ISSN Boletim Mensal de Estatística. Julho. Estatísticas oficiais

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1 ISSN Boletim Mensal de Estatística Julho 2013 e Estatísticas oficiais

2 2 Título Boletim Mensal de Estatística 2013 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida, LISBOA PORTUGAL Telefone: Fax: Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Capa e Composição Gráfica Instituto Nacional de Estatística, IP ISSN Periodicidade Mensal O INE, I.P. na Internet INE, I.P. Lisboa Portugal, 2013 * A reprodução de quaisquer páginas desta obra é autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o título da obra, o ano de edição, e a referência Lisboa-Portugal.

3 3 NOTA INTRODUTÓRIA Capítulo 5 quadro 5.4 e quadro 5.7 e Capítulo 6 quadro 6.1 Os quadros referentes aos Inquéritos Qualitativos de Conjuntura às Empresas têm por base séries em médias móveis de três termos, para as variáveis mensais, e de dois termos, para as variáveis trimestrais, e em valores efetivos, com exceção do caso das séries que são corrigidas de sazonalidade. A aplicação de médias móveis permite que as séries fiquem mais alisadas, expurgando movimentos irregulares, e permitindo uma maior perceção das tendências de curto prazo. Uma vez que a média é não centrada (a informação é utilizada para referenciar a evolução no último mês) verifica-se um pequeno desfasamento relativamente à própria tendência que se pretende detetar. Em abril de 1996, o Fundo Monetário Internacional (FMI) criou o Special Data Dissemination Standard (SDDS) visando reforçar a transparência, integridade, atualidade e a qualidade da informação estatística. No âmbito do SDDS é disponibilizada informação sobre: dados macroeconómicos, política de divulgação ao público, política de revisões e metodologias subjacentes à preparação da informação estatística. Portugal aderiu ao SDDS em outubro de 1998, podendo ser consultada a informação referente ao nosso país no Dissemination Standard Bulletin Board do FMI, acessível na Internet Em articulação com o calendário de divulgação estabelecido no SDDS, igualmente disponível no referido endereço da Internet, o Instituto Nacional de Estatística publica, em primeira mão, na Internet - as relevantes estatísticas de Preços no Consumidor, Índice de Preços na Produção Industrial, Comércio Internacional e Estimativas da População Residente. A informação estatística abrangida pelo SDDS relativa a Portugal é compilada pelo Ministério das Finanças, pelo Instituto Nacional de Estatística, pela Bolsa de Valores de Lisboa e pelo Banco de Portugal.

4 SINAIS CONVENCIONAIS Valor confidencial x Valor não disponível Valor inferior a metade do módulo da unidade utilizada // Não aplicável Quebra de série/comparabilidade f Valor previsto Pe Valor preliminar Po Valor provisório Rc Valor rectificado Rv Valor revisto Valor com coeficiente de variação elevado (aplicado nos casos em que o valor é divulgado)

5 5 ÍNDICE Capítulo 1. Destaques Síntese de Destaques... 9 Capítulo 2. Contas Nacionais Trimestrais Contas nacionais trimestrais Contas nacionais trimestrais Capítulo 3. População e Condições Sociais Movimento da população Óbitos por causa de morte (CID-10 - lista europeia sucinta), segundo o mês do falecimento Óbitos por causa de morte (CID-10 - lista europeia sucinta), segundo o mês do falecimento (continuação) Segurança social no âmbito dos centros regionais de segurança social e instituições similares (a) - Número de processamentos e valor dos benefícios, por objetivos e tipos de prestações Evolução do número de beneficiários das principais prestações da Segurança Social População total, ativa, empregada e desempregada População empregada por situação na profissão e setor de atividade Evolução da taxa de desemprego População desempregada por procura de 1º e novo emprego, duração da procura e setor da última atividade dos desempregados (novo emprego) Índice de preços no consumidor Índice de preços no consumidor - Variações homóloga e média dos últimos 12 meses Exibição de cinema - Sessões, espectadores e receitas por regiões...40 Total de sessões efetuados Exibição de cinema - Sessões, espectadores e receitas segundo o país de origem Total de espectadores Capítulo 4. Agricultura, Produção Animal e Pesca Estado das culturas e previsão das colheitas Avicultura industrial - Produção de carne de frango Produção animal - Abate de gado Abate de Gado - Peso limpo - Portugal Produção animal - Avicultura industrial Produção animal - Leite de vaca e produtos lácteos obtidos Pesca descarregada - Preço médio - Portugal Pesca descarregada Preços mensais no produtor de alguns produtos vegetais Preços mensais no produtor de alguns animais e produtos animais Recolha de leite de vaca Capítulo 5. Indústria e Construção Índice de produção industrial Índice de volume de negócios na indústria Índice de emprego na indústria Inquéritos de conjuntura à indústria transformadora Licenciamento de obras Obras concluídas Inquéritos de conjuntura à construção e obras públicas Índice de preços na produção industrial Capítulo 6. Comércio Interno e Internacional Inquéritos de conjuntura ao comércio Índice de volume de negócios no comércio a retalho Vendas de veículos automóveis novos... 67

6 6 Vendas de veículos ligeiros de passageiros (inclui veículos Todo-o-terreno) e comerciais Evolução do Comércio Internacional Comércio Internacional Importações de bens (CIF) por principais parceiros comerciais Comércio Internacional Importações e exportações de bens por principais parceiros comerciais Comércio Internacional Exportações de bens (FOB) por principais parceiros comerciais Comércio Internacional Importações de bens (CIF) por grupos de produtos Comércio Internacional Exportações de bens (FOB) por grupos de produtos Comércio Intra-UE Importações de bens (CIF) por grupos de produto Comércio Intra-UE Exportações de bens (FOB) por grupos de produtos Comércio Extra-UE Importações de bens (CIF) por grupos de produtos Comércio Extra-UE Exportações de bens (FOB) por grupos de produtos Capítulo 7. Serviços Transportes ferroviários Transportes fluviais Transportes marítimos Movimento de mercadorias no Continente e Região Autónoma da Madeira Transportes aéreos Rendimento médio por quarto (RevPar) nos estabelecimentos hoteleiros por NUTS II Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, por países de residência Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros Hóspedes nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS Proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros segundo a NUTS Proveitos de aposento nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS Proveitos nos estabelecimentos hoteleiros Capítulo 8. Finanças e Empresas Constituição de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma jurídica Dissolução de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma jurídica Constituição de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma de constituição Gráfico Constituição e dissolução de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas Capítulo 9. Comparações Internacionais Índice harmonizado de preços no consumidor... 93

7 Capítulo 1. Destaques

8

9 Síntese de Destaques Os textos integrais dos Destaques podem ser consultados nos Serviços de Documentação do Instituto Nacional de Estatística e no Portal do INE (www.ine.pt). Registe-se que, na data de publicação deste Boletim, o INE poderá já ter divulgado dados mais recentes em algumas das áreas aqui abordadas (também disponíveis no Portal do INE). divulgados pelo INE entre e Estatísticas da CPLP Comunidade de Países de língua portuguesa: breve retrato estatístico A população residente no conjunto dos oito países (Angola; Brasil; Cabo Verde; Guiné-Bissau; Moçambique; Portugal; São Tomé e Príncipe; Timor-Leste) da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) estimava-se em cerca de 244 milhões de habitantes, em 2010, tendo registado uma taxa de crescimento média anual de 1,1%, durante o período A população de Moçambique foi a que teve um crescimento mais intenso (2,7% ou mais por ano) nesse período. Todos os países africanos de língua portuguesa (à exceção de Cabo Verde) e Timor-Leste registavam uma percentagem de população jovem superior a 40% da população total. No Brasil, o peso relativo dos jovens situava-se em 24,1% e em Portugal apenas nos 15,1%. A maior percentagem de população potencialmente ativa (15-64 anos) vivia no Brasil (68,5%) e a menor em Angola (50,1%). A esperança de vida à nascença aumentou em todos países da CPLP, durante o período Os maiores progressos ocorreram em Timor-Leste (crescimento de 5,4 anos, entre 2004 e 2010), seguido de Moçambique (4,6 anos, de 2003 a 2010). A esperança de vida à nascença é superior nas mulheres, em todos os países da CPLP. Em 2010, o índice sintético de fecundidade (ISF) em Angola era o mais elevado (6,2 filhos por mulher), sendo 4,5 vezes maior do que em Portugal, que apresenta o valor mais baixo da CPLP (1,37). Tal como Portugal, também o Brasil tem um ISF (1,9) abaixo do valor mínimo para a reposição da população. O Produto Interno Bruto a preços correntes (nominal) do conjunto dos países da CPLP estimou-se em milhões de dólares americanos, dos quais 86,72% diziam respeito ao Brasil. Em segundo lugar, mas bastante distanciado, situava-se Portugal com 9,28% e, em terceiro, Angola com 3,34%. Em termos reais, as taxas mais elevadas de crescimento médio anual da atividade económica observaramse em Timor- Leste (17,2%), Angola (13,3%) e Moçambique (7,4%). O ramo da Indústria, Energia e Construção, em grande parte devido à produção de petróleo e gás, encontra maior expressão em Timor-Leste (cerca de 81% do Valor Acrescentado Bruto) e em Angola (60%), seguindo-se o Brasil (cerca de 28%). Nos serviços, destacam-se Cabo Verde e Portugal, com um peso relativo deste ramo em torno de três quartos do VAB total de cada um dos países. As exportações de bens e serviços, a preços correntes, apresentam uma taxa de variação média anual positiva em todos os países da CPLP, no período de 2003 a A edição de 2012 das Estatísticas da CPLP constitui a terceira destas publicações, com indicadores estatísticos relativos aos oito países membros: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A informação encontra-se disponibilizada em séries temporais (nesta edição de 2003 a 2010, último ano comum disponível) de modo a possibilitar a análise dos desenvolvimentos dos indicadores observados ao longo do período de referência. As Estatísticas da CPLP disponibilizam informação estatística aos utilizadores dos países de língua portuguesa, contribuindo para um maior conhecimento mútuo da situação de cada país. Esta terceira edição é composta por 123 quadros, agrupados em 19 capítulos ou áreas estatísticas, correspondentes, em termos gerais, ao território, à população e à economia. Os dados disponibilizados são acompanhados de análise e gráficos (Estatísticas da CPLP ). Rendimento e Condições de Vida 2012 (Dados Provisórios) 17,9% em risco de pobreza em 2011 O limiar de pobreza registou um decréscimo nominal de 1% em 2011, segundo os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC) realizado em 2012, observando-se uma taxa de pobreza de 17,9%, valor próximo do estimado para os dois anos anteriores. A insuficiência de rendimento das pessoas

10 10 em risco de pobreza face ao rendimento líquido monetário mediano (taxa de intensidade da pobreza) foi de 24,7%, com um aumento de 1,5 p.p., superior ao verificado em O contributo das transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social para a redução da taxa de risco de pobreza em 2011 foi ligeiramente inferior ao estimado no ano anterior (7,3 p.p. face a 7,4 p.p.). A taxa de risco de pobreza para a população em situação de desemprego foi de 38,3% em 2011, com um aumento de 2,3 p.p. face ao ano anterior, e a proporção da população com menos de 60 anos que vivia em agregados familiares com intensidade laboral per capita muito reduzida aumentou 2,4 p.p. em 2011 (10,6%). Por outro lado, a taxa de risco de pobreza das famílias com crianças dependentes aumentou para 20,4%, mais 2,5 p.p. do que o valor registado para o total da população residente. O distanciamento entre os mais ricos e os mais pobres continuou a aumentar ligeiramente em 2011 com um Coeficiente de Gini de 34,5% (34,2% em 2010 e 33,7% em 2009). Atividade Turística maio de 2013 Hotelaria com acréscimos nos hóspedes e dormidas Em maio de 2013, os resultados da hotelaria foram positivos para a maior parte dos indicadores. Relativamente ao período homólogo, o número de hóspedes aumentou 7,0% e o de dormidas 11,8%, correspondendo a 1,4 e 4,0 milhões, respetivamente. Os resultados acumulados relativos ao período de janeiro a maio revelam crescimentos de +2,3% e +4,3% respetivamente). Considerando o tipo de estabelecimento, verificaram-se acréscimos expressivos nos apartamentos e aldeamentos turísticos (cada qual com +22% de dormidas que em maio de 2012). Seguiram-se as pousadas, os hotéis e os hotéis- apartamentos, com destaque para os hotéis de 5 estrelas. Dormidas de não residentes continuam a aumentar Os não residentes contribuíram com 3,0 milhões de dormidas em maio de 2013 (+15,5% que em maio de 2012), tendo sido responsáveis por 77,0% das dormidas totais. Os resultados acumulados até maio traduziram-se num acréscimo de 8,4% face a igual período de As dormidas dos residentes em Portugal (23,0% do total) apresentaram uma evolução homóloga ligeiramente positiva (+0,8%) em maio de 2013, correspondendo a 908,6 mil, quando em maio de 2012 tinham registado uma redução de 9,3%. No entanto, os resultados acumulados relativos ao período janeiro/maio apresentam-se ainda negativos (-5,0% face a igual período de 2012). Os oito principais mercados emissores1 totalizaram 76,5% das dormidas de não residentes em maio de 2013, tendo reforçado a sua importância tanto comparativamente a maio de 2012 (75,6%) como face aos meses anteriores (71,1% em abril e 72,8% em março de 2013). O Reino Unido, o primeiro em termos de importância relativa (25,8% das dormidas de não residentes), cresceu 22,3% face a maio O contributo deste país para a globalidade de dormidas em maio de 2013 foi de 19,9%, apenas 3,1 p.p. abaixo do contributo dos residentes em Portugal. Salienta-se ainda o elevado crescimento das dormidas dos residentes na Irlanda (+40,8%) que, assim atingiram uma quota de 4,9% entre os vários países emissores. De notar a evolução homóloga do mercado espanhol (+11,6%), que, no entanto, em termos acumulados de janeiro a maio, apresentou uma diminuição de 8,8% face ao período homólogo de Este mercado representou 6,7% das dormidas de não residentes. Entre os principais países emissores, a Itália foi o único que apresentou uma evolução negativa (-10,6%), em linha com a evolução registada em relação aos 5 primeiros meses do ano (-7,4%). O crescimento das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros foi notório em todas as Regiões, com maior expressão no Algarve (+16,2%), Norte (+11,7%) e Açores (+11,6%). De notar que as evoluções favoráveis do Centro (+4,4%) e Alentejo (+3,4%) se seguiram a um período de resultados maioritariamente negativos, com variações de -3,2% e -3,5%, respetivamente, no período janeiro a maio de As dormidas de residentes evidenciaram evolução divergente nas várias regiões. A Madeira registou um expressivo aumento homólogo (+28,8%), após um período de 1 ano de contração. O Centro, o Algarve e o Alentejo também apresentaram resultados positivos. A procura dos não residentes aumentou em todas as regiões, com maior impacto no Norte (+25,7% que em maio de 2012) e nos Açores (+25,5%). Melhoria nas taxas de ocupação A taxa de ocupação foi 44,1%, superior em 3,9 p.p. à registada em maio de As regiões com os valores mais elevados da taxa de ocupação foram a Madeira (65,1%), Lisboa (57,5%) e o Algarve (43,6%). Estas regiões foram também as que apresentaram as evoluções mais favoráveis, em termos homólogos (+5,8 p.p., +5,3 p.p. e +4,3 p.p., respetivamente).

11 11 Os hotéis de 5 estrelas destacaram-se com um crescimento homólogo de 7,4 p.p. na taxa de ocupação. Em contrapartida, os hotéis-apartamentos de 5 estrelas foram os únicos a reduzir os níveis de ocupação (-3,0 p.p.). Os hotéis de 5 e 4 estrelas e os hotéis-apartamentos de 4 estrelas registaram os valores mais elevados deste indicador (56,5%, 52,3% e 52,8%, respetivamente). Ligeiro aumento nos valores da estada média A estada média foi de 2,8 noites, ligeiramente superior à do mês homólogo (2,7). Como tem sido habitual, Madeira e Algarve foram as regiões que, em média, registaram as estadias mais elevadas (5,3 e 4,4 noites). Os apartamentos e aldeamentos turísticos apresentaram ambos estadas médias de 5,1 noites, correspondendo, no caso dos aldeamentos turísticos, a um aumento homólogo de 1,6 noites. Proveitos com resultados positivos Em maio de 2013, os estabelecimentos hoteleiros registaram 183,3 milhões de euros de proveitos totais e 126,4 milhões de euros de proveitos de aposento. Estes resultados equivalem a acréscimos homólogos de 8,9% para os primeiros e de 12,2% para os segundos. No conjunto do período de janeiro a maio, a evolução dos proveitos foi igualmente positiva: +3,4% relativamente aos proveitos totais e +5,2% relativamente aos de aposento. Destacou-se a Região da Madeira com acréscimo homólogos de 15,9% nos proveitos totais e de 21,1% nos de aposento). Aumento do RevPAR em linha com o acréscimo de dormidas O RevPAR foi 31,4 euros em maio 2013, 11,0% superior ao registado no período homólogo de De janeiro a maio de 2013 este indicador revelou um crescimento homólogo de 4,5%. Todas as regiões aumentaram a sua rentabilidade média, principalmente a Madeira (+20,4%), o Algarve (+11,2%) e Lisboa (+10,5%). A melhoria do RevPAR teve origem especialmente nas pousadas e nos aldeamentos e apartamentos turísticos. Para além do habitual elevado RevPAR nos hotéis de 5 estrelas (71,7 ), destacaram-se ainda as pousadas (49,2 ). Parques de campismo e colónias de férias Em maio de 2013, os parques de campismo receberam 99,1 mil campistas que originaram 259,9 mil dormidas. Relativamente ao mês homólogo do ano anterior, estes valores representam um acréscimo no número de campistas (+17,5%), mas um decréscimo nas dormidas (-4,6%) que, no entanto, se traduziu num abrandamento relativamente ao mês anterior (-18,3% em abril de 2013). Os residentes foram responsáveis por 57,4% das dormidas mas a sua procura reduziu-se em 11,4% face a maio Pelo contrário, as dormidas de não residentes cresceram face ao período homólogo (+6,5%), evolução em sentido contrário ao observado em abril de 2013 (-9,8%). A estada média foi 2,6 noites, inferior à do período homólogo (3,2). No período de janeiro a maio de 2013 os parques de campismo registaram 1,1 milhões de dormidas, menos 16,6% que em igual período de Os resultados relativos a colónias de férias e pousadas e juventude continuam em queda. Em maio de 2013 estes estabelecimentos registaram 27,2 mil hóspedes e 56,4 mil dormidas (respetivamente -10,6% e -15,9% que em maio de 2012). As dormidas de residentes representaram 76,4% do total e evoluíram negativamente, em termos homólogos (-14,6%), em linha com o mês anterior (-13,8%). As dormidas de não residentes decresceram significativamente (-19,9%), após o ligeiro acréscimo registado no mês anterior (1,2%). A estada média foi de 2,1 noites, pouco oscilando face ao mês homólogo (2,2). Nos 5 primeiros meses de 2013 as dormidas nas colónias de férias e pousadas PRINCIPAIS MERCADOS EMISSORES EM 2012 O mercado alemão O mercado alemão, o terceiro em termos de importância relativa em 2012, representou neste ano 13,6% das dormidas de não residentes. Na globalidade das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros (incluindo a procura nacional) este mercado teve um peso de 9,3%. Nos últimos cinco anos o mercado alemão apresentou uma evolução irregular. As dormidas apresentaram uma evolução negativa em 2008 (-5,0%), que se estendeu aos anos seguintes (-8,6% em 2009 e -1,9% em 2010). Em2011 observou-se uma inversão de tendência (+3,5%), que se consolidou em 2012 (+9,4%).

12 12 Em 2012 a hotelaria registou 811,7 mil hóspedes residentes na Alemanha que originaram 3,7 milhões de dormidas. Estes valores traduziram-se em crescimentos ligeiramente acima no que toca a hóspedes (+0,3 p.p. face ao crescimento das dormidas). As regiões com maior procura foram o Algarve (37,3% das dormidas de alemães), Madeira (35,6%) e Lisboa (16,1%). A estada média foi 4,6 noites em 2012, valor superado na Madeira (6,9) e no Algarve (5,7). Por tipo de estabelecimento, a preferência centrou-se nos hotéis (63,9% das dormidas do mercado), particularmente na categoria 4 estrelas, que representou 66,9% das dormidas em hotéis. Seguiram-se os hotéis- apartamentos (15,5%). No entanto, os estabelecimentos com as estadias mais prolongadas foram os hotéis-apartamentos de 2 estrelas (8,1 noites) e os apartamentos turísticos (7,0). O período de julho a outubro de 2012 concentrou 43,7% das dormidas de alemães. Atividade dos Transportes 1º Trimestre de 2013 Movimento de mercadorias em crescimento nos portos nacionais mas com acentuada redução no transporte por modo ferroviário e rodoviário Movimento de passageiros com acréscimo nos aeroportos e diminuição nos modos ferroviário e fluvial O movimento de mercadorias nos portos nacionais aumentou 3,2% em termos homólogos (-5,8% no 4ºT 2012), em resultado de um crescimento de 6,3% (-4,8% no 4ºT 2012) no transporte internacional e da diminuição de 10,8% no movimento entre portos nacionais (-11,4% no 4ºT 2012). O movimento nos aeroportos nacionais traduziu-se num acréscimo de 2,5% nos passageiros (+3,3% no 4ºT 2012) e num decréscimo de 5,2% na carga e correio, face a igual trimestre do ano anterior (-2,1% no 4ºT 2012). Registou-se um menor número de passageiros transportados nas vias fluviais (-11,0%), no transporte ferroviário pesado (-13,4%) e ainda no transporte por metropolitano (-13,9%). No trimestre anterior tinhamse registado variações homólogas de -11,5%, -12,2%, -12,6%, respetivamente. Movimento de mercadorias em crescimento nos portos nacionais Os portos portugueses registaram a entrada de embarcações no 1º trimestre 2013, menos 4,0% que no trimestre equivalente do ano anterior, atenuando-se o decréscimo homólogo verificado no 4ºT 2012 (-13,1%). No mês de janeiro de 2013 o tráfego de mercadorias diminuiu 7,1%, mas nos meses de fevereiro e março de 2013 a atividade portuária recuperou dinamismo, apresentando variações positivas de 17,2% e 1,8%, respetivamente, em comparação com os meses homólogos de O movimento de mercadorias aumentou 3,2% no 1º trimestre de 2013, em comparação com o mesmo trimestre de 2012, fixando-se em 17,7 milhões de toneladas. Este crescimento contrasta com a evolução desfavorável nos dois trimestres anteriores (-6,3% no 3ºT 2012 e -5,8% no 4ºT 2012). Em Sines concentrou-se 41,3% do movimento de mercadorias nos portos nacionais no 1º trimestre de 2013, tendo correspondido a 7,3 milhões de toneladas de mercadorias (+9,2%, em termos homólogos). Com ligeiras diminuições na atividade face ao mesmo trimestre do ano anterior, Leixões (representando 21,8% do total) e Lisboa (peso de 14,6%) movimentaram 3,9 milhões e 2,6 milhões de toneladas de mercadorias no 1º trimestre de 2013, respetivamente. Destacam-se acréscimos relevantes no movimento de mercadorias, neste trimestre, em Aveiro (+20,2%) e Figueira da Foz (+23,0%) somando em conjunto 1,4 milhões de toneladas carregadas e descarregadas (8,0% do movimento total). No tráfego internacional, com um acréscimo de 6,3% (-4,8% no 4º T 2012), salienta-se o crescimento do movimento de mercadorias em Sines (+12,9%), após um aumento homólogo de 11,8% no trimestre anterior. Em Leixões registou- se um incremento de 2,3% e em Aveiro e Figueira da Foz registaram-se crescimentos significativos (+24,0% e +22,3%, respetivamente), que sucederam aos incrementos de +0,5% e +15,5% no 4º T Em Lisboa observou-se uma redução homóloga de 3,0% no movimento internacional de mercadorias (-33,5% no 4º trimestre de 2012). Os fluxos nacionais de transporte marítimo decresceram neste trimestre (variação homóloga de -10,8%), tal como se verificou em períodos anteriores (-15,3 no 3ºT 2012 e -11,4 no 4ºT 2012). Setúbal, Sines, Aveiro e Leixões foram os portos com diminuições homólogas mais acentuadas neste tipo de tráfego (-35,1%, -13,2%, -11,9% e -11,7%, respetivamente). Diminuição no número de passageiros e veículos no transporte fluvial Viajaram por via fluvial 5,9 milhões de passageiros no 1º trimestre 2013, o que se traduziu numa redução homóloga de 11,0% (-11,5% no 4º T 2012), tal como se verificou durante todo o ano de No Rio Tejo concentrou-se 96,8% do transporte fluvial de passageiros, tendo-se observado uma diminuição homóloga de 10,6% no fluxo de passageiros, em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Nas

13 13 restantes vias navegáveis, o número de passageiros transportados também ficou abaixo do registado no período homólogo de 2012 (-21,5%). O transporte fluvial de veículos manteve a trajetória decrescente, somando 39,4 mil veículos transportados, o que correspondeu a uma redução de 20,4% face aos três primeiros meses de Acréscimo do movimento de passageiros nos aeroportos e diminuição da carga e correio No 1º trimestre de 2013 aterraram aeronaves em voos comerciais nos aeroportos nacionais, menos 3,4% que no mesmo trimestre do ano anterior. Esta diminuição verificou-se com especial relevo na Região Autónoma dos Açores (-5,9%). No Continente o número de aeronaves aterradas diminuiu 3,4% face ao trimestre homólogo e na R.A. Madeira a variação foi -0,6%. No mesmo trimestre, observou-se um incremento homólogo de 2,5% no movimento de passageiros nos aeroportos portugueses (+3,3% no 4º T 2012), tendo totalizado 5,8 milhões de passageiros, distribuindo-se entre 2,83 milhões de passageiros desembarcados (+3,0%) e 2,86 milhões de passageiros embarcados (+1,7%), respetivamente. O número de passageiros em trânsito direto no 1º trimestre de 2013 foi 73 mil (+ 14,5% face ao 1º trimestre ano anterior). O movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais apresentou uma variação homóloga decrescente de 5,2% (-2,1% no 4º T 2012), tendência que se verifica há mais de 2 anos. Segundo o sentido do movimento, verifica-se que os valores de carga e correio desembarcados e embarcados diminuíram 4,8% e 5,6% face ao mesmo trimestre do ano anterior, respetivamente. No 1º trimestre de 2013, o aeroporto de Lisboa, com 3,1 milhões de passageiros movimentados, concentrou mais de metade (54,6%) do movimento de passageiros nos aeroportos nacionais. No Continente, este aeroporto foi o que registou o maior aumento: +3,6%. O movimento de passageiros no aeroporto de Faro aumentou 1,4%, enquanto no aeroporto do Porto diminuiu 1,6%, em termos homólogos. Os principais aeroportos das Regiões Autónomas observaram variações divergentes no movimento de passageiros: no aeroporto da Madeira (Funchal) observou-se um aumento de 6,4% enquanto no aeroporto João Paulo II (Ponta Delgada - São Miguel) se verificou uma redução de 4,0%; contudo, no 2º maior aeroporto Açoriano (Lajes) registou-se um crescimento homólogo de 26,4% nos passageiros movimentados. O tráfego regular concentrou 97,2% dos passageiros movimentados nos aeroportos nacionais no 1º trimestre 2013, o que se traduziu num incremento de 0,6 p.p. face ao ano anterior. Apenas considerando os movimentos internacionais, o tráfego regular reuniu 96,8% dos passageiros movimentados (99,2% nos movimentos domésticos). O tráfego internacional abarcou 82,4% dos movimentos de passageiros comerciais assinalados no 1º trimestre 2013, sendo preponderante no tráfego não regular, onde concentrou 95,2% do total. O tráfego nacional abarcou 17,6% do total de movimentos de passageiros, sendo 10,5% tráfego territorial (tráfego entre o Continente e as Regiões Autónomas ou entre as duas Regiões Autónomas) e 7,1% tráfego interior (movimentos no interior do Continente ou em cada uma das Regiões Autónomas). Dos voos internacionais realizados no trimestre em análise, 64,8% corresponderam a voos dentro do Espaço Schengen. Os voos dentro da União Europeia mas fora do Espaço Schengen corresponderam a 17,5%, enquanto os voos fora da UE abrangeram os remanescentes 17,7% do total do tráfego internacional. No mesmo período do ano passado observaram-se os seguintes valores: 65,8%, 17,0% e 17,2%, respetivamente. No 1º trimestre de 2013 os operadores nacionais de transporte aéreo transportaram 49,8% dos passageiros em movimento nos aeroportos nacionais (48,5% no trimestre homólogo de 2012). Os operadores do Reino Unido e da Irlanda continuaram a ser os mais expressivos entre os estrangeiros, tendo sido responsáveis por 14,2% e 11,8% do total de passageiros movimentados, respetivamente Menor número de deslocações por ferrovia O transporte ferroviário pesado assegurou a deslocação de 30,5 milhões de passageiros no 1º trimestre de 2013, a maior parte dos quais em tráfego suburbano (89,6%) e os restantes em tráfego interurbano (10,3%) e em movimentos internacionais (0,1%). Neste período, observou-se uma diminuição na utilização deste modo de transporte (-13,4%), após reduções homólogas já verificadas ao longo dos quatro trimestres de 2012 (-8,4% no 1ºT, -11,6% no 2ºT, -13,2% no 3ºT e -12,2% no 4ºT). O número de passageiros foi menor em todos os meses do 1º trimestre de 2013, face ao mesmo trimestre de 2012, com particular incidência no mês de janeiro, em que se registou uma variação homóloga de -17,5% (-8,4% em fevereiro e -13,3% em março). A estes decréscimos não foram alheios os períodos de greve ocorridos. O tráfego suburbano, com 27,3 milhões de passageiros, apresentou a variação homóloga mais acentuada no 1º trimestre de 2013 (-13,8%). O número de passageiros transportados nas deslocações interurbanas registou uma diminuição de 10,1%, menos expressiva que oscilações registadas nos períodos anteriores (-12,9% no 3ºT 2012 e -14,5% no 4ºT 2012).

14 14 O movimento internacional por via ferroviária somou 25 mil passageiros, registando também um decréscimo de 3,8%, em comparação com igual trimestre do ano O transporte de mercadorias por modo ferroviário fixou-se em 1,9 milhões de toneladas no 1º trimestre de 2013, registando uma redução homóloga acentuada (-22,0%, sucedendo a -9,8% no 4ºT 2012). Esta redução foi extensível ao total de toneladas-quilómetro percorridos (393,8 milhões), que diminuiu 27,3% neste período, em comparação com igual trimestre de A redução do transporte de mercadorias esteve relacionada com constrangimentos associados à elevada pluviosidade bem como com a redução da importação de determinados bens da América do Sul, o que motivou a diminuição de transporte de granel sólido. Passageiros do Metropolitano de Lisboa continuam a diminuir Viajaram 47,7 milhões de passageiros nos sistemas ferroviários ligeiros no 1º trimestre de 2013, refletindo uma diminuição de 13,9%, face ao mesmo trimestre de Acentuou-se assim a diminuição no número de passageiros que já ocorreu em trimestres anteriores (-12,2% no 3ºT 2012 e -12,6% no 4ºT 2012). O Metropolitano de Lisboa transportou menos 7,1 milhões de passageiros que em igual trimestre de 2012, num total de 34,2 milhões de passageiros, o que corresponde a uma variação homóloga de -17,1% (-16,5% no 4ºT 2012). A taxa de utilização fixou-se em 24,0%, abaixo da observada no 1ºT 2012 (26,0%). No Metro do Porto o número de deslocações fixou-se em 13,5 milhões, apresentando uma redução homóloga de 4,4%, em comparação com o trimestre equivalente do ano anterior. Neste sistema também se acentuou a diminuição no número de passageiros transportados, já observada em trimestres anteriores (-3,1% no 3ºT 2012 e -0,3% no 4ºT 2012). A taxa de utilização do Metro do Porto foi 17,3% no 1º trimestre de 2013, ligeiramente inferior à verificada no 1ºT 2012 (17,4%). Mantêm-se decréscimos no transporte rodoviário de mercadorias O transporte rodoviário de mercadorias realizado por veículos nacionais atingiu milhares de toneladas no 1º trimestre de 2013, tendo registado, face ao período homólogo, decréscimos tanto na tonelagem de mercadorias transportadas (-25,5%), como no volume de transporte (-7,5% em termos de TKm), prosseguindo a trajetória descendente verificada em 2012, tanto no que respeita a tonelagem como a toneladas-km (-35,9% e -18,7% no 1º T; -27,4% e -14,7% no 2º T; -31,5% -9,3% no 3º T; -21,6% e -5,8% no 4º T, respetivamente). No 1º trimestre de 2013, a tonelagem de mercadorias transportadas em tráfego nacional, que representou 83,1% do total, evidenciou um decréscimo de 27,6% face ao 1º trimestre 2012 (-22,4% no 4º trimestre de 2012). Registou-se igualmente uma redução homóloga no transporte internacional de mercadorias (-12,9%), apesar de menos acentuada que no 4º trimestre 2012 (-16,0%). Em termos de volume de transporte, registaram-se milhões de toneladas-quilómetro no transporte rodoviário neste trimestre, repartidos por milhões em tráfego internacional e milhões em tráfego nacional. Considerando o volume de transporte em tráfego nacional (30,0% do total), os Produtos alimentares, bebidas e tabaco representaram 23,0% do total do volume de transporte, seguidos pelos Outros produtos minerais não metálicos com 10,4%. No tráfego nacional, o transporte por conta própria pesou de 26,9% no total (menos 8,6 p.p. que no trimestre homólogo), sendo os Produtos não energéticos das indústrias extrativas; turfa; urânio e tório e os Produtos alimentares, bebidas e tabaco os mais relevantes com 16,6% e 16,2%. No transporte nacional por conta de outrem (peso de 73,1%) destacaram-se os Produtos alimentares, bebidas e tabaco que, apresentando um aumento homólogo de 1,6 p.p. na sua importância relativa, representaram no 1º trimestre 25,6% do volume de transporte; seguiram-se os Outros produtos minerais não metálicos (8,8% do total). Quanto ao transporte internacional, o respetivo volume de transporte contribuiu com 70,0% para o total, representando mais 5,9 p.p. que o verificado no 4º trimestre 2012, contrariando a tendência verificada durante todo o ano de No 1º trimestre de 2013, a UE27 abrangeu 98,6% do volume de mercadorias movimentadas de/para Portugal (99,9% no 4º T de 2012). O rácio de mercadorias carregadas/descarregadas em Portugal, por parte dos operadores de transporte nacionais, com o principal mercado de destino/origem Espanha apresentou-se favorável (111,4%), invertendo o rácio conseguido no 4º trimestre de 2012 (85,9%) e aproximando-se do 3º trimestre 2012 (122,6%). Os restantes principais mercados também registaram rácios favoráveis (ou seja, com predominância relativa das mercadorias carregadas em Portugal face às descarregadas, pelos operadores nacionais), nomeadamente Itália (189,7%), Alemanha (158,1%) e França (123,2%).

15 15 Síntese Económica de Conjuntura junho de 2013 Consumo privado e investimento apresentam reduções menos intensas em maio. Exportações nominais aceleram e importações registam variação menos negativa Em junho, os indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores da Área Euro (AE) recuperaram. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de-10,3% e -1,2% (1,0% e 0,6% em maio), respetivamente. Em Portugal, o indicador de clima económico manteve em junho o perfil ascendente observado desde o início do ano, após ter registado o mínimo da série em dezembro. O indicador de atividade económica, disponível até maio, apresentou uma redução menos expressiva que no mês anterior. O indicador quantitativo do consumo privado registou uma diminuição homóloga menos intensa em maio, em resultado da evolução negativa menos acentuada do consumo corrente. O indicador de FBCF também diminuiu de forma menos expressiva em maio, refletindo o menor contributo negativo das componentes de construção e, em menor grau, de máquinas e equipamentos. Relativamente ao comércio internacional de bens, em termos nominais, as exportações e importações registaram variações homólogas de 5,7% e -1,6% em maio (2,8% e -2,3% no mês anterior), respetivamente. Índices de Preços na Produção Industrial maio de 2013 Índice de Preços na Produção Industrial acelerou em termos homólogos A taxa de variação homóloga do Índice de Preços na Produção Industrial fixou-se em 1,3% em junho, o que representou um aumento de 0,5 pontos percentuais comparativamente com a taxa observada em maio. A variação mensal foi -0,1% (-0,7% em junho de 2012). O índice da secção das Indústrias Transformadoras registou variações de 0,2% em termos homólogos (-0,5% em maio) e de -0,2% em termos mensais (-0,8% em junho de 2012). No 2º trimestre de 2013 o índice total apresentou uma variação homóloga de 0,9% (1,7% no 1º trimestre de 2013). Variação homóloga O Índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação homóloga de 1,3%, em junho, taxa superior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O agrupamento de Energia apresentou o contributo mais influente para a variação positiva do índice agregado (1,0 p.p.). O índice deste agrupamento registou uma variação de 3,1%, que se situou 1,7 p.p. acima da taxa observada no mês anterior. O índice da secção das Indústrias Transformadoras apresentou um contributo de 0,1 p.p., resultante de uma variação homóloga de 0,2% (-0,5% em maio). Excluindo desta secção a divisão de Fabricação de coque, produtos petrolíferos refinados e de aglomera- dos de combustíveis, a variação homóloga fixou-se em 0,4% (0,5% em maio). Variação homóloga trimestral No 2º trimestre de 2013, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços na Produção Industrial situou-se em 0,9% (variação de 1,7% no trimestre anterior). Os índices de todos os agrupamentos apresentaram contributos positivos para a variação do índice total, destacando-se o de Energia, com 0,5 p.p., associado a uma taxa de variação homóloga de 1,5% (2,9% no trimestre anterior). Por secções, o índice da secção de Eletricidade, Gás, Vapor, Água Quente e Fria e Ar Frio, com uma taxa de variação homóloga de 6,4% (6,6% no 1º trimestre de 2013), apresentou o contributo mais influente para a variação do índice total (1,1 p.p.). O índice da secção das Indústrias Transformadoras registou uma variação de -0,4% no 2º trimestre, taxa inferior em 1,0 p.p. à observada no trimestre anterior. Variação mensal O índice de Preços na Produção Industrial registou uma variação mensal de -0,1% em junho (-0,2% em maio e -0,7% em junho de 2012). O índice do agrupamento de Energia, com uma variação de -0,3% (-1,9% em junho de 2012), apresentou um contributo de -0,1 p.p.. O índice da secção das Indústrias Transformadoras contribuiu com -0,1 p.p., em resultado de uma taxa de variação mensal de -0,2% (-0,8% no período homólogo).

16 16 Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação junho de 2013 Taxa de juro e prestação média mantiveram tendência decrescente A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se, em junho, em 1,416%, o que se traduziu numa redução de 0,015 pontos percentuais (p.p.) comparativamente com a taxa observada no mês anterior. A prestação média vencida para a globalidade dos contratos diminuiu 1 euro relativamente ao mês anterior, situando-se em 258 euros. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 3,034%, o que representou uma diminuição de 0,134 p.p. comparativamente com a taxa observada no mês anterior. Taxa de Juro Implícita A taxa de juro implícita no crédito à habitação fixou- se, em junho, em 1,416% (novo mínimo da série iniciada em janeiro de 2009). A diminuição de 0,015 p.p. relativamente ao mês anterior foi mais intensa que a observada em maio (redução de 0,011 p.p.). A diminuição acumulada desde dezembro de 2011, mês da última inflexão da série, foi 1,298 p.p.. Nos contratos para Aquisição de habitação, a taxa de juro fixou-se, em junho, em 1,432% (novo mínimo da série iniciada em janeiro de 2009), tendo diminuido0,016 p.p. face à taxa observada em maio. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita desceu 0,134 p.p., em comparação com o mês anterior, para 3,034%. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, relativos a Aquisição de habitação, a taxa de juro implícita foi 2,996%, diminuindo 0,143 p.p. em relação à taxa observada em maio. Prestação Vencida e Capital em Dívida O valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor diminuiu 1 euro comparativamente com o valor registado no mês de maio, tendo-se fixado em 258 euros. O valor médio da prestação, para o conjunto dos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos 3 meses, foi, em junho, 296 euros, idêntica à observada no mês anterior. Nos contratos com destino Aquisição de Habitação, o valor médio da prestação vencida foi 266 euros, menos 1 euro que o valor registado no mês de maio. Para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a prestação média vencida foi, em junho, inferior em 2 euros à registada no mês anterior, fixando-se em 307 euros. O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação e para os contratos com destino de financiamento Aquisição de habitação, passou de euros e euros, em maio, respetivamente, para euros e euros, no mês de junho, pela mesma ordem. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento Aquisição de habitação foi, em junho, euros ( euros em maio). Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação junho de 2013 Aumento do Valor médio de avaliação bancária O valor médio de avaliação bancária de habitação1 do total do País fixou-se em 1014 euros/m2 em junho, registando um aumento de 18 euros/m2, face ao observado em maio, ao que correspondeu uma variação em cadeia de 1,8% (1,2% em maio) e uma diminuição homóloga de 2,4% (-5,0% no mês anterior). Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, as variações em cadeia foram 2,5% e 1,0%, em junho, respetivamente, enquanto as variações homólogas fixaram-se em -3,2% e -2,1%, pela mesma ordem. Os valores de avaliação registados nestas áreas foram 1197 euros/m2 e 944 euros/m2, respetivamente. Habitação O valor médio de avaliação bancária, realizada no âmbito da concessão de crédito à habitação, situou-se em 1014 euros/m2 em junho, o que se traduziu num aumento de 18 euros/m2 (1,8%) quando comparado com o mês anterior. Todas as regiões NUTS II registaram, em junho, variações em cadeia positivas, à exceção da Região Autónoma da Madeira, em que se observou uma diminuição de 0,5% do respetivo valor médio, para 1204 euros/m2. Relativamente às restantes regiões, a região do Alente- jo, com valor médio de avaliação de 885 euros/m2, registou o acréscimo mensal mais intenso, 3,1%. Comparativamente com o período homólogo, o valor médio de avaliação no total do País registou uma diminuição de 2,4% (variação de -5,0% em maio), com a maioria das regiões NUTS II a apresentar variações menos negativas que as observadas em maio. A região de Lisboa, com uma variação de -3,2% (valor de avaliação de 1197 euros/m2), registou o maior contributo para o resultado agregado.

17 17 Apartamentos O valor médio de avaliação bancária dos apartamentos aumentou 20 euros/m2 quando comparado com o mês anterior, fixando-se em 1051 euros/m2 (variação de 1,9%). Os aumentos observados nas regiões de Lisboa (variação de 2,1%, para 1191 euros/m2 em junho), do Centro (3,4%, para 891 euros/m2) e do Norte (1,5%, para um valor de avaliação de 882 euros/m2) determinaram a variação agregada. A Região Autónoma da Madeira com um valor de avaliação de 1210 euros/m2, registou a única diminuição mensal (-1,2%), em junho. Quando comparado com o período homólogo, o valor médio de avaliação dos apartamentos diminuiu 1,2% (variação de -4,4% em maio). A região do Algarve destacou-se por registar a redução homóloga mais acentuada do valor médio de avaliação (menos 72 euros e variação de -5,5%). Apenas na Região Autónoma dos Açores se verificou um aumento, 4,8%, para um valor médio de avaliação de 1114 euros/m2. O valor médio de avaliação para as tipologias de apartamentos T2 e T3, para o total do País, situou-se em 1034 euros/m2 e 1003 euros/m2, respetivamente, aumentando 14 euros (1,4%) nos T2 e 23 euros (2,3%) nos T3, comparativamente a maio. Moradias O valor médio de avaliação bancária das moradias, para o total do País, fixou-se em 948 euros/m2, correspondendo a um aumento de 1,8% face a maio. Esta redução refletiu aumentos, face ao mês anterior, na maioria das regiões, com particular destaque para as regiões de Lisboa e do Algarve, cujos valores de avaliação se situaram em 1232 euros/m2 e 1308 euros/m2, associados a variações de 5,0% e de 5,3%, respetivamente. Apenas a região do Norte (valor de avaliação de 893 euros/m2) apresentou variação em cadeia negativa (-0,3%). Em termos homólogos, o valor médio de avaliação das moradias diminuiu 4,7% em junho, em resultado das diminuições homólogas registadas em todas as regiões NUTS II. As diminuições verificadas nas regiões de Lisboa (-7,4%), Centro (-6,9%) e Norte (-3,5%) foram determinantes na variação global desta natureza de alojamento. As moradias de tipologia T3 e T4 registaram valores médios de avaliação de, respetivamente, 932 euros/m2 e 954 euros/m2, a que corresponderam aumentos mensais de 7 e de 18 euros/m2 e taxas de variação de 0,8% e 1,9%, pela mesma ordem. Análise por Regiões NUTS III Da análise dos índices do valor médio de avaliação bancária de habitação por NUTS III, verifica-se que se registaram acréscimos de 13 das 30 regiões analisadas, entre mais e junho, tendo o aumento mais intenso ocorrido na região do Pinhal Interior Sul (13,8%), para um Índice de 80,0. Na região da serra da estrela observou-se o maior decréscimo mensal do Índice (-9,2%). Análise das Áreas Metropolitanas As Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto apresentaram aumentos nos respetivos valores médios de avaliação de 29 e 9, face a maio, tendo-se situado em 1197 euros/m2 e em 944 euros/m2, respetivamente. Comparativamente com o mês homólogo, observaram-se variações de -3,2% e de -2,1% para a Área Metropolitana de Lisboa e para a Área Metropolitana do Porto, pela mesma ordem. Inquérito Mensal de Conjuntura aos Consumidores junho de 2013 O indicador de confiança dos Consumidores voltou a aumentar em julho, prolongando o movimento ascendente observado desde janeiro, depois de atingir o mínimo da série em dezembro. O indicador de clima económico tem vindo a recuperar desde o início do ano, após registar o valor mais baixo da série em dezembro. Em julho, verificou-se um aumento em todos os indicadores de confiança setoriais, Indústria Transformadora, Construção e Obras Públicas, Comércio e Serviços. O aumento do indicador de confiança dos Consumidores1 observado nos últimos dois meses deveu-se ao contributo positivo de todas as componentes, sendo mais significativo no caso das expetativas sobre a evolução do desemprego. O indicador de confiança da Indústria Transformadora recuperou em julho, retomando o movimento ascendente iniciado em dezembro, em resultado do contributo positivo de todas as componentes, opiniões sobre a procura global, apreciações sobre a evolução dos stocks de produtos acabados e perspetivas de produção, mais expressivo no primeiro caso. O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas prolongou o perfil positivo observado desde agosto de 2012, devido à recuperação das opiniões sobre a carteira de encomendas, uma vez que as perspetivas de emprego registaram um ligeiro agravamento. Contudo, sem a utilização de médias móveis de três meses, este indicador diminuiu em julho. O indicador de confiança do Comércio manteve o perfil ascendente iniciado em novembro, refletindo no mês de referência o contributo positivo das opiniões sobre o volume de vendas e das perspetivas de atividade, enquanto as apreciações relativas ao nível de existências apresentaram um ligeiro contributo negativo. O

18 18 indicador de confiança dos Serviços tem vindo a aumentar desde dezembro, nos últimos dois meses em resultado da recuperação de todas as componentes, apreciações sobre a atividade da empresa e sobre a evolução da carteira de encomendas e perspetivas relativas à evolução da procura. Índices de Produção Industrial junho de 2013 Índice de Produção Industrial desacelerou O índice de produção industrial, face ao mesmo mês do ano anterior, aumentou 2,1% em junho (4,1% em maio). O índice da secção das Indústrias Transformadoras registou uma variação homóloga de 1,2% (3,0% no mês anterior). No 2º trimestre de 2013, o índice agregado aumentou 3,0% face ao trimestre homólogo (no 1º trimestre, esta variação tinha sido -1,2%). Variação homóloga O índice de produção industrial situou-se em 87,9 em junho, o que correspondeu a uma variação homóloga de 2,1%, taxa inferior em 2,0 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Os agrupamentos de Energia e de Bens Intermédios, com contributos de 1,8 p.p. e de 1,0 p.p., respetivamente, determinaram a variação positiva do índice agregado, refletindo taxas de crescimento de 10,1% e de 2,6% (13,4% e 3,9% no mês anterior), pela mesma ordem. O agrupamento de Bens de Consumo registou uma variação homóloga de -0,7% (3,8% em maio), da qual resultou um contributo de -0,2 p.p. para a variação do índice agregado. O índice da secção das Indústrias Transformadoras aumentou 1,2% (3,0% em maio), determinando um contributo de 1,0 p.p. para a variação do índice agregado. A secção de Eletricidade, Gás, Vapor, Água Quente e Fria e Ar Frio apresentou um contributo de 0,7 p.p., originado por uma taxa de variação de 5,0% (10,7% no mês anterior). A secção das Indústrias Extrativas passou de uma variação homóloga de 7,6% em maio, para 18,6% em junho, originando um contributo de 0,5 p.p.. Variação mensal O índice de produção industrial registou uma variação mensal de -2,7% em junho (5,4% em maio). O agrupamento de Bens de Consumo apresentou o contributo mais influente para a variação do índice total (-1,9 p.p.), originado por uma variação mensal de -5,7% (5,1% no mês anterior). O agrupamento de Bens Intermédios passou de uma variação mensal de 4,5% em maio, para -1,5% em junho (contributo de -0,6 p.p.). O agrupamento de Energia apresentou um contributo positivo de 0,1 p.p., em resultado de uma taxa de variação de 0,7% (8,5% no mês anterior). A secção das Indústrias Transformadoras apresentou um contributo determinante para a variação do índice agregado (-2,3 p.p.), resultante de uma variação mensal de -2,8% (3,7% em maio). A secção de Eletricidade, Gás, Vapor, Água Quente e Fria e Ar Frio, passou de uma taxa de variação de 14,6% em maio, para -3,8% em junho e contribuiu com -0,6 p.p. para a variação do índice total. A secção das Indústrias Extrativas registou uma variação mensal de 6,3% (14,4% no mês anterior), traduzindo-se num contributo de 0,2 p.p.. Variação trimestral O índice agregado registou uma variação de 3,0%, no 2º trimestre de 2013, em termos homólogos (no trimestre anterior, esta variação tinha sido -1,2%). O agrupamento de Energia apresentou um contributo determinante para a variação do índice agregado (2,6 p.p.), correspondente a uma taxa de variação de 15,5% (18,3% no 1º trimestre). Os agrupamentos de Bens Intermédios e de Bens de Consumo apresentaram contributos de 0,7 p.p. e de 0,6 p.p., respetivamente, originados por taxas de variação de 1,8% e 1,7% (-7,8% e 2,7% no trimestre anterior). A secção das Indústrias Transformadoras apresentou o contributo mais influente para a variação do índice agregado (1,5 p.p.), originado por uma variação de 1,8% (-3,9% no 1º trimestre). A secção de Eletricidade, Gás, Vapor, Água Quente e Fria e Ar Frio registou uma taxa de variação de 10,4%, contribuindo com 1,4 p.p.. A secção das Indústrias Extrativas passou de uma taxa de variação de -1,8% no 1º trimestre, para 6,7% no 2º trimestre, dando origem a um contributo de 0,2 p.p.. Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria junho de 2013 Índice de Volume de Negócios na Indústria registou variação homóloga mais negativa Em termos nominais, o Índice de Volume de Negócios na Indústria registou uma variação homóloga de -4,7% em junho (-0,9% no mês anterior). O índice de vendas com destino ao mercado externo diminuiu 3,7%, quando em maio tinha registado um crescimento de 2,5%. O índice relativo às vendas para o

19 19 mercado nacional apresentou uma variação de -5,4% (-3,5% em maio). No 2º trimestre de 2013, as vendas na Indústria diminuíram 0,9% (variação de -6,3% no trimestre anterior). O índice de emprego registou uma redução homóloga de 3,1%, enquanto os índices de remunerações e de horas trabalhadas, ajustadas de efeitos de calendário, diminuíram ambos 2,5%. VOLUME DE NEGÓCIOS Total O Índice de Volume de Negócios apresentou, em termos homólogos, uma variação nominal de -4,7% em junho (-0,9% no mês precedente). Refira-se que, em junho de 2013, registou-se um dia útil adicional comparativamente com o mesmo mês do ano anterior. O índice de vendas com destino ao mercado externo passou de um crescimento de 2,5% em maio para uma diminuição de 3,7% em junho. O índice relativo às vendas para o mercado nacional registou uma redução de 5,4%, mais intensa em 1,9 pontos percentuais (p.p.) que a observada no mês anterior. O índice do agrupamento de Energia passou de um aumento de 6,7% em maio para uma redução de 3,2% em junho. Os restantes Grandes Agrupamentos Industriais apresentaram diminuições homólogas mais intensas que as observadas em maio. O índice da secção das Indústrias Transformadoras registou uma redução homóloga de 4,5% em junho (aumento de 0,4% no mês anterior). Em termos mensais, as vendas na indústria diminuíram 7,4% (variação de -3,7% em junho de 2012). No 2º trimestre de 2013, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação homóloga de -0,9% (-6,3% no trimestre anterior). A secção das Indústrias Transformadoras registou uma variação nula, depois de ter apresentado uma redução de 6,5% no 1º trimestre de Mercado Nacional Em termos homólogos, o índice relativo às vendas na indústria com destino ao mercado nacional diminuíram 5,4% em junho (variação de -3,5% no mês precedente). Os índices dos agrupamentos de Bens Intermédios e de Energia determinaram a evolução do índice deste mercado, tendo registado variações de -5,6% e de -5,4% em junho (-3,1% e -2,9% no mês anterior), respetivamente. A secção das Indústrias Transformadoras apresentou uma redução homóloga de 5,0% (variação de -3,4% em maio). O índice de vendas com destino ao mercado nacional registou uma diminuição mensal de 6,7% em junho, mais intensa em 1,9 p.p. comparativamente à observada em período idêntico de Mercado Externo O índice de vendas na indústria com destino ao mercado externo apresentou uma variação homóloga de -3,7% em junho (aumento de 2,5% no mês precedente). A variação negativa do índice deste mercado foi sobretudo determinada pelo comportamento do índice do agrupamento de Bens de Consumo, que passou de uma variação homóloga de -1,7% em maio para -7,4% em junho. Refira-se ainda o índice do agrupamento de Energia, que apresentou uma variação de 2,4% em junho, após ter aumentado 33,1% no mês anterior. O índice da secção das Indústrias Transformadoras registou uma diminuição homóloga de 3,9% (aumento de 4,6% em maio). Em termos mensais, as vendas na indústria com destino ao mercado externo diminuíram 8,2% em junho (variação de -2,2% em período idêntico de 2012). Variáveis Sociais Em termos homólogos, o índice de emprego diminuiu 3,1% em junho (variação de -3,6% no mês anterior), enquanto os índices de remunerações e do volume de trabalho na indústria, medido pelas horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário registaram ambos variações de -2,5% (-5,9% e -3,9% no mês anterior, pela mesma ordem). Em termos mensais, os índices de emprego e de horas trabalhadas, ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram diminuições de 0,1% e de 4,5% (variações de -0,6% e de -5,8% em junho de 2012), respetivamente. O índice de remunerações registou um aumento mensal de 6,1% em junho, taxa superior em 3,7 p.p. à observada em período idêntico de Caracterização da Habitação Social em Portugal 2012 Parque de habitação social em Portugal Em 2012 existiam cerca de 118 mil fogos de habitação social (-0,2% face a 2011) distribuídos por 24,5 mil edifícios, localizados em 268 municípios. Mais de metade (53,9%) dos edifícios possuía 2 ou mais alojamentos, conduzindo a um rácio de 4,8 fogos por edifício. Os fogos de habitação social encontravam-se quase exclusivamente (95,5%) ocupados em regime de arrendamento e cerca de 4,1% estavam vagos. Em 2012 registaram-se 25,6 mil pedidos de habitação, metade dos quais na região NUTS II de Lisboa. O parque de habitação social representou 2,0% do total de fogos existentes a nível nacional, correspondendo a fogos de habitação social por 100 mil habitantes (1 125 fogos em 2011). A Madeira distinguiu-se com os maiores rácios: 4,2% do total de fogos da região eram de habitação social, correspondendo a fogos/100 mil habitantes.

20 20 O parque de habitação social gerou uma receita de cerca de 81 milhões de euros (81,9% resultante da cobrança de rendas e 18,1% da venda de fogos), tendo-se registado um decréscimo de 4,5% face a 2011 (-4 milhões de euros). Por outro lado, registou-se uma despesa de 57 milhões de euros (84,3% com obras de conservação e reabilitação e 15,7% com encargos fixos1), tendo-se verificado uma diminuição de 17,5% face a 2011 (-12 milhões de euros). A renda média mensal praticada no âmbito da habitação social em 2012, independentemente do tipo de contrato, foi 60 euros (tendo aumentado pouco mais de 1 euro face a 2011), distinguindo-se a região da Madeira com o maior valor de renda média mensal (71 euros). Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho junho de 2013 Vendas no Comércio a Retalho apresentam variação homóloga menos negativa O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou, em junho, uma diminuição homóloga de 2,6% (variação de -3,6% no mês anterior). No segundo trimestre de 2013, o índice no comércio a retalho diminuiu 2,7% em termos homólogos (variação de -4,9% no trimestre anterior). Os índices de emprego, do número de horas trabalhadas ajustadas dos efeitos de calendário e das remunerações, apresentaram taxas de variação homóloga de -4,8%, de -4,9% e de -5,8%, respetivamente (-4,9%, -4,5% e -8,2% no mês anterior, pela mesma ordem). Volume de Negócios O índice de volume de negócios no comércio a retalho passou de uma variação homóloga de -3,6%, em maio, para -2,6% em junho. Esta variação menos negativa foi sobretudo determinada pelo índice do agrupamento de Produtos alimentares, que passou de uma taxa de variação homóloga de -2,7%, em maio, para -1,2% em junho. O índice relativo aos Produtos não alimentares registou uma variação homóloga de -4,2% (-4,7% em maio). Em termos nominais, o índice agregado diminuiu 1,9em termos homólogos (variação de -3,1% em maio). No segundo trimestre de 2013, as vendas(1) no comércio a retalho diminuíram 2,7% em termos homólogos (diminuição de 4,9% no trimestre anterior). A variação homóloga trimestral dos índices dos agrupamentos de Produtos alimentares e de Produtos não alimentares fixaram-se, respetivamente, em -0,5% e em -5,1% no 2º trimestre de 2013 (variações de -1,2% e de -8,7% no 1º trimestre de 2013). Emprego O índice de emprego no comércio a retalho apresentou uma diminuição homóloga de 4,8% em junho (variação de -4,9% em maio). Por agrupamentos, o índice relativo aos Produtos alimentares diminuiu, em termos homólogos, 2,6% enquanto o de Produtos não alimentares recuou 6,8% (variações de -2,7% e -6,8% no mês anterior, respetivamente). Comparativamente com o mês anterior, a taxa variação do índice do emprego no comércio a retalho foi 0,7%, em junho, idêntica à variação observada em junho de Remunerações O índice de remunerações do comércio a retalho diminuiu, em termos homólogos, 5,8% (diminuição de 8,2% em maio). Comparativamente com o mês anterior, o índice das remunerações apresentou uma variação de 6,2% (variação de 3,4% em junho de 2012). Horas Trabalhadas O volume de trabalho, medido pelo índice de horas trabalhadas ajustado dos efeitos de calendário, decresceu 4,9% em termos homólogos (variação de -4,5% no mês anterior). A taxa de variação mensal do índice de horas trabalhadas no comércio a retalho, ajustado dos efeitos de calendário, foi -4,3% em junho (-3,9% em igual período de 2012). Procura Turística dos Residentes 1º Trimestre 2013 Visitas a familiares e amigos aumentam e viagens de lazer diminuem No 1º trimestre de 2013, os residentes em Portugal realizaram 3,7 milhões de viagens turísticas, mais 6,2% que em igual trimestre de 2012 (+12,4% no 4º T 2012 em termos homólogos). Esta variação resultou essencialmente do crescimento observado nas viagens para Visitas a familiares e amigos (+12,4%),

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