Commodities em alta impulsionam safra do Oeste da Bahia

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1 ANO 17 Nº 182 Set/10 Commodities em alta impulsionam safra do Oeste da Bahia A alta nos preços dos grãos e a perspectiva de clima favorável devem garantir uma boa safra no ciclo 2010/11 para a região Oeste da Bahia. Exceto o milho, cuja área sofreu redução em virtude de condições O sucesso da Bahia Farm Show 2010 Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, que movimentou R$ 316 milhões em cinco dias de evento, deixou os expositores com expectativas positivas para a edição Programada para ocorrer entre os dias 31 de maio e 4 de junho do próximo ano, em Luís Eduardo Magalhães/BA, a feira já tem 35% dos espaços ocupados. pouco atrativas de comercialização, que desanimaram o plantio, a expectativa é que a produção do cerrado baiano se equipare à alcançada na safra 2009/10, quando se atingiu a marca histórica de 5,79 milhões de toneladas. Para o próximo ciclo, a estimativa do 1º Levantamento de Intenção de Plantio do Oeste da Bahia 2010/11, realizado pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), é de aumento de 1,09% da produção, chegando a 5,85 milhões de toneladas, e crescimento de área de 2,61%, devendo as lavouras ocupar 1,79 milhão de hectares. Página 03 Bahia Farm Show 2011 tem ritmo acelerado de comercialização Ainda nesta edição: Fim do licenciamento ambiental A proposição para o fim do licenciamento ambiental para a atividade agrícola na Bahia foi apresentada durante a I Conferência Estadual da Agricultura, realizada pela Secretaria da Agricultura da Bahia, Seagri, no Hotel Pestana, em Salvador. Página 04 Campo em evidência No dia em que o Brasil definia nas urnas o futuro da nação, 3 de outubro, a Aiba lembrou à sociedade e seus governantes que é preciso valorizar o homem do campo, com uma campanha moderna e arrojada que marca as comemorações pelos 20 anos da entidade. Veja em detalhes a estratégia na página 08 e assista ao vídeo institucional no site Página 03

2 ANO 17 Nº 182 Set/10 2 Bahia Farm Show 2011 tem ritmo acelerado de comercialização Jornalista Responsável: Catarina Guedes - DRT 2370-BA Aprovação Final: Alex Rasia Editoração Eletrônica: Eduardo Lena (77) Impressão: Gráfica Irmãos Ribeiro (77) Tiragem: exemplares tores e 38,5 mil visitantes, aumento de 20% em relação a De acordo com Alex Rasia, diretor executivo da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), entidade organizadora do evento, área para crescer não falta. A praça de exposições que temos hoje ocupa apenas 100 mil metros quadrados, de um total de 2 milhões de metros quadrados do Complexo Bahia Farm Show, que abriga ainda o Centro de Pesquisa e Tecnologia Agrí- ANO 17 - Nº Set/10 Publicação mensal editada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia - Aiba Comentários sobre o conteúdo editorial desta publicação, sugestões e críticas, devem ser encaminhadas através de para: Matérias da Abapa, Fundeagro e Fudação Bahia são de responsabilidade das referidas entidades. A reprodução total ou parcial do conteúdo desta publicação é permitida e até recomendada, desde que citada a fonte. Av. Ahylon Macêdo, 11, Barreiras - BA - CEP Fone: (77) Fax: (77) cola do Oeste da Bahia CPTO, da Fundação Bahia. Para receber as novidades em máquinas, implementos, insumos, além de palestras e resultados de pesquisas agrícolas, o parque de exposições passou por modificações estruturais neste ano. Vias foram pavimentadas, houve melhoria nas redes hidráulica e elétrica e também trabalhos de paisagismo na praça central. Esses fatores aliados à safra recorde de grãos do oeste da Bahia levaram ao crescimento de 47,6% no volume de negócios realizados (para R$ 316 milhões) em relação ao movimentado em A Bahia Farm Show é promovida pela Aiba, Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Associação dos Revendedores de Máquinas e Implementos Agrícolas do Estado da Bahia (Assomiba), Fundação Bahia e Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães. CPRR volta a se reunir sucesso da Bahia O Farm Show 2010 Feira de Tecnologia Agrícola e Negócios, que movimentou R$ 316 milhões em cinco dias de evento, deixou os expositores com expectativas positivas para a edição Programada para ocorrer entre os dias 31 de maio e 4 de junho do próximo ano, em Luís Eduardo Magalhães/BA, a feira já tem 35% dos espaços ocupados. Há muita procura pelos espaços, mas principalmente, há muitos expositores que querem aumentar sua área ocupada no evento, conta Pablo Manoppella, responsável pela comercialização dos espaços da maior vitrine do agronegócio da Bahia, que acredita no aumento de empresas participantes em Na edição 2010, o evento teve 100% da área comercializada, com 150 exposi- A Comissão Permanente Regional Rural (CPRR), da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), do Ministério do Trabalho e Emprego, retomou os encontros no último dia 10 de setembro, em Salvador, após quase um ano sem se reunir. Neste encontro, foi estabelecido um calendário de reuinões, e Joatan Batista dos Reis, da SRTE, foi nomeado o novo coordenador da Comissão. A próxima reunião da CPRR está marcada para 5 de novembro, também em Salvador, e vai debater modificações na NR 31, que tem por objetivo Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura (NR- 31). A NR-31 tem por objetivo estabelecer exigências a serem seguidas na organização e no ambiente de trabalho das atividades de agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura e assegurar condições de segurança, saúde e meio ambiente. Um dos pontos que será discutido é uma modificação na legislação do Bolsa Família, sugerida pelo presidente da Associação dos Produtores de Café (Assocafé) e diretor regional da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), João Lopes Araujo. A ideia é permitir que o trabalhador que tenha a carteira assinada durante um trabalho temporário não seja excluído do benefício, retomado-o após a baixa da carteira pelo empregador. Há pessoas que preferem receber menos mas permanecer com o Bolsa Família, que é garantido todo mês, do que trabalhar um ou dois meses em uma colheita, pois perdem o benefício. É uma dificuldade que encontramos. A última reunião da CPRR de 2010 será em Vitória da Conquista, em 9 de dezembro. Na região Oeste da Bahia, a reunião será no início de NOVOS SÓCIOS - SETEMBRO Angelo Henrique Zuffa Júlio de Souza Carmo Neto Portal do Oeste Agrícola Ltda

3 ANO 17 Nº 182 Set/10 3 Commodities em alta impulsionam safra do Oeste da Bahia alta nos preços dos A grãos e a perspectiva de clima favorável devem garantir uma boa safra no ciclo 2010/11 para a região Oeste da Bahia. Exceto o milho, cuja área sofreu redução em virtude de condições pouco atrativas de comercialização, que desanimaram o plantio, a expectativa é que a produção do cerrado baiano se equipare à alcançada na safra 2009/10, quando se atingiu a marca histórica de 5,79 milhões de toneladas. Para o próximo ciclo, a estimativa do 1º Levantamento de Intenção de Plantio do Oeste da Bahia 2010/11, realizado pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), é de aumento de 1,09% da produção, chegando a 5,85 milhões de toneladas, e crescimento de área de 2,61%, devendo as lavouras ocupar 1,79 milhão de hectares. O aquecimento dos preços no mercado do algodão responde pelo forte avanço em área que já se delineia para 2010/11. A expectativa é de um acréscimo de 22,9% em relação ao ciclo anterior, elevando para 301 mil hectares a ocupação do algodão no cerrado. Segundo o estudo, a produção deve atingir 1,21 milhão de toneladas de algodão em capulho, alta de 31,2%, com produtividade de 270 arrobas por hectare. Com margens expressivamente maiores, o algodão ficou mais interessante e o produtor aproveitou o bom momento para rever o balanceamento de suas matrizes produtivas, dando ênfase a esta commodity, explica o presidente da Aiba, Walter Horita. A soja, que bateu recorde de produção em 2009/10, deve manter as marcas. A expectativa é que a área plantada com a oleaginosa cresça 1%, passando para 1,06 milhão de hectares. A produção na safra 2010/11 deve atingir 3,18 milhões de toneladas (-1%), com produtividade estimada de 50 sacas de 60kg por hectare. Tivemos uma safra histórica. Neste momento, trabalhamos com números conservadores. Estimamos uma redução sutil de produtividade de 1%, que não necessariamente vai se confirmar, aliás, pode até aumentar. Mas, mesmo que a produtividade diminua um pouco, isso se dilui no aumento da área na mesma proporção, diz o assessor de agronegócio da Aiba, Alcides Viana. O milho, após também registrar recordes históricos de produção e produtividade na safra 2009/10, deverá sofrer uma queda na área de 10%. A produção está prevista para 1,28 milhão de toneladas, com produtividade média de 140 sacas de 60 kg/ha. A retomada nos preços do cereal e a importância do milho para a rotação de culturas evitaram que esta redução de área fosse ainda maior, afirma Viana. Somaram-se a esses fatores que impediram o colapso geral na produção de milho no cerrado baiano o trabalho da Câmara Setorial dos Grãos do Estado da Bahia junto à Conab, intercedendo pela realização de leilões para o escoamento da safra da região para o Nordeste em condições competitivas para o agricultor. O excesso de oferta de milho no mercado brasileiro fez o preço do grão despencar e foi agravado pelo desajuste nos mecanismos públicos de subvenção à comercialização da commodity para os produtores da região. No último mês, os preços iniciaram recuperação, em virtude, principalmente, da crise do trigo na Rússia, que abriu espaço para a valorização do milho, assim como da redução da área plantada em boa parte do Brasil. A produção de café também vai manter os números da colheita 2009/10, segundo o Levantamento. A safra deve alcançar 34,7 mil toneladas (578 mil sacas), em uma área de 12,8 mil hectares, com produtividade de 45 sacas/ha. Já os produtores de arroz devem plantar uma área de 8 mil hectares, com produção estimada de 15,3 mil toneladas, mantendo os números do ciclo 2009/10. A produção de feijão também se manteve inalterada, com previsão de colheita de 40,5 mil toneladas e área de 15 mil hectares. Recorde A safra 2009/10 terminou como a mais produtiva da história da região Oeste da Bahia. A produção de soja cresceu 28,2% em relação à safra anterior (2008/09) e superou pela primeira vez 3 milhões de toneladas, atingindo 3,21 milhões de toneladas. A aérea plantada com o grão cresceu 6,8%, totalizando 1,05 milhão de hectares, com produtividade também recorde de 51 sacas/ha. O milho acumulou alta de 1,4% na produção em comparação com 2008/09, tendo sido colhidos 1,47 milhão de toneladas, registrando produtividade de 145 sacas/ha, e área de 170 mil hectares. O algodão em 2009/10, na região Oeste, teve queda na área plantada (-6,4%), ficando em 244 mil hectares. Porém, teve alta de 7,6% na produção, chegando a 929,4 mil toneladas. No Sudoeste da Bahia, a área de algodão aumentou 0,2% (13,6 mil hectares) e a produção caiu 8,9% (34,7 mil toneladas). Também participaram da confecção do Levantamento a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro), Secretaria da Agricultura do Estado da Bahia (Seagri), Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Conab, IBGE, Crea, Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, Aciagri e indústrias do setor.

4 ANO 17 Nº 182 Set/10 4 Produtores de grãos defendem fim do licenciamento ambiental para a atividade agrícola na Bahia proposição foi um A dos seis pontos defendidos como metas para o curto e o longo prazo apresentadas pela Câmara Setorial dos Grãos do Estado da Bahia, durante a I Conferência Estadual da Agricultura, realizada pela Secretaria da Agricultura da Bahia, Seagri, no Hotel Pestana, em Salvador. Segundo a Câmara, a atividade agrícola obedece à legislação federal, que estabelece que o produtor deve solicitar autorização para desmatamento, averbar na matrícula e preservar as áreas de reserva legal, além de manter intactas as áreas de preservação permanente. A partir daí, os trabalhos de monitoramento e fiscalização da lavoura são de responsabilidade da Defesa Fitossanitária, que na Bahia fica a cargo da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), e também do Ministério do Trabalho. Segundo o secretário executivo da Câmara e vice presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Sérgio Pitt, a exigência do licenciamento da atividade agrícola é uma redundância, tanto que não existe em outros estados, como São Paulo, por exemplo. Uma vez respeitadas e comprovadas as áreas de preservação definidas por lei, cabe à Adab fiscalizar se o processo produtivo está de acordo com as normas, seja no uso de agroquímicos, no controle à pragas e doenças. Além disso, há o Ministério do Trabalho que fiscaliza a segurança e a saúde do trabalhador em relação aos procedimentos, inclusive no manejo dos químicos agricolas. Dessa forma, a licença ambiental passa a ser uma mera formalidade, afirma Pitt. O vice presidente da Aiba explica que a atividade agrícola, a mais antiga forma de intervenção humana na natureza desde os primórdios humanidade, na Mesopotâmia, por si só não é poluente. Ao contrário, é seqüestradora de carbono, diz. Seus insumos, como fertilizantes e agroquímicos, estão sob a vigilância do órgão específico de defesa sanitária e pelo Ministério do Trabalho, que têm poder de polícia sobre a lavoura, ao contrário do órgão ambiental nestas questões, explica. Dispensar o licenciamento da atividade agrícola, na opinião de Pitt, é desburocratizar a produção de alimentos e fibras têxteis, trazendo benefícios tanto para o produtor, quanto para o Estado. O Estado não tem condições de avaliar e expedir os pedidos de licenciamento da atividade agrícola no prazo de 180 dias que a lei estabelece. Como a produção não pode parar, o agricultor fica na ilegalidade, e o estado aumenta esse passivo a cada dia, pois o tempo mínimo que os processos ficam parados é de dois anos, diz Pitt, reiterando que a proposta não exime os produtores do cumprimento das áreas de reserva permanente e legal. Prioridades Criadas pela Seagri, há cerca de três meses, as câmaras setoriais de 20 cadeias produtivas prioritárias da agropecuária se reuniram na I Conferência Estadual das Câmaras Setoriais para apresentar a primeira versão do Planejamento Estratégico da Agropecuária da Bahia para os Próximos 20 anos. Na ocasião, a Câmara dos Grãos também defendeu, como medidas para o curto prazo, o fomento de cursos de capacitação para os profissionais que atuam na cadeia produtiva dos grãos, através de Parcerias Púbico Privadas (PPP), e a interligação da malha ferroviária existente no estado à Ferrovia Centro Atlântica (FCA), para o escoamento da produção de grãos e fertilizantes de Brumado a Salvador. Para o longo prazo, as prioridades foram o incremento à assistência técnica e extensão rural, através da aceleração da reestruturação da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), fomentar a implantação de armazéns através de linhas oficiais de crédito especial e fomentar políticas públicas para os ajustes da verticalização da cadeia produtiva dos grãos, a partir do estudo contratado pelos produtores e Governo do Estado à Fundação Getúlio Vargas (FGV), que está em fase inicial. FGV inicia estudo de verticalização para o Oeste da Bahia Fundação Getúlio Vargas (FGV) deu início ao estudo que vai mapear as principais cadeias produ- A tivas da região Oeste da Bahia (soja, milho e algodão). Na última semana, técnicos da FGV se reuniram com representantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores da Algodão (Abapa), Fundação Bahia, Fundeagro e das secretarias estaduais da Agricultura (Seagri), Fazenda (Sefaz) e Indústria e Comércio (SICM) para compartilhar informações iniciais sobre o trabalho. O projeto, chamado de Estudo Analítico das Cadeias Produtivas do Algodão, Soja e Milho do Oeste da Bahia e Alternativas para a Verticalização da Produção, levará de quatro a cinco meses para ser concluído e vai traçar cenários e apontar caminhos que vão dar subsídios para o Governo estadual implantar políticas públicas para o desenvolvimento de uma agroindústria baiana. É preciso primeiro conhecer a realidade e identificar nossos problemas. Só assim será possível traçar estratégias e implementar ações para promover a desejada verticalização de nossas principais cadeias produtivas, afirma Alex Rasia, diretor executivo da Aiba e coordenador do grupo local que vai acompanhar a realização do estudo. O secretário estadual de Agricultura, Eduardo Salles, diz que esse projeto é fundamental para o futuro do Oeste da Bahia e da economia estadual. A Bahia é exportadora de matéria prima. Queremos ser exportadores de manufaturados e gerar emprego e renda no estado, argumenta Salles. A partir do estudo, aparecerão caminhos para atrair a indústria para a região. O secretário lembra que o agronegócio já responde por quase 40% das exportações e cerca de um terço dos empregos do estado. De acordo com o pesquisador da FGV e coordenador do trabalho, Matheus Kfouri Marino, o estudo vai mostrar a importância do agronegócio para o Oeste baiano. Esse trabalho vai identificar gargalos e definir estratégias para a realização de políticas públicas, tanto na esfera estadual quanto na municipal, para superar esses gargalos, afirma. Os recursos para a viabilização do projeto serão aportados pelo Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão - Fundeagro.

5 ANO 17 Nº 182 Set/10 5 COTAÇÕES AGRÍCOLAS Alcides Viana Assessor de Agronegócios da Aiba Algodão Na Bolsa de Nova Iorque, onde são negociados os contratos de algodão para o mundo, as cotações registraram as maiores altas dos últimos 15 anos, ao ultrapassar US$ 1 por libra-peso. Os papéis de dezembro/10, de maior liquidez, registram valorização de 21% em setembro e, no ano, os ganhos acumulam 36%. Comparando-se com setembro de 2009, a valorização chega a impressionantes 68%, segundo o Valor Data. No mercado doméstico, os preços físicos dispararam, ultrapassando os maiores níveis registrados pelo Indicador Cepea/Esalq (que serve de referência para a BM&F e Bovespa), desde Até o dia 27 de setembro, essa cotação foi de R$ 2,1289 por libra-peso (equivalentes a R$ 70,40 por arroba). Na região Oeste da Bahia, a cotação média do algodão no mês setembro re- Milho commodity, assim como o algodão A e o café, também está registrando uma boa reversão no cenário dos preços. A princípio, dada a perspectiva de mais uma safra cheia nos Estados Unidos (2010/11) e de desaceleração da exportação do Brasil, por conta do dólar depreciado, não havia uma solução imediata para o problema dos baixos preços do milho. Porém, os ventos mudaram quando parte da Europa (Rússia, Ucrânia, França entre outros países), sofreram uma forte seca, que castigou severamente as suas produções de trigo. E isso influenciou positivamente nas cotações do milho na CBOT, com a oportunidade para os Estados Unidos exportar parte da sua produção para estes países, para substituição do déficit de trigo. No Brasil, o Governo Federal entrou no mercado praticando as subvenções, gistrou o preço médio de R$ 69,15 por arroba, com valorização de 90% sobre a cotação média de igual período de Foi o maior preço na região, desde 2004, quando se registrou outro pico de alta, conforme o levantamento diário de preços da Aiba. Entretanto, a maioria dos produtores da região Oeste da Bahia não dispõe do produto para aproveitar o excelente cenário de preços. A maior parte da produção foi negociada no passado, para entrega futura, a preços bem inferiores aos atuais. para que o produto atingisse o preço mínimo. Na região Oeste da Bahia, esse valor passou de R$ 16,00 para R$ 20,10 por saca de 60kg, a partir de julho deste ano. No Oeste baiano, que teve cerca de 60% da sua produção, de 1,47 milhão de toneladas (2009/10) escoada pelos mecanismos de subvenção do governo federal, a cotação reagiu rápido. O preço médio já atingia o valor de R$ 21,21 por saca de 60kg, com os negócios realizados no mercado físico, entre R$ 22,00 a R$ 23,00 por saca. Soja Depois de muita especulação acerca da safra 2010/11 nos Estados Unidos, recém colhida, as cotações da oleaginosa apontam para um cenário de altas na bolsa de Chicago, mesmo com a consolidação de mais uma safra robusta. Os principais contratos negociados na CBOT atingiram o patamar dos US$ 10 por bushel, que logo foi superado, e atualmente, os analistas do mercado já apostam em até US$ 12 por bushel. No mercado interno, os preços foram bastante pressionados pela especulação em torno da safra norte americana, e pela forte depreciação do dólar, devido ao processo de capitalização da Petrobrás (realizado na BM&F Bovespa, no dia 24 de setembro), que atraiu o ingresso de dólares no país. Na região Oeste da Bahia, nas praças de Barreiras e de Luís Eduardo Magalhães, o preço médio da soja disponível em setembro ficou em R$ 38,27 por saca de 60kg, com ganho Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) elegeu A sua nova diretoria no último dia 5 de agosto, que tem na presidência a cotonicultora Isabel Cunha, que ocupava o cargo de vice presidente da entidade na gestão anterior. Após a eleição, Isabel Cunha, que toma posse no dia 29 de outubro, afirma que vai trabalhar para consolidar as conquistas da Abapa no mercado nacional e internacional. Iremos dar continuidade aos projetos importantes como aqueles voltados para agricultura familiar, programa socioambiental e fitossanitário de combate ao bicudo, destaca. Os produtores presentes na Assembléia Geral Extraordinária que elegeram a nova diretoria, destacaram o trabalho realizado pelo atual presidente, João Carlos Jacobsen. Há dois anos, quando tomou posse na presidência da Abapa, Jacobsen iniciou ações importantes para a entidade. Entre elas estavam abertura de novos mercados na Ásia, o investimento em marketing e a integração com o mercado internacional. Além disso, Jacobsen priorizou in- de 3,49% sobre o preço médio de agosto, e 2,82% inferior em comparação com a cotação média de setembro de A cotação máxima em setembro foi de R$ 41 por saca (preço descolado da CBOT) e a mínima de R$ 35,50. Segundo as estimativas dos agentes do complexo soja do Oeste baiano, até o início deste mês, somente cerca de 5% a 6% de toda a soja produzida na região encontravam-se nas mãos dos produtores. Na safra 2009/10, a estimativa da Aiba para a produção de soja foi de 3,213 mil toneladas. Isabel Cunha é a nova presidente da Abapa vestimentos na conscientização e capacitação do cotonicultor rural para o manejo ecologicamente correto das lavouras na região e para o cumprimento das normas trabalhistas estabelecidas pela NR31. Nossa idéia foi sempre manter as conquistas alcançadas pela fibra baiana desde a criação da entidade e ampliar a atuação em pontos como o comércio internacional do algodão da Bahia, afirma o produtor, lembrando ainda que o reconhecimento internacional da qualidade contribui para a remuneração do produtor e para o fortalecimento da imagem do país como origem de excelência do produto. Para a nova administração, dar agilidade às análises de plumas é outro ponto importante. Disponibilizar as análises com rapidez é imprescindível para que o produtor não perca tempo na realização de seus projetos, analisa Isabel Cunha, acrescentando que pretende buscar uma maior interação entre a Abapa e os produtores. O mercado externo também está na pauta da nova dirigente. Vamos buscar sempre novos mercados para o algodão baiano, finaliza.

6 ANO 17 Nº 182 Set/10 6 Algodão Variedade da Fundação Bahia é sucesso comprovado e já ultrapassa os limites do cerrado baiano Tecnologia 100% desenvolvida no Oeste da Bahia já está disponível para próxima safra, com grandes vantagens competitivas. Com expectativa de alcançar 40% do mercado de algodão precoce, ou 10% de todo o algodão plantado na Bahia, a variedade BRS286, lançada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) no ano passado, já é um sucesso. O primeiro algodão genuinamente baiano do Brasil, fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de quase 10 anos, ultrapassou os limites do cerrado da Bahia, chegando com grande aceitação ao Mato Grosso do Sul, e já saiu até do Brasil, com a venda de 450 toneladas de sementes para a Venezuela no mês passado. Obtida através do cruzamento entre as variedades CNPA ITA 90 e CNPA 7H, a BRS 286 foi avaliada por cinco safras consecutivas em condições de cerrado antes de estar disponível como variedade comercial. Esse processo longo de desenvolvimento é característico de toda nova tecnologia que é lançada. No caso das cultivares que a Fundação Bahia trabalha, chega-se a levar 10 anos entre os primeiros cruzamentos e os últimos testes. Isso é necessário para garantir tanto a qualidade, quanto a segurança destes materiais, explica o presidente da Fundação Bahia, Amauri Stracci. A performance da BRS 286 é de produtividade média de 325 arrobas por hectare de algodão em caroço, com rendimento de pluma de até 41%. As fibras e fios deste material são de alta qualidade, o que confere mais valor à tecnologia. Nas lavouras, a BRS 286 se caracteriza pelo baixo porte das plantas e por exigir menores doses de reguladores de crescimento. O ciclo de vida dela varia de 140 a 160 dias, além disso, possui níveis adequados de resistência às pragas e doenças com ocorrência no cerrado da Bahia. No gatilho Estão em fase final de lançamento duas novas variedades convencionais de algodão que a Fundação Bahia desenvolveu e deverão estar disponíveis para a safra 2011/12. O grande atrativo que trazem é aliar fibras maiores (média e longa) que as existentes no mercado, com boa produtividade. Os materiais estão em observação e ainda não foram registrados, mas a expectativa da Fundação Bahia, da Associação Baiana dos Produtores de Algodão - Abapa e do mercado é grande. Tecnologia de ponta Para desenvolver tecnologias como a BRS286 e as diversas outras já lançadas ou em teste, a Fundação Bahia, uma entidade de pesquisa privada, fundada há 12 anos, investe anualmente algo em torno de R$ 8 milhões apenas nos trabalhos de melhoramento. Estes recursos são oriundos do produtor rural e do Governo do Estado, através do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). A Fundação Bahia/ Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO) está instalada em um moderno complexo equipado com laboratórios de Fitopatologia, Sementes, Entomologia e Nematologia. Os laboratórios têm foco no algodão, mas possuem flexibilidade para atender também a outras culturas. Só de laboratórios, o Centro dispõe de 900 metros quadrados para atender aos produtores locais, e breve, segundo a estimativa da entidade, atenderá também agricultores de outras regiões como o Sul do Piauí e do Tocantins. O complexo de laboratórios do CPTO está instalado no Complexo Bahia Farm Show, onde todos os anos é realizada a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste. Fazem parte do CPTO cinco pivôs de irrigação, onde ocorrem as etapas de campo do desenvolvimento tecnológico. Nesse pivôs, além de algodão, há ensaios com algumas das principais culturas da região, como soja, milho e feijão. Assim encurtamos as distâncias entre a teoria e a prática, garantindo mais qualificação para os profissionais do agronegócio da Bahia, explica Amauri Stracci.

7 ANO 17 Nº 182 Set/10 7 NOTAS Pela Terceira vez consecutiva, o presidente da Aiba, Walter Horita, recebeu o prêmio destaque do Algodão da revista A Granja. A votação não estimulada sem sugerir nomes é feita entre os leitores da revista. A premiação aconteceu no dia 02 de setembro, em Esteio (RS), durante a Expointer. Alex Rasia, diretor executivo da Aiba, apresentou no dia 14 de setembro em Salvador, um panorama da evolução da cultura do milho no Oeste da Bahia, seus problemas e perspectivas, durante o III Simpósio Regional da Avicultura e Suinocultura.

8 ANO 17 Nº 182 Set/10 8 Aiba lança campanha publicitária Com o slogan O campo está em toda parte, mas nem sempre você vê, a ação que na primeira etapa está restrita à TV e outdoors de alcance regional, aborda de uma maneira moderna e divertida situações cotidianas em que os produtos agrícolas e o trabalho do homem do campo estão pre- pela valorização do campo Valorizar o produtor rural e evidenciar a importância do campo no dia a dia das pessoas, na cidade e na zona rural, é a idéia central da campanha publicitária que a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) deu início no dia 03 de outubro. sentes, mas não são percebidos. A campanha faz parte das comemorações pelos 20 anos de existência da Aiba completados no dia 22 de junho. O briefing partiu da adaptação do texto intitulado Ei, você!, da jornalista Catarina Guedes, que serviu de off para a peça da TV. No vídeo, um cida- dão comum assistindo televisão é surpreendido por um chiado no aparelho, onde sua própria imagem o convida para uma viagem eletrônica ao campo. A produção é assinada pelo diretor de cinema e vídeo Amadeu Alban, da produtora Santo Forte, de Salvador, com imagens de campo do cinegrafista Alex Marques, da produtora Detalhe Filmes, de Barreiras. Já os outdoors, que ficaram a cargo da agência Carambola, também de Barreiras, mostram cenas comuns nas quais imagens de alguns objetos foram substituídas pelas suas matérias-primas, como o casal de jovens no cinema que debulha pipoca de grandes espigas de milho, ou o rapaz que veste uma camiseta de capulhos de algodão. Ficamos muito contentes com o resultado deste trabalho porque ele sintetiza a necessidade urgente de valorização do homem do campo, sem o qual é impossível a preservação do homem na terra. Fizemos isso de uma forma simples e criativa. Esperamos que ajude a rever conceitos, diz o presidente da Aiba, Walter Horita. A etapa seguinte da campanha abrangerá a mídia impressa e rádios regionais. Acesse o site da Aiba e assista ao vídeo! Ei, você! Catarina Guedes Ei, você aí sentado Já olhou ao seu lado? O campo está em toda a parte, mas nem sempre você vê. Na comida sobre a mesa, nos lençóis que nos envolvem, nas roupas, nos sapatos, nos livros que você lê. A fartura dessa terra não é obra do acaso. A natureza ajudou, mas coube ao homem melhorar. Foi tudo bem planejado, plantado, tratado, colhido e nem bem acaba uma safra, já é tempo de recomeçar. A mão que cuida da terra tem nome, RG, CPF, vota e assina cheques e tem contas a pagar. Mas ele tem consciência de que o trabalho é sofrido e do amanhã não se sabe. E ainda assim não desiste, pois acredita na terra e conhece sua missão: Tirar do solo o sustento e garantir que haja vida ao longo de todos os tempos, não só para a sua família nem para a sua nação. Mas para todo o planeta, sempre mais cheio de gente, que sem a sua semente, em dia com o meio ambiente não vai muito longe, não.

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