ANAIS ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS, DECISÕES DE LOCALIZAÇÃO E RESPONSIVIDADE: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM UMA MULTINACIONAL DE COMMODITIES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANAIS ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS, DECISÕES DE LOCALIZAÇÃO E RESPONSIVIDADE: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM UMA MULTINACIONAL DE COMMODITIES"

Transcrição

1 ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS, DECISÕES DE LOCALIZAÇÃO E RESPONSIVIDADE: ESTUDO EXPLORATÓRIO EM UMA MULTINACIONAL DE COMMODITIES RONALD TAVARES PIRES DA SILVA ( ) UNIVERSIDADE DO ESTADO DO MATO GROSSO CRISTIANE BIAZZIN VILLAR ( ) EAESP - FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS JANAINA SIEGLER ( ) EAESP - FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS Resumo Este estudo explora possíveis novos motivadores que possam integrar os modelos decisórios de localização de subsidiárias. Mais precisamente, busca responder a seguinte pergunta de pesquisa: As questões de risco e responsividade na cadeia de fornecimento podem influenciar as decisões de localização de subsidiárias multinacionais? A partir das lentes teóricas da Escola de Uppsala, do Paradigma Eclético e da Estratégia de Operações Internacionais, esta pesquisa analisa o caso de uma grande multinacional do setor do agronegócio, visando explorar os recentes motivadores de decisão de localização de novas subsidiárias e a influência das atuais demandas competitivas neste contexto. Palavras-chave: internacionalização; estratégia de operações; responsividade; localização de subsidiárias; estudo de caso. 1. Introdução Recentemente, as estratégias de operações adotadas pelas organizações com o intuito de atender clientes de forma responsiva, tem sido alvo de constante interesse na academia e nas organizações (MATSON, 1999). Neste contexto, as estratégias de operações tem se destacado no sentido de averiguar seus impactos seja nas decisões locais ou nas decisões de negócios internacionais em diferentes países. A literatura de internacionalização por um lado, tem apreciado, entre outros pontos, os fatores motivacionais que influenciam a decisão de localização de subsidiarias de multinacionais. Por outro lado, com o surgimento de novos modelos de internacionalização para empresas multinacionais de países emergentes ou de novas economias potenciais, questiona-se se os paradigmas, que ora estabelecidos, atendem em sua integralidade aos novos modelos que tem se configurado, bem como as novas demandas que o próprio mercado tem estabelecido diante do crescente ambiente competitivo. Essa propulsão gerada pelas atividades de operações internacionais e o aumento de negócios internacionais por empresas multinacionais, adiciona a países de economias 1/17

2 emergentes, como os da América Latina e mais recentemente o continente africano de forma bastante destacada (UNCTAD, 2010). Os motivos que influenciam a decisão de estabelecimento de novas subsidiárias podem variar entre empresas e contextos. De acordo com a teoria de Uppsala, aspectos comportamentais e culturais são as determinantes do processo (JOHANSON e PAUL, 1975). Do ponto de vista econômico, conhecido como Paradigma Eclético (DUNNING, 1980, 1988 e 1993), acredita-se que as decisões de internacionalização estão associadas a questões estruturais, de localização, ou com base nas possibilidades de transferência de ativos através de fronteiras nacionais. Outros autores argumentam a importância de levar em consideração dificuldades que possam existir nos processos de internacionalização, como custos para operações no estrangeiro, desvantagens específicas de ser estrangeiro, subsidiárias tendem a apresentar piores resultados que nos seus mercados domésticos, maior probabilidade de que as empresas fechem suas subsidiárias do que no mercado doméstico de origem e acrescenta frequentes objetos de litígios no estrangeiro (CUERVO-CAZURRA, 2008). Embora ambas as teorias suportem as decisões de localização de subsidiárias de multinacionais, vale ressaltar a necessidade de uma nova reconfiguração dos sistemas de produção global, em especial para países emergentes, conforme defendido por Fleury e Fleury (2009) e, uma lacuna emerge: serão estas teorias suficientes para a tomada de decisões de localização de operações internacionais? Segundo Kleindorfer (1993) dentre as principais preocupações da área de gerenciamento de riscos na área de abastecimento estão a definição de cadeias de abastecimento quanto à estruturação de produtos, geografia (localização). Dessa forma, o presente trabalho busca responder a seguinte pergunta de pesquisa: As questões de risco e responsividade na cadeia de fornecimento podem influenciar as decisões de localização de subsidiárias de multinacionais?a partir das teorias da Escola de Uppsala e do Paradigma Eclético, esta pesquisa analisará, preliminarmente, um estudo de caso de uma grande multinacional do setor de Agronegócio, visando explorar os recentes motivadores de decisão de localização de novas subsidiárias. Para tanto, estrutura-se o presente trabalho da seguinte forma: inicialmente apresentase brevemente uma discussão sobre o processo evolutivo dos estudos de estratégia de operações internacionais e as principais lentes teóricas de internacionalização de empresas. Na sequência apresentação dos conceitos de risco e responsividade na cadeia de fornecimento adotados pelos pesquisadores. Posteriormente a metodologia de pesquisa é detalhada, seguida pela discussão do caso e conclui-se o trabalho com as considerações finais. 2. Revisão da Literatura 2.1. Estratégia de Operações internacionais A estratégia de operações internacionais, apesar de sua similaridade com a estratégia de operações local, leva em considerações variáveis com pesos diferentes como requisitos legais, questões culturais na gestão de pessoas, transporte e manuseio de cargas. Este tópico 2/17

3 busca apresentar uma breve discussão sobre a evolução da estratégia de operações internacionais nas últimas décadas. Segundo Goldstucker (1965) as empresas multinacionais americanas, até os anos 1960, estavam ainda em sua infância : faltavam princípios direcionadores e existia uma necessidade imediatista de avaliar a rentabilidade de operações internacionais. No Brasil, o processo de internacionalização nesta época passava por uma adequação: entre os anos 1960 e 1970, o Governo brasileiro ofereceu incentivos fiscais, crédito e enfrentou reações protecionistas posteriormente com o intuito de alavancar a presença do Brasil através de suas exportações. Christensen et al. (1987) identificaram que neste período tais incentivos não necessariamente levavam as organizações a uma continuação no processo de exportações. Na verdade, nesta época, muitas empresas percebiam as oportunidades de exportação como uma alternativa incremental a oportunidades de vendas e não necessariamente um caminho claro e comprometido de negócios de longo prazo. Consequentemente, isto causou uma imagem negativa do Brasil, como uma cultura pouco comprometida, agravada por eventuais rupturas de pagamento e entregas por questões políticas e econômicas no país. Em suma, até este momento os estudos sobre internacionalização se resumiam às questões estratégicas de entrada no país, como preparar executivos para assumir posições internacionais e a gestão de custos internacionais (VILLAR e PAIVA, 2011). A partir dos anos 1980 surgem os Tigres Asiáticos e a percepção de que trade-offs (Skinner, 1969; Wheelwright, 1985) seriam substituídos gradualmente por competências cumulativas (Ferdows & Meyer, 1990, Noble, 1995; Flynn & Flynn, 2004).) e a customização em massa (Duray et al. 2000). Esta mudança paradigmática trouxe a tona uma nova realidade à manufatura: a possibilidade de combinar a produção em massa de produtos customizados pelo cliente com métodos de produção que garantam eficiência em custos. Neste período, iniciam-se a exploração mais criteriosa da cadeia de produção e seus subsistemas, avaliando as decisões de localização de manufatura fora do país de origem (MEJIBOOM & VOS, 1997), as diferentes abordagens dadas por diferentes perspectivas culturais (VOSS & KATE, 1998) e o impacto dessas decisões de localização na rentabilidade da firma (VOS, 1991). Em seguida, nos anos 1990, marcados no país pelo Plano Collor e sua contribuição a abertura de oportunidades, inicia-se a inserção do Brasil no comércio internacional. Nesta mesma época, o cenário competitivo parece tomar novas dimensões com entrada dos latemovers (multinacionais oriundas de países que não tinham tradição de internacionalização, de países periféricos ou emergentes) no mercado internacional (BARTLETT e GOSHAL, 2000). Mais especificamente, novos modelos de empresas multinacionais provenientes de países emergentes como Brasil parecem se proliferar pelo mundo (GUILLEN e GARCIA-CANAL, 2009). Nesta mesma época o continente Africano desponta como opção para empresas exportadoras de áreas diversas como vestuário, calçados e alimentos. Quatro fatores justificam o aumento do interesse pelo continente: a garantia de suprimento de energia, com reservas de petróleo e gás; a oferta de recursos minerais, como carvão; a possibilidade de criação de um novo mercado consumidor; e a estratégia diplomática (UNCTAD, 2010). As estimativas do FMI (2011) apontam tendência de desaceleração comum a quase todas as regiões do mundo, com uma única exceção: África. A região do Médio Oriente e Norte de África, nas previsões do FMI, irá crescer 3,2 % em 2012, enquanto o PIB da África subsaariana irá aumentar 5,5 %, em ambos os casos taxas superiores às que se registraram em 3/17

4 2011. Só o investimento da China no continente Africano passou de US$ 49,2 milhões em 1990 para US$ 1,595 bilhão em 2005 (UNCTAD, 2010) As principais teorias de internacionalização Uma vez apresentada uma breve abordagem sobre a evolução dos estudos de operações internacionais, na sequência direciona-se análises para as correntes teóricas acerca dos estudos de internacionalização de empresas. Este estudo se aterá a discussão de duas abordagens teóricas: uma voltada para as teorias comportamentais e outra para teorias econômicas. A primeira corrente teórica relaciona-se aos estudos nórdicos oriundas da escola de Uppsala, na Suécia, iniciados no final dos anos 70, cujo foco está nos processos das empresas com base em pesquisas empíricas, destacando-se estudos de Jan Johanson e Valhlne (1977); Wiedershein Paul, Olson, Welch (1978); também os estudos de Buckley (1977); Collins (1990); Welch e Luostarinen (1988), sobre as características das empresas que internacionalizaram seus negócios. As teorias comportamentais de internacionalização tiveram principal origem nos estudos de Johanson e Paul (1975), ao realizarem pesquisas em quatro empresas suecas: Sandvik, Atlas Copco, Facit e Volvo. A principal característica deste estudo foi às hipóteses de que o processo de internacionalização dessas empresas foi gradual e fruto de decisões incrementais. As principais conclusões demonstraram que o processo de internacionalização das empresas deu-se em quatro estágios: inexistência de atividade de exportação; exportação por meio de trade (agentes); estabelecimento de subsidiária de vendas; e por último, subsidiária de produção. Dentro das teorias de Uppsala, aspectos comportamentais e culturais são as determinantes do processo de internacionalização das empresas, esse processo é formado de passos sequenciais e dependentes do conhecimento que as empresas adquirem com a própria internacionalização. Não obstante, a crença dessas teorias é que a movimentação inicial da empresa segue a direção de países próximos e ou vizinhos, seja por aspectos geográficos e ou culturais. Mais tarde os teóricos transformam os fundamentos dos estudos de Uppsala de modelo da firma para relacional (JOHANSON e MATTSSON, 1998; JOHANSON e VAHLNE, 2003b; HADLEY e WILSON, 2003) e ainda alguns estudos sobre o desenvolvimento das subsidiárias em países estrangeiros (BIRKINSHAW, 1994; PATERSON e BROCK, 2002). Outras vertentes que se seguiram à Uppsala foram às teorias econômicas quanto às decisões tomadas pelas subsidiárias no estrangeiro por empresas multinacionais. Esses estudos tiveram como fundamento as pesquisas de Coase (1937), com ênfase aos estudos dos custos de transação (WILLIAMSON, 1985; BUCKLEY e CASSON, 1981, 1998; RUGMAN, 1981; KOGUT, 1985). O processo de internacionalização das empresas visto pelo ponto de vista econômico busca o entendimento dos motivadores econômicos (drivers) associados às vantagens competitivas das empresas, conhecido como Paradigma Eclético (DUNNING, 1980, 1988 e 1993). Para os autores dessa vertente de pensamento, as empresas direcionam-se aos mercados estrangeiros com base em três vantagens: (a) Vantagens específicas da empresa (estruturais ou transacionais); (b) Vantagens de localização, ligada aos locais de implantação 4/17

5 de operações em outro país; (c) Vantagens específicas de internacionalização, com base nas possibilidades de transferência de ativos através de fronteiras nacionais. O pensamento de Dunning (1988,1993) levava em conta a tentativa de explicar porque as subsidiárias americanas tinham desempenho inferior às suas sedes, porém maior que a concorrência britânica local. Seu modelo teórico (denominado OLI Ownership, Localization and Internationalization) considerava que as diferenças de produtividade eram explicáveis pela localização (L) e em parte pelas características específicas de propriedade (O) e por ações de internalização (I), na filial norte americana. Em outro estudo Dunning (2001), explicita proposições chaves do Paradigma Eclético, que se relacionam com as decisões de operações internacionais no que tange a produção internacional, resumidas em três conjuntos de forças: (1) vantagens competitivas que empresas de uma nacionalidade obtêm sobre outras de nacionalidade diferente, no fornecimento de mercados ou em conjunto de mercados. Isso a partir de privilégio específico de propriedade (O), ou sua capacidade de coordenar ativos geradores de renda de forma a diferenciar da concorrência; (2) torna-se interessante internalizar (I) mercados para gerar esses ativos e criar valor agregado para produtos e ou serviços; (3) a Localização (L) escolhida pelas empresas para suas atividades (operações) agregando valor fora das fronteiras nacionais, assegurando que vantagens competitivas sejam de características específicas para cada mercado/indústrias, regiões ou países não permitindo generalizações. As constatações da literatura sobre as estratégias de internacionalização indicam que existem peculiaridades para cada maneira em que as decisões estratégicas de operações internacionais sejam adotadas pelas empresas. Outras questões sobre a internacionalização de empresas e processos de produção, oriundas da década de 1990, relacionam-se ao acelerado processo de internacionalização de indústrias em termos de produção, distribuição e administração de bens e serviços. Tais processos são compreendidos sob três aspectos centrais: aumento do investimento externo direto; papel decisivo de grupos multinacionais como produtores da economia globalizada; e a formação de redes de empresas para produção internacional (CASTELLS, 1999). Cuervo-Cazurra (2008) argumenta que as dificuldades nos processos de internacionalização variam desde: custos para operações no estrangeiro; desvantagens específicas de ser estrangeiro; subsidiárias tendem a apresentar piores resultados que nos seus mercados domésticos; maior probabilidade de que as empresas fechem suas subsidiárias do que no mercado doméstico de origem; e acrescenta frequentes objetos de litígios no estrangeiro. Neste contexto, Fleury e Fleury (2009) discutem sobre a existência da necessidade de uma nova reconfiguração dos sistemas de produção global, em especial para países emergentes. Afirmam que o olhar para estratégias de internacionalização necessita uma compreensão de como empresas multinacionais se estabelecem atualmente, desde qual o país a estabelecer-se; quais vantagens competitivas esse país permite à nova empresa multinacional; quais decisões de processos e operações tornam-se mais produtivas e rentáveis. A este particular Egelhoff (1988) e Galbraith (2000) alertam para novas estruturas produtivas, com variedades de processos ligados aos sistemas ou redes de empresas globais em termos de fornecimento, como fundamental a internacionalização. Fica evidente o surgimento de novos modelos de internacionalização para empresas multinacionais dessas novas economias potenciais, e a relação que se desencadeia para novos processos de operações internacionais. Especialmente para decisões de estratégia de 5/17

6 operações internacionais que gerem vantagens competitivas, até então não observadas. Sobremaneira, uma vasta fonte de novos estudos e investigações sobre internacionalização e operações poderá ser desenvolvida nas próximas décadas sobre países emergentes latinoamericanos, e nações do continente Africano e Asiático entre outros. As vantagens competitivas almejadas pelas empresas verificam alternativas de como processar decisões estratégicas de operações de forma mais produtiva para o negócio da empresa diante das adversidades transfronteiriças. Pela breve análise desenvolvida, constatase que parte significativa dos estudos já desenvolvidos tem seu direcionamento para empresas multinacionais de economias já estáveis, países ricos, caracterizados por companhias antigas, manufaturas de áreas como montadoras de veículos, empresas de Tecnologia de Informação, peças/equipamentos, siderúrgicas, alimentícias, entre outros setores econômicos, em seus mercados domésticos e internacionalizados. Em resumo, pode-se perceber que, em se tratando das decisões de localização de subsidiárias, a teoria Eclética de Dunning leva em conta quatro motivadores de internacionalização: i. Recursos (a exploração de recursos naturais e a vantagem em custo de mão de obra); ii. Mercado (buscas de vantagem de localização e sinergia com o mercado); iii. Eficiência (a busca por racionalização da produção, especialização local e tecnologia) e, iv. Estratégico (aquisição de recursos estratégicos sejam competências ou financeiros). Complementarmente a Escola de Uppsala, se ateve as questões comportamentais e culturais inerentes ao processo de internacionalização. Embora ambas as teorias suportem as decisões de localização de subsidiárias de multinacionais, uma lacuna emerge: serão estas teorias suficientes para a tomada de decisões de localização de operações internacionais? 2.3. A responsividade como fator motivador no processo decisório de localização de subsidiárias Os tópicos anteriores exploraram a evolução das operações internacionais e as principais lentes teóricas de internacionalização. Neste tópico serão abordadas mais profundamente as motivações que influenciam a decisão de localização de subsidiárias e a influência da responsividade na cadeia de fornecimento neste processo. Segundo MacCarthy e Atthirawong (2003), pesquisaram sobre motivações que levam empresas a tomar decisões de localização internacional, registram-se os cinco principais fatores identificados pelos autores: fatores de custos; infraestrutura; características do governo e fatores políticos e econômicos. Entre outros fatores destacam-se alguns subfatores identificados tais como qualidade de força de trabalho; existência de meios de transporte; qualidade e confiabilidade nos meios de transporte; disponibilidade de mão de obra; sistemas de telecomunicações; estabilidade do governo e leis nas relações industriais. Igualmente outros fatores são relevantes para decisões de localização internacional, estudados por Badri et al (1995); Hoffman e Schiniederjans (1994); Canel e Khumawala (1996) e Jungthirapanich e Benjamin (1995), fornecem pesquisas que abrangem o período , em tais resultados os custos são as principais decisões de localização internacional provocando trade-offs em despesas ligadas a fatores sociais e políticos. Bradri et al (1995) indica a concorrência global e fatores econômicos como destaque aos fatores de localização, incluindo risco com custos de transporte e clima. Entretanto, apesar de ser discutida na literatura de operações a questão da responsividade na cadeia de fornecimento, este ponto parece não estar claramente 6/17

7 estabelecido na literatura de internacionalização como um fator motivacional do processo decisório de estabelecimento de subsidiárias internacionais. Como responsividade, o presente estudo basear-se-á no conceito de Matson e McFarlane (1997). Esses autores afirmam que a responsividade consiste na capacidade de produção em atender a possíveis perturbações de processo (dentro ou fora da fábrica) que podem e geram dificuldades no atendimento de metas de produção. Tais perturbações pelos autores poderão ser recebimentos de pedidos não previstos, quebras de equipamentos, variações de fornecimento entre outros. Neste entendimento, Kritchanchai e MacCarthy (1998) argumentam que a manufatura responsiva consiste em gerar fatores que gerem ganhem pedidos, não somente em termos de variações de tempo, mas na busca de entender os objetivos do tempo na produção (agilidade e pontualidade), bem como diversidade (variedade). As manufaturas responsivas, caracterizam-se pela superação da concorrência com base em cinco fatores: a) desenvolver produtos e processos; b) capacidade de adaptação a mudanças ambientais; c) responder a questões de incerteza; d) eficiência em operações; e e) redes de abastecimentos cada vez mais globais (SAAD e GINDY, 2007). Kleindorfer (1993, 2004, 2007), com valiosas contribuições para o gerenciamento de riscos na área de abastecimento, ilustra vários componentes de otimização de riscos em cadeias de fornecimento, a destacar três centrais: (1) Hierarquias são relações que definem cadeias de abastecimento quanto à estruturação de produtos, geografia (localização) e prioridades dos clientes; (2) Mecanismos do mercado localização dos mercados, ações futuras de mercado e leilões (previsão, colaboração, grupos de negociação entre outros), combinações desses fatores em conjunto ou isoladamente, poderá atenuar riscos na cadeia, por adequadas combinações de compras estratégicas com fornecedores e contratos de longo prazo; (3) Relacionamentos (fatores de negócios) entre Clientes/fornecedores com base em incentivos (negociações) e contratados marcantes, pois a maioria das cadeias de abastecimento não possui um operador único, mas sim com vários proprietários e tomadores de decisão. Assim, entende-se que as organizações devem analisar os riscos inerentes a falta de responsividade na cadeia, o que poderia ameaçar os negócios de uma organização. Uma vez argumentado que a falta de responsividade pode ser um risco para a organização, cabe uma breve argumentação sobre o conceito de risco adotado pelos pesquisadores do presente trabalho. O estudo sobre o risco desenvolveu-se entre os séculos XIV e XVI, no Renascimento, período das grandes transformações sociais, cientificas, culturais, religiosas e políticas, que determinavam uma nova visão de mundo e da sociedade (FREITAS; GOMES, 1987: DAMODARAN, 2009). O núcleo matemático do conceito de risco vem das teorias das probabilidades, descoberto pelo enigma de Blaise Pascal e Pierre de Fermat (BERNSTEIN, 1997). O termo risco foi adotado pelas indústrias de seguros na Inglaterra a partir do ano de 1921, o trabalho de doutorado de Frank Knight, publicado no livro Risk, uncertainty and profit, foi um dos primeiros estudos a observar o risco e a incerteza como manifestações fundamentais nas estruturas das indústrias (BERGAMINI JUNIOR, 2005). Outros trabalhos também se destacam na literatura, como o de Arrow (1970), com ensaios sobre riscos associados à tomada de decisão (ARROW, 1970) no processo decisório (SIMON, 1999), os resultados negativos na perspectiva gerencial (MARCH e SHAPIRA, 1987) ou como 7/17

8 enfrentá-los (PERROW,1980), a influência do porte da empresa (MITCHELL, 1995) e métodos de avaliação (ROWE, 1980). Existem ainda estudos que associam estudos de riscos a teorias das decisões como: Hammond et al (2004); Clemn e Reilly (2001a) aplicação de técnicas quantitativas nas tomadas de decisão; Bazerman (2004) e Shimizu (2001) sobre atitudes as percepções de indivíduos sobre riscos sobre decisões em organizações. Existem também associações de conceitos de marketing e questões financeiras; Jorion (2003) sobre mercados derivativos; Damodaram (2009), sobre gestão estratégica de riscos financeiros nas empresas; na área de operações e cadeias e suprimentos publicações de KOUVELIS et al 2006; TANG, 2006b; SVENSSON, 2000); Trabalhos importantes de Kleindorfer ( ), no gerenciamento de riscos em operações, inclusos padrões internacionais para promover sustentabilidade e ecoeficiência COHEN; KUNREUTHER, 2007). Em gestão de cadeia de suprimento, trabalhos pioneiros de Robinson et al (1967) e o modelo Buy Grid de Wiliiansom (1979). Entre todas as abordagens exploradas até o momento, o presente estudo se aterá a ideia da falta de responsividade como um possível risco a organização e que a busca por maior responsividade na cadeia de fornecimento como um possível motivador do processo decisório de localização de subsidiárias. 3. Metodologia de Pesquisa Como o objetivo de pesquisa deste trabalho referia-se à investigação da responsividade na cadeia de fornecimento como um possível motivador de decisão de localização de novas subsidiárias, a pesquisa qualitativa do tipo exploratória que visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou a construir hipóteses (YIN, 2005, EISENHARDT, 1989), utilizando como estratégia o estudo de caso foi considerada a mais adequada. A estratégia de pesquisa do Estudo de Caso é utilizada quando o foco é a compreensão da dinâmica presente em locais específicos (EISENHARDT, 1989; VOSS et al., 2002). O estudo de caso é utilizado quando envolve o estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos de maneira que se permita o seu amplo e detalhado conhecimento (GIL, 1994). O estudo de caso é amplamente usado com objetivo de investigar como e porque certos fenômenos acontecem (YIN, 2005); A utilização da metodologia de estudo de caso em pesquisas qualitativas tem sido impulsionada no campo de estudos em Gestão de Operações por ser uma abordagem que permite grande proximidade e entendimento aprofundado do fenômeno em estudo (MEREDITH et al., 1989; MCCUTCHEON; MEREDITH, 1998; LEWIS, 1998; VOSS et al., 2002). Objetivando-se manter o rigor metodológico, este estudo de caso baseou-se nos processos de pesquisa propostos por Eisenhardt (1989) e Stuart et al. (2002) que envolvem: i) definição da pergunta de pesquisa; ii) seleção do(s) caso(s)/população; iii) construção dos instrumentos de pesquisa e protocolos; iv) pesquisa de campo/coleta de dados; v) análise dos dados e formulação de hipóteses; vi) fechamento e disseminação (EISENHARDT,1989; STUART ET AL. 2002; SEURING, 2008). O caso escolhido para esta abordagem preliminar é de uma empresa multinacional do setor agroindustrial. Por questões de confidencialidade, os dirigentes solicitaram a não 8/17

9 divulgação do nome da organização. Para efeitos de entendimento e linguagem deste artigo, renomear-se-á a mesma de empresa D. O processo de coleta de dados empregou métodos múltiplos. Seguiram-se os três princípios de coleta de dados de Yin (2005): i) uso de múltiplas fontes de evidência; ii) criar base de dados de estudo de caso; ii) manter o encadeamento de evidências. A principal vantagem apresentada para múltiplas evidências é desenvolver linhas de convergência de investigação tornando as informações finais mais convincentes (YIN 205). Para o principio um, tomou-se por base a triangulação de dados, no segundo, por coleta de dados ou base comprobatória e no principio três para o encadeamento de evidências, adotou-se a sequência de evidências forenses, partidos do relatório estabelecido na coleta de dados, apoiando-se nas citações comprobatórias da literatura e respostas de entrevistas e transcritos pelos autores, relevando-se evidências da realidade (visita e entrevista in loco a planta de operações da empresa no mês de janeiro de 2012). Dessa forma, a coleção de dados e evidências de diversas fontes (entrevistas semiestruturadas com executivos da organização e especialistas no tema, documentos, relatórios e notas para imprensa divulgadas no site da organização, notícias em jornais e revistas profissionais, artigos acadêmicos e notas de observação dos pesquisadores) ofereceu a oportunidade de triangulação dos dados e suporte às descobertas da pesquisa. Tais resultados indicaram rigorosos vínculos entre resposta de entrevista (protocolo de estudo), e conteúdos específicos de foco da pesquisa conforme Yin (2010). As evidências citadas e utilizadas são partes integrantes de estudo de caso piloto da tese de doutorado de um dos autores desse estudo. Após as coletas de dados, estes foram consolidados, categorizados e discutidos pelos pesquisadores. Complementarmente, decidiu-se por uma nova revisão e análise literatura de forma a aprofundar e verificar a aderência do caso estudado aos modelos teóricos utilizados nesta pesquisa. Dessa forma, essa triangulação contribuiu significativamente no desenvolvimento do estudo. 4. O Caso Empresa D Apresentação e discussão A empresa D estudada possui 160 mil funcionários e está presente em 67 países, com um faturamento anual próximo a US$ 120 milhões. Fundada em 1865 nos Estados Unidos, este grupo se fundamenta a partir de três competências principais: gestão da cadeia de fornecimento, gestão de riscos e desenvolvimento e pesquisa. Está presente em 72 países (Continente: África 16; Ásia: 15; Europa: 23; América Latina: 13; Oriente médio: 2; e América do Norte:3). As atividades de negócios da empresa incluem a compra, processamento e distribuição de grãos e outras commodities agrícolas, na fabricação e venda de ração animal, ingredientes para alimentos processados, produtos farmacêuticos e bens de consumo e produção de alimentos. Ela também opera um grande braço de serviços financeiros, que gerencia os riscos nos mercados de commodities para as empresas do agronegócio. Por conta da volatilidade do mercado, o grupo desenvolveu e construiu durante anos uma metodologia própria de gestão de riscos, capaz de medir e gerir sua exposição. Esta competência, de tão importante para a empresa, acabou se transformando em um serviço o qual o grupo comercializa. Esta capacidade de mensurar e gerir risco deu-se ao fato da 9/17

10 empresa ter como objetivo principal a honra de seus compromissos e tornar-se um fornecedor confiável e estável, característica peculiar na maioria dos atores por ser um setor sujeito a variáveis imprevisíveis como clima e preço das commodities. Em 2003, separou uma parte de suas operações financeiras em um fundo de hedge com cerca de US$ 10 bilhões em ativos e passivos. O Paradigma Eclético é claramente observado nos primeiros passos adotados na estratégia de operações internacionais da empresa D. Mais especificamente, o grupo parece adotar e readequar suas estratégias de operações ao longo do tempo em virtude da dinâmica do ambiente (econômica e social). Inicialmente, a empresa adota uma postura de busca de mercado. Esta primeira fase do processo de internacionalização da empresa D ocorreu no final dos anos 1920, estabelecendo seus primeiros escritórios de vendas fora dos Estados Unidos em 1928 em Montreal no Canada, 1929 em Genova Itália. A partir dos anos 1930 a empresa D cresce com novos escritórios em Winnipeg (Canada), Rotterdam (Holanda) e Buenos Aires (Argentina). Durante e logo após a segunda Guerra Mundial, uma grande crise de abastecimento assola o mundo (Churchill, 1983; Hamilton, 1983). Esta etapa redireciona o processo decisório da organização, ao invés de apenas mercado, a empresa segue para um novo direcionamento estratégico: buscar os melhores locais para produção e abastecimento mundial. Os escritórios da America Latina são reabertos e a partir dos anos 1940 aquisições de terras para plantio iniciam-se por todo mundo, principalmente na América Latina, Europa e Ásia em consequência do processo migratório de europeus para a América (Rystad, 1992). Após a estabilização do abastecimento mundial ocasionado pela Crise do Petróleo nos anos 1970, cuja alta de mais de 400% nos preços de barris impactou diretamente grandes economias mundiais (Hamilton, 1983), um novo redirecionamento estratégico emerge para a empresa D. Crescer a uma maior velocidade, adquirindo empresas como uma alternativa de ampliar os braços da organização e sua presença mundial. Como exemplo, em 1964 a organização entra no mercado europeu com a aquisição de uma grande organização holandesa de grãos. Segundo Dunning (1988) no Paradigma Eclético existem quatro motivadores para localização, especialmente o que trata da aquisição de recursos estratégicos, onde a empresa D a partir de 1980, após aquisições e fusões começa a priorizar a eficiência organizacional. Na ocasião a organização inicia um enorme exercício de racionalização e a busca pela eficiência produtiva é percebida a partir do eminente interesse do grupo em adquirir empresas de fertilizantes. Além disso, os anos 1990 são marcados pelo estabelecimento de diversos programas de qualidade assegurada o que estaria também diretamente relacionado ao desperdício e aumento de produtividade de suas fazendas e de seu processamento mundial. Entretanto a empresa D desenvolve um novo olhar para as estratégias de operações como vantagem competitiva. A empresa tem como sua principal estratégia de internacionalização, estratégias Globais, adaptando-se a Multidoméstica com foco para novas oportunidades de negócios no segmento da agroindústria. A ênfase na estratégia está em proporcionar a empresa operações com grau autônomo aceitável às realidades locais, através de interdependência das plantas objetivando novos clientes e novos mercados seguindo princípios éticos da própria empresa em todos os seus negócios. No final de 2011, adquiriu a maior empresa mundial de operações em nutrição animal, negócio avaliado e U$2,1 bilhões, a adquirida é líder global com 87 plantas presentes em 30 países (sua controladora localizava-se na Holanda), com forte tradição em produzir dentro dos 10/17

11 melhores padrões de aceitação e certificação internacional no segmento. Tal estratégia de aquisição faz com que a empresa D agregue as suas operações atividades complementar em alimentos compostos para animais em toda a cadeia de suprimentos global, gestão de riscos somando-se expertise, tecnologia, aditivos, pré-misturas e ingredientes na produção global em nutrição animal. Observa-se que a empresa D, ocupa posicionamento conseqüente da adoção de formas evolutivas de estratégias, que com o passar dos anos, se adequaram ao ambiente que estava inserida e as oportunidades. Logo, os primeiros exercícios de internacionalização, foram desenvolvidos a partir da busca por novos mercados, seguidos pelo período pós guerra pela busca de recursos naturais. Em seguida, as novas estratégias de internacionalização levaram em conta a eficiência na racionalização de custos e economias de escala e finalmente, com a aquisição de novos portfolios globais. Entretanto, percebe-se que as últimas ações da empresa D vão um pouco além da simples busca por ativos estratégicos e novos negócios. É a partir dos anos 2010, que o foco da empresa redireciona-se a um novo patamar, antes não explorado na literatura de decisão de localização internacional. O mercado o qual a empresa esta inserido, talvez por ser um ambiente monopolizado, é caracterizado pela dominância de grandes organizações. E as questões de comprometimento de entregas sempre foram consideradas como imprevistas, facilmente justificadas por variâncias climáticas por exemplo. O fato é que a empresa D começou a perceber que se melhorasse seu nível de serviços com os clientes, poderia ganhar uma vantagem competitiva significativa frente a seus concorrentes. Para tanto, a empresa decidiu por internacionalizar-se buscando latitudes diferentes, mitigando assim possíveis riscos climáticos que sempre impactavam seus negócios (todo o setor do agronegócio) e garantindo ao mercado o abastecimento mais contínuo e fluido de produtos. Dessa forma, a empresa D instala-se operacionalmente na África do Sul, sua nova base de atividades, o principal desta decisão estratégia é assumir liderança global do setor de nutrição animal, contemplando outras cadeias produtivas que a empresa já tem significativa liderança, e interdependência, aproveitando condições climáticas favoráveis, e aumento na capacidade de desenvolver novos produtos e serviços. Segundo informações obtidas por ocasião da entrevista com CEO da empresa, a mesma poderá atender a outros clientes já cativos com minimização de riscos quanto a custos, fatores climáticos e variações econômicas globais de outros segmentos de atuação aumentando sua escala e foco em suas operações, tornando-se líder absoluta no segmento com concorrentes de pouca projeção mundial. Os seus concorrentes terão dificuldade em imitar suas ações e atingir o nível de serviço que a empresa D está oferecendo. 5. Considerações Finais O principal objetivo do presente estudo foi avaliar se a literatura de internacionalização adere em sua totalidade às recentes decisões de localização de multinacionais. A partir da proposição que orientou o presente estudo ( A responsividade na cadeia de fornecimento pode ser um possível motivador de decisão de localização de novas subsidiárias ), conduziu-se um estudo de caso de uma grande multinacional e avaliaram-se as recentes estratégias adotadas pela organização na definição de novas subsidiárias. 11/17

12 Foi possível identificar que uma recente decisão da organização deu-se por conta da necessidade de atender de forma responsiva seus clientes, característica crítica no setor a qual esta inserida, principalmente por questões climáticas, que podem impactar diretamente questões relacionadas aos riscos de abastecimento. Dessa forma, a organização, que já havia desenvolvido competências avançadas de gestão de riscos, decidiu por ampliar sua rede de manufatura internacional seguindo a latitudes diferentes, ou seja, buscar países com diferentes localizações geográficas e, portanto diferentes condições climáticas e naturais, para sua produção de soja, cacau e algodão. A partir dessa decisão, pode-se perceber que a literatura de internacionalização, não envolvia, em sua totalidade a variável gestão de riscos, abrindo a possibilidade de inserção desta variável num modelo mais contemporâneo de decisão de localização de novas operações internacionais. O modelo que resume a evolução das estratégias de operação e localização de subsidiárias adotadas pela empresa D (analisada a partir do Paradigma Eclético) é apresentado na figura 1. A partir de 2000 Responsividade Anos Eficiência Anos Ativos estratégicos Anos Recursos naturais Até anos 1930 Mercado Figura 1: Estratégia de operações internacionais e localização de subsidiárias adotada pela empresa D Fonte: elaborado pelos autores Na figura 1 estima-se um possível caminho para o processo de internacionalização de empresas com a participação mais ativa da estratégia de operações. Entretanto, este modelo não pode ser generalizado neste momento por ter sido extraído de um estudo de caso único. Porém, oferece insights importantes e a partir desta proposição, estudos quantitativos com empresas poderão ser desenvolvidos de forma a observar uma possível generalização. Entente-se que a principal limitação do presente estudo dá-se ao fato de ser um estudo de caso único, o que limita a possibilidade de generalização e oferece vieses potenciais. Entretanto, este caso foi capaz de apresentar uma característica importante no processo decisório de internacionalização de uma das maiores organizações mundiais do agronegócio, que antes não estava claramente explícito nas principais correntes teóricas de internacionalização. Uma avenida de oportunidades emerge a partir daí, com o intuito de aprofundar a discussão provocada pelo presente trabalho. Diversas abordagens podem ser direcionadas, seja através de estudos de caso múltiplos de organizações com perfis diversos e de diferentes setores (EISENHARDT e GRAEBNER, 2007) de modo a observar o fenômeno em diversas 12/17

13 complexidades e diversidades, seja através de pesquisas quantitativas e até estudo de eventos (event study). Bibliografia Arrow, K.J.; Kurz, M. Public Investment, The rate of return, and optimal Fiscal policy. Baltimore, The Johns Hopkins Press, 218p, Bartlett, C. A.,; Goshal, S. Going Global - Lessons from Late Movers. Harvard Business Review, Bazerman, Max H. Processo decisório: para cursos de administração e economia. Rio de Janeiro: Elsevier, Bergamini, S. Controles Internos como um INstrumento de Governança orporativa. Revista do BNDES; Rio de Janeiro: v. 12. São Paulo, Dez/2005. Berstein, P.L. Desafio aos deuses: a fascinante história do risco; Trad. Ivo Korlowski Rio de Janeiro: Elsevier, Buckley, P.J., Casson, M.C. Analyze strategies Input Market: Extending the Approach Internalisation. Third Quarter, Vol. 29 nº 3, Buckley, P.J.; Dunning, J.H.; Pearce R.B. The influence of fimr size, sector, nationality, and degree of multinationality in the growth and profitability of the world s largest firms. WeltwirtschaftlichesArchiv, 114, pp , Canel, C.; Khumawala, B.M. A mixed-integer programming approach for the international facilities location problem. International Journal of Operations & Production Management, vol. 16 nº 4, 1996, pp Castells, M. A Sociedade em redes. Trad.: RoneideVenancio Majer. 6. Ed. São Paulo e Terra, Chirstensen, C.H., Rocha, A., Gertner, R.K. An empirical investigation of the factors influencing exporting success of Brasilian firms. Journal of International Business Studies, p , Churchill, W. The Second World War. Boston: Houghton Mifflin, Clemen, R.T., Reilly, T. Making Hard Decisions, Duxbury, Coase, R. H. The Nature of the Firm. Economica. The London School of Economics and Political Science., New Series, Volume 4, Issue 16 (Nov., 1937), Cohen, M.A., Kunreuther, H. Operations Risk Management: Overview of Paul Kleidorfer s Contribution. Production and Operations Management Society, Collins, J.M. A Market performance comparison of US firms active in domestic, developed and developing countries. Journal of International Business Studies. 2: , Cuervo - Cazurra, A. The internationalization of developing country MNEs: the case of Multilatinas. Journal of International Management, v. 14, n. 2, p , Damodaran, A. Gestão estratégica do risco: uma referência para a tomada de riscos empresariais. Trad. Felix Nonnenmacher Porto Alegre: Bookman, Dunning, J. Towards and eclectic theory of international production: some empirical tests. Journal of International Business Studies, 11 (Spring), pp. 9-31, Dunning, J.. The Theory of International Production. The International Trade Journal, vol.iii, n. 1, p , Full /17

14 Dunning, J. Multinational enterprises and the global economy. Workhingan: Addison-Wesley, Dunning, J. The Eclectic (OLI) Paradigm of International Production: Past, Present and Future. International Journal of the Economics of Business, vol. 8 (2) p , Dunning, J.; Lundan, S. M. Institutions and the OLI paradigm of the multinational enterprise. Asia Pacific J. Management, 25: , Duray, R., Ward, P.; Milligan, G.; Berry, W. L. Approaches to mass customization: configurations and empirical validation. Journal of Operations Management, 18, pp , Egelhoff, W. Strategy and structure in multinational corporations: a revision of the stopford and wells model. Strategic Management Journal 9, 1-14,1988. Eisenhardt, K., Graebner, M. Theory building from cases: opportunities and challenges. Academy of Management Journal, Vol. 50, p. :25 32, Eisenhardt, Kathleen M. Agency theory: an assessment and review, Academy of Management, Ferdows, K., Meyer, A. Lasting Improvements in Manufacturing Performance: In Search of a New Theory. Journal of Operations Management, 9 (2), , 1990 Fleury, A.; Fleury, M. T. Understanding the strategies of late-movers in International Manufacturing. International Journal of Prodution Economics,122, pp , Flynn, B. B.; Flynn, E. J. An exploratory study of the nature of cumulative capabilities. Journal of Operations Management, 22, pp , FMI (2011). Disponível em <http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2012/update/01/pdf/0112.pdf> acessado em 12/02/2012. Freitas, C.M.; Gomez C.M. Technological risk analysis from the perpsctive of the social. História, Ciências, Saúde Manguinbos, vol. III (3): ,1997. Galbraith, R. W.; Kolesar, M. B. A services-marketing perspective on e-retailing: implications for e retailers and directions for further research. Internet research, vol.10. Iss 5, pp , Gil, A.C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 1994 Goldstucker, J. L. Allocating Costs in International Operations. Business Horizons, pp , Guillen, M. F.; Garcia-Canal, E. The American Model of the Multinational Firm and the "New" Multinationals from Emerging Economies. Academy of Management Perspectives, pp , Hamilton, J. D. Oil and the Macroeconomy since World War II. Journal of Political Economy, 91 (2), pp , Hammond, J.S., Keeney, R.L., Raiffa, H. Decisões inteligentes: somos movidos a decisão como avaliar alternativas e tomar a melhor decisão. Rio de janeiro: Elsevier, Johanson, J.; Mattsson, L.G. Internationalization in industrial systems: a network approach. In: HOOD, N.;VAHLNE, J.E. (ed). Strategies in global competition. New York: Croom Helm, Johanson, J.; Vahlne, J.E. The Internationalization Process of the Firm a model of Knowledge Development and Increasing Foreign Market Commitments. Journal of International Business Studies. Spring/Summer, Vol. 8 Issue 1, p , /17

15 Johanson, J.; Vahlne, J.E. Business Relationship Learning and Commitment in the Internationalization Process. Journal of International Entrepreurship 1, , Johanson, J; Vahlne, J.E. Building a model of firm internationalization. In: BLOMSTERMO, A.; SHARMA, D. (ed) Learning in the internationalisation process of firms, 2003a. Johanson, J; Vahlne, J.E. Business relationship Learning and commitment in the internationalization process. Journal of International Entrepreneurship, v. 1, n. 1, p , 2003b. Johanson, J.; Wiedersheim, P.F. The internationalization of the Firm. Four Swedish Cases. Journal of Management Studies, p , Jorion, P. Value at Risk: A nova fonte de referência para a gestão do risco financeiro. BM&F, Kleindorfer, P.; Saad, G. Managing disruption risks in supply chains. Production and Operations Management, Vol. 14, pp Kogut, B. Designing Global Strategies: Comparative and Competitive value added Chains. Sloan Management Review. 26 (4) pp , Kouvelis, P.; Chambers, C.; Wang, H. Supply Chain management Research and production and Operations Management: Review, Trends, and Opportunities. Production and Operations Management Kritchanchai, D.; Maccarthy, B.L.Responsiveness and strategy in manufacturing. Proceedings of workshop responsiveness in manufacturing, n. 98/213 IEE, London, Lewis, M.W. Iterative triangulation: a theory development process using existing case studies. Journal of Operations Management, v. 16, n. 4, p , MacCarthy, B. L.; Atthirawong, W. Factors affecting location decisions in international operations a Delphi study. International Journal of Operations Managemenet. Vol. 23 nº 7, pp , McFarlane, D., Matson, J. Tolls for Assessing the Responsiveness of Existing production Operations. In: Proceedings of IEE Workshop, Responsiveness in Manufacturing, London, March, J.G., Shapira, Z. Managerial Perpsective on Risk and Risk Taking. Management Science, vol.33, Nº 11 pp , Matson, J. B.; McFarlane, D. C. Assessing the responsiveness of existing production operations. International Journal of Operations & Production Management, 19 (8), , Mejiboom, B.; Vos, B. International manufacturing and location decisions: balancing configuration and co-ordination aspects. International Journal of Operations & Production Management, 17 (8), pp , Mccutcheon, D.M., Meredith, J.R. Conducting case study research in operations management. Journal of Operations Management, v. 11, n. 3, p , Meredith, J.R., Raturi, A., Amoako-Gyampah, K., Kaplan, B. Alternative research paradigms in operations. Journal of Operations Management, v. 8, n. 4, p , Noble, M. Manufacturing strategy: testing the cumulative model in a multiple country context. Decision Sciences, 25 (5), , Paterson, S.L., Brock, D.M. The development of subsidiary-management research: review and theoretical analysis. International business review, vol.11, issue 2, p , /17

16 Pozzebon, M., Freitas, H.M.M. Pela aplicabilidade - com um maior rigor científico - dos estudos de caso em sistemas de informação, Revista de Administração Contemporânea, vol.2, n.2, p , Rystad, G. Migration, Immigration History and the Future of International migration. International Migration Review, 26 (4), , Rugman, Alan M. Inside the Multinationals. International business enterprises Economic aspects. Croom Helm Ltd, 2-10 St John s Road, London. British Library Cataloguing in Publication Data (1981).Versão web disponível em Acesso em 20/05/2011. Saad, S.M., Gindy, N.Z. Future Shape of the responsive manufacturing enterprise. Benchmarking An International Journal. Vol. 14, nº1, pp , Seuring, S.; Muller, M. From a literature review to a conceptual framework for sustainable supply chain management. Journal of Cleaner Production. Vol. 16 (15), p , 2008 Skinner, W. Manufacturing - missing link in corporate strategy. Harvard Business Review, 47 (3), pp , Stuart, I., Mccutcheon, D., Handfield, R., Mclachlin, R., Samson, D. Effective case research in operations management: a process perspective. Journal of Operations Management, v. 20, n. 5, p , Svensson, G. A conceptual framework for the analysis of vulnerability in suplly chains. International Journal of Physical Distribution & Logistics Management, v. 1, Tang, C.S. Perspectives in supply chain risk management. International Journal of Production Economics. 01/2006. UNCTAD. World Investment Report. Nova Iorque: United Nations, Villar, C., Paiva, E.L. Estratégia de Operações Internacionais: Evolução e Tendências, in Anais do XXXV Encontro Enanpad, Rio de Janeiro, Vos, G. C. A Production-allocation approach for international manufacturing strategy. International Journal of Operations & Production Management,11(3), , Voss, C.; Kate, B. Differences in manufacturing strategy decisions between Japanese and Western manufacturing plants: the role of strategic time orientation. Journal of Operations Management, 16, pp , 1998 Voss, C.A., Tsikriktsis, N., Frohlich, M. Case research in operations management. International Journal of Operations & Production Management, v. 22, n. 2, p , Wiedersheim, P.F.; Olson, H.C.; Welch, L.S. Pre-export activity: the first step in internationalization. Journal of International Business Studies, Welch, L.; Luostarinen, R. Internationalization: Evolution of a concept of General Management, 14 (2): 34-55, Wheelwright, S. C. Manufacturing Strategy: Defining the Missing Link. Strategic Management Journal, 5 (1), pp , Wheelwright, S.; Hayes, R. Competing through manufacturing. Harvard Business Review, pp Williansom, O.E. The Economics Institutions of Capitalism. Capítulo 1, London: The Free Press, Yin, R. K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. Trad. Daniel Grassi. 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, /17

17 Yin, R.K. Estudo de Caso: planejamento e métodos. 4. Ed. Porto Alegre: Bookman, /17

Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA

Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA Programa de Mestrado e Doutorado em Administração - PMDA Mestrado em Administração Disciplina: Internacionalização e Globalização Carga horária: 45 horas-aula Créditos: 3 I. OBJETIVOS DA DISCIPLINA A presente

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

OS BENEFÍCIOS DO IDE E PRODUÇÃO INTERNACIONAL

OS BENEFÍCIOS DO IDE E PRODUÇÃO INTERNACIONAL OS BENEFÍCIOS DO IDE E PRODUÇÃO INTERNACIONAL Mara Janaina Gomes de Oliveria 1 ¹Mestre em Economia pela Unesp Professora do IMMES RESUMO O investimento direto estrangeiro tornou-se, desde o inicio de 90,

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS

NEGÓCIOS INTERNACIONAIS NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Programa Prof. João Pedro Couto Objectivos Esta disciplina tem como finalidade fornecer aos alunos um conjunto de elementos que permitam aos mesmos, utilizando uma lógica de raciocínio

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais

Pressão sobre os recursos nos mercados globais de commodities afeta economia global

Pressão sobre os recursos nos mercados globais de commodities afeta economia global Pressão sobre os recursos nos mercados globais de commodities afeta economia global Conclusão é do novo relatório do Earth Security Group, lançado hoje em São Paulo na sede da Cargill São Paulo, 23 de

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais A Importância do Entendimento na elaboração das diretrizes Estratégicas do Negócio Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org):

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

Gestão de Fornecedores

Gestão de Fornecedores Treinamento Presencial: Gestão de Fornecedores Data: 20 de Maio de 2015 Carga horária: 8 horas Local: São Paulo/ SP Procurement Business School Quem somos: Procurement Business School é a mais completa

Leia mais

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA

1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA. Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA 1. COORDENAÇÃO ACADÊMICA SIGA: PMBAIE*08/00 Prof. RONALDO RANGEL Doutor - UNICAMP Mestre PUC 2. APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA PÓS-MBA As grandes questões emergentes que permeiam o cenário organizacional exigem

Leia mais

Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities

Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities Correlação entre Termos de Troca e Preços Internacionais de Commodities Os termos de troca no comércio exterior são definidos pela relação entre os preços das exportações de um país e os das suas importações.

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU

FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU FIB - FACULDADES INTEGRADAS DE BAURU CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO LATO SENSU GESTÃO INTEGRADA: PESSOAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO TURMA V E EIXOS TEMÁTICOS PARA A MONOGRAFIA FINAL Professor Ms. Carlos Henrique

Leia mais

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010

Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 Produção de Commodities e Desenvolvimento Econômico O Esforço Empresarial Brasileiro Instituto de Economia UNICAMP 29 de março de 2010 A produção de commodities e a transformação econômica do Brasil João

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex 177 6 CONCLUSÃO A presente investigação das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex, atingiu seu objetivo de evidenciar

Leia mais

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado

Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Análise da vantagem de adoção e uso de sistemas ERP código aberto em relação aos sistemas ERP código fechado Louis Albert Araujo Springer Luis Augusto de Freitas Macedo Oliveira Atualmente vem crescendo

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL

CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL CONTROLADORIA NO SUPORTE A GESTÃO EMPRESARIAL Cristiane de Oliveira 1 Letícia Santos Lima 2 Resumo O objetivo desse estudo consiste em apresentar uma base conceitual em que se fundamenta a Controladoria.

Leia mais

Otimizada para Crescimento:

Otimizada para Crescimento: Quinta Pesquisa Anual de Mudança na Cadeia de Suprimentos RESUMO REGIONAL: AMÉRICA LATINA Otimizada para Crescimento: Executivos de alta tecnologia se adaptam para se adequar às demandas mundiais INTRODUÇÃO

Leia mais

A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA

A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA 1 A CRISE DOS ALIMENTOS EM 2007 E SUAS IMPLICAÇÕES PARA O MERCADO INTERNACIONAL WALDÊNIA JANINE FERREIRA SILVA INTRODUÇÃO As recentes altas dos preços dos alimentos remetem a vários questionamentos de

Leia mais

participação de mercado em território estrangeiro. No caso da Suzano, o produto exportado foi a celulose. Por ser commodity, não requer certo padrão

participação de mercado em território estrangeiro. No caso da Suzano, o produto exportado foi a celulose. Por ser commodity, não requer certo padrão 5 Conclusão A partir deste estudo, foi possível observar como as teorias de internacionalização puderam explicar diferentes aspectos da expansão para a China das empresas estudadas. A teoria Poder de Mercado

Leia mais

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016

Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 COMUNICADO No: 58 Empresas aéreas continuam a melhorar a rentabilidade Margem de lucro líquida de 5,1% para 2016 10 de dezembro de 2015 (Genebra) - A International Air Transport Association (IATA) anunciou

Leia mais

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global

Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Copersucar completa 50 anos de liderança em açúcar e etanol com planos para aumentar ainda mais sua atuação global Exportações de açúcar da empresa devem aumentar 86% na safra 2009/2010 A Copersucar completa

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Liderança Feminina. Que tipo de clima as altas executivas geram em suas equipes? Setembro/2009

Liderança Feminina. Que tipo de clima as altas executivas geram em suas equipes? Setembro/2009 Liderança Feminina Que tipo de clima as altas executivas geram em suas equipes? Setembro/2009 Sobre o Hay Group Hay Group é uma consultoria global em gestão que trabalha com líderes para transformar estratégias

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES

COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES t COMPETÊNCIAS PARA A EMPREGABILIDADE NAS ORGANIZAÇÕES Joaquim Domingos Maciel Faculdade Sumaré joaquim.mackim@gmail.com RESUMO: Este artigo pretende alertar estudantes e profissionais para a compreensão

Leia mais

Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508. Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel.

Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508. Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel. Press Release Date 1º de outubro de 2013 Contato Imagem Corporativa Marta Telles marta.telles@imagemcorporativa.com.br Tel: (11) 3526-4508 Márcia Avruch marcia.avruch@br.pwc.com Tel. (11) 3674-3760 Pages

Leia mais

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico Estrutura do Curso (Prof. Mauricio Neves) INTRODUÇÃO À ESTRATÉGIA EMPRESARIAL (Unidade I) MODELO PORTER: TÉCNICAS ANALÍTICAS (Unidade II) ESTRATÉGIA BASEADA EM RECURSOS, (Unidade IV) Planejamento Estratégico

Leia mais

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS 45º SEMINÁRIO DE ACIARIA -ABM PRIMARIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Cléverson Stocco Moreira PORTO ALEGRE - MAIO/2014 CONCEITO DE MANUTENÇÃO: INTRODUÇÃO Garantir a confiabilidade e a disponibilidade

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

Métodos qualitativos: Estudo de Caso

Métodos qualitativos: Estudo de Caso Métodos AULA 10 qualitativos: Estudo de Caso Por que o estudo de caso? Ele vem sendo considerado um dos mais importantes métodos de pesquisa na gestão de operações, particularmente no desenvolvimento de

Leia mais

Vantagens Competitivas (de Michael Porter)

Vantagens Competitivas (de Michael Porter) Vantagens Competitivas (de Michael Porter) CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio Exterior FONTE: SOARES, Claudio César. Introdução ao Comércio Exterior Fundamentos Teóricos do Comércio Internacional.

Leia mais

MOTIVAÇÕES PARA A INTERNACIONALlZAÇÃO

MOTIVAÇÕES PARA A INTERNACIONALlZAÇÃO Internacionalização de empresas brasileiras: em busca da competitividade Luis Afonso Lima Pedro Augusto Godeguez da Silva Revista Brasileira do Comércio Exterior Outubro/Dezembro 2011 MOTIVAÇÕES PARA A

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO POLÍTICA: ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1. INTRODUÇÃO A política de Risco de Mercado do Scotiabank Brasil ( Scotiabank ) é baseada na política do grupo de Risk Management Global do Scotiabank

Leia mais

CONSIDERAÇÕES INICIAIS. CONSIDERAÇÕES SOBRE RCEs

CONSIDERAÇÕES INICIAIS. CONSIDERAÇÕES SOBRE RCEs CONSIDERAÇÕES INICIAIS CONSIDERAÇÕES SOBRE RCEs REDES DE COOPERAÇÃO: EMPRESARIAL O QUE ISTO SIGNIFICA? Uma nova forma de organização de pequenas e médias empresas Grupo de empresas em uma entidade única

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução

Autor(es) FELIPE DE CAMPOS MARTINS. Orientador(es) ALEXANDRE TADEU SIMON. Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ. 1. Introdução 19 Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS: APRIMORAMENTO DA METODOLOGIA DE DIAGNOSTICO E PROPOSIÇÃO DE UM MÉTODO PARA IMPLANTAÇÃO BASEADO EM PROCESSOS DE NEGÓCIO Autor(es) FELIPE

Leia mais

RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL

RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL RETORNO DO INVESTIMENTO NO PROJECT MANAGEMENT OFFICE RELATÓRIO FINAL DADOS DA EMPRESA Tipo Capital Sede TIGER SCREWS 1 Funcionários 800 Produção Mix de Produtos Faturamento (último ano) Ranking Principais

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Internacionalização da Arquitetura Brasileira

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Internacionalização da Arquitetura Brasileira PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Internacionalização da Arquitetura Brasileira PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SETORIAL PARA INTERNACIONALIZAÇÃO DA ARQUITETURA BRASILEIRA AMBIENTE EXTERNO WORKSHOP APRESENTAÇÃO PES AMBIENTE

Leia mais

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas

O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas O processo de abertura comercial da China: impactos e perspectivas Análise Economia e Comércio / Desenvolvimento Carolina Dantas Nogueira 20 de abril de 2006 O processo de abertura comercial da China:

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO *

www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO * CENTRO DE INFORMÁTICA APLICADA PROGRAMA DE EXCELÊNCIA DE NEGÓCIOS NA ERA DIGITAL PESQUISA FGV COMÉRCIO ELETRÔNICO NO MERCADO BRASILEIRO www.fgvsp.br/cia/ned 5 ª EDIÇÃO MARÇO DE 2003 RESUMO * COORDENADOR:

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

3º ENCONTRO ANUAL DA AACE

3º ENCONTRO ANUAL DA AACE 3º ENCONTRO ANUAL DA AACE 1 Empresas de Construção: Seleção de Projetos, Gestão e Controles para Atingir as Metas de Desempenho Patricia Atallah Gestão e Planejamento Estratégico são Cruciais para uma

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Marketing jurídico: desafios e oportunidades no Brasil Marco Antônio P. Gonçalves * Em março de 1999, o The New York Law Journal publicou o artigo How to Get Past Basic Promotion

Leia mais

Menores, mas com potencial de gigantes

Menores, mas com potencial de gigantes Menores, mas com potencial de gigantes 12 KPMG Business Magazine Empresas do mercado empreendedor ganham força com a expansão do consumo nos países emergentes O ano de 2008 foi um marco na história econômica

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados.

1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Brasil e Commodities 1. (FGV 2014) A questão está relacionada ao gráfico e ao texto apresentados. Desde 2007, os produtos básicos sinalizam uma estabilização no quantum importado, apresentando pequena

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes

Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2. 1. Antecedentes Termo de Referência nº 2014.0918.00040-2 Ref: Contratação de consultoria pessoa física para realização de um plano de sustentabilidade financeira para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no âmbito da

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM

GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS NÚCLEO COMUM DISCIPLINA: Gestão de Pessoas EMENTA: O sistema clássico de estruturação da gestão de recursos humanos e suas limitações: recrutamento e seleção, treinamento

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS

MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS MBA EM GESTÃO DO MARKETING ESTRATÉGICO - EMENTAS Branding Corporativo O que é Branding. O que é uma marca. História da Marcas. Naming. Arquitetura de Marcas. Tipos de Marcas. Brand Equity. Gestão de Marcas/Branding.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Fundamentos

Gerenciamento de Projetos Fundamentos Gerenciamento de Fundamentos MBA EM GESTÃO DE PROJETOS - EMENTAS Definição de Projeto. Contexto e Evolução do Gerenciamento de. Areas de conhecimento e os processos de gerenciamento do PMI - PMBoK. Ciclo

Leia mais

Brasil-China: Uma Agenda de

Brasil-China: Uma Agenda de Brasil-China: Uma Agenda de Colaboração Jorge Arbache BNDES Palácio do Itamaraty, Rio de Janeiro, 17 de junho de 2011 1 China Principal parceiro comercial do Brasil Um dos principais investidores estrangeiros

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Iniciativas Globais Aliança do Setor Privado para a Redução do

Leia mais

Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e. no Brasil com base na Pesquisa de Inovação Tecnológica PINTEC

Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e. no Brasil com base na Pesquisa de Inovação Tecnológica PINTEC USCS UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Guilherme Yukihiro Dallaido Shibata Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e no Brasil com

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

Estratégia Internacional

Estratégia Internacional Estratégia Internacional Professor: Claudemir Vasconcelos Aluno: Sergio Abreu Estratégia Internacional A internacionalização não se limita somente ao Comércio exterior (importação & exportação); é operar

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais