MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA AMBIENTAL MODALIDADE GESTÃO AMBIENTAL.

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1 Número do Processo: / Para uso exclusivo do MEC. NOME DA MANTENEDORA NOME DA MANTIDA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS Solicita o Reconhecimento do curso: NOME DO CURSO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA AMBIENTAL MODALIDADE GESTÃO AMBIENTAL. ÁREA PROFISSIONAL MEIO AMBIENTE Cidade GOIÂNIA UF GOIÁS Data Versão JULHO 2003 document doc 1

2 S U M Á R I O 1. INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO E ENVIO DESTA SOLICITAÇÃO TRÂMITES DO MEC...4 PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO...6. PREENCHIMENTO DOS ANEXOS...6 LEGISLAÇÃO QUE REGE OS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA MANTENEDORA PESSOA FÍSICA DA MANTENEDORA PESSOA JURÍDICA DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA DIRIGENTE PRINCIPAL DA MANTENEDORA IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA HISTÓRICO DA MANTENEDORA E DA INSTITUIÇÃO MANTIDA AS ATIVIDADES PRINCIPAIS DA INSTITUIÇÃO MANTIDA ÁREAS DE ATUAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA DESCRIÇÃO DE PARTICIPAÇÃO DO CORPO DOCENTE NAS ATIVIDADES DE DIREÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA TABELA RESUMO DE INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS OFERECIDOS PELA INSTITUIÇÃO MANTIDA DETALHAMENTO DOS CURSOS OFERECIDOS PELA MANTIDA MECANISMO INSTITUCIONALIZADO PERMANENTE DE ARTICULAÇÃO COM SEGMENTOS PRODUTIVOS A QUE ESTÃO VINCULADOS OS CURSOS PARA DEFINIÇÃO DA OFERTA DE CURSOS, VAGAS E PARA ATUALIZAÇÃO CURRICULAR DEMONSTRATIVO ECONÔMICO E FINANCEIRO Quadro resumo Receitas DESPESAS DO CURSO Dados Gerais do Curso Denominação Dados do responsável pelo preenchimento do formulário Dados do coordenador do curso Regime de matrícula Total de vagas anuais CARGA HORÁRIA Organização e Desenvolvimento Curricular Justificativa da oferta do curso Finalidades e objetivos do curso Perfil Profissional de Conclusão Fluxograma do curso (representação gráfica do percurso de formação) document doc 2

3 5.2.5.Organização curricular (disposição em módulos, disciplinas, projetos e outros.) A atmosfera terrestre...72 CIRCULAÇÃO SECUNDÁRIA NO BRASIL...73 Interação clima / homem Escoamento Superficial Deflúvio...81 Mudanças em aspectos do empreendimento Recuperação de áreas Estabelecimento de sistema de segurança PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO Programa de gestão ambiental A atmosfera terrestre Circulação secundária no Brasil Interação clima / homem Escoamento Superficial Deflúvio Outros itens do projeto pedagógico PLANILHA PARA AVALIAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR CORPO DOCENTE PLANO DE CARREIRA DOCENTE APERFEIÇOAMENTO/QUALIFICAÇÃO/ATUALIZAÇÃO DOCENTE DO CURSO COORDENADORES DO CURSO document doc 3

4 1. Instruções para o preenchimento e envio desta Solicitação. Esta Solicitação está dividida em três partes: Trâmites do MEC, Formulário e Anexos. O formulário preenchido e os Anexos devem ser encadernados conjuntamente em espiral. 1.1.Trâmites do MEC Protocolização da Solicitação de Reconhecimento no MEC Para protocolizar a solicitação de reconhecimento de curso superior de tecnologia, o seu representante legal da mantenedora deverá dar entrada do mesmo no Protocolo MEC/SEMTEC apresentando: 1. Requerimento assinado pelo Dirigente da Mantenedora ou seu representante legal, solicitando o reconhecimento de curso. (modelo a seguir) REQUERIMENTO RECONHECIMENTO DE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA PORTARIA MINISTERIAL Nº 064/2001 PARA USO DA SEMTEC/MEC Senhor Ministro da Educação, Em atendimento ao art. 1 da Portaria Ministerial n.º 064/2001, de 12 de janeiro de 2001, a (o) <<nome da instituição mantenedora>> com sede na cidade de <<nome da cidade>> - <<uf>>, mantenedor(a) do(a) <<nome da mantida>>, representado(a) pelo(a) seu/sua <<cargo do dirigente>>, <<nome do dirigente>>, vem solicitar o reconhecimento do <<nome do curso>>. A Instituição proponente assume o compromisso de atender os requisitos legais e técnicos, bem como os padrões de qualidade da área para o projeto de reconhecimento do curso acima referido, nos termos do art. 2 da Portaria Ministerial n.º 064/2001. Compromete-se ainda a atender ao disposto na Portaria Ministerial n.º 1.679, de 02 de dezembro de 1999, no que se refere à infra-estrutura necessária aos portadores de necessidades especiais Nesta data, a Instituição requer à SEMTEC a designação de comissão para avaliar as condições de oferta existentes para a continuidade da oferta do curso. O presente documento é firmado pelo Dirigente da Mantenedora proponente e pelas testemunhas abaixo qualificadas. <<cidade>>, de de. Testemunhas: <<nome do dirigente>> <<cargo do dirigente>> <<nome da mantenedora>> Nome: CPF: Nome: CPF: document doc 4

5 2. Original da guia de recolhimento. O recolhimento deverá ser realizado através de depósito em contacorrente no Banco do Brasil, agência nº , conta nº , tendo como favorecido a Secretaria da Educação Média e Tecnológica (Portaria MEC 445/2000). Indicar, no comprovante de depósito, o código da natureza da solicitação, que no caso de Reconhecimento de Curso de Nível Tecnológico da Educação Profissional deverá ser: Incluir original da GUIA DE DEPÓSITO IDENTIFICADO de cada curso, nos anexos. 3. Uma cópia impressa do presente formulário, com respectivos anexos. 4. Dois disquetes contendo arquivo com a versão do formulário impresso do item anterior em formato Rich Text Format (RTF); O nome do arquivo deve começar com a sigla ou então, de forma abreviada, com o nome da mantenedora. Em seguida, de forma abreviada, ou a área ou nome do curso. (ex.: UspComercio.rtf ou FaapTuriEcologico.rtf). O arquivo com formulário pode ser obtido no endereço Tramitação do Processo de Reconhecimento de CST na SEMTEC 1. O Protocolo encaminhará o processo de reconhecimento do curso para a CASTEC Área de Supervisão e Avaliação Profissional de Educação Tecnológica. 2. A CASTEC: Fará a análise preliminar do processo, observando a documentação apresentada. Designará a Comissão para Avaliação da solicitação apresentada. A designação deverá ser acordada entre o Presidente da Comissão de Especialistas da Área Profissional do Curso e a CASTEC. Será enviado um ofício da CASTEC para a Instituição estabelecendo a data de distribuição do processo e o prazo para conclusão da análise técnica. O processo será distribuído para a Comissão Avaliadora, via cópia eletrônica, a qual terá 3(três) meses para conclusão da análise técnica. (incluindo o atendimento das solicitações da Comissão pela Mantida) Caso seja necessária a prorrogação do prazo determinado, a Instituição e/ou a Comissão Avaliadora deverá encaminhar um ofício para a CASTEC, justificando a prorrogação de tal solicitação. Caberá à CASTEC conceder ou não a prorrogação. Após a conclusão dos trabalhos da Comissão Avaliadora, em caso de recomendação positiva quanto à realização da visita de verificação, o representante da instituição deverá assinar termo de compromisso solicitando a visita da mesma e encaminhá-lo à CASTEC. A CASTEC agendará a visita de verificação através de comunicação, por meio eletrônico, aos envolvidos. Esta comunicação trará todas as instruções necessárias para a realização da visita. Após o agendamento da visita, caberá ao Presidente da Comissão de Avaliação: elaborar o Cronograma de Atividades; divulgar o cronograma aos demais membros da comissão; divulgar, por meio eletrônico, o cronograma à instituição mantenedora e mantida responsáveis pelo projeto. Concluída a verificação in loco, a Comissão Avaliadora terá 30 dias para elaborar o relatório conclusivo e enviar à CASTEC. document doc 5

6 Após receber o relatório final da Comissão Avaliadora, a CASTEC preparará relatório final à SEMTEC, com a recomendação de reconhecimento do curso ou não. Em caso de indeferimento do pleito, será expedido uma notificação à Instituição interessada sobre o não reconhecimento do curso, bem como as possíveis sanções previstas nos termos do Decreto Presidencial 3860/2001. Recebida a notificação, a Instituição interessada poderá apresentar recurso à SEMTEC, observado o prazo de (30)trinta dias contados da expedição da notificação. Na apreciação do recurso anterior, a SEMTEC poderá solicitar a manifestação do CNE sobre a matéria. No caso de decisão final favorável, a SEMTEC encaminhará minuta de portaria de reconhecimento do curso ao Senhor Ministro de Estado da Educação. Após a publicação do despacho e da portaria ministerial de reconhecimento do curso, a Instituição deverá dirigir-se à CASTEC para receber cópia da portaria em questão e do projeto final do curso, juntamente com o relatório da CASTEC e o relatório da Comissão Avaliadora. A SEMTEC informará a instituição mantida sobre o encerramento do processo e providências finais. Preenchimento do Formulário Todas as páginas devem ser numeradas seqüencialmente. A formatação deste formulário não pode ser alterada. As poucas exceções estão observadas no próprio tópico. Existem dois tipos de espaços para preenchimento: Espaço com linha tracejada é para uso exclusivo do MEC. Para uma maior clareza, alguns espaços contam ainda com a legenda Exclusivo do MEC, portanto, não devem ser preenchidos pela instituição; Espaço com linha cheia é para uso da instituição de ensino. Utilizar tamanho de página A4, parágrafo com espaço simples e fonte Arial 12. Não deve haver prejuízo de informações por limitação dos espaços reservados à instituição, porém, seja claro, objetivo e conciso na exposição. Determinados quadros possuem indicativos de limitação quanto ao número de linhas/páginas. No caso de renovação de reconhecimento, as informações do curso reconhecido deverão ser registradas nos campos destinados ao Curso Autorizado.. Preenchimento dos Anexos Todas as páginas devem ser numeradas seqüencialmente, sendo que devem ser uma continuação da numeração deste formulário. As páginas de documentos ou cópias de documentos podem ser numeradas à mão. Todos os documentos e/ou cópias solicitados devem ser colocados nos anexos e devem seguir a ordem do índice. Legislação que Rege os Cursos Superiores de Tecnologia Constituição Federal Lei Federal No de - Arts. 3 o e 4 o dispõem sobre as avaliações periódicas das instituições document doc 6

7 24/11/1995 e dos cursos de nível superior a serem realizadas pelo MEC (avaliação de condições de oferta e exame nacional de cursos (provão)). Lei Federal Nº de 20/12/1996 Lei Federal No de 27/04/1999 Lei Federal Nº de 19/12/2000 Dec. Federal Nº de 17/04/1997 Dec. Federal Nº /07/2001 Dec. MEC Nº de 11/07/2001 Port. MEC Nº 1670-A de 30/11/1994 Port. MEC Nº 971 de 22/08/1997 Port. MEC Nº de 16/07/1999 Port. MEC/SESU Nº de 23/09/1999 Port. MEC Nº de 25/11/1999 Port. MEC Nº de 02/12/1999 Port. MEC/SEMTEC Nº 27 de 02/03/ 2000 Port. MEC/SEMTEC Nº 28 de 02/03/2000 Port. MEC Nº 445 de 31/03/2000 Port. MEC Nº de 20/06/2001 Port. MEC Nº de 12/07/ Estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. - Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção de acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. - Regulamenta o parágrafo 2º do art. 36 e os arts. 39 a 42 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. - Dispõe sobre a organização do ensino superior, a avaliação de cursos e instituições, e dá outras providências. - Acresce dispositivo ao Decreto nº 3.860, de 9 de julho de 2001, que dispõe sobre a organização do ensino superior e a avaliação de cursos e instituições. - Dispõe sobre alterações de disciplinas que compõem os currículos plenos de estabelecimentos isolados de ensino superior, federais e particulares. - Define os procedimentos para o cumprimento do disposto no art. 18, do Decreto nº de 19 de agosto de Define mecanismos de supervisão das condições de acesso aos cursos de graduação do sistema federal de ensino. - Regulamenta o art. 19 da Portaria Ministerial nº 1.120, de 16 de julho de Dispõe sobre o credenciamento de centros de educação tecnológica e a autorização de cursos de nível tecnológico da educação profissional (considerando-se o disposto na Lei Nº /95, na Lei Nº 9.394/96, e no Decreto Nº 2.406/97). - Dispõe sobre requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de credenciamento de cursos, e de credenciamento de instituições. - Fixa os períodos de março a junho e de agosto a novembro para realização da análise técnica e meritórias dos processos de reconhecimento de cursos de nível tecnológico da educação profissional. - Fixa o período de fevereiro a março para realização técnica e meritória dos processos de credenciamento de centros de educação tecnológica e/ou autorização de novos cursos de nível tecnológico da educação profissional. - Dispõe sobre o recolhimento de taxa para solicitações de credenciamento ou recredenciamento como Centro de Educação Tecnológica ou a autorização ou reconhecimento de cursos de nível superior, como sobre as despesas em decorrência das visitas de verificação. - Os cursos superiores de tecnologia, supervisionados pela SEMTEC, estão excluídos da suspensão constante do art. 1º da Portaria nº 1.098/ Estabelece critérios e procedimentos para o processo de recredenciamento de instituições de educação superior do sistema document doc 7

8 Port. MEC Nº de 12/07/2001 Port. MEC Nº 1945 de 29/08/2001 Res. CNE/CES Nº 02 de 07/04/1998 Res. CNE/CES Nº 03 de 20/07/1998 Parecer CNE/CES Nº 436 de 02/04/2001 Parecer CNE/CEB Nº 17 de 03/12/1997 Parecer CNE/CES Nº 776 de 03/12/1997 Parecer CNE/CP 95/98 de 02/12/1998 Parecer CNE/CP 98/99 de 06/07/1999 Parecer CNE/CES de 23/11/1999 Port. MEC Nº 64 de 12/01/2001 Parecer CNE/CES 583 de 04/04/2001 Parecer CNE/CES Nº 575 de 04/04/2001 Edital MEC/SESU Nº 04/97 de 10/12/1997 federal de ensino. - Estabelece procedimentos de autorização de cursos fora de sede por universidades. - Estabelece prazos para a solicitação de reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos superiores. - Estabelece indicadores para comprovar a produção intelectual institucionalizada, para fins de credenciamento, nos termos do Art. 52, inciso I, da Lei 9.394/96 de 20 de dezembro de Dispõe sobre a alteração de turnos de funcionamento de cursos das instituições de educação superior não universitárias. - Disciplina sobre os Cursos Superiores de Tecnologia Formação de tecnólogos. Homologado em 5 de abril de 2001 e publicado em 6 de abril de 2001 no Diário Oficial. - Estabelece as diretrizes operacionais para educação profissional em nível nacional. - Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. - Regulamenta o processo seletivo para acesso a cursos de graduação de universidades, centros universitários e instituições isoladas de ensino superior. - Regulamenta o processo seletivo para acesso a cursos de graduação de universidades, centros universitários e instituições isoladas de ensino superior. - Estabelece critérios para autorização e reconhecimento de cursos de instituições de ensino superior. - Dispõe sobre os procedimentos para o reconhecimento de cursos/habilitações de nível tecnológico da educação profissional (cursos superiores de tecnologia) e sua renovação no sistema federal de ensino. - Orienta para as diretrizes curriculares dos cursos de graduação. - Consulta sobre carga horária de cursos superiores. - Convoca as instituições de ensino superior a apresentar as novas Diretrizes Curriculares dos cursos superiores. Legislação específica e CET e CEFET Lei Federal Nº de 30/06/1978 Lei Federal Nº de 31/10/1989 Lei Federal Nº de 30/06/1993 Lei Federal Nº de 28/09/ Dispõe sobre a transformação das Escolas Técnicas Federais de Minas Gerais, do Paraná, e Celso Suckow da Fonseca, do Rio de Janeiro, em Centros Federais de Educação Tecnológica. - Dispõe sobre a transformação da Escola Técnica Federal do Maranhão em Centro Federal de Educação Tecnológica. - Dispõe sobre a criação de Escolas Técnicas e Agrotécnicas e dá outras providências. Cria a Escola Técnica Federal de Roraima e respectivo quadro de pessoal. - Cria o Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia, nos termos da Lei nº 6.545, de 30 de junho de 1978, por transformação da Escola Federal da Bahia e incorpora o Centro de Educação document doc 8

9 Lei Federal Nº de 08/12/1994 Lei Federal Nº de 27/05/1998 Dec. Federal No de 21/06/1992 Dec. Federal Nº de 27/11/1997 Dec. Federal Nº de 17/05/2000 Dec. Federal Nº de 31/01/2001 Port. MEC Nº de 19/12/1997 Tecnológica da Bahia CENTEC. - Dispõe sobre a instituição do Sistema Nacional de Educação Tecnológica e dá outras providências. - Artigo 47: altera o parágrafo 3º da Lei Federal nº 8.948/94. Artigo 66: revoga os arts. 1º, 2º e 9º da Lei Federal nº 8.948/94. - Regulamenta a Lei nº 6.545, de 30 de junho de 1978, e dá outras providências. - Regulamenta a Lei Federal nº (trata de Centros de Educação Tecnológica). - Dá nova redação ao art. 8º do Decreto Federal nº 2.406/97 (trata da autonomia dos Centros Federais de Educação Tecnológica). - Altera a redação do art. 5º do decreto Federal nº 2.406/97, que regulamenta a Lei Federal nº 8.948/94 (trata da autonomia dos Centros de Educação Tecnológica Privados). - Estabelece diretrizes para elaboração do projeto institucional para implantação de novos CEFETs. Legislação do Ensino a Distância Dec. Federal Nº de 10/02/1998 Dec. Federal Nº de 27/04/1998 Portaria MEC Nº 301 de 07/04/ Regulamenta o art. 80 da LDB (Lei nº 9.394/96). - Altera a redação dos arts. 11 e 12 do decreto nº 2.494, de 10 de fevereiro de 1998, que regulamenta o disposto no art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de Normatiza os procedimentos de credenciamento de instituições para a oferta de cursos de graduação e educação profissional tecnológica a distância. document doc 9

10 2.DA MANTENEDORA PESSOA FÍSICA Os seguintes documentos ou suas cópias autenticadas deverão estar presentes nos anexos na seqüência abaixo indicada: (nas versões impressa e eletrônica ) Demonstração de experiência e qualificação profissional vinculada à atividade proposta como mantenedora de instituição de ensino. Utilizar o modelo de Currículo (CV) para coordenador e docentes. A documentação comprobatória não precisa ser anexada, porém deverá estar disponível quando da visita da Comissão Avaliadora. Os seguintes documentos ou suas cópias autenticadas deverão estar presentes nos anexos na seqüência abaixo indicada: (somente na versão impressa ) Cópia de documento de identidade. Prova de inscrição no Cadastro Geral de Pessoas Físicas (CPF). Prova de domicílio. Documentação relativa à regularidade fiscal: Prova de regularidade com a Fazenda Federal. Prova de regularidade com a Fazenda Estadual. Prova de regularidade com a Fazenda Municipal do seu domicílio. Demonstração de patrimônio e capacidade financeira própria para manter instituição de ensino. document doc 10

11 3. DA MANTENEDORA PESSOA JURÍDICA Os seguintes documentos ou suas cópias autenticadas deverão estar presentes nos anexos na seqüência abaixo indicada. (nas versões impressa e eletrônica ) Demonstração de experiência e qualificação profissional dos dirigentes, vinculada à atividade proposta. Utilizar o modelo de Currículo (CV) para coordenador e docentes. A documentação comprobatória não precisa ser anexada, porém deverá estar disponível quando da visita da Comissão Avaliadora. Os seguintes documentos ou suas cópias autenticadas deverão estar presentes nos anexos na seqüência abaixo indicada. (somente na versão impressa ) Prova de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual, se houver, relativa à sede da mantenedora, pertinente a seu ramo de atividade. Prova de inscrição no cadastro de contribuintes municipal, se houver, relativa à sede da mantenedora, pertinente a seu ramo de atividade. Prova de regularidade com a Fazenda Federal. Prova de regularidade relativa à Seguridade Social (INSS). Prova de regularidade relativa ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Prova de regularidade com a Fazenda Estadual. Prova de regularidade com a Fazenda Municipal do município da sede da mantenedora, ou outra equivalente na forma da lei. Cópia do registro comercial em caso de empresa individual. Cópia do ato constitutivo: estatuto ou contrato social em vigor devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais. Cópia dos documentos de eleição de seus administradores (quando for o caso). Cópia do ato constitutivo, no caso de sociedades civis acompanhada de eleição da diretoria. Demonstração de patrimônio e capacidade financeira própria para manter instituições de ensino. document doc 11

12 4. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 4.1.Identificação da mantenedora. Quando a mantenedora for a União, preencher apenas o nome e deixar em branco os demais. Nome: UNIÃO CNPJ: End.: Cidade: UF: CEP: Fone: Fax: De acordo. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Exclusivo do MEC Visita Verificadora Dirigente principal da mantenedora Quando a mantenedora for a União, deixar em branco todos os campos deste item. Anexar demonstração de experiência e qualificação profissional, vinculada à atividade proposta. Utilizar o modelo de Currículo para coordenador e docentes. Nome: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS End.: Rua 52, nº 385 apto 401, Setor Jardim Goiás Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP: Fone: (62) Fax: (062) De acordo. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. 4.3.Identificação da instituição mantida Nome: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS CNPJ: / End.: RUA 75 N O 46 CENTRO document doc 12

13 Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP Fone: (62) Fax (62) De acordo. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. 4.4.Corpo dirigente da instituição mantida Anexar demonstração de experiência e qualificação profissional, vinculada à atividade proposta. Utilizar o modelo de Currículo para coordenador e docentes. Dirigente Principal da Instituição de Ensino Cargo: Nome: End.: DIRETOR GERAL GERALDO SILVA DE ALMEIDA Rua 52, nº 385, aptº 401 Setor Jardim Goiás Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP Fone: (062) / Fax (062) Pró-Reitor de Graduação ou Diretor de Ensino Cargo: Nome: End.: DIRETOR DE ENSINO JOÃO BATISTA RAMOS CORTES Rua S-4, Nº 296 aptº 202. Ed. Lasmim Setor Bela Vista Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP Fone: (62) Fax (62) Dirigente da Unidade de Ensino a Qual Pertence o Curso (No caso de instituição multi campi ou multi unidades) Cargo: Nome: End.: DIRETOR DE SEDE PAULO FERNANDO ASSUNÇÃO PINTO RUA 14-A Nº 111, APTº 103 Ed. NICOLE, Setor Aeroporte Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP: document doc 13

14 Fone: (062) Fax: (062) Dirigente ao qual está subordinado o Coordenador do Curso Cargo: Nome: GERENTE EDUCACIONAL DAS ÁREAS TECNOLÓGICAS II GIOVANE BATALIONE End.: Rua 806, nº 137 Osvaldo Rosa. Cidade: GOIÂNIA UF: GO CEP Fone: (62) / Fax (62) Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. 4.5.Histórico da mantenedora e da instituição mantida. Máximo de 3 páginas ou 100 linhas. O Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás criado em 1999, possui uma longa trajetória, que se iniciou com a fundação da Escola de Aprendizes e Artífices, em 1909, pelo presidente da República Nilo Peçanha, através do Decreto n de Agosto daquele ano. A Escola funcionava então na antiga capital do estado de Goiás, Vila Boa. A criação de uma rede federal de Escolas de Aprendizes e Artífices, uma em cada capital, atenderia Segundo os argumentos da legislação, à necessidade de se ofertar a população pobre uma alternativa de educação, voltada para a Qualificação, o treinamento e/ou adestramento para o trabalho, preparando os meninos ainda jovens para o exercício de uma profissão ou para o domínio de um ofício, como era linguagem corrente. Sob o argumento de se evitar e prevenir a marginalidade a que estava exposta a população jovem oriunda de famílias de baixa renda, criou-se estas escolas, mas não assegurou-se a equivalência com o ensino formal. Na época procurava capacitar seus alunos em cursos como: Oficina de forjas e serralheria, sapataria, alfaiataria, marcenaria e empalhação, selaria e correiaria. Com a transferência da capital para Goiânia, a Escola passou a funcionar a partir de 1942, em seu prédio atual, com a denominação de Escola Técnica de Goiânia. Na época oferecia cursos na área industrial os quais ainda não tinham equivalência com o ensino secundário regular. Em fevereiro de 1959, a Escola foi transformada em autarquia federal, com autonomia didática, administrativa, técnica e financeira. Em agosto de 1965, passou a denominar-se Escola Técnica Federal de Goiás, atuando basicamente na oferta de cursos técnicos na área industrial, integrado ao ensino de 2º grau. document doc 14

15 Pelo Decreto sem número de 22 de março de 1999, a Escola Técnica Federal de Goiás foi transformada em Centro Federal de Educação Tecnológica, CEFET-GO. A Instituição, de acordo com a legislação em vigor, possui autonomia para propor e ofertar cursos de nível básico, técnico e tecnológico da educação profissional, bem como cursos de formação de professores, de graduação e pós-graduação. Na unidade de Goiânia são ofertados cursos superiores nas áreas de Geomática, Indústria, Construção Civil, Química Industrial, Telecomunicações, Meio Ambiente, Hotelaria, Turismo e Transportes. Na Unidade de Jataí, os cursos de Informática e de Licenciatura em ciências. O Ensino Médio é ofertado concomitante ao ensino de nível técnico, com cursos de Edificações, Cartografia, Mineração, Meio ambiente, Trânsito, Eletrotécnica, Mecânica e Eletrônica em Goiânia; e Edificações, Eletrotécnica, Informática e Agrimensura em Jataí. Hoje o CEFET-GO ocupa uma área construída de ,75 m2, tendo pôr dependências um ginásio e quadras de esportes, teatro, biblioteca, auditórios, sala de teleconferência, salas ambiente para aulas de formação geral e laboratórios específicos para todas as habilitações ministradas, além dos setores administrativos. Com a missão de formar um profissional cidadão, o CEFET-GO, trabalha com a perspectiva da formação integral de seus alunos, procurando oferecer além de um sólido conhecimento na área tecnológica, uma formação humanística e reflexiva, através de disciplinas como sociologia e filosofia, do teatro, da música, da dança e das artes plásticas. Em carácter optativo a Instituição disponibiliza a disciplina de Libras que pode ou não ser cursada pelos acadêmicos. O CEFET-GO tem desenvolvido pesquisas na área de química, robótica, mecânica, construção civil e eletrotécnica; e atividades de extensão através de cursos básicos, atendendo a pessoas com baixa e nenhuma escolaridade. Além de realizar importantes atividades na área de cultura como o Festival de Artes da Cidade de Goiás. O ingresso nos cursos de nível técnico tem se dado tradicionalmente através de processo seletivo e para os cursos superiores através de Vestibular. Os cursos de nível básico destinam-se a trabalhadores com qualquer nível de escolaridade e não exigem processo seletivo. Com dois anos de funcionamento enquanto Instituição de Ensino Superior, grandes desafios tem sido colocados para o CEFET-GO no sentido da consolidação de uma Instituição de Ensino pública, gratuita e de Qualidade, antenada não apenas às necessidades do mercado, mas da sociedade. Nesse sentido a instituição tem procurado se comprometer não apenas com a produção do conhecimento mas com o fortalecimento dos ideais de democracia e cidadania. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. 4.6.As atividades principais da instituição mantida. Citar as atividades relacionadas com Ensino, Pesquisa e Extensão. O Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás CEFET-GOIÁS tem como principais características : oferta de educação profissional, levando em conta o avanço do conhecimento tecnológico e a incorporação crescente de novos métodos e processos de document doc 15

16 produção e distribuição de bens e serviços; atuação prioritário na área tecnológica nos diversos setores da economia; conjugação, no ensino, da teoria com a pratica; integração efetivada educação profissional aos diferentes níveis e modalidades de ensino, ao trabalho à ciência e a tecnologia; utilização compartilhada dos laboratórios e os recursos humanos pelos diferentes níveis e modalidades de ensino; oferta das ensino tecnológico diferenciado das demais formas de ensino superior: oferta de formação especializada, levando em consideração as tendências do setor produtivo e do desenvolvimento tecnológico; realização de pesquisas aplicadas e prestação de serviços; desenvolvimento da atividade docente estrutura, integrando os diferentes níveis e modalidades de ensino, observada a qualificação exigida em cada caso; desenvolvimento do processo educacional que favoreça, de modo permanente, a transformação do conhecimento em bens e serviços, em beneficio da sociedade; estrutura organizacional flexível, racional e adequada às suas peculiaridades e objetivos; integração das ações educacionais com as expectativas da sociedade e as tendências do setor produtivo. Observada as características, tem por objetivos: ministrar cursos de qualificação e reprofissionalização e outros níveis básicos da educação profissional; ministrar ensino técnico, destinado a proporcionar habilitação para os diferentes setores da economia; ministrar ensino médio; ministrar ensino superior, visando à profissionais e especialistas na área tecnológica; oferecer educação continuada, por diferentes mecanismos, visando à atualização, ao aperfeiçoamento e à especialização de profissionais na área tecnológica; ministrar cursos de formação de professores e especialistas, bem como programas especiais de formação pedagógica para as disciplinas de educação cientifica e tecnológica; realizar pesquisa aplicada e extensão, estimulando o desenvolvimento de soluções tecnológicas e educacionais, e estendendo seus benefícios à comunidade Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. document doc 16

17 4.7.Áreas de atuação da instituição mantida. Informar quais as áreas profissionais são atendidas por seus cursos (Parecer CNE-CES 486/2001) GOIÂNIA - GO Área: Construção Civil Modalidade: Planejamento e Construção de Edifícios Modalidade: Infra-Estrutura de Vias Área: Indústria Modalidade: Produção Industrial Área: Telecomunicações Modalidade: Redes de Comunicação Área: Meio Ambiente Modalidade: Gestão Ambiental Área: Turismo e Hospitalidade Modalidade: Gestão Hoteleira Gestão Turística Área: Química Modalidade: Química Agro-Industrial Área: Geomática Modalidade: Sensoriamento Remoto Agrimensura Área: Transportes Modalidade: Planejamento em Transportes JATAÍ - GO Área: Informática Modalidade: Sistemas de Informação Área: Ciências da Natureza Modalidade: Licenciatura em Ciências Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. document doc 17

18 4.8.Descrição de participação do Corpo Docente nas atividades de direção da instituição mantida. Apresentar, quando da visita da comissão avaliadora, o regimento e/ou o estatuto Direção Geral: Poderá ocupar o cargo de diretor geral os professores ocupantes da classe E ou titular, do quadro de pessoal ativo permanente da escola, pelo menos cinco anos de exercício efetivo na instituição de ensino e experiência comprovada de dois anos de gestão em instituição de educação profissional. Conselho Diretor: Na composição do conselho diretor é assegurada a representação de um representante do corpo docente, em efetivo exercício, indicado por seus pares. Conselho pedagógico : Na composição do conselho pedagógico é assegurada a participação dos coordenadores de áreas profissionais e acadêmicas. Conselho de Curso: Na composição do colégiado é assegurada a participação do coordenador da área profissional e de dois professores. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. 4.9.Tabela resumo de informações sobre os cursos oferecidos pela instituição mantida Caso seja necessário, acrescente mais linhas para os cursos As linhas para cursos que não forem utilizadas podem ser excluídas Inserir os atos legais (autorização ou reconhecimento) de todos os cursos da mantida nos anexos. NOME DO CURSO Nº de Vagas Candidatos Vagas Nº de Turmas Total Alunos Conceito ENC CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL TÉCNICO AUTORIZADOS Cartografia 20 mat Edificações 20 mat Meio Ambiente 40 not Eletrotécnica 25 mat not Mecânica 25 mat not Telecomunicações 22 mat not Mineração 25 mat not Trânsito 40 not CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO AUTORIZADOS Geomática/Agrimensura 20 mat document doc 18

19 Geomática/Sensoriamento Remoto 20 not Indústria/Produção Industrial 25 mat Construção Civil/Planejamento e 20 mat Construção de Edifícios 20 not Construção Civil/Infra-Estrutura de Vias 20 not Química Industrial/Química Agro-Industrial 40 not Meio Ambiente/Gestão Ambiental 40 not Hotelaria/Gestão Hoteleira 40 not Turismo/Gestão Turística 40 not Transportes/Planejamento de Transportes 40 not CURSOS SUPERIORES DE GRADUAÇÃO RECONHECIDOS Telecomunicações/Redes de Comunicação 25 mat 25 not CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO CREDENCIADOS Nome do curso Nº de Vagas Cand. Vagas Nº de Turmas Tot. de Alunos Avaliação CAPES LEGENDA Nº de Vagas Número de vagas para ingresso no curso. Candidatos Vagas Número de candidatos por vaga no último processo seletivo. Nº de Turmas Número de turmas de todo o curso Total Alunos Número total de alunos de todo o curso Conceito ENC Conceito obtido no Exame Nacional de Cursos. (Quando houver) Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora. document doc 19

20 4.10.Detalhamento dos cursos oferecidos pela mantida Preencher um quadro para cada curso. Caso seja necessário, acrescente mais linhas para os períodos. As linhas de períodos que não forem utilizadas podem ser excluídas. Anexar cópias dos atos legais de autorização de funcionamento dos cursos de educação profissional de nível técnico e dos cursos de nível superior, quando for o caso, expedidos. Nome do Curso ÁREA ELETROMECÂNICA (INDÚSTRIA) PRODUÇÃO INDUSTRIAL Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Perío do Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o º M Fund. De Mecânica 4º M Manut. Industrial 40 2º M Desenho Industrial º M Fab. Mecânica 31 LEGENDA Nível se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). Status se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA TRANSPORTE PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o º M Básico 41 2º M Leg. Planej. Tráfego 32 3º M Educ. e Fisc. Transito 25 document doc 20

21 Nível Status LEGENDA Se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). Se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva Se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA CONSTRUÇÃO CIVIL PLANEJAMENTO E CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o o o o o o o º M Desenho 21 2º M Inst. Prediais 4º M Exec. De Edifícios 15 Orça mento º M Impl. De Canteiro s 15 Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA CONSTRUÇÃO CIVIL INFRA-ESTRUTURAS DE VIAS Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o document doc 21

22 Nível LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). Status se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA GEOMÁTICA SENSORIAMENTO REMOTO Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Períod o Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 3 o o o o o o o o Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA GEOMÁTICA AGRIMENSURA Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o LEGENDA se é Técnico, Graduação Nível ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). Status se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. document doc 22

23 Nome do Curso ÁREA TURISMO GESTÃO TURÍSTICA Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Períod o Turma Nº de alunos Perío do Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 3 o o o o o o o o o o Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA HOTELARIA GESTÃO HOTELEIRA Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 3 o o o o o o o o o o Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. document doc 23

24 Nome do Curso ÁREA TELECOMUNICAÇÕES REDES DE COMUNICAÇÃO Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o o o o o º M Fund. de Eletrônica 4º M Telemátic a 43 2º M Comutaç ão º M Transmiss ão 57 Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Nome do Curso ÁREA QUÍMICA INDUSTRIAL QUÍMICA AGRO-INDUSTRIAL Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. document doc 24

25 Nome do Curso ÁREA MEIO AMBIENTE GESTÃO AMBIENTAL Nível Status Regime de Matricula Periodicidade Letiva Graduação Proc. Reconhecimento Semestral Anual Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos Período Turma Nº de alunos 1 o o o o o o º M Ger. Rec. Hídricos 4º M Saúde Ambienta l 7º M Cont. e Qual. Alimento s 41 2º M Ecos. Cerrado 45 5º M Trat. Águas º M Gest. Ambient al 30 6º M Res. Sólidos Nível Status LEGENDA se é Técnico, Graduação ou Pós-graduação (Especialização, Mestrado e Doutorado). se o curso está Autorizado, em Processo de Reconhecimento ou Reconhecido. Matricula por Crédito ou seriado ou módulo ou... Periodicidade Letiva se é Anual, Semestral, Quadrimestral, Trimestral, Bimestral, etc. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora Mecanismo institucionalizado permanente de articulação com segmentos produtivos a que estão vinculados os cursos para definição da oferta de cursos, vagas e para atualização curricular. Neste item, a instituição deverá informar o processo e os atores envolvidos com as empresas; Apresentar, quando da visita da Comissão Avaliadora, o mecanismo institucionalizado. O Centro Federal de Educação Tecnológica de Goiás CEFET-GO, através da Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias e desenvolve de forma contínua programas e projetos que levam a comunidade interna e externa a se interagirem. Para a melhor implementação de suas ações, tornando-as mais eficientes e eficazes, a DIREC atua através de seus setores específicos que são: document doc 25

26 Coordenação do Serviço de Interação Escola Empresa; Coordenação de Cursos Básicos; Coordenação de Produção e Pesquisa; Núcleo de Atendimento à Pessoa com Necessidades Educ. Especiais; Incubadora de Empresas; Centro de Cultura e Idiomas; Empresa Júnior CEFET-JR A CoSIE-E COORDENAÇÃO DO SERVIÇO DE INTERAÇÃO ESCOLA EMPRESA é o setor responsável pelo desenvolvimento da política de interação escola/empresa atuando diretamente na comunidade empresarial no sentido de criar campos de estágios, oferecer informações sobre as competências profissionais de nossos cursos, oferecer mecanismos e captar dados referente a avaliação dos alunos em estágio, promover a verificação da qualidade do ensino institucional, criar meios de verificação sobre as necessidades de atualização curricular e ofertas de cursos permanentes, temporários e básicos, promover pesquisas sobre as tendências e necessidades ocupacionais dentro das áreas técnica e tecnológica no mercado local. Os principais Projetos e Programas desenvolvidos pela CoSIE-E são: Avaliação de Estágio; Seminário de Avaliação Final de Estágio; Encontros de Egressos; Banco de Ofertas de Empregos e Estágios; Banco de Oferta de Profissionais; Serviço de Divulgação de Ofertas de Emprego/Estágios; Programa de Banco de Dados de Portadores de Necessidades Especiais; Visitas as empresas Conveniadas; Suporte Junto as Empresas para Seleção de Estagiários e Funcionários. A COORDENAÇÃO DE CURSOS BÁSICOS é destinada ao desenvolvimento de ações permanente de qualificação, requalificação e reprofissionalização de jovens e adultos trabalhadores, independentes de escolaridade prévia, visando sua inserção e melhor desempenho no exercício do trabalho conforme preceitua a LDB nº 9394/96 em seu Art.42, regulamentado pelo Decreto 2.208/97, Art. 3º. Esta coordenação desenvolve projetos para cursos abertos a toda comunidade de forma permanente, como são os cursos oferecidos pelo Centro de Cultura e Idiomas como também cursos de curta duração abertos a comunidade ou fechados para empresas. A COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E PESQUISA é responsável pela coordenação do desenvolvimento das pesquisas desenvolvidas pelo CEFET-GO. NÚCLEO DE ATENDIMENTO À PESSOA COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS- NAPNE é responsável pelo programa TEC NEP cuja função principal é promover o ingresso à educação especial e posteriormente, ao mercado de trabalho dos portadores de necessidades especiais. CENTRO DE CULTURA & IDIOMAS desenvolve um projeto do CEFET-GO que busca oferecer cursos de idiomas dirigido à comunidade em geral primando pela qualidade e eficiência. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE GOIÁS JÚNIOR busca levar os acadêmicos ao exercício das práticas necessárias ao profissional de nossa época. A INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-GO é resultado do desenvolvimento de um programa de parceria com o SEBRTAE-GO, FUNTEC e a SECTEC-GO que visa a document doc 26

27 estimular a criação de novos empreendimentos e a possibilitarem novos empreendedores através de cooperação no desenvolvimento de projetos, fornecimento de novas tecnologias, fornecimento de infra-estruturas, gestão de negócios e outros. Exclusivo do MEC Análise Técnica. Atendido Satisfatoriamente. Exclusivo do MEC Visita Verificadora Demonstrativo Econômico e Financeiro Demonstrativo econômico e financeiro dos últimos 3(três) anos relacionados com o curso em reconhecimento, com indicação das fontes de receita e principais elementos de despesa Quadro resumo ITENS/EXERCÍCIO Valores por Ano Expressos em Reais (desprezar centavos) (A) Total das Receitas (B) Total das Despesas Total Geral = (A) (B) Observações: Receitas ITENS/EXERCÍCIO Valores por Ano Expressos em Reais (desprezar centavos) (A) Receita Alunos (B) Receita Proc. Seletivo (C) Receita Matrículas (D) Receita Doações (E) Receita Outros Total das Receitas = {(A)+(B)+(C)+(D)+(E)} Quadro detalhado de receitas ITENS / EXERCÍCIO Valores por Ano Expressos em Reais (desprezar centavos) document doc 27

28 (A) Valor da anuidade (B) = Número de alunos (C) = (A) x (B) (D) = ( )% de Evasão x (C) / 100 (E) = ( )% de Inadimplência x (C) / 100 (F) = ( )% de Impostos e Taxas x (C) / 100 (G) = Receita Alunos = {(C) (D) (E) (F)} (H) = Valor da Taxa de Inscrição (I) = Número de Candidatos (J) = (H) x (I) (K) = Despesas com P. Seletivo (L) = Receita Proc. Seletivo = {(J) (K)} (M) = Valor da Matricula (N) = Número de Alunos Matriculados (O) = (M) x (N) (P) = Despesas de Matrículas (Q) = Receita Matrículas = {(O) (P)} (R) = Doações (S) = Impostos e Taxas (T) = Receita Doações = {(R) (S)} (U) = Outras Receitas (V) = Impostos e Taxas ( %) (X) = Receita Outros = {(U) (V)} Total de Receitas = {(G)+(L)+(Q)+(T)+(X)} Despesas ITENS/EXERCÍCIO Valores por Ano Expressos em Reais (desprezar centavos) (A) Despesas c/pessoal (B) Despesas c/investimentos (C) Despesas c/custeio Total Despesas {(A)+(B)+(C)} Quadro Detalhado de Despesas com Pessoal ITENS/EXERCÍCIO Valores por Ano Expressos em Reais (desprezar centavos) document doc 28

23000.[0][0][4][7][2][8]/200[4]-[4][8]

23000.[0][0][4][7][2][8]/200[4]-[4][8] Número do Processo: 23000.[0][0][4][7][2][8]/200[4]-[4][8] Para uso exclusivo do MEC. NOME DA MANTENEDORA NOME DA MANTIDA Ministério da Educação Centro Federal de Educação Tecnológica de Pernambuco CEFET-

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