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1 Quarta-feira 22 Setembro 2010 Jornal Oficial Imobitur Salão Imobiliário de Portugal 21 a 24 Outubro SIL - Salão Imobiliário de Portugal espera receber visitantes Certame decorre entre os dias 21 e 24 de Outubro, em Lisboa. Comissão Organizadora aguarda presença de cerca de 300 expositores Página 8 Bouygues Imobiliária Edifícios Espace e Explorer em desenvolvimento no Parque das Nações PUBLICIDADE

2 2 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro 2010 Opinião Parece que continuamos a perder por um a zero com a Espanha Luís Lima Parece que continuamos a perder por um a zero com a Espanha, e, já não é só por causa desse golo (reconhecidamente irregular para muitos), que David Villa marcou nos oitavos de final do Campeonato do Mundo de Futebol. Nos últimos tempos temos marcado muitos golos na própria baliza. E nestes prolongamentos da crise, os árbitros estão a beneficiar a Espanha relativamente a Portugal, na avaliação que fazem à eficácia no combate ao défice público de ambos os países, avaliação que se traduz na diferenciação nos juros pelas dívidas de longo prazo. Há dias, o governo de Madrid conseguiu baixar os juros pagos aos investidores que cobriram a dívida de longo prazo, em contraste com o que ocorreu com a dívida de Portugal cujos custos têm vindo a aumentar nas últimas operações. Na base destas disparidades está a imagem que transparece para o exterior, e, que aponta para uma falta de consolidação orçamental a reflectir-se num crescimento da despesa pública mais rápido do que o que seria aparentemente desejável para atingir os objectivos traçados. Já não basta a certeza de que o país venha a ter, em 2011, um Orçamento de Estado aprovado com larga maioria pela Assembleia da República, certeza que ainda não está, verdadeiramente, garantida. O Orçamento de Estado é também como a mulher de César, não basta ser sério... O país precisa de um Orçamento de Estado consensual para viabilizar qualquer governação, mas, precisa também, que esse instrumento se anuncie fiável aos olhos externos, principalmente aos olhos de quem detém o poder financeiro e de quem avalia as nossas taxas de rentabilidade. É precisamente face à taxa de rentabilidade exigida pelos investidores, que Portugal está a pagar mais 175,5 pontos base do que a Espanha nas dívidas a dez anos, o que acontece pela primeira vez, desde que foi aprovado o fundo de estabilização financeira da União Europeia, no início de Maio. Soube-se isso quando a Espanha conseguiu colocar quatro mil milhões de euros em obrigações do tesouro a taxas inferiores às obtidas por Portugal, para empréstimos do mesmo tipo a vencer em prazos idênticos. Se isto não é mais um golo na própria baliza... Já não é só o desejo de nos apresentarmos como um país inovador e exportador, um país que aposta na ligação entre as universidades e as empresas, na biotecnologia, na nanotecnologia, no sector farmacêutico, nas tecnologias de informação que está, deste modo, comprometido. Não podemos continuar, por muito mais tempo, a perder por um a zero com a Espanha. Até porque, alguns dos nossos mercados, como o mercado imobiliário, mantiveram, durante a presente crise, comportamentos de resistência muito mais elevados do que os verificados em Espanha. Presidente da APEMIP Portugal tem de avançar com a reabilitação urbana Reis Campos Provavelmente nenhum outro tema encontra tanto consenso na sociedade portuguesa como a reabilitação urbana. Todos os partidos com assento parlamentar o incluíram entre as prioridades dos seus programas políticos e toda a sociedade é unânime na defesa da necessidade de recuperação do património edificado das nossas cidades e vilas. Mas apesar disso, no nosso País, a reabilitação e a regeneração continuam a ser desígnios adiados. Na verdade, ao contrário do que seria legítimo esperar, até pela enorme quebra que o mercado de construção de novas habitações regista (este ano deve apresentar uma redução de 78,5% face aos números de 2001), vimos assistindo a uma clara desaceleração no ritmo de recuperação dos imóveis que carecem de intervenção, como os números bem documentam. As licenças para reabilitação de habitações emitidas no primeiro semestre deste ano foram inferiores em 16% às registadas no período homólogo de 2009, o que é incompreensível face ao estado de degradação em que se encontra a generalidade dos nossos centros urbanos. O abandono a que o País tem votado uma parte substancial das suas urbes, é incompreensível e tem enormes custos económicos, sociais, culturais, ambientais e de salubridade e segurança. Esta é uma oportunidade única para valorizar o nosso território, mobilizando o investimento privado e os fundos comunitários previstos no QREN, que apresentam uma taxa de execução de apenas 15,3%, volvidos quase quatro anos após a sua implementação. Para além de ser muito importante para o Sector da Construção, para a dinamização da actividade económica e para a criação de emprego, já que se trata de uma área de mão-de-obra intensiva, a reabilitação urbana constitui uma oportunidade única para promover a sustentabilidade e a eficiência energética dos imóveis, para a recuperação de amplas áreas das nossas cidades, actualmente votadas ao abandono e geradoras de insegurança, bem como para a preservação da nossa identidade histórica e cultural. A este respeito, convém recordar que os ministros dos 27 países da União Europeia com a tutela da Habitação e do Desenvolvimento Urbano declararam, no passado mês de Junho, numa reunião que a Presidência espanhola da UE promoveu em Toledo, que a reabilitação é uma das actividades mais decisivas para a criação de emprego e, designadamente, emprego de qualidade. Por tudo isso e, também pelo enorme potencial da reabilitação para impulsionar a economia e gerar emprego, é imperioso alterar este quadro de completa inacção em que a reabilitação urbana está mergulhada. É, assim, imprescindível definir uma política coerente e avançar com incentivos que a tornem suficientemente atractiva para proprietários e investidores. E é igualmente urgente ajustar a Lei das Rendas às necessidades do mercado, ultrapassando muitos dos entraves que se colocam à sua dinamização e à reabilitação do edificado. Sem mais demoras, Portugal tem de seguir os bons exemplos dos seus parceiros europeus e avançar com um programa ambicioso de reabilitação urbana, capaz de fazer do Sector o motor da recuperação económica que o País precisa e um instrumento eficaz de criação de emprego. Presidente da Direcção da AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas

3 Mercados Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro Promotores baixam preços de habitação no Algarve em 4,8% SIR ALGARVE DISTRIBUIÇÃO DO VALOR DE OFERTA (2009 4ºT) Percentil 95º 3º Quartil O SIR Sistema de Informação Residencial, uma base de dados que agrega a informação de oferta e vendas de empresas de promoção e mediação imobiliária, revelou que, no 4º trimestre de 2009, os promotores de habitação na região Algarvia reviram os preços dos imóveis em baixa, com uma descida de 4,8%. Esta taxa de revisão (-4,8%), que reflecte a forma como os proprietários revêem os valores da oferta tendo em vista melhorar as probabilidades de venda do seu imóvel, apresentou um agravamento face aos -0,8% registados no trimestre anterior, mas ainda assim acima dos -7% observados no 2º trimestre desse ano. O SIR Algarve registava um volume de oferta, no final de 2009, de aproximadamente 15 mil fogos para venda nesta região, com valores médios (de oferta) na ordem dos /m². No caso da habitação nova, esse valor de oferta atingiu os /m², valor cerca de 37% acima do registado na habitação usada. Ao longo de 2009, o SIR Algarve registou um total de 300 vendas, praticamente igualmente repartidas entre o segmento de novos e no segmento de usados. O preço final de venda foi, em média, de /m². A taxa de desconto média rondou os 4,6%, com o segmento dos alojamentos novos a apresentar uma taxa de desconto de 5,5%, ou seja, 1,8 pontos percentuais acima do desconto verificado no mercado da habitação usada. Quanto à segmentação geográfica, o concelho de Loulé continua a evidenciar a sua vocação turística e mais qualificada, enquanto que Faro continua a caracterizar-se como um mercado sobretudo de residentes. Portimão, por seu turno, apresenta também uma forte apetência turística, continuando, não obstante a ser dominado pelas primeiras habitações para residentes locais AM Algarve Novos AM Algarve Usados ALGARVE TAXAS DE DESCONTO (2009) Faro Novos Faro Usados -0,8% Loulé Novos Valor Médio de Oferta Valor Médio de Venda 1º Quartil Percentil 5º Loulé Usados Portimão Novos Portimão Usados FONTE SIR -2,1% -4,8% -7,0% -5,9% INTELIGÊNCIA DE IMOBILIÁRIO INFORMAÇÃO SOBRE INVESTIMENTO E VENDAS, PARA PROFISSIONAIS -7,4% 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre % Fogos Revistos Taxa Revisão (%) FONTE SIR PUBLICIDADE

4 Pavilhões Modulares Torres Vedras 160 a 600 M 2 Lotes Industrial Industriais(Nº 6) Valença Paredes M2 e M 2

5 Empreendimento Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro Real Marina Residence inaugurado em Outubro Pedro Farinha Empreendimento, localizado no concelho de Olhão, integra 80 apartamentos de luxo T1, T2 e T3 O Grupo Hotéis Real inaugura, no próximo dia 1 de Outubro, o novo projecto Real Marina Residence, situado no concelho de Olhão, no Algarve. Este empreendimento integra 80 apartamentos de luxo T1, T2 e T3, totalmente mobilados, equipados e de elevada qualidade, revelam os responsáveis daquele grupo. Representando um investimento de 18 milhões de euros, o Real Marina Residence apresenta uma magnífica vista panorâmica sobre a Marina de Olhão e a Ria Formosa, sendo que os apartamentos possuem cozinha totalmente equipada, ar condicionado, acabamentos de elevada qualidade e piscina exterior no topo do edifício. Projecto representa investimento de 18 milhões de euros Para quem investir neste projecto, o Grupo Hotéis Real garante um rendimento líquido anual de quatro por cento, nos primeiros cinco anos. Segundo António Pereira, um dos administradores do grupo, a garantia de quatro por cento de rendimento, durante cinco anos, é uma boa opção para quem procura um empreendimento de férias de qualidade e pre- tende rentabilizar o seu investimento imobiliário. Oferecer soluções para o segmento de famílias, associadas às potencialidades da Ria Formosa, desenvolvendo parceiros e programas de ecoturismo associados, são uma das apostas do grupo para Além disso, ao adquirir um apartamento no Marina Residence, no regime de garantia de rendimento, o comprador tem direito a duas semanas de férias seguidas ou interpoladas gratuitas, de 1 de Novembro a 31 de Março, podendo utilizar o apartamento fora deste período a preços especiais, pode ler-se num comunicado. Este empreendimento vem complementar a oferta hoteleira do grupo nesta região algarvia, depois da inauguração, em Junho deste ano, do Real Marina Hotel & Spa. Com um investimento de 28 milhões de euros, este hotel 5 estrelas tem 144 quartos, dois restaurantes, um Real Spa Thalasso com jacuzzi, sauna e banho turco, health club, duas piscinas, duas salas de conferências (a principal com cerca de 670 m², divisível em seis salas, e a outra com cerca de 450 m², ambas com luz natural e quatro breakouts) e um business centre. António Pereira considera que o Real Marina Hotel & Spa e o Real Marina Residence representam uma opção diferenciadora para a região, ao proporcionar uma oferta diversificada e de qualidade, além de uma experiência na Ria Formosa (fauna e flora), num ambiente 5 estrelas. B. Prime intervém em venda de edifício de escritórios A B. Prime mediou a venda de um edifício de escritórios, totalmente devoluto, a uma sociedade privada de investimento imobiliário nacional, na zona do Chiado, em Lisboa. A transacção envolveu uma verba de cerca de 3,1 milhões de euros. Segundo fonte do investidor, o Chiado é uma das zonas com maior potencial da cidade de Lisboa, no segmento de escritórios, devido à escassa oferta existente. Temos, por isso, grandes expectativas em relação ao investimento nesta área da cidade, onde praticamente só se encontram ocupantes de primeira linha. Este edifício, com uma área bruta de construção acima do solo de 840 m², entrará agora em fase de comercialização, também assegurada pela B. Prime. PUBLICIDADE 14h00 14h30 Recepção Abertura Manuel Salgado Vice-Presidente da C.M. Lisboa 14h45 Prémio André Jordan Edição 2010 Intervenções de Augusto Mateus e André Jordan 30 de Setembro, Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, Lisboa Fórum Confidencial Imobiliário 2010» Que novos ciclos de investimento?» Desafios para Promotores e Municípios Prémio André Jordan Edição 2010» Investigação em Economia do Imobiliário» Apresentação dos trabalhos premiados Fórum Confidencial Imobiliário Que tendências marcarão a nova década que se inicia? A rarefacção do investimento é uma característica que perdurará até quando? Como os Municípios lidarão com menor investimento e quebra de receitas? Terão as Autarquias uma nova postura, mais proactiva na atracção de investimento? Prémio André Jordan Promover a realização de trabalhos de investigação sobre economia do imobiliário. Disseminar esse conhecimento pelos profissionais do mercado. Duas classes a concurso: Teses de Mestrado e Teses de Doutoramento ou Artigos Científicos. Prémios pecuniários de euros e publicação dos estudos premiados. 15h45 16h15 17h30 Pausa para Café Que Novos Ciclos de Investimento? Desafios para Promotores e Municípios Perspectivas Económicas para Portugal Teodora Cardoso Dinâmica da Promoção Imobiliária Ricardo Guimarães Painel de Debate Paulo Sousa (Moderador) Francisco Rocha Antunes João Ferrão Miguel Castro Pereira Encerramento Paulo Campos Secretário de Estado Patrocínio Apoio Saiba mais em Registe-se já.

6 6 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro 2010 Actualidade Pestana Berlim com primeira fase concluída Pedro Farinha Investimento na nova unidade ascende a 25 milhões de euros. Abertura prevista para 2011 O Grupo Pestana anunciou recentemente a conclusão da primeira fase de construção da sua nova unidade hoteleira na cidade alemã de Berlim. O Pestana Berlim resulta de um investimento de 25 milhões de euros e tem abertura prevista para Com um total de 137 quartos e 5 suites, o hotel de quatro estrelas superior terá um design moderno que segue os elevados padrões da linha da arquitectura envolvente. Esta nova unidade disporá de serviços de Spa, restaurante, bar e seis salas de conferência com todas as facilidades para eventos, pode ler-se num comunicado deste grupo hoteleiro nacional. Hotel de quatro estrelas superior terá 137 quartos e 5 suites O hotel, situado nas proximidades da praça Ku Dam e junto ao parque Tiergarten, representa o segundo passo do Grupo Pestana rumo à expansão europeia, assinala José Roquette, administrador do grupo para a Área de Desenvolvimento, que acrescenta: Depois da entrada em Londres, com o Pestana Chelsea Bridge, e agora em Berlim, o Grupo Pestana tem como um dos próximos objectivos marcar presença nas principais capitais europeias. Além da aposta na Europa, o grupo tem previsto, para 2011, a abertura nos Estados Unidos do Pestana Miami. Além disso, e no primeiro trimestre de 2011, está igualmente previsto o início da construção do Pestana Luanda Bay, em Angola. Para 2012, estão agendadas as aberturas do Pestana Montevideu, no Uruguai, e de um condo-hotel de luxo em Casablanca, em Marrocos. Aguirre Newman coloca m² em Alverca do Ribatejo O Departamento de Indústria da Aguirre Newman colocou cerca de m² em Alverca do Ribatejo. Nesta transacção, a Aguirre Newman representou a Ford Lusitana, proprietário do terreno com projecto para construção de m² de área logística, ao passo que a Imobi representou o Grupo Ferreira Martins. O Grupo Ferreira Martins, que tem sede na zona Norte do país, teve como principal objectivo nesta transacção a expansão da sua actividade (comercialização de madeiras e derivados) para a zona da Grande Lisboa, através da criação de um futuro parque logístico. A escolha por este espaço deveu-se à óptima localização e aos excelentes acessos rodoviários. O futuro parque logístico, denominado de Alverca LogSite, tem projecto do gabinete de arquitectura Central de Arquitectos e apresenta uma enorme versatilidade, que permitirá dispor de espaços modulares, oferecendo, na opção de arrendamento, diferentes níveis de ocupação (armazenagem, escritórios, cais de carga/descarga, parqueamento e espaços verdes), indica um comunicado enviado à imprensa. Segundo Luis Reis, director do Departamento de Indústria da Aguirre Newman, o desenvolvimento deste projecto vem preencher uma lacuna de mercado nesta zona, uma vez que actualmente, a oferta de espaços de armazém com estas características é muito residual. aqui pode CONFIAR PUBLICIDADE O PORTAL IMOBILIÁRIO DA ARRENDAR, COMPRAR E VENDER EM SEGURANÇA, É NA MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA. Patrocinadores: ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA DE PORTUGAL

7 VENDE LISBOA COIMBRA Rio Tejo FONTE: IGP Localização Rua 4 da Matinha (antiga fábrica do Braço de Prata ou Tabaqueira) Lisboa Preço de referência Processo n.º Área Bruta estimada de terreno Aprox m 2 Área Bruta estimada de construção Aprox m 2 Composição Loteamento deferido (com anteprojecto de arquitectura) Rio Mondego FONTE: IGP Localização Rua do Brasil, n.º 3 a 17 Coimbra Preço de referência Processo n.º Área Bruta estimada de terreno Aprox m 2 Área Bruta estimada de construção Aprox m 2 Composição Loteamento deferido (com anteprojecto de arquitectura) CONDIÇÕES DE COMERCIALIZAÇÃO 1. As propostas deverão dar entrada até às 17 horas, do dia 14 de Outubro de 2010, na EDP - Imobiliária e Participações, S.A., Avenida José Malhoa, 25, 3.º Andar, Lisboa, ao cuidado do Conselho de Administração; 2. A proposta deverá ser colocada num envelope fechado, o qual fará referência, no seu exterior, ao n.º de processo. Posteriormente, deverá ser introduzido noutro envelope com a morada supra mencionada; 3. Os imóveis são vendidos no estado em que se encontram; 4. A proprietária dos imóveis reserva-se o direito de não efectuar a venda independentemente das propostas recebidas. Para mais informações contactar: ou

8 8 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro 2010 Actualidade Salão Imobiliário de Portugal assume-se como ferramenta decisiva na consagração de negócios.pt ) Rui Pedro Lopes PÚBLICO Imobiliário Quais são as expectativas da Comissão Organizadora para a edição deste ano? Jorge Oliveira A Associação Industrial Portuguesa (AIP) e a comissão organizadora deste evento vêem no SIL Salão Imobiliário de Portugal um factor importante e positivo para dar mais credibilidade aos negócios no mercado imobiliário e fomentar as operações quer de venda de imóveis quer de arrendamento. Temos bastantes novidades adaptadas às novas realidades do sector, nomeadamente propostas para arrendamento, o espaço SilCidades e o maior leilão imobiliário durante três dias consecutivos, de sexta a domingo que tem o apoio da Caixa Geral de Depósitos. A actual crise que se verifica no sector imobiliário poderá condicionar a presença de vários expositores no SIL? A organização do SIL está perfeitamente consciente do período que o sector atravessa, mas por isso mesmo acredita com mais convicção ainda sobre a necessidade da existência em Portugal de um evento referência e aglutinador de todos os agentes do mercado. O período actual está a originar que muitas empresas deixem de ser competitivas mas em contrapartida estamos a assistir ao nascimento de novas empresas mais adaptadas às novas oportunidades do sector. Assim, se por um lado algumas empresas, mesmo querendo participar, sentem dificuldades em o poder fazer, outras empresas irão expor este ano pela primeira vez. Quantos expositores são esperados? O nosso objectivo é manter um número próximo das 300 empresas participantes. O que é que mais destaca na 13.ª edição do Salão Imobiliário de Portugal? O principal destaque é uma grande cumplicidade entre o SIL e o mercado imobiliário, no sentido de desenvolver acções favoráveis para todas empresas e entidades a operar neste sector. Depois, os Prémios Nacionais do Imobiliário SIL são hoje a distinção nacional mais importante, que premeia a excelência, o prestígio e a visão de futuro de pessoas, empresas e entidades que todos os anos inovam nos seus projectos, trazendo mais qualidade de vida para os cidadãos. Estes prémios, compostos por 12 categorias, contam com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e são entregues aos respectivos vencedores no jantar de Gala do SIL, que reúne as personalidades mais importantes do mercado imobiliário nacional e de alguns países convidados. Além disso, Angola será o país convidado do SIL 2010, o que será motivo para uma intensa troca de experiências entre empresários dos dois países. Já o SilCidades Salão do Desenvolvimento das Cidades e das Regiões é também um dos pontos altos do SIL e uma novidade absoluta, sendo o Algarve a região convidada para a edição deste ano. O SilCidades será marcado por uma forte presença de autarquias que não deixarão de apresentar as suas propostas, nomeadamente sobre os temas da reabilitação e regeneração urbana e do mercado de arrendamento. Reforçando as características pioneiras do SIL, o leilão imobiliário vai ter, pela primeira vez, produto de arrendamento, o que é uma completa novidade em Portugal. A reabilitação urbana foi um dos temas em destaque na edição de 2009, sendo que o turismo residencial (uma das grandes apostas da organização em anos anteriores) viu o seu destaque reduzido. A aposta de futuro é na área da reabilitação urbana? Sem dúvida, a reabilitação urbana vai continuar a ser um dos temas centrais do SIL, sendo inclusivamente um dos grandes temas, a par do arrendamento, em debate nas conferências internacionais do evento. Como sabemos, Portugal tem ainda um grande deficit de edificado reabilitado em relação aos seus congéneres da União Europeia; há pois muito a fazer em Portugal neste segmento de negócio, sobretudo no centro das grandes cidades. Angola volta a ser o país convidado do SIL, à semelhança do que sucedeu em A que se ficou a dever esta decisão? Angola é um país que tem desempenhado um papel muito importante no desenvolvimento de novos negócios para as empresas portuguesas em geral e para o mercado imobiliário em particular. É conhecido o forte investimento angolano em Portugal e o cada vez maior número de empresas portuguesas a investir em Angola. Tem crescido também o número de parcerias entre empresas de ambos os países. Importa igualmente referir que a AIP/FIL, através do SIL - Salão Imobiliário de Portugal, em parceria com a Feira Internacional de Luanda e a APIMA, lançaram com grande sucesso, em 2010, o SIMA Salão Imobiliário de Angola, cuja 2.ª edição terá lugar em Luanda, em Maio de Por todos estes motivos e pela forte presença de projectos angolanos no SIL é mais do que justo valorizar esta aproximação entre empresários e entidades angolanas e portuguesas e trabalhar para o seu reforço. O reforço da internacionalização da feira vai continuar? A internacionalização é um factor importantíssimo para o sucesso dos negócios das nossas empresas. Além da habitual presença de expositores de Angola e Brasil, reforçada este ano com a assinatura oficial da criação da Confederação do Imobiliário dos Países de Língua Oficial Portuguesa, que tem como fundadores as associações de Portugal (APEMIP), Angola (APIMA) e Brasil. Estamos ainda a trabalhar no sentido de aproximar mais o SIL aos negócios com outros países, como é o caso de Moçambique, Cabo Verde e Marrocos. O prolongamento da parceria entre a Associação Industrial Portuguesa e a Câmara Municipal de Lisboa, no que se refere à organização do SIL, é uma boa notícia? O acordo de prolongamento da parceria entre a AIP e a Câmara de Lisboa foi assinado ontem, embora na prática a colaboração e o trabalho entre as duas instituições, no que se refere ao SIL, nunca tenha sofrido qualquer tipo de interrupção, decorrendo sempre na máxima normalidade e entendimento. Importa mesmo salientar o forte empenho que a Câmara de Lisboa dedica ao SIL, evento de importância relevante para o país e para a cidade de Lisboa em especial. Quais são os objectivos para o futuro? O grande objectivo para o futuro é que o SIL continue a ser o grande encontro do sector em Portugal como o tem sido até agora; que seja uma plataforma cada vez mais importante no contexto dos países da lusofonia e que seja uma ferramenta decisiva na consagração de negócios quer a nível interno ou externo. O SIL apresentar-se-á, como sempre, repleto de novidades e novas tendências capazes de ser o barómetro do mercado e ponto de partida para novas oportunidades de negócio. Pode o mercado imobiliário contar sempre com um SIL vivo, porta-voz de novas preocupações e oportunidades de negócio e canal que, de forma positiva e construtiva, trabalha arduamente para valorizar o sector.

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10 10 Público Imobiliário Quarta-feira 22 Setembro 2010 Actualidade Edifícios Espace e Explorer educam Parque das Nações Projectos de escritórios da Bouygues Imobiliária nascem na cidade de Lisboa. Mário Sua Kay foi o arquitecto responsável pela sua concepção NO AVIS EDIFÍCIO INFANTE T3 NO 15.º ANDAR ORIENTAÇÃO NASCENTE / SUL AR CONDICIONADO TEL Aqui encontra produtos exclusivos Público e Classificados Porto Rua João de Barros, n.º 313, Lj Tel /101 Aqui encontra produtos exclusivos Público e Classificados Braga Bracara - Rui Magalhães, Lda. R. Gen. Humberto Delgado, 47, Lj Tel A nossa grande preocupação foi desenhar um edifício bem-educado para com os projectos vizinhos e que não se pusesse aos gritos como hoje sucede em várias zonas de Lisboa. A explicação, em tons metafóricos, do arquitecto Mário Sua Kay sintetiza o trabalho realizado pela sua equipa nos edifícios de escritórios Espace e Explorer, que a Bouygues Imobiliária está a desenvolver na zona do Parque das Nações em Lisboa. A boa educação preconizada por Mário Sua Kay nestes dois edifícios, que se assumem como well-manner building (qualquer coisa como edifícios bem comportados), resulta do facto de ambos funcionarem optimamente a todos os níveis e de estarem perfeitamente integrados no local onde foram construídos. É isso que chamamos de edifícios bem-educados. São aqueles que não se querem impor pelo ruído que causam na paisagem mas sim por assumirem as características do lugar e implementarem as melhores soluções existentes no mercado, sublinhou o arquitecto em entrevista ao PÚBLICO Imobiliário. Mas se a boa educação é importante nas coisas da arquitectura, então, talvez seja bom começarmos pelo início, ou seja, por apresentar os projectos em questão. Aniceto Viegas, directorgeral da Bouygues Imobiliária, dá-nos uma ajuda: São dois edifícios diferentes. O Espace, como o nome indica, é um edifício que se caracteriza por ter pisos de grande dimensão, de mais de dois mil metros quadrados uma característica rara no mercado de Lisboa e que permite um space planning muito vertical. Será normalmente dirigido a empresas de maior dimensão. Já o Explorer tem na sua globalidade 5 mil metros quadrados, mas nestes cinco mil estão incluídos uma creche e um restaurante, pelo que, para escritórios sobra, mais ou menos, metros quadrados. Tem pisos de metros quadrados que são mais facilmente divisíveis em fracções de, por exemplo, 250 metros quadrados. E manda a boa educação que se conte a história toda. Este projecto tem uma história engraçada, uma vez que, inicialmente, a ideia era construir um edifício que recebesse a sede social de uma seguradora. Adquirimos o terreno e elaborámos o projecto. Todavia, acabámos por não chegar a acordo nas negociações, mas resolvemos manter a ideia de desenvolver um empreendimento de escritórios, agora sob uma perspectiva de colocação no mercado. Isto aconteceu em 2006 e, um ano depois, o projecto foi licenciado, sendo em seguida vendido a um fundo de investimento (Pramerica), referiu Aniceto Viegas ao PÚBLICO Imobiliário. Comercialização está a cargo da CB Richard Ellis e da B. Prime Planos Projectos chave-na-mão são aposta de futuro O futuro da Bouygues Imobiliária em Portugal passa pelo desenvolvimento de projectos chave-na-mão, concebidos à medida das necessidades do cliente. Aniceto Viegas, director-geral da promotora, frisou que há uma procura do utilizador, tanto em comércio como em escritórios, por este tipo de projectos. Temos, neste momento, quatro contactos muito interessantes numa perspectiva de projectos chave-na-mão para o utilizador. No caso dos escritórios, Aniceto Viegas diz que se tratam de operadores existentes, que querem mudar ou ter um edifício só para si, ao passo que no caso do comércio, são novos operadores que estão interessados no mercado e querem lojas de grande dimensão. Sobre os projectos ainda em desenvolvimento, este responsável destaca a construção do centro comercial Aqua Portimão, cuja conclusão está prevista para Março de Faltava então o arquitecto. A primeira opção foi olhar para o estrangeiro, mas a solução estava dentro do país. Por vezes, existe o estigma de achar que é necessário ter um arquitecto internacional para que o projecto tenha sucesso. No entanto, quando se conhece melhor o mercado nacional e os seus intervenientes, apercebemo-nos de que existem excelentes arquitectos e o Mário Sua Kay é um bom exemplo disso, confidenciou o director-geral daquela promotora. Sempre actual Mário Sua Kay ouviu as recomendações dos responsáveis da Bouygues Imobiliária e não perdeu tempo a conceber o projecto que, além da boa educação, distingue-se por outros factores: Há uma coisa que nos orienta muito na Sua Kay e que é o facto de querermos que os nossos edifícios se mantenham sempre actuais. Queremos que alguém olhe para um projecto nosso daqui a 40 anos e ache que ele acabou de ser construído. Essa é uma das nossas metas, afirmou o arquitecto, que não tem dúvidas de que conseguiremos isso no Espace e Explorer, edifícios que valem muito pela sua qualidade intrínseca, de materiais, de construção, e que se sustentará ao longo de todos estes anos, mesmo que um dia mais tarde possam vir a servir outro fim que não os escritórios. Além disso, estes dois projectos, onde o vidro e o ferro são os materiais predominantes, apresentam níveis excelentes de eficiência em termos da relação entre Área Bruta Locável (ABL) e Área Bruta de Construção (ABC), dispondo igualmente das últimas tecnologias do ponto de vista técnico, acústico e sustentável. Os edifícios, que se encontram quase concluídos, representam um investimento total de 43 milhões de euros (29 milhões no Espace e 14 milhões no Explorer). A comercialização, a cargo da CB Richard Ellis e da B. Prime, já se iniciou, apesar da Bouygues estar ciente de que só agora o mercado deverá começar a despertar para os dois edifícios: Tradicionalmente a comercialização arranca com alguma antecedência na esperança de um pré-arrendamento. Obviamente que a situação económica não proporcionou que houvesse um contacto de pré-arrendamento e, por norma, no mercado português, é necessário ter o edifício concluído para existirem contactos. E é isso que está a acontecer agora, revela Aniceto Viegas, que anuncia: Sem estar a referir empresas, posso avançar que existem três negociações a decorrer para ambos os edifícios, embora sejam negociações que ainda estão na sua fase inicial. Ainda assim, a Bouygues Imobiliária está esperançada de que nos próximos seis meses teremos os edifícios completamente colocados ou em fase final de comercialização. Questionado sobre os sectores económicos que estão a procurar estes dois projectos, o responsável máximo pela Bouygues Imobiliária em Portugal constata que são sectores ligados às tecnologias de informação, telecomunicações e consultoria. E são todas empresas multinacionais.

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