APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA"

Transcrição

1 APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA NÍVEL INTERMEDIÁRIO

2 NOTAS SOBRE ESTA EDIÇÃO A presente ediçã desta apstila representa s esfrçs d IFSC - Câmpus Palhça Bilíngue em atualizar a versã primeiramente publicada n an de 2007/2008 pel Núcle de Estuds e Pesquisas em Educaçã ds Surds(NEPES) d CEFET-SC Unidade de Sã Jsé. A história d Câmpus Palhça Bilíngue tem sua rigem n NEPES e, send assim, a atualizaçã deste material se apresenta de frma natural para este câmpus. O cmplement riginal desta apstila fi primeiramente editad na frma de um DVD. Nesta nva ediçã, visand mair dispnibilidade, material encntra-se nline n endereç: MATERIAL ONLINE

3 REALIZAÇÃO Dilma Russeff Presidente da República Alizi Mercadante Ministr da Educaçã Marc Antni de Oliveira Secretári da Educaçã Prfissinal e Tecnlógica SETEC-MEC INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA - IFSC Maria Clara Kaschny Schneider Reitra Daniela de Carvalh Carrelas Pró-Reitra de Ensin Elisa Flemming Luz Pró-Reitra de Administraçã Glberi de Salvadr Ferreira Pró-Reitr de Extensã e Relações Externas Mári de Nrnha Net Pró-Reitr de Pesquisa, Pós-Graduaçã e Invaçã Andrei Zwetsch Cavalheir Pró-Reitr de Desenvlviment Institucinal IFSC CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE Vilmar Silva Diretr Geral Paul Cesar Machad Diretr de Ensin, Pesquisa e Extensã Kelly Machad Pinh da Rsa e Simne Gnçalves Lima da Silva Arte Final Sérgi Barbsa Júnir Ilustrações Originais Mara Lúcia Masutti Revisã gramatical Brun Panerai Vells Desenvlviment Web Fabiana Paula Bubniak Diagramaçã e Material Gráfic Oscar Raimund ds Sants Junir Ediçã de Vídes

4 APRENDENDO LIBRAS COMO SEGUNDA LÍNGUA NÍVEL INTERMEDIÁRIO CADERNO PEDAGÓGICO II CURSO DE LIBRAS Fábi Irineu da Silva Flaviane Reis Gisele Maciel Mnteir Rangel Marc Di Franc Paul Rbert Gaut Simne Gnçalves de Lima da Silva Uéslei Patern 3

5 APRESENTAÇÃO O curs de Libras desenvlvid pel Núcle de Estuds e Pesquisas em Educaçã de Surds NEPES d Centr Federal de Educaçã Tecnlógica de Santa Catarina CEFET/SC pretende ser um mei difusr da Língua e da cultura d pv surd. Almejams ferecer um suprte intelectual para quem tem interesse de se aprfundar na Língua Brasileira de Sinais LIBRAS. O NEPES vem realizand estuds e pesquisas em Educaçã de Surds desde 1994, experiência que envlve tant aspects plítics, culturais e pedagógics. Hje, NEPES mantém curss de Pós-graduaçã lat sensu em Educaçã de Surds, Educaçã de Jvens e Adults surds EJA Bilíngüe, Ensin Médi Bilíngüe e curss prfissinalizantes de Libras para aluns, funcináris, dcentes e famílias de surds. Para saber mais sbre trabalh d NEPES visite A Língua Brasileira de Sinais é uma língua que tem ganhad espaç na sciedade pr cnta ds mviments surds em prl de seus direits, é uma luta de muits ans que caracteriza pv surd cm um pv cm cultura e língua própria que é primid pela sciedade majritária impnd um padrã de cidadã sem levar em cnta as especificidades lingüísticas, sciais e culturais ds surds. Send assim, através de ans de luta pv surd cnquistu direit 1 de usar sua língua que pssibilita nã só a cmunicaçã, mas também sua efetiva participaçã na sciedade. N entant, para que esta participaçã seja efetiva é precis difundir a língua, a cultura, as histórias e a cncepçã de mund ds surds. E para iss Núcle de Estuds e Pesquisas em Educaçã de Surds NEPES elabru este material cm cnteúds fundamentais para aprendizagem desta segunda língua. Esperams despertar em vcê desej de cnhecer, a vntade de aprender e cmpreender uma nva língua, a Língua Brasileira de Sinais. Os autres Lei Federal n.º /2002 (LEI ORDINÁRIA) 24/04/2002 que Dispõe sbre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá utras prvidências. Decret n.º 5.626/2005 regulamenta a lei nº , de 24 de abril de 2002, que dispõe sbre a língua 4 brasileira de sinais - libras, e art. 18 da lei nº , de 19 de dezembr de

6 SUMÁRIO Etapa I - Intrduçã a Gramática da Libras... 7 ESTUDO DA LÍNGUA 1 - Recapituland... 8 ESTUDO DA LÍNGUA 2 Onde fica?... 9 Veja n Material Online Onde fica?... 9 Prnmes demnstrativs e Indefinids na Libras Atividade 1 Respnda rápid em Libras Sinais em fc: Perspectiva LONGE / PERTO Veja n Material Online O Mund em Língua de Sinais Cnversand em Libras Diálg Curisidades Surds & Tecnlgias ESTUDO DA LÍNGUA 3 Prcurand Empreg! Veja n Material Online Prcurand Empreg Sinais em Fc: Prfissões e Afins Cnversand em Libras Diálg Vcê sabia...? O Trnar-se Empregável e a Frmaçã Prfissinal ESTUDO DA LÍNGUA 4 A Viagem Expressões e Advérbis de Temp / Freqüência Sinais em fc: Meis Transprtes Atividade 3 Respnda rápid Cnversand em Libras Diálg Mais uma para vcê respnder Vcê sabia...? Os Mviments Surds REVISÃO DA ETAPA I Etapa II Prduçã e Cmpreensã de Sinais ESTUDO DA LÍNGUA 5 A Grande Família Cnversand em Libras Diálg ESTUDO DA LÍNGUA 6 Características Pessais e Persnalidades Adjetivs e Cmparativs em Libras Atividade De lh n cntext Veja n Material Online Meu amig é ESTUDO DA LÍNGUA 7 E Vent Levu Tips de Verbs na Libras

7 Veja n Material Online Avis Imprtante Os verbs classificadres Manuais e Instruments Atividades n Material Online Cadê verb? I, II e III Sinais em Fc: Negaçã em Libras Veja n Material Online Cntexts da Negaçã Cnversand em Libras Diálg Curisidade A Primeira Publicaçã sbre Língua de Sinais n Brasil REVISÃO DA ETAPA II Etapa III Vcabulári de dificuldades ESTUDO DA LÍNGUA 8 - PARECE, MAS NÃO É Atividade CUIDADO COM O CONTEXTO Atividade n Material Online SINAIS EM CONTEXTO 48 Para vcê cnhecer Leis em Destaque CONCLUINDO OS ESTUDOS BIBLIOGRAFIAS

8 Objetiv Cnhecer aspects gramaticais da Libras de md cntextualizad favrecend a prática da cnversaçã. 7

9 ESTUDO DA LÍNGUA 1 Recapituland... Recapituland... Estams, as pucs, avançand n nss bjetiv de aprender um nv idima, a Libras, agra é hra de relembrar que já fi apreendid e cntinuar a caminhada...entã respnda as perguntas abaix cm suas palavras para depis apresentar a prfessr(a) e seus clegas de curs: 1 Para vcê as línguas de sinais sã línguas de mesm status que as línguas rais? Pr quê? 2 O que vcê entende pr Cultura Surda? 3 - Esclha um ds trechs abaix e sinalize para seus clegas e prfessr(a): a) Hje acrdei e levei um sust, tinha um gat na minha cama! Quand lhei de nv vi que nã era um gat era meu marid. b) Td dia a mesma cisa, acrdar, trabalhar, estudar, cmer e drmir... Cm fazer diferente? c) Quem cmeu meu queij? 8

10 ESTUDO DA LÍNGUA 2 Onde fica? - Qual caminh de A até B? - Qual caminh de B até D? - Qual caminh de C até A? VEJA NO MATERIAL ONLINE Onde Fica? 9

11 Prnmes Demnstrativs em Libras Observe ns sinais abaix que s prnmes demnstrativs e s advérbis de lugar têm mesm sinal a diferença se dá cnfrme cntext d enunciad: / AQUI - lhar para lugar apntad, pert da 1ª pessa. / AÍ - lhar para lugar apntad, pert da 2ª pessa. / Lá - lhar para um lugar distante apntand 10

12 Prnmes Indefinids Os prnmes indefinids na Libras se apresenta das seguintes frmas: Ninguém Usads smente para pessas: Ninguém / Nada Usad para pessas e cisas. Nada Usad para pessas e cisas. (mãs abertas esfregand-se uma na utra) Atividade - 1 Respnda rápid em Libras: Quem está sentad a sua direita? Quem está sentad a sua esquerda? Quem está sentad a sua frente? Quem está sentad atrás de vcê? 11

13 Perspectiva Lnge / Pert Sinais em Fc: Lcalizaçã reginal Cidades / Estads VEJA NO MATERIAL ONLINE O Mund em Libras 12

14 Cnversand em Libras Diálg SITUAÇÃO: Bate-pap (duas pessas cnversand sbre a visita que receberam) A) ONTEM PESSOAS GRUPO VISITAR ESCOLA (MUITO) BOM! (A visita de ntem na escla fi muit ba) B) VERDADE. LEGAL PESSOAS BRASIL DIFERENTES (É mesm, fi legal ver pessas de diferentes estads d Brasil.) A) GOSTAR MAIS PESSOAS BAHIA SEMPRE ALEGRE. (Eu gstei mais ds baians, eles estavam sempre alegres.) B) EU VONTADE CONHECER BAHIA MAS (MUITO) LONGE... (Eu tenh vntade de cnhecer a Bahia, mas é muit lnge) A) FUTURO PODE... (Quem sabe n futur?) B) PODE...AGORA VOLTAR TRABALHAR OK?. TCHAU (Pde ser...agra precis vltar para trabalh k? Tchau) A) TCHAU. NOITE ENCONTRAR. (Tchau, a nite ns encntrams) 13

15 Curisidades Surds & Tecnlgias O avanç das tecnlgias nã deixu s surds à margem, hje há uma grande variedade de prduts tecnlógics que se adaptaram a estil de vida ds surds lhes prprcinand cmdidade, segurança e autnmia. Veja alguma dessas tecnlgias: 14

16 ESTUDO DA LÍNGUA 3 Prcurand Empreg Vcê cnhece prfissinais surds de que áreas? O que vcê tem a dizer sbre s surds n mercad de trabalh? Há alguma prfissã que vcê acha que s surds nã pdem exercer? VEJA NO MATERIAL ONLINE Prcurand Empreg 15

17 Sinais em Fc: Prfissões e afins Dica: - Cnverse cm Surds (em Libras) sbre as prfissões que eles gstariam de exercer. 16

18 Cnversand em Libras Diálg SITUAÇÃO: Prcurand Empreg A) TARDE! (Ba tarde!) B) TARDE! PODE AJUDAR COISAS? (Ba tarde. Pss ajuda-l?) A) EU NOME R-O-B-E-R-T-O PROCURAR TRABALHO-VAGA COZINHAR. (Meu nme é Rbert e estu prcurand uma vaga para trabalhar cm czinheir.) B) VOCÊ JÁ EXPERIENCIA COZINHAR? TER CURSO? Vcê já tem experiência na área? Já fez algum curs? A) TER SIM, JÁ TRABALHAR COZINHA RESTAURANTE 3 ANOS FAZER CURSO S-E-N-A-C. (Já trabalhei durante 3 ans em czinha de restaurante e já fiz curs n SENAC) B) BOM, VC CURRICULO DAR SE TER VAGA (EU) AVISAR (VOCÊ). (Ótim. Vcê deixa seu currícul e se tiver alguma vaga nós entrarems em cntat cm vcê) A) OK, MELHOR AVISAR CELULAR MENSAGEM OU (k, seria melhr vcês fazerem cntat pr u mensagem de text pel celular.) B) (cert) A) (brigd) B)TCHAU (tchau) 17

19 Vcê Sabia...? O Trnar-se Empregável e a Frmaçã Prfissinal * Text elabrad pel Prfessr Vilmar Silva* Crdenadr d NEPES CEFET/SC A plítica gvernamental, principalmente ns últims temps, tem se utilizad de um expediente nada cnvincente para trabalhadr, dentre eles s surds, quand asscia a pssibilidade de empreg à melhria na frmaçã prfissinal. O argument utilizad pel gvern, n iníci da década de 90 d sécul passad, fi de que a frça de trabalh n Brasil era de setenta milhões de pessas cm uma média de três ans e mei de esclaridade, enquant nsss vizinhs Chile, Uruguai, Argentina e Paraguai cntavam cm uma frça de trabalh em média cm seis ans de esclaridade. Cm este quadr educacinal, para um país que buscava qualidade e prdutividade para ampliar suas pssibilidades n mercad internacinal, trnava-se indispensável ampliar a prpsta de frmaçã prfissinal vigente e elevar nível de esclaridade ds trabalhadres. O gvern também frisava, que n nv cntext internacinal, trabalhadr surd u uvinte, precisava se adequar à nva realidade d trabalh, que tinha e tem cm única cnstante à transitriedade, em que prfissões aparecem e desaparecem abruptamente. Na prática, significava e significa dizer que trabalhadr, para ser prdutiv, além de ser explrad, precisa buscar permanentemente a frmaçã prfissinal. Frente à transitriedade das prfissões, ns dias de hje, para se manter empregável trabalhadr precisa de centrs de frmaçã prfissinal cm múltiplas entradas e saídas para se qualificar e requalificar durante tda a sua vida prdutiva. 18

20 Mas, cm fica a frmaçã prfissinal ds surds se s centrs de frmaçã (CEFETs, SENAI, SENAC, Universidade Públicas e Privadas, etc.) nã pssuem em seu quadr de prfissinais prfessres de Libras, Intérpretes e s prjets curriculares nã privilegiam a experiência visual ds surds? A repsta para esta pergunta é simples: s surds sem uma estrutura pedagógica mínima, nesses centrs de frmaçã prfissinal, nã têm cm se qualificar para mercad de trabalh. Pr nã pssuírem uma qualificaçã mínima nã tem cm ingressar n mercad de trabalh. Prtant, nã pdem ser explrads pel capital. E pr nã serem explrads enquant frça de trabalh, nã pssuem s pré-requisits para adquirir s bens materiais (televisã, geladeira, carr, casa, etc.) prduzids pela humanidade. Ist é, n mund d trabalh surd é duplamente excluíd. A lógica de se manter empregável passu a ser de respnsabilidade d própri trabalhadr. Dit de utr md: gvern fez seu papel quand mudu a plítica nacinal de frmaçã prfissinal, permitind genersamente a trabalhadr fazer múltiplas capacitações (curss de qualificaçã e requalificaçã, curss técnics, tecnólgs, etc.). Se ele nã se trna empregável é prque nã se capacitu adequadamente, u seja, nã se trnu cmpetente para aquele trabalh, prtant a culpa é sua e nã d gvern. Pr trás dessa lógica de frmaçã permanente d trabalhadr para ter uma pssibilidade de inserçã n mercad de trabalh, que se bserva é uma substituiçã da identidade de cidadã de plens direits pela identidade de cidadã cnsumidr, na qual empreg aparece cm dependend da estrita vntade individual de frmaçã, quand se sabe que fatres de rdem macrecnômics cntribuem decisivamente cm fechament de psts de trabalh. O trabalhadr, nesse nv cntext d mercad de trabalh e cnseqüentemente da frmaçã prfissinal, passa a ser um cnsumidr de cnheciments que devem prepará-l a cmpetir em um mercad nde nã há espaç para tds, mas smente para alguns. Assim, trnar-se empregável emerge em sintnia cm a definiçã da 19

21 impssibilidade de existência d plen empreg cm direit, adquirind este a cndiçã de mera pssibilidade. Para se inserir n mercad de trabalh cada vez mais cmpetitiv, trabalhadr surd também passa a depender de sua capacidade individual em cnsumir s cnheciments mais adequads que lhe garantam empreg. De nv, vltams a pergunta anterir: cm trabalhadr surd pde ser um cnsumidr de cnheciments se s centrs de frmaçã prfissinal nã estã preparads para recebê-ls? A situaçã atual é tã perversa que Estad, nesse prcess, deixa de ser prvedr da frmaçã prfissinal, permitind a ampliaçã cada vez mair ds centrs de frmaçã privada, atribuind a trabalhadr a respnsabilidade pela sua própria frmaçã. O trabalhadr, pr este viés, deve ter a liberdade de esclher as pções que melhr capacitem a cmpetir, desde de que pague pel acess a cnheciment, n intuit de garantir seus direits de cnsumidr. Dentr desta lógica, nã se deixa de ser cnsumidr se utras pessas cnsmem mais. Prém, quand ist crre, s que cnsmem mens perdem alguns direits básics da cidadania (saúde, educaçã, habitaçã, etc.), independentemente de sua cndiçã lingüística, scial, sexual, nacinal, racial e utrs. A cndiçã de cidadania é negada quand essa diferenciaçã se prduz na vida scial. Neste sentid, cnceit trnar-se empregável passa a clcar em fc que a cidadania está vinculada a pssibilidade de cnsumir, nã permitind a existência d sujeit cm cidadã de plens direits. Reflexões Críticas O que vcê achu d text? Reflita e discuta 20

22 ESTUDO DA LÍNGUA 4 A Viagem Expressões e Advérbis de Temp / Freqüência 21

23 Sinais em Fc: Meis de transprte / Htel / Rdviária / Aerprt / Bagagem / Cultura / Turism Atividade - 3 Respnda rápid em Libras: (dica: as respstas estã acima) a) Qual veícul de duas rdas que mais causa acidentes? b) O que é que tem asas, mas nã é pássar, tem rdas, mas nã carr? c) O mair ninh d Brasil é? d) Titanic lembra...? e) Sempre ltad? f) Lugar de passagem? g) Grup de passei? 22

24 Cnversand em Libras Diálg SITUAÇÃO: Encntr n aerprt (duas pessas se encntram pr cincidência n aerprt) A) OI! BOM! (lá tud bem!) B) BOM! QUANTO-TEMPO? (tud bem, nssa quant temp?) B) DESCULPE VOCÊ SINAL? (Desculpa qual é mesm seu sinal?) A) SINAL ESQUECER? (vcê esqueceu d meu sinal?) A) (faz sinal) B) LEMBRAR ROSTO SINAL ESQUECER NÓS-DOIS JÁ ESTUDAR PASSADO. (Eu lembr da sua fisinmia, mas esqueci seu sinal. Nós já estudams juntas há puc temp) A) SIM. AGORA EU VIAJAR RIO GRANDE DO SUL CASA E VC? (Iss mesm. Estu ind para Ri Grande d Sul para casa de uma amiga, e vcê?) B) EU VIAJAR R-I-O AMANHA FESTA SURDOS. (Estu ind para Ri de Janeir, para uma festa ds surds que vai ter amanhã?) A) VOCÊ VIAJAR R-I-O SEMPRE? (Vcê sempre viaja para Ri?) B) NUNCA, HOJE PRIMEIRA VEZ. (Hje é a primeira vez que vu, nunca fui antes.) A) EU FREQUENTAR RIO GRANDE DO SUL SEMPRE-SEXTA. (Eu vu para Ri Grande d Sul tda sexta-feira) B) BOM ENCONTRAR MAS AGORA PRECISA IR JÁ HORA AVIÃO. (Fi te encntrar, mas agra precis ir. Já esta na hra d aviã sair) A) PROBLEMA-NÃO. VIAGEM. 23

25 (Nã tem prblema. Ba viagem) B) TAMBÉM VOCÊ. (para vcê também) A)TCHAU B)TCHAU 24

26 Mais uma para vcê respnder... A Viagem Vcê já tem internalizad cnheciments básics para uma ba cmunicaçã em Libras, n entant, supnha que n lugar nde vcê trabalha u estuda smente vcê tem tais cnheciments e de repente chegam dis surds pedind infrmações sbre cm cmprar passagens de vlta para casa...cm vcê faria para se cmunicar cm eles? (sinta-se à vntade para expressar tdas as suas idéias). Agra supnha que sejam dis Surds de utr país cm seria sua reaçã? 25

27 Os Mviments Surds Madalena Klein (UFRGS) Mviments Surds e s Discurss Sbre Surdez, Educaçã e Trabalh: A cnstituiçã d surd trabalhadr. Artig cmplet dispnível em: A cmunidade surda vê ns mviments surds uma pssibilidade de caminhada plítica de resistência às práticas uvintistas 2 até entã hegemônicas ns diferentes espaçs educacinais, sciais e culturais, cm também, um espaç de luta pel recnheciment da Língua de Sinais e das identidades surdas. Nas palavras de uma pesquisadra surda, encntrams explicitada sua visã d mviment surd. Para mviment surd, cntam as instâncias que afirmam a busca d direit d indivídu surd ser diferente nas questões sciais, plíticas e ecnômicas que envlvem mund d trabalh, da saúde, da educaçã, d bem-estar scial (Perlin, 1998:71) Esses mviments se dã a partir ds espaçs articulads pels surds, cm as assciações, as cperativas, s clubes, nde jvens e adults surds estabelecem intercâmbi cultural e lingüístic e fazem us ficial da Língua de Sinais (FENEIS, 1995a:10) 3. Um ds principais fatres de reuniã das pessas surdas é a Língua de Sinais, através da qual eles encntram prtunidades de cmpartilhar suas experiências e seus snhs, e também um espaç de reafirmaçã da luta pel direit a us dessa língua. Mas as questões discutidas pels mviments surds se ampliam e diversificam, segund suas realidades lcais e nacinais. Algumas lutas sã cmpartilhadas pels grups de surds em diferentes regiões d mund, send que sua articulaçã a nível mundial está sb a crdenaçã da Federaçã Mundial de Surds (Wrd Federatin f the Deaf WFD), cm sede na Finlândia. A sua 2 Segund Skliar (1998: 15), esse term se refere as representações ds uvintes sbre a surdez e sbre s surds (...) a partir d qual surd está brigad a lhar-se e narrar-se cm se fsse uvinte. Cm esse term se faz uma analgia a clnialism clnialista. 3 A falar em mviments surds, nã estu me referind a cnjunt generalizad de surds. Eles representam, neste artig, grups determinads, em sua mairia mradres ds centrs urbans, pertencend a famílias de situaçã sóci-ecnômica estável, que tiveram acess à esclarizaçã. 26

28 criaçã, em 1951, significu uma imprtante cnquista de espaç plític para as discussões e articulações das lutas das cmunidades surdas (Suza, 1998). Entre a mairia ds surds eurpeus e nrte-americans, principalmente, há uma tradiçã de festejar surgiment u a rigem da cmunidade surda a partir d encntr d Abade L Epèe, pr vlta de 1760, cm duas jvens surdas nas ruas de Paris. Deste encntr resultu seu interesse pela Língua de Sinais e a fundaçã da primeira escla pública para surds 4. (...) Mttez (1992) sugere nasciment d mviment surd vinculad diretamente a encntr de pessas surdas em banquetes, send que primeir teria sid rganizad para cmemrar aniversári d Abade. (...) A história ds mviments surds cmeça a ser cntada, pela própria cmunidade surda (FENEIS, Relatóris de 1993, 1996, 1997), a partir da chegada a Brasil d francês Hernest Huet, surd e ex-diretr d Institut de Surds de Paris. (...) Um exempl significativ de resistência ns mviments surds vem se dand n camp da educaçã. As discussões emergentes sbre a participaçã de surds nas decisões educacinais das esclas, s mviments em direçã à ruptura cm que até entã se denmina educaçã especial, prcurand redefinir nvs espaçs, nvs sujeits, sã alguns ds exempls de saberes, fragmentads e descentrads, às vezes, mas que vêm a cntrapr s saberes ficiais, instituíds e cnsiderads até entã cm verdadeirs. A primeira escla pública para surds fi fundada pel Abade L Epèe, na cidade de Paris em 1760, trnand-se, em 1791, Institut Nacinal de Jvens Surds de Paris INJS (Institut, 1994). Esta escla fi referência na educaçã de surds ns séculs XVIII e XIX, de nde se frmaram váris prfessres surds que fundara nvas esclas de surds em diferentes países, cm é cas d Institut Nacinal de Surds de nss país, fundad a partir da chegada d prfessr surd Hernest 27 Huet, em 1857, na cidade d Ri de Janeir. 4

29 REVISÃO DA ETAPA I Revisand... 1) Assista n Material Online cnt Encntr Marcad e reescreva- abaix em língua prtuguesa: 2) Respnda as lacunas rapidamente traduzind para Libras: a) Agra estu...da minha casa. b) Um dia tem...de duraçã. c) Quem trabalha ganha...td mês. d) Hje acrdei às... e) Amanhã a nite vu a uma... f) Minha escla está em...pr iss nã tive aula. g) Amanhã viaj para Bahia de... h) Eu...um cachrr verde. i) Eu...vu andar de mt, mrr de med. j) Às 16h tenh um... cm meu amig. k) Demrei quase... para chegar em casa. l) Estu atrasad! Vu pegar um... m) Minha viagem fi... 28

30 Objetiv Avançar na prduçã e cmpreensã de sinais da Libras em diferentes cntexts. 29

31 ESTUDO DA LÍNGUA 5 A Grande Família Dica: - Estude s sinais relacinads à família e pratique diálgs. 30

32 SITUAÇÃO: Cnhecend a Família dela... (a namrada mstra ft da família para namrad) A) namrada Cnversand em Libras Diálg B) namrad A) OLHA FOTO MINHA FAMILIA. (Olhe a ft da minha família) B) HUMM. QUEM FORTE CABELO NADA? (Humm. E quem é este alt, frte e careca?) A) PAI. (É meu pai.) B) MULHER DUAS PARECE. QUEM? (Tem duas mulheres muit parecidas. Quem sã?) A) UMA MAE. (Uma delas é minha mãe.) B) QUAL-DOS-DOIS? (Qual das duas?) A) LADO (A que está d lad direit.) B) É VOVÔ SEU? (Bnita...Este velhinh é seu avô?) A) SIM. MORREU JÁ (É sim, mas já faleceu.) B) MENINA CABELO COMPRIDO QUEM? (E esta menina bnita de cabels cmprids? Quem é?) A) EU. (Su eu.) B) VERDADE? DIFERENTE... (É mesm? Está diferente...) A) PORQUE? AGORA? (Pr que? Agra estu feia é?) B) NÃO! AGORA MAIS (Nã! Agra está muit mais bnita!) 31

33 ESTUDO DA LÍNGUA 6 Caracteristicas Pessais e Persnalidades Adjetivs e Cmparativs em Libras- Pesquise s sinais e pratique: Velh jvem Velh usad nv Alt baix Grd magr Grss fin Grande pequen Qual-ds-dis? Mais d que Igualdade Inferiridade Superiridade Fei bnit Frte - frac Rápid devagar Quente fri Atividade De lh n cntext, sinalize as frases abaix e crrelacine a cntext crret: ( ( ( ( ( ( ) Qual vcê quer? Branc u pret? ) Ele cme mais d que eu. ) Qual sua idade? ) Ele cmeu mens d que eu. ) Ele pensa que sabe tud. ) Surds e uvintes sã iguais nã tem melhr u pir. a)igualdade b) SUPERIORIDADE d)mais DO QUE e) QUAL DOS DOIS c)inferioridade 32

34 VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Meu amig é... Assista n Material Online a atividade Meu amig é... crrelacinand s adjetivs em Libras cm s parênteses abaix: ( ) ( ) ( ) ( ) 33

35 ESTUDO DA LÍNGUA 7 E vent levu... TIPOS DE VERBOS EM LIBRAS 1 - Verbs sem Cncrdância Esse grup de verbs é caracterizad pr nã apresentar flexã quant à pessa, eles também nã incrpram instruments e nem arguments. Sã s verbs mais simples em libras. Muits deles apresentam a lcaçã d sinal junt a crp. Sã verbs cm: Um fat curis é que muits deles sã verbs ligads às emções u à capacidade intelectual, justamente pr esses terem a lcaçã junt a crp na libras. Eles geralmente estã assciads a apntaçã. Veja s exempls n Material Online. 34

36 Atividade Em dupla elabrar um diálg que envlva mair númer pssível de verbs sem cncrdância em seguida apresente para seus clegas e prfessr. 2- Verbs cm Cncrdância Sã verbs que cncrdam cm as pessas da sentença, mas nã incrpram lcativ. A direçã d sinal é realizada d sujeit para bjet da sentença. Cm iss a direçã d mviment destes verbs sempre irá variar cm a psiçã das pessas que estã envlvidas. Exempls deste tip de verb sã: VEJA NO MATERIAL ONLINE Avis Imprtante 35

37 Atividade Cm grup de aluns de sua turma pratique us destes verbs a partir das seguintes situações: a) EU AVISAR VOCÊ b) VOCÊ AVISAR EU c) EU AVISAR VOCÊ E ELE d) ELE AVISAR EU e) EU DAR VOCÊ f) EU DAR ELE g) EU DAR VOCÊ E ELE h) EU PERGUNTAR VOCÊ i) VOCE PERGUNTAR EU 3 - Verbs Espaciais Os verbs espaciais sã verbs que têm afixs lcativs. Estes verbs sempre estã relacinads a existência de um lugar n discurs. Exempls de verbs espaciais sã COLOCAR, IR, CHEGAR. Atividade Em grups filmem uma pequena narrativa em Libras que utilizem s verbs acima descrits. 36

38 VERBOS CLASSIFICADORES De Incrpraçã / Manuais / Instrumentais 1 - Verbs que Incrpram Frmat ds Arguments da Sentença Esse grup de verbs é muit diversificad e um puc cmplex. Para entenderms cm eles funcinam precisams ver de maneira bem superficial, que querems dizer cm arguments verbais. Para explicar iss, vams citar um exempl d prtuguês, verb amar. O verb amar exprime uma relaçã entre duas pessas, nde uma pessa ama e a utra pessa é amada. Veja exempl ama Pessa que é amada Pessa que ama Jã ama Maria O verb amar apresenta dis lcais que precisam ser preenchids, cm ilustrad acima. Esses lcais sã chamads dentr da gramática de arguments verbais. Agra que já entendems um puc que é argument verbal pdems estudar melhr grup de verbs que incrpram arguments na libras. Na libras verb AMAR funcina da mesma frma que em prtuguês, nde uma pessa ama a utra pessa, e verb amar apresenta dis arguments e apenas iss. Entretant há um grup de verbs nde frmat de um ds arguments mdifica a cnfiguraçã da mã na realizaçã daquele sinal. Um exempl é verb andar, pis em libras cnfrme que estiver andand a cnfiguraçã de mã será diferente. Agra tente sinalizar as expressões abaix, discuta cm seus clegas e prfessr: 37

39 ANDAR-PESSOA / ANDAR-ANIMAL-DE-PATAS ANDAR-ANIMAL-RASTEJANTE / ANDAR-CARRO ANDAR-MOTO / ANDAR-AVIÃO Outrs verbs desse grup sã: ABRIR, NADAR, SEGURAR, CAIR. Atividade 1) Ds verbs acima citad, tente relacinar as mdificações de cnfiguraçã que eles pdem ter dependend d argument da sentença. Uma dica. Mnte frases cm esses verbs e depis prcure sinalizá-las, verás que s verbs sfrerã alteraçã na cnfiguraçã de mã. Apresente suas cnsiderações as clegas e prfessres. 2) Tente sinalizar as seguintes ações: a) Cp quebrand; b) Lápis rland; c) Vidr rachand; d) Água vazand; e) Pessa trpeçand; f) Pessa carregand uma caixa muit pesada. VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Cadê verb? I Veja n Material Online a história cntada e prcure encntrar s verbs que apresentam incrpraçã de argument. Ante-s e discuta em sala de aula. 38

40 2 - Verbs Manuais Agra vams cnhecer um puc mais sbre um utr grup especial de verbs da libras, sã s Verbs Manuais. Esse é um grup restrit de verbs e seu significad só é definid dentr d cntext discursiv. A cnfiguraçã de mã desses verbs é sempre em u em e representam ações nde uma pessa está segurand alg. Tente sinalizar as expressões verbais: PASSAR-ROUPA PINTAR-PAREDE-ROLO REGAR-PLANTAS-MANGUEIRA Outrs exempls sã: VARRER-VASSOURA, VARRER-ASPIRADOR, REMAR-REMO, CORTAR-FACÃO. VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Cadê verb? II m elibras e tente identificar s Verbs Manuais. Depis em sala Veja n DVD pequen cnt de aula prfessr(a) irá discutir cm vcês s sinais encntrads. 3- Verbs Instrumentais Os verbs instrumentais sã um utr grup especial de verbs da libras. Esse grup de verbs é mais cmplex e exige que vcês prestem muita atençã para pder cmpreendê-ls e usá-ls adequadamente. Em prtuguês nã há nada parecid. 39

41 Os verbs instrumentais sã verbs n qual frmat d instrument que está send usad para realizar aquela açã mdifica frmat da cnfiguraçã da mã. Pr exempl, verb CORTAR. Em prtuguês verb crtar exprime uma açã nde alg está send partid pela açã desse instrument. Em libras nã encntrams verb crtar islad, ele está sempre ligad a instrument que está send utilizad para realizar uma determinada açã de crtar. Sinalize s exempls abaix. CORTAR-FACA CORTAR-TESOURA CORTAR-GUILHOTINA Pdems ntar que em prtuguês instrument da açã geralmente nã está presente na sentença, veja abaix: (1) Jã crtu pã. Em libras verb crtar necessita que se explicite instrument que fi usad na açã de crtar. (2) JOÃO PÃO CORTAR-FACA. Há uma série de verbs que sã instrumentais em libras e que dependend d instrument que é utilizad na açã há alteraçã da cnfiguraçã da mã. Cm exempl de verbs instrumentais pdems citar: FURAR-X; CAVAR-X; CORTAR-X; PINTAR-X; COLHER-X. VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Cadê verb? III Veja n Material Online pequen cnt em libras e prcure identificar s verbs instrumentais 40

42 Sinais em Fc: Negaçã em Libras Tips de Negaçã em Libras 1 Negaçã utilizand sinal NÃO. Sinalize: CONHECER JOÃO? CONHECER-NÃO 2 Negaçã simultânea a sinal através d mviment da cabeça Sinalize: NÃO-ACREDITAR VOCÊ HOJE NÃO-PRECISAR VOCÊ IR 3 Negaçã pr incrpraçã (incrpraçã da negaçã) Sinalize: NÃO-QUERER NÃO-TER NÃO-GOSTAR - Agra discuta cm seus clegas e Prfessr as diferenças encntradas. VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Cntexts da Negaçã Traduza para a língua prtuguesa s enunciads em Libras: a) b) c) d) e) f) 41

43 Cnversand em Libras Diálg SITUAÇÃO: Pedind infrmaçã (pessa pedind várias infrmações para utra pessa n pnt de ônibus) A) Quem pede infrmaçã B) Infrmante A) BOM DIA! VOCÊ CONHECER ONDE CIDADE S-Ã-O S-E-B-A-S-T-I-Ã-O? (Bm dia! Vcê sabe nde fica Cidade Sã Sebastiã?) B) CONHECER-NÃO (Nã cnheç) A) SABER ONDE RUA G-U-A-R-A-J-Á? (Sabe nde fica rua Guarujá?) B) SABER-NÃO (Nã sei) A) JÁ VER ONIBUS 175 PASSAR? (Viu se ônibus 175 já passu?) B) VER-NÃO (Nã vi.) A) TÁXI TER AQUI? (Pr aqui tem táxi?) B) NUNCA-VI (Nunca vi nã) A) PUXA!!! NUNCA-VI NÃO!NÃO!NÃO. 42

44 A Primeira Publicaçã sbre Língua de Sinais n Brasil Fi feita, em 1873, pel Surd Flausin Jsé da Gama alun d Institut de Surds-Muds d Ri de Janeir (atual Institut Nacinal de Educaçã de Surds INES). O estud resultu na bra Icngraphia ds Signaes ds Surds-Muds, publicad em Veja a seguir: Cópia dispnível n acerv d NEPES 43

45 REVISÃO DA ETAPA II Revisand... 1) Mnte sua árvre genealógica mais recente e apresente as seus clegas e prfessr(a) descrevend as semelhanças físicas e emcinais de alguns: 2) Crie um pequen cnt que envlva verbs de incrpraçã, manuais e instrumentais. Apresente as seus clegas e prfessr(a). OBS: Esta atividade será filmada para que psterirmente cada um pssa se aut-avaliar. 3) Faça a crrespndência ente s sinais e seu us em diferentes cntexts. a) ( ( ( ( ( b) c) d) e) ) Nã cmi nada hje. ) Nã tenh dinheir. ) Ainda nã recebi salári. ) Nunca andei de aviã. ) Nã cnsig abrir a prta. 44

46 Objetiv Cnhecer, praticar e revisar vcábuls que facilitam a cnversaçã. 45

47 ESTUDO DA LÍNGUA 8 Parece, mas nã é... Nas línguas de sinais existem sinais que sã quase idêntics, mas pssuem significads diferentes que sã percebids n cntext, assim cm na língua prtuguesa, pr exempl, as palavras: firma (empresa) firma (cnfirmaçã) manga (camisa) - manga (fruta) uve (at de uvir) huve (acntecer) sã idênticas, mas apresentam significads diferentes. Entã cuidad para nã cnfundir, pis as aparências enganam... Veja s exempls: Cadeira / Sentar Estudar / Aula Oit / S Remédi / Engraçad Sábad / Laranja Carr / Dirigir Víde / Fita de víde Pente / Pentear Pesquisar / Perguntar Acrd / Vingar Aviã / Var Oficial / Verdade Café / Xícara Vidr / Verde Deputad / Advgad Cmbinar / Cmprmiss Curt / Pequen Cm / Para quê? VEJA NO MATERIAL ONLINE Parece, mas nã é... Assista s sinais acima n material Online e cmente as diferenças encntradas. Atividade Crie uma pequena história (cnt/ narrativa / piada) utilizand duplas de sinais quaseidêntics. 46

48 CUIDADO COM O CONTEXTO... Já sabems que a língua de sinais é principalmente visual, a icnicidade é uma característica básica. N entant quand se está acstumad a uvir a percepçã visual, pela falta de us, acaba pr nã se ampliar muit, lg há a tendência de pessas uvintes a sinalizarem em Libras assciar sinais às palavras da Língua Prtuguesa e a seus significads. É precis entã estar atent e exercitar a percepçã visual sbre s acnteciments e bjets a nssa vlta para estar sempre dentr d cntext de sinalizaçã. Observe s exempls... PALAVRA DO PORTUGUES: MAIS Em Libras apresenta diferentes significads e frmas de enunciar. (Veja a sinalizaçã cm seu Prfessr) MAIS (SOMA) MAIS (DOBRO) MAIS(FALTA) MAIS(NOVAMENTE) PALAVRA DO PORTUGUES: AINDA Em Libras apresenta diferentes significads e frmas de enunciar. (Veja a sinalizaçã cm seu Prfessr) AINDA-NÃO PRONTO ACABADO PALAVRA DO PORTUGUES: FALTAR Em Libras apresenta diferentes significads e frmas de enunciar. (Veja a sinalizaçã cm seu Prfessr) FALTAR PESSOAS COISAS FALTAR (AUSÊNCIA) 47

49 VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Sinais em Cntext - MAIS 1) Assista n Material Online a cena -1 sinais em cntext - MAIS e esclha a pçã crreta: Os sinais que aparecem cnsecutivamente sã: a) Mais (sma) / Mais (dbr). / Mais (nvamente) / Mais (falta) b) Mais (falta) / Mais (nvamente). / Mais (dbr) / Mais (sma) c) Mais (sma) / Mais (falta). / Mais (dbr) / Mais (nvamente) d) Mais (nvamente) / Mais (sma). / Mais (dbr) / Mais (falta) VEJA NO MATERIAL ONLINE - Atividade Sinais em Cntext - FALTAR Assista n Material Online - sinais em cntext - FALTAR e assinale as alternativas crretas: 1) 2) 3) 4) 5) (a) (a) (a) (a) (a) (b) (b) (b) (b) (b) (c) (c) (c) (c) (c) 48

50 Leis em destaque... N Estad de Santa Catarina s mviments surds vêm alcançand algumas das metas sbre a difusã da língua brasileira de sinais, u seja, ficializá-la cm língua própria d pv surd. An 2000, em 25 de abril n Estad. Lei n.º An 2002, em 24 de abril n Brasil. Lei n.º An 2005, em 12 de dezembr, regulamentaçã da lei de libras, cnfrme abaix. Decret n.º LEI Nº , DE 24 DE ABRIL DE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faç saber que Cngress Nacinal decreta e eu sancin a seguinte Lei: Art. 1 É recnhecida cm mei legal de cmunicaçã e expressã a Língua Brasileira de Sinais - Libras e utrs recurss de expressã a ela assciads. Parágraf únic. Entende-se cm Língua Brasileira de Sinais - Libras a frma de cmunicaçã e expressã, em que sistema lingüístic de natureza visual-mtra, cm estrutura gramatical própria, cnstituem um sistema lingüístic de transmissã de idéias e fats, riunds de cmunidades de pessas surdas d Brasil. Art. 2 Deve ser garantid, pr parte d pder públic em geral e empresas cncessinárias de serviçs públics, frmas institucinalizadas de apiar us e difusã da Língua Brasileira de Sinais Libras cm mei de cmunicaçã bjetiva e de utilizaçã crrente das cmunidades surdas d Brasil. Art. 3 As instituições públicas e empresas cncessinárias de serviçs públics de assistência à saúde devem garantir atendiment e tratament adequad as prtadres de deficiência auditiva, de acrd cm as nrmas legais em vigr. Art. 4 O sistema educacinal federal e s sistemas educacinais estaduais, municipais e d Distrit Federal devem garantir a inclusã ns curss de frmaçã de Educaçã Especial, de Fnaudilgia e de Magistéri, em seus níveis médi e superir, d ensin da Língua Brasileira de Sinais - Libras, cm parte integrante ds Parâmetrs Curriculares Nacinais - PCNs, cnfrme legislaçã vigente. Parágraf únic. A Língua Brasileira de Sinais - Libras nã pderá substituir a mdalidade escrita da língua prtuguesa. Art. 5 Esta Lei entra em vigr na data de sua publicaçã. Brasília, 24 de abril de 2002; 181 da Independência e 114 da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO 49

51 Paul Renat Suza DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE PRESIDENTE DA REPÚBLICA, n us das atribuições que lhe cnfere art. 84, incis IV, da Cnstituiçã, e tend em vista dispst na Lei n , de 24 de abril de 2002, e n art. 18 da Lei n , de 19 de dezembr de 2000, DECRETA: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Este Decret regulamenta a Lei n , de 24 de abril de 2002, e art. 18 da Lei n , de 19 de dezembr de Art. 2 Para s fins deste Decret, cnsidera-se pessa surda aquela que, pr ter perda auditiva, cmpreende e interage cm mund pr mei de experiências visuais, manifestand sua cultura principalmente pel us da Língua Brasileira de Sinais - Libras. Parágraf únic. Cnsidera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial u ttal, de quarenta e um decibéis (db) u mais, aferida pr audigrama nas freqüências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. CAPÍTULO II DA INCLUSÃO DA LIBRAS COMO DISCIPLINA CURRICULAR Art. 3 A Libras deve ser inserida cm disciplina curricular brigatória ns curss de frmaçã de prfessres para exercíci d magistéri, em nível médi e superir, e ns curss de Fnaudilgia, de instituições de ensin, públicas e privadas, d sistema federal de ensin e ds sistemas de ensin ds Estads, d Distrit Federal e ds Municípis. 1 Tds s curss de licenciatura, nas diferentes áreas d cnheciment, curs nrmal de nível médi, curs nrmal superir, curs de Pedaggia e curs de Educaçã Especial sã cnsiderads curss de frmaçã de prfessres e prfissinais da educaçã para exercíci d magistéri. 2 A Libras cnstituir-se-á em disciplina curricular ptativa ns demais curss de educaçã superir e na educaçã prfissinal, a partir de um an da publicaçã deste Decret. CAPÍTULO III DA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LIBRAS E DO INSTRUTOR DE LIBRAS Art. 4 A frmaçã de dcentes para ensin de Libras nas séries finais d ensin fundamental, n ensin médi e na educaçã superir deve ser realizada em nível superir, em curs de graduaçã de licenciatura plena em Letras: Libras u em Letras: Libras/Língua Prtuguesa cm segunda língua. 50

52 Parágraf únic. As pessas surdas terã priridade ns curss de frmaçã prevists n caput. Art. 5 A frmaçã de dcentes para ensin de Libras na educaçã infantil e ns ans iniciais d ensin fundamental deve ser realizada em curs de Pedaggia u curs nrmal superir, em que Libras e Língua Prtuguesa escrita tenham cnstituíd línguas de instruçã, viabilizand a frmaçã bilíngüe. 1 Admite-se cm frmaçã mínima de dcentes para ensin de Libras na educaçã infantil e ns ans iniciais d ensin fundamental, a frmaçã fertada em nível médi na mdalidade nrmal, que viabilizar a frmaçã bilíngüe, referida n caput. 2 As pessas surdas terã priridade ns curss de frmaçã prevists n caput. Art. 6 A frmaçã de instrutr de Libras, em nível médi, deve ser realizada pr mei de: I - curss de educaçã prfissinal; II - curss de frmaçã cntinuada prmvids pr instituições de ensin superir; e III - curss de frmaçã cntinuada prmvids pr instituições credenciadas pr secretarias de educaçã. 1 A frmaçã d instrutr de Libras pde ser realizada também pr rganizações da sciedade civil representativa da cmunidade surda, desde que certificad seja cnvalidad pr pel mens uma das instituições referidas ns inciss II e III. 2 As pessas surdas terã priridade ns curss de frmaçã prevists n caput. Art. 7 Ns próxims dez ans, a partir da publicaçã deste Decret, cas nã haja dcente cm títul de pós-graduaçã u de graduaçã em Libras para ensin dessa disciplina em curss de educaçã superir, ela pderá ser ministrada pr prfissinais que apresentem pel mens um ds seguintes perfis: I - prfessr de Libras, usuári dessa língua cm curs de pós-graduaçã u cm frmaçã superir e certificad de prficiência em Libras, btid pr mei de exame prmvid pel Ministéri da Educaçã; II - instrutr de Libras, usuári dessa língua cm frmaçã de nível médi e cm certificad btid pr mei de exame de prficiência em Libras, prmvid pel Ministéri da Educaçã; III - prfessr uvinte bilíngüe: Libras - Língua Prtuguesa, cm pós-graduaçã u frmaçã superir e cm certificad btid pr mei de exame de prficiência em Libras, prmvid pel Ministéri da Educaçã. 1 Ns cass prevists ns inciss I e II, as pessas surdas terã priridade para ministrar a disciplina de Libras. 2 A partir de um an da publicaçã deste Decret, s sistemas e as instituições de ensin da educaçã básica e as de educaçã superir devem incluir prfessr de Libras em seu quadr d magistéri. Art. 8 O exame de prficiência em Libras, referid n art. 7 cnheciment e a cmpetência para ensin dessa língua., deve avaliar a fluência n us, 1 O exame de prficiência em Libras deve ser prmvid, anualmente, pel Ministéri da Educaçã e instituições de educaçã superir pr ele credenciadas para essa finalidade. 51

53 2 A certificaçã de prficiência em Libras habilitará instrutr u prfessr para a funçã dcente. 3 O exame de prficiência em Libras deve ser realizad pr banca examinadra de ampl cnheciment em Libras, cnstituída pr dcentes surds e lingüistas de instituições de educaçã superir. Art. 9 A partir da publicaçã deste Decret, as instituições de ensin médi que ferecem curss de frmaçã para magistéri na mdalidade nrmal e as instituições de educaçã superir que ferecem curss de Fnaudilgia u de frmaçã de prfessres devem incluir Libras cm disciplina curricular, ns seguintes prazs e percentuais mínims: I - até três ans, em vinte pr cent ds curss da instituiçã; II - até cinc ans, em sessenta pr cent ds curss da instituiçã; III - até sete ans, em itenta pr cent ds curss da instituiçã; e IV - dez ans, em cem pr cent ds curss da instituiçã. Parágraf únic. O prcess de inclusã da Libras cm disciplina curricular deve iniciar-se ns curss de Educaçã Especial, Fnaudilgia, Pedaggia e Letras, ampliand-se prgressivamente para as demais licenciaturas. Art. 10. As instituições de educaçã superir devem incluir a Libras cm bjet de ensin, pesquisa e extensã ns curss de frmaçã de prfessres para a educaçã básica, ns curss de Fnaudilgia e ns curss de Traduçã e Interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa. Art. 11. O Ministéri da Educaçã prmverá, a partir da publicaçã deste Decret, prgramas específics para a criaçã de curss de graduaçã: I - para frmaçã de prfessres surds e uvintes, para a educaçã infantil e ans iniciais d ensin fundamental, que viabilize a educaçã bilíngüe: Libras - Língua Prtuguesa cm segunda língua; II - de licenciatura em Letras: Libras u em Letras: Libras/Língua Prtuguesa, cm segunda língua para surds; III - de frmaçã em Traduçã e Interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa. Art. 12. As instituições de educaçã superir, principalmente as que fertam curss de Educaçã Especial, Pedaggia e Letras, devem viabilizar curss de pós-graduaçã para a frmaçã de prfessres para ensin de Libras e sua interpretaçã, a partir de um an da publicaçã deste Decret. Art. 13. O ensin da mdalidade escrita da Língua Prtuguesa, cm segunda língua para pessas surdas, deve ser incluíd cm disciplina curricular ns curss de frmaçã de prfessres para a educaçã infantil e para s ans iniciais d ensin fundamental, de nível médi e superir, bem cm ns curss de licenciatura em Letras cm habilitaçã em Língua Prtuguesa. Parágraf únic. O tema sbre a mdalidade escrita da língua prtuguesa para surds deve ser incluíd cm cnteúd ns curss de Fnaudilgia. 52

54 CAPÍTULO IV DO USO E DA DIFUSÃO DA LIBRAS E DA LÍNGUA PORTUGUESA PARA O ACESSO DAS PESSOAS SURDAS À EDUCAÇÃO Art. 14. As instituições federais de ensin devem garantir, brigatriamente, às pessas surdas acess à cmunicaçã, à infrmaçã e à educaçã ns prcesss seletivs, nas atividades e ns cnteúds curriculares desenvlvids em tds s níveis, etapas e mdalidades de educaçã, desde a educaçã infantil até à superir. 1 Para garantir atendiment educacinal especializad e acess previst n caput, as instituições federais de ensin devem: I - prmver curss de frmaçã de prfessres para: a) ensin e us da Libras; b) a traduçã e interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa; e c) ensin da Língua Prtuguesa, cm segunda língua para pessas surdas; II - fertar, brigatriamente, desde a educaçã infantil, ensin da Libras e também da Língua Prtuguesa, cm segunda língua para aluns surds; III - prver as esclas cm: a) prfessr de Libras u instrutr de Libras; b) tradutr e intérprete de Libras - Língua Prtuguesa; c) prfessr para ensin de Língua Prtuguesa cm segunda língua para pessas surdas; e d) prfessr regente de classe cm cnheciment acerca da singularidade lingüística manifestada pels aluns surds; IV - garantir atendiment às necessidades educacinais especiais de aluns surds, desde a educaçã infantil, nas salas de aula e, também, em salas de recurss, em turn cntrári a da esclarizaçã; V - apiar, na cmunidade esclar, us e a difusã de Libras entre prfessres, aluns, funcináris, direçã da escla e familiares, inclusive pr mei da ferta de curss; VI - adtar mecanisms de avaliaçã cerentes cm aprendizad de segunda língua, na crreçã das prvas escritas, valrizand aspect semântic e recnhecend a singularidade lingüística manifestada n aspect frmal da Língua Prtuguesa; VII - desenvlver e adtar mecanisms alternativs para a avaliaçã de cnheciments expresss em Libras, desde que devidamente registrads em víde u em utrs meis eletrônics e tecnlógics; VIII - dispnibilizar equipaments, acess às nvas tecnlgias de infrmaçã e cmunicaçã, bem cm recurss didátics para apiar a educaçã de aluns surds u cm deficiência auditiva. 2 O prfessr da educaçã básica, bilíngüe, aprvad em exame de prficiência em traduçã e interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa, pde exercer a funçã de tradutr e intérprete de Libras - Língua Prtuguesa, cuja funçã é distinta da funçã de prfessr dcente. 53

55 3 As instituições privadas e as públicas ds sistemas de ensin federal, estadual, municipal e d Distrit Federal buscarã implementar as medidas referidas neste artig cm mei de assegurar atendiment educacinal especializad as aluns surds u cm deficiência auditiva. Art. 15. Para cmplementar currícul da base nacinal cmum, ensin de Libras e ensin da mdalidade escrita da Língua Prtuguesa, cm segunda língua para aluns surds, devem ser ministrads em uma perspectiva dialógica, funcinal e instrumental, cm: I - atividades u cmplementaçã curricular específica na educaçã infantil e ans iniciais d ensin fundamental; e II - áreas de cnheciment, cm disciplinas curriculares, ns ans finais d ensin fundamental, n ensin médi e na educaçã superir. Art. 16. A mdalidade ral da Língua Prtuguesa, na educaçã básica, deve ser fertada as aluns surds u cm deficiência auditiva, preferencialmente em turn distint a da esclarizaçã, pr mei de ações integradas entre as áreas da saúde e da educaçã, resguardad direit de pçã da família u d própri alun pr essa mdalidade. Parágraf únic. A definiçã de espaç para desenvlviment da mdalidade ral da Língua Prtuguesa e a definiçã ds prfissinais de Fnaudilgia para atuaçã cm aluns da educaçã básica sã de cmpetência ds órgãs que pssuam estas atribuições nas unidades federadas. CAPÍTULO V DA FORMAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS - LÍNGUA PORTUGUESA Art. 17. A frmaçã d tradutr e intérprete de Libras - Língua Prtuguesa deve efetivar-se pr mei de curs superir de Traduçã e Interpretaçã, cm habilitaçã em Libras - Língua Prtuguesa. Art. 18. Ns próxims dez ans, a partir da publicaçã deste Decret, a frmaçã de tradutr e intérprete de Libras - Língua Prtuguesa, em nível médi, deve ser realizada pr mei de: I - curss de educaçã prfissinal; II - curss de extensã universitária; e III - curss de frmaçã cntinuada prmvids pr instituições de ensin superir e instituições credenciadas pr secretarias de educaçã. Parágraf únic. A frmaçã de tradutr e intérprete de Libras pde ser realizada pr rganizações da sciedade civil representativas da cmunidade surda, desde que certificad seja cnvalidad pr uma das instituições referidas n incis III. Art. 19. Ns próxims dez ans, a partir da publicaçã deste Decret, cas nã haja pessas cm a titulaçã exigida para exercíci da traduçã e interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa, as instituições federais de ensin devem incluir, em seus quadrs, prfissinais cm seguinte perfil: I - prfissinal uvinte, de nível superir, cm cmpetência e fluência em Libras para realizar a interpretaçã das duas línguas, de maneira simultânea e cnsecutiva, e cm aprvaçã em exame de prficiência, prmvid pel Ministéri da Educaçã, para atuaçã em instituições de ensin médi e de educaçã superir; II - prfissinal uvinte, de nível médi, cm cmpetência e fluência em Libras para realizar a interpretaçã das duas línguas, de maneira simultânea e cnsecutiva, e cm aprvaçã em exame de prficiência, prmvid pel Ministéri da Educaçã, para atuaçã n ensin fundamental; 54

56 III - prfissinal surd, cm cmpetência para realizar a interpretaçã de línguas de sinais de utrs países para a Libras, para atuaçã em curss e events. Parágraf únic. As instituições privadas e as públicas ds sistemas de ensin federal, estadual, municipal e d Distrit Federal buscarã implementar as medidas referidas neste artig cm mei de assegurar as aluns surds u cm deficiência auditiva acess à cmunicaçã, à infrmaçã e à educaçã. Art. 20. Ns próxims dez ans, a partir da publicaçã deste Decret, Ministéri da Educaçã u instituições de ensin superir pr ele credenciadas para essa finalidade prmverã, anualmente, exame nacinal de prficiência em traduçã e interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa. Parágraf únic. O exame de prficiência em traduçã e interpretaçã de Libras - Língua Prtuguesa deve ser realizad pr banca examinadra de ampl cnheciment dessa funçã, cnstituída pr dcentes surds, lingüistas e tradutres e intérpretes de Libras de instituições de educaçã superir. Art. 21. A partir de um an da publicaçã deste Decret, as instituições federais de ensin da educaçã básica e da educaçã superir devem incluir, em seus quadrs, em tds s níveis, etapas e mdalidades, tradutr e intérprete de Libras - Língua Prtuguesa, para viabilizar acess à cmunicaçã, à infrmaçã e à educaçã de aluns surds. 1 O prfissinal a que se refere caput atuará: I - ns prcesss seletivs para curss na instituiçã de ensin; II - nas salas de aula para viabilizar acess ds aluns as cnheciments e cnteúds curriculares, em tdas as atividades didátic-pedagógicas; e III - n api à acessibilidade as serviçs e às atividades-fim da instituiçã de ensin. 2 As instituições privadas e as públicas ds sistemas de ensin federal, estadual, municipal e d Distrit Federal buscarã implementar as medidas referidas neste artig cm mei de assegurar as aluns surds u cm deficiência auditiva acess à cmunicaçã, à infrmaçã e à educaçã. CAPÍTULO VI DA GARANTIA DO DIREITO À EDUCAÇÃO DAS PESSOAS SURDAS OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Art. 22. As instituições federais de ensin respnsáveis pela educaçã básica devem garantir a inclusã de aluns surds u cm deficiência auditiva, pr mei da rganizaçã de: I - esclas e classes de educaçã bilíngüe, abertas a aluns surds e uvintes, cm prfessres bilíngües, na educaçã infantil e ns ans iniciais d ensin fundamental; II - esclas bilíngües u esclas cmuns da rede regular de ensin, abertas a aluns surds e uvintes, para s ans finais d ensin fundamental, ensin médi u educaçã prfissinal, cm dcentes das diferentes áreas d cnheciment, cientes da singularidade lingüística ds aluns surds, bem cm cm a presença de tradutres e intérpretes de Libras - Língua Prtuguesa. 1 Sã denminadas esclas u classes de educaçã bilíngüe aquelas em que a Libras e a mdalidade escrita da Língua Prtuguesa sejam línguas de instruçã utilizadas n desenvlviment de td prcess educativ. 55

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011. Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL O prjet Key fr Schls PORTUGAL O teste Key fr Schls O teste Key fr Schls é cncebid para aplicaçã em cntext esclar e está de acrd cm Quadr Eurpeu Cmum de Referência para as Línguas O teste Key fr Schls permite

Leia mais

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi

táxis compartilhados Shared-transport / Shared-taxi Benefícis ds serviçs de transprte de táxis cmpartilhads Shared-transprt / Shared-taxi Reuniã de Especialistas sbre Transprte Urban Sustentável: Mdernizand e Trnand Eclógicas as Frtas de Táxis nas Cidades

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

METAS DE COMPREENSÃO:

METAS DE COMPREENSÃO: 1. TÓPICO GERADOR: Vivend n sécul XXI e pensand n futur. 2. METAS DE COMPREENSÃO: Essa atividade deverá ter cm meta que s aluns cmpreendam: cm se cnstrói saber científic; cm as áreas d saber estã inter-relacinadas

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

Decreto Lei de LIBRAS

Decreto Lei de LIBRAS Decreto Lei de LIBRAS Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos Prpsta de Frmaçã para us pedagógic e integrad d Tablet Educacinal Estuds Autônms Objetiv geral: OBJETIVOS Prmver a Frmaçã Cntinuada ds Prfessres, Crdenadres Pedagógics e Gestres Esclares, na mdalidade

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Critéris de Avaliaçã Direçã Reginal de Educaçã d Nrte Agrupament de Esclas AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Telões - Amarante EDUCAÇÃO MUSICAL 2ºCICLO An Letiv 2014/2015 Dmíni Cgnitiv

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO www.passencncurs.cm.br Infrmações sbre Cncurs Inscrições: 27/10/2014 a 21/11/2014 Carg: Auxiliar de Sala: Educaçã Infantil Taxa de Inscriçã: R$ 48,00 Salári/Remuneraçã: R$ 1.146,27 Nº Vagas: Cadastr de

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Gabinete de Serviço Social

Gabinete de Serviço Social Gabinete de Serviç Scial Plan de Actividades 2009/10 Frmar hmens e mulheres para s utrs Despertar interesse pel vluntariad Experimentar a slidariedade Educaçã acessível a tds Precupaçã particular pels

Leia mais

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO

ORIENTAÇÕES SOBRE ESTÁGIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS Missã d Institut Federal de Educaçã, Ciência e Tecnlgia

Leia mais

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi

1. Objetivo Geral. Página 1 de 5 CURSO LEADER COACH BELÉM. SESI Serviço Social da Indústria. IEL Instituto Euvaldo Lodi O país d futur parece estar chegand para muits brasileirs que investiram em qualidade e prdutividade prfissinal, empresarial e pessal ns últims ans. O gigante adrmecid parece estar despertand. Dads d Centr

Leia mais

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios.

Art. 2º. Trata-se de uma promoção de caráter exclusivamente de estimulo cultural, profissional e acadêmico sem vínculo com sorteios. Prêmi Data Pint de Criatividade e Invaçã - 2011 N an em que cmpleta 15 ans de atuaçã n mercad de treinament em infrmática, a Data Pint ferece à cmunidade a prtunidade de participar d Prêmi Data Pint de

Leia mais

APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA NÍVEL INTERMEDIÁRIO

APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO SEGUNDA LÍNGUA NÍVEL INTERMEDIÁRIO Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Unidade São José Coordenadoria de Cultura Geral Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos APRENDENDO LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS COMO

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA EMENTA: O ensin de língua estrangeira cm um códig de diferentes estruturas lingüísticas, cm ênfase na ralidade, leitura e escrita cm veículs de cmpreensã d mund.

Leia mais

Programa de coaching e inteligência relacional para mulheres Por Thirza Reis, Master Coach

Programa de coaching e inteligência relacional para mulheres Por Thirza Reis, Master Coach Vem Ser Mulher Prgrama de caching e inteligência relacinal para mulheres Pr Thirza Reis, Master Cach Sbre Thirza Reis Thirza Reis é master cach, especialista em Inteligência Relacinal; Cm mestrad em desenvlviment

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL

INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE LAMEGO EDITAL EDITAL CANDIDATURA AOS CURSOS TÉCNICOS SUPERIORES PROFISSIONAIS (CTeSP) 2015 CONDIÇÕES DE ACESSO 1. Pdem candidatar-se a acess de um Curs Técnic Superir Prfissinal (CTeSP) da ESTGL tds s que estiverem

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

Colégio Integrado EXATO

Colégio Integrado EXATO Clégi Integrad EXATO Rua: Ri de Janeir, 47 Jardim Bela Vista Mgi Guaçu SP CEP 13840-210 Telefne (19) Prpsta Plític-pedagógica d Clégi Integrad EXATO S/S Ltda. O Clégi Integrad EXATO cntextualiza sua açã

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional Códig / Nme d Curs Status Códig - Área Subárea Especialida Dads Gerais 196 / Escla Gestres- Curs Especializaçã em Gestã Esclar Ativ 49 / Educaçã Gestã Educacinal Gestã Esclar Nivel d Curs Especializaçã

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Inscrição do Candidato ao Processo de Credenciamento

Inscrição do Candidato ao Processo de Credenciamento Inscriçã d Candidat a Prcess de Credenciament O link de inscriçã permitirá que candidat registre suas infrmações para participar d Prcess de Credenciament, cnfrme Edital. Após tmar ciência de td cnteúd

Leia mais

Informações Importantes 2015

Informações Importantes 2015 Infrmações Imprtantes 2015 CURSOS EXTRACURRICULARES N intuit de prprcinar uma frmaçã cmpleta para alun, Clégi Vértice ferece curss extracurriculares, que acntecem lg após as aulas regulares, tant n períd

Leia mais

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA

RELATOR: Senador EUNÍCIO OLIVEIRA De Plenári, err1 substituiçã à COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, sbre Prjet de Lei da Câmara 209, de 2015, de autria d Deputad Aeltn Freitas, que altera a Lei n 8.906, de 4 de julh de 1994

Leia mais

1ª EDIÇÃO. Regulamento

1ª EDIÇÃO. Regulamento 1ª EDIÇÃO Regulament 1. OBJETIVO O Prêmi BRASILIDADE é uma iniciativa d Serviç de Api às Micr e Pequenas Empresas n Estad d Ri de Janeir SEBRAE/RJ, idealizad pr Izabella Figueired Braunschweiger e cm a

Leia mais

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS

A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS A UERGS E O PROGRAMA CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS O Prgrama Ciência sem Frnteiras, lançad n dia 26 de julh de 2011, é um prgrama d Gvern Federal que busca prmver a cnslidaçã, a expansã e a internacinalizaçã

Leia mais

Semana 3: Distribuição em Serviços

Semana 3: Distribuição em Serviços 1 Semana 3: Distribuiçã em Serviçs 1. Distribuiçã O prcess de distribuiçã da ferta da empresa insere-se n cntext d cmpst de marketing cm a funçã respnsável pr trnar prdut acessível a cnsumidr. Em serviçs

Leia mais

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS Julh 2007 INTRODUÇÃO As amplas, prfundas e rápidas transfrmações pr que passa a nssa sciedade prvcaram, frçsamente,

Leia mais

- COMO PROCURAR EMPREGO -

- COMO PROCURAR EMPREGO - GUIA PRÁTICO - COMO PROCURAR EMPREGO - e 1 de 7 Técnicas de Prcura de Empreg...3 1. Aut Avaliaçã...3 2. Meis de Divulgaçã de Ofertas de Empreg...3 3. Carta de Apresentaçã...4 4. Curriculum Vitae...4 4.1.1.

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO www.passencncurs.cm.br Infrmações sbre Cncurs Inscrições: 08/12/2014 a 08/01/2015 Carg: Pedagg Taxa de Inscriçã: R$ 100,00 Salári/Remuneraçã: R$ 2.247,98 Nº Vagas: 09 Data da Prva: 07/03/2015 Nível: Superir

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

1ª reunião do GD de TIC 03/03/2016 Cenpec. Registro da reunião INFORMES:

1ª reunião do GD de TIC 03/03/2016 Cenpec. Registro da reunião INFORMES: 1ª reuniã d GD de TIC 03/03/2016 Cenpec Registr da reuniã INFORMES: Bett Brasil Educar 2016 (mai) já tems a prgramaçã, é pssível que Cenpec ganhe alguns cnvites; será imprtante terms representantes d GD

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA

MANUAL dos LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA MANUAL ds LABORATÓRIOS De INFORMÁTICA Objetiv 1. Oferecer as aluns a infra-estrutura e suprte necessári à execuçã de tarefas práticas, slicitadas pels prfessres, bservand s prazs estabelecids. 2. Oferecer

Leia mais

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas

Perguntas frequentes sobre o Programa Banda Larga nas Escolas Perguntas frequentes sbre Prgrama Banda Larga nas Esclas 1. Qual bjetiv d Prgrama Banda Larga nas Esclas? O Prgrama Banda Larga nas Esclas tem cm bjetiv cnectar tdas as esclas públicas à internet, rede

Leia mais

Regulamento da Feira de Ciência

Regulamento da Feira de Ciência Regulament da Feira de Ciência A Feira A Feira de Ciência é um é um prject rganizad pel Núcle de Física d Institut Superir Técnic (NFIST). Esta actividade cnsiste em desenvlver um prject científic pr um

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

WEB MANAGER. Conhecendo o Web Manager!

WEB MANAGER. Conhecendo o Web Manager! WEB MANAGER Cnhecend Web Manager! O Web Manager é uma pdersa ferramenta para gestã de Sites, prtais, intranets, extranets e htsites. Cm ela é pssível gerenciar ttalmente seus ambientes web. Integrad ttalmente

Leia mais

OPEN CAIXA LOTERIAS DE ATLETISMO 2015 21 a 25 de Abril São Paulo, SP - Brasil INFORMAÇÕES GERAIS

OPEN CAIXA LOTERIAS DE ATLETISMO 2015 21 a 25 de Abril São Paulo, SP - Brasil INFORMAÇÕES GERAIS OPEN CAIXA LOTERIAS DE ATLETISMO 2015 21 a 25 de Abril Sã Paul, SP - Brasil INFORMAÇÕES GERAIS 1. Cmitê Organizadr Lcal Cmitê Paralímpic Brasileir (CPB) 1.1. Cntats Nme: Ricard Mel Fernand Partelli Email:

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

Salvador, Bahia Sexta-feira 19 de Julho de 2013 Ano XCVII N o 21.187 EDITAL Nº 073/2013

Salvador, Bahia Sexta-feira 19 de Julho de 2013 Ano XCVII N o 21.187 EDITAL Nº 073/2013 Salvadr, Bahia Sexta-feira 19 de Julh de 2013 An XCVII N 21.187 EDITAL Nº 073/2013 FORMAÇÃO DE CADASTRO PARA SELEÇÃO DE DIVULGADORES DO PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2014 DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

Leia mais

Cm Criar Seu Própri Empreg em Apenas 5 Passs 1 1º Pass: A IDEIA 2º Pass: O CONTACTO COM VÁRIAS INSTITUIÇÕES E ENTIDADES 3º Pass: PLANO DE NEGÓCIOS 4º Pass: CRIAÇÃO DA EMPRESA E INÍCIO DE ACTIVIDADE 5º

Leia mais

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto.

TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentação / Apresentação do Projeto. TEXTO AULA 9: Técnicas de apresentaçã / Apresentaçã d Prjet. 9.1 Técnicas de apresentaçã Cm apresentar cm sucess? A qualidade d prdut u d u d serviç quase sempre é cnfundida cm a qualidade da apresentaçã.

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS Sã Paul 2013 1 1 INTRODUÇÃO Este Manual tem a finalidade de servir à nrmalizaçã da elabraçã de Trabalhs de Cnclusã de Curs TCC pr mei de artigs científics,

Leia mais

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações Mdelagem, qualificaçã e distribuiçã em um padrã para geinfrmações Julia Peixt 14h, 14 de junh de 2010. Mtivaçã Acerv de dads desde 1994 em diferentes áreas de pesquisa; Muitas pessas fazend muits trabalhs

Leia mais

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores

INFORMAÇÃO GAI. Apoios às empresas pela contratação de trabalhadores INFORMAÇÃO GAI Apis às empresas pela cntrataçã de trabalhadres N âmbit das plíticas de empreg, Gvern tem vind a criar algumas medidas de api às empresas pela cntrataçã de trabalhadres, n entant tem-se

Leia mais

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte

Manual do DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA FAZENDA Crdenadria da Administraçã Tributária Diretria Executiva da Administraçã Tributária Manual d DEC Dmicíli Eletrônic d Cntribuinte Manual DEC (dezembr

Leia mais

Plano de Formação 2012

Plano de Formação 2012 1 INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, IP DELEGAÇÃO REGIONAL DO ALGARVE Plan de Frmaçã 2012 Centr de Empreg e Frmaçã Prfissinal de Prtimã 2 APRENDIZAGEM nível IV SAÍDA PROFISSIONAL INICIO FINAL

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

EDITAL Nº 025 / 2015 SELEÇÃO DE SUPERVISOR DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID

EDITAL Nº 025 / 2015 SELEÇÃO DE SUPERVISOR DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PIBID MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas - UNIFAL-MG Pró-Reitria de Graduaçã Rua Gabriel Mnteir da Silva, 700 - Alfenas/MG - CEP 37130-000 Fne: (35) 3299-1329 Fax: (35) 3299-1078 grad@unifal-mg.edu.br

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 2.0) A - Intrduçã Neste an, sua nta fi inferir a 60 pnts e vcê nã assimilu s cnteúds

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO

INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES. Excelência na Formação através da Experiência e Aplicação MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO E IEES I EDUCAÇÃO DE SAÚDE INSTITUTO DE EXCELÊNCIA EM EDUCAÇÃO DE SAÚDE IEES Excelência na Frmaçã através da Experiência e Aplicaçã MARKETING FARMACÊUTICO PRÁTICO 1.CARGA HORÁRIA 32 Hras 2.DATA E LOCAL

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

Artigo 12 Como montar um Lava Jato

Artigo 12 Como montar um Lava Jato Artig 12 Cm mntar um Lava Jat Antigamente era cmum bservar as pessas, n final de semana, cm seus carrs, bucha e sabã nas mãs. Apesar de ainda haver pessas que preferem fazer serviç suj szinhas, s lava

Leia mais

Ontologias: da Teoria à Prática

Ontologias: da Teoria à Prática Ontlgias: da Teria à Prática I Escla de Ontlgias UFAL-USP Endhe Elias e Olav Hlanda Núcle de Excelência em Tecnlgias Sciais - NEES Universidade Federal de Alagas UFAL Rteir Mtivaçã Ontlgias Engenharia

Leia mais

Antropologia do Consumo no Marketing

Antropologia do Consumo no Marketing Antrplgia d Cnsum n Marketing Objetivs Demnstrar cm as influências culturais estã relacinadas cm s hábits de cnsum, a relaçã cm as Marcas e cmprtament de cmpra, evidenciand assim, prcess fundamental para

Leia mais

Regulamento do programa de bolsas de estudos

Regulamento do programa de bolsas de estudos Regulament d prgrama de blsas de estuds Unidades Ri de Janeir e Sã Paul Data de publicaçã: 13/05/2015 Regulament válid até 30/08/2015 1 1. Sbre prgrama Através de um prcess seletiv, prgrama de blsas de

Leia mais

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO 10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensã Universitária e Plíticas Públicas Períd 05 a 07 de dezembr de 2007 A 10ª Jrnada

Leia mais

VISTOS, relatados e discutidos os autos do Pedido de Providências 0.970,

VISTOS, relatados e discutidos os autos do Pedido de Providências 0.970, 1 Pedid de Prvidências n" 970 Requerente: Escla Nacinal da Magistratura e Assciaçã ds Magistrads d Brasil. Assunt:Resluçã n 11/2006 CNJ - Atividade jurídica - Curss de Pósgraduaçã - Ediçã de nrma de transiçã.

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral

Modelo de Comunicação. Programa Nacional para a Promoção da Saúde Oral Mdel de Cmunicaçã Prgrama Nacinal para a Prmçã da Saúde Oral Âmbit d Dcument O presente dcument traduz mdel de cmunicaçã entre Centr de Suprte da SPMS e utilizadres d Sistema de Infrmaçã para a Saúde Oral

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 DISPOSIÇÕES GERAIS A campanha d Dia Mundial de Cmbate à Plimielite (também cnhecida cm paralisia infantil), celebrad n dia 24 de utubr,

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu MBA em Gestã de Prjets A Faculdade de Tecnlgia SENAI/SC em Flrianóplis

Leia mais

GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura)

GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Fundada em 1970 cm intuit de ferecer primeir curs

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duração 62:34

Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duração 62:34 The Glbal Leadership Summit Ntas d Facilitadr Lições de liderança aprendidas à duras penas Bill Hybels Duraçã 62:34 Resum da Sessã Lições de liderança e estratégias que geram resultads tangíveis em nssas

Leia mais

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012

PROGRAMA REGIONAL DE PROVAS PARA BENJAMINS B 2011/2012 COMPETIÇÕES PARA O ESCALÃO DE BENJAMINS B (10-11 ANOS) A respnsabilidade de rganizaçã das actividades para este escalã etári pderá caber as clubes, esclas u à AARAM. As prvas aqui designadas devem ser

Leia mais

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Intrduçã A Faculdade Santa Marcelina é recnhecida nacinalmente pel seu pineirism pr lançar a primeira graduaçã de mda

Leia mais

ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS CONTEMPLADOS NO

ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS CONTEMPLADOS NO ORIENTAÇÕES AOS CANDIDATOS CONTEMPLADOS NO Prezad(a) Alun(a) A mbilidade acadêmica internacinal é uma prtunidade valisa para seu cresciment individual, acadêmic e prfissinal. Nã permita que a falta de

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem.

Os valores solicitados para transporte e seguro saúde deverão ser comprovados por um orçamento integral fornecido por uma agência de viagem. Aluns de Pós-Graduaçã de Instituições Estrangeiras Visa apiar visitas de n máxim 30 dias, de dutrands de instituições estrangeiras, qualificads, e prcedentes de Centrs de Excelência para estudarem, pesquisarem

Leia mais

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30)

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES DE COMPUTADORES (GR3P30) UNIP Brasília - Crdenaçã CG/CW/GR/AD Senhres Aluns, Seguem infrmações imprtantes sbre PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Prjet Integrad Multidisciplinar) sã prjets brigatóris realizads els aluns ds curss de graduaçã

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais