informação. Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto

CMI. CMI Centro de Memória e Informação. Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto CMI Centro de Memória e Informação CMI Dados do Projeto e do(a) Coordenador do Projeto Título do Projeto Museu Casa de Rui Barbosa: estabelecendo relações com os turistas nacionais e internacionais Coordenador

Leia mais

Diretoria de Patrimônio Cultural Fundação Municipal de Cultura Prefeitura Municipal de Belo Horizonte

Diretoria de Patrimônio Cultural Fundação Municipal de Cultura Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Diretoria de Patrimônio Cultural Fundação Municipal de Cultura Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Planta Topográfica da Cidade de Minas - 1895 2 Mapa atual de Belo Horizonte 3 Belo Horizonte, cidade

Leia mais

O Ecomuseu Municipal do Seixal como sistema de recursos patrimoniais e museais descentralizados no território

O Ecomuseu Municipal do Seixal como sistema de recursos patrimoniais e museais descentralizados no território O Ecomuseu Municipal do Seixal como sistema de recursos patrimoniais e museais descentralizados no território Graça Filipe Modelos de redes de museus I Encontro de Museus do Douro Vila Real 24 Setembro

Leia mais

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação

:: LINHAS DE AÇÃO. Apoio aos Municípios. Tecnologia e Informação em Resíduos. Promoção e Mobilização Social. Capacitação :: LINHAS DE AÇÃO Apoio aos Municípios Tecnologia e Informação em Resíduos Capacitação Promoção e Mobilização Social :: PRESSUPOSTOS DA COLETA SELETIVA Gestão participativa Projeto de Governo Projeto da

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO,

FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO E A DISTÂNCIA: O CASO VEREDAS BRANCO, Juliana Cordeiro Soares Branco CEFET MG Juliana.b@ig.com.br OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales CEFET MG mariarita2@dppg.cefetmg.br

Leia mais

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR Authors: Eliete Araujo¹, Ivana Santos¹, Fabiana Rajão¹, Laura Guerreiro¹ Affiliation: 1 - UniCEUB Keywords: Torre. Requalificar. Inteligente. I. INTRODUÇÃO Este trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 59/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL

CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL Universidade Federal de Goiá/Faculdade de Artes Visuais Rodrigo Cesário RANGEL Rodrigoc_rangel@hotmail.com

Leia mais

Concurso Fotográfico Património e Paisagem Urbana do Concelho

Concurso Fotográfico Património e Paisagem Urbana do Concelho JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO 2011 PATRIMONIO E PAISAGEM URBANA As Jornadas Europeias do Património, promovidas em Portugal pelo IGESPAR a 23/24/25 de Setembro, são uma iniciativa anual do Conselho

Leia mais

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX

MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MEMÓRIA SOCIAL - UM REGISTRO DE COSTUMES DA SOCIEDADE DE JOÃO PESSOA NO SÉCULO XX MOURA FILHA 1, Maria Berthilde CAVALCANTI FILHO 2, Ivan QUEIROZ 3, Louise Costa GONDIM 4, Polyanna Galvão RESUMO Nos últimos

Leia mais

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania

EVENTOS. Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania A União dos Vereadores do Estado de São Paulo UVESP, desde 1977 (há 38 anos) promove parceria com o Poder Legislativo para torná-lo cada vez mais forte, através de várias ações de capacitação e auxílio

Leia mais

PLANO DE GESTÃO 2015-2017

PLANO DE GESTÃO 2015-2017 UNIFAL-MG FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS PLANO DE GESTÃO 2015-2017 Profa. Fernanda Borges de Araújo Paula Candidata a Diretora Profa. Cássia Carneiro Avelino Candidata a Vice Diretora Índice Apresentação...

Leia mais

V SEMINÁRIO INTERNACIONAL POLÍTICAS CULTURAIS 7 a 9 de maio/2014. Setor de Políticas Culturais Fundação Casa de Rui Barbosa Rio de Janeiro Brasil

V SEMINÁRIO INTERNACIONAL POLÍTICAS CULTURAIS 7 a 9 de maio/2014. Setor de Políticas Culturais Fundação Casa de Rui Barbosa Rio de Janeiro Brasil GESTÃO DAS ÁREAS DE ENTORNO DE BENS TOMBADOS - ESTUDOS DE CASO NAS CIDADES GAÚCHAS DE PIRATINI E NOVO HAMBURGO- Ana Luisa Jeanty de Seixas 1 Jurema Kopke Eis Arnaut (Orientadora) 2 RESUMO: A preservação

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV

O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV O INVENTÁRIO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO DE QUALIDADE PARA CENTROS URBANOS DE INTERESSE DE PRESERVAÇÃO. Inventário do Sítio Urbano da Praça XV Rosina Trevisan M. RIBEIRO Arquiteta, D. Sc., Professora do

Leia mais

O Conselho Estadual de Educação do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições e considerando:

O Conselho Estadual de Educação do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições e considerando: GOVERNO DA PARAÍBA Secretaria de Estado da Educação e Cultura Conselho Estadual de Educação RESOLUÇÃO Nº 198/2010 REGULAMENTA AS DIRETRIZES CURRICULARES PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 01/2010 1. Perfil: Iphan Central 15 3. Qualificação educacional: - Graduação concluída em Arquitetura e Urbanismo, desejável Pósgraduação

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

Projeto Oficinas Caminhos para a. Decente do Estado de São Paulo

Projeto Oficinas Caminhos para a. Decente do Estado de São Paulo Projeto Oficinas Caminhos para a Agenda de Emprego e Trabalho Decente do Estado de São Paulo Histórico 1. Contrato estabelecido entre a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho (SERT) do Governo do

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Ensinar e aprender História - JP0038 PROFESSORA: Dra. Hilda Jaqueline de Fraga I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária 75h II EMENTA Concepções e temas recorrentes no

Leia mais

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional CAPITULO I Do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Art. 1º. Constitui o patrimônio histórico e artístico nacional o conjunto dos bens móveis

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X SUGESTÃO DE METODOLOGIA PARA INVENTÁRIO DE PATRIMÔNIO CULTURAL

Leia mais

PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2014

PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2014 PROJETO DAS FACULDADES MAGSUL 2014 ( ) ENSINO ( ) PESQUISA ( X ) EXTENSÃO 1. Título: Memórias do Pantanal Rupestre Área temática: Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural 2. Responsável pelo Projeto:

Leia mais

Terapia Comunitária como metodologia de Desenvolvimento Comunitário

Terapia Comunitária como metodologia de Desenvolvimento Comunitário Terapia Comunitária como metodologia de Desenvolvimento Comunitário Cecília Galvani* Colaboração: Coletivo Pontos de Encontro A Terapia Comunitária (TC) Há cerca de 20 anos, em Fortaleza (CE), na Favela

Leia mais

A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES

A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES Marilene Rosa dos Santos Coordenadora Pedagógica de 5ª a 8ª séries da Prefeitura da Cidade do Paulista rosa.marilene@gmail.com Ana Rosemary

Leia mais

III SEMINÁRIO NACIONAL METRÓPOLE: GOVERNO, SOCIEDADE E TERRITÓRIO II COLÓQUIO INTERNACIONAL METRÓPOLES EM PERSPECTIVAS

III SEMINÁRIO NACIONAL METRÓPOLE: GOVERNO, SOCIEDADE E TERRITÓRIO II COLÓQUIO INTERNACIONAL METRÓPOLES EM PERSPECTIVAS III SEMINÁRIO NACIONAL METRÓPOLE: GOVERNO, SOCIEDADE E TERRITÓRIO II COLÓQUIO INTERNACIONAL METRÓPOLES EM PERSPECTIVAS TERRITÓRIO USADO E CARTOGRAFIA DA AÇÃO: NOVOS ELEMENTOS PARA A GESTÃO METROPOLITANA

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração

ATRIBUIÇÕES ESPECÍFICAS POR DISCIPLINA / FORMAÇÃO. a) Administração Anexo II a que se refere o artigo 2º da Lei nº xxxxx, de xx de xxxx de 2014 Quadro de Analistas da Administração Pública Municipal Atribuições Específicas DENOMINAÇÃO DO CARGO: DEFINIÇÃO: ABRANGÊNCIA:

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região.

Visa, como objetivo final, a promoção do desenvolvimento sustentável da região. Agenda 21 Comperj Iniciativa voluntária de relacionamento da Petrobras para contribuir para que o investimento na região retorne para a população, fomentando a formação de capital social e participação

Leia mais

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES

PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES Organizador Patrocínio Apoio PANORAMA EMPRESARIAL DO TURISMO RURAL BRASILEIRO 2010 O Turismo é uma das maiores fontes de

Leia mais

Caderno Temático de Educação Patrimonial nº 02

Caderno Temático de Educação Patrimonial nº 02 Caderno Temático de Educação Patrimonial nº 02 Chamada artigos A série Caderno Temático de Educação Patrimonial é uma publicação da Casa do Patrimônio de João Pessoa, uma parceria entre a Superintendência

Leia mais

Juventude com Arte, Saúde e Cidadania Autores: Ellen da Silva Mourão; Giovanna Grasiane de Sousa; Preceptora de Serviço: Maria Regina de Paula Fagundes Netto; Preceptora Acadêmica: Lêda Maria Leal de Oliveira.

Leia mais

TERMO DE REFERENCIA Nº 04

TERMO DE REFERENCIA Nº 04 TERMO DE REFERENCIA Nº 04 CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA PARA APOIO NA ELABORAÇÃO DE PRODUTO REFERENTE À AÇÃO 02 DO PROJETO OBSERVATÓRIO LITORAL SUSTENTÁVEL - INSTITUTO PÓLIS EM PARCERIA COM A PETROBRAS. Perfil:

Leia mais

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes

Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes Financiamento e apoio técnico Inscrições abertas para edital com foco em crianças e adolescentes A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e o Conselho Nacional dos Direitos

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização

Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Contribuições do GT Capoeira, Profissionalização e Internacionalização Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira, Profissionalização e Internacionalização,

Leia mais

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional

Palavras-chave: Historiografia; Paraná; Regime de Historicidade; História Regional Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1280 OS HISTORIADORES, SEUS LUGARES E SUAS REGIÕES: A PRODUÇÃO HISTORIOGRÁFICA DA UNICENTRO SOBRE A REGIÃO PARANAENSE Darlan Damasceno Universidade Estadual de Londrina Resumo.

Leia mais

A OFICINA PAMIN: UMA EXPERIÊNCIA DE PRÁTICA EXTENSIONISTA.

A OFICINA PAMIN: UMA EXPERIÊNCIA DE PRÁTICA EXTENSIONISTA. A OFICINA PAMIN: UMA EXPERIÊNCIA DE PRÁTICA EXTENSIONISTA. ARAÚJO 1, Marinalda Pereira de LEANDRO 2, Patrícia de Araújo MORAIS 3, Mohana Ellen brito Rodrigues de MARINS 4 Jessyca SILVA 5 Aldenise Batista

Leia mais

DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG)

DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (MA/UFG) DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA: e os museus com isso? Marisa Damas Vieira Comunicadora/ Produtora Cultural Rosani Moreira Leitão Antropóloga/ Coordenadora de Antropologia Museu Antropológico da Universidade

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS PLANO DE TRABALHO 2012-2015 CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS DO CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU PROF.

Leia mais

Projecto Bairros em Lisboa 2012

Projecto Bairros em Lisboa 2012 Projecto Bairros em Lisboa 2012 Jornadas SIPA 2011 6 de Novembro Coordenação: CEACT/UAL - Centro de Estudos de Arquitectura, Cidade e Território da Universidade Autónoma de Lisboa Parceiros: IHRU SIPA

Leia mais

A preocupação com a memória e o Patrimônio Cultural vem ganhando espaço,

A preocupação com a memória e o Patrimônio Cultural vem ganhando espaço, MEMÓRIA GASTRONÔMICA E PATRIMÔNIO CULTURAL LONDRINENSE GASTRONOMIC MEMORY AND LONDRINENSE CULTURAL HERITAGE Prof. Dr. Leandro Henrique Magalhães 1 Profa. Dra. Mirian Cristina Maretti 1 Sonia Maria Dantas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO SEBASTIÃO DO OESTE ESTADO DE MINAS GERAIS LEI COMPLEMENTAR Nº 38, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2011. Altera dispositivos e Cria Secretaria de Esporte, Cultura, Lazer e Turismo na Lei Complementar nº 24, de 23 de abril de 2009, que dispõe sobre a Organização

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

A CENTRALIDADE CRIADA PELO COMÉRCIO ATACADISTA DE CIANORTE - MUDANÇAS NO PERÍODO 2011/2013

A CENTRALIDADE CRIADA PELO COMÉRCIO ATACADISTA DE CIANORTE - MUDANÇAS NO PERÍODO 2011/2013 1 A CENTRALIDADE CRIADA PELO COMÉRCIO ATACADISTA DE CIANORTE - MUDANÇAS NO PERÍODO 2011/2013 INTRODUÇÃO Karina Biasi Pina Acadêmica - Geografia - UNESPAR/Fafipa karinabiasi@hotmail.com Gilmar Aparecido

Leia mais

Roteiro para Plano de Ação Paracatu MATERIAL BRUTO - DOCUMENTO INTERNO. Consultoria Maria Helena Cunha Ana Flávia Macedo

Roteiro para Plano de Ação Paracatu MATERIAL BRUTO - DOCUMENTO INTERNO. Consultoria Maria Helena Cunha Ana Flávia Macedo Roteiro para Plano de Ação Paracatu MATERIAL BRUTO - DOCUMENTO INTERNO Consultoria Maria Helena Cunha Ana Flávia Macedo 2013 ESTRUTURA DO PLANO DE AÇÃO CULTURAL Diagnóstico cultural; Desafios e oportunidades;

Leia mais

Programa de Educação Ambiental e de Comunicação Social. Projeto de Implantação de Depósito de Celulose. Klabin S.A

Programa de Educação Ambiental e de Comunicação Social. Projeto de Implantação de Depósito de Celulose. Klabin S.A Programa de Educação Ambiental e de Comunicação Social Projeto de Implantação de Depósito de Celulose Klabin S.A Ref.: Condicionante para obtenção de Licença de Instalação Telêmaco Borba, 12 de janeiro

Leia mais

Aula 18 EDUCANDO PARA O PATRIMÔNIO. Verônica Maria Meneses Nunes Luís Eduardo Pina Lima

Aula 18 EDUCANDO PARA O PATRIMÔNIO. Verônica Maria Meneses Nunes Luís Eduardo Pina Lima Aula 18 EDUCANDO PARA O PATRIMÔNIO META Apresentar a Educação Patrimonial como possibilidade para o uso educativo do patrimônio. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: compreender a educação patrimonial

Leia mais