Guia do para Jornalistas

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1 Guia do para Jornalistas Coordenação de Comunicação Social

2 Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Paulo Bernardo Silva INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo Pereira Nunes Diretor-Executivo Sérgio da Costa Côrtes ÓRGÃO ESPECÍFICOS SINGULARES Diretoria de Pesquisas Wasmália Socorro Barata Bivar Diretoria de Geociências Luiz Paulo Souto Fortes Diretoria de Informática Paulo César Moraes Simões Centro de Documentação e Disseminação de Informações David Wu Tai Escola Nacional de Ciências Estatísticas Sérgio da Costa Côrtes (interino) UNIDADE RESPONSÁVEL Presidência Coordenação de Comunicação Social Silvia Maia Fonseca

3 Caro jornalista, Em 2010, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará o Censo Este trabalho, que envolverá centenas de milhares de pessoas, pretende trazer ao conhecimento da sociedade, dos órgãos públicos e privados, o retrato mais fiel de nosso povo e da realidade nos cerca de 58 milhões de domicílios do país. É através do Censo 2010 que saberemos quantos e como somos e de que forma vivemos. Enfim, informações que levam a uma infinidade de pautas e boas matérias! Este Guia, elaborado pela Coordenação de Comunicação Social do IBGE*, pretende ajudá-lo a se preparar para tais oportunidades de cobertura, trazendo as principais informações sobre o Censo: a abrangência da pesquisa, a logística na preparação do trabalho e os temas abordados nos questionários que o IBGE levará a campo entre 1º de agosto e 31 de outubro. Por fim, propomos uma parceria: para que o IBGE consiga tirar a fotografia mais nítida o possível do Brasil, é preciso informar ao público em geral sobre a importância de abrir as portas aos recenseadores com segurança - e de que forma os resultados da pesquisa contribuirão para o exercício da cidadania. Contamos com sua ajuda na divulgação do Censo E estamos à sua disposição para quaisquer esclarecimentos. Coordenação de Comunicação Social do IBGE. * Com a organização do jornalista Paulo Maurício Schueler da Encarnação 3

4 Apresentação O que é o Censo? A palavra censo vem do latim census e quer dizer conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação. O Censo é a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por ,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo. Para que serve o Censo? O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo. Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo? Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social. O Censo interfere nos repasses de verbas públicas? Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população. 4

5 O Censo interfere na representação política? Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município. Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo? Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc. Como os censos surgiram no Brasil? Antes de 1870, as estatísticas sobre a população brasileira eram conjecturais, destinadas a atender aos interesses de nossa então metrópole, Portugal. Sob recomendação da coroa portuguesa, autoridades eclesiásticas no Brasil contaram a população em 1776, e estimou-se que no Brasil viviam almas. Quando ocorreu o primeiro Censo no Brasil? O IBGE considera que o primeiro Censo Demográfico do Brasil foi realizado em 1872, época em que o país era uma monarquia governada pelo imperador D. Pedro II. Além de perguntas sobre sexo, idade, escolaridade e estado civil, religião e deficiência física, o questionário incluía a pergunta se a pessoa era livre ou escrava. Já o primeiro Censo a ser realizado pelo IBGE foi o de

6 Quantos Censos já ocorreram no Brasil? Já ocorreram 11 Censos no Brasil 1. Na tabela abaixo, você encontra os anos em que eles ocorreram e qual foi a população do Brasil apurada nessas ocasiões. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Censo de habitantes. Por que os Censos são realizados de dez em dez anos? Os Censos têm ocorrido decenalmente em quase todo o mundo. Entre os especialistas é inquestionável a importância de se respeitar o intervalo de dez anos, pois a recomposição de uma população nacional com base em Censos posteriores ou anteriores não é tarefa fácil, nem em países com população estável. Além disso, trata-se de uma operação dispendiosa e que necessita de grande preparo logístico. O Censo brasileiro é realizado a cada década e é um dos maiores do mundo. Outros países realizarão Censos em 2010? Sim. Em 2010, outros 67 países além do Brasil farão censos demográficos, incluindo alguns dos mais populosos das Américas (EUA, México, República Dominicana, Costa Rica, Panamá, Argentina, Venezuela, Bolívia e Uruguai) e da Ásia (China, Indonésia, Paquistão, Japão, Filipinas, Tailândia e Coreia do Sul), além da Rússia, Suíça, Finlândia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Zâmbia e Papua / Nova Guiné, entre outros. Considerando-se as informações 1 Além da realização dos 11 Censos Demográficos, o IBGE também realizou, nos anos de 1996 e 2007, Contagens Populacionais cujo objetivo foi aprimorar a qualidade das estimativas anuais da população, uma vez que, de acordo com o Artigo 102 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992, o IBGE deve encaminhar ao Tribunal de Contas da União TCU, até o dia 31 de outubro de cada ano, a relação das populações por Estados e Municípios para que o TCU possa determinar a distribuição dos recursos do Fundo de Participação Municipal - FPM. 6

7 populacionais da ONU a respeito desses 68 países (incluído o Brasil), quase a metade (46,8%) da população mundial será recenseada em Todas as pessoas são entrevistadas no Censo? O censo é uma pesquisa domiciliar e seria uma operação logística extremamente complexa e demorada ter de entrevistar os cerca de 190 milhões de brasileiros, um a um. Portanto, a partir de 1º de agosto, o IBGE visita todos os domicílios do País cerca de 58 milhões de domicílios - e, dentre seus moradores, um ou mais moradores respondem ao recenseador e prestam informações sobre todos os que ali moram. Se nascem e morrem pessoas todos os dias, como o Censo chega a um número de habitantes em determinado ano? É por isso que os censos precisam ter uma data de referência. No Censo 2010, essa data de referência será a noite do dia 31 de julho para 01 de Agosto. Assim, devem ser recenseadas todas as pessoas que moravam habitualmente no domicílio nesta data. Ou seja, as pessoas que nasceram depois de 31 de julho de 2010 não são recenseadas; e as pessoas que faleceram depois de 31 de julho de 2010 devem ser contadas, pois faziam parte do domicílio na data de referência e, portanto, estão incluídas no Censo E por que foi escolhida a data de 31 de julho? O melhor período para a realização do Censo é aquele no qual o movimento da população é o menor possível, e a grande maioria das pessoas está presente em seus domicílios. Dois outros aspectos importantes: as condições climáticas durante o período da coleta de dados e a programação do Censo com o ano fiscal, pois operações censitárias requerem liberação de recursos e contratações, ambas em grande escala. A escolha da data de referência também causa impactos na precisão e comparabilidade dos dados apurados. Levando-se em conta que a data de referência do último Censo foi o dia 1º de agosto de 2000, a comparabilidade com as informações anteriores não será prejudicada. Como garantir que o IBGE não passará as informações de uma pessoa para órgãos públicos ou privados, como a Receita Federal e empresas de telemarketing, por exemplo? O Censo Demográfico 2010 será realizado com respaldo na legislação que rege os levantamentos das estatísticas nacionais. A legislação é rigorosa e clara nesse 7

8 sentido, determinando tanto a obrigatoriedade da prestação de informações ao IBGE quanto o caráter sigiloso das informações individualizadas coletadas, que devem ser utilizadas exclusivamente para fins estatísticos. As estatísticas são construções baseadas na agregação de informações individuais, retirando-lhes a individualidade e a identidade, para a construção de resumos das características relevantes da coleção de indivíduos, firmas, entidades, produtos etc. Por conseguinte, os fins estatísticos são aqueles que não demandam a disponibilização de informações individualizadas e quando o IBGE divulga os resultados de suas pesquisas preserva a individualidade e a identidade de seus informantes. E quais são essas normas legais? Abaixo seguem duas normas que garantem a confidencialidade dos dados prestados ao IBGE. Decreto nº , de 20 de novembro de 1973 regulamenta a Lei nº 5.534, de 14 de novembro de 1968, modificada pela Lei nº 5.878, de 11 de maio de 1973, que dispõe sobre a obrigatoriedade de prestação de informações ao Plano Nacional de Estatísticas Básicas e ao Plano Geral de Informações Estatísticas e Geográficas. Esse decreto estabelece quem está obrigado a prestar as informações solicitadas pelo IBGE e o caráter sigiloso que resguarda as informações prestadas. Decreto nº , de 20 de maio de 1974 aprova o Plano Geral de Informações Estatísticas e Geográficas, assegura, em seu Artigo 8º, a proteção, pelo sigilo, das informações previstas no plano e, em seu Artigo 9º, prevê a divulgação de informações e dados, bem como sua entrega ao público através de anuários, relatórios, sinopses e publicações especializadas. A sociedade no Censo O IBGE conta com algum tipo de ajuda para realizar o Censo? Sim. Devido ao porte dessa operação, o IBGE procura envolver a sociedade no Censo. E isso ocorre de diversas formas: desde o apoio que busca na imprensa, para a divulgação de todas as etapas de planejamento e da coleta dos dados, até o envolvimento de esferas de governo e entidades representativas da 8

9 sociedade civil em cada um dos municípios do país. Não à toa, o IBGE institui as Comissões Censitárias Estaduais (CCEs), Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGEs) e, em algumas localidades, as Comissões Censitárias Locais (CCLs). O IBGE vai mobilizar a sociedade para participar do Censo? A própria existência das CCEs e CMGEs é uma iniciativa do IBGE de mobilizar a sociedade a participar do Censo. Essas Comissões representam mais um canal de participação, dando transparência e retorno dos investimentos feitos pelo Governo e dos resultados esperados para a sociedade. Além disso, será feita campanha publicitária nacional sobre a operação censitária. O que são as CCEs, CMGEs e CCLs? São comissões que, presididas por um representante do IBGE, estabelecem parcerias entre o Instituto e a sociedade para a realização do Censo. Participam dessas comissões entes de governo, da iniciativa privada e da sociedade local em geral. Elas representam mais um instrumento de garantia da transparência do trabalho feito pelo IBGE. Quantas pessoas/entidades estão envolvidas nas CCEs, CMGEs e CCLs? Cerca de 60 mil pessoas/entidades já estão envolvidas nas CCEs, CMGEs e CCLs, podendo esse número ainda ser maior com a chegada de novos participantes. Desde maio de 2009, esse contingente se reúne para acompanhar os trabalhos do Censo, desde a sua preparação até a divulgação dos dados. As CCEs, CMGEs e CCLs debatem que assuntos? Em reuniões já ocorridas, as comissões já debateram a atualização dos mapas da Base Territorial que o IBGE usa como parâmetro para organizar o território. Antes da coleta, contribuem na montagem dos cerca de sete mil postos de coleta espalhados em todo território nacional. No período de coleta de dados, as Comissões terão reuniões de acompanhamento dos trabalhos. Após a coleta dos dados tomarão conhecimento dos resultados preliminares e, quando for o caso, poderão levantar questões pertinentes sobre a coleta. 9

10 As CCEs, CMGEs e CCLs funcionarão após o Censo? Abrindo um novo canal de comunicação mais direto e de maior interação entre o IBGE e as sociedades locais, as CMGEs terão caráter permanente, ou seja, continuarão a existir mesmo depois de terminada a Operação Censitária de Já as CCEs e CCLs têm caráter provisório, ou seja, existirão somente durante o Censo Como no IBGE é escolhida a agência de publicidade que faz a campanha do Censo? Através de licitação pública, conforme determina a legislação vigente. A verba destinada a este fim é de cerca de R$ 30 milhões. O que é o projeto Vamos Contar? O projeto Vamos Contar tem como alvo os alunos e professores de cerca de 250 mil escolas públicas e particulares do país. Trata-se de uma iniciativa do IBGE cuja intenção é fazer com que os estudantes, esclarecidos sobre a importância do Censo, estimulem seus pais e responsáveis a receber o recenseador e responderem corretamente ao questionário. E, também, que os professores saibam utilizar os dados levantados no Censo em sala de aula, estimulando a cidadania e o conhecimento do Brasil. Instituições internacionais se envolvem com o Censo? O IBGE tem estabelecido parcerias nos âmbitos da ONU, Escritório de Estatísticas da União Européia (EUROSTAT), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e MERCOSUL para aprimorar o conhecimento sobre questões relacionadas à garantia de qualidade do Censo, como avaliação, crítica, imputação e validação dos resultados. Instituições acadêmicas se envolvem com o Censo? A preparação do Censo envolveu consultas às comunidades de especialistas, centros de pesquisa e universidades e, em especial, aos pesquisadores das áreas da Demografia, Educação, Saúde, Trabalho e Rendimento, entre outras. 10

11 O que é e qual o papel da Comissão Consultiva do Censo? A Comissão Consultiva do Censo 2010 é composta por 12 membros, selecionados pelo IBGE em função de seu notório saber ou de sua atuação nos temas, métodos e técnicas que estão sendo discutidos para a operação censitária. Ao grupo compete fornecer subsídios e assessorar o IBGE na definição do conteúdo dos questionários, no uso da amostragem e na definição de métodos de apuração dos dados, entre outros itens. Quem são os participantes da Comissão Consultiva? Participam da Comissão Consultiva os Especialistas e Pesquisadores abaixo listados: Claudio Antonio Gonçalves Egler, geógrafo e atua nas áreas de Geoeconomia e Desenvolvimento Regional. Professor aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atualmente trabalha como colaborador voluntário da UFRJ e também como pesquisador do CNPq. Eduardo Luiz Gonçalves Rios Neto, professor titular do Departamento de Demografia e pesquisador do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais. É presidente da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento. Elza Salvatori Berquó, especialista na área de Demografia, com ênfase em Saúde Reprodutiva, e professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP). Elza é coordenadora da área de População e Sociedade do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). José Alberto Magno de Carvalho, professor e pesquisador em Demografia do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais (CEDEPLAR FACE - UFMG). Maria Martha Malard Mayer, economista. Atualmente trabalha como consultora independente, sempre em projetos relacionados à atividade estatística. Martha foi Diretora de Pesquisas do IBGE de janeiro de 1999 a março de Ricardo Paes de Barros, coordenador de Avaliação de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O economista conduz pesquisas no campo de desigualdade social, educação, pobreza e mercado de trabalho no Brasil e na América Latina. 11

12 Simon Schwartzman atua nas áreas de Sociologia e Políticas Sociais do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS), no Rio de Janeiro. Simon foi presidente do IBGE de abril de 1994 a janeiro de Tania Bacelar de Araújo, professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Socióloga e doutora em Economia, é especialista na área de Desenvolvimento Regional e Urbano. Tania é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República. Wanderley Guilherme dos Santos, cientista social. Suas áreas de ensino e pesquisa são Teoria Política, Política Comparada e Política Brasileira. Professor titular aposentado da UFRJ, atualmente trabalha na Universidade Candido Mendes. Wasmália Socorro Barata Bivar é a presidente da Comissão Consultiva do Censo A economista trabalha no IBGE desde 1986, e está no cargo de Diretora de Pesquisas do Instituto há cinco anos. Wilson Suzigan, pesquisador nas áreas de Economia Brasileira, História Econômica do Brasil, Desenvolvimento Industrial e Política Industrial/Tecnológica do Instituto de Geociências do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp. Wilton de Oliveira Bussab, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP). Atua na área de amostragem e dedica-se à aplicação dos métodos estatísticos principalmente nas áreas de ciências humanas. Contratações Por que o IBGE tem que fazer contratações para o Censo? Os cerca de sete mil servidores do quadro permanente do IBGE em todo o país não seriam suficientes para realização do Censo em todo Brasil. Portanto, é necessário contratar pessoal, em regime de trabalho temporário. Quantas pessoas, e para que funções, o IBGE contratou? Para a realização do Censo foram contratados 332 analistas censitários, agentes censitários e serão contratados recenseadores. Os analistas estão 12

13 envolvidos no planejamento do Censo; os agentes, na organização logística e acompanhamento da coleta; e os recenseadores realizarão a coleta de dados. Ao todo, quantas pessoas trabalharão no Censo? A operação censitária envolverá cerca de 230 mil pessoas espalhadas em todo o país, incluídos os servidores permanentes do IBGE e o pessoal temporário selecionado por processos seletivos simplificados. Todos os profissionais foram contratados ao mesmo tempo? Foram realizados três processos seletivos distintos. Os analistas censitários começaram a trabalhar em março de 2009, os agentes censitários em fevereiro de 2010, e os recenseadores começarão a trabalhar em julho de Todos foram contratados por concurso público? Os chamados processos seletivos simplificados se assemelham aos concursos públicos: há lançamento de edital e realização de prova para a seleção de pessoal. Como o IBGE treina o pessoal contratado? Mais de três mil servidores do IBGE e analistas censitários já participaram do Programa de Certificação do Censo 2010, da Escola Virtual do IBGE. O objetivo é qualificar os envolvidos na operação censitária, fornecendo uma visão abrangente de todo o processo, por meio do ensino a distância - EAD. Além dos processos de auto-instrução, os agentes censitários e recenseadores também assistem a treinamentos presenciais, especialmente elaborados para prepará-los para o desempenho de suas funções durante a coleta de dados. O treinamento dos recenseadores, por exemplo, ocorrerá em julho e será feito em duas etapas. Na primeira etapa, eles recebem material de estudo para leitura e, na segunda, o treinamento é presencial. É quando eles tomam contato com o computador de mão PDA (Personal Personal Digital Assistant)) - que será o instrumento de coleta de dados que vão utilizar durante as entrevistas. Nessa etapa, também são testados os conhecimentos conceitos e aplicação adquiridos com a leitura do material didático e treinamentos presenciais.

14 Conceituação Quem é contado no Censo? O Censo brasileiro adota o conceito de população residente ou de direito ; ou seja, a população é enumerada no seu local de residência habitual. Outra alternativa, seria o levantamento da população de fato, ou seja, no local em que se encontrava na data de referência do Censo. Devido às características continentais do Brasil, aconselha-se o uso da primeira alternativa. Quem NÃO é contado no Censo? Por representarem território estrangeiro, as embaixadas, legações representações diplomáticas de categoria inferior a embaixadas ou consulados, ainda que estejam servindo de residência, não terão seus moradores recenseados, ou seja, contados. O Censo conta os presos nos presídios, crianças que vivem em orfanatos, pessoas internadas em hospícios ou que moram em asilos e em situação de rua? O Censo engloba as pessoas que residem em estabelecimento ou instituição onde a relação entre os habitantes é restrita a normas de subordinação administrativa. Esses locais recebem o nome de domicílio coletivo e, entre eles, estão: hotéis, pensões, presídios, penitenciárias, quartéis, postos militares, asilos, orfanatos, conventos, hospitais e clínicas - com internação - motéis, campings etc. O IBGE ainda investiga os moradores dos domicílios particulares improvisados ocupados, que são aqueles que, embora não construídos com a finalidade de servir de moradia, estavam sendo utilizados como tal. Alguns exemplos: estabelecimentos não residenciais (bares, lojas etc.), grutas, galpões, tendas, barracas em acampamentos, habitações improvisadas sob pontes, viadutos etc. Frequentemente, a denominada população em situação de rua possui algum local de moradia, não obstante nele não esteja presente todos os dias. Algumas situações mais comuns: a pessoa passa o dia na rua e se recolhe à noite em albergues ou instituições similares. A pessoa tem sua família residindo 14

15 em um domicílio, quase sempre na periferia da cidade, para o qual retorna periodicamente nos fins de semana ou quinzenalmente. A pessoa utiliza algum tipo de domicílio improvisado (conforme definido acima). Em quaisquer das situações descritas, ela será recenseada no domicílio que utiliza habitualmente. Qual a definição de domicílio para o IBGE? Para o IBGE, domicílio é o local estruturalmente separado e independente, que se destina a servir de habitação a uma ou mais pessoas, ou que esteja sendo utilizado como tal. Os critérios essenciais desta definição são os de separação e independência. Entende-se por separação o local de habitação limitado por paredes, muros ou cercas, coberto por um teto, permitindo a uma ou mais pessoas que nele habitam isolar-se das demais, com a finalidade de dormir, preparar e/ou consumir seus alimentos e proteger-se do meio ambiente, arcando, total ou parcialmente, com suas despesas de alimentação ou moradia. Por independência se entende quando o local de habitação tem acesso direto, permitindo a seus moradores entrar e sair sem necessidade de passar por locais de moradia de outras pessoas. Só caracteriza-se corretamente domicílio quando forem atendidos simultaneamente os critérios de separação e independência. Além disso, o Censo 2010 traz inovações no detalhamento para identificação dos domicílios coletivos (asilo, hotel, penitenciária etc.) e características do entorno (existência de iluminação elétrica, identificação do logradouro, pavimentação etc.). No Glossário em anexo, você pode conferir as caracterizações que o IBGE dá aos domicílios. Questionários Que temas são investigados no Censo? O Censo investiga temas para domicílios e moradores. Acerca dos domicílios, temos, por exemplo: iluminação, abastecimento de água, saneamento, existência de computador com acesso a Internet etc. Já os moradores são questionados acerca de escolaridade, trabalho e rendimento, idade, cor/raça, deficiência etc. Para conhecer todas as variáveis investigadas, os questionários do Censo estão disponibilizados no site do Censo no portal do IBGE na Internet (www.censo2010.ibge.gov.br). 15

16 Quais os critérios que pesam na escolha dos temas investigados no Censo? Para a seleção dos tópicos a serem investigados no Censo 2010, foram considerados vários fatores: as consultas aos usuários do Censo, a revisão dos tópicos investigados tradicionalmente, a reavaliação das necessidades de manter série histórica, a avaliação de novas necessidades de dados e se havia alternativas disponíveis de obtenção dos dados, sempre observandose as recomendações internacionais. Ressalte-se ainda o tempo de resposta que, devido ao tamanho da operação, não deveria ficar acima do que os testes demonstraram. Há alguma determinação legal para que determinados temas constem nos questionários do Censo? O artigo 17 da Lei Federal nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, criou a obrigatoriedade de incluir nos Censos Demográficos questões específicas sobre pessoas portadoras de deficiência, com o objetivo de quantificar esse grupo e conhecer sua realidade social e econômica. Existem quantos questionários? Existem dois tipos: o básico e o da amostra. Todas as perguntas do questionário básico também estão contidas no questionário da amostra, de forma que essas variáveis comuns são investigadas censitariamente, ou seja, para todos os domicílios e pessoas. Isto permite que os registros dos dois tipos de questionários formem o conjunto Universo, ou seja, informações básicas para a totalidade da população recenseada. Onde é possível ter acesso aos questionários do Censo 2010? Os questionários do Censo 2010 podem ser encontrados no portal do IBGE, no qual há link para o site do Censo 2010 (www.censo2010.ibge.gov.br). Por que existem os dois questionários? Aplicar um questionário extenso em todos os domicílios do País não é uma alternativa viável diante dos custos envolvidos e do prazo que seria necessário para liberar os resultados. Assim, a opção foi investigar, para a totalidade dos domicílios, as variáveis que constam do questionário básico e, para uma amostra de domicílios, proceder a uma investigação mais detalhada, com o questionário da amostra (lembrando que todas as perguntas do questionário básico também estão contidas no questionário da amostra). 16

17 Como é feita a escolha de quem vai responder ao Questionário da Amostra? Primeiro, é importante lembrar que o Censo é uma pesquisa domiciliar e que o IBGE visita todos os domicílios do País, onde um ou mais moradores respondem ao recenseador e prestam informações sobre todos os que ali moram. A seleção dos domicílios para a amostra (o que significa definir qual tipo de questionário será aplicado em um determinado domicílio) será feita automaticamente, no computador de mão (PDA). Os domicílios são cadastrados no PDA e fazem parte de uma lista da qual os domicílios que farão parte da amostra serão sorteados. A seleção é aleatória, independente em cada setor censitário, de acordo com a fração amostral definida para o município, e de forma que seja espalhada geograficamente por toda a extensão do setor censitário. Quantos domicílios vão responder ao Questionário da Amostra? Aproximadamente 11% dos domicílios (cerca de 6,4 milhões) responderão ao questionário da amostra. E para poder fornecer informação com maior precisão para os municípios de menor porte, o Censo 2010 irá aplicar cinco frações amostrais diferentes, de acordo com o tamanho do município em termos de população estimada para A fração amostral em municípios pequenos tem de ser maior para que a amostra tenha um tamanho adequado a fim de garantir a qualidade das estimativas do Censo. No quadro abaixo você pode conferir as frações amostrais: Habitantes no Município Domicílios Questionário Amostra Nº de Municípios Até % 260 Mais de até % Mais de até % Mais de até % Mais de % 40 Total 11% Os resultados obtidos na amostra representarão as características do conjunto total da população e dos domicílios? Os totais municipais são estimados atribuindo pesos aos domicílios e pessoas investigados na amostra. O que está por trás desse peso é a fração amostral usada para o município (vide quadro acima). Assim, por exemplo, de forma bem simplificada, nos municípios entre até habitantes, onde é usada 17

18 a fração amostral de 10%, cada domicílio investigado vale por 10, ou seja, vale por ele mesmo e por mais outros nove que ele representa. Chega-se, assim, a estimativas para o total da população e dos domicílios. Importante destacar que as frações amostrais foram definidas tendo em vista a qualidade dessas estimativas, de tal forma que os totais municipais divulgados para as variáveis investigadas somente na amostra tenham precisão aceitável. Para transparência dos resultados, o nível de precisão de cada variável é também divulgado pelo IBGE. Existem novas perguntas no Censo 2010? Sim. Abaixo segue listagem com as principais inclusões: Em relação aos domicílios, o IBGE investigará: Uso de medidor e disponibilidade de energia elétrica; existência de telefone celular, motocicleta, acesso à Internet; emigração internacional; e responsabilidade compartilhada do domicílio (podendo ser indicados um ou mais responsáveis); Em relação aos moradores, o IBGE investigará: Para a população indígena, a etnia ou povo a que pertence e a língua falada; existência de registro de nascimento para os moradores com até dez anos; migração interna de última etapa; inclusão de curso de especialização de nível superior como o mais elevado que frequenta ou frequentou; identificação de rendimentos provenientes de programas sociais; se trabalha em um só local e tempo habitual de deslocamento de casa para o trabalho, arranjo familiar de cônjuges do mesmo sexo. Como o IBGE investiga a cor das pessoas no Censo? De forma autodeclaratória. O método da autodeclaração é consagrado internacionalmente e foi ratificado na Declaração de Durban (Relatório da Conferência Mundial Contra Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata 2 ). O recenseador pergunta ao entrevistado qual a cor ou raça deste, e ele pode optar entre as opções: Branco, Preto, Amarelo, Pardo ou Indígena. 2 De 31 de agosto a 7 de setembro de 2001, organizada pela ONU, foi realizada a III Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e as Formas Conexas de Intolerância, em Durban, na África do Sul, conhecida como Conferência de Durban. Na Declaração de Durban, a autodeclaração é mencionada no artigo 92 do capítulo 2 Políticas e práticas: Coleta e disseminação de dados, pesquisas e estudos. 18

19 Como o IBGE investiga a deficiência no Censo? De forma autodeclaratória. No Glossário deste Guia, você encontra todas as definições que englobam o tema deficiência. A tecnologia Existe algum site sobre o Censo? O site do Censo 2010, disponível no portal do IBGE na Internet, detalha todas as etapas dessa grande operação. Acesse É possível responder o Censo pela Internet? O questionário poderá ser preenchido pela Internet. Nesse caso, o morador, após ter sido visitado pelo recenseador, e manifestar seu desejo de responder pela Internet, tendo em vista sua absoluta impossibilidade de responder diretamente ao recenseador, receberá um envelope contendo e-tickets (códigos de acesso) que lhe darão acesso ao questionário num site específico, com segurança atestada por autoridade certificadora, garantindo a criptografia e o sigilo das informações prestadas. O questionário não estará na homepage do IBGE, e não será possível acessá-lo sem antes receber a visita do recenseador. Importante alertar que o IBGE não enviará nenhum solicitando preenchimento de questionários. E se os moradores não responderem? Caso o morador que tenha se comprometido a responder pela Internet não o faça em dez dias, o sistema de acompanhamento do Censo atesta o fato e o recenseador deverá retornar quantas vezes se fizer necessário ao domicílio em questão para realizar a entrevista. Como é feito o acompanhamento da coleta de dados? O acompanhamento da coleta do Censo 2010 pelo IBGE será realizado em tempo real. As informações de campo são transmitidas a um sistema que permite o acompanhamento da evolução dos trabalhos, oferecendo relatórios e gráficos que demonstram a situação do andamento da coleta de dados, ou 19

20 seja, os setores censitários em andamento, paralisados, concluídos etc.; e as quantidades de domicílios e pessoas já recenseadas. Desta forma, o sistema integra os vários conjuntos de informações e recortes de interesse dos diferentes níveis de gestão do Censo, municipal, regional, estadual e nacional, faz críticas imediatas, identifica eventuais falhas de cobertura e automatiza o fechamento da coleta nos municípios e a liberação do pagamento dos recenseadores quando concluída sua tarefa (fechamento do setor censitário). E como é feita a transferência dos dados dos PDAs dos recenseadores para o IBGE? A transmissão de dados para o IBGE é feita dos cerca de postos de coleta que serão instalados em todo o país, e também pela Internet (no caso dos questionários respondidos por este meio). O IBGE usará esses aperfeiçoamentos após o Censo? O Censo 2010 é o maior projeto da Instituição e permitirá ao IBGE oferecer a seus usuários retratos cada vez mais interativos e espacializados, culminando na disseminação de informações numa base digital, parte fundamental da construção da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais e Estatísticos (INDE) aproximando as áreas de Geografia e Estatística. No âmbito interno, todas as inovações tecnológicas, as melhorias nos processos de trabalho e os produtos gerados como a Base Territorial em plataforma digital associada ao Cadastro de Endereços deixarão enormes ganhos de qualidade e eficiência para outras pesquisas e projetos da Instituição, como, por exemplo, as demais Pesquisas Domiciliares. Operação Censitária Quanto custa realizar o Censo? O orçamento do Censo está calculado em R$ 1, 677 bilhão. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é uma instituição da administração pública federal, vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e as atividades censitárias são previstas no Orçamento da União. Como o orçamento do Censo foi calculado? Um Censo é um empreendimento dispendioso em qualquer país, ainda mais no caso do Brasil com seus km 2 de território heterogêneo e, muitas 20

21 vezes, de difícil acesso. O valor foi calculado levando em conta os investimentos necessários em infraestrutura de comunicação, aquisição de equipamentos, campanha publicitária, gastos com pessoal e custeio da operação. Desse valor, 67% serão gastos com pessoal, 19% com custeio e 14% com investimentos. O orçamento prevê ações entre 2008 e 2011, mas 70% do valor será gasto apenas durante os três ou quatro meses de coleta. Desde quando o IBGE se prepara para o Censo? O IBGE começou a preparação do Censo em 2007, e os trabalhos começaram a se intensificar em Abaixo segue, de forma simplificada, o cronograma de ações que envolvem o Censo. 2007: início do planejamento do Censo 2010; Agosto de 2008: início da transformação da Base Territorial de meio analógico para digital; Junho de 2008 a fevereiro de 2009: realização de testes e provaspiloto de questionário e sistemas; Setembro de 2009: Censo Experimental; Agosto de 2009 a fevereiro de 2010: aquisição de equipamentos complementares para a coleta do Censo (computador de mão) e outros; Outubro de 2009 a março de 2010: recrutamento e seleção de pessoal temporário; Março a julho de 2010: treinamento das equipes de coleta e supervisão; 1º de agosto de 2010: início da coleta de dados (período de coleta: aproximadamente três a quatro meses); Dezembro de 2010: divulgação dos primeiros resultados. O IBGE realizou algum tipo de teste para o Censo? Para realizar o Censo, é preciso se preparar com antecedência, planejar e testar os procedimentos para que na operação tudo funcione como esperado. No planejamento do Censo 2010, foram realizadas avaliações e análises dos censos anteriores, Testes Cognitivos e Provas-Piloto para temas específicos, como: Pessoas Portadoras de Deficiência e Populações Indígenas, entre outros. O que é o Censo Experimental? O Censo Experimental é uma espécie de ensaio geral do que ocorrerá no Censo Demográfico, sendo uma etapa crucial do planejamento para avaliar, aperfeiçoar e 21

22 corrigir, se necessário, os procedimentos previstos. O Censo Experimental foi realizado no Município de Rio Claro (SP), nos Distritos sedes de Santo Antonio do Tauá (PA), Guaporé (RS), Fazenda Nova (GO) e o Distrito de Bonfim da Feira do Município de Feira de Santana (BA), além de um setor de terra indígena (Aldeia Velha, localizado em Porto Seguro-BA), entre setembro e novembro de 2009, tendo como data de referência a noite de 31 de julho para 1º de agosto de Foram testados os questionários (entendimento da população às perguntas) e os itens logísticos (armazenamento e transmissão de dados, por exemplo). Como foi escolhida a cidade na qual seria realizado o Censo Experimental? Rio Claro (SP) foi a cidade escolhida para receber o Censo Experimental por possuir uma economia diversificada (agropecuária, indústria, comércio e serviços) e dispor de ensino superior, fatores que permitem ao IBGE testar os questionários em temas que se referem a trabalho, rendimento e educação. O que é a Base Territorial? O IBGE chama de Base Territorial o conjunto de mapas, com endereços, nomes das localidades, imagens de satélite e outros elementos que representam o espaço que o recenseador percorrerá para coletar os dados. O projeto de atualização da Base Territorial para o Censo 2010 começou com a digitalização dos mapas utilizados no Censo 2000, seguida pela integração das bases urbana e rural. Após a aquisição de imagens do Google Earth, do satélite japonês ALOS, ortofotos (fotos aéreas com alta definição), teve início a atualização da base propriamente dita. A tarefa de associar os endereços aos mapas coube à rede de agências do IBGE, nos municípios com até 20 mil habitantes. Foram contratadas empresas de roteamento para associar mapas e endereços nos municípios com mais de 20 mil habitantes. O trabalho envolve equipes multidisciplinares do IBGE. A conferência da Base foi feita em abril e maio, durante a fase de pré-coleta. O que é setor censitário? O setor censitário é a unidade territorial estabelecida para fins de controle cadastral, formado por área contínua, situada em um único quadro urbano ou 22

23 rural, com dimensão e número de domicílios que permitam o levantamento por um recenseador. Assim sendo, cada recenseador procederá à coleta de informações tendo como meta a cobertura do setor censitário que lhe é designado. Existem quantos setores censitários no Brasil? Para o Censo 2010, foi construída a Base Territorial, acima mencionada, a partir da qual o País foi dividido em cerca de 314 mil setores censitários. Como o IBGE chega aos endereços das pessoas? Durante a coleta do Censo, o recenseador percorre todos os caminhos do setor censitário, construindo a listagem dos endereços encontrados, que vai atualizar o chamado Cadastro de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE). O que é a chamada pré-coleta e por que o IBGE a realiza? A pré-coleta é o período durante o qual mais de 20 mil supervisores fazem a listagem dos endereços das unidades residenciais e não residenciais e a coleta das características do entorno - das quadras e faces, por exemplo, pavimentação, iluminação e arborização etc. Essas listagens serão associadas aos mapas dos setores censitários posteriormente digitalizados, o que permitirá aos recenseadores conhecer com antecedência os endereços que terão de visitar. Esse trabalho ocorreu a partir de 12 de abril, nos municípios com mais de domicílios urbanos; e 07 de maio, nos municípios com menos de domicílios urbanos. O IBGE respeita que definição de limites entre municípios? Os limites entre os municípios são definidos pelos legislativos estaduais. Assim, a população recenseada residente em uma área em disputa entre municípios será incluída naquele município que, por lei estadual, abrange tal área. O IBGE respeita que definição de limites intramunicipais? Os limites intramunicipais (bairros, distritos) são definidos pelos legislativos municipais. Assim, naqueles municípios para os quais será possível ter dados intramunicipais, o IBGE o fará respeitando a legislação vigente. Existem quantas coordenações de área e subárea? Para cobrir cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados do território brasileiro e seus municípios, para fins da operação censitária, o IBGE criou subáreas (agrupamento, em média, de cinco municípios), distribuídas em 23

24 222 áreas. Cada uma dessas subáreas terá uma Coordenação que se reportará à sua respectiva Coordenação de Área. Cada Coordenação terá um profissional do IBGE como responsável durante os trabalhos do Censo. Como garantir que o recenseador visite a área que lhe é devida e não a de outro recenseador? Os aparelhos nos quais os dados serão armazenados utilizam a tecnologia Sistema de Posicionamento Global (GPS, na sigla em inglês), o que permite ao IBGE assegurar que todo o conjunto do território nacional será recenseado e que cada um dos recenseadores visitará a área que lhe é devida, já que cada um dos aparelhos estará programado para funcionar no local previamente estabelecido, além do acompanhamento permanente das equipes de supervisores responsáveis pelo trabalho de coleta dos recenseadores. Como saber se o recenseador efetivamente aplicou os questionários nos domicílios que deveria visitar? O acompanhamento do trabalho do recenseador será realizado em tempo real. As informações por ele coletadas serão baixadas no Posto de Coleta para um sistema de indicadores que permite o acompanhamento da evolução do trabalho. A partir daí é feita uma análise que permite avaliar se as informações coletadas estão de acordo com intervalos de valores esperados e se o prazo previsto está sendo cumprido. Além disso, há um plano de supervisão para acompanhamento e monitoramento do trabalho do recenseador, onde é avaliada também a correta aplicação dos questionários. Que tipo de domicílio o recenseador tem mais dificuldade de visitar? O IBGE supõe que os moradores de condomínios de luxo e de áreas violentas sejam os mais difíceis de serem recenseados. Os primeiros, pelas restrições impostas à presença de pessoas estranhas ao dia-a-dia dos condomínios; os segundos, pela dificuldade de garantir a segurança do recenseador. E, em ambos os casos, devido à dificuldade de encontrar os moradores em seus domicílios nos horários habituais de trabalho. Como o IBGE se preparou para lidar com as dificuldades de recensear os moradores de condomínios? O IBGE preparou uma campanha de divulgação voltada para as administradoras de condomínios, síndicos e porteiros, com explicações sobre a importância do Censo. Tal material também traz informações sobre como os 24

25 recenseadores podem ser identificados garantindo a segurança dos moradores de cada condomínio e/ou casa independente. Como o IBGE se preparou para lidar com as dificuldades de recensear os moradores de áreas violentas? Para o recenseamento da população que vive em áreas urbanas com altos índices de violência, o IBGE coloca em prática algumas iniciativas. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, foram criados pólos de trabalho específicos para os moradores desses locais se inscreverem no Processo Seletivo de recenseador. Como o recenseador poderá ser identificado? O recenseador poderá ser identificado através de sua vestimenta (colete e boné do Censo 2010), pelo aparelho de coleta de dados (PDA) e por seu documento de identidade (com nome e foto). O IBGE dispõe de um número de telefone gratuito ( ) para o qual a população poderá ligar para conferir se a pessoa é mesmo o recenseador do IBGE. O recenseador pode fazer visitas durante os finais de semana e noites? Sim. É o recenseador que organiza seu horário de trabalho a fim de conseguir recensear todos os domicílios de seu setor censitário. Caso ele não consiga encontrar moradores durante o horário comercial, poderá ter que fazer as visitas no horário noturno ou mesmo durante os finais de semana. O recenseador precisa entrar na casa do entrevistado para aplicar o questionário? Não. Caso o morador se sinta mais confortável/seguro em responder na parte externa do domicílio, poderá fazê-lo. O IBGE exige documentos que comprovam as informações fornecidas pelos entrevistados? Como saber se elas são verdadeiras? Não, o IBGE não exige documentos que comprovem a veracidade das informações prestadas. Não à toa, o Instituto desenvolve várias iniciativas de esclarecimento da população acerca da importância de responder corretamente ao questionário. As pessoas são obrigadas a responder o Censo? Fazer o Censo 2010 é uma responsabilidade do IBGE e também da sociedade que, ao colaborar com o recenseamento, cumpre seu papel de cidadã. A Lei nº 5.534, de 14 de novembro de 1968, dispõe sobre a 25

26 obrigatoriedade de prestação de informações estatísticas. O texto do Art. 1º estabelece que toda pessoa natural ou jurídica de direito público ou de direito privado que esteja sob a jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pelo IBGE, visando à execução do Plano Nacional de Estatística (Decreto-Lei nº 161, de 13 de fevereiro de 1967, Art. 2º., 2º.). Se alguém não quiser responder, será alvo de alguma sanção/ punição? De acordo com a Lei nº 5.534, de 14 de novembro de 1968, a não prestação de informações nos prazos fixados gera multa de até 10 (dez) vezes o maior salário mínimo vigente no país. O pagamento da multa não exonera o infrator da obrigação de prestar as informações e fica dispensado do pagamento da multa o infrator primário que prestar as informações no prazo fixado no auto de infração. Todavia, o IBGE compreende que as informações prestadas são parte do processo de cidadania e que os dados fornecidos pela compreensão da importância desse trabalho para o planejamento e desenvolvimento da nação serão sempre mais úteis. Divulgação Quando os resultados do Censo 2010 serão divulgados? Os primeiros resultados, sobre a população de cada município brasileiro, serão encaminhados ao Tribunal de Contas da União (TCU) em 27 de novembro. A população por sexo (número de homens e mulheres) e a situação do domicílio (quantos moram em áreas urbanas e rurais) será divulgada em dezembro de A partir de 2011, o IBGE divulgará as outras informações. Onde as informações apuradas pelo Censo estarão disponíveis? Além de publicações que serão impressas, todo e qualquer veículo de imprensa poderá ter acesso às informações do Censo 2010, sem distinção e ao mesmo tempo, através do site do IBGE e dos releases e coletivas que serão programadas para divulgar os resultados. Os contatos da assessoria de imprensa constam no Expediente deste Guia. Já a sociedade terá acesso aos dados do Censo através das Supervisões de Disseminação de Informações (SDIs), que existem em cada uma das Unidades da Federação, e no próprio site do IBGE. 26 Qualquer pessoa poderá ter acesso aos dados do Censo? Sim, através do site do IBGE será possível a qualquer um ter acesso às informações divulgadas do Censo 2010.

27 Grandes Números O quadro a seguir traz a informação de quantos recenseadores vão trabalhar no Censo Demográfico 2010, por UF e total Brasil. UF Municípios Recenseadores Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Distrio Federal Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins Brasil

28 Glossário de termos relacionados ao Censo Aglomerado rural - Agrupamento de população considerado a partir de um conjunto de edificações adjacentes (50m ou menos de distância entre si) e com características de permanência, situado em área legalmente definida como rural. Aglomerado subnormal (favelas e similares) - Conjunto constituído por no mínimo 51 unidades habitacionais (barracos, casas etc.), ocupando ou tendo ocupado até período recente, terreno de propriedade alheia (pública ou particular); dispostas, em geral, de forma desordenada e densa; e carentes, em sua maioria, de serviços públicos e essenciais. Áreas urbanizadas de cidade ou vila - Áreas legalmente definidas como urbanas e caracterizadas por construções, arruamentos e intensa ocupação humana; áreas afetadas por transformações decorrentes do desenvolvimento urbano e aquelas reservadas à expansão urbana. Áreas não-urbanizadas de cidade ou vila - Áreas legalmente definidas como urbanas, mas caracterizadas por ocupação predominantemente de caráter rural. Áreas urbanas isoladas - Áreas definidas por lei municipal e separadas da sede municipal ou distrital por área rural ou por outro limite legal. Deficiência - Foram investigadas: deficiência mental permanente, deficiência física permanente (tetraplegia, paraplegia, hemiplegia, falta de membro ou de parte dele), deficiência auditiva, visual e motora. Deficiência auditiva - Incapacidade auditiva (mesmo com o uso de aparelho auditivo, se a pessoa usá-lo) dividida em: Incapaz de ouvir (pessoa se declara totalmente surda), Grande dificuldade permanente de ouvir (pessoa declara ter grande dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo) ou Alguma dificuldade permanente de ouvir (pessoa declara ter alguma dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo). Deficiência física - Foram consideradas deficiências físicas a Tetraplegia (paralisia permanente total de ambos os braços e pernas), Paraplegia (paralisia permanente das pernas), Hemiplegia (paralisia permanente de um dos lados do corpo) ou Falta de membro ou de parte dele (falta de perna, braço, mão, pé ou do dedo polegar ou a falta de parte da perna ou braço). Deficiência mental permanente - Retardamento mental resultante de lesão ou síndrome irreversível, que se caracteriza por dificuldades ou limitações intelectuais associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, autodeterminação, cuidados com saúde e segurança, aprendizagem, lazer, trabalho etc. Não foram consideradas deficiências mentais perturbações como autismo, neurose, esquizofrenia e psicose. 28

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