ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE UM GRUPO DE TERCEIRA IDADE PORTADOR DE PRÓTESE TOTAL, ANTES E APÓS PROGRAMA DE SAÚDE BUCAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE UM GRUPO DE TERCEIRA IDADE PORTADOR DE PRÓTESE TOTAL, ANTES E APÓS PROGRAMA DE SAÚDE BUCAL"

Transcrição

1 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE UM GRUPO DE TERCEIRA IDADE PORTADOR DE PRÓTESE TOTAL, ANTES E APÓS PROGRAMA DE SAÚDE BUCAL ANALYSIS OF THE ELDERLY S BEHAVIOR CARRIERS OF TOTAL PROSTHESIS, BEFORE AND AFTER AN ORAL HEALTH PROGRAM SUZELY ADAS SALIBA MOIMAZ NEMRE ADAS SALIBA CLÁUDIA LETÍCIA VENDRAME DOS SANTOS Professora da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Programa de Pós-graduação em Odontologia Preventiva e Social Unesp Professora da Faculdade de Odontologia de Araçatuba, Programa de Pós-graduação em Odontologia Preventiva e Social Unesp Aluna da graduação, bolsista da Fapesp, da Faculdade de Odontologia de Araçatuba Unesp RESUMO A pirâmide populacional brasileira modificou-se nos últimos anos, devido ao aumento da esperança de vida ao nascer e conseqüente envelhecimento populacional. Tendo em vista as necessidades da população idosa, busca-se adaptar as ações de saúde, que promovam a melhoria da qualidade de vida desses indivíduos. Grande parte da população adulta no Brasil é portadora de algum tipo de prótese. Assim, este estudo foi desenvolvido com o grupo da 3ª Idade do município de Piacatu/SP, portadores de Prótese total superior e/ou inferior, com o propósito de avaliar cuidados dispensados às próteses dentárias e à higienização bucal. Foram efetuadas entrevistas com 72 pessoas e analisadas as mudanças de comportamento, antes e após a realização de programa educativo voltado à promoção de saúde. Realizaram-se 6 reuniões pedagógicas com o grupo para treinamento relativo aos métodos de higienização, conservação e utilização de próteses totais e cuidados com a boca, além de orientações sobre auto-exame bucal. Entre os participantes, notou-se que 66% usavam prótese a mais de 20 anos e 55% apontaram como principal motivo de substituição o desgaste. No início 22,22% tiravam a dentadura à noite e após o programa 32,43% passaram a retirá-la e imergi-la em solução. Quanto à limpeza das próteses, 3,69% usavam água; a princípio 6,93% utilizavam escova e sabão e 21,62% passaram a usá-los no final. Diante dos resultados obtidos, conclui-se que houve melhora na higienização das próteses totais dos idosos, bem como mudança de comportamento relativos à saúde bucal. UNITERMOS: HIGIENIZAÇÃO IDOSOS PRÓTESE TOTAL. ABSTRACT The Brazilian population pyramid modified in the last years because of the increase in life expectancy and consequently, the increase in the aging population. With the elderly population needs in mind, it is necessary to adapt health services to improve the quality of life of these individuals. A great part of the adult population are carriers of some type of prosthesis. Thus, this study was developed to study a group of elderly people of Piacatu/SP municipal district who were carriers of upper and/or lower prosthesis, in order to assess the care for the prostheses and oral hygiene. Interviews were carried out with 72 people and behavior changes were analyzed, before and after the educational program for health promotion. Six educational sessions were carried out with the group to train them in hygiene methods, care of the mouth, oral self-examination and conservation and utilization of the prosthesis. Among the participants, 66% used prosthesis more than 20 years and 55% reported wear as the main reason for substitution. In the beginning 22.22% removed the dentures at night and after the program 32.43% started to remove them and to immerse them in a solution. With relationship to the cleaning of the prosthesis, 3.69% used water; at first 6.93% used brushing and soap and in the end 21.62% started to use this procedure. From the obtained results, it can be concluded that there was improvement by the elderly in the hygiene of the prostheses, as well as change of behavior concerning oral health. UNITERMS: ORAL HYGIENE ELDERLY TOTAL PROTHESIS. 3 5

2 3 6 INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional, como fenômeno mundial, atinge também o Brasil. 3, 8, 12, 13, 14 Dados indicam que, em 2020, 14 9% da população brasileira ou seja, 18 milhões de pessoas terão 65 anos ou mais. Com a mudança do perfil populacional e a elevação da perspectiva de vida, há que se planejar ações de saúde que contribuam para a melhoria do bem-estar dessa crescente população. A saúde bucal é parte constituinte da saúde geral. Assim, é necessário que odontólogos conheçam as condições bucais dessa população, principalmente a do local ou da comunidade em que atuam, 2, 13 definindo problemas e buscando soluções, realizando o papel de promotor de saúde e colaborando com o aumento da auto-estima desse grupo. É certo que a maioria dos idosos de hoje passou por uma odontologia puramente curativa, o que implica reduzido número de dentes hígidos 3, 11 e deficiência das estruturas bucais, resultando, conseqüentemente, em usuários de próteses total 3, 6 ou que necessitam ser reabilitados. Rosa et al. confirmam essa realidade ao realizar um trabalho em que, no município de São Paulo, 79,4% dos idosos examinados eram edêntulos e 97% necessitavam de algum tipo de prótese. A reabilitação do sistema estomatognático é importante, pois contribui com o aumento da auto-estima e acarreta em melhora da saúde geral. 3, 10 Conforme apresenta Moriguchi, 5 a perda da dentição influi sobre a mastigação, digestão, gustação, pronúncia e aspecto estético e predispõe a doenças geriátricas. Então, para executar suas funções e colaborar para o bem-estar do paciente, o aparelho deve estar em boas condições de funcionamento e, acima de 3, 11 tudo, apresentar-se limpo. Considerando que o grau de senilidade geralmente prejudica a coordenação motora e debilita as funções, 14 e somando a falta de conhecimento e de conscientização, isso certamente acarreta precariedade da limpeza, influenciando no processo saúde/doença. Assim, é necessário que o cirurgião-dentista, como promotor de saúde, conheça a população com a qual trabalha para poder contribuir com a melhoria da sua qualidade de vida, por meio da transmissão de informações e da prestação de serviços. PROPOSIÇÃO Os autores propuseram-se, neste estudo, a analisar os cuidados dispensados por indivíduos de um grupo da Terceira Idade à boca e a suas próteses totais, antes e após a realização de um programa educativo. MATERIAL E MÉTODO O estudo foi desenvolvido no grupo da Terceira Idade do município de Piacatu. Após a permissão das autoridades locais, os indivíduos portadores de prótese total que se propuseram a participar da pesquisa assinaram o consentimento livre e esclarecido, de acordo com o CEP local. Realizou-se uma reunião inicial, na qual explicou-se aos participantes o objetivo do trabalho e buscou-se uma aproximação e a confiança do grupo. Foram entrevistados 72 indivíduos, seguindo um formulário que continha 15 questões relacionadas ao uso da dentadura, métodos de limpeza, meios de conservação e manutenção do aparelho, tempo de vida útil, conhecimentos referentes ao uso prolongado da prótese. Abordou-se, também, forma de limpeza da cavidade bucal e motivos de perda dos dentes. Em reuniões subseqüentes, os participantes receberam orientações e treinamentos individuais relacionados à limpeza e manutenção do aparelho, instrumentos e métodos para melhor higienizar e conservar a prótese. Foram apresentados métodos alternativos de limpeza, como escovas específicas para dentadura (bitufo) e raspadores linguais. Também foram utilizados materiais didáticopedagógicos, como modelos odontológicos, diapositivos, folhetos e cartazes e o Manual para Conservação e Higienização de Prótese Dentárias, do Núcleo de Pesquisas em Saúde Coletiva (Nepesco) da FOA Unesp. 16 Quanto aos cuidados com a boca, os participantes foram instruídos sobre a importância da retirada noturna da prótese, sendo incentivadas a limpeza do rebordo com gaze umedecida e a escovação da língua. Os indivíduos também receberam orientações e treinamento para realização do auto-exame bucal. À frente do espelho, reconheciam as estruturas da boca e eram instruídos sobre como diagnosticar alterações patológicas, visando ao diagnóstico precoce do câncer bucal. Nessa fase, foi possível identificar os indivíduos que apresentavam lesões e encaminhá-los para dis- UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba

3 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP ciplinas específicas da Faculdade de Odontologia de Araçatuba Unesp. No total, foram realizados seis encontros com os participantes, sendo dois individuais, ou seja, os pesquisadores com cada idoso, e quatro coletivos, em que os temas antes abordados foram reforçados de forma expositiva. Terminado o programa, os indivíduos foram novamente entrevistados de acordo com um formulário com 12 questões. Procurou-se identificar possíveis mudanças no comportamento dos participantes, além de avaliar a eficácia das ações desenvolvidas e o conhecimento adquirido durante o trabalho. GRÁFICO 1. DISTRIBUIÇÃO DO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO A FAIXA ETÁRIA. GRÁFICO 2. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO OS MOTIVOS ALEGADOS DA PERDA DENTÁRIA. RESULTADO E DISCUSSÃO O estudo possibilitou observar que esse grupo populacional em crescimento é carente afetivamente e tem necessidade de atenção relacionada à saúde, incluindo a odontológica. No Brasil, considera-se idoso o indivíduo com 60 anos ou mais. 5 A implantação de grupos de Terceira Idade tem sido benéfica, proporcionando lazer, distração e até ocupação. Da população estudada, 51,39% tinham menos de 60 anos e pertenciam ao grupo, o que possivelmente demonstra a necessidade de um resgate social (gráf. 1). A percepção de saúde e os conhecimentos dos indivíduos refletem na sua concepção sobre vida útil do dente e até mesmo na crença sobre os motivos pelos quais eles foram perdidos. 2 Assim, como motivo das exodontias dos dentes, 50,78% (gráf. 2) afirmaram que eles sofreram apodrecimento, como se fosse um processo natural. Poucos eram os indivíduos parcialmente desdentados. Houve resistência às novas informações, que muitas vezes contradiziam o seu conhecimento. Por se sentirem marginalizados, não acreditam na idéia de qualidade de vida por meio da melhora da higienização da boca e do aparelho reabilitador. Assim como a limpeza, a adaptação é um fator indispensável para o uso da prótese e o conforto do paciente. Mesmo tendo os rebordos bastante reabsorvidos, 64,44% deles garantem boa adaptação ao aparelho. TABELA 1. RESPOSTAS OBTIDAS A PARTIR DE ENTREVISTAS REALIZADAS COM 72 INDIVÍDUOS DO GRUPO DE TERCEIRA IDADE DO MUNICÍPIO DE PIACATU/SP, PERGUNTA SIM NÃO MAIS OU MENOS Nº % Nº % Nº % A prótese substitui os dentes naturais de forma satisfatória 24 33, , ,72 Dificuldade de adaptação ao uso da prótese 29 40, , ,33 A prótese está bem acomodada 50 69, , ,12 Acha sua prótese limpa 63 87,50 4 5,55 5 6,94 Apresenta dificuldade em limpar a prótese 10 13, , ,50 3 7

4 TABELA 2. RESPOSTAS OBTIDAS A PARTIR DE ENTREVISTAS REALIZADAS COM 72 INDIVÍDUOS DO GRUPO DE TERCEIRA IDADE DO MUNICÍPIO DE PIACATU/SP, PERGUNTA SIM NÃO ÀS VEZES Nº % Nº % Nº % Freqüência de quelite angular , ,50 Dor na região da ATM 12 16, , ,5 Dor de cabeça relacionada a prótese 7 9, ,33 5 6,94 Remove a prótese à noite 16 22, ,61 3 4,16 Escova a prótese 71 98,61 1 1,38 GRÁFICO 3. DISTRIBUIÇÃO DO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS QUE RETIRARAM A PRÓTESE PARA DORMIR. GRÁFICO 4. DISTRIBUIÇÃO DO PERCENTUAL DOS INDIVÍDUOS SEGUNDO OS MOTIVOS PELOS QUAIS NÃO RETI- RAM A PRÓTESE NO PERÍODO NOTURNO. UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba 3 8 Quanto à satisfação, 31,94% disseram-se insatisfeitos com a prótese e 34,72% se conformavam, considerando a estética, a função e, acima de tudo, a ausência de dor causada pelos dentes. Dos participantes, 61,6% tiveram dificuldade em se acostumar com o aparelho, conforme relacionado na tabela 1. A retirada da prótese é recomendada para alívio do tecido de suporte. A indicação é para ser removida no período noturno. 1 Pode haver uma relação direta entre adaptação e remoção do aparelho, pois, temendo uma má adaptação no dia seguinte, poucos indivíduos retiram-na para dormir. Verifica-se, na tabela 2, que apenas 22,22% retiravam a prótese à noite antes do programa. Foram obtidos resultados positivos, tendo em vista que, na segunda análise, 52,06% tentaram retirar a prótese. Assim, 32,43% conseguiram, após o programa, dormir sem o aparelho e 19,63% passaram a retirá-lo ocasionalmente (gráf. 3). Quanto aos que não retiraram a prótese, 52% alegaram falta de costume e 20% não conseguiram ficar sem ele (gráf. 4). Também se questionou onde as próteses eram colocadas nesse intervalo de tempo. O gráfico 5 mostra os locais de armazenamento das próteses. Entre os 22,22% que a retiravam, 59,09% colocavam-na em um copo com água, meio recomendado por muitos profissionais. 1 O restante a mantinha em meios alternativos extremamente variados. Na segunda entrevista, observou-se que a variedade de meios alternativos diminuiu e que todos os que retiraram a dentadura passaram a imergi-la em solução. Foram orientados para a colocação de desinfetante, ou seja, de uma colher de chá de água sanitária (Q-Boa), dissolvida em um copo com água. 1 O gráfico 6 demonstra que 34,61% cumpriram o orientado e 57,69% usaram a água pura como solução de imersão. Como se vê no gráfico 7, antes do programa, o meio de limpeza mais usado pelos participantes era a escova com pasta, mesmo que essa não tenha sido a indicação dos profissionais da área, devido à ação de abrasivos provenientes do creme dental. 1

5 FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP GRÁFICO 5. DISTRIBUIÇÃO DO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO O LOCAL DE ARMA- ZENAMENTO DA PRÓTESE TOTAL QUANDO RETIRADA NO PERÍODO NOTURNO (RESUL- TADO ANTES DO PROGRAMA EDUCATIVO). GRÁFICO 6. DISTRIBUIÇÃO DO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO O LOCAL DE ACOMO- DAÇÃO DA PRÓTESE NO PERÍODO NOTURNO (RESULTADO DEPOIS DO PROGRAMA EDU- CATIVO). GRÁFICO 7. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO OS MATERIAIS UTILIZA- DOS PARA A HIGIENIZAÇÃO DA PRÓTESE TOTAL (RESULTADO ANTES DO PROGRAMA EDUCATIVO). GRÁFICO 8. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS SEGUNDO OS MATERIAIS UTILIZA- DOS PARA A HIGIENIZAÇÃO DA PRÓTESE TOTAL (RESULTADO DEPOIS DO PROGRAMA EDUCATIVO). Do total dos indivíduos, 90,27% utilizavam esse método. O gráfico 8 demonstra que, na segunda análise, aumentou o percentual de indivíduos que passaram a usar o método indicado. Desse modo, 21,62% adotaram escova e sabão neutro para higienização do aparelho. Quanto à substituição do aparelho, notou-se que 44,44% dos participantes nunca haviam trocado as próteses. Entre as respostas, obteve-se que 55,56% já a substituíram e 55% apontaram como fator principal da troca o desgaste, seguido da fratura do aparelho, razão de 32,5% das substituições (gráf. 9). É perceptível, pelo gráfico 10, que 66% usavam o aparelho há mais de 20 anos, o que retrata a odontologia curativa 11 e reabilitadora 3, 6 pela qual passaram. Quanto aos cuidados dispensados à boca, observa-se, no gráfico 11, que 76% dos participantes realizavam bochechos com água. Motivou-se a escovação da língua e a limpeza da bochecha e do rebordo com gaze úmida. GRÁFICO 9. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS, SEGUNDO MOTIVO DA SUBSTI- TUIÇÃO DA PRÓTESE TOTAL. Após o programa, 59,46% passaram a utilizar a técnica. Desses, 90,9% afirmaram que não tiveram dificuldades em realizá-la. Entre os que a praticaram, 86,36% consideraram o método eficiente e 13,64% adaptaram a técnica, preferindo massagear o rebordo com escova ou com o dedo. 1 Dos que não a executaram, 33% justificaram como não sendo necessária sua realização, 20% não gostaram da técnica, 27% alegaram esquecimento e 20% apontaram descuido ou relaxamento (gráf. 12). 3 9

6 GRÁFICO 10. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS INDI- VÍDUOS, SEGUNDO TEMPO DE USO DA PRÓTESE. GRÁFICO 11. MÉTODOS UTILIZADOS PARA HIGIENI- ZAÇÃO BUCAL PELOS INDIVÍDUOS ENTRE- VISTADOS. Conclui-se que o programa realizado, por meio da informação, do incentivo e da motivação, foi capaz de provocar mudanças de comportamento nos membros do grupo da Terceira Idade, comprovando sua capacidade de aprendizagem. AGRADECIMENTOS À Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), pela concessão de bolsa de Iniciação Científica. À Tatiane Bueno Gomes, pelo auxílio e participação no trabalho com idosos. Ao Grupo da Terceira Idade e à Prefeitura Municipal de Piacatu. UNIMEP Universidade Metodista de Piracicaba 4 0 GRÁFICO 12. DISTRIBUIÇÃO DOS INDIVÍDUOS SEGUNDO O MOTIVO PELO QUAL NÃO REALIZARAM LIM- PEZA DA BOCA CONFORME ORIENTADO. Assim, pode-se constatar que essa população em crescimento necessita de atenção e de programas de saúde bucal 2, 13 que acarretem bem-estar pessoal e melhoria de saúde geral. CONCLUSÃO Diante dos resultados obtidos, nota-se que houve mais atenção dos participantes em relação à boca e aos cuidados com a prótese, implicando maior eficácia na sua higienização. Esse grupo populacional tem direito a melhores condições de saúde e o profissional da área, incluindo o cirurgiãodentista, tem papel fundamental na educação, orientação e prevenção de doenças. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Assunção WG, Pizzo Reis PM, Zavanelli AC, Gennari Filho H, Fajardo RS, Goiato MC. Higienização em dentaduras artificiais. JAO. 2. Atchison KA, Dolan TA. Development of the geriatric Oral Health Assessment. Index Journal of Dental Education 1990; 54 (11). 3. Dini EL, Castelhano RA. Doenças periodontais em idosos: prevalência e prevenção para população de 3.ª idade. RBO 1993 mar/abr; 1 (2). 4. Felder R, James K, Brown C, Lemon S, Reveal M. Dexterity Testing as a predictor of oral care ability. J American Geriatrics Society 1994 out; 42 (10). 5. Fernandes RA, Castelhano Silva SRC, Watanabe MGC, Pereira AC, Martildes MLR. Uso e necessidade de próteses dentárias em idosos que demandam um centro de saúde. RBO/RJ 1997; 54 (2): Frare SM, Limas PA, Allarello FJ, Pedot G, Régio RAS. Terceira Idade: quais os problemas bucais existentes? Rev. APCD 1997 nov/dez; 51 (6). 7. Keng SB, Lim M. Denture plaque distribution and the effectiveness of a perborate-containing denture cleanser. Quintessence International 1996; 27 (5). 8. Madeira AA, Caetano M, Minalti EJ. Odontogeriatria, uma necessidade curricular. RBO, 1997 mai/jun; XLIV (3). 9. Moriguchi Y. Aspectos geriátricos no atendimento odontológico. Rev Odont Moderno 1998 jul/ago; 19 (4): Odontologia para 3ª Idade, ROBRAC, (26): editorial. 11. Padilha DMP, Baldssevolto J, Sool L, Bercht S, Petry P. Odontogeriatria na universidade para não perder tempo. Rev Fac Odont Porto Alegre 1998 jul; 39 (1). 12. Pinto MLMC. Situação odontológica do idoso no Brasil. Rev Fac Odont UFBA 1987 jan/dez; (7): Rosinblit R. La atención odontologica del anciano. Rev Assoc Odontol Arg 1996 abr/jun; 84 (2). 14. Rosa AGF, Castelhano RA. Saúde bucal na 3.ª idade. RGO 1993 mar/abr; 41 (2): Saliba CA, Saliba NA, Marcelino G, Moimaz SAS. Saúde bucal dos idosos: uma realidade ignorada. Rev APCD 1999 jul/ago; 53 (4). 16. Saliba NA, Moimaz SAS, Garbin CAS, Brandão IG, Casitho AP. Manual para Conservação de Prótese Dentária. NEPESCO Núcleo de Pesquisa em Saúde Coletiva.

SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA

SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA 1 SAÚDE BUCAL NOS IDOSOS DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Elazi Gomes de Oliveira Chacar Lima 1 1 Cirurgiã-Dentista aluna do Curso de Pós-Graduação em Saúde da Família da Faculdade de Medicina de Campos RESUMO

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA DA EXTENSÃO:

ÁREA TEMÁTICA DA EXTENSÃO: TÍTULO: PROMOÇÃO DE SAÚDE E VIDA NA TERCEIRA IDADE AUTORES: ALVES, M.S.C.F.(socorrofeitosa@dod.ufrn.br); MEDEIROS JUNIOR, A.; PIRES, J.A.S.(jaspires@uol.com.br); QUEIROZ, C.M.F.(cristinamaria.inga@bol.com.br);

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ.

EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL: UMA EXPERIÊNCIA NA CRECHE DA COMUNIDADE MARIA DE NAZARÉ. Wilton Wilney Nascimento Padilha 1 Fátima Regina Nunes de Sousa 2 Yana Talita de Souza 3 Dayane Franco Mangueira 3 Renata

Leia mais

PROGRAMA SEMPRE SORRINDO: UMA VISÃO ALÉM DA BOCA

PROGRAMA SEMPRE SORRINDO: UMA VISÃO ALÉM DA BOCA FOL Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP PROGRAMA SEMPRE SORRINDO: UMA VISÃO ALÉM DA BOCA ALWAYS SMILING PROGRAM: A VISION BEYOND THE MOUTH SUZELY ADAS SALIBA MOIMAZ MARIA ENEIDE LEITÃO DE ALMEIDA

Leia mais

AUTOPERCEPÇÃO EM SAÚDE BUCAL: IDOSOS E FAMÍLIA

AUTOPERCEPÇÃO EM SAÚDE BUCAL: IDOSOS E FAMÍLIA III MOSTRA NACIONAL DE PRODUÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA IV SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE ATENÇÃO PRIMÁRIA/SAÚDE DA FAMÍLIA III CONCURSO NACIONAL DE EXPERIÊNCIAS EM SAÚDE DA FAMÍLIA 05 A 08 DE AGOSTO DE 2008 -

Leia mais

SAÚDE ORAL DAS PESSOAS IDOSAS

SAÚDE ORAL DAS PESSOAS IDOSAS SAÚDE ORAL DAS PESSOAS IDOSAS Saúde Oral das Pessoas Idosas A saúde oral é considerada como uma parte integrante da saúde geral. As doenças da boca e dos dentes têm consequências negativas na qualidade

Leia mais

Perfil de utilização de próteses totais em idosos e avaliação da eficácia de sua higienização

Perfil de utilização de próteses totais em idosos e avaliação da eficácia de sua higienização Perfil de utilização de próteses totais em idosos e avaliação da eficácia de sua higienização Outlines for the usage of complete denture prostheses in seniors and its evaluations of effectiveness and its

Leia mais

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44

Escrito por Administrator Ter, 02 de Fevereiro de 2010 09:14 - Última atualização Qua, 10 de Março de 2010 08:44 Mitos e Verdades da Odontologia Mitos: Quanto maior e colorida for nossa escova dental, melhor! Mentira. A escova dental deve ser pequena ou média para permitir alcançar qualquer região da nossa boca.

Leia mais

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL

ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Desenvolvimento da Gestão Descentralizada ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE BUCAL DIAGNÓSTICO PRECOCE E PREVENÇÃO DO CÂNCER BUCAL RELATÓRIO

Leia mais

Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia ISSN: 1809-9823 revistabgg@gmail.com. Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia ISSN: 1809-9823 revistabgg@gmail.com. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia ISSN: 1809-9823 revistabgg@gmail.com Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Monti, Lira Marcela; Martins Justi, Mirella; Salviato Farjado, Renato;

Leia mais

Cuidados profissionais para a higiene bucal HIGIENE BUCAL

Cuidados profissionais para a higiene bucal HIGIENE BUCAL HIGIENE BUCAL A Higiene bucal é considerada a melhor forma de prevenção de cáries, gengivite, periodontite e outros problemas na boca, além de ajudar a prevenir o mau-hálito (halitose). Higiene bucal é

Leia mais

CURSO ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

CURSO ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 CURSO ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: ODONTOGERIATRIA Código: Pré-requisito: - Período Letivo: 2015.1

Leia mais

USO DE MATERIAIS REEMBASADORES À BASE DE SILICONE NO HOME CARE EM ODONTOGERIATRIA

USO DE MATERIAIS REEMBASADORES À BASE DE SILICONE NO HOME CARE EM ODONTOGERIATRIA USO DE MATERIAIS REEMBASADORES À BASE DE SILICONE NO HOME CARE EM ODONTOGERIATRIA Autores: Dr. Fernando Luiz Brunetti Montenegro (*) Dr. Leonardo Marchini (**) Nas últimas décadas, têm-se observado, em

Leia mais

Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB

Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB Como obter resultados com a otimização dos consultórios com os TSB e ASB 6º SINPLO Simpósio Internacional de Planos Odontológicos Fabiana Car Pernomiam 2011 Ergonomia racionalizar o trabalho, possibilitar

Leia mais

INFORMÁTICA ANS GUIA TISS CERTIFICADO DIGITAL TABELA TUSS TABELA DE ATOS ESPECIALIDADES

INFORMÁTICA ANS GUIA TISS CERTIFICADO DIGITAL TABELA TUSS TABELA DE ATOS ESPECIALIDADES INFORMÁTICA ANS GUIA TISS CERTIFICADO DIGITAL TABELA TUSS TABELA DE ATOS ESPECIALIDADES 21/06/2014 A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde

Leia mais

MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO

MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO MEDIDAS DE ADEQUAÇÃO DO MEIO BUCAL PARA CONTROLE DA CÁRIE DENTÁRIA EM ESCOLARES DO CASTELO BRANCO BARROS, Ítala Santina Bulhões 1 LIMA, Maria Germana Galvão Correia 2 SILVA, Ariadne Estffany Máximo da

Leia mais

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários

Dr. Felipe Groch CRO 101.353 Especialização em Implantes Dentários Nosso consultório odontológico está equipado para oferecer ao produtor rural todos os tratamentos odontológicos disponíveis na atualidade. Segue abaixo uma discriminação detalhada de cada tratamento oferecido

Leia mais

Instituto de Ciências da Saúde FUNORTE/SOEBRAS. Fernanda Vargas Rodrigues

Instituto de Ciências da Saúde FUNORTE/SOEBRAS. Fernanda Vargas Rodrigues Instituto de Ciências da Saúde FUNORTE/SOEBRAS Fernanda Vargas Rodrigues AVALIAÇÃO DOS HÁBITOS DE HIGIENE EM PACIENTES PORTADORES DE PRÓTESE REMOVÍVEL NA CIDADE DE LONTRAS/SC Lages 2011 Fernanda Vargas

Leia mais

ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO EM CENTROS GERIÁTRICOS

ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO EM CENTROS GERIÁTRICOS ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO EM CENTROS GERIÁTRICOS Leonardo Marchini * Ruy Fonseca Brunetti ** Fernando Luiz Brunetti Montenegro *** PALAVRAS-CHAVE: Prótese dentária, lesões orais, gerontologia, saúde

Leia mais

MANTENHA SEU SORRISO FAZENDO A HIGIENE BUCAL CORRETAMENTE

MANTENHA SEU SORRISO FAZENDO A HIGIENE BUCAL CORRETAMENTE MANTENHA SEU SORRISO FAZENDO A HIGIENE BUCAL CORRETAMENTE SAÚDE BUCAL Para ter um sorriso bonito, saudável e com hálito bom, é preciso: Escovar os dentes, utilizando uma escova de dente de tamanho adequado

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA. Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Orientações Gerais sobre as ações de Saúde Bucal no Programa Saúde na Escola A avaliação e promoção de saúde bucal é ação essencial que integra o Componente I do Programa Saúde

Leia mais

Elizabeth Azevedo Soares TJPE 2011

Elizabeth Azevedo Soares TJPE 2011 Elizabeth Azevedo Soares TJPE 2011 Organograma PROGRAMA Promoção de saúde em seu conceito mais amplo, ou seja, despertar nos pacientes a importância da higiene bucal, da prevenção e a associação destas

Leia mais

PROJETO SEMPRE SORRINDO. Natália Rafaela de Assis Costa 1 ; Prof. Alessandro Aparecido. Federal de Alfenas/UNIFAL MG. Federal de Alfenas/UNIFAL MG

PROJETO SEMPRE SORRINDO. Natália Rafaela de Assis Costa 1 ; Prof. Alessandro Aparecido. Federal de Alfenas/UNIFAL MG. Federal de Alfenas/UNIFAL MG PROJETO SEMPRE SORRINDO Natália Rafaela de Assis Costa 1 ; Prof. Alessandro Aparecido Pereira 2 ; Letícia Carminati Cardoso Ribeiro 3 1 Acadêmica do 3 período do curso de Odontologia, bolsista do Grupo

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

TÉCNICAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS

TÉCNICAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS TÉCNICAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA EM CRIANÇAS Kelin Angélica Zonin* Róger Reche* Leodinei Lodi** *Acadêmicos do curso de Odontologia da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai

Leia mais

HIGIENE PESSOAL: A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O CORPO HUMANO

HIGIENE PESSOAL: A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O CORPO HUMANO HIGIENE PESSOAL: A IMPORTÂNCIA DE ESTUDAR O CORPO HUMANO Ludmylla Fernanda de Siqueira Silva 1 Náthalie da Cunha Alves 1 RESUMO - Higiene pessoal são medidas tomadas para a preservação da saúde e prevenção

Leia mais

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes?

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes? Implantes Dentários O que são implantes ósseos integrados? São uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 6O, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL. Resumo. Palavras-chave: 1. Levantamentos de saúde bucal; 2. Prótese dentária; 3. Mucosa bucal; 4. Idoso.

ARTIGO ORIGINAL. Resumo. Palavras-chave: 1. Levantamentos de saúde bucal; 2. Prótese dentária; 3. Mucosa bucal; 4. Idoso. 1806-4280/09/38-02/53 Arquivos Catarinenses de Medicina Arquivos Catarinenses de Medicina Vol. 38, n o. 2, de 2009 53 ARTIGO ORIGINAL Perfil epidemiológico do uso e necessidade de prótese e de alterações

Leia mais

MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO

MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO MEDIDAS DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DE CÁRIE EM ESCOLARES ADOLESCENTES DO CASTELO BRANCO DIAS, Larissa Nadine Silva 1 FARIAS, Luciana Lombardi Pedrosa de 2 LIMA, Maria Germana Galvão Correia 3 RESUMO A adolescência

Leia mais

CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA.

CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA. CONDIÇÃO BUCAL DO IDOSO E NUTRIÇÃO: REFLEXÕES DA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA. William Alves de Melo Júnior- UFCG-williamgeronto@gmail.com Ana Lígia Soares Amorim - UFCG - ligiamorim@globomail.com Augusto

Leia mais

Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC)

Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC) ISSN 1806-7727 Estudo da prevalência de cárie dentária na dentição permanente em crianças de 6 a 12 anos da rede pública de ensino no município de Joinville (SC) Evaluated the prevalence of dental caries

Leia mais

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR

NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR NORMATIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO DE ODONTOLOGIA HOSPITALAR Atuação e conceitos da Odontologia Hospitalar e Medicina Oral A Odontologia exercida pela grande maioria dos dentistas brasileiros enfoca

Leia mais

disponibilidade do proprietário. Em geral, a melhor forma de profilaxia consiste na escovação dentária diária em animais de pequeno porte e, três

disponibilidade do proprietário. Em geral, a melhor forma de profilaxia consiste na escovação dentária diária em animais de pequeno porte e, três Perfil do proprietário de cães e gatos da cidade de Jataí GO em relação aos cuidados odontológicos de seus animais RESENDE, Lara Gisele¹; PAIVA, Jacqueline de Brito¹; ARAÚJO, Diego Pereira¹; CARVALHO,

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

METODOLOGIA AMOSTRA ABRANGÊNCIA PERÍODO MARGEM DE ERRO. A margem de erro máxima para o total da amostra é 2,0 pontos percentuais.

METODOLOGIA AMOSTRA ABRANGÊNCIA PERÍODO MARGEM DE ERRO. A margem de erro máxima para o total da amostra é 2,0 pontos percentuais. METODOLOGIA METODOLOGIA AMOSTRA ABRANGÊNCIA PERÍODO MARGEM DE ERRO 2.085 pessoas foram entrevistadas, a partir de 16 anos, de todos os níveis econômicos em todas as regiões do país. As entrevistas foram

Leia mais

ABRA A BOCA CONTRA O CÂNCER BUCAL

ABRA A BOCA CONTRA O CÂNCER BUCAL Protocolo Nº: 002-S. Unidade(s) de aprendizagem ou disciplina de referência: Diagnóstico Bucal ( Unidade de Aprendizagem); Patologia Buco Dental e Estomatologia I e II ( disciplina de referência) Ementa:

Leia mais

Saúde Bucal (Cartilha)

Saúde Bucal (Cartilha) SAÚDE BUCAL 2014. Secretaria de Saúde do Estado da Bahia- SESAB. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta o bra, desde que citada a fonte e que não seja para venda

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Protocolo de Tratamento Odontológico Versão eletrônica atualizada em Janeiro 2009 A EQUIPE DE SAÚDE BUCAL NA UTMO Fernanda de Paula Eduardo Letícia Mello Bezinelli Pacientes que

Leia mais

PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL

PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL PLANO DE TRABALHO 2011 PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE BUCAL COLATINA 2011 ÍNDICE 1) INTRODUÇÃO 2) DESCRIÇÃO DA CLIENTELA 3) OBJETIVOS 4) CARGA HORÁRIA 5) DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6) CRONOGRAMA 7) PREVISÃO

Leia mais

Placa bacteriana espessa

Placa bacteriana espessa A IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL A saúde bucal é importante porque a maioria das doenças e a própria saúde começam pela boca. Por exemplo, se você não se alimenta bem, não conseguirá ter uma boa saúde bucal,

Leia mais

COMO PUBLICADO REVISTA PORTAL DIVULG SEPT 2013,4(36):6-16,ISSN: 2178-3454

COMO PUBLICADO REVISTA PORTAL DIVULG SEPT 2013,4(36):6-16,ISSN: 2178-3454 Avaliação da percepção da saúde bucal e qualidade de vida de idosos do Projeto de Extensão da Universidade Católica de Brasília (UCB) - Centro de Convivência de Idosos (CCI) a partir da utilização do instrumento

Leia mais

Autopercepção da saúde bucal de idosos: Revisão de literatura

Autopercepção da saúde bucal de idosos: Revisão de literatura Autopercepção da saúde bucal de idosos: Revisão de literatura Fernanda Zilio 1, Lilian Rigo 2, Clarice Saggin 3, Letícia Simon 4, Caroline Solda 5, Emanuela Irber 6 (1) Discente da Faculdade de Odontologia,

Leia mais

AV. TAMBORIS ESQUINA COM RUA DAS PEROBAS, S/Nº - SETOR SÃO LOURENÇO CEP 76530-000 MUNDO NOVO GOIÁS FONES:

AV. TAMBORIS ESQUINA COM RUA DAS PEROBAS, S/Nº - SETOR SÃO LOURENÇO CEP 76530-000 MUNDO NOVO GOIÁS FONES: SAÚDE BUCAL INTRODUÇÃO A evolução da Odontologia enquanto ciência da saúde é uma realidade incontestável. Dentro deste contexto de mudanças de paradigma, no qual a Promoção de Saúde toma o lugar da prática

Leia mais

Balanço Social UNINORTE 2015

Balanço Social UNINORTE 2015 Balanço Social UNINORTE 2015 Diretora Acadêmica Vanessa Voglio Igami Diretora Administra va Ká a Cris na Do o Gasparini Diretora Comercial Indira Maria Kitamura Diretor Financeiro Fábio Ricardo Leite Secretária

Leia mais

Profª Márcia Rendeiro

Profª Márcia Rendeiro Profª Márcia Rendeiro CONHECIMENTO CIENTÍFICO TECNOLOGIAS PRÁTICA ODONTOLÓGICA AMBIENTES INSTRUMENTOS MATERIAIS RECURSOS HUMANOS O PROCESSO DE TRABALHO ODONTOLÓGICO VEM SOFRENDO TRANSFORMAÇÕES AO LONGO

Leia mais

PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA NOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL ADELMO SIMAS GENRO, SANTA MARIA, RS: UMA ANÁLISE DESCRITIVA PARCIAL 1

PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA NOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL ADELMO SIMAS GENRO, SANTA MARIA, RS: UMA ANÁLISE DESCRITIVA PARCIAL 1 Disc. Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 7, n. 1, p. 121-125, 2006. 121 ISSN 1982-2111 PREVALÊNCIA DE CÁRIE DENTÁRIA NOS ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL ADELMO SIMAS GENRO, SANTA MARIA, RS:

Leia mais

CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS DO MUNICÍPIO DE ERECHIM- RS

CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS DO MUNICÍPIO DE ERECHIM- RS CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS DO MUNICÍPIO DE ERECHIM- RS CONDIÇÃO DE SAÚDE BUCAL DE IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS E NÃO INSTITUCIONALIZADOS DO MUNICÍPIO

Leia mais

VIVIAN MARIA SALCEDO DE SOUZA*, CLÓVIS PAGANI**, ANDRÉ LUIZ CERVANTES JORGE INTRODUÇÃO

VIVIAN MARIA SALCEDO DE SOUZA*, CLÓVIS PAGANI**, ANDRÉ LUIZ CERVANTES JORGE INTRODUÇÃO Odontogeriatria: sugestão de um programa de prevenção VIVIAN MARIA SALCEDO DE SOUZA*, CLÓVIS PAGANI**, ANDRÉ LUIZ CERVANTES JORGE RESUMO Os autores procuram evidenciar a necessidade e a viabilidade de

Leia mais

Título: PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL NA EMEB JOÃO MARIA GONZAGA DE LACERDA

Título: PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL NA EMEB JOÃO MARIA GONZAGA DE LACERDA Título: PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL NA EMEB JOÃO MARIA GONZAGA DE LACERDA Autores: Ana Cláudia Morandini Sanchez, CD Serviço de saúde: Unidade de Saúde da Família VILA ANA Palavras-chaves: cárie dentária,

Leia mais

CUIDE DOS SEUS DENTES

CUIDE DOS SEUS DENTES SENADO FEDERAL CUIDE DOS SEUS DENTES SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Cuide dos seus dentes apresentação Pesquisas científicas comprovam que dentes estragados provocam outras doenças que aparentemente não têm

Leia mais

SORRISO BONITO E SAUDÁVEL PARA TODA A VIDA!

SORRISO BONITO E SAUDÁVEL PARA TODA A VIDA! SORRISO BONITO E SAUDÁVEL PARA TODA A VIDA! INTRODUÇÃO Um sorriso bonito, saudável e harmônico faz toda a diferença! Na autoestima traz diversos benefícios, pois quem sorri abertamente acredita em si mesmo

Leia mais

CÁRIE DENTÁRIA: CONSCIENTIZANDO ESCOLARES DE UMA ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CRUZ ALTA- RS

CÁRIE DENTÁRIA: CONSCIENTIZANDO ESCOLARES DE UMA ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CRUZ ALTA- RS CÁRIE DENTÁRIA: CONSCIENTIZANDO ESCOLARES DE UMA ESCOLA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE CRUZ ALTA- RS SANTOS, Aniúsca V¹; MANGGINI, Bruna K¹; MACIESKI, Franciele¹; SOARES, Jéssica Cavalheiro 1 ; TAMANHO, Jiana¹;

Leia mais

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1

12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PERFIL DAS

Leia mais

Título do Trabalho: Clínica Integrada: é possível promover saúde bucal numa clínica de ensino odontológico?

Título do Trabalho: Clínica Integrada: é possível promover saúde bucal numa clínica de ensino odontológico? PESQUISA 1º COLOCADO Título do Trabalho: Clínica Integrada: é possível promover saúde bucal numa clínica de ensino odontológico? Autor (a): Drª. Rossana Vanessa Dantas de Almeida Orientador (a): Prof.

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 ESTIMATIVA DA POPULAÇÃO CANINA E FELINA NOS ANOS 2010 E 2013 E PERCEPÇÃO DAS PESSOAS QUANTO A GUARDA RESPONSÁVEL NO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - BAIRRO GUATUPÊ LUCAS GALDIOLI 1, RAFAELA FURIOSO

Leia mais

Escola: um espaço importante de informação em saúde bucal para a população infantil

Escola: um espaço importante de informação em saúde bucal para a população infantil Escola: um espaço importante de informação em saúde bucal para a população infantil RAQUEL VASCONCELOS*, MARIA LUIZA DA MATTA*, ISABELA ALMEIDA PORDEUS**, SAUL MARTINS DE PAIVA*** RESUMO A escola tem sido

Leia mais

Guia para um. Sorriso Saudável

Guia para um. Sorriso Saudável Guia para um Sorriso Saudável Fotos meramente ilustrativas. Seja bem-vindo ao serviço odontológico do Sesc Rio! 3 Serviços Nosso serviço está disponível em diversas Unidades Operacionais, exclusivamente

Leia mais

Diretoria de Saúde da Marinha Centro Médico Assistencial da Marinha Odontoclínica Central da Marinha

Diretoria de Saúde da Marinha Centro Médico Assistencial da Marinha Odontoclínica Central da Marinha Diretoria de Saúde da Marinha Centro Médico Assistencial da Marinha Odontoclínica Central da Marinha MANUAL DE DIREITOS E RESPONSABILIDADES DOS PACIENTES www.ocm.mar.mil.br MARINHA DA BRASIL ODONTOCLÍNICA

Leia mais

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) GUIA DE SAÚDE BUCAL E TRAUMATISMO DENTAL PARA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) AUTORES Ingryd Coutinho de Oliveira Priscila Cunha Nascimento Discentes da Graduação em Odontologia e Bolsistas de Ensino

Leia mais

O presente trabalho visa relatar um programa de promoção de saúde. desenvolvido como atividade de Extensão Universitária da Faculdade de

O presente trabalho visa relatar um programa de promoção de saúde. desenvolvido como atividade de Extensão Universitária da Faculdade de TÍTULO:PROGRAMA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DE ALUNOS DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PERNAMBUCO FOP/UPE AUTORES: BARROS, E.S,, MACIEL, A*. E, MENEZES, V. A**., MESQUITA, M. F INSTITUIÇÃO: Faculdade de Odontologia

Leia mais

FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES. Ana Claudia Tenor. Secretaria Municipal de Educação de Botucatu

FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES. Ana Claudia Tenor. Secretaria Municipal de Educação de Botucatu II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores FONOAUDIOLOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PROFESSORES Ana Claudia Tenor

Leia mais

Speech therapy and the fitting of total dental prosthesis in the elderly: what dentists know about it?

Speech therapy and the fitting of total dental prosthesis in the elderly: what dentists know about it? 50 Oliveira JSR, Mattoso FCP, Oliveira ABC, Di Ninno CQMS FONOAUDIOLOGIA E ADAPTAÇÃO DE PRÓTESE DENTÁRIA TOTAL EM IDOSOS: O QUE OS DENTISTAS SABEM SOBRE ISTO? Speech therapy and the fitting of total dental

Leia mais

ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS REIS LIMA JOSÉ RODOLFO ABREU VIEIRA

ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS REIS LIMA JOSÉ RODOLFO ABREU VIEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO NÚCLEO DE PÓS - GRADUAÇÃO NPGA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL AVANÇADA - CPA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO ANTONIO ROBINSON GONÇALVES IVANA DOS

Leia mais

PROJETO DE TRAUMATISMO DENTÁRIO, MUDANÇA DA REALIDADE

PROJETO DE TRAUMATISMO DENTÁRIO, MUDANÇA DA REALIDADE PROJETO DE TRAUMATISMO DENTÁRIO, MUDANÇA DA REALIDADE RESUMO ALMEIDA 4, Andressa Cartaxo de DASSUNÇÃO¹, Fábio Luiz Cunha FARIAS³, Ohana Rodrigues LIRA 4, Gabriela de Nazaré Wanderley MELO², Ângelo Brito

Leia mais

Aspectos epidemiológicos da saúde bucal do idoso no Brasil. Epidemiological aspects of oral health among the elderly in Brazil

Aspectos epidemiológicos da saúde bucal do idoso no Brasil. Epidemiological aspects of oral health among the elderly in Brazil ARTIGO ARTICLE 1313 Aspectos epidemiológicos da saúde bucal do idoso no Brasil Epidemiological aspects of oral health among the elderly in Brazil Claudia Flemming Colussi 1 Sérgio Fernando Torres de Freitas

Leia mais

PROMOVENDO ATIVIDADES RELACIONADAS À HIGIENE PESSOAL NO ENSINO FUNDAMENTAL

PROMOVENDO ATIVIDADES RELACIONADAS À HIGIENE PESSOAL NO ENSINO FUNDAMENTAL PROMOVENDO ATIVIDADES RELACIONADAS À HIGIENE PESSOAL NO ENSINO FUNDAMENTAL Renata Fonseca Bezerra¹, Eliete Alves de Sousa¹, Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Francisco Cleiton da Rocha²

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES

VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES VIVÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS HÁBITOS DE HIGIENE E SAÚDE ORAL EM ESCOLARES Anne Gomes Carneiro 1 ; Renally Cristine Cardoso Lucas 2 ; Severina Silvana Soares dos Santos 3 ; Yêska Paola Costa Aguiar

Leia mais

PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS

PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS PROGRAMA DE BOAS PRÁTICAS EM DOMICÍLIOS DA CIDADE DE SANTA MARIA - RS Barbara Cecconi Deon, Luisa Helena Hecktheuer, Mariana Etchepare, Mariele Naissinger, Silvana Saccol Gramado, 31 de maio de 2012 ALIMENTAÇÃO

Leia mais

Sua melhor opção. Manual de Orientação 1

Sua melhor opção. Manual de Orientação 1 Sua melhor opção. Manual de Orientação 1 2 Manual de Orientação Julho/2013 (2 a edição) Indice Orientação ao Paciente Introdução 04 Implantes dentais 04 Titânio - a matéria-prima dos implantes 05 Osseointegração

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Promoção de saúde, paciente infantil, extensão

PALAVRAS CHAVE: Promoção de saúde, paciente infantil, extensão TÍTULO:PROGRAMA DE ATENÇÃO ODONTOLÓGICA À CRIANÇA NA PRIMEIRA INFÂNCIA AUTORES: Mesquita, M. F, Menezes, V. A*., Maciel, A. E.**, Barros, E.S INSTITUIÇÃO:Faculdade de Odontologia de Pernambuco. FOP/UPE

Leia mais

A QUÍMICA E A CONSERVAÇÃO DOS DENTES RESUMO

A QUÍMICA E A CONSERVAÇÃO DOS DENTES RESUMO A QUÍMICA E A CONSERVAÇÃO DOS DENTES Lidiani Terenciani Nazaro¹; Jandira Aparecida Simoneti² UEMS - Caixa postal 351 - CEP: 79804-970 Dourados - MS¹ E-mail: lidi.nazaro@gmail.com, Bolsista de Extensão.

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE SAÚDE DA MARINHA CENTRO MÉDICO ASSISTENCIAL DA MARINHA ODONTOCLÍNICA CENTRAL DA MARINHA PROGRAMA PARA A PREVENÇÃO DA CÁRIE DENTÁRIA E DA DOENÇA PERIODONTAL Serviço de Odontologia

Leia mais

Conexão protética mais utilizada em implantes unitários por cirurgiões-dentistas que praticam implantodontia

Conexão protética mais utilizada em implantes unitários por cirurgiões-dentistas que praticam implantodontia ORIGINAL ORIGINAL Conexão protética mais utilizada em implantes unitários por cirurgiões-dentistas que praticam implantodontia Which is the highest preference related to abutments for unitary implants

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física

ATIVIDADE FÍSICA ASILAR. Departamento de Psicologia e Educação Física ATIVIDADE FÍSICA ASILAR Departamento de Psicologia e Educação Física 1. INTRODUÇÃO Compreensivelmente, à medida que envelhecemos podemos observar várias mudanças, tanto com relação aos nossos órgãos e

Leia mais

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos.

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos. PRINCIPAIS PERGUNTAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS. O que são implantes osseointegrados? É uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade

Leia mais

PARTILHAR em São Tomé

PARTILHAR em São Tomé PARTILHAR em São Tomé 1. Enquadramento De acordo com as notícias do país, as doenças crónicas não transmissíveis têm estado a ganhar terreno alarmante nos últimos anos em São Tomé e Príncipe. Não se sabe

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/3/2009, Seção 1, Pág. 21. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/3/2009, Seção 1, Pág. 21. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 16/3/2009, Seção 1, Pág. 21. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Ministério da Educação/Secretaria de Educação

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1

42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de 2015 - Curitiba - PR 1 1 PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO DE MOSSORÓ-RN SOBRE AS FUNÇÕES DO CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES PERCEPTION OF MOSSORÓ-RN POPULATION ON THE ROLE OF ZOONOSES CENTER VILCELÂNIA ALVES COSTA 1, NILZA DUTRA ALVES

Leia mais

Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS. Informação ao paciente. Degussa Dental

Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS. Informação ao paciente. Degussa Dental Para todos os casos! Implantes-ANKYLOS Informação ao paciente Degussa Dental Fornecido pelo seu cirurgião-dentista: Prezado(a) paciente, Mais cedo ou mais tarde acontece com cada um de nós: os primeiros

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÃNDIA ESCOLA TÉCNICA DE SAÚDE CURSO TÉCNICO PRÓTESE DENTÁRIA FICHA DA SUBFUNÇÃO/COMPONENTE CURRICULAR FUNÇÃO: Proteção e prevenção SUBFUNÇÃO: SEGURANÇA NO TRABALHO E BIOSSEGURANÇA

Leia mais

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA

DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA DA TEORIA À PRÁTICA: UMA ANÁLISE DIALÉTICA JURUMENHA, Lindelma Taveira Ribeiro. 1 Universidade Regional do Cariri URCA lindelmafisica@gmail.com FERNANDES, Manuel José Pina 2 Universidade Regional do Cariri

Leia mais

Instituição Educacional: Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ A POPULAÇÃO CONHECE O CÂNCER BUCAL?

Instituição Educacional: Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ A POPULAÇÃO CONHECE O CÂNCER BUCAL? PESQUISA 3º COLOCADO Título do Trabalho: A população conhece o câncer bucal? Autor (a): Drª. Carolina de Moraes Pires Orientador (a): Profª. Drª. Maria Elisa Rangel Janini Instituição Educacional: Universidade

Leia mais

A experiência e o conhecimento acumulados dos profissionais do Programa Caminho Melhor Jovem em relação à saúde oral

A experiência e o conhecimento acumulados dos profissionais do Programa Caminho Melhor Jovem em relação à saúde oral 88 COMUNICAÇÃO BREVE Célia Regina de Jesus Caetano Mathias 1 Mario Eliseo Maiztegui Antunez 2 Rhebeca Braga Costa Telles 3 A experiência e o conhecimento acumulados dos profissionais do Programa Caminho

Leia mais

1 Universidade Federal da Paraíba, discente colaborador, e-mail: juliane.jfa@bol.com.br

1 Universidade Federal da Paraíba, discente colaborador, e-mail: juliane.jfa@bol.com.br RELATO DE ACADÊMICOS DE ODONTOLOGIA DA UFPB TRABALHANDO COM EDUCAÇÃO EM SAÚDE NA ATENÇÃO A MÃES E GESTANTES ASCENDINO 1, Juliane Fabrício; CUNHA 2, Paula Angela S. M. Cunha. FERREIRA 3, Heloísa de Almeida;

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

OBJETIVOS. Objetivo Gerail

OBJETIVOS. Objetivo Gerail TÍTULO:PROJETO CUIDADOS ODONTOLÓGICOS AO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA AUTORES: Profª. Gracia Maria Salles Maciel Koerich Ac. Janaína Masson Ac. Márcia Martins Pacheco T. A. Sérgio José Sena INSTITUIÇÃO:UNIVERSIDADE

Leia mais

A PolíticA que faz muitos brasileiros voltarem A sorrir.

A PolíticA que faz muitos brasileiros voltarem A sorrir. A PolíticA que faz muitos brasileiros voltarem A sorrir. POLÍTICA NACIONAL DE SAÚDE BUCAL PROGRAMA BRASIL SORRIDENTE Durante anos a Odontologia esteve à margem das políticas públicas de saúde. O acesso

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

Anexo II da Resolução nº 146/2003-CEPE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

Anexo II da Resolução nº 146/2003-CEPE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO Anexo II da Resolução nº 146/2003-CEPE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PLANO DE ENSINO - PERÍODO LETIVO/ANO: 2008 ANO DO CURSO: 3 Curso: Odontologia Modalidade: Profissionalizante

Leia mais

APRESENTAÇÃO: A EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRÁTICAS SAUDÁVEIS

APRESENTAÇÃO: A EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRÁTICAS SAUDÁVEIS APRESENTAÇÃO: A EDUCAÇÃO EM SAÚDE: PRÁTICAS SAUDÁVEIS Professora FACE : Stella Maris Dias Nassif Costa Pinto Membro da CIPA Colaboradores: Lorena Tainan R. Moreno Aluna de Administração FACE Luiz Eduardo

Leia mais

4. PROGRAMAS DE ATENÇÃO ODONTOLÓGICA PARA BEBÊS, CRIANÇAS E ADOLESCENTES

4. PROGRAMAS DE ATENÇÃO ODONTOLÓGICA PARA BEBÊS, CRIANÇAS E ADOLESCENTES 4. PROGRAMAS DE ATENÇÃO ODONTOLÓGICA PARA BEBÊS, CRIANÇAS E ADOLESCENTES Elaborado por: Marcelo S. Bönecker (Coordenador) Adriana Modesto Luiz Reynaldo de Figueiredo Walter Objetivo A Associação Brasileira

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura.

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura. VI-039 - SANEAMENTO BÁSICO: UMA ANÁLISE ESTRUTURAL DO BAIRRO PEDRA DO LORDE EM JUAZEIRO-BA, COMO AÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PET CONEXÕES DE SABERES - SANEAMENTO AMBIENTAL. Roberta Daniela da

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA

A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA A ORGANIZAÇÃO DA RELAÇÃO ENSINO E SERVIÇO EM UMA POLICLÍNICA DE FORTALEZA O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde) nasce da necessidade de reformular a formação dos cursos de graduação

Leia mais

Condição de saúde bucal de idosos institucionalizados em Goiânia- GO, 2003

Condição de saúde bucal de idosos institucionalizados em Goiânia- GO, 2003 Condição de saúde bucal de idosos institucionalizados em Goiânia- GO, 2003 Oral health status of institutionalized elderly in Goiânia- GO, Brazil, 2003 Sandra Cristina Guimarães Bahia Reis 1* Maria Abadia

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA LIGA DE ODONTOLOGIA ONCOLÓGICA - LOO EDITAL 01/2015 LOO UFU

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA LIGA DE ODONTOLOGIA ONCOLÓGICA - LOO EDITAL 01/2015 LOO UFU UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA LIGA DE ODONTOLOGIA ONCOLÓGICA - LOO EDITAL 01/2015 LOO UFU A Liga de Odontologia Oncológica da Universidade Federal de Uberlândia faz saber

Leia mais