Andre Miguel de Souza e Silva. Aparelho de Telecomunica~ao Movel para Surdos ATMS

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1 Andre Miguel de Souza e Silva Aparelho de Telecomunica~ao Movel para Surdos ATMS Curitiba UTP 2005

2 Andre Miguel de Souza e Silva Aparelho de Telecomunica~ao Movel para Surdos ATMS TCC - Projeto de Conclusao de Curso apresentado ao Curso de Design, habilitacao em Design de Prod uta, como requisito parcial para a obtencao do grau de Designer de Produto da UTP Universidade Tuiuli do Parana, orientada pelos Professor Fabio Simoes Oa Fontoura e Professor Joaquin Fernandez Presas. Curitiba UTP 2005

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4 Dedico este projeto a Deus, meu Criador, a toda minha famflia, em especial ao meu pai Paulo de Tarso Freitas e Silva, amigo que caminhou comigo em todos os moment os, e Thaya Kodama, minha namorada. IV

5 Agrade<;o a Deus porque dele vem tudo 0 que sou e e quem me capacita. Ao meu orientador Fabio Fontoura, ad professor Joaquim Fernandez Presas e alguns professores. Aos colegas da Universidade Tuiuti do Parana. Thaya Kodama, minha namorada. Ao Filipe Jose de Souza e Silva, meu irmao, por sua ajuda incansavel e par tao especial aten9ao que a mim lai concedida. Aos me us amigos do Ministerio do Senhor Jesus Cristo Hoshiyah-na Hatsliah-na. A minha familia. E a tados que de carta forma ajudaram para 0 desenvolvimento do projeto. v

6 SUMARIO Lista de Figuras Lista de Tabelas Resumo Abstract VIII X XI XII INTRODUC;;Ao 13 Figura I. I'otografia do ATl\1S 3 REVISAo BIBLIOGRAFIA 4 Os Surdos c II Hist6ria llislorico Jus Surdm " No Brasil.... OSurdo Lihras - LlllgUH Brasilcira de Simlis... Bilingiiismu.. A Hisl6ria da Tclcronia ~";"m"n"'.:.:.: 11 Sislcllm Analogko II PadrOcs Sislcmas3G 13 WAP "'"""'" OulrllS TccnologillS OTOD 16 Tecnologill de I)roj~iio via Inrravermc1ho 16 Ciimeru FOlogr:ificu e Webcum Vidcoc.unrcrcncia 17 j\ lcmorias Visor de LCD 18 Halerills 18 Tc1erollc<J com amplifica,iio 19 Ergollolltia 19 MATERIAlS E METODOS DE PESQUISA 22 Pcsquis."l com Usu:irios.. Produlos Similarc..<;... Objelivos. Esludo Ergonomclrico COlll"Cito de cstilo dc vida 39 Muteriui Do Novo Produlo 41 Gcral,'oc<J de Altcrnalivas 42 Allernalivu Escolhida 45 VI

7 Design do Teclado cm projc~i'io inrra-,'crmclho.. 50 RESULTADOS 51 Confcct;f1o do Prot6tipo Fornlal Custos DIScussAo 66 CONCLusAo E RECOMENDA<;OES 67 APENDICE OU ANEXO 68 REFERENCIAS BIBLIOGRAFIAS 71 VII

8 Usta de Figuras Figura 01 ATMS Figura 02 Folc do Primeiro lelefone invenlado por Alexander Graham Bell 09 Figura 03 Celutar com animar;oes GIF Figura 04 Projelor de leclado infravermelho Figura 05 PrOjelor de lela infravermelho Figura 06 Celular com camera para video-conferencia 18 Figura 07 T ele/one com amplificador de sam Figura 08 Celular Panasonie GO Figura 09 Grafieo de numero de eelulares Figura 10 Grafieo das mareas preferidas 23 Figura 11 Grafieo do uso de lelefone fixo Figura 12 Grafieo da insalisla<;:.3.o com eelulares 24 do mereado Figura 13 Grafieo da sa\isfa<;:ao com eelulares Figura 14 Grafieo da idenlidade com as mareas Figura 15 Grafieo do tempo medio de liga<;:.3.o 25 Figura 16 Grafieo de interesse pelo uso de internet 25 via eelular Figura 17 Grafieo de interesse pelo usa de webcam 25 Figura 18 Grafieo de interesse pelo usa de TOO 26 Figura 19 Grafieo de tamanho de visor preferido Figura 20 Gralieo de peso do produto Figura 21 Grafieo do inleresse pelo teclado 27 das normas da ABNT Figura 22 Grafieo de nao preferencia par cor Figura 23 Grafieo de prefereneia por cor Figura 24 Grafieo da possibilidade da!roea de aparelho 28 Figura 25 Nokia 0192i Figura 26 Motorazr V3 GSM. 30 Figura 27 T-MOBtLE Figura 28 PALM Treo Figura 29 Ergonomelrie Keyboard Figura 30 Veloeidade 37 Figura 31 Pralicidade Figura 32 Conforto Figura 33 Leveza Figura 34 Miniaturiza<;:ao Figura 35 Formas organieas Figura 36 I love You Figura 37 Produtos I 40 love you... Figura 38 Moldura em TV de plasma 40 Figura 39 Moldura para TV de erian<;:as 41 Figura 40 Esbo<;:o Figura 41 Esbo<;:o Figura 42 Esborto Figura 43 Esboco Figura 44 Esboco Figura 45 Alternaliva Figura 46 Alternaliva Figura 47 Alternativa Figura 48 Alternaliva Figura 49 1 Serie de mo'el<-l.p 46 Figura Serie de m~~:::::~:~:::::::::::.:::::::::::: :::::::::::::::::: :::::::::::::::: :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~ Figura 52 Mock-up escolhido Figura 53 Layout da lela Figura 54 - Layout da lela Figura 55 T eclado do ATMS VIII

9 Figura 56 Prot6tipo Formal Figura 57 Prot6tipo formal (vista de baixo),. Figura 58 Desenho Tecnico Forma I Love You 2 52 Figura 59 Desenho Tecnico Forma I Love You Expandida 53 - Figura 60 Desenho Tecnico Interior Aparelho EIE~trico - visitas 55 2 Figura 61 Desenho Tecnico Interior Aparelho Eletrico - perspectiva 56 Figura 62 ATMS Perspectiva e Expandida Figura 63 Desenho final 58. Figura 64 Foto de Simula9ao 58 do usuario... Figura 65 Acess6rios Figura 66 Fotos Gerais Figura 67 Fotos cores: azul, 61 transparente, verde e vermelho Figura 68 Surdo usuario em simulac;ao Figura 69 Folo Figura 70 Ouvintes 62 usuarios em simula9ao Figura 71 Foto de Simulac;ao de Fotogralica 62 digital IX

10 Lista de Tabelas Tabela 01: medidas anlropomelricas medias do brasileiro Tabela 02: custos de fabricacao do prot6tipo formal 64 x

11 Resumo Esle projeto teve 0 objetivo de desenvolver urn aparelho de telecomunica es movel para surdos apresentando urn formata com uma linguagem que 0 identifica com os seus usuarios. Seu formato, representa a sfmbolo na linguagem de sinais que significa "Eu Ie arno (I love you)" escolhido par sua correspondencia a linguagem de sinais, sendo reconhecido por lodos as surdos internacionalmente. Esle prod uta foi projetado para atender todas as necessidades nag s6 de surdos mas tambem para atender as ouvintes, facilitando a comunicag8..o com as mesmas. 0 aparelho oferece lodos os recursos de urn computador, data show, 1010grafia, internet, lodos as softwares, Windows, jogos, rel6gia, despertador com vibrag8.o, calendario, cron6metro. Sua tecnologia e das mais avant;adas, e oferece urn teclado e mouse com projet;ao infravermelho em qualquer lugar, fazendo do produto uma ferramenta diferenciada na area da telecomunicat;ao visando facilitar 0 trabalho de seus usuarios. Palavras Chave: Telecomunicat;ao M6vel, I Love You e Surdo. XI

12 Abstract This project has as objective develop a device of mobile telecommunications for deaf introducing a format with a language that identifies your users. Its format, it represents the symbol in the sign language that means "I love you (I love you)" and it was the chosen that symbol because it corresponds to the sign in the sign language that is recognized by all the deaf internationally. This product was projected to attend all the needs not only of deaf but also to attend the listeners, facilitating the communication with the same. The device offers all the resources of a computer, data show, picture, internet, au the softwares, Windows, games, clock, alarm clock with vibration, calendar, chronometer. Its technology belongs to the more advanced, and it offers a keyboard and mouse with infrared projection in anywhere, doing of the product a differential tool in the area of the telecommunication aiming facilitate their users' work. Key Words: Mobile Communication, I Love You and Deaf. XII

13 INTRODUCAo Quando S8 fala em sistema de telecomunical,;ao para surdos no Brasil, ande 4% da populac;ao sao portadores dessa deficiencia, observa-se, atraves de pesquisas pela Internet e de comentarios dos usuarios, que 0 mesma e precario. Mesma existindo, no mercado, tecnologias de comunicac;ao como 0 Telecommunications Device for the Deaf (TOO), urn telefone proprio para os surdos, e as mensagens do celular, vulgo "torpedos", observa-se que, ainda que bastante utilizadas, nao satisfazem as reais necessidades da populagao surda. 0 TOO, par exemplo, fica, geralmente, fixo em urn unico local porque suas medidas sao grandes, dificultando a locomoc;ao com 0 mesmo. Alem disso, a comunicac;:ao 56 oeerre quando emissor e receptor possuem a aparelho. Apesar de existirem as modelos port ate is, estes aparelhos, ainda assim, sao grandes e a processo e a mesmo. Ja as mensagens do celular sao limitadas, ou seja, tem um limite maximo de caracteres permitido por mensagem enviada e, por ineficiencias causadas pela nao integrat;ao entre as empresas prestadoras de servit;os de telefonia m6vel, muitas vezes nao sao enviadas nem recebidas quando receptor e emissor contratam prestadoras diferentes. Sendo assim, fica prejudicada a comunicat;ao do surdo com a sociedade. Essa deficiencia em se comunicar acarreta diversas limitat;oes a vida do surdo. A comunicat;ao com qualquer pessoa e feita com insegurant;a, sendo potencializada quando 0 surdo esta em lugar publico. A sua liberdade e independelncia ficam restritas par nao poder sair de casa segura, gerando preocupat;ao tambem aos parentes e amigos. Desenvolver, portanto, um aparelho m6vel que possibilite ao surdo maior independencia, facilidade de comunicat;ao, integrat;ao na sociedade e qualidade de vida, foi 0 objetivo desse trabalho. Nao apenas tendo como base 0 suprimento das necessidades do surdo, 0 processo de desenvolvimento desse aparelho visou tambem a relat;ao ouvintes/praduto, pois pessoas ouvintes sao, ainda que em menor escala, patenciais usuarios do produto. Tendo em vista 0 atual estado da ciencia, sao diversas as possibilidades de se integrar diferentes tipas de tecnologias em um unico aparelho m6vel. A melher configurat;ao dessas tecnologias, focando as necessidades do surdo tambem foi 0 objetivo desse trabalho. Este produto que possui uma linguagem especial em seu formato visa nao s6 a facilitar a telecomunicat;ao entre surdos/ouvintes, ouvintes/surdos, mas tambem, atraves da sua tecnologia avant;ada com seus recursos facilitar 0 trabalho dos seus usuarios.

14 Chegou-se ao conceito de urn aparelho de Telecomunica9ao M6vel para Surdos (ATMS) que consolida tecnologias facilitadoras da comunica9ao como a proje9ao de teclado e tela via infravermelho, visor LCD, aplicativos tfpicos de Hand Helders, webcam, al8m de unir ao aparelho a liguagem tipica da cultura do surdo, bastante evidente no sinal "I LOVE YOU".

15 Figura 1. Fotografia do ATMS

16 REVISAo Os Surdos BIBLIOGRAFIA e a Historia His.orieD dos Surdos No Egito antigo (3200 a.c. a 32 a.c.), os surdos eram considerados pessoas especialmente escolhidas. Seu silencio e seu comportamento peculiar conferiam- Ihes urn ar de misticismo. Porem, acreditavam que as surdos erarn incapazes de ter aprendizado e as desconsideravam como humanos, pelo fato de nao usarem a tala e nao conseguirem S8 exprimir par meio da comunicagc3.o oral. Entre 2000 a 1500 a.c., as leis judaicas protegiam a vida dos surdos, mas eles nao tin ham direito a educagao. Apesar dessa protsc;clo, a realidade do surdo no resto do mundo era lamentavel. Segundo Placido (2004) apud Sacks (1998), para cerca de 99,9% dos surdos de nascenga nao existia esperanga para alfabetizagao nem educagao, quadro que perdurou ate aproximadamente Esse fata S8 comprova com 0 c6digo Justiniano segundo 0 qual, no sekula IV a.c., em Roma, a surdo de nascimento nao podia ser educado. Interessante notar que nesta apoca, se estabeleceram as primeiras diferenciag6es dos tipos de surdez, como sendo congenita au adquirida. Arist6teles a a expressao da mesma linha de raciocfnio na Gracia. Para ele a condigao crucial para iniciar os processos cognitivos e para construir os pensamentos estava na produgao da fala. E par este motivo 0 surdo seria impossibilitado de receber educagao ou de expressar 0 que sentia, ou seja, invalido. Penuria, miseria e sofrimento sao comuns a hist6ria do surdo, e muitas mudangas faram necessarias para que esse quadro nao permanecesse nos dias atuais. A comegar par Sao Joao de Beverly, um monge ingles arcebispo de York, na Inglaterra, que viveu entre os anos de 672 e 735 e e considerado 0 primeiro professor de surdos de que se tem notfcia. Ele rejeitou a teoria de Arist6teles de que os surdos eram ineducaveis e ensinou um rapaz surdo a falar, comegando pelas letras, passando depois para as sfiabas, vocabulos e frases. Outra singela mudanga se deu em Roma com uma lei segundo a qual as criangas surdas era posslvel herdar propriedades e fortunas, tendo como requisito a indicagao de um tutor que seria responsavel pela educagao e desenvolvimento da comunicagao das mesmas. A partir da metade do seculo XVI, um impulso no sentido de educar criangas surdas tomou razoaveis propargoes. Nomes como Giralamo Cardano, Juan Pablo Bonet, Ponce de Leon, Charles Michel de L'Epee, Samuel Heinicke, Alexander Graham Bell, Thomas Hopkins Gallaudet, Roche Ambroise Sicard, Laurent Clerc foram, segundo Sacks (1998) decisivos para essa nova conscientizagao de que os surdos podem se desenvolver como seres human os. Segundo Placido (2004) se tornara revolucionario, no sekulo XVI, acreditar que para compreender algo nao era necessario ouvir as palavras. Nesta revolugao destaca-se o Irances Charles Michel de L'Epee ( ), criador de um sistema de

17 comunica9ao denominado "Sinais Met6dicos" em substitui9ao a lingua falada e escrita francesa. Era um misto de gestos de mimica, tra90s de uma rudimentar lingua de sinais, cujo objetivo era uma aproximac;ao do surdo a lingua francesa. 0 sucesso obtido com 0 sistema levou a criar:;ao da primeira escola exclusiva para surdos, 0 "Institulo de Surdos-Mudos de Paris". A partir de entao loi crescendo 0 numero de escolas para surdos no mundo. Esses avanc;os fcram sentidos, No Brasil, em 1855, quando a linguagem de sinais comer:;ou a ser utilizada. A chegada de E. Huet, um professor formado no Instituto Nacional de Paris, propiciou, por inlermooio de Dom Pedro II, a fundagao, em 1857, da primeira escola brasileira de surdos - a Instituto dos surdos-mudos do Rio de Janeiro. Entretanto, em 1880 uma derrota no Congresso Internacional da EducaC;ao do Surdo, realizado em Milao, Iialia, determinou, sem fundamentac;ao cientifica alguma, a superioridade da lingua oral sobre a LIngua de Sinais. Por isso, ate 0 final do sekulo XIX, as criant;as surdas eram geralmente segregadas em escolasresidencias, cuja forma de ensino era a educagao oral. Para Placido (2004) esse movimento somente resultou em mais isolamento para 0 surdo. os efeitos desse movimento tambem fcram sentidos No Brasil, onde ate as decadas de 50 e 60 houve a predominancia da corrente oralista no ensino dos surdos. Mas a hist6ria de lutas pela causa do surdo foi tam bern marcada por grandes vit6rias. Willian Stokoe, urn jovern lingoista da decada de 50, foi decisivo ao observar resultados de esludos sobre a lingua de sinais conferindo-ihe "0 status de lingua propriamente dila, ao reconhecer nela todas as caracteristicas de uma linguagem genu ina, tanto no lexico como tambern na sintaxe e na capacidade de gerar urna quantidade infinita de proposir:;6es". A partir de entao, fcram surgindo diversas Ifnguas de sinais pelo mundo, marcadas pelo regionalismo. No Brasil No Brasil, reflexos dessas lutas fizeram com que a partir da decada de 70 a Educar:;ao Especial passasse por urn processo de grande amplia9ao com a cria9ao de classes e escolas especiais publicas, junto com 0 crescimento da rede privada de escolas de educagao para surdos. Conforme dados de Placido (2004) apud Rosa e Cruz (2001 ), a partir da d,;cada de 70 ocorreram os seguinles falos: Fundada a FENEIDA (Federagao Nacional de Educagao e Inlegragao dos Oeficientes Auditivos), cujos participantes, na epoca, eram apenas pessoas ouvintes Inicio das pesquisas sabre a LIngua de Sinais Criada a Associa<;ao Brasileira dos Surdos, cuja finalidade e lutar pel os direitos dos surdos A FENEIDA passa a se chamar FENEIS (Federagao Nacional de Educagao de Inlegragao dos Surdos) ensino de LIBRAS (LIngua Brasileira de Sinais) passa a ser exigido pelos surdos.

18 Os surdos passam a ser responsaveis pela sua Instituit;;~l0 e por suas decis6es Reconhecimento olicial da LIBRAS pelo Governo do Estado de Minas Gerais (Lei n , de 10101/91) Instaladas tele-salas, com 0 Telecurso 2000 legendado. Publicaeao da Portaria n Ooj 679: direito a colocat;;ao de intenpretes de LIngua de Sinais nas salas de aulas, determinando que toda instituit;;ao de ensino que deixar de atender as exigencias da portaria nao tera seus currfculos devidamente reconhecidos pelo Governo Federal Oisponibilizado 0 servit;;o de closed caption em alguns program as de televisao. Contudo, somente em 24 de abril de 2002, a LIngua de Sinais Brasileira (LIBRAS) e oficializada em todo Brasil pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso. Vale lembrar tambem da existencia da LSKB (LIngua de Sinais Kaapor Brasileira) da tribo indrgena Urubus Kaapor da Amazonia. A garantia do direito de lodos a educa98,o, a propagat;:ao das ideias de normalizat;:ao e de integrat;:ao das pessoas com necessidades especiais e 0 aprimoramento das proteses homofonicas fizeram com que as crian9as surdas de diversos parses passassem a ser encaminhadas para as escolas regulares. No Brasil, as Secretarias Estaduais e Municipais de Educa9ao passaram a coordenar 0 ensino das crian9as com necessidades especiais (inicialmente denominadas portadoras de deficiencias) e surgiram as Salas de Recursos e Classes Especiais para surdos, ahfl'm de algumas Escolas Especiais, com recursos publicos ou privados; Com a organiza9ao das minorias no ambito mundial, foi desencadeado urn movimento denominado "multiculturalismo" 0 que permitiu que fossem garantidos alguns de seus direitos de cidadaos. As pessoas portadoras de necessidades especiais passaram a apresentar suas reivindica90es que, no caso dos surdos, sao: o respeito a Ifngua de sinais, a urn ensino de qualidade, acesso aos meios de comunica9ao (legendas no televisor e uso de TOO e Surtel - telefone especial para surdos) e servi90s de interpretes, entre outras;

19 o Surdo Oados do Censo 2000 realizado pelo IBGE demonstram que 0 Brasil possui uma populac;ao de 168,9 milh6es de habitantes. Desse total 14,5% corresponde a portadores de algum tipo de deficiencia. Quanta aos deficientes auditivqs, as mesmas somam aproximadamente 5,7 milh6es de pessoas, au seja, 3,3% da populac;ao. Ja a Organizac;ao Mundial da Saude estima que da populac;ao mundial 1,5% tern algum tipo de limila<;ao auditiva. A limita.yao audiliva acontece em varios graus: Em rela<;ao a gravidade da perda auditiva, existe a seguin!e classifica<;ao de Davis e Silvermann (1970): Umites normais: a a 25 db Perda leve: 26 a 40 db (confundem algumas letras e fonemas) Perda moderada: 41 a 70 db (dificuldades em entenderem frases complexas) Perda severa: 71 a 90 db (somente ha percepc;ao de voz forte e com ajuda visual) Perda profunda: acima de 90 db (nao identificam voz humana) Alem da classifica<;ao supracilada, ha Dutra que envolve a questao identidade da populac;ao surda. Segundo Placido (2004) apud Perlin (2001), as surdos passu em uma identidade nao uniforme, ou seja, entre eles ha muitas diferen~as. Um primeiro grupo que pode ser identificado, e 0 grupo dos surdos de identidade polftica: sao surdos que se aceitam como surdos, utilizam linguagem de sinais, transmitem a oulros a sua cultura, utilizam tecnologias 1 especiais como televisao com legenda, telefones customizados, campainha luminosa, tem suas associa~6es, mas pouco assimilam a lingua falada. Uma segunda categoria seria ados surdos de identidade hfbrida: sao aqueles que adquiriram a deficiencia apos 0 nascimento. Dependendo da idade na qual adquirem a surdez, conhecem a estrutura da lingua e assimilam um pouco mats que os demais surdos, convivendo pacificamente com as demais identidades de surdos. Ha tambem a identidade surda flutuante: sao aqueles surdos que nao mantem coni ado com a comunidade surda, apresentando resistencia a linguagem de sinais e a propria cultura surda, nao se aceitam e frequentemente sofrem de depressao. Uma quarta calegoria seria a da identidade surda incompleta, farmada par aqueles que nao usam a linguagem de sinais devido ao pouco contato que manlem com ela. Ficam passivos a atua~ao de ouvintes que Ihes servem de guias para as mais variadas tarefas. Por fim, tem-se a identidade surda de transic;ao, na qual segundo Placido (2004), estao presentes aqueles que na infancia nao tiveram contato com a cullura dos surdos, e que quando a conhecem, passam por urn processo de des-ouvintizalyao, rejeitando a representa~ao da identidade ouvinte. I A relac;:ao do surdo com a tecnologia e tanto na lacilidade de manejo, quanto no processo de aprendizagem que leva a integrac;:ao com a sociedade pode ser melhor aprolundada na pesquisa realizada par Elza Placido (2004). Conlerir Referemcias Bibliogralicas.

20 Libras - Lingua Brasileira de Sinais Nao existe uma lingua de sinais universal, que seja entendida par todos os surdos do mundo. Existem dialetos que as torn am diferentes, inclusive, entre as diversas regi6es de um mesmo pais. Por exemplo, na lingua falada, os paulistas usam a palavra mandioca, contrario dos cariocas que usam a palavra aipim. Entao, na Ungua de Sinais acontece 0 mesmo, os surdos usam as maos configurando-as de um modo diferente em outras regi6es. Um surdo brasileiro, por exemplo, tera muita dificuldade para en tender uma conferemcia de um surdo sueco ou canadense. Mas existem os surdos que se dedicam ao estudo de varias outras linguas de sinais, lornando-se poliglotas. A lingua de sinais francesa e considerada a mae das linguas de sinais, em termos mundiais, porque foi naquele pars que se desenvolveu, no seculo XVIII, 0 primeiro sistema publico de educagao para surdos. Ap6s a format;ao dos primeiros professores surdos (as unicos que podem ensinar a lingua de sinais), eles se espalharam pelo mundo divulgando a nova Ifngua e farmando novas professores. Como as Ifnguas sofrem interferencias das culturas dos parses e regi6es, elas acabam refletindo essas caracterfsticas dos locais e mudando muito. Mas pode acontecer de certas express6es serem utilizadas em varias culturas ao mesmo tempo, como por exemplo 0 sinal do "I Love You" origin ado na ASL (lingua de sinais americana ou American Sign Language). LIBRAS au Ungua Brasileira de Sinais e a lingua materna dos surdos brasileiros e, como tal, podera ser aprendida par qualquer pessoa interessada pela comunicagao com essa comunidade. Como lingua, esta e composta de todos os componentes pertinentes as linguas orais, como gramatica semantica, pragmatica sinlaxe e oulros elementos, preenchendo, assim, as requisitos cientfficos para ser considerada instrumentallinguistico de poder e fort;a. Possui lodos os elementos classificatorias identificaveis de uma lingua e demanda de pratica para seu aprendizado, como qualquer outra lingua. Desde 2002 que a LIBRAS e a lingua de sinais aficial no Brasil. Bilinguismo Apesar de existir a LIBRAS como Ifngua materna brasileira, nas ultimas decadas vern se discutindo, no pais, 0 ensino paralela de uma outra Ifngua as criant;as partadoras de deficiencia auditiva. A essa abardagem da-se 0 nome de Bilinguismo. "0 objetivo da educat;ao billngue e viabilizar a criant;a surda urn desenvolvimento cognitivo-lingufstico equivalente ao da criant;a ouvinte, possibilitando, assim, acessa as duas Ifnguas: a lingua de sinais e a lingua do grupo majoritario." (PLACIDO, 2004, p. 47). Pela sua aceilabilidade, pode-se prever um luturo no qual grande parte da populat;aa surda estara apta a se comunicar tambem par meio da lingua partuguesa. Hoje ja existe urn grande numero de surdos que domina a 0 partugues, que se comunicam com 0 mesmo par meio de Aparelhos especiais como 0 TOO e ate mesmo 0 celular por meio de mensagens SMS.

21 o bilingoismo, em outras palavras, propoe que 0 surdo comunique-se fluentemente na sua lingua materna (lingua de sinais) e na lingua oficial de seu pais. Sera ela oral? Sera escrita? Essas sao duas questoes polemicas que dividem os educadores de surdos. No entanto, todos concardam que a desenvolvimento cognitivo, afetivo, sociocultural e academico das criant;:as surdas nao depende necessariamente de audic;ao, mas sim do desenvolvimento espontaneo da sua lingua. Atualmente a preferencia da Comunidade Surda aponta a BilingOismo (que considera a LIBRAS como uma lingua diferente do Portugues) como opc;ao de sistema educacional, 0 qual, segundo um consenso de opinioes dos representantes surdos, avalia que os resultados no desenvolvimento intelectual se apresentam mais satisfat6rios que os obtidos pelo metoda Bimodalismo (uso simultaneo das duas linguas: 0 Portugues e a LIBRAS). Entretanto ha aqueles que sao de opinioes diferente, favaraveis ao estilo oralista de ensino. A Historia da Telefonia Quando se estuda a hist6ria da telefonia no mundo, percebe-se que e a partir das pesquisas e estudos do ffsico britanico Alexander Graham Bell (1947 a 1922) que esla ganha contribuigoes mais s61idas como a sua invengao patenteada de urn aparelho que transmitia sons mediante impulsos de corrente eletrica, e os sistemas de comunicagao sem fio como 0 fotofone, que transmiliam sons par meio de viragoes luminosas, e 0 gramofone. Vale lembrar tambem que suas pesquisas contribuiram para avangos na questao da surdez - aspecto foco deste trabalhosendo seu pai e sua esposa surdos. Bell dedicou-se ao ensino dos portadores desta deficiencia, ao desenvolvimento de aparelhos de telefones para surdos, alem de ter doado as valores recebidos pelo premia, e volta as pesquisas na area. Figura 2. Folo do Primeiro lelefone inventado por Alexander Graham Bell

22 Oecadas depois, os avanl:;os na area da telecomunical:;8.o, mais especificamente da telefonia, sao tamanhos que ja e possivel adquirir aparelhos de telefone m6veis a prel:;os populares, 0 que permite a comunical:;ao entre duas pessoas situadas em qualquer parte do mundo. Muitos deles chegam a consolidar em um unico modelo 0 acesso a Internet, 0 envio de mensagens de lexlo, video, imagens, al9m da tradicional transmissao de voz. Desde os invenlos de Graham Bell ate as atuais conquistas na area da telefonia, que "encurtaram as distancias" e tornaram eficiente a comunical:;ao, pode-se notar urn processo de desenvolvimento do qual 0 Brasil tambem fez parte Vale relatar a hist6ria das comunical:;oes no Brasil onde teve inicio com a chegada da familia real, em 22 de janeiro de Os lugares escolhidos para fazer a interligal:;ao dos primeiros telegrafos 6pticos foram 0 Morro da Babil6nia, Morro de Castelo, Villegagnon e Fortaleza de Santa Cruz. Em 1844, nos Estados Unidos, Samuel Morse criava a telegrafia. Em 1852 a America Latina recebia a primeira linha telegrafica que ligava a cidade do Rio de Janeiro a Petr6polis e esta linha foi usada exclusivamente pelo governo ate Contudo, a Guerra do Paraguai acelerou a expansao desse meio de comunical:;ao. Em 1855, na gestao do Barao de Capanema, Diretor Geral dos Telegrafos, foram construfdos km de linhas telegraficas e em 1856 inaugurava-se a primeira linha de longa distancia interligando 0 Rio de Janeiro a Porto Alegre, atraves de Curitiba. Em 1874, D. Pedro II inaugurava os primeiros cabos submarinos conectando Rio de Janeiro-Salvador-Recife-Belem. Em 1875 inaugurava a linha Recife-Joao Pessoa- Natal. Neste mesmo ana foi inaugurada a primeira linha internacional por cabo a Portugal, sendo concluida pela contrata~ao da empresa Britsh Eastern Telegraphy Company. Por causa da ousadia do empreendedor Irineu Evangelista de Souza, Barao e depois Visconde de Maua, foi feila a liga~ao com a Europa. 0 proprio Irineu participou da organizal:;ao e financiamento da instala~ao do cabo marinho. Contudo, na inaugural}ao do cabo coincidiu com a morte do Visconde de Maua. Em 1877 foi instalada a uma linha telef6nica que ligava 0 Palacio de Sao Cristovao a fazenda da famflia. Neste mesmo ana 0 Brasil tambem entrou para a Convenl:;ao Internacional de Telegrafia. Com a evolu~ao desta tecnologia toi instalada a primeira central telef6nica de Paris em 1879, e D. Pedro 11neste mesmo ana tambem decidiu liberar a instalal}ao de uma central telef6nica. Com esta autorizal:;8.o, instalou-se a Companhia Telef6nica do Brasil no dia 15 de novembro de

23 Comunicao;:ao Movel Nascimento A concepgao dos sistemas m6veis, segundo Bernal (2002), ocorreu no fim da decada de 40 com as sistemas de radio para despacho de viaturas como: bombeiros, policiais, ambulancias. Essa operagao era feha atraves de urn centro de radiocomunica a com urn DU mais canais modulados em frequencias diferentes que eram sintonizados pelos radios portates das viaturas. Essa operagao abriu espago para 0 sistema de radiocomunicagao interligado a comutadores de canais de n:\dio, e tambem ao sistema fixe de telefone, sistema esse que no Brasil foi conhecido como "Trunking" Sistema Anal6gico Atraves do desenvolvimento do sistema Advanced Mobile System (AMPS) nos Estados Unidos, na decada de 70, obteve-se um apelieigaamento nos anas 80 tornando-se a melhar sistema de telefania movel celular analogico. Tambem foram desenvolvidos outros sistemas como 0 NTT (Japao), 0 TACS (lnglaterra), 0 NMT (Escandinavia) e C-450 (Alemanha). o sistema fai chamado de sistema celular por ser baseada em diversas areas adjacenles, denominadas "celulas". Essas celulas estao ligadas par um sistema de radiocomunicagao com potencia reduzida e variavel de forma que sua irradiagaa atinge alguns quil6metros de diametro e a intelierencia entre as celulas nao e significativa e isso torna as frequencias reutilizaveis. Com a redugaa da palencia transmitida entre ERS2 (Estagoes Radio Sase) e terminal m6vel e posslvel expandir o numero de canais simultaneas onde ha. um reaproveitamento de frequencia com 0 uso de pequenas celulas na cobertura, explica Bernal (2002). Padr6es o sistema anal6gico comporta um numero limitado de assinantes. "Cada sub-faixa de frequencia de 30 khz em cada sentida e capaz de suportar apenas uma unica chamada telefonica movel de cada vez. Porem, as sistemas celulares diqitais permitem 0 compartilhamenta das frequencias par diversas usuarios simuitaneamente" (BERNAL, p. 33; 2002). 2 ERB _ Estar;:6es de Radio Base - operam nas celulas e cada uma tem um conjunto de canais de radio (interface aerea) que envia as comunicar;:6es de voz, com um canal para cada um dos dais sentidos cia comunicacao, isto e, um canal movel para a ERI3 e OUlrO e 0 outro suporta a comunicar;:ao no sentido inverso. Cada vez que e leita uma chamada de urn terminal celular e alcanr;:a a "interface aereas" de radio, uma ERB, ela e transrnitida para a Central de Comutar;:ao e Controle do sistema celular, onde e automaticamenle interligada a rede de lelelonia fixa Todas as ERI3's sao inlerligadas a urn centro de comutacao e controle - CCC sua funcao principal e a comutar;:ao - e das chamadas encaminhadas dejpara os tenl1inais m6veis Corn os diversos canais disponiveis para Gada celula, muitos usuarios podem se beneliciar des servir;:os de vaz simuhaneamente. Sempre que urn usuario se mavimenla numa cidade cabena por diversas celulas urn sistema celular, a de sinal do seu telelone movel e transferido de uma ERB para Dutra sem ocorrer interrup 3O da chamada em curso. 11

24 Bernal (2002) afirma que existem dois tipos de tecnologias de interfaces aereas digitais que sao as mais usadas pelos proved ores da rede de celulares: a TOMA e a CDMA: CDMAlFDMA - Sistema Celular DigitaIIS-95:0. "...a faixa de frequencia disponivel a dividida em bandas de 1,23 MHz de largura (FDMA)." Cada uma das bandas aguenta ate 64 canais COMA para que haja sinalizal,;ao de voz. TOMAIFOMA - Neste sistema a faixa de frequencia disponfvel e dividida em bandas de 30 KHz de largura (FDMA). "Cada uma del as aguenta ata tres canais de voz com acesso TDMA IS-54." TDMA (Time Division Multiple Access) A tecnologia do tipo TDMA e usada como interface aerea permitindo a comunicaqao de telefones celulares digitais para dividir cada canal celular em tres ou mais intervalos de tempo, conforme explica Bernal (2002). "0 TDMA a usado pelo DAMPS (Digitat Advanced M6bile Phone System), pelo GSM (Global System for M6bile Communication) e pelo PDC (Personal Digital Celularj" GSM Redes do tipo GSM utilizam a tecnologia TOMA que suporta ate oito canais simultaneos, pois 0 sistema GSM usa uma largura de faixa por canal com 200 KHz e permite um maior numero de canais por frequencia. o grupo GSM originou-se na Europa em 1989, sendo que 0 sistema G8M s6 entrou no mercado em No infcio operava-se na faixa de frequencia de MHz para recepl,;ao e MHz para transmissao. A ideia basica do grupo GSM tinha como objetivo uma arquitetura aberta permitindo a combinaqao de equipamentos de diferentes fabricantes com a finalidade de reduqao dos custos de aquisic;ao e manutenqao dos sistemas. o GSM e um padrao total mente digital que define a rede inteira e nao s6 no metoda de acesso a banda (interface aarea), diz Bernal (2002). Este padrao GSM a usado na Europa, em varios parses enos Estados Unidos. o GSM e um sistema aberto que opera, hoje, em 170 parses e atinge 5,4 milhoes de usuarios da America Latina. Alem de liderar no mercado mundial, e responsavel por 82% do crescimento da industria de sistemas m6veis, inclusive no Brasil. o padrao GSM caminha para um avanc;o tecnol6gico na direc;ao dos sistemas GPRS, EDGE e 3GSM. Este ultimo, a 3GSM a 0 termo usado para a gera<;ao 3G de servic;osde comunical,;oes m6veis, sendo urn sistema avanc;ado das atuais redes G8M. Qualquer faixa de frequencia pode receber 0 sistema GSM. 12

25 COMA (Division Mulliple Access) o sistema COMA "...6 urn termo que descreve uma interface aer8a baseada no acesso multiplo por divisao de c6digo".(bernal, 2002, p. 36). A empresa Qualcomm fai quem desenvolveu esta tecnologia e a patenteou cobrando royalties dos fabricantes pelo licenciamento. No sistema COMA, e passlvel enviar varias transmiss6es sabre uma mesma faixa de freqoencia sem multiplexagao em tempo. Principais Caracteristicas Dos Servi90s COMA (BERNAL, 2002, p. 99,100). FrequEmcias suportadas pelo COMA: Bandas Celular e PCS I GSM: 800 MHz, 900 MHz, 1700 MHz, 1800 MHz, 1900 MHz e todas as bandas IMT-200 (CDMA2000); Largura da faixa do canal: 1,25 MHz; 54 Comunica<;6es simultaneas par canal; Roaming Automatico; Sistema de autenticagao e encriptagao; Identificador de chamador - 10; Chamada em espera; Indicador de mensagens recebidas; Modo "Sleep"; Voice Mail. Suporte e mensagens e dados: ; Internet; Mobile Fax; Servigos de informagoes; Paging; Short Message Service - 8MS. Sistemas 3G Sao sistemas de comunicac;ao m6vel conheddos como 3G (terceira gerac;ao) os quais permitem aos usuarios os servic;os avanc;ados da multimfdia e acesso a Internet em alta velocidade. Os sistemas 3G atendem os servic;os de telecomunicac;oes m6veis universais chamados UMTS, e este tem 0 objetivo de prover um padrao universal para as comunicac;oes pessoais e "permitir 0 usa de diversos meios se complementado mutuamente, de modo a permitir uma rede de multimfdia mundial." (BERNAL, 2002, p.11). Isso facilitaria 0 acesso via redes celulares terrestres e via satalites de baixa 6rbita. Os servigos de terceira geragao, ccnforme SIQUEIRA (2005) permitirao acesso a Internet a velocidades variaveis de 384 Kbps a 2,4 Megabits por segundo (Mbps), maior interatividade, aplicag6es em jogos eletronicos, comardo eletronico, videoconferencia e multimfdia. 0 grande desafio para a terceira gerac;ao esta exatamente no desenvolvimento de servic;os que sejam, ao mesmo tempo, de grande utilidade ou interesse do usuario e de custos aceitaveis pela maioria de seus potenciais clientes. 13

26 Segundo SIQUEIRA (2005), na visao da Nokia, migrar da 2G para 3G nao sera problema para as operadoras, tanto do padrao COMA quanta do GSM. E provclvel que seja urn processo mais rapido para as que ja estao na tecnologia COMA - como oeerre com operadores no Japao ou na Coreia do SuI. Tecnologias SMS e WAP SMS "Mensagens Curtas" que disponibilizam informa90es da empresa aos usuarios do sistema em transito (palm, celular e outros dispositivos) utilizando diferentes tecnologias de interface aerea. Apesar de esla tecnologia ser madura, disseminada e disponivel no Brasil, suportada pelas rsdes publicas atuais celulares, as aplicagoes nao podem ser do tipo multimfdia por causa das limitag6es de tamanho e apresentagao 8MS. Existe tambem 0 problema do roaming entre sistemas de operadoras distintas, pois nem todas tern 0 sistema 8M8 interligado e compatfvel, conforme explica Bernal (2002). No Brasil os usuarios tendem por aplicagoes de troca de mensagens curtas e pelo "download' de s no celular. WAP Conforme diz Bernal (2002), hoje, "a maioria das aplicagoes wireless fora das empresas, e feita com base em servigos de Mensagens Curtas" (8MS) ou de uma forma mais restrita, por meio de servigos Wireless Access Protocol (WAP). Por causa da facilidade da comunicagao dos coletores via interfaces aereas, as aplicagoes com terminais m6veis em campo e posslvel consultas e alimentac;ao de informagoes em tempo real. Este sistema tambem poderia dar suporte aos vendedores em campo com seus pedidos e consultas as posic;oes de estoque e dos pedidos dos clientes, a dados e acesso a pessoas, par causa da facilidade dos terminais m6veis conectados as redes das empresas. Servh;os de localizac;ao A area tecnol6gica das redes publicas em relagao as demandas, deixa muito a desejar e isto impede alguns servigos serem estabelecidos em func;ao da tecnologia usada nos dias de hoje. Podemos mencionar os servic;os na tecnologia de 10calizac;8.o de terminais m6veis (LBS) chamado "Location" que permitiria 0 posicionamento territorial. Servic;os de emergencia 14

27 Os servir;os de emergemcia "Sem Fio" (WES) fazem usa dessa infra-estrutura para localizar usuarios com terminais moveis nos momentos de emergencias tais como: sequestros, assaitos, incendios, ataque cardfacos, acidentes diversos. Com isso, ambulancias e policiais podem ser enviados aos locais indicados pel a triangulagao do terminal movel pelo sistema. Animar;6es em GIF No que se refere as solur;6es em materia de telefonia movel para surdo, recentemente foi apresentado a ANATEL um projeto chamado de Rybena (comunicar;ao em Xavante) que prey! a envio de mensagens de voz au texto que sao decodificadas em uma central e reenviadas ao destinatario em forma de animar;ao GIF. Esse sistema teria como foco as deficientes auditivos analfabetos que poderiam ser inclufdos na sociedade par meio da tecnologia move!. 69 ry~ Figura 3. Celular com anima~6es GIF Mercado Brasileiro As pesquisas revelam que a padrao tecnologico GSM alcanr;ou 763,2 milh6es de usuarios no mundo em A TDMA alcanr;ou 100 milh6es de assinantes em maio de Com esse padrao a crescimento anual foi de 42,37% com aproximadamente 18,4 milh6es de assinantes no final de margo. Os assinantes TDMA nas Americas correspond em a 96% dos assinantes TDMA no mundo. Esta regiao foi alcanr;ada par 100 milh6es de assinantes em 2002, e neste mesmo ana as padr6es TDMA e GSM, juntos, representaram 80% dos assinantes mundiais de celulares digitais, de um total de 1 bilhao de assinantes no mundo, farmados par usuarios de padriles tais como: TDMA, G5M e W-CDMA. Eo importante relatar, conforme diz Bernal (2002), que um dos servigos mais importantes do padrao G5M eo "Mensagens Curtas" (5M5). Na Europa 0 trafego de bilh6es de mensagens e express iva enquanto que no Brasil nao avanr;a par falta de interoperabilidade entre as redes, impedindo a traca de mensagens entre as assinantes, e porque a maioria dos celulares nao fornece recursos para a adogao do SMS. Na Europa existem redes com tecnologias diferentes, mas com a mesmo padrao GSM e seus servir;os. No caso brasileiro, a popular;ao surda que depende do SMS para comunicar;ao movel se va prejudicada par este problema de interoperabilidade entre redes e entre concessionarias. Outras Tecnologias 15

28 OTDD o Telecommunications Device for the Deaf (TOO) e um aparelho especial para os surdos que funciona par meio do envio e recebimento de sinais sonoras. TOO e urn aparelho que passui urn teclado no qual cada tecla passui urn sinal especffico que pode ser enviado tanto para urn outro aparelho do mesma tipo quanta para uma central de atendimento, onde urna "telefonista" faz intermediagao com Dutra pessoa, ouvinte. Par exemplo, ha urn numera de terefone da central de atendimento que, no Brasil, e a 142. Ao reeeber a ligagao de urn TOO, a telefonista liga para as ouvintes utilizando a metoda tradicional e em seguida faz a intermediagao da chamada. Ja. existem aparelhos m6veis que utilizam a sistema TOO nos Estados Unidos. No Brasil esse sistema ainda nac esta disponlvel. Tecnologia de Projecr3o via Infravermelho o Infravermelho ja faz parte de uma nova tecnologia que reproduz 0 teclado (Projection Keyboard) do computador ou ate mesmo de um monitor. Com essa nova tecnologia, criada pela Empresa Celluon, e posslvel superar as dificuldades de digita~ao encontradas nos aparelhos celulares disponfveis no mercado. Por nao disporem de espa~o suficiente, a digitagao tem de ser feita por meio de botoes muito pequenos, tornando-a urn processo desconforlavel e custoso. Para 0 usa de mensagens curtas, esse recurso pode ser dispensavel, mas para a produgao de textos maiores e para a digita~ao em conversas ao vivo 0 mesmo torna-se indispensavel. Para seu usa basta que 0 aparelho, que utiliza a Tecnologia de Percepgao Eletronica (electronic perception technology) esteja sobre uma superficie, que 0 mesmo projeta 0 teclado sobre ela, com razoavel tolerancia as superficies irregulares. Simplificando 0 processo, 0 aparelho percebe 0 movimento das maos par meio de capta~ao por tres dimensoes e interpreta-os formando 0 texto. Figura 4. Projelor de leclado infravermelho. A Tecnologia de proje~ao por meio desses pequenos dispositivos tambem e uma tecnologia aplicavel. Ja sao fabricadas hoje pequenas canetas que tern 0 poder de projetar imagens. Se acopladas a um celular, 0 display do mesmo seria aumentado de forma a tornar mais confortavel 0 seu uso. 16

29 Camera Fotografica e Webcam Cameras Fotograficas ja sao amplamente utilizadas de forma integrada a celulares e hand he/ders. Com qualidade de captac;ao de imagens cada vez mais avan~ada - jil sao utilizadas cameras com delini~ao de 2,5 Mega Pixels no mercado brasileiro, com a tendencia de con stante supera<;fto deste nivel de defini~ao - essas cameras integradas permitem solu~6es tanto em momento de lazer quanto em momentos de emergencia. Uma loto pode ser tirada ap6s urn acidente de transito, ou para idenlilicar certos locais quando a pessoa se vir perdida. Webcams, micro-filmadoras, iii. sao usadas em aparelhos celulares na Europa. Video conferencias par meio desses aparelhos jil. sao possiveis, mesmo quando a usuario estiver em deslocamento. No Brasil a aplica<;fto seria interessante no futuro, pois atualmenle 0 pais nao disp6e de redes de salelites que supram a necessidade de alia velocidade de envio e recebimento desse tipo de comunica<;fto, alem dos custos, as quais dificilmente seriam absorvidos pelo mercado. Contudo, nao se deve descartar esse tipo de tecnologia para um futuro pr6ximo. No caso de um aparelho para surdos, esla teria muita valia ja que permitiriarn 0 usa de LIBRAS em conversas simultaneas. Videoconferencia Em Hanover (Alemanha) foi apresentado na feira de tecnologia Cebit2003 um aparelho de celular capaz de realizar videoconferencias por meio de uma camera integrada e de acesso rapido em padrao GSM. Exemplo e 0 Motorola A

30 Figura 6 Cefufar com camera para vfdeo-conferencia Urn recurso como a videoconferencia seria de extrema valia para a publico surdo, que poderia se comunicar em tempo real par meio de LIBRAS. Mem6rias A partir do momenta em que esses pequenos aparelhos como celulares e hand helders passaram a ter diversas aplica~6es como a usa de agenda, de planilhas eletronicas, de editores de texto e de arquivo de s e imagens, a necessidade de espa~o (memorias) tornou-se cada vez maior. Hoje ja se encontram Palms com mem6ria fixa de 4 Giga Bytes, com mem6ria Ram de 1024 Mega Bytes e mem6rias de video de t 024 MB Ram. Visor de LCD No mercado ja esta amplamente disseminado 0 usa de visares de LCD. Hand Helders que utilizam essa tecnologia tam bern permitem a fun~ao touch screen, que permite a execu~ao dos aplicativos com 0 toque na pr6pria tela. Marcas como HP e Palm sao exemplos tradicionais desse tipo de tecnologia. Baterias A necessidade de se produzirem celulares cada vez menores faz com que 0 investimento em bateria, urn item que ocupa volume consideravel, seja cada vez maior. Ha notfcias de empresas que ja estao fabricando baterias com este intuito. Existem no mercado baterias de Nfquel e Cadmio (NiCd), as mais comuns, que possuem tempo de vida curto. Ja as baterias de Niquel Metal Hibrido (NiMH) utilizam hidrogenio e podem armazenar maior quantidade de energia, cerca de 30% mais que as de Nfquel e Cadmio. As baterias de Lftio, mais leves e mais potentes, sao as mais vendidas no mercado. A nova gera~ao de baterias que em pouco tempo estara no mercado sera composta de poifmeros, metanol au ate mesmo movidas a ar. Em termos de dimensoes, as novas baterias ja se adequariam a essa demanda por menos espa90 ocupado, maior leveza e de maior capacidade de armazenamento de energia. 18

31 Telefones com amplificat;ao Como comentado anteriormente, ha entre as surdos diversos nlveis de perda auditiva. Como alguns surdos ainda conseguem captar sons, algumas empresas fornecem telefones com amplifica9ao de sons. Esta fun9ao pode ser regulada pelo proprio usuario que ajusta a a paten cia do volume de acordo com suas necessidades, al8m de eliminar rufdos e estatica comuns a aparelhos de sam amplifieados. Figura 7 lelelone com amplilicador de sam Ergonomia Segundo a International Ergonomics Association (lea), ergonomia e ''0 estudo cientlfico da relagao entre 0 homem e seus meios, metodos e espagos de trabalho. Seu objetivo e elaborar, mediante a contribuigao de diversas disciplinas eientfficas que a comp6em, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicac;ao, deve resultar em uma melhor adaptac;ao ao hom em dos meios tecnologicos e dos ambientes de trabalho e de vida". Quando aplicada ao celular, a ergonomia tende a ser vista apenas como sin6nimo de miniaturizac;ao. Segundo Nicholas Negroponte, em artigo recentemente comentado par Elis Monteiro no site da W-news, tamanho men or nao significa melhor e com boa ergonomia. Aparelhos estao sendo fabricados tao pequenos que parecem nao serem feitos para adultos. Como exemplo, a Panasonic GO-55 que nao permite a digitagao de uma teela sem se esbarrar nas outras: Figura 8. Celular Panasonic GO-55 Para a aplieag30 da ergonomia em aparelhos celulares neste trabalho, foram destacados as seguintes criterios: a manejo (incluindo a "pegada" e a usa do teclado, a facilidade de digitagao e das teclas rapidas), a peso, as cores, 0 design (aparencia). 19

32 Para 0 desenvolvimento de um aparelho de celular foram necessarios alguns eoneeitos, segundo lida (2002): Quando se fala em manejo, um projeto de celular deve ler em vista as seguintes defini~eles: Manejo Fino, e aquele em que a "engate" que ocorre entre homem e maquina e executado com a ponta dos dedos, caracterizado pela grande precisao e velocidade, como par exemplo, escrever a lapis, ligar 0 celular, apertar botoes. Manejo grosseiro: as dedos tem a funcao de prender, mantendo-se relativamente estaticos, enquanto alguns movimentos sao realizados pelos punhos e bragos. Desenho geometrico. 0 manejo geomatrico assemelha-se a figuras geometricas como cilindros e esferas que sao superficies que apresentam pouca superficie de contato com as maos. Permite, contudo, maiores varia~eles de "pega" e, portanto, se ajusta melhor aos diferentes tipos de medidas antropometricas. Desenho Antropomorfo. Esse tipo de desenho apresenta uma superffcie irregular, e tem como base para sua forma~ao a anatomia de um organismo.geralmente possui depresseles ou saliencias para a encaixe com a palma da mao, dos dedos ou das pontas dos dedos. Possui maior superffcie de contato, maior firmeza de "peg a". Pode ser mais fatigante que a desenho geometrico em trabalhos prolongados. No que se refere as cores, os seguintes aspectos devem ser levados em conta: Legibilidade: a legibilidade depende do contraste, e tende a aumentar com a presen~a do preto. Baseando-se em estudos, pode-se dizer que a visibilidade das cores e melhor na seguinte classificaca,o em ordem decrescente: 1) azul sobre 0 branco; 2) preto sobre 0 amarelo; 3) verde sobre 0 braneo; 4) preto sabre 0 branco; 5) verde sabre a vermelho; 6) vermelho sabre a amarelo; 7) vermelho sobre 0 branco; 8) laranja sobre 0 preto; e 9) laranja sabre 0 branco. Caracterfsticas psicol6gicas: a influencia das cores no estado emocional das pessoas e comprovada. As cores podem transmitir calor, raiva, calma, irrita~ao e etc. 0 vermelho e uma cor agressiva e estimulante, muito usada em festividades, eventos esportivos e ata em ambientes acolhedores (quentes). 0 amarelo, cor luminosa, evoca domina~ao e riqueza. E muito associado ao sol, ao ouro, mas tambem a trai~ao, a solidao e ao desespero, por ser intenso e agudo. 0 Verde e uma cor passiva, que sugere imobilidade, aliviando tenseles. Nao a trisle nem alegre, sen do associ ado a esperan~a, ao sentido "para frente", como em sinais de transito. 0 Azul, cor fria, e calma e repousaste, sugere indiferen~a, passividade. Evoca a ar e a mar, dol a sensac;ao de frescor, de apelo intelectual e de raciocfnio. 0 laranja, muito quente tem liga~ao com 0 vermelho e amarelo, dol sensacao de espa~o maior e facilita a digestao. 0 branco a a cor da pureza, simboliza paz. E a preto a a cor deprimente, da sombra, sfmbolo de irreparavel e de morte. Dentre as cores utilizadas em celulares, 0 praia lem sido predominante. Isso porque a mesmo passa a sensa~ao de metal, de qualidade, pois um celular, 20

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