A Indústria Química Orgânica. Classificações e Características. Organizadora: Prof. Adelaide Maria de Souza Antunes ISBN

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1 A Indústria Química Orgânica Classificações e Características Organizadra: Prf. Adelaide Maria de Suza Antunes

2 Setres da Indústria Química Orgânica 1. Classificações A Indústria Química Orgânica é cnstituída pr diverss setres industriais que apresentam características distintas, desta frma, uma maneira de se ter uma visã hlística sbre essa indústria é analisá-la através das diferentes classificações: 1.1. Pr Origem Em funçã d tip de matéria-prima utilizada. Pdem ser: Petrquímica (Petróle) Carbquímica (Carvã) Alclquímica (Álcl etílic u etanl) Sucrquímica (Açúcares - Sacarse): us da sacarse cm matéria-prima química que pr uma série de prcesss cm principalmente a fermentaçã, a hidrgenaçã, a hidrólise e a esterificaçã prduz uma série de prduts. Química d Gás Natural (Álcl metílic u metanl) A seguir sã apresentadas, as principais características, de cada tip de indústria. A.1) Petrquímica (Petróle): us de frações resultantes d refin de petróle, principalmente nafta u de gás natural, que pr transfrmações químicas geram, respectivamente: prduts básics, intermediáris e finais, send estes últims utilizads na indústria de transfrmaçã de plástics, elastômers, fibras, tensativs etc. (Figura 1). Figura 1: Geraçã ds Principais Prduts Petrquímics. INDÚSTRIA PETROQUÍMICA MATERIAS PRIMAS CENTRAL DE PRODUTOS PETRÓLEO OLEFINAS E GÁS NATURAL DERIVADOS REFINO AROMÁTICOS DO REFINO PRODUTOS BÁSICOS GERAÇÃO DE CO/H 2 INTERMEDIÁRIOS DE QUÍMICA FINA QUÍMICA DO C 1 NH 3 CH 3 OH PROCESSAMENTOS QUÍMICOS INTERMEDIÁRIOS PROCESSAMENTOS QUÍMICOS PRODUTOS PETROQUÍMICOS FINAIS INDÚSTRIA DE PROCESSOS FÍSICOS (TRANSFORMAÇÃO) PLÁSTICOS FIBRAS ELASTÔMEROS DETERGENTES FERTILIZANTES NITROGENADOS Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

3 Setres da Indústria Química Orgânica A.2) Carbquímica (Carvã): us d carvã cm prdutr de insums químics (exempls: amônia, metanl, armátics) e cmbustíveis (exempls: gaslina, nafta e diesel) através de prcesss de gaseificaçã, carbnizaçã u liquefaçã. A Figura 2, a seguir, ilustra através de esquema a geraçã ds principais prduts carbquímics. Figura 2: Geraçã ds Principais Prduts Carbquímics. Gaseificaçã Gás de Síntese CO/H 2 Alcatrã Amônia Metanl Metan Hidrcarbnets Armátics Fenóis Carbnizaçã Gás de Carvã (H 2, CH 4, CO) Licr Amniacal Amônia Carvã Mineral Óle Leve Alcatrã Benzen Tluen Xilens Fenóis Naftalen Bases Piridínicas Antracen, Carbazl CaCO 2 Acetilen Liquefaçã Hidrcarbnets Gaslina Nafta Óle Diesel Mineraçã/ Beneficiament Resídu Pirits Pirita Carbnsa Ácid Sulfúric Óxid de Ferr A.3) Alclquímica (Álcl etílic u etanl): us d álcl etílic, cm matéria-prima na indústria química, principalmente, para derivads xigenads cm acetats e éter etílic (Figura 3). Figura 3: Geraçã ds Prduts Alclquímics. Éter Etílic Acetat de Metila Acetat de Etila Ácid Acétic MVA-PVA-APV-PVClAc Ácid Mnclracétic APLICAÇÕES: Slventes Tratament de papel e fibras têxteis, adesivs, vernizes ETANOL CMC Ácid 2,4D Detergentes Herbicida Pentaeritritl Resinas alquídicas Acetaldeíd Clral Ácid Anidrid Acétic Acetilsalicílic Acetfenna MVA Butanl 2-etil-hexanl Anestésic Anestésic, interm. químic Ind. Farmacêutica PVA/APV Plastificantes Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

4 Setres da Indústria Química Orgânica A.4) Sucrquímica (Açúcares - Sacarse): us da sacarse cm matéria-prima química que pr uma série de prcesss cm principalmente a fermentaçã, a hidrgenaçã, a hidrólise e a esterificaçã prduz uma série de prduts (Figura 4). Figura 4: Geraçã ds Prduts Sucrquímics. SACAROSE Fermentaçã alcólica - Álcl etílic Fermentaçã acetbutírica - Acetna Fermentaçã - Ácid acétic Fermentaçã aeróbica - Ácid glucônic - Gás carbônic - Butanl - Ácid láctic - 2,3-butandil - Vinht - Óle fúsel - Leved Desvi: - Glicerl - Etanl - Ácid fumáric - Ácid itacônic Fermentaçã cm quebra d cicl de Krebs Hidrgenaçã da glicse Oxidaçã cm MnO3 - Ácid xálic Fermentaçã/NaOH - Glutamat mnssódic - Ácid cítric - Srbitl - Ácid tartáric - Manitl Hidrgenólise Degradaçã Eterificaçã Esterificaçã - Prpilenglicl - Glicerl - Ácid levulínic - Ácid fórmic - Alilsacarse Metilsacarse - Acetats de Sacarse A.5) Química d Gás Natural (Álcl metílic u metanl): us d gás de síntese, u d CO u de H 2, cm matéria-prima u adjuvante na síntese de uma série de prduts. Nvas tecnlgias tem sid desenvlvidas, em funçã da dispnibilidade d precursr de síntese e de metanl, u seja, gás natural, cuj mair cnstituinte é metan Pr Prduts através das Prpriedades Físicas e Mecânicas Essas prpriedades pdem ser medidas pel cmprtament em terms de elasticidade, dutilidade e plasticidade. Pdem ser: a) Plástics: derivads da Petrquímica sã prduzids a partir de plímers (ex: plilefinas) resultand em prduts mldads cm u sem aplicaçã de calr. b) Elastômers: derivads da Petrquímica, prtant, cnsiderads sintétics, sã prduzids a partir de plímers tend cm priridade a elasticidade. Exempl: SBR (brracha de estiren e butadien). c) Fibras: derivadas da Petrquímica, prtant, cnsideradas sintéticas, sã fabricadas a partir de plímers. Exempls: pliamidas (náiln) e pliéster (PET). Os Plástics pdem ser dividids cnfrme: Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

5 Setres da Indústria Química Orgânica B.a.1) Tip de reaçã empregada na sua frmaçã: Pliadiçã Plicndensaçã Aduts B.a.2) Cmprtament d prdut final em relaçã a calr Termplástics Termestáveis u termfixs B.a.3) De acrd cm vlume cnsumid Cmmdities: sã s prduts cnsumids em grande vlume cm s plímers petrquímics plilefinas (plietilens, pliprpilen, plibutadien...) Cntud s plástics, também sã cnhecids pr pseud (u quase) cmmdities uma vez que pdem apresentar grades distints, que prprcinarã especificações diferentes e pr cnseqüência distintas aplicações. Engenharia: sã s plástics cnsumids em pequen vlume cnhecids cm plástics de engenharia pr serem aplicads em prduts de mair cnteúd tecnlógic, muitas vezes sb demanda específica. As Fibras pdem ser divididas em: B.c.1) Naturais: cm pr exempl a da celulse, e a de algdã. B.c.2) Artificiais: cm pr exempl a de acetat de celulse este tip de fibra é cnstituída pr uma parte sintética (acetat) e utra natural (celulse). B.c.3) Sintética: cm pr exempl as fibras de pliéster, PET (plitereftalt de etila), pliacrilnitrila Pr Psiçã na Cadeia Prdutiva Esta classificaçã lcaliza s prduts de acrd cm a prximidade u distância em relaçã à fnte de matéria-prima e/u a mercad cnsumidr, cm exempls: as indústrias, s distribuidres u pnts de revenda e as pessas físicas. Pdem ser: Básic Intermediári Final 1.4. Pr Aplicaçã Final Esta classificaçã inclui prduts em geral frmulads, ist é, cnstituíds de uma substância (ingrediente u princípi ativ) que apresenta efeit requerid pel cliente e de utrs cmpsts que sã adjuvantes, prém necessáris para que prdut pssa ser utilizad. Muitas vezes s prduts frmulads sã cnhecids cm especialidades químicas. As frmulações pdem incluir além d ingrediente ativ: Ligante (binder): sua funçã é adesã da película à superfície Pigment: cnfere cr e prteçã adicinal Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

6 Setres da Indústria Química Orgânica Slvente: para ajustar viscsidade de revestiment a métd da aplicaçã Aditivs: pdem ter várias funções cm, pr exempl: plastificante, bicidas, emulsificantes que cnfere estabilidade e unifrmidade a suspensã e utrs Edulcrante: para mascarar algum sabr degradável Flavr: para frnecer um dr que atraia u favreça a esclha pel cliente Cm exempls de prduts de aplicaçã final pdem ser citads: Prduts vendids pela funçã desempenhada: bicida, anticrrsiv, lubrificante, etc. Defensivs agríclas: fungicidas, herbicidas e inseticidas Tintas e utrs prduts para tratament e revestiment de superfícies Prduts de limpeza e higiene: Sabões e detergentes, desinfetantes e branqueadres, agentes tens-ativs e csmétics Medicaments: frmulações de um u mais princípis ativs (fármacs) e utrs veículs que transfrmam pr prcesss físics s fármacs em prduts: xarpe, supsitóri, injeçã, cmprimid, etc De Acrd cm a Tecnlgia e/u Mercad É uma divisã das indústrias que asscia a lcalizaçã de um cnjunt de prduts cnfrme sua psiçã em relaçã a utras indústrias (base) u a mercad (pnta) cm também a cmplexidade tecnlógica envlvida na sua fabricaçã. Tecnlgia mens cmplexa é classificada cm indústria de base, e de pnta aquela cm mair númer de etapas para fabricaçã. Indústria de Base: pr exempl, a Petrquímica trata-se de uma indústria de base, pis seus prduts (plástics, fibras, elastômers) sã direcinads a utras indústrias, principalmente as de transfrmações físicas. Indústria de Pnta: pr exempl, a Química Fina/ especialidades trata-se de uma indústria de pnta, pis seus prduts sã em geral dirigids a mercad cnsumidr, cm exempl: s defensivs agríclas, que sã frmulads para us na agricultura, s fármacs/medicaments para as farmácias, hspitais e psts de saúde Pr Tips de Prduts Indústria Petrquímica Prduts básics Prduts intermediáris Resinas termplásticas Resinas termestáveis Plastificantes Elastômers sintétics Fis e Fibras artificiais e sintéticas Detergentes tensativs Slventes rgânics Outrs prduts petrquímics Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

7 Setres da Indústria Química Orgânica Prduts da Química Fina Aditivs para aliment, perfumaria, csmétics e indústria farmacêutica Aditivs para brracha Aditivs para plástics Aditivs de óles lubrificantes Explsivs Fungicidas Herbicidas Inseticidas Fármacs Intermediári para crantes Intermediári para defensivs Intermediári para fármacs Intermediári em geral Crantes Prduts armátics sintétics (armatizantes) Prduts Químics Naturais Intermediáris naturais Óles naturais transfrmads Óles essenciais Resinas naturais Tanins naturais Crantes naturais Especialidades Químicas Pdem ser subdivididas em duas categrias: 1) Cmpsts funcinais: em geral, tem mais, de um us, ist é, pde ser aplicad em diferentes setres, mas cm a mesma funçã. Sã eles: Absrventes de rais ultraviletas Antixidantes Bicidas Catalisadres Crantes Enzimas Espessantes Inibidres de crrsã Pigments rgânics Retardadres de chamas 2) Cmpsts para us: em geral sã frmulads para uma determinada aplicaçã. Sã eles: Aditivs para impressã Aditivs para papel Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

8 Setres da Indústria Química Orgânica Aditivs para petróle Aditivs para plástics Aditivs para tintas Aditivs para fundiçã Aditivs para aliments Aditivs para lama de perfuraçã Aditivs para prcessament da brracha Especialidade para csmétics Flavrizantes e fragrâncias Pesticidas frmulads Prduts auxiliares para diagnóstics Prduts para limpeza industrial e institucinal Prduts químics para a indústria ftgráfica Prduts químics para a industrial têxtil Prduts químics para indústria autmtiva Prduts químics para labratóri Prduts químics para tratament de água Prduts químics para tratament de superfícies Reagentes de fltaçã Indústrias de Prcessament Químic Esta classificaçã é adtada internacinalmente para as indústrias cuja base de peraçã é pr prcess químic e sã cnhecidas pela terminlgia CPI (chemical prcess industries). Estas indústrias cresceram, de uma tal maneira, que criaram identidade própria. O grande prte ecnômic destes setres justifica uma classificaçã à parte, tend cm característica de apresentarem prduts finais simples, cm mercads bem definids e fat de terem evluíd a partir de prcediments empírics ns seus primórdis. Sã exempls de indústrias de acrd cm essa classificaçã: Geraçã Termelétrica Tratament e Purificaçã de água e esgt sanitári e industrial Cqueament de carvã Prcessament de Petróle, incluind-se destilaçã, craqueament térmic e catalitíc, refrma catalítica, dessulfurizaçã, hidrtratament, etc. Prduçã de ciment e cal Cerâmic e vidr Prduçã de metais ferrss e nã ferrss Prduts eletr-térmics e abrasivs Tratament de cur Tingiment e acabament têxtil Papel e celulse Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

9 Setres da Indústria Química Orgânica 1.8. Tips de Empresas Químicas A figura 5 apresenta as principais características cnfrme tip de indústria. Figura 5: Tips de Indústrias Identificaçã Características Exempls Mega Empresa Liderança mundial em tds s seus imprtantes mercads BASF, Bayer, Hechst, DuPnt, Dw, ICI Empresa Especializada Empresa Orientada para Prduçã Empresa de Prduts de Cnsum Desfrutam de psiçã de especial cmpetência em áreas e invam cnstantemente Capacitaçã Tecnlógica Cnheciment de Mercad Ampla cbertura gegráfica Acess a matérias-primas baratas Ecnmia em escalas glbais Estabilidade nas relações cntratuais Alta capacidade de atendiment a cnsumidr Prduçã química cm suprte Lnza (bicidas), Nalc (Tratament de água), Great Lakes (prduts de brm) Sabic, Oxychem, Shell, Pequivem, Pemex Prcter & Gamble, Eastman, Kdak, 3M, Unilever 1.9. Setres da Ecnmia e Ligaçã cm s Prduts Químics Setres da Ecnmia Aliments Prcessads Tip de Prdut e/u Aplicaçã Requerida da Indústria Química Ácids, agentes de limpeza, desinfetantes, cnservantes, flavrizantes antixidantes e utrs aditivs. Têxteis Cur Gráfica Papel e Celulse Vidr e Cerâmica Madeira Metalurgia Petróle Cnstruçã Civil Alcalis, detergentes, crantes, alvejantes e fibras sintéticas. Agentes tenantes e crantes. Tintas de Impressã. Reagentes de digestã, alvejantes e adesivs Barrilha, pigments e aditivs diverss. Cnservantes, pesticidas, impermeabilizante, vernizes, tintas e adesivs. Acid decapante, sda cáustica para alumina, aditivs para fltaçã e lixiviaçã de minéris. Ácid sulfúric, álcalis, slventes, aditivs para lama de perfuraçã de pçs e plástics especiais. PVC para tubulações de água e esgt, tintas, vernizes, Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

10 Setres da Indústria Química Orgânica Equipament Elétric Equipament Transprte Eletrônica Agricultura Cnstruçã Naval adesivs, selantes e plástics para cmpnentes dméstics. Plástics para islament de fis e cabs, bases de api, caixas cletres e distribuidras. de Plástics para cmpnentes variads de veícul, tais cm: caixa de bateria, tanque de cmbustível e pára-chques, tintas e vernizes, adesivs selantes. Reagentes cm altíssima pureza, cm impurezas da rdem de partes pr trilhã; utilizads na fabricaçã de chips, adesivs para etapa de mntagem e plástics de engenharia para diverss cmpnentes ds equipaments. Fertilizantes, pesticidas, medicaments e aditivs alimentares para criaçã animal. Tintas, vernizes, revestiments anticrrsivs especiais. Farmacêutica Substâncias químicas cm efeit terapêutic, reagentes auxiliares de diagnóstic médic e plástics para embalagens. Eletrdméstics Plástics para cmpnentes diverss, adesivs, selantes, tintas e vernizes. Prduts de Limpeza e Csmétics Artigs Diverss Dméstics Desinfetantes, alvejantes, sabões, detergentes, substâncias químicas usadas em frmulações csméticas, tais cm desdrantes, prtetres de pele, cremes de barba, etc. Plástics. 2. Características da Indústria de Química Orgânica 2.1. Cadeias Prdutivas Existem várias maneiras de se trabalhar, estudar e entender a Indústria Química Orgânica, pis se trata de um cmplex nde s inúmers setres atuam e se relacinam. Cada setr cmpõe uma cadeia prdutiva. Desta frma, a Sucrquímica, a Alclquímica, a Petrquímica, s Fármacs, s Defensivs Agríclas, sã exempls de setres da Química Orgânica. A Cadeia prdutiva é cmpsta pr els representads pr matérias-primas, intermediáris e prduts finais. Assim, a Petrquímica, pr exempl, é cmpsta pels seguintes els: Matérias-Primas: Prduçã de lefinas e armátics (Indústria de Base) Intermediáris: Insums para utras indústrias d setr petrquímic (prduçã de butiraldeíd, estiren, clret de vinila, etc.) u de intermediáris para setres da química fina (prduçã de clrbenzen, ácid diclracétic, etc.) Prduts finais: Plímers para fibras, plástics elastômers (prduçã de plietilen, cplímer de estiren-butadien (SBR), pliacrilnitrila). Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

11 Setres da Indústria Química Orgânica 2.2. Integrações Verticais e Hrizntais Muitas destas indústrias sã integradas verticalmente, ist é, atuam em mais de um el na cadeia prdutiva. Desta maneira, uma indústria que prduz etilbenzen, estiren e pliestiren é uma indústria que integra intermediáris (etilbenzen e estiren) e final (pliestiren) na Cadeia Prdutiva Petrquímica. N cas da indústria petrquímica s prduts finais seguem para a indústria de transfrmaçã nde, pr exempl, um plímer é transfrmad, ist é, mldad: sprad, injetad u extrusad, gerand um plástic. Exempls prátics diss sã as garrafas que seguem para uma utra indústria cm a de refrigerantes, u um recipiente de plástic que pderá ir para setr de embalagem de uma indústria de aliments, u ainda, utrs artefats que seguem para indústria autmbilística, assim cm para a de cmputadres, de geladeiras, telefnes e etc. N cas da indústria de intermediáris, esta pde se integrar também hrizntalmente significand que pde prduzir prduts cuj destin seguem els distints na cadeia prdutiva, ist é, mercads distints cm é cas d n-butiraldeíd que pde tant ser transfrmad em n-butanl (utilizad cm slvente) u pde ser cnvertid a 2-etilhexanl (utilizad na prduçã de plastificante, ftalat de 2-etilhexila, para PVC) Tips de Prduts Os Cmpsts Químics sã cmercializads pela seguinte ótica d mercad: Mair ferta menr preç Menr ferta mair preç Neste sentid, Kline classifica s prduts químics em: Cmmdities: Sã prduts que sã de fácil acess, mesmas especificações, váris prdutres prduzem e em grande escala, seu preç é glbal. Pseud-Cmmdities: Diferencia-se ds prduts, cmmdities pela especificaçã d prdut. A classe de substâncias que melhr se enquadra sã s plímers, pr exempl, s plietilens de alta e de baixa densidade, e plietilen linear de baixa densidade. Para cada uma destas três classes existem váris prdutres mundiais, prém, n mesm tip de plímer, s prdutres se distinguem nas prpriedades ds plímers (ex. n Pes Mlecular), implicand em diferentes perfrmances, grades e pr cnseqüência distintas aplicações. Química Fina: Os prduts da Química Fina sã aqueles que em geral exigem mair númer de etapas de síntese para fabricaçã e tem mair cmplexidade tecnlógica. Sã prduts cm especificações rígidas, cabend a eles a principal qualidade, u seja, a funçã desejada n prdut final. Pr exempl: ácid 3 piridin carbxílic é princípi ativ d Niacin, vitamina anti-pelagra. Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

12 Setres da Indústria Química Orgânica Especialidades: Sã prduts frmulads para us. Um fármac (princípi ativ), prdut de química fina se transfrma em especialidade quand frmulad, u seja, um medicament. As especialidades pdem ter várias frmulações e cm ist várias apresentações. Pr exempl: medicament Luftal d Labratóri Bristl-Myers Squibb Brasil é uma especialidade que pde ser apresentada em frma de cmprimid u em gtas. Em caixa cm 20 cmprimids u em gtas em frasc de 10ml. Cada cmprimid cntém 40 mg de dimectina u cada ml (30 gtas) cntém 75 mg de dimectina. A dimectina é princípi ativ que tem a açã terapêutica, n cas, cm antiflautulente, que alivia mal estar gástric causad pr excess de gases e pr cnseqüência da distensã abdminal pr eles causada devid à aerfagia. Outr exempl é medicament Cewin marca registrada da Sanfi-Synthélab Farmacêutica Ltda., cuj princípi ativ é ácid ascórbic u vitamina C. A SANOFI apresenta Cewin na frma de cmprimids (especialidades) cntend em sua frmulaçã 500mg d ácid ascórbic (princípi ativ) e excipientes (metilcelulse, hiprmelse, dióxid de silíci, óle de rícin hidrgenad e estearat de magnési) e na frma de sluçã ral (gtas) cntend 200 mg de ácid ascórbic e excipientes (ácid cítric, bicarbnat de sódi, benzat de sódi, amid de milh, lactse, aspartame, arma, artificial, de laranja, crante amarel crepúscul e crante amarel tetrazina). 2.4 Fntes de matérias-primas Uma das maneiras de se classificar a Indústria Química Orgânica é pelas fntes de matérias-primas que sã: O Petróle e Gás Natural O Carvã Os Óles e Grduras Os Carbidrats N entant, estas fntes nã têm cm destin smente a Indústria Química, que, de uma maneira em geral, cnsme em trn de 10% destas frente a utras demandas dessas matérias-primas. Assim, Petróle tem na energia e n transprte sua mair demanda, carvã a siderurgia, s óles e grduras a indústria de aliments, e s carbidrats se destinam para a indústria têxtil, cmbustível, pel us d álcl etílic e a indústria de aliments. A seguir será detalhad um puc sbre cada fnte de matéria-prima Petróle Esta fnte separa, pr destilaçã, petróle em frações as seguintes matériasprimas: gás natural assciad, Gás liquefeit de petróle (GLP), a nafta, a gaslina, quersene, óle cmbustível e utrs. O esquema a seguir mstra esse prcess. Destas frações se destacam cm matérias primas, a nafta e gás natural muitas vezes assciad a petróle. Estas frações sã prcessadas nas chamadas centrais de Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

13 Setres da Indústria Química Orgânica matéria-prima. N Brasil, as centrais de matérias primas estã lcalizadas ns Póls Petrquímics, cm: a Petrquímica Uniã (PQU), em Sã Paul; a BRASKEM, (ex- Petrquímica d Nrdeste COPENE), na Bahia; a Cmpanhia Petrquímica d Sul (COPESUL), n Ri Grande d Sul. Estas centrais fazem us da nafta para gerar lefinas e armátics, substâncias que se cnstituem n primeir el da cadeia prdutiva, nde sã prcessadas nas chamadas indústrias de Segunda e Terceira geraçã ds póls petrquímics, transfrmand-se em prduts intermediáris e finais da cadeia exclusivamente petrquímica. N Ri de Janeir, fi implantad pól Gás Químic. Este pól, utiliza etan cntid n gás natural para prduzir eten que, pr sua vez, é cnvertid em plietilen na Empresa Ri Plímers Carvã O carvã fi histricamente, muit imprtante para a indústria química até a Segunda Guerra Mundial, send principalmente explrad pela Inglaterra e Alemanha nde fi utilizad cm fnte de gás de síntese, de cmbustíveis e de alcatrã que é ric em armátics, send s armátics, matérias-primas básicas para fabricaçã de crantes. O declíni de seu cm matéria-prima fi devid a cresciment da indústria de petróle/petrquímica. Cabe bservar que a esclha d segund pól instalad em Triunf, n Ri Grande d Sul fi devida a este estad dispr de carvã cm insum energétic Óles e Grduras Óles e Grduras sã cnsiderads fntes renváveis de matérias-primas e sua relevância n Brasil está relacinada à extensã territrial e a clima trpical. Cm certeza sua cntribuiçã é dispersa e pequena em vlume devid nã se ter dispnível tecnlgia para seu aprveitament, uma vez que, ns países dits desenvlvids estas fntes de matériaprima nã sã abundantes cm n cas d Brasil. Grduras e óles vegetais sã triglicerídes, ésteres de ácids graxs saturads e insaturads pdend ser de rigem vegetal e animal. Os tradicinais uss ds triglicerídes sã: A prduçã de sabã, através da sapnificaçã cm hidróxid de sódi. A degradaçã em glicerl e ácids graxs que cnstitui uma rica fnte de intermediáris para química fina. A prduçã de álcis graxs, através da trans-esterificaçã, prduz matéria prima de prpriedades lubrificantes. A prduçã de epóxids a partir ds óles insaturads assumind prpriedades imprtantes para us em tens-ativs. Estes prduts sã parte imprtante da industria de csmétics que pdem ser cnsiderada a de mair cresciment na última década deste sécul. Neste nv sécul XXI, us ds trigiceríde tem sid estimulad para prduçã de bidiesel. A princípi, mais cm aditiv a diesel Este é btid pela transesterificaçã d Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

14 Setres da Indústria Química Orgânica glicerl pr metanl, internacinalmente e também n Brasil, embra aqui também pde se utilizar dependend da dispnibilidade e tecnlgia e especificações de regulaçã etanl n lugar d, metanl Carbidrats Encntrads em várias fntes de matérias-primas naturais, pdem ser subdividids resumidamente em quatr núcles: Sacarse Amid Celulse Gmas A) A Sacarse O prcess de transfrmaçã de carbidrats é a fermentaçã. N cas da Sacarse, cuja principal fnte n Brasil é a cana-de-açúcar, a sua transfrmaçã é a simples hidrólise tend cm prduts a glicse e a frutse. A glicse pde sfrer uma série de reações cm a xidaçã em ácid glucônic (aditiv para aliment), ser reduzida a srbitl (resinas alquidícas e precursr d ácid ascórbic -vitamina C), e esterificada a alfa-metilglicside (resinas alquídicas). N Brasil s principais uss da sacarse sã cm adçante (açúcar) e sua cnversã em álcl, etanl hidratad, utilizad diretamente cm cmbustível u na sua frma anidra cm aditiv a gaslina, tend em vista seu pder antidetnante, cnferind mair ctanagem. B) O Amid O amid é encntrad, principalmente n Brasil, na mandica, que é cnsiderada cultura de subsistência n Brasil. N entant, na indústria química é empregad na indústria de adesivs e cm agente de acabament na indústria têxtil e na prduçã de papel. C) A Celulse É btida principalmente da madeira e seu destin principal é a prduçã de papel. N entant, há uma série de derivads cm a metilcelulse, carbximetilcelulse e hidrximecelulse que sã utilizadas cm agente espessante em prduts slúveis em água, nas indústrias de tintas, aliments, adesivs e detergentes. Já s ésteres, acetats, nitrats etil e prpinat de celulse sã usads em prduts inslúveis em água na indústria têxtil, em filmes e laqueads. A celulse vem send bjet de pesquisa tecnlógica para prduçã de álcl etílic, de bagaç de cana, visand mair prdutividade d us deste cm cmbustível, n cas d Brasil e internacinalmente de milh, u utrs carbidrats ric em celulse. Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

15 Setres da Indústria Química Orgânica D) AS Gmas Sã plímers cuja unidade difere da glicse. A gma Agar-agar típica cnsiste de uma cadeia de unidades de manse e uma de galactse. As principais gmas sã: a pectina (btidas de frutas citricas), a gelatina (btida de pele e de sss de animais), xantana (btida de frutas, alginats - extrats seeweed) e a gma arábica (btida de extrat de árvres). As gmas pdem ser mdificadas quimicamente gerand várias aplicações cm na prduçã de papel, cm agentes flculantes usads na precipitaçã de minerais, cm agente espessante e cm binder, ligantes em pigments para impactar cr e desenh nas rupas. A Gma xantana é um plímer cmplex de glicse, apresentand cm característica imprtante, viscsidade cnstante em uma larga faixa de temperatura e ph, send usada cm cmpnente em lama de perfuraçã de petróle nde sua prpriedade espessante na água, é usada para, recuperaçã d óle, cru, nã btid de utra maneira. Organizadra: Adelaide Maria de Suza Antunes

Avaliação. Com base nos ensaios realizados, a exposição permanente aos agentes químicos em questão não causa alterações nas propriedades do sistema.

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