Repórter Junino: projeto laboratorial de jornalismo digital na construção da memória do São João de Campina Grande em formato multimídia 1

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1 Repórter Junino: projeto laboratorial de jornalismo digital na construção da memória do São João de Campina Grande em formato multimídia 1 Antonio Carlos de Souza Santos ANDRADE 2 Fernando Firmino da SILVA 3 Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, PB RESUMO O jornalismo digital permite, através do ambiente do ciberespaço, agregar diversos formatos midiáticos (texto, áudio, vídeo, imagens, multimídia). Além desse aspecto potencializador, outro pertinente é o de construção de memória através de hipertexto e do espaço "quase infinito" que caracteriza a internet. Com as redes a produção pode ser compartilhada de modo a ampliar os acessos a bens culturais. Neste artigo, exploramos a construção da memória do São João de Campina Grande através do projeto Repórter Junino 4, que desde 2005, se transformou num espaço para a divulgação da festa junina de Campina Grande e numa base de dados sistematizada sobre a cultura popular em formato multimídia utilizando os recursos do jornalismo digital. O projeto se constitui num laboratório para a prática jornalística e reflexão dos alunos. PALAVRAS-CHAVE: jornalismo digital; Repórter Junino; São João; multimídia; redes sociais. JORNALISMO DIGITAL E MEMÓRIA O jornalismo digital, após 20 anos do seu surgimento, se consolida como modalidade de prática jornalística na web (MIELNICZUK; QUADROS; BARBOSA, 2006) e estabelece suas características como o de uso de recursos multimídia, navegação hipertextual, ampliação da interatividade e novas possibilidades de narrativas dinâmicas. Além desses aspectos, o jornalismo digital atual continua consistente na sua capacidade de construção de um repositório dinâmico em termos de memória 1 Trabalho apresentado no IJ 5 Rádio, TV e Internet do XVI Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste realizado de 15 a 17 de maio de Estudante de Jornalismo no Departamento de Comunicação Social da UEPB. Bolsita PROEX/UEPB, 3 Professor orientador. Professor do Departamento de Comunicação Social - Jornalismo da UEPB, 4 Esse artigo faz parte da pesquisa do projeto de extensão Repórter Junino financiado pelo Proex cota 2013/2014 sob Nº /14 da Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. 1

2 (PALACIOS, 2010), recuperável e retrabalhada diante do uso de bases de dados (BARBOSA, 2007) que podem ser acionadas. No momento a relação entre jornalismo e memória, no que tange à internet, efetua-se como um aspecto central para a preservação da cultura e da memória social. Nunca em tempos históricos nossa sociedade esteve tão envolvida e ocupada em processos de produção de memória; nunca o estoque de memória social esteve tão fácil e rapidamente disponível, e nunca esteve o jornalismo enquanto prática social tão centralmente localizado em meio a tudo isso. (PALACIOS, 2010, 37) O projeto Repórter Junino 5 enquanto laboratório de pesquisa e extensão, apropria-se do ciberespaço com a finalidade de promover a formação e a prática do jornalismo digital entre os alunos do curso de Comunicação Social Jornalismo, da Universidade Estadual da Paraíba UEPB e de alunos de outras instituições que trabalham em parceria com a iniciativa como é o caso do Bacharelado em Comunicação Social da Universidade Federal da Paraíba, linha educomunicação. Através da produção de reportagens multimídia e das especificidades do meio, procura-se unir as potencialidades do jornalismo digital para a construção e a disseminação da memória da festa junina e da cultura popular de Campina Grande e do Nordeste. Neste sentido, discutimos e apresentamos neste artigo uma abordagem sobre o jornalismo digital para a cobertura de eventos e, ao mesmo tempo, como uma condição para a preservação da cultura popular e junina através da memória oriunda da produção. Especializado em jornalismo cultural com especificidade para a cobertura do São João, o projeto Repórter Junino se constitui em uma memória dinâmica e multimídia quanto à valorização das manifestações culturais, dos artistas locais e da festa junina em si com todas as suas dimensões (cultural, econômica, política, social). Partindo da concepção de memória no jornalismo digital como um dos fatores, apresentaremos a dinâmica de trabalho do Projeto, que envolve mais de 50 alunos e mais de 10 professores e se utiliza de recursos da tecnologia digital para entrevistas, reportagens e registros das manifestações. 5 Disponível em acesso em 14 mar

3 O CONTEXTO DA CULTURA POPULAR E DO SÃO JOÃO As festas juninas estão enquadradas dentro do contexto da cultura popular com influência europeia com fortes raízes nordestinas com as comemorações em junho baseadas são nos santos Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29). De acordo com Lucena Filho (2009, p.1), as festas juninas são festas agrárias ligadas aos ciclos naturais que marcavam a passagem do tempo, tendo origem anterior ao cristianismo. É nesse contexto que situa-se Campina Grande com o seu Maior São João do Mundo e que permite a formulação de inúmeras pautas jornalísticas para cobertura da diversidade de ritmos (forró, xaxado, baião, côco), comidas típicas (canjica, milho assado e cozido, culinária regional), atrações Expresso forrozeiro, ilhas de forró, palcos no Parque do Povo, tablado com apresentações de quadrilhas, casamento coletivo. O São João de Campina Grande é reconhecido pela sua tradição. Patrimônio Cultural e Imaterial do estado da Paraíba, sentiu-se a necessidade de preservar e manter ativa essa manifestação cultural como um valor cultural como enfatiza Pollak (1992, p.44), principalmente para valorizar um elemento que constitui e fortalece o sentimento de identidade, seja ela, individual, social ou coletiva, abrindo precedentes para que possamos atribuir à memória a condição de patrimônio. O evento denominado O Maior São João do Mundo é considerado um megaevento, que causa rearranjos nas esferas social, política, econômica e principalmente cultural. Para Nóbrega (2011) a política é um dos elementos que se aproveita da condição da festa para promoção de imagens de cada um de modo a extrair popularidade a partir do evento: a configuração de grupismo político em Campina Grande, com significativa influência e envolvimento do meio social, é antiga e forte, um modelo que, segundo o perfil atual, não dá mostras que algum dia possa acabar (NÓBREGA, 2011). Longe da sua verdadeira essência, já supracitada, o São João de Campina Grande adquiriu um caráter mercadológico e midiatizado, que serve de vitrine para artistas de renome nacional e empresas de grande atuação no Brasil e no mundo. Programas massivos na televisão brasileira realizam reportagens e documentários sobre o São João como o Jornal Hoje, Caldeirão do Huck e Fantástico (Rede Globo), Pânico na TV (Rede Bandeirantes), Programa da Tarde e Tudo é Possível (Rede Record), além de outros veículos impressos e online, que fazem a cobertura do evento para todo o Brasil. Na 3

4 análise desse cenário, o pesquisador Luiz Custódio da Silva 6 nos oferece duas vertentes na tentativa de explicar esse fenômeno: De um lado, há olhares críticos observando que este novo cenário está contribuindo para o esvaziamento das manifestações da Cultura Popular, das festas e dos folguedos tradicionais do povo nordestino. Para os observadores e defensores dessa corrente teórica ou dessa linha de pensamento, as indústrias culturais estariam transformando tais manifestações em espetáculos através dos novos espaços gerados pela sociedade midiatizada. (SILVA, 2007) O entrelaçamento entre cultura popular e as adaptações urbanas, transforma a festa de São João em um evento ao mesmo tempo cultural e comercial. Diante desse processo de mutação, os festejos juninos de Campina Grande armam-se de estratégias que colaboram para a manutenção dos símbolos que consagraram o folguedo, mas que hoje são ameaçados pelo viés mercadológico que a festa adquiriu. Espaços físicos itinerantes ou permanentes, que contam a história da cultura popular nordestina e resgatam as origens dos folguedos. Esses espaços adquirem múltiplas funções, visto que algumas ferramentas que foram implementadas resguardam a memória da cultura local e ao mesmo tempo impulsionam a economia, haja vista que O Maior São João do Mundo é sinônimo de desenvolvimento turístico e econômico. Uma das vertentes para compreensão do São João está a partir da abordagem da folkcomunicação disseminada por Luiz Beltrão, que se preocupava com o enfoque a partir da linguagem do povo e o significado para a cultura local das manifestações. Pois é tempo de não continuarmos a apreciar nessas manifestações apenas os seus aspectos artísticos, a sua finalidade diversionista, mas procurarmos entendê-las como linguagem do povo, a expressão do seu pensar e do seu sentir tantas e tantas vezes discordante e mesmo oposta ao pensar e ao sentir das classes oficiais e dirigentes. Esse sentido camuflado, que raro escapará ao próprio estudioso dos fenômenos sociológicos, é, contudo, perfeitamente compreendido por quantos tenham com os comunicadores aquela experiência sociocultural comum, condição essencial a que se complete o círculo de qualquer processo comunicativo. (BELTRÃO, 1965, P. 10). 6 O professor e pesquisador Luiz Custódio da Silva, do Departamento de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba UEPB, é o idealizador do evento Os festejos juninos no contexto da Folkcomunicação e da cultura popular que é realizado anualmente em Campina Grande durante o São João desde O evento é uma das principais pautas de cobertura para o Repórter Junino tendo em vista a relação da proposta do projeto com o evento e a possibilidade de realizar entrevistas com especialistas do Brasil e do exterior que participam, além de utilizar diversos recursos para cobertura como transmissão ao vivo, galeria de imagens e produção de vídeos. 4

5 Trazendo a tentativa de explicação para a sociedade contemporânea e as afetações decorrentes das incorporações e hibridismo no sentido de tornar o São João palpável para um público mais urbano, Nóbrega (2010) define o São João de Campina Grande como uma modelo de espetáculo que se apropria do popular e transforma em um megaevento para se aproximar da mídia, do turismo e de um público heterogêneo. Um importante tipo de celebração da atualidade que utiliza a religião apenas como pano de fundo, ao cooptar o plano simbólico histórico e identitário da cultura popular motivada por crenças cristãs e suas derivações, mas na forma de espetáculo transversalmente culturais, de acordo com os modelos da contemporaneidade. Situamos, então, o formato heterogêneo do Maior São João do Mundo que procura contemplar um pretenso caráter da autenticidade, entre significativas representações urbanas da atualidade, numa estratégia para enaltecer as expressões junino-nordestinas em linguagem simbólica de cenários, luzes, cores, sons, arte e estética. (NÓBREGA, 2010, p. 47) Com esse intuito, ao longo dos mais de 30 anos 7 da festa foram criados ambientes e cenários que transformam a cidade urbanizada em uma espécie de sítio com as características e elementos do interior ou de épocas remotas em que alguns costumes prevaleciam. Um desses exemplos de espaço é o Sítio São João, que desde 2001 recebe turistas em um espaço cenográfico que reflete uma comunidade rural do século XIX, no espaço é possível encontrar réplicas em tamanho real da casa principal, da igreja, casa de farinha, engenho com produção artesanal de rapadura cachaça, bodega e tantos outros espaços que marcaram a vida no campo. A cultura é hoje vista como algo em que se deve investir, distribuída nas mais diversas formas, utilizada como atração para o desenvolvimento econômico e turístico, como mola propulsora das indústrias culturais e como fonte inesgotável para novas indústrias que dependem da propriedade intelectual. (YÚDICE, 2004, p.11). Nesta perspectiva, O Maior São João do Mundo adequa-se aos novos parâmetros das festividades consideradas megaeventos. Anexando à sua galeria de símbolos, manifestações mercadológicas, proveniente daquilo que Lucena (2005) denomina como 7 Há na cidade O Memorial do Maior São João do Mundo, organizado pela professora Cléa Cordeiro, que já atua como memória visual e histórica do São João através de um acervo de matérias de jornais, fotos e material publicitário datados desde 1983, quando aconteceu a primeira edição do evento, embaixo de uma palhoça montada no espaço onde hoje fica o Parque do Povo. No Memorial do Maior São João Mundo o que mais chama a atenção dos visitantes é a linha do tempo do casal de bonecos de milho, Sabugildo e Milharilda, que foram por muito tempo utilizados na divulgação do evento, e, que na comemoração dos 30 anos da festa, ano passado, voltaram repaginados. 5

6 folkmarketing. Criando estratégias de subsistência para a cultura nordestina não perca sua identidade e, ao mesmo tempo, incorpore tendências sem descaracterizar sua essência. A COBERTURA DO SÃO JOÃO PELO REPÓRTER JUNINO Surgido em 3 junho de 2005, o projeto Repórter Junino 8 foi idealizado pelos professores Fernando Firmino da Silva e Águeda Miranda Cabral, que sentiram a necessidade de aplicar os conceitos teóricos da sala de aula da disciplina de novas tecnologias através de atividades práticas que contribuíssem para a capacitação e adequação dos estudantes do curso à realidade do mercado de trabalho e, ao mesmo tempo, os levasse a refletir sobre a relação tecnologia e jornalismo, além de ampliar os seus conhecimentos sobre a cultura popular. O Repórter Junino tem gerado desde junho de 2005 um rico acervo cultural digitalizado que se caracteriza como mais uma engrenagem formadora da memória cultural. Constam neste acervo matérias especiais, fotos, vídeos e entrevistas que dão forma àquele que é tido como o Maior São João do Mundo. Camargo (2002, p ) ressalta que o valor simbólico que atribuímos aos objetos ou artefatos é decorrente da importância que lhes atribui à memória coletiva. Nesta perspectiva, é um compromisso do projeto disponibilizar esse banco de dados para pesquisadores das áreas de cultura, comunicação e folkcomunicação, mas também para turistas e até os próprios habitantes da região que queiram conhecer mais à fundo os folguedos populares. A forma de armazenamento também mudou. Em um espaço que é imensurável, é lançado a cada segundo um contingente enorme de dados, reconfigurando também a dimensão das notícias e o seu conteúdo, que hora pode vir no modelo clássico de texto e foto, respondendo as questões básicas do lead, hora pode vir metaforicamente como um grande baú cheio de pavimentos gerados pela multimidialidade, com diferentes rotas de fuga para um mesmo assunto. Palacios (2002) afirma que a web potencializa essa característica, embora desde muito tempo a televisão tenha condições de fazer também a 8 Em 2010, a publicação Mapeamento do Ensino do Jornalismo Digital em 2010, realizada pelo Rumos Itaú Cultural, reconheceu o projeto Repórter Junino como um das mais antigas iniciativas de laboratório de ensino e práticas de jornalismo digital no Brasil. Em 2013, a Câmara Municipal de Vereadores de Campina Grande concedeu ao Repórter Junino uma Moção de Congratulações, pela cobertura do São João de Campina Grande e pela contribuição à cultura popular. 6

7 combinação entre texto, imagem e som. Explorar essas potencialidades é um dos vetores do projeto. Figura 1 Alunos do Projeto entrevistando o idealizador do Sítio São João. Fonte: acervo O projeto nasceu com o escopo de combinar a cultura pulsante, cheia de atores sociais e simbologias, práticas típicas da região e o processo constante de readaptação pelo qual a festividade perpassa, com as inovadoras maneiras de produção, distribuição e circulação de informações (figura 1). Esse hibridismo fez emergir a iniciativa visando a formação cultural, técnica, ética e comunicacional de centenas de estudantes de comunicação do curso de Jornalismo da Universidade Estadual da Paraíba e Universidades Parceiras. Durante esses dez anos, mais de 900 alunos já participaram do projeto. Durante esses dez anos, o projeto tem firmado parcerias com outras instituições de ensino superior, como as Faculdades Integradas de Patos (FIP-Patos -PB), Centro de Ensino Superior Reinaldo Ramos (CESREI, Campina Grande - PB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), na Paraíba, Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Universidade Federal da Bahia (UFBA), na Bahia e Universidade Federal do Ceará (UFC), do curso de Jornalismo do campus Cariri. 7

8 Com o aumento do número de alunos interessados em participar do projeto e a crescente dimensão tomada pelo mesmo, foi preciso uma adaptação, a cada começo de ano letivo faz-se necessário a realização de um processo seletivo para a escolha dos estudantes que integrarão a equipe de cada ano. Em 2014, mais de 120 se candidataram para ocupar as 50 vagas oferecidas anualmente no Projeto (fora os alunos das universidades parcerias que agregam outras dezenas de alunos) para estagiar durante os 30 dias do São João nas duas redações que abrigam a equipe: uma na Vila da Imprensa, cedida pela parceria com a Prefeitura Municipal de Campina Grande, e outra no Laboratório Multimídia do Projeto Rede Viva do Departamento de Comunicação. Só após esse processo de seleção a equipe de 50 estudantes pode ser dividida entre os cargos de repórter, editor, fotógrafo e cinegrafista. O próximo passo é capacitar os alunos para a prática jornalística e desenvolver suas habilidades. Nesta perspectiva, são programados treinamentos de produção de texto para web, construção de reportagem multimídia, edição de áudio e vídeo, técnicas de reportagem e entrevista, além de domínios específicos em relação ao Gerenciador de Conteúdo do site e de aplicações digitais (figura 2). Figura 2 treinamento da equipe de alunos para a cobertura do São João. Fonte: acervo 8

9 A sustentação do projeto está centrada em três eixos de atuação: a) Promoção da qualificação jornalística de estudantes de jornalismo da UEPB para cobertura dos festejos juninos e da cultura popular através de recursos do jornalismo digital (multimidialidade, hipertexto, transmissão ao vivo); b) Divulgação e construção da memória da cultura junina local através de diferentes formatos (áudio, fotos, vídeos, textos), apresentando uma base de dados desde 2005 contendo entrevistas com artistas, reportagens especiais, notícias, fotografias e vídeos que, no conjunto, sistematizam a história da festa junina em Campina Grande no período (2005 a 2013); c) Espaço para turistas, pesquisadores, estudantes e população em geral acompanharem ou recuperarem as informações sobre o São João em um portal de jornalismo especializado em cultura. A interação com os internautas acontece não apenas pelo site o projeto também interage com o público por meio das redes sociais (Facebook, Twitter, Youtube), estuda-se ainda a possibilidade de criação de um aplicativo para dispositivo móvel. Essa estratégia amplia o alcance do projeto na divulgação original da cultura. Em campo, as atividades realizadas durante os 30 dias de festividade vão desde a produção de notícias, reportagens multimídia, gravação de programas radiofônicos para distribuição em podcasts na webrádio junina (o projeto Gente Nossa, coordenado pela professora Goretti Sampaio, está agregado à plataforma do Projeto Repórter Junino com a produção de programas radiofônicos com artistas e produção de boletins jornalísticos durante o São João de Campina Grande de forma a compor a memória em formato de áudio), além da produção de programas para a webtv junina. Professores do Departamento de Comunicação, da Universidade Estadual da Paraíba, acompanham e orientam os alunos nas rotinas diárias de produção e edição, transformando essa iniciativa em um verdadeiro laboratório de jornalismo digital. O gerenciamento de dados do site ocorre através do sistema Joomla, essa ferramenta além de possuir maior liberdade de uso, possui software livre, o que dá mais liberdade de alteração na sua matriz. Além de qualidade em potência para acompanhar o ritmo de produção que o projeto exige, esse gerenciador foi capaz de suportar todas as funcionalidades propostas para o projeto. O Joomla é um Sistema Gerenciador de Conteúdo (CMS Content Management System)9 de código aberto, que qualquer pessoa pode baixar na Internet sem custo. Por suas comunidades de desenvolvedores estarem em alta muitas 9

10 empresas o adotam como software de gerenciamento de sistemas na internet. Essa característica do Joomla proporcionou a personalização adequada para o perfil do site. (LEITE; SILVA, 2011, p. 6-7) Em pesquisa realizada no ano de 2012, com ex-participantes do projeto, o Repórter Junino coletou resultados que só reiteram a importância do projeto em oferecer a oportunidade de práticas laboratoriais para os alunos terem o primeiro contato com a prática jornalística em situações reais e no mesmo ritmo de trabalho profissional, através de reportagens no Parque do Povo durante o São João de Campina Grande. A inserção dos alunos nos meios de comunicação de massa e meios digitais está delimitada da seguinte forma: De 50 respostas obtidas na pesquisa, 26% estão atuando em televisão, 30% em assessoria de imprensa, 16% em internet. A avaliação que os participantes fazem do projeto é positiva, para 84% a avaliação é excelente ou muito boa. Portanto, o trabalho com jornalismo digital torna-se uma perspectiva de disseminação do conteúdo visando um bem social e cultural com a divulgação da cultura regional. Logo, a infraestrutura da rede telemática e os recursos do jornalismo digital propiciam as possibilidades necessárias. Apesar da discussão sobre a flexibilização das hierarquias no processo de produção de notícias, é importante constatar que os procedimentos de produção e distribuição noticiosa, no ambiente das redes telemáticas, não pertencem mais só às empresas de comunicação e aos profissionais de Jornalismo. As notícias na mídia digital conectada, transformam-se num bem social. (SCHWINGEL, 2010, p ) Resguardados por essa afirmação, podemos dizer que o material jornalístico produzido pelo Repórter Junino nestas nove edições do projeto, contribui para a construção da memória cultural campinense, pelas estratégias de compartilhamento desse material. Através das redes sociais, o conteúdo jornalístico vale-se de inovações para alcançar uma certa autonomia de circulação. O jornalismo digital não se prende a uma periodicidade, ele cumpre o seu papel segundo a ocorrência dos fatos que merecem ser noticiados. O jornalismo digital favorece as narrativas construídas no projeto pela sua capacidade de convergência e de flexibilidade através do processo de digitalização. Moherdaui (2007) lista como características fundamentais do jornalismo digital conteúdo dinâmico, atualização constante, memória, interatividade, hipertextualidade, multimidialidade, personalização e imersão. Diante desses conceitos, o Repórter 10

11 Junino enquanto laboratório de jornalismo digital, esforça-se ao máximo para cumprir com sucesso as diretrizes que norteiam essa modalidade jornalística. Estrategicamente posicionado na Vila da Imprensa (espaço criado pela prefeitura para alocar os principais veículos de comunicação do estado), o Repórter Junino divide espaço com diversos representantes da imprensa paraibana, desde afiliadas de grandes redes de comunicação, entre eles jornais impressos, televisões, rádios e portais on-line, até representantes dos governos municipal e estadual. Em sua cabine o projeto conta com gravadores, câmeras digitais e computadores com acesso à internet. A equipe por sua vez, conta com camisetas e crachás de identificação, visto que em muitos espaços o acesso da imprensa só é liberado após a comprovação por meio destas ferramentas. Apesar de o projeto contar com duas redações fixas (uma no Parque do Povo e outra no Laboratório Multimídia do Projeto Rede Viva, do Departamento de Comunicação da UEPB), desde 2011 o projeto adotou a modalidade redação em nuvem, que deriva do conceito computação em nuvem (MOREIRA, 2010), e que consiste na produção de conteúdo em rede integrada, a partir das interconexões dispostas na Web. Essa modalidade permite a produção, edição e compartilhamento de matérias entre repórteres e editores do projeto Repórter Junino. Através da plataforma Google Docs, o processo de construção da notícia se dá de forma integrada e em tempo real, podendo-se visualizar quem está alterando o documento e o que foi modificado, além de armazenar todo o histórico de revisões. Usando os termos matéria para editar ou matéria finalizada o fluxo de notícias que vão para o site é gerenciado pelos editores, que de acordo com suas disponibilidades fazem o upload das matérias para o site, em dias de grande movimentação é possível contabilizar uma média de 10 a 20 matérias por noite (LEITE; SILVA, 2011, p. 7). Esse modelo de produção permite não apenas a integração da equipe na construção da notícia, mas também um caráter mais pedagógico de como se deve escrever para a Web, ao passo que a estética desse formato de notícia demanda certas especificidades. A partir da descentralização que a redação em nuvem proporciona, o processo de edição da notícia pode se dar desde dispositivos móveis até computadores que estejam conectados à internet, podendo este se dar dos lugares mais remotos. Nos treinamentos oferecidos pelo projeto os alunos ficam aptos a operar o sistema de redação em nuvem, além de aprimorarem as técnicas de apuração, construção de pautas, realização de entrevistas, captação de imagens, edição de texto e produção de material radiofônico para podcast. Aproximando-se das rotinas diárias de 11

12 produção jornalística pelo cumprimento de horários e pela experiência vivida no processo de apuração da notícia. Os alunos que não podem estar presente nas redações do projeto podem compartilhar material de onde estiverem e assim contribuir para a construção da memória dos festejos juninos, é assim que acontece com estudantes de outros estados como já foram mencionados anteriormente. O Repórter Junino adequando-se às novas práticas jornalísticas, promove a capacitação de centenas de estudantes do curso de Comunicação Social Jornalismo da UEPB, contribuindo para um mercado que supra a demanda da população neste constante processo de mutação sociocultural, visto que o consumo de notícias está cada vez mais personalizado, o projeto enquanto um site de notícias especializadas cumpre o seu papel de informar e contribuir para o engrandecimento da cultura nordestina. CONCLUSÕES Esse trabalho discutiu o jornalismo digital enquanto contribuição para a construção da memória cultural da festa de São João no Nordeste, mais especificamente em Campina Grande, enfocando a experiência multimídia do projeto Repórter Junino. Ao mesmo tempo, a abordagem demonstra a importância da iniciativa para a formação dos alunos de comunicação social e a prática jornalística especializada. Compreendemos que a produção multimídia do projeto se constitui em um acervo de 10 anos de atividades que fomenta o desenvolvimento regional através do olhar da cultura além de oferecer visibilidade para os artistas locais e as manifestações mais genuínas, negligenciadas, em boa parte, pelos meios de comunicação de massa locais. Através do jornalismo digital, os estudantes envolvidos no projeto passam a ter domínio de ferramentas e processos de produção que facilitam a circulação das notícias sobre essas manifestações em sua dimensão mais cultural, de modo que se desenvolve também uma reflexão crítica sobre a festa. A memória, na sua condição imaterial do digital, é um resultado fundamental de permanência e de preservação da cultura nordestina. Sendo assim, a contribuição desse artigo está em apontar esses desdobramentos e as possibilidades de construção de memória da cultura. Portanto, a apropriação da tecnologia digital no jornalismo permite perspectiva de um jornalismo cultural ou um jornalismo digital centrado no ensinoaprendizagem que valorize a cultura local e amplie a captação, produção e circulação de conteúdos com intenção de valorização e preservação das identidades regionais. 12

13 REFERÊNCIAS ANDRADE, Antonio; SILVA, Fernando Firmino; AZEVEDO, Arão. Repórter Junino na cobertura jornalística dos festejos juninos. Congresso Universitário da UEPB, Campina Grande, BARBOSA, Suzana. Jornalismo Digital em Base de Dados (JDBD) Um paradigma paraprodutos jornalísticos digitais dinâmicos. Tese de Doutorado. Universidade Federal da Bahia (UFBA), Disponível em: acesso em 11 jan BELTRÃO, Luis. O ex-voto como veículo jornalístico. In: MELO, José Marques de. Midia e cultura popular, História, taxionomia e metodologia da folkcomunicação. São Paulo: Paulus, 2008 CAMARGO, H. L. Patrimônio Histórico e Cultural. São Paulo: Aleph, CANAVILHAS, João. Do jornalismo online ao webjornalismo: formação para a mudança. Universidade da Beira do Interior: FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital 3. Ed. São Paulo: Contexto, LEITE, Emmanuela; SILVA, Fernando Firmino da. Cobertura do São João em Jornalismo digital: a experiência do Repórter Junino. Intercom nacional. Disponível em acesso em 01 abr LUCENA FILHO, Severino Alves de. O Maior São João do Mundo em Campina Grande - PB: um evento gerador de discursos culturais. Culturas Midiáticas: Revista do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal da Paraíba. Vol. II, n. 1 jan./jun./2009 MALINI, Fábio. A internet e a rua: ciberativismo e mobilização nas redes sociais / Fábio Malini e Henrique Antoun. Porto Alegre: Sulina, MIELNICZUK, Luciana; QUADROS, Claudia. I.; BARBOSA, Suzana. Estudos sobre jornalismo digital no Brasil. E-Compós (Brasília), v. 7, p. 1-22, 2006 MOREIRA, Daniela. Cloud computing: entenda este novo modelo de computação. Disponível em acesso em 03 de abril MOHERDAUI, Luciana. Guia de estilo Web: produção e edição de notícias on-line. 3ª ed. ver. e ampl. São Paulo: Editora Senac São Paulo, NÓBREGA, Zulmira. A festa do maior São João do mundo: dimensões 0culturais da festa junina na cidade de Campina Grande. Zulmira Nóbrega PALACIOS, Marcos. Um mapeamento de características e tendências no jornalismo brasileiro Disponível em acesso em 01 abril

14 PALACIOS, Marcos. Convergência e memória. Jornalismo, contexto e história. MATRIZes Ano 4 Nº 1 jul./dez São Paulo Brasil. POLLAK, Michael. Memória e Identidade Social. In: Estudos históricos. Rio de Janeiro, vol.5, n.10, 1992 PRIMO, Alex. Mapeamento do Ensino de Jornalismo Digital no Brasil (Itáu Cultural). Disponível em Disponível em acesso em 01 abril 2014 SCHWINGEL, Carla. ZANOTTI, Carlos A. Produção e colaboração no Jornalismo Digital. Florianópolis: Insular, SILVA, Luiz Custódio da. Os Festejos Juninos e a reinvenção das Identidades Culturais no contexto paraibano. Campina Grande, SUANO, M. O que é museu? São Paulo: Brasiliense, YÚDICE, George. A conveniência da cultura: os usos da cultura na era global. Belo Horizonte: UFMG,

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