FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

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1 FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA POSSIBILIDADES EDUCATIVAS DA GINÁSTICA RÍTMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL PORTO VELHO 2013

2 ELUZIANE VIANA ARAÚJO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE SAÚDE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Monografia apresentada ao Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Rondônia (RO) como requisito parcial para obtenção de grau de LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA. PORTO VELHO

3 FICHA CATALOGRÁFICA Biblioteca Central Prof. Roberto Duarte Pires Araújo, Eluziane Viana. A663p Possibilidades educativas da ginástica rítmica no ensino fundamental. / Eluziane Viana Araújo. Porto Velho, Rondônia, f.: il. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura Plena em Educação Física) Departamento de Educação Física, Núcleo de Saúde (NUSAU), Fundação Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, Rondônia, Orientadora: Profa. Ms. Eurly Kang Tourinho. 1. Ginástica Rítmica. 2. Escola. 3. Socialização. I. Título. Bibliotecária Responsável: Eliane Gemaque / CRB CDU: 796 ii

4 UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR NÚCLEO DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA A COMISSÃO EXAMINADORA, ABAIXO ASSINADA, APROVA A MONOGRAFIA POSSIBILIDADES EDUCATIVAS DA GINÁSTICA RÍTMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL ELABORADA POR ELUZIANE VIANA ARAÚJO COMO REQUISITO PARCIAL PARA A OBTENÇÃO DO GRAU DE LICENCIADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA COMISSÃO EXAMINADORA: Profª. Ms. Eurly Kang Tourinho Orientadora Profº. Dr. João Guilherme Rodrigues Mendonça Profª. Dr.ª Ivete de Aquino Freire Porto Velho - RO, iii

5 DEDICATÓRIA Ao Sr. João Viana Araújo, meu pai e amigo meu profundo agradecimento por ter colaborado para realização desta conquista. A quem com amor esta vitória é dedicada. iv

6 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus pela saúde física e aprendizado que tive durante este período de estudos, pela força, coragem e determinação de cada dia. A minha família, amigos, professores e mestres que conheci no decorrer desde percurso que se tornaram verdadeiros companheiros de caminhada. v

7 SUMÁRIO RESUMO...viii ABSTRACT...ix 1 - INTRODUÇÃO PROBLEMATIZAÇÃO OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS JUSTIFICATIVA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA GINÁSTICA RÍTMICA E OS ASPECTOS PEDAGÓGICOS ASPECTOS AFETIVO-SOCIAIS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA EDUCAÇÃO E SOCIEDADE CORPO, MOVIMENTO E ATITUDE COOPERAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO ESCOLA A GINÁSTICA RÍTMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL METODOLOGIA POPULAÇÃO E AMOSTRA INSTRUMENTOS E MATERIAIS COLETA DE DADOS APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE DADOS RESULTADOS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS...46 ANEXOS...49 vi

8 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1. Os estilos de ensino de Mosston e Ashworth (1996) (Adaptado por Tibeau, 1996). FIGURA 1.2 Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Educação Física (Brasil, 1997). Quadro 1. Sugestão de sistematização para a GR para os ensinos Fundamentais. Tabela 1 Ficha de observação (I) Tabela 2 Ficha de observação (II) Tabela 3 Nível de satisfação das aulas. Tabela 4 Ficha de observação III Quadro 1.2 apresentações do número de alunos, escolas e período Quadro 1.3 de apresentações locais e datas. vii

9 RESUMO A Ginástica Rítmica (GR) escolar do ensino fundamental é uma forma de colaborar com um meio educativo diferenciado para os alunos. Esta modalidade é praticada em alguns países inclusive no Brasil. Muitas modalidades esportivas são oferecidas nas escolas para atender as necessidades educacionais dos estudantes do município de Porto Velho, esta também pode contribuir, pois quanto mais opções forem oferecidas mais oportunidades serão disponibilizadas para este público. O objetivo geral desta pesquisa é apresentar a prática da GR como possibilidade educativa para estudantes do ensino fundamental. Os objetivos específicos pretende destacar os elementos corporais da GR que facilitam a educação corporal; abordar os fatores sociais e cognitivos adquiridos por meio da GR; identificar atitudes de cooperação e socialização entre as praticantes da modalidade. Esta modalidade contribui para o desenvolvimento integral da criança nos aspectos físicos, sociais e cognitivos. Sua prática prioriza a parte psicomotora do indivíduo, favorece a criatividade, cooperação e socialização através do ritmo e melodia da música combinado aos movimentos naturais do ser humano como: andar, correr saltar, girar, ondular e equilibrar, juntamente com a habilidade do manuseio dos aparelhos arco, bola, fita, maças e cordas. Promove qualidade de vida, prepara os alunos para os desafios da vida dentro e fora da escola. Para organização deste estudo foi utilizada a pesquisa-ação. Sua estratégia é ligar a teoria com a ação prática, segundo as colocações de Pimenta (2005) são suas características: acompanhamento do processo de decisões, das ações de toda atividade intencional dos atores da situação; a pesquisa não se limita a agir (risco de ativismo); mas se propõe a aumentar o conhecimento dos pesquisadores ou o nível de consciência das pessoas ou dos grupos considerados. Participaram da amostra 7 (sete) alunas participante do projeto com idades entre 6 a 14 anos e 6 familiares/responsáveis foram entrevistados. As aulas foram realizadas em horários pré-estabelecidos conforme a disponibilidade dos alunos e monitor. Como resultado foi encontrado nos comentários dos familiares o desejo de que a GR seja oferecida nas escolas. PALAVRAS CHAVES: Ginástica Rítmica, Escola, Socialização. viii

10 ABSTRACT The Rhythmic Gymnastics (RG) the Elementary School is a way to collaborate with a different educational environment for students. This method is practiced in some countries including Brazil. Many sports are offered in schools to meet the educational needs of students in the city of Porto Velho, this may also contribute, because the more options are offered more opportunities will be available to this audience. The objective of this research is to introduce the practice of GR as a possibility for educational elementary school students, attitudes toward cooperation and socialization. The specific objectives intended to highlight the bodily elements of GR that facilitate education body; addressing the social and cognitive acquired by GR; identify cooperative attitudes among practitioners of the sport. This method contributes to the holistic development of children in physical, social and cognitive. His practice emphasizes the psychomotor part of the individual, fosters creativity, cooperation and socialization through rhythm and melody of the music combined with the natural movements of the human as walking, running jump, spin, undulate and balance, along with the ability of handling appliances hoop, ball, ribbon, clubs and ropes. Promotes quality of life, prepares students for the challenges of life in and out of school. For organizing this study used action research. Their strategy is to link theory with practical action, what is meant under the settings Pepper (2005) are its characteristics: process monitoring decisions, the actions of all intentional activity by the actors involved, the research is not limited to act (risk activism), but aims to increase knowledge of the researchers or the level of consciousness of the people or groups considered. The sample project participant 7 students aged 6-14 years and 6 families/caregivers were interviewed. Classes were held at pre-established according to the availability of students and monitor. As a result found in the comments of the interviewed family and demonstrations of students' interest in the modality to be offered in schools. KEYWORDS: Rhythmic Gymnastics, School, Socialization. ix

11 9 1. INTRODUÇÃO A Ginástica Rítmica (GR) escolar do ensino fundamental é uma forma de colaborar com um meio educativo diferenciado para os alunos. Esta modalidade é praticada em alguns países inclusive no Brasil. Muitas modalidades esportivas são oferecidas nas escolas para atender as necessidades educacionais dos estudantes do município de Porto Velho, esta também pode contribuir, pois quanto mais opções forem oferecidas, mais oportunidades serão disponibilizadas para este público. A escola é um lugar favorável para a disseminação e prática da GR já que é nesse ambiente que se aprende, pratica e se expande às boas experiências vivenciadas. GR é uma modalidade que promove o desenvolvimento motor da criança, melhora a educação corporal e saúde, envolve cultura, lazer, recreação e desenvolvimento social e está presente no conteúdo das aulas de educação física. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Educação Física. As ginásticas são técnicas de trabalho corporal, que de modo geral, assumem um caráter individualizado com finalidades diversas. Por exemplo, pode ser feita como preparação para outras modalidades, como relaxamento, para manutenção ou recuperação da saúde ou ainda de forma recreativa, competitiva e de convívio social (Brasil, 1997). São inúmeras as qualidades que os praticantes da GR adquirem ou aprimoram por meio da criação de composições coreográficas com diversos movimentos corporais, o trabalho em grupo que integra alunos e comunidade para os eventos planejados, melhora a coordenação motora, promove a socialização, entre outros. O oferecimento da modalidade tem relevância para o aluno, de acordo com Gaio (1996, p. 131)... a necessidade de investirmos nas atividades de Ginástica Rítmica Desportiva, que consente um empenho do corpo em relação ao espaço, tempo, ritmo, objetos, pessoas, num contexto de comunicação não verbal, produzindo reações afetivo-sociais significantes para a vida do ser humano. Aos poucos o Brasil tem ganhado lugar neste esporte segundo as informações da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), fator positivo que leva as pessoas a terem conhecimento e possivelmente expandir a prática desta modalidade através da influência da mídia, porém este tipo de recurso

12 10 não é suficiente para que haja uma mudança verdadeira, o ideal é que os profissionais tenham consciência da importância de se oferecer a modalidade nas escolas. De acordo com as informações da CBG, a região Sul possui um número maior de praticantes desta modalidade, ações através das Federações de Ginástica de outras regiões estão sendo realizadas para que esta realidade seja revertida e todos possam ser contemplados com a oferta da GR independente de classe social, cultura ou qualquer outro motivo. Na região norte ações recentes desenvolvidas por pessoas que se empenham nesta causa estão sendo realizadas com a finalidade de promover saúde, bem estar e lazer para todos. 1.1 PROBLEMATIZAÇÃO Compreender os benefícios de uma modalidade esportiva não é fácil, é preciso um olhar apurado que vai além das técnicas e competitividade. Ao verificar que muitos conteúdos devem ser oferecidos nas aulas de Educação Física e são esquecidos por não serem os mais populares, é preciso criar estratégias que possibilitem o resgate de atividades que são importantes na formação de crianças e adolescentes. Planejar e utilizar metodologias adequadas ajuda neste processo de ensino e aprendizagem, em uma época em que a tecnologia está em evidência, deve-se observar com cuidado para que a prática de atividades físicas como a GR e outras não sejam esquecidas evitando-se perder um grande instrumento de saúde e qualidade de vida. Professores e alunos devem ampliar a compreensão e entendimento da importância de se praticar uma atividade corporal que oportuniza explorar as capacidades corporais, relações sócio-afetivas e cognitivas. De acordo com (Pasqua & Tibeau 2010), deve-se utilizar a escolha da metodologia de acordo com os objetivos que o professor pretende alcançar.

13 OBJETIVO GERAL Verificar a prática da GR como possibilidade educativa para estudantes do ensino fundamental. 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Destacar os elementos corporais da GR que facilitam a educação corporal; Abordar os fatores sociais e cognitivos adquiridos por meio da GR; Identificar atitudes de cooperação e socialização entre os praticantes da modalidade. 1.3 JUSTIFICATIVA A modalidade da Ginástica Rítmica contribui para o desenvolvimento integral da criança nos aspectos físicos, sociais e cognitivos. Sua prática prioriza o componente psicomotor do indivíduo, favorece a criatividade, cooperação e socialização através do ritmo e melodia da música combinado aos movimentos naturais do ser humano como: andar, correr, saltar, girar, ondular e equilibrar, juntamente com a habilidade do manuseio dos aparelhos arco, bola, fita, maças e cordas. Promove qualidade de vida, prepara os alunos para os desafios da vida dentro e fora da escola. Para Peuker (1974), este aprendizado envolve uma educação integral, promovendo mudanças em um todo e não apenas em parte e por partes. A prática de atividades como a GR na escola só é possível se profissionais conscientes dos benefícios da modalidade possam oferta-las aos alunos. Sem ao menos uma formação básica da modalidade não é possível oferecer ao público um conhecimento que é de direito da criança receber. Este estudo servirá para detectar a existência do inexpressivo número de praticantes, da escassez de estudos na cidade de Porto Velho sobre a GR e a visão elitista dessa prática. O presente trabalho irá contribuir para a aplicação dos estudos na área e aumentar a possibilidade de inserir a ginástica rítmica nas aulas de educação física nas escolas, aumentando o número de praticantes na modalidade.

14 12 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 GINASTICA RÍTMICA E OS ASPECTOS PEDÁGÓGICOS Entre as diversas atividades praticadas no ambiente escolar a GR merece atenção assim como outras atividades que são conhecidas ou praticadas com mais frequência. Segundo Duckur & Goiyaz, (s/d) esta é uma forma sistematizada de atividade corporal expressiva, com significado estético e histórico social, em que seus praticantes realizam experiências que contribuem para o desenvolvimento pessoal e social. Existe uma ligação entre os elementos físico, artístico segundo o que apresenta Nedialkova & Barros (2006, p.6) quando diz: A ginástica rítmica é uma atividade desportiva com ênfase na arte do domínio corporal, interrelacionada às diferentes técnicas de manipulação de aparelhos manuais ao ritmo da música, numa síntese integrativa da arte e do desporto. Considerada como uma forma de trabalho, físico, artístico e expressivo, a GR proporciona a melhora da concentração, um dos requisitos para que os exercícios sejam executados em conjunto. As diferentes técnicas de manejo dos aparelhos arco, bola, maças, fita e corda utilizada nesta atividade dão ênfase à coordenação motora. Essas habilidades de manejo favorecem resultados positivos dos exercícios utilizando a flexibilidade, coordenação motora, postura corporais, que dá graça e beleza aos movimentos realizados com criatividade e expressão corporal. A música escolhida para cada momento faz os movimentos serem atrativos e fascinantes, executados com harmonia na construção da composição coreográfica. Essa modalidade esportiva pode e deve ser oferecida para meninos, meninas e crianças portadoras de necessidades especiais. Assim sugere uma abordagem especificamente para crianças em espaço escolar e não escolar em uma perspectiva inclusiva, tendo como referencial filosófico a igualdade de direitos como ponto de partida, e as características individuais como fator fundamental num processo educacional que prioriza aprender a viver a experiência.

15 13 Não se faz distinção de gênero na prática da GR escolar, o que acontece é a aceitação de uma concepção social culturalmente separatista conforme o entendimento de Prado & Silva (2009). Há uma visão celetista da sociedade em relação a alguns esportes entre eles a GR, que recebe um estereótipo de ser uma modalidade exclusivamente feminina o que não é verdade, muitos meninos se interessam pela prática, mas as determinações culturais impedem a participação de ambos os sexos nas modalidades rítmicas como a GR. Socialmente a afirmação masculina ou feminina é percebida através de aparências, segundo, Prado & Silva (2009), o homem necessita mostrar sua masculinidade através dos esportes que prevaleçam à força e a resistência. Criar e recriar são as temáticas de uma aula de GR que se propõe a trabalhar as diferenças como recurso pedagógico em um processo de troca de experiências, em que os movimentos acontecem a partir do tema e do aparelho que o professor escolheu para o momento, não se exige a técnica e execução perfeita. Ao que diz respeito ao gênero masculino e feminino todos podem praticar a modalidade mesmo que as meninas tenham uma propensão maior para essa prática, no ambiente escolar deve ser oferecido a todos livre de qualquer tipo de distinção, como vemos na abordagem de GAIO, (1996). Na escola a modalidade tem o objetivo de alcançar o desenvolvimento psicomotor da criança, promover inclusão social de forma que o aluno se torne mais ativo na sociedade e desenvolva suas tarefas diárias com facilidade. É de grande importância dar condições para atingir bom desempenho psicomotor principalmente em crianças e adolescentes, juntamente com os domínios cognitivos e sociais no ensino escolar e na vida da criança. Pallàres (1983), nos fala que: o sistema da ginástica rítmica praticado na escola é um grande meio de cooperar na educação atendendo as necessidades e possibilidades dos estudantes nas áreas físicas, espiritual, mental e social. É importante dar condições aos praticantes da GR para atingir um bom desempenho psicomotor, juntamente com os domínios cognitivos e sociais no ensino escolar e na vida da criança. Segundo Alonso (2011)... ensinar GR não se restringe à reprodução e à produção da técnica, mas abrange uma ação pedagógica visando a uma iniciação esportiva para todos independente do talento, em escolas, clubes,

16 14 condomínios e praças. O movimento humano na GR pode ser considerado como uma forma de entendimento e compreensão do homem em relação ao seu contexto de relações no mundo. Essa ação pedagógica de ensinar que nos fala Alonso, leva em consideração o ato de planejar, ouvir, dialogar, diagnosticar a realidade sociocultural, afetiva, cognitiva e motora. Ou seja, preocupa-se com o desenvolvimento integral do ser humano. Alonso (2011, p. 32) nos diz que: o que faz a diferença não é onde e o que se ensina, mas como se ensina, ou seja, as finalidades do processo ensino-aprendizagem. Segundo PALLARES (1983, p. 7) A sociedade espera que na escola seja oferecido o máximo de oportunidades para a formação das crianças. Entre os 4 e 5 anos é natural a inserção neste novo ambiente em que o convívio com outras pessoas fora da família se faz presente, por isso a necessidade da percepção do outro e de si mesmo para criar-se uma vivência saudável. A introdução de atividades de GR na escola oportuniza condições para aprender ou aprimorar as qualidades motoras, cognitivas e sociais. Para Alonso (2011, p.42), o mundo de uma criança gradualmente vai se expandindo e o impacto causado pelas mudanças e novidades pode ser amenizado através de atividades que promovam o entendimento e consciência da realidade a sua volta. As relações interpessoais, como contexto do desenvolvimento humano, surgem a partir das relações entre indivíduos em atividades realizadas em determinado ambiente, realizadas em grupo ou não. Duckur & Goyaz (s/d p. 418) nos diz que:... os fundamentos da ginástica devem ser problematizados, criando-se um espaço aberto à colaboração, à criatividade e a crítica de valores socialmente impostos. O respeito às características pessoais de cada um é indispensável para alcançar satisfação e envolvimento dos participantes para que a criatividade seja explorada ao máximo e haja uma troca de experiência que produza conhecimento. Segundo Pasqua & Tibeau (2010, p. 272), a dimensão conceitual, procedimental e atitudinal que advém dos conteúdos da Ginástica é indispensável para a formação de crianças e adolescentes, além de ser uma

17 15 atividade prazerosa, que estimula a criatividade e as relações sócio-afetivas em qualquer idade e contexto. Uma característica importante adquirida nesta atividade, é a percepção de espaço conforme explica Pasqua & Tibeau (2010, p. 273) considerando quando pontos de referência são exteriores ao próprio corpo da criança (caso dos materiais). Para alcançar bons resultados nas aulas é necessário que haja uma sistematização do ensino, que as metodologias utilizadas estejam de acordo com o que o professor se propõe realizar. Segundo Pasqua & Tibeau (2010), é possível e recomendável utilizar uma metodologia durante um tempo determinado e, quando os objetivos forem cumpridos, eleger outro estilo. Alguns desses estilos de ensino apontados pelo autor podem ser escolhidos de acordo com os objetivos e resultado que se espera alcançar, a lista e quadro de estilo apresentados facilita a compreensão das diferenças de cada um. A estilo de ensino por comando; B estilo por tarefa; C estilo recíproco; D estilo de auto-avaliação; E estilo de inclusão; F estilo por descoberta dirigida; G estilo divergente ou resolução de problemas; H estilo de programa individualizado; I estilo para alunos iniciados; J estilo de autoaprendizagem.

18 16 A B C D E L F G H I J Características: - reprodução do conhecido - conteúdos fixos e determinados (técnicas e habilidades específicas) - capacidade cognitiva: memória - redução de erros I N H A D A D E S C O B E R T A Características: - descoberta e produção - conteúdos variados e novas habilidades - capacidade cognitiva: comparação, classificação, solução de problemas, criação - ir além do conhecido Mínima Independência do aluno Máxima FIGURA 1. Os estilos de ensino de Mosston e Ashworth (1996) (Adaptado por Tibeau, 1996). Como se vê na figura, os estilos de ensino está dividido por características distintas do A ao E refere-se aos estilos que leva o aluno a uma mínima independência. Os estilos referentes de F a J remete o aluno a uma máxima independência. Os estilos utilizados nas aulas do projeto de GR na escola se enquadraram nas duas características da figura 1. de mínima independência e máxima independência do aluno, são eles os estilo por comando, por tarefa e por descoberta dirigida, conduzindo ao desenvolvimento das possibilidades educativas dos estudantes voltadas para atitudes de cooperação e socialização.

19 17 O conteúdo de GR está inserido na escola embasado nas orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Educação Física (Brasil, 1997) que sugerem os conteúdos divididos em três blocos. Pasqua & Tibeau (2010) cita: Um deles, o de atividades rítmicas e expressivas. Outro bloco sugere a GR e a Ginástica Artística (GA) como conteúdos, ressaltando suas características de competitividade. Esportes, jogos, lutas e ginásticas Atividades rítmicas e expressivas Conhecimento sobre o corpo FIGURA 1.2 Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) da Educação Física (Brasil, 1997). Segundo Rinaldi e Cesário (2010, p. 298) quando discorre sobre a ginástica: Nesse sentido faz-se necessário os saberes da Ginástica, ao serem trabalhados em aulas de Educação Física Escolar, promovam aos alunos a sua compreensão como campo de conhecimento, está entendida em uma visão de totalidade que não se fragmenta em rótulos. Os autores tratam do conhecimento que os estudantes devem receber sobre os conteúdos referentes à modalidades. Assim entende-se que a escola deve oferecer a Ginástica Rítmica, mas com um conteúdo significativo para a formação dos alunos que é apresentado dentro dos PCNs da Educação Física, um referencial que o professor utiliza para organização dos conteúdos no seu planejamento. Quando se refere a movimento corporal, a psicomotricidade é um dos fatores indispensáveis neste tema. Para Gaio (1996, p.66)... cada criança é pelo menos virtualmente dotada de uma capacidade motora, cuja evolução jamais segue um padrão absolutamente rígido. O movimento é inerente a ela surge espontaneamente, o que nos permite incentivar o crescimento do vocabulário motor, à medida que propomos novas situações de movimentos e estimulamos a criatividade. De acordo com os autores consultados por Gaio (1996) em sua fala nos diz: o desenvolvimento motor é um processo contínuo e demorado, os primeiros anos de vida são marcados por muitas modificações que acontecem no corpo da criança, as experiências vivenciadas influenciam na sua formação.

20 18 Portanto o ensino da ginástica rítmica com seus fundamentos básicos como: rastejar, rolar, andar, correr, saltar, equilibrar, saltitar, girar, ondular, farão parte do repertório de qualquer pessoa a presença natural destes movimentos em atividades diárias, de locomoção, pegar um objeto, um abraço entre outros desde que ela não tenha nenhum problema em seu aparelho locomotor. Os elementos corporais podem ser combinados de diversas formas, de acordo com as características individuais de cada um, diferentes movimentos podem ser explorados. Um pouco da realidade do que se pode vivenciar nas aulas são apresentados por Duckur & Goyaz (s/d) quando apresenta em suas aulas de GR, uma dinâmica criativa que explore as diversas formas de movimentos explorando as capacidades dos alunos, exemplificando o professor deve apresentar as músicas e aparelhos utilizados nas aulas além de estabelecer o espaço utilizado. Diante das dificuldades encontradas com a falta de estruturas física, materiais em algumas escolas, podem ser buscados meios alternativos para que a modalidade seja oferecida sem privar as crianças de conhecer e praticar a atividade. Deutsch (2010) elenca algumas sugestões de objetivos específicos citadas por outro autor, que podem ser consideradas no ensino da GR. Aprender a apreciar os movimentos estéticos, graciosos e harmônicos; Aprender as técnicas de movimentos com cada aparelho; Compreender os movimentos como uma experiência criativa; Auto-avaliar-se e avaliar as companheiros; Trabalhar em grupo; Desenvolver a postura e a graça para a prática dos movimentos naturais; Desenvolver autoconfiança; Desenvolver elegância e fluidez nos movimentos corporais; Desenvolver força, resistência, agilidade, velocidade e equilíbrio; Desenvolver o sentido de estética do movimento;

21 19 Desenvolver ritmo, coordenação e sentido de sincronia, combinando movimentos e música; Ter prazer na participação; Executar os movimentos em situação de apresentação (classe competição etc.). Sempre deve ser respeitado o desenvolvimento da individualidade, capacidade e limitações de cada um, procurar fazer que o aluno tenha uma aprendizagem que contemple resultados positivos. As qualidades desenvolvidas pela GR estão relacionadas à realização e exploração dos movimentos corporais e a significação do movimento, ou seja, há uma forte relação entre os fatores cognitivos, físicos e humanos, é o que se observa na colocação de Peuker, (1974) quando diz: são suas finalidades formar o corpo, restabelecer o original de cada movimento orgânico, desenvolver e exercitar a ideia e satisfação de movimento e educação da atitude. 2.2 ASPECTOS AFETIVO-SOCIAIS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA O homem é um ser essencialmente sociável sua relação com o outro acontece a partir do momento da sua concepção. O bebê e a mãe estabelecem uma ligação muito forte a ponto que tudo que acontece com a mãe tem influência na gestação e consequente altera o físico e comportamental do cotidiano da pessoa e de quem está mais próximo. Gaio (1996 p. 81) diz que: Diferentes estudos demonstram que o tecido nervoso, composto primordialmente pelos neurônios, compõe um dos primeiros sistemas a se estruturar, ou seja, o Sistema Nervoso. Há uma fundamental importância na formação deste sistema, pois ele é o responsável pelos estímulos nervosos que possibilitam a melhoria dos movimentos. As experiências vivenciadas pela criança influenciam no seu desempenho nas atividades sugeridas nas aulas, se o processo de desenvolvimento acontece em meio a muitos estímulos provavelmente se terá mais chance de ter uma boa capacidade motora. 2.3 EDUCAÇÃO E SOCIEDADE Conforme a criança se desenvolve e cria autonomia para realizar atividades básicas do dia a dia que satisfaçam suas necessidades, ela é

22 20 inserida em novos ambientes com pessoas diferentes do seu convívio familiar. Gradativamente se amplia o meio social com oportunidades de interação com o outro na sala de aula, no recreio, no parque, no clube e em diversos ambientes. O suporte que o adulto deve dar a criança é indispensável, o apoio dos pais e a capacidade do professor ajudar na vivência da interação com o outro para que troquem experiências e construam um aprendizado cognitivo e motor. Para Waissmann (2003 p.55) A desigualdade, a diferença conformam bases, portanto, das sociedades. E é na convivência das diferenças e das similaridades entre indivíduos que se constroem os grupos sociais. Assim, cada indivíduo é parte do grupo, constrói o grupo. Mas o grupo é mais do que apenas a soma das propriedades de cada indivíduo. Alguns princípios criados pela sociedade ajudam as pessoas a estabelecer uma boa convivência e evitam conflitos que podem atrapalhar na harmonia e percepção de si e do outro, por isso uma das primeiras coisas que se estabelece em uma relação bem sucedida é o respeito. Se a orientação educacional da criança é voltada para o respeito ao próximo uma relação melhor é estabelecida com o outro, os indicadores de uma educação são destacadas por Junior et al. (2011 p. 39) Se você é ensinado a respeitar os outros como a si mesmo, sua posição sobre a vida e os outros será diferente daquela de alguém que aprendeu apenas a buscar o primeiro lugar num mundo competitivo. A educação é um tema amplo que não se restringe apenas ao âmbito escolar. A sociedade concebe um grande conjunto de atitudes e qualifica como educação que mesmo não sendo restrita ao ambiente escolar está essencialmente ligada a escola, algumas variações são entendidas através do conceito apresentado por Pilleti (2000, p. 110)... a educação é um processo essencialmente social, que consiste na ação das gerações adultas sobre as novas, podendo variar no tempo e espaço, segundo os ideais e interesse dos grupos que a promovem. Segundo PILETTI (2000, p.111),...a educação nos acompanha durante toda a vida, pois sempre estamos aprendendo coisas novas e, portanto, nos educando. Entretanto, é na infância que o processo educativo se torna mais intenso, proporcionando ao individuo o

23 21 instrumental físico, intelectual, humano. A educação ocorre em todos os ambientes em que a criança se encontra desde que haja adultos ou pessoas mais velhas, cujos padrões comportamentais a criança é levada a assimilar. 2.4 CORPO, MOVIMENTO E ATITUDE Uma das características que o ser humano possui é a capacidade de pensar, se relacionar, agir e resolver problemas. De acordo com relatos históricos a evolução do homem é contínua e crescente a cada necessidade que surge uma solução é procurada e tudo recomeça quando surgem outras necessidades. Assim um ciclo termina e outro começa, o corpo humano está bem ligado a essa dinâmica de ciclos tanto em relação à ação do tempo quanto ao seu funcionamento. O homem passa por fases em sua vida, primeira infância, infância, jovem, adulto e velhice e o corpo sofre alterações de acordo com cada fase sempre em uma constante mudança. De acordo com Gaio (1996), grupos de pessoas se diferenciam uns dos outros não apenas por condições genético-orgânicas mais por influência do ambiente onde crescem. O conhecimento da relação entre os fatores físicos e humanos é imprescindível ao realizar um trabalho corporal, conhecer as características individuais das pessoas implica na satisfação dos participantes porque atende os interesses individuais e do grupo. O sentimento, pensamento, motivação, emoção, impulso antecedem as ações e interferem na execução do movimento. Por isso a necessidade de assimilar, aprender, administrar ou mesmo disciplinar os movimentos no intuito de compreender que os movimentos são realizados através de comandos neuromotores e que as sensações e emoções influenciam na ação. Pensar, compreender a ação antes de executar ajuda na obtenção de um resultado positivo. É percebida a ligação entre a ação do movimento físico e a influência emocional sentimento se observa essa relação nas colocações de Marco (2010, p. 37)... a avaliação nessas modalidades da Ginástica reúne os dois principais pensamentos científicos: os positivistas que dita o tom da ciência ainda nos dias atuais, e o humanístico, sócio cultural, fenomenológico, que prescinde de medidas rígidas e prioriza o sentido humano no fazer, ao se interessar muito mais pelos aspectos qualitativos e subjetivos das ações humanas. Para os estudiosos a relação entre o pensamento científico e fazer

24 22 do movimento corporal implica em execuções práticas com relação ao movimento corporal. Para MARCO (2010 p. 36).... a prática, a execução, o componente artístico, plástico, e a avaliação representam uma indução para a Ginástica, pois esses componentes e o código de avaliação explicitam essa dicotomia ao pontuar, por um lado, a execução (movimento, físico, biomecânico, fisiológico, instrumentalização) e, por outro lado, o artístico (gesto, expressão corporal, plasticidade, criatividade, coreografia) Portanto aqui estão contidos os pressupostos das ciências Biológicas e humanas, respectivamente. A mídia em relação à imagem do corpo tem uma vertente deturpada do que realmente é um corpo saudável e belo, um biótipo padrão é exposto ilusoriamente como paradigma para que as pessoas desinformadas ou iludidas optem por fazer de tudo para obter um corpo igual ao que é mostrado. Assim deixam de lado sua individualidade, não percebe outros padrões de beleza e se tornam pessoas preconceituosas que não tem consciência de si e do outro. Para Russo (2010, p. 37)... percebemos que ainda usamos nosso corpo de maneira autoritária e não-verdadeira. O corpo pede para ser conhecido e a Educação Física pede para ser reconhecida. Tomar consciência de si mesmo e do outro, permitindo, dessa forma uma evolução do ser. Segundo RUSSO, (2010, p. 82).... a Educação Física deverá deixar de lado os corpos laboratoriais, os conceitos e as tabelas, priorizando a compreensão de nós mesmo como um ser único e indivisível. A Educação física traz consigo, em suas referências teóricas, leis de Física e Mecânica. Nós nos conhecemos por meio de pesos e medidas, mas, dificilmente por meio da sensibilidade corporal, pois ela não é mensurável. O que leva uma criança ou adulto voluntariamente a praticar atividade física é uma motivação pessoal seja porque se sentiu atraída ou porque foi incentivada, porém o que vai determinar a continuidade da sua prática são os resultados e como a pessoa se sente antes, durante e depois da atividade. A consciência dos benefícios e ainda percepção concreta dos resultados tanto em si quanto no outro, contribui para a permanência do participante. Russo

25 23 (2010 p. 82) afirma que... No momento em que formos capazes de viver nossa sensibilidade como a dinâmica da corporeidade, sugira outra maneira de viver. Agir com sensibilidade significa sentir o dinamismo, perceber a presença do outro. Ao ver que um grupo de pessoas pode trabalhar junto promovendo uma troca de experiências, procurando estabelecer uma convivência saudável e explorando suas capacidades individuais e em grupo surge um encantamento pela GR que pode proporcionar segurança, autoestima, criatividade, socialização entre outros fatores positivos. 2.5 COOPERAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO O conceito de cooperação é etimologicamente apresentado por Piletti (2000, p. 183) Palavra originária do latim, cooperação quer dizer trabalho em conjunto. Pode existir tanto em pequenos grupos, como o menor de todos que é a díade (grupo de duas pessoas), quanto em grandes organizações mundiais, como a Organização das Nações Unidas (ONU). Está incluída nas atividades em grupo, uma qualidade indispensável para uma boa relação entre as pessoas segundo a compreensão de Piletti (2000, p. 25) A cooperação, o trabalho de conjunto com vistas a objetivos do grupo, parece ser o processo educativo por excelência. Atitudes de cooperação entre as pessoas faz com que se concretize uma ação conjunta unindo as capacidades de duas ou mais pessoas. Segundo PILETTI (2000, p. 25) A cooperação inclui a competição e o conflito, já que indivíduos com características diferentes, trabalhando juntos, geralmente apresentam divergências, competições e conflitos são superados, o grupo avança em seu processo educativo, atinge um estágio superior. Portanto, embora necessário para andamento do processo, a competição e o conflito não são suficientes, precisam ser contemplados pela cooperação. De acordo com Piletti (2000, p. 228) socialização é o processo através do qual o indivíduo internaliza os padrões sociais de agir, pensar e sentir. Através da socialização, desde que nasce o individuo é treinado para querer agir segundo as expectativas sociais e só ter desejos e sentimentos permitidos socialmente. Mesmo que o conceito de socialização mostre padrões indutivos

26 24 de comportamento as relações com o próximo se estabelecem a partir da aceitação e interação com o outro. 2.6 ESCOLA O significado de escola vai muito além de uma estrutura física organizada para oferecer conhecimento para os alunos. O ambiente escolar ultrapassa as paredes de uma instalação física, nela se constroem relações sociais onde o aprendizado é construído. Para ARINI et al.( 2010 p. 82) Para que serve a escola? Em parte, ela é a instituição conformista por natureza. É lá que aprendemos os meios e modos do mundo, as tradições de nossa cultura, o que devemos fazer para ter sucesso, de acordo com as expectativas da sociedade. Mais ela é também o lugar do exercício das possibilidades. É nela que aprendemos a pensar por conta própria. Uma boa educação inclui a capacidade de questionar, experimentar, criar. Os bons alunos mesclam suas atividades ao estudo. Com isso ganham capacidade crítica, vivência e experiência. Grande parte da vida de uma criança ou adolescente se passa na escola, muitas relações se criam neste ambiente com colegas, professores funcionários e comunidade. Esta convivência se estabelece em qualquer escola seja privada ou pública, de população de classe média alta ou baixa. Gaio (1996 p. 106) explica que: Precisamos sim, sugerir mudanças, lutar pela transformação, contribuir para o crescimento do trabalho adequado nas escolas que promova o desenvolvimento afetivo-social da criança, a partir da construção do conhecimento. Logo nos primeiros anos a criança é levada a este ambiente com objetivo de buscar o conhecimento explorar suas potencialidades, ampliar sua visão de mundo, crescer em vários aspectos físico, intelectual, afetivo e social. Enfrentar novas situações não é fácil para ninguém e é mais difícil ainda para uma criança, o preparo dos profissionais para receber os alunos é primordial para o desenvolvimento de um bom trabalho. As necessidades da criança não se limitam a fatore efetivos mais a afetivos também, segundo é ressaltado por Gaio (1996 p. 107) É para além dos aspectos sociais e organizacionais está a

27 25 criança. A criança necessita de carinho, precisa ser respeitada como ser humano que busca sua identificação. A escola deve estar sempre se renovando buscando satisfazer os anseios, necessidades e desejos dos alunos, manter uma postura crítica diante dos valores impostos pela sociedade, ser aberta flexível, acolhedora, investigativa e questionadora. A formação e transformação de pessoas precisam ser presentes neste contexto. 2.7 A GINÁSTICA RÍTMICA NO ENSINO FUNDAMENTAL Segundo a Secretaria de Estado da Educação São Paulo COORDENADORIA DE ESTUDOS E NORMAS PEDAGÓGICAS (1978) A GR no ensino fundamental tem por objetivo principal a formação do aluno sem expectativas de nível técnico avançado, é uma ferramenta que o profissional pode utilizar para atingir os objetivos da educação física. De acordo com PRADO & SILVA (2009) A opção pela inclusão da GR nas aulas de Educação Física Escolar implica coragem de remar contra a maré do ensino formal. Encontra-se dificuldade como falta de espaço físico adequado, aquisição de aparelhos, receptividade negativa pelo preconceito do novo/diferente, desinteresse dos professores pelo desconhecimento da modalidade. Necessita de estudos, desejos, conhecimentos, reconhecimento, sentimento e respeito ao corpo e á modalidade, fazendo da GR uma grande aliada das aulas de Educação Física Escolar. A fim de contribuir com a sistematização dos conteúdos de GR nas aulas de Educação Física algumas sugestões são apresentadas compreendendo uma organização de acordo com cada série. Esta proposta foi trazida por Rinaldi e Césário no quadro 1. Sugestão de sistematização para a GR para os ensinos Fundamentais.

28 26 1º e 2º anos (EF) Conhecimento a ser tratado e produzido Movimentos básicos a mãos livres da GR: entender as diferentes possibilidades de movimento e o esquema corporal por meio de formas básicas de movimentar-se, como andar, correr, saltitar, saltar, rastejar, balancear, circundar, girar, rolar, estender, ondular etc. Sugestões de encaminhamento didático pedagógico Vivências e experiências práticas por meio de exploração do ambiente escolar. Por exemplo: Saltar, andar, equilibrar-se, girar em escadarias, muros baixos, grades, bancos, troncos, gramado, sala de aula, pátio, quadra etc. Identificação dos ritmos corporais (respiração, batimentos cardíacos, vozes, formas de caminhar, bater palmas, bater os pés etc.). Essa exploração pode se dar por meio do trabalho om o imaginário infantil, pois ao fazer uso de histórias, os alunos podem representar personagens (das histórias e do cotidiano infantil), sejam elas contadas pelo professor, pelas próprias crianças e/ou orientadas pelo professor. Estas podem ser da literatura infantil clássica, da cultura popular ou ainda, da história de vida das crianças e devem permitir a experimentação dos movimentos a mãos livres da GR. A produção do conhecimento poderá ser socializada por meio de produção de cartazes por partes dos alunos, que expressem atividades realizadas e os conhecimentos tratados, de forma a relacioná-los ao cotidiano infantil; e construção de dramatização de uma história criada a partir dos movimentos básicos a mão livre que foram trabalhados.

29 27 Continuação 3º ano (EF) Conhecimento a ser tratado e produzido Sugestões de encaminhamento didático-pedagógico GR e sua relação com a cultura Vivências e Experiências práticas: popular: resgate dos conhecimentos gímnicos - fundamentos hitórico-culturais do cotidiano das crianças por meio de das práticas corporais populares; uma pesquisa junto a comunidade - acrobacias, pré-acrobacias, sobre conceito e movimento da GR, a movimentos de manipulação e fim de buscar um paralelo entre os sua relação histórica com a termos do senso comum (cambalhota, cultura popular campo dos estrela, malabarismo etc.) e os divertimentos: uso do corpo como utilizados na prática institucionalizada entretenimento/espetáculo em (rolamento, roda, manipulação de ruas, praças públicas, feiras, aparelhos etc,) circos e etc. Identificação do ritmo musical Ensino de movimentos básicos a (diferentes sons, músicas rápidas e mãos livres, de forma rudimentar lentas, tempos fortes e fracos); (saltar, rolar, equilibrar) e do exploração dos diferentes ritmos com o manuseio de materiais: próprio corpo e com os materiais da - manuseio dos aparelhos de GR GR. combinados com movimentos Análise de textos e filmes sobre os corporais. movimentos da GR e sua relação com Atividades rítmicas e musicais a cultura popular. aliada aos movimentos corporais Construção de um texto sobre os e com aparelhos. conhecimentos produzidos. Este pode Elaboração de composições de ser por meio de escrita (poesia, GR a partir dos conhecimentos dissertação etc.) desenho, colagem etc. gímnicos conhecidos e Socialização dos conhecimentos na construídos. escola por meio de exposições dos Materiais a serem textos e apresentação das confeccionados e explorados composições de GR produzidas pelos pelos alunos: bolas, arcos, faixas, alunos. fitas bastões, maças e cordas.

30 28 Continuação Conhecimento a ser tratado e produzido Sugestões de encaminhamento didático pedagógico 4º ano (EF) A GR em diferentes contextos. Fundamentos técnicos: padronização e estética do movimento e nos padrões do esporte de rendimento: - movimentos a mãos livre de forma mais elaborada que nas séries anteriores: saltos equilíbrios, giros; pivôs, acrobacias (rolamentos, inversões do eixo longitudinal); elementos de flexibilidade, ondas; balanceios; e circunduções. Ritmo musical e música e movimento. Vídeos e DVDs que mostrem a GR como competição e demonstração: festivais e Ginástica. Ensino da técnica dos movimentos característicos da GR por meio de vivência/experiências práticas: trabalhos individuais e pequenos grupos em variados níveis, trajetórias, direções e planos. Nas atividades em grupo, também podem ser utilizados os seguintes trabalhos espelho (jogo de identificação com os movimentos do colega, como se fosse realmente seu espelho), sombra (consiste em ser a outra imagem não real, dos movimentos da pessoa, posicionando-se atrás dela) Exploração dos diferentes ritmos com o próprio corpo, com o corpo do outro e com os materiais de GR. Elaboração de composições gímnicas: série com os elementos a mãos livre da GR aprendidos conforme a possibilidade dos alunos. Socialização dos conhecimentos produzidos por meios de apresentações de GR em um festival também organizado pelos alunos.

31 29 Continuação Conhecimento a ser tratado e produzido Sugestões de encaminhamento didático pedagógico 5º ano (EF) Fundamentos históricoculturais: Ginástica que originou a sistematização da GR e a presença da ciência nas atuais Ginásticas competitivas: o movimento ginástico técnico e padronizado. Os diferentes nomes da GR na História. Mesmo elementos do 4º ano com a inclusão dos aparelhos manuais nos exercícios a mãos livres. Ritmo musical e musica e movimentos. Análise de textos, gravuras e filmes que tragam o movimento ginástico padronizado, anterior e posterior á fragmentação da Ginástica em diferentes manifestações. Produção de textos referentes à padronização do movimento gímnico e, em especial, ao processo de sistematização da GR. Inclusão de aparelhos: movimentos básicos com corda arco, bola maças e fitas, em grupos e/ou individuais. Exploração dos diferentes ritmos com o próprio corpo, com o corpo do outro e com os materiais da GR. Elaborações de composições gímnicas: série de movimentos associados aos aparelhos da GR. Socialização dos conhecimentos produzidos por meio de apresentações de GR em um festival também organizado pelos alunos.

32 30 6º e 7º ano (EF) Conhecimento a ser tratado e produzido Fundamentos históricos culturais: a racionalidade técnica presente na sociedade, na Educação Física, na ginástica e, em especial, na GR. Questão de gênero: A GR como esporte feminino. A GR como manifestação gímnica esportiva. Estudo teórico-prático e análise crítica de fundamentos, elementos corporais, aparelhos, instalações, regras e possibilidade de treinamento. Estabelecer ligações de movimentos mais complexas que nas séries anteriores. Ritmo musical e ralação música e movimento. Sugestões de encaminhamento didático pedagógico Discursão circulares referendadas na experiência pessoal, na análise de texto e na análise de gravuras e filmes sobre como a GR foi influenciada e como influenciou os acontecimentos sociais e político nos últimos 150 anos. Discursões a cerca da participação da mulher e do homem na GR. Produções de texto referentes a GR e suas diferentes possibilidades de prática. Vivência e experiências práticas a partir de aparelhos de GR confeccionados pelos alunos e que possibilitem a prática dessa manifestação gímnica, as quais devem culminar na elaboração de composições gímnicas. Ritmo musical (melodia, harmonia e ritmo; som intensidade, duração timbre e altura; regularidade rítmica). Relação música e movimento (análise de estruturas rítmicas e composição de movimentos da GR e ao manejo dos aparelhos. Socialização dos conhecimentos produzidos por meio de exposições de texto e apresentações das composições construídas coletivamente pelos alunos.

33 31 Continuação 8º e 9º ano EF Conhecimento a ser tratado e produzido GR, estética corporal e saúde. Os padrões de corpo dessa modalidade como esporte de rendimento. Os hábitos de vida da sociedade conteporanea que levam ao sedentarismo. Por exemplo: os reflexos da tecnologia (eletrônica e informática) no cotidiano das pessoas. Fundamentos culturais: indústria cultural e padrão estético; saúde para a produtividade. Fundamentos técnicos da GR: movimentos corporais e dos aparelhos. Exploração dos diferentes aparelhos. Exploração de diferentes movimentos (saltos, equilíbrios, pivô, ondas etc.) não trabalhados anteriormente. Estabelecer ligações de movimentos mais complexas que nas séries anteriores. Sugestões de encaminhamento didáticopedagógico Discursão circulares referendadas na experiência pessoal, na análise de gravuras sobre padrões os padrões de beleza estabelecidos socialmente e sua relação com a saúde. Discursões e análise dos padrões de corpo na GR como esporte de rendimento. Estudar as capacidades físicas envolvidas no trabalho com a GR e a estética corporal na sociedade contemporânea. Nesse período, já é momento de se intensificarem as possibilidades investigativas, dando-lhes maior sustentação teórica. Vivência e experiências práticas da GR e suas diferentes possibilidades de prática. Os níveis de especialização corporal podem ser ampliados e as ações básicas de esforço representam uma possibilidade de contribuir para enriquecer o trabalho corporal dos alunos e suas criações. Elaboração de composições gímnicas a partir dos movimentos da GR, mas com as características da Ginástica Geral (sem regras rígidas; com formas básicas de movimento em sua diversidade gestual e musical, exploradas por meio de experiências coletivas com ou sem utilização de materiais) Socialização dos conhecimentos produzidos por meio de exposições de texto e apresentações práticas

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