U NIVE LUSÍ. Fac. Lisboa. Realizado por: ão do Júri: Constituiçã. Presidente Orientador. r: Arguente: Dissertação

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1 U NIVE RSID ADE LUSÍ ADA DE L ISBO A Fac uldadd e de Arquitectura e A rtes Mestrado integrado e m Arquitectura Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Realizado por: Inês Joana dee Paiva Ferreira Cardoso Orientado por: Prof. Doutor Arqt. Bernardo d'orey Manoel Constituiçã ão do Júri: Presidente : Orientador r: Arguente: Dissertação aprovadaa em: Prof. Doutorr Arqt. Joaquim Joséé Ferrão dee Oliveira Braizinha Prof. Doutorr Arqt. Bernardo d'orey Manoell Prof. Doutorr Arqt. Fernando Manuel Domingues Hipólito 5 de Dezembro de 2012 Lisboa 2012

2 U N I V E R S I D A D E L U S Í A D A D E L I S B O A F a c u l d a d e d e A r q u i t e c t u r a e A r t e s Mestrado Integrado em Arquitectura Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso Lisboa Outubro 2012

3 U N I V E R S I D A D E L U S Í A D A D E L I S B O A F a c u l d a d e d e A r q u i t e c t u r a e A r t e s Mestrado Integrado em Arquitectura Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso Lisboa Outubro 2012

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5 Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Dissertação apresentada à Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa para a obtenção do grau de Mestre em Arquitectura. Orientador: Prof. Doutor Arqt. Bernardo d'orey Manoel Lisboa Outubro 2012

6 Ficha Técnica Autora Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso Orientador Prof. Doutor Arqt. Bernardo d'orey Manoel Título Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Local Lisboa Ano 2012 Mediateca da Universidade Lusíada de Lisboa - Catalogação na Publicação CARDOSO, Inês Joana de Paiva Ferreira, Lisboa, a cidade e as muralhas : limites e articulações / Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso ; orientado por Bernardo d'orey Manoel. - Lisboa : [s.n.], Dissertação de Mestrado Integrado em Arquitectura, Faculdade de Arquitectura e Artes da Universidade Lusíada de Lisboa. I MANOEL, Bernardo de Orey, LCSH 1. Espaço (Arquitectura) - Portugal - Lisboa 2. Frentes marítimas - Portugal - Lisboa 3. Muralhas da cidade - Portugal - Lisboa 4. Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes - Teses 5. Teses Portugal - Lisboa 1. Space (Architecture) - Portugal - Lisbon 2. Waterfronts - Portugal - Lisbon 3. City walls - Portugal - Lisbon 4. Universidade Lusíada de Lisboa. Faculdade de Arquitectura e Artes - Dissertations 5. Dissertations, Academic - Portugal - Lisbon LCC 1. NA2765.C

7 AGRADECIMENTOS Ao Prof. Doutor Arqt. o Bernardo d Orey Manoel, meu orientador, um agradecimento especial por me acompanhar e guiar a finalização do meu 5º ano que culminou na elaboração desta dissertação. Agradeço também a disponibilidade e paciência que demonstrou na orientação e construção deste escrito. Foi um privilégio ter sido sua orientanda. Agradeço a todos os professores do curso que contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional, pelos conhecimentos e pelas competências que me transmitiram ao longo do meu percurso académico. Um agradecimento ao Centro de Estudos Olisiponenses, à Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian e à Mediateca da Universidade Lusíada, onde encontrei informação e motivação para escrever. Agradeço finalmente à minha família e amigos pela paciência, apoio e compreensão incondicionais durante todo o curso e na conclusão deste escrito. A todos os que me acompanharam, os meus sinceros agradecimentos.

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9 APRESENTAÇÃO Lisboa, a cidade e as muralhas: limites e articulações Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso O estudo do limite como tema provou ser um tópico deveras interessante. O modo como o espaço se modela perante o limite e as articulações que aí se encontram, é uma problemática muito abrangente, sendo este um tema constante na arquitectura. O presente trabalho não procura oferecer uma resposta, mas antes contribuir para a reflexão sobre a estrutura urbana onde se encontram duas realidades cidade e rio e de como a sua relação evoluí ao longo do tempo. Enquadrando esta investigação em três temas: limite e tempo, limite e espaço e limite e projecto. Este escrito fundamenta e aprofunda o estudo que gerou o conceito para o desenvolvimento da proposta final de Projecto III o limite. Alicerçando-se este trabalho no estudo da evolução da cidade de Lisboa e do Rio Tejo, bem como no estudo de três obras de referência em que a ideia de limite está presente. Palavras-chave: Articulações, Aterros, Limite, Lisboa, Rio Tejo

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11 PRESENTATION Lisbon, the city and the walls: limits and articulations Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso The study of limit proved to be a very interesting theme. The way in which space molds itself in the presence of a limit, as well as, the articulations that meet there are a broad and complex subject. To this extent, one can say that this is a constant matter in terms of architecture. The current project is not looking to offer any answer to the presented problem, but to contribute to a deep reflection about the urban structure, where two different realities encounter each other city and river. Moreover, it will be observed how the relationship between the two realities, above mentioned, evolve throughout the time. To do so, the research will be contextualized according to three different topics: limit and time, limit and space and limit and project. The present dissertation justifies and deepens this study, that has also been responsible for the concept of the final proposal of Projecto III the limit. All the work developed was based on the study of Lisbon city evolution and Tagus River, as well as, on the research made over three reference works, in which the idea of the limit is always present. Keywords: Articulations, Embankment, Limit, Lisbon, Tagus River

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13 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Ilustração 1 Lisboa vista de Almada, Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 2 Praça do Comércio, Sousa & Fino, Ltd a., 1903/ (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 3 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa mostrando a Cêrca Moura e o Esteiro do Rio Tejo que penetrava pelo Vale da Baixa, Augusto Vieira da Silva, ([Adaptação a partir de] Silva, 1987, p.8) Ilustração 4 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa mostrando a Cêrca Moura e o Esteiro do Rio Tejo que penetrava pelo Vale da Baixa, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987, p.8) Ilustração 5 Representação da Disposição das forças que cercavam Lisboa, El Alphonso del cavallero Dom Francisco Botelho de Moraes y Vasconcelos, (Garcia, 2009, p.24) Ilustração 6 Fragmento da planta de Lisboa actual sobreposta á da Lisboa anterior ao Terramoto de 1755, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987a) Ilustração 7 Planta de Lisboa em 1650", João Nunes Tinoco, (Câmara Municipal de Lisboa, s.d.) Ilustração 8 Torreão e galeria do Paço da Ribeira, pormenor de um dos painéis dos Santos Mártires de Lisboa Anónimo, século XVI. (Garcia, 2009, p.43) Ilustração 9 Lisboa, gravura publicada por Georg Braunius em Urbium preacipiarum mund theatrum quintum, Georg Braunius, (Garcia, 2009, p.58) Ilustração 10 Paço da Ribeira e palácio Corte Real, Pieter van den Berge, (Melo, 2009, p.67) Ilustração 11 Vista de Lisboa durante o desembarque de Filipe II de Portugal no Terreiro do Paço em 29 de Junho de 1619, Hans Schorken, (Melo, 2009, p.64-65) Ilustração 12 Vista do Aqueduto (Vale de Alcântara), desenho de J. Wells, gravura de Noel, século XVIII. (Gama, 2009, p.74) Ilustração 13 Sebastião José de Carvalho e Melo, Louis Michel Van Loo, (Gama, 2009, p.80) Ilustração 14 Carta Topográfica em que se da parte mais arruinada de Lisboa tal como se encontrava antes do terramoto de 1755 e que se destinava a servir de base às remodelações urbanas subsequentes àquela catástrofe", Manuel da Maia, século XVIII. (Gama, 2009, p.84)... 55

14 Ilustração 15 Planta topográfica de parte de Lisboa numa litografia colorida em que se copia do projecto aprovado para a reconstrução da cidade, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, século XVIII. (Gama, 2009, p.86-87) Ilustração 16 Vista aérea da Baixa Pombalina, Gabinete de Estudos Olisiponenses, (Gama, 2009, p.88) Ilustração 17 Basílica da Estrela, gravura de Robert Batty, desenho de Thomas Jeavons, (Gama, 2009, p.89) Ilustração 18 Palácio Real da Ajuda, Alexandre de Michellis, (Gama, 2009, p.89) Ilustração 19 Partida de D. João VI para o Brasil em 27 de Novembro de 1807, F. Bartollozzi, século XIX. (Gama, 2009, p.89) Ilustração 20 Embarque no Cais do Sodré do general Junot na sua retirada para França, F. Bartollozzi, século XIX. (Garcia, 2009, p.94) Ilustração 21 Desembarque d'el rei Dom João VI, Constantino de Fontes, (Garcia, 2009, p.99) Ilustração 22 Passeio Público - Iluminação para as Festas de Caridade", Gabinete de Estudos Olisiponenses, (Canedo, 2009, p.104) Ilustração 23 Teatro D. Maria II", Gabinete de Estudos Olisiponenses, (Canedo, 2009, p.104) Ilustração 24 Carta Topográfica da Cidade de Lisboa levantada entre 1856 e 1858, direcção geral de Filipe Folque, século XIX. (Câmara Municipal de Lisboa, 1858) Ilustração 25 Estação Ferroviária de Santa Apolónia, Eduardo Portugal, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 26 Aterro junto a Santa Apolónia, Eduardo Portugal, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 27 Excerto da Carta Topográfica de Lisboa, tendo sobrepostas a tinta encarnada as alterações feitas até 1911, Câmara Municipal de Lisboa, (Câmara Municipal de Lisboa, 1871) Ilustração 28 Construção do aterro, Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 29 Aterro da Boavista, Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 30 Planta da Cidade de Lisboa com diferentes melhoramentos introduzidos e projectados em 1888, (Câmara Municipal de Lisboa, 1888)... 69

15 Ilustração 31 Vista Aérea da zona do Cais do Sodré e Praça Duque da Terceira, Mário de Oliveira, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 32 Cais do Sodré e Praça Duque da Terceira, Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 33 Carta Topográfica de Lisboa, tendo sobreposta a tinta encarnada as alterações feitas até 1911", Câmara Municipal de Lisboa, (Câmara Municipal de Lisboa, 1871) Ilustração 34 A revolução de 5 de Outubro de 1910, (Relvas, 2009, p.111) Ilustração 35 Golpe militar do 28 de Maio, o general Gomes da Costa seguido do seu estado-maior durante a parada militar realizado no Campo Grande, após a sua vitória, (Relvas, 2009, p.113) Ilustração 36 Plano Director de Urbanização de Lisboa ", Câmara Municipal de Lisboa, (Relvas, 2009, p.114) Ilustração 37 Excerto da Planta de Lisboa organizada em 1899 que serviu de minuta ao levantamento topográfico em , o traçado a tinta encarnada representa as modificações feitas até 1948", Câmara Municipal de Lisboa, (Câmara Municipal de Lisboa, 1899) Ilustração 38 Estação do Cais do Sodré", Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 39 Estação Fluvial do Sul e Sueste", Eduardo Portugal, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 40 Exposição do Mundo Português", Eduardo Portugal, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 41 Planta de Lisboa em 1940", José Pires Barroso, (Câmara Municipal de Lisboa, 1940) Ilustração 42 Parque das Nações: Pavilhão dos Oceanos (Oceanário)", (Relvas, 2009, p.125) Ilustração 43 Vista aérea da zona do Cais do Sodré e Ribeira, Pinheiro Correia, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 44 Docas seca e de reparação no Arsenal da Marinha", Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) Ilustração 45 Planta da Requalificação da Ribeira das Naus", PROAP, (PROAP, 2008) Ilustração 46 Perspectiva da Requalificação da Ribeira das Naus", PROAP, (PROAP, 2008)... 82

16 Ilustração 47 Vista aérea do Novo Terminal de Cruzeiros", Carrilho da Graça Arquitectos, (Carrilho da Graça Arquitectos, 2008) Ilustração 48 Vista da encosta de Alfama e do Novo Terminal de Cruzeiros", Carrilho da Graça Arquitectos, (Carrilho da Graça Arquitectos, 2008) Ilustração 49 " Troço da muralha fernandina no Liceu Gil Vicente", Gabinete de Estudos Olisiponenses, (Garcia, 2009, p.30) Ilustração 50 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa mostrando a Cêrca Moura e o Esteiro do Rio Tejo que penetrava pelo Vale da Baixa, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987, p.8) Ilustração 51 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa que compreende a parte abrangida pela Cêrca Moura, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987, p.58) Ilustração 52 Fragmento da planta de Lisboa actual sobreposta á da Lisboa anterior ao Terramoto de 1755, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987a) Ilustração 53 Fragmento da estampa n.º 2, Georg Braunius, (Silva, 1987a, p.25) Ilustração 54 Planta Parcial de Lisboa do ano 1884, no qual está marcado o traçado da Cerca Fernandina", (Silva, 1987a) Ilustração 55 Lisboa - o seu limite ao longo do tempo. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 56 Lisboa Pré-Histórica - Traço a negro do limite de Lisboa e do Esteiro do Rio Tejo. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 57 Lisboa Romana - Traço a negro do limite de Lisboa e Traço a vermelho da Cerca Moura. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 58 Lisboa Medieval - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura e Traço a Vermelho da Muralha da Ribeira. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 59 Lisboa Medieval - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura e da Muralha da Ribeira e Traço a Vermelho da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 60 Lisboa Manuelina - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 61 Lisboa Pombalina - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 62 Lisboa Oitocentista - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012)

17 Ilustração 63 Lisboa Novecentista - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 64 Lisboa actualmente - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 65 Piscinas do Atlântico, Paulo David, ([Adaptação a partir de] David, 2012) Ilustração 66 Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, /1999, Álvaro Siza, ([Adaptação a partir de] Machabert et al., 2009, p.106) Ilustração 67 Esquisso da Planta da Escola Superior de Comunicação Social, João Luís Carrilho da Graça, ([Adaptação a partir de] Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.14-15)) Ilustração 68 Piscinas do Atlântico", Paulo David, (David, 2012) Ilustração 69 Piscinas do Atlântico e passeio marítimo Das Salinas, Câmara de Lobos", Fernando Guerra, (David, 2008, p.42) Ilustração 70 Piscinas do Atlântico e passeio marítimo Das Salinas, Câmara de Lobos", Fernando Guerra, (David, 2008, p.39) Ilustração 71 Piscinas do Atlântico e passeio marítimo Das Salinas, Câmara de Lobos", Fernando Guerra, (David, 2008, p.39) Ilustração 72 Piscinas do Atlântico: 1-Forno de Cal; 2-Bar; 3-Piscinas e Solário; 4- Passeio Marítimo; 5-Restaurante; 6-Jardim; 7-Praça e Parque de Estacionamento Subterrâneo", David, (David, 2008, p.38) Ilustração 73 Planta à cota 6,00 metros, Piscinas e Solário", David, (David, 2008, p.41) Ilustração 74 Corte pelas Piscinas, Restaurante, Jardim, Praça e pelo Estacionamento Subterrâneo", David, (David, 2008, p.41) Ilustração 75 Piscinas do Atlântico e passeio marítimo Das Salinas, Câmara de Lobos", Fernando Guerra, (David, 2008, p.45) Ilustração 76 Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, /1999", Álvaro Siza, (Machabert et al., 2009, p.106) Ilustração 77 Planta de Implantação do Pavilhão Carlos Ramos e da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto", Álvaro Siza, (Dias, 1995, p.51) Ilustração 78 Planta do Pavilhão Carlos Ramos e da casa mãe da Quinta da Póvoa, Álvaro Siza Vieira, (Siza, 1994, p.137)

18 Ilustração 79 Pátio interior e a Árvore Centenária, Hisao Suzuki, (Siza, 1994, p.137) Ilustração 80 Fachada Poente do Pavilhão Carlos Ramos, Hisao Suzuki, (Siza, 1994, p.138), Ilustração 81 Entrada do Pavilhão Carlos Ramos, Hisao Suzuki, (Siza, 1994, p.138) Ilustração 82 Fachada Nascente do Pavilhão Carlos Ramos, Hisao Suzuki, (Siza, 1994, p.139) Ilustração 83 Escola Superior de Comunicação Social, João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.36-37) Ilustração 84 Planta de Implantação: 1-Escola Superior de Educação; 2-Escola Secundária de Benfica; 3-Escola de Comunicação Social, João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.38) Ilustração 85 Esquisso da Planta da Escola Superior de Comunicação Social, João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.14-15) Ilustração 86 Plantas da Escola Superior de Comunicação Social - piso 0 e -1, João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.40) Ilustração 87 Alçado Sul", João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.68) Ilustração 88 Alçado Norte", João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.74) Ilustração 89 Entrada da Escola Superior de Comunicação Social - Alçado Norte. (Ilustração nossa, 2007) Ilustração 90 Terreiro do Paço e Cais das Colunas. (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 91 Campo das Cebolas. (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 92 Lisboa Pré-Histórica".(Ilustração nossa, 2012) Ilustração 93 Lisboa Romana - Traço a negro do limite de Lisboa e Traço a vermelho da Cerca Moura. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 94 Lisboa Medieval - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura e da Muralha da Ribeira e Traço a Vermelho da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 95 Planta topográfica de parte de Lisboa numa litografia colorida em que se copia do projecto aprovado para a reconstrução da cidade, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel, século XVIII. (Gama, 2009, p.86-87)

19 Ilustração 96 Lisboa Oitocentista - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 97 Lisboa Novecentista - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 98 Lisboa actualmente - Traço a negro do limite de Lisboa, Traço a cinzento da Cerca Moura, da Muralha da Ribeira e da Muralha Fernandina. (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 99 Cais do Sodré. (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 100 Perspectiva da Requalificação da Ribeira das Naus-desaterro da Doca Seca",PROAP,2009. (PROAP,2008) Ilustração 101 Praça do Comércio".(Ilustração nossa, 2010) Ilustração 102 Novo Terminal de Cruzeiros, Carrilho da Graça Arquitectos, (Carrilho da Graça Arquitectos, 2012) Ilustração 103 Nexo Urbano - na zona de Santa Apolónia". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 104 Campo das Cebolas". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 105 Fachada da Casa dos Bicos". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 106 Arco das Portas do Mar".(Ilustração nossa, 2010) Ilustração 107 Arco da Conceição". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 108 Travessa de São João da Graça". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 109 Limite". (Ilustração nossa, 2012) Ilustração 110 Piscinas do Atlântico e passeio marítimo Das Salinas, Câmara de Lobos", Fernando Guerra, (David, 2008, p.43) Ilustração 111 Pátio interior e a Árvore Centenária, Hisao Suzuki, (Siza, 1994, p.137) Ilustração 112 Esquisso da Planta da Escola Superior de Comunicação Social, João Luís Carrilho da Graça, (Associação dos Arquitectos Portugueses, 1994, p.1415) Ilustração 113 Esquisso do Complexo das Piscinas". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 114 Esquisso do Complexo das Piscinas". (Ilustração nossa, 2010) Ilustração 115 Cortes dos Três Patamares do Complexo das Piscinas". (Ilustração nossa, 2010)

20 Ilustração 116 Pátio de Água ". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 117 Pátio de Água". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 118 Planta à cota 3 metros do Complexo das Piscinas: 1-Administração, Secretariado e Recepção; 2-Gabinete para Monitores, Sala e Balneários do Pessoal; 3-Posto Médico; 4-Instalações Sanitárias; 5-Balneários Femininos e Masculinos; 6- Café/Bar; 7-Ginásio; 8-Bar/Restaurante; 9-A.T.L. e Ginásio Infantil". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 119 Esquisso dos Hotéis de Cinco e Duas Estrelas". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 120 Quarto do Hotel de Cinco Estrelas". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 121 Quarto do Hotel de Cinco Estrelas". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 122 Planta à cota 6,5 metros dos Hotéis: 1-Lobby, Recepção, Secretariada e Direcção; 2-Piscina; 3-Restaurante I; 4-Auditório; 5-Bar de Apoio às Salas de Conferência; 6-Salas de Conferência; 7-Piscinas; 8-Quarto; 9-Hotel de Duas Estrelas; 10-Restaurante II". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 123 Quarto do Hotel de Duas Estrelas - Exterior". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 124 Quarto do Hotel de Duas Estrelas - Interior". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 125 Planta à cota 2,5 metros dos Hotéis: 1-Estacionamento; 2-Área do Pessoal; 3-Armazém do Restaurante I; 4-Auditório; 5-Recepção do Hotel de Duas Estrelas; 6-Quarto do Hotel de Duas Estrelas; 7-Piscinas e Spa; 8-Quarto do Hotel de Cinco Estrelas; 9-Restaurante do Hotel de Duas Estrelas; 10-Restaurante II do Hotel de Cinco Estrelas". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 126 Corte Longitudinal - Relação entre a Praça Negativa dos Hotéis e o Complexo das Piscinas". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 127 Planta de Implantação - Complexo das Piscinas e dos Hotéis". (Ilustração nossa, 2011) Ilustração 128 Maquete à Escala 1:200 do Complexo das Piscinas e dos Hotéis". (Ilustração nossa, 2011)

21 LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÓNIMOS a.c. - antes de Cristo CEE - Comunidade Económica Europeia CML - Câmara Municipal de Lisboa D. - Dom D. - Dona d.c. - depois de Cristo PS - Partido Social S. - São

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23 SUMÁRIO 1. Introdução Limite e tempo Tempo e aterros Tempo e muralhas Tempo e programa Limite e espaço Limite e continuidade Limite e percepção Limite e muro Limite e projecto Projecto e sítio Projecto e programa Projecto e detalhe Conclusão Referências Bibliografia

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25 1. INTRODUÇÃO O presente escrito representa um conjunto de reflexões sobre as qualidades espaciais da estrutura urbana ribeirinha da cidade de Lisboa feitas ao longo de um ano lectivo na disciplina de Projecto III. Primeiro, ao nível do território e da cidade, com o estudo e reconhecimento do nexo urbano da cidade; depois, ao nível da escala do edifício e do detalhe arquitectónico com a proposta de desenhar uma praia fluvial, piscinas e dois hotéis. Com o estudo e reconhecimento do nexo urbano, pretendia-se formar um sistema gerador de atracção e movimento de pessoas em Lisboa, ou seja, criar um fio condutor de transformação de espaço. Tendo este estudo baseado-se na investigação da morfologia da cidade, nos seus aterros e suas muralhas. Todos estes elementos revelaram-se como articuladores de espaço, permitindo-nos gerar um conceito para o desenvolvimento do projecto o limite. A pesquisa assenta em três capítulos e cada um destes divide-se em três subcapítulos, em que no primeiro estudamos a evolução de Lisboa e o modo como habitamos a sua linha de costa; no segundo apresentamos três projectos de referência que reflectem sobre a ideia de limite; no último apresentamos o trabalho de Projecto III. No primeiro capítulo aprofundamos o estudo da evolução de Lisboa e da sua linha de costa para compreender como esta se modificou e evoluiu ao longo do tempo. Para tal falaremos da história da cidade, das suas muralhas e da sua relação com o rio a nível programático. No segundo capítulo apresentamos e descrevemos três projectos de referência em que o tema limite está presente, sendo este abordado de maneira diferente em cada um dos projectos limite e continuidade, limite e percepção, limite e muro. Com este exercício procura-se estudar e compreender as diferentes obras e as diferentes interpretações que podem ser feitas da ideia de limite. Num terceiro e último momento, apresentamos o trabalho desenvolvido na disciplina de Projecto III. Onde primeiro analisamos as características do lugar e os objectivos gerais do programa, para depois nos centrarmos na fase do desenho do complexo das piscinas e dos hotéis. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 23

26 Da intersecção da proposta com a investigação exposta no primeiro e segundo capítulo, surgiu uma relação intrínseca acerca do tema limite que passaremos a apresentar. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 24

27 Ilustração 1 Lisboa vista de Almada, Autor não identificado, (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) 2. LIMITE E TEMPO Ao longo deste primeiro capítulo, composto por três subcapítulos, leremos criticamente a evolução da cidade de Lisboa. Para conseguirmos compreender melhor a cidade é necessário estudarmos a sua história, as suas muralhas e o programa que conduziu ao seu desenvolvimento, desde as muralhas defensivas até à contemporaneidade. No primeiro subcapítulo estudaremos a História de Lisboa, desde o princípio da formação do Rio Tejo até ao presente século XXI. Seguindo-se, no segundo subcapítulo, a análise das Muralhas que existiram e existem em Lisboa. Por último, no terceiro subcapítulo, sintetizaremos a relação da cidade com o rio a nível programático, ao longo do tempo. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 25

28 A História de Lisboa confunde-se com a História de Portugal. Esta afirmação, apesar de se revelar de uma evidência consensual, deve por isso mesmo suscitar uma reflexão crítica e prática sobre quais são os tempos fortes que marcam uma relação tão íntima entre o passado da cidade e o do País a que pertence. (Garcia, 2009, p.7) Neste primeiro capítulo estudaremos a História de Lisboa. De modo a compreendermos a evolução da cidade, bem como, a transformação da sua linha de costa, ao longo do tempo. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 26

29 Ilustração 2 Praça do Comércio, Sousa & Fino Ltd a., 1903/ (Câmara Municipal de Lisboa, 1994) 2.1. TEMPO E ATERROS O princípio da formação do Rio Tejo é marcado pela Era Cenozóica, que teve início há 65 milhões de anos atrás. Esta Era define o capítulo mais recente da História da Terra e encontra-se dividida em dois períodos, Terciário e Quaternário. O período Terciário, que divide-se em cinco épocas e que decorreu entre os 65 e 1,8 milhões de anos atrás, é que teve maior influência na formação do Tejo, dado que se caracterizou pela intensidade de fenómenos geológicos, sobretudo vulcânicos ligados à elevação e à depressão das placas continentais. Durante este período a Placa Ibérica, não sendo indiferente a tais fenómenos, recebeu uma sedimentação na sua orla ocidental. Considera-se a orla ocidental como completamente emersa, no início do período Terciário. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 27

30 A Bacia do Tejo sofreu uma permanente sedimentação durante a quarta época da Era Terciária, o Miocénico de Lisboa, que decorreu entre os 23 e os 5 milhões de anos atrás. Esta bacia cenoantropozóica, comum ao Tejo e ao Sado, é preenchida principalmente por aluviões fluviais depositados numa área tectonicamente abatida. A observação do Miocénico de Lisboa, na sua constituição sedimentar, permite avaliar o avanço do mar no interior do golfo, e a consequente influência marinha no território. (França, 2008, p.14) A morfologia do vale do Tejo ter-se-á formado há anos (Pinheiro, 2011, p.24), quando o nível do mar estava a 120 metros abaixo do nível actual, escavando os terrenos predominantemente terciários do Mio-Pliocénico. Neste quadro hidrográfico de Lisboa, a ribeira de Arroios (actual Avenida Almirante Reis) juntava-se à de Vale do Pereiro (actual Avenida da Liberdade) terminando no Esteiro da Baixa, formando um pequeno golfo que teve uma permanência secular na Lisboa romana e muçulmana e ainda Medieval. (França, 2008, p.15) O Tejo conferiu a Lisboa uma posição única e privilegiada ao longo de toda a costa atlântica da Península Ibérica. As condições naturais defensivas do local terão sido decisivas para a fixação da primeira povoação no monte do actual Castelo S. Jorge. Pelo norte e pelo ocidente êste monte apresentava então, mais do que hoje, as suas encostas bastante ásperas, tornando difíceis as operações de assédio. Pelo sul, a sua base ia mergulhar nas águas do rio, e esta defesa aquática tornava dificilmente acessível a entrada por êsse lado, especialmente se fôsse defendida com uma muralha [ ] Outra defesa natural que apresentava ainda o monte do Castelo em séculos remotos, consistia na grande enseada ou esteiro do Tejo que penetrava pelo vale da cidade Baixa, segundo o dá a entender a disposição dos montes do Castelo, de S. Francisco e de Santana, formando um fôsso aquático, que, com o próprio rio Tejo, contornava o monte do Castelo em mais de metade da sua circunferência. (Silva, 1987, p.17-18) Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 28

31 Ilustração 3 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa mostrando a Cêrca Moura e o Esteiro do Rio Tejo que penetrava pelo Vale da Baixa, Augusto Vieira da Silva, ([Adaptação a partir de] Silva, 1987, p.8) A dimensão deste Esteiro da Baixa foi sofrendo sucessivos estreitamentos, pois a dimensão das antigas ribeiras que penetravam na Baixa iam igualmente diminuindo devido a assoreamentos naturais. Os aterros feitos pelo Homem para conquistar espaço que servisse a população, também provocaram essa diminuição. Este foi um factor condicionante na urbanização romana. A cidade de Lisboa terá tido a sua origem no monte do Castelo, que para além das condições defensivas anteriormente mencionadas, permitia controlar o estuário do Tejo. [ ] o povoado que os romanos encontraram já tinha um longo historial de presença de comunidades humanas, constituindo prova deste facto os vestígios de materiais paleolíticos encontrados no Castelo de Lisboa e os dados recentes de intervenções no vale da Baixa e colinas adjacentes, que atestam ocupações desde o Neolítico Antigo. (Silva, 2009, p.11) Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 29

32 Em 138 a.c., o cônsul Décimo Júnio Bruto 1 assume o governo da Hispânia e ordena a fortificação de Felicitas lulia Olisipo nome atribuído a Lisboa no tempo do Imperador Augusto 2. Esta entrada dos romanos em Portugal enquadra-se no contexto da expansão de Roma. Aquando da conquista, é possível que a povoação se delimitasse ao povoamento indígena do alto da colina que foi cercado por muralhas por Décimo Júnio Bruto. A cidade de Lisboa na época do domínio romano, a julgar pelos restos de edifícios e de monumentos e pelas moedas descobertas, devia estender-se pela encosta meridional do monte do castelo de S. Jorge, cheia de sol, abrigada dos ventos do quadrante norte, e abundante em águas. Situação esplêndida. (Silva, 1987, p.8) A riqueza que Olisipo proporcionava advinha sobretudo da principal produção das comunidades piscatórias e conserveiras que se desenvolviam na zona ribeirinha e na margem esquerda do rio. Prosperando a sua produção, em Lisboa, entre os séculos I e V. Esta indústria está arqueologicamente comprovada com a descoberta de vários tanques de salga na área litoral da cidade: na Casa dos Bicos; na Rua dos Fanqueiros, no Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros; na Rua Augusta; e também um grande complexo desta natureza no Palácio do Governador da Torre de Belém. Estes tanques, também conhecidos como cetárias, localizavam-se junto à margem do rio ou do esteiro do Tejo. (Silva, 2009, p.14) O garum, molho de peixe fermentado muito apreciado no mundo romano, seria a sua principal exportação [ ] A actividade industrial e comercial que este hábito potenciava dava origem à presença de mercadores e artesãos, pois era preciso produzir as ânforas em que era transportado. (Pinheiro,2011,p.25) Para estas exportações eram necessários portos, e a zona ribeira de Lisboa Romana estender-se-ia pela margem oriental do Esteiro da Baixa 3, conseguindo assim apoiar as diferentes unidades fabris de preparados de peixe. Um caes fluvial, em rampa, foi posto à vista por Julho de 1922, em (O), uma escavação a que a Companhia Mercantil Internacional, L. da, proprietária do prédio da rua das Canastras, n. os 13, 15, 17 e 19, estava procedendo com o fim de arranjar uns armazéns subterrâneos para mercadorias de seu comércio. Esta rampa ficava cêrca de 5 m abaixo do nível do pavimento da loja, entre dois muros de caes, tudo de cantaria. Conta Frei Luiz de Sousa que ao abrirem-se em 1571 os alicerces para um dormitório do convento de S. Domingos, no Rossio, apareceram, por (J), pedras de cantaria bem trabalhadas, com argolas de bronze, como de caes, para amarrações de navios, que o escritor atribuiu com probabilidade à época romana, concluindo que havia um esteiro 1 Encarregue do Governo de Hispânia Ulterior (parte ocidente da Península Ibérica), em 138 a.c. 2 Primeiro Imperador Romano, herdeiro adoptivo de Júlio César, governou entre 27 a.c. e 14 d.c. 3 Antigo Esteiro do Tejo, onde desaguavam as ribeiras de Arroios e de Vale de Pereiro. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 30

33 do Tejo penetrando pelo vale da cidade Baixa, e navegável até ali, pelo menos. (Silva, 1987, p.13) No século III d.c. um contexto de instabilidade parece ter-se imposto. Tendo a crise económica e os maus anos agrícolas ajudado, bem como a invasão germânica que decorreu a 262 a 276 d.c. [ ] a civilização urbana criada pelos romanos na Península começara a desagregarse. O teatro de Lisboa é fechado e a via pedonal que o ligava à ribeira ocupada, as casas abandonadas pelos seus proprietários são ocupadas por pobres, a fábrica de garum da Casa dos Bicos termina a actividade, talvez por ficar cortada da Ribeira pela muralha. Reduzido o valor das produções agrícolas, os membros das cúrias deixam de poder praticar o evergetismo. O comércio atrofia-se, arrastando um decréscimo do artesanato. (Pinheiro, 2011, p.30-31) É erguida a muralha tardo-romana, edificada entre os séculos IV a V, com o propósito de defender o poder romano que se encontrava ameaçado. Ilustração 4 Fragmento da Planta Topográfica de Lisboa mostrando a Cêrca Moura e o Esteiro do Rio Tejo que penetrava pelo Vale da Baixa, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987,p.8) Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 31

34 Em 469 Lisboa terá sido entregue aos Suevos 4 por Lusídio 5. O período em que a cidade fica sob poder dos Suevos e Visigodos contínua obscuro na História de Lisboa. Até que um outro movimento religioso e militar, vindo do Oriente, nascido com Maóme na Arábia, em 622, e tendo dominado a Pérsia zoroastriana, chegou ao norte de África e empreendeu, em 711, a conquista da Península Hispânica, como início da mais pretendida dominação europeia. (França, 2008, p. 45) A tomada de posse de Lisboa dá-se em 714, quando Aidulfo 6, pertencente à nobreza visigoda, entrega a cidade por via diplomática a Abd al-azîz 7. A ocupação pacífica foi feita através de um tratado de rendição, que em troca de um pagamento anual de tributo e o compromisso de lealdade e submissão à soberania Islâmica, garantia a liberdade de Judeus e Cristãos. A história de Lisboa islâmica, chamada al-usbuna pelos novos ocupantes, é marcada pela instabilidade durante os quatro séculos da predominância islâmica. [...] e os ataques sucederam-se, em 798 pelos cristãos do reino das Astúrias sob o comando de Afonso II, o Casto, aproveitando-se este de conspirações e levantamentos entre berberes, árabes, maúlas e omíadas. Afonso II consegue manter a cidade em seu poder durante uma década, sendo que em 808 o filho do Emir de Córdova, o príncipe Hisham, recupera a cidade para soberania islâmica. Em 844 são os normandos que cercam a cidade e pilham o termo, repetindo-se estes assédios, em 966, ano em que mais uma vez afrontam Lisboa, acabando por ser repelidos e derrotados por uma frota de Sevilha, no rio Arade. Novamente os cristãos investem sobre Lisboa, em 877, sob as ordens de Afonso III de Leão. No século seguinte, Ramiro II e Ordonho III de Leão, atacam as muralhas da cidade. Sob o comando deste último, em 953, terão sido destruídas as fortificações remanescentes do sistema defensivo tardo-romano, e provavelmente reforçada ou construída a Cerca Moura. (Silva, 2009, p.17) E para além das incursões externas, Lisboa também conheceu a consequência das lutas internas do ocupante muçulmano, consoante o partido dominado. A estabilidade segue-se após estas guerras internas, sendo esta novamente perturbada no início do século XI com a separação do Império de Córdoba, em 1031, e o surgimento dos 4 Um dos povos germânicos oriundo da região entre os rios Elba (Alemanha) e Oder (Polónia). 5 Governador romano de Lisboa. 6 Nobre da família do rei visigodo Vitiza. 7 Filho de Mûsâ, comandante árabe da Hispania. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 32

35 reinos de Taifas 8. Nesta altura a Península Ibérica (Gharb-al-Ândaluz) fica dividida em dois reinos principais, sendo Lisboa dominada pelo reino de Taifas de Badajoz. Em meados do século XI, durante a época dos reinos de Taifas, o castelo terá sido construído dando origem à cidade de Lisboa. Estruturalmente a cidade definia-se por dois pólos. Um destes, a alcáçova 9 que ficava no alto da colina, onde vivia a elite administrativa, no segundo pólo, a zona ribeirinha, habitava e trabalhava uma população de pescadores, artesãos e comerciantes, num bairro ribeirinho. Entre estes dois pólos a cidade dispunha de uma plataforma que um templo e uma mesquita, e um forum e um mercado (suq) pontuavam. (França, 2008, p. 51). O crescimento da cidade faz-se ultrapassando os seus limites defensivos em direcção a este, expandindo-se o bairro de Alfama pelo arrabalde, fora da medina, para uma zona mais desafogada e abundante em águas, onde se fixaram famílias aristocráticas. O seu crescimento também se estruturou de forma labiríntica [ ] Também a oeste, na direcção do esteiro, nessa altura já muito açoreado, crescia o arrabalde ocidental de al- Usbuna. Nessa área foram encontradas olarias islâmicas, no Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros e na Rua Augusta, cujas escavações revelaram que estas olarias dirigiam a sua produção preferencialmente ao mercado urbano e original. (Silva, 2009, p.18) A cidade islâmica sustentava a sua economia nos produtos da terra e do mar, como a agricultura e a pesca. As riquezas naturais como as salinas, ou as minerais como o ouro, prata e ferro, eram também cruciais, para a projecção de Lisboa, pois a cidade mantinha as suas ligações comerciais com o Mediterrâneo e com territórios cristãos. A história portuguesa de Lisboa começa em 1147 com a conquista da cidade aos mouros do váli almóada [ ] Lisboa ia desempenhar, pela Idade Média fora, um papel em breve preponderante, no novo reino cristão da península que Pape Alexandre III reconhecia, finalmente, em Maio de (França, 2008, p.57) A história da conquista de Lisboa por D. Afonso Henriques chega-nos sobretudo através de uma carta redigida pelo Raoul 10 a Osberto 11. Onde testemunha a chegada de uma esquadra de 164 navios, a 28 de Junho de 1147, à barra do Tejo. É nesta data que se dá o início da ofensiva cristã que se prolongou por cerca de 5 meses. 8 Principado muçulmano independente, um emirado ou pequeno reino existente na Península Ibérica (Al- Ândaluz) após a queda do soberano da dinastia omíada (Hisham III) e o desmembramento do Califado de Córdoba. 9 Fortaleza com residência soberana no interior. 10 Cruzado inglês, possivelmente um presbítero normando, oriundo da região de Norfolk (ou Sufolk). 11 Clérigo de Bawdsey relacionado com a casa de Glanville, que poderia ser familiar de um dos quatro condestáveis (Hervey de Glanville) que comandavam os cruzados ingleses e normandos, que estavam a ajudar D. Afonso Henriques na sua conquista. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 33

36 Os cruzados preparam-se para o cerco construindo duas igrejas, uma para os colonenses e flamengos a oriente e outra para ingleses e normandos a ocidente. Seriam estas a origem das duas primeiras freguesias extramuros: São Vicente de Fora e Santa Maria dos Mártires. (Pinheiro, 2011, p.44) Ilustração 5 Representação da disposição das forças que cercavam Lisboa, El Alphonso del cavallero Don Francisco Botelho de Moraes y Vasconcelos, (Garcia, 2009, p.24) Lisboa não foi socorrida durante o cerco e a coragem dos cercados manteve-se com a esperança da chegada de reforços solicitados a Évora, pedidos que foram interceptados pelos cristãos. O Rei de Évora 12 não se dispôs a quebrar as tréguas com o futuro Rei de Portugal para vir em auxílio dos habitantes de Lisboa. Os defensores da cidade lograram resistir até 21 de Outubro de 1147 mas nesse dia decidiram negociar a rendição, pois verificaram que não iam conseguir resistir a um ímpeto do ataque que então estavam a sofrer a partir de uma grande torre móvel que os cruzados construíram para atacar na zona do actual Arco Escuro (perto da Casa dos Bicos). (Garcia, 2009, p.23) A entrada de D. Afonso Henriques na cidade ocorre a 25 de Outubro de Este entra com bandeira de cruz que foi colocada no topo do castelo demonstrando que a cidade foi tomada, mostrando simbolicamente a vitória cristã. 12 Abu Muhammad Sidray Ibn wazir, senhor de um dos segundos reinos das taifas em que se dividiu a zona ocidental da Península Ibérica. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 34

37 A 23 de Maio de 1179, o Papa Alexandre III enviou o foral 13 de Lisboa. Onde reconhecia o título de Rei a D. Afonso Henriques, que ele já ostentava desde Este documento também regularizava questões referentes à justiça, tributações e obrigações dos vizinhos para com o Rei, atribuindo-lhes isenções. Depois do sangue derramado e das perdas resultantes dos saques e destruições sofridos durante as investidas dos cruzados, os habitantes de Lisboa começaram a recuperar jardins, pomares, olivais, vinhas e gados que faziam a sua riqueza, sarando as feridas dos tempos tumultuosos e aproveitando a importante posição da cidade face ao elemento aquático, o qual lhes permitia beneficiar de actividades relacionadas com a pesca, a exploração de sal, além do comércio fluvial e marítimo. (Garcia, 2009, p.25) Ao iniciar-se o domínio cristão iniciou-se, também, a estruturação das paróquias e a construção dos edifícios religiosos. Tal como no tempo da Lisboa islâmica, a malha urbana perdurou, sendo esta marcada por ruelas rodeadas de casas baixas. E a Ribeira Medieval, um espaço não edificado de praia, vai animar-se, assim como o pequeno Rio que resultava das Ribeiras de Arroios e Valverde que se enche de pontes. Cristãos, judeus e mouros foram reinventando uma nova tolerância, de que uma das melhores provas se encontra no foral aos mouros em 1170, o qual traduz o reconhecimento pelo rei dos direitos que tinham aqueles que permaneceram na cidade dedicados a actividades agrícolas, artesanais ou mercantis. (Garcia, 2009, p.25 e 26) Contudo, após a conquista cristã, a comunidade islâmica foi obrigada deixar a zona intramuros, indo viver num subúrbio a norte da cidade, na encosta da Sé, duplamente isolado por um muro com três portas: a Mouraria. A conquista de Lisboa aos mouros foi um evento de importância decisiva não apenas para a história da cidade mas também para a do País e mesmo do mundo, pois estamos perante a integração de um centro de poder político e económico de grande relevo no recém constituído reino independente de Portugal, no qual teria um papel fundamental, quer como garante da sua independência, quer como factor da sua expansão. (Garcia, 2009, p.22) Lisboa Medieval provém de um extenso período de ocupações civilizacionais com características distintas, definindo desde a sua origem a configuração de núcleo urbano. A Cerca Velha 14, pré-existência romana, limitava o espaço do Castelo e a 13 Carta soberana que, regulando a administração de uma localidade, lhe dava certas regalias. 14 Cerca Moura. Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 35

38 cidade até ao rio. Seguindo Lisboa, ao nível da configuração, a morfologia da cidade muçulmana na forma de ocupar, construir e até de viver. Lisboa era constituída por 23 paróquias, a maior parte extra-muros, que ao longo da Idade Média aumentaram, em função do crescimento demográfico. O desenvolvimento do espaço urbano para oriente e ocidente, bem como a construção de propriedades urbanas, deve-se ao envolvimento de reis como D. Afonso III ou D. Dinis. D. Afonso III concebeu uma nova forma de viver e habitar, através da introdução de um novo conceito espacial na cidade. Definiu este novo conceito através da Rua Nova, sendo esta paralela à margem do rio, na direcção poente. Tendo um maior significado urbano, passando a localizar-se aqui os lugares usuais da cidade. Lisboa fez da Rua Nova a rua principal da cidade, necessária num país que ingressava numa nova etapa da sua vida, sendo esta o símbolo da cidade comercial era uma rua direita que alojava diversas lojas. As tercenas, os cais do porto, a casa das galés e a própria estruturação da marinha [ ] tudo isso devia ser protegido tal como a Rua Nova e os seus comércios e oficinas, fangas e açougue, câmbios, casa do peso, e moeda, e tudo o mais, pela parte baixa da cidade por natureza e necessidade vizinha do rio, devia ser defendido. E para que Lisboa fosse mais defesa e mais honrada havia que tornar mais fortelegada [ ] D. Dinis contratou com a Câmara da cidade a construção de vários panos de muralha, que iam desde a Torre da Escrivaninha, a nascente, que avançava sobre a muralha e estivera batida pelas águas, até ao fundo da Rua Nova, em prolongamento do muro que descia da Porta moura do Ferro, e que teriam ainda outras obras, provavelmente no século seguinte confundidas em nova cerca de D. Fernando. (França, 2008, p.80) Ilustração 6 Fragmento da planta de Lisboa actual sobreposta à da Lisboa anterior ao Terramoto de 1755, Augusto Vieira da Silva, (Silva, 1987a) Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 36

39 Enquanto a Rua Nova afirmava-se na baixa da cidade pela magnificência comercial, já paralela à Muralha Ribeirinha 15, a Baixa foi sendo ocupada por uma série de casas. Enquanto os mouros se encontravam na Mouraria e também dispersos nos subúrbios da cidade, a comunidade judaica também foi criando os seus próprios bairros, como a judiaria Grande e Pequena. [ ] a judiaria Grande, entre a Madalena e as Ruas da Conceição e dos Correeiros actuais, e a Pequena, no sítio actual do Banco de Portugal (e outra, na Alfama), ocupando assim uma parte da Baixa que ia formigando de casario, cortada embora por canais de água que várias pontes atravessavam. (França, 2005, p.13) As pontes sobre os côrregos ou caneiros a que estavam reduzidas as ribeiras da Baixa e outras de Lisboa não seriam mais do que passagens estreitas, acaso de madeira, em que pouco se reparava: ponte de Galonha, em S. Julião, ponte anónima, em Santa Justa, ponte que vai para o Santo Estêvão, em S. Vicente de Fora. (Marques, 1994, p.104) Houve nesta rua, em tempos muito remotos, uma ponte destinada a dar passagem sobre a linha de águas que a rua dos Ourives do Ouro (1755) veio substituir, a qual comunicava a rua da Calcetaria com a rua Nova dos Ferros (de 1755) [ ] Teve ela o nome de ponte Morraz, ou ponte de Galonha. (Silva, 1987b, p.7-8) Lisboa desenvolveu-se sem plano e o crescimento realizava-se conforme a vontade, necessidade e o que o terreno permitia, dentro e fora das muralhas. Cedendo também a pólos de atracção como as paróquias e conventos, formando ruas estreitas, becos e praças por onde se deslocavam transportes, pessoas e bens. Em a população lisboeta foi afectada pela Peste Negra, variante da peste bubónica que produzia a morte súbita poucas horas após a inoculação pela picada da pulga pestífera, ou contágio por via aérea (Garcia, 2009 p.27). A peste foi responsável por cerca de 30 milhões de vítimas na Europa, o que em Portugal terá significado o desaparecimento de 2/3 da população, sobretudo nos centros urbanos (Garcia, 2009, p.27), tendo chegado a Portugal no Outono de Na segunda metade do século XIV Lisboa também foi afectada pelas guerras com Castela, que marcaram o reinado de D. Fernando. Estas lutas faziam parte do plano europeu no processo designado por Guerra dos 100 anos 16, durante a qual Portugal estabeleceu ligações com Inglaterra que estava em guerra com Castela. 15 Muralha de D. Dinis, que defendia a zona baixa da cidade. 16 Esta expressão identifica uma série de conflitos armados e registados de forma intermitente entre 1335 e 1453, envolvendo França e Inglaterra, foi a primeira grande guerra europeia. França foi apoiada pela Inês Joana de Paiva Ferreira Cardoso 37

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