OS IMPACTOS DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA PRODUÇÃO LITERÁRIA DA CULTURA SURDA BRASILEIRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS IMPACTOS DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA PRODUÇÃO LITERÁRIA DA CULTURA SURDA BRASILEIRA"

Transcrição

1 26 OS IMPACTOS DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA PRODUÇÃO LITERÁRIA DA CULTURA SURDA BRASILEIRA Resumo Angela Nediane dos Santos UFPEL Violeta Porto Moraes - UFPEL Apresentamos aqui um recorte das análises do Projeto Produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira, que tem como objetivo mapear, coletar, analisar e dar visibilidade às produções culturais das comunidades surdas brasileiras. O foco da análise apresentada são os impactos das tecnologias de informação e comunicação na produção literária da cultura surda brasileira. A partir do momento em que as obras são disponibilizadas em formato digital criamse condições de possibilidade para que as produções sejam realizadas em língua de sinais ou contadas nesta língua. Ou seja, é possibilitado o registro visual de uma cultura que é visual. Desse modo, tais tecnologias interferem tanto na visibilidade, quanto na produção, circulação e consumo da língua de sinais, e de alguma maneira, da cultura surda na literatura. Com isto, faz fervilhar inúmeras representações sobre os surdos, sua língua e sua cultura, emergindo heterogêneos modos de narrá-los. Certamente as tecnologias de informação e comunicação exerceram e ainda exercem um grande impacto na produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira, no sentido de possibilitar a ampliação da quantidade de obras literárias que abordam questões relacionadas à surdez, aos surdos, à língua de sinais e aos demais elementos da cultura surda. Ao tomarmos as literaturas como pedagogias culturais, as entendemos como espaços privilegiados de ensino. E ao serem potencializadas, por serem produzidas na modalidade visual, podem ensinar ainda mais, já que neste caso específico, contempla elementos visuais da cultura surda. E quando esta literatura tem como tema os surdos, sua língua e sua educação, ela ensina algo sobre tais assuntos. Resta-nos investigar e analisar quais são estas representações e a partir de qual viés elas falam. Palavras-chave: tecnologias de informação e comunicação; produção literária; pedagogia cultural. Este artigo é um recorte das análises que estão sendo realizadas no Projeto Produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira (Programa Pró-Cultura CAPES/MINC) que tem como objetivo mapear, coletar e analisar as produções culturais das comunidades surdas brasileiras, assim como dar visibilidade a tais produções. Este projeto filia-se ao campo dos Estudos Culturais em Educação, por entender a cultura como campo de luta em torno de significação social e aos Estudos Surdos, por conceber a cultura surda como espaço de contestação e de constituição de identidades e diferenças. Integram o Projeto, três Instituições Federais de Educação Superior: Universidade Federal de Santa Maria, Universidade Federal de Pelotas e Universidade Federal do Rio Grande do Sul, as quais são responsáveis por mapear e analisar um Livro 3 - p

2 27 segmento específico da produção cultural: vídeos veiculados pela internet, editoriais e produções acadêmicas de surdos, respectivamente. Trataremos aqui, especificamente, das Produções Editoriais que estejam oficializadas por uma autorização editorial. O foco da análise apresentada são os impactos das tecnologias de informação e comunicação na produção, consumo e circulação da cultura surda brasileira, mais especificamente, nos editoriais relacionados. Produção literária sobre surdos e surdez: algumas notas Com o intuito de delimitar a pesquisa, foi escolhido o período da década de 90 do século XX em diante, para o mapeamento e a coleta dos materiais, devido à importância desta década para o movimento surdo. Neste contexto, a língua de sinais se fortalece no interior das comunidades surdas e passa a ganhar cada vez mais visibilidade, culminando no reconhecimento oficial da Língua Brasileira de Sinais, em 2002, através da Lei Federal nº de 24 de abril de Segundo Thoma e Klein (2010), os anos 90 do século XX podem ser lembrados como o tempo da mobilização e do fortalecimento dos movimentos surdos no Brasil. (p. 110). Ao final da década de 80 e início de 90 há lutas pelo reconhecimento da língua de sinais como primeira língua dos surdos, como também a surdez sendo narrada como diferença, tornando-se necessárias outras condições de vida e ensino para esses sujeitos. Com a criação do Núcleo de Pesquisa em Políticas Educacionais para Surdos (NUPPES) - vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - no ano de 1996 aumenta o número de pesquisas em educação de surdos, o que potencializou a formação de professores de surdos, intérpretes de língua de sinais e pesquisadores (surdos e ouvintes) e a educação de surdos passa a ter maior visibilidade no cenário educacional nacional. No entanto, o NUPPES nunca agiu de forma isolada, suas ações possibilitaram que houvesse parcerias entre universidade e movimentos surdos. Um exemplo dessa parceria foi com a FENEIS, na promoção do primeiro curso de Intérpretes de língua de sinais e, na sequência, de Instrutores Surdos do Rio Grande do Sul. No ano de 1999 aconteceu o V Congresso Latino Americano de Educação Bilíngue para Surdos, quando foi elaborado pela comunidade surda e encaminhado pela FENEIS ao MEC/SEESP um documento intitulado Que educação nós surdos queremos, [...] que se tornou referência para a discussão de políticas educacionais Livro 3 - p

3 28 para surdos no Brasil e embasou a discussão de projetos político-pedagógicos de várias escolas de surdos no país. (THOMA; KLEIN, 2010, p. 112). Todas essas mudanças, tanto no âmbito da legislação, quanto de pesquisas na área da educação dos surdos, vêm produzindo mudanças significativas no modo como percebemos e representamos os surdos. No momento em que o surdo passa a ser visto a partir de uma perspectiva cultural e antropológica, esse olhar acaba repercutindo em diferentes esferas sociais. Anos 2000: o boom das produções literárias que envolvem elementos da cultura surda Em relação às produções literárias, foco do recorte da pesquisa que aqui apresentamos, é possível perceber grandes mudanças. De acordo com Silveira (2000), no Brasil, observava-se nas décadas de 80 e 90, uma [...] escassez da abordagem da temática da surdez ou mesmo da presença de personagens surdos nos enredos, que poderia ser tributada a diversos fatores, como: a dificuldade de a própria literatura infantil lidar com temas tabu como esse, a pouca atratividade que tal tema imprimiria ao livro infantil (não podemos esquecer o quanto os parâmetros da vendagem e da comercialização imprimem direção às linhas editoriais) ou, mesmo, a invisibilidade dessa questão nas relações sociais cotidianas e no conjunto de grandes temáticas que dominam a mídia e, em conseqüência, o imaginário de grande parcela de populações urbanas. (p. 179) A autora está se referindo, especificamente, à literatura infantil. Em pesquisa publicada no ano 2000, Silveira encontrou apenas sete obras de literatura infantil que tinham em seu enredo personagens surdos ou tematizavam sobre a surdez. Tais livros foram escritos por ouvintes, nos quais predominava uma perspectiva clínica e medicalizada da surdez, que através dos tentáculos da pedagogia e da regulação social, pretende normalizar o surdo. (SILVEIRA, 2000, p. 201). No entanto, o que percebemos na pesquisa em andamento relacionada à produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira é que houve, a partir da década de 90, mais especificamente, a partir do ano 2000, uma explosão de produções literárias que, além de enfatizar o sujeito surdo, abordam questões relacionadas à cultura surda, o que não se percebia anteriormente. É preciso esclarecer que estamos nos referindo às produções com divulgação em grande escala. Porém, no que se refere às Livro 3 - p

4 29 produções culturais surdas, essas já existiam no interior das comunidades surdas, como por exemplo, a contação de histórias, piadas, teatro, entre outros. Tal fato pode ser legitimado a partir de outras pesquisas de análises literárias que tem os surdos e sua cultura como foco, as quais vêm sendo realizadas após o ano Exemplos dessas são, uma análise de materiais produzidos entre 2000 e 2005, de Karnopp e Machado (2006) e a pesquisa sobre A diferença em livros infantis recentes representações de surdos e de surdez (SILVEIRA, BONIN, SILVEIRA, 2011). A partir dessa percepção do aumento significativo das produções editorias que abordam a temática da surdez e da língua de sinais, surgiram as primeiras inquietações: essas produções em grande escala poderiam estar relacionadas ao reconhecimento da Libras, como língua oficial dos surdos brasileiros? Por que antes não eram publicadas tais produções? Como a Libras é narrada nestas histórias? De que modo é representada? E os surdos e a surdez, sob que perspectiva são narrados? Isso poderia estar atrelado às atuais políticas de inclusão? Anteriormente, em outros artigos (SANTOS; MORAES, 2011 e SANTOS; SILVA; CARDOSO; MORAES, 2011), foram problematizadas essas questões. Verificou-se nas análises realizadas das obras literárias que abordam questões relativas à língua de sinais, aos surdos, à cultura surda e à surdez, que a língua de sinais é muitas vezes significada como marca cultural desta comunidade. No entanto, esta língua também é utilizada a partir de outro viés, para reafirmar as políticas de inclusão. Percebemos, desse modo, uma incoerência, visto que apesar da ampliação na quantidade das produções que abordam questões relacionadas aos surdos, à surdez e à língua de sinais, estas continuam falando a partir de uma mesma perspectiva. Thoma e Klein (2010) corroboram com esta problematização, afirmando que apesar dessas conquistas, a Educação de Surdos no Brasil corre o risco de manter as práticas excludentes do passado. Embora ela não seja mais orientada pelas práticas de oralização, continuamos presenciando a imposição da língua e da cultura ouvinte através da Política de Inclusão [...] (p. 120) Não iremos nos deter em tais discussões, visto que, neste artigo pretendemos analisar os impactos das tecnologias de informação e comunicação na produção literária da cultura surda brasileira. Produção, circulação e consumo da literatura surda em formato digital Livro 3 - p

5 30 No que tange às produções editoriais, até o momento, foram catalogadas pela pesquisa noventa e duas (92) obras, impressas e/ou em formato digital (CD e/ou DVD) (KARNOPP [et alli], 2011). A coleta das obras foi realizada primeiramente com os materiais disponíveis entre os participantes da pesquisa, seguido de empréstimo de livros alcançados por pessoas que se disponibilizaram a isso. Posteriormente, realizouse buscas em sites de editoras, com acesso predominante aos catálogos e em alguns livros virtuais. Tais obras foram escritas tanto por pessoas surdas, quanto por pessoas ouvintes. A principal característica observada para a coleta e catalogação das obras foi a presença, em seu enredo, de temáticas relacionadas aos surdos e sua língua, ou seja, que contemplasse elementos da cultura surda ou que simplesmente tematizasse sobre a surdez. Foi possível constatar uma expressiva quantidade de obras que se apresentam na forma de DVD, CD e livro digital. Além, é claro, das versões impressas acompanhadas de recursos digitais (Cd ou Dvd). Também foram encontradas obras somente em versões impressas, mas em menor quantidade (VER ANEXO 1). Até o final do século XX os editoriais que abordavam a temática da surdez e da língua de sinais eram raros, e ainda mais raras eram as versões filmadas. O fenômeno da crescente produção sobre esta temática, bem como sua apresentação em formato digital pode ter ocorrido devido ao fácil acesso às ferramentas das tecnologias da informação e comunicação que possibilitam produções com recursos diferenciados. Atualmente, devido às novas tecnologias são facilitadas a produção e o consumo desses materiais. De acordo com Rosa e Klein (2011), vários materiais de multimídias em língua de sinais foram distribuídos nos últimos anos. Entre eles, encontramos produções variadas de literatura surda, desde histórias traduzidas, adaptadas ou criadas por surdos ou ouvintes. Muitas pessoas têm acesso a esses materiais de multimídias sinalizados, circulando entre os surdos, suas famílias e escolas, pois fica mais claro e fácil o entendimento. (p. 92) No momento em que as obras são disponibilizadas em formato digital é possível que as produções sejam realizadas em língua de sinais ou contadas nesta língua. Ou seja, é possibilitado o registro visual de uma cultura que é visual. Nesse sentido, isso interfere tanto na visibilidade, quanto na produção, circulação e consumo da língua de sinais, e de alguma maneira, da cultura surda. Livro 3 - p

6 31 Ao se ter mais obras que tratam do assunto, ou seja, mais produções relacionadas à cultura surda, consequentemente aumenta-se e potencializa-se a circulação e o consumo desta cultura. Isso também faz fervilhar inúmeras representações sobre os surdos, sua língua e sua cultura, emergindo heterogêneos modos de narrá-los. Além dos CD s, DVD s, livros digitais e livros impressos acompanhados de recursos digitais, há hoje também a rede mundial de computadores internet através da qual a cultura surda vem circulando. Conforme argumentam Rosa e Klein (2011) a atualidade é marcada por um grande avanço tecnológico, e os surdos aproveitam as tecnologias como estratégia para conviver melhor nesse mundo em igualdade de condições com os ouvintes. Alguns exemplos dessas inovações: uso dos celulares para envio e recebimento de mensagens de texto, a internet para a comunicação através do MSN, e_mails, webcam, vídeos e diversos outros sites que servem de informação, Telecommunications Device for the Deaf (TDD), campainhas luminosas, alarme vibratório, babá eletrônica, máquinas fotográficas e filmadoras, entre outros. A expansão dessas tecnologias cria condições de possibilidade de os surdos compartilharem suas experiências, de estabelecerem espaços de construção de significados sobre o ser surdo, utilizando-se das diversas mídias, postando histórias, anedotas, informações das mais diversas. O ser surdo não mais se restringe a um encontro surdo-surdo presencial, mas potencializa-se nos múltiplos encontros virtuais que surgem na atualidade. (p. 93) Partimos da ideia de que a mídia não é apenas informação, é também produtora de sujeitos, tendo, dessa maneira, o poder de narrar o outro, dizendo como está constituído, como funciona, que atributos possui, é quem dá as cartas da representação, ou seja, é quem estabelece quem tem ou não estatuto de realidade (COSTA, 2000, p 77). Nesse sentido, podemos afirmar que a literatura apresenta-se como uma ferramenta de narração do outro, podendo ser entendida como pedagogia cultural. Literatura que aborda a temática da surdez como pedagogia cultural Dentro do campo dos estudos culturais a noção de pedagogia é ampliada para além dos muros da escola, ou seja, para outros locais envolvidos também com a produção de conhecimento, tais como parques, museus, cinema, livros, artes, músicas, publicidade, dentre tantos outros. O termo pedagogia é entendido aqui [...] como um Livro 3 - p

7 32 conceito abrangente que vai além do conjunto de métodos e técnicas escolares para a prática de ensino. É entendida como prática cultural [...] (FABRIS, 2002, p. 124). As pedagogias culturais estão implicadas com a construção das identidades, ou dito de outro modo, elas educam, produzem conhecimentos, produzem identidades e ensinam modos de ser e estar no mundo. Um exemplo de pedagogia cultural é a literatura infantil, a qual [...] também comporta pedagogias culturais como outros artefatos o fazem, sem ter, em sua origem, um intuito educativo, mas (como a publicidade) ou de entretenimento (como desenhos animados)-, parecerá evidente a impossibilidade de autonomia da literatura infantil em relação a efeitos formadores da própria subjetividade de seus leitores. Na medida em que traz representações, enredos, ações que se encaixam em determinados quadros de referência e situações apresentadas às vezes como modelares ou, no mínimo, como corriqueiras, normais, a literatura abre um convite para o leitor e a leitora se situarem num mudo dado, para se identificarem com um outro personagem. A literatura para crianças mesmo sem ser intencionalmente pedagógica- produz subjetividades, educa, ensina. (KIRCHOF; SILVEIRA, 2009, p, 147) Ao tomarmos as literaturas como pedagogias culturais, as entendemos como espaços privilegiados de ensino. E quando esta literatura tem como tema os surdos, sua língua e sua educação, ela ensina algo sobre tais assuntos, não diferindo das demais. E ao ser potencializada, por ser produzida na modalidade visual, pode ensinar ainda mais, já que neste caso específico, contempla elementos visuais da cultura surda. Possibilitar o registro visual é o mesmo que [...] encontrar formas de escrever e apresentar as histórias que traduzam a modalidade visual que os surdos utilizam para narrar suas histórias de vida, piadas, mitos, lendas..., sem perder o movimento que as mãos produzem, as expressões corporais e faciais que vão construindo e desvendando o enredo, as personagens, o cenário. (KARNOPP, 2006, p. 102) No entanto, garantir o registro visual das obras, disponibilizando-as em formato digital conjugado ou não com o impresso não garante que os elementos da cultura surda estejam presentes em tais obras, ou mesmo, o modo como tais elementos estão sendo utilizados. Certamente as tecnologias de informação e comunicação exerceram e ainda exercem um grande impacto na produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira. Impacto que se dá no sentido de possibilitar a ampliação da quantidade de Livro 3 - p

8 33 obras literárias que abordam questões relacionadas à surdez, aos surdos, à língua de sinais e aos demais elementos da cultura surda Ao ser cada vez mais potencializada a produção, a circulação e o consumo da cultura surda brasileira através da produção editorial de livros disponibilizados em formato digital, as representações sobre quem é o surdo, o que é a sua língua e em que escola ele deve estar, certamente estão se proliferando. Resta-nos investigar e analisar quais são estas representações e a partir de qual viés elas falam. Referências: COSTA, Marisa Vorraber. Mídia, magistério e política cultural. (org). Estudos Culturais em Educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFGRS, 2000.p FABRIS, Elí T. Henn. Cinema e educação. In: OLIVEIRA, Inês Barbosa de; SGARB, Paulo (orgs.). Redes culturais, diversidades e educação. Rio de Janeiro: DP&A, KARNOPP, Lodenir Becker. Literatura surda. In: ETD Educação Temática Digital, Campinas, v.7, n.2, p , jun ISSN: [et alli]. Produção, circulação e consumo da cultura surda brasileira: Relatório de cumprimento de objeto relatório parcial - CAPES/MinC. Porto Alegre, [digitado] KARNOPP, Lodenir Becker; MACHADO, Rodrigo N. Literatura surda: ver histórias em língua de sinais. In: 2º Seminário Brasileiro de Estudos Culturais em Educação 2 SBECE. Canoas/RS: ULBRA, 2006, p. 1-13; KIRCHOF, Edgar; SILVEIRA, Rosa Hessel. A literatura infantil e a pedagogia do politicamente correto: um estratégia mercantil. In: COSTA, Marisa Vorraber. (Org.). A educação na cultura da mídia e do consumo. Rio de Janeiro: Lamparina, p Livro 3 - p

9 34 ROSA, Fabiano Souto; KLEIN, Madalena. O que sinalizam os professores surdos sobre literatura surda em livros digitais. In: KARNOPP, Lodenir Becker; KLEIN, Madalena; LUNARDI-LAZZARIN, Marcia Lise (orgs). Cultura surda na contemporaneidade: negociações, intercorrências e provocações. Canoas: Ed. da ULBRA, SANTOS, Angela Nediane; MORAES, Violeta Porto. A língua de sinais como estratégia para a promoção da inclusão: uma análise acerca do Kit Educação de Surdos /MEC. In: Anais do 4º Seminário Brasileiro de Estudos Culturais e Educação e 1º Seminário Internacional de Estudos Culturais e Educação. Canoas, RS: Editora da ULBRA, p.1-11 SANTOS, Angela Nediane dos Santos, SILVA, Bianca Gonçalves da; CARDOSO, Raquel R. Barcellos; MORAES, Violeta Porto. Diferentes usos da cultura surda na literatura: a língua de sinais atravessada por marcas culturais e ressignificada nos processos de inclusão. In: KARNOPP, Lodenir Becker; KLEIN, Madalena; LUNARDI- LAZZARIN, Marcia Lise (orgs). Cultura surda na contemporaneidade: negociações, intercorrências e provocações. Canoas: Ed. da ULBRA, SILVEIRA, Rosa Hessel. Contando histórias sobre surdos(as) e surdez. In: COSTA, Marisa Vorraber (org.). Estudos Culturais em educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema... Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2000, p SILVEIRA, Rosa; BONIN, Iara; SILVEIRA, Carolina. A diferença em livros infantis recentes representações de surdos e de surdez. (Texto digitado). Trabalho apresentado no II Seminário Internacional sobre Exclusão, Inclusão e Diversidade na educação. João Pessoa, março de 2011; THOMA, Adriana da Silva; KLEIN, Madalena. Experiências educacionais, movimentos e lutas surdas como condições de possibilidade para uma educação de surdos no Brasil. In: Cadernos de Educação Educação de Surdos / Faculdade de Educação UFPel Ano 19, n.36 (mai.-ago. 2010) Pelotas: Ed. UFPel, 2010, p Livro 3 - p

10 35 ANEXO 1 Suporte dig imp imp/dig imp/dvd 1% 20% 42% 37% SUPORTE Distribuição Frequência Digital 39 42% Impresso 34 37% Impresso/digital 18 20% Impresso/DVD 1 1% TOTAL OBRAS COLETADAS % Livro 3 - p

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

CONTOS DE FADAS EM LIBRAS. Profª Me Luciana Andrade Rodrigues UNISEB

CONTOS DE FADAS EM LIBRAS. Profª Me Luciana Andrade Rodrigues UNISEB CONTOS DE FADAS EM LIBRAS Profª Me Luciana Andrade Rodrigues UNISEB CONTEÚDO - Contos de Fadas; - Fábulas; - Vídeos de contação de histórias; - Entrevista OBJETIVOS -Apresentar aos professores como é o

Leia mais

Deficiência auditiva parcial. Annyelle Santos Franca. Andreza Aparecida Polia. Halessandra de Medeiros. João Pessoa - PB

Deficiência auditiva parcial. Annyelle Santos Franca. Andreza Aparecida Polia. Halessandra de Medeiros. João Pessoa - PB 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA COMITÊ DE INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE MATERIAL DIDÁTICO- ORIENTAÇÕES AOS DOCENTES Deficiência auditiva parcial Annyelle Santos Franca Andreza Aparecida Polia Halessandra

Leia mais

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação

Esfera: 10 Função: 12 - Educação Subfunção: 367 - Educação Especial UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Programa 1374 Desenvolvimento da Educação Especial Numero de Ações 16 Ações Orçamentárias 0511 Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Produto: Projeto apoiado UO: 26298 - Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS

INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: A GESTÃO DAS DIFERENÇAS LINGUÍSTICAS Patrícia Graff (Universidade Federal de Santa Maria UFSM¹) (Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul UNIJUI²) Um

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

ELIZANETE FÁVARO TÉCNICO- PEDAGÓGICA SEED/DEEIN DIRETORA REGIONAL FENEIS Pedagoga e Professora da Língua de Sinais netefavaro@hotmail.

ELIZANETE FÁVARO TÉCNICO- PEDAGÓGICA SEED/DEEIN DIRETORA REGIONAL FENEIS Pedagoga e Professora da Língua de Sinais netefavaro@hotmail. MOVIMENTO SURDO E CIDADANIA ELIZANETE FÁVARO TÉCNICO- PEDAGÓGICA SEED/DEEIN DIRETORA REGIONAL FENEIS Pedagoga e Professora da Língua de Sinais netefavaro@hotmail.com Extermínio e abandono social EXISTE

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Nome da Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais/ NÚCLEO DE APOIO À INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS Responsável pelo preenchimento das informações: HELIANE

Leia mais

A DESCRIÇÃO DO NOVO PERFIL PROFISSIONAL EXIGIDO EM PROCESSOS SELETIVOS DO RJ A ATUAÇÃO DO PROFESSOR- INTÉRPRETE NA EDUCAÇÃO DE SURDOS.

A DESCRIÇÃO DO NOVO PERFIL PROFISSIONAL EXIGIDO EM PROCESSOS SELETIVOS DO RJ A ATUAÇÃO DO PROFESSOR- INTÉRPRETE NA EDUCAÇÃO DE SURDOS. A DESCRIÇÃO DO NOVO PERFIL PROFISSIONAL EXIGIDO EM PROCESSOS SELETIVOS DO RJ A ATUAÇÃO DO PROFESSOR- INTÉRPRETE NA EDUCAÇÃO DE SURDOS. RENATA DOS SANTOS COSTA BORGES (INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA

EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA EDUCAÇÃO INFANTIL E CLASSES MULTISSERIADAS NO CAMPO SOB UM OLHAR IDENTITÁRIO E DE CONQUISTA RESUMO DE LIMA,Claudia Barbosa 1 GONÇALVES, Danielle Balbino Souto 2 HERMENEGILDO, Raquel do Nascimento 3 LIMA,

Leia mais

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido.

Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Realização de rodas de conversa e de troca de conhecimento para intercâmbio do que foi desenvolvido e produzido. Criar novos mecanismos de intercâmbio e fortalecer os programas de intercâmbio já existentes,

Leia mais

ANEXO I - EDITAL Nº 15/2015 QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINA E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA

ANEXO I - EDITAL Nº 15/2015 QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINA E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA INSTITUTO FEDERAL DO AMAZONAS PRÓ-REITORIA DE ENSINO PROCESSO SELETIVO DO 2º SEMESTRE 205 ANEXO I - EDITAL Nº 5/205 QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINA E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA

Leia mais

Breve histórico da profissão de tradutor e intérprete de Libras-Português

Breve histórico da profissão de tradutor e intérprete de Libras-Português O TRABALHO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS-PORTUGUÊS NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS BRASILEIRAS. Resumo Autores: Sônia Aparecida Leal Vítor Romeiro Isabella Noceli de Oliveira Carla Couto de Paula Silvério

Leia mais

Mulheres Periféricas

Mulheres Periféricas PROGRAMA PARA A VALORIZAÇÃO DE INICIATIVAS CULTURAIS VAI SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA São Paulo, fevereiro de 2011 Mulheres Periféricas Proponente RG: CPF: Rua Fone: E-mail: 1 Índice Dados do Projeto

Leia mais

LEGISLAÇÃO PERTINENTE À EDUCAÇÃO DOS SURDOS

LEGISLAÇÃO PERTINENTE À EDUCAÇÃO DOS SURDOS EDUCAÇÃO E SURDEZ Daniele Campos Laino Cardoso 1 Sebastiana Rosa da Silva 2 Solange Conceição da Cruz Machado 3 A Língua Brasileira de Sinais (Libras) - embora reconhecida oficialmente em todo o território

Leia mais

Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO. Marlécio Maknamara. META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação.

Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO. Marlécio Maknamara. META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação. Aula2 ESTUDOS CULTURAIS E EDUCAÇÃO META Conhecer aportes dos Estudos Culturais em sua conexão com a Educação. OBJETIVOS Ao fi nal desta aula, o aluno deverá: Reconhecer os Estudos Culturais como campo

Leia mais

Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança e ao Adolescente Surdo (SACAS).

Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança e ao Adolescente Surdo (SACAS). Temática(s): Acessibilidade em Biblioteca Tipo de Trabalho: Trabalho Técnico-Científico Título do trabalho: Acessibilidade na Biblioteca Anísio Teixeira (BAT): as ações do Setor de Atendimento a Criança

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO PROPOSTA DE EDUCAÇÃO BILÍNGUE VOLTADA À SURDEZ NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO Cristiane Correia Taveira, IHA/SME-Rio Laura Jane Belém, IHA/SME-Rio Micheli Accioly, IHA/SME-Rio Miriam Frias Nascimento,

Leia mais

EDITAL Nº 001/2014 DED/PROEN/IFAM ANEXO I QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINAS E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA.

EDITAL Nº 001/2014 DED/PROEN/IFAM ANEXO I QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINAS E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA. EDITAL Nº 00/204 DED/PROEN/IFAM ANEXO I QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS POR DISCIPLINAS E CURSOS LICENCIATURA EM FÍSICA Módulo I Educação a Distância e Ambiente Virtual de Aprendizagem História e

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador

Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador Orientações para informação das turmas do Programa Mais Educação/Ensino Médio Inovador 1. Introdução O Programa Mais Educação e o Programa Ensino Médio Inovador são estratégias do Ministério da Educação

Leia mais

O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo. Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro

O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo. Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro O lazer, a educação e o Programa Segundo Tempo Victor Melo, Angela Brêtas, Monica Monteiro Universidade Federal do Rio de Janeiro O que é lazer? Quando atuamos no âmbito do lazer podemos destacar dois

Leia mais

Comunicação e Cultura Fortaleza

Comunicação e Cultura Fortaleza Comunicação e Cultura Fortaleza Contexto Em Fortaleza, o projeto Mudando sua Escola, Mudando sua Comunidade, Melhorando o Mundo! trabalhou nas atividades de produção de jornais escolares com a participação

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

Portal de conteúdos Linha Direta

Portal de conteúdos Linha Direta Portal de conteúdos Linha Direta Tecnologias Educacionais PROMOVEM SÃO Ferramentas Recursos USADAS EM SALA DE AULA PARA APRENDIZADO SÃO: Facilitadoras Incentivadoras SERVEM Necessárias Pesquisa Facilitar

Leia mais

Propriedade intelectual e políticas de comunicação

Propriedade intelectual e políticas de comunicação 1 Fórum Para entender os eixos focais Propriedade intelectual e políticas de comunicação Graça Caldas O texto do prof. Rebouças oferece uma importante revisão histórica sobre os conceitos que permeiam

Leia mais

Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão

Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão Modalidade: Comunicação oral/sinais Eixo temático: Tradução/interpretação de língua de sinais: identidades em questão TÍTULO: QUEM É O INTÉRPRETE DE LIBRAS: A PERSPECTIVA DO ALUNO SURDO NO CONTEXTO DO

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Metas EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira.

BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA. Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 1 PROJETO SETORIAL INTEGRADO BRASIL ARTE CONTEMPORÂNEA Programa Setorial Integrado de Promoção às Exportações da Arte Contemporânea Brasileira. 2 Introdução O Ministério da Cultura, sugeriu a Fundação

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR

ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR ANÁLISE DOS OBJETIVOS PRESENTES NOS TRABALHOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL APRESENTADOS NO IX EPEA-PR Resumo FRANZÃO, Thiago Albieri UEPG/GEPEA thiagofranzao@hotmail.com RAMOS, Cinthia Borges de UEPG/GEPEA cinthiaramos88@yahoo.com.br

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1

ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 ATUAÇÃO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LÍNGUA DE SINAIS/ LÍNGUA PORTUGUESA NO IES 1 FILIETAZ, Marta R. Proença, martafilietaz@hotmail.com Face à emergência da obrigatoriedade legal da presença do intérprete

Leia mais

Mais Cultura nas Escolas

Mais Cultura nas Escolas Mais Cultura nas Escolas O que é o Programa Mais Cultura nas Escolas? Projeto Andarilha das Letras, Circulação Literária/ FUNARTE É o encontro de projetos pedagógicos de escolas da rede pública com experiências

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias

EDUCAÇÃO ESPECIAL. Estratégias EDUCAÇÃO ESPECIAL Metas Meta 4 (compatível com a meta do Plano Nacional de Educação) Meta 4: universalizar, para a população com deficiência, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1

O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1 O DESAFIO DE AVALIAR UM CURSO SUPERIOR A DISTÂNCIA INSTITUÍDO A PARTIR DE PARCERIAS ENTRE PAÍSES. 1 Jane aparecida Gonçalves de Souza 2 Universidade Católica de Petrópolis cidijane@gmail.com RESUMO Pensar

Leia mais

UFRN PS 2015.2 Letras Libras/Língua Portuguesa THE 1

UFRN PS 2015.2 Letras Libras/Língua Portuguesa THE 1 UFRN PS 2015.2 Letras Libras/Língua Portuguesa THE 1 QUESTÃO 1 Os classificadores são recursos da Libras representados por configurações de mãos usadas para expressar formas de objetos, pessoas e animais,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR?

ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? ESTUDAR E BRINCAR OU BRINCAR E ESTUDAR? O que dizem as crianças sobre o brincar e a brincadeira no 1 ano do Ensino Fundamental? Resumo JAIRO GEBIEN - UNIVALI 1 Esta pesquisa visa investigar os momentos

Leia mais

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Resenhas 161 ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Márcia Moreira Pereira* marcia.moreirapereira@gmail.com *Possui graduação em Letras pela Universidade

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. Secretaria de Educação Especial/ MEC

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO. Secretaria de Educação Especial/ MEC POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ALTAS HABILIDADES / SUPERDOTAÇÃO Secretaria de Educação Especial/ MEC Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva Objetivo Orientar os sistemas

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

A DISPERSÃO DOS SURDOS NO LITORAL NORTE

A DISPERSÃO DOS SURDOS NO LITORAL NORTE A DISPERSÃO DOS SURDOS NO LITORAL NORTE Denise Nunes de Campos Bühler Dr. Ricardo Vianna Martins Neste artigo trazemos dados preliminares de uma pesquisa 1, em execução no Litoral Norte/RS, que visa mapear

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009

I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 I Seminário Nacional de Controle Social A sociedade no acompanhamento da gestão pública Brasília, 25, 26 e 27 de Set/2009 Observatório da Educação participação e controle da sociedade civil nas políticas

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA ORIENTAÇÕES PARA

Leia mais

Tal discussão faz parte das transformações nos paradigmas teóricos mais gerais, que atingem todas as áreas do conhecimento, no mundo contemporâneo,

Tal discussão faz parte das transformações nos paradigmas teóricos mais gerais, que atingem todas as áreas do conhecimento, no mundo contemporâneo, CULTURAS INFANTIS E SABERES: CAMINHOS RECOMPOSTOS SANTOS, Solange Estanislau dos FCT/UNESP GT: Educação de Crianças de 0 a 6 anos/ n.07 Agência Financiadora: CAPES Este artigo pretende divulgar os resultados

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Libras. Teleaula 1. Apresentação da Professora. Ementa. Organização da Disciplina. Contribuições da Disciplina. Profa.

Libras. Teleaula 1. Apresentação da Professora. Ementa. Organização da Disciplina. Contribuições da Disciplina. Profa. Apresentação da Professora Libras Teleaula 1 Profa. Elizanete Fávaro Pedagogia (Facinter) Pós-Graduação em Educação Bilíngue (IPM) Cursando Letras/Libras (UFSC) Credenciada como Instrutora de Libras (FENEIS/CTBA)

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que

ORGANIZAÇÃO DE ESPAÇO FÍSICO NA CRECHE ( os cantinhos ), que possibilitou entender o espaço como aliado do trabalho pedagógico, ou seja, aquele que Introdução A formação continuada iniciou-se com um diagnóstico com os profissionais que atuam nos Centros de Educação Infantil do nosso município para saber o que pensavam a respeito de conceitos essenciais

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL

O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL O USO DAS REDES SOCIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DO LETRAMENTO DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Lygia de Assis Silva Sérgio Paulino Abranches Universidade Federal de Pernambuco lygia1@hotmail.com/ Este

Leia mais

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc

Attached File: Proposta de Curso para Pós.doc nome: Adilson José Gonçalves enviado_por: professor proposta: Ampliar as discuss~eos sobre o redesenho, apontando para a excelencia, agilidade, flexibilidade e aprofundamento da democratização da instituição.

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X

CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X DA INVISIBILIDADE AFROBRASILEIRA À VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE

Leia mais

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações

O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações O papel educativo do gestor de comunicação no ambiente das organizações Mariane Frascareli Lelis Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP e-mail: mariane_lelis@yahoo.com.br;

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO

A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA RESUMO A EDUCAÇÃO DOS SURDOS: UMA ANÁLISE HISTÓRICO-CRÍTICA Mayara Cordeiro da Silva ( UFAL) Mayaracordeiro4@gmail.com Rebecca Thamyres de Missena Costa( UFAL) rebecca.ufal@gmail.com RESUMO Muito vem sendo discutido

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br

PEDAGOGIA SURDA. Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br PEDAGOGIA SURDA Por SHIRLEY VILHALVA - Surda / Professora Técnica do CAS/SED/MS E-mail: svilhalva@brturbo.com.br Alfabetizar alunos com Culturas diferentes é um choque tanto para o professor ouvinte como

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

ESCRITOS SURDOS: A PRODUÇÃO DA DIFERENÇA CAPTURADA NA IDENTIDADE SURDA EM TEXTOS ACADÊMICOS NA EDUCAÇÃO DE SURDOS

ESCRITOS SURDOS: A PRODUÇÃO DA DIFERENÇA CAPTURADA NA IDENTIDADE SURDA EM TEXTOS ACADÊMICOS NA EDUCAÇÃO DE SURDOS ESCRITOS SURDOS: A PRODUÇÃO DA DIFERENÇA CAPTURADA NA IDENTIDADE SURDA EM TEXTOS Resumo A proliferação de trabalhos acadêmicos produzidos por surdos e divulgados em artigos em diferentes formatos vem provocando,

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PARANÁ GOVERNO DO ESTADO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SEED DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS - DPPE PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE Anexo I Professor PDE FORMULÁRIO DE ACOMPANHAMENTO

Leia mais

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE

COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Fórum ONG/AIDS RS COMUNICAÇÃO EM SAÚDE Paulo Giacomini Porto Alegre, 30 de Outubro de 2014. Comunicação 1. Ação de comunicar, de tornar comum (à comunidade) uma informação (fato, dado, notícia); 2. Meio

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Gestão da Informação e do Conhecimento

Gestão da Informação e do Conhecimento Gestão da Informação e do Conhecimento Aula 05 Aquisição da Informação Dalton Lopes Martins dmartins@gmail.com 2sem/2014 Aquisição da Informação PROCESSO 2 - A aquisição da informação envolve as seguintes

Leia mais

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP

DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP DESENHO PEDAGÓGICO PARA A EDUCAÇÃO MULTIPROFISSIONAL NO CURSO A DISTÂNCIA DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA UNA-SUS/UNIFESP São Paulo - SP - maio 2011 Rita Maria Lino Tarcia, Universidade Federal

Leia mais

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série).

Primeiro Segmento equivalente à alfabetização e às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental (1ª à 4ª série). INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EJA 1- Você se matriculou em um CURSO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA). Esse curso tem a equivalência do Ensino Fundamental. As pessoas que estudam na EJA procuram um curso

Leia mais

RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM

RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM ISSN 2177-9139 RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA DO GRUPO DE APOIO EM FÍSICA E MATEMÁTICA DA UFSM - GAFM Samuel Sonego Zimmermann - samuel.sonego.zimmermann@gmail.com Universidade Federal de Santa Maria, Campus

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores A INSERÇÃO DA DISCIPLINA LIBRAS NA FORMAÇÃO INICIAL DO PEDAGOGO Gabriela Geovana Pinho, Claudia

Leia mais

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS

EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS EDUCAÇÃO SUPERIOR, INOVAÇÃO E PARQUES TECNOLÓGICOS Jorge Luis Nicolas Audy * A Universidade vem sendo desafiada pela Sociedade em termos de uma maior aproximação e alinhamento com as demandas geradas pelo

Leia mais

O Intérprete de Libras no Contexto da Sala de Aula na Cidade de Pelotas-RS

O Intérprete de Libras no Contexto da Sala de Aula na Cidade de Pelotas-RS INTRODUÇÃO Tecnicamente a diferença que existe entre tradutor e tradutor-intérprete é que o tradutor envolve pelo menos uma língua escrita entre as envolvidas e seu processo é consecutivo, ou seja, há

Leia mais

Centros Juvenis de Ciência e Cultura Documento-Base

Centros Juvenis de Ciência e Cultura Documento-Base Documento-Base 1. Contexto Garantir educação de qualidade é um dos grandes desafios deste início de século para a Bahia e para o Brasil. No ensino médio, a Bahia tem encontrado dificuldades para avançar

Leia mais

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO

FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine ROCHA HUFFELL, Jefferson Lima BRAGA Maria Tereza Comunicação Oral RESUMO AS TECNOLOGIAS FAZENDO A DIFERENÇA NO DESEMPENHO ESCOLAR DOS ALUNOS DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ISABEL DE ESPANHA 28ª CRE FERREIRA, Ana Lúcia BRIZOLARA TRINDADE, Elaine

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

Observatórios Virtuais

Observatórios Virtuais UNIVASF: UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE SÃO FRANCISCO TRABALHO DE ASTROFÍSICA ALUNO: PEDRO DAVID PEDROSA PROFESSOR: MILITÃO CURSO: MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA Observatórios Virtuais

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA PRODEB-UFBA PRODEB/DSS Diretoria de Sistemas e Serviços UFBA/LCAD

Leia mais

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013 Relatório Despertar 2013 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial

Apoio ao Desenvolvimento da Educação Especial Programa 0049 DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Objetivo Ampliar e melhorar a oferta de atendimento aos portadores de necessidades educativas especiais. Público Alvo Alunos com necessidades educativas

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais