PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA"

Transcrição

1 S. R. PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO ANTEPROJECTO DE PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO DAS INSPECÇÕES DO MINISTÉRIO PÚBLICO (cfr. nota 1, a final) I - DOS SERVIÇOS DE INSPECÇÃO Artigo 1º 1. A Inspecção do Ministério Público, que funciona junto do Conselho Superior do Ministério Público, é constituída por inspectores, que são coadjuvados por secretários de inspecção. (cfr. nota 2) 2. Compete à Inspecção do Ministério Público proceder a inspecções, inquéritos e sindicâncias aos serviços do Ministério Público, bem como à instrução dos correspondentes processos disciplinares. 3. Complementarmente, os serviços de inspecção destinam-se a colher informações sobre o serviço e mérito dos magistrados do MºPº. (cfr. nota 3) 4. Os mesmos serviços podem também ser incumbidos da recolha de elementos para o exercício pelo Procurador-Geral da República da sua competência para fiscalizar superiormente a actividade processual dos órgãos de polícia criminal. (cfr. nota 4) Artigo 2º 1. Os inspectores do Ministério Público são recrutados de entre procuradores-gerais-adjuntos ou, excepcionalmente, de entre procuradores da República com mais de dez anos de efectivo serviço na magistratura e classificação de Muito Bom, que possuam reconhecidas qualidades de isenção, bom senso e relacionamento humano, bem como especial capacidade de orientação. (cfr. nota 5) 2. Os inspectores são nomeados pelo Conselho Superior do Ministério Público, sob proposta do Procurador-Geral da República, em comissão de serviço por três anos, renovável. (cfr. nota 6) Artigo 3º Rua da Escola Politécnica, n.º LISBOA PORTUGAL * Telf.: * * Fax: * E- mail:

2 1. As inspecções, os inquéritos e os processos disciplinares que incidam sobre magistrados não podem ser conduzidos por inspectores de categoria ou antiguidade inferiores às dos magistrados abrangidos. (cfr. nota 7) 2. Se todos os inspectores tiverem categoria ou antiguidade inferiores às de algum magistrado sujeito a inspecção, inquérito ou processo disciplinar, ou se ocorrerem circunstâncias excepcionais que o imponham, pode o Procurador-Geral da República atribuir essa função a outro magistrado do Ministério Público. 3. O magistrado assim nomeado será coadjuvado por secretário designado expressamente para o efeito. (cfr. nota 8) Artigo 4º 1. Os secretários de inspecção são escolhidos de entre funcionários de justiça com classificação actualizada de mérito, que possuam experiência de funções do Ministério Público e reconhecidas qualidades de isenção, bom senso e relacionamento humano. (cfr. nota 9) 2. Na sua escolha ter-se-á em conta a anuência do inspector. (cfr. nota 10) 3. A sua nomeação far-se-á nos termos da parte final do nº 2 do art. 2º. (cfr. nota 11) Artigo 5º 1. A proposta de plano anual de inspecções é aprovada pelo Conselho Superior do Ministério Público na primeira sessão que ocorrer no último trimestre de cada ano e é homologada pelo Procurador-Geral da República. 2. Na primeira sessão do Conselho Superior do Ministério Público que se realizar no 2º trimestre de cada ano, será ainda sorteada, por cada inspector, uma comarca, juízo ou departamento não incluídos no plano anual de inspecções, a fim de ser realizada inspecção ordinária. 3. Para o efeito dos números anteriores, a secretaria da Procuradoria-Geral da República elaborará mapas das comarcas, tribunais, juízos, varas, procuradorias da República ou serviços não inspeccionados há mais de quatro anos, bem como dos magistrados com classificação desactualizada. (cfr. nota 12) 4. As comarcas que sejam contíguas e as que funcionem com magistrado em acumulação podem ser agrupadas para efeitos de inspecção. 5. A distribuição das inspecções incluídas no plano anual é feita por sorteio entre os inspectores, salvo acordo destes que mereça homologação do Procurador-Geral da República.

3 6. Deverá ser evitada a afectação dum inspector a uma área pré-determinada, ainda que por período limitado, e que o mesmo magistrado seja inspeccionado duas vezes seguidas pelo mesmo inspector. (cfr. nota 13). 7. O disposto nos dois números anteriores será também observado nas inspecções extraordinárias. Artigo 6º 1. O serviço de inquéritos, sindicâncias e processos disciplinares será distribuído equitativamente pelos inspectores. (cfr. nota 14) 2. Os processos disciplinares decorrentes de inquéritos ou de sindicâncias devem ser atribuídos ao inspector que os tiver realizado. (cfr. nota 15) 3. Os inquéritos decorrentes de inspecções ou com elas relacionados devem ser atribuídos a inspector diverso do que as tenha efectuado. (cfr. nota 16) Artigo 7º 1. Sempre que se verifique, relativamente a algum inspector, impedimento, suspeição ou escusa justificados, a sua substituição será assegurada por despacho do Procurador-Geral da República, ouvido o Conselho Superior do Ministério Público. (cfr. nota 17) 2. O desempenho de funções de inquiridor, de sindicante ou de instrutor de processo disciplinar que implique considerável dispêndio de tempo pode justificar a atribuição a outros inspectores da totalidade ou de parte do serviço que àquele esteja distribuído. Artigo 8º 1. As directivas, ordens ou instruções emitidas pelo Procurador-Geral da República, nos termos do disposto no art. 12º, nº 2, alínea b) do Estatuto do Ministério Público, devem ser sempre circuladas pelos inspectores, para seu conhecimento. (cfr. nota 18) 2. A secretaria da Procuradoria-Geral da República dará conhecimento aos inspectores dos acórdãos e demais deliberações que recaiam sobre todos os processos instruídos pela Inspecção. (cfr. nota 19) Artigo 9º. Tendo em vista a uniformização de critérios, a análise de problemas e, em geral, tudo o que interesse ao aperfeiçoamento dos serviços de inspecção, haverá reuniões periódicas na Procuradoria-Geral da República, inclusive com o Conselho Superior do Ministério Público.

4 As inspecções são de duas espécies: a)- ordinárias; b)- extraordinárias. II - DAS INSPECÇÕES Artigo 10º (cfr. nota 20) Artigo 11º 1. As inspecções ordinárias realizam-se, em regra, de quatro em quatro anos, por deliberação do Conselho Superior do MºPº ou por iniciativa do Procurador-Geral da República.. 2. Essas inspecções destinam-se ao seguinte: (cfr. nota 21) a)- Facultar um perfeito conhecimento do estado em que se encontram os serviços inspeccionados, designadamente quanto ao preenchimento e eficiência dos quadros de magistrados do MºPº e dos seus funcionários de apoio, ao movimento processual, à instalação dos serviços e à habitação dos magistrados; (cfr. nota 22) b)- Recolher e transmitir indicações completas sobre o modo como os serviços inspeccionados funcionaram durante o período abrangido pela inspecção, registando as anomalias e deficiências verificadas. c)- Apontar as necessidades e carências, sugerindo providências adequadas para serem supridas. (cfr. nota 23) 3. As inspecções ordinárias podem também destinar-se a apreciar, em primeira linha, o serviço e mérito individual dos magistrados cuja classificação na categoria esteja desactualizada, devendo então englobar a observação do estado dos serviços do Ministério Público respectivos. (cfr. nota 24) Artigo 12º 1. As inspecções a que se refere o nº 2 do artigo anterior abrangerão a actuação de todos os magistrados do Ministério Público que, à data da respectiva instalação, prestem serviço no tribunal, juízo, serviço ou departamento inspeccionados e que não tenham classificação actualizada nos termos dos nºs 1 e 2 do art. 112º do Estatuto do MºPº. (cfr. nota 24-A) 2. A avaliação do mérito individual é extensiva aos magistrados que aí tenham prestado serviço no período abrangido pela inspecção. 3. A inspecção ordinária às procuradorias da República abrangerá apenas o serviço dos procuradores da República, não sendo extensiva aos procuradores-adjuntos. (cfr. nota 25)

5 4. Os magistrados referidos nos nºs 2 e 3 somente serão abrangidos se tiverem classificação desactualizada na categoria. (cfr. nota 26) 5. O serviço desempenhado inferior a um ano somente será inspeccionado se o seu volume e a sua qualidade permitirem uma segura avaliação do mérito profissional do magistrado. 1. As inspecções extraordinárias terão lugar: (cfr. nota 27) Artigo 13º (cfr. nota 28) a)- Quando o Procurador-Geral da República ou o Conselho Superior do Ministério Público entendam dever ordená-las, fixando em cada caso o âmbito, a finalidade e o prazo para a sua realização; (cfr. nota 29) b)- A requerimento dos interessados que não tenham classificação actualizada na categoria ou, a título excepcional, quando fundamentadamente aleguem motivo atendível, desde que neste último caso tenham decorrido três anos sobre a data da instalação da última inspecção. (cfr. nota 30) Artigo 13º-A A inspecção extraordinária abrangerá o serviço mais recentemente prestado pelo magistrado inspeccionado, desde que com duração não inferior a um ano, podendo acrescer-lhe, eventualmente, o imediatamente anterior ou o prestado no lugar onde, no último quadriénio, tenha permanecido durante mais tempo, verificadas as condições referidas no nº 5 do art. 12º. (cfr. nota 31) Artigo 14º Os magistrados em comissão de serviço só devem ser objecto de inspecção quando exerçam funções de índole predominantemente jurídica. (cfr. nota 32) Artigo 15º 1. Tendo em vista o aperfeiçoamento e a uniformização de procedimentos, deverão as inspecções pôr o Procurador-Geral da República e o Conselho Superior do Ministério Público ao corrente das práticas processuais, organização e métodos seguidos, fazendo comentários ou sugestões quanto à adopção dos reputados mais correctos. 2. Para o efeito, os inspectores deverão remeter ao CSMP, até finais de Janeiro de cada ano, um relatório crítico sobre a actividade desenvolvida no decurso do ano anterior. (cfr. nota 33) Artigo 16º As inspecções deverão, por regra, ser efectuadas ininterruptamente, de modo a diminuir a perturbação para os serviços e a não causar prejuízo ao inspeccionado.

6 III - DO PROCESSO DE INSPECÇÃO Artigo 17º 1. Na inspecção deverão ser utilizados, em especial, os seguintes meios de conhecimento: a)- Elementos em poder da Procuradoria-Geral da República respeitantes ao tribunal, juízo, serviço ou departamento visados pela inspecção, designadamente o processo de inspecção anterior; b)- Registo biográfico e disciplinar dos magistrados abrangidos pela inspecção; c)- Informações prestadas pelos superiores hierárquicos dos inspeccionados, relativas ao período abrangido pela inspecção; d)- Exame de processos, livros e papéis, quer findos, quer pendentes; e)- Estatística do movimento processual; f)- Conferência dos processos; g)- Balanço da tesouraria e demais elementos da contabilidade; h)- Visita das instalações; i)- Trabalhos apresentados pelos inspeccionados, até ao máximo de 10, relativos ao período subsequente ao abrangido pela inspecção anterior. 2. Os magistrados inspeccionados e os seus superiores hierárquicos devem dar ao inspector conhecimento de actos, diligências, provimentos, ordens ou determinações processuais ou administrativas, por forma a habilitá-lo a uma melhor apreciação do serviço e prestarão os esclarecimentos que o inspector entenda por conveniente solicitar-lhes. 3. Os inspeccionados poderão apresentar, no decurso da inspecção, uma nota curricular, que será incorporada no processo. (cfr. nota 34) Artigo 18º 1. A inspecção que apreciar o mérito de magistrado deverá atender à sua capacidade para o exercício da profissão, à sua preparação técnica e à adaptação ao serviço inspeccionado, fazendo de tudo menção no respectivo relatório. (cfr. nota 35) 2. A capacidade para o exercício da profissão será aferida tomando em consideração, os seguintes factores, entre outros: a)- Idoneidade cívica; b)- Independência, isenção e dignidade de conduta; c)- Bom senso, maturidade e sentido de justiça; d)- Integração e compreensão do meio onde exerce a função; e)- Relacionamento com os demais operadores judiciários e atendimento do público; (cfr. nota 36)

7 3. A análise da preparação técnica incidirá, nomeadamente, sobre: a)- Categoria intelectual; b)- Modo como o magistrado desempenha a função, inclusive em audiência; c)- Recolha e interpretação do material fáctico carreado para os processos; d)- Nível jurídico do trabalho inspeccionado; e)- Trabalhos jurídicos publicados; (cfr. nota 37) 4. Na adaptação ao serviço serão tidos em conta os seguintes aspectos: a)- Dificuldade e volume de serviço; b)- Condições de trabalho; c)- Produtividade: d)- Organização, gestão e método; e)- Assiduidade, zelo e dedicação. (cfr. nota 38) 5. Os magistrados com funções de chefia serão também apreciados relativamente aos seguintes factores: a)- Qualidades de chefia; b)- Eficiência na coordenação, orientação e fiscalização do exercício das funções do MºPº; c)- Nível de intervenção processual. 6. Os trabalhos processuais serão apreciados, essencialmente, pelo mérito da sua fundamentação, pelo senso prático e jurídico, ponderação e conhecimentos revelados. (cfr. nota 39) 7. Nas condições de trabalho ter-se-á em consideração a qualidade das instalações em que o serviço é prestado, a quantidade e qualidade dos funcionários que coadjuvam o inspeccionado, o número de magistrados judiciais com quem trabalha, a capacidade dos órgãos de polícia criminal de que pode socorrer-se, os organismos sociais de apoio e, no caso de o inspeccionado ser procurador da República, o número e qualidade dos procuradoresadjuntos e dos seus substitutos não magistrados do respectivo círculo judicial, comarca ou serviço. 8. Ainda quanto às condições de trabalho, deverá também ter-se em conta a atribuição de serviço acrescido ao inspeccionado, seja como magistrado formador seja nos termos previstos pelos arts. 63º, nº 4 e 64º, nº 3 do EMP e, quanto aos magistrados com menos de cinco anos de exercício, a circunstância de o serviço inspeccionado ter sido prestado em comarca ou lugar de acesso final. (cfr. nota 40) 9. Todas as apreciações que envolvam juízos sobre o mérito dos inspeccionados serão fundamentadas, especialmente as desfavoráveis.

8 Do processo de inspecção farão sempre parte: (cfr. nota 41) Artigo 19º a)- Registos biográfico e disciplinar dos magistrados inspeccionados; b)- Estatística do movimento processual do tribunal, juízo, serviço ou departamento inspeccionado; c)- Informações anuais dos superiores hierárquicos; d)- Informação sobre colaboração com o CEJ, designadamente na formação de magistrados; e)- Relações de pendências (ou listagens informáticas) de processos sob a direcção do MºPº, com certidão narrativa de outros não haver, emitida pelos serviços; f)- Relação dos processos com atraso de despacho superior a um mês, à data da instalação da inspecção; g)- Relação de processos não encontrados; h)- Balanço da tesouraria; i)- Trabalhos apresentados; j)- Respostas que os magistrados inspeccionados oferecerem quanto à informação sobre o seu mérito; k)- Observações do inspector sobre essas respostas. (cfr. nota 42) Artigo 20º 1. No final de cada inspecção será elaborado um relatório circunstanciado, no prazo de 30 dias. (cfr. nota 43) 2. Nas inspecções ordinárias, o relatório referir-se-á, autonomamente, ao estado dos serviços e ao mérito dos magistrados e dos substitutos não magistrados abrangidos pela inspecção. 3. Sempre que entenda conveniente, o inspector pode fazer referência, com carácter pedagógico e sem incidência classificativa, a aspectos ou práticas que se lhe afigurem menos correctos, sugerindo as medidas necessárias para a sua rectificação. (cfr. nota 44) 4. O relatório terminará por conclusões, que, relativamente ao estado dos serviços, resumirão as verificações feitas, apontando as providências ou sugestões pertinentes e, quanto ao mérito dos magistrados, conterão a proposta de classificação, que deverá ser inequívoca. (cfr. nota 45) 5. No caso de se tratar de inspecção extraordinária, o relatório focará os aspectos correspondentes à sua concreta finalidade. (cfr. nota 46)

9 Artigo 21º 1. A proposta de classificação, que será fundamentada de acordo com o disposto no art. 17º deste Regulamento, terminará com a indicação do grau de classificação a atribuir ao inspeccionado. 2. O inspector dará conhecimento do relatório aos magistrados cujo mérito tenha sido apreciado, na parte que a cada um respeita, podendo estes, no prazo de quinze dias, usar do seu direito de resposta e juntar elementos que considerarem convenientes. (cfr. nota 47) 3. Em despacho fundamentado, pode o inspector, excepcionalmente, conceder prazo mais dilatado, não superior a 30 dias. (cfr. nota 48) 4. Em seguida às diligências complementares que julgue úteis, o inspector prestará uma informação final sobre a resposta deste, não podendo, contudo, referir factos novos que o desfavoreçam, e dar-lhe-á dela conhecimento. (cfr. nota 49) Artigo 22º 1. Havendo necessidade de propor medidas urgentes, devem os inspectores sugeri-las, em texto destacável, ao Procurador-Geral da República ou directamente às entidades que possam tomá-las, ainda que antes de ultimado o processo de inspecção. (cfr. nota 50) 2. Os elementos necessários ao trabalho da inspecção serão solicitados directamente pelos inspectores a quem deve fornecê-los. (cfr. nota 51) Artigo 23º 1. Quando a inspecção abranger tribunais, juízos ou departamentos diferentes deverão ser organizados processos autónomos, a fim de, separadamente, poderem ser apreciados. 2. Organizar-se-ão também tantos processos individuais quantos os magistrados abrangidos por cada inspecção, sem prejuízo da elaboração de um relatório global em processo principal a que aqueles fiquem apensos. (cfr. nota 51-A) Artigo 24º 1. O processo de inspecção tem natureza confidencial, devendo a classificação ser inscrita no respectivo registo individual. (cfr. nota 52) 2. Quando o requeira, o inspeccionado pode consultar o processo para efeitos da resposta a que alude o art. 21º, nº 2, em local e em prazo a designar pelo inspector.

10 3. O disposto na primeira parte do nº 1 não impede que, em qualquer fase do processo, sejam passadas certidões, a pedido do inspeccionado, em requerimento dirigido ao Procurador-Geral da República. (cfr. nota 53) * IV - DAS CLASSIFICAÇÕES Artigo 25º A classificação deve atender ao modo como o magistrado desempenha a função, ao volume e dificuldades do serviço a seu cargo, à produtividade, às condições do trabalho prestado, à sua preparação técnica, categoria intelectual, trabalhos jurídicos publicados e idoneidade cívica. (cfr. nota 54) Artigo 25º-A 1. A classificação de Bom corresponderá ao cabal e efectivo cumprimento das obrigações do cargo e à inexistência de saliências qualitativas reveladoras de mérito. 2. A classificação de Suficiente equivale ao reconhecimento de que o magistrado possui os atributos e as condições mínimas indispensáveis ao exercício do respectivo cargo e o seu desempenho foi apenas satisfatório. 3. A classificação de Medíocre decorre do reconhecimento de que o magistrado não possui os referidos atributos ou condições e teve um desempenho que não atingiu sequer o nível da suficiência, implicando a suspensão do exercício de funções e a instauração de inquérito para averiguar da eventual inaptidão para esse exercício. (cfr. nota 55) Artigo 25º-B 1. A atribuição de classificação que seja condição de promoção por mérito não depende de um tempo mínimo de serviço. 2. Podem justificar uma classificação de mérito, em maior ou menor grau, os seguintes factores, entre outros: a) um trabalho de nível excepcional ou claramente acima da média, qualitativa ou quantitativamente; b) especiais qualidades de investigação, de iniciativa, de inovação ou de criatividade; c) especiais qualidades de gestão, de organização e de método; d) celeridade e eficiência invulgares na execução do serviço, sem prejuízo da sua qualidade; e) inexistência de atrasos injustificados de despacho, quando o serviço seja especialmente volumoso ou complexo. (cfr. nota 56) Artigo. 25º-C

11 A evolução da classificação não tem de ser gradual nem será mera decorrência da antiguidade do magistrado. (cfr. nota 57) Artigo 26º 1. Na classificação dos magistrados serão sempre considerados, além do relatório elaborado sobre a inspecção, os resultados de inspecções anteriores, bem como de inquéritos, de sindicâncias ou de processos disciplinares, relatórios, informações anuais, informações sobre colaboração com o CEJ e quaisquer elementos complementares referentes ao tempo e lugar a que a inspecção respeita e que estejam na posse da Procuradoria-Geral da República. (cfr. nota 58) 2. Serão também sempre ponderadas as circunstâncias em que decorreu o exercício de funções, designadamente as condições de trabalho, volume do serviço, número e qualidade dos funcionários coadjuvantes, particulares dificuldades do exercício da função, acumulação de comarcas ou juízos e exercício de funções legalmente previstas ou autorizadas, bem como, no caso de o inspeccionado ser procurador da República, o número e qualidade dos procuradores-adjuntos e dos substitutos não magistrados do respectivo círculo judicial, comarca ou serviço. (cfr. nota 59) 3. Ao magistrado com exercício cumulativo de funções em mais de uma comarca ou juízo será atribuída uma única classificação pela globabilidade do serviço que nos diferentes lugares tenha prestado, o qual, para o efeito, deve ser inspeccionado em conjunto. (cfr. nota 60) 4. A deliberação que atribua uma classificação deve fazer referência a todos os elementos que nela tenham influído, podendo ser expressa por acórdão de concordância. (cfr. nota 61) 5. A classificação relativa a serviço posterior torna dispensável a inspecção de serviço anterior ou, caso tenha sido feita, a respectiva classificação. (cfr. nota 62) ======================================================= N O T A S (1) - Vão sublinhadas no articulado todas as sugestões de alteração ou aditamento. Nas notas seguintes indicam-se, para comparação, os artigos correspondentes (ou que será de interesse considerar) do Estatuto do MºPº (EMP), do Regulamento da Procuradoria-Geral da República (RPGR) e do Regulamento das Inspecções Judiciais (RIJ), fazendo-se também, sucintamente, a exposição dos motivos das alterações e aditamentos sugeridos. (2) - Está conforme o art. 34º, nºs 1 e 2 do EMP. (3) - Corresponde ao art. 35º, nº 2 do EMP. (4) - A referência aos órgãos de polícia criminal, apesar de não constar do art. 35º nºs 1 e 2 do EMP (como passou a não constar do anterior art. 32º da LOMP depois de alterado pela Lei nº 23/92, de 20 de Agosto), justifica-se por ser da competência da Procuradoria-Geral da

12 República e, como seu presidente, do Procurador-Geral da República, fiscalizar superiormente a actividade processual daqueles órgãos, nos termos dos arts. 10º-h) e 12º, nº 2-e) do EMP. (5) - A redacção anterior parecia exigir que também o procurador-geral-adjunto tivesse como última classificação de serviço (obviamente quando procurador da República) a de Muito Bom, o que não estava em consonância com o art. 106º da LOMP, cuja redacção era igual à que agora consta do art. 132º, nº 1 do EMP. Por outro lado, suprimiu-se a referência a "reconhecidas formação intelectual" e "preparação técnica", por serem de pressupor em magistrados classificados de mérito (para comparação cfr. art. 2º, nº 1 do RIJ). (6) - Cfr. arts. 132º, nº 1 e 140º, nº 1 do EMP. Apenas se acrescentou, em relação à anterior redacção, a referência à renovabilidade das comissões, optando-se por não lhes estabelecer um limite, depois de alguma ponderação. (7) - Pôs-se em conformidade com o art. 34º, nº 3 do EMP. Na redacção anterior deste nº 1 não se aludia aos inquéritos e processos disciplinares, mas essa alusão impõe-se, até por confronto com o nº 2. (8) - Cfr. art. 1º, nº 4, do RIJ. (9) - Cfr. art. 34º, nº 4 do EMP e art. 3º, nº 1 do RIJ. Ponderou-se se não seria de exigir expressamente uma categoria funcional elevada e a classificação máxima, mas optou-se por manter a anterior redacção com os acrescentos sublinhados, de que se salienta a experiência de funções do MºPº para garantia de melhor preparação específica. (10) - Achou-se dispensável, por ser eventualmente pouco prático, consagrar a necessidade de anuência do secretário, como prevê o art. 3º, nº 3 do RIJ. (11) - Cfr. art. 3º, nº 2 do RIJ. (12) - Alterou-se o nº 3 para conformar ao disposto no art. 112º, nº 1 do EMP. As alterações dos nºs 1 e 2 destinam-se a garantir maior antecedência. (13) - Apenas se alterou a terminologia, para ser melhor perceptível a opção por solução diversa da consagrada no art. 6º, nº 1 do RIJ. (14) - Cfr. art. 4º, nº 1 do RIJ. (15) - Cfr. arts. 4º, nº 1 e 6º, nº 5 do RIJ. Só se procurou melhorar a redacção. (16) - Quanto a estes inquéritos, preferiu garantir-se a atribuição a inspector diverso, assegurando assim maior distanciamento e consequente melhor protecção dos interesses do magistrado visado (cfr. art. 6º, nº 5 do RIJ). (17) - Cfr. art. 6º, nº 3 do RIJ. (18) - A redacção anterior referia-se ao art. 10º, nº 2, al. b) da LOMP, correspondendo-lhe agora o art. 12º, nº 2, al. b) do EMP. (19) - Cfr. art. 8º, nº 2 do RIJ. Pensa-se ser de inegável utilidade profissional receber, como aliás já vem acontecendo, todos os acórdãos e demais deliberações e não apenas os relativos a cada um.

13 (20) - Cfr. art. 10º do RIJ. (21) - Pôs-se em consonância com o art. 112º, nº 1 do EMP (cfr. art. 11º. nº 1 do RIJ) e definiu-se a quem compete a iniciativa das inspecções ordinárias. (22) - Tratando-se de inspecção aos serviços do MºPº parece que apenas se justifica falar dos magistrados e funcionários respectivos, o que não obsta a que se refira os demais, se necessário. Por outro lado, em vez da palavra habilitação parece-nos que terá querido escrever-se habitação até por confronto com a alínea d) do artigo. (23) - Cfr. art. 11º, nºs 3 e 4 do RIJ. (24) - Nesta hipótese, a inspecção ordinária terá como pretexto e ponto de partida a apreciação do serviço e mérito dos magistrados, englobando-se então no seu âmbito, atenta a sua natureza, a observação do estado dos serviços do MºPº respectivos. Por outro lado, entendeu-se abranger nas inspecções ordinárias, em geral (cfr. art. 12º, nºs 1 e 4), apenas os magistrados com classificação desactualizada na categoria, o que permitirá cumprir melhor a norma do nº 1 do art. 112º do EMP (sobre a periodicidade das classificações) e poderá abrir caminho à desejável prevalência das inspecções ordinárias sobre as extraordinárias. (24-A) - Cfr. art. 11º, nº 3 deste Regulamento, bem como a nota que antecede e o art. 11º- A, nºs 1 e 2 do RIJ. (25) - Cfr. art. 60º, nºs 1, 2 e 3 do EMP. Considerou-se mais adequado abranger a inspecção aos procuradores da República no âmbito de inspecções ordinárias às Procuradorias da República. Mas como estas Procuradorias também compreendem procuradores-adjuntos, entendeu-se preferível não os incluir, por se julgar excessivo face à sua finalidade. (26) - As razões deste número são as indicadas na 2ª parte da nota 24. Não repugna considerar este nº 3 do art. 12º dispensável face à parte final do seu nº 1 e ao nº 3 do art. 11º, mas a sua inclusão permite afastar eventuais dúvidas. (27) - Considerou-se demasiado curto o período de seis meses constante da redacção anterior. Cfr. art. 14º, nº 1, als. a) e b) do RIJ. (28) e (29) - Pretendeu-se melhorar a redacção e, por outro lado, suprimiu-se a anterior alínea a), visto o que agora consta do art. 11º, nºs 1 (parte final) e 3. (30) - A inspecção extraordinária a requerimento do interessado, que agora se inclui nesta alínea, está prevista no nº 3 do art. 112º do EMP (caso de classificação desactualizada, sendo obrigatório realizá-la quando requerida) e nº 1 do art. 17º do RPGR ("por motivo atendível", sendo deferida quando "se julgar justificada a pretensão"). Como dúvidas sobre a sua legalidade, por exceder a previsão do nº 3 do art. 112º do EMP, optou-se por incluir aqui a admissibilidade de inspecção extraordinária "por motivo atendível", podendo configurar-se como tal a pretensão de melhoria de classificação, seja porque esta não permite a promoção, seja porque, permitindo-a, se aspira a evitar injustiças relativas. Cfr. art. 112º nºs 2 e 3 do EMP e art. 13º nº 1 do RIJ. (31) - Pelas dúvidas que suscita na prática, pareceu-nos importante fixar regras sobre o âmbito da inspecção extraordinária, inclusive quanto ao tempo de serviço que, no mínimo, deverá abranger, de modo a obter alguma equiparação, nesta vertente, em relação às inspecções ordinárias, sem descurar uma segura avaliação do mérito profissional do inspeccionado.

14 (32) - Cfr. arts. 111º e 140º, nº 5 do EMP e art. 29º, nºs 1 e 2 do RIJ. (33) - No nº 1 apenas se acrescentou a palavra aperfeiçoamento, já que do artigo se deduz que é um dos objectivos visados quanto aos procedimentos, para além da sua uniformização (cfr. art. 16º do RIJ). No nº 2, que agora se aditou, propôs-se a elaboração de um relatório anual que será o balanço crítico do trabalho desenvolvido por cada inspector. (34) - Cfr. art 22º, nºs 1 e 2 do RIJ. A alínea i) do nº 1 deste artigo 17, ao falar de "período não abrangido pela inspecção anterior", permitia que fossem apresentados trabalhos anteriores ao período que esta abrangera, o que nos parece excessivo, por isso se optando por propor que os trabalhos sejam relativos apenas ao período subsequente ao mesmo. No nº 2, ao intercalar-se "e os superiores hierárquicos", pretendeu-se vincular estes a um tipo de informação, de indiscutível utilidade, mais extensa do que aquela a que parece reportar-se a alínea c) do nº 1. O nº 3 consagra uma prática corrente. (35) - Cfr. art. 19º, nº 1 e 20º, nº 1 do RIJ. Apenas se quis salientar que é importante que se registe no relatório o resultado da apreciação feita. (36) - Cfr. art. 19º, nº 2 do RIJ. Acrescentou-se na alínea c) dois itens que se reputam importantes. (37) - Cfr. art. 19º, nº 3 do RIJ. (38) - Cfr. art. 19º, nº 4 do RIJ. Consideram-se importantes a organização, a gestão e o método na apreciação da adaptação ao serviço. (39) - Cfr. art. 19º, nº 5 do RIJ. (40) - A existência de substitutos não magistrados tem indiscutível relevância na avaliação das condições objectivas de trabalho. O nº 8 reporta-se ao disposto nos arts. 63º, nº 4, 64º, nº 3 e 113º, nº 2 do EMP (cfr. também o art. 16º, nº 4 da Lei de Organização e Funcionamento dos Tribunais Judiciais) e tem em conta o relevante papel que é dado à formação de magistrados na economia da Lei nº 16/98, de 8 de Abril. (41) - Cfr. art. 19º, nº 6 do RIJ. O acrescento facilita a defesa do inspeccionado e o exercício do seu direito de resposta. (42) - A informação da alínea d) é importante para apreciar o enquadramento profissional e o sentido de responsabilidade do magistrado, sendo que o CEJ solicitou a atenção para o valor específico desta vertente no âmbito da avaliação inspectiva (cfr. of , de , dirigido pelo Director do CEJ ao Exmº Procurador-Geral da República). As relações ou listagens da alínea e), ademais com certidão negativa, potenciam uma melhor percepção das pendências e o seu controle e contagem mais cuidadosos por parte dos serviços. A relação da alínea f) parece que deverá reportar-se apenas aos processos que estejam parados, com atraso de despacho, à data da instalação da inspecção, sem prejuízo de se

15 colher relação (porventura não exaustiva) de outros atrasos. Cfr. art. 24º, nº 1 do RIJ. (43) - Cfr. art. 23º, nº 1 do RIJ. Parece que seria justificado fixar um prazo. (44) - Quanto ao nº 2, considerou-se importante a apreciação do mérito (que não envolve proposta de classificação) dos substitutos não magistrados, para Hierarquia poder aquilatar da conveniência da continuação do seu exercício. Por outro lado, a redacção anterior do nº 3 não se afigurava clara e pretendeu-se melhorá-la. (45) - Considera-se que uma proposta inequívoca constitui o culminar natural da apreciação valorativa constante do relatório, para além de facilitar a deliberação final do CSMP. (46) - Cfr. art. 23º, nº 2 do RIJ. (47) - Entende-se que deverá ser alterado para 15 o prazo de 10 dias constante do art. 19º, nº 1 do RPGR. Retirou-se a expressão "requerer diligências" para conformar a redacção ao disposto no art. 113º, nº 3 do EMP. (48) - Reproduz o art. 19º, nº 2 do RPGR. (49) - Cfr. art. 113º, nºs 3 e 4 do EMP e art. 23º, nºs 1 a 7 do RIJ. Além de se melhorar a redacção anterior, retirou-se a expressão "sejam ou não sugeridas pelo inspeccionado", para pôr em conformidade com o nº 2. (50) - Cfr. art. 27º, nº 2 do RIJ. (51) - Cfr. art. 26º, nºs 1 e 2 do RIJ. (51-A) - Destina-se a facilitar o trabalho da secretaria da PGR e dos relatores dos acórdãos do CSMP. (52) - Cfr. art. 25º, nº 1 do RIJ. (53) - O nº 2 afigura-se indispensável para o cabal exercício do direito de resposta. Quanto ao nº 3, cfr. art 25º, nº 2 do RIJ. (54) - Corresponde ao art. 110º, nº 1 do EMP. (55) - São aqui esboçados critérios orientadores mínimos para fundamentar a atribuição das classificações que não são de mérito. Parece importante realçar que quem cumpre bem as obrigações do cargo, sem saliências relevantes, merece a classificação de Bom, e não a de Bom com Distinção, e que a classificação de Suficiente, embora impeça a promoção, é positiva e se destina a penalizar os desempenhos que se revelaram apenas satisfatórios. À de Medíocre", como decorre do nº 2 do art. 10º do EMP, subjaz a ideia de que há indícios de que o magistrado não tem aptidão para o exercício do cargo. Cfr. art. 110º, nº 2 do EMP e art. 21º do RIJ. (56) - Entende-se que o mérito deve premiar-se logo que se detecta e daí o teor do nº 1. No nº 2 enunciam-se, exemplificativamente, alguns factores que poderão justificar a classificação de mérito, quer a de Bom com Distinção quer a de Muito Bom, dependendo obviamente do maior ou menor grau de qualidade do desempenho. Cfr. arts. 109º, 116º, nº 2 e 117º, nº 2 do EMP e art. 21º do RIJ. (57) - Cfr. art. 21º, nºs 1-c) e 2 do RIJ.

16 A nosso ver, nada obriga a que só se suba um escalão classificativo de cada vez, sendo certo, por outro lado, que não se adquire por mera antiguidade o direito a uma classificação de mérito. (58) - Cfr. art. 113º, nº 1 do EMP e art. 18º, nº 1 do RIJ. Cfr. também o primeiro parágrafo da nota 42. (59) - Cfr. art. 113º, nº 2 do EMP e art. 18º-2 do RIJ. (60) - Cfr. art. 18º, nº 3 do RIJ. (61) - Cfr. arts. 30º, nº 7 do EMP e 18º, nº 4 do RIJ. (62) - Cfr. art. 18º, nºs 7 e 8 do RIJ. Alterou-se ligeiramente a redacção vigente, acrescentando-se também que, se realizada inspecção de serviço anterior, que era dispensável, se torna igualmente dispensável a respectiva classificação. * O PRESENTE ANTEPROJECTO FOI ELABORADO POR UM GRUPO DE TRABALHO CONSTITUÍDO PELOS SEGUINTES MAGISTRADOS: JOSÉ RIBEIRO AFONSO (Procurador-Geral-Adjunto - Inspector do MºPº) VITOR MANUEL SANTOS SILVA (Procurador-Geral-Adjunto - Inspector do MºPº) MARIA HELENA S. SANTOS DELGADO ANTÓNIO (Procuradora-Geral-Adjunta - Inspectora do MºPº) ANTÓNIO RUI DE SOUSA CASTANHEIRA (Procurador da República - Membro do CSMP) CARLOS JOSÉ DE SOUSA MENDES (Procurador-Adjunto - Membro do CSMP)

Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141. Portaria n.º 1633/2007

Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141. Portaria n.º 1633/2007 Diário da República, 1.ª série N.º 251 31 de Dezembro de 2007 9141 Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro A Lei n.º 66 -B/2007, de 28 de Dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA ANEXO À ACTA Nº 2/2012 Regulamento do Quadro Complementar de Juízes 1.º Objecto O presente regulamento tem por objecto o Quadro Complementar de Juízes, disciplinando a sua composição e funcionamento. 2.º

Leia mais

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado

Por despacho do Presidente da Assembleia da República de 26 de Julho de 2004, foi aprovado Regulamento dos Estágios da Assembleia da República para Ingresso nas Carreiras Técnica Superior Parlamentar, Técnica Parlamentar, de Programador Parlamentar e de Operador de Sistemas Parlamentar Despacho

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2

REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros

Leia mais

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações

Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações Conselho Superior da Magistratura Janeiro 2012 Modelo de Gestão das Comarcas - Recomendações O Conselho Superior da Magistratura, enquanto órgão máximo de

Leia mais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais

REGULAMENTO GERAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA 1 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS SECÇÃO ÚNICA Disposições Gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define

Leia mais

DECRETO N.º 41/IX. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 41/IX. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 41/IX CRIA UM NOVO INSTRUMENTO DE GESTÃO DESTINADO A CONFERIR AOS CONSELHOS SUPERIORES E AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMPETÊNCIA PARA ADOPTAR MEDIDAS EXCEPCIONAIS DESTINADAS A SUPERAR SITUAÇÕES

Leia mais

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça

Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Lei Orgânica da Provedoria de Justiça Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de Agosto (alterado pelo Decreto Lei N.º15/98, de 29 de Janeiro) (alterado pelo Decreto-Lei n.º 195/2001, de 27 de Junho) (alterado pelo

Leia mais

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93)

(Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL (Aprovado em sessão do Plenário de 04.06.93 e publicado no D.R., II Série, n.º 204, de 31.08.93) CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1.

Leia mais

Conselho Municipal de Educação

Conselho Municipal de Educação 1 Regimento do (CME) do Município de Vila Nova de Paiva A Lei 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo 19, n.º2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos locais

Leia mais

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010

C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 C 213/20 Jornal Oficial da União Europeia 6.8.2010 COMISSÃO ADMINISTRATIVA PARA A COORDENAÇÃO DOS SISTEMAS DE SEGURANÇA SOCIAL Estatutos da Comissão Administrativa para a Coordenação dos Sistemas de Segurança

Leia mais

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República

Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República Regulamento do Conselho de Administração da Assembleia da República publicado no Diário da Assembleia da República, II Série C, n.º 11 de 8 de Janeiro de 1991 Conselho de Administração O Conselho de Administração

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA NOTA JUSTIFICATIVA A Lei 159/99, de 14 de Setembro, estabelece no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os Conselhos locais de Educação. A Lei 169/99, de 18

Leia mais

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAREDES PREÂMBULO De acordo com o estabelecido na alínea a) do n 1 do artigo 64 da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro, compete

Leia mais

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO

CAPITULO I OBJECTIVOS DO REGULAMENTO Preâmbulo: O SIADAP visa contribuir para a melhoria do desempenho e qualidade de serviço da Administração Pública, para a coerência e harmonia da acção dos serviços, dirigentes e demais trabalhadores e

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO CONSELHO NACIONAL PARA A ECONOMIA SOCIAL CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1. (Natureza) O Conselho Nacional para a Economia Social, adiante também identificado como CNES,

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente ANEXO ANEXO REGULAMENTO DAS COMISSÕES DE AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL Artigo 1º Nomeação e composição 1. A Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental (CA) é nomeada pela Autoridade de Avaliação de Impacte

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO y Câmara Municipal de Redondo CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE REDONDO REGIMENTO O DL 7/2003, de 15 de Janeiro, que prevê a constituição do Conselho Municipal de Educação, regulou as suas competências

Leia mais

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)

REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA

CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA Versão Consolidada do REGULAMENTO DAS ACTIVIDADES DE FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Aprovado na Sessão Plenária de 14-02-2012, DR, II Série, de 10-04-2012. Alterado na Sessão Plenária de 08-10-2013. Preâmbulo 1.

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM. Preâmbulo REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTARÉM Preâmbulo A Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro estabelece, no seu artigo 19.º, n.º 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os

Leia mais

Regulamento Geral da Formação

Regulamento Geral da Formação Regulamento Geral da Formação Regulamento n.º 32/2006, de 3 de Maio publicado no Diário da República, II Série, n.º 85, de 3 de Maio de 2006 Artigo 1.º Objecto 1 Este regulamento define as regras relativas

Leia mais

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP

Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Proposta de alteração do regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Posição da CAP Em Geral Na sequência da publicação do novo Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12

Leia mais

Critérios para Avaliação do Desempenho

Critérios para Avaliação do Desempenho Critérios para Avaliação do Desempenho Índice AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO...5 INFORMAÇÃO...5 O QUE É A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?...5 OBJECTIVOS DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO...5 A ENTREVISTA DE AVALIAÇÃO...6 OBJECTIVOS

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DAS EMPRESAS DO GRUPO EDP Aprovado em reunião do Conselho de Administração Executivo da EDP Energias de Portugal, S.A. (EDP) em 25 de Março de 2008 Capítulo I Disposições

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS,S.A. CAPÍTULO I Princípios Gerais

REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS,S.A. CAPÍTULO I Princípios Gerais REGULAMENTO DO PROVEDOR DO CLIENTE DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS,S.A. CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1.º Funções 1. O Provedor do Cliente do Banco Comercial Português, SA (o Banco), tem por função

Leia mais

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º

ESTATUTOS DO CENTRO DE INFORMAÇÃO, MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA ORDEM DOS NOTÁRIOS. Capítulo I. Disposições Gerais. Artigo 1.º Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1.º Natureza, âmbito, objecto e sede 1. O Centro de Informação, Mediação e Arbitragem da Ordem dos Notários (adiante designado por Centro), é a instituição de arbitragem,

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA

REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA A vermelho as alterações REGULAMENTO GERAL DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA Artigo 1.º Fins O presente regulamento define as linhas gerais a que deve obedecer

Leia mais

PARECER N.º 38/CITE/2005

PARECER N.º 38/CITE/2005 PARECER N.º 38/CITE/2005 Assunto: Parecer nos termos do n.º 3 do artigo 133.º do Código do Trabalho e da alínea j) do n.º 1 do artigo 496.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Não renovação de contrato

Leia mais

Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro

Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro A Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública, designado por SIADAP, prevê

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO Formação Contínua 2014/2015 Deliberação O artigo 88 -A do Estatuto do Ministério Público, aditado pelo artigo 165 da Lei nº 52/2008, de 28 de Agosto (norma não revogada pela Lei n.º 62/2013, de 26 de Agosto,

Leia mais

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor.

Artigo 2.º (Definições) Para efeitos da aplicação do SIADAP no seio da UC, entende-se por: a) «Dirigente máximo do serviço», o reitor. 1 Nos termos do disposto no n.º 3 do artigo 110.º do RJIES, a aprovação do presente regulamento, elaborado ao abrigo do estatuído no artigo 3.º da Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, é precedida da sua

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 Considerando que nos termos do disposto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas o empregador público deve elaborar regulamentos

Leia mais

Município de Vieira do Minho

Município de Vieira do Minho CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VIEIRA DO MINHO REGIMENTO INTERNO A lei nº 159/99, de 14 de Setembro estabelece no seu artigo19º, nº 2, alínea b), a competência dos órgãos municipais para criar os conselhos

Leia mais

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES

REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES Regulamento n.º 743/2010 OA (2.ª série), de 19 de Julho de 2010 / Conselho Geral da Ordem dos Advogados - Regulamento de Recrutamento,

Leia mais

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica

DESPACHO ISEP/P/51/2010. Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica DESPACHO DESPACHO /P/51/2010 Regulamento do Departamento de Engenharia Electrotécnica Considerando que: Nos termos do n.º 4 do artigo 43.º dos Estatutos do Instituto Superior de Engenharia do Porto, homologados

Leia mais

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste:

O Ministério da Justiça da República Portuguesa e o Ministério da Justiça da República democrática de Timor - Leste: Protocolo de Cooperação Relativo ao Desenvolvimento do Centro de Formação do Ministério da Justiça de Timor-Leste entre os Ministérios da Justiça da República Democrática de Timor-Leste e da República

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE

REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE REGULAMENTO INTERNO DO GABINETE DO PRESIDENTE CAPÍTULO I Objecto ARTIGO.º (Objecto) O presente regulamento define a composição e o regime jurídico do pessoal do Gabinete do Presidente do Tribunal de Contas.

Leia mais

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos

Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos REPUBLICA DE MOÇAMBIQUE Instituto Superior Politécnico de Manica Regulamento de Bolsas de Estudos Deliberação nº /CI/2007 Reunido em sua Sessão Ordinária no dia 6 de Setembro de 2007, a Comissão Instaladora

Leia mais

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º)

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Instruções de preenchimento das fichas de avaliação, de reformulação e de monitorização de desempenho dos dirigentes intermédios e dos trabalhadores

Leia mais

APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS

APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS ADENDA AO APOSENTAÇÃO, FÉRIAS, FALTAS E LICENÇAS Páginas 19 O artigo 1.º foi revogado pela Lei n.º 60/2005, de 29 de Dezembro: São revogados o artigo 1.º do Estatuto da Aposentação, aprovado pelo Decreto-Lei

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU N.º 41 12-10-2009 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU I SÉRIE 1535 澳 門 特 別 行 政 區 REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU 50/2009 Ordem Executiva n.º 50/2009 Usando da faculdade conferida

Leia mais

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento

Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento Conselho Municipal de Educação de Santa Marta de Penaguião Projecto de Regimento A Lei de Bases do Sistema Educativo assume que o sistema educativo se deve organizar de forma a descentralizar, desconcentrar

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR

REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DA UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Artigo 1.º Objecto O Regimento do Conselho Geral da UBI regulamenta a organização e o funcionamento do Conselho Geral da Universidade da Beira

Leia mais

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro

Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro RESULTADOS DA CONSULTA PÚBLICA N.º 11/2007 Projecto de Norma Regulamentar Mediação de Seguros Alteração à Norma Regulamentar n.º 17/2006-R, de 29 de Dezembro I Enquadramento O Instituto de Seguros de Portugal

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei n. 295/98, de 22 de Setembro, que transpôs para o direito interno a Directiva

Leia mais

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo

Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão. Preâmbulo REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO FUNDÃO Publicação II SÉRIE N.º 98 20 de Maio de 2010 Regulamento do Conselho Municipal de Educação do Fundão Preâmbulo A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO

GABINETE DA MINISTRA DESPACHO DESPACHO A concretização do sistema de avaliação do desempenho estabelecido no Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário (ECD), recentemente regulamentado,

Leia mais

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito

REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO. Artigo 1º Objectivo e âmbito REGULAMENTO PARA A CREDITAÇÃO DA FORMAÇÃO Artigo 1º Objectivo e âmbito 1. O presente Regulamento estabelece as normas relativas aos processos de creditação no ISCIA para efeitos do disposto no artigo 45.º

Leia mais

TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DE LEIRIA

TRIBUNAL JUDICIAL DA COMARCA DE LEIRIA REGULAMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DA COMARCA DE LEIRIA (Aprovado na reunião de 12 de Dezembro de 2014) Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento estabelece as regras de funcionamento interno do conselho

Leia mais

Projecto de Lei n.º 408/ X

Projecto de Lei n.º 408/ X Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 408/ X Consagra o processo eleitoral como regra para a nomeação do director-clínico e enfermeiro-director dos Hospitais do Sector Público Administrativo e dos Hospitais,

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Decreto n.º4/01 De 19 de Janeiro Considerando que a investigação científica constitui um pressuposto importante para o aumento da produtividade do trabalho e consequentemente

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design

INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO. Tecnologia e Design INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO Tecnologia e Design CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º (Definição) O Departamento de Tecnologia

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE REGISTO DE ASSIDUIDADE

NORMAS E PROCEDIMENTOS DE REGISTO DE ASSIDUIDADE NORMAS E PROCEDIMENTOS DE REGISTO DE ASSIDUIDADE I. OBJECTIVO O presente documento tem como objectivo divulgar as instruções de utilização das unidades de marcação (UM), adaptar as regras de assiduidade

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA

REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA REGULAMENTO DO CURSO DE LICENCIATURA EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-PRIVADA DA FACULDADE DE DIREITO DE COIMBRA (Aprovado pela Assembleia de Faculdade, em 16 de Janeiro de 2014) CAPÍTULO I Objecto e conceitos

Leia mais

REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA

REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA REGULAMENTO DE REGISTO E INSCRIÇÃO DOS ADVOGADOS PROVENIENTES DE OUTROS ESTADOS MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA ARTIGO 1.º O presente Regulamento estabelece os requisitos de registo e inscrição na Ordem dos

Leia mais

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO

CURSOS VOCACIONAIS PRÁTICA SIMULADA REGULAMENTO ESPECÍFICO REGULAMENTO ESPECÍFICO MARÇO DE 2014 ÍNDICE ENQUADRAMENTO NORMATIVO... 1 ÂMBITO E DEFINIÇÃO 1 CONDIÇÕES DE ACESSO 1 OBJETIVOS 1 COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER 2 ESTRUTURA E DESENVOLVIMENTO DE PS 2 AVALIAÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO COORDENADOR DA AVALIAÇÃO DO MUNICÍPIO DE LAGOA - AÇORES Ao abrigo do disposto na alínea a) do n.º 2 do artigo 68.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, alterada pela Lei

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga

Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga Regimento do Conselho Municipal de Educação de Braga A lei de bases do sistema educativo assume que o sistema educativo se organiza de forma a descentralizar, desconcentrar e diversificar as estruturas

Leia mais

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO

- CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE LAGOS - PREÂMBULO PREÂMBULO A Lei de Bases do Sistema Educativo (Lei nº 46/86 de 14 de Outubro) consagrou a interacção com a comunidade educativa local como um pilar fundamental da política educativa. Por essa razão o nº

Leia mais

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes?

Audit Medel Portugal. Questionário. Magistratura Judicial: 1- Os juízes são independentes? Audit Medel Portugal Tendo em vista adoptar procedimentos de trabalho que viabilizem a obtenção, no tempo disponível e necessariamente limitado em que vai decorrer a visita dos auditores internacionais,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA

CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA CÂMARA MUNICIPAL DE BRAGANÇA Regulamento do Processo de Fiscalização das Obras Particulares Sujeitas a Licenciamento Municipal Preâmbulo Estabelece o artigo 24º. do DL 445/91, de 20 Novembro, com a redacção

Leia mais

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE

REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE ARTIGO 1º SERVIÇO DE PROVEDORIA DO CLIENTE DE SEGUROS 1. O Serviço de Provedoria do Cliente de Seguros é criado por tempo indeterminado e visa a disponibilização

Leia mais

PARECER N.º 70/CITE/2005. Assunto: Parecer nos termos dos artigos 79.º e 80.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.

PARECER N.º 70/CITE/2005. Assunto: Parecer nos termos dos artigos 79.º e 80.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n. PARECER N.º 70/CITE/2005 Assunto: Parecer nos termos dos artigos 79.º e 80.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 78 FH/2005 I OBJECTO 1.1. A CITE recebeu da, S.A., em 9 de Novembro p.p., um

Leia mais

PARECER N.º 63/CITE/2009

PARECER N.º 63/CITE/2009 PARECER N.º 63/CITE/2009 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Processo n.º 376 DG-E/2009

Leia mais

Regulamento de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus. na ESE João de Deus

Regulamento de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus. na ESE João de Deus Escola Superior de Educação João de Deus de Atribuição do Título de Especialista Escola Superior de Educação João de Deus na ESE João de Deus O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior, aprovado

Leia mais

Índice. Relatório da Avaliação de Desempenho SIADAP 2 e 3 2012 0

Índice. Relatório da Avaliação de Desempenho SIADAP 2 e 3 2012 0 Índice I Nota Introdutória ----------------------------------------------------------------------------------------------------- 1 II Processo de Avaliação -----------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora)

Título IV Ofertas públicas de transacção. CAPÍTULO I D isposições Gerais. Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) (Código do Mercado de Valores Mobiliários) Título IV Ofertas públicas de transacção CAPÍTULO I D isposições Gerais Artigo 98 (Autoridade fiscalizadora) Compete ao Banco de Cabo Verde, através da Auditoria

Leia mais

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos

INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA. Regulamento de provas de avaliação da capacidade para a frequência dos maiores de 23 anos INSTITUTO PORTUGUÊS DE ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING DE LISBOA Diário da República, 2.ª série N.º 186 26 de Setembro de 2006 Regulamento n.º 184/2006 Regulamento de provas de avaliação da capacidade para

Leia mais

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto

Leia mais

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L

C R E D I T A Ç Ã O D E F O R M A Ç Ã O E D E E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L ISAL Instituto Superior de Administração e Línguas Regulamento de Creditação de Formação e de Experiência Profissional Preâmbulo O n.º 1 do artigo 45.º-A do Decreto-Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, prevê

Leia mais

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Instruções de preenchimento das fichas de avaliação, de reformulação e de monitorização de desempenho dos dirigentes intermédios e dos trabalhadores

Leia mais

Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR) 1

Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR) 1 Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República (LOFAR) 1 Lei n.º 77/88, de 1 de Julho, (Declaração de Rectificação de 16 de Agosto de 1988) com as alterações introduzidas pela

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM. Despacho

INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM. Despacho INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTARÉM Despacho De acordo com o n.º 1 do artigo 35º-A do Decreto-Lei n.º 185/81, de 1 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 207/2009, de 31 de Agosto (ECPDESP) e pela Lei n.º

Leia mais

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas

Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas Regulamento para atribuição do Título de Especialista no Instituto Superior de Ciências Educativas No âmbito do ensino politécnico é conferido o título de especialista, o qual comprova a qualidade e a

Leia mais

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Setembro de 2003 e em

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha.

Direcção Regional de Educação do Centro. Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim. Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha. Direcção Regional de Educação do Centro Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim Escola EB 2.3/S Eng. Dionísio Augusto Cunha Regulamento Da PAP (Prova de Aptidão Profissional) Cursos Profissionais (Portaria

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL REGULAMENTO. Artigo 1º. (Natureza) Artigo 2º. (Objectivos)

CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL REGULAMENTO. Artigo 1º. (Natureza) Artigo 2º. (Objectivos) CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL REGULAMENTO Artigo 1º (Natureza) O Conselho Municipal de Desenvolvimento Económico e Social (CMDES) é um órgão de reflexão e consulta no domínio

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição

REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL Artigo 1. Composição A composição do conselho científico do Instituto de Investigação Científica Tropical, I.P., abreviadamente

Leia mais

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA)

REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) REGULAMENTO SOBRE INSCRIÇÕES, AVALIAÇÃO E PASSAGEM DE ANO (RIAPA) CAPÍTULO I REGIME DE FUNCIONAMENTO Artigo 1º - Âmbito O disposto no presente Regulamento aplica-se apenas aos cursos de graduação da Universidade

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE TEOLOGIA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES. Artigo 1º Âmbito de aplicação

UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE TEOLOGIA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES. Artigo 1º Âmbito de aplicação 1 UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA FACULDADE DE TEOLOGIA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DOS DOCENTES Artigo 1º Âmbito de aplicação O presente regulamento aplica-se a todos os docentes da Faculdade de Teologia

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

Portaria n.º 1159/90, de 27 de Novembro

Portaria n.º 1159/90, de 27 de Novembro Portaria n.º 1159/90, de 27 de Novembro (atualizada com as alterações das Portarias n.ºs 129/94, de 1 de março e 355/2004, de 5 de abril) [Aviso: A consulta deste documento não substitui nem dispensa a

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO

REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO Instituto de Ciências Sociais REGIMENTO DO CONSELHO DO INSTITUTO O Conselho do Instituto, em reunião de 21 de Julho de 2010 deliberou aprovar o presente regulamento de funcionamento. Capítulo I (Natureza

Leia mais

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira)

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira) Assembleia de Freguesia de Ferreira (Paços de Ferreira) PROJECTO DE REGIMENTO DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE FERREIRA (Paços de Ferreira) Regimento da Assembleia de Freguesia De FERREIRA (Paços de Ferreira)

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelos artigos 112º n.º 8 e 241º da Lei Constitucional, devem os Municípios aprovar os respectivos regulamentos municipais,

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso externo de Ingresso para preenchimento de um posto de trabalho na categoria de Técnico de Informática do Grau 1, Nível 1, da carreira

Leia mais

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados

PARECERES Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados CONSULTA N.º 52/2008 Artigo 91º do Estatuto da Ordem dos Advogados QUESTÃO A Senhora Dra.... vem solicitar que o emita parecer sobre uma questão relacionada com o âmbito de aplicação do dever consagrado

Leia mais

Estatuto do Provedor do Trabalhador Temporário APESPE. I - Princípios Gerais. Artigo 1.º Definição

Estatuto do Provedor do Trabalhador Temporário APESPE. I - Princípios Gerais. Artigo 1.º Definição Estatuto do Provedor do Trabalhador Temporário APESPE I - Princípios Gerais Artigo 1.º Definição O Provedor do Trabalhador Temporário, daqui em diante somente Provedor, é um órgão independente da Associação

Leia mais

Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A.

Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Regulamento do Provedor do Cliente da UNICRE, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Artigo 1º Funções O Provedor do Cliente é uma entidade independente das estruturas hierárquicas da UNICRE, que funciona

Leia mais

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS

REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO

Leia mais

SIADAP Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública

SIADAP Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública SIADAP Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública (Lei n.º 66-B/2007, de 28 de dezembro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro) 1

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS Documento aprovado por deliberação do Conselho Superior em 16 de julho de 2014 P á g i n a 0 REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORIZAÇÃO PROFISSIONAIS

Leia mais

Regulamento Cursos de Pós Graduação

Regulamento Cursos de Pós Graduação A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração

Leia mais

Regulamento do Provedor do Estudante do ISPAJ. Aprovado para Conselho de Direcção aos 9 de Julho de 2015

Regulamento do Provedor do Estudante do ISPAJ. Aprovado para Conselho de Direcção aos 9 de Julho de 2015 Regulamento do Provedor do Estudante do ISPAJ Versão aprovada em Conselho de Direcção no dia 9 de Julho de 2015 Documento Regulamento do Provedor do Estudante do ISPAJ Data 09/06/2015 Conselho de Direcção

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO 1. Nos termos do nº 2 do artigo 21º da Lei nº 2/2004, de 15 de Janeiro, com a redacção dada pela Lei nº 51/2005, de 30 de Agosto, e pela

Leia mais