GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS DA CDHU: EMPREENDIMENTO SANTA CECÍLIA C

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI CARLOS JOSÉ DE BRITO GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS DA CDHU: EMPREENDIMENTO SANTA CECÍLIA C SÃO PAULO 2007

2 ii CARLOS JOSÉ DE BRITO GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS DA CDHU: EMPREENDIMENTO SANTA CECÍLIA C Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi. Orientador: Professor Antonio Calafiori Neto SÃO PAULO 2007

3 iii CARLOS JOSÉ DE BRITO GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS HABITACIONAIS DA CDHU: EMPREENDIMENTO SANTA CECÍLIA C Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como exigência parcial para obtenção do título de Graduação do Curso de Engenharia Civil da Universidade Anhembi Morumbi. Trabalho em: de 2007 Professor Antonio Calafiori Neto Professor João Augusto Mattar Neto Comentários:

4 iv Dedico a minha família, em especial a minha esposa Marilsa e ao meu filho Fernando, pelo apoio, compreensão e paciência nestes anos de luta, onde a ausência em vários momentos foi inevitável para me dedicar aos estudos e conseguir chegar ao final de um sonho que parecia impossível, mas com o apoio deles consegui realizar. O vôo até a lua não é tão longo. As distâncias maiores que devemos percorrer estão dentro de nós mesmos. Charles de Gaulle Não desista. Quando as coisas derem erradas, como às vezes acontece. Quando a estrada na qual você caminha com dificuldade parece íngreme demais. Quando os fundos estão baixos e as dívidas altas, e você quer sorrir, mas tem de suspirar. Quando o cuidado o pressiona um pouco para baixo, descanse se precisar, mas não desista, pois a vida é esquisita com idas e vindas. Como cada um de nós às vezes aprende, e muitos fracassos ocorrem, quando se poderia ter vencido se tivesse resistido. O sucesso é apenas o fracasso virado ao avesso, a tinta prata das nuvens da dúvida. E você nunca sabe dizer o quão próximo está. Pode ser perto quando parece tão longe. Portanto, aferre-se a luta quando receber o golpe mais duro. Quando as coisas parecerem piores é que você não deve desistir! (Anônimo)

5 v AGRADECIMENTOS A Deus, por me conceder nesta existência o meio-ambiente, as pessoas e os bens materiais necessários e suficientes ao meu desenvolvimento espiritual, religioso e intelectual. Obrigado a todos os professores da Anhembi Morumbi, com muita gratidão ao meu orientador Profº Antonio Calafiori Neto, que pacientemente ouviu minhas dúvidas e me auxiliou na conclusão deste trabalho. Em especial a minha mãe, que mesmo não estando presente mais entre nós, mas que com certeza, estará vendo seu filho se tornar um Engenheiro, e sempre esteve ao meu lado me dando força por todos esses anos de batalha. Ao Engº Thiago Maffeis, Engª Cláudia Saiki e Engª Ana Maria que me ajudaram muito para a conclusão deste trabalho e a empresa Ductor Implantação de Projetos S.A. pela disponibilidade dos materiais utilizados. Agradeço aos meus amigos que participaram direta e indiretamente para a conclusão deste trabalho.

6 vi RESUMO O crescimento populacional causou uma grande crise habitacional, levando um grande número de pessoas a procurar cortiços ou outros tipos de moradia sem o mínimo de conforto. A casa própria é um sonho de todo brasileiro e o primeiro grande passo do resgate da cidadania, porém a realidade atual é um déficit habitacional de moradia de 8 milhões de habitantes, segundo dados de 2001 da fundação João Pinheiro, de Minas Gerais, com o objetivo de solucionar este problema, os governos investem na construção ou mesmo reforma, como no caso estudado, de habitações populares, com o passar do tempo e observando suas ações chegou-se a conclusão de que é muito importante ter um ambiente equilibrado e saudável para uma qualidade de vida melhor. Diante deste quadro, é imprescindível que os órgãos públicos tomem como iniciativa a construção de casas ou apartamentos com o mínimo de condições de habitabilidade para a população. A atividade de gerenciamento, juntamente com o Engenheiro Civil, trouxe a realização da reforma deste empreendimento, seguindo normas de qualidade e segurança e fazendo com que o projeto executivo fosse cumprido com prazos, controle de gastos e eliminação de retrabalhos, buscando uma concordância com o que foi planejado, proporcionando uma melhoria significativa de moradia para seus proprietários. Palavras Chaves: Gerenciamento; Planejamento; Qualidade; Habitação.

7 vii ABSTRACT The population growth caused a major housing crisis, leading a large number of people to seek cortiços or other types of housing without the minimum of comfort. The house itself is a dream of any Brazilian and the first major step of the redemption of citizenship, but the current reality is a housing shortage of housing of 8 million people, according to data of 2001 of the foundation John Pinheiro, of Minas Gerais, with the goal to solve this problem, governments invest in the construction or even reform, as in the case studied, popular housing, with the passage of time and observing their actions came to the conclusion that it is very important to have a balanced and healthy environment for a quality of life better. Given this framework, it is essential that the public agencies to take initiative as the construction of houses or apartments with a minimum of conditions of living for the population. The activity management, together with the Civil Engineer, has brought the realization of the reform of this venture, following standards of quality and safety and so that the project would be respected executive with deadlines, control of spending and disposal of retrabalhos, seeking an agreement with the that was planned, providing a significant improvement of living for their owners. Keywords: Management, Planning, Quality; house.

8 viii LISTA DE FIGURAS Figura Vista frontal do prédio antes da reforma...22 Figura 6.2 Localização da obra...26 Figura 6.3 Sacada utilizada como área de serviço...28 Figura 6.4 Estado de conservação dos tacos...29 Figura 6.5 Telhado, Cobertura...30 Figura 6.6 Revestimento de piso cerâmico...30 Figura 6.7 Caixilhos de madeira originais recuperados...32 Figura 6.8 Telemetria de água e medidores de luz...32 Figura 6.9 Revestimento das áreas secas e molhadas...35 Figura 6.10 Ladrilhos hidráulicos dos hall s de circulação...35 Figura 6.11 Vista externa da fachada antes da reforma...36 Figura 6.12 Vista externa da fachada após a reforma...36

9 ix LISTA DE TABELAS Tabela Procedimentos de acompanhamentos e controle das obras...24 Tabela Serviços a serem inspecionados...24 Tabela 6.3 Origem das famílias...33

10 x LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ASO Atestado de Saúde Ocupacional CAC Centro de Apoio ao Condomínio CDHU Conjunto de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do estado de São Paulo COHAB Companhia Metropolitana de Habitação EPC Equipamento de Proteção Coletiva EPI Equipamento de Proteção Individual FVS Ficha de Verificação de Serviços GLP Gás Liquefeito de Petróleo GN Gás Natural NNC Notificação de Não Conformidades NR-18 Norma Regulamentadora Nº 18 PAC Programa de Atuação em Cortiço PCMAT Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho PQO Plano de Qualidade da Obra

11 xi QUALIHAB Programa da Qualidade da Construção Habitacional do Estado de São Paulo RMSP Região Metropolitana de São Paulo UH Unidade Habitacional

12 xii LISTA DE SÍMBOLOS cj vb m 2 m 3 m kg un Conjunto Verba Metro quadrado Metro cúbico Metro Kilo Unidade

13 xiii SUMÁRIO p. 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico MÉTODO DE TRABALHO JUSTIFICATIVA GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Qualidade na Construção Civil Considerações Gerais sobre a qualidade Os 5 S O que é qualidade na construção? A terceirização e a qualidade A qualidade e o meio ambiente Escopo de serviços Assessoria técnica ao macro planejamento Gerenciamento de empreend. na fase de execução de obras Fiscalização e Acompanhamento de Obras e Serviços Organizar a documentação Reunião de início de obras Áreas de vivência, escritórios e placa de obras Cronograma...16

14 xiv Atraso na execução dos serviços Planilha Orçamentária Contratual Controle Diários Controle de Obras e Serviços Controle de recebimento e Qualidade dos Materiais Notificação de Não Conformidades Caderneta de Ocorrências Ações obrigatórias para o recebimento das unid. Habitacionais Itens prioritários a verificar em obra Áreas de vivência Carpintaria: serra circular Proteção contra quedas em altura Movimentação e transporte de materiais e pessoas Andaimes Instalações Elétricas EPI Equipamento de Proteção Individual Diversos CONJUNTO HABITACIONAL SANTA CECÍLIA C Descrição sintética da obra Centro de apoio ao condomínio Reforma do bloco comercial Histórico Características do empreendimento ANÁLISE CRÍTICA CONCLUSÃO...40

15 xv REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...42 ANEXO A...43 ANEXO B...57 ANEXO C...63

16 1 1 INTRODUÇÃO O déficit habitacional é um dos maiores problemas sociais no Brasil, sobretudo nos grandes centros urbanos. Os constantes crescimentos das grandes cidades como São Paulo, agravam esse problema tornando sua solução cada vez mais difícil e exigindo políticas habitacionais cada vez mais complexas. O crescimento desordenado de favelas, cortiços e outros tipos das chamadas submoradias geram problemas que transcendem as questões habitacionais, afetando por exemplo o meio ambiente e sabe-se que em São Paulo é comum encontrar ocupações irregulares em áreas de mananciais. Neste contexto torna-se imprescindível a atuação dos órgãos governamentais através de suas secretarias de habitação na elaboração e condução de programas de moradias, sobretudo para as famílias de baixa renda. Em São Paulo os recursos públicos destinados à habitação são geridos pela CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) no nível estadual, ligado a Secretaria Estadual de habitação e pela COHAB (Companhia Metropolitana de Habitação) no nível municipal, ligado à Prefeitura. Esses dois órgãos têm hoje vários programas habitacionais em andamento, e a cada ano têm uma programação de aporte de recursos aprovado na Assembléia Legislativa e Câmara Municipal. Percebe-se então a necessidade do problema do profissional de Engenharia Civil estar envolvido nesses processos de reflexão junto aos poderes públicos para que posteriormente seja possível a atuação técnica desses profissionais nos processos de tomada de decisão.

17 2 O fato é que o contrato firmado por essas associações as obriga a contratar uma construtora especializada para a condução dos serviços técnicos relativos à engenharia, que vão desde as cotações de materiais passando pela análise de projetos até os controles de custo e planejamento da obra. A atividade de gerenciamento de empreendimentos faz parte do contexto da engenharia. De modo direto, o gerenciamento visa à realização de empreendimentos de acordo com o projeto executivo, onde estão definidos os parâmetros de especificações, procedimentos e qualidade, visa também ao cumprimento de prazos e à alocação de recursos técnicos e financeiros, buscando durante todo o processo, à máxima concordância com o que foi planejado. O Engenheiro Civil é um profissional versátil, ele está presente em vários setores da economia, atuando em diversas outras áreas que não só as ligadas à Engenharia. É bastante comum a atuação dos engenheiros como administradores. Nos bancos, por exemplo, muitos executivos têm essa formação. Observam-se ainda engenheiros que são gestores de políticas, políticos, professores, dentre outros. Esse conceito do engenheiro administrador está presente também na construção civil, a gestão de uma construção vai além do planejamento físico-financeiro da obra, é preciso gerir os custos para que se consigam melhores resultado, para que se possam viabilizar melhorias em um empreendimento. Ter essa visão (de administrador) significa, conhecer o orçamento da obra, relacionar os serviços a serem executados com uma programação financeira, numa condição positiva de fluxo de caixa, significa ainda, criar métodos de controle de gastos, eliminação de retrabalhos, etc. A melhoria contínua da construção civil é sempre bem-vinda. Na construção civil, a qualidade, segurança e economia têm motivado inúmeros profissionais da área de Engenharia, que buscam, com aprimorada imaginação, combinar o útil ao belo e à qualidade. O planejamento, viabilidade econômica e financeira, vem sendo bem recebidos pelo público dedicado ao interminável progresso em engenharia, sempre

18 3 trazem conceitos novo, que a categoria profissional da área tem absorvido com rapidez. A Qualidade não é um ato, é um hábito (Aristóteles) Qualidade não é um acidente. É o resultado de alta intenção, esforço sincero, direção inteligente e execução apurada. Ela representa a escolha inteligente de muitas alternativas (Anônimo). Construção Civil, qualidade e segurança, têm que ser seguido por todos os profissionais envolvidos na área para atingir os objetivos de construir edificações mais seguras com características que beneficiem a todos, com um custo que tragam vantagens ao Construtor e ao Consumidor.

19 4 2 OBJETIVOS A gestão de custo na construção civil torna-se a cada dia, imprescindível para garantir a viabilidade econômica dos empreendimentos, razão pela qual o engenheiro civil deve estar cada vez mais preocupado em assegurar que o produto fornecido pela construtora, atinja um grau de qualidade e satisfação compatível com o esperado pelo cliente (CDHU), fazendo a mediação entre empreendedores e executantes de seus empreendimentos, cuja prestação de serviços se realiza, por meio de um conjunto integrado de ações de natureza técnica e gerencial. 2.1 Objetivo Geral Este trabalho tem o objetivo de demonstrar a aplicação do gerenciamento e fiscalização e do plano da qualidade exigido pelo cliente (CDHU), na prestação de serviço de consultoria de engenharia, onde o Gerente do Contrato, comunica a equipe à importância em atender aos requisitos do cliente utilizando como instrumento a gestão da qualidade, onde são descritos as atividades do escopo contratual, evidenciando o processo, a responsabilidade e o controle de materiais e serviços aplicados no decorrer da construção do empreendimento. 2.2 Objetivo Específico Garantir e assegurar que o produto fornecido pelas construtoras, atinja um grau de qualidade compatível com o exigido pela CDHU, tanto de materiais, assim como de mão-de-obra de serviços e segurança do trabalho. Demonstrando e aplicando alguns itens como : organização de documentações, reunião de início de obra, verificação de áreas de vivência, escritórios e placas de obra, cronograma físico-financeiro, atraso na execução de serviços, planilha orçamentária contratual, controles diários, controles de obras e serviços.

20 5 3 MÉTODO DE TRABALHO Quando se fala em Gerenciamento e Fiscalização de Obras deve-se saber que se trata de um assunto por natureza multidisciplinar, razão pela qual não se podem dissociar conceitos relativos à administração, contabilidade, economia e até mesmo legislação. No caso estudado, serão demonstrado os procedimentos de gerenciamento e fiscalização da reforma de um empreendimento habitacional em conjunto com a CDHU, onde prevê serviços como, alvenaria, revestimento interno, pisos, instalações elétricas, hidráulicas, etc., e para cada um desses serviços há uma verba disponibilizada que é liberada mensalmente através de medições de serviços. Dessa forma, o embasamento teórico deste trabalho foi obtido por meio de pesquisas e consulta a livros, pesquisa em sites, entrevista com o Engenheiro responsável pela execução do empreendimento e visita ao local onde foi realizado a obra. Assim como, solicitação à empresa gerenciadora, da disponibilidade de documentos, fotos e procedimentos referente ao processo de fiscalização e gerenciamento aplicado na execução da obra que será indispensável para compreender o processo demonstrado no estudo de caso.

21 6 4 JUSTIFICATIVA A tarefa do engenheiro civil é construir casas, prédios, pontes, barragens, abrir estradas e canalizar rios e córregos. Atuando sempre em parceria com outros profissionais, como o arquiteto, o topógrafo, o geólogo e o engenheiro de agrimensura, o engenheiro civil precisa também de conhecimentos técnicos de hidráulica, eletricidade, telefonia, transporte, entre outros, além de habilidade para administração e gerenciamento. O movimento de modernização pelo qual passa o setor de Construção Civil invade o país, e não é possível fecharmos os olhos para a necessidade de renovação e de melhoria em toda sua cadeia produtiva. Desde o início dos anos 90, observa-se uma ação continuada para a elevação da qualidade e produtividade, promovida pelo setor privado e por suas entidades de classe, somada ao esforço de universidades, institutos e empresas de consultorias, a implantação de programas da Qualidade ampliou-se significativamente neste período entre as Construtoras, e várias delas já estão certificadas pela ISO 9000, ou sistemas evolutivos como o QUALIHAB em São Paulo. Este estudo mostra a importância da empresa Gerenciadora e do Engenheiro Fiscal, a aplicação de seus métodos e procedimentos para tornarem-se objetivos realidade, fazendo a mediação entre empreendedores e executantes de seus empreendimentos, cuja prestação de serviço se realiza pela qualidade, além do atendimento de prazos, custos, conforme as especificações solicitadas. Considera que a qualidade da prestação dos serviços é um instrumento de competitividade para alcançar a excelência perseguindo a melhoria contínua para ter melhores resultados no produto final.

22 7 5 GERENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Nas palavras de (HIRSCHFELD,1996, p.46); As construtoras brasileiras necessitam conscientizar-se de que ter qualidade é uma exigência cada vez mais crescente nos mercados nacionais e internacionais. É preciso que haja obediência às normas técnicas e racionalização nas empresas. Em 1993, pesquisas efetuadas demonstraram que: 86% das construtoras não possuíam programas internos de qualidade e produtividade; 60% não conheciam a norma sistêmica de qualidade ISO 9000; 40% das empresas construtoras, de consultoria e de projetos não estavam informatizadas; 67% não possuíam funcionários especializados em garantia da qualidade; 78% não empregavam procedimentos que pudessem assegurar qualidade final na produção; 54% não adotavam programas de incentivos para a participação de funcionários em eventos. Com a entrada em vigor do Código de Defesa do Consumidor, houve maior exigência, começando o consumidor a avaliar e pesquisar antes de realizar qualquer compra ou contratar alguém. Apesar disso, o mercado imobiliário sofreu uma queda vertiginosa de vendas, em virtude de o mercado ter-se tornado mais seletivo. As empresas, em geral, estão concluindo que vale a pena investir em qualidade para quem quer permanecer no mercado. Diversas empresas adotaram um manual de procedimentos internos, diretrizes de padronizações de projetos, criando normas para altura de pias, especificações de tubulações e conferência de materiais entregues em obras.

23 8 Todos estão convencendo-se de que há necessidade de um conjunto de procedimentos de controle, desde o projeto até o canteiro de obras, incluindo a manutenção. Segundo grandes especialistas no Controle de Qualidade em Construções, as construtoras ainda estão na etapa da conscientização, pois a construção civil brasileira ainda é muito tradicional. 5.1 QUALIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL Segundo (HIRSCHFELD,1996, p. 47), o mundo encontra-se em acelerado processo de desenvolvimento. Grandes transformações estão ocorrendo em todos os campos de atividades. A onda da agricultura começou há anos; depois veio a onda da indústria, que já dura 300 anos; a seguir a da informação, com 30 anos; e, agora, estamos no início da onda da produtividade. Essas ondas estão vindo em espaços de tempo cada vez mais curtos e de forma cada vez mais intensa, representando uma aceleração no ganho de conhecimento e de desafios, colocando à prova, de maneira até dramática, a sobrevivência das empresas. Como uma das principais atividades de qualquer país para o atendimento das necessidades de seu povo em termos de saneamento, saúde, habitação, infraestrutura viária, energia elétrica, entre outras a Construção Civil tem por obrigação, e como verdadeira missão social, participar desta onda de produtividade Considerações gerais sobre a qualidade Ainda segundo (HIRSCHFELD, 1996, p. 47) A qualidade na construção pode ser caracterizada como a reunião das necessidades do proprietário para satisfazer: A função e a aparência de todos os materiais empregados, os términos das obras e orçamentos estabelecidos; A boa operabilidade e manutenção;

24 9 A defesa dos impactos ambientais, da saúde, da segurança e de outros elementos que sempre facilitarão a convivência do usuário da habilitação construída, com calma e satisfação; As boas características dos diversos subprojetos; As boas particularidades do projetos arquitetônico, das especificações e dos documentos e contratos elaborados; O planejamento elaborado; As decisões tomadas em tempo hábil pelos proprietários e projetistas; Ao bom acabamento; A providências tomadas diante de eventuais riscos; Ao lucro razoável nas eventuais vendas das unidades; Ao bem estar dos usuários e recomendações positivas dos proprietários para futuras obras; As exigências relacionadas com saúde públicas, segurança, meio ambiente e proteções das utilidades públicas; As leis, regulamentos, códigos, determinações e normas. Sendo a construção civil uma atividade geralmente itinerante, em que a grande maioria do pessoal é recrutada na própria região da obra, não é fácil encontrar elementos treinados e com capacidade profissional. Neste sentido, é muito útil reunir, posteriormente, os funcionários do local e incutir-lhes, através de palestras e treinamento, o objetivo que se pretende alcançar, dando instrução profissional àqueles que dela necessitam. O treinamento assim efetuado produzirá bons resultados às empresas que poderão estendê-lo aos familiares dos funcionários. Entre alguns temas importantes, podemos citar: o desperdício na construção civil, mostrando, além do assunto principal, temas relacionados como A guarda correta de ferramentas, A limpeza dos equipamentos no início e no fim de cada necessidade, O senso de asseio e a manutenção das condições sanitárias do banheiro, A importância da preocupação pela autodisciplina e pela apresentação própria, além de ensinamentos simples sobre o que é certo e errado até com as coisas mais banais.

25 10 É necessário convencer-se de que uma empresa melhora e tem qualidade se as pessoas que nela trabalham melhorem e tiverem qualidade. Após a obtenção da qualidade é uma luta constante contra as perdas. Quanto maior for a qualidade, menores serão as perdas, inclusive aquelas relacionadas ao custo Os 5 S A qualidade no Japão foi introduzida através das aplicações dos significados dos chamados 5 S, que são palavras japonesas que começam com a letra S: SEIRI SEITON SEISO SEIKETSU SHITSUKE Existem várias traduções destas palavras cujo sentidos são aplicados conforme o assunto que estiver predominado: Principais traduções brasileiras utilizadas na construção: SEIRI discernimento ou organização. SEITON ordenação ou arrumação. SEISO simplicidade ou limpeza. SEIKETSU compromisso ou higiene. SHITSUKE ética ou disciplina. As cinco palavras japonesas que começam com a letra S foram espalhadas pelo mundo inteiro e representam um ponto alto na obtenção da Qualidade no Japão. Elas nasceram no Japão do pós-guerra, como forma de colocar a casa em ordem após o caos. Seus significados podem ser adaptados para cada objetivo que se pretende desenvolver.

26 11 É preciso convencer a todos os que participam de uma construção que a qualidade é necessária e vai trazer benefícios a todos. Quem não produzir com qualidade e preço baixo corre o risco de ver seu faturamento ser transferido para o concorrente estrangeiro ou nacional. Segundo os conselhos japoneses, é necessário: Aumentar a produtividade e atender às necessidades dos clientes; Reduzir os custos de forma geral, enfrentar a concorrência e aumentar a participação no mercado interno; Exportar, além de manter a participação no mercado interno; Adaptar-se a eventual recessão econômica ou ameaça dos produtos importados; Pensar no código de defesa do consumidor ou determinações da matriz no exterior. Alem dessas recomendações, é preciso trazer as exigências da qualidade para dentro da empresa e esforçar-se ao máximo para manter um bom relacionamento entre o fornecedor e o cliente. Cada empresa deve esforçar-se para disputar uma fatia dentro do mercado global. O ideal é trabalhar em clima de grande satisfação, visando sempre conseguir o menor custo. (HIRSCHFELD, 1996, p.52) O que é qualidade na construção? A qualidade na construção pode ser caracterizada como a reunião de condições que levam a contratante a confiar que : A construção ficará conforme o projeto apresentado e dentro do prazo planejado; Os custos obedecerão aos orçamentos apresentados;

27 12 A manutenção futura, os impactos ambientais salutares e outras características prometidas reunirão condições de merecer elogios; As equipes prometidas e o lucro previsto resultaram em reconhecimento positivo da obra. A falta de qualidade, no atendimento ao cliente, é generalizada no Brasil em todos os setores. Dizem alguns que uma das razões é falta de educação do homem na linha de produção e no atendimento geral do cliente. Muitos empresários gostariam de saber com antecedência qual seria a economia obtida no imóvel depois de realizada uma construção com qualidade. Atualmente o consumidor é mais exigente quanto à eficiência da construção. (HIRSCHFELD, 1996, p. 52) A terceirização e a qualidade Nas palavras de (HIRSCHFELD, 1996, p. 53). Terceirizar passou a ser um vocabulário corriqueiro entre todos os empresários e construtores. Em outras palavras, terceirizar é entregar totalmente ou parcialmente a terceiros determinado serviço. Com a terceirização, as empresas começaram a enxugar suas estruturas, podendo, com o tempo disponível, investir rigorosamente em qualidade. A terceirização deu também oportunidade às médias e pequenas empresas de contratarem funcionários e terem um crescimento condizente para lhes aumentar o rendimento e o lucro. Por outro lado, as empresas que mandaram terceirizar tiveram uma redução de mãode-obra, além de aumento de qualidade. O que é necessário ainda é um apelo e um esforço conjunto para que os trabalhadores desqualificados possam ser educados adequadamente.

28 A qualidade e o meio ambiente Nas palavras de (HIRSCHFELD, 1996, p.55) A qualidade na construção, além de oferecer inúmeras vantagens para o consumidor, pode significar também economia para o empreendedor da construção. Diversos organismos estão voltados, ultimamente, para a qualidade e a produtividade na construção civil, Isto constitui um incentivo ao desenvolvimento do setor, que já demonstrou queda de interesse de profissionais. Antigamente, em todas as escolas de engenharia, havia alunos inscritos nos diversos cursos, preparando os futuros engenheiros químicos, mecânicos, eletricistas e de outras modalidades. O curso que apresentava o maior número de interessados era o de engenheiros civis. Com o passar do tempo e a queda de oportunidades para estes profissionais, o número de interessados começou a cair. Ultimamente, a Defesa do Meio Ambiente fez nascer nos jovens interessados uma nova atração: a faculdade de engenharia civil ambiental, onde além de aprender tudo o que o engenheiro civil antigo aprendia, se adquirem conhecimentos adequados sobre a Defesa do Meio Ambiente e as medidas necessárias para sua conservação. A preocupação ambiental é uma tendência cada vez mais arraigada em todos os empresários atuais, o qual tem uma visão moderna na qual impera uma estrutura com gestão participativa dos colaboradores. O retorno dos investimentos vem no fornecimento do certificado ISO 9000, reconhecidos internacionalmente e que atestam um programa de qualidade total, em que existem horas produtivas empregadas, adaptações necessárias à modernidade, intensificações de treinamentos de pessoal e outras ações satisfatórias. A ISO 14000, que se desenvolve em todo o mundo, mostra a preocupação da sociedade com as expectativas humanas de conforto e bem estar, sem destruir ou degradar o ecossistema. Cresce cada vez mais a preocupação ambiental. A qualidade total inclui o conceito de vida em todas as ações.

29 14 Cada vez mais se nota necessidade de competência em empreendedores, empresas de gerenciamento, colaboradores e técnicos. 5.2 ESCOPO DE SERVIÇOS As empresas que fazem o gerenciamento e a fiscalização de obras assinam o contrato com a CDHU de prestação de serviços técnicos de Gerenciamento de Empreendimentos Habitacionais correspondente ao Lote 1 da Região Metropolitana de São Paulo - RMSP 1, envolvendo as seguintes atividades de engenharia consultiva : Assessoria técnica ao macro planejamento, controle e viabilização de programas e empreendimentos : a. Assessoria técnica no levantamento da demanda habitacional das populações de baixa renda do Estado de São Paulo; b. Apoio ao cadastro, vistoria, análise e seleção de áreas para implantação de Empreendimentos; c. Gestão do processo de aprovação institucional dos Empreendimentos junto aos órgãos municipais, estaduais e federais, do processo de averbação e de regularização; d. Apoio à comercialização dos empreendimentos, ao desenvolvimento social dos mesmos e ao processo de ação junto aos mutuários Gerenciamento de empreendimentos na fase de execução de obras: a. Análise técnica da documentação contratual e de projeto; b. Análise e aprovação do planejamento executivo das obras e serviços; c. Controle e administração dos contratos das obras e serviços;

30 15 d. Fiscalização da execução das obras e serviços, segundo o projeto, a garantia da qualidade de materiais e serviços e, as características e exigências de cada contrato; e. Levantamento topográfico de conferência; f. Elaboração de quantificação e medição de obras e serviços executados; g. Diligenciamento dos serviços de responsabilidade das Prefeituras Municipais e/ou das Concessionárias de serviços públicos; h. Recebimento Parcial e Total das obras e serviços, preparação da documentação para encerramento contratual e apoio técnico na entrega das unidades aos mutuários ; i. Diligenciamento e consolidação da documentação final da obra, inclusive o projeto "as built". 5.3 FISCALIZAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE OBRAS E SERVIÇOS Organizar a documentação - Avaliar a consistência dos dados fundamentais do Contrato: - Valor; data-base, projeto de implantação, número de unidades, tipologias - Solicitar à Assessoria de Diligenciamento os projetos faltantes, se necessário Reunião de início de obras: Eng. Fiscal e Coordenador de Obras - promover Reunião e providenciar: - Ata de Reunião de Início de Obras - preencher a ata padrão da CDHU, acrescentando nas 'Observações', especialmente, aspectos relativos à Segurança do Trabalho, ao detalhamento do Cronograma, a penalidades e à tramitação de projetos. - Caderneta de Ocorrências - abrir com o texto padrão contido na Ata e registrar a entrega do Termo de Compromisso da CDHU e Ministério Público (segurança) e a Lista de

31 16 Verificação e Desvios Admitidos do Manual de Controle de Obras e Serviços. - Solicitar a apresentação do PCMAT e PQO Áreas de vivência, escritórios e Placa de Obra - Utilizar Controle de Obras e Serviços: PQO - Plano de Qualidade da Obra - verificar conteúdo mínimo PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho - solicitar que fique disponível no Escritório da Construtora, na Obra Cronograma - Avaliar se permite acompanhar prazos, custos e serviços: - Solicitar à Construtora revisão e/ou detalhamento - Preparar novo cronograma caso o da Construtora não seja suficiente Novo cronograma - dar ciência a CDHU e à Construtora Atrasos na execução dos serviços - Dar ciência a CDHU e aplicar penalidades, se pertinente; - Solicitar à Construtora a reprogramação dos serviços e/ou justificativa para alteração contratual Planilha Orçamentária Contratual - Verificar se todos os itens foram previstos: Se não, preparar planilha com serviços extra-contratuais - Descrição dos serviços conforme Listagens de Preços Unitários; - Serviços não incluídos nas Listagens, especificar visando a orçamentação; - Consolidar a análise em "Quadro Comparativo" Controles Diários - Efetivo administrativo e técnico;

32 17 - Meteorológico; - Equipamentos Controle da Obra e Serviços - Utilizar os formulários emitidos pelo Sistema de Planejamento, Controle e Gestão da Qualidade; - Anotar Falhas de acordo com a classificação; - Analisar os resultados dos controles 5.4 CONTROLE DE RECEBIMENTO E DA QUALIDADE DOS MATERIAIS Notificação de Não Conformidades (NNC) - Para serviços executados em desacordo com os projetos, memoriais e especificações, bem como com os parâmetros contidos no Manual de Controle de Obras e Serviços, publicado pela CDHU, e apresentados nos formulários que consistem os requisitos - Técnico / Mestre - Anotar na Caderneta de Ocorrência - Eng.º Fiscal - Listar as Não Conformidades na Planilha de Controle - Técnico / Mestre - Gestão com periodicidade mensal sobre as NNC's emitidas, nas reuniões de Qualidade e Segurança Caderneta de Ocorrências - Anotações obrigatórias; - Periodicidade - ao menos duas vezes por semana; - Ocorrências - improdutividades, deliberações, pendências e/ou inexecução de serviços, atrasos no cronograma, emissão de NNC, agendamento das reuniões e medições mensais, conclusão da execução, e fatos relevantes que retratem o histórico da obra.

33 Ações obrigatórias para o recebimento das unidades habitacionais - Testar a estanqueidade das instalações de gás e hidráulicas; - Verificar o aterramento do para-raio; - Realizar vistoria final, relacionando eventuais pendências - Registro de Inspeção (check list) - Preparar o Termo de Recebimento Provisório - Emitir "as built" - solicitar, acompanhar a execução, avaliar e enviar a CDHU. 5.5 ITENS PRIORITÁRIOS A VERIFICAR EM OBRA (NR 18/97-Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção) A Norma Regulamentadora NR, estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e da organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção. Quando o canteiro de obras envolver 20 trabalhadores ou mais, o empregador de vê fazer um planejamento (PCMAT) que dê conta da prevenção de todos os riscos de uma obra, desde a fundação até a sua entrega. Esse planejamento abrange o cumprimento das normas ambientais, a prevenção de danos nas edificações vizinhas e todos os procedimentos dentro do canteiro de obras que assegurem a segurança e a saúde dos trabalhadores. O planejamento e elaboração do PCMAT, assim como o seu cumprimento, são de importância fundamental. A nova NR 18 determina que todos os empregados recebam treinamento admissional, de preferência de campo, dentro do seu horário de trabalho. Antes de iniciar as suas tarefas, os trabalhadores devem ser informados sobre as condições de trabalho de canteiro, os riscos de suas funções específicas, e as medidas de Proteção Coletiva e Individual (EPC e EPI) a serem adotados. Novos treinamentos devem ser feitos sempre que necessários e a cada nova fase da obra.

34 19 Esse desenvolvimento motiva o trabalhador a executar suas tarefas com maior segurança, contribuindo para a maioria da qualidade e produtividade das empresas, sendo assim é de suma importância a verificação dos itens descritos a seguir Áreas de vivência As áreas de vivência devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza ( ); Instalações sanitárias devem ser constituídas de lavatório, vaso sanitário e mictório na proporção de 01 conjunto para cada 20 trabalhadores ou fração e de 01 chuveiro, para cada grupo de 10 trabalhadores ou fração ( ); Todo canteiro de obras deve possuir vestiários para troca de roupas para quem não reside no local ( ); Os vestiários devem dispor de armários individuais e bancos para os usuários ( f e h); Nos canteiros de obra é obrigatório a existência de local para refeições ( ); Local de refeições deve ter: f) lavatório próximo; g) mesas com tampo liso e lavável; h) assentos em número suficiente; i) depósito com tampa para detritos; j) não estar situado em subsolos ( ); Deve haver na obra, local para aquecimento de refeições (aquecimento adequado e seguro) ( ); Obrigatório fornecer água filtrada e fresca por meio de bebedouro de jato inclinado na proporção de 1 para cada 25 trabalhadores ( ) Carpintaria: serra circular Serra circular deve ter: a) mesa resistente e estável; b) carcaça do motor aterrada; c) substituído disco com dentes quebrados, empenados ou trincados; d) proteção nas transmissões de força; e) coifa protetora e coletor de serragem (18.7.2).

35 Proteção contra quedas em altura As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente ( ); Vãos de acesso às caixas de elevadores devem ter fechamento provisório resistente e seguramente fixado à estrutura com altura de 1,20m ( ); É obrigatório, na periferia da edificação, instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje ( ); Nas edificações com mais de 4 pavimentos ou altura equivalente á obrigatório a instalação, no seu perímetro, de plataforma principal de proteção na altura da 1ª laje, que esteja no mínimo um pé direito acima do nível do terreno; Movimentação e transporte de materiais e pessoas Todo equipamento de movimentação e transporte, de materiais e pessoas, só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá sua função anotada em Carteira de trabalho ( ); Torres de elevadores de materiais devem ter suas faces laterais e posterior revestidas com tela ( ). Porém, nos elevadores de material, onde a cabina for fechada por painéis fixos, de pelo menos 2,0m de altura, e com um único acesso, o entrelamento da torre é dispensável ( ); Em todos os acessos de entrada à torre do elevador deve ser instalada uma barreira (cancela), com no mínimo 1,80m de altura para bloquear o acesso acidental de trabalhadores à torre ( ); Andaimes Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé, inclusive nas cabeceiras ( ); É proibido a improvisação de cadeira suspensa ( );

36 Instalações Elétricas Execução e manutenção de instalações elétricas devem ser realizadas por trabalhador qualificado ( ); É proibido a existência de partes vivas expostas de circuitos e equipamentos elétricos ( ); EPI (Equipamento de Proteção Individual) A empresa é obrigada a fornecer gratuitamente aos trabalhadores, EPI (Equipamento de Proteção Individual) adequado ao risco e em perfeito estado de conservação e funcionamento ( ); Cinto de segurança tipo pára-quedista deve ser utilizado em atividades a mais de 2,0m de altura do piso ( ); Trava-quedas do cinto de segurança deve ser ligado a cabo de segurança independente da estrutura do andaime ( ); Diversos Colocar, em lugar visível para trabalhadores, cartazes alusivos à prevenção de acidentes/doenças do trabalho ( ); É obrigatório o fornecimento gratuito de vestimenta e sua reposição quando danificada ( ); Todo estabelecimento deve estar equipado com material necessário à prestação de primeiros socorros aos cuidados de pessoa treinada para este fim (7.5.1); A primeira via da ASO (Atestado de Saúde Ocupacional) deverá estar a disposição da fiscalização na obra ( ); É vedado o ingresso ou permanência de trabalhadores no canteiro, sem que estejam assegurados pelas medidas previstas na NR-18, compatíveis com a fase da obra (18.1.3).

37 22 6 CONJUNTO HABITACIONAL SANTA CECÍLIA C O empreendimento teve início em 20/11/2004 para a execução das obras de reforma de um prédio de apartamentos, totalizando 70 unidades habitacionais, em regime de empreitada a preço global, tendo concluído suas obras em 12/11/2006. Figura 6.1 Vista frontal do prédio antes da reforma Visando garantir a melhoria contínua, foram criados procedimentos para acompanhamento e controle de serviços, recebimento e aplicação do material. A Figura 6.1 mostra a fachada externa que durante o período das reformas foram aplicados procedimentos de controle e inspeção, baseado no Manual de Controle de Obras e Serviços Lista de Verificação e Desvios Admitidos. A partir de abril/2003 foi desenvolvido novo sistema de registro destas inspeções através de Ficha de Verificação de Serviços FVS, baseado nos critérios de inspeção das unidades,

38 23 encaminhada através de um ofício pela diretoria da obras da CDHU, onde constam todos os itens do Manual de Controle de Obras e Serviços, descrevendo inclusive seus parâmetros de aceitação. Para evidenciar as informações relativas a cada inspeção efetuada, de posse da Ficha, faz as inspeção das unidades habitacionais e de acordo com o item de serviço em execução, utilizam-se equipamentos aferidos para subsidiar sua avaliação. Existem duas situações: Serviço Aceito e Serviço não aceito. Para segunda situação é anotado o tipo de falha, que se classificam em: Falha Crítica Não conformidades que podem afetar a segurança ou durabilidade da obra, interferir seriamente com outros serviço, prejudicar as condições de saúde e segurança no trabalho; Falha Grave Não conformidades que podem repercutir em importantes desperdícios ou retrabalhos, comprometer a programação e os prazos, prejudicar o desempenho da obra acabada; Falha secundária Não conformidades que produzem pequenos desperdícios, podendo toda via, sofrer correções nem muito onerosas, nem muito trabalhosas. As Notificações de Não Conformidades NNC são emitidas e entregues à Construtora para providências, quando detectas as falhas recorrentes ou que exijam ação específica registrada. Os quantitativos básicos para inspeções, definidos pela CDHU e aplicada em nossos procedimentos de acompanhamento e controle das obras são mostrados na Tabela 6.1.

39 24 Tabela 6.1 Procedimentos de acompanhamentos e controle das obras Unidades Térreas Fundação Profunda 50% das unidades Demais Serviços 25% das unidades Unidades Verticais Fundação Profunda 100% das unidades Alvenaria Armada 50% das unidades Lajes 50% das unidades Demais Serviços 25% das unidades Fonte: Ductor (2004) Após cadastramento dos dados aferidos nas fichas de inspeção, são processados relatórios utilizando como ferramenta o Sistema Qualitas desenvolvido pela Ductor, onde estão armazenadas as informações, permitindo uma ampla pesquisa que possibilita a rastreabilidade da falhas ocorridas e suas classificações, informando inclusive o número de inspeções efetuadas, por pavimento, em cada bloco por item de serviço. O resultado deste processo permite um diagnóstico geral da quantidade na execução dos serviços. A Tabela 6.2 mostra os itens a serem verificados durante as inspeções são: Tabela 6.2 Serviços a serem inspecionados Item Serviços Itens de verificação 1 Estrutura 1.1 Laje Tipo 1.2 Pré-Laje 2 Alvenaria de elevação 2.1 Suporte para pia 2.2 Alvenaria de elevação até ½ altura 2.3 Alvenaria de elevação até respaldo 3 Revestimento 3.1 Revestimento Interno 3.2 Revestimento Interno Gesso 4 Pisos Internos 4.1 Cimentado Liso 4.2 Piso Cerâmico Azulejo

40 Azulejo 5 Esquadrias 5.1 Esquadrias de Ferro 5.2 Esquadrias de Madeira 5.3 Esquadrias de Alumínio 5.4 Vidros 6 Pintura 6.1 Paredes Internas 6.2 Caixilhos de Madeira 6.3 Caixilhos de Aço 7 Complementos 7.1 Peitoril 7.2 Soleira 7.3 Suporte de Tanque 8 Aparelhos Sanitários e Metais 8.1 Tampo de Pia 8.2 Tanque 8.3 Lavatório 8.4 Bacia com Caixa Acoplada 8.5 Papeleira, Cabide e Saboneteira 8.6 Torneiras 8.7 Engates, Válvulas e Sifões 9 Instalações Hidráulicas Água Fria 9.1 Distribuição de Ramais 9.2 Distribuição de Colunas 9.3 Distribuição de Barriletes 10 Esgoto 10.1 Esgoto Interno 11 Instalações de Gás GN/GLP 11.1 Tubos e Conexões 12 Instalações Elétricas Internas 12.1 Quadros de Distribuição e Caixas de Entrada 12.2 Eletrodutos 12.3 Fiação Condutores 12.4 Tomadas e Interruptores 12.5 Disjuntores Fonte: Ductor (2004)

41 Descrição Sintética da Obra O empreendimento é um conjunto de construções habitacionais de interesse social. A infra-estrutura e o respectivo terreno estão localizados na Rua Ana Cintra, 123, no bairro Santa Cecília, município de São Paulo, tendo como área total do terreno 670,00m 2 e área total construída de 5.353,21m 2. Trata-se de uma obra de reforma de um edifício, cujo 36 apartamentos originais foram subdivididos em 70 unidades habitacionais para atendimento a famílias inscritas no Programa de Atuação em Cortiço (PAC). Os serviços a serem realizados neste empreendimento contemplam serviços necessários à conclusão do objeto em adequadas condições de habitabilidade e segurança. Figura 6.2 Localização da Obra Fonte: Ductor (2004)

42 Centro de Apoio ao Condomínio Para o cumprimento da chamada Gestão de Proximidade, definiu-se que a área de uma das lojas existentes no pavimento térreo seria adequada para o Centro de Apoio ao Condomínio CAC, sendo de uso das equipes responsáveis por esse trabalho. Ocorre que para viabilizar o referido equipamento em acordo com as necessidades de uso para atendimento às atividades previstas pelo PAC será necessário a implantação de uma área para computadores, além de serviços de interligação das instalações de água, esgoto e energia elétrica da edificação habitacional com o mesmo. Sendo assim, considerado a necessidade de definições específicas que ainda não se encontram disponíveis, os serviços necessários para a implantação do Centro de Apoio ao Condomínio junto a Edificação Habitacional serão objeto de nova licitação e os serviços anteriormente incorporados ao contrato deverão ser supridos por meio de novo contrato. Descrito no Anexo II, Contrato 022/02 Processo Provisório: Reforma do Bloco Comercial Os serviços necessários para as instalações do Bloco Comercial foram executadas após a definição da CDHU do lay-out e da tipologia de instalações mais adequados à comercialização do equipamento. De acordo com levantamento da CDHU - Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano. (2004), visando ao entrega de um produto final em adequadas condições de habitabilidade, com garantia de qualidade, prevenindo-se patologias futuras, foram necessários adequações, resultando serviços extras, complementação ou alterações de especificações. Essas alterações foram executadas com a anuência da Coordenação de Obras da CDHU, e justificam se pelos motivos abaixo alencados: Com o intuito de melhoria de qualidade da edificação e de evitar problemas quando da ocupação das unidades uma adequação de lay-out das unidades habitacionais incorporou as áreas de serviços em locais internos dos apartamentos, evitando que os terraços voltados para a Av. São João e a Rua Ana Cintra fossem utilizados para essa finalidade, podendo causar freqüentes quedas de objetos nos transeuntes. Com essa alteração, que teve a anuência das áreas da CDHU envolvida com a produção do

43 28 empreendimento, e devidamente aprovada na Prefeitura do Município de São Paulo, foram abertos vãos nas paredes dos banheiros voltados para as áreas de serviço para a garantia da salubridade do ambiente, bem como da iluminação e ventilação natural dessas áreas. As alterações e novas aberturas geraram a necessidade de incorporação dos caixilhos. Figura 6.3 Sacada utilizada como área de serviço Na proposta inicial em algumas áreas da sala, dormitórios e circulação, os pisos e tacos existentes seriam mantidos e restaurados. No entanto, durante a execução dos serviços, foram constatadas diferenças de nivelamento entre pisos de um mesmo ambiente, por vezes em até mais de dois centímetros, impossibilitando a manutenção dos pisos originais. Por outro lado, diversos pontos de deterioração e de apodrecimento dos tacos inviabilizando o aproveitamento do material, conforme demonstrado na Figura 6.4.

44 29 Figura 6.4 Estado de conservação dos Tacos Após revisão e ajustes nos projetos executivos de instalações hidráulicas, as quais tomaram com premissas caminhamentos mais adequados às condições da estrutura da edificação e a facilidade de manutenção futura, foram definidas novas localizações das prumadas e criados shafts com fechamento em alvenaria tanto em áreas internas aos apartamentos quanto em áreas comuns. O poço do antigo elevador de serviço recebeu laje entre os pavimentos, transformando-se em local da prumada das instalações elétricas, executada com barramento blindado. O Reservatório superior necessitou de recuperação das paredes com alvenaria, revestimento e impermeabilização. Visando-se garantir estanqueidade e proteção efetiva da cobertura contra infiltrações, foi modificado o número de águas da projeção do telhado, sendo reduzido o número de águas furtadas e substituídas as calhas galvanizadas por canaletas e muretas em alvenaria para captação das águas pluviais, conforme Figura 6.5.

45 30 Figura 6.5 Telhado, Cobertura Com o intuito de proporcionar aos futuros moradores maior facilidade de manutenção das unidades habitacionais, bem como adequar os apartamentos às especificações de acabamentos atualmente vigentes na Companhia foi executados revestimento em azulejo nas paredes dos banheiros e três fiadas sobre o tanque e a pia da cozinha, assim como a substituição dos tacos existentes por piso cerâmico, conforme figura 6.6. Figura 6.6 Revestimento de Piso Cerâmico

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