CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE DRIFT CAMPEONATO BRASILEIRO DE DRIFT 2015 REGULAMENTO TÉCNICO GERAL

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1 1 CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE DRIFT CAMPEONATO BRASILEIRO DE DRIFT 2015 REGULAMENTO TÉCNICO GERAL Sumário 1. Regulamentação: 2 2. Participantes 2 3. Homologação: 3 4. Carroceria e Chassis: 3 5. Rodas e Pneus: 3 6. Compartimento do motor: 3 7. Tanque de combustível: 4 8. Fios e mangueiras: 4 9. Célula de sobrevivência: Luzes Pontos para reboque Segurança 5

2 2 REGRA GERAL As normas e regras aqui estabelecidas devem ser seguidas e obedecidas por todos competidores e equipes da categoria. Não será permitido nas áreas Desportivas, bebidas alcoólicas e/ou qualquer narcótico, substância controlada, substâncias dopantes, e / ou drogas recreativas. 1. Regulamentação: a) Todos os veículos inscritos deverão passar por vistoria prévia. b) Todos os pilotos deverão ter a cédula de piloto vigente no ano corrente para participar do campeonato ou prova. c) Os competidores deverão provar aos Comissários Técnicos e Desportivos do evento, que seu veículo cumpre todas as regulamentações exigidas por regulamento homologado, durante qualquer momento da etapa. d) Os Comissários podem solicitar a qualquer momento que sejam feitas as verificações necessárias em qualquer veículo inscrito no campeonato. e) Os Comissários Técnicos podem requerer que um veículo seja desmontado, para se verificar as condições de segurança ou de conformidade com o regulamento homologado. f) Todo piloto inscrito deve dispor de 1 (um) ou mais mecânicos para que se proceda a desmontagem do veículo e todos os custos envolvidos na operação correm por conta do piloto/equipe. 2. Participantes a) Poderão participar pilotos maiores de 18 anos, filiados à CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo, apresentando a devida cédula Desportiva, comprovando a sua vigência; b) Todos os integrantes que trabalham nos boxes, ou outra área de risco designado, devem ter 18 anos ou mais e deverão portar uma pulseira de equipe. c) Os participantes deverão ter conhecimento de todas as normas constantes nos Regulamentos Técnico e Desportivo da categoria e no CDA/2015, e concordar em cumpri-las completamente. d) Para a participação do Campeonato Brasileiro de Drift 2015, o Piloto deve já ter participado da edição anterior do Campeonato Brasileiro de Drift, ou de alguma das Etapas de um Campeonato de Drift. e) Caso o Piloto ainda não tenha participado de nenhuma das edições anteriores como citado no item acima (item c), este será avaliado pela Direção de Prova em relação a sua experiência na categoria; f) Para a avaliação de participação a Direção de Prova irá comunicar pessoalmente ao Piloto interessado o local e horário deste;

3 3 g) Para a avaliação de Participação a Direção de Prova avaliará: A execução do traçado oficial pelo piloto em modo de Drift, e se a condução deste não oferecerá riscos a ele como aos demais participantes.; 3. Homologação: a) O veículo competidor deve ser identificado com números, em cor contrastante ao fundo em que for aplicado, em ambas as laterais. O número deverá ser formado por algarismos com dimensões de no mínimo 10,0cm (dez centímetros) de altura e 2,0cm (dois centímetros) de traço cada um. b) Será obrigatória também a inscrição do nome e do tipo sanguíneo do piloto nas portas dianteiras. c) Fica proibida a identificação do veículo com polidores de sapato tipo nugget e fitas adesivas do tipo crepe, isolantes ou similares. 4. Carroceria e Chassis: a) O veículo deve impreterivelmente, possuir tração traseira original de fábrica; b) O veículo com tração integral nas 4 rodas, devera desligar a tração dianteira ; c) Os veículos somente com tração dianteira original de fábrica, não poderão ser alterados para tração traseira., não sendo permitidos na categoria; d) O chassi do veículo deve ser Monobloco original de fábrica, não estão permitidos chassis tubulares; e) São permitidas modificações de todos os tipos na Carroceria do veículo desde que o chassi original de fábrica seja mantido sem alterações. 5. Rodas e Pneus: a) Todas as porcas da roda devem estar presentes e apertadas. Nenhum adorno ou calotas é permitido. b) O tipo de pneu deve ser Radial, o controle das condições dos pneus serão analisadas pelo Comissário Técnico que terá autonomia para vetar o pneu que, a seu critério, não poderá ser usado. 6. Compartimento do motor: Não deve haver qualquer vazamento de fluidos no motor. Deve ser utilizado um ladrão para o radiador com pelo menos um litro de capacidade. Respiradouros de óleo ou aberturas devolverão o óleo ao motor ou terminarão em um tanque de coleta de pelo menos um litro. Todas as mangueiras que carregarem fluidos devem estar em boas condições, sem qualquer rachadura ou outra avaria.

4 4 7. Tanque de combustível: O Tanque de combustível deve ser afixado fora do habitáculo do Piloto, e será verificado a sua fixação para que o combustivel não derrame sob circunstância alguma. 8. Fios e mangueiras: a) Não deve haver qualquer fio exposto dentro do habitáculo do piloto de forma a interferir na condução segura do veículo, passível de reprovação na vistoria técnica; b) É expressamente proibido mangueiras que conduzam qualquer tipo de substância inflamavel e/ou combustível dentro do habitáculo do piloto. 9. Célula de sobrevivência: a) Todos os veículos participantes devem utilizar uma gaiola de proteção (santo antônio); b) A Configuração mínima obrigatória para construção da Gaiola deve seguir o seguinte modelo: Mínimo 7 pontos (conforme ilustração anexa); Esta gaiola deve ser revestida com espuma anti-chamas nos pontos onde é possível o contato com o corpo do piloto; Nesta gaiola de segurança deve haver em cada cano de 38,0 mm (trinta e oito milímetros) um furo de 5,0mm (cinco milímetros) para conferência da espessura mínima de 2,0mm (dois milímetros) para aço carbono e 1,2mm (um vírgula dois milímetros) para cromo molibdênio. c) A gaiola deverá ser fixada de maneira permanente ao veículo, não serão aceitas gaiolas fixadas através de parafusos ou outros tipos de fixação não definitiva. d) O assento do Piloto deve ser esportivo, do tipo concha, e deve estar afixado de forma segura à estrutura do carro, resistente o suficiente para suportar um impacto; e) O assento do passageiro, quando houver, deve atender aos mesmos requisitos do assento do piloto. f) Ambos os assentos devem possuir o travamento no encosto, sendo que o travamento deverá ser localizado abaixo da abertura de passagem dos cintos de segurança, conforme figura abaixo; g) Liberada a retirada do banco traseiro; h) Portas dianteiras do veículo deverão abrir facilmente através de seus trincos externos ou alavancas; i) É proibida a utilização de película escura, colorida ou espelhada nos vidros; j) Proibido o uso de volante de madeira; l) É obrigatório uso de extintor de incêndio carregado, válido e fixado em seu suporte;

5 5 m) Todos os objetos soltos deverão ser removidos da célula de sobrevivência (sobre o assoalho, tapetes, estepes, macaco, ferramentas etc ). n) É de uso obrigatório para todos os ocupantes dos veículos o cinto de segurança de quatro pontos o) Todos os veículos devem ser equipados com Chave Geral, possibilitando o desligamento imediato de todo o sistema elétrico do veículo. 10. Luzes As luzes de freio devem, obrigatoriamente, estar em perfeito funcionamento, será item de inspeção técnica e a falta e/ou o mau funcionamento destas é passível de punição; 11. Pontos para reboque a) É obrigatório que todos os veículos tenham pelo menos 2 (dois) pontos para reboque acessíveis (e utilizáveis), conforme CDA2015; b) Um ponto na parte frontal e um ponto na parte posterior; c) Estes não podem ficar salientes de forma a oferecer riscos aos transeuntes; d) Os pontos devem ficar em área de fácel acesso e visualização, sem a manipulação da estrutura e/ou dos painéis do veículo; e) Os pontos devem ser resistentes o suficiente para suportar o peso do próprio veículo; f) Caso nenhum ponto para reboque esteja disponível, a equipe de resgate utilizará outro local disponível, mesmo que este tenha a possibilidade causar danos ao veículo do competidor. g) A equipe de resgate e a Organização não será responsabilizada por tal dano; 12. Segurança a) Obrigatório o uso de macacão, sapatilhas, luvas de competição; b) No macacão deverá estar escrito o nome do piloto e o tipo sanguíneo; c) O uso de capacete aberto é proibido. d) Todos os carros devem ter uma rede de janela, o OEM clara vidro, ou um pedaço de clara Lexan ou outro material de policarbonato, no lugar de ambas as aberturas das janelas da frente sempre que o carro estiver na pista.; e) Todos os veículos devem possuir os limpadores de para-brisa dianteiro; f) A chave geral de uso obrigatório deve estar ao alcance do piloto no interior do veículo e outra no exterior possibilitando o desligamento imediato por qualquer pessoa em casos emergenciais. Advertimos que qualquer descumprimento das regras aqui mencionadas estará sujeita penalidades de acordo com as normas gerais do regulamento do Campeonato Brasileiro de Drift 2015.

6 6 O presente regulamento foi elaborado pela Comissão Nacional de Drift, aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional e homologado pelo Presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo. Rio de Janeiro, 12 de janeiro de Comissão Nacional de Arrancada Carlos Alberto Rodrigues de Deus Presidente Conselho Técnico Desportivo Nacional Nestor Valduga Presidente Confederação Brasileira de Automobilismo Cleyton Tadeu Correia Pinteiro Presidente

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