PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM

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1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENFERMAGEM PORTO ALEGRE, 2010

2 SUMARIO 1. Identificação do Curso Projeto Pedagógico do Curso Apresentação Justificativa Sócio-econômica Dados Geo-econômicos do RGS Regionalização da Instituição Contexto Educacional Objetivos do Curso Perfil Profissional do Egresso Número de Vagas Projeto Pedagógico do Curso: Formação Currículo Pleno Conteúdos Curriculares Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso Atividades Práticas e Estágios Ementário Metodologia Atendimento ao Discente72 3.Corpo Docente Administração Acadêmica Composição do NDE Titulação do NDE Experiência Profissional do NDE Regime de Trabalho do NDE Titulação, Formação Acadêmica e Experiência do Coordenador do Curso Regime de Trabalho do Coordenador do Curso Perfil dos Docentes Titulação do Corpo Docente Regime de Trabalho do Corpo Docente Tempo de Experiência de Magistério Superior ou Experiência na Educação Profissional Tempo de Experiência Profissional do Corpo Docente Corpo Docente Número de Alunos por Docente Equivalente ao Tempo Integral Número de Alunos por Turma em Disciplina Teórica Pesquisa, Produção Científica e Tecnológica Instalações Físicas Instalações Gerais Sala de Professores e Sala de Reuniões Gabinete de Trabalho para Professores Salas de Aula Acesso dos Alunos aos Equipamentos de Informática Biblioteca Periódicos Especializados Instalações e Laboratórios Específicos Laboratórios Especializados...83

3 1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1.1 Endereço da Instituição, da unidade e do curso Rua General Vitorino, n.º 25 Bairro Centro Porto Alegre RS 1.2 Identificação da instituição mantida Nome: ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO, DIREITO E ECONOMIA CNPJ: / End.: Rua General Vitorino, n. 25 Cidade: Porto Alegre UF: RS CEP: Fone: Fax: Corpo dirigente da instituição mantida Dirigente Principal da Instituição de Ensino Cargo: Nome: Diretora Acadêmica Sara Pedrini Martins Endereço: Rua General Vitorino, n. 25 Cidade: Porto Alegre UF: RS CEP: Fone: (51) Ramal

4 1.4 Denominação do curso Enfermagem 1.5 Titulação conferida Bacharel em Enfermagem 1.6 Nível do curso Graduação - bacharelado 1.7 Modalidade de curso Regular Presencial 1.8 Duração do curso Dez (10) Semestres 1.9 Área de conhecimento Saúde

5 1.10 Regime escolar Sistema de créditos com matrícula por disciplina 1.11 Processo de seleção Vestibular e outras formas de acesso, conforme a legislação educacional vigente Número de turmas oferecidas 02 turmas semestrais, sendo 1 Matutina e 1 Noturna Número de vagas por turma 50 vagas 1.14 Nome e titulação do coordenador do curso Prof. Me. Rúbia Natasha Maestri 1.15 Ano de início de funcionamento do curso 2012

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7 2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO: ASPECTOS GERAIS 2.1 Apresentação Apresenta-se o Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Escola Superior de Administração, Direito e Economia (ESADE), cuja concepção de educação está voltada para o estudante como centro do processo educativo. Seus pilares são aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conhecer e aprender a viver. A finalidade do processo educacional é a humanização do homem, conhecedor de si mesmo e dos outros, que valoriza o ambiente em que vive e percebe profundamente a importância de preservar o planeta e todas as suas criaturas vivas. Deve, ainda, esse homem buscar formas mais racionais de vida, sabendo transformar a realidade que o circunda sem destruí-la, e compartilhar das conquistas com todos, criando um ambiente cada vez mais saudável e harmônico. Diante de um mundo globalizado, dinâmico e veloz, a educação deve estar voltada para a formação de um cidadão e profissional preparado para as constantes transformações de sua realidade, com competência e habilidade para aprender ao longo da vida, de forma autônoma e crítica. É preciso estimular, então, a curiosidade e o gosto pelo aprender a aprender. Para atingir esses objetivos, a ESADE atua a partir de estratégias pedagógicas que valorizam o estudante como agente ativo do seu processo educativo, capaz e autônomo. Nesse sentido, serão priorizadas as técnicas investigativas, o estudo de casos, a aprendizagem baseada em problemas e todas as atividades que proporcionem, possibilitem e provoquem a reflexão, a construir o próprio conhecimento e a aplicar esses conhecimentos de forma criativa. 2.2 Justificativa sócio-econômica A Enfermagem é uma profissão essencial no campo da saúde, pois articula os saberes de diversas áreas para gerenciar o cuidado com a saúde do paciente/cliente. Como uma profissão histórica e que busca a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos, contribui para a promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde em todos os ciclos da vida. As especificidades e transformações que o mercado da saúde vem sofrendo demandam diagnósticos e análises rápidos, principalmente relacionados a incorporação contínua de novas

8 tecnologias, ao alto custo dos procedimentos, a demanda por um serviço de qualidade, o que exige dos profissionais da área de enfermagem uma diversidade de conhecimentos. Assim, para assegurar o direito à saúde de nossas populações, necessitamos, cada vez mais, de mecanismos de auto-eficiência que privilegiem sobretudo as políticas de promoção na saúde e prevenção de doenças, através da formação de recursos humanos capazes de atender, especialmente, as necessidades da população na área da saúde, contribuindo na melhoria da qualidade de vida do brasileiro. Assim sendo, este curso surge da necessidade de oferecer uma formação sólida e completa ao profissional que busca inserção nesta área. A complexidade da prestação de serviços na área de enfermagem exige um processo ágil e seguro, com foco na segurança e qualidade da assistência e na presteza dos processos que envolvem esta profissão. O enfermeiro, inserido neste contexto, é agente fundamental para implementar a assistência ao cliente/paciente. Este profissional deve ser conhecedor da realidade de saúde do país e da sua região, sabendo articular as necessidades com o planejamento do cuidado tanto individual quanto coletivamente. Do ponto de vista pedagógico, é possível observar que os cursos da área da saúde estão continuamente sendo revisados, buscando acompanhar as exigências do mundo do trabalho face às novas tecnologias. A estrutura curricular e os conteúdos desses cursos estão sendo permanentemente revisitados, para contemplar as mudanças em relação à tríade educação-trabalhosaúde mas, ainda assim, persiste o desafio de formar o profissional com o perfil que o mercado de trabalho necessita. Neste sentido, buscando um diferencial, é fundamental um processo de formação de qualidade, desenvolvendo profissionais críticos, com pensamento sistêmico e habilidade para refletir sobre o processo saúde-doença em sua integralidade. O enfermeiro deve possuir competências e habilidades não apenas relacionadas à assistência técnica, mas também de caráter educativo, administrativo, político e ético. Como prática social, a enfermagem integra-se às práticas dos outros trabalhadores de saúde, compartilhando saberes, cooperando e complementando o trabalho desses demais profissionais. Por outro lado, as transformações que vêm ocorrendo no mundo do trabalho desencadeiam inovações intensas, seja na área comercial, tecnológica e ou organizacional. Essas transformações demandam a formação de profissionais com capacidade de identificar e solucionar problemas, tomar decisões,

9 intervir no processo de trabalho, trabalhar em equipe, auto-organizar-se e enfrentar situações em constante mudança. Portanto, é nesta realidade nacional que o ensino de enfermagem enfrenta o desafio de preparar trabalhadores que possam responder a essas rápidas mudanças do setor de saúde e que sejam capazes de inserir-se no mundo do trabalho por meio de uma atuação criativa, e ainda, que sejam capazes de aprender a aprender, de trabalhar em equipe, e de considerar a realidade social para prestar um cuidado humanizada e de qualidade. Portanto, o Curso proposto se constituirá numa estratégia de fundamental importância para a formação de futuros enfermeiros, sendo oportuno e necessário, tendo em vista que a constituição de seu saber, embora seja sólida, está em permanente reconstrução, e sempre estará, por tratar-se de uma prática que atende necessidades de saúde que são sociais, históricas e culturais Dados geo-econômicos do Rio Grande do Sul A Escola Superior de Administração, Direito e Economia está inserida em um contexto regional do Sul do Brasil, atuando na Educação Superior no Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre. Segundo dados indicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 1, o Rio Grande do Sul, em 2007, contava com uma população de habitantes residindo em uma área de ,538 km². Em Porto Alegre, segundo a estimativa do mesmo instituto, em 2007, a cidade contava com habitantes

10 De acordo com o Atlas Sócio-Econômico do Rio Grande do Sul, o Produto Interno Bruto (PIB) total gaúcho que em 2002 era de milhões de reais, passou para milhões em 2008, o que representa 6,82% do total brasileiro, conforme dados de Os dados do crescimento recente do PIB mostram que algumas regiões do Estado vêm sofrendo perdas significativas, enquanto outras crescem a taxas bem superiores a média estadual. Considerando a evolução do PIB no período 1990 a 2002, dos 24 COREDEs, quinze apresentaram evolução superior à média estadual que foi de 2,36% a.a.. Destacaram-se o Vale do Caí com um crescimento de 4,21%, Produção com 4,16%, Nordeste com 3,92%, Norte 3,45% e Serra com taxas de 3,36%. Por outro lado, no período, os COREDEs que tiveram menor crescimento foram o Litoral com um crescimento negativo de -1,45%, o Sul com 0,85 e o Missões com 0,94%. 4 Em se tratando da economia gaúcha, cumpre ressaltar que possui uma associação com os mercados nacional e internacional superior a média brasileira. Desta forma, a participação da economia gaúcha tem oscilado conforme a evolução da economia nacional e também de acordo com a dinâmica das exportações

11 2.2.2 Regionalização da Instituição A Escola Superior de Administração, Direito e Economia desenvolve uma estratégia de regionalização no Rio Grande do Sul como desafio presente no PDI 2009/2014, na perspectiva de atuar no ensino presencial e semi-presencial na região metropolitana da capital. A necessidade de aumentar a escolarização, devido às exigências do mercado de trabalho, tem trazido de volta a este nível de ensino um grande número de alunos. Segundo os indicadores Socioeconômicos do Estado, a taxa de escolarização líquida para o Ensino Médio percentual da população na faixa de 15 a 17 anos matriculada neste nível, aumentou entre 1980 e 2000, sofrendo um acréscimo de mais de 100%. Apesar do número expressivo de instituições de Ensino Superior criadas nos últimos anos, os indicadores educacionais riograndenses demonstram que os jovens brasileiros ainda têm pouco acesso à Educação Superior. Em 2004, a taxa de escolarização bruta, ou seja, o percentual da matrícula total no ensino superior em relação à população na faixa etária entre 18 e 24 anos, teoricamente a faixa adequada para freqüentar este nível de ensino, era de 17,3%, índice inferior a alguns países da América Latina*, como a Argentina 48%, Chile 38%, Uruguai 34% e Colômbia 22% 5. Diante do exposto, a ESADE compreende o seu papel de geradora e distribuidora de conhecimento adequado às necessidades regionais onde está inserida. A instituição se encontra localizada na principal região econômica e política, bem como de geração e difusão de conhecimento no Rio Grande do Sul. Portanto, seu papel de dinamizadora assume maior responsabilidade. A ESADE percebe um enorme potencial inexplorado, principalmente dentre as instituições particulares de ensino superior, na geração de conhecimentos voltados para uma visão autônoma, empreendedora e capaz de proporcionar ao profissional uma visão local, mas também global da sociedade. 5

12 2.3 Contexto educacional Ancorado no Plano de Desenvolvimento Institucional da ESADE, o Curso de Graduação em Enfermagem, apresenta-se como uma proposta para formar Enfermeiros com sólidos conhecimentos técnico-científicos, capazes de utilizar as melhores evidências para planejar o cuidado ao paciente/cliente, e de atuar junto a equipes multiprofissionais de saúde, buscando a melhoria da qualidade de vida da população. Os objetivos desse curso justificam-se, principalmente, ao empreender seus esforços construtivos na articulação entre a formação técnica e humanística do indivíduo, como base para a formação integral de um profissional responsável e alinhado com as necessidades da área da saúde. Esta concepção tem por base o desenvolvimento de competências e habilidades, sintetizada no conhecer, fazer, ser e conviver, indispensáveis ao profissional no século XXI. As necessidades crescentes na área da saúde, como a incorporação de novas tecnologias, a busca por um cuidado com segurança e qualidade, a necessidade do uso custo-efetivo dos recursos, ampliam a oferta de trabalho e áreas de atuação para o enfermeiro, que passa a contar com campos de trabalho que vem aumentando consideravelmente nos últimos anos. Além disso, atualmente vem ocorrendo um aumento na oferta de serviços de saúde pública e privada, em decorrência do aumento da complexidade dos serviços de diagnóstico e tratamento, demandando profissionais com competência para atuação neste segmento. Ainda, a implementação de políticas públicas de atenção à saúde visando o reforço da rede básica de atenção, como a implantação das Estratégias de Saúde da Família, dos Centros de Assistência Psico-Social, entre outros programas, também renovam o espaço de trabalho do enfermeiro. Além disso, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem conduzem a uma formação generalista, com possibilidade de atuação em diversas áreas de atenção, envolvendo desde ações de promoção da saúde até a reabilitação dos indivíduos, bem como a educação em saúde, a pesquisa e o gerenciamento dos serviços. Portanto, com base nas informações apresentadas, justifica-se a oferta do Curso de Graduação em Enfermagem da ESADE.

13 2.3.1 Objetivos do curso Objetivo Geral O curso de Graduação em Enfermagem da ESADE, fundamentado em seu Projeto Pedagógico, tem como objetivo geral a formação de enfermeiros com sólidos conhecimentos científicos, teóricos e práticos, capazes de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, e capazes de atuar em equipe com os demais profissionais da área da saúde, a partir de um currículo centrado no desenvolvimento de competências e habilidades, em um ambiente pedagógico caracterizado pela adoção de alternativas metodológicas dinâmicas e ativas, onde o estudante é o protagonista do seu próprio aprendizado. Objetivos específicos O Curso de Graduação em Enfermagem tem como objetivos específicos: Formar enfermeiros com capacitação técnica e profissional dinâmica e atualizada, voltada primordialmente ao desenvolvimento do cuidado humanizado em saúde com segurança e qualidade; formar profissionais aptos a atuar de forma multi e interdisciplinar em todos os níveis de saúde e a desempenhar ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo, com base nas melhores evidências científicas; propiciar uma formação generalista em Enfermagem, tendo como referência os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS); capacitar os futuros enfermeiros para planejarem ações relacionadas ao cuidado das pessoas com base na Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE); estimular o estudante a estar em constante aprimoramento, isto é, aprender e continuar aprendendo; formar enfermeiros capacitados para envolver-se de forma responsável na educação, capacitação e qualificação de futuros profissionais; formar enfermeiros conhecedores dos princípios éticos e legais que regem a profissão; capacitar os futuros enfermeiros para atuarem de forma a garantir a integralidade da assistência em todos os níveis de complexidade;

14 formar profissionais críticos, reflexivos e éticos que tenham a possibilidade de analisar as demandas da sua região de atuação e interferir na transformação das realidades sociais. compreender o cenário e as políticas nacionais de saúde; capacitar os futuros enfermeiros para uma atuação inovadora e para o uso das novas tecnologias na área da saúde; capacitar os futuros enfermeiros para atuarem de forma empreendora; formar profissionais capazes de utilizar diferentes formas de comunicação para interação com os diversos atores envolvidos na assistência de enfermagem prestada; atuar de forma humanística respeitando a individualidade do ser humano; desenvolver o espírito investigativo a partir da utilização de metodologias científicas; incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica por meio do ensino, pesquisa e projetos de extensão da ESADE Perfil profissional do egresso O perfil profissional do egresso do Curso de Enfermagem deverá, sobretudo, desenvolver as competências para: Exercer a enfermagem com base nas melhores evidências, de acordo com os pressupostos teóricos e científicos da profissão, e pautado em princípios humanísticos, éticos e morais; atentar e cumprir os pressupostos legais que regem a profissão; compreender e intervir nos problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional e regional, propondo intervenções no contexto social de forma criativa; atuar como promotor de saúde integral do ser humano; planejar e gerenciar a assistência de enfermagem ao cliente/paciente em todos os cenários, utilizando de forma custo-efetiva os recursos disponíveis; planejar o cuidado com base na Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE); possuir visão sistêmica e atuar de forma crítica e reflexiva; possuir domínio dos aspectos técnicos concernentes a profissão de enfermagem; atuar em equipe multiprofissional e interdisciplinar; ser capaz de assumir posições de liderança na gestão do cuidado e da assistência de enfermagem; atuar com ética, sensibilidade e empatia, priorizando o respeito ao cliente/paciente; comunicar-se adequadamente com a equipe de saúde, e com os clientes/pacientes, guardando sigilo sobre as informações que lhe são confiadas;

15 possuir espírito inovador e investigativo, e capacidade empreendedora; aprender continuamente, e ser capaz de desenvolver ações para a educação e treinamento dos futuros profissionais enfermeiros; 2.4 Número de Vagas O curso irá oferecer 50 vagas no turno da manhã, e 50 vagas no turno da noite por semestre, totalizando 200 vagas ao ano. 2.5 Projeto Pedagógico do Curso: formação O curso de Graduação em Enfermagem está organizado ao longo de 10 (dez) semestres, totalizando horas, acrescidas de 200 horas de atividades complementares de graduação (ACG). Os semestres são constituídos de componentes curriculares organizados e desenvolvidos de forma seqüencial e progressiva de complexidade. O curso conta com horas de atividades práticas supervisionadas, considerando os Estágios Curriculares, que totalizam 864 horas. Estas atividades representam a oportunidade do aluno para vivenciar, na prática, os conhecimentos, competências e habilidades adquiridos nos componentes curriculares anteriores Currículo Pleno do curso CH CH SEM CODIGO DISCIPLINAS - 1 sem CRÉD Teórica Prática 1 S01 Anatomia I CH TOTAL Biologia Celular e Embriologia S02 1 S03 Filosofia e Ética S04 Biofísica S05 Histologia E01 1 E02 Elementos da Realidade Social Bases Conceituais em Enfermagem Atividades Complementares 20 PRÉ-REQUISITOS

16 Carga horária total do semestre 360 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 2 sem CRÉD CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS 2 S06 Anatomia II S01 2 S07 Fisiologia I S01/S02/S05 2 S08 Bioquímica S09 Microbiologia, Imunologia e Parasitologia E03 Fundamentos de Enfermagem I E02 Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 360 CH CH CH SEM CODIGO DISCIPLINAS - 3 sem CRÉD Teórica Prática TOTAL PRÉ-REQUISITOS 3 S10 Farmacologia E01/E02/S08/S09 3 S11 Patologia Geral S04/S05/S06/S07/S08/S09 3 S12 Fisiologia II S07 3 E04 Fundamentos de Enfermagem II E03 3 E05 Semiologia e Semiotécnica S12/E02 3 E06 Saúde Pública E01/E02/E03 E07 Eletiva I Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 360 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 4 sem CRÉD 4 S13 CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS Interdisciplinaridade em Saúde E04 Ensino e Pesquisa em 4 E08 Enfermagem E04 4 E09 Saúde do Adulto I S10/S12/E04 4 E10 Fundamentos de Enfermagem III S10/S11/S12/E04/E05 Fundamentos de 4 E11 Psicologia E04 4 E12 Epidemiologia E06 Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 330

17 CH CH CH SEM CODIGO DISCIPLINAS - 5 sem CRÉD Teórica Prática TOTAL PRÉ-REQUISITOS 5 E13 Saúde do Adulto II E09/E10 5 E14 Saúde da Mulher E03/E09/E10 Enfermagem em 5 E15 Psiquiatria * 80 E03/E09/E10 5 E16 Saúde do Adulto III E09/E10/E13 em curso 5 E17 Saúde da Criança E09/E10 5 E18 Eletiva II Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 380 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 6 sem CRÉD CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS 6 E19 Controle de Infecção em Enfermagem E16 6 E20 Saúde da Criança e Adolescente * 80 E17 6 E21 Saúde Coletiva E12/E06 E22 Gestão da Assistencia de Enfermagem I E16 6 E23 Estágio Curricular I E16/E21 em curso Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 410 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 7 sem CRÉD S14 CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS Métodos e Técnicas de Pesquisa E8/E11 7 S15 Metodologia de Pesquisa em Saúde S14 em curso 7 E24 Enfermagem em Centro Cirúrgico E23 E25 Saúde do Idoso * 80 E16 7 E26 Gestão da Assistencia de Enfermagem II S13/E22 7 E27 Estágio Curricular II E22 Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 470

18 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 8 sem CRÉD CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS Trabalho de Conclusão 8 S16 de Curso I S14/S15/E23 8 S17 Ética e Bioética S14/S15 E28 Enfermagem em Cuidados Intensivos S13/E26/E27 E29 Enfermagem em Situações de Emergência S13/E26/E27 E30 Qualidade de Vida e Saúde E26 8 E31 Eletiva III Atividades Complementares 20 8 Carga horária total do semestre 450 SEM CODIGO DISCIPLINAS - 9 sem CRÉD CH Teórica CH Prática CH TOTAL PRÉ-REQUISITOS 9 S18 Bioestatística S16 9 S19 Emprendedorismo E26 9 S20 Trabalho de Conclusão de Curso II S14/S15/S17/S18 em curso E32 Educaçao para a Saúde E26 9 E33 Eletiva IV E34 Estágio Curricular III E27/E15/E25/E26/E27 Atividades Complementares 20 Carga horária total do semestre 420 CH CH CH SEM CODIGO DISCIPLINAS - 10 sem CRÉD Teórica Prática TOTAL PRÉ-REQUISITOS 10 S21 Disciplina livre 4 60 E26 10 E35 Estágio Curricular IV E34/S19 em curso E36 Atividade Complementares de Graduaçao 20 Carga horária total do semestre 460 CARGA HORÁRIA TOTAL ELETIVAS ,00 CARGA HORÁRIA TOTAL DE PRÁTICA 270 CARGA HORÁRIA TOTAL DE ESTÁGIO ,38 %

19 SUPERVISIONADO CARGA HORÁRIA TOTAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO + PRÁTICA ,81 CARGA HORÁRIA TOTAL ATIVIDADES COMPLEMENTARES 200 5,00 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO Conteúdos curriculares O currículo do curso de Bacharelado em Enfermagem tem como princípios norteadores: A formação humanística do enfermeiro para atuar na promoção, prevenção, proteção e reabilitação da saúde O cuidado integral ao cliente/paciente com foco na segurança e na qualidade da assistência A interdisciplinaridade favorecendo a articulação entre os diferentes áreas da saúde A capacidade empreendedora e a compreensão do processo de inovação A formação voltada para as demandas do mercado de trabalho em enfermagem Foco na melhoria da qualidade de vida da população As disciplinas do Curso de Graduação em Enfermagem priorizam as atividades teóricopráticas com base em conhecimentos científicos, disponibilizando laboratórios e equipamentos atualizados e com a infra-estrutura adequada e compatível com os requisitos e exigências de performance e qualidade. Também estão priorizados o desenvolvimento de projetos de extensão e os estágios curriculares, onde o estudante aplicará as competências e habilidades desenvolvidas nas aulas teóricas para execução da assistência de enfermagem sendo sempre supervisionado pelo corpo docente. Dessa forma, o Currículo do Curso de Graduação em Enfermagem está organizado em módulos progressivos e integrados de formação, de acordo com os princípios que regem a

20 assistência ao cliente/paciente, onde o desenvolvimento das competências e habilidades do enfermeiro(a), a aquisição de valores éticos e a cultura da sensibilidade estão centrados no conceito de respeito ao cliente/paciente. Esse currículo atende ao princípio da política da equidade por reconhecer e valorizar conhecimentos, competências e habilidades e atitudes adquiridas pelo aluno dentro ou fora da escola, inclusive no mundo do trabalho. O currículo apresenta uma proposta flexível de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais, no sentido em que transcende os espaços da sala de aula e da mera transmissão de conhecimentos permitindo sua construção com base epistemológica por meio da flexibilização de metodologias e abordagens de ensino. A flexibilização curricular contempla a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na medida em que possibilita diferentes opções de ensino e aprendizagem, incluindo as disciplinas eletivas e livre, bem como atividades complementares de graduação. A matriz curricular conta com 4 disciplinas eletivas, nas quais o aluno deverá optar entre a relação de disciplinas disponíveis, quais sejam: Assistência de Enfermagem em Cardiologia (4 créditos) Nutrição aplicada à enfermagem (4 créditos) Gestão de Projetos (4 créditos) Gestão de Pessoas (4 créditos) Libras (4 créditos) Assistência de Enfermagem em Oncologia (2 créditos) Assistência de Enfermagem em Nefrologia (2 créditos) Auditoria em saúde (2 créditos) Assistência Domiciliar (2 créditos) Cenários e Estratégias em Saúde (2 créditos) Segurança do Paciente (2 créditos) Com organização interdisciplinar, é integrado por componentes curriculares constituídos por conhecimentos mínimos indispensáveis ao perfil profissional de conclusão proposto, desenvolvendo as competências requeridas pela legislação do respectivo exercício profissional, pelo mercado de trabalho e em especial aquelas necessárias ao atendimento ao cliente/paciente, visando à garantia das condições de empregabilidade e laboralidade do aluno concluinte.

21 Os núcleos de formação curriculares são: Núcleos de Ciências Biológicas e da Saúde: contempla as seguintes disciplinas: Anatomia I Anatomia II Biologia Celular e Embriologia Biofísica Histologia Fisiologia I Bioquímica Microbiologia, Imunologia e Parasitologia Patologia Geral Fisiologia II Farmacologia Núcleo de Ciências Humanas e Sociais: contempla as seguintes disciplinas: Antropologia Psicologia Aplicada à enfermagem Ética e Bioética Elementos da Realidade Social Metodologia de Pesquisa Bioestatística Saúde Pública I Saúde Pública II Epidemiologia Empreendedorismo Núcleo de Ciências da Enfermagem, contemplando as seguintes disciplinas: Bases Conceituais em Enfermagem Fundamentos de Enfermagem I Fundamentos de Enfermagem II Fundamentos de Enfermagem III Semiologia e Semiotécnica Interdisciplinaridade em Saúde Ensino e Pesquisa em Enfermagem Saúde do Adulto I Saúde do Adulto II Saúde do Adulto III Saúde da Mulher Enfermagem em Psiquiatria Saúde da Criança Saúde da Criança e Adolescente Controle de Infecção em Enfermagem Gestão da Assistência de Enfermagem I Gestão da Assistência de Enfermagem II

22 Enfermagem em Centro Cirúrgico Saúde do Idoso Enfermagem em Cuidados Intensivos Enfermagem em Situações de Emergência Qualidade de Vida e Saúde Educação para a Saúde Trabalho de Conclusão de Curso I Trabalho de Conclusão de Curso I Estágio Curricular: Estágio Curricular I Estágio Curricular II Estágio Curricular III Estágio Curricular IV Atividades complementares de Graduação Atividades Complementares, Ensino, Pesquisa e Extensão e atividades profissionais Dentro da estrutura da ESADE está prevista a atividade de monitoria, a qual pode ser desenvolvida nas diversas disciplinas, onde a monitoria tem for finalidade despertar o interesse pela carreira docente, prestar auxilio aos professores para o desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades técnico-didáticas, bem como contribuir para a manutenção de um relacionamento pedagógico produtivo entre os alunos e professores. Em relação a pesquisa, além de proporcionar ao aluno participar da iniciação cientifica com docentes dos outros cursos, também o contato com as pesquisas produzidas pelos docentes de Enfermagem. Em relação á extensão diversos projetos serão montados e cadastrados na Pró-reitoria de Extensão. Os alunos que participarem dos projetos terão a garantia de flexibilidade curricular. ATIVIDADES COMPLEMENTARES (200h) Atividades Complementares - Categoria Ensino

23 CH ATIVIDADES EXIGÊNCIA Até 90h Disciplina oferecida por cursos da ESADE Disciplina oferecida em cursos de outra IES Monitoria em disciplina ou laboratório de ensino Apresentar atestado de conclusão com aprovação; Pontuação máxima de 30 horas para disciplinas de 2 créditos e de 60 horas para disciplinas de 4 créditos. Apresentar atestado de conclusão com aprovação; Ter sido cursada após ingresso na ESADE; Pontuação máxima de 30 horas para disciplinas de 2 créditos e de 60 horas para disciplinas de 4 créditos. Ter sido realizada na ESADE; Apresentar atestado com período de realização e carga horária semanal; Ter sido realizada durante o semestre letivo com carga horária semanal mínima de 4 horas. Pontuação até 50 horas por monitoria por semestre. Atividades Complementares - Categoria Extensão

24 Participação em eventos: seminários, congressos, palestras, cursos, semanas acadêmicas, conferências, etc., com no mínimo, 75% de freqüência no evento. Apresentar atestado de participação; Respeitar o limite de 75% da carga horária freqüentada no evento; Até 90h Participação em cursos de extensão universitária Atuação como instrutor em cursos de extensão universitária Representação estudantil em cargos eletivos do Diretório Acadêmico do Curso e Diretório Central dos Estudantes Atuação em projetos de extensão e trabalhos voluntários Viagem de estudos organizada pela IES, com autorização prévia do coordenador de curso Apresentar certificado com 75% de frequência; Não ultrapassar o limite de 75% da carga horária do curso; Ser aprovado pelo colegiado de curso; Apresentar atestado; Ser aprovado pelo colegiado de curso; Não ultrapassar o limite de carga horária aprovada pelo colegiado de curso para o evento. Apresentar atestado com período de ocupação do cargo, não inferior a um ano; Pontuação de até 30 horas por atividade anual. Apresentar atestado; Ser aprovado pelo Colegiado de Curso; Pontuação de até 40 horas por projeto por semestre. Apresentar atestado com a carga horária total da viagem; Pontuação de até 10 horas por viagem. Práticas assistidas Apresentar atestado com carga horária assinado por enfermeiro; Estar relacionada com conhecimentos de enfermagem; Estar relacionada com as disciplinas cursadas no semestre; Pontuação de até 20h por disciplina no semestre. Participação em grupos de estudo coordenada por professor da IES Publicação como autor ou co-autor de artigos em revistas e periódicos Intercâmbio interinstitucional de estudos Apresentar atestado; Ter duração mínima de um semestre; Pontuação de até 50 horas por ano. Apresentar artigo; Pontuação de até 20 pontos por publicação. a) ser realizado em instituição conveniada; b) estar de acordo com as normas da ESADE para o assunto; c) equivale à carga horária destinada à atividade, definida pelo colegiado do curso.

25 Atividades Complementares - Categoria Pesquisa CH ATIVIDADES EXIGÊNCIAS Até 90h Participação em atividades de iniciação científica Apresentação de trabalhos com publicação em anais Comprovar que a atividade possui duração mínima de um ano; Pontuação até 50 horas por ano. Apresentar atestado com identificação do apresentador; Pontuação de até 10h por publicação. Categoria Atividades Profissionais CH ATIVIDADES EXIGÊNCIAS Estágio Curricular nãoobrigatório Atender critérios da IES quanto a em regulamentação deste tipo de atividade; instituições conveniadas Comprovar que a atividade possui duração Até 90h com a Esade mínima de um semestre. Pontuação de até 25 horas por semestre. Atividades profissionais Apresentar carteira de trabalho que comprove vínculo empregatício; Apresentar alvará, RPA ou número de inscrição no INSS, quando autônomo; Apresentar declaração do Sindicato ou talão de produtor rural no nome do aluno, quando agricultor; Pontuação de até 25 horas semestre Trabalho de Conclusão de Curso O Curso de Enfermagem da ESADE, seguindo as Diretrizes Nacionais, tem como requisito o desenvolvimento de um Trabalho de Conclusão de Curso TCC, O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consubstancia-se como importante espaço de integração teórico-prático do currículo, possibilitando a vivência da iniciação científica, cunhada desde o primeiro semestre do curso e decorrente de experiências adquiridas nos campos de estágio.

26 O Trabalho de Conclusão de Curso objetiva que o aluno demonstre conhecimento em relação aos aspectos básicos vinculados aos métodos de pesquisa e organização científica, bem como incentivar a pesquisa e a permanente produção de conhecimento. A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso pressupõe haver um conjunto de conhecimentos orientadores, oferecidos nas disciplinas do currículo, que antecedem o seu desenvolvimento, bem como conteúdos abordados durante a fase de elaboração, que devem seguir as normas científicas reconhecidas institucionalmente. Prevê o envolvimento dos acadêmicos em uma produção intelectual na área da Enfermagem demonstrando as habilidades e competências adquiridas ao longo de sua formação, expressa pelo aprofundamento temático e produção científica neste campo do saber. O Trabalho de Conclusão de Curso é obrigatório e consiste em um trabalho individual, orientado por profissional da área e relatada sob a forma de artigo científico. É obrigatório que todos os trabalhos de conclusão I que envolvam seres humanos passem por Comitê de Ética e Pesquisa. O aluno entregará o projeto e a versão final do artigo em duas vias. Na disciplina TCC I, o projeto será avaliado pela Comissão Científica constituída por professores do curso de Enfermagem. Na disciplina TCC II o artigo final deverá ser apresentado, em data previamente estipulada a banca examinadora (TCC II), composta por docentes integrantes do Curso de Enfermagem ou de outros cursos, mas que revelem afinidade com a temática desenvolvida. Disciplinas do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O Trabalho de Conclusão do Curso é desenvolvido através das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso I e Trabalho de Conclusão de Curso II. O aluno poderá se matricular na disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I após ter concluído todas as disciplinas do 7 semestre do curso. E o Trabalho de Conclusão de Curso II poderá se matricular no 9 semestre do curso. Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) O aluno terá orientação de 30 minutos semanais com o professor orientador, que é designado pela coordenação de curso conforme sua qualificação profissional e sua linha de pesquisa

27 Avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Na disciplina do Trabalho de Conclusão de Curso I a avaliação consiste na análise do trabalho escrito do aluno, assim como também o seu comprometimento em todas as etapas do trabalho. A avaliação da disciplina do Trabalho de Conclusão II cabe a uma banca examinadora definida pela coordenação do curso juntamente com o professor orientador. Serão considerados os seguintes critérios na avaliação dos projetos e artigos: domínio de conteúdo, argumentação lógica e teórica consistente, desenvolvimento metodológico e apresentação oral. O artigo científico escrito deve estar de acordo com as normas da revista científica a ser submetido, em linguagem clara, consistente, com tema escolhido pertinente à área da Enfermagem. A nota mínima para aprovação é Atividades Práticas e Estágios A organização dos estágios no Curso de Enfermagem parte do reconhecimento de que estágios e práticas se constituem como uma estratégia de ensino-aprendizagem. Ainda que se proponha uma lógica formal, a partir da oferta de disciplinas específicas elencadas abaixo, será oportunizado nas diferentes atividades curriculares o estabelecimento da relação entre a teoria e a prática profissional. Pretende-se desta forma preparar os acadêmicos para a sua inserção no mundo do trabalho. As disciplinas práticas e estágios permitem que se estabeleça um espaço de interlocução entre as ações da academia e do mundo do trabalho. Os Estágios Curriculares obrigatórios serão realizados no 6º, 7º, 9º e 10º semestres do curso, correspondendo às disciplinas denominadas de Estágio Curricular I, II, III e IV em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação do Bacharel em Enfermagem. Além disso, diversas disciplinas do curso contemplam atividades práticas em sua carga horária, conforme segue: Lista de Disciplinas Práticas: Fundamentos de Enfermagem III ( carga horária total de72h - prática supervisionada)

28 Saúde do Adulto III ( carga horária total de72h - prática supervisionada) Enfermagem e Centro Cirúrgico ( carga horária total de 108h 72 de prática supervisionada e 36h de teoria) Enfermagem em Cuidados Intensivos ( carga horária total de 108h 72 de prática supervisionada e 36h de teoria) Enfermagem em Situações de Emergências ( carga horária total de 108h 72 de prática supervisionada e 36h de teoria) Regulamento para as Atividades Práticas (Disciplinas Práticas e Estágios Curriculares) As Atividades Práticas do Curso de Graduação em Enfermagem da ESADE serão desenvolvidas e aplicada em nível regional e local, buscando a identidade própria junto a comunidade, aplicando os conhecimentos teóricos adquiridos, propiciando a complementação e vivenciando a prática, na tentativa de solucionar problemas e aprender para poder exercer de maneira plena a profissão de enfermeiro(a). Da obrigatoriedade As Atividades Práticas são obrigatórias para o Curso de Graduação em Enfermagem. As atividades têm um caráter observatório e/ou prático, sob a supervisão de um profissional enfermeiro. docente. As Atividades Práticas podem ser desenvolvidos em instituições de natureza pública, privada ou de economia mista, com ou sem fins lucrativos, desde que possuidora de registro e identificação do CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica ou outra identificação que venha a substituir a mencionada com anuência da IES. Da organização O aluno só pode matricular-se nas Atividades Práticas caso tenha cumprido os créditos obrigatórios que figuram como pré-requisitos. As Atividades Práticas são desenvolvidas em situações reais de trabalho para a capacitação técnico-profissional do educando, nos períodos indicados no projeto pedagógico do curso.

29 A coordenação dos Estágios Supervisionados é de competência do coordenador do curso, podendo este delegar parte ou totalidade desta função para professor(es) especialmente designado(s) para isso. Dos Objetivos As Atividades Práticas objetivam oportunizar, a partir da atuação prática, a complementação do processo de ensino aprendizagem no que se refere à formação técnica, científica, cultural e de relacionamento interpessoal do acadêmico de enfermagem com a equipe multidisciplinar de saúde, bem como o reconhecimento da estrutura de saúde e estabelecimento de relações teóricopráticas, de forma a estruturar o conhecimento do enfermeiro. Dos Objetivos específicos promover a efetivação do conhecimento teórico-prático já adquirido; oportunizar ao acadêmico contato com o ambiente de trabalho, vivenciando o cotidiano das instituições de saúde; propiciar contato do acadêmico com as diversas áreas de atuação da Enfermagem, e integrando o acadêmico à equipe multidisciplinar de saúde; permitir ao acadêmico participar, juntamente com a equipe de enfermagem da instituição conveniada, da assistência de saúde aos clientes; oportunizar ao aluno a possibilidade de atuação nos diversos níveis de prevenção em saúde. Das atribuições do Coordenador de Atividades Práticas O Coordenador de Atividades Práticas deve ser professor do Curso de Graduação em Enfermagem designado para este fim. São atribuições deste Coordenador a aplicação da legislação específica, a orientação, condução e avaliação geral das atividades. Da supervisão das Atividades Práticas Os professores supervisores das Atividades Práticas tem como atribuições: estruturar, coordenar, orientar e supervisionar as práticas dos alunos do Curso de Enfermagem. A supervisão das Atividades Práticas é exercida por um ou mais professores indicados pelo coordenador do Curso de Enfermagem.

30 Dos Locais de Atividades práticas Os locais de realização das atividades práticas são selecionados pela Coordenação de Curso, ouvido o Colegiado do Curso. A Instituição oferece vaga de realização de atividades práticas para todos os alunos do Curso de Graduação em Enfermagem. Para ampliar o leque de opções para as atividades práticas, a IES deve firmar convênios com entidades locais, tais como Unidades Básicas de Saúde ou outros espaços da rede básica de atendimento à saúde, tanto em nível individual como coletivo, Intituições Hospitalares, entre outros. Do Período das Atividades Práticas O turno de funcionamento das atividades práticas é compatível com o plano de estudos acadêmicos do aluno, da organização curricular do curso e da organização concedente. A carga horária total de atividades práticas de 1224h. CARGA HORÁRIA TOTAL DE DISCIPLINAS PRÁTICAS 360 CARGA HORÁRIA TOTAL DE ESTÁGIO CURRICULAR 864 Sistema de Avaliação das Atividades Práticas A avaliação será realizada através do acompanhamento contínuo e sistemático do acadêmico-estagiário, pelo supervisor, no desenvolvimento das ações de enfermagem, devendo o aluno ser capaz de: Aplicar o Processo de Enfermagem no planejamento e avaliação da assistência, priorizando uma abordagem holística e humanística dos clientes; Conhecer e realizar adequadamente as diversas técnicas específicas relacionadas à enfermagem; Gerenciar a equipe de enfermagem e relacionar-se de forma adequada e produtiva com os demais profissionais de saúde;

31 comunicar-se de forma verbal e não verbal, bem como apresentar habilidade com a escrita e a leitura; Refletir sobre a assistência de saúde, propondo alternativas de acordo com o contexto local; Respeitar os princípios éticos e legais da profissão; Estabelecer uma relação paciente-família-equipe, que assegure a qualidade da assistência de saúde.

32 Ementário 1 SEMESTRE Anatomia I Estudo da anatomia humana abordando os aspectos macroscópicos dos sistemas e visão geral da estruturação morfológica, com foco nos sistemas ósteo-articular e muscular Conhecer a anatomia humana Conhecer o funcionamento dos principais órgãos do corpo humano, com foco nos sistemas ósteo-articular e muscular Reconhecer as estruturas anatômicas e entender os princípios e mecanismos que regem o funcionamento dos sistemas ósteo-articular e muscular Correlacionar as estruturas anatômicas e suas funções à prática clínica de Enfermagem Compreender a integração entre os sistemas para a manutenção do funcionamento do organismo MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia orientada para clínica. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, BRANDÃO, M. C. S. Anatomia sistêmica: visão dinâmica para o estudante. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, DRAKE, R. L.; VOGL, W.; MITCHELL, A. W. M. Anatomia para estudantes. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier, HANSEN, J. T.; LAMBERT, D. R. Anatomia clínica de Netter. Porto Alegre, RS: Artmed, HERLIHY, B.; MAEBIUS, N. K. Anatomia e fisiologia do corpo humano saudável e enfermo. Barueri, SP: Manole, MARIEB, E. N; HOEHN, K. Anatomia e fisiologia. 3. ed Porto Alegre: Artmed, Biologia Celular e Embriologia

33 Estuda a organização celular, constituição química, morfologia e fisiologia das células animais e vegetais. Aborda aspectos integrativos do funcionamento dos diferentes componentes celulares além dos mecanismos de transporte celular e ciclo celular. Introdução ao estudo da Embriologia, gametogênese e fecundação. Desenvolvimento embrionário humano inicial, malformações e teratogênese. Conhecimento dos componentes da célula Conhecimento da estrutura e função das diferentes membranas celulares relacionadas aos mecanismos de difusão, osmose, endocitose, exocitose, movimentos celulares e mecanismos de recepção Conhecimento dos princípios de gametogênese e fecundação Reconhecer a natureza química das diferentes substâncias que constituem as células relacionando a sua estrutura com a fisiologia e importância Compreender as implicações da morfologia e fisiologia celular no funcionamento do corpo humano Compreender o processo de fecundação humana e as etapas do desenvolvimento embrionário inicial ALBERTS, Bruce, ET AL. Fundamentos da Biologia Celular. Artmed,2004. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 8 ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, ZHANG, S. X. Atlas de histologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, GARTNER, L. P. Tratado de Histologia em Cores. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, GARCIA, S.M.L. & GARCIA, C.F. Embriologia, 2ª ed. ArtMed, Antropologia Fundamentos da Antropologia Geral. Diversidade cultural e formas de pensar. Conceito de antropologia e sua aplicação para a Enfermagem. As sociedades e o homem na sociedade. Família e costumes. A influencia da religião. As crenças. Questões de gênero. A figura das crianças, dos adolescentes, o papel da mulher e do homem no contexto familiar e social. Ampliar a compreensão sobre: saúde, doença e cura por meio da apresentação de suas diferentes concepções culturais

34 Identificar o papel do enfermeiro no contexto social e familiar Considerar a diversidade cultural da população no planejamento da assistência de enfermagem Analisar criticamente temas contemporâneos através de uma matriz sócio-antropológica LABURTHE-TOLRA, Philippe e WARNIER, Jean-Pierre. Etnologia e Antropologia. Petropólis: Vozes, MARCONI, M.A. PRESOTTO, Z..N. Antropologia: uma introdução. 7 ed. Atlas, MELLO, L.G. Antropologia Cultural: Iniciação, teorias e temas. 13 ed. Petrópolis: Vozes, EAGLETON, T. A idéia de cultura. São Paulo: Ed. UNESP, PEREIRA. M.G. Antropologia: ciência do homem filosofia da cultura. São Paulo: Contexto, VAZ, H.C.L. Antropologia Filosófica. São Paulo: Edições Loyola, ALVES, P. C; MINAYO, M.C.S. Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, CECÍLIO, L. C. O. (org.) Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, Biofísica Estudo dos aspectos biofísicos dos processos vitais. Biofísica da membrana. Biofísica da audição e visão. Métodos ópticos. Processos físico-químicos. Ação dos agentes físicos sobre o organismo vivo. Compreender a biofísica dos sistemas neuro-muscular, nervoso, cardiovascular e respiratório Conhecer e compreender os fenômenos físicos relacionados aos fenômenos biológicos e suas interações no funcionamento dos organismos vivos DURÁN, J. E. R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, HENEINE, Ibrahim Felippe. Biofísica Básica.São Paulo, Atheneu, GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo, SP: Sarvier, GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, HEWITT, P. G. Física Conceitual. Porto Alegre, RS: Bookman, REIS, M. Química geral. São Paulo, SP: FTD, MOORE, K. L.; DALLEY, A. F. Anatomia orientada para clínica. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2008

35 Histologia Estudo morfofisiológico dos tecidos epiteliais, conjuntivo, cartilaginoso, ósseo, musculares e nervoso. Estudo descritivo da anatomia microscópica com ênfase nas relações histofisiológicas dos sistemas: cardiovascular, sanguíneo, imunitário, digestivo, respiratório, urinário, endócrino e reprodutor. Conhecer a organização histológica dos órgãos constituintes dos diversos sistemas do corpo humano Reconhecer os tecidos e sistemas do organismo GARTNER, L. P. Tratado de Histologia em Cores. 3. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed. Rio de Janeiro. RJ: Guanabara Koogan, ZHANG, S. X. Atlas de histologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, 2001 TORTORA, G. J.; GRABOWSKI, S. R. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre, RS: Artmed, GARTNER, L.P. HIATT, J.L. Tratado de histologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan-Koogan, STEVENS, A.; LOWE, J. Histologia Humana, 2ª ed. São Paulo, Manole ALBERTS, Bruce, ET AL. Fundamentos da Biologia Celular. Artmed,2004. JUNQUEIRA, L.C., CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p. Elementos da Realidade Social Estudo da formação sócio-política, econômica e cultural brasileira, numa dimensão histórica, considerando a inserção do Brasil no processo global. Conhecimento crítico da formação sócio-política, econômica e cultural brasileira Conhecer o cenário de saúde no país Habilidade Planejar a assistência de enfermagem com base na realidade sócio-política, econômica e cultural da sua região de atuação BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, A. C. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2007.

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