Semana da Reabilitação Urbana chega a Lisboa de 13 a 19 de abril

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1 QUARTA-FEIRA 11 MARÇO SUPLEMENTO COMERCIAL DESFRUTE DE UMA OPORTUNIDADE DE SONHO PROPRIEDADES PREMIUM Semana da Reabilitação Urbana chega a Lisboa de 13 a 19 de abril Estrangeiros compraram 25 mil casas em Portugal no ano passado CREDITO: TURISMO DE LISBOA / No total foram investidos 4,6 mil milhões na compra de habitação por estrangeiros em 2014, volume que tem potencial para duplicar, diz estudo da APR. p04 Luís Menezes Leitão reconduzido na presidência da ALP Já foi apresentada a 2ª edição da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa, que volta à capital entre os dias 13 e 19 de abril, realizando-se na Sociedade de Geografia de Lisboa. Estão previstas diversas ações e eventos, incluindo conferências, tertúlias, workshops e exposições, passeios pedestres e de barco, além da entrega do III Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. p03 Luís Menezes Leitão foi reeleito presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), assumindo assim o seu terceiro mandato à frente desta associação. Nova direção foi eleita para o quadriénio p04 Este suplemento é parte integrante do jornal PÚBLICO e não pode ser vendido separadamente 87c9b342-28ae-4427-badb-1b56a9b2ce17

2 02 Opinião IMOBILIÁRIO 11 MARÇO 2015 Está na hora de descobrir o que não sabemos da China Contributo da indústria cimenteira para a construção sustentável Luís Lima O que não sabemos sobre a China é imensamente mais importante do que aquilo que julgamos conhecer. Sabemos que a China é o país mais populoso do Mundo com quase um quinto da população mundial, que o Mandarim, a língua oficial do país, é a língua mais falada no Mundo e, por exemplo, que Portugal foi o terceiro mercado imobiliário europeu que atraiu mais investimentos chineses em 2014, depois do Reino Unido e da Espanha, a fazer fé na mais recente edição da revista mensal News China. Neste ranking, Portugal estará nos dez principais destinos do investimento externo chinês em bens imobiliários, uma lista onde só aparecem três países europeus, o nosso, o Reino Unido, e a Espanha. E como o que conta é a escala, bastará lembrar que num ano, só em transações imobiliárias de cidadãos chineses dos Estados Unidos da América, o primeiro destino deste mercado, foram gastos 10 mil milhões de euros. Escala, economia de escala, é algo que temos de incorporar na nossa preparação para atuar neste Mundo Global. Um por cento da população chinesa é mais gente do que a população de Portugal. Se um por cento da população da China tiver capacidade para investir no estrangeiro isto significa que existem mais de 10 milhões de chineses a querer investir fora da China. Um por cento. Escala é o que a União Europeia tenta ter e escala é, por exemplo, compreender que no segundo país mais populoso - a Índia um país onde por razões históricas o Inglês é uma das línguas oficiais, bastará que 5% da população fale e escreva Inglês corretamente (percentagem que seguramente peca por defeito) para que a República da Índia tenha a segunda maior população do Mundo a falar bem Inglês. Cinco por cento basta para que tenha mais gente a falar bem Inglês do que todos os habitantes do Reino Unido, realidade que explica o facto da Índia ser uma dos paraísos dos call centres. Voltando à China, importa referir, citando ainda a revista News China, que este movimento de cidadãos chineses a comprar propriedades no estrangeiro implica sempre, ou quase sempre, que a par da aquisição haja também o direito de residir. Mau seria que alguém pudesse comprar uma casa mas depois não pudesse residir nela. Isto é válido para as pessoas singulares mas também para as colectivas, como por exemplo consórcios idênticos ao que é citado no artigo - o consórcio chinês Wanda Group que terá pago 265 milhões de euros por um dos históricos arranha-céus de Madrid. Mesmo sabendo que o que não sabemos sobre a China é imensamente mais importante do que aquilo que julgamos conhecer, é inevitável que sectores como o imobiliário português não podem ignorar estas tendências do Mundo glogal e devem aproveitar tudo o que ajude a cimentar procuras potenciadoras do nosso crescimento. Divulgando Portugal como um país que está agora disponível para ser descoberto e para se mostrar como uma localização impar para muito bom investimento externo. Sem falsos pudores ou sombra de pecado e com a humildade de saber que o que desconhecemos sobre a China e sobre os chineses é tão ou mais importante do que o que julgamos saber. Presidente da CIMLOP Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa Luis Fernandes A indústria cimenteira procura responder aos desafios que se colocam em todas as áreas da construção, contribuindo com soluções inovadoras, pautadas por elevados padrões de desempenho. Os benefícios desta prática são incomensuráveis, visto que o betão, constituído essencialmente por cimento, agregados e água, é o material de construção mais utilizado em todo o mundo, com características únicas nas vertentes da sustentabilidade. O betão responde às necessidades sociais decorrentes do crescimento das cidades e da tendência de urbanização na Europa, que criam uma série de constrangimentos, tais como fornecimento de água e energia, saneamento e infra-estruturas de transporte, entre outros. É um material flexível, resistente e durável que, por não perder as suas propriedades ao longo do tempo, implica reduzida manutenção e renovação da construção. Sendo extremamente versátil e moldável, permite uma vasta gama de aplicações. Proporciona conforto e segurança, ao melhorar a eficiência energética e a resistência ao fogo das construções. A excelente inércia térmica do betão assegura a redução da transferência de calor em paredes e soalhos, evita o sobreaquecimento em climas quentes e diminui as necessidades de aquecimento e ar condicionado. Este aspecto é fundamental, uma vez que o consumo de energia em edifícios representa 35% das emissões europeias de gases com efeito de estufa. O betão contribui para a resistência ao fogo. Sendo inerte, estável, não inflamável e com baixa condutividade térmica, não arde nem liberta fumos, preserva grande parte das características mecânicas e tem um papel relevante em termos de segurança, evitando a propagação dos incêndios. Como pavimento em túneis, contribui para manter as condições de acessibilidade e utilização dos meios de socorro, permitindo o salvamento de vítimas humanas. São evidentes outros benefícios ambientais, decorrentes do desempenho de ciclo-de-vida: a reciclagem do betão e desconstrução, em que elementos completos são reutilizados, permitem conservar os recursos naturais e evitar a deposição dos resíduos em aterro e a extracção, produção e transporte de matérias primas. Outro importante contributo para a eficiência de recursos é a possibilidade dos pavimentos em betão serem reciclados em agregados. O efeito da carbonatação, em que parte do CO2 emitido durante a produção de cimento é reabsorvida, é reforçado quando o betão é britado e reciclado. O betão contribui para a redução das emissões no sector dos transportes, que representa 20% do total das emissões europeias de gases com efeito de estufa. Estes pavimentos podem levar à redução do consumo de combustível de veículos pesados em cerca de 6%, devido à menor resistência ao rolamento. O contributo deste material para o relançamento da economia europeia é evidente e decisivo, já que o sector da construção é alavanca de crescimento económico, inovação e criação de emprego. O betão é um pilar fundamental deste sector e, sendo um material local, beneficia a economia envolvente e permite que o investimento na construção retorne à comunidade. Em conclusão, o betão apresentase como espinha dorsal da construção sustentável, contribuindo na resposta aos grandes desafios sociais, económicos e ambientais da Europa. Presidente da ATIC Associação Técnica da Indústria de Cimento

3 IMOBILIÁRIO 11 MARÇO 2015 Reabilitação Urbana 03 Semana da Reabilitação Urbana chega a Lisboa de 13 a 19 de abril Já foi apresentada a 2ª edição da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa, que volta à capital entre os dias 13 e 19 de abril, realizando-se na Sociedade de Geografia de Lisboa Susana Correia Durante sete dias, a cidade de Lisboa estará uma vez mais intensivamente dedicada à reabilitação urbana, promovendo-se entre 13 e 19 de abril um conjunto de iniciativas que pretendem incentivar o debate e dinamizar as vivências em torno deste movimento. A Semana da Reabilitação Urbana volta a Lisboa pela segunda vez e foi apresentada no final da passada semana nos Paços do Concelho, contando, uma vez mais, com o apoio transversal da autarquia lisboeta, para quem este evento contribuirá, com toda a certeza, para a concretização de novas parcerias e de mais investimento na área de reabilitação urbana, comentou, na ocasião, Jorge Catarino, Diretor Municipal do Planeamento, Reabilitação e Gestão Urbanística. A autarquia vai marcar presença em diversas iniciativas da Semana, incluindo a instalação de um posto de atendimento em permanência durante os dias do evento para quem pretenda saber mais ou fazer reabilitação urbana no concelho. A Sociedade de Geografia de Lisboa acolherá a nova edição da Semana da Reabilitação Urbana Lisboa, que pretende repetir o sucesso do ano anterior e atrair ainda mais pessoas para esta plataforma de partilha de partilha de conhecimento sobre a atividade da reabilitação urbana, disse também Arturo Malingre, Diretor do evento e parte da organização, assegurada pela parceria Vida Imobiliária/Promevi. Entre os A II Semana da Reabilitação Urbana Lisboa foi apresentada a 5 de março dias 13 e 19 de abril estão previstas diversas ações e eventos, incluindo conferências, tertúlias, workshops e exposições, passeios pedestres e de CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA barco, além da entrega do III Prémio Nacional de Reabilitação Urbana. No ciclo de conferências, estarão a debate os temas que mais importam na atualidade na área da reabilitação urbana, garante a organização, que revela ainda que, além destas conferências, a Sociedade de Geografia acolherá também o espaço da Reabilitação Urbana, que reunirá empresas e entidades atuantes na reabilitação urbana. A II Semana da Reabilitação Urbana Lisboa conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e no setor empresarial, estão já confirmados os apoios da Schmitt+Sohn Elevadores, Secil, e Ecociaf, Montepio, Weber, Sanitana, Grupo Sanjose, Cari Construtores, Constru, CBRE, Cushman & Wakefield, Osvaldo Matos e Luz e Som. Nos patrocínios institucionais alinham a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o InCi, o IHRU, o LNEC, a ALP e a ATIC. A ALP, Instituição Centenária dedicada à defesa intransigente do direito de propriedade, oferece aos proprietários de imóveis constituídos em propriedade horizontal, um conjunto integrado de soluções na área da Gestão. Os serviços da ALP Condomínios asseguram, com elevado sentido de responsabilidade e transparência, Assistência Jurídica, Gestão Técnica e Gestão Administrativa deste importante sector da actividade imobiliária. Para mais informações: telefone: associacaolisbonensedeproprietarios Visite-nos em

4 04 Atualidade IMOBILIÁRIO 11 MARÇO 2015 Estrangeiros compraram 25 mil casas em Portugal ALP Reabilitação Urbana: Está para ficar! Susana Correia No total foram investidos 4,6 mil milhões na compra de habitação por estrangeiros em 2014, volume que tem potencial para duplicar, diz estudo da APR Em 2014, a venda de imóveis habitacionais a estrangeiros atingiu os 4,6 mil milhões num total de 25 mil unidades, revela um estudo conduzido pela Associação Portuguesa de Resorts (APR) em parceria com a PwC. Citando dados da APEMIP, o documento nota ainda que estas vendas permitiram gerar 230 milhões em impostos e outros mil milhões de euros em gastos relacionados com a manutenção e utilização das casas. O Golden Visa gerou cerca de 1/3 das vendas em valor. Apesar da boa performance registada em 2014, a APR acredita que é possível duplicar o valor das vendas, mas também conquistar maior quota de mercado no turismo residencial, atualmente dominado pela Espanha, França e Itália. De acordo com as contas desta associação no estudo Impacto na economia portuguesa de cada novo residente estrangeiro, Portugal tem capacidade para atingir vendas de 50 mil unidades residenciais por ano, gerando receitas de 10 mil milhões, além de 500 milhões em impostos diretos e a criação de 120 mil postos de trabalho por ano. A estes números acrescem ainda as receitas indiretas provenientes do setor do comércio e serviços, nota ao estudo, que prova que o Turismo Residencial tem um efeito multiplicador na economia nacional e uma importância crucial na atração de investimento estrangeiro, de consumo interno e criação de postos de trabalho, afirma Diogo Gaspar Ferreira, presidente da APR. A associação acredita ainda que é possível aumentar a quota de mercado de Portugal no Turismo Residencial europeu de 5% para 10%, aproximando-se dos concorrentes mais diretos nomeadamente Es- A APR acredita que poderão ser vendidas 50 mil casas por ano a estrangeiros panha, com 40%, e Itália e França com 20% cada. Mas para tal, é necessário apostar num intenso programa de promoção internacional do país como destino de segunda habitação, diz a APR. Ainda que a legislação criada pelos dois últimos governos tenha contribuído de forma decisiva para afirmar Portugal como um dos destinos mais atrativos sob o ponto de vista fiscal e de acessibilidade ao espaço Schengen, é preciso ir mais longe, afirma Diogo Gaspar Ferreira. Luís Menezes Leitão reconduzido na presidência da ALP Ana Tavares Nova direção foi eleita para o quadriénio Luís Menezes Leitão foi reeleito presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), com mais de 74% dos votos e assumindo assim o seu terceiro mandato à frente desta associação. De acordo com a nota da ALP, que é a mais antiga e representativa associação de defesa dos direitos e interesses dos proprietários urbanos à escala nacional, a eleição, realizada a 5 de março, registou uma histórica adesão dos associados, reunindo mais de votantes. A nova Direção da ALP, eleita para o quadriénio , é composta por Luís Menezes Leitão (Presidente), Iolanda Gávea (Vice- Presidente), Luzia Gomes Pedro e Diana Ralha. A estrutura diretiva da ALP reitera o compromisso da defesa, sem tréguas, da reforma do arrendamento, nomeadamente na mudança de ciclo político que se avizinha. A nova Direção da ALP bater-se-á igualmente pela redução dos elevadíssimos impostos que esmagam o setor, refere a nota divulgada pela ALP. Internamente, a nova Direção da ALP assume como compromisso prioritário para o próximo mandato a criação de um Gabinete de Apoio à Reabilitação Urbana, um serviço que se traduzirá num apoio transversal e multidisciplinar ao associado ALP naquela que será a grande tendência do mercado imobiliário português após a reforma do arrendamento estar concluída: a reabilitação urbana. Opinião Paulo Silva Desde que em 2013 se realizou no Porto a primeira Semana da Reabilitação Urbana muito se alterou, para melhor, no mercado imobiliário nacional, através de um crescimento que beneficiou praticamente todos os seus segmentos: escritórios, habitação, logística, residencial e retalho, embora com as assimetrias geográficas a que já estamos habituados. No decurso deste intervalo de tempo, a Reabilitação Urbana acentuou a sua importância como revelam as intervenções que têm vindo a acontecer, e que se encontram previstas, no centro das nossas cidades com particular relevância para o da baixa pombalina em Lisboa. Estamos na presença de um movimento que tem um carácter duradouro que ultrapassa o de uma etérea moda e que, em complemento à atomização inicialmente verificada, começa a envolver projectos com uma massa crítica de relevo como se perspectiva das intervenções futuras que venham a ser realizadas nos dois conjuntos de edifícios transacionados na Av. da Liberdade e na Av. Fontes Pereira de Melo, entre o final de 2014 e o início de Managing Director da Aguirre Newman Portugal Presidente da ACAI VENDE-SE / ARRENDA-SE A TF Turismo Fundos, SGFII SA torna público o início dos procedimentos de arrendamento/venda dos seguintes imóveis: HOTEL EM VIEIRA DO MINHO Nº quartos: 22 suites + 2 duplos Área de Construção: m² Data de Construção: 2007 LU para hotel rural (5 estrelas) HOTEL EM TÁBUA Nº de quartos: 74 ( suites) Área de Construção: m² Nº de Pisos: 6 (2 abaixo do solo) Data de Construção: 1994 Piscina interior e ginásio Salas de conferências As regras do procedimento de arrendamento/venda, dossier promocional e demais informações estão disponíveis, a pedido, na sede da TF Turismo Fundos. As propostas de aquisição e/ou arrendamento dos imóveis deverão ser entregues até às 18:00 do dia 6 de abril de Contactos: NOTA: A Turismo Fundos, SGFII, SA, reserva-se no direito de não vender ou arrendar os imóveis caso as condições oferecidas não sejam consideradas adequadas.

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6 06 Oportunidades IMOBILIÁRIO 11 MARÇO 2015 Millennium bcp mostra habitação de gama média-alta em encontros com clientes O Banco já iniciou uma série de encontros com clientes do segmento Prestige e mediadores parceiros em que apresenta imóveis habitacionais de gama média-alta de norte a sul do país Mercado Lagos e Viana do Castelo foram os dois primeiros destinos deste roadshow promovido pelo Millennium bcp no âmbito da estratégia de dinamização da sua carteira imobiliária, mas outros já receberam a iniciativa. Foram eles Almada, Foz (Porto), Santarém, Vila do Conde e Vilamoura. Segue-se agora Gaia, numa série de encontros que se realizam até final de abril nas diversas sucursais do Banco e que pretendem reunir em, em média, cerca de 40 pessoas cada. Dirigidos aos clientes do Banco do segmento Prestige estes eventos pretendem dar a conhecer a oferta dos nossos melhores imóveis de habitação em cada zona, diz ao Público Imobiliário Carlos Nunes, Responsável Vendas - Retalho Sul da Direção de Negócio Imobiliário do Millennium bcp, que detalha ainda que se tratam sobretudo de imóveis de gama média-alta, ou seja, de valores de venda acima de 250 mil euros. O target deste encontros são sobretudo clientes particulares, quer quem tenha caraterísticas de cliente final quer quem tenha já alguma experiência como investidor, diz ainda Carlos Nunes, adiantando que também estão convidados a participar diversos mediadores parceiros do Banco, que o Millennium bcp espera que valorizem esta ação e sintam que é mais um evento que criamos também para os ajudar no seu trabalho de identificação de clientes compradores. Mas além disso, esperamos que haja uma reação muito positiva dos mesmos, que deverá traduzir-se em vendas. Da parte dos mediadores, as expectativas também são elevadas. Em comentário ao Público Imobiliário, Paulo Silva, Broker Owner e sócio fundador da Century 21 Realty Art, que trabalha o mercado do Algarve (sobretudo Albufeira, Loulé, Silves, Portimão e Lagos), além de ser bom exemplo da proatividade do Banco, esta ação alia o conhecimento de mercado e capacidade comercial dos mediadores ao facto dos clientes gostarem de boas oportunidades e de confiarem no seu Banco. Também Cláudio Cruzeiro, proprietário da Unium, que trabalha o mercado de Viana do Castelo, frisa que os clientes se sentem muito mais seguros quan- Lagos foi um das primeiras cidades a acolher a iniciativa do Millennium bcp do as informações partem de uma instituição financeira, além de que nestas abordagens, existe quase um cunho de bom negócio onde se nota uma certa fidelidade do cliente em relação ao Banco. Já para Paulo Barbosa, Gerente da mediadora CASA ABERTA mostra os melhores imóveis para venda Além dos encontros promovidos nas sucursais do Banco em diferentes pontos do país, o roadshow de imóveis habitacionais de gama média-alta promovido pelo Millennium bcp contempla ainda uma iniciativa denominada Casa Aberta. Dirigida aos mediadores parceiros, trata-se de uma ação que prevê a visita a alguns dos imóveis habitacionais destacados nos encontros, nomeadamente aqueles que, ImoEnergi, que atua sobretudo em Vila do Conde e Póvoa do Varzim, não há dúvida de que estes encontros podem ser muito benéficos, tendo em conta o contacto que promovem entre as diferentes partes intervenientes. dentro da carteira detida pelo Banco, mais se destacam na respetiva zona. São tendencialmente os melhores imóveis disponíveis para venda, refere Carlos Nunes, Responsável Vendas - Retalho Sul da Direção de Negócio Imobiliário do Millennium bcp. Para Paulo Silva, da Century 21 Realty Art, tratase de uma excelente técnica de marketing imobiliário, que pressupõe a vontade de partilhar informação e negócios. Quanto a vendas efetivas resultantes destes encontros, não foi quantificada uma meta, até tendo em conta que é a primeira ação que realizamos com este enquadramento, refere Carlos Nunes, acrescentando que, ainda assim, se considera naturalmente que estas ação são potenciadoras de negócio. Refira-se que, além da apresentação da oferta habitacional de gama média-alta detida pelo Banco, cada um dos encontros prevê facultar informação sobre o desempenho recente do mercado imobiliário nacional e local, e apresentar ainda alguns indicadores quanto às expectativas de evolução deste mercado em 2015, explica Carlos Nunes. Habitação de gama média-alta continua com muita procura O mercado habitacional de gama média-alta continua a registar bons níveis de procura, especialmente a Sul do país. O mercado mostra bons sinais na sua generalidade diz Paulo Silva, que trabalha a região do Algarve. Para este profissional há que dis- CREDITO_ CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOS tinguir, contudo, o mercado que tem potencial para o regime de Residente Não Habitual e para o Golden Visa, ou seja, a segunda habitação para estrangeiros, e o mercado nacional. No primeiro caso, há sinais de retoma evidentes e perspetiva-se uma retoma dos preços. Já no segundo caso, os preços ainda estão a cair, apesar das melhorias que se vislumbram no financiamento disponível. A Norte, e mais concretamente na zona de Viana do Castelo, o mercado residencial continua com enorme procura por parte de potenciais clientes, notando-se uma escassez de oferta que acreditamos que continuará a acentuar-se ao longo do ano, comenta Cláudio Cruzeiro, da Unium. Em concreto em relação ao mercado de gama média-alta, Paulo Barbosa, da ImoEnergi, mediadora que trabalha Vila do Conde e Póvoa do Varzim, considera que este segmento não tem tido este ano uma procura acentuada, mas está convicto de que no decorrer do ano, a tendência será de melhoria.

7 IMOBILIÁRIO 11 MARÇO 2015 Oportunidades 07 Oportunidades Imobiliário Habitacional Preços de transação há um ano em terreno positivo O novo Índice de Preços Residenciais da Confidencial Imobiliário, apurado com base em informação sobre vendas proveniente do SIR Sistema de Informação Residencial, indicou que no mês de Novembro de 2014 os preços de venda no mercado habitacional nacional registaram uma variação homóloga de 3,4%. Desde Outubro de 2013 que o mercado regista variações homólogas positivas nos preços de transação. Essas taxas têm-se conservado em torno dos 1,0%, completando já um ciclo de um ano com essa tendência. Preços Habitação - Portugal Índice de Preços Residenciais (2011=100) 120 Mais Oportunidades Millennium na área de imobiliário de millenniumbcp.pt. Marque as suas visitas através da linha M Imóveis (atendimento personalizado das 10h-22h). Custo máximo por minuto: 0,10 para chamadas a partir da rede fixa e 0,25 para chamadas a partir da rede móvel. Acresce IVA. MORADIA T4 Ref.ª: Preço: Concelho: Maia Freguesia: Cidade da Maia Localização: Rua Adelino Amaro da Costa, 117 Área: 352 m² Ano: 2005 Classe Energética: D Jan-07 Valor Médio da Oferta/m 2 (4.º trimestre 2014) Dez-14 MORADIA T2 Ref.ª: Preço: Concelho: Óbidos Freguesia: Vau Localização: Rua do Sol Poente, 72, R/c Área: 148 m² Ano: 2008 Classe Energética: B B A A-Norte B-AM Porto D C C-Centro D-AM Lisboa E-Alentejo F-Algarve MORADIA T3 Ref.ª: Preço: Concelho: Loulé Freguesia: Quarteira Localização: Rua da Irlanda (Vilamoura), Lote /15 Área: 126 m² Ano: 1994 Classe Energética: C E F Índice Confidencial Imobiliário SIR e Ci/LardoceLar.com MORADIA T3 Ref.ª: Preço: Concelho: Castro Marim Freguesia: Castro Marim Localização: Castro Marim Golf And Country Club, Lote Área: 188 m² Ano: 2007 Classe Energética: D

8 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS E EMPRESAS DE MEDIAÇÃO IMOBILÁRIA DE PORTUGAL 87c9b342-28ae-4427-badb-1b56a9b2ce17

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