Curso Superior de Tecnologia em Mineração. 1º Semestre de 2014 INSTITUTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA - IET

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso Superior de Tecnologia em Mineração. 1º Semestre de 2014 INSTITUTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA - IET"

Transcrição

1 Curso Superior de Tecnologia em Mineração 1º Semestre de 2014 INSTITUTO DE ENGENHARIA E TECNOLOGIA - IET

2 2 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 5 2. A INSTITUIÇÃO Missão RESPONSABILIDADE SOCIAL 7 3. APRESENTAÇÃO DO CURSO CONTEXTO EDUCACIONAL Missão Justificativa Objetivos Perfil do Egresso Competências e Habilidades Forma de Acesso ao Curso Critérios de Avaliação Projeto pedagógico do curso Organização Curricular 30 Tabela 1 Estrutura Curricular Curso Superior Tecnologia em Mineração Noite Conteúdos Curriculares - ementas das disciplinas Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) Monitoria Atividades Complementares de Graduação (ACG) Projetos de Pesquisa e Extensão Avaliação Autoavaliação CORPO DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Administração Acadêmica Coordenação do Curso Colegiado do Curso (Colec) Corpo Docente: perfil Perfil do Núcleo Docente Estruturante (NDE) Política de Capacitação Docente CRITÉRIOS DE ADMISSÃO PLANO DE CARREIRA POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE ATENÇÃO AOS DISCENTES Atendimento ao Aluno 95

3 Central de Carreiras e Mercado de Trabalho Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) Registro e Controle Acadêmico Tipos de Bolsas de Estudo e Financiamento Central de Outras Captações COC Intercâmbios Nivelamento Letramento e Numeramento INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES Instalações Gerais Espaço Físico do Curso Equipamentos Serviços Bibliotecas Acervo - Política de Aquisição, Expansão e Atualização Informatização Armazenagem e acesso ao acervo Serviços 115 REFERÊNCIAS 116 ANEXO Titulação do Corpo Docente do Curso Superior de Tecnologia em Mineração 120

4 4 Administração Geral Reitor: Prof. Dr. Rivadávia Correa Drummond de Alvarenga Neto Vice-Reitora: Prof a. Vânia Amorim Café de Carvalho Diretora Acadêmica: Profª Inês Barreto de Almeida Diretor do Instituto: Prof Joaquim José da Cunha Júnior Diretora Adjunta do Instituto: Profª Cinthia Thamara Vieira Rocha Equipe Técnica de Construção do Projeto Político Pedagógico Coordenador de Curso: Profª. Christianne Garcia Rodrigues Assessoria Pedagógica: Núcleo Acadêmico

5 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Curso: Superior de Tecnologia em Mineração Modalidade do Curso:Tecnólogo Modalidade de Ensino: Presencial Coordenador: Christianne Garcia Rodrigues Ato e data de criação do curso: Resolução Reitoria nº 06 de 21/09/2011 Duração do curso: 6 semestres (três anos) Prazo máximo para integralização do currículo: 10 semestres Carga horária mínima em disciplinas: 3088 horas/aula( 2573 horas) Carga horária mínima em atividades complementares: 192 h/a (160 horas) Nº de vagas anuais: 120 (noite) Local de funcionamento: campus Estoril Endereço: Av. Professor Mário Werneck, n Bairro Estoril, Belo Horizonte/MG. CEP Contatos: Telefone: (31) Fax: (31) Home page do curso: Home page da instituição:

6 6 2. A INSTITUIÇÃO Em 10 de março de 1964 foi criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (Fafi-BH), mantida pela Fundação Cultural de Belo Horizonte (Fundac-BH). Em um momento de lutas e retrocessos, a instituição caracterizava-se pelo compromisso social, político e educacional de um grupo de 30 professores idealistas que concretizaram o sonho de dotar a cidade de um espaço de formação noturno de qualidade visando atender à demanda do aluno trabalhador. Fazia parte dessa demanda uma parcela significativa dos integrantes dos quadros de magistério público e privado de Minas Gerais e de serviços da área educacional, devido à exigência de maior qualificação desses profissionais. Os quatro cursos iniciais História, Letras, Matemática e Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (Fafi-BH) tiveram como sede o anexo do Colégio Estadual, no bairro Gameleira, ocupando oito salas de aula, com turmas de 40 alunos cada uma. A explosão do então ensino de 1.º e 2.º graus, aliada ao elevado número de interessados pelos cursos, determinou o rápido crescimento da Faculdade, que, dessa forma, veio a transferir-se, após um ano de funcionamento, para a Av. Presidente Antônio Carlos, 521, no bairro Lagoinha. Em 1973, a Fafi-BH implantou o curso de Comunicação Social, com habilitações em Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo. Na década de 80, foram implantados os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu da instituição, com a oferta de programas de especialização nas áreas de competência dos cursos de graduação existentes. A Fafi-BH também se tornou pioneira na oferta de pós-graduação lato sensu em Comunicação Social, quando, em 1982, ofereceu, pela primeira vez em Belo Horizonte, o curso de Comunicação Empresarial e Governamental. Em 1990, a Fafi-BH instalou sua primeira sede própria, no bairro Lagoinha, consolidando, assim, o seu primeiro campus o Diamantina. Com o crescimento e a posição de destaque ocupada na Região Metropolitana da Capital mineira nas décadas de 70 a 90, a Fafi-BH foi transformada em Centro Universitário de Belo Horizonte pelo Parecer nº 115, de 29 de janeiro de 1999, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, que foi homologado, em 9 de fevereiro de 1999, pelo ministro de Estado da Educação. Nesse mesmo ato, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o Estatuto foram aprovados. Em 23 de fevereiro de 1999, o UNIBH foi credenciado por

7 7 Decreto Federal e, em 2004, por meio da Portaria nº 3.342, de 18 de outubro de 2004, do MEC, obteve o seu recredenciamento por meio da Portaria nº 1684, de 30 de novembro de 2011, publicada em 1º de dezembro de Importante registrar que na década de 90 o UNIBH chegou a um ponto de expansão que se tornou necessário a divisão do espaço físico para a acomodação dos cursos e dos equipamentos didáticos. Nesse momento ocorre a implementação de outros dois campi, Lourdes (1998) e Estoril (1999). O campus Lourdes conheceu sua expansão a partir de 1999, com a incorporação do prédio da rua Santa Catariana, para abrigar os cursos de Direito e de Administração, e em 2002, do prédio da rua Gonçalves Dias, para a instalação do Núcleo de Prática Jurídica. O campus Estoril abrigou, inicialmente, os cursos do Departamento de Ciências Biológicas, Ambientais e da Saúde e do Departamento de Ciências Exatas e Tecnologia. Em 2001 foram criados os cursos de Turismo e Engenharia de Telecomunicações e implantados os cursos sequenciais, extintos em 2005, ano em que tiveram início os cursos de graduação tecnológica. Em 2002 foram introduzidos os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Normal Superior e, em 2003, os de Ciências Contábeis e Tributos, Relações Internacionais e Ecologia. Em 2009, o UNIBH passa por uma reestruturação após ser adquirido pelo Grupo Anima. Após este ano o UNIBH Ao final desse mesmo ano, o IMEC, Instituto Mineiro de Educação e Cultura, assume a mantença da IES. Atualmente são oferecidos 73 cursos de graduação sendo que, 34 são ofertados no campus Estoril, 21 no campus Antônio Carlos, 16 no campus Cristiano Machado e 2 no campus Lourdes além de 22 cursos de pós-graduação lato sensu MISSÃO Promover o desenvolvimento integral do estudante por meio de metodologias e espaços de aprendizagem transformadores e instigantes, com vistas a fomentar autonomia criativa, competência profissional e atitude cidadã RESPONSABILIDADE SOCIAL A responsabilidade social do UNIBH é voltada à inclusão social. A Instituição assume o desafio de colocar, entre as metas e ações do seu Projeto Pedagógico Institucional ou Plano de Desenvolvimento Institucional, as estratégias de intervenção nas comunidades carentes de Belo Horizonte e da Região Metropolitana, com a parceria do poder público e da sociedade

8 8 civil, na tentativa de criar as reais condições para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. O UNIBH tem por princípio assumir a responsabilidade social que é um dos indicadores de qualidade. Assumir consciente e competentemente esse compromisso é uma de suas preocupações, que se concretiza pelo movimento interinstitucional para a busca de acordos, visitas, convênios e parcerias que são celebrados entre a instituição e a sociedade. As parcerias interinstitucionais com as comunidades regionais assumem a responsabilidade por núcleos de determinados grupos de idosos, jovens e crianças. Junto a esses segmentos, são desenvolvidas ações de promoção da qualidade de vida e de inserção/reinserção dessa população em processos educativos, com vistas à formação, capacitação e inserção no mercado de trabalho, bem como à prevenção e reabilitação de agravos e desvios identificados no desenvolvimento dos projetos, visando ao engajamento social dessas populações. Atento ao seu papel social, o UNIBH atende a comunidade e desenvolve projetos que beneficiam especialmente a população carente e prestam mensalmente milhares de atendimentos gratuitos à população. Os projetos desenvolvidos são concretizados por meio de atividades socioeducativas e culturais, além de outras ações comunitárias. Os projetos de pesquisa implementados no UNIBH preocupam-se não apenas com desenvolvimento teórico e tecnológico das áreas, mas também com seu impacto na vida social. Alguns projetos visam a melhorar os aspectos da saúde, da alimentação, da comunicação e da qualidade de vida de um modo geral. Nas políticas institucionais, há ainda o compromisso com ações em programas de inclusão social e inclusão digital, defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural, presentes nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. A política de extensão, aberta à comunidade, busca promover a integração da Instituição e dos seus agentes, interagindo com a comunidade e com os setores produtivos, promovendo o espírito de solidariedade entre as pessoas, procurando soluções para a melhoria da qualidade de vida do ser humano e sua integração com o meio ambiente. Isso se realiza através dos programas, projetos, cursos, eventos e prestação de serviços à comunidade. Essas atividades extensionistas são vinculadas às áreas temáticas conforme as orientações do MEC.

9 9 O Trabalho Interdisciplinar de Graduação TIG, introduzido na proposta curricular do UNIBH no segundo semestre de 2009, vem corroborar com a proposta de educação pautada no conceito de aprendizagem significativa, de Ausubel e colaboradores, baseado em dois pilares: o da contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a ele. Embora originalmente associada à teoria cognitiva da aprendizagem 1, os autores não desconsideram os aspectos afetivos da aprendizagem, como, por exemplo, a motivação. Neste estudo, a expressão aprendizagem significativa aparece ressignificada em um contexto que leva em consideração também outros fatores, estes de origem sociocultural, como a interação e a colaboração. Entende-se que a aprendizagem significativa possibilita aos alunos a construção do conhecimento de modo cooperativo, por meio da elaboração e da reestruturação da aprendizagem. Como Instituição de Ensino Superior, o UNIBH assume sua responsabilidade essencial na preparação das novas gerações para um futuro viável. Por meio de seus trabalhos de pesquisa básica, procura conceber soluções racionais, toma iniciativas e indica possíveis alternativas, elaborando esquemas coerentes para o futuro através de seus programas educativos e dá, ele mesmo, o exemplo. Nesse sentido, os trabalhos desenvolvidos pela Instituição têm um efeito multiplicador, pois cada um, convencido das idéias da sustentabilidade, influencia o conjunto, a sociedade, nas mais variadas áreas de atuação. 1 O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva (AUSUBEL, David Paul; NOVAK, Joseph; HANESSIAN, Helen. Educational psychology: a cognitive view. 2 ed. New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978, p. 159, tradução dos autores.

10 10 3. APRESENTAÇÃO DO CURSO A mineração é um dos setores básicos da economia do país, contribuindo de forma decisiva para o bem estar e a melhoria da qualidade de vida das presentes e futuras gerações, sendo fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade, desde que seja operada com responsabilidade social, estando sempre presentes e atuantes os preceitos do desenvolvimento sustentável (FARIAS, 2002). A demanda por bens minerais tem se tornado crescente, devido ao alto nível tecnológico de nossa sociedade. Dessa forma, os profissionais envolvidos com a extração e o beneficiamento mineral têm sido solicitados com o intuito de aperfeiçoar os processos existentes, além de projetar instalações novas que trabalhem com maior eficiência. Desta forma, é fato que a mineração e a indústria mineral de transformação são os alicerces da soberania de uma nação, provendo riqueza com bens naturais, criando nichos regionais, ocupação do território e desestimulando a migração. O Brasil é composto de terrenos antigos e de bacias sedimentares, que permitem a ocorrência no subsolo brasileiro de diversos recursos minerais, os quais são expressivos em termos mundiais. Nos terrenos antigos existem, entre outras, reservas de ouro, ferro, manganês, metais básicos, enquanto nas bacias sedimentares é grande o potencial de minerais não metálicos, fertilizantes, petróleo e gás natural. O país produz cerca de 70 substâncias minerais, sendo 21 pertencentes ao grupo de minerais metálicos, 45 ao grupo de não metálicos e 4 ao grupo de energéticos (MARTINS et al, ). Na corrida pela liderança dos bens naturais, somos o número um em minério de ferro, nióbio, tantalita e no bem mais importante para a humanidade: água potável. O Brasil pode liderar outros minerais, como bauxita/alumínio (3ª posição no Ranking Brasileiro e 5ª posição no Ranking Mundial), caulim (5ª posição no Ranking Brasileiro e 2ª posição no Ranking Mundial), vermiculita, talco e argila para cerâmica. Pode também ter participação expoente em minerais estratégicos como cobre, ouro, níquel, diamante, zinco, manganês, estanho, fosfato, potássio, gesso, bentonita, e outros. Além disto, temos enormes reservas de carvão para energia, quartzo para vidro e silício, areia e brita para construção, calcário e dolomito para cimento e 2 MARTINS,Jaime; LIMA, Paulo César Ribeiro; QUEIROZ FILHO, Alberto Pinheiro de; SCHÜLER, Leonardo Costa; PONTES, Roberto Carlos Martins. Setor mineral rumo a um novo marco legal. Brasília/DF: Câmara dos Deputados, Edições Câmara, p. (Série cadernos de altos estudos; n. 8).

11 11 corretivo, turfa e vermiculita para agricultura, além das rochas ornamentais e outros recursos (IBRAM, ). Toda essa vocação brasileira passa obrigatoriamente pela história de Minas Gerais, que é uma das principais regiões minerárias do mundo. Minas Gerais poderá se tornar a primeira unidade da federação aonde a problemática de conciliação da conservação do meio ambiente com a atividade de mineração venha a consolidar-se em regras institucionais, nítidas e criteriosas, embora necessariamente rigorosas. A mineração é a principal atividade econômica do Quadrilátero Ferrífero, e conseqüentemente da APA Sul RMBH ( Região Metropolitana de Belo Horizonte), cujos registros mais antigos datam ainda do século XVII e encontram-se associados aos principais núcleos populacionais. A situação atual da exploração configura-se como complexos mineiros de grande vulto, com relevante papel sócio-econômico para o estado e para os municípios abrangidos. Os mais importantes minérios (metálicos) são, em primeiro lugar, minérios de ferro (hematita e itabiritos) e em segundo lugar, minérios de ouro. Outras substâncias metálicas de valor econômico correspondem ao alumínio (bauxita) e o manganês. O urânio é um minério que pode se tornar economicamente interessante. Ocorrem ainda na área outros metais como o antimônio. O futuro da mineração nas terras de Minas é promissor, mas permanece o desafio de lavrar economicamente minérios mais pobres e complexos, cuidando bem da conservação dos recursos não-renováveis, sem prejudicar o meio ambiente e respeitando a saúde e integridade do trabalhador. Somando-se ao contexto explicitado pelo mercado, o curso tem por cerne de sua estrutura a educação e a disseminação do conhecimento que são fatores decisivos para o desenvolvimento. Estes fatores estão fortemente associados ao crescimento da eficiência e da produtividade e constituem o aparato mais eficaz dentre as políticas públicas voltadas para promover a democratização das oportunidades e a inclusão social, conforme preconiza o Plano Decenal de Educação do estado de Minas Gerais (PDEEMG, 2010). 3 IBRAM. Informações e Análises da Economia Mineral Brasileira. 7a edição Brasília/DF: IBRAM, dezembro de 2012.

12 12 Existem quatro outros cursos Superiores de Tecnologia em Mineração atualmente em oferta nos outros estados da federação, sendo um no estado do Rio Grande do Sul, em Goiás,em Pernambuco e um novo curso que iniciou suas atividades no primeiro semestre de 2014 no Tocantins. Em Minas Gerais, são ofertados vários cursos de nível médio, denominados de Técnico em Mineração, sendo o único Curso Superior de Tecnologia em Mineração, o curso ofertado no Campus Estoril do Centro Universitário de Belo Horizonte UNIBH. Nesse contexto, o Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH) propõe o curso superior de Tecnologia em Mineração, cujo teor deste documento foi elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes Curriculares Nacionais e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação - MEC. Tendo em vista tal consideração, propõem-se a formação deste profissional pautada no principio de articulação permanente da teoria aliada à prática, entendendo essa, como condição primordial para o desenvolvimento das competências tais que possibilitem, a aquisição, produção e socialização do conhecimento. Intenta-se, assim, contribuir para o processo de reflexão sobre a realidade do ensino superior, sobre a estrutura organizacional da Universidade, especialmente o UNIBH, bem como sua função social na atualidade, sobre o papel do conhecimento no ensino e na pesquisa, e, a organização do processo curricular CONTEXTO EDUCACIONAL O egresso do curso Superior Tecnologia em Mineração deverá possuir uma formação básica, ampla e sólida, com adequada fundamentação teórico-prática que inclua o conhecimento profundo das interfaces relacionadas a área de mineração dos processos e mecanismos de interações dos mesmos. O Decreto Federal nº 2.208/97, ao regulamentar os dispositivos referentes à educação profissional na LDB, estabelece uma organização para essa modalidade educativa em três níveis: Básico: destinado à qualificação e reprofissionalização de trabalhadores, independente de escolaridade prévia;

13 13 Técnico: destinado a proporcionar habilitação profissional a alunos matriculados ou egressos do ensino médio, devendo ser ministrado na forma estabelecida por este Decreto; Tecnológico: correspondente a cursos de nível superior na área tecnológica, destinados a egressos do ensino médio e técnico. O Artigo 10 do Decreto nº 2.208/97 define que os cursos de nível superior, correspondentes à educação profissional de nível tecnológico, deverão ser estruturados para atender aos diversos setores da economia, abrangendo áreas especializadas, e conferirão diploma de Tecnólogo. Ainda que trate apenas dos cursos correspondentes ao nível tecnológico, insereos definitivamente no nível superior da educação, como cursos de graduação e de pósgraduação, isto é, para além dos cursos de extensão e dos cursos seqüenciais por campos específicos do saber. Os cursos superiores de tecnologia estão nitidamente crescendo no mercado brasileiro. O fator preponderante para o supracitado crescimento é a possibilidade de obtenção de formação acadêmica em escala temporal inferior ao do bacharelado. Pode-se acrescentar ainda o fortalecimento do caráter prático-teórico nestes tipos de curso e o forte direcionamento para um mercado regional o que possibilita uma maior inserção no mercado de trabalho. O CST em Mineração foi incluído no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, constante do eixo tecnológico Recursos Naturais, pela Portaria nº 300, de 05 de maio de 2011, assinada pelo então secretário da SETEC, Eliezer Pacheco, entrando em vigor na data de sua publicação (Diário Oficial da União, seção 1, nº 88, p. 20, de 10/05/2011). De acordo com o PNE, Plano Nacional da Educação, Lei n de 09 de janeiro de 2001, nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte sistema de educação superior. Num mundo em que o conhecimento sobrepuja os recursos materiais como fator de desenvolvimento humano, a importância da educação superior e de suas instituições é cada vez maior. Espera-se, então, que todas possam desempenhar sua missão educacional, institucional e social. É entendimento comum que o projeto pedagógico estabeleça um rumo para o trabalho educativo, proporcionando uma filosofia a ser adotada pelos atores envolvidos no processo. Ele articula intenções, prioridades, atividades e ações visando à consecução dos objetivos do Curso. Este Projeto Pedagógico busca definir os princípios que deverão orientar o trabalho

14 14 pedagógico a ser desenvolvido no CST em Mineração do Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH), bem como apontar as metas que se almeja alcançar para o desenvolvimento do aluno in processo e pós período acadêmico. O UNIBH se propõe fazer parte deste compromisso com a nação brasileira desenvolvendo o Projeto Pedagógico do curso superior Tecnologia em Mineração considerando o momento histórico, econômico e tecnológico da região em que se insere Belo Horizonte, o estado de Minas Gerais e o Brasil. A crise mundial não freou o mercado de produção mineral nos patamares que foram inicialmente preconizados e prova disso é o fechamento da produção mineral brasileira no ano de 2012 que apresentou crescimento significativo e uma previsão recorde de US$ 75 bilhões até Nesse cenário destacam-se Minas Gerais e Pará com, respectivamente, 48% e 28% da produção nacional. Justificando a necessidade de maior investimento na capacitação de profissionais na área de mineração nos supracitados estados (IBRAM, 2012). Minas Gerais é o estado da região sudeste da República Federativa do Brasil, com 853 municípios, sendo a terceira economia do Brasil. Sua superfície é de km 2 (6,9% do território nacional), com Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 351,4 bilhões (2010) para uma População milhões de habitantes (10% do total nacional) e PIB per capita em 2010 de R$ Sendo sua capital Belo Horizonte (2,5 milhões habitantes) e Região Metropolitana de Belo Horizonte somando 5 milhões de habitantes. São números consideráveis para uma urbanização na taxa de 84,9% no estado e uma população economicamente ativa de 9,96 milhões de habitantes. Considerando todas as Unidades da Federação, o estado com maior participação no produto industrial do Brasil é São Paulo (36,2%); em segundo lugar encontra-se Minas Gerais, que responde por 11,9% da produção industrial brasileira (IBGE, 2013). Associado a estes dados, observa-se uma redução significativa na taxa de desocupação na região metropolitana de Belo Horizonte, que passou de 8,5% em 2006 para 4,9% em 2011 (IBGE, 2013). Todos estes dados subsidiaram a decisão de se implantar e desenvolver o CST em Mineração no UNIBH. O CST em Mineração do UNIBH se alinha aos pontos de referência do desenvolvimento de Minas Gerais traduzidos em políticas públicas, ajustamento social às demandas internas do país, estrutura educacional capaz de atender aos planos gerais e trajetórias pessoais. Todos os projetos e planos se apóiam na configuração do ensino em Minas Gerais, seja em nível Básico, Médio ou Superior, subsídio elementar para instalar e evoluir a condição da

15 15 inteligência tecnológica da população, de seus meios de produção e intenção de expandir a rede de pesquisa e desenvolvimento do estado. A importância desse plano se refere ao papel das Instituições de Ensino Superior (IES), mormente à universidade e aos centros de pesquisa. É evidente a constatação de que a produção de conhecimento, hoje, tende a ser cada vez mais acelerada, pois há reconhecimento das IES de que o conhecimento é à base do desenvolvimento científico e tecnológico e que aquele é que está criando o dinamismo das sociedades atuais. As IES têm muito a fazer, no conjunto dos esforços nacionais, para colocar o País à altura das exigências e desafios do Séc. XXI, encontrando a solução para os problemas atuais, em todos os campos da vida e da atividade humana e abrindo um horizonte para um futuro melhor para a sociedade brasileira, buscando reduzir, por meio do acesso ao conhecimento, as desigualdades sociais. Neste contexto, esta proposta preza pela relação teórico-prática, e busca exercer uma relação indissociável entre os conhecimentos adquiridos em sala de aula e a prática profissional, tornando o aluno consciente de que o primeiro é a ferramenta para a primorosa execução do segundo Missão O CST em Mineração do UNIBH busca formar profissionais que usem a ciência para produzir idéias e apliquem tecnologias que resultem na solução de problemas. Buscamos também educar pessoas para que se transformem em profissionais que saibam atuar de forma autônoma, trabalhar em equipe e que tenham conhecimentos multidisciplinares. Além disto, que sejam indivíduos que atuem com responsabilidade social, focados em projetos viáveis economicamente e que respeitem o meio ambiente.o modelo pedagógico do CST em Mineração adota os seguintes preceitos norteadores para sua ação, captados da realidade e sinais emitidos pela sociedade: a. Fundamentar sua práxis da aprendizagem a partir da construção de conceitos; desenvolvimento de habilidades e atitudes condizentes com o profissional da área; b. Integrar os conteúdos das disciplinas, módulo a módulo, num projeto interdisciplinar que propicie a visão integrada do conhecimento adquirido e disponível não segmentado, mas panorâmico e universal;

16 16 c. Proporcionar ao aluno, no decorrer do curso, alcance a bases fundamentais teóricas, aliadas a diferentes possibilidades tecnológicas e práticas, com perspectivas de mudanças e adaptações considerando limitações de toda natureza e aspectos sustentáveis que devem ser respeitados. d. Formar o aluno preparando-o para atuar em todos os setores da sociedade condicionado ao uso de ferramentas, técnicas e tecnologias que resultem em qualidade, sustentabilidade, respeito às novas gerações, produção da riqueza nacional e de novas tecnologias Justificativa Derivada do latim mineralis (relativo às minas), a mineração pode ser definida como o processo de extração de minerais, ou compostos minerais, de valor econômico para usufruto da humanidade. O setor se caracteriza por ser uma indústria primária, ou seja, os bens produzidos são derivados da crosta terrestre, incluindo os extraídos dos oceanos, lagos e rios. De modo geral, os produtos gerados nesta indústria tornam-se matéria-prima para as indústrias secundárias. Contudo,por seu caráter pioneiro, a mineração não se destaca apenas por ser uma indústria de base, mas também por sua condição de impulsionar novas e outras oportunidades econômicas. É cada vez maior a influência dos minerais sobre a vida e o desenvolvimento de um país (CHAVES, 2001). Nos primórdios da civilização, a extração mineral era conduzida sem o conhecimento do jazimento e sem nenhum planejamento, o que ao mesmo tempo acarretava o desperdício de recursos, a falta de aproveitamento integral deste jazimento e assim gerando uma enorme gama de impactos ambientais. Por se tratar da extração de recursos naturais não renováveis da crosta terrestre, a mineração geralmente é vista como uma atividade altamente impactante e não sustentável. Por outro lado, a mineração é à base da sociedade industrial moderna, fornecendo matéria-prima para todos os demais setores da economia, sendo, portanto essencial ao desenvolvimento. A extração mineral é considerada de tal forma estratégica que no Brasil, como na maioria dos países, os depósitos minerais são bens públicos, extraídos por concessão do estado. Os efeitos ambientais e socioeconômicos do aproveitamento destes dependem, principalmente, da forma na qual esta atividade será planejada e, principalmente, como será desenvolvida.

17 17 Conforme o documento Diretrizes Ambientais para o Setor Mineral (MMA, 1997), em termos técnicos, a atividade de extração mineral que é definida como mineração propriamente dita engloba as atividades de pesquisa, lavra e beneficiamento de minerais, e se caracteriza pela existência de um plano de aproveitamento econômico de um corpo mineral conhecido. O setor mineral desempenha um importante papel na sociedade moderna como fornecedor de matérias-primas das quais dependem a indústria agrícola, química, metalúrgica e da construção civil. O crescimento deste setor de mineração vem tomando posição na mídia nos últimos anos e com o avanço da tecnologia, novas técnicas de mineração estão sendo realizadas buscando respostas à viabilidade de retomar as atividades em regiões com potencial de exploração mineral. Apesar do florescimento da mineração na região sudeste do Pará, motivado pelo desenvolvimento do distrito mineiro de Carajás, o estado de Minas Gerais ainda se mantém como líder da mineração nacional, constituindo o mais relevante centro de referência não somente na atividade econômica setorial, mas de tecnologia de mineração e processamento mineral e epicentro das questões políticas relacionadas ao setor.a mineração é à base de uma indústria dinâmica capaz de transformar minério em riqueza, contribuindo dessa forma para o progresso material, técnico-econômico e cultural da população de um país. Segundo Instituto Brasileiro de Mineração - IBRAM (2012), Minas Gerais é o mais importante estado minerador do país. Este extrai mais de 160 milhões de toneladas/ano de minério de ferro sendo então o estado responsável por aproximadamente 53% da produção brasileira de minerais metálicos e 29% de minérios em geral. A atividade de mineração está presente em mais de 250 municípios mineiros e dos dez maiores municípios mineradores, sete estão em Minas, sendo Itabira o maior do País. Mais de 300 minas estão em operação onde das 100 maiores do Brasil, 40 estão localizadas no Estado. Na classificação das minas no estado 67% são denominadas classe A com produção superior a 3 milhões t/ano. A balança mineral de Minas Gerais resultou em 2011 um total de US$ 21,430 bilhões. Em 2012, esse valor foi de US$ 16,745 bilhões. As exportações de bens minerais têm uma representação muito significativa no Estado, representando 54,26% do total exportado em Minas Gerais em O estado de MG tem uma grande contribuição no saldo do Brasil no Setor Mineral.

18 18 Os principais bens minerais produzidos no estado de Minas Gerais são: Bauxita, ferro, manganês, ouro, paládio, prata, dolomito, filito, quartzo, calcário, chumbo, zinco, fosfato, feldspato, granito, zircônio, cobalto, enxofre, níquel, barita, manganês e nióbio. Em 2011, 2012 e 2013, Minas Gerais ocupou o 1º lugar em arrecadação da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), representando 51,07%,53,18% e 45,07% respectivamente. E ocupando o 2º lugar está o Estado do Pará. Mesmo assim, o Brasil tem sua geologia ainda pouco conhecida, o que oferece excelentes perspectivas para o futuro da área.visando atender a demanda de mão de obra qualificada para as operações de pesquisa, lavra e tratamento de minérios da região. O mercado de trabalho vem gerando elevados níveis de exigências para a formação, qualificação e requalificação profissional dos cidadãos para o trabalho e para a vida produtiva. Desta forma, é na perspectiva de mercado atual, um dos setores com capacidade de maior absorção do profissional qualificado. Em uma economia globalizada, o Brasil precisa alcançar patamares cada vez maiores de produtividade. Para atingir tal objetivo, necessita de um sistema de educação preparado e devidamente aparelhado para responder com eficiência e eficácia à capacitação de recursos humanos especializados, indispensáveis à modernização dos meios de produção. O Ministério de Minas e Energia publicou recentemente o Plano Nacional de Mineração 2030, que apresenta as projeções de investimentos e demandas de profissionais da área de mineração para o período Na análise da demanda por profissionais do setor, o relatório discorre (sic) Um dos gargalos apontados para o desenvolvimento da infra-estrutura do país é a falta de profissionais na área de engenharia. No setor identificam-se especialidades de engenharia de minas, metalurgia e outras correlatas....percebe-se que o quantitativo é insuficiente para atender o mercado atual e às projeções futuras... No caso dos tecnólogos, até 2015, haverá necessidade de mais profissionais por ano para atuação nas minas. Considerando os elementos acima referidos, e que a UNIBH já dispõe de um corpo docente focado na área de mineração e áreas correlatas que atuam nos cursos de Geologia, Geografia e Engenharia, a proposição da oferta do Curso Superior tecnologia em Mineração apresenta total sintonia com as demandas nacionais e locais por profissionais desta especialidade.

19 19 Na decisão de oferecer o curso superior tecnologia em mineração, com foco principal na atividade de mineração, a UNIBH teve presentes os elementos acima expostos, com o objetivo de contribuir efetivamente para com a sociedade mineira e brasileira na formação de uma nova geração de tecnólogos. Tal proposta é traduzida em uma estrutura curricular moderna, que incorpora conceitos e conteúdos que habilitarão os futuros profissionais no desempenho de suas funções com as habilidades e competências exigidas na atualidade. Neste sentido, o Curso Superior Tecnologia em Mineração do UNIBH, além de ser o primeiro a ser oferecido na região metropolitana, abrange o ciclo completo das atividades de mineração, compreendendo planejamento de lavra, operação de mina e beneficiamento, vai ser fundamental para formação dessa mão-de-obra e conseqüente minimização do processo de estagnação econômica da região onde está inserido, viabilizando o desenvolvimento regional e buscando ser um agente da definitiva incorporação da região ao mapa do desenvolvimento Objetivos 1) Geral O CST em Mineração tem como meta oferecer todo o arcabouço teórico-prático de capacitação de mão de obra para as atividades de mineração que compreendem o planejamento de lavra, gerenciamento e implementação de atividades ligadas aos processos de lavra, operação de mina e o tratamento de minérios, associando a identificação e o controle dos respectivos impactos ambientais. O tecnólogo em mineração deve ser um profissional com uma compreensão apurada da realidade social em que está inserido, dinâmico e preparado a atuar em empresas de diferentes portes, de acordo com as transformações que se apresentem no mercado de trabalho. Neste sentido, os objetivos gerais estabelecidos para o curso vêm ao encontro da proposta da universidade, fornecendo sujeitos capacitados a colaborar na minimização do processo de estagnação econômica da região e com o desenvolvimento do Estado e do País, de maneira a: a) incentivar a produção e a inovação científico-tecnológica e suas respectivas aplicações no mundo do trabalho;

20 20 b) compreender os fundamentos científicos e a prática tecnológica envolvida em sua área de atuação; c) propiciar a compreensão e a avaliação dos impactos sociais, econômicos e ambientais resultantes da produção, gestão e incorporação de novas tecnologias; d) promover a capacidade de continuar aprendendo e de acompanhar as mudanças nas condições de trabalho, bem como propiciar o prosseguimento de estudos em cursos de pós-graduação; e) adotar a flexibilidade, a interdisciplinaridade, a contextualização e a atualização permanente de seus conhecimentos, por meio do acompanhamento de seus egressos; f) garantir a identidade do perfil profissional de conclusão de curso e da respectiva organização curricular. 2) Específicos O CST em Mineração do UNIBH buscará uma formação acadêmica sólida que proporcione habilidades que favoreçam a aplicação do raciocínio lógico crítico, nas relações entre os processos geológicos e seus produtos bem como nas áreas de beneficiamento e seu desenvolvimento e a melhor compreensão das transformações derivadas pela ação antrópica no planeta. Ao longo do curso os alunos estruturarão as seguintes competências como tecnólogo em mineração: Conhecer e compreender os princípios básicos da evolução do planeta com base nos fundamentos das geociências e sua aplicação na identificação dos recursos naturais. Entender o impacto de técnicas e tecnologias associadas aos processos de produção e o desenvolvimento das sociedades e suas implicações políticas. Dominar os fundamentos da dinâmica crustal que resultam na constituição e modelagem da superfície terrestre. Identificar e aplicar diferentes recursos matemáticos e estatísticos necessários para o melhor entendimento dos fenômenos geológicos e seus produtos. Dominar técnicas de localização espacial e temporal para a compreensão do processo de evolução do planeta.

21 21 Compreender a influência da dinâmica da sedimentação na constituição de rochas e das bacias sedimentares. Entender e aplicar métodos e técnicas para localização e visualização de sólidos em três dimensões. Ser capaz de interagir e trabalhar em equipes multidisciplinares, visando um relacionamento produtivo, administrando conflitos e buscando o melhor aproveitamento das habilidades e competências individuais. Identificar e qualificar os parâmetros distintivos dos minerais, rochas e minérios e sua importância econômica. Conhecer os princípios de funcionamento e aplicação dos métodos diretos e indiretos de prospecção de minérios e de hidrocarbonetos. Apropriar-se dos fundamentos da língua inglesa visando à compreensão de textos técnicos, redação de relatórios operacionais e como base da comunicação funcional. Caracterizar, classificar e interpretar feições geológicas e geofísicas com o objetivo de localizar jazidas minerais e planejar soluções para questões ambientais. Dominar técnicas e tecnologias para o mapeamento geológico de superfície e de subsuperfície Perfil do Egresso Após concluir o Curso Superior Tecnologia em Mineração, espera-se formar profissionais que tenham habilidade de gerenciar processos de exploração mineral, bem como gerenciar equipes de forma a extrair minerais e rochas utilizando técnicas seguras e equipamentos modernos, de forma eficaz, planejada e sustentável. Para tal finalidade, pretende-se formar um profissional capaz de atuar: na execução de projetos de identificação, qualificação e quantificação de jazidas minerais; na supervisão da estabilidade em minas subterrâneas e a céu aberto; na supervisão das atividades específicas de planejamento e lavra de minas; nos levantamentos e confecção de mapas topográficos na fase de lavra; na operação de equipamentos de perfuração, amostragem e transporte;

22 22 nos métodos de análise mineralógica, fragmentação, classificação, balanço de massa, bem como de separação física e físico-química no tratamento de minérios; nas operações de beneficiamento de rochas ornamentais; no manuseio e armazenamento de explosivos e seus acessórios; na caracterização de minérios sob os aspectos físico, físico-químico, mineralógico e granulométrico; na operacionalização de equipamentos de análise mineralógica, granulométrica, de fragmentação e de separação; na aplicação de medidas de controle e proteção ambiental para os impactos gerados pela lavra e tratamento de minérios. O egresso do CST em mineração do UNIBH deverá apresentar uma sólida formação em áreas como as das Geociências, Ciências Humanas, Ciências Exatas e Ciências Sociais, capazes de garantir a estes uma sólida formação técnica e humanística e uma atualização contínua quanto a conteúdos e metodologias, com vista a assegurar-lhes habilidades e competências que os caracterizem como profissionais que possam contribuir, com eficiência e eficácia. Assim, ao concluir o Curso, o profissional Tecnólogo em Mineração será capaz de compreender melhor o mundo e as relações sociais e técnicas dentro do contexto contemporâneo no qual se exige um engajamento profissional capaz de promover mudanças e empreendimentos. A formação técnica deverá desenvolver no profissional capacidade para atuar no(a): trabalho em equipe; domínio de técnicas computacionais para solução de problemas diversos; clara identificação da área técnica de um dado problema; habilidade para determinação de solução para um problema de caráter original; domínio de técnicas para tomada de decisões; clara expressão de suas idéias; sólido conhecimento de ferramentas computacionais; conhecimento das leis e regulamentações do setor;

23 23 domínio das técnicas de estudos econômicos. Em suma, a formação profissional do CST em Mineração do UNIBH é direcionada para aplicação, desenvolvimento e difusão de tecnologias, abrangendo ações de avaliação dos recursos minerais, planejamento dos métodos de lavra e beneficiamento destes recursos, atendendo assim às necessidades de produção dos diversos segmentos envolvidos na indústria de mineração Competências e Habilidades Em relação aos conceitos de competência, de habilidade, de conhecimento e de valor, transcrevemos trecho do Parecer CNE/CEB nº 16/99: O conhecimento é entendido como o que muitos denominam simplesmente saber. A habilidade refere-se ao saber fazer relacionado com a prática do trabalho, transcendendo a mera ação motora. O valor se expressa no saber ser, na atitude relacionada com o julgamento da pertinência da ação, com a qualidade do trabalho, a ética do comportamento, a convivência participativa e solidária e outros atributos humanos, tais como a iniciativa e a criatividade. Pode-se dizer, portanto, que alguém tem competência profissional quando constitui, articula e mobiliza valores, conhecimentos e habilidades para a resolução de problemas não só rotineiros, mas também inusitados em seu campo de atuação profissional. Assim, age eficazmente diante do inesperado e do inabitual, superando a experiência acumulada transformada em hábito e liberando o profissional para a criatividade e a atuação transformadora. Assim, "competência" significa a capacidade de mobilizar e articular os saberes (ou conhecimentos), habilidades (ou competências específicas), aptidões e atitudes para resolver eficazmente novos problemas, devidamente contextualizados, de forma fundamentada e consciente. Cabe lembrar que, para resolver um problema, o sujeito mobiliza os conhecimentos "que lhe permitem modelar o real e torná-lo (parcialmente) inteligível, previsível, inclusive dominá-lo" via"construção de cenários e estratégias, negociação de meios materiais, tomada de decisões, mobilização de habilidades, procedimentos, técnicas, rotinas etc" (PERRENOUD, 1999:24). Entretanto, se faz necessário observar que esses conhecimentos devem ser coordenados entre si para a resolução do problema, bem como as competências não são ensinadas

24 24 diretamente, ou seja, o desenvolvimento destas se vincula às situações e atividades propiciadas ao longo de seu curso. Nesta perspectiva, a contribuição de Étienne e Lerouge (1997) figura como fundamental para a compreensão do processo de construção das competências: A construção de uma competência depende do equilíbrio da dosagem entre trabalho isolado de seus diversos elementos e a integração desses elementos em situação de operacionalização. A dificuldade está na gestão, de maneira dialética, dessas duas abordagens. É uma utopia, porém, acreditar que o aprendizado seqüencial de conhecimentos provoca espontaneamente sua integração operacional em uma competência. (Cf.67 apud PERRENOUD, 1999:10) Por outra parte, a compreensão de esquemas operatórios se torna necessária, posto que estes denotam os recursos que "permitem, em tempo real, a mobilização eficaz dos recursos cognitivos ; sem esses esquemas, os recursos não são ativados, transferidos, adaptados ou coordenados; bem como os mencionados esquemas não se referem tão-somente aos aspectos psicossociais, mas às atitudes e estruturas cognitivas do aluno, dependentes de seu desenvolvimento psicológico e emocional. Assim, para definirmos as competências necessárias para a formação do tecnólogo, necessitamos especificar os tipos de problemas a serem resolvidos pelos profissionais, bem como delinear os contextos em que atuará. Entende-se por habilidade um termo para descrever competências específicas (saber-fazer) ou aptidões, ou ainda algumas competências gerais, no entanto, de modo geral, refere-se às tarefas bem definidas e corresponde ao termo inglês "skill". Os dicionários associam ambos, inicialmente, a "destreza", mostrando sua referência original às atividades psicomotoras. Posteriormente tal conceito é estendido ao ser associado a facilidades (ou capacidades) pessoais no manejo de objetos ou situações. Assim, torna-se oportuno observar os valores delineados no Perfil do Profissional a ser formado no UNIBH, pois estes devem ser estimulados no transcurso da formação, entre os quais se destacam: responsabilidade, solidariedade, honestidade, veracidade, consecução de normas éticas, respeito e tolerância para com as pessoas e para com o meio ambiente. Nesta perspectiva, as competências ou habilidades possíveis e esperadas do profissional do CST em Mineração a ser formado na UNIBH são:

25 25 a) compreender a natureza multidisciplinar de um projeto de mineração, que envolva todas as etapas desde pesquisa e levantamento de dados, avaliação e dimensionamento de jazidas e corpos de minério, definição dos métodos de lavra, definição das rotas de processo e/ou beneficiamento mais adequados e de acordo com as características intrínsecas do tipo de depósito, além da definição de um projeto de fechamento de mina que leve em conta a recuperação ambiental e os impactos sociais e econômicos; b) Capacitar-se a aprender de forma autônoma e contínua, adequando-se às exigências profissionais interpostas pelo avanço tecnológico mediante o domínio dos conteúdos básicos relacionados às áreas de conhecimento do exercício profissional, e da utilização de forma crítica, de diferentes fontes de veículos de informação; c) Conceber, concretizar, coordenar, supervisionar e avaliar a implantação de projetos e serviços na área específica de mineração que devem estar em consonância com os métodos corretos de gestão e conservação ambiental; d) Agir cooperativamente nos diferentes contextos da prática profissional, compartilhando saberes com os profissionais de diferentes áreas. e) Pautar sua conduta profissional por princípios de ética, solidariedade, responsabilidade sócio ambiental, respeito mútuo, diálogo e equidade social. f) compreender os princípios que permitem o desenvolvimento de técnicas e planos de amostragem visando definição das rotas de processo; g) entender todas as operações unitárias (desmonte, carregamento, transporte, disposição) envolvidas com a lavra (em minas subterrâneas e a céu aberto); h) entender e aplicar as propriedades específicas para a caracterização tecnológica de minérios além de dimensionar equipamentos de classificação e cominuição, separação e concentração de minérios economicamente aproveitáveis; Nesta perspectiva, o Tecnólogo em Mineração deverá ser capaz de planejar, executar e controlar os processos inerentes à profissão, reunindo competências que o tornem capaz de: executar estrategicamente os planejamentos e ser capaz de fazer intervenções; desenvolver habilidades que propiciem o rápido processamento de informações e a tomada de decisões;

26 26 identificar os potenciais conflitos de natureza técnica/econômica a partir das análises feitas sobre todas as hipóteses assumidas e, para isso, espera-se criatividade, clareza na exposição de idéias, disposição para aprender, poder de argumentação, atitudes cooperativas e de liderança e iniciativa. O UNIBH pretende que seus egressos sejam capazes de promover atitude investigativa em todos os níveis do exercício da profissão, desde a primeira intervenção na prospecção de dados e/ou avaliação das hipóteses, passando pelo desenvolvimento das diversas alternativas até a conclusão e análise dos resultados Forma de Acesso ao Curso O ingresso aos cursos de graduação do UNIBH se dá por meio de vestibular, que é realizado duas vezes por ano. As provas - que têm caráter multidisciplinar, o que possibilita a migração de cursos - testam a capacidade de raciocínio, análise e crítica e destinam-se a avaliar os conhecimentos ministrados nas diversas formas de escolaridade da Educação Básica.O detalhamento de todo processo seletivo encontra-se em edital publicado pelo UNIBH (http://vestibular.unibh.br/) e também disponível no site institucional Critérios de Avaliação O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre e pelos seguintes documentos: Estatuto; Regimento; Normas oriundas do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe); Portarias baixadas pela Reitoria e Vice-Reitoria. Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para consulta de toda Comunidade Acadêmica por meio da intranet e pelo sítio Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes recomendações e normas: A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO Portaria nº 808, de 8 de junho de 00. Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. O MINISTRO DE

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO INTRODUÇÃO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO (PPC) Articulação com o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI Projeto Político Pedagógico Indissociabilidade entre ensino, pesquisa

Leia mais

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010

MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 MINI STÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINI STRO P ORTARIA Nº 808, DE 18 DE JUNHO DE 2010 Aprova o instrumento de avaliação para reconhecimento de Cursos Pedagogia, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Faculdade de Direito Promove Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Abril de 2012 Página 1 de 11 Sumário Introdução 3 Justificativa 5 Objetivos 6 Metodologia 7 Dimensões de

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME

XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME XXV ENCONTRO NACIONAL DA UNCME Os desafios da Educação Infantil nos Planos de Educação Porto de Galinhas/PE Outubro/2015 Secretaria de Educação Básica CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO INFANTIL É direito dos trabalhadores

Leia mais

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

INTRODUÇÃO OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS INTRODUÇÃO Com base no Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais - REHUF, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso

Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso AUTO-AVALIAÇAO INSTITUCIONAL DO CURSO DE PEDAGOGIA FACED-UFAM / Professores Dimensão 1 - Organização Didático-Pedagógica do Curso Objetivos do Curso 01 - Tenho conhecimento do Projeto Pedagógico do Curso.

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Empresas mineradoras no Brasil

Empresas mineradoras no Brasil Em 211, a Produção Mineral Brasileira (PMB) deverá atingir um novo recorde ao totalizar US$ 5 bilhões (valor estimado), o que configurará um aumento de 28% se comparado ao valor registrado em 21: US$ 39

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE

Faculdades Integradas do Vale do Ivaí Instituto Superior de Educação - ISE DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 Do estágio curricular supervisionado A modalidade de Estágio Supervisionado é uma importante variável a ser considerada no contexto de perfil do egresso. A flexibilidade prevista

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008

RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 CONSUC Parecer 12/2008 Aprovado em 02/12/2008 RESOLUÇÃO N 012, de 02 de dezembro de 2008 Cria o Núcleo de Educação a Distância (NEAD) e aprova seu Regimento Interno O DIRETOR GERAL DA FACULDADE DAS AMÉRICAS,

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC 1 PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO - PPC O PPC, Projeto Pedagógico de Curso, é o instrumento de concepção de ensino e aprendizagem de um curso e apresenta características de um projeto, no qual devem ser definidos

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CENTRO DE ESTUDO DE PÓS-GRADUAÇÃO PROPOSTA DE CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU 2013 INTRODUÇÃO: O presente trabalho apresenta a relação de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu a serem reorganizados no

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

PARECER. Justificativa

PARECER. Justificativa Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás IFG - Campus Anápolis Departamento das Áreas Acadêmicas Parecer: Do:

Leia mais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais

Especialização em Gestão Estratégica de Projetos Sociais Especialização em Gestão Estratégica de Apresentação CAMPUS COMÉRCIO Inscrições Abertas Turma 02 --> Início Confirmado: 07/06/2013 últimas vagas até o dia: 05/07/2013 O curso de Especialização em Gestão

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são:

O Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores possui flexibilidade para atender dois tipos de certificações intermediárias, que são: 1) Formas de participação do Corpo Discente: O Colegiado do Curso é um órgão consultivo, deliberativo e normativo, onde é possível a participação do corpo discente nas decisões que competem a exposição

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*)

RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*) RESOLUÇÃO Nº 6, DE 10 DE MARÇO DE 2004 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Contábeis, bacharelado, e dá outras providências. O Presidente da Câmara de Educação

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento ético

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA

POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ME FACULDADE INTEGRADA DE SANTA MARIA PRELIMINARES POLÍTICA DE ENSINO DA FISMA Santa Maria, RS Junho - 2010 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO... 1 2. POLÍTICAS DE ENSINO

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares

V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares V Encontro Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares: uma política de apoio à gestão educacional Clélia Mara Santos Coordenadora-Geral

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Educação que valoriza o seu tempo: presente e futuro Educação a Distância Os mesmos professores. A mesma aula. O mesmo diploma. A única diferença é a sala de aula que fica em suas

Leia mais

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil

Carta-Compromisso pela. Garantia do Direito à Educação de Qualidade. Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil 1 Carta-Compromisso pela Garantia do Direito à Educação de Qualidade Uma convocação aos futuros governantes e parlamentares do Brasil Para consagrar o Estado Democrático de Direito, implantado pela Constituição

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Gestão Ambiental campus Angra Missão O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá tem por missão a formação de Gestores Ambientais

Leia mais

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013

Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 Judiciário e Políticas Públicas ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO DA FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS 2º SEMESTRE DE 2013 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS A Fundação Getulio Vargas (FGV) deu início a suas atividades em 1944

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social ORGANIZAÇÃO CURRICULAR do Curso de Serviço Social O Projeto pedagógico do Curso de Serviço Social do Pólo Universitário de Rio das Ostras sua direção social, seus objetivos, suas diretrizes, princípios,

Leia mais

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO

CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO CHECK-LIST PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Com a finalidade de otimizar o processo de elaboração e avaliação dos Projetos Pedagógicos do Cursos (PPC), sugere-se que os itens a seguir sejam

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO Missão do Curso Formar profissionais de nível superior, com atuação na área de Tecnologia em Gestão Financeira, a partir da articulação das teorias que fundamentam

Leia mais

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP

O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública CADEP O Papel do Pedagogo na Escola Pública 1 A construção histórica do Curso de Pedagogia 2 Contexto atual do Curso de Pedagogia 3 O trabalho do Pedagogo prática

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 005/2011 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PARA ATENDIMENTO AO CONVENIO Nº 711591/2009 MDS/ITS/CEDEP

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018)

PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) PROPOSTA DE METODOLOGIA E PLANO DE TRABALHO PARA A ELABORAÇÃO DO PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL PDI DO IFB (2014-2018) 1. Introdução O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) busca nortear

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2012 PRÓ-REITORIA DE ENSINO/IFMG/SETEC/MEC, DE 05 DE JUNHO DE 2012. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE ENSINO Av. Professor Mario Werneck, nº 2590,

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014/2018 CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MADEIREIRA 1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA UNIDADE 2014/2018 APRESENTAÇÃO O Curso de Engenharia Industrial Madeireira da UFPR foi criado

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO MONTESSORI DE IBIÚNA ESTÁCIO FMI SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: ADMINISTRAÇÃO - BACHARELADO MISSÃO DO CURSO Formar profissionais de elevado nível de consciência crítica, competência técnica empreendedora, engajamento

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação a Distância SEED Departamento de Regulação e Supervisão da Educação a Distância Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL, BACHARELADO REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O estágio

Leia mais

Programa Ler e Escrever. Apresentação

Programa Ler e Escrever. Apresentação Programa Ler e Escrever Apresentação Mais do que um programa de formação, o Ler e Escrever é um conjunto de linhas de ação articuladas que inclui formação, acompanhamento, elaboração e distribuição de

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior. ASSUNTO: Instrumentos de avaliação para credenciamento

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

CONSELHO UNIVERSITÁRIO

CONSELHO UNIVERSITÁRIO P R O P O S T A D E P A R E C E R CONSELHO UNIVERSITÁRIO PROCESS0 Nº: 007/2014 ASSUNTO: Proposta de texto Construção de Políticas e Práticas de Educação a Distância a ser incluído no Plano de Desenvolvimento

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015

Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Plano de Ação do Centro de Educação e Letras 2012-2015 Apresentação: O presente plano de trabalho incorpora, na totalidade, o debate e indicativo do coletivo docente e discente do Centro de Educação e

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005

RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005 RESOLUÇÃO CONSEPE 30/2005 APROVA O CURRÍCULO E O PERFIL PROFISSIOGRÁFICO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM INFORMÁTICA, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 13, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2006 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Turismo

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD REGULAMENTO DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD A política de Educação a Distância EAD está claramente expressa em diversos documentos e regulamentos internos da instituição Regulamento do NEAD Os

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012

EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 EDITAL DE SELEÇÃO COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO N.º 02/2012 Aviso de Divulgação de Seleção de Instrutor Pleno para as atividades de incubação de empreendimentos produtivos. REF: CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 69/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em, Bacharelado, do Centro

Leia mais

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO

VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO VICE-DIREÇÃO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO REGIMENTO INTERNO DA COORDENAÇÃO DE EXTENSÃO Da Concepção e Objetivos Art.1º A extensão acadêmica é um processo educativo, cultural, que se articula ao ensino

Leia mais

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO:

EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: EIXO VI VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO: FORMAÇÃO, REMUNERAÇÃO, CARREIRA E CONDIÇÕES DE TRABALHO: PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Profissionais da educação: formação inicial e continuada 1.1. Implantar

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná.

RESOLUÇÃO. Artigo 1º Fica aprovado, conforme anexo, o Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. RESOLUÇÃO CONSEPE 14/2006 Referenda a aprovação do Regulamento da Coordenação de Ensino a Distância do Centro Universitário Franciscano do Paraná. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão

Leia mais

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006.

PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. PORTARIA Nº 300, DE 30 DE JANEIRO DE 2006. Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação Externa de Instituições de Educação Superior do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior SINAES O MINISTRO

Leia mais

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.

ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados. PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com. ENADE e CPC Como compreender seu desempenho e estratégias de melhoria de resultados PROF. AMÉRICO DE ALMEIDA FILHO aalmeidaf@yahoo.com.br CPC Conceito Preliminar de Curso 1 - Nota dos Concluintes no ENADE

Leia mais