Adeus sedentarismo. Time de futebol da AABB dá exemplo de como driblar a doença do século. Pág. 8

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1 Publicação da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil Ano XVI - nº 82 junho 2012 Adeus sedentarismo Time de futebol da AABB dá exemplo de como driblar a doença do século Pág. 8

2 EDITORIAL Nós mudamos Eu mudei. Mais do que o nome de um novo espaço do Jornal, esse é um convite a todos nós, associados, para revisitarmos nossos hábitos de vida. Receituário que passa longe de exames inovadores, hospitais de luxo ou pesquisas pendentes de comprovação. Nem ao menos requer cartão da CASSI, apenas adesão a um estilo de vida saudável. A motivação para isso tampouco é recente, afinal data de 1974, e atende pelo nome de Relatório Lalonde. Segundo o estudo canadense, simplesmente 53% das doenças estão ligadas a práticas como alimentação inadequada, falta de exercícios físicos, descaso no cuidado corporal, consumo de álcool, fumo etc. Em outras palavras, doenças crônicas, internações e até cirurgias podem ser evitadas quando mudamos o foco da doença para a prevenção. Essa mudança de paradigma pede comprometimento de cada associado com a melhoria da sua qualidade de vida e suporte adequado da CASSI a esse compromisso. Estamos convictos de que devemos seguir no caminho da promoção e prevenção e apoiar cada vez mais nosso participante, não apenas em momentos de fragilidade e de urgência, mas no dia a dia, na sua educação em saúde, sem prejuízo das ações de controle e regulação. Nesse sentido, uma ótima dica desta edição é Movimente-se, título da matéria das páginas 8 a 10 sobre sedentarismo, considerado um dos piores males da atualidade. Na reportagem é possível conhecer ainda o time de futebol da AABB-DF que está invicto desde a formação, há dois anos. Detalhe: só entra aposentado do BB com mais de 68 anos. Na série CASSI parece igual, mas é diferente, abordamos o Programa de Atenção aos Crônicos (PAC), iniciativa que acompanha de forma individualizada os associados que precisam de cuidados constantes e especializados, com o objetivo de evitar agravamentos. Saiba como funciona o PAC nas páginas 4 e 5. Em tempo de mudanças, não poderia faltar uma entrevista com a nova diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, Mirian Fochi. No bate-papo (páginas 6 e 7), Mirian revela seus projetos para os próximos quatro anos, fala sobre convergência, sustentabilidade, e destaca que planeja a CASSI ainda mais próxima dos associados. Boa leitura. David Salviano (presidente) Expediente ANS - nº Conselho Deliberativo Fernanda Duclos Carisio (Presidente) Antonio Cladir Tremarin (Vice-presidente) Carlos Alberto Araújo Netto (Titular) Vagner Lacerda Ribeiro (Titular) José Adriano Soares de Oliveira (Titular) Marco Antonio Ascoli Mastroeni (Titular) Sandro Kohler Marcondes (Titular) Loreni Senger Correa (Titular) Ubaldo Evangelista Neto (Suplente) Milton dos Santos Rezende (Suplente) Marcelo Gonçalves Farinha (Suplente) José Caetano de A. Minchillo (Suplente) Mário Fernando Engelke (Suplente) Maria Ines Oliveira Bodanese (Suplente) Gilberto Lourenço da Aparecida (Suplente) Íris Carvalho Silva (Suplente) Conselho Fiscal Eduardo César Pasa (Presidente) Frederico de Queiroz Filho (Vice-presidente) Carmelina P. dos Santos Nova (Titular) João Antônio Maia Filho (Titular) Rodrigo Nunes Gurgel (Titular) Rodrigo Santos Nogueira (Titular) Benilton Couto da Cunha (Suplente) César Augusto Jacinto Teixeira (Suplente) Claudio Gerstner (Suplente) José Eduardo Rodrigues Marinho (Suplente) Josimar de Gusmão Lopes (Suplente) Viviane Cristina N. Assôfra (Suplente) Diretoria Executiva David Salviano de Albuquerque Neto (Presidente) Geraldo A. B. Correia Júnior (Diretor de Administração e Finanças) Maria das Graças C. Machado Costa (Diretora de Saúde e Rede de Atendimento) Mirian Cleusa Fochi (Diretora de Planos de Saúde e Relac. com Clientes) Edição e Redação Jornalista responsável: Luiz Paulo Azevedo Bittencourt (MTb-DF 4.860) Jornalistas: Liziane Bitencourt Rodrigues (MTb-RS 8.058), Marcelo Delalibera (MTb-SP ), Pollyana Gadêlha (MTb-DF 4.089) e Tatiane Cortiano (MTb-PR 6.834) Estagiária: Ana Carolina Alves Edição de arte Projeto gráfico: Luís Carlos Pereira Aragão Diagramação: Luís Carlos Pereira Aragão e Caroline Teixeira de Morais Produção Impressão: Fórmula Gráfica Tiragem: exemplares Edição: junho 2012 Imagens: Divisão de Marketing e Dreamstime Valor unitário impresso: R$ 0,26 Responsável Técnico Eveline Fernandes Nascimento Vale Cargo: Especialista de Gestão de Saúde III CRM-DF Publicação da CASSI (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil). É permitida a reprodução dos textos, desde que citada a fonte. 2

3 A Cooperforte é formada por mais de 110 mil pessoas, cada uma com o seu jeito, com seus sonhos e suas necessidades. Mas juntas, elas têm algo em comum: as vantagens que a maior cooperativa de crédito urbano do país pode oferecer. Quem faz parte da Cooperforte tem segurança, agilidade e facilidade para obter soluções financeiras e realizar seus sonhos. Benefícios especiais que conseguimos porque agimos em conjunto. Por isso, associe-se. Somos muitos, mas juntos somos mais. 3

4 SEU PLANO CASSI parece igual, mas é diferente Programa de Atenção aos Crônicos oferece atendimento individualizado, ajuda a prevenir complicações e promove mais qualidade de vida aos participantes Conviver com doenças crônicas, como hipertensão arterial, obesidade e colesterol alto, não é fácil. O tratamento exige cuidados por longo período de tempo e de forma contínua. Um descuido com a alimentação ou com os medicamentos, por exemplo, pode fazer com que ocorram agravamentos e até internações. Para prevenir complicações, evitar progressão das enfermidades e promover maior qualidade de vida aos participantes, a CASSI criou o Programa de Atenção aos Crônicos (PAC), cujos detalhes você conhece nesta matéria, a segunda de uma série especial sobre os diferenciais do seu Plano. Manoel, na foto com a esposa, recebe os cuidados do PAC desde o início do ano Assistência para quem mais precisa Diagnosticado no ano passado com erisipela bolhosa, tipo de infecção que provoca lesões na pele, o participante Manoel Alves de Freitas, 97 anos, de Recife (PE), já passou 19 dias internado por conta da doença, mas sua condição de saúde tem melhorado desde que foi inscrito no PAC, em janeiro deste ano. No início de junho, a esposa, Maria Enoy de Freitas, 77 anos, acessou a Central de Atendimento Telefônico do PAC após ele apresentar febre, vômito e diarreia. O atendimento foi imediato. Rapidamente, encaminharam uma equipe de médicos para minha casa. Percebida a necessidade de saúde, a Unidade CASSI Pernambuco inscreveu Manoel no Programa de Atenção Domiciliar (PAD). Assim, o participante passou a receber os cuidados em domicílio, evitando uma internação hospitalar. Todos os dias, no período em que ele estava mal, um médico ou um enfermeiro vinha a nossa casa para aplicar soro e antibióticos, relata Maria. Mesmo com a melhora do quadro clínico do participante, o acompanhamento de saúde oferecido pelo PAC é constante. Enfermeiros atendem o Manoel em casa a cada dois meses e ligam para saber se está tudo bem com ele, diz a esposa. Para ela, o maior benefício está no apoio que recebe da CASSI. Para conseguirmos viver com saúde, precisamos dessa assistência. É bom termos com quem contar nas situações de emergência. 4

5 SEU PLANO Como funciona Por meio de uma metodologia específica, a Caixa de Assistência seleciona os beneficiários que possuem o perfil para fazer parte do Programa e envia uma carta, convidando a aderir. Em seguida, o participante recebe uma ligação da empresa contratada para realizar o serviço são três em todo o País que solicita mais informações sobre a condição clínica do associado e confere alguns dados pessoais. Confirmado o interesse do beneficiário, a empresa elabora um plano de cuidados, avaliado pela equipe da CliniCASSI local, que leva em conta as características de cada participante, por isso a assistência é individualizada. A CASSI é uma das pioneiras entre os planos de saúde do País a adotar essa estratégia de atendimento, chamada de Gerenciamento de Casos. O Programa de Atenção aos Crônicos prevê diferentes estratégias de cuidado para manutenção da estabilidade clínica dos participantes em condições crônicas complexas, como telemonitoramento, visita domiciliar, atendimento pré-hospitalar e acesso a uma central telefônica. Por meio do telemonitoramento, os participantes recebem ligações de enfermeiros, pelo menos uma vez por mês, acompanhando as condições de saúde, esclarecendo possíveis dúvidas e prestando orientações de cuidados específicos e especializados, como importância dos horários das medicações e comparecimento às consultas médicas. As visitas domiciliares também são realizadas por enfermeiros e ocorrem, pelo menos, uma vez a cada dois meses. A frequência das ligações e das visitas é adaptada às necessidades de cada um, podendo ser superior à quantidade mínima determinada pelo Programa. Os beneficiários ainda podem ligar para uma central telefônica gratuita sempre que precisarem de orientação ou apresentarem algum sintoma. O que são condições crônicas As condições crônicas implicam cuidados contínuos e prolongados, demandando acompanhamento constante e especializado. Na maioria das vezes, no entanto, podem ser prevenidas, adiadas e controladas, por meio de acesso a tratamento e de algumas mudanças nos hábitos de vida. Sem esse acompanhamento, a pessoa tende a apresentar agravamentos de suas condições de saúde e complicações. Entre os participantes do PAC, as doenças crônicas mais comuns são hipertensão arterial, dislipidemia (gordura no sangue), hiper ou hipotireoidismo, diabetes e osteoporose. Uma equipe especializada, composta por enfermeiros e médicos, esclarece as dúvidas por telefone. Dependendo do caso, uma equipe de saúde é enviada à casa do participante para atendimento de emergência e, quando necessário, é realizada a remoção para hospital. O associado Lauro Renato Ximenes de Souza, de Belo Horizonte (MG), recebe o atendimento do PAC desde dezembro de Aos 83 anos, ele conta com a ajuda do Programa para manter o diabetes controlado. Estou muito satisfeito. Recebo visitas de enfermeiros em casa e sempre uso o 0800 para tirar dúvidas sobre remédios, por exemplo. O atendimento é excelente, afirma. A diretora de Saúde e Rede de Atendimento da CASSI, Graça Machado, considera o Programa de Atenção aos Crônicos um avanço na estrutura de cuidados em saúde oferecida pela CASSI, pois possibilita aos participantes, tanto do interior como das capitais, o acompanhamento de suas condições crônicas por meio de uma atenção individualizada. Graça reforça ainda que a manutenção da estabilidade clínica repercute na melhoria da qualidade de vida das pessoas assistidas e na redução do uso de recursos da CASSI com episódios de agravamento. Iniciada em 2011, a implantação do PAC vem ocorrendo de forma gradual em todos os Estados. Atualmente, o Programa beneficia 6,6 mil participantes, em nove Estados (BA, PE, MG, RJ, RN, PR, PB, AL e AP), mais o Distrito Federal. Em julho, ocorre a implantação no CE, SE e MA. A previsão é de que até o final de 2012 todo o País já tenha o Programa implantado, com mais de 20 mil participantes inscritos. No site da CASSI, você encontra todas as informações sobre o Programa de Atenção aos Crônicos (PAC), inclusive uma relação de perguntas e respostas que esclarecem as dúvidas mais frequentes. Acesse escolha a página Associados e clique no banner sobre o assunto. Como funciona: a Caixa de Assistência identifica os participantes com condições crônicas complexas, que precisam de cuidados em saúde mais próximos e constantes, e encaminha carta-convite para adesão ao PAC. Comente essa matéria. Envie para 5

6 ENTREVISTA Convergência para fortalecer a CASSI Nova diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da CASSI defende maior proximidade com participantes e prestadores Ao assumir a Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, dia 1º de junho de 2012, Mirian Cleusa Fochi defendeu o envolvimento de todos os públicos da Caixa de Assistência para garantir bons serviços de saúde. Ela, que completa 30 anos de Banco do Brasil em dezembro, foi eleita para o cargo de diretora pelo Corpo Social da CASSI. Na entrevista abaixo, Mirian fala dos planos à frente da Diretoria que conduzirá até maio de Em que aspecto a CASSI precisa ser mais cuidada neste momento, na sua avaliação? E qual é o papel que os participantes do Plano têm nisso? Mirian Cleusa Fochi A CASSI precisa intensificar o relacionamento com participantes e prestadores, buscando novas formas de interação. Assim, o cuidado se refere à forma como esses públicos devem ser tratados, ou seja, no sentido de aproximação, de facilitação, de parceria. Os participantes, como donos do Plano que são, podem assumir papel extraordinário no acompanhamento dos serviços de saúde para garantir que os processos sejam mais ágeis, seguros e íntegros. Se cada um estiver atento aos procedimentos realizados por profissionais de saúde, clínicas, laboratórios e hospitais e, posteriormente, checar as cobranças de pagamentos referentes ao atendimento que recebeu, acompanhará a aplicação dos recursos que pertencem a todos os beneficiários. Dessa forma, ajudará a evitar desvios, a racionalizar o uso dos recursos disponíveis e a melhorar o atendimento. JCA Como foram as suas experiências e as de sua família como beneficiários do Plano? Mirian Eu diria que foram ótimas. Minha família e eu sempre tivemos o atendimento que julgamos digno. Há 29 anos sou assistida pela CASSI. Meus filhos nasceram e foram acompanhados pelo Plano. Como moramos sempre em centros de porte médio ou grande, não enfrentamos dificuldade para conseguir prestadores, o que ocorre com colegas do interior. Embora eu não tenha tido esse problema, sei que a realidade é outra fora das cidades maiores e que há situações que precisam ser melhoradas, conferindo maior agilidade, menor burocracia, melhorando o atendimento e aprimorando o credenciamento de serviços de saúde. JCA De que forma sua trajetória de quase três décadas no BB e sua atuação na Previ contribuem na função de diretora de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes? No que contribui, também, o fato de a senhora ter sido eleita com o apoio dos representantes de diversas entidades ligadas ao funcionalismo do Banco? Mirian Tanto a minha vivência no BB como os quatro anos no Conselho Deliberativo da Previ me qualificaram tecnicamente para o cargo que agora exerço, mas, sem dúvida, a minha grande escola foi o movimento sindical. Participar dele ampliou a percepção de sutilezas e interesses que envolvem cada situação e a minha percepção com relação ao outro, à solidariedade, ao meu papel de cidadã. Proporcionou desenvolver a capacidade de lidar com situações de intenso conflito e de atuar em negociações complexas. Ter sido eleita com o apoio de diversas entidades ligadas ao funcionalismo do Banco aumenta a minha responsabilidade em dar a resposta esperada. Ao mesmo tempo, representa força para levar adiante nossas propostas e apoio para a mobilização sempre que isso se mostrar necessário. JCA Na sua posse, convergência e diálogo foram palavras citadas pelo representante do BB e pelo presidente da CASSI. Na sua visão, qual a importância que elas terão nos próximos quatro anos? Mirian Numa gestão compartilhada, o diálogo intenso precisa permear todas as questões, buscando a convergência nas decisões e ações cujo resultado final deve ser o melhor para todos. Minha experiência 6

7 ENTREVISTA atesta que uma solução de consenso sempre obtém maior engajamento e efetividade. Por isso, defendo o debate com os Conselhos de Usuários, sindicatos e diretoria da CASSI. Não mediremos esforços para negociar com o patrocinador, buscando a melhor alternativa para o Plano. JCA Como deve ser conduzida a questão da sustentabilidade do Plano? Em que medida esse tema deve envolver os associados? Mirian A sustentabilidade do Plano passa por ações preventivas de saúde. Tendo em vista que os custos nesse setor crescem acima das receitas e que mexer em receita significa onerar os participantes, é necessário mudar o foco da assistência. A saúde no Brasil é focada no Mirian Recebemos tratamento muitas vezes com rigor incompatível por parte da Agência Nacional de Saúde Suplementar, do governo, da justiça e até mesmo da opinião pública. Essa é uma discussão que pretendemos levar para dentro dos Três Poderes, com a ajuda do movimento sindical e das entidades representativas dos associados. Não ficaremos de braços cruzados contemplando esse cenário e esperando que as coisas se resolvam por si. Entendo que devemos participar dessa luta em favor dos planos de autogestão e de seus associados. JCA Os planos de saúde enfrentam problemas como distribuição irregular de prestadores de saúde pelo País, custos crescentes gerados pela introdução de novas tecnologias em saúde e pelo envelhecimento da população. Como vencer esses obstáculos, garantindo a qualidade do serviço prestado e sem comprometer o equilíbrio financeiro da CASSI? Mirian A distribuição irregular é reflexo de um problema conjuntural, que não depende da CASSI, mas que afeta os participantes da Instituição, os usuários dos demais planos de saúde e do próprio sistema público. Atrair profissionais para o interior, por meio de uma política de incentivo e valorização da área médica, é uma ação que envolve o Estado como um todo. A CASSI pode dar sua contribuição levantando a discussão sobre o assunto e chamando para o debate os demais órgãos envolvidos. Em relação ao aumento de custos relacionados a novas tecnologias, a CASSI deve ter sempre o cuidado de orientar os participantes sobre formas de diagnóstico e de tratamento com Mirian: A saúde no Brasil é focada no modelo curativo, quando deveria ser voltada à prevenção base em evidências científicas, com resolubilidade comprovada, acima de modismos e interesses comerciais. O problema de realizar exames desnecessários não é somente o gasto para o Plano, mas o risco à saúde do participante ao se submeter a procedimentos inadequados. Já o impacto originado pelo envelhecimento da população que resulta em maior uso dos serviços de saúde pode ser minimizado com ações para melhorar a qualidade de vida dos participantes em todas as fases da vida. Envelhecendo com saúde, é possível, por exemplo, evitar doenças crônicas, suas limitações para os participantes e gastos mais elevados com tratamento, para o Plano. modelo curativo, quando deveria ser voltada à prevenção. Prevenindo doenças, com ações voltadas à qualidade de vida, é possível economizar com consultas, exames, procedimentos cirúrgicos, internações, além de melhorar a qualidade de vida dos participantes. Mas para que isso seja, de fato, efetivo precisamos investir mais e continuamente em educação em saúde e contar com o comprometimento do associado. JCA Como a senhora avalia o tratamento dispensado à CASSI, como empresa de autogestão, pelo órgão regulador? Comente essa entrevista. Envie para 7

8 CAPA Movimente-se Conheça exemplos de associados que se exercitam e veja dicas de como fugir do sedentarismo, considerado o mal do século XXI, segundo a OMS O sedentarismo vem se tornando um dos piores fatores de risco para o coração, diz o cardiologista e hemodinamicista Carlos Roberto Monteiro (CREMESP-44456), gerente médico da Central CASSI. A falta de atividade física constante, ao menos duas vezes na semana, com pouco gasto de calorias, é caracterizada como sedentarismo, que se tornou o quarto maior fator de risco de morte global e é considerado a doença do século XXI pela Organização Mundial da Saúde (OMS). É preciso manter periodicidade no exercício, reforça outra cardiologista, Lory Paz Kolbe (CRM-RS 11656), credenciada à CASSI em Porto Alegre (RS). Ela explica que atividade física aeróbica de alta intensidade e pouca duração, como corrida de até 30 minutos, favorece o condicionamento físico e melhora a oxigenação dos tecidos do corpo. Isso facilita o funcionamento do coração e, consequentemente, deixa-o mais forte e saudável. Os chamados atletas de fim de semana são considerados sedentários, pois não mantêm uma frequência para conseguir condicionamento físico e ainda podem correr riscos dependendo da intensidade da atividade praticada. O grupo de 12 aposentados do Banco do Brasil, com idades entre 68 a 73 anos, é um exemplo de que não há idade para se movimentar. Eles jogam futebol na categoria hipermaster (acima de 68 anos) na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Brasília e dão lição de saúde. Desde a formação em 2011, o time conhecido como Peladeiros Aposentados está invicto e venceu os dois Campeonatos de Integração dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil (Cinfaabb) dos quais participou. Os peladeiros brincam que, na verdade, não sabem jogar, o futebol é uma diversão e uma maneira de cuidar da saúde. O mais velho do time, Laércio Moura, 73, cuida da alimentação e diz que seu segredo para ter vida saudável é não ficar parado. Eu nado, jogo futebol, sinuca, corro, estou sempre me movimentando. Além de cuidar do corpo, também é fundamental manter um sorriso no rosto, conservar os amigos e cuidar da família. Os peladeiros são uma exceção. A prática de atividade física após os 65 anos no Brasil diminui, como comprova levantamento do Ministério da Saúde na última pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), promovida em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo. O estudo, que retrata os hábitos da população brasileira, mostra que 60,1% dos homens entre os 18 e 24 anos praticam exercícios como forma de lazer, porém, esse percentual reduz para menos da metade aos 65 anos (27,5%). A população feminina ativa apresenta variações menores entre as faixas etárias, oscilando de 24,6% (entre 25 e 45 anos) para 18,9 % (maiores de 65 anos). 8

9 Laércio cuida da alimentação e não fica parado CAPA É preciso começar A prática regular de exercício auxilia no condicionamento físico, melhora a qualidade do sono, evita a obesidade, gera ganho de força muscular e mobilidade, além de promover benefícios independentemente da faixa etária. A cardiologista Lory Paz Kolbe diz que antes de iniciar qualquer atividade física é necessário fazer uma avaliação médica. Para os mais jovens a recomendação é o teste de ergometria, que verifica como o coração se comporta durante o esforço e, em alguns casos, o exame de ecocardiograma para afastar doenças congênitas. A indicação para pessoas acima de 60 anos, além desses exames, pode incluir a análise do fluxo sanguíneo do coração. Peladeiros foram campeões no XVIII Cinfaabb, no Mato Grosso do Sul Benefícios da atividade física Reduz o risco e controla doenças crônicas (diabetes, hipertensão, obesidade, dislipidemia) e outras enfermidades. O aposentado do grupo dos Peladeiros de Brasília, Fernando José Gil, 70, diz que desde os nove anos joga futebol. Mesmo com uma ponte de safena no coração ele não deixou de lado o exercício. Mantenho uma alimentação balanceada com auxílio da nutricionista da CliniCASSI, faço minha caminhada diariamente. Continuo firme e forte graças ao exercício. A médica revela que pacientes com doenças cardíacas podem se exercitar, conforme cada caso, pois a atividade física é fundamental para a reabilitação e manutenção da saúde do coração. Mantém músculos e ossos saudáveis. Melhora o equilíbrio e a flexibilidade. Previne depressão. Melhora o humor e a sensação de bem-estar. A cardiologista indica, além da avaliação médica, o acompanhamento de um treinador para aqueles que desejam deixar o sedentarismo. O profissional saberá oferecer um programa de exercícios conforme o objetivo de cada pessoa. Os jogadores da AABB com mais de 68 anos seguem a orientação médica. Anualmente, todos realizam diversos exames para verificar como está a saúde. O checkup é obrigatório para aqueles que desejam jogar. O aposentado e peladeiro Celso Benini, 72, dá um conselho para os jovens que permanecem em frente ao computador e videogame e esquecem a importância do exercício regular. Sempre é tempo para iniciar. É melhor começar devagar e ir aumentando o ritmo gradativamente, esse é o caminho para a saúde. Mesmo com 72 anos, não preciso de medicamentos de uso contínuo para pressão alta, colesterol, diabetes etc, como boa parte dos que têm a minha idade. Acredito que isso é resultado dos 40 quilômetros que pedalo duas vezes por semana, da corrida e do futebol. Benini (à esquerda) e Gil sempre fizeram atividade física 9

10 CAPA Superação e mudança de hábitos Ao completar 30 anos, o bancário Felipe Lima Rodrigues, da agência Caucaia, em Fortaleza (CE), estabeleceu um desafio: percorrer os 550 quilômetros entre a capital cearense e Natal (RN) de bicicleta. O projeto foi uma forma de superar desafios e de comemorar a chegada aos 30. A ideia também foi mostrar que é possível conciliar a atividade de bancário com a prática esportiva e uma vida saudável. O bancário mede 1,64 metro e chegou a pesar 90 quilos. Era sedentário e o excesso de peso foi mais um incentivo para mudar isso. Foi realmente uma aventura fantástica e que está ali, ao alcance de todos. Não sou um atleta profissional, sou bancário, trabalho como todo mundo, mas decidi que não padecerei dos males do mundo moderno, como obesidade e hipertensão. Espero continuar pedalando e encontrar novos desafios para manter meu corpo e minha mente saudáveis, disse Felipe. Felipe (à esquerda) e o educador físico percorreram 550km de bicicleta entre Fortaleza e Natal Não utilizamos nosso corpo como deveríamos. Não caminhamos, então reduzimos nossa capacidade de andar. Não alongamos nossas costas, então encurtamos nossos ligamentos e começamos a sentir dores. Em outras palavras, esquecemos nosso corpo e, quando precisamos dele, ele não atende, argumenta Felipe. Dicas para deixar o sedentarismo Opte por uma atividade que goste, pois o exercício deve ser algo prazeroso. Respeite seus limites e comece devagar. Escolha um horário do dia em que esteja mais animado. Alimentação é fundamental. Consulte um especialista para verificar quais alimentos se enquadram melhor ao seu treino. Um ano antes do desafio, Felipe passou a ser acompanhado por um educador físico, com treinos diários de força, flexibilidade e exercícios cardiorrespiratórios. Após o condicionamento, o associado conseguiu enfrentar trechos com até quatro horas pedalando. A alimentação equilibrada também foi um fator fundamental para auxiliar na redução e controle do peso. Fui diagnosticado com hipertensão em fevereiro de 2011 e tenho controlado minha pressão arterial desde então com alimentação e atividades físicas, explica. A avaliação médica é importante para que o profissional de educação física possa montar um treino seguro e realizar a análise física completa com percentual de gordura, peso magro e a prescrição dos exercícios de acordo com os objetivos e necessidades. Procure seu médico de referência ou a CliniCASSI mais próxima para mais orientações. Comente essa matéria. Envie para 10

11 NOTÍCIAS DA CASSI Inclusão de dependentes na CASSI muda em agosto, com alteração do ARH do Banco A partir de 1º de agosto, a inclusão dos dependentes no Plano de Associados da CASSI será diferente. Funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil deverão incluir seus dependentes no BB e, em seguida, homologar a inscrição junto à CASSI. A cobertura assistencial dos dependentes iniciará após a homologação na CASSI. Unidades CASSI Os telefones das Unidades Acre, Rondônia e Tocantins foram trocados recentemente, em função da mudança da linha analógica por digital. Esse procedimento é responsabilidade dos associados e poderá ser feito pelo site (www.cassi.com.br), pela Central CASSI ( ) ou pessoalmente em alguma Unidade CASSI (veja telefones abaixo). A homologação junto à CASSI é exigida somente para dependentes. Os titulares do plano continuam sendo inscritos automaticamente no Plano de Associados imediatamente após a posse e o cadastramento no Sistema de Administração de Recursos Humanos (ARH) do Banco do Brasil. Dependentes inscritos na CASSI até 31/7/2012 não precisarão ter a adesão homologada. Acre: (68) Espírito Santo: (27) Paraíba: (83) Rondônia: (69) Alagoas: (82) Goiás: (62) Paraná: (41) Roraima: (95) Amapá: (96) Maranhão: (98) Pernambuco: (81) Santa Catarina: (48) Amazonas: (92) Mato Grosso: (65) Piauí: (86) São Paulo: (11) Bahia: (71) Mato Grosso do Sul: (67) Rio de Janeiro: (21) Sergipe: (79) Ceará: (85) Minas Gerais: (31) Rio Grande do Norte: (84) Tocantins: (63) Distrito Federal: (61) Pará: (91) Rio Grande do Sul: (51) CASSI Sede: (61) Por que a CASSI é importante para você? Os textos enviados para a promoção estão sendo analisados. Confira os vencedores na próxima edição do Jornal da CASSI e em Ouvidoria CASSI agora atende todo o País também por telefone Com o término da implantação do atendimento telefônico, em junho, todo o Brasil já é atendido pela Ouvidoria CASSI pelo (ligação gratuita). O serviço iniciou no formato de contato eletrônico há um ano e segue funcionando também dessa forma, por meio do formulário disponível em A Ouvidoria é um recurso de segunda instância para todos os públicos de relacionamento com a Caixa de Assistência. É acionada quando a resposta recebida no primeiro contato com a CASSI não foi considerada satisfatória. Para fazer registros de reclamação na Ouvidoria, portanto, é necessário informar o protocolo do registro anterior (junto a uma das Unidades, à Central CASSI ou pelo Contato Eletrônico). A Ouvidoria também recebe denúncias referentes ao uso do Plano. Nesse caso, o registro é feito exclusivamente pelo site CASSI, link Fale com a CASSI e não há necessidade de protocolo referente a registro anterior. A partir deste ano, os relatórios trimestrais de atendimento da Ouvidoria ficarão disponíveis no site da CASSI (www.cassi.com.br, link Fale com a CASSI). Eles demonstrarão a resolubilidade e o tempo de resposta, entre outros dados. 11

12 DEPOIMENTOS Comecei a ganhar peso em 2003, sem motivo aparente. Exames constataram problema na tireoide. Iniciei o tratamento com medicamento, mas não conseguia voltar ao peso anterior. Eu já era cadastrada na Estratégia Saúde da Família e, há três anos, decidi comparecer mais assiduamente à CliniCASSI. Venho mantendo a disciplina, seguindo as orientações da equipe de saúde e das atividades coletivas. Consegui melhorar a saúde, reduzir o peso, quase chegando ao ideal. O mais importante é que senti uma melhora significativa na minha qualidade de vida. Assim posso dizer que eu mudei. Elisabete Delong, Curitiba (PR) Fiquei viúva em Éramos só eu e meu marido em casa. Sou muito animada, mas só fazíamos programas de casal. Passei a frequentar um grupo da CliniCASSI Copacabana, que me acolheu e ajudou a superar a falta que sentia. Encontrei amigos da minha idade. Depois, desenvolvi hipertensão e a equipe de saúde me ajuda orientando sobre a alimentação e incentivando a fazer ginástica, que comecei há seis meses. Se vou a um aniversário, como de tudo, mas compenso no outro dia na academia. Aprendi a cuidar da minha saúde e estou sempre ajudando a outros participantes. Delma Murdocco Levy, Rio de Janeiro (RJ) Durante os 20 anos em que fumei, tentei parar por três vezes e não consegui. Minha irmã parou e resolvi tentar novamente com a ajuda do Tabas. Não quero chegar ao fim da vida com tubo de oxigênio sempre ao lado. Fazia academia sem ânimo, não tinha pique. Na primeira semana sem cigarro senti mais disposição. Tinha dificuldade para dormir. Agora, em quaisquer 10 ou 20 minutos que deito consigo cochilar e meu sono está melhor. O sabor dos alimentos e até o cheiro da casa melhoraram. Substituí o impulso de acender um cigarro por chiclete, uma volta, bastante água. Luiz Otávio Bührer Rocha, São Paulo (SP) 12

13 DEPOIMENTOS Qual o papel do médico ou do plano de saúde na prevenção de doenças evitáveis? E qual a responsabilidade do ambiente, da família e da própria pessoa? O Relatório Lalonde, publicado pelo Canadá, aponta que 53% das causas de adoecimento e morte estão ligadas ao estilo de vida. Evitá-las, portanto, está em grande parte na mão de cada pessoa, conclui o documento. O ambiente (trabalho, condições econômicas, família, amigos) tem uma influência de 20% no surgimento de doenças evitáveis. A genética contribui com 17% e a falta de assistência em saúde, com 10%. Mais do que o tratamento de pessoas doentes, portanto, é possível prevenir o surgimento dos problemas de saúde com hábitos de vida saudáveis. Para ajudar os seus participantes no cuidado com a própria saúde, a CASSI prioriza ações voltadas à promoção de vida saudável e orientações por meio das 65 CliniCASSI, do site, de folhetos e do Jornal CASSI. A proposta da coluna Eu mudei segue essa linha. A diferença é que, aqui, em vez de orientação médica, você lerá os relatos de quem conseguiu colocar em prática as dicas dos profissionais de saúde, como forma de ajudar outras pessoas que talvez encontrem a mesma dificuldade. Para participar contando sua experiência, entre em contato com a Unidade CASSI mais próxima. Eu já tinha colocado quatro stents, mas as artérias voltaram a obstruir, exigindo fazer duas pontes de safena, uma mamária e outro stent. Passado um tempo, minha pressão ficou subindo por uma semana. Descobri, com acompanhamento da CASSI, que isso estava relacionado ao estresse. Adotei caminhadas leves diárias, voltei para São Paulo, minha cidade de origem, após aposentar, e passei a conviver mais com a família. Sou arquiteto e comecei a fazer projetos de reformas para minha casa e para a de amigos, como lazer, para exercer uma atividade que gosto bastante. Vladimir Betinas Gutierre, São Paulo (SP) Mudei depois de um infarto agudo do miocárdio e a colocação de dois stents. Fumei por 41 anos, bebia excessivamente nos fins de semana e cheguei a um coma etílico. Após uma elevação nos níveis de glicemia, modifiquei meus hábitos alimentares, adotando uma dieta saudável. Faço natação, caminhadas, dança de salão, as rotinas de casa e não perco uma atividade coletiva na CASSI. Levo uma vida disciplinada, durmo bem e uso protetor solar. Me sinto um privilegiado, sou independente e feliz. Tenho juventude acumulada. Ignácio Theodoro M. Netto, Recife (PE) Fumei desde os 14 anos, cheguei a 20 cigarros por dia ou até mais e no ano passado determinei que até 2012 isso mudaria. Ingressei no Tabas, joguei fora todos os cigarros que tinha e não comprei mais nenhum. Iniciei caminhada de 10 quilômetros por dia, faço natação, passei a me alimentar melhor, tenho mais disposição para fazer tudo na minha vida. O relacionamento com meus filhos melhorou bastante e minha autoestima foi lá para cima. As pessoas passaram a notar os benefícios na minha pele, unha, cabelo, ganho normal de peso. Passei a dormir e a respirar melhor. Maria Salvadora R. Pereira, São Luís (MA) Colaboraram nesta edição as CliniCASSI Curitiba/PR, Copacabana/RJ, Ribeirão Preto/SP, Aflitos/PE, São Luís/MA e a Unidade SP. 13

14 S fala ssociado Envie seu comentário sobre as matérias para Reclamações e solicitações sobre outros assuntos devem ser encaminhadas pelo Contato Eletrônico, disponível em link Fale com a CASSI. SUPERAÇÃO Adorei a reportagem sobre esclerose múltipla publicada no Jornal da CASSI na edição de abril/maio. Sou portadora dessa doença também. Descobri a doença em julho/2010. Aos 23 anos, tive os membros superiores e inferiores do lado direito paralisados. Com a graça de Deus, recuperei tudo sem deixar sequelas. Atualmente, faço meus exames pela CASSI e nunca tive problema. Thaciana Helena Pereira Brasília (DF) Escrevi o livro chamado Vida que Brota da Vida, um relato emocionante e emocionado de um tetraplégico que se agarrou, firmemente, às mãos amorosas de Deus para atravessar tempos inacreditavelmente difíceis. Em 2006, fui alvejado no pescoço durante um assalto, o que me deixou tetraplégico. Algumas das sequelas físicas resultantes do tiro são irreversíveis, como a paralisia de membros inferiores e do braço direito. Depois dos primeiros meses de impacto, sofrimento e revolta, comecei a dura fase de reabilitação. Nasceu aí uma nova pessoa, mais tranquila, apesar de todas as dificuldades. Percebemos então que, ainda hoje, depois de tanta dor física e moral, de tanto sofrimento, quando Deus está presente, a vida ressurge inteira, renovada. Dou aulas de reforço escolar, pinto, não perco um desfile de carnaval e vivo na certeza que a vida é boa e vale a pena ser vivida, até mesmo em cima de uma cadeira de rodas. Cassiano Ricardo Dezotti de Abreu Rio de Janeiro (RJ) CASSI responde: Thaciana e Cassiano, agradecemos por compartilharem com a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil suas histórias, verdadeiros exemplos de superação que podem ajudar outros associados a enfrentarem dificuldades semelhantes. O relato das experiências que vocês viveram serve para outros participantes do Plano acreditarem na recuperação e na possibilidade de mudança e de recomeço. Achei bastante interessante a matéria Quando o inesperado acontece, por ser sobre uma doença ainda pouco conhecida, assim como outras doenças autoimunes. Recentemente, vi um documentário [disponível no site Youtube] sobre pesquisas do uso de vitamina D com os portadores dessa doença e sobre o quadro de melhora apresentado pelas pessoas envolvidas na pesquisa. Se vocês não tiveram oportunidade de ver o documentário, achei interessante e gostaria de compartilhar. Parabéns à CASSI pela iniciativa. Dercy Maria Raimundo Cuiabá (MT) CASSI responde: Dercy, agradecemos pela sua contribuição ao enviar uma indicação de documentário relacionado à esclerose múltipla. Uma das propostas do Jornal CASSI é levar informações aos associados sobre vários assuntos de saúde, pautados em protocolos de atendimento reconhecidos pela medicina e com base em evidências científicas. Para isso, o Jornal traz histórias que mostram a possibilidade de superação de dificuldades e de mudança de vida por meio de novos hábitos. 14

15 S mento nas situações em que o beneficiário não apresenta o cartão de identificação do Plano. No caso específico, a Caixa de Assistência reforçou ao hospital a necessidade de adotar as providências corretas para o melhor atendimento aos participantes. Em situações semelhantes e para corrigir possíveis falhas, a CASSI conta com a colaboração dos beneficiários, que podem enviar o relato para o contato eletrônico da Caixa de Assistência, disponível pelo link Fale com a CASSI em ou ligar para a Central CASSI ( ). CREDENCIAMENTOS Estamos vivendo um inusitado momento no âmbito dos planos de saúde e a nossa pioneira CASSI não escapa desse quadro. Por que não se abrem as portas para que todos os interessados sejam credenciados e uma seleção natural pelos próprios escolhedores os associados e outras classes que os elegerão? Quem atender melhor, ficará. Os demais, sem movimento em três meses, serão automaticamente excluídos do quadro de credenciados. Nilmar Moreira Teresópolis (RJ) CASSI responde: Nilmar, sua proposta é bem interessante e vem ao encontro do que é adotado. Os prestadores podem enviar proposta de credenciamento à CASSI pelo site página Prestador. Após análise das informações, a CASSI solicita a documentação necessária para dar continuidade ao processo. Muitas vezes, a não apresentação dessa documentação, necessária para resguardar a Caixa de Assistência das penalizações da Agência Nacional de Saúde Suplementar, impede o credenciamento. Apesar dos critérios para gerenciamento da rede credenciada, todos os pedidos cadastrados pelo site são avaliados, mesmo se houver suficiência na rede de prestadores para aquela especialidade ou local onde está sendo solicitado o credenciamento. ATENDIMENTO SEM CARTÃO Em relação à matéria Falta do cartão CASSI não impede atendimento na rede credenciada, informo que [um] hospital de Brasília não aceita fazer o atendimento na emergência sem o cartão CASSI, mesmo passando o número e levando o documento do associado. Solicito, então, que informem ao hospital essa possibilidade. Será que foi comunicada para todos os prestadores de serviço essa possibilidade? Flávia Figueiredo Fonsêca Brasília (DF) CASSI responde: Flávia, a CASSI orienta frequentemente os prestadores de serviços credenciados sobre a possibilidade de realizar atendi- ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA Com relação ao Programa de Assistência Farmacêutica, os preços subiram de uma maneira absurda em relação aos preços dos medicamentos quando fornecidos pela CASSI, o que tem gerado reclamações. Genéricos: podemos confiar? A maioria dos médicos não confia. Jorge Roberto Passos da Costa Rio de Janeiro (RJ) CASSI responde: Jorge, a CASSI tem se empenhado para que os preços praticados pelo Programa sejam constantemente favoráveis aos participantes e, consequentemente para a Caixa de Assistência, contudo, pontualmente promoções de farmácias podem oferecer melhores descontos. Seguindo a tendência mundial, a CASSI privilegia o uso de medicamentos genéricos em função da segurança de bioequivalência fornecida por esses itens, que é a garantia de que o princípio ativo está presente no produto na mesma concentração, nas mesmas condições e com a mesma velocidade de absorção e resposta pelo organismo, se comparadas ao medicamento de referência ou de marca. Os genéricos passam por regulamentação severa das autoridades sanitárias do Governo Federal e seu uso é indicado pelo Ministério da Saúde. Participe. Envie para 15

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