Os processos civis como fontes históricas para a análise da escravidão em Sant Ana de Paranaíba no século XIX CAMARGO, Isabel Camilo de.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os processos civis como fontes históricas para a análise da escravidão em Sant Ana de Paranaíba no século XIX CAMARGO, Isabel Camilo de."

Transcrição

1 Os processos civis como fontes históricas para a análise da escravidão em Sant Ana de Paranaíba no século XIX CAMARGO, Isabel Camilo de. 1 Este trabalho busca fazer uma análise das Cartas de Alforrias, inventários postmortem e testamentos como fontes históricas e como eles contribuem para entender a escravidão em Sant Ana de Paranaíba. Sant Ana de Paranaíba era no século XIX uma localidade que ficava na Província de Mato Grosso. Hoje, podemos entendê-la como parte da região leste do atual estado de Mato Grosso do Sul. Essa discussão se insere na minha pesquisa de doutoramento. Apesar de serem tidos como documentos oficiais cada um deles possuem uma caracterização diferente, necessitando de ferramentas de análise diferenciados e contribuindo, cada um a seu modo, para uma análise do trabalho escravo nessa localidade. Além disso, temos que ressaltar que cada tipo de fonte possui seus próprios limites. Os inventários post-mortem, testamentos e cartas de alforrias se diferenciam por sua forma de escrita e pelo objetivo primário da construção do documento. Os inventários são documentos escritos após a morte de uma pessoa que possuem algum bem que possa ou necessite ser inventariado para posterior partilha entre os herdeiros. Os bens existentes são separados entre móveis e semoventes. Os testamentos são documentos escritos em vida e que as pessoas o fazem com o intuito de esclarecer como ela quer que seja a divisão de bens após a sua morte e desejos pessoais como a forma que gostaria que fosse o seu enterro e sobre as missas que gostaria que fosse rezada pelo autor do testamento. Já as Cartas de Alforria eram documentos escritos por senhores de escravos nos quais libertavam seus escravos. Muitas vezes, fica claro neste tipo de documento que houve algum tipo de acordo do senhor com seu escravo, como por exemplo, o escravo pagar ao senhor determinado valor pela sua liberdade ou a carta de alforria estar relacionada com a continuidade do trabalho escravo por determinado período. 1 Doutoranda em História pela Unesp/Assis. Orientador: Prof. Dr. José Carlos Barreiro. Bolsista da Capes.

2 Discutimos o uso desses documentos como vestígio, concordando com a visão de Bloch que entende que seria uma grande ilusão entender que cada problema histórico corresponde a um tipo único e específico de documento. Em suas palavras, [...] Quanto mais a pesquisa, ao contrário, se esforça para atingir os fatos profundos, menos lhe é permitido esperar a luz a não ser dos raios convergentes de testemunhos muito diversos em sua natureza (2001, p. 80). Kosseleck (2006) explica que o conhecimento histórico não é somente aquilo que se encontra na fonte, é algo mais. Talvez caiba fazer uma ponte com a ideia de Block (2001) de que fontes são vestígios, ou seja, a fonte por si só não é o conhecimento histórico. Conforme Kosseleck, [...] Uma história nunca é idêntica à fonte que dela dá testemunho. Se assim fosse, toda fonte que jorra cristalina seria já a própria história que se busca conhecer (2006, p. 186). Nessa linha de pensamento, Kosseleck (2006) ressalta que uma fonte não fala nada do que cabe ao historiador dizer, porém ela impede que façamos afirmações que não poderiam ser feitas. As fontes nos impedem de cometer muitos erros, mas não revelam o que devemos falar, por isso as fontes têm poder de veto. Essa citação nos remete ao pensamento de Bloch (2001), que discutia que uma fonte só se torna uma fonte depois de interrogada. Um documento é só um documento, ele passa a ser fonte histórica quando questionado e desmontado, ou seja, depois de uma análise de como e porquê foi concebido, quais os possíveis objetivos de sua existência e o que se pode ler em suas entrelinhas. Segundo Le Goff (2003) o documento é um produto de uma determinada sociedade e sua existência se dá de acordo com as relações de força que detinham o poder, ou seja, o documento é o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver [...]. Quando o historiador escolhe determinado documento, ele o atribui o valor de um testemunho e deve se entender seu significado. Essas observações são importantes para nos atentarmos na importância e na posição que devemos ter diante das fontes, para não cairmos em uma visão inocente ou não perceber a intenção da construção do documento.

3 As Cartas de alforrias As Cartas de alforria ou manumissão era um documento pelo qual o senhor libertava o seu escravo, era um título de propriedad que tranferia do senhor para o próprio escravo a sua posse. Em certo sentido, os escravos literalmentecompravam-se ou eram doados para si mesmos (KARASH, 2000, p. 439). Como era um documento importante, ele tinha que ser registrado em cartório. Juridicamente os escravos eram bens que poderiam ser negociados, mas nas relações cotidianas com seus senhores, os escravos acabavam influenciando os tratos que lhe diziam respeito, seja no negócio de compra e venda, seja na questão da alforria. Chaves debate sobre a resistência escrava em Mato Grosso no período de 1752 a 1850 e concordamos com sua proposta para o universo da vida escrava: [...].O escravo não viveu isolado do mundo que o circundava "preso" somente no interior das senzalas, nas propriedades senhoriais. Ao contrário, procurou quando pôde estabelecer alianças, laços de convivência, de solidariedade com outras pessoas para que pudesse sobreviver em cativeiro (2000, p. 06). Lara dedicou um capítulo de seu livro á questão da alforria. Primeiramente ela faz um debate sobre a legalidade da escravidão. Embora alguns textos legais reconhecessem o cativeiro como contrário às leis naturais, ou à razão natutal, e se apoiassem neste princípio para legislar sobre a liberdade dos índios e outras matérias, do ponto de vista legal nunca se chegou a contestar a legitimidade da escravidão dos africanos. Os procedimentos legais da alforria e demais medidas que previam a libertação do escravo, além do reconhecimento das demandas judiciais de escravos contra seus senhores, faziam, sem dúvida alguma, parte da escravidão no Brasil colonial (1988, p. 251). Podemos perceber que a discussão sobre a legalidade da escravidão perpassa uma discussão filosófica e jurídica sobre leis naturais. Porém a escravidão começou a ser visto como algo imoral a partir do século XVIII com as obras de Condorcet, Diderot e Holbach. O debate sobre a legalidade da escravidão, os procedimentos legais de alforria e as demandas judicias de escravos contra seus senhores percorreram não só o período colonial, mas o Império brasileiro. Na América portuguesa e início do Império brasileiro a legislação sobre a escravidão estava inserida nas Ordenações Filipinas. No que concerne à alforria, consta nas Ordenações Filipinas e nas Cartas de Alforria que ela poderia ser revogada a

4 qualquer momento pelo senhor pelo motivo de haver ingratidão por parte do escravo libertado. Essa lei vigorou até Ou seja, até antes de 1871, o liberto poderia voltar a ser escravo a qualquer momento, tendo o escravo de se preocupar com a manutenção de sua liberdade (AMARAL, 2007). Karash nos recorda que o motivo que fazia o escravo ter uma relação respeitosa com seu antigo senhor era o poder que detinha de revogar sua liberdade. Apesar da longa batalha para conquistara liberdade própria ou de seus filhos, os cativos estavam sempre sob a ameaça de reescravização, legal ou ilegal (KARASH, 2000, p. 468). Lara (1988) estudou as alforrias existentes na região de Campos de Goitacazes no Rio de Janeiro. Para ela, era muito rara a concessão da liberdade sem nenhuma contrapartida por parte do escravo; a maioria das alforrias eram formalizadas a partir de um pagamento monetário ou parcelado e/ou relacionado a prestação de serviço com prazo estabelecido. Sampaio estudou as alforrias no Rio de Janeiro, em um período compreendido entre 1650 e Para ele, a alforria era o resultado de um longo processo de negociação entre o senhor e o escravo, sendo, ao mesmo tempo, conquista do escravo e concessão senhor (2005, p. 309). Em seu estudo predominava a alforria de mulheres e crioulos, além de um número alto de alforrias de crianças. Almeida analisa as alforrias em Rio das Contas, na Bahia, no século XIX. Em sua pesquisa ela constatou os pequenos escravistas tendiam a alforriar uma maior porcentagem de seus cativos do que os grandes (2012, p. 14). Em Sant Ana de Paranaíba não havia senhores com mais de 20 escravos, talvez a proximidade entre senhor e escravo contribuísse para que a alforria acontecesse. Almeida (2012) ressalta que na maioria das Cartas de alforria era ocultada a participação dos escravos para a sua obtenção, como se os senhores tivessem fornecido sem nenhuma outra intenção que a benevolência. Almeida declara que a historiografia brasileira é unâmine em afirmar a maior presença das mulheres no conjunto dos alforriados (2012, p. 126). Com a análise das Cartas de Alforria poderemos averiguar se esse fator também foi prepoderante em Sant Ana de Paranaíba. Entre as hipóteses dessa vantagem feminina a autora pondera que o valor de mercado da mulher escrava era inferior ao do homem por causa de sua pouca resistência

5 física e produtividade comparada ao do homem escravo. A mulher liberta não significava um perigo à ordem estabelecida devido a condição subalterna da mulher na sociedade brasileira do século XIX. Karash (2000) entende que no Rio de Janeiro do século XIX mais homens do que mulheres alforriavam seus escravos, apesar do número de mulheres que davam liberdade a seus escarvos era significativo. Na realidade do Rio de Janeiro, Karash (2000) analisou que os escravos de modestos senhores da cidade tinham maior chance de serem alforriados que os escravos pertencentes a fazendeiros. Queiróz (1977) debate que as alforrias eram pouco expressivas e que não sugerem que elas contribuíram para modificar a escravidão ao longo do século XIX. Porém temos que analisar que a Carta de Alforria estava inserida no sistema escravista, servindo muitas vezes como forma de controle por parte do senhor. Além disso, nós a entendemos também como uma conquista do escravo e que a Carta de alforria teria grande significado para o escravo que conseguiu se libertar. Os inventários post-mortem e testamentos Os inventários e testamentos compõem os documentos produzidos pelo do Poder Judiciário (BACELLAR, 2006). Os inventários post-mortem têm como objetivo fazer um levantamento dos bens físicos e financeiros (bens móveis, semoventes e de raiz) da pessoa que faleceu para posterior partilha dos bens entre os herdeiros. A pessoa que faleceu é o inventariado e a pessoa que pede a abertura do inventário ou representa os herdeiros é o inventariante. Para pensar o inventário como fonte histórica é preciso fazer algumas observações, porque esse documento perde sua função inicial de levantamento de bens para uma possível partilha depois, para notarmos o montante que determinada pessoa conseguiu juntar até determinado momento de sua vida e suas relações familiares e averiguar se a quantidade de bens condiz com seu status social. Os inventários são vestígios de pessoas que possuíam a posse de alguma coisa que compensasse ser inventariada, pois não podemos esquecer que para fazer um inventário havia custos, esses custos deveria compensar a abertura do inventário. As pesquisas que utilizam o inventário post-mortem têm o intuito não só de discutir a escravidão, mas também a cultura material de uma classe social ou buscar

6 entender aspectos do cotidiano. O uso do inventário como fonte histórica não é novo, mas a forma de trabalha-lo passou por mudanças. Teixeira aponta que [...]. Até a primeira metade do século XX, historiadores locais viam nos inventários apenas uma forma de recuperar a vida dos grandes personagens. Aspecto típico de uma visão tradicional da história que se modificou com o advento da Escola dos Annales. Com ela, houve uma reformulação nos métodos e técnicas de pesquisa, que substituiu a história puramente narrativa e factual por uma história problema. Nessa visão, mesmo as fontes já conhecidas quanto novas possibilidades de testemunhos, que passaram a ser consideradas, começaram a ser inqueridas, questionadas e contextualizadas. Isso significou colocar como um dos interesses da investigação histórica as massas anônimas (2012, p. 64). Di Creddo ressalta o inventário como fonte valiosa para a apreensão e análise nas formas de riqueza social. Importa destacar que os inventários permitem reconstruir parte da história fortuna pessoal e familiar, envolvendo gênese, partilha e aquisição de bens imóveis e semoventes. Esse tipo de fonte constitui-se, segundo a pesquisadora: No testemunho de uma realidade complexa e permite [...] compreender as mudanças nas formas de riqueza social, como por exemplo o escravo, que num determinado período representa a forma tradicional de riqueza...identificar os personagens, explicitar seus troncos familiares e acompanhar sua trajetória de vida, em períodos históricos diferenciados. [o inventário] possibilita ao historiador recortar as origens da formação da grande propriedade rural num dado período histórico (1996, p. 11). Costa aponta as dificuldades e limites na utilização do inventário: Contudo, para o pesquisador que lida com longas séries de inventários, uma certa frustração acompanha permanentemente o curso da pesquisa: as inúmeras e ricas histórias de cada um dos processos inevitavelmente se perdem por trás das quantificações, obrigatórias na tentativa de estabelecer alguma inteligibilidade para a pesquisa. Disputas por heranças, conflitos por reconhecimento ou não de paternidades fora dos casamentos oficiais, estratégias de sonegação, conflitos pela posse de bens, casos de enriquecimento ou empobrecimento ao longo da vida, arranjos matrimoniais, enfim, uma incontável gama de enredos que poderiam ser recuperados perde-se em função da necessidade de utilização de longas séries de inventários com uma quantidade apreciável de dados, que possibilitem respostas mais seguras possíveis para os problemas de pesquisa (2014, s/p). Ele ressalta que o inventário é a expressão de um momento estanque na trajetória de vida de uma pessoa e pode não corresponder a uma síntese da vida do inventariado.

7 Em seu artigo Costa (2014) questiona o valor atribuído aos bens arrolados, pois estes não estariam em processo de compra e venda, ou seja, a avaliação não visava à comercialização e para Costa isso abre um espaço para indagar sobre o real valor dos bens avaliados. Isso porque não existia um instrumento que norteasse as avaliações. Ele ainda debate sobre os avaliadores dos inventários, que normalmente eram pessoas recrutadas localmente e que deviam ser reconhecidas como tendo boa reputação e prestígio social. Os inventários post-mortem de Sant Ana de Paranaíba Os inventários post-mortem compulsados no acervo do arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul acerca das propriedades da região de Sant Ana de Paranaíba dispõem, entre outros elementos, dados sobre o valor das fazendas, relação de valor do gado e terra, bens, instrumentos de trabalho e produção, quantidade de gado e cativos, núcleos de produção da escravaria etc. Pela brevidade do artigo buscamos apontar os dados gerais relativos aos escravos e a contribuição dessa fonte para se entender a realidade de Sant Ana de Paranaíba no século XIX. A maioria dos inventariados teria pelo menos uma posse rural; alguns escravos; um pouco de gado, mas não o suficiente para afirmamos que viviam de uma cultura pastoril; carros de boi; algumas mulheres possuíam colares e rosários de ouro. Também é citado, de forma geral, material utilizado com cavalo e gado como selas e freios; ferramentas utilizadas na agricultura como enxadas e ferramentas usadas para confeccionar materiais usados no cotidiano como rodas de fiar. Ou seja, de acordo com os dados coletados, os inventariados de Sant Ana de Paranaíba buscavam ter ferramentas e meios de uma economia e agricultura de subsistência. Talvez a economia girasse em torno do comércio de gado vendido para Minas Gerais e São Paulo e do comércio interno visto que era ponto de passagem para pessoas iam e vinha Minas Gerais, São Paulo e Goiás à Cuiabá. Pelos bens arrolados podemos perceber que ao contrário do que se imaginava, os entrantes brancos não possuíam muitas riquezas materiais como casas grande e/ou sobrados, número absurdo de gado e escravo, porém em nenhum inventário consta o tamanho da fazenda e sua demarcação, somente em alguns consta que a posse da sua

8 terra limitava-se com um riacho ou tinha determinado fazendeiro como vizinho e isso abre um leque de interrogações sobre o tamanho das terras ocupadas e sobre as relações entre os vizinhos fazendeiros. Na maioria dos inventários os escravos são arrolados como bens semoventes juntamente com bois, vacas e porcos, pois a leitura jurídica entendia semoventes como bens que possuíam movimento próprio, ou seja, que podem se deslocar (PEREIRA, 2005). Os processos de inventários post-mortem existentes no Memorial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul são datados a partir do ano de 1859 a Dos 270 inventários pesquisados, 95 possuem algum escravo como bens semoventes. Os escravos, nos documentos analisados somam-se 428, sendo que 52% são homens e 48% são mulheres. Desses escravos podemos analisar a cor/origem desses escravos, apesar de nem todos os inventários fazerem registros a respeito da cor, conforme o quadro a seguir: Quadro 1 - Cor/origem dos escravos encontrados nos inventários ( ) COR/ORIGEM QUANTIDADE DE ESCRAVOS QUANTIDADE DE CATIVA Angola 1 - Africano Brasileiro 1 2 Crioulo Mulato 2 1 Nassau 8 2 Pardo Total de escravos Fonte: Inventários post-mortem pesquisados no Memorial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Caixas 01 a 15. Ou seja, dos 428 escravos encontrados em todos os inventários somente 252 possuem uma definição de cor/origem, sendo que não podemos saber essa informação dos 176 cativos restantes. Porém o que chama a atenção é que no inventário de Maria Vicência da Costa seu escravo José, de 13 anos, é citado como brasileiro, sendo que tal informação não define sua cor e nem a província onde nasceu, mas nos faz refletir sobre o que seria ser brasileiro nessa época. Outro fato que nos chama a atenção é para o grande número de cativos crioulos, talvez esse grande número ocorresse por causa da extinção do tráfico negreiro em 1850.

9 Outra informação que pode ser retirada dos inventários é a idade dos cativos, novamente nem todos os inventários passam essa informação, porém chegamos ao seguinte quadro: Quadro 2- Média das idades dos cativos encontrados nos inventários ( ) IDADE N. DE CATIVO N. DE CATIVAS Fonte: Inventários post-mortem pesquisados no Memorial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul 01 a 15. Podemos perceber então que dos 428 cativos encontrados temos a informação da idade de 354 cativos. Apesar da informação não contemplar 100% dos cativos pesquisados é um número maior do que sobre a cor/origem do escravo. Um fator interessante nesse quadro é o grande número de cativos e cativas na idade entre 1 e 10 anos, idade em que o cativo não teria força braçal para o trabalho e a existência de alguns poucos escravos idosos (3) com mais de 60 anos, infelizmente o documento não apresenta a função desses escravos. O inventário de Maria Justina dos Santos foi aberto em dois de março de 1885 e até o fim do ano de 1886 foi o último inventário encontrado que constava a existência de escravos como bens semoventes. Ela teria duas partes na escrava Mariana, parda, de 30 anos, solteira e com cinco filhos e Joaquim, preto de 46 anos, solteiro 2. Temos um total de nove escravos (2%) arrolados com alguma debilidade entre o total de 428 escravos arrolados nos inventários entre 1843 e 1886, ou seja, encontramos uma pequena quantidade de escravos inaptos ao trabalho nos inventários e mesmo assim todos tem algum valor em sua avaliação. Desses nove escravos 5 eram homens e 4 eram mulheres. Entre os inventários arrolados, encontramos o de José Ribeiro de Oliveira e sua mulher Magdalena de Jesus, tendo como inventariante João Baptista Marianno, entre os bens o que chama a atenção é que a escrava Teresa era aleijada e foi avaliada no valor 2 Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 14. Doc. 04

10 de 700mil réis 3. Ela foi a única escrava arrolada. O inventário foi aberto em 1959 e fechado em João, africano, foi um escravo descrito como defeituoso no inventário de Justino José de Souza, que teve como inventariante Anna Angélica de Freitas, em O valor avaliado de João foi 800 mil réis 4. Entre os oito escravos arrolados no inventário de João Ferreira de Mello em 1863 um era Marcelino de 35 anos que foi observado com falta de vista 5. José Ignácio Ferreira teve três escravos arrolados em seu inventário em 1863: Rita de 10 anos, Luís de 25 e Lusia que não consta a idade, mas é assinalada tendo ferida cancrosa no pé. Não podemos saber se essa ferida cancrosa foi advinda de bichode-pé, tão constante entre os escravos do Rio de Janeiro segundo Karash (2000). A autora ainda relata que alguns escravos que pegavam bicho-de-pé não tratavam para se lesionarem mais seriamente para deixarem de ser escravos produtivos 6. Rita é uma das oito escravas que constam no inventário de José Pereira de Oliveira em A escrava teria 15 anos e foi apontada como tendo reumatismo 7. No inventário de Francisca Romana da Silva, em 1867, foram listados sete escravos, sendo uma mulher de quinze anos considerada doente, a qual o nome não podemos reconhecer na leitura 8. Em 1867, Anna Silveira do Nascimento teria arrolado entre os bens semoventes cinco escravos, entre eles, Luís, um escravo de 40 anos, que se achava doente 9. Foram arrolados três escravos no Inventário de João Baptista Mariano em 1876: Venâncio e Maria Antônia, ambos com 25 anos e João que era mais novo e tinha 20 anos, porém João foi assinalado como doente, mesmo assim seu valor como bem foi 3 Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 1. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 1 doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 03. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 03. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 03. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 04. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 05. Doc. 01

11 avaliado em 800 mil réis, bem mais que o valor de Maria Antônia 300 mil réis e pouco abaixo do valor avaliado de Venâncio que foi um conto de réis 10. José foi um escravo que não foi observado com nenhuma doença, mas apesar de não citarem sua idade o colocaram como velho e de origem africana e o valor de sua avaliação foi de apenas 50 mil réis. O dono de José foi Alferes Joaquim Leal Garcia que também tinha a escrava parda Luzia, como consta em seu inventário de Todo esse debate é parte da pesquisa de doutoramento que está em desenvolvimento e um aspecto importante da análise das fontes históricas é perceber que o poder e o desejo de dominação não se encontram só no aparelho de Estado ou no que concerne ao econômico, mas existe todo um processo de disciplinarização necessária da população, que permeia toda atividade social, desde o trabalho, escola, família, até as formas aparentemente mais ingênuas de lazer (VIEIRA, 2005, p.8). Ou seja, em qualquer tipo de relação social e de atividade social há diferentes formas de dominação, mesmo que em algumas ocasiões ela não esteja nítida ou estabelecida. As Cartas de Alforria, testamentos e inventários são importantes para compreender as relações escravistas de Sant Ana de Paranaíba no século XIX, bem como a sociedade santanense como um todo e entender as semelhanças e diferenças da sociedade brasileira. Referências bibliográficas: ALMEIDA, Kátia Lorena Novais. Alforrias em Rio das Contas Bahia: século XIX. Salvador: EDUFBA, AMARAL, Sharyse Piroupo do. Escravidão, Liberdade e Resistência em Sergipe: Cotinguiba, Universidade Federal da Bahia, Salvador, Tese de doutorado. BACELLAR, Carlos. Fontes Documentais. Uso e mau uso dos arquivos. IN: PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes Históricas. 2 ed. São Paulo: Contexto, BLOCH, M. L. B. Apologia da História ou O ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 08. Doc Processos cíveis. Arquivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Documentos históricos/santana do Paranaíba ( ). Caixa 08. Doc.11

12 CHAVES, Otávio Ribeiro. Escravidão, fronteira e liberdade (Resistência escrava em Mato Grosso, ). Dissertação de mestrado. Universidade Federal da Bahia, Bahia, COSTA, Fernando A. Alves da. E quanto valia, afinal? O problema dos preços nos inventários post-mortem do século XIX. IN: Histórica Revista on-line do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Dossiê: Vestígios da escravidão. ISSN Ano 10. Nº 61. Maio de Disponível em: Acessado em: 26 de maio DI CREDDO, Maria do Carmo. O Inventário como fonte para a análise nas formas de riqueza social: reflexões sobre estudo de caso. In: DI CREDDO, M.C., ALVES, Paulo, OLIVEIRA, Carlos Roberto (orgs.). Fontes Históricas: Abordagens e Métodos. Assis, SP: PPGH/FCL/UNESP, KARASH, Mary. A vida dos escravos no Rio de Janeiro ( ). São Paulo: Companhia das Letras, KOSSELECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto; Ed. PUC Rio, LARA, Silvia Hunold. Campos da violência: escravos e senhores na Capitania do Rio de Janeiro, Rio de janeiro: Paz e Terra, LE GOFF, Jacques Le. História e Memória. São Paulo: UNICAMP, PEREIRA, Caio Mário da Silva. Instituições de Direito Civil - Introdução ao Direito Geral. Teoria Geral de Direito Civil. 21 ed., V.I, Rio de Janeiro: Forense, QUEIROZ, Suely Robles Reis de. Escravidão negra em São Paulo: um estudo das tensões provocadas pelo escravismo no século XIX. Rio de Janeiro, J. Olympio; Brasília, INL, SAMPAIO, Antônio Carlos Jucá. A produção da liberdade: padrões gerais das manumissões no Rio de Janeiro colonial, IN: FLORENTINO, Manolo (org.). Tráfico, cativeiro e liberdade: Rio de Janeiro séculos XVII-XIX. São Paulo: Civilização brasileira, VIEIRA, Maria do Pilar de Araújo. Et al. A Pesquisa em História. 5 ed. São Paulo: Ática, 2005.

Detetives do passado: escravidão no século 19. Rio de Janeiro: Núcleo de Documentação, História e Memória-NUMEM/UNIRIO, 2009.

Detetives do passado: escravidão no século 19. Rio de Janeiro: Núcleo de Documentação, História e Memória-NUMEM/UNIRIO, 2009. Detetives do passado: escravidão no século 19. Rio de Janeiro: Núcleo de Documentação, História e Memória-NUMEM/UNIRIO, 2009. A carta de alforria trazia as seguintes informações: identidade do dono [...],

Leia mais

Vidas cativas: uma biografia dos escravos envolvidos no plano de revolta de 1832 Campinas

Vidas cativas: uma biografia dos escravos envolvidos no plano de revolta de 1832 Campinas Vidas cativas: uma biografia dos escravos envolvidos no plano de revolta de 1832 Campinas Ricardo Figueiredo Pirola Mestrando UNICAMP No ano de 1832 foi descoberto em Campinas um plano de revolta escrava,

Leia mais

Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA

Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA Os negros na formação do Brasil PROFESSORA: ADRIANA MOREIRA ESCRAVIDÃO ANTIGA A escravidão é um tipo de relação de trabalho que existia há muito tempo na história da humanidade. Na Antiguidade, o código

Leia mais

Detetives do passado: escravidão no século 19. Rio de Janeiro: Núcleo de Documentação, História e Memória-NUMEM/UNIRIO, 2009.

Detetives do passado: escravidão no século 19. Rio de Janeiro: Núcleo de Documentação, História e Memória-NUMEM/UNIRIO, 2009. Solução do caso É TUDO VERDADE! Em julho de 1813, o verdadeiro Francisco José Rebello enviou seu requerimento ao juiz municipal do Desterro. Este requerimento e todos os outros documentos que compõem a

Leia mais

Comércio de escravos em Sant Anna de Mogy das Cruzes na segunda metade do século XIX - 1864-1887

Comércio de escravos em Sant Anna de Mogy das Cruzes na segunda metade do século XIX - 1864-1887 Comércio de escravos em Sant Anna de Mogy das Cruzes na segunda metade do século XIX - 1864-1887 Armando de Melo Servo Constante PUC-SP Na segunda metade do século XIX o tráfico de escravos ruma para o

Leia mais

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG)

A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) A LUTA PELA TERRA NO SUL DE MINAS: CONFLITOS AGRÁRIOS NO MUNICÍPIO DE CAMPO DO MEIO (MG) Arthur Rodrigues Lourenço¹ e Ana Rute do Vale² madrugarockets@hotmail.com, aruvale@bol.com.br ¹ discente do curso

Leia mais

MEDRADO, JOANA. TERRA DE VAQUEIROS: RELAÇÕES DE TRABALHO E CULTURA POLÍTICA NO SERTÃO DA BAHIA, 1880-1900. CAMPINAS: EDITORA DA UNICAMP, 2012.

MEDRADO, JOANA. TERRA DE VAQUEIROS: RELAÇÕES DE TRABALHO E CULTURA POLÍTICA NO SERTÃO DA BAHIA, 1880-1900. CAMPINAS: EDITORA DA UNICAMP, 2012. MEDRADO, JOANA. TERRA DE VAQUEIROS: RELAÇÕES DE TRABALHO E CULTURA POLÍTICA NO SERTÃO DA BAHIA, 1880-1900. CAMPINAS: EDITORA DA UNICAMP, 2012. * Universidade de São Paulo As pesquisas feitas na área de

Leia mais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais

Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Os templos religiosos e a formação das Minas Gerais Sou apenas uma rua na cidadezinha de Minas. Cruz da Igreja de N. Sra do Carmo Ouro Preto Minas há muitas. Provavelmente a Minas que mais nos fascina

Leia mais

Dicionário. Conceitos. Históricos

Dicionário. Conceitos. Históricos Dicionário de Conceitos Históricos Kalina Vanderlei Silva Maciel Henrique Silva Dicionário de Conceitos Históricos Copyright 2005 Kalina Vanderlei Silva e Maciel Henrique Silva Todos os direitos desta

Leia mais

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula

O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula O(s) Uso(s) de Documentos de Arquivo na Sala de Aula SEQUÊNCIA DIDÁTICA Milton Garcia Silva São Paulo 2012 TEMA Modos de Morar em São Paulo Séculos XIX e XX. JUSTIFICATIVA Nota-se que os alunos possuem

Leia mais

Os romancistas da Abolição: discurso abolicionista e representação do escravo nas obras de Bernardo Guimarães e Joaquim Manuel de Macedo

Os romancistas da Abolição: discurso abolicionista e representação do escravo nas obras de Bernardo Guimarães e Joaquim Manuel de Macedo Os romancistas da Abolição: discurso abolicionista e representação do escravo nas obras de Bernardo Guimarães e Joaquim Manuel de Macedo Mestrando Marcos Francisco ALVES Orientadora Dra. Maria Amélia Garcia

Leia mais

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008.

Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003. Rio de Janeiro, 28 de maio de 2008. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Artes & Design Curso de especialização O Lugar do Design na Leitura Disciplina: Estratégia RPG Daniel Chaves Santos Matrícula: 072.997.003

Leia mais

Os batismos entre 1825 a 1840, uma maneira de entender as disputas senhoriais na vila de Paty do Alferes, Rio de Janeiro

Os batismos entre 1825 a 1840, uma maneira de entender as disputas senhoriais na vila de Paty do Alferes, Rio de Janeiro Os batismos entre 1825 a 1840, uma maneira de entender as disputas senhoriais na vila de Paty do Alferes, Rio de Janeiro Alan de Carvalho Souza 1 ppunk_alan@hotmail.com A proposta desse texto é analisar

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA

HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA HOMOAFETIVIDADE FEMININA NO BRASIL: REFLEXÕES INTERDISCIPLINARES ENTRE O DIREITO E A LITERATURA Juliana Fabbron Marin Marin 1 Ana Maria Dietrich 2 Resumo: As transformações no cenário social que ocorreram

Leia mais

CODIFICAÇÃO DO BANCO DE DADOS PROJETO AFRICANOS SENHORES DE SUAS CASAS

CODIFICAÇÃO DO BANCO DE DADOS PROJETO AFRICANOS SENHORES DE SUAS CASAS CODIFICAÇÃO DO BANCO DE DADOS PROJETO AFRICANOS SENHORES DE SUAS CASAS A. LIVRO Anotar número do livro. B. FOLHAS Anotar número inicial e final de cada testamento. C. DATA Anotar a data do documento (dia/mês/ano4dígitos).

Leia mais

COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO. Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção.

COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO. Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção. COLÉGIO O BOM PASTOR PROF. RAFAEL CARLOS SOCIOLOGIA 3º ANO Material Complementar Módulos 01 a 05: Os modos de produção. Modos de Produção O modo de produção é a maneira pela qual a sociedade produz seus

Leia mais

Cultura Material em Exposição: Museu do Couro e do Zé Didor, Campo Maior, Piauí

Cultura Material em Exposição: Museu do Couro e do Zé Didor, Campo Maior, Piauí 1 Cultura Material em Exposição: Museu do Couro e do Zé Didor, Campo Maior, Piauí Felipe de Sousa Soares* Felipe Rocha Carvalho Lima** Petherson Farias de Oliveira*** 1. Introdução O texto visa apresentar

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

Ribeirão Preto: Café, Riqueza e Famílias

Ribeirão Preto: Café, Riqueza e Famílias 47 Ribeirão Preto: Café, Riqueza e Famílias Luciana Suarez Lopes (*) A chegada do café na região de Ribeirão Preto promoveu inúmeras modificações na economia e na sociedade locais. No presente relato de

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

A hora da partilha: fragmentação familiar e manutenção de vínculos parentais na Zona da Mata da 1869-1872

A hora da partilha: fragmentação familiar e manutenção de vínculos parentais na Zona da Mata da 1869-1872 A hora da partilha: fragmentação familiar e manutenção de vínculos parentais na Zona da Mata da 1869-1872 Solange Pereira da Rocha 1 Resumo: Este texto discute as relações familiares de escravos, na freguesia

Leia mais

O Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo: a primeira Vila do Ouro e sua população (1723)

O Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo: a primeira Vila do Ouro e sua população (1723) Anais do Seminário Nacional de História da Historiografia: historiografia brasileira e modernidade O Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo: a primeira Vila do Ouro e sua população (1723) Moacir Rodrigo de

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

1 O CONTEXTO DO CURSO

1 O CONTEXTO DO CURSO REFLEXÕES ACERCA DAS QUESTÕES DE GÊNERO NO CURSO PEDAGOGIA: LICENCIATURA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL MODALIDADE A DISTÂNCIA Lívia Monique de Castro Faria Bolsista de Apoio Técnico a Pesquisa /FAPEMIG. Universidade

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA LIBERDADE ANTIGA E LIBERADE MODERNA LINHARES 2011 EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH

Leia mais

AS MULHERES NAS IRMANDADES DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS DE SERGIPE (1751-1835)

AS MULHERES NAS IRMANDADES DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS DE SERGIPE (1751-1835) AS MULHERES NAS IRMANDADES DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS DE SERGIPE (1751-1835) Joceneide Cunha (UFBA/UNEB) jocunha@infonet.com.br Nos Setecentos, nasceu na vila sertaneja do Lagarto,em tão remotas distâncias

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1

PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 199 PROCESSOS CRIMES: SUA IMPORTÂNCIA COMO FONTE PRIMÁRIA. 1 FERIOTO, Diego Gomes. 2 RESUMO Apresentaremos resultados parciais da pesquisa que pretende enfatizar a importância dos processos criminais como

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i

LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i LEITURAS E LEITORES DA COLEÇÃO BIBLIOTECA DAS MOÇAS. PONTOS PARA UMA PESQUISA A PARTIR DAS MARCAS DE LEITURA FEITAS POR NORMALISTAS i Cássia Aparecida Sales M Kirchner ii Faculdade de Educação Unicamp

Leia mais

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS

SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS SEDUC SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO ESCOLA ESTADUAL DOMINGOS BRIANTE ANA MARIA DO NASCIMENTO CAMPOS A CHEGADA DOS PORTUGUESES A AMÉRICA E AS VIAGENS MARÍTIMAS Projeto apresentado e desenvolvido

Leia mais

Circo-Teatro: É Teatro No Circo

Circo-Teatro: É Teatro No Circo Circo-Teatro: É Teatro No Circo Ermínia Silva Centro de Memória da Unicamp Doutor Pesquisadora Colaboradora do Centro de Memória da Unicamp Resumo: Parte dos estudos sobre circo no Brasil, realizados no

Leia mais

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer

A novidade é que o Brasil não é só litoral É muito mais é muito mais que qualquer zona sul Tem gente boa espalhada por este Brasil Que vai fazer CAUSAS: Acirramento da concorrência comercial entre as potências coloniais; Crise das lavouras de cana; Estagnação da economia portuguesa na segunda metade do século XVII; Necessidade de encontrar metais

Leia mais

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan

João Paulo I O NORDESTE COLONIAL. Professor Felipe Klovan João Paulo I O NORDESTE COLONIAL Professor Felipe Klovan A ECONOMIA AÇUCAREIRA Prof. Felipe Klovan Portugal já possuía experiência no plantio da cana-de-açúcar nas Ilhas Atlânticas. Portugal possuía banqueiros

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

Prefácio. Eduardo Silva

Prefácio. Eduardo Silva Prefácio Eduardo Silva SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros SILVA, E. Prefácio. In: ARAÚJO, DO. O tutu da Bahia: transição conservadora e formação da nação, 1838-1850. Salvador: EDUFBA, 2009, pp.

Leia mais

CURSO DE DIREITO VALDEIR SOARES DA CONCEIÇÃO AGNALDO FERREIRA SANTOS

CURSO DE DIREITO VALDEIR SOARES DA CONCEIÇÃO AGNALDO FERREIRA SANTOS CURSO DE DIREITO VALDEIR SOARES DA CONCEIÇÃO AGNALDO FERREIRA SANTOS Trabalho apresentado à Faculdade Pitágoras Unidade Teixeira de Freitas, como pré-requisito de obtenção de nota parcial da disciplina

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE HISTÓRIA Nome Nº Ano Data: Professor: Piero/ Thales Nota: (valor 2,0) 2º semestre a) Introdução Neste semestre, sua média foi inferior a 6,0 e você não assimilou os conteúdos

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

(1871-1888). Desafios e possibilidades Daniela Fagundes Portela 1 Faculdade de Educação da USP. e-mail: danifportela@uol.com.br

(1871-1888). Desafios e possibilidades Daniela Fagundes Portela 1 Faculdade de Educação da USP. e-mail: danifportela@uol.com.br Registros de Batismo da Paróquia Nossa Senhora Penha de França: Uma fonte para o estudo do cotidiano privado das crianças negras livres na província de São Paulo (1871-1888). Desafios e possibilidades

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil.

Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. Rousseau e educação: fundamentos educacionais infantil. 1 Autora :Rosângela Azevedo- PIBID, UEPB. E-mail: rosangelauepb@gmail.com ²Orientador: Dr. Valmir pereira. UEPB E-mail: provalmir@mail.com Desde

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO

NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO NEGROS EM SOBRAL NO SÉCULO XIX (1880-1884): UM ESTUDO SOB A ÓTICA DA HISTÓRIA E DO DIREITO Sabrina Nascimento de Carvalho, Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA, sabrinaerarisson@hotmail.com Rárisson

Leia mais

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática.

Palavras-chave: Educação Matemática; Avaliação; Formação de professores; Pró- Matemática. PRÓ-MATEMÁTICA 2012: UM EPISÓDIO DE AVALIAÇÃO Edilaine Regina dos Santos 1 Universidade Estadual de Londrina edilaine.santos@yahoo.com.br Rodrigo Camarinho de Oliveira 2 Universidade Estadual de Londrina

Leia mais

1. Portos de Chegada, locais de quarentena e venda

1. Portos de Chegada, locais de quarentena e venda 1. Portos de Chegada, locais de quarentena e venda A execução do tráfico atlântico de africanos escravizados envolveu a construção de portos, locais de quarentena e venda de africanos recém-chegados nas

Leia mais

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade

6Estabilidade. 7Justiça. 8Independência. 9Confidencialidade Fazer um testamento público 1Harmonia O testamento evita brigas de família e disputas patrimoniais entre os herdeiros acerca dos bens deixados pelo falecido. 2Tranquilidade O testamento pode ser utilizado

Leia mais

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo

Mineração e a Crise do Sistema Colonial. Prof. Osvaldo Mineração e a Crise do Sistema Colonial Prof. Osvaldo Mineração No final do século XVII, os bandeirantes encontraram ouro na região de Minas Gerais Grande parte do ouro extraído era de aluvião, ou seja,

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO

LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO LIVRO IRATI, SONHO DE CRIANÇA Claudia Maria Petchak Zanlorenzi Kátia Osinski Ferreira Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG RESUMO Este trabalho aborda a conclusão de uma pesquisa que tinha por

Leia mais

APEBA - Judiciário/ Relação de 33 Inventários de Santo Antônio de Jesus 1870-1888.

APEBA - Judiciário/ Relação de 33 Inventários de Santo Antônio de Jesus 1870-1888. 1 ARRANJOS FAMILIARES NOS LIMITES DA ESCRAVIDÃO EM SANTO ANTÔNIO DE JESUS BAHIA (1871-1888) ELIETE MARQUES DOS SANTOS VAZ As relações familiares entre cativos assumiram várias formas no Brasil escravista.

Leia mais

União estável e a separação obrigatória de bens

União estável e a separação obrigatória de bens União estável e a separação obrigatória de bens Quando um casal desenvolve uma relação afetiva contínua e duradoura, conhecida publicamente e estabelece a vontade de constituir uma família, essa relação

Leia mais

Ambiência escolar Marista: desafios da educação popular na evangelização

Ambiência escolar Marista: desafios da educação popular na evangelização Ambiência escolar Marista: desafios da educação popular na evangelização Adriano de Souza Viana 1 A práxis pastoral no ambiente educativo é sempre desafiante. Melhor dizendo, toda ação educativa é sempre

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO

CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO CONTRIBUIÇÕES DE OLGA METTIG À EDUCAÇÃO BAIANA: ENSINANDO A COMPREENSÃO Liane Soares, Ms. Faculdade de Tecnologias e Ciências FTC/BA Olga sempre considerou a educação como um sistema, um produto de evolução

Leia mais

OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO SINAES - DA IMPLANTAÇÃO DO SINAES AO FINAL DO SEGUNDO CICLO AVALIATIVO 2004/2012

OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO SINAES - DA IMPLANTAÇÃO DO SINAES AO FINAL DO SEGUNDO CICLO AVALIATIVO 2004/2012 OS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DO SINAES DA IMPLANTAÇÃO DO SINAES AO FINAL DO SEGUNDO CICLO AVALIATIVO 2004/2012 Profa. Ms. Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID 1 fernanda@educationet.com.br Prof.

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

À espera da morte: testamentos e atitudes perante a morte (Santa Maria/1850-1900) *

À espera da morte: testamentos e atitudes perante a morte (Santa Maria/1850-1900) * À espera da morte: testamentos e atitudes perante a morte (Santa Maria/1850-1900) * Ana Paula Marquesini Flores ** Resumo Para uma análise das atitudes perante a morte na Vila de Santa Maria da Boca do

Leia mais

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele

Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele O Plantador e as Sementes Era uma vez, numa cidade muito distante, um plantador chamado Pedro. Ele sabia plantar de tudo: plantava árvores frutíferas, plantava flores, plantava legumes... ele plantava

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

DE CAMPOS DE ALGODÃO ATÉ SALAS DE AULA: EXPERIÊNCIAS COM O USO DO BLUES NO ENSINO DE HISTÓRIA

DE CAMPOS DE ALGODÃO ATÉ SALAS DE AULA: EXPERIÊNCIAS COM O USO DO BLUES NO ENSINO DE HISTÓRIA DE CAMPOS DE ALGODÃO ATÉ SALAS DE AULA: EXPERIÊNCIAS COM O USO DO BLUES NO ENSINO DE HISTÓRIA Edimar Zuntini 1 ; Frederico Fernando Moisés Lambertucci 2 ; Marcos Jean Nunes 3 1 Graduando do curso de História

Leia mais

A amizade abana o rabo

A amizade abana o rabo RESENHA Leitor iniciante Leitor em processo Leitor fluente ILUSTRAÇÕES: Marina relata, nessa história, seu encontro com cães especiais, que fazem parte de sua vida: Meiga, Maribel e Milord. A história

Leia mais

www.senado.leg.br/datasenado

www.senado.leg.br/datasenado www.senado.leg.br/datasenado Lei Maria da Penha completa 9 Promulgada em 2006, a Lei Maria da Penha busca garantir direitos da mulher, além da prevenção e punição de casos de violência doméstica e familiar.

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1

A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 A sua revista eletrônica CONTEMPORANEIDADE E PSICANÁLISE 1 Patrícia Guedes 2 Comemorar 150 anos de Freud nos remete ao exercício de revisão da nossa prática clínica. O legado deixado por ele norteia a

Leia mais

"Ajuntai tesouros no céu" - 5

Ajuntai tesouros no céu - 5 "Ajuntai tesouros no céu" - 5 Mt 6:19-21 Temos procurado entender melhor através das escrituras, o que Jesus desejou ensinar aos seus discípulos nesta sequência de palavras, e pra isso, estudamos algumas

Leia mais

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal

Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Projeto: Acesso das famílias de mulheres presas ao Programa Bolsa Família no Distrito Federal Coordenação: Debora Diniz Instituições: Universidade de Brasília (UnB) e Anis Instituto de bioética, gênero

Leia mais

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema

História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema História e imagem: O historiador e sua relação com o cinema Luciana Ferreira Pinto 1 1.Introdução Desde o início da Escola dos Anais, na França, os objetos de estudo da História vêm se modificando, exigindo

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS

MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS MEMÓRIAS DE PESQUISA: A HISTÓRIA DE VIDA CONTADA POR MULHERES VIGIADAS E PUNIDAS 1 Introdução O presente estudo se insere no contexto do sistema penitenciário feminino e, empiricamente, tem como tema as

Leia mais

ILMO. SR. PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DEFESA, ASSISTÊNCIA E PRERROGATIVAS DA OAB/RJ

ILMO. SR. PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DEFESA, ASSISTÊNCIA E PRERROGATIVAS DA OAB/RJ ILMO. SR. PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DEFESA, ASSISTÊNCIA E PRERROGATIVAS DA OAB/RJ JACQUES MALKA Y NEGRI e CRISTIANO DE LOUREIRO FARIA MORI, brasileiros, inscritos na OAB/RJ sob os números 60.011 e 126.335,

Leia mais

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE

GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE GUIA PRÁTICO DOENÇA PROFISSIONAL - PRESTAÇÕES POR MORTE INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Doença Profissional Prestações por Morte (N13 v4.07) PROPRIEDADE

Leia mais

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial

REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial 1537 REGISTROS HISTÓRICOS, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: um estudo historiográfico do Alto Sertão da Bahia no período colonial SOUZA JÚNIOR, Tadeu Baliza de 1 ; NEVES, Erivaldo Fagundes 2 1. Bolsista PROBIC,

Leia mais

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER Tamires Albernaz Souto 1 Flávio Augusto Silva 2 Hewerton Luiz Pereira Santiago 3 RESUMO Max Weber mostra suas ideias fundamentais sobre o Capitalismo e a racionalização

Leia mais

HERANÇA. Danilo Santana

HERANÇA. Danilo Santana A RELAÇÃO HERANÇA Danilo Santana HOMOSSEXUAL PODE GERAR SOCIEDADE E NÃO A RELAÇÃO HOMOSSEXUAL PODE GERAR SOCIEDADE E NÃO HERANÇA Danilo Santana Advogado, graduado em Direito pela PUC-MG, membro efetivo

Leia mais

BALANÇO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA: A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO FERRAMENTA DE PESQUISA ACADÊMICA

BALANÇO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA: A UTILIZAÇÃO DAS TIC COMO FERRAMENTA DE PESQUISA ACADÊMICA MILHOMEM, André Luiz Borges; GENTIL, Heloisa Salles; AYRES, Sandra Regina Braz. Balanço de Produção Científica: A utilização das TICs como ferramenta de pesquisa acadêmica. SemiEdu2010 - ISSN:1518-4846

Leia mais

Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos.

Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos. Filosofia dos Direitos Humanos. Introdução ao pensamento de Hannah Arendt sobre direitos humanos. Rafael Augusto De Conti 1. SUMÁRIO: 1. Introdução; 2. Minorias Grau Avançado de desproteção jurídica; 3.

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica

RESUMO. Palavras-chave: Educação matemática, Matemática financeira, Pedagogia Histórico-Crítica POSSIBILIDADES DIDATICO-PEDAGÓGICAS NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA: UMA PROPOSTA ENTRE DOMÍNIOS DE CONHECIMENTOS NA ESCOLA ESTADUAL INDIGENA CENTRAL EDUCAÇÃO BÁSICA KĨSÊDJÊ Rosimeyre Gomes da Silva

Leia mais

Palavras-chave: Etnocenologia, Folias do Divino, Ritos espetaculares.

Palavras-chave: Etnocenologia, Folias do Divino, Ritos espetaculares. O mestre morreu. Viva o novo mestre. Jorge das Graças Veloso Programa de Pós-Graduação em Artes VIS/IdA UnB. Professor Adjunto Doutor em Artes Cênicas UFBA. Ator, diretor, dramaturgo, professor/unb. Resumo:

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS.

AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS. AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS. Luciano Borges Muniz 1 Flávio Marcus da Silva 2 Resumo Este artigo é parte dos resultados obtidos por pesquisas desenvolvidas a cerca das relações

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO

A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA PARA A FORMAÇÃO DO CIDADÃO MENDES, C. A, IFMG - Campus Ouro Preto, c.arcanjomendes@gmail.com; CÂNDIDO, T. F, IFMG - Campus Ouro Preto, thiagoferreira750@yahoo.com.br; SILVA, C.

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS

PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS PERGUNTAS E RESPOSTAS NOVAS REGRAS PARA ESCOLHA DE BENEFICIÁRIOS 1 - O que é Beneficiário Indicado? Qualquer pessoa física indicada pelo Participante conforme definido no regulamento do Plano. 2 - O que

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2012 M U L H E R N O M E R C A D O D E T R A B A L H O: P E R G U N T A S E R E S P O S T A S A Pesquisa Mensal de Emprego PME,

Leia mais

f r a n c i s c o d e Viver com atenção c a m i n h o Herança espiritual da Congregação das Irmãs Franciscanas de Oirschot

f r a n c i s c o d e Viver com atenção c a m i n h o Herança espiritual da Congregação das Irmãs Franciscanas de Oirschot Viver com atenção O c a m i n h o d e f r a n c i s c o Herança espiritual da Congregação das Irmãs Franciscanas de Oirschot 2 Viver com atenção Conteúdo 1 O caminho de Francisco 9 2 O estabelecimento

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt

Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt Entrevista coletiva concedida pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após encontro com a Senadora Ingrid Betancourt São Paulo-SP, 05 de dezembro de 2008 Presidente: A minha presença aqui

Leia mais

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório.

O oficial deve declarar no registro o número da DNV e arquivar essa via no cartório. Registro Civil das Pessoas Naturais temas práticos parte 2 Temas práticos de registro civil das pessoas naturais Priscila de Paula, registradora civil em Cajamar Vamos tratar de alguns aspectos relacionados

Leia mais

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA.

A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. A MENINA DOS OLHOS DA REPRESSÃO : DISCUTINDO DITADURA MILITAR E MÚSICA POPULAR BRASILEIRA NO ENSINO DE HISTÓRIA EM SALA DE AULA. Autora: Mestra Rosicleide Henrique da Silva Universidade Federal de Campina

Leia mais

O Local e o Global em Luanda Beira Bahia 1

O Local e o Global em Luanda Beira Bahia 1 Glauce Souza Santos 2 O Local e o Global em Luanda Beira Bahia 1 Resumo Esta resenha objetiva analisar a relação local/global e a construção da identidade nacional na obra Luanda Beira Bahia do escritor

Leia mais

ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR NO ANO DE

ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA GROSSA PR NO ANO DE 146 Anais Semana de Geografia. Volume 1, Número 1. Ponta Grossa: UEPG, 2014. ISSN 2317-9759 ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO: AS ESPACIALIDADES COMO COMPONENTES DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES NA CIDADE DE PONTA

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009

OAB 139º - 1ª Fase Regular Modulo II Disciplina: Direito Civil Professor João Aguirre Data: 24/07/2009 TEMAS ABORDADOS EM AULA 9ª Aula: Sucessão SUCESSÃO 1. Tipos 1.1. Sucessão Legítima: surgiu pela lei (legislador deu a lei) 1.2. Sucessão Testamentária: Surgiu o testamento Em regra vale a legítima quando

Leia mais

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8

Capacitação em Educação em Direitos Humanos. FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 Capacitação em Educação em Direitos Humanos FUNDAMENTOS HISTÓRICO- FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Módulo 1.8 1 FUNDAMENTOS HISTÓRICO-FILOSÓFICOS DOS DIREITOS HUMANOS Direitos Humanos: sua origem e natureza

Leia mais