6.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL

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1 6.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL I F N 6 Áreas dos usos do solo e das espécies florestais de Portugal continental v1.1 fevereiro 2013 Evolução das áreas de uso/ocupação do solo de Portugal continental v 1.1 Fev 2013 # 0/34

2 Projeto co financiado Dados do documento Titulo Data Versão 1.1 Responsável técnico Tipo de documento Propriedade Referência IFN6 Áreas dos usos do solo e das espécies florestais de Portugal continental em 1995, 2005 e Fevereiro.2013 José Sousa Uva Público Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. ICNF, IFN6 Áreas dos usos do solo e das espécies florestais de Portugal continental.. [pdf], 34 pp, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Lisboa. Evolução das áreas de uso/ocupação do solo de Portugal continental v 1.1 Fev 2013 # 1/34

3 Conteúdo 1 Principais conclusões Enquadramento O Inventário Florestal Nacional Metodologia de avaliação de áreas Usos do solo Áreas por uso do solo Evolução dos usos do solo Espécies florestais Áreas das espécies florestais Evolução das áreas totais por espécie florestal Evolução das áreas arborizadas (povoamentos) Alteração das áreas das espécies florestais Alteração das áreas de pinheiro bravo, Alteração das áreas de eucalipto, Alteração das áreas de sobreiro, Outras áreas arborizadas ANEXO 1 Dados do IFN ANEXO 2 Nomenclatura de usos ocupação do solo do IFN ANEXO 3 Espécies de árvores florestais e de matos mais comuns em Portugal continental ANEXO 4 Equipa técnica v1.1 Fev 2013 # 2/34

4 1 Principais conclusões O uso florestal do solo é o uso dominante do território continental (35,4% em 2010). A área florestal diminuiu durante o período 1995 a 2010, correspondendo a uma taxa de perda líquida de 0,3% por ano. A área arborizada (povoamentos) aumentou (+0,4% por ano) durante o mesmo período. O eucalipto (dominado pela espécie Eucalyptus globulus) é a principal ocupação florestal do Continente em área (812 mil ha), o sobreiro a segunda (737 mil ha), seguido do pinheiro bravo (714 mil ha). O uso agrícola do solo apresenta uma diminuição acentuada ( 12%). Os espaços urbanos apresentaram um aumento de 35%, mais significativo no período 1995 a 2005 (26%), mais reduzido entre (7%). A área de pinheiro bravo apresenta uma forte redução, de 13% relativamente à superfície arborizada (povoamentos) e de 27% quanto à superfície total (povoamentos e superfícies temporariamente desarborizadas, i.e. superfícies cortadas, ardidas e em regeneração). Verifica se um aumento significativo das áreas arborizadas com pinheiro manso (+54%) e castanheiro (+48%). A área total pinheiro bravo diminui 263 mil ha entre 1995 e A maior parte desta área transformou se em matos e pastagens (165 mil ha), 70 mil em eucalipto, 13 mil em espaços urbanos e 13,7 mil em áreas florestais com outras espécies arbóreas. A área total de eucalipto aumentou 13% entre 1995 e Para este aumento contribuem 70 mil ha de áreas ocupadas por pinheiro bravo em 1995; 13,5 mil ha de superfícies ocupadas por matos e pastagens e 12 mil de áreas agrícolas. Cerca de 8 mil ha que eram floresta de eucalipto em 1995 constituem uso urbano em A área de sobreiro apresenta se estável ente 1995 e 2010, com uma ligeira diminuição. A área de floresta em matas nacionais e perímetros florestais, sob jurisdição do ICNF, corresponde a 5,8% da floresta de Portugal continental. A área de floresta integrada no Sistema Nacional de Áreas de Conservação, corresponde a 18,7% da floresta de Portugal continental. v1.1 Fev 2013 # 3/34

5 2 Enquadramento O presente documento tem como objetivo a divulgação dos resultados preliminares do 6.º Inventário Florestal Nacional (IFN6) relativos à evolução das áreas dos usos do solo e das espécies para os anos de 1995, 2005 e Estes resultados preliminares, correspondentes à primeira fase do IFN6, serão ainda alvo de análises mais detalhadas ao nível das regiões NUTS de nível II e III. No anexo 1 são apresentadas as principais tabelas com os resultados numéricos preliminares. 2.1 O Inventário Florestal Nacional O Inventário Florestal Nacional (IFN) é o processo de produção de estatísticas, e de cartografiabase, sobre a abundância, estado e condição dos recursos florestais nacionais. O IFN fornece informação sobre aspetos fulcrais dos recursos florestais, tais como: áreas das principais espécies florestais, existências e disponibilidades lenhosas, armazenamento de carbono, vitalidade e diversidade florestal. O IFN6 incluirá também informação mais desenvolvida ao nível dos solos, em particular o carbono armazenado, e uma caracterização das principais ocupações agrícolas. A informação produzida pelo IFN abrange a totalidade do território de Portugal e todas as superfícies com uso florestal, independentemente do regime jurídico de propriedade, do estatuto de proteção/conservação dos espaços e dos objetivos de gestão dos povoamentos florestais. As Regiões Autónomas dos Açores e Madeira possuem processos de inventário próprios, cujos resultados serão integrados na versão final do IFN6. O IFN representa uma fonte de informação fundamental para os processos de tomada de decisão relativos à floresta, uma vez que constitui o único meio de recolha no terreno e de forma homogénea, das informações necessárias para a gestão sustentável das florestas, dos recursos florestais e naturais e para o planeamento das fileiras florestais. Em Portugal o processo de Inventário Florestal Nacional iniciou se em 1965, integrando o pais no primeiro grupo de países a nível europeu e mundial a dispor deste procedimento para a monitorização das suas florestas. Desde então a informação do IFN é atualizada periodicamente, tendo sido realizados, até à data, cinco inventários nacionais com um intervalo de cerca de 10 anos. Com a efetivação do 6.º Inventário Florestal Nacional a periodicidade de atualização foi encurtada para 5 anos o que permite um acompanhamento mais rigoroso das alterações da floresta portuguesa. No IFN6, que tem como referência o ano de 2010, efetuou se um trabalho retrospetivo para os anos de 1995 e 2005, de modo a assegurar a total comparabilidade dos dados de 2010 com os dessas duas datas anteriores, garantindo uma mais correta análise da evolução das áreas florestais e criando as bases para um sistema de monitorização da floresta nacional. v1.1 Fev 2013 # 4/34

6 É importante notar porém que, face aos inventários anteriores (IFN4, com o ano de referência de 1995, e IFN5, com o ano de referência de 2005), apesar das coberturas aerofotográficas serem as mesmas, a metodologia de amostragem e classificação agora utilizada foi distinta e, entre outras variáveis, a superfície total de referência de Portugal continental (com base na Cartografia Administrativa Oficial de Portugal) é também diferente, pelo que os dados agora disponibilizados para 1995 e 2005 não são diretamente comparáveis com os valores oficiais publicados. Os resultados do IFN são apurados com base em processos de amostragem. As unidades amostrais são obtidas através de operações de recolha de dados que envolvem processos de deteção remota (análise interpretativa de fotografias/imagens aéreas) e levantamentos de campo (medições de árvores e povoamentos). Todos os dados utilizados no IFN são originais, recolhidos especificamente para a realização dos IFN. A informação produzida no âmbito do IFN é a base para diversos processos de reporte internacional, donde se destacam atualmente os decorrentes das obrigações do Estado Português no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas para o Combate às Alterações Climáticas e o subsequente Protocolo de Quioto, razão pela qual o IFN6 é co financiado pelo Fundo Português de Carbono. Os resultados apresentados neste documento correspondem à 1.ª fase do IFN6, designada por avaliação das áreas por classes de uso e ocupação do solo. As próximas fases do IFN6 correspondem à avaliação biométrica dos povoamentos florestais (fase 2) e a avaliação do carbono do solo (fase 3). 2.2 Metodologia de avaliação de áreas No IFN, o processo de produção de estatísticas tem por base métodos de amostragem. O primeiro processo de amostragem, o qual dá origem aos resultados do presente relatório, tem como objetivo a caracterização do uso/ocupação do solo do território de Portugal continental, permitindo a avaliação das áreas correspondentes a cada classe de uso/ocupação do solo. Este processo é efetuado através da classificação (de acordo com uma nomenclatura de uso/ocupação do solo estabelecida ver anexo 2) um conjunto de cerca de 360 mil pontos (denominados fotopontos) através da análise visual de imagens (fotointerpretação) e apoio de terreno sempre que necessário. No presente Inventário Florestal Nacional (IFN6) a classificação dos 360 mil pontos é efetuada numa abordagem multi temporal para os anos de 1995, 2005 e 2010 o que sustenta a análise da evolução da ocupação do território. Para além deste aspeto, que o torna distinto dos Inventários anteriores, ao nível da nomenclatura de uso/ocupação do solo foram introduzidos ajustamentos nas definições de algumas classes (por ex.: matos e pastagens), de modo a v1.1 Fev 2013 # 5/34

7 aumentar o grau de compatibilização das estatísticas produzidas no IFN com outros processos de produção de informação sobre recursos florestais e agrícolas de âmbito nacional. Os valores de áreas apresentados neste relatório são apurados com base em métodos estatísticos, pelo que para cada valor existe um determinado intervalo de confiança. Esta informação será disponibilizada em versões posteriores deste documento. Como nota final refere se ainda que os valores agora apresentados sofrerão ajustamentos, ainda que pouco significativos, decorrentes das fases subsequentes do IFN6. v1.1 Fev 2013 # 6/34

8 3 Usos do solo 3.1 Áreas por uso do solo Figura 1 Distribuição dos usos do solo em Portugal continental para 2010 Da análise da Figura 1, verifica se que em 2010 o uso florestal do solo representa o uso dominante em Portugal continental, ocupando 35,4% do território. Esta percentagem de uso florestal coloca Portugal na média dos 27 países da União Europeia (37,6%, SOEF, ). Note se que as áreas de uso floresta incluem as superfícies arborizadas (correspondente aos designados povoamentos florestais) e as superfícies temporariamente desarborizadas (superfícies ardidas, cortadas e em regeneração), para as quais se prevê a recuperarão do seu coberto arbóreo no curto prazo. Os matos e pastagens constituem a classe seguinte de uso do solo com maior área, correspondendo os matos a 52 % desta classe, ou seja a ha. As áreas agrícolas correspondem a 24% do território continental. 1 FOREST EUROPE/UNECE/FAO State of Europe s Forests 2011 report v1.1 Fev 2013 # 7/34

9 3.2 Evolução dos usos do solo Figura 2 Evolução dos usos do solo em Portugal continental Da análise da Figura 2 constata se que ao longo do período as áreas de floresta apresentam uma diminuição de 4,6%, o que corresponde a uma taxa de perda líquida de 0,3%/ano (10 mil ha/ano). Na Figura 2 pode verificar se que a diminuição líquida de áreas de floresta ( ha) se deve sobretudo à sua conversão para a classe de uso matos e pastagens (85%). Para além dessa conversão de uso, é significativo o valor de área de terrenos em uso florestal que são convertidos para uso urbano entre 1995 e 2010 (28 mil ha). Note se que apesar de existir uma diminuição da área de floresta, o facto de esta não ser acentuada demonstra a significativa resiliência da floresta às fortes perturbações a que esteve sujeita durante o período em análise. Por um lado, pelos gravíssimos incêndios florestais das duas últimas décadas (mais de 2,5 milhões de hectares ardidos entre 1990 e ), e por outro, pela ocorrência de doenças como o Nemátodo da Madeira do Pinheiro que tem afetado severamente o pinhal bravo nacional, obrigando à realização de cortes excecionais, por imposição dos regulamentos fitossanitários. Nenhum outro país da Europa esteve sujeito a este nível de perturbações. 2 Note se que só no ano de 2003 ardeu cerca de 8% da área de povoamentos florestais. v1.1 Fev 2013 # 8/34

10 O uso agrícola do solo é a classe que apresenta uma maior diminuição no período 1995 a 2010 ( 12%). Esta alteração deve se essencialmente à conversão do uso dos terrenos para matos e pastagens. As águas interiores apresentam um significativo aumento ao longo dos 15 anos em análise, em resultado do aumento de albufeiras de barragens, sendo que o empreendimento de Alqueva é responsável por cerca de ha deste aumento. Ao nível do uso urbano regista se também um aumento muito significativo que ocorre à custa da conversão dos usos agrícola (42%) e florestal (25%). Na Figura 3, pode verificar se que a diminuição da área de floresta se deve essencialmente à diminuição das superfícies temporariamente desarborizadas (superfícies ardidas, cortadas e em regeneração), sendo de destacar o aumento da área arborizada que se explica, em parte pela ação da própria natureza (regeneração natural) demostrando a aptidão natural dos solos portugueses para a floresta, mas também pela ação dos proprietários florestais, que têm continuado a investir na floresta com ações de arborização e rearborização. Figura 3 Evolução das áreas de floresta, decomposta por tipos de ocupação. v1.1 Fev 2013 # 9/34

11 Figura 4 Evolução das áreas de floresta, por Região NUTS de nível II Da Figura 4, pode verificar se que a diminuição da área de floresta se faz sentir sobretudo nas regiões NUTS de nível II correspondentes ao Norte e Centro. Na região do Alentejo há um aumento líquido da área de florestal de 25 mil hectares entre 1995 e v1.1 Fev 2013 # 10/34

12 4 Espécies florestais 4.1 Áreas das espécies florestais Figura 5 Distribuição das áreas totais por espécie/grupo de espécies A superfície florestal cuja espécie dominante é o eucalipto representa a maior área do país (812 mil ha; 26%), o sobreiro a segunda (737 mil ha; 23%), seguido do pinheiro bravo (714 mil ha; 23%). A área ocupada por espécies resinosas corresponde a 31% da floresta portuguesa, sendo a restante (69%) ocupada por espécies folhosas. v1.1 Fev 2013 # 11/34

13 4.2 Evolução das áreas totais por espécie florestal Figura 6 Evolução das áreas totais por espécie Da análise da Figura 6 e Figura 7, verifica se que a principal alteração das áreas das espécies florestais entre 1995 e 2010, ocorre ao nível do pinheiro bravo que apresenta uma diminuição de cerca de 263 mil ha. Verifica se também um aumento da área de eucalipto de cerca de 95 mil ha. A área das restantes espécies tem alterações menos expressivas sobretudo durante o período 2005 a É de destacar o aumento das áreas de pinheiro manso (46% em área total e de 54% em termos de área arborizada) e de castanheiro (27% na área total mas de 48% na área arborizada). Ao nível dos carvalhos constata se uma diminuição da área total, a qual se deve essencialmente à perda de superfícies temporariamente desarborizadas, uma vez que em termos de área arborizada ocorre um aumento de 14% (Tabela 7 e Figura 8). v1.1 Fev 2013 # 12/34

14 Figura 7 Evolução das áreas totais por espécie 4.3 Evolução das áreas arborizadas (povoamentos) Figura 8 Evolução das áreas arborizadas (povoamentos) por espécie 4.4 Alteração das áreas das espécies florestais Nos pontos seguintes apresenta se uma breve análise, para as principais espécies florestais, das alterações ocorridas em áreas face à situação existente em v1.1 Fev 2013 # 13/34

15 4.4.1 Alteração das áreas de pinheiro bravo, Figura 9 Alteração da área de pinheiro bravo A área total pinheiro bravo diminui 263 mil ha entre 1995 e A maior parte desta área transformou se em matos e pastagens (165 mil ha), 70 mil em eucalipto, 13 mil em espaços urbanos e 13,7 mil em áreas florestais com outras espécies arbóreas. v1.1 Fev 2013 # 14/34

16 4.4.2 Alteração das áreas de eucalipto, Improdutivos Urbano Águas Interiores Matos e Pastagens Agricultura Outras resinosas Outras folhosas Acácias Alfarrobeira Castanheiro Pinheiro manso Carvalhos Azinheira Sobreiro Pinheiro bravo área (1000ha) Figura 10 Alteração da área de eucalipto A área total de eucalipto aumentou 13% entre 1995 e Para este aumento contribuem 70 mil ha de áreas ocupadas por pinheiro bravo em 1995; 13,5 mil ha de superfícies ocupadas por matos e pastagens e 12 mil de áreas agrícolas. Cerca de 8 mil ha que eram floresta de eucalipto em 1995 foram transformados para uso urbano em v1.1 Fev 2013 # 15/34

17 4.4.3 Alteração das áreas de sobreiro, Figura 11 Alteração da área de sobreiro As áreas de sobreiro apesar de terem alteração liquida pouco expressiva entre 1995 e 2010, estiveram sujeitas a diversos processos de arborização e desarborização sendo de destacar a perda de área para matos e pastagens de cerca de 28 mil ha e o ganho de área por arborização de terrenos agrícolas da ordem dos 18 mil ha. v1.1 Fev 2013 # 16/34

18 4.5 Outras áreas arborizadas As outras áreas arborizadas correspondem a terrenos em cuja presença de árvores florestais não é suficiente para a sua classificação como floresta, mas nos quais existe presença de árvores florestais com uma percentagem de coberto entre 5 e 10%, ou terrenos em que os matos (matos altos) combinados com as árvores atingem os 10% de percentagem de coberto. Estas áreas apesar de não serem consideradas como floresta têm expressão em termos de biodiversidade e têm um peso relativo significativo para algumas espécies como os carvalhos e as outras folhosas. Figura 12 Evolução das outras áreas arborizadas v1.1 Fev 2013 # 17/34

19 ANEXO 1 Resultados numéricos preliminares Tabela 1 Áreas por classe de uso do solo para 1995, 2005 e 2010 (valores em ha) Usos do solo Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total (Portugal continental) Tabela 2 Matriz de alteração dos usos do solo entre 1995 e 2010 (áreas em ha) Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total 2010 Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração ,6% -12,2% 12,4% 21,2% 34,9% -6,2% Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 18/34

20 Tabela 3 Matriz de alteração dos usos do solo entre 1995 e 2005 (áreas em ha) Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total 2005 Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração ,8% -8,4% 7,1% 17,5% 26,5% 2,9% Tabela 4 Matriz de alteração dos usos do solo entre 2005 e 2010 (áreas em ha) Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total 2010 Floresta Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração ,8% -4,1% 4,9% 3,2% 6,7% -8,8% Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 19/34

21 Tabela 5 Áreas totais por espécie florestal dominante Tabela 6 Áreas arborizadas por espécie florestal dominante (povoamentos) Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 20/34

22 Tabela 7 Variação percentual entre 1995 e 2010 da área dos povoamentos florestais e área total por espécie dominante. Espécie Variação % 1995/2010 Superficie arborizada Superficie total Pinheiro-bravo -13% -27% Alfarrobeira -4% -4% Azinheira -3% -10% Sobreiro 6% -1% Carvalhos 14% -27% Eucaliptos 16% 13% Outras folhosas 21% 15% Outras resinosas 35% 19% Castanheiro 48% 27% Pinheiro-manso 54% 46% Acácias 94% 98% Tabela 8 Área de floresta decomposta por tipo de ocupação florestal TOTAL (FLORESTA) Superficie arborizada Superficie temporiamente desarborizada Sup. cortada Sup. ardida Sup. em regeneração Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 21/34

23 Tabela 9 Matriz de alteração das áreas totais por espécies florestal e outros usos do solo entre 1995 e Pinheirobravo Eucalipto Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiromanso Castanh. Alfarro_ beira Acácias Outras Folhos. Outras Resin. Cortes Únicos Pov. ardidos Agricult. Matos e Pastag. Águas Interiores Urbano Improd. Total 2010 Pinheiro-bravo Eucaliptos Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiro-manso Castanheiro Alfarrobeira Acácias Outras folhosas Outras resinosas Cortes únicos Pov. ardidos Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração % 13% -1% -10% -27% 46% 27% -4% 98% 15% 19% -64% -60% -12% 12% 21% 35% -6% Nota: As áreas totais por espécie florestal incluem povoamentos e superfícies temporariamente desarborizadas. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 22/34

24 Tabela 10 Matriz de alteração das áreas totais por espécies florestal e outros usos do solo entre 1995 e Pinheirobravo Eucalipto Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiromanso Castanh. Alfarro_ beira Acácias Outras Folhos. Outras Resin. Cortes Únicos Pov. ardidos Agricult. Matos e Pastag. Águas Interiores Urbano Improd. Total 2005 Pinheiro-bravo Eucaliptos Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiro-manso Castanheiro Alfarrobeira Acácias Outras folhosas Outras resinosas Cortes únicos Pov. ardidos Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração % 10% -2% -9% -28% 44% 17% -1% 75% 9% 20% -64% 62% -8% 7% 17% 26% 3% Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 23/34

25 Tabela 11 Matriz de alteração das áreas totais por espécies florestal e outros usos do solo entre 2005 e Pinheirobravo Eucalipto Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiromanso Castanh. Alfarro_ beira Acácias Outras Folhos. Outras Resin. Cortes Únicos Pov. ardidos Agricult. Matos e Pastag. Águas Interiores Urbano Improd. Total 2010 Pinheiro-bravo Eucaliptos Sobreiro Azinheira Carvalhos Pinheiro-manso Castanheiro Alfarrobeira Acácias Outras folhosas Outras resinosas Cortes únicos Pov ardidos Agricultura Matos e Pastagens Águas Interiores Urbano Improdutivos Total Alteração % 3% 1% -1% 2% 2% 8% -3% 13% 5% 0% 0% -75% -4% 5% 3% 7% -9% Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 24/34

26 ANEXO 2 Nomenclatura de usos ocupação do solo do IFN6 A nomenclatura definida no presente documento é uma evolução da utilizada nos IFN anteriores, visando dar resposta às atuais necessidades de informação, assim como aos normativos internacionais. A nomenclatura do IFN encontra se, desde há vários anos, harmonizada com as definições internacionais em matéria florestal, nomeadamente com as estabelecidas pela FAO no âmbito do Forest Resources Assessments e do processo Forest Europe (processo político pan Europeu para a gestão florestal sustentável das florestas europeias). De modo a permitir uma mais fácil e correta compreensão do presente documento, neste ponto, definem se os principais conceitos de acordo com o significado com que são empregues ao longo do processo do Inventário Florestal Nacional. Ocupação do solo (Land cover) A ocupação do solo corresponde à cobertura (bio)física da superfície terrestre. Uso do solo (Land use) O uso do solo é baseado na dimensão funcional da terra para diferentes propósitos ou atividades económicas. O uso do solo é definido pela organização espacial, atividades e ações que os seres humanos efetuam em determinado(s) tipo(s) de ocupação do solo. Nomenclatura Conjunto organizado de classes (ou designações), utilizado para tipificar os elementos de um determinado domínio do conhecimento (no caso presente: o uso e a ocupação do solo). [do Latim 'Lista de nomes'] Classificação Refere se ao sistema de princípios e procedimentos relacionados com o ato de classificar, ou seja de atribuir uma designação, ou classe, a um objeto. Classe Grupo de elementos que possuem um determinado conjunto de atributos em comum. Fotointerpretação Técnica de análise visual duma fotografia ou imagem, que permite identificar objetos e deduzir os seus atributos a partir de elementos básicos como: a forma e tamanho, padrão, textura, associação e sombras. A identificação dos objetos e respetivos atributos é o que permite efetuar a classificação. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 25/34

27 Mancha Uma mancha representa uma superfície de terreno que é classificada como pertencente a uma determinada classe de uso/ocupação do solo. Para qualquer uso do solo ou ocupação do solo, consideram se os seguintes valores mínimos de dimensão e forma para a mancha homogénea a classificar: Área maior ou igual a 5000 m 2 (i.e., 0,5 ha). Largura não inferior a 20 m. Usos do solo Floresta Terreno onde se verifica a presença de árvores florestais que tenham atingido, ou que pelas suas características ou forma de exploração venham a atingir, uma altura superior a 5 m, e cujo grau de coberto (definido pela razão entre a área da projeção horizontal das copas das árvores e a área total da superfície de terreno) seja maior ou igual a 10%. Inclui: Superfícies temporariamente desarborizadas, cumprindo os valores mínimos de dimensão e forma, e para as quais é razoável considerar que estarão regeneradas dentro de 5 anos, designadamente: o o o áreas florestais ardidas recentes, ou áreas de corte único, resultantes de ações de gestão florestal ou de desastres naturais. Áreas ocupadas por vegetação espontânea que anteriormente se encontravam ocupadas por povoamentos e nas quais é razoável admitir a sua regeneração natural. Quebra ventos, cortinas de abrigo ou alinhamentos de árvores, desde que cumpram os valores mínimos de dimensão e forma. Estradas florestais, aceiros e arrifes, corta fogos, faixas de gestão de combustível ou clareiras com área menor que 0,5 ha ou largura inferior a 20 m, quando integrados em manchas com mais de 0,5 ha e 20m de largura. Os povoamentos jovens (de sementeira ou plantação), que no futuro atingirão uma percentagem de pelo menos 10% de coberto e uma Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 26/34

28 altura superior a 5 metros; Montados de sobro e azinho que cumpram a definição de floresta independentemente do sobcoberto que apresentem; Povoamentos de pinheiro manso, alfarrobeira ou castanheiros, mesmo quando o seu principal objetivo da sua condução silvícola é a produção de fruto. Árvores mortas em pé. Agricultura Terrenos ocupados por culturas agrícolas incluindo todas as culturas temporárias ou perenes, assim como as terras em pousio (i.e. terras deixadas em repouso durante um ou mais anos, antes de serrem cultivadas novamente). Inclui: Exclui: As terras que são normalmente utilizadas no cultivo de culturas temporárias, mas que estão transitoriamente a ser utilizadas como forragem ou pastagem, integrando uma rotação de culturas temporárias pastagens; As terras nas quais a presença de árvores florestais não esteja dentro dos limites definidos para a classe floresta (ex.: terrenos com sobreiros ou azinheiras cujo grau de coberto arbóreo é inferior a 10%); As estufas e viveiros agrícolas. Povoamentos de castanheiro, pinheiro manso e alfarroba, mesmo que também destinados à produção de fruto. Os terrenos com culturas agrícolas no sobcoberto, nos quais as árvores florestais existentes cumpram os critérios para classificar o terreno como floresta. Pastagens espontâneas ou semeadas permanentes. Matos e pastagens Matos: Terreno onde se verifica a ocorrência de vegetação espontânea composta por matos (por ex.: urzes, silvas, giestas, tojos) ou por formações arbustivas (ex.: carrascais ou medronhais espontâneos) com mais de 25% de coberto e altura superior a 50 cm. As árvores eventualmente presentes têm sempre um grau de coberto inferior a 10%, podendo estar dispersas, constituindo bosquetes ou alinhamentos. Os matos com altura superior a 2 m são designados por matos altos. Exclui: Vegetação espontânea em zonas húmidas. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 27/34

29 Pastagens: Terreno ocupado com vegetação predominantemente herbácea, semeada ou espontânea, destinada a pastoreio in situ, mas que acessoriamente pode ser cortada em determinados períodos do ano. Inclui: Exclui: Pastagens regadas ou de sequeiro. Pastagens de montanha (incluindo lameiros e pastagens de alta montanha). Superfícies de terreno com vegetação típica da classe matos, mas cujo grau de coberto está entre 10% e 25% ou cuja altura média é inferior a 0,5m. As áreas ocupadas com matos e/ou herbáceas identificadas como pousio. As áreas ocupadas com pastagens identificadas como integrantes duma rotação de cultura temporária pastagem. Vegetação espontânea em zonas húmidas. Superfícies cobertas de herbáceas, como locais de recreio ou outros, nomeadamente golfes, relvados, campos de futebol, ou áreas envolventes de aeroportos. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 28/34

30 Improdutivos Águas interiores e zonas húmidas Terreno estéril do ponto de vista da existência de comunidades vegetais ou com capacidade de crescimento muito limitada, com grau de coberto vegetal inferior a 10%, quer em resultado de limitações naturais, quer em resultado de ações antropogénicas. Inclui: Exclui: Pedreiras, saibreiras. Afloramentos rochosos Praias (praia alta e praia baixa) Dunas (só a designada duna branca) Solo nu (exceto terrenos agrícolas ou florestais) Duna cinzenta e duna verde. Zonas de variação de cotas de armazenamento de água de albufeiras, lagoas ou charcas. Terreno coberto ou saturado de água durante a totalidade, ou uma parte significativa, do ano. Inclui: Exclui: Estuários ou grandes cursos de água, rios, lagoas, albufeiras, pauis, sapais e salinas. Águas doces, salgadas e salobras. Vegetação existente em sapais e pauis ou outras zonas húmidas. (hidrófitas ou macrófitas aquáticas) Zonas de variação de cotas de armazenamento de água de albufeiras, lagoas ou charcas. Aquiculturas, ancoradouros e marinas (inseridos em meio aquático). Cursos de água com menos de 20 m de largura ou albufeiras ou charcas com menos de 0,5 ha. Terrenos que alagam após a ocorrência de elevadas precipitações, mas nos quais a permanência da água não é suficientemente longa para que se desenvolva vegetação hidrófita e fauna característica de zonas húmidas (anfíbios, peixes, etc.). Vegetação riparia (árvores e matos) que se encontrem em solos não saturados de água durante a maior parte do ano. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 29/34

31 Urbano Terreno edificado com construções efetuadas pelo Homem (prédios, casas, armazéns, estradas, pavimentos artificiais, etc.), integradas em grandes ou pequenos aglomerados urbanos ou isoladamente. Pode incluir terrenos ocupados com vegetação cujo uso não se considera florestal ou agrícola. Inclui: Portos, aeroportos, equipamentos sociais e grandes vias de comunicação. Exclui: Árvores em parques e jardins urbanos ou em torno de edifícios (no interior de um aglomerado urbano), mesmo que as árvores presentes cumpram o conceito de floresta. Terrenos cobertos por herbáceas em locais de recreio, nomeadamente golfes, relvados, campos de futebol, ou áreas envolventes de pistas de aviação. Estradas que não tenham 20 metros de largura. Quintais ou hortas, associados a casas de habitação desde que a sua área individualizada seja superior a 0,5 ha com largura superior a 20 m. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 30/34

32 Ocupações florestais Povoamentos florestais A mesma definição de floresta, mas excluindo os terrenos correspondentes a cortes únicos, povoamentos ardidos e áreas em regeneração. Cortes Ardidos Regeneração Terreno, anteriormente ocupados por um povoamento florestal, e que devido ao corte das árvores está ocupado por cepos e/ou vegetação rasteira não significativa. Incluem se os cortes extraordinários para remoção de árvores afetadas por agentes abióticos (ventos, neve, etc.) ou bióticos (incêndios, pragas). Pressupõe se a sua regeneração como povoamento em menos de 5 anos. Povoamento florestal que devido à passagem de um incêndio está maioritariamente ocupado por árvores queimadas. Pressupõe se a sua regeneração em menos de 5 anos. Terrenos anteriormente ocupados por povoamentos florestais e que se encontram ocupados por vegetação espontânea, nos quais se pressupõe a sua regeneração em 5 anos. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 31/34

33 ANEXO 3 - Espécies de árvores florestais e de matos mais comuns em Portugal continental Espécies florestais mais comuns em Portugal continental Resinosas Pinheiro-bravo Pinheiro-manso Outras resinosas Pinheiro-de-alepo Pinheiro-insigne Pinheiro-silvestre Ciprestes Pseudotsuga Acácias Alfarrobeira Castanheiro Eucaliptos Sobreiro Azinheira Outros carvalhos Carvalho-português Carvalho-negral Carvalho-roble Outras folhosas Amieiro Bidoeiros Choupos Faia Freixo Medronheiro Salgueiros Ulmeiros Pinus pinaster Pinus pinea Pinus halepensis Pinus radiata Pinus sylvestris Cupressus spp. Pseudotsuga menziesii Folhosas Acacia spp. Ceratonia siliqua Castanea sativa Eucalyptus spp. Quercus suber Quercus rotundifolia Quercus spp. (excepto Q. suber e Q. rotundifolia) Quercus faginea Quercus pyrenaica Quercus robur Alnus glutinosa Betula spp. Populus spp. Fagus sylvatica Fraxinus spp. Arbutus unedo Salix spp. Ulmus spp. Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 32/34

34 Espécies de matos mais comuns em Portugal continental Adernos Alecrim Aroeira ou Lentisco-verdadeiro Azevinho Carqueja Carrasco Carvalhiça Catapereiro Codeço Esteva Giestas Gilbardeira Lentisco-bastardo Medronheiro Rosmaninho Sargaço Silvas Tágueda Tojos Tomilho ou arçã Trovisco Urzes Zambujeiros Zimbros Rhamnus alaternus; Phillyrea latifolia Rosmarinus officinalis Pistacia lentiscus Ilex aquifolium Pterospartum tridentatum Quercus coccifera Quercus lusitanica Pyrus spp. Adenocarpus spp. Cistus ladanifer Cytisus spp.; Genista spp.; Spartium spp. Ruscus aculeatus Phillyrea angustifolia Arbutus unedo Lavandula spp. Cistus salvifolius; Cistus monspeliensis Rubus spp. Dittrichia viscosa Ulex spp. Thymus vulgaris Dapnhe gnidium Erica spp.; Calluna spp. Olea europaea ssp. sylvestris Juniperus spp. Gramíneas Herbáceas Fetos Outras Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 33/34

35 ANEXO 4 Equipa técnica Coordenador Gestão do sistema de informação do IFN6 Plataforma eletrónica de suporte à fotointerpretação Processamento de imagens aéreas Disponibilização dos ortofotos 2010 Classificação de fotopontos por fotointerpretação Classificação de fotopontos no terreno para controlo de qualidade Auditorias de controlo Apoio técnico Acompanhamento pela Agência Portuguesa de Ambiente/Fundo Português de Carbono José Sousa Uva Raquel Onofre AMBISIG, S.A. SOCARTO, S.A. IFAP, I.P. GEOMETRAL, S.A. COBA, S.A. CME, S.A. (Líder de consórcio) Luis Corte Real João Martins João Rui Ribeiro Jorge Cancela Manuel Rainha Nuno Amaral Cristina Santos João Perpétua João Pinho José Manuel Araújo Luís Reis Paulo Canaveira José Paulino Ana Pina Resultados provisórios v1.0 Fev 2013 # 34/34

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