Parece-me que alguém nos quer ultrapassar

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Parece-me que alguém nos quer ultrapassar"

Transcrição

1 O que é a Manutenção? Conjunto de acções conduzidas com o fim de manter em condição aceitável as instalações e o equipamento fabril de forma a assegurar a regularidade da produção, a sua qualidade e a segurança com o mínimo de custos totais Parece-me que alguém nos quer ultrapassar Depressa, depressa, estamos atrasados Temos um furo. Cuidado com os buracos Evolução da Manutenção Reparações simples realizadas pelos operários da produção sem carácter sistemático Serviço próprio de manutenção realiza reparações quando ocorrem avarias Serviço próprio de manutenção actuante de uma forma organizada com planeamento das acções de reparação e alguma manutenção preventiva Manutenção realizada com completo dominio das mtodologias preventivas. Abordagem sistémica da manutenção integrada no sistema produtivo

2 Objectivos da Manutenção Redução de custos Evitar paragens com perdas de produção Reduzir tempos de não dispobilidade do equipamento Reduzir emergências e número de avarias Melhorar a qualidade da produção Aumentar a segurança Aumentar o tempo de vida dos equipamentos Aumentar o output da produção Tipos de Manutenção Manutenção Planeada Não Planeada Preventiva Correctiva Emergência Sistemática Condicionada Numa unidade produtiva coexistem os diversos tipos de manutenção

3 Custos na Manutenção Directos Mãodeobra Materiais e sua conservação Subcontratação Amortizações de equip. de manutenção Indirectos Custos de estrutura imputados à actividade de manutenção Especiais Stocks d materiais e componentes Roturas de produção Sobre-deterioraçao de equipamentos Qualidade da produção Produção diminuida Custos na Manutenção $ TOTAL directos Minimo custo indirectos especiais Nivel (frequência/alcançe) da manutenção

4 Ciclo de vida dos equipamentos Produção Arranque Produção normal Decadência Taxa de avarias Degradação dos equipamentos Deficiente qualidade dos equipamentos (causas na concepção e fabrico) Maturidade. Taxa de avarias constante ou ligeiramente crescente Correctiva Preventiva Paliativa Tempo Eficiência em Manutenção Eficiência Disponibilidade Capabilidade Fiabilidade Manutibilidade Ef. do suporte MTBF MTTR MWT Tempo médio para reparar Tempo médio entre avarias Tempo médio de espera Disponibilidade = MTBF MTBF + MTTR + MWT

5 Modelos de Fiabilidade. A simulação na manutenção T. de substituição de 1 controlador 28 h T. de substituição de 2 controladores 30 h Custo do controlador 2500 UM C de m-d-o 300 UM /H C. perda de exploração 5500 UM /H Parâmetros de Weibull: Beta 2 t0 0 niu 1800 Prob. de avaria (modelo de Weibull): P(avaria) = 1 - exp (-((t-t0)/niu)^beta) 1ª estratégia - Substituir quando avaria 2ª estratégia - Substituir os dois quando um avaria?

6 A simulação na manutenção Tempo que o Cont 1 funciona até ocorrer a avaria Tempo que o Cont 2 funciona até ocorrer a avaria NA 1 NA Modelo de Weibull Os controladores são independentes. Logo são necessárias duas sequências de NA para simular as avarias dos controladores Cada NA é a probabilidade de avaria ( 1-R ) NA = 1- R(t) = 1 - exp(-((t-t0)/niu)^beta) Resolvendo em ordem a t: t =. (t é o tempo que o controlador vai funcionar até ocorrer a avaria) A simulação na manutenção 1,00 0,90 Fiabilidade 1,0E-03 9,0E-04 0,80 8,0E-04 Probabilidade de 0,70 7,0E-04 falha 0,60 6,0E-04 0,50 5,0E-04 0,40 Desnsidade de 4,0E-04 0,30 probabilidade de 0,20 falha 0,10 0, NA Tempo até avariar 3,0E-04 2,0E-04 T 1-R(T) R(T) f(t) 0 0,00E+00 1,0000 0,0E+00 1,0E ,08E-03 0,9969 6,2E ,43E-02 0,9257 2,9E-04 0,0E ,66E-01 0,7344 4,5E ,01E-01 0,4994 4,6E ,09E-01 0,2910 3,6E ,55E-01 0,1453 2,2E ,38E-01 0,0622 1,2E ,77E-01 0,0228 4,9E ,93E-01 0,0072 1,8E ,98E-01 0,0019 5,4E ,00E+00 0,0004 1,4E ,00E+00 0,0001 3,0E ,00E+00 0,0000 5,5E-08

7 1ª estratégia - Substituir quando avaria NA 1 NA 2 Cont 1 Cont Tempo de substituição acumulado Contr. 1 Contr Tempo de substituição acumulado Contr. 1 Contr ª estratégia - Substituir quando avaria avaria nº Instante da avaria Controlador subsituido Custos de substituição Custos acumulado Custos por unid. De tempo , , , , , , , , , , , , , , , , Custos de substituição = m-d-o + controlador + perdas de exploração

8 A simulação na manutenção 2ª estratégia - Substituir os dois quando um avaria NA 1 NA 2 Cont 1 Cont Quando um controlador avaria dos dois são substituidos Tempo de substituição acumulado Contr. 1 Contr A simulação na manutenção 2ª estratégia - Substituir os dois quando um avaria Tempo de substituição acumulado Contr. 1 Contr avaria nº Instante da avaria Controlador subsituido Custos de substituição Custos acumulado Custos por unid. De tempo , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,56

9 A simulação na manutenção Comparação Evolução do custo de manutenção acumulado por unidade de tempo de funcionamento 350,00 300,00 250,00 Estratégia 1 200,00 150,00 100,00 Estratégia 2 50, Comparação Disponibilidade Disponibilidade = tempo total de funcionamento tempo total de funcionamento funcionamento + Nºavarias * Tempo de Reparação Estratégia 1 96,9% Estratégia 2 97,9% Então podemos decidir

10 O que é a Manutenção Produtiva Total -Total Productive Maintenance ( TPM )? Ciênciamédicados equipamentos gestãodasaúdedos equipamentos Programa de manutenção para aumentar a produção, e aumentar simultaneamente a motivação e satisfação dos trabalhadores. A manutenção é colocada como uma actividade nobre e central no processo de produção, deixando de ser encarada como uma actividade não produtiva Paragens para manutenção são programadas como partes integrantes do processo produtivo e as paragens de emergência/não programadas são eliminadas. O que é a Manutenção Produtiva Total -Total Productive Maintenance ( TPM )? Ciênciamédicados equipamentos gestãodasaúdedos equipamentos Programa de manutenção para aumentar a produção, e aumentar simultaneamente a motivação e satisfação dos trabalhadores. A manutenção é colocada como uma actividade nobre e central no processo de produção, deixando de ser encarada como uma actividade não produtiva Paragens para manutenção são programadas como partes integrantes do processo produtivo e as paragens de emergência/não programadas são eliminadas.

11 Porquê o TPM? Evitar desperdícios. Evitar a não-qualidade. Reduzir custos. Reduzir stocks... Just in time TPM e Total Quality Management (TQM) semelhantes Compromisso da gestão a todos os níveis Operadores responsabilizados e envolvidos Mudança de atitute mas diferentes (será???). Qualidade (resultado da produção)/equipamento (causas do resultado) Zero defeitos/zero avarias Objectivos do TPM Zero paragens, zero defeitos, zero acidentes por avaria de equipamento. Involvimento de toda a organização. Equipas para eliminar causas de avarias e promover a manutenção autónoma. A abordagem Nós (da produção) operamos, voçês (da manutenção) reparam é eliminada Somos todos responsáveis pelo equipamento e pelo valor que ele gera

12 Como surgiu o TPM Evolução da TQM. Como surgiu lembram-se? Quando os problemas da manutenção da fábrica foram analisados à luz do TQM alguns dos conceitos gerais pareciam mal adaptados A manutenção preventiva era aplicada em muitas fábricas e a programação da manutenção concebida para manter os equipamentos operacionais era corrente. Contudo, degenerava muitas vezes em sobre-manutenção na tentativa de aumentar o ritmo de produção. Se um pouco de óleo é bom, muito deve ser melhor. Os programas de manutenção eram seguidos à letra sem grande intervenção da especificidade dos equipamentos e da intervenção dos seus operadores. Os pessoal da manutenção tinha pouco conhecimento para além do que contido em manuais de manutenção (por vezes desadequados) Como surgiu o TPM Surge a necessidade de ir mais longe do que cumprir à risca programas de manutenção sugeridos nas recomendações dos fabricantes dos equipamentos como forma de melhorar a produtividade e a qualidade do produto. Foram realizadas modificações no TQM e a manutenção foi considerada como uma das suas partes integrantes.

13 Vectores de suporte do TPM Melhoria contínua Manutenção autónoma Manutenção planeada Formação Manutenção ao longo da vida SPC Suporte administrativo Segurança e gestão ambiental O TPM requer: Manutenção preventiva (prevenir avarias) Manutenção correctiva (melhorar o desempenho, a disponibilidade ou reduzir a não qualidade gerada) Design and Install for Maintenance (equipmentos livres de manutenção) Reparação de avarias (reparações rápidas) Como se avalia o grau de implementação do TPM Para o sucesso de qualquer estratégia de melhoria é necessário medir e comparar O TPM utiliza o indicador de desempenho OEE Overall Equipment Efficiency (eficiencia global do equipamento) para medir a produtividade (eficácia e eficiência) do equipamento. OEE = Disponibilidade x Uptime x taxa de desempenho x taxa de qualidade Disponibilidade = MTBF / (MTBF+MTTR+MWT) Uptime é a relação entre o tempo útil em produção e o tempo total (24 horas por dia?) Taxa de desempenho é a relação entre o desempenho real e o desempenho de projecto Taxa de qualidade é a relação entre o output com qualidade e o output total

14 Como se avalia o grau de implementação do TPM O OEE é expresso em percentagem e um aumento do seu valor significa uma maior capaciddae do equipamento. Surpreendentemente os valores correntes apontam para 40%-60%, quando o seu valor de benchmark é 85%. O OEE torna-se assim o indicador aceite para avaliar a forma como as fábricas gerem os seus equipamentos, produzindo com eles bens vendáveis com o minímo de perdas e despedícios Vejamos Como se avalia o grau de implementação do TPM O objectivo para o OEE é 100% Disponibilidade para funcionar 8760 horas por ano, desempenho 100% e não qualidade nula. Um OEE inferior significa uma perda na disponibilidade, no uptime, no desempenho ou na qualidade. MTBF = 2500 horas MTTR = 5 horas MWT = 1 hora Tempo total para produção = 8760 horas/ano Tempo para set-ups = 100 set-ups/ano*30minutos/set-up Tempo de produção = 2500 horas/ano Taxa de desempenho = (19 unidades/hora)/(20unidades/hora) Taxa de qualidade = 99unidades boas / 100 unidades produzidas Então OEE = 26,5%

Parece-me que alguém nos quer ultrapassar

Parece-me que alguém nos quer ultrapassar O que é a Manutenção? Conjunto de acções conduzidas com o fim de manter em condição aceitável as instalações e o equipamento fabril de forma a assegurar a regularidade da produção, a sua qualidade e a

Leia mais

Seminário MANUTENÇÃO E GESTÃO LEAN

Seminário MANUTENÇÃO E GESTÃO LEAN Seminário MANUTENÇÃO E GESTÃO LEAN LISBOA 9 de Novembro de 2011 A PROCURA INCESSANTE DO EMAGRECIMENTO 1 INTRODUÇÃO HOJE EM DIA A MAIOR PARTE DAS ORGANIZAÇÕES ACTUA MAIS NUMA LÓGICA DE SOBREVIVÊNCIA. O

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Daniel Gaspar. A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão

Daniel Gaspar. A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão Daniel Gaspar A evolução da Manutenção e os seus modelos de gestão Leiria, 2 de Junho de 2004 Introdução Evolução Estratégia Organização Modelos de gestão 2 3 Quando a manutenção e o sistema de informação

Leia mais

Ciclo de Formação e Treino em Manutenção e TPM

Ciclo de Formação e Treino em Manutenção e TPM Manutenção e A MANUTENÇÃO O PILAR ESSENCIAL DOS SISTEMAS PRODUTIVOS Não seria excelente se existisse um sistema de manutenção que reparasse o seu equipamento antes de ele avariar? Sim, pois quando os equipamentos

Leia mais

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção)

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção) TPM -Total Productive Maintenance (Gestão da Manutenção) 1 MANUTENÇÃO À MODA ANTIGA Nada de prevenção! Só se conserta quando quebrar e parar de funcionar. Use até acabar... Manutenção não tem nada em comum

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ACTIO 2015

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO ACTIO 2015 Catálogo de Formação ACTIO 2015 Lean - Nível Executivo Lean Production Executivo Manutenção Lean Executivo Six Sigma - Champion Lean - Nível Master Lean Production Master Manutenção Lean Master Lean nos

Leia mais

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI

Gestão. e Organização Industrial. Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial Ficha Técnica PRONACI Ficha Técnica PRONACI Gestão e Organização Industrial João Augusto de Sousa Bastos PRONACI - Programa Nacional de Formação de Chefias Intermédias AEP

Leia mais

C. Pereira Cabrita, Paulo Vaz, Diogo S. Madeira, João C. Matias, Davide S. Fonseca

C. Pereira Cabrita, Paulo Vaz, Diogo S. Madeira, João C. Matias, Davide S. Fonseca MANUTENÇÃO INDUSTRIAL SEIS SIGMA PROPOSTA DE METODOLOGIA E CASOS PRÁTICOS C. Pereira Cabrita, Paulo Vaz, Diogo S. Madeira, João C. Matias, Davide S. Fonseca Universidade id d da Beira Interior PARTE 1

Leia mais

Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção

Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção Manutenção em tempos de crise económica Importância da Gestão da Manutenção Por: Patrícia Isabel Correia* A ausência de um Sistema de Gestão de Manutenção provocou, ao longo de muitos anos, a deterioração

Leia mais

Controlo de Custos e Orçamentos em Manutenção

Controlo de Custos e Orçamentos em Manutenção SEMINÁRIO TÉCNICO www.iirangola.com De uma forma geral bastante satisfatório quer em termos de apresentação, a clareza na transmissão das matérias até à organização Nazaré Teixeira Directora Técnica de

Leia mais

Gestão da Manutenção e Disponibilidade dos Equipamentos

Gestão da Manutenção e Disponibilidade dos Equipamentos Rua Dr. Mário Sacramento 101-r/c 3810-106 Aveiro www.giagi.pt Gestão da Manutenção e Disponibilidade dos Equipamentos.......... Aquele que não usar as novas medicinas deve aguardar novos males Manual Formando

Leia mais

OPTIMIZAÇÃO DO MTTR SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO

OPTIMIZAÇÃO DO MTTR SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO OPTIMIZAÇÃO DO MTTR 10º CONGRESSO NACIONAL DE MANUTENÇÃO SIEMENS ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO 1 PORTFÓLIO Asset Performance Management Optimização de Energia Serviços de Consultoria para optimização da eficiência

Leia mais

Ciclo de formações: Fiabilidade e manutenção/ e Segurança Funcional e Analise de risco

Ciclo de formações: Fiabilidade e manutenção/ e Segurança Funcional e Analise de risco CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E PROJECTO EM CONTROLO E APLICAÇÃO DE MÁQUINAS ELÉCTRICAS Ciclo de formações: Fiabilidade e manutenção/ e Segurança Funcional e Analise de risco Edição de 201 Organização CIPROMEC

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

Formação Interempresas 2015

Formação Interempresas 2015 Formação Interempresas 2015 1 1 Formação Interempresas 2015 As ferramentas e metodologias seleccionadas têm como objectivo apoiar as organizações a adquirir conhecimentos que lhes permitam eliminar os

Leia mais

GESTÃO DE MANUTENÇÃO. Como Elaborar e Controlar um Plano de. Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações

GESTÃO DE MANUTENÇÃO. Como Elaborar e Controlar um Plano de. Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações 3ª EDIÇÃO SEMINÁRIO Revisto e Actualizado Como Elaborar e Controlar um Plano de GESTÃO Garanta a Fiabilidade e a Segurança dos Equipamentos e das Instalações O evento foi criativo, inovador, e deu-nos

Leia mais

Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos

Capítulo I Introdução à gestão da manutenção Capítulo II Terminologia, definições e conceitos Prefácio XIII Nota do Autor XV Capítulo I Introdução à gestão da manutenção 1 1.1. A manutenção 2 1.2. A gestão 4 1.3. Gestão da manutenção 5 1.4. Custos de manutenção 7 1.5. Software de gestão da manutenção

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

As ferramentas e metodologias seleccionadas têm como objectivo apoiar as organizações a adquirir conhecimentos que lhes permitam eliminar os

As ferramentas e metodologias seleccionadas têm como objectivo apoiar as organizações a adquirir conhecimentos que lhes permitam eliminar os Formação Interempresas 2016 11 Formação Interempresas 2016 As ferramentas e metodologias seleccionadas têm como objectivo apoiar as organizações a adquirir conhecimentos que lhes permitam eliminar os desperdícios,

Leia mais

Gestão da qualidade do software

Gestão da qualidade do software Gestão da qualidade do software Empenhada em assegurar que o nível de qualidade requerido de um produto de software é atingido Envolve a definição de normas e procedimentos de qualidade apropriados, e

Leia mais

a LRQA Desenvolvimento Sustentável

a LRQA Desenvolvimento Sustentável ISO 14001:2004 e Responsabilidade Ambiental Engº Vítor Gonçalves CONFERÊNCIA RESPONSABILIDADE AMBIENTAL Eficiência e Eficácia na redução de Riscos Ambientais Lisboa, 15 de Maio de 2007 ISO 14001:2004 e

Leia mais

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN

PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN 1 SISTEMA DE PRODUÇÃO VOLKSWAGEN PRINCÍPIO: PERFEIÇÃO Manutenção Produtiva Total MANTER CONSERVAR PREVENIR REPARAR SUBSTITUIR ADEQUAR MELHORAR PRODUÇÃO

Leia mais

SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança. SQS Software Quality Systems

SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança. SQS Software Quality Systems SQS Portugal Portfólio de Serviços de Segurança SQS Software Quality Systems SQS Portugal Apresentação A SQS Portugal - Software Quality Systems, é uma empresa especializada em ajudar os seus clientes

Leia mais

Manutenção Centrada na Fiabilidade. Vanda Piedade. Manutenção de Equipamentos MANUTENÇÃO CENTRADA NA FIABILIDADE

Manutenção Centrada na Fiabilidade. Vanda Piedade. Manutenção de Equipamentos MANUTENÇÃO CENTRADA NA FIABILIDADE MANUTENÇÃO CENTRADA NA FIABILIDADE Margem 20mm V.P. Vanda Piedade Manutenção Centrada na Fiabilidade Manutenção de Equipamentos Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção

Leia mais

Logística e Gestão da Distribuição

Logística e Gestão da Distribuição Logística e Gestão da Distribuição Logística integrada e sistemas de distribuição (Porto, 1995) Luís Manuel Borges Gouveia 1 1 Sistemas integrados de logística e distribuição necessidade de integrar as

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

Pontos críticos das auditorias de segurança do trabalho. Patrícia Serra

Pontos críticos das auditorias de segurança do trabalho. Patrícia Serra Pontos críticos das auditorias de segurança do trabalho Patrícia Serra 1 Objetivos das Auditorias ao SGSST Verificar se o SG cumpre eficazmente a política, os objetivos e metas definidos pela organização

Leia mais

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco

Bureau Veritas Certification. Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Bureau Veritas Certification Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco Responsabilidade Social, a Internacionalização e a Gestão do Risco A introdução da gestão do risco na ISO

Leia mais

CONCURSO PETROBRAS DRAFT. Planejamento da Produção e Sistemas de Produção. Questões Resolvidas. Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com.

CONCURSO PETROBRAS DRAFT. Planejamento da Produção e Sistemas de Produção. Questões Resolvidas. Produzido por Exatas Concursos www.exatas.com. CONCURSO PETROBRAS ENGENHEIRO(A) DE PRODUÇÃO JÚNIOR ENGENHEIRO(A) JÚNIOR - ÁREA: PRODUÇÃO Planejamento da Produção e Sistemas de Produção Questões Resolvidas QUESTÕES RETIRADAS DE PROVAS DA BANCA CESGRANRIO

Leia mais

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando

Escola Secundária/3 da Maia Cursos em funcionamento 2009-2010. Técnico de Electrónica, Automação e Comando Ensino Secundário Diurno Cursos Profissionais Técnico de Electrónica, Automação e Comando PERFIL DE DESEMPENHO À SAÍDA DO CURSO O Técnico de Electrónica, Automação e Comando é o profissional qualificado

Leia mais

TPM. José Pedro A. R. Silva

TPM. José Pedro A. R. Silva CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Metodologias Avançadas para a Indústria e Serviços TPM José Pedro A. R. Silva 1 CICLOS DE FORMAÇÃO EMPRESARIAL Ciclo de formação e treino em Lean TPM Ciclo de formação e

Leia mais

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto

TPM Total Productive Maintenance. ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto TPM Total Productive Maintenance ENG 90017 Manutenção e Confiabilidade Flávio Fogliatto Histórico e panorâmica da sistemática Surgida no Japão, é considerada evolução natural da manutenção corretiva (reativa)

Leia mais

Formação Interempresas 2015 2.º semestre

Formação Interempresas 2015 2.º semestre Formação Interempresas 2015 2.º semestre 1 1 Formação Interempresas 2015 As ferramentas e metodologias seleccionadas têm como objectivo apoiar as organizações a adquirir conhecimentos que lhes permitam

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE. Docente: Dr. José Carlos Marques

CUSTOS DA QUALIDADE. Docente: Dr. José Carlos Marques CUSTOS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade Nº. 2089206 Maria da Luz Abreu Nº. 2405797 Teodoto Silva Nº. 2094306 Vitalina Cunha Nº. 2010607 Funchal 30 de Abril de 2008

Leia mais

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)

PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) TÍTULO: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) FUNDAMENTOS A nível dos países

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

Segurança e Higiene no Trabalho

Segurança e Higiene no Trabalho Guia Técnico Segurança e Higiene no Trabalho Volume III Análise de Riscos um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Efólio A Contabilidade de Gestão

Efólio A Contabilidade de Gestão Efólio A Contabilidade de Gestão Grupo 1 1 A Contabilidade Analítica é obrigatória e visa o apuramento dos custos de produção. A contabilidade analítica não é obrigatória para todas as empresas, logo a

Leia mais

Características das etiquetas Kanban

Características das etiquetas Kanban Etiqueta Kanban A etiqueta kanban é um tipo de kanban de produção usado quando a quantidade de produção é tão grande e a velocidade tão rápida que somente a etiqueta é utilizada para controle. Características

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

A gestão da implementação

A gestão da implementação A Gestão de Projectos Técnicas de programação em Gestão de Projectos Luís Manuel Borges Gouveia A gestão da implementação Estrutura de planeamento de projectos avaliação e gestão de risco a gestão de projectos

Leia mais

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1

Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Curso de Sistemas de Informação 8º período Disciplina: Tópicos Especiais Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-1 Aula 3 Disponibilidade em Data Center O Data Center é atualmente o centro nervoso

Leia mais

agradecimentos À Professora Doutora Sameiro Carvalho por ter assumido a responsabilidade de ser coorientadora científica.

agradecimentos À Professora Doutora Sameiro Carvalho por ter assumido a responsabilidade de ser coorientadora científica. agradecimentos Infelizmente não me é possível agradecer toda a colaboração concedida por todos aqueles que contribuíram com informação e tempo para a compilação deste trabalho. Quero, contudo, expressar

Leia mais

Gestão Financeira, Patrimonial e Actuarial da Protecção Social Obrigatória Dr. José Manuel Chivala Director Geral Adjunto do INSS

Gestão Financeira, Patrimonial e Actuarial da Protecção Social Obrigatória Dr. José Manuel Chivala Director Geral Adjunto do INSS Gestão Financeira, Patrimonial e Actuarial da Protecção Social Obrigatória Dr. José Manuel Chivala Director Geral Adjunto do INSS Workshop Protecção Social Obrigatória: Níveis de Solidez e Perspectivas

Leia mais

Começo por apresentar uma breve definição para projecto e para gestão de projectos respectivamente.

Começo por apresentar uma breve definição para projecto e para gestão de projectos respectivamente. The role of Project management in achieving Project success Ao longo da desta reflexão vou abordar os seguintes tema: Definir projectos, gestão de projectos e distingui-los. Os objectivos da gestão de

Leia mais

NP EN ISO 9001:2008. 06 de Maio de 2008. Dulce Pacheco. Orador: Carla Pinto

NP EN ISO 9001:2008. 06 de Maio de 2008. Dulce Pacheco. Orador: Carla Pinto NP EN ISO 9001:2008 Principais alterações 06 de Maio de 2008 Dulce Pacheco Orador: Carla Pinto Local e Data: Coimbra, 30 Janeiro 2008 ISO 9001:2008 Principais alterações ç Motivações e processo de desenvolvimento

Leia mais

Administração dos Recursos Patrimoniais. Indicadores de Desempenho da Gestão do Ativo Imobilizado

Administração dos Recursos Patrimoniais. Indicadores de Desempenho da Gestão do Ativo Imobilizado Indicadores de Desempenho da Gestão do Ativo Imobilizado Alguns indicadores da gestão do ativo imobilizado são bastante conhecidos e usadas no dia-adia das empresas, a exemplo do retorno sobre o imobilizado,

Leia mais

Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços. CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços

Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços. CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços Engenharia de Accionamentos \ Accionamentos Electrónicos \ Integração de Sistemas \ Serviços CDS Complete Drive Service A gama modular de serviços 2 Overline CDS Complete Drive Service A estratégia de

Leia mais

Segurança de sistemas de comando. Paradigma da norma EN 13849-1 versus EN954-1

Segurança de sistemas de comando. Paradigma da norma EN 13849-1 versus EN954-1 Segurança de sistemas de comando Paradigma da norma EN 13849-1 versus EN954-1 EN ISO 13849-1:2008 (ISO 13849-1:2006) Segurança de máquinas - Partes dos sistemas de comando relativos à segurança - Parte

Leia mais

Gestão de Complexos Desportivos

Gestão de Complexos Desportivos 2013-2016 Gestão das Instalações Desportivas Gestão de Complexos Desportivos Módulo 5 Aula 8 Sumário. 1. Tipos de ocorrências e sua inventariação; 2. Controlo e verificação de materiais; 3. Técnicas e

Leia mais

Material para os Discentes da Universidade da Madeira. NP EN ISO 9000, 9001 e 9004. Elaborado em 2005 por. Herlander Mata-Lima

Material para os Discentes da Universidade da Madeira. NP EN ISO 9000, 9001 e 9004. Elaborado em 2005 por. Herlander Mata-Lima Material para os Discentes da Universidade da Madeira NP EN ISO 9000, 9001 e 9004 Elaborado em 2005 por Herlander Mata-Lima 1 NORMAS ISO 9000 As normas ISO 9000 servem de base para as organizações, independentemente

Leia mais

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15

Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competências Farmacêuticas Indústria Farmacêutica Versão 23.xi.15 Competência* Conteúdos*1 *3 a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E a que se candidata + E Tipo de Competência*2

Leia mais

A Profitability Engineers organiza com a Heliflex, nas suas instalações em Aveiro, um conjunto de acções de formação com especial enfoque nas

A Profitability Engineers organiza com a Heliflex, nas suas instalações em Aveiro, um conjunto de acções de formação com especial enfoque nas Formação Interempresas Aveiro 2.º Semestre 2015 1 1 Formação Interempresas 2015 - Aveiro A Profitability Engineers organiza com a Heliflex, nas suas instalações em Aveiro, um conjunto de acções de formação

Leia mais

SGI. Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO

SGI. Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO SGI Serviço de Gestão de Impressão BOA GESTÃO PARA MELHOR IMPRESSÃO CONHECE OS CUSTOS DE IMPRESSÃO DA SUA ORGANIZAÇÃO? O actual contexto mundial torna central a necessidade de reequacionar gastos a todos

Leia mais

Gestão da manutenção de edifícios. Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda

Gestão da manutenção de edifícios. Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda Gestão da manutenção de edifícios Por: José Paulo Saraiva Cabral, Navaltik Management Lda Temas da apresentação Recapitular conceitos básicos de manutenção e gestão Indicadores de manutenção: função e

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

Como implementar um sistema de gestão da qualidade. Requisitos da segurança alimentar. Brandão Guerreiro

Como implementar um sistema de gestão da qualidade. Requisitos da segurança alimentar. Brandão Guerreiro Como implementar um sistema de gestão da qualidade. Requisitos da segurança alimentar Hotel Cinquentenário Fátima, 05 de Abril de 2008 Índice Abordagem por processos Requisitos da documentação Política

Leia mais

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações

Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações Exemplo de Exame de Gestão da Produção e das Operações A. Resolva os seguintes problemas (8 valores) 1. Uma determinada empresa faz a lavagem de cisternas rodoviárias na zona norte do País. Com equipamento

Leia mais

NCRF 19 Contratos de construção

NCRF 19 Contratos de construção NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 LOGÍSTICA Capítulo - 4 Conceitos relacionados com o Objectivos Aplicação dos conceitos básicos de gestão de inventário; Como calcular o stock de segurança; Verificar como as políticas de produção influenciam

Leia mais

GESTÃO DA MANUTENÇÃO GESTÃO DA MANUTENÇÃO

GESTÃO DA MANUTENÇÃO GESTÃO DA MANUTENÇÃO GESTÃO DA MANUTENÇÃO 1 GESTÃO DA MANUTENÇÃO 1. INTRODUÇÃO; 2. METODOLOGIA 5 S ; 3. TEORIA DA MANUTENÇÃO; 4. ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE; 5. TPM TOTAL PRODUCTIVE MAINTENANCE; 6. MANUTENÇÃO AUTONOMA; 7.

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI

PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI (1) PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE SI/TI Docente: Turma: T15 Grupo 5 Mestre António Cardão Pito João Curinha; Rui Pratas; Susana Rosa; Tomás Cruz Tópicos (2) Planeamento Estratégico de SI/TI Evolução dos SI

Leia mais

Com a globalização da economia, a busca da

Com a globalização da economia, a busca da A U A UL LA Introdução à manutenção Com a globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e gerenciamento ambiental passou a ser a meta de todas as empresas. O que a manutenção

Leia mais

I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS

I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS I - Introdução à Contabilidade de Gestão 1.5 REVISÃO DE ALGUNS CONCEITOS FUNDAMENTAIS RECLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS Custos Industriais e Custos Não Industriais Custos controláveis e não controláveis Custos

Leia mais

Testes de burn-in. Rui Assis (Eng.º Mec. Ph.D. IST) rassis@rassis.com www.rassis.com. Março-2016

Testes de burn-in. Rui Assis (Eng.º Mec. Ph.D. IST) rassis@rassis.com www.rassis.com. Março-2016 Testes de burn-in Rui Assis (Eng.º Mec. Ph.D. IST) rassis@rassis.com www.rassis.com Março-2016 Resumo Burn-in é um termo anglo-saxónico que designa um teste usado na fabricação discreta e repetitiva de

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Engenharia Electromecânica Estudo da Interacção de Filosofias de Planeamento da Produção com a Manutenção Industrial Artur Jorge Duarte Dias Dissertação para

Leia mais

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010

Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA - Termos e Política de Manutenção Em vigor a partir de 1 de Setembro de 2010 A Manutenção do Serviço a Pedido ( On Demand ) da CA consiste numa infra-estrutura de disponibilidade

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Manutenibilidade: É a característica de um equipamento ou instalação permitir um maior ou menor grau de facilidade na execução dos serviços

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Conceitos básicos sobre E.S: Ambiência Caracterização do software Fases de desenvolvimento 1 Introdução Aspectos Introdutórios Crise do Software Definição de Engenharia do Software 2 Crise do Software

Leia mais

GESTÃO da Qualidade GESTÃO DA QUALIDADE. Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor

GESTÃO da Qualidade GESTÃO DA QUALIDADE. Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor GESTÃO da Qualidade Práticas DEG/AB 1 GESTÃO DA QUALIDADE Definição de qualidade? Consumidor vs. produtor Consumidor: qualidade é o grau em que o produto satisfaz as necessidades pelas quais foi adquirido

Leia mais

ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR

ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR ISO 22000 SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR INTRODUÇÃO Os sistemas de segurança alimentar devem ser desenhados de forma a controlar o processo de produção e basearem-se em princípios e conceitos

Leia mais

ESTUDO DE CASO EM GERENCIAMENTO DE PRODUÇÃO: EFICIÊNCIA/OEE.

ESTUDO DE CASO EM GERENCIAMENTO DE PRODUÇÃO: EFICIÊNCIA/OEE. artigo gerenciamento de produção ESTUDO DE CASO EM GERENCIAMENTO DE PRODUÇÃO: EFICIÊNCIA/OEE. Luis Phillipe F. Machado (luis.machado@techplus.com.br), Coordenador de Projetos; e Samarone Guimarães Ruas

Leia mais

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados.

Grupo I. de custeio das saídas utilizado no caso de haver mais de um lote entrado em armazém de produtos acabados. Exame de Contabilidade Analítica (A que se refere alínea f) do nº 1 do artº15º do Decreto de Lei 452/99 de 5 de Novembro) 15/Outubro/2005 VERSÃO A Grupo I 1. Diga qual das afirmações está correcta: a)

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO

CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL DE TÉCNICO DE SEGURANÇA E HIGIENE DO TRABALHO 1/19 Programa do curso Módulo Designação Duração (h) Componente Sócio-Cultural 1 Legislação, regulamentos e normas de segurança,

Leia mais

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos?

WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO. Onde estão os Riscos? WORKSHOP SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SUA CERTIFICAÇÃO Onde estão os Riscos? No Futuro... que pode ser duvidoso e nos forçar a mudanças... Nas Mudanças... que podem ser inúmeras e nos forçam a decisões...

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

AS AUDITORIAS INTERNAS

AS AUDITORIAS INTERNAS AS AUDITORIAS INTERNAS Objectivos Gerais Reconhecer o papel das auditorias internas Objectivos Específicos Reconhecer os diferentes tipos de Auditorias Identificar os intervenientes Auditor e Auditado

Leia mais

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação

LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação LEAN-CURSOS E WORKSHOPS Cursos otimizados para as necessidades do Cliente Cursos Padrão Workshops de Capacitação Serviços : Cursos e workshops especialmente criados para capacitar a sua organização no

Leia mais

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A.

AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. AUDITORIAS DE VALOR FN-HOTELARIA, S.A. Empresa especializada na concepção, instalação e manutenção de equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e similares. Primeira empresa do sector a nível

Leia mais

\ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial

\ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial \ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial Workshop Eficiência Energética e Sustentabilidade Ambiental nas empresas CTCV 25 de Fevereiro de 2014 \ BOAS PRÁTICAS

Leia mais

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão

Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação. Sistemas de Gestão Seminário CNIS - APCER QUALIDADE - Pressuposto de Diferenciação Sistemas de Gestão 27 de Outubro de 2007 Dora Gonçalo Directora de Certificação e de Auditores www.apcer.pt Agenda Desafios e Organizações

Leia mais

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos

Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos Medidas de Prevenção e Protecção Dário Afonso Fernanda Piçarra Luisa Ferreira Rosa Felisberto Módulo: 3786, Controlo de Riscos 30 - Novembro, 2010 ÍNDICE Introdução - Medidas de Prevenção e Protecção pág.

Leia mais

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações

Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações XVIII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2008-06 a 10 de outubro Olinda - Pernambuco - Brasil Dimensionamento de equipamentos reservas para subestações Leonardo Labarrere de Souza

Leia mais

Agradecimentos. Gostaria ainda de agradecer à Viroc S.A., pois afinal forneceu-me a ideia e o material para poder elaborar este trabalho.

Agradecimentos. Gostaria ainda de agradecer à Viroc S.A., pois afinal forneceu-me a ideia e o material para poder elaborar este trabalho. Agradecimentos Gostaria de agradecer ao meu orientador, pela paciência, dedicação e ajuda que me prestou, pois devido à vida profissional que tenho, nem sempre fui o melhor orientando. Gostaria ainda de

Leia mais

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Janeiro-2010 Para a boa gestão de pessoas, as empresas devem elevar o RH à posição de poder e primazia na organização e garantir que o pessoal

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

CMM Capability Maturity Model. Silvia Regina Vergilio

CMM Capability Maturity Model. Silvia Regina Vergilio CMM Capability Maturity Model Silvia Regina Vergilio Histórico O DoD patrocinou a fundação do SEI (Software Engineering Institute) na Universidade de Carnegie Mellon (Pittsburg) com o objetivo de propor

Leia mais

O ITIL e o Plano de Contingência. Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt

O ITIL e o Plano de Contingência. Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt Lúcia Cerqueira & António Correia informatica@chts.min-saude.pt A Equipa de IT do CHTS,E.P.E. Equipa composta por 12 Elementos Framework ITIL using RT ( linha Servicedesk (1ª e 2ª Reorganização da Equipa

Leia mais

TPM Planejamento, organização, administração

TPM Planejamento, organização, administração TPM Planejamento, organização, administração A UU L AL A Durante muito tempo as indústrias funcionaram com o sistema de manutenção corretiva. Com isso, ocorriam desperdícios, retrabalhos, perda de tempo

Leia mais

João Nuno Ferreira Pinto. Implementação da metodologia TPM numa empresa de produção de elevadores. Universidade do Minho Escola de Engenharia

João Nuno Ferreira Pinto. Implementação da metodologia TPM numa empresa de produção de elevadores. Universidade do Minho Escola de Engenharia Universidade do Minho Escola de Engenharia João Nuno Ferreira Pinto Implementação da metodologia TPM numa empresa de produção de elevadores Implementação da metodologia TPM numa empresa de produção de

Leia mais

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal)

Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Lean management nelle aziende sanitarie Lean Healthcare no Serviço de Urgência Geral Centro Hospitalar Cova da Beira (Portugal) Bruno Vaz Silva Anabela Almeida Miguel Castelo Branco Page 1 INTRODUÇÃO Objectivo

Leia mais

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um CARTA DA QUALIDADE DA HABITAÇÃO COOPERATIVA Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um instrumento de promoção, afirmação e divulgação, junto

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO

EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO EVOLUÇÃO DA MANUTENÇÃO 1.1. INTRODUÇÃO Nos últimos 20 anos a atividade de manutenção tem passado por mais mudanças do que qualquer outra. Estas alterações são conseqüências de: a) aumento, bastante rápido,

Leia mais

Gestão de Manutenção de uma Empresa Gráfica

Gestão de Manutenção de uma Empresa Gráfica INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Área Departamental de Engenharia Mecânica Gestão de Manutenção de uma Empresa Gráfica EMANUEL FLORÊNCIO MATIAS FILIPE (Licenciado em Engenharia Mecânica) Trabalho

Leia mais

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas

Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade. Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas Introdução Visão Geral Processos de gerenciamento de qualidade Entradas Ferramentas e Técnicas Saídas O que é qualidade? Qualidade é a adequação ao uso. É a conformidade às exigências. (ISO International

Leia mais

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO?

Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? MANUTENÇÃO Introdução à Manutenção O QUE VOCÊ ENTENDE POR MANUTENÇÃO? Conceito de Manutenção segundo o dicionário Michaelis UOL 1. Ato ou efeito de manter (-se). 2. Sustento. 3. Dispêndio com a conservação

Leia mais

REFER GESTOR DA INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA PORTUGUESA

REFER GESTOR DA INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA PORTUGUESA REFER GESTOR DA INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA PORTUGUESA 20120717 REFER GESTOR DA INFRAESTRUTURA FERROVIÁRIA PORTUGUESA 1. Refer: Gestor da Infraestrutura Ferroviária 2. Caracterização da Actividade de Manutenção

Leia mais

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Índice Quem Somos O SGI da AMBISIG; A implementação do SGIDI na AMBISIG; Caso de Sucesso. Quem somos? Somos uma empresa com 16 anos de experiência

Leia mais