O fim dos ERPs. 1 Novos paradigmas, sistemas antigos. 1.1 A organização perfeita

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O fim dos ERPs. 1 Novos paradigmas, sistemas antigos. 1.1 A organização perfeita"

Transcrição

1 O fim dos ERPs Autor: Norberto A. Torres Engenheiro e Mestre em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Doutor em Administração pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas. Presidente da Unicomm Integração de Negócios, Processos e Sistemas Ltda.; Presidente da Uniconsult Engenharia e Consultoria Ltda.; Diretor do igov Centro de Excelência em Governo Eletrônico. Autor de diversos livros e artigos na área de tecnologia de informação aplicada à gestão e estratégia. Atua ou atuou consultor em mais de 300 organizações privadas e de governo, nas áreas de Processos, Tecnologia e Sistemas de Informações, Sistemas para Gestão, Estratégia e Tecnologia, Modelagem Operacional, Performance Empresarial. Resumo: Com a união de tecnologias de processos (BPM), regras (BRM) e construção componentizada orientada a serviços (SOA), aliadas à computação em nuvem, muda radicalmente a forma como as empresas suportarão seus negócios, saindo de operações apoiadas em sistemas integrados (ERP s) para o uso de plataformas de integração de processos, mais flexíveis, de mais rápida implantação e com menores investimentos e custos. 1 Novos paradigmas, sistemas antigos 1.1 A organização perfeita O desempenho de uma organização é dependente da estrutura dessa organização, dos processos, dos operadores humanos e dos operadores tecnológicos, e o aumento de performance depende de um correto planejamento, projeto e gerenciamento em cada um desses elementos. Partindo dos elementos acima, podemos ampliar a visão do que pode ser entendido como uma arquitetura empresarial e de negócios, em que uma organização é uma estrutura orgânica/sistêmica, com componentes comuns podem ser sempre estabelecidos, e que mantêm relacionamento estratégico/operacional, como ilustra a figura a seguir. Nota-se que todos os principais aspectos da existência e gestão de uma organização estão intimamente relacionados. Da estratégia sai a arquitetura de negócios, incluindo a cadeia de negócios, e também a estrutura de objetivos/metas e indicadores de performance. A cadeia de negócios se decompõe em processos, e estes em atividades, que são suportados por tecnologias. Norberto A. Torres Copyright 1

2 Figura 1 Visão geral da arquitetura de negócios e processos 1.2 Novos paradigmas mas um velho mundo de sistemas de informações Necessidade de processos ágeis e adaptativos Toda organização opera sobre processos que são construídos ao longo de sua existência, muitas vezes iniciando de forma simples, mas, na medida em que busca maior refinamento em suas relações com o mercado, novas regras de negócio são acrescentadas, detalhes operacionais são adicionados, tornando essa operação mais complexa. A disseminação acelerada dos negócios digitais, com modelos instáveis, sujeitos continuamente a novas demandas, aumenta, ainda mais, de um lado, a necessidade do automatismo, e, de outro, a da flexibilidade para adaptação a esses novos modelos. Contribuem também, para esse aumento de complexidade, as demandas impostas pelo governo, pelos clientes, por fornecedores e parceiros e pela sociedade de forma geral. Após alguns anos, qualquer organização acaba por operar uma grande quantidade de processos inter-relacionados, e é, em geral, em meio a essa complexidade que a demanda por sistemas de informações integrados se apresenta mais fortemente. Isto é, em geral, os sistemas de informações são implantados para trazer ordem e clareza para as operações, objetivando-se, a partir daí, melhor atendimento aos clientes e ao mercado, com maior agilidade, reduções de custos, conhecimento explicitado, entre outros aspectos. Mas é, nessa busca, que grande parte das empresas tem se envolvido em projetos de implantação de sistemas integrados que, atrás de uma aparente organização, controle e automação, estabelecem métodos operacionais pouco ágeis e com custos elevados, e, mais ainda relevante, limitantes à inovação. Norberto A. Torres Copyright 2

3 Precisamos, realmente, de processos adaptativos? Uma das transformações mais profundas que estamos vivendo nas organizações é a mudança do paradigma da estrutura orientada a processos e sistemas pré-estabelecidos, incluindo, principalmente, os ERPs Enterprise Resources Planning, para estruturas orgânicas adaptativas a processos também orgânicos, seja porque novas demandas surgem do comércio eletrônico, da integração com agentes na cadeia de negócios que mudam seus processos, canais de distribuição que não são mais absolutamente fiéis, adaptando-se a novas realidades de mercados, imposições regulatórias instáveis, entre muitos outros fatores. Processos de negócios se alteram continuamente para atender a novas demandas e a mudanças no corpo de conhecimentos com os quais uma organização trabalha, além, e mais importante, das mudanças de relacionamento da organização com outros organismos externos a ela, com os quais ela precisa cooperar. Integração de toda a cadeia de negócios A nova organização precisará ter suas operações suportadas por processos inteiros e integrados, na maior parte das vezes transcendendo seus limites (deixam de ser processos de uma organização para se transformarem em processos de cadeias inteiras de relacionamento entre organizações), e a desfragmentação de processos passa a ser vital para operar com performance e alto nível de serviços. A competição não se dá mais no nível das empresas, mas sim de cadeias de negócios inteiras. Se uma empresa tem boa performance, mas a cadeia em que se insere não, ela não vai conseguir competir no mercado: Figura 2 Toda empresa é dependente de uma cadeia de negócios Demandas mais sofisticadas sobre os sistemas de informações Além dos aspectos acima, vários outros fatores estão levando as empresas a buscarem uma tratamento mais amplo e integral do processo de gestão, e, consequentemente, a demandas mais sofisticadas sobre os sistemas de informações: Os executivos estão sendo cada vez mais cobrados por decisões corretas, em um mundo mais complexo; isto exige a gestão por meio de métricas orientadas a performance, e não a dados contábeis e financeiros tradicionais. Maior exigência na governança corporativa, especialmente sociedades anônimas, que devem, agora, prestar contas de todo o seu processo de gestão, além de maior necessidade de transparência financeira e administrativa. Norberto A. Torres Copyright 3

4 Necessidade cada vez maior de controles e métricas mais refinados, buscando diferenciais, em relação à concorrência, na eficiência operacional. Insatisfação crescente, por parte dos shareholders, quanto às formas tradicionais de orçamentação e informação de resultados. Convergência de tecnologias Vivemos, atualmente, a convergência de todas as tecnologias orientadas a processos e integração, que se unem para formar novas e revolucionárias plataformas de processamento, capazes de tornar a integração em larga escala e a automação de processos uma tarefa, antes praticamente impossível, relativamente simples, suportada por padrões e ferramentas poderosas, que mudam, completamente, a forma de se automatizarem as operações de negócios. E, é neste sentido, que o ERP tradicional, um conjunto de programas compondo um todo estruturado, já não só não atende mais aos requisitos de uma operação integrada e completa, que transcende a operação da empresa, avançando sobre a cadeia de negócios, como, principalmente, limita essa operação, impondo processos muitas vezes anacrônicos, de difícil manutenção e adaptação a variações necessárias nos modelos de negócios. OS ERPs tradicionais (praticamente todos os que estão no mercado) são fruto de uma era de estabilidade em processos que, gradualmente, vai desaparecendo, e grande parte das empresas já sofre com as limitações que esses antigos sistemas (mesmo que recém adquiridos) impõem. 1.3 As ondas da orientação a processos Para melhor compreendermos a importância de uma operação mais ágil e das limitações que as tecnologias tradicionais (ERPs, CRMs (Customer Relationship Management), SCM (Supply- Chain Management) impõem, é importante que s etenha uma visão histórica do caminho percorrido, e do estágio atual nesse processo evolutivo. A primeira onda da gestão por processos Entendendo que todos os desenvolvimentos anteriores tenham sido simples melhorias de trabalho humano, a primeira onda da gestão por processos se inicia nos anos 1920, e foi dominada pela teoria e os princípios formulados por Frederick Taylor. Muitas organizações (principalmente as públicas) ainda vivem esta onda. Durante décadas, a tecnologia foi utilizada para aperfeiçoar processos localizados (máquinas, focos de trabalho manual); surge, então, a preocupação com a integração de processos e sistemas de informações integrados. Norberto A. Torres Copyright 4

5 Figura 3 Primeira onda da gestão por processos Figura 4 Surge a necessidade de integrar processos A segunda onda da gestão por processos: racionalização e integração: A segunda onda se estabeleceu a partir do final dos anos 1980 e durante toda a década passada, em que predominaram a busca pela otimização de processos, por meio da Reengenharia (Michael Hammer e outros autores importantes dessa época). Estes aspectos, aliados à integração de processos por meio de sistemas de informações integrados, acabaram por reduzir o grau de flexibilidade operacional para a maior parte das organizações que os implementaram. Ainda que as empresas tivessem feito apostas na integração via sistemas integrados, esta se mostrou muito limitada! Poucas empresas conseguiram, efetivamente, um alto grau de integração em suas operações com os pacotes de mercado. Norberto A. Torres Copyright 5

6 Figura 5 Segunda onda da gestão por processos Terceira onda: avanço na integração de processos: A partir de meados da década de 1990, as empresas passaram a perceber a importância e a buscar a integração de toda a cadeia de negócios em que operavam. Avança a integração com agentes externos, na Cadeia de Suprimentos (SCM - Supply-Chain Management Systems) e na Cadeia de Distribuição (DMS-Distribution Management e CRM- Customer Relationship Management). Com isto, a complexidade da integração aumentou ainda mais! Ainda que as empresas tivessem feito apostas na integração via sistemas integrados, esta se mostrou muito limitada! Poucas empresas conseguiram, efetivamente, um alto grau de integração em suas operações com os pacotes de mercado. Já no início do Século XXI, entramos na terceira onda da gestão empresarial baseada em processos, com demanda por alto grau de integração com agentes externos à empresa, na cadeia de negócios: Norberto A. Torres Copyright 6

7 Figura 6 Terceira onda da gestão por processos Quarta onda: a desfronteirização das organizações Estamos agora, certamente, vivendo um momento especial na história, em que está em curso uma total reconfiguração dos limites de uma organização. O que parecia, em um passado relativamente recente, ser uma utopia, na qual cadeias completas de valor poderiam ser integradas em processos que transcendem as organizações, agora está se tornando possível, em decorrência, especialmente, das novas arquiteturas abertas e orientadas a serviços (SOA Service Oriented Architecture) e a processos (BPM Business Process Management). A nova organização precisará ter suas operações suportadas por processos inteiros e integrados, na maior parte das vezes transcendendo seus limites; deixam de ser processos de uma organização para se transformarem em processos de cadeias inteiras de relacionamento entre organizações, e a desfragmentação de processos passa a ser vital para operar com desempenho e alto nível de serviços. Estamos entrando em uma nova era, a da WWW (world wide web), mas não no sentido tradicional que conhecemos, isto é a Internet, e sim em uma nova rede mundial de organizações inter-relacionadas, em que perde o sentido a definição de fronteiras ou limites organizacionais. Desaparecem as fronteiras organizacionais Os processos empresariais se tornam ainda mais complexos, na medida em que se ampliam as malhas de conexões. Estes processos se alteram continuamente para atender a novas demandas e a mudanças no corpo de conhecimentos com os quais uma organização trabalha, além, e mais importante, das mudanças de relacionamento da organização com outros organismos externos a ela, com os quais ela precisa cooperar. Perde o sentido a fronteira organizacional tradicional: Norberto A. Torres Copyright 7

8 Figura 7 Perde o sentido a fronteira organizacional tradicional Fica ainda mais complexo integrar as operações na cadeia de negócios, e isto se tornou impraticável por meio de tecnologias convencionais! Figura 8 Fica ainda mais complexa a integração das operações A competição não se dá mais no nível das empresas, mas sim de cadeias de negócios inteiras. Se uma empresa tem bom desempenho, mas a cadeia em que se insere não, ela não vai conseguir competir no mercado. 1.4 O agente integrador A empresa estendida Na medida em que as possibilidades de integração avançam, o processo competitivo se dá entre cadeias de negócios inteiras, e passa a ser necessário tratar planejamento e gestão de um ponto de vista mais amplo, a empresa estendida: Norberto A. Torres Copyright 8

9 Figura 9 A empresa estendida Cooperação na cadeia de negócios Com esse processo, de integração, e as novas tecnologias para relacionamento, é possível manter um alto grau de cooperação na cadeia de negócios, eventualmente transformando-a em um hub de operação, isto é, toda a cadeia operada de forma integrada e em colaboração, encurtando prazos e reduzindo custos. Visão tradicional da empresa e cadeia de valor A operação tradicional da empresa e da cadeia de negócios/valor em que se insere normalmente é muito seqüencial, como ilustra a figura a seguir: Figura 10 Visão tradicional da empresa e cadeia de valor A cadeia de valor colaborativa - Hub da cadeia de valor Podemos aumentar a eficiência de toda a cadeia de negócios, por meio maior paralelismo em processos, com redução de prazos de atendimento e custos e melhoria de qualidade: Norberto A. Torres Copyright 9

10 Figura 11 A cadeia de valor colaborativa hub da cadeia de valor A diferença entre célula de trabalho e hub está no fato de que a célula realiza, internamente, todo um conjunto de atividades, enquanto o hub envolve diversos agentes com uma coordenação de integração. Exemplo de operação em hub para agilizar processos Produção de catálogo Figura 12 Produção de catálogo na operação tradicional: prazo de entrega 10 dias Norberto A. Torres Copyright 10

11 Figura 13 Produção de catálogo com cadeia de valor colaborativa (hub): Prazo 1 a 2 dias Surge um novo e fundamental papel o do agente integrador A integração em larga escala será um dos componentes fundamentais do motor tecnológico da nova economia. Apesar da enorme importância que tem a integração das cadeias de negócios, as organizações, de forma geral, não estão preparadas para gerenciar essa integração. Surge, então, um novo e fundamental papel em negócios - o agente de integração. As cadeias de negócios terão seus agentes de integração! Na maior parte dos casos, a operação desses agentes de integração será quase que totalmente virtual. A operação dos agentes integradores é totalmente dependente de tecnologia de informação, comunicação e inteligência/conhecimento. O agente de integração na cadeia de negócios: Norberto A. Torres Copyright 11

12 Figura 14 O agente integrador Exemplos de agentes integradores são as estruturas de e-business mais conhecidas, tais como a Amazon (varejo), a Travelocity (viagens), e-bay (mercados virtuais), Nike (operador de marca, sem produção própria); estes, entre outros, são exemplos de organizações imensas que atuam como agentes de integração. 2 Os sistemas de informações empresariais 2.1 Visão atual de sistemas para suporte às operações A figura a seguir mostra uma visão tradicional do que toda empresa precisa ter, em maior ou menor grau, em termos de tecnologia de informação para suportar suas operações: Figura 15 Sistemas para suporte às operações Norberto A. Torres Copyright 12

13 2.2 Por que projetos ERP fracassam Estatísticas de implantações de ERPs O histórico de implantações de sistemas integrados empresariais mostra uma proporção bastante significativa (mais que a metade) de insucessos, seja por resultados muito aquém dos esperados, custos muito acima dos inicialmente estimados, prazos estourados, e, em muitas situações, abandono do projeto. A figura abaixo mostra uma estatística recente de resultados em implantações de ERPs. Figura 16 Resultados em implantações de ERPs (Fonte: Krigsman, Michael. ERP failure: New research and statistics. 03/02/2010. ZDNet) Indicadores de implantações de ERPs Alguns dos principais indicadores (métricas) de resultados em implantações de ERPs apresentam-se a seguir. MÉTRICA MÉDIA Exigiu mais tempo que o planejado 57% Tempo de implantação Custo total de implantação (em US$) 18,4 meses U$ 6.2 milhões Custo total de implantação, como % da receita 6,9% Custo total da implantação acima do orçado 54% Figura 17 Resultados em implantações de ERPs (Fonte: Krigsman, Michael. ERP failure: New research and statistics. 03/02/2010. ZDNet) Norberto A. Torres Copyright 13

14 Motivos pelos quais as implantações de ERPs falham Alguns entre os principais motivos pelos quais a implantação de ERPs fracassa, segundo diversos especialistas, são decorrentes da abordagem monolítica tradicional na construção desses sistemas: Projetos com escopo muito abrangente, com expectativas irrealistas. Ampliação ou mudança de escopo durante o projeto. Software inadequado para o setor. Software de arquitetura de complexa compreensão. Falta de compreensão das características e funcionalidades do novo sistema. Projeto não absorvido pela cultura da empresa. Falta de definição clara dos processos centrais de negócio. Dificuldade inesperada de integração com aplicações legadas, quando permanecem. Avaliação imprecisa das interdependências necessárias. Pouco ou inadequado envolvimento dos gestores na definição dos processos desejados. Implantação de funcionalidades desnecessárias. Excessiva customização do sistema. Sistemas monolíticos e sua pouca adaptabilidade Sistemas construídos pelo homem têm uma diferença fundamental em relação aos sistemas naturais dinâmicos (por exemplo, o corpo humano): Sistemas naturais têm inteligência adaptativa, podendo, portanto, ser monolíticos, isto é, constituindo um todo, cujas partes podem se adaptar a novas situações. Os sistemas construídos pelo homem não permitem (ainda) a auto-mudança, a autoreconstrução adaptativa -> assim, quanto mais monolítico é um sistema, menos adaptativo ele é. Este é o principal fator que está levando à falência dos ERPs! 2.3 O futuros dos sistemas de informações empresariais Sistemas integrados dão lugar aos processos integrados As construções, de casas e prédios monolíticos, evoluíram para pré-construídos, que são montados de acordo com o interesse. Semelhantemente, os automóveis cada vez mais aproveitam componentes comuns para montagem de produtos completamente diferentes. Do mesmo modelo, computadores antigos, construídos sobre placas monolíticas integradas, evoluíram para a montagem baseada em componentes comuns (micro-circuitos), que podem ser combinados formando um produto único, como ilustra a figura a seguir:. Norberto A. Torres Copyright 14

15 Figura 18 Computadores complexos montados a partir de mricro-elementos comuns Da mesma forma, os sistemas de informações empresariais estão trilhando caminho semelhante: a combinação de componentes elementares para formar um processo integrado único. No lugar dos sistemas integrados tradicionais (ERPs), em analogia às placas integradas monolíticas dos antigos computadores, novos paradigmas de desenvolvimento, suportados por novas tecnologias de construção de processos e integração de serviços elementares, estão promovendo uma profunda transformação nos sistemas de informações empresariais, possibilitando novas arquiteturas orientadas a processos/serviços, muito mais flexíveis, adaptativas e, ao mesmo tempo, com investimentos necessários muito menores, devido ao reaproveitamento de elementos já existentes. Figura 19 O conceito de bloco ou componente substituível é antigo! E-commerce está impondo novas soluções para processos de negócios Além dos aspectos destacados acima, relacionados à tecnologia construtiva para sistemas, em quaisquer dos componentes de sistemas apresentados na Figura 16, as tecnologias de e- commerce (comércio eletrônico) e e-business (negócios digitais ou eletrônicos) exercem um papel cada vez mais relevante. Norberto A. Torres Copyright 15

16 Futuramente, a maior parte dos processos de negócios de uma empresa vai estar integrada em uma camada de negócios eletrônicos, em sistemas abertos e integrados, e a empresa que não estiver conectada nesse novo mundo provavelmente não vai conseguir competir: Figura 20 A integração por meio de sistemas abertos O que a figura indica é o fato de que os processos de negócios não serão mais suportados por soluções isoladas e internas da empresa, mas esta fará parte de uma rede integrada e aberta relacionamentos entre processos de negócios de múltiplas organizações, que já pode ser suportada pela computação em nuvem (cloud computing) e os processos sendo operados por tecnologias de processos integrados, e não mais por sistemas integrados. Estamos saindo da era dos sistemas integrados de informações empresariais, e entrando na era dos processos de negócios integrados. 2.4 Arquitetura orientada a processos, suportada por serviços A arquitetura que vai substituir os tradicionais sistemas integrados empresariais (ERP), é a de uma plataforma de integração baseada nos princípios, recursos e ferramentas orientadas a processos e serviços (componentes autônomos). Simplificadamente, essa arquitetura propõe que todos os elementos de sistemas/aplicações sejam convertidos (quando possível) ou tratados como componentes autônomos (serviços), e que sua integração, para realizar processos, seja feita por tecnologias orientadas a processos (BPMS Business Process Management Systems). A figura a seguir exemplifica um processo associado a componentes autônomos: Norberto A. Torres Copyright 16

17 Figura 21 Os processos são compostos pelo encadeamento de serviços (componentes autônomos) Por exemplo, os processos de uma empresa orientada a projetos (de engenharia, de construção, de desenvolvimento de software, etc.), são: Figura 22 Exemplo típico de uma empresa orientada a projetos Os processos centrais de negócios podem ser desenhados de forma independente de qualquer solução de sistemas de mercado, e, a eles, podem ser associados componentes elementares, disponíveis no mercado ou construídos especialmente para demandas específicas, mas ainda assim como componentes autônomos: Norberto A. Torres Copyright 17

18 Figura 23 A composição de elementos para formar um processo integrado Com base no desenho de processos, as aplicações são construídas pela conjugação de componentes (serviços) disponíveis no mercado, ou especialmente desenvolvidos para as necessidades da empresa,: Figura 24 Processo de construção de aplicações baseadas em consumo de serviços 2.5 BPM - Business Process Management / Otimização de processos BPM é uma disciplina de gestão empresarial, orientada a processos, que trata de processos completos (end-to-end), incluindo desde a definição, a análise e projeto de processos, até sua implantação, operação, incluindo o aperfeiçoamento contínuo do processo. Além disto, BPM é um método sistemático de representar negócios graficamente, definindo processos e regras empresariais, permitindo que as áreas de negócio e tecnologia entendam melhor as implicações de como o trabalho é executado, identificando visualmente os problemas com processos. Além disto, possibilita definir processos aprimorados e testá-los antes de implantação, isto feito pelas próprias áreas de negócios, com independência em relação à área de TI. Norberto A. Torres Copyright 18

19 A disciplina de gestão de processos começa com a análise e documentação de um processo, seguida de sua avaliação, estudos de melhorias nos processos e finalmente e gestão dos processos já em operação. A velocidade e agilidade de operação são cada vez mais fatores estratégicos importantes para os negócios, de qualquer porte. BPM é viabilizado por um conjunto de tecnologias agrupadas sob o nome de BPMS- Business Process Management Systems, incluindo: Descoberta e definição dos processos Execução e orquestração dos processos Monitoramento e controle de processos Ferramentas de suporte a decisão para desempenho de processos Sistemas de BPM monitoram a execução dos processos empresariais, possibilitando a gestores analisar e alterar processos, inclusive em tempo de execução. Com ferramentas integradas em BPMS-Business Process Management Systems, BPM propõe uma nova forma de tratar a organização e suas relações com o seu meio, através de processos, altamente suportados por tecnologia. Ainda que BPM seja uma disciplina, a gestão por processos não se viabiliza sem essas tecnologias. BPMS e a Cadeia de Negócios BPMS pode ser usado para entender a organização para além de seu limite, incluindo outras organizações da cadeia de negócios, o que seria praticamente impossível de outra forma. Processos inter-organizacionais podem ser integrados, mesmo que suportados por diferentes sistemas e componentes tecnológicos. Desta forma, BPM/BPMS podem ser entendidos como sendo a coluna vertebral da cadeia de negócios, possibilitando uma operação ágil em toda a cadeia, por meio de processos integrados. 2.6 Interoperabilidade sem limites Interoperabilidade é a capacidade de um processo interagir com outro processo, de forma transparente e com elementos de relacionamento construídos de forma independente de cada um dos processos, para o que é fundamental que sejam utilizados padrões abertos para os componentes tecnológicos envolvidos. Os processos interoperantes podem ser de quaisquer naturezas, operados por sistemas de informações ou não. Sistemas de informações tradicionais dificultam a interoperabilidade por serem monolíticos, em geral possibilitando a integração somente em alguns pontos de sua estrutura. A orientação e processos e serviços, por sua vez, viabiliza um grau ilimitado de interoperabilidade, A interoperabilidade é o grande marco que possibilitará uma nova dinâmica na interação entre as organizações e a sociedade. Por meio da interoperabilidade, é possível oferecer serviços antes inimagináveis, por causa da facilidade de conexão e interação de processos. Assim, com os mesmos padrões e recursos de interoperabilidade, é possível conectar o orçamento de uma organização com sua execução, esta com o controle integrado de projetos e contratos, e estes com o controle financeiro e de pagamentos, fechando-se o ciclo, mesmo que neste ciclo operem diversos sistemas, de diferentes naturezas e diferentes construções. Da mesma forma, a interoperabilidade possibilitará que situações bem mais pontuais, mas importantes, sejam agilizadas por meio de processos integrados. Enfim, abre-se um novo mundo de possibilidades de serviços, inviáveis por meio dos sistemas tradicionais. Norberto A. Torres Copyright 19

20 2.7 Conclusão Muitas organizações estão vivendo um momento crítico em seus sistemas de informações, porque tais sistemas não conseguem atender às demandas gerenciais e de novas funções, mas também não é possível abandonar os sistemas existentes num prazo curto, ficando sem uma alternativa para permitir a evolução gradativa de sistemas antigos para novos sistemas mais ágeis. Além disto, mesmo quando implantam um sistema integrado, é comum muitas aplicações específicas terem que conviver com o sistema implementado. Além da questão da integração dos sistemas, dados em diferentes bases e formatos tornam ainda mais complexa a gestão da integração. BPMS possibilita a integração de quaisquer componentes de mercado como parte de uma solução integrada. Esta alternativa possibilita, também, a absorção de sistemas legados que ainda tenham ainda valor, além de tornar muito mais fácil o crescimento gradativo de toda a base de sistemas de informações e ser orientada para o melhor aproveitamento possível de investimentos já realizados. A adoção de novas arquiteturas orientadas a processos e serviços traz, além da maior facilidade de automação dos processos internos de negócios de qualquer organização, também sua integração com agentes externos, inlcuindo agentes remotos na cadeia de fornecimento e relacionamentos diretos com clientes. Além disto, com a adoção de uma visão integrada estratégias X processos X gestão, pode-se implantar o que se poderia denominar de uma plataforma para gestão automática dos processos operacionais, ilustrada pela figura abaixo. Figura 25 Automação do processo de gestão Por meio de tecnologias orientadas a processos, tudo o que for relevante a um processo passa a ser tratado de forma integrada (ocorrências, históricos, documentos associados, decisões tomadas, projetos gerados, pendências registradas e controladas, etc.), além de viabilizar a cobrança automática de ações a responsáveis pelas mesmas, a partir de critérios como datas limites, condições de exceção, etc. Norberto A. Torres Copyright 20

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

O desafio de uma visão mais ampla

O desafio de uma visão mais ampla com SAP NetWeaver BPM Descrição de Solução A competição acirrada tem levado as organizações a adotar novas disciplinas de gestão e empregar recursos tecnológicos avançados, a fim de atingir melhores índices

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso Uma única plataforma BPM que oferece total visibilidade e gerenciamento de seus processos de negócios 2 IBM Business Process Manager Simples

Leia mais

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Universidade Federal de Santa Maria Sistemas de Informação ELC1093 Modelagem de Processos de Negócio PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Profa. Lisandra Manzoni Fontoura Objetivos da Aula: Processos

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

MBA Gestão da Tecnologia de Informação

MBA Gestão da Tecnologia de Informação MBA Gestão da Tecnologia de Informação Informações: Dias e horários das aulas: Segundas e Terças-feiras das 18h00 às 22h00 aulas semanais; Sábados das 08h00 às 12h00 aulas quinzenais. Carga horária: 600

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão

Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão Sistema Integrado de Gestão ERP Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema ERP; Processos de Desenvolvimento, Seleção, Aquisição, Implantação de ERP; Aderência e divergência

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz

SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO. Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Prof. Esp. Lucas Cruz SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO Os SIs têm o objetivo de automatizar os diversos processos empresariais, visando aumentar o controle e a produtividade, bem

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação UNIDADE XI Sistema De Apoio à Gestão Empresarial Professor : Hiarly Alves www.har-ti.com Fortaleza - 2014 Tópicos Conceitos de software de gestão administrativas Principais softwares de gestão do mercado

Leia mais

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 13: Tecnologia da Informação Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Uma informação é um arranjo de dados (nomes, palavras, números, sons, imagens) capazes de dar forma ou sentido a algo do interesse

Leia mais

IBM WebSphere Product Center

IBM WebSphere Product Center Soluções de gerenciamento de informação de produto para dar suporte aos seus objetivos de negócios IBM WebSphere Product Center Oferece uma solução abrangente de gerenciamento de informação de produto

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Obtenha esta apresentação em www.uniconsult.com.br/forum2012-2

Obtenha esta apresentação em www.uniconsult.com.br/forum2012-2 1 Obtenha esta apresentação em www.uniconsult.com.br/forum2012-2 2 Apresentadores Fernando Di Giorgi Sócio-fundador da USS - Uniconsult Sistemas e Serviços. 30 anos de experiência na área administrativa

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS ALAVANCANDO A BASE DE PROJETOS DE ENGENHARIA DURANTE TODO O CICLO DE VIDA DA PLANTA BUSINESS CASE OWNER OPERATORS se deparam, atualmente, com uma incrível demanda

Leia mais

Sistemas de Informação. O uso de sistemas de informações como ferramentas de gestão

Sistemas de Informação. O uso de sistemas de informações como ferramentas de gestão Sistemas de Informação O uso de sistemas de informações como ferramentas de gestão Objetivos Impactos na gestão das empresas: Macro mudanças no ambiente Novas tecnologias de comunicação e informática Macro

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP)

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Prof. Dr. Adilson de Oliveira Computer Engineering Ph.D Project Management Professional (PMP) Evolução da TI nas Organizações Estágios de Evolução da TI nas Organizações

Leia mais

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho.

Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO. 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. Gestão de Pessoas CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 5.Mapeamento e análise de processos organizacionais. Indicadores de Desempenho. AULA 07 - ATPS Prof. Leonardo Ferreira 1 A Estrutura Funcional X Horizontal Visão

Leia mais

Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações

Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações Leonardo C. de Oliveira1, Diogo D. S. de Oliveira1, Noemio C. Neto 1, Norberto B. de Araripe1, Thiago N. Simões1, Antônio L. M. S. Cardoso 1,2 1.Introdução

Leia mais

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação

CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação CEA439 - Gestão da Tecnologia da Informação Janniele Aparecida Como uma empresa consegue administrar toda a informação presente nesses sistemas? Não fica caro manter tantos sistemas diferentes? Como os

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Usando o SI como vantagem competitiva Vimos

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT A importância da inovação em fornecedores de sistemas, serviços e soluções para criar ofertas holísticas Julho de 2014 Adaptado de Suporte a ambientes de datacenter: aplicando

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 11 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA Palestrante: Eduardo José Ribeiro de Castro, MSc. eduardo@quaddract.com.br 25/08/2009 1 Objetivo Geral APL Brasília Capital Digital Desenvolver entre as empresas

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

Principais inovações baseadas em nuvem Relatório de início rápido do SAP HANA Enterprise Cloud para [Nome do cliente]

Principais inovações baseadas em nuvem Relatório de início rápido do SAP HANA Enterprise Cloud para [Nome do cliente] Principais inovações baseadas em nuvem Relatório de início rápido do SAP HANA Enterprise Cloud para [Nome do cliente] [Data] Página 1 de 10 DECLARAÇÃO DE CONFIDENCIALIDADE E EXCEÇÕES DA SAP Este documento

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec

SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM. Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec SISTEMAS E GESTÃO DE RECURSOS ERP E CRM Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/2015/unitec Teoria geral do Sistemas O Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes

Leia mais

Uma abordagem estratégica para atender à demanda de Nuvem

Uma abordagem estratégica para atender à demanda de Nuvem White paper Para provedores de nuvem Uma abordagem estratégica para atender à demanda de Nuvem Introdução: os novos desafios dos clientes estimulam a adoção da nuvem Em um ambiente de negócios dinâmico,

Leia mais

Documento técnico de negócios Gerenciamento de nuvens híbridas

Documento técnico de negócios Gerenciamento de nuvens híbridas Documento técnico de negócios Gerenciamento de nuvens híbridas Uma solução de gerenciamento de nuvens abrangente, segura e flexível Documento técnico de negócios Página 2 Frente às tendências significativas

Leia mais

Agregando valor com Business Service Innovation

Agregando valor com Business Service Innovation Agregando valor com Business Service Innovation A TI é enorme. Existem tantos bits no universo digital quanto estrelas em nosso universo físico. é arriscada. Dois terços dos projetos de TI estão em risco,

Leia mais

Acelere a sua jornada à nuvem

Acelere a sua jornada à nuvem Boletim técnico Acelere a sua jornada à nuvem Arquitetura de nuvem convergente da HP Índice Uma nova computação para a empresa... 2 Evolua a sua estratégia de TI para incluir serviços da nuvem... 2 A nova

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico.

Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. Aula 7 Aplicações e questões do Comércio Eletrônico. TENDÊNCIAS NO COMÉRCIO ELETRÔNICO Atualmente, muitos negócios são realizados de forma eletrônica não sendo necessário sair de casa para fazer compras

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização 1 Tipos de SI Depende do tipo de apoio a ser oferecido Deve-se levar em consideração: Usuários operações (entrada +processamento + saída) destino

Leia mais

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN

Sistemas ERP. Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial. Unirio/PPGI SAIN Sistemas ERP Enterprise Resource Planning ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Definições Sistemas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos?

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Gestão de processos significa que há processos sendo monitorados, mantidos sob controle e que estão funcionando conforme foi planejado.

Leia mais

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF

GESTÃO. Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) CLF GESTÃO Gestão dos Processos e Operações Gestão de Sistemas e Tecnologias de Informação (dentro do capítulo 6) Informação e Decisões Gerir envolve tomar muitas e frequentes decisões Para decidir com eficácia

Leia mais

Sociedade e Tecnologia

Sociedade e Tecnologia Unidade de Aprendizagem 15 Empresas em Rede Ao final desta aula você será capaz de inovações influenciam na competitividade das organizações, assim como compreender o papel da Inteligência Competitiva

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 01 ASPECTOS DE MUDANÇA CULTURAL

Leia mais

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las agility made possible sumário resumo executivo 3 efetivo do servidor: 3 difícil e piorando

Leia mais

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People.

Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. Business Process Management [BPM] Get Control. Empower People. O SoftExpert BPM Suite é uma suíte abrangente de módulos e componentes perfeitamente integrados, projetados para gerenciar todo o ciclo de

Leia mais

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios fornecendo valor com inovações de serviços de negócios A TI é grande. Tantos bits no universo digital quanto estrelas em nosso universo físico. é arriscada. Dois terços dos projetos de TI estão em risco,

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani CRM - Conceitos O CRM Customer Relationship Management Gestão do com o cliente é, em termos simples, uma estratégia de Marketing baseada no relacionamento

Leia mais

Construindo a ponte para a Terceira Plataforma com a composable infrastructure da HPE

Construindo a ponte para a Terceira Plataforma com a composable infrastructure da HPE BOLETIM INFORMATIVO Construindo a ponte para a Terceira Plataforma com a composable infrastructure da HPE Oferecido por: Hewlett Packard Enterprise (HPE) Jed Scaramella Novembro de 2015 OPINIÃO DA IDC

Leia mais

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio

40% dos consumidores da Copa das Confederações da FIFA 2013 consideraram a agilidade no atendimento como fator mais importante no comércio 440mil pequenos negócios no Brasil, atualmente, não utilizam nenhuma ferramenta de gestão, segundo o Sebrae Varejo 2012 27% 67% de comerciantes que não possuíam computadores dos que possuíam utilizavam

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

Introdução ao BPM e CBOK. Decanato de Planejamento e Orçamento DPO Diretoria de Processos Organizacionais - DPR

Introdução ao BPM e CBOK. Decanato de Planejamento e Orçamento DPO Diretoria de Processos Organizacionais - DPR Introdução ao BPM e CBOK Decanato de Planejamento e Orçamento DPO Diretoria de Processos Organizacionais - DPR BPM CBOK O Guia para o Gerenciamento de Processos de Negócio - Corpo Comum de Conhecimento

Leia mais

CA Clarity PPM. Visão geral. Benefícios. agility made possible

CA Clarity PPM. Visão geral. Benefícios. agility made possible FOLHA DO PRODUTO CA Clarity PPM agility made possible O CA Clarity Project & Portfolio Management (CA Clarity PPM) o ajuda a inovar com agilidade, a transformar seu portfólio com confiança e a manter os

Leia mais

Uma infraestrutura centrada em aplicativos possibilitará agilidade comercial

Uma infraestrutura centrada em aplicativos possibilitará agilidade comercial Uma infraestrutura centrada em aplicativos possibilitará agilidade comercial Março de 2014 Preparado por: Zeus Kerravala Uma infraestrutura centrada em aplicativos possibilitará agilidade comercial by

Leia mais

Evolução dos Sistemas de Informação nas Organizações

Evolução dos Sistemas de Informação nas Organizações Evolução dos Sistemas de Informação nas Organizações Cristiane Mello 1, Maria F. Marinho 1, Antônio Luiz S. Cardoso 1,2 1 Escola de Administração Universidade Federal da Bahia (UFBA) 41.100-903 Salvador

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES MAXMES EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES White Paper Maxmes # 01 07/2009 MAXMES www.maxmes.com.br 1.0 Introdução A AMR Research conceituou o MES em 1990 como um sistema de informação que residia entre a automação

Leia mais

Revista hospedada em: http://revistas.facecla.com.br/index.php/reinfo Forma de avaliação: double blind review

Revista hospedada em: http://revistas.facecla.com.br/index.php/reinfo Forma de avaliação: double blind review Revista hospedada em: http://revistas.facecla.com.br/index.php/reinfo Forma de avaliação: double blind review Afinal, o que é Business Process Management (BPM)? Um novo conceito para um novo contexto

Leia mais

Tecnologias de Informação

Tecnologias de Informação Sistemas Empresariais Enterprise Resource Planning (ERP): Sistema que armazena, processa e organiza todos os dados e processos da empresa de um forma integrada e automatizada Os ERP tem progressivamente

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Sistemas Integrados de Gestão Empresarial Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

Módulo 6. Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor.

Módulo 6. Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Módulo 6 Módulo 6 Desenvolvimento do projeto com foco no negócio BPM, Análise e desenvolvimento, Benefícios, Detalhamento da metodologia de modelagem do fluxo de trabalho EPMA. Todos os direitos de cópia

Leia mais

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito

Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas Integrados de Gestão História e Evolução do Conceito Sistemas de Informação Prof. Gerson gerson.prando@fatec.sp.gov.br Evolução dos SI OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos

Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E. Prof. Emanuel Matos Unidade I SISTEMAS PARA INTERNET E SOFTWARE LIVRE Prof. Emanuel Matos Sumário Unidade I Principais tecnologias da rede digital Computação cliente/servidor Comutação de pacotes TCP/IP Sistemas de informação

Leia mais

O CONTEXTO ECONÓMICO, CULTURAL E TECNOLÓGICO QUE CONDICIONA A VIDA DAS ORGANIZAÇÕES 23

O CONTEXTO ECONÓMICO, CULTURAL E TECNOLÓGICO QUE CONDICIONA A VIDA DAS ORGANIZAÇÕES 23 INTRODUÇÃO 5 ÍNDICE PREFÁCIO Carlos Zorrinho 11 PREFÁCIO Jorge Rocha de Matos 15 INTRODUÇÃO 17 CAPÍTULO 1 O CONTEXTO ECONÓMICO, CULTURAL E TECNOLÓGICO QUE CONDICIONA A VIDA DAS ORGANIZAÇÕES 23 CAPÍTULO

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação

Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação Conquistando vantagem competitiva com os sistemas de informação slide 1 3.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Como o modelo das cinco forças competitivas

Leia mais

Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia

Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia Picture Credit Customer Name, City, State/Country. Used with permission. Miracema-Nuodex: SAP Business All-in-One proporciona maior visibilidade de negócios para a companhia Geral Executiva Nome da Miracema-Nuodex

Leia mais

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA.

MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. MAIS AGILIDADE, CONTROLE E RENTABILIDADE NA SUA CONSTRUTORA E INCORPORADORA. SANKHYA. A nova geração de ERP Inteligente. Atuando no mercado brasileiro desde 1989 e alicerçada pelos seus valores e princípios,

Leia mais

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial

REDES CORPORATIVAS. Soluções Avançadas para Comunicação Empresarial REDES CORPORATIVAS Presente no mercado há 31 anos, a Compugraf atua em vários segmentos da comunicação corporativa, oferecendo serviços e soluções de alta tecnologia, com reconhecida competência em diversos

Leia mais

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999

Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010. Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 FSI capítulo 2 Referências bibliográficas: Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informações gerencias, editora Pearson, 2010 Laudon K., Laudon J., Sistemas de Informação, editora LTC, 1999 Porter M., Competitive

Leia mais

O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA

O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA O FUTURO DA SUA EMPRESA PASSA POR AQUI OMNES TECNOLOGIA Como tudo começou GIDEONI SILVA CONSULTOR BI & CRM Analista de Sistemas e Green Belt Six Sigma Experiência de 15 anos em projetos executados de Business

Leia mais

Como ter sucesso no desenvolvimento e suporte de nuvens híbridas

Como ter sucesso no desenvolvimento e suporte de nuvens híbridas BOLETIM INFORMATIVO Como ter sucesso no desenvolvimento e suporte de nuvens híbridas Oferecido por: HP Gard Little Julho de 2014 Elaina Stergiades OPINIÃO DA IDC Ao planejar a adoção de novas tecnologias

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS

ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS Profº Adalberto J. Tavares Vieira

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM

Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Universidade Federal do Vale do São Francisco Tecnologia e Sistemas de Informações ERP e CRM Prof. Ricardo Argenton Ramos Aula 6 ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Empresarial

Leia mais

BPM - Sem Processos, Sem Nada!

BPM - Sem Processos, Sem Nada! BPM - Sem Processos, Sem Nada! Márcio Teschima email: marcio@teschima.com Cientista da Informação, Pós Graduado em Qualidade, Processos e Projetos e com MBA em Gestão Empresarial, busco a oportunidade

Leia mais

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas BPM e SOA Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Como funcionam as organizações? O que ébpm Business Process Management (BPM)

Leia mais

Computação em nuvem. Mudança da função e da importância das equipes de TI O PONTO DE VISTA DOS EXECUTIVOS SOBRE A NUVEM.

Computação em nuvem. Mudança da função e da importância das equipes de TI O PONTO DE VISTA DOS EXECUTIVOS SOBRE A NUVEM. O PONTO DE VISTA DOS EXECUTIVOS SOBRE A NUVEM O ponto de vista dos executivos sobre a nuvem Janeiro de 2015 Computação em nuvem Mudança da função e da importância das equipes de TI Janeiro de 2015 1 Capacitação

Leia mais

Prof.: Gilberto Onodera

Prof.: Gilberto Onodera Automação de Sistemas Prof.: Gilberto Onodera Aula 21-maio maio-2007 Revisão Conceitos de Macro-economia: Globalização Objetivo: Entender os principais drivers de mercado Economia de escala Paradigma da

Leia mais