Juliana Pellegrinelli Barbosa Costa Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (Fatec ID)

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1 1 Uso da tecnologia entre surdos e ouvintes: uma resposta à necessidade do aprendizado de LIBRAS a partir dos desafios das Faculdades de Tecnologia (FATEC) do Centro Paula Souza Juliana Pellegrinelli Barbosa Costa Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba (Fatec ID) Resumo: O propósito do presente artigo é divulgar o projeto de pesquisa em realização, em RJI 1, na Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba, Centro Paula Souza (CEETEPS), que tem por objetivo investigar as tecnologias assistivas existentes, dirigidas ao surdo, apoiadas na LIBRAS, suas implicações sociais e linguísticas e ainda, oferecer respostas às necessidades variadas de ensino e aprendizagem às pessoas e instituições que se interessem pelo aprendizado dessa língua. A pesquisa se caracteriza em sua metodologia como de intervenção, já que se pretende investigar a realidade da instituição com respeito a LIBRAS e terá em seu final o desenvolvimento de material didático. O estudo busca refletir sobre as implicações de uso dessa língua no cenário brasileiro atual, sobre a visibilidade notável de iniciativas de criação de tecnologia assistiva que se ancoram no uso da língua de sinais entre surdos e ouvintes. Os resultados esperados são a ampliação dos conhecimentos linguísticos e teóricos acerca da LIBRAS e da surdez, pelas FATECs. Palavras chave: LIBRAS, tecnologia assistiva Abstract: The purpose of this paper is to spread the research now accomplished, in RJI, at Indaiatuba s Faculty of Technology, Centro Paula Souza (CEETEPS), which aims to investigate the existing assistive technologies, targeted to the deaf, supported by LIBRAS 2, their linguistic and social implications and also provide answers to the varied needs of teaching and learning to the people and institutions that are interested in learning this language. The research is characterized in its methodology as intervention, as it intends to investigate the reality of the institution with respect to LIBRAS and has at its end the development of teaching materials. The study aims to reflect on the implications of using this idiom in the current Brazilian scenario, on the visibility of notable initiatives to create assistive technology that are anchored in the use of sign language among deaf and listeners. The expected results are the extension of the theoretical linguistic knowledge about LIBRAS and deafness, by Fatecs. Key Words: LIBRAS, assistive technology 1 RJI O Regime de Jornada Intergral constitui um regime especial de trabalho do corpo docente detentor de emprego público nas Faculdades de Tecnologia do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza - CEETEPS. 2 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais

2 2 Introdução Este artigo se propõe a apresentar a proposta de trabalho em RJI, apresentada à Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba, Centro Paula Souza (CEETEPS), analisada, discutida e aceita, sendo posta em prática a partir do segundo semestre de Embora ainda recente, a divulgação da pesquisa pode iniciar o conhecimento da amplitude das discussões, problemáticas e algumas soluções encontradas no entorno da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, aos alunos da instituição, futuros tecnólogos e demais leitores da presente Revista. Há grandes desafios sociais no Brasil com respeito à inclusão do surdo, tanto no âmbito empregatício, como em âmbito educacional, já que são estes os eixos que movimentam a vida em sociedade. Para a melhoria da inclusão do surdo, é necessário estudar, relatar e divulgar as iniciativas de escolas, alunos, pesquisadores, do mercado, que embora existentes já em uma proporção considerável, acontecem muitas vezes isoladas e podem ser alvo de pesquisas também de tecnólogos. Para tanto, será necessário compreender alguns conceitos, dados e discussões fundantes para a área da surdez e da LIBRAS no Brasil. Também, passaremos sobre alguns pontos relevantes para a compreensão do projeto em si. 1. O Desenho da Pesquisa Este projeto propõe auxiliar a inclusão social do surdo no ambiente profissional e educacional. Deste modo, seus objetivos são: (1) pesquisar e disponibilizar informações sobre o mapeamento da tecnologia assistiva direcionada às necessidades do surdo, apoiadas na língua de sinais; (2) a pesquisa e o consequente desenvolvimento do ensinoaprendizagem de LIBRAS no ambiente das Faculdades de Tecnologia do Centro Paula Souza. O presente projeto baseia-se em estudos que vem ocorrendo desde os anos 90 sobre a surdez no Brasil e seu desenvolvimento linguístico, tendo seu início com os estudos da pesquisadora Lucinda Ferreira Brito (UFRJ), estudos estes que continuam até os dias atuais ( GESSER 2009, PEREIRA 2008, QUADROS 2005). Nesse sentido, assinalamos a importância da elaboração desta pesquisa nas FATECs, no sentido de propiciar maior conhecimento e desenvolvimento tecnológico relacionado ao apoio ao ensino de LIBRAS a surdos e ouvintes em suas distintas realidades. A inclusão social

3 3 do surdo está estreitamente ligada a seu desenvolvimento linguístico, à possibilidade de interação em LIBRAS, para a promoção de seu desenvolvimento e sua consequente participação em ambientes como escola e trabalho. É imprescindível ainda ressaltar a preparação da própria instituição para situações presentes e futuras de ensino de alunos surdos visando suas peculiaridades linguísticas. O desenvolvimento do projeto de pesquisa se dará em dois aspectos distintos: Investigação das tecnologias assistivas existentes, dirigidas ao surdo, apoiadas na LIBRAS e suas implicações sociais e linguísticas, oferecendo apoio no sentido do conhecimento das necessidades da pessoa surda em ambiente de trabalho e estudo, aos docentes das FATECs, à comunidade de Indaiatuba e às empresas da região que porventura possam solicitar auxílio em suas questões diárias. Pesquisa e aprimoramento do ensino de LIBRAS na FATEC em Indaiatuba, com a finalidade de colaboração na área, já que se tem conhecimento de que há cursos ministrados via projetos, e também de que já existe a disciplina LIBRAS na Fatec, considerando ainda a crescente necessidade de apoio linguístico às empresas que lidam diretamente com o surdo. 1.1 A Resposta à legislação Como resposta à lei de LIBRAS, no capítulo II do decreto federal 5626, de 22 de dezembro de 2005, é tratada a questão da inclusão de LIBRAS como disciplina curricular. LIBRAS passa a ser disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, dentre os quais explicita serem os cursos de licenciatura, os cursos normal médio e superior, os cursos de Pedagogia, de Educação Especial e também nos cursos de Fonoaudiologia. O decreto 5626 ainda recomenda, no mesmo capítulo, a constituição de LIBRAS como disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação SUPERIOR e PROFSSIONAL. Como papel do poder público, no que diz respeito ao apoio, uso e difusão de LIBRAS, segundo esse decreto, no capítulo VIII, as instituições devem dispor de, pelo menos, cinco por cento de servidores, funcionários e empregados capacitados para o uso e interpretação da LIBRAS. Dessa forma, o presente projeto busca dar uma resposta aos diferentes contextos e sujeitos envolvidos com o surdo nos ambientes institucionais por ele frequentados, contando assim com a ampliação da formação do profissional de

4 4 educação tecnológica, já que se pretende preparar os ambientes para melhor inclusão do surdo. Portanto, com vistas a atender ao decreto, reafirmamos a importância deste projeto no contexto da instituição na qual o mesmo é proposto. Considerando a língua como essencial à identidade do sujeito e desde já almejando colaborar com a inclusão do surdo no ambiente de educação e profissional, faz-se necessária a inserção de pesquisas em torno de LIBRAS na Faculdade de Tecnologia para que, como uma instituição educacional, possamos nos preparar para o recebimento de alunos e profissionais surdos. Há que se considerar que atualmente a instituição já vive uma experiência concreta que dá maior visibilidade às necessidades de saberes sobre as questões pertinentes à surdez. 1.2 A Pertinência dos estudos Um estudo sobre a implementação do ensino de LIBRAS em contexto universitário foi realizado, Pereira (2008) sinaliza a dificuldade da implementação da nova disciplina, visto que esta reproduz as representações do modelo hegemônico, em sua organização política de maioria linguística e a observação da necessidade de estudos mais profundos sobre o assunto. Este projeto também se coloca como forma de pensar e apoiar o ensino de LIBRAS nas FATECs em âmbito estadual, como forma de auxiliar a educação superior tecnológica, já que contamos até mesmo com a abertura de concursos voltados para o ensino de LIBRAS, como aconteceu em uma de nossas instituições no ano de 2012, na Área Multidisciplinar, inserido no Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Outro modo de refletir sobre a relevância do presente estudo seria também alavancar o processo de estudo e inovação tecnológica voltada ao surdo, já que nos colocamos no ambiente educacional como uma faculdade de tecnologia. Assim, perguntamos: O que se sabe sobre os dispositivos e recursos tecnológicos disponíveis? Tais produtos são acessíveis? Há um real uso dos mesmos ou existem sem serem de fato utilizados? O que impede o uso destes recursos? Seria o não saber de sua existência,

5 5 os custos, a não organização de uma divulgação efetiva? Todas estas questões, ligadas a LIBRAS, e ainda outras mais esperam por respostas que poderiam colaborar com a inclusão do surdo, com sua vivência em sala de aula e em ambiente de trabalho. Pensando objetivamente na relevância do projeto para a sala de aula, o desenvolvimento do ensino de LIBRAS, bem como da inovação tecnológica ligada a essa língua, darão aos alunos das FATECs em geral e especificamente da FATEC ID, a possibilidade de contemplar em seus currículos futuros a inserção da disciplina em seus históricos escolares, seja na área multidisciplinar ou em outras áreas, como já vem acontecendo na própria FATEC, em diversos ambientes de ensino superior, como por exemplo, na Universidade Virtual do Estado de São Paulo UNIVESP. Para a comunidade acadêmica da FATEC ID seria desejável a realização do projeto para a melhoria das realizações do núcleo de Estudos da Linguagem - NEL, com vistas a aperfeiçoar o oferecimento de estudos linguísticos já ofertados à comunidade. Para os cursos já existentes seria ampliada a possibilidade de incrementação do currículo, com a maior diversificação de conteúdos trabalhados e posterior entrada de nossos alunos no ambiente profissional, visto haver poucos profissionais que respondam à demanda do saber de LIBRAS nas empresas. Ainda poderíamos colaborar também com a própria formação em LIBRAS e suas consequentes implicações sociais, no que diz respeito ao quadro funcional da FATEC ID. Em se tratando de uma faculdade tecnológica, como produto final a ser oferecido à instituição, destacamos: A produção de produto tecnológico de apoio ao ensino de LIBRAS relacionado às tecnologias assistivas inovadoras a partir do projeto de pesquisa; O projeto permitirá o desenvolvimento institucional das três áreas do processo acadêmico, atendendo ao ensino, à pesquisa e à extensão, viabilizando deste modo, o benefício da instituição como um todo. Com o intuito de pensarmos a finalidade da presente pesquisa, podemos aqui explicitar alguns benefícios a serem vividos a partir da introdução e conclusão do projeto que se estabelece, tais como: Benefícios: melhor desempenho acadêmico, maior desenvolvimento

6 6 intercultural do Centro Paula Souza, diferencial para a instituição de ensino e para a formação acadêmica do aluno. Beneficiados: corpo discente e docente da FATEC ID, de outras FATECs, Centro Paula Souza, bem como as comunidades a elas relacionadas. 2. O Percurso Metodológico Para alcançar os objetivos propostos neste projeto, realizaremos, a princípio, uma revisão bibliográfica que contemple a língua de sinais em sua relação com a tecnologia assistiva (CAPOVILLA et al., 1998) e ainda com o ambiente profissional. Investigaremos a atual vivência linguística em torno da LIBRAS, pelas FATECs em geral, em projetos, disciplinas, cursos e também possíveis associações ligadas à comunidade da cidade de Indaiatuba. Para tanto, tomaremos como referencial teórico-metodológico os estudos da Análise do Discurso e da inclusão, fazendo uso dos escritos, respectivamente, de: ORLANDI (1987, 1992, 2004, 2005) e MANTOAN (2002, 2007, 2009), para amparo teórico das ações e escritos que pretendemos realizar no decorrer do projeto. O projeto contará com o apoio docente da área de Redes de Computadores, da FATEC ID, no sentido de viabilizar tecnologicamente o material pesquisado e também com alunos da FATEC ID que possivelmente se interessem pelas questões da surdez, através de projetos que envolvam pesquisa. Para a devida integração de alunos aos objetivos do projeto, divulgação de seus resultados e produção de recurso tecnológico pedagógico específico para o ensino de LIBRAS, serão organizadas palestras e minicursos no Núcleo de Estudos de Línguas (NEL), utilizados os espaços da Semana de Tecnologia e da Mostra de Negócios da Inovação, do jornal INOV e do site da instituição. Além disso, contaremos com a parceria de empresas e do Centro Paula Souza para publicação do material. Cronograma de Trabalho: A pesquisa será dividida em etapas, previamente estabelecidas, de modo a organizar os afazeres e trabalhar de acordo com cronograma definido. Para tanto, separamos em etapas:

7 7 A construção da fundamentação teórica da pesquisa; revisão bibliográfica; elaboração da metodologia. A sensibilização dos alunos para com o projeto de pesquisa; contato com as demais FATECs; elaboração de relatórios; escrita de artigos; início da elaboração do produto tecnológico pedagógico destinado ao ensino de LIBRAS. O final da elaboração do produto tecnológico pedagógico destinado ao ensino de LIBRAS, divulgação e oferta, via site da FATEC de apoio às empresas, concernente ao ensino de LIBRAS. A apresentação à comunidade acadêmica e às empresas da região Metropolitana de Campinas que manifestarem interesse pelo aprendizado de LIBRAS, dos resultados finais do presente projeto; organização e participação em eventos para divulgação dos resultados do mesmo; relatório final de atividades. Torna-se importante esclarecer que a pesquisa acontece especificamente na Faculdade localizada em Indaiatuba. No entanto, o trabalho se estende às demais FATECs para futura divulgação e utilização do material didático elaborado ao final do projeto e ainda como foco de observação de alguma vivência em torno da LIBRAS, como disciplina ou existência de algum aluno surdo. 3. A Experiência no Tema Os estudos da autora para receber a titulação de Mestre em Linguística Aplicada pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP se deram em torno das questões históricas do surdo no contexto brasileiro. Após a conclusão destes estudos, a pesquisa se encerrou na dissertação, que foi adaptada e publicada pela Editora Mercado de Letras, com o título: "A Educação do surdo ontem e hoje", através do apoio do grupo de pesquisa coordenado pela Profª Dra. Carmen Zink Bolognini. A partir da delimitação e desenvolvimento da citada dissertação de mestrado, surgiu a necessidade de convivência com sujeitos surdos para que as palavras se caracterizassem também por meio da prática. Logo, dois módulos da língua dos surdos, LIBRAS, foram cursados na Universidade Metodista de São Paulo, UMESP. No início do ano de 2009, 2010 e 2011 houve a participação da autora no Projeto

8 8 Ciência e Arte nas Férias, na Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, com foco no ensino de Língua Portuguesa para alunos surdos de algumas escolas públicas da cidade de Campinas. Tal participação se deu desde a elaboração do projeto, em grupo de pesquisa, até sua execução em sala de aula com os alunos, em monitoria. Em 2011, foi feita a observação do trabalho realizado com alunos surdos, em contexto de sala de aula, realizado no Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação, CEPRE (UNICAMP). Outra experiência relevante foi a observação da disciplina de LIBRAS, no curso de fonoaudiologia da mesma instituição. Mais recentemente, desde o segundo semestre de 2011, ocorreu a ministração de um curso introdutório de LIBRAS e questões teóricas referentes ao surdo. O projeto foi aceito e executado, em cada edição sendo aplicado de acordo com novas questões teóricas inovadoras, já está atualmente em sua quinta edição na FATEC ID, viabilizado pelo Núcleo de Estudos da Linguagem (NEL) dessa instituição. Tal projeto deu à autora a dimensão da importância de LIBRAS para os profissionais ligados ao contexto de educação e empresarial, haja vista a crescente procura pelo curso. No ano de 2012, houve a realização da escrita de material para o Programa Universidade Virtual do Estado de São Paulo, UNIVESP, direcionado à disciplina de Introdução a LIBRAS. 4. O Entendimento de conceitos e discussões LIBRAS Antes de qualquer conceituação necessária ao entendimento da presente pesquisa, algumas informações sobre a língua de sinais precisam ser colocadas. Foi reconhecida legalmente: como língua própria da comunidade de surdos. Isso ocorreu no Brasil a partir de 24 de abril de A lei que dá corpo a este reconhecimento é a de número É uma língua natural para os surdos: a língua de sinais sempre existiu, existe desde que existem surdos no mundo. Não era vista como língua, é certo, mas como linguagem, era vista como gestos ou confundida com mímica. O fato dela sempre ter existido e mesmo sofrendo tantas pressões, ela resistir pode nos conceder a dimensão de como a LIBRAS é uma língua natural. Não há como calá-la.

9 9 É uma língua viso-espacial: nomenclatura que marca a diferença entre a língua de sinais e as línguas orais. Ora, as línguas orais são sonoras, auditivas, se configuram pela fala e pela audição. O termo viso ou visual significa que LIBRAS é compreendida através da visão. Já o termo espacial, de espaço, significa que a língua é articulada, sinalizada espacialmente. Sendo assim, é possível discutir qualquer assunto em LIBRAS. Faz uso da datilologia: um recurso de linguagem utilizado num processo de digitação de palavras, que não tem representação em sinais, tais como: alguns conceitos, nomes e endereços. Pode também ser usado para dar ênfase a algum aspecto e com finalidade de ensinar da língua de sinais. O alfabeto manual é um elemento constitutivo das línguas de sinais no mundo inteiro. A datilologia não deve ser confundida com a língua de sinais. Muitas pessoas pensam que saber LIBRAS é conhecer a representação de cada letra em sinais e somente isso. Este pensamento não é verdadeiro. Há sinais específicos para as palavras, ou seja, saber LIBRAS não significa soletrar palavras da língua portuguesa. Tem gramática própria: segundo (ROSA, ebook, p-24-33), podemos obter informações importantes a respeito da gramática da LIBRAS. Sobre a fonologia: o que é palavra na língua oral, na LIBRAS recebe o nome de sinal. O sinal é formado pela combinação do movimento das mãos em um formato e um lugar determinado. O lugar pode ser uma parte do corpo ou um espaço em frente ao corpo. Os movimentos das mãos são chamados de parâmetros na língua de sinais. Veja os 5 parâmetros: Configuração das mãos (CM) na articulação de um sinal, pode ser a mesma ou pode mudar enquanto o sinal é realizado. Para LIBRAS, existem 46 configurações de mão diferentes. Movimento (M) - leva em consideração o tipo (variação dos movimentos das mãos, pulsos, antebraços, dedos, também dos movimentos internos dos pulsos ou das mãos), a direção (unidirecional, bidirecional ou multidirecional), a maneira (qualidade, tensão e velocidade) e a frequência do sinal (se são simples ou repetidos) Ponto de articulação (PA) local do corpo de quem sinaliza no qual o sinal é feito. A mão pode tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro, vertical ou horizontal.

10 10 Orientação (O) os sinais podem ter uma direção definida e a inversão dela pode significar ideia contrária. Expressão facial e corporal muitos sinais, além dos 4 parâmetros mencionados acima, há ainda um diferenciador poderoso entre os sinais na expressão do rosto ou do próprio corpo. Faz uso de classificadores: são elementos constitutivos da língua de sinais no mundo inteiro, dizem respeito aos marcadores de concordância de gênero e pessoa que, através de recursos corporais, apresentam sintática e semanticamente uma ideia, descrição ou narrativa. (RENDERS, 2012, p.69) Não é a mesma língua usada em outros países: pensava-se que os sinais usados pela comunidade surda se constituíam em uma língua universal (mesma língua para o mundo todo), e até hoje muitas pessoas pensam assim; o que não pode ser verdade, nem hoje nem no passado. As línguas se desenvolvem em seu uso, portanto é impossível que pessoas surdas de diversas partes do mundo se comuniquem do mesmo modo. Há uma língua de sinais específica para cada país. Existem sinais caseiros: usados com diferentes nomenclaturas, o que chamamos aqui de sinais caseiros é a existência de uma comunicação particular entre pais e profissionais ouvintes com a criança surda, na impossibilidade de se comunicarem em LIBRAS ou mesmo em língua portuguesa. O fenômeno não é raro e pode ser facilmente visto em variados contextos (KUMADA, 2012, p.23). Contexto multilíngue: as pessoas que fazem uso da LIBRAS compõem um grupo múltiplo, vindo de realidades distintas. Há surdos oralizados que são bilíngues; há surdos bilíngues na modalidade escrita da língua portuguesa; há pessoas cuja língua 1 é a LIBRAS, podem ser surdos filhos de surdos ou ouvintes filhos de surdos. Há ainda surdos filhos de surdos que desenvolvem sinais caseiros e ouvintes vistos como estrangeiros (intérpretes e professores de surdos). Há também surdos de outros países que vem visitar o Brasil, surdos que não frequentaram escola, entre outras distintas realidades (KUMADA, 2012, p.6) 4.1. O Retrato da Surdez no Brasil

11 11 A surdez no Brasil pode ser pensada a partir dos registros da educação. A instituição mais antiga a lidar a educação dos surdos no Brasil é o INES Instituto Nacional de Educação de Surdos. A instituição foi fundada por um surdo, Ernest Huet, no Rio de Janeiro, com o apoio do Império brasileiro. O INES começou a funcionar em 1º de janeiro de 1856, quando admitia surdos dos dois sexos, dos 7 aos 16 anos de idade. Quase como uma fotografia dos caminhos pedagógicos existentes na principal instituição a lidar com o ensino aos surdos, podemos perceber as tendências indo e vindo. Estas idas e vindas se dão conforme o que se estabelecia como metodologia mais adequada em cada momento. O que é certo afirmar é que: tendências encontradas a partir da experiência dos que trabalhavam o ensino de surdos trilharam as metodologias de ensino aos surdos. Isso acontecia não somente no INES, mas em outras partes do mundo. Nesta época de início do INES, a tendência predominante era a influência francesa. Estes caminhos criam uma história de lutas e incertezas até a aceitação da língua de sinais que temos hoje no Brasil. Sem contar com certezas, mas tentando acertar, o ensino foi sendo modificado, adaptado. Estas idas e vindas aconteciam ora por tendências oralistas, evidenciadas nas palavras: desmutização, linguagem articulada e outras. Em outro momento, eram evidenciadas por tendências mais voltadas para o aprendizado da escrita, de uma profissão ou de ferramentas de comunicação como a datilologia. O que é possível afirmar? A tendência oralista sempre foi muito forte e marcou não somente a história do INES, como também a história de cada surdo que passou por esta instituição. Esta tendência marcou e marca a história de cada surdo em todo o Brasil, pois o que era ali trabalhado tornava-se referência em todo o país. Torna-se a história que passa a constituir, por negação ou por afirmação, o fato de ser surdo no Brasil. Traços da existência de uma linguagem de sinais, porque ainda não era reconhecida como língua, sempre estiveram presentes no INES e podem ser pensados, por exemplo, a partir da palavra mímica. A linguagem de sinais era uma prática presente entre os surdos, mesmo que não fosse autorizada ou afirmada como legítima e eficaz. Os educadores que estudavam e decidiam sobre as questões de como trabalhar este ensino negaram e afirmaram os sinais, num ir e vir que mostra como a questão era complicada. Não se chegava a um consenso. Mesmo sufocada, esta prática estava lá,

12 12 silenciada, desautorizada, contida, mas nunca inexistente. Dados atuais sobre o surdo e sua educação Os dados atuais sobre a surdez no Brasil são disponibilizados pelo IBGE e indicam, de acordo com o senso 2000, o número de 24,5 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de deficiência, sendo este número a representação de 14,5% da população nacional. O número de pessoas que possuem deficiência auditiva é de 4,6 milhões, dentre elas, 1,1 milhão de pessoas são surdas, somando assim um total de 5,7 milhões de pessoas. Segundo pesquisas (QUADROS, 2009, p.12), há concentrações de surdos em grandes centros urbanos, os quais, normalmente se organizam através de associações destinadas a eles, onde os surdos se encontram e fomentam a língua brasileira de sinais. Os dados abaixo expressam a relação de surdos por região e por escolas, segundo a fonte Fonte: IBGE/2000 e INEP/ A Tecnologia Assistiva A Tecnologia Assistiva é um termo, de certa forma novo no Brasil, pois não há ainda muitas publicações a respeito, contudo vem ganhando espaço, pois a partir da

13 13 orientação e dos encaminhamentos na direção da inclusão, tanto em ambientes de educação como profissionais, esta tecnologia tem sido altamente visibilizada e buscada. É possível definir Tecnologia Assistiva, TA, segundo ( BERSCH, 2008, p.2) como um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência ou pelo envelhecimento. A partir da definição deste conceito, dizemos, parafraseando BERSCH, 2008, que o objetivo maior da TA é proporcionar, com referência específica ao surdo, maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, garantindo-lhe maior controle de suas habilidades de aprendizado e de trabalho. No caso do surdo, a barreira que lhe impede muitas vezes de ter autonomia em seu cotidiano é a comunicação. Sendo assim, como há a definição de LIBRAS, legalmente como sua primeira língua, a tecnologia assistiva direcionada ao surdo deveria contar com a presença desta língua que lhe é natural. Neste texto, (BERSCH, 2008, p.9), há referência ao auxílio para pessoas surdas ou com deficiência auditiva relatando a existência de vários equipamentos com infravermelho, aparelhos para surdez, telefones com teclado-teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, telefone celular com mensagens escritas e chamadas por vibração. Para além destas tecnologias mencionadas, sabemos haver hoje ainda alguns aplicativos para celulares usando a plataforma android e ainda outros meios tecnológicos que visam auxiliar a comunicação do surdo. Com a finalidade de aprofundar as pesquisas de TAs inovadoras, instauramos esta pesquisa. 5. Considerações Finais O propósito deste artigo é dar visibilidade à questão da surdez como é vivida hoje, em seus inúmeros desafios que perpassam necessariamente pelo o uso da língua do surdo, LIBRAS. Comunicar-se em LIBRAS para o surdo ainda é uma tarefa difícil. A ideia central da inclusão é que o entorno da pessoa que vivencia uma dificuldade, no caso do surdo, a comunicação, seja modificado. A sociedade tem hoje a incumbência de conviver com a diferença para que ela possa ser pensada e para que não vivamos como se não existissem desafios ao nosso redor. A sociedade tem o desafio de aprender LIBRAS. A incapacidade, vista dessa

14 14 forma, tem relação com as limitações da sociedade, que não reconhece a diversidade humana em seus múltiplos aspectos. Portanto, as iniciativas que considerem, divulguem, ampliem e promovam o conhecimento da língua do surdo tem, na atualidade, razão de ser e apoio do estado e legal. Investigar as tecnologias assistivas disponíveis, criar apoio ao aprendizado através de ferramentas de ensino são iniciativas necessárias. O cenário é propício a pesquisas que se destinem a este sentido. 6. Referências BERSCH, Rita. Introdução a Tecnologia Assistiva CEDI Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil Porto Alegre RS 2008 Disponível em: Acessado em agosto de CAPOVILLA, F.C.; Macedo, E.C; Duduchi, M.C,S. e Raphael, W. (1998b). Recursos tecnológicos para a inclusão escolar de paralisados cerebrais e surdos. Em: Capovilla, F.C.; Gonçalves, M.J. e Macedo, E.C. (Orgs). Tecnologia em (re) habilitação cognitiva: uma perspectiva multidisciplina (pp ). São Paulo: EDUNISC GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola Editora, KUMADA, Kate Mamhy Oliveira No começo ele não tem língua nenhuma, ele não fala, ele não tem LIBRAS, né? : representações sobre línguas de sinais caseiras / Kate Mamhy Oliveira Kumada. -- Campinas, SP : [s.n.], MANTOAN, Maria Teresa Égler. (org.) Caminhos pedagógicos da inclusão: como estamos implementando a educação (de qualidade) para todos nas escolas brasileiras. São Paulo: Memnon Edições Científicas, MANTOAN, Maria Teresa Egler. Inclusão escolar: o que é? Por quê? Como fazer? 2ª edição, São Paulo: Editora Moderna, 2007 MANTOAN, Maria Teresa Egler(org.). O desafio das diferenças nas escolas.petrópolis, RJ: Vozes, MONTEIRO, Mirna Salermo (2006) História dos movimentos dos surdos e o reconhecimento da LIBRAS no Brasil - v. 7, n ORLANDI, E.P. A linguagem e seu Funcionamento: As Formas do Discurso. Campinas, SP: Pontes, As formas do silêncio: no movimento dos sentidos. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1992.

15 15. Análise do Discurso: Princípios e Procedimentos. 6ª edição, Campinas, SP: Pontes, Interpretação; autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Campinas. Pontes PEREIRA, Terezinha de Lourdes. Desafios da implementação do ensino de LIBRAS no ensino superior. Ribeirão Preto. SP: CUML, p. Dissertação (Mestrado em Educação) Centro Universitário Moura Lacerda. PEREIRA, C. R. Surdez: aquisição de linguagem e inclusão social. Revinter, 2008 QUADROS, R. M. de. O bi do bilingüismo na educação de surdos In: Surdez e bilingüismo. Porto Alegre : Editora Mediação, 2005, v.1, p QUADROS, R. M. et al. Exame Prolibras. Florianópolis: s/d, Disponível em: <http://www.prolibras.ufsc.br/livro_prolibras.pdf>. Acesso em: 11 jul RENDERS, Elizabete Cristina Costa. Invisibilidade e emergência da universidade inclusiva na tessitura de uma rede de memórias. Campinas, SP. Tese de doutorado ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Ebook. Disponível em: Acessado em agosto de Brasil, Lei de LIBRAS - Decreto 5626 disponível em: Acessado em março de 2013

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