Para além da interação: o papel de aplicativos como ProDeaf e HandTalk na constituição do sujeito surdo

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1 Para além da interação: o papel de aplicativos como ProDeaf e HandTalk na constituição do sujeito surdo Maristela C. Vieira, Ygor Corrêa, Lucila Santarosa e Maria Cristina V. Biazus Programa de Pós-Gradução em Informática na Educação (PPGIE), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Porto Alegre RS Brasil Abstract. The linguistic differences between hearing and deaf people imply many times in the exclusion of them in social interactional situations. So that, to mediate this communication, apps like ProDeaf and HandTalk are launched, which make automatic translation from Portuguese to Libras. This article discusses the use of these tools, related to an activity proposed in the Teacher Training Course in Information and Communication Accessible Technologies (NIEE-UFRGS), in which 14 individuals analyzed both apps. The individuals narratives were categorized by the content analysis technique and the results showed the inclusive potential of the tools, as the emergency of new variables. Resumo. As diferenças linguísticas entre ouvintes e surdos implicam, muitas vezes, na exclusão destes em situações de interação social, então, a fim de mediar essa comunicação, surgem aplicativos como ProDeaf e HandTalk, que realizam tradução automática da Língua Portuguesa para Libras. Deste modo, este artigo discute a utilização destas ferramentas, a partir de uma atividade proposta no Curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis (NIEE-UFRGS), na qual 14 sujeitos analisaram os dois aplicativos. As narrativas dos sujeitos foram categorizadas por meio da técnica de análise de conteúdo e os resultados evidenciaram o potencial inclusivo das ferramentas, assim como a emergência de novas variáveis. 1 Introdução A base epistemológica deste estudo está de acordo com os pressupostos teóricos de Vygotsky (2010), nos quais a linguagem, e sobretudo, a fala desempenham um papel fundamental no desenvolvimento das funções psicológicas superiores, como a memória, a percepção e a atenção. Para além do desenvolvimento dessas funções, é também por meio da linguagem e, sobretudo, da língua, que ocorrem os processos de socialização - elemento fundamental da constituição humana, inerentemente associados aos processos de interação. Para Vygotsky (2010), mediação é uma característica da cognição humana, que se refere à internalização de atividades e comportamentos e inclui o uso de ferramentas e de signos. A combinação do uso desses instrumentos possibilita o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores, passando do social (inter) para o individual (intra) pela internalização [Wertsch, 1988].

2 Embora exista uma variedade de ferramentas psicológicas capazes de mediar a atividade humana, as interações e mediações sociais ocorrem, sobretudo, por meio de linguagem oral e escrita. Neste tocante, no que concerne ao contexto educaional, as escolas inclusivas visam a promoção da educação em espaços educativos comuns a todos [Quadros, 2003], dentre os quais estão inseridas as pessoas surdas, que se comunicam por meio de uma língua gestual-visual chamada de Língua Brasileira de Sinais - Libras. Assim, ao considerar que barreiras na comunicação podem resultar em processos de interação deficitários e contribuir para a segregação social [Warschauer, 2006], a comunidade escolar deparou-se com o desafio da presença de uma formação bilíngue para possibilitar mediações significativas tanto para surdos quanto para ouvintes. O processo que exclui a pessoa surda em virtude das diferenças linguísticas é reproduzido na escola quando não há entre os estudantes sujeitos que se comuniquem por meio da Libras. De acordo com Vygotsky (2010, p.58) todas as funções superiores originam-se das relações reais entre indivíduos humanos. Logo, a pessoa surda, inserida em um contexto social escolar de ouvintes que não sinalizam, não transforma, naturalmente, um processo interpessoal em intrapessoal, dada a ausência de interações com pares capazes de estabelecer com ela uma comunicação entendida como significativa para seu desenvolvimento cognitivo Diante dos desafios da escola inclusiva, surgem cursos de capacitação de professores da rede educacional pública, que propõem o desenvolvimento de estratégias de mediação que permitam superar desigualdades e minimizar processos de exclusão, na medida em que proporcionam maior autonomia às pessoas com deficiência. [Santarosa e Conforto, 2012, p. 13]. É o caso do Curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis, onde são exploradas ferramentas da ordem das Tecnologias Assistivas (TA) [Cook e Hussey, 1995], capazes de mediar as relações do sujeito que apresenta alguma incapacidade ou desvantagem com o mundo físico e social. Concernente à contextualização realizada, este estudo tem por objetivo discutir as potencialidades e fragilidades de dois aplicativos, ProDeaf e Handtalk, que realizam tradução automática da Língua Portuguesa para Libras - ferramentas de mediação para a comunicação entre sujeitos surdos e ouvintes - na perspectiva dos sujeitos envolvidos no curso supracitado e descrito na seção 3. Desta maneira, pretende-se investigar aspectos como: o potencial inclusivo das ferramentas; possíveis aprimoramentos linguísticos para os usuários; usabilidade das ferramentas; e potencial das ferramentas na promoção da autonomia e da subjetivação do sujeito surdo. O presente artigo está dividido nas seguintes seções: 1 Introdução; 2 A inclusão da pessoa surda mediada pela tecnologia - um breve referencial teórico da área, onde são apresentados os aplicativos ProDeaf e HandTalk; 3 Curso de Formação de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis - contextualização da proposta do curso e contexto de coleta de dados; 4 Metodologia - apresentação dos sujeitos da pesquisa, coleta de dados e técnica de análise e 5 Análise dos dados. No item 6 são apresentas as considerações finais.

3 2 A inclusão da pessoa surda mediada pela tecnologia Esta seção tem como prerrogativa apresentar a perspectiva inclusiva acerca do sujeito surdo, seguida da descrição de dois aplicativos de tradução de Língua Portuguesa para Libras. Embora a proposta educacional inclusiva, no que tange a pessoa surda, seja a do bilinguismo 1, há escolas comuns que ainda não apresentam estrutura capaz de permitir ao surdo interações sociais efetivas por meio de sua língua materna [Quadros, 2003]. Nesta perspectiva, Vygotsky (2010) aponta como deficiente o contexto social que não atende à demanda do sujeito que apresenta alguma alteração biológica frente as suas necessidades cotidianas. Assim, não é a alteração biológica, enquanto deficiência, que se mostra restritiva, mas a inequidade das estruturas sociais. Para Quadros (2003) o contexto social que favorece a pessoa surda é aquele em que ela se realiza plenamente em suas interações linguísticas. Enquanto espaço de socialização e desenvolvimento, a escola deve proporcionar a realização de processos construção da autonomia e de subjetivação, os quais configuram-se como processos que constituem sujeitos. Segundo Touraine (2009) é no processo de subjetivação que ocorre a construção, por parte do indivíduo ou do grupo, de si mesmo enquanto sujeito. Então, segundo Melucci (2004) indivíduos tornam-se reflexivos por meio de vivências socioculturais, logo, engajando-se em movimentos de valorização do humano. Nessa perspectiva, a problematização das representações sociais ajuda a romper a barreira dos preconceitos e estabelece novas estruturas interacionais, ou seja, uma sociedade passa por transformações, assim como as manifestadas representações são mutáveis. Inserir a pessoa surda via tecnologia pode ser uma das formas de promover a interação, comunicação e subjetivação do sujeito. Desta forma, visando corroborar o papel das tecnologias na vida e constituição dos sujeitos, este estudo apoia-se em uma inferência de Lévy (2000, p.84), que afirma: [...] não basta estar na frente da tela de um computador, munido de todas as interfaces amigáveis que se possa pensar, para superar uma situação de inferioridade. É preciso antes de mais nada estar em condições de participar ativamente dos processos de inteligência coletiva, [pois] a luta contra as desigualdades e a exclusão devem visar o ganho de autonomia das pessoas ou dos grupos envolvidos (grifos do autor). Neste viés, este estudo parte da premissa de que toda a atividade humana é mediada por ferramentas, sendo essas gradualmente incorporadas e que, por sua vez, alteram as práticas interacionais. Para isso, compreende-se segundo Warschauer [2006, p.153], que as ferramentas não penas facilitam a ação que poderia ter ocorrido sem elas, mas, ao serem incluídas no processo comportamental, alteram o fluxo e a estrutura das funções mentais como é o caso de pessoas surdas. Ainda na ótica Vygotskyana, adota-se o conceito de Nível de Desenvolvimento Real (NDR), no qual encontram-se os saberes e vivências prévias do sujeito que, neste estudo, a priori, antecedem o uso dos aplicativos analisados, mas ao serem incorporados à utilização de uma ferramenta tecnológica podem enriquecer os processos interacionais. 1 Educação bilíngue implica na utilização de duas línguas (Libras e Português) em espaços diferentes dentro da escola [Quadros, 2003].

4 Desta maneira, esses podem realizar o andaimento [Vygotsky, 2010] dos processos de desenvolvimento humano, logo, de aprendizagem, movendo os saberes do sujeito para a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP). Portanto, é na ZDP que compreende-se que o desenvolvimento das capacidades cognitivas, por meio de interações significativas, pode ocasionar a aprendizagem de novos conhecimentos ou, então aprimorar os já existentes. Na busca por tecnologias asssistivas potencialmente mediadores da construção do conhecimento, da subjetivação e da autonomia, identificou-se no ano de 2013, o surgimento no mercado brasileiro de aplicativos para dispositivos móveis, duas importantes ferramentas, ambas voltadas para a inclusão social: ProDeaf e HandTalk. Esses aplicativos são gratuitos e realizam traduções automáticas de palavras, termos e pequenas frases da Língua Portuguesa para Libras, por meio de um avatar animado. Ambos foram originados a partir de pesquisas realizadas em universidades do nordeste brasileiro - Universidade Federal de Pernambuco (ProDeaf) e Universidade Federal do Alagoas (HandTalk). A fim de estabelecer um panorama das características constitutivas de cada um, realizou-se uma análise comparativa entre as duas ferramentas (conforme tabela 1). Tabela 1. Características das ferramentas ProDeaf e HandTalk ProDeaf HandTalk Disponível para Android SIM SIM Disponível para IOS SIM SIM Disponível para Windows Phone 8 SIM NÃO Traduz Língua Portuguesa para Libras a partir da entrada de texto SIM SIM Traduz Língua Portuguesa para Libras a partir da entrada de voz SIM SIM Traduz Língua Portuguesa para Libras a partir da entrada de fotografias de textos NÃO SIM Disponibiliza dicionário de sinais SIM NÃO Funciona sem necessidade de acesso à Internet no momento da utilização SIM 2 NÃO É possível girar o personagem para visualizar o sinal em diferentes ângulos. NÃO SIM Permite fácil notificação acerca de algum erro identificado na sinalização. SIM NÃO Tendo apresentado as características que compõem os dois aplicativos, passa-se à apresentação do Curso, no qual esses foram explorados. 3 Espaço de coleta de dados O Curso de Formação Continuada de Professores em Tecnologias de Informação e Comunicação Acessíveis, do Núcleo de Informática na Educação Especial da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, é oferecido gratuitamente a professores da educação básica que atuam em escolas públicas de todo o Brasil e diversos países da América Latina, América Central e Espanha. A formação é operacionalizada a distância por meio da plataforma Teleduc e já se encontra na 16ª edição, tendo atendido cerca de professores. O curso tem como objetivo reafirmar o potencial das tecnologias digitais de informação e de comunicação na concretização de políticas públicas em prol do atendimento especializado para a diversidade humana, observando o professor como 2 Exceto ferramenta de entrada de voz. As demais ferramentas podem ser utilizadas sem acesso à Internet, embora o desempenho seja mais eficiente quando o dispositivo está conectado à Internet.

5 peça central para a concretização da inclusão sociodigital de alunos com deficiência [Santarosa e Conforto, 2012]. Entre as propostas do curso está a utilização de Tecnologias Assistivas (TAs) em atividades práticas no contexto da escola inclusiva. Dentre as TAs exploradas no curso estão os aplicativos ProDeaf e HandTalk, cujas apreciações realizadas pelos professores resultaram no corpus de análise deste estudo. Na seção 4 apresenta-se a metodologia de pesquisa adotada para análise de tais narrativas, com vistas a justificar os procedimentos realizados quanto aos dados coletados e, em seguida, analisados na seção 5. 4 Metodologia Esta é uma pesquisa qualitativa [Moraes, 2003] que tem por objetivo investigar a utilização dos aplicativos mencionados na perspectiva sociointeracionista [Vygotsky, 2010]. Ao entender que tal abordagem concebe o fator social como o cerne do desenvolvimento e da aprendizagem, justifica-se o interesse pela relação dialógica constituída entre sujeitos surdos e ouvintes, tendo como mediador os aplicativos ProDeaf e HandTalk. Visto que os aplicativos analisados encontram-se disponibilizados no campo tecnológico há poucos meses e frente ao restrito número de sujeitos envolvidos nesta pesquisa, apresentar-se-á uma perspectiva inicial da utilização de ambos, estabelecendo uma reflexão e não propriamente a validação desses. Na seção 5, as categorias elencadas ainda estão compreendidas como passíveis de aprofundamentos, pois os próprios desenvolvedores dos softwares visam estabelecer um diálogo ativo entre a comunidade de usuários. Os sujeitos participantes da pesquisa foram professores que realizam o Curso apresentado na seção 3, que, juntamente com sujeitos surdos ou intérpretes de Libras, participaram de uma atividade que propõe a interação e a análise das funcionalidades dos aplicativos ProDeaf e HandTalk. As narrativas resultantes destas interações, enquanto reflexões em caráter de inclusão social [Warschauer, 2006], aprendizagem [Vygotsky, 2010] e usabilidade [Nielsen, 2003] constituíram os dados sobre os quais foram realizadas as análises. O objetivo geral da atividade proposta no curso era não apenas apresentar os aplicativos para os professores cursistas, mas levá-los a uma reflexão que elencasse os seguintes aspectos: a) descrição do sujeito convidado a participar da interação, b) relato da realização da atividade e c) opinião dos sujeitos com relação às potencialidades e fragilidades das ferramentas. A pesquisa foi composta por 14 sujeitos, dentre eles 11 mulheres e 3 homens, sendo 2 com idade inferior a 18 anos, ou seja, 14 e 16 anos e os demais adultos (18 a 45 anos). Entre os envolvidos, há diferentes perfis, como: professores da educação básica - dentre os quais surdos e ouvintes; estudantes surdos e intérpretes de Libras. Nove narrativas foram analisadas, sendo que cada uma delas envolve a percepção de, no mínimo, um professor; mas há narrativas desenvolvidas por duplas constituídas por um professor e um estudante surdo ou um professor e um intérprete de Libras. Relativo à concepção metodológica, optou-se pela técnica de análise de conteúdo, conforme proposta por Moraes (2003). A metodologia de análise permitiu a

6 emergência de conceitos a partir da incidência de unidades de sentido presentes nos variados discursos analisados. Deste modo, o agrupamento de unidades evidentes nos variados discursos é que dá origem às categorias apresentadas neste estudo. Ressaltamos ainda que, metodologias que envolvem técnicas de análise de conteúdo [Moraes, 2003; Bardin, 2007] apresentam a utilização de um mesmo fragmento discursivo, enquanto unidade, em mais de uma categoria. Além disso, diversas unidades emergem de um mesmo discurso. Sendo assim, os valores numéricos apresentados nos gráficos que representam as categorias (figuras 1 e 2) podem apresentar incidências discursivas superiores ao número de sujeitos, uma vez que um discurso pode ser fragmentado em muitas unidades de sentido. Além disso, uma mesma narrativa (ou discurso) poderia apresentar a visão de mais de um sujeito (professor cursista e sujeito surdo/intérprete). 5 Análise A análise das narrativas construídas pelos sujeitos a partir da interação com os aplicativos ProDeaf e HandTalk culminou com a identificação de dois grupos de categorias: o primeiro associado às potencialidades das ferramentas e o segundo às fragilidades dessas. Dos discursos apresentados pelos 14 sujeitos, foram extraídos 36 fragmentos de sentido, entre os quais 25 alusivos às potencialidades em contraste a 11 relativos às fragilidades (Figura 1). A seguir, serão apresentadas e discutidas as especificidades de ambos os grupos e suas categorias. Figura 1. Gráficos das potencialidades e fragilidades dos aplicativos ProDeaf e HandTalk Referente às potencialidades (Figura 1), 6 categorias emergiram: (A) potencial inclusivo - facilitação da interação social entre surdos e ouvintes; (B) ampliação do arcabouço linguístico da Língua Portuguesa para o sujeito surdo; (C) ampliação do arcabouço linguístico da Libras para o sujeito ouvinte; (D) facilidade de uso; (E) ampliação da autonomia do sujeito surdo para interpretação da comunicação por meio de português escrito e (F) constituição íntima do sujeito surdo. Apresentadas as categorias elencadas na Figura 1, ilustradas por meio das narrativas dos sujeitos, são apresentadas conforme coletadas, ou seja, como narrativas puras, inalteradas quanto à forma e ao conteúdo, logo, sem quaisquer correções ortográficas, sintáticas ou semânticas. É válido ainda afirmar que a estrutura semântica da escrita de sujeitos surdos, em geral, se difere da Língua Portuguesa padrão. A categoria A, que diz respeito ao potencial inclusivo oportunizado pelas ferramentas por meio da facilitação da interação social entre surdos e ouvintes, foi a categoria de maior incidência nos discursos. Um dos sujeitos (professora cursista surda)

7 relata uma situação cotidiana, na qual foi surpreendida pela utilidade prática do aplicativo ProDeaf : tenho um filho que é paralisia cerebral e tem deficiência de físico que tem apenas 3 anos, sempre levo para APAE como lá as pessoas não sabia comunicar comigo através em Libras,mas sempre usava escrita no papel ou leitura labial. Um dia fomos lá levar o meu filho para a professora de Terapia Ocupacional (TO), ela pegou o celular e achei que ela estava atendendo e falando ocupada no celular dela, de repente me mostrou o celular dela e lá estava o sinalizador do Prodeaf sinalizando uma frase comprida e lá eu fiquei quase paralisada é como tivesse um interprete de Libras pronto no celular dela, é interessante porque podemos comunicar melhor de Libras do que escrevendo ou lendo a leitura labial as vezes pode ter entendido mal. Fica evidente no discurso que, para sujeitos que não sinalizam, a opção de comunicação com surdos, muitas vezes, é a escrita da Língua Portuguesa, que nem sempre é compreendida, o que é reafirmado no discurso de outro sujeito surdo: O ProDeaf ajuda falar com minha família, minha avó escreve no papel eu olho no celular. As categorias B e C referem-se à possibilidade de ampliação do arcabouço linguístico da Língua Portuguesa para o surdo e da Língua de Sinais para o ouvinte, respectivamente, e apresentaram a mesma incidência nas narrativas analisadas, conforme ficou patente no discurso de dois professores: Utilizei o recurso de dicionário e tradução de frases escritas. Prefiro sempre usar a escrita com os meus estudantes, pois tento o máximo desenvolver atividades que trabalhem o português com ele, porém tendo em mente o português como a segunda língua. (Professor ouvinte), (...) certamente vou estudar Libras no meu celular. (Professora ouvinte) A questão da facilidade de uso como uma característica positiva da ferramenta, categoria D, foi evidenciada em três diferentes narrativas. Tal aspecto está relacionado com o conceito de usabilidade, definido por Nielsen (2003), atributo de qualidade relacionado à facilidade de aprendizado, eficiência de uso, facilidade de memorização, prevenção e tratamento de erros e nível de satisfação. Expressões como muito fácil de usar, fácil manuseio e aprendi a usar muito rapidamente foram utilizadas pelos sujeitos para descrever as ferramentas. A categoria E diz respeito à ampliação da autonomia [Vygotsky, 2010] do sujeito surdo e está diretamente relacionada à categoria B. Posto que grande parte das interações sociais da pessoa surda acaba perpassando a utilização da Língua Portuguesa, ampliar o conhecimento desta segunda língua contribui para a promoção de sua autonomia [Quadros, 2003]. O aplicativo permite que o surdo recorra ao significado de uma palavra ou termo que desconhece por meio da tradução realizada pelo aplicativo, evitando que seja necessário solicitar a ajuda de um ouvinte ou qualquer outro sujeito mais experiente na Língua Portuguesa. O ProDeaf me ajuda no português. Tem palavra que não sei no português e pesquiso no ProDeaf. Quando uso o facebook ou amigo envia mensagem para o meu celular e não sei a palavra, eu digito e vejo o sinal (Sujeito Surdo). O mesmo é relatado por outro sujeito (Professor Ouvinte) Observando os estudantes (...) percebo que eles ficaram mais independentes, pois às vezes recebem uma mensagem e não tem noção do significado da palavra. Acabam recorrendo a

8 algum professor que sabe Libras para explicar o que está escrito na frase que alguém escreveu para eles. Com o aplicativo eles diminuíram de solicitar ajuda ao professor. Diante das perspectivas possibilitadas por uma interação qualificada e autônoma nas redes sociais, Dametto [2003] as identifica como um mecanismo facilitador de necessidades do jovem adulto, como o compartilhamento de experiências subjetivas, de intimidade afetiva e sexual, social e intelectual, e de uma integração mais tranquila com o outro e com o diferente. É possível inferir ainda, frente às narrativas apresentadas, que há uma situação de promoção da autonomia do sujeito via TA [Cook e Hussey, 1995] e andaimento [Vygotsky, 2010] provido entre pelo aplicativo em relação ao sujeito. Isso, segundo Warschauer (2006) evidencia que: As questões associadas à língua afetam profundamente a maneira pela qual diversos grupos podem acessar e publicar informações na web, assim como a extensão pela qual a Internet serve como meio de expressão de sua identidade cultural. (p.131) Ainda entre as potencialidades, a categoria F relaciona-se com a categoria E, na medida em que está atrelada à autonomia, mas distinguem-se, porque E transcende F [Levy, 2000] e adquire contornos mais individualizados que dizem respeito à constituição íntima, à subjetivação [Touraine, 2009; Melucci, 2004] dos sujeitos surdos. Os surdos envolvidos na pesquisa relataram situações em que existe constrangimento de solicitar a um usuário mais experiente da Língua Portuguesa o significado de alguma palavra que se mostre importante para eles, ou, ainda, quando o termo cujo significado desejam saber apresenta aspectos muito íntimos para serem divididos. Conforme afirmaram dois sujeitos surdos: Para surdos que tem duvida a palavra de português que poderia usar esse aplicativo que vai traduzir em Libras sem vergonha de pedir alguém o significado da palavra (Sujeito Surdo 1); Tem frase que é segredo não vou mostrar para ouvinte explicar para mim, o ProDeaf me ajuda. (Sujeito Surdo2) Passa-se agora à discussão das fragilidades que emergiram dos discursos com relação aos aplicativos. Estes elementos foram classificadas em 5 categorias, apresentadas pela ordem de incidência: (G) dicionário de sinais restrito e a consequente prática do português sinalizado; (H) dificuldades técnicas quanto ao uso da ferramenta ou alguma de suas funcionalidades; (I) ausência do parâmetro de expressão facial/corporal; (J) aplicativo vinculado a dispositivos móveis de custo elevado e (K) traduções incorretas (conforme apresentado na Figura 1). As categorias G, I e K apresentam algumas restrições dos aplicativos, que podem ser entendidas como fragilidades temporárias. Uma vez que ambos os aplicativos passaram a ser distribuídos recentemente, seus repertórios de sinais e atendimento a todos os parâmetros da Libras ainda estão em expansão. Essas ferramentas oportunizam funcionalidades que permitem ao usuário solicitar o desenvolvimento de algum sinal ausente ou ainda, notificar a realização de uma tradução incorreta. A ausência do sinal correspondente à palavra solicitada implica na realização do português sinalizado, ou datilologia, caracterizada pela soletração do termo por meio do alfabeto em Libras. Essa prática não auxilia de fato o surdo, pois português sinalizado não corresponde à comunicação realizada por meio da língua gestual-visual. Pode-se destacar ainda que, segundo os desenvolvedores, o aplicativo ProDeaf lançará uma ferramenta que permitirá que não apenas os desenvolvedores dos aplicativos, mas, que também usuários

9 comuns possam editar novos sinais e incluí-los ao arcabouço linguístico do dicionário do aplicativo, funcionalidade que poderá imprimir qualidade à ferramenta. A categoria J diz respeito a um aspecto que pode restringir a potencialidade inclusiva dos aplicativos, que esses estão atrelados ao uso de dispositivos móveis do tipo smartphone e tablet, que apresentam custos geralmente elevados 3. Cabe, aqui ressaltar que se necessário fosse adquirir um aparato tecnológico específico para o uso desse tipo de aplicativo, mais uma vez teríamos um fator financeiro como excludente. A associação dos aplicativos a dispositivos móveis apresenta ainda o caráter de mobilidade, fundamental para processos de interação social em variados espaços, onde nem sempre é possível ter acesso a um computador convencional. 6 Considerações Finais Embora tenham emergido categorias de análise que apontam tanto para aspectos positivos quanto negativos das ferramentas, a totalidade dos sujeitos envolvidos apresentou posicionamentos favoráveis à utilização dos aplicativos, mesmo em situações nas quais foram apontadas fragilidades. Ressalta-se que a incidência de fragmentos discursivos positivos foi superior aos negativos, na proporção de 25 para 11, de um total de 36. Tais elementos atestam a aceitação das ferramentas junto ao universo de sujeitos desta pesquisa. A análise de incidência de discursos deflagra o potencial inclusivo da ferramenta (categoria A) como elemento preponderante, o que reafirma o pressuposto a partir do qual as ferramentas foram desenvolvidas, visando processos de socialização, logo andaimento de processos interacionais [Vygotsky, 2010], assim como a facilitação da interação entre surdos e ouvintes evita processos de segregação social [Warschauer, 2006], promovendo experiências de escolarização inclusivas [Quadros 2013]. Evidencia-se que a facilidade de uso das ferramentas destacada pelos sujeitos contribui para o acesso e a popularização destes recursos, conforme estudos relativos à usabilidade [Nielsen, 2003]. Outras categorias que tiveram menor incidência - mas apresentaram novas variáveis na avaliação do potencial das ferramentas - dizem respeito à promoção da autonomia e da subjetivação - constituição íntima do sujeito surdo [Touraine, 2009; Melucci, 2004]. A tradução automática não apenas possibilita o acesso ao conteúdo textual de redes sociais ou mensagens de texto, mas ela permite também que o sujeito surdo traduza ou conheça termos que, por motivos íntimos, ele não gostaria de solicitar a um ouvinte ou intérprete. No que diz respeito às fragilidades, acredita-se que parte delas esteja relacionada ao recente surgimento dos aplicativos, que devem ser ampliados, na medida em que forem utilizados, porquanto essa é uma premissa dos desenvolvedores. Contudo, a fragilidade apontada com relação ao custo dos dispositivos móveis, aos quais os aplicativos estão vinculados, é uma discussão complexa, na medida em que a mobilidade é um fator fundamental para o potencial inclusivo destes e que um aparato 3 A equipe do ProDeaf já disponibilizou uma versão da ferramenta executável a partir de um computador com acesso à internet (http://www.prodeaf.net/). O aplicativo, entretanto, exige vinculação a uma conta na rede social Facebook, podendo ser um possível impedimento para sujeitos que não quiserem aderir à rede.

10 exclusivo para a ferramenta seria ainda mais difícil de ser adquirido do que celulares e tablets, já presentes no cotidiano. Embora esse seja um estudo inicial acerca dos aplicativos analisados, entende-se que ao mediarem processos interacionais de maneira assistiva, esses realizam o andamento [Vygotsky, 2010] dos sujeitos surdos em caráter formal e informal, no que se refere ao contexto escolar. O estabelecimento do diálogo entre o fator individual para com o contexto social permite à pessoa surda que essa perceba-se como inserida em uma sociedade que visa a equidade das relações sociais. Deste modo, é possível inferir que os sujeitos envolvidos neste estudo situam os aplicativos como ferramentas potencialmente inclusivas e socializadoras, capazes de promover a ampliação do arcabouço linguístico dos usuários e que, ainda, situam o sujeito em seus processos de subjetivação e autonomia. Trabalhos futuros incluem a ampliação do universo de sujeitos pesquisados. 7 Referências Bardin, L. (2007) Análise de conteúdo. Lisboa: Ed. 70. Cook, A.M. e Hussey, S. M. (1995) Assistive Technologies: Principles and Practices. St. Louis, Missouri. Mosby - Year Book, Inc. Dametto, J.. A aparição clínica da experiência virtual: redes sociais e vivências (inter) subjetivas do adulto jovem. In: II-Seminário Nacional de Inclusão Digital - Senid 2013, 2013, Passo Fundo: UPF, p Levy, P. (2000) Cibercultura. 2. Ed. São Paulo: Ed. 34. Melucci, A. (2004) O jogo do eu: a mudança de si em uma sociedade global. São Leopoldo, RS: Editora Unisinos. Moraes, R.. (2003) Uma tempestade de luz: a compreensão possibilitada pela análise textual discursiva. Ciência Educação, Bauru, SP, v. 9, n. 2, p Nielsen, J. (2003) Introduction to Usability. Alertbox: Current Issues in Web Usability. [S.I.:s.n.] Disponível em: <http://www.useit.com/alertbox/ html>. Acesso em maio Quadros, R. M. de. (2003) Situando as diferenças implicadas na educação de surdos: inclusão/exclusão. Ponto de Vista, Florianópolis, n.05, p Santarosa, L.M.C e Conforto,D. (2012) Formação de Professores em Tecnologias Digitais Acessíveis. Porto Alegre: Evangraf. Touraine, A. (2009) Pensar outramente o discurso interpretativo dominante. Petrópolis, RJ: Vozes. Vygotsky, L.S. (2010) A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 4ª ed. Warschauer, M. (2006) Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. São Paulo: Senac, 319p. Werstch, J. (1988) Vygotsky y la formación social de la mente. Série Cognición y desarrollo humano.barcelona: Ed. Paidós. Wrigley, O. (1996) The politics of deafness. Washington: Gallaudet University Press.

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