Vivian Facundes Dantas ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE UM MAPA VETORIAL UTILIZANDO GML E SVG

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1 Vivian Facundes Dantas ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE UM MAPA VETORIAL UTILIZANDO GML E SVG Palmas 2005

2 Vivian Facundes Dantas ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE UM MAPA VETORIAL UTILIZANDO GML E SVG Monografia apresentada como requisito das disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I e II (TCC) do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. M. Sc. Fabiano Fagundes. Palmas 2005

3 VIVIAN FACUNDES DANTAS ESTRUTURAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE UM MAPA VETORIAL UTILIZANDO GML E SVG Monografia apresentada como requisito das disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I e II (TCC) do curso de Sistemas de Informação, orientado pelo Prof. M. Sc. Fabiano Fagundes. Aprovada em dezembro de 2005 BANCA EXAMINADORA Prof. M. Sc. Fabiano Fagundes Centro Universitário Luterano de Palmas Prof. Esp. Cristina D Ornellas Filipakis Centro Universitário Luterano de Palmas Prof. M. Sc. Fernando Luiz de Oliveira Centro Universitário Luterano de Palmas Palmas 2005

4 Adquire a sabedoria, adquire a inteligência, e não te esqueças nem te apartes das palavras da minha boca. Não a desampares, e ela te guardará; ama a e ela te conservará. A sabedoria é a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possues adquire o conhecimento. Exalta-a, e ela te exaltará; e, abraçando-a tu, ela te honrará. (Provérbios 4:5-8)

5 AGRADECIMENTOS Deixo registrado aqui toda a minha gratidão ao meu Deus que me sustentou nesta caminhada de 5 anos. Caminhada essa que não foi nada fácil, mas Deus se mostrou presente desde o momento em que fiz a matrícula no curso de Sistemas de Informação no dia 19 de dezembro de 2000 até o último dia, 6 de dezembro de Acredito que nada acontece na minha vida por obra do acaso ou sorte, mas sim pela minha dedicação e ajuda de Deus, e ele sabia de todas as minhas dificuldades para cursar uma faculdade particular, mas essas dificuldades foram todas supridas. Ainda no 1 semestre de faculdade fui beneficiada com uma bolsa de estudo e com o passar do tempo o valor da bolsa foi só aumentando e assim prossegui até o penúltimo semestre do curso. Durante o período de faculdade conheci pessoas que acrescentaram muito na minha vida. Ganhei amigas que hoje considero minhas irmãs pelo carinho, cumplicidade nos trabalhos e apoio nas horas mais difíceis. Letícia Camara, Arylma Botelho, Tânia Lima, Elma Gomes, Verônica Stocchi e Damara da Silva. OBRIGADA POR TUDO AMIGAS! A Lilissanne Marcelly, pela oportunidade de estagiar na Coordenação dos Labins aonde aprendi muito com ela e com os meus companheiros de turno (Marcus Pinto e Pollyane Lustosa). A todos os Professores do curso de Sistemas de Informação pela exigência em cada disciplina do curso. Os desafios em cada trabalho só me fizeram ver que sou capaz. Não posso deixar de agradecer e citar a Coordenadora e Professora do curso, Parcilene Fernandes, pela preocupação comigo quando quase fui injustiçada por um problema no desconto de uma mensalidade e também pela sua luta em fazer do curso de Sistemas de Informação cada vez melhor. Ao meu Orientador deste trabalho, Professor Fabiano Fagundes, não posso deixar de agradecê-lo por todas aquelas palavras de incentivo que falou na sala de aula e por acreditar nos seus alunos. Se eu participei do PROICT e tive artigos aprovados, foi pelo simples fato de ter um professor que não entra na sala só para dá aula, mas que conversa com os alunos e desafia-os sem subestimar a capacidade de cada um. A Professora Thereza Patrícia, que me compreendeu e fez o possível para me ajudar em dois momentos complicados.

6 Aos meus amigos e companheiros durante o estágio no Laboratório de Geoprocessamento que me deram a mão nos piores momentos. Suzana e Bruno Tácito que me ensinaram muita coisa no início do estágio, ao Benjamim que me ajudou na última hora montar o banner de um trabalho de grande importância e ao Anderson Sá pelas folhas que chegaram na hora certa. Ufa! Ao meu Orientador do trabalho de estágio, Professor Gonzalo Álvaro, por toda a confiança que depositou em mim durante o tempo que passei no Laboratório de Geoprocessamento. Em especial, agradeço a minha FAMÍLIA (Pai, Mãe, meus Irmãos e minha Vó Delsa) que amo muito. Esta família que abriu mão de algumas regalias para no final do mês ter o dinheiro de pagar a minha faculdade. A minha Mãe, Maria Aparecida G. Facundes Dantas, que orou e saiu vendendo vários tipos de mercadorias para suprir outras necessidades. Ao meu Pai, Gilberto Ferreira Dantas, que ficou acordado um bom tempo até a meia noite para ir me buscar quase todas as noites na rodoviária. Ao meu Irmão, Danilo Facundes Dantas, que no início da faculdade morou comigo em Palmas e foi um companheiro maravilhoso. Quando chegava da faculdade a comida já estava pronta e era uma comida de primeira. Ao meu outro Irmão, Rodrigo Facundes Dantas, por ter ido me buscar algumas vezes na rodoviária. A minha Prima Ana Paula, meu Primo Fabrício e minha Tia Filoisa, pelo carinho de vocês e pelas horas que vieram até mim para bater um papo. A minha Vovó AMADA, Delsa Maria da Conceição, serei grata eternamente por tudo que fez por mim. Vivian Facundes Dantas

7 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... VIII LISTA DE TABELAS...IX LISTA DE ABREVIAÇÕES... X RESUMO...XI ABSTRACT...XII 1. INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Disponibilização de Mapas na Internet Padrão SVG As vantagens do SVG para apresentar Mapas Vetoriais na Web Padrão GML Spring Web TerraTranslator Dificuldades do formato GML Apresentação gráfica de documentos GML MATERIAL E MÉTODOS Hardware Softwares Arquivos Metodologia Geography Markup Language GML schema Estruturação de Mapas Vetoriais Scalable Vectorial Graphics Círculo Retângulo Elipse Linha Poli-linhas Polígono extensible Stylesheet Language Transformations... 34

8 Conversão de documentos XML Conversão de documentos GML em SVG RESULTADOS E DISCUSSÃO Estruturação do Mapa Vetorial Criação do Schema XML Criação do documento GML Cópia das coordenadas do Mapa Vetorial Apresentação do Mapa Vetorial Criação da folha de estilo Criação da interface Resultados finais da Implementação CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS Código do documento GML mapagml.xml Código do conversor XSLT conversor.xsl Uma parte do Código gerado em SVG

9 viii LISTA DE FIGURAS Figura 1 Mapa Vetorial do Estado de São Paulo em SVG (Fonte: 16 Figura 2 - Mapa Vetorial de localização (Fonte: 17 Figura 3 O protótipo com recursos de animação SVG. (Fonte: SILVAb, 2004) Figura 4 Imagem referente a data escolhida. (Fonte: SILVAb, 2004) Figura 5 Tela gráfica do aplicativo Spring Web (Fonte: INPE, 2005) Figura 6 Declaração de um XML Schema para um documento GML Figura 7 A forma de representação do plano cartesiano no computador Figura 8 A imagem de um Círculo elaborado em SVG Figura 9 - A imagem de um Retângulo elaborado em SVG Figura 10 - A imagem de uma Elipse elaborada em SVG Figura 11 - A imagem de uma Linha elaborado em SVG Figura 12 - A imagem de uma Poli-linha elaborado em SVG Figura 13 - A imagem de uma Polígono elaborado em SVG Figura 14 A transformação de um documento XML em SVG Figura 15 Trecho inicial de um documento XSLT Figura 16 Declaração de uma regra de transformação Figura 17 Declaração da regra apply-templates Figura 18 Declaração da regra apply-templates para especificar um subelemento Figura 19 Declaração para selecionar o valor do elemento ou subelemento Figura 20 Transformação XSLT do elemento gml:linestring Figura 21 Código completo do Schema criado (esquema.xsd) Figura 22 Trecho inicial do código do documento GML (mapagml.xml) Figura 23 Parte do código do documento GML (mapagml.xml) Figura 24 Imagem do software GPS TrackMaker Figura 25 Trecho inicial do código da folha de estilo conversor.xsl Figura 26 Parte do código da regra de transformação gml:boundedby Figura 27 Trecho do código da regra de transformação gml:linestring Figura 28 Interface do site Figura 29 Trecho do código em SVG do documento de saída Figura 30 Imagem do Mapa Vetorial em SVG... 48

10 ix LISTA DE TABELAS Tabela 1 Duas formas (DTD e XML Schema) de declaração de elementos para um determinado documento XML (W3SCHOOLS, 2001) Tabela 2 Schemas XML da GML Tabela 3 Correspondência de elementos entre GML e SVG (Fonte: RODRIGUES, 2003)

11 x LISTA DE ABREVIAÇÕES DOM Document Object Model DTD - Document Type Definition GML - Geography Markup Language HTML - HyperText Markup Language OGC Open Geospatial Consortium RDF - Resource Definition Framework SIG - Sistemas de Informação Geográfica SVG Scalable Vectorial Graphics XSD - XML Schema Definition XSL - Extensible Stylesheet Language XSLT extensible Stylesheet Language Transformations W3C - World Wide Web Consortium UML - Unified Modeling Language

12 xi RESUMO A interoperabilidade entre aplicações geográficas está sendo comprometida pelo fato de não existir um formato de dado geográfico padrão. O surgimento da linguagem GML (Geography Markup Language) veio para codificar qualquer tipo de dado geográfico e transportar informações entre aplicações SIG (Sistemas de Informação Geográfica). O objetivo deste trabalho é estruturar o mapa vetorial do Estado do Tocantins utilizando o formato padrão GML (Geography Markup Language) e apresentar o mapa vetorial usando o SVG (Scalable Vectorial Graphics) para disponibilizar o mapa na web em formato gráfico. Esse processo envolverá o XSLT (extensible Stylesheet Language Transformations) para converter o documento GML em um documento SVG. Palavras-chave: GML, SVG, XSLT.

13 xii ABSTRACT The interaction among geographic applications is being affected for the lack of a standard geographic data format. The emerging of the GML language (Geography Markup Language) came to codify any type of geographic data and carry information among GIS applications (Geographic Information Systems). The purpose of this paper is to structuralize a vector map of the State Tocantins using the GML standard format (Geography Markup Language) and also present it using SVG (Scalable Vectorial Graphics) in order to make the map in graphical format available in the web. This process will involve the XSLT (extensible Stylesheet Language Transformations) to convert the GML document into a SVG one. key-words: GML, SVG, XSLT.

14 1. INTRODUÇÃO Durante o desenvolvimento do trabalho Disponibilização de Serviços de Mapas: Comparativo entre software livre e software comercial (DANTAS, 2005), um dos pontos analisados foi a forma como os dois servidores de mapas (MapServer e ArcIMS 4) tratavam e disponibilizavam mapas vetoriais na web. Resumidamente, o MapServer (MAPSERVER, 2005), servidor da categoria de software livre, disponibiliza somente o mapa no formato de imagem e não o próprio mapa vetorial em si. Já o ArcIMS (ESRI Portugal, 2005), servidor da categoria de software comercial, permite disponibilizar o próprio mapa vetorial na web, mas a visualização deste mapa através do browser só é possível com auxílio de alguns programas instalados no computador do usuário final. Um mapa do tipo vetorial é composto por pontos, linhas ou polígonos e cada um destes elementos gráficos armazena um conjunto de coordenadas (x,y) que os definem (MORETTI, 1999). No processo de digitalização de um mapa, cada elemento gráfico digitalizado é armazenado em um tabela própria e as informações que são repassadas sobre o mapa é automaticamente armazenada na tabela. Os browsers que permitem acesso e visualização de páginas web não estão preparados para disponibilizar dados espaciais do tipo vetorial. Algumas soluções não proprietárias já estão sendo utilizadas para sanar parte deste problema (DANTAS, 2005). São elas: GML (Geography Markup Language) especificação da OGC (Open Geospatial Consortium) e o SVG (Scalable Vector Graphics) especificação do W3C (World Wide Web Consortium). Este trabalho foi implementado para estruturar e converter um único mapa vetorial em SVG, ou seja, o código gerado foi criado especificamente para converter apenas o mapa vetorial do Estado do Tocantins. O arquivo de conversão foi implementado utilizando a linguagem XSLT.

15 14 O objetivo deste trabalho é estruturar o mapa vetorial do Estado do Tocantins utilizando o GML (Geography Markup Language) e apresentar o mapa usando o SVG (Scalable Vectorial Graphics) para disponibilizar o mapa na web em formato gráfico.

16 15 2. REVISÃO DE LITERATURA Nas seções posteriores serão apresentados os formatos padrões SVG e GML, e também exemplos de aplicações que estão utilizando estes formatos para apresentar e codificar Mapas Vetoriais. 2.1 Disponibilização de Mapas na Internet O surgimento de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) permitiu a aquisição e manipulação de mapas. Mapas analógicos foram sendo convertidos para digitais e grandes projetos utilizando mapas digitais foram surgindo. Com o tempo, houve a necessidade de compartilhar estes projetos na internet para que diversos usuários pudessem ter acesso e que não fosse restrito apenas a usuários de uma determinada rede local (intranet). A disponibilização de mapas na internet iniciou-se através de páginas estáticas desenvolvidas em HTML (HyperText Markup Language) que apresentavam os mapas no formato de imagem como gif ou jpeg. A linguagem HTML apresenta opções limitadas que permitem apenas disponibilizar um mapa no formato matricial, selecionar áreas do mapa e anexar informações a essas áreas através de hyperlinks (MIRANDA, 2003). Enquanto os browsers existentes hoje em dia no mercado não suportam imagens vetoriais, padrões estão sendo desenvolvidos para solucionar uma parte deste problema. Uma linguagem padrão que está sendo utilizada para apresentar mapas vetoriais na web é o SVG (Scalable Vectorial Graphics). 2.2 Padrão SVG O padrão SVG é a especificação do W3C para apresentar gráficos vetoriais e não somente informações textuais, como a maioria das aplicações XML. O SVG permite visualizar um

17 16 mapa vetorial num browser comum, mas com auxílio de um plug-in. Segundo Junior (2004), as maiores companhias de software gráfico estão envolvidas no desenvolvimento do SVG. Na área de geotecnologias, a ESRI (Environmental Systems Research Institute) é a empresa líder mundial de software SIG e de sistemas de processamento de informação geográfica (ESRI Portugal, 2005). JUNIOR (2004) afirma que os softwares MapInfo e ArcView da ESRI já disponibilizam meios, assim como permitem o uso de extensões que possibilitam a exportação para o formato SVG. Aplicações específicas usando SVG para apresentar mapas vetoriais já podem ser vistas na internet. Alguns exemplos de mapas vetoriais em SVG encontrados na web: O mapa do estado de São Paulo e suas microrregiões, com informações demográficas e sócio-econômicas (figura 1). Figura 1 Mapa Vetorial do Estado de São Paulo em SVG (Fonte: O mapa vetorial com a localização da empresa WOC para auxiliar o cliente como chegar até a empresa (figura 2).

18 17 Figura 2 - Mapa Vetorial de localização (Fonte: As vantagens do SVG para apresentar Mapas Vetoriais na Web Aplicações SIG permitem ao usuário um alto grau de manipulação de mapas vetoriais. Quando se trata de apresentar um mapa vetorial na web é importante que o mapa seja apresentado com qualidade de imagem, gráficos vetoriais interativos, e que permita ao usuário manipulá-lo com facilidade (SILVAb, 2004). A tecnologia SVG possui características que possibilitam apresentar mapas vetoriais de forma interativa. Segundo Marisco, Philips e Pereira (2004), o SVG proporciona recursos que são fundamentais para a exploração de dados geoespaciais armazenados em um banco de dados e acessado através de mapas SVG na web. Os recursos SVG citados pelos autores são: Permite tipos de transformações (Translação, rotação, escala); Representa elementos geométricos; Objetos podem ser coloridos, preenchidos, recortados, aplicado efeito de transparência, marcados, definido a largura; Construção de diferentes símbolos e textos; Possibilita animação; Auxílio dos CGI scripts, Java applets, Java servlets, e conexão a bancos de dados; Anexar atributos, metadados e extensibilidade (MathML, SMIL, XHTML).

19 18 Outra característica importante do SVG é a capacidade de suportar zoom sem perder a qualidade da imagem. Para testar os recursos de animação do SVG, SILVAb (2004) criou um protótipo utilizando o banco de dados MySQL e PHP, onde realizou as consultas ha base de dados espaço-temporal e visualizou o resultado das consultas através de mapas animados em SVG. A figura 3 apresenta a interface do protótipo que foi criada. Segundo SILVAb (2004), o usuário seleciona as datas e, a partir da escolha, é possível visualizar os arquivos GML e SVG. Ao clicar no botão SVG (figura 3) é apresentada uma outra interface com animação, contendo os focos de calor referente ao intervalo da data escolhida pelo usuário (figura 4). Figura 3 O protótipo com recursos de animação SVG. (Fonte: SILVAb, 2004)

20 19 Figura 4 Imagem referente a data escolhida. (Fonte: SILVAb, 2004) 2.3 Padrão GML O padrão GML é um formato aberto para codificar, armazenar e transportar dados geográficos entre aplicações SIG. Sua especificação foi publicada no ano de 2000 pela OGC (Open Geospatial Consortium). A primeira versão da GML foi baseada na junção da DTD (Document Type Definition) e RDF (Resource Definition Framework). Hoje, na terceira versão, a GML é totalmente baseada em XML Schema. Segundo SILVAb (2004), o surgimento de formatos abertos que possibilitam o intercâmbio de dados geográficos dificilmente é utilizado se não houver ferramentas de conversão de domínio público. Em relação a interoperabilidade do formato GML, Silva (2004) afirma que: GML promete tornar-se uma tecnologia importante para a distribuição de dados vetoriais e conseqüentemente um formato interoperável. Atualmente existem muitas organizações desenvolvendo aplicações para se trabalhar com GML, mas pouca importância tem sido dada à implementação de software voltado para a troca de dados. Alguns aplicativos já estão sendo adaptados para trabalhar com o formato GML 3.0. As seções e apresentam exemplos de aplicações geográficas que suportam o formato GML 3.0.

21 Spring Web O Spring Web é um aplicativo escrito em Java que permite a visualização de dados geográficos armazenados em um servidor remoto (INPE, 2005). Foi desenvolvido no Brasil pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e atualmente está na versão 3.0. Segundo SILVAb (2004), o Spring Web foi adaptado para suportar a especificação da GML 3.0. Esta adaptação permite hoje ao aplicativo ler e visualizar documentos GML, mantendo o formato ASCII. A figura 5 apresenta a tela inicial do aplicativo contendo como exemplo o mapa de São Paulo. Figura 5 Tela gráfica do aplicativo Spring Web (Fonte: INPE, 2005) TerraTranslator É um software de código aberto desenvolvido no Brasil pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), sem previsão para o lançamento da ferramenta ao público em geral. O objetivo deste software é a conversão de dados. As suas funções básicas são (SILVAb, 2004): Importar arquivos com extensões: *.shp (Shapefile), *.mif (MapInfo Interchange File) e GeoBR; Exportar arquivos SVG, GeoBR e GML.

22 21 O TerraTranslator utiliza o schema da aplicação GeoBR para exportar os dados geográficos para GML 3.0. Na parte de visualização de dados geográficos o TerraTranslator utiliza o Spring Web e o SVG Dificuldades do formato GML A GML possibilita ao usuário criar schemas XML para aplicações específicas e utilizar um parser para validar um documento XML de acordo com o schema. Segundo SILVAb (2004), essa funcionalidade dificulta a escrita de aplicações GML pelos seguintes motivos: a) A aplicação deve compreender como a GML usa o schema para definir uma feature geográfica e suas propriedades; b) É complexo e complicado escrever um software para ler schemas de aplicação arbitrários, pelo fato do software ter que compreender qualquer conjunto de dados GML; c) É trivial ler documentos GML, a dificuldade é interpretar os elementos XML no contexto geográfico e interpretar este contexto geográfico para um sistema local, específico; d) O software tem que identificar quais elementos XML representam uma feature, suas propriedades e geometria. SILVAb (2004) afirma que essas dificuldades se devem ao fato de esquemas XML não possuírem especificação fácil de ser compreendida. LIMA (2002) também citou dificuldades no uso da GML: a) Os schemas da GML não são adequados para criar uma instância de documento, devese estendê-los através da criação de schemas para aplicações de domínios específicos; b) Os schemas devem ser compartilhados na troca de dados entre dois usuários para saber, por exemplo, que as tags <rio> ou <curso_de_agua> são da classe <_Feature> definida pelo schema feature.xsd da GML, senão como saber que <rio> é <curso_de_agua> e vice-versa? A solução para este problema, segundo o autor, é acrescentar tags no documento GML para descrever cada entidade e suas relações;

23 22 c) Apresenta deficiências de precisão semântica. Como exemplo, citou o caso da declaração de uma LinearRing (linha fechada) que não exige na prática que seja constituída por mais de um ponto. LIMA (2002) afirma que o aspecto semântico não é considerado de forma efetiva a promover a interoperabilidade. Devido a essas dificuldades citadas, foi proposto pelo INPE o desenvolvimento de um formato padrão aberto denominado de GeoBr. A proposta GeoBR é: Um esquema único, com elementos pré-definidos, o que faz com que um arquivo GeoBR seja facilmente acessado por uma única interface de programação. O esquema GeoBR também define formalmente seus elementos geométricos, assim um elemento <line> com menos de duas coordenadas não é válido. (LIMA, 2002) O formato GeoBr, assim como o formato GML, tem sua especificação baseada na linguagem XML. LIMA (2002) citou as principais diferenças existentes entre os formatos GML e GeoBr: GeoBR não requer do usuário a criação de schemas específicos; GML requer que cada instituição defina seu schema de dados, o que acarreta investimento em conversão de dados; GeoBR para intercâmbio em nível semântico trabalha de forma unificada Apresentação gráfica de documentos GML A especificação GML não contém informações de como as características codificadas podem ser visualizadas em um browser web ou que tecnologia utilizar para representar graficamente. O trabalho propõe o uso do SVG para visualizar num browser web o Mapa Municipal do Estado Tocantins codificado em um documento GML, pelo fato do SVG apresentar os recursos adequados definidos na seção para representar um dado geográfico e também por já existir aplicações com mapas interativos em SVG exemplificados na seção 2.2.

24 23 Na comunidade acadêmica já existem alguns trabalhos que utilizam a linguagem XSLT (extensible Stylesheet Language Transformations) como meio para transformar um documento GML em SVG. Segundo (MAGALHÃES; RODRIGUES; PAIVA, 2003), a XSLT não é a única forma de transformar documentos GML em SVG. A outra forma é utilizar um programa Java com tecnologia DOM (Document Object Model) (W3C, 2005). Os autores afirmam também que a XSLT é mais fácil e adaptada para a função de transformação de documentos. Na seção de Metodologia serão apresentados os elementos básicos das linguagens GML, SVG e XSLT para codificar, converter e apresentar as informações referentes a um Mapa Vetorial.

25 3. MATERIAL E MÉTODOS Este trabalho foi desenvolvido no período de Agosto a Novembro de Recursos de hardware, software e documentos bibliográficos disponíveis na internet e na biblioteca do CEULP/ULBRA foram primordiais na elaboração do trabalho. 3.1 Hardware Foi utilizado um computador de uso pessoal com as seguintes configurações: - Processador Pentium 4 1.7GHz; MB de RAM; - HD de 40 GB. 3.2 Softwares -GPS TrackMaker Versão 13; - Microsoft Paint Versão 5; - Microsoft Word 2000; - Stylus Studio 6 XML Professional Edition. 3.3 Arquivos - Mapa vetorial Municipal do Estado do Tocantins (Tocantins_UTM.shp), cedido pelo Laboratório de Informações Geográficas do CEULP/ULBRA; - Os schemas XML da especificação GML

26 Metodologia O trabalho envolveu o conhecimento das linguagens Schema XML, GML, XSLT e SVG. Tendo como estudo de pesquisa os materiais citados na seção de Referências Bibliográficas, foi possível descrever sobre cada linguagem e, conseqüentemente, adquirir conhecimento para executar a segunda parte do trabalho que envolve a implementação Geography Markup Language A GML (Geography Markup Language) é uma especificação da OGC (Open Geospatial Consortium), consórcio que tem como finalidade desenvolver especificações para permitir a interoperabilidade entre sistemas que trabalham com dados espaciais e localização (OGC, 2005). Segundo COX et al.(2004), a GML é constituída por códigos XML (extensible Markup Language) para transportar e armazenar informações de dados espaciais (ponto, linha ou polígono) e não-espaciais. MIRANDA (2002) afirma que a GML codifica qualquer tipo de dado geográfico. Na codificação de um dado espacial são descritas a sua forma (ponto, linha ou polígono) e a localização (coordenadas X e Y) para manter a representação espacial (HESS & IOCHPE, 2003). A especificação GML trabalha com schema XML, apresentado a seguir GML schema Um documento GML schema é baseado na sintaxe do XML Schema (HESS & IOCHPE, 2003). A linguagem XML Schema, que também pode ser chamada de XSD (XML Schema Definition), foi proposta pela Microsoft e se tornou uma recomendação do W3C como uma alternativa ao DTD (Document Type Definition) (W3SCHOOLS, 2001). O XML Schema, assim como a DTD, descreve toda a estrutura que pode existir em um determinado documento XML. Em um documento XML Schema são definidos (W3SCHOOLS, 2001): os elementos e/ou atributos que podem aparecer em um documento XML; quais elementos são elementos filhos; a ordem dos elementos filhos; o número de elementos filhos; se um elemento é vazio ou pode incluir texto;

27 26 os tipos de dados dos elementos e atributos; os valores padrão e fixo para os elementos e atributos. Um documento XML pode fazer referência tanto a uma DTD quanto a um XML Schema. A tabela 1 apresenta um exemplo de declaração dos mesmos elementos de um determinado documento XML numa DTD e em um XML Schema. Tabela 1 Duas formas (DTD e XML Schema) de declaração de elementos para um determinado documento XML (W3SCHOOLS, 2001). DTD XML Schema <!ELEMENT note (to, from, heading, body)> <!ELEMENT to (#PCDATA)> <!ELEMENT from (#PCDATA)> <!ELEMENT heading (#PCDATA)> <!ELEMENT body (#PCDATA)> <?xml version="1.0"?> <xs:schema xmlns:xs="http://www.w3.org/2001/xmlschema" targetnamespace="http://www.w3schools.com" xmlns="http://www.w3schools.com" elementformdefault="qualified"> <xs:element name="note"> <xs:complextype> <xs:sequence> <xs:element name="to" type="xs:string"/> <xs:element name="from" type="xs:string"/> <xs:element name="heading" type="xs:string"/> <xs:element name="body" type="xs:string"/> </xs:sequence> </xs:complextype> </xs:element> </xs:schema> O XML Schema define dois tipos de elementos: simples e complexo. Segundo W3SCHOOLS (2001), o elemento simples é um elemento XML que não contém outros elementos e nem atributos, apenas texto e este pode ser do tipo conhecido (boolean, string, date, etc) ou personalizado (definir um tipo de dado que não é próprio do XML Schema). Os elementos to, from, heading e body definidos no XML Schema da tabela 1 são exemplos de elementos simples. O elemento é complexo quando possui outros elementos ou atributos. O elemento, note definido no XML Schema da tabela 1, é um exemplo de elemento complexo. A especificação da versão da linguagem GML é constituída de 29 schemas. Esses schemas estão definidos na tabela 2.

28 27 Tabela 2 Schemas XML da GML basictypes.xsd geometrycomplexes.xsd coordinateoperations.xsd geometryprimitives.xsd coordinatereferencesystems.xsd gml.xsd coordinatesystems.xsd gmlbase.xsd coordinatesystems.xsd grids.xsd dataquality.xsd measures.xsd datums.xsd observation.xsd defaultstyle.xsd referencesystems.xsd dictionary.xsd temporal.xsd direction.xsd temporalreferencesystems.xsd dynamicfeature.xsd temporaltopology.xsd feature.xsd topology.xsd geometryaggregates.xsd units.xsd geometrybasic0d1d.xsd valueobjects.xsd geometrybasic2d.xsd Cada um destes 29 schemas é utilizado para codificar dados geográficos. Segundo SILVA (2002), os schemas da especificação GML podem ser utilizados em outros schemas, possibilitando a interoperabilidade proposta tanto pela XML quanto pela GML Schema Feature e Geometry Um documento GML utiliza basicamente os elementos de dois schemas para codificar um dado geográfico: schema Feature (feature.xsd); schema Geometry (geometryaggregates.xsd, geometrybasic0d1d.xsd, geometrybasic2d.xsd, geometrycomplexes.xsd e geometryprimitives.xsd). O schema Geometry possui um conjunto de elementos geométricos para expressar a geometria (forma e localização) de um dado geográfico. Esses elementos são: Point (ponto); LineString (linha); LinearRing (anel de linhas); Polygon (polígono); MultiPoint (coleção de pontos); MultiLineString (coleção de linhas); MultiPolygon (coleção de polígonos) ; MultiGeometry (múltiplas geometrias).

29 28 Os fenômenos do mundo real, que estão associados a uma localização relativa na superfície terrestre, são representados através de um conjunto de características geográficas (SILVAb, 2004). Esse conjunto de características é chamado de FeatureCollection Estruturação de Mapas Vetoriais Estruturar um Mapa Vetorial ou qualquer outro tipo de arquivo vetorial em GML exige: 1. Criar o documento XML Schema; 2. Criar o documento GML de acordo com o que foi definido no documento XML Schema. Segundo HESS & IOCHPE (2003), todo documento GML contém um elemento raiz FeatureCollection, sendo obrigatório criar no documento XML Schema um elemento raiz que substitua o tipo FeatureCollection. Após criar o elemento raiz devem ser criados mais dois elementos: um elemento que substitua a FeatureMember e outro elemento que substitua a Feature. 1. <import namespace="http://www.opengis.net/gml" schemalocation="http://schemas.opengis.net/gml/3.1.1/base/feature.xsd" /> 2.<element name="cidade" substitutiongroup="gml:_featurecollection"> 3. <complextype> 4. <complexcontent> 5. <extension base="gml:abstractfeaturecollectiontype"/> 6. </complexcontent> 7. </complextype> 8.</element> 9.<element name="cidademember" substitutiongroup="gml:featuremember"/> 10.<element name="bairro" substitutiongroup="gml:_feature"> 11. <complextype> 12. <complexcontent> 13. <extension base="gml:abstractfeaturetype"> 14. <sequence> 15. <element name="nome" type="integer"/> 16. </sequence> 17. </extension> 18. </complexcontent> 19. </complextype> 20.</element> Figura 6 Declaração de um XML Schema para um documento GML. A figura 6 é um exemplo de declaração XML Schema. Na linha 2 foi criado um elemento raiz chamado cidade substituindo o FeatureCollection, na linha 9 criado

30 29 outro elemento chamado cidademember substituindo featuremember e na linha 10 criado o elemento chamado Bairro substituindo o Feature. Segundo HESS & IOCHPE (2003), é padrão criar o nome do elemento que vai substituir featuremember concatenado a palavra Member (cidade + Member). Os elementos FeatureCollection, featuremember e Feature são elementos declarados no schema feature.xsd, então para validar o documento da figura 6 é obrigatório importar o schema feature.xsd para dentro do schema (linha 1) Scalable Vectorial Graphics O SVG é uma aplicação XML que tem como objetivo descrever gráficos vetoriais 2D, textos e imagens raster (matricial) (SANTOS; MEIRELLES; MAGALHÃES, 2003). As formas ou objetos básicos suportados pela linguagem SVG são: Círculo; Retângulo; Elipse; Linha; Poli-linhas; Polígono. A posição de cada um desses objetos na tela é baseado no Sistema de Coordenadas (x,y). É na tag <svg> de um documento SVG que se define através do atributo viewbox a coordenada mínima (x,y) e a coordenada máxima (x,y) do espaço aonde será desenhado o objeto. A linha de código abaixo é um exemplo de definição do limite de espaço: <svg viewbox= > </svg> Os dois primeiros números (0,0) significam a coordenada mínima de x (0) e a coordenada mínima de y (0). Já os dois últimos números (60,70) representam a coordenada máxima de x (60) e a coordenada máxima de y (70). No computador, o plano cartesiano não é representado da forma como está definido na geometria analítica, pois os pontos (x,y) tem sua origem no canto superior esquerdo como mostra a figura 7.

31 30 X Y (0,0) Figura 7 A forma de representação do plano cartesiano no computador Círculo A tag <circle> é o elemento da linguagem SVG para representar um círculo. Os atributos cx (coordenada x), cy (coordenada y) e r (raio) que pertencem a tag <circle> são usados para especificar a localização central (cx, cy) e a largura do raio (r) do círculo no plano cartesiano. O código fonte abaixo define a criação de um círculo: <svg viewbox=" "> <title>círculo</title> <circle cx="30" cy="35" r="24" style="stroke: black; fill: none;"/> </svg> O resultado pode ser visualizado no browser como mostra a figura 8. Figura 8 A imagem de um Círculo elaborado em SVG.

32 Retângulo A tag <rect> é o elemento da linguagem SVG para representar um retângulo. Os atributos x (coordenada x), y (coordenada y), width (largura) e height (altura) são usados na tag <rect> para especificar a posição inicial (x,y) e o tamanho (width e height) do retângulo. O código fonte abaixo define a criação de um retângulo: <svg viewbox=" "> <title>retângulo</title> <rect x="10" y="10" width="40" height="30" style="stroke: black; fill: none;"/> </svg> A figura 9 apresenta a imagem do retângulo em SVG. Figura 9 - A imagem de um Retângulo elaborado em SVG Elipse A tag <ellipse> é o elemento da linguagem SVG para representar uma elipse. Os atributos cx (coordenada x), cy (coordenada y), rx (raio de x) e ry (raio de y) que pertencem a tag <ellipse> são usados para especificar a localização central (cx, cy) e a largura do raio (rx e ry) da elipse no plano cartesiano. O código fonte abaixo define a criação de uma elipse: <svg viewbox=" " xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"> <title>elipse</title> <ellipse cx="30" cy="30" rx="10" ry="20" style="stroke: black; fill: none"/> </svg> O resultado no formato gráfico da Elipse na figura 10.

33 32 Figura 10 - A imagem de uma Elipse elaborada em SVG Linha A tag <line> é o elemento da linguagem SVG para representar uma linha. Os atributos x1 (coordenada x inicial), y1 (coordenada y inicial), x2 (coordenada x final) e y2 (coordenada y final) são usados na tag <line> para indicar a ponto inicial (x1,y1) e final (x2,y2) da linha. O código fonte abaixo define a criação de uma linha: <svg viewbox=" " xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"> <title>linha</title> <line x1="10" y1="10" x2="40" y2="10" style="stroke: black;"/> </svg> O resultado pode ser visualizado no browser como mostra a figura 11. Figura 11 - A imagem de uma Linha elaborado em SVG.

34 Poli-linhas A tag <polyline> é o elemento da linguagem SVG para representar linhas conectadas. O atributo points é usado na tag <polyline> para indicar as coordenadas de cada linha. O código fonte abaixo define a criação de várias linhas conectadas: <svg viewbox=" " xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"> <title>poli-linha</title> <polyline points="10 10, 20 10, 30 20, 40 10, 50 10, 60 20" style="stroke: black; fill: none"/> </svg> A figura 12 apresenta o formato gráfico de várias linhas conectadas. Figura 12 - A imagem de uma Poli-linha elaborado em SVG Polígono A tag <polygon> é o elemento da linguagem SVG para representar uma área fechada. O atributo points é usado na tag <polygon> para indicar as coordenadas de cada linha. O código fonte abaixo define a criação de um objeto fechado: <svg viewbox=" " xmlns="http://www.w3.org/2000/svg"> <title>polígono</title> <polygon points="20 30, 20 55, 55 55, 55 10" style="stroke: black; fill: none"/> </svg> O resultado no formato gráfico do Polígono na figura 13.

35 34 Figura 13 - A imagem de uma Polígono elaborado em SVG extensible Stylesheet Language Transformations O XSLT (extensible Stylesheet Language Transformations) é uma linguagem que permite alterar um documento XML ou convertê-lo em outro tipo de documento. Segundo DUCHARME (2002), é possível, através desta linguagem, transformar um documento XML em qualquer outro tipo de documento. É uma extensão da XSL (extensible Stylesheet Language), pois a XSL somente converte documentos em arquivos de formatação de objetos e a funcionalidade de converter documentos XML em qualquer documento não foi acrescentada a especificação da XSL e sim criada a linguagem XSLT pelo W3C para adquirir esta funcionalidade (DUCHARME, 2002) Conversão de documentos XML O processo de conversão de um documento XML em outro documento se dá através da interpretação da folha de estilo pelo processador XSLT (Figura 14). A folha de estilo é um documento XML bem formado que usa o vocabulário XSLT para expressar as instruções de transformações necessárias para converter um documento XML em outro documento (MENNA, 2005).

36 35 Carta.xml Processador Carta.svg Folha.xsl Figura 14 A transformação de um documento XML em SVG. A transformação ou conversão de um documento XML se dá através de um programa auxiliar, como exemplo, o Microsoft MSXML que interpreta códigos XML e XSLT e produz um arquivo de saída como resultado do processamento (FORNARI, 2003). Um documento XSLT é composto inicialmente pelo elemento raiz stylesheet e pelo elemento output (figura 15) que indica o tipo de saída do arquivo (xml, html, svg, entre outros) que será gerado pelo processador XSLT. <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <xsl:stylesheet version="1.0" xmlns:xsl="http://www.w3.org/1999/xsl/transform"> <xsl:output method="xml" version="1.0" encoding="utf-8" indent="yes"/> </xsl:stylesheet> Figura 15 Trecho inicial de um documento XSLT O XSLT trabalha com regras de transformação e essas regras são denominadas de template. Cada template possui um atributo match que indica o nome de um dos elementos do arquivo de entrada (arquivo XML) (figura 16). <xsl:template match="municipio"> </xsl:template> Figura 16 Declaração de uma regra de transformação O applytemplates é uma regra de transformação que grava o conteúdo de um elemento no arquivo de saída. Como exemplo, todo o conteúdo do elemento Municipio será gravado no arquivo de saída (figura 17), mas também se pode especificar qual subelemento de Municipio deve ser gravado no documento de saída acrescentando o atributo select mais o nome do subelemento (figura 18).

37 36 <xsl:template match="municipio"> <xsl:apply-templates/> </xsl:template> Figura 17 Declaração da regra apply-templates. <xsl:template match="municipio"> <xsl:apply-templates select= Nome /> </xsl:template> Figura 18 Declaração da regra apply-templates para especificar um subelemento. O applytemplates grava o conteúdo do elemento, mas é necessário além de selecionar o elemento acessar o valor do elemento (figura 19). <xsl:template match="nome"> <xsl:value-of select="primeiro"/> </xsl:template> Figura 19 Declaração para selecionar o valor do elemento ou subelemento. Só foram apresentados alguns elementos xsl, pois são muitos, e os que forem necessários serão demonstrados, sendo utilizados na seção de Resultados e Discussão Conversão de documentos GML em SVG A GML representa a informação geográfica apenas de forma textual, com isso há a necessidade de utilizar um outro formato que permita mostrar de forma gráfica a informação geográfica. A informação geográfica deve ser representada como uma imagem vetorial para possibilitar maior detalhamento (RODRIGUES, 2003). O SVG, formato que está sendo utilizado para representar graficamente a informação geográfica, possui elementos que, segundo RODRIGUES (2003), permite representar todo tipo de informação geográfica. Tabela 3 Correspondência de elementos entre GML e SVG (Fonte: RODRIGUES, 2003). Elemento Geométrico GML Elemento SVG Box Rect Point rect, circle ou path LineString polyline ou path Polygon Path

38 37 A correspondência entre os elementos (tabela 3) e o fato da linguagem GML ser baseada em XML permite aplicar as regras de transformação da linguagem XSLT. Documentos XML são organizados em uma estrutura de árvore, com somente um elemento raiz, que pode possuir zero, um ou mais subelementos. Cada subelemento define uma nova sub-árvore, contendo zero, um ou mais subelementos, recursivamente. Ainda, elementos podem possuir atributos e conteúdo. (FORNARI, 2003) Os elementos de um documento GML também são estruturados conforme descrito por Fornari no parágrafo acima. A transformação, por exemplo, de um elemento LineString (figura 20) em polyline pode ser feita da seguinte forma: Aplica a regra de transformação no elemento gml:linestring (linha 1, figura 20); Cria o elemento polyline (linha 2, figura 20); Cria o atributo points (linha 3, figura 20); Seleciona o valor do elemento gml:coordinates (linha 4, figura 20) e insere o valor no atributo points. 1.<xsl:template match="gml:linestring"> 2. <xsl:element name="polyline"> 3. <xsl:attribute name="points"> 4. <xsl:value-of select="gml:coordinates"/> 5. </xsl:attribute> 6. <xsl:attribute name="style">stroke: stroke-width: 40; 7. fill: none;</xsl:attribute> 8. </xsl:element> 9.</xsl:template> Figura 20 Transformação XSLT do elemento gml:linestring. Na seção de Resultados e Discussão será demonstrado a conversão de outros elementos GML em SVG.

39 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO Para chegar aos resultados propostos, a implementação seguiu 5 etapas: 1. Criação de um Schema XML específico para o Mapa vetorial do Estado do Tocantins; 2. Criação do documento GML; 3. A cópia das coordenadas do Mapa vetorial (Mapa Municipal do Estado do Tocantins); 4. Criação da folha de estilo; 5. Criação da interface (site). 4.1 Estruturação do Mapa Vetorial A Estruturação do Mapa Vetorial englobou as etapas 1, 2 e 3. Antes da criação do Schema XML foi analisado o Mapa vetorial do Estado do Tocantins utilizando o software GPS TrackMaker. Durante a análise do Mapa verificou-se que: cada município do mapa é identificado pelo nome Trilha seguido de uma numeração (Exemplo: Trilha0001); cada município possui uma coloração; cada Trilha é representada por várias linhas e cada linha possui coordenada (x,y). Essas informações foram essenciais para montar o schema XML e obter como resultado final um mapa em SVG semelhante ao mapa que está sendo estruturado Criação do Schema XML Com base nas informações do Mapa Vetorial foi montado um schema denominado de esquema.xsd obedecendo as regras do schema feature.xsd da especificação GML Assim como, a linguagem de modelagem UML (Unified Modeling Language) possui

40 39 padrões que auxiliam a abstração das informações do mundo real, o GML também possui padrões e estes estão declarados em seus schemas (tabela 2). 1. <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> 2. <schema targetnamespace="c:/tcc/" 3. xmlns="http://www.w3.org/2001/xmlschema" 4. xmlns:gml="http://www.opengis.net/gml" 5. elementformdefault="qualified"> 6. <import namespace="http://www.opengis.net/gml" 7. schemalocation="http://schemas.opengis.net/gml/3.1.1/base/ 8. feature.xsd"/> <element name="mapa" 11. substitutiongroup="gml:_featurecollection"> 12. <complextype> 13. <complexcontent> 14. <extension base="gml:abstractfeaturecollectiontype"/> 15. </complexcontent> 16. </complextype> 17. </element> <element name="mapamember" 20. substitutiongroup="gml:featuremember"/> <element name="municipio" 23. substitutiongroup="gml:_feature"> 24. <complextype> 25. <complexcontent> 26. <extension base="gml:abstractfeaturetype"> 27. <sequence> 28. <element name="trilha" type="integer"/> 29. <element name="nome" type="string"/> 30. <element name="cor" type="string"/> 31. </sequence> 32. </extension> 33. </complexcontent> 34. </complextype> 35. </element> 36. </schema> Figura 21 Código completo do Schema criado (esquema.xsd). Seguindo os padrões da GML (ver subseção ) para a criação do schema, foi criado na linha 10 da figura 21, um elemento denominado mapa. O elemento mapa é um subtipo correspondente ao tipo gml:abstractfeaturecollectiontype (linha 14) da GML. Esta declaração indica que o Mapa possui um conjunto de características e que o elemento mapa só poderá ser declarado no documento GML como um elemento raiz. Na linha 19 foi criado o elemento mapamember. O mapamember substitui o tipo gml:featuremember (linha 20) da GML. O elemento mapamember será usado no

41 40 documento GML para indicar que o município faz parte do Mapa. Em seguida na linha 22 foi criado o elemento Municipio. Municipio é um subtipo correspondente ao tipo gml:abstractfeaturetype (linha 23) da GML. O elemento Municipio será usado no documento GML para descrever cada município do Mapa vetorial do Estado do Tocantins. Nas linhas 28 a 30 foram criados os elementos Trilha, Nome e Cor que serão usados no documento GML para armazenar as informações de cada município do Mapa. Nas linhas de 6 a 8 foi indicado o local do schema feature.xsd e importado para dentro do documento esquema.xsd para validar os elementos declarados como subtipos de tipos definidos no schema feature.xsd Criação do documento GML Obedecendo as regras do schema esquema.xsd, foi criado o documento GML denominado de mapagml.xml e estruturado as informações do Mapa vetorial do Estado do Tocantins para a linguagem GML. 1.<mapa xmlns="http://www.opengis.net/gml" 2.xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" 3.xmlns:gml="http://www.opengis.net/gml" 4.xsi:schemaLocation="C:\tcc\ esquema.xsd"> <gml:boundedby> 7. <gml:envelope> 8. <gml:coord> 9. <gml:x>600000</gml:x> 10. <gml:y> </gml:y> 11. </gml:coord> 12. <gml:coord> 13. <gml:x>940000</gml:x> 14. <gml:y> </gml:y> 15. </gml:coord> 16. </gml:envelope> 17. </gml:boundedby> Figura 22 Trecho inicial do código do documento GML (mapagml.xml). Na linha 4 é declarado o local onde está o schema para validar o documento mapagml.xml. A tag <gml:boundedby> está definida no schema feature.xsd da GML e é usada para descrever as coordenadas mínima (x,y) e máxima (x,y) de um mapa. Nas linhas 6 a 17 foram descritas as coordenadas mínima e máxima do mapa vetorial do Estado do Tocantins. Após a declaração das coordenadas mínima (x,y) e máxima (x,y) foram

42 41 declarados os municípios que fazem parte do mapa do Estado do Tocantins. A figura 23 apresenta a declaração de um dos municípios do mapa do Estado do Tocantins. 18. <gml:mapamember> 19. <Municipio> 20. <Trilha>0001</Trilha> 21. <Nome>São Sebastião do Tocantins</Nome> 22. <Cor>blue</Cor> 23. <gml:linestring> 24. <gml:coordinates> , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , </gml:coordinates> 37. </gml:linestring> 38. </Municipio> 39. </gml:mapamember> Figura 23 Parte do código do documento GML (mapagml.xml). A linha 18 (figura 23) indica que o município de São Sebastião do Tocantins faz parte do mapa, ou seja, é um membro do mapa. Nas linhas de 20 a 23 estão descritos o número da trilha que identifica o município (linha 20), o nome do município (linha 21) e a cor do município no mapa (linha 22). A tag <gml:linestring> está declarada no schema geometrybasic0d1d.xsd da GML e é usada para descrever as coordenadas (x,y) de cada dado espacial de um mapa. Nas linhas 23 a 37 a tag <gml:linestring> que é composta pela tag <gml:coordinates> foram usadas para representar as coordenadas (x,y) de cada linha que formam o município de São Sebastião do Tocantins. Para cada município do mapa do Estado do Tocantins foi criado o mesmo trecho de código (figura 23) mudando apenas os valores Cópia das coordenadas do Mapa Vetorial A visualização das coordenadas do Mapa Vetorial do Estado do Tocantins (Tocantins_UTM.shp) foi através do software GPS TrackMaker pelo fato deste ler arquivos shapefile.

43 42 Figura 24 Imagem do software GPS TrackMaker. O processo de aquisição das coordenadas (x,y) se deu através da seleção de cada linha da trilha do mapa. A figura 24 mostra uma linha da trilha 0001 (círculo em vermelho) selecionada e a tela (Editar Trilha) com as informações das coordenadas (x,y) (círculo verde) da linha. Essas coordenadas foram copiadas e adicionadas a tag <gml:coordinates> do documento mapagml.xml. O mapa original (Tocantins_UTM.shp) utiliza o sistema de coordenadas UTM, segundo Marisco, Philips e Pereira (2004) para relacionar o sistema de coordenadas UTM (Transversa Mercator Universal) com o sistema de coordenadas do SVG é necessário acrescentar o sinal de negativo (-) nas coordenadas do eixo y, ou através da transformação das coordenadas utilizando o comando transform= scale(1,-1). Optou-se pela inserção do sinal negativo a todas as coordenadas do eixo y, pois segundo os autores a segunda opção pode ocasionar dificuldades caso utilize os elementos SVG use e text.

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