Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos"

Transcrição

1

2 Prefácio XIII Nota do Autor XV Capítulo I Introdução à gestão da manutenção A manutenção A gestão Gestão da manutenção Custos de manutenção Software de gestão da manutenção Informática na manutenção e as modas Requisitos legais e de qualidade Objectivos e expectativas da gestão da manutenção Alguns factos e números Normas de manutenção Norma da terminologia de manutenção EN Norma dos indicadores de manutenção EN Norma dos contratos de manutenção EN Norma da documentação de manutenção EN Outras normas de manutenção 19 Resumo do Capítulo 20 Capítulo II Terminologia, definições e conceitos Conceitos fundamentais Termos relativos aos bens Bem Bem imobilizado Consumíveis, sobressalentes e rotáveis Propriedades dos bens Disponibilidade Fiabilidade Manutibilidade Vida útil Taxa de avarias Avarias e acontecimentos Avaria Estados de avaria e estado dos bens Estados de indisponibilidade Estados de disponibilidade Outros estados dos bens Tipos e estratégias de manutenção Manutenção programada Manutenção não programada 36 Índice

3 2.7. Actividades de manutenção Termos relativos ao tempo Tempo requerido Tempo de funcionamento Tempos de manutenção Tempos de disponibilidade e de indisponibilidade Outros tempos em manutenção Logística e ferramentas de manutenção Indicadores técnicos e económicos Outros elementos de rigor na linguagem e na expressão Avisos e observações de segurança Graus de urgência 50 Resumo do Capítulo 51 Capítulo III Indicadores de gestão da manutenção Porquê indicadores na gestão da manutenção? Factores para cálculo de indicadores Factores relacionados com o tempo Factores relacionados com esforço HH Factores relacionados com quantidades ou número de eventos Factores relacionados com custos Factores relacionados com valores Tempos de funcionamento e contadores Funcionamento entre datas com registos regulares Funcionamento baseado em registos irregulares Projecções de funcionamento Indicadores teóricos de manutenção Taxa de avarias Tempo médio de calendário entre avarias Tempo médio de funcionamento entre avarias, MTBF Tempo médio de reparação, MTTR Tempo médio de espera, MWT Utilização prática dos indicadores teóricos de manutenção Conceito das análises ABC Indicadores normalizados de manutenção Indicadores económicos (exemplos) Indicadores técnicos (exemplos) Exemplos de indicadores organizacionais Factores que intervêm nos indicadores Análises gráficas evolutivas Análise de acontecimentos Análise de esforço Análises de incidência 92

4 3.9. Em conclusão: que indicadores utilizar? 93 Resumo do Capítulo 94 Capítulo IV Manutenção de edifícios Requisitos legais e regulamentares na gestão de edifícios Definições, abreviaturas e siglas Requisitos RSECE relacionados com a manutenção Boas práticas de gestão da manutenção Objectivos de gestão e indicadores Indicadores de desempenho Quadro de bordo da gestão de um edifício O sistema de gestão da manutenção Cadastro do parque objecto de manutenção Especialidades da área de intervenção técnica Planos de manutenção e procedimentos Histórico do trabalho Monitorização de consumos e eficiência energética Colheita de informação sobre consumos de energia Quadro de análise energética Previsão de custos de energia Consumo de água Análises ao consumo de água Auditorias Apreensão geral da organização antes da auditoria Auditoria energética Auditoria à QAI 122 Resumo do Capítulo 123 Capítulo V Organizar o sistema de gestão Elementos da empresa Área de intervenção técnica Custo HH Pessoal Fornecedores Custeio Centros de custo Rubricas Organização do parque de objectos de manutenção Organização funcional Norma de codificação dos objectos de manutenção Famílias de equipamentos Tipificação dos trabalhos de manutenção Norma de codificação de materiais Outros elementos da organização 142

5 Resumo do Capítulo 144 Capítulo VI Registo dos equipamentos e planos Conceitos associados aos bens Registo de objectos de manutenção Informação associada a um objecto de manutenção Documentação técnica de manutenção Associação de documentação técnica ao registo do objecto Cenário operacional Sobressalentes aplicáveis Metodologia para preparação do plano de manutenção Algumas questões práticas ao planear a manutenção Descrição das tarefas na FMP Previsões no planeamento Quando não se dispõe de informação detalhada Periodicidades da manutenção sistemática Que trabalhos documentar Biblioteca de preparações Rotinas de inspecção tipo passeio 160 Resumo do Capítulo 162 Capítulo VII Programação e gestão dos trabalhos Definições Gestão dos trabalhos Trabalhos programados OT sistemática Rotina de inspecção tipo passeio OT preventiva condicionada Trabalhos não programados Reparação Reparação urgente Sintomas, órgãos e causas das avarias Pedidos à manutenção Reportar o esforço de mão-de-obra Reportar/imputar peças e materiais utilizados Registar outros recursos nos trabalhos Reportar a realização e os tempos Registos de funcionamento dos equipamentos 187 Resumo do Capítulo 189 Capítulo VIII Norma de codificação de materiais Definições Requisitos da gestão dos materiais de manutenção Norma de codificação de materiais Classes 194

6 Famílias e subfamílias Designações e informação associada aos artigos Eleição dos artigos do ficheiro mestre Consumo de materiais na manutenção 202 Resumo do Capítulo 204 Capítulo IX Gestão do armazém Definições Funções da gestão do armazém Operacionais Gestão Arrumação física Localização dos artigos no armazém Etiquetagem Recepção física de materiais Entradas para armazém Saídas de armazém Processo normal Saídas simplificadas um a um Eleição dos artigos de armazém e definição de quantidades Artigos recondicionados Inventário Informação e análises da gestão de stocks 220 Resumo do Capítulo 222 Capítulo X Aprovisionamentos à manutenção Definições Processo de encomenda Fornecedores Contratos de manutenção Elementos gerais Âmbito das tarefas Disposições técnicas Disposições comerciais Disposições organizacionais Disposições legais e jurídicas Contratar fora ou fazermos nós? Aprovisionamento de materiais Quando encomendar Que quantidade encomendar Modalidades de fornecimento 236 Resumo do Capítulo 237 Capítulo XI Controlo de custos de manutenção Os custos da manutenção 240

7 Conceito normalizado do custo de manutenção Custos invisíveis Apuramento dos custos Custos de mão-de-obra Custos de materiais Custo dos serviços Custos de indisponibilidade Orçamentos de manutenção Estrutura de rubricas e centros de custo Estimativas de custo para o orçamento Estruturar o orçamento Custear a manutenção Relatórios do controlo orçamental 254 Resumo do Capítulo 256 Apêndice I Sistemas para hotéis e escritórios 257 Apêndice II Desenhos de fichas técnicas 261 Apêndice III Biblioteca de preparações padrão 273 Índice de Figuras 321 Índice de Tabelas 323 Índice Remissivo 325 Bibliografia 331

Gestão da manutenção de edifícios. Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda

Gestão da manutenção de edifícios. Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda Gestão da manutenção de edifícios Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda Temas da apresentação Recapitular conceitos básicos de manutenção e gestão Indicadores de manutenção: função e

Leia mais

Daniel Gaspar. A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão

Daniel Gaspar. A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão Daniel Gaspar A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão Leiria, 2 de Junho de 2004 Introdução Evolução Estratégia Organização Modelos de gestão 2 3 Quando a manutenção e o sistema de informação

Leia mais

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho).

3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho). GESTÃO DE STOCKS STOCKS Almofada do planeamento e programação FORNECEDOR FABRICO CLIENTE stock MP stock TC stock PA Objectivos da criação de stocks 1. Aumentar a segurança, criando defesas contra as variações

Leia mais

Especificação Técnica

Especificação Técnica Especificação Técnica Abril de 2013 Índice Especificação técnica... 2 Um Software, 3 designações:... 2 Módulos da aplicação Solução Integrada... 2 Características técnicas do Software... 3 Funcionalidades

Leia mais

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM

Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM Gestão Total da Manutenção: Sistema GTM por Engº João Barata (jbarata@ctcv.pt), CTCV Inovação Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro 1. - INTRODUÇÃO Os sub-sistemas de gestão, qualquer que seja o seu

Leia mais

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE

OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE OS SISTEMAS DE GESTÃO DA MANUTENÇÃO DO MATERIAL CIRCULANTE 1. REFERÊNCIAS [1] - Bases Gerais para a Implementação de Sistemas de Gestão da Manutenção de Material Circulante, Instrução Técnica 5, INCFA

Leia mais

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 MANUAL DE FUNÇÕES NO ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE XZ Consultores Direção INTRODUÇÃO Página: / Revisão:0 ÍNDICE CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1 Mapa de Controlo das Alterações

Leia mais

GESTÃO DE MANUTENÇÃO. Como Elaborar e Controlar um Plano de. Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações

GESTÃO DE MANUTENÇÃO. Como Elaborar e Controlar um Plano de. Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações 3ª EDIÇÃO SEMINÁRIO Revisto e Actualizado Como Elaborar e Controlar um Plano de GESTÃO Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações O evento foi criativo, inovador, e deu-nos

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão, incluindo os de Corrupção e Infracções conexas Relatório Anual O presente relatório pretende demonstrar o acompanhamento e a forma como os diversos serviços do Município

Leia mais

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente Técnica, Tecnológica e Prática Componente Científica Componente Sociocultural Morada: Rua D. Jaime Garcia Goulart, 1. 9950 361 Madalena do Pico. Telefones: 292 623661/3. Fax: 292 623666. Contribuinte:

Leia mais

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS 3 A importância de uma Manutenção planeada e estruturada As organizações fazem,

Leia mais

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS

PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS 3 PRIMAVERA MAINTENANCE PARA UMA GESTÃO EFICAZ DE EQUIPAMENTOS A importância de uma Manutenção planeada e estruturada As organizações fazem,

Leia mais

OPTIMIZAÇÃO DO MTTR SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO

OPTIMIZAÇÃO DO MTTR SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO OPTIMIZAÇÃO DO MTTR 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 1 PORTFÓLIO Asset Performance Management Optimização de Energia Serviços de Consultoria para optimização da eficiência

Leia mais

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações.

A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. GESTÃO DE OPERAÇÕES A gestão de operações encarrega-se do estudo dos mecanismos de decisão relativamente à função operações. Os Directores de Operações são os responsáveis pelo fornecimento de bens ou

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos

Gestão do armazém: organização do espaço, artigos, documentos 1 1 2 A gestão do armazém está directamente relacionada com o processo de transferência de produtos para os clientes finais, e têm em conta aspectos como a mão-de-obra, o espaço, as condições do armazém

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

SUMÁRIO. PARTE A - Fundamentos da Contabilidade Analítica e de Gestão... 25

SUMÁRIO. PARTE A - Fundamentos da Contabilidade Analítica e de Gestão... 25 SUMÁRIO PARTE A - Fundamentos da Contabilidade Analítica e de Gestão......... 25 Capítulo I - Âmbito e objectivos da Contabilidade Analítica e de Gestão...... 27 Capítulo II - Conceitos fundamentais da

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães Página 1 de 7 Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Creixomil- Guimarães CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1 - O presente Regulamento estabelece

Leia mais

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos

Manual do Serviço. Trabalho Realizado por: Maria João Santos Manual do Serviço Pós-venda Trabalho Realizado por: Maria João Santos Organização do Trabalho: Conceito de Serviço Pós-Venda Importância do Serviço Pós-Venda Desafios Gestão de stocks Ordens de Serviço

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ENSINO : Profissional DISCIPLINA : Gestão TURMA : 10º H ANO LETIVO : 2011/2012

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ENSINO : Profissional DISCIPLINA : Gestão TURMA : 10º H ANO LETIVO : 2011/2012 ENSINO : Profissional DISCIPLINA : Gestão TURMA : 10º H ANO : 2011/2012 Analisar a evolução do conceito de organização Enumerar algumas finalidades de caráter económico e social das organizações Reconhecer

Leia mais

JOVENS TÉCNICOS PARA O AMBIENTE

JOVENS TÉCNICOS PARA O AMBIENTE 1. Apresentação JOVENS TÉCNICOS PARA O AMBIENTE O INOV-JOVEM, é um programa destinado a estimular o processo de inovação e desenvolvimento nas PME portuguesas, permitindo assim, a promoção de um emprego

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS WHITE PAPER MANUTENÇÃO PRIMAVERA ÍNDICE MANUTENÇÃO PRIMAVERA 4 MÓDULOS CONSTITUINTES 4 CADASTRO 4 Entidades 5 Localizações 8 MATERIAIS 11 Sobresselentes, Consumíveis,

Leia mais

Introdução 1 1. Enquadramento 5

Introdução 1 1. Enquadramento 5 r Indice Introdução 1 1. Enquadramento 5 l.1. Velhos e Novos Paradigmas na Gestão de Projectos 5 1.1.1. Novo Ambiente de Negócios 6 l.l.2. Problemas da Gestão de Projectos Tradicional.. 10 1.1.3. A Moderna

Leia mais

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA

REGULAMENTO ORGÂNICO DOS SERVIÇOS DO ISA Deliberação nº /2011 Considerando que, nos termos do nº 3 do artigo 12º dos Estatutos do Instituto Superior de Agronomia, compete ao Conselho de Gestão do Instituto Superior de Agronomia (ISA), aprovar,

Leia mais

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS Ivo BRAGA 1 RESUMO Os Serviços de manutenção exigem cada vez mais um elevado nível de complexidade. Mesmo a nível local onde o grau de especialização

Leia mais

Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção

Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção Por: Patrícia Isabel Correia* A ausência de um Sistema de Gestão de Manutenção provocou, ao longo de muitos anos, a deterioração

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Parece-me que alguém nos quer ultrapassar

Parece-me que alguém nos quer ultrapassar O que é a Manutenção? Conjunto de acções conduzidas com o fim de manter em condição aceitável as instalações e o equipamento fabril de forma a assegurar a regularidade da produção, a sua qualidade e a

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE DO SISTEMA DE GESTÃO Pág. 2 de 16 Se está a receber este documento, isto já significa que é alguém especial para a UEM Unidade de Estruturas Metálicas SA. Convidamo-lo

Leia mais

Apresentação Corporativa. 23 Janeiro 2013

Apresentação Corporativa. 23 Janeiro 2013 Apresentação Corporativa 23 Janeiro 2013 Mais de 29 anos de experiência no mercado nacional e internacional, contando com uma equipa de 50 colaboradores especializados Vasta oferta de Soluções de Gestão

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE PLANO CURRICULAR

PÓS-GRADUAÇÃO EM GESTÃO DA QUALIDADE PLANO CURRICULAR PLANO CURRICULAR UNIDADES CURRICULARES CARGA HORÁRIA ECTS Controlo Estatístico do Processo Doutora Florbela Correia 32 4 Gestão da Qualidade Mestre José Carlos Sá 24 4 Informática Aplicada a Qualidade

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ENTRE Electra SARL e Electra Norte, Sociedade Unipessoal, S.A. ANEXO III: ACORDO DE NÍVEIS DE SERVIÇO Serviços Financeiros Gestão Financeira Nível de serviço: Condições

Leia mais

Cursos para Quadros de Empresas (monitoria de Rui Assis) 2015/16

Cursos para Quadros de Empresas (monitoria de Rui Assis) 2015/16 para Quadros de Empresas (monitoria de Rui Assis) 2015/16 Estes cursos apoiam-se no software EXCEL e podem contemplar casos adaptados à realidade de cada empresa Área: Gestão Operacional 1. Análise Económica

Leia mais

Indice. Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos. Introdução... 1

Indice. Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos. Introdução... 1 r Indice Introdução.......................................... 1 Parte I - Um Modelo de Gestão de Projectos 1- Características da Gestão de Projectos 11 1.1 Definição de Projecto 11 1.2 Projectos e Estratégia

Leia mais

Componente de Formação Técnica. Disciplina de

Componente de Formação Técnica. Disciplina de CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de ENERGIAS RENOVÁVEIS PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Organização Industrial Escolas Proponentes / Autores Escola Profissional de

Leia mais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a s Finais Os processos de interrupção e restabelecimento do de energia elétrica a clientes finais têm por base o contrato de uso

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Serviço ao cliente (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Serviço ao cliente reconhecido como um aspecto importante do negócio da empresa dificuldade de definir

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

PROJECTO-PILOTO RASTREABILIDADE DISPOSITIVOS MÉDICOS (DMS) EM AMBIENTE HOSPITALAR. Nuno Loureiro Silvério Paixão

PROJECTO-PILOTO RASTREABILIDADE DISPOSITIVOS MÉDICOS (DMS) EM AMBIENTE HOSPITALAR. Nuno Loureiro Silvério Paixão PROJECTO-PILOTO RASTREABILIDADE DISPOSITIVOS MÉDICOS (DMS) EM AMBIENTE HOSPITALAR Nuno Loureiro Silvério Paixão Junho 2015 ÂMBITO Em ambiente hospitalar do SNS* Universo de Dispositivos Médicos (DM s)

Leia mais

Sistema de Gestão da Manutenção. Título. J. Durão Carvalho Serviço de Instalações e Equipamentos. 2 de junho de 2010

Sistema de Gestão da Manutenção. Título. J. Durão Carvalho Serviço de Instalações e Equipamentos. 2 de junho de 2010 0 Sistema de Gestão da Manutenção Título J. Durão Carvalho Serviço de Instalações e Equipamentos 2 de junho de 2010 1 SGM - Sistema de Gestão da Manutenção 1. Ambiente Centro Hospitalar constituido por

Leia mais

Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços. CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços

Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços. CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços 2 Overline CDS Complete Drive Service A estratégia de

Leia mais

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ

MQ-06-TM. Estrutura e Âmbito do SGQ Objetivo e Âmbito da Atividade O Manual da Qualidade define os princípios e os meios adotados para assegurar a qualidade adequada aos serviços fornecidos pelo Programa de Telemedicina da ARSA. O âmbito

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Apoio à Gestão Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ADMINISTRAÇÃO/GESTÃO OBJECTIVO GLOBAL

Leia mais

Auditorias da Qualidade

Auditorias da Qualidade 10 páginas sobre s da Qualidade "Não olhes para longe, despreocupando-se do que tens perto." [ Eurípedes ] VERSÃO: DATA de EMISSÃO: 9-10-2009 AUTOR: José Costa APROVAÇÃO: Maria Merino DESCRIÇÃO: Constitui

Leia mais

Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo - Cursos aprovados pelo POPH. Cursos aprovados Objetivos Conteúdos Programáticos

Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo - Cursos aprovados pelo POPH. Cursos aprovados Objetivos Conteúdos Programáticos Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo - Cursos aprovados pelo POPH Cursos aprovados Objetivos Conteúdos Programáticos Licenciamento Zero 1. Enquadramento legal 1.2. Os objetivos da nova lei. 1.1. O historial

Leia mais

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA

DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL DAS EMPRESAS E INDÚSTRIA Bens de consumo Produtos farmacêuticos Bruxelas, 14 de Fevereiro de 2008 EudraLex Normas que Regulam os Medicamentos na União Europeia Volume 4

Leia mais

Sistemas de Gestão de Energia

Sistemas de Gestão de Energia Gestão de Energia e Eficiência Energética nas Empresas Sistemas de Gestão de Energia 25 de Janeiro de 2013 Sistemas de Gestão de Energia Agenda: Gestão de Energia, porquê? Objetivos dos Sistemas de Gestão

Leia mais

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23

Índice PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 introdução 7 Índice NOTA PRÉVIA À 2ª EDIÇÃO 19 PREFÁCIO 21 INTRODUÇÃO 23 PARTE A ENQUADRAMENTO DA ACTIVIDADE FINANCEIRA Capítulo 1 INTRODUÇÃO À ACTIVIDADE FINANCEIRA 1. Evolução da actividade bancária

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS DO SECTOR DO GÁS NATURAL Fevereiro 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 213 033 200 Fax:

Leia mais

Regulamento do inventa rio. Junta de freguesia da Carapinheira

Regulamento do inventa rio. Junta de freguesia da Carapinheira Regulamento do inventa rio Junta de freguesia da Carapinheira 24-11-2014 Índice Página CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1º - Objecto 3 Artigo 2º - Âmbito 4 CAPÍTULO II Inventário e cadastro Artigo 3º

Leia mais

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL

GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL UNIVERSIDADE DO MINHO DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO E SISTEMAS GUIÃO PARA O DIAGNÓSTICO DE UMA UNIDADE INDUSTRIAL REAL ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO LOGÍSTICA AUTOMAÇÃO E ROBÓTICA Sílvio Carmo Silva (Prof.

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE. (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE (Unidade-Disciplina-Trabalho) MINISTÉRIO DO PLANO E FINANÇAS PROJECTO DE APOIO À GESTÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA (PAGEF) TERMOS DE REFERÊNCIA RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO

Leia mais

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO

REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO REGULAMENTO DE CONSTITUIÇÃO E REGULARIZAÇÃO DE FUNDOS DE MANEIO Em conformidade com a Lei n.º 8/2012, de 21 de fevereiro e Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21 de junho Aprovado na reunião ordinária da Câmara

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL a NOTA INTRODUTÓRIA Criado a 19 de Setembro de 2006 e tendo iniciado as suas funções a

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Polvoreira CAPITULO I PRINCIPIOS GERAIS. Art.º 1º.

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Polvoreira CAPITULO I PRINCIPIOS GERAIS. Art.º 1º. 1 Regulamento de Inventário e Cadastro do Património da Junta de Freguesia de Polvoreira CAPITULO I PRINCIPIOS GERAIS Art.º 1º. Lei habilitante O presente regulamento é elaborado no uso das competências

Leia mais

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE?

O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? 1 O QUE É A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE? A globalização dos mercados torna cada vez mais evidente as questões da qualidade. De facto a maioria dos nossos parceiros económicos não admite a não qualidade.

Leia mais

Gestão da Manutenção

Gestão da Manutenção UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Engenharia Gestão da Manutenção Carla Sofia Pereira Mouta Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Electromecânica (2º ciclo de estudos) Orientador: Professor

Leia mais

ISO 9001:2015. Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos

ISO 9001:2015. Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos ISO 9001:2015 Implementar a mudança Ciclo de workshops práticos W1 - CONHECER AS ALTERAÇÕES OBJECTIVOS Conhecer as principais alterações introduzidas na ISO 9001:2015 face à versão de 2008 Conhecer a estrutura

Leia mais

i 3.2 Assegurar Integridade e Profissionalismo 43 9 3.2.1 Lucro Pessoal 44

i 3.2 Assegurar Integridade e Profissionalismo 43 9 3.2.1 Lucro Pessoal 44 ICE Introdução 1 PARTE I - CONTEXTO DA GESTÃO DE PROJECTOS E NORMAS DO MERCADO 1. Enquadramento da Gestão de Projectos 7 1.1 Definição de Projecto 7 1.2 Intervenientes no Projecto 9 1.3 Triângulo de Restrições

Leia mais

Business Process Management

Business Process Management 1 Business Process Management O imperativo da eficiência operacional Na constante busca pelo aumento da eficiência operacional e diminuição dos custos, as organizações procuram optimizar os seus processos

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Auditoria ao Processo de Mudança de Comercializador. A. Enquadramento e Objectivos. Síntese do Relatório de Auditoria

Auditoria ao Processo de Mudança de Comercializador. A. Enquadramento e Objectivos. Síntese do Relatório de Auditoria A. Enquadramento e Objectivos A EDP Distribuição - Energia, S.A. (EDP Distribuição), empresa que exerce a actividade de Operador de Rede de Distribuição (ORD) de Energia Eléctrica em Média Tensão (MT)

Leia mais

MANUAL DE CONTROLO INTERNO

MANUAL DE CONTROLO INTERNO MANUAL DE CONTROLO INTERNO ARSN, IP Página 1 de 12 Ed. Rev. Data Autor 00 00 s/ data Implementação do Modelo de Controlo Interno nas ACSS ARS. 01 00 jan./2013 Adequação dos procedimentos à ARSN,IP. UACI

Leia mais

Enterprise Asset Management. Simplicidade e eficiência na gestão de Ativos e Instalações

Enterprise Asset Management. Simplicidade e eficiência na gestão de Ativos e Instalações Enterprise Asset Management Simplicidade e eficiência na gestão de Ativos e Instalações Maximize a capacidade operacional dos seus Ativos. Acelere a rentabilidade. E obtenha um rápido retorno do investimento

Leia mais

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011

Índice. QLD_MN_ManualQualidade_03_Pt; Data: 17/01/2011 Manual da Qualidade 1 Índice Índice Apresentação da Empresa.. Politica da Qualidade Organograma. Âmbito da Certificação Exclusões Estrutura do SGQ. Processos.. Interligação Processos 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Leia mais

Sistema de Incentivos

Sistema de Incentivos Sistema de Incentivos Qualificação e Internacionalização de PME amrconsult 13 de Maio de 2010 1 Agenda 1 Enquadramento 2 Condições de elegibilidade 3 Despesas elegíveis 4 Incentivo 2 1 Enquadramento 3

Leia mais

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais: 1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.

Leia mais

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA

COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA COMPRAS LOGÍSTICA í n d ic e COMPRAS Gestão e optimização de p. 134 Aprovisionamento e gestão de p. 134 Técnicas avançadas de de p. 135 Selecção e avaliação de p. 135 LOGÍSTICA Optimizar a gestão logística

Leia mais

Relatório de Inventário & Cadastro Patrimonial

Relatório de Inventário & Cadastro Patrimonial Relatório de Inventário & Cadastro Patrimonial Exercício 2 0 1 3 Uma adequada gestão do património municipal é o ponto de partida para que de forma clara se providencie e planeie, sustentadamente, as atividades

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 6 Objectivos Identificação das actividades de gestão de materiais; Familiarização do conceito de Gestão em Qualidade Total (TQM); Identificar e descrever uma variedade de filosofias

Leia mais

Gestores Colaboradores com participação activa na Gestão da Farmácia Gestores e/ou Contabilistas - Conhecer ferramentas fundamentais para melhorar a Gestão da Farmácia; - Conhecer o peso Contabilístico/Fiscal

Leia mais

Ministério do Comércio

Ministério do Comércio Ministério do Comércio Decreto Executivo nº /07 De 03 de Setembro Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério do Comércio; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia

Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Freguesia de Paçô Arcos de Valdevez 2013 Regulamento de Inventário e Cadastro dos Bens da Junta de Freguesia Para dar cumprimento ao

Leia mais

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade

Introdução. Confiabilidade. Conformidade. Segurança. Optimização e Disponibilidade Introdução Desenvolvido segundo um modelo de bases de dados relacionais, podem ser realizadas personalizações à medida de cada empresa, em conformidade com o Sistema de Informação existente e diversas

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

Requisitos de controlo de fornecedor externo

Requisitos de controlo de fornecedor externo Requisitos de controlo de fornecedor externo Cibersegurança para fornecedores classificados como baixo risco cibernético Requisito de 1. Proteção de ativos e configuração de sistemas Os dados do Barclays

Leia mais

II - Caracterização, Política e Organização da Empresa. Campo de Aplicação do Sistema de Gestão da Qualidade

II - Caracterização, Política e Organização da Empresa. Campo de Aplicação do Sistema de Gestão da Qualidade Indice Data: 2006.04.19 I - Secções Introdutórias Secção I.1. Secção I.2. Secção I.3. Secção I.4. Secção I.5. Objectivo e Campo de Aplicação Promulgação do Manual Organização, Emissão e Actualização do

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS

PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS PROJECTO DE REGULAMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS Artigo 1.º (Âmbito) 1 - O presente Regulamento estabelece a estrutura orgânica e as competências dos Serviços Administrativos e Financeiros

Leia mais

LOGÍSTICA NÍVEL I. LOCAL Centro de Formação TRIGÉNIUS FÁTIMA. CONDIÇÕES 1 Computador por participante Certificado de participação Coffee Break

LOGÍSTICA NÍVEL I. LOCAL Centro de Formação TRIGÉNIUS FÁTIMA. CONDIÇÕES 1 Computador por participante Certificado de participação Coffee Break LOGÍSTICA NÍVEL I Logística do ERP PRIMAVERA, designadamente Vendas e Stocks/ Inventários. administrativa. Configuração do administrador Criação e configuração de séries documentais Tratamento das entidades

Leia mais

www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura A G R O G E S T Ã O - Apoio Técnico e Administrativo

www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura A G R O G E S T Ã O - Apoio Técnico e Administrativo www.agrogestao.com 1 ACADEMIA AGROGESTÃO Formação em informática aplicada à agricultura A G R O G E S T Ã O - Apoio Técnico e Administrativo 2 www.agrogestao.com 1 Material de apoio Cada um dos módulos

Leia mais

FACILITIES MANAGEMENT

FACILITIES MANAGEMENT MINI MBA Potencialize a sua qualificação profissional Incremente a eficácia e rentabilidade da sua unidade de trabalho Eficiência operacional e redução de custos em FACILITIES MANAGEMENT Mini MBA Mais

Leia mais

Apresentação Corporativa

Apresentação Corporativa CONSULTORIA E ESTUDOS TÉCNICOS DE AMBIENTE E SEGURANÇA, S.A. Apresentação Corporativa Dezembro 2011 Propriedade da Enviprime 12/2011. Proibida a Cópia Sem Autorização Prévia SOBRE A ENVIPRIME, S.A. é uma

Leia mais

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património

Regulamento de Inventário e Cadastro do Património Regulamento de Inventário e Cadastro do Património União das Freguesias de Benavila e Valongo Rua 25 de Abril, 35 7480-226 BENAVILA NIF 510 835 084 Telefones: 242 434 251 / 242 434 231 Fax: 242 434 242

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos Actualizado em: 81121 P5 - Gestão Estratégica Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos SP3 Planeamento e Revisão do Sistema IT 9 Planeamento e Análise 4 Programa de Objectivos

Leia mais

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA

PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PROCEDIMENTO DO SISTEMA INTEGRADO QUALIDADE, AMBIENTE, SEGURANÇA PQAS 12 - E AUDITORIAS INTERNAS Cópia: Aprovação: Data: 11-04-2011 Página 2 de 8 ÍNDICE 1. OBJECTIVOS...2 2. ÂMBITO...2 3. SIGLAS, DEFINIÇÕES

Leia mais

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos.

Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. Contabilidade Contabilidade Contabilidade é entendida como um sistema de recolha, classificação, interpretação e exposição de dados económicos. É uma ciência de natureza económica, cujo objecto é a realidade

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição)

CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição) CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA (nova edição) MÓDULO RCCTE OBJECTIVOS Formação de peritos qualificados no âmbito da Certificação Energética de Edifícios no que respeita à aplicação do novo Regulamento das Características

Leia mais

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano

Contabilidade e Controlo de Gestão. 5. Elaboração do orçamento anual e sua articulação. Contabilidade e Controlo de Gestão. Gestão Turística -3º ano Contabilidade e Controlo de Gestão Ano letivo 2013/2014 Gustavo Dias 5.º Semestre Orçamento anual: instrumento de planeamento a curto prazo que permitirá à empresa quantificar os seus objectivos em termos

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/36

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/36 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE 1/36 OBJECTIVOS DA FUNÇÃO PRODUÇÃO... 3 A CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO... 5 INFRA-ESTRUTURAS... 10 EQUIPAMENTOS... 12 CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO

Leia mais

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I

CUSTOS conceitos fundamentais. Custo. Custo. Despesa. Pagamento. Proveito. Receita. Recebimento CONTABILIDADE ANALÍTICA I CUSTOS conceitos fundamentais Custo Sacrifício de um recurso para atingir um objectivo específico, ou, dito de outro modo, valor associado à utilização ou consumo de um recurso. A determinação dos custos

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE POSTOS DE TURISMO 8 PRINCÍPIOS DA QUALIDADE Focalização no cliente Relações com fornecedores mutuamente benéficas Liderança Decisão baseada em factos Princípios da Qualidade

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor:

MANUAL DA QUALIDADE. Pág. 1 de 15. Actuar. Verifica r. Data: 09/05/2011 Edição: 01 Revisão: 00 Entrada em vigor: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 1 de 15 Planear Realizar Actuar Verifica r Rubrica: Rubrica: MANUAL DA QUALIDADE Pág. 2 de 15 INDICE: CAP. 1 - MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE 1.1. - Objectivo 1.2. - Âmbito e exclusões

Leia mais

Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas

Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas Regulamento de Competências de Subunidades Orgânicas Dando sequência ao estabelecido no art.º 2.º do Regulamento da Estrutura Flexível dos serviços municipais e usando das competências conferidas pelos

Leia mais