OS SURDOS E AS TIC's: O AMBIENTE VIRTUAL COMO ESPAÇO DE TROCAS INTERCULTURAIS E INTERSUBJETIVAS

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1 OS SURDOS E AS TIC's: O AMBIENTE VIRTUAL COMO ESPAÇO DE TROCAS INTERCULTURAIS E INTERSUBJETIVAS Resumo Gabriele Vieira Neves 1 Universidade de Caxias do Sul - UCS Vivemos em um mundo onde as novas tecnologias de comunicação transformaram nossas relações com o tempo e o espaço, provocando mudanças também nas nossas formas de relacionamento subjetivo e intersubjetivo. Neste contexto, cabe à educação refletir sobre o papel das tecnologias na formação desses novos sujeitos, que se apropriam e se inserem cada vez mais cedo no mundo das relações virtuais. Mas será que as tecnologias têm favorecido a conexão dos surdos entre si e com o mundo, ou seja, será que elas têm servido para potencializar a comunicação e dar sentido às informações que chegam a estes sujeitos? Neste sentido, o presente artigo objetiva investigar quais tecnologias estão sendo mais utilizadas pelos surdos estudantes do ensino médio, e como eles fazem uso delas em seu cotidiano. Foram entrevistados trinta alunos de uma escola especial de ensino médio, através de questionários estruturados e auto-aplicáveis. Constatou-se que a maioria dos entrevistados sabe usar o computador e tem acesso à internet, entretanto, em 36% dos casos, a maior dificuldade para utilizar estas tecnologias encontra-se na necessidade de domínio da língua portuguesa. A tecnologia apontada como mais utilizada para comunicação foi o MSN e o site mais acessado o Orkut, observando-se a valorização da internet muito mais como forma de relacionamento do que como fonte de informação. As repostas foram analisadas a partir do referencial teórico dos Estudos Culturais (Hall, Bauman), dos Estudos Surdos (Lopes, Skliar) e do uso das tecnologias na educação (Valentini). Palavras-chave: surdez educação tecnologias Introdução Vivemos em um mundo onde as novas tecnologias de comunicação transformaram nossas relações com o tempo e o espaço e com isto, mudaram também as formas de relacionamento subjetivo e intersubjetivo, ou seja, as identidades e as relações fluem e se deslocam constantemente seguindo o ritmo acelerado dos novos tempos. Neste contexto, as tecnologias têm papel fundamental na formação destes novos sujeitos, que se apropriam e inserem-se cada vez mais cedo no mundo das relações virtuais, cabendo à educação refletir sobre os usos e possibilidades pedagógicas que estes recursos podem oferecer. 1 Mestranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Caxias do Sul. *Artigo apresentado no VI Congresso Internacional de Educação Educação e tecnologias: Sujeitos (des)conectados? Realizado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS, de 17 a 19 de agosto de 2009.

2 Diante desta efervescência comunicativa vivenciada pelas sociedades contemporâneas, põe-se a seguinte questão: será que as tecnologias têm favorecido a conexão dos surdos entre si e com o mundo, ou seja, será que elas têm servido para potencializar a comunicação e dar sentido às informações que chegam a estes sujeitos? Sem dúvida, em alguns aspectos as tecnologias de comunicação como o celular e a internet otimizaram e trouxeram uma nova dinâmica para a comunicação dos surdos. As mensagens de texto pelo celular, o MSN, os scraps e perfis do Orkut tiraram de cena os antigos TDD 2, transformando significativamente os modos e possibilidades de comunicação. Basta pensar que, a bem pouco tempo, a comunicação com um surdo que estivesse distante dependia da proximidade de um TDD, que era um aparelho caro e que não se encontrava com muita facilidade, ou então de telefonemas por recados e traduções de ouvintes. Hoje, basta um torpedo e está marcado o encontro, cancelada a visita, comunicada a saudade... Por outro lado, o acesso físico às tecnologias não garante que se possa usufruir de todas as funcionalidades e possibilidades que elas poderiam proporcionar, ou seja, o simples fato de ter uma televisão e acesso a internet não garante a qualidade e a profundidade com que as informações chegam aos surdos. Isto porque ainda existem barreiras que não permitem o acesso pleno aos conteúdos por ela veiculados. Exemplo disto é que a maior parte da programação da televisão aberta não possui legendas ou tradução em Libras, e no caso da internet, há ainda em alguns casos, a dificuldade de compreensão da língua portuguesa. Neste sentido, o presente artigo objetiva investigar quais tecnologias estão sendo mais utilizadas pelos jovens surdos estudantes do ensino médio, e como eles fazem uso delas. Acredita-se que os dados levantados possam auxiliar a pensar como a educação pode fazer uso das tecnologias para melhorar a qualidade de ensino, e também como a educar com e para a utilização destas mídias, tendo em vista as dimensões éticas que estão implicadas em seu uso. A constituição identitária do sujeito pós-moderno O potencial comunicativo trazido pelas novas tecnologias aumentou de tal forma nossas possibilidades de interação e comunicação que o mundo parece menor e as 2 O TDD (Telecommunications device for the deaf) é um telefone que permite que o surdo escreva e receba mensagens escritas, através de uma central que recebe e transmite as mensagens.

3 distâncias mais curtas. Somos impactados e influenciados, em tempo real, por notícias de acontecimentos ocorridos a quilômetros de distância. Estas influências e contatos permanentes com culturas e formas distintas de viver abalaram as antigas concepções de identidade, fixas, imutáveis e ligadas unicamente a um elemento agregador. Fala-se em um descentramento do sujeito e num constante deslocamento de identidades, que passa a ser associada com as posições que o sujeito assume ao longo de sua trajetória. (HALL, 2008). O caráter performativo da identidade do sujeito pós-moderno descarta a possibilidade de se pensar num sujeito contínuo, como se pretendia no Iluminismo, ou na identidade como uma forma de suturar o indivíduo a uma única sociedade e posição social. Isto porque os indivíduos são constituídos por várias identidades, e deslocam-se continuamente de uma para outra conforme são interpelados, formando e transformando estas identidades. Tais deslocamentos identitários ocorrem tanto no âmbito social, onde novas identidades híbridas estão tomando o lugar das decadentes identidades nacionais, quanto nas identidades pessoais, onde observa-se a perda da idéia de um sujeito integrado. (HALL, 2006). A necessidade constante de deslocamento de identidades e as múltiplas posições que os indivíduos são chamados a assumir longo da vida fazem com que no admirável mundo novo das oportunidades fugazes e das inseguranças frágeis, as identidades ao estilo antigo, rígidas e inegociáveis, simplesmente não funcionem. (BAUMAN, 2005, p.33). Com os surdos, o processo não haveria de ser diferente, pois são sujeitos que também estão inseridos no contexto da globalização e são interpelados por diversas outras identidades possíveis além de ser surdo. Skliar (2005), propõe que se pense esta questão para além dos processos individuais de identificação, fazendo referência à uma política de identidades surdas: onde questões ligadas à raça, à etnia, ao gênero, etc., sejam também entendidas como identidades surdas ; identidades que são, necessariamente, híbridas, e estão em constante processo de transição. (SKLIAR, 2005, p.27) Entretanto, não se pode deixar de levar em conta que, a surdez é uma marca que situa indivíduos dentro ou fora da identidade surda, e que havendo uma identidade surda, ela determina algumas condições de vida, de comunicação e formas de organização de vida de um determinado grupo. (LOPES, 2007). É por ter isto em mente, e por se considerar que os surdos são uma minoria cultural dotada de diferentes formas

4 de ser e estar no mundo, que se justifica o presente estudo, que objetiva investigar de que forma os surdos estudantes de ensino médio têm utilizado as tecnologias para se relacionarem e se informarem sobre o que acontece no mundo, ou seja, por serem um grupo diferente, também possuem maneiras próprias de se relacionarem com as novas tecnologias. Método Para a realização deste estudo, formam entrevistados trinta alunos pertencentes a turmas dos três anos do ensino médio de uma escola estadual especial para surdos, que atualmente tem o total de trinta e seis alunos matriculados. Os questionários foram aplicados durante as aulas de Sociologia, e continham dez questões fechadas e duas questões abertas. As questões fechadas são aquelas onde foram propostas alternativas e os entrevistados deveriam optar por apenas uma delas. Já as questões abertas, são questões dissertativas onde os próprios entrevistados trouxeram os elementos para posterior categorização e análise. Os questionários foram auto-aplicados, sendo que todas as questões foram explicadas em Libras pela professora antes de os alunos começarem a responder. Além disso, durante a aplicação eram tiradas dúvidas de interpretação que eventualmente surgiam. Os alunos também participaram da tabulação dos dados, auxiliando na contagem das repostas e na elaboração das tabelas e gráficos que aparecem no decorrer do artigo. É importante ressaltar que os dados aqui levantados, apesar de serem apresentados sob a forma de gráficos e percentuais, não têm como objetivo quantificar ou apontar estatisticamente os usos de tecnologias pelos alunos surdos. Trata-se apenas de uma forma de sistematizar o que na verdade já é percebido diariamente no contato com esta geração de alunos. A finalidade dos números, portanto, é apenas a de orientar as reflexões que pretende-se desenvolver ao longo do texto, não havendo a pretensão de generalizar e muito menos de trazer respostas definitivas sobre o problema. Neste sentido, cabe ao pesquisador, conforme Stecanela (2008), estabelecer um diálogo em três dimensões com os dados, onde o material empírico, o problema de pesquisa e o referencial teórico dialogam entre si, produzindo significado ao que foi levantado. É a partir deste processo que se torna possível dar voz aos números, que por si só não comunicam nada.

5 As respostas das duas questões abertas foram tabuladas a partir do agrupamento em categorias. A própria natureza das perguntas originou respostas bastante pontuais e objetivas, o que de certa maneira facilitou a tabulação. Os procedimentos de categorização utilizados serão melhor explicitados no próximo subtítulo, onde é feita a análise e interpretação dos dados. Análise dos dados Dos trinta alunos entrevistados, 63% são homens e 37% mulheres, numa faixa etária que varia entre 16 e 41 anos de idade. 7% situam-se entre 26 e 30 anos e 20% possuem mais de 30 anos sendo que, a maior representatividade é de jovens que se localizam entre 16 e 25 anos, num total de 73%. Trata-se de um grupo bastante heterogêneo, que possibilita uma constante troca inter-geracional, o que também contribui para a inserção de pessoas com mais idade no contexto das tecnologias e das novas formas de comunicação. Na primeira questão, foi perguntado se sabiam usar o computador: 60% declararam saber usar bem, 30% sabem usar pouco e apenas 7% responderam que não sabem usar o computador. Entretanto, na segunda pergunta que questionava qual a maior dificuldade para utilizá-lo, apenas 17% disseram não ter dificuldades sendo que todos os demais apresentavam dificuldades de alguma natureza. Olhado desta maneira poderia parecer uma contradição, pois primeiro dizem que sabem usar, e logo em seguida dizem que têm dificuldades. Mas se forem analisadas as demais respostas, percebe-se que apenas 30% responderam ter dificuldades por não saberem usar direito o computador, os demais (46%) apontam dificuldades relacionadas com questões de barreiras lingüísticas, que acabam gerando dificuldades no uso destas ferramentas, e não ao uso da tecnologia propriamente dita. Os dados podem ser melhor visualizados no gráfico que segue abaixo:

6 Conforme se pôde observar, a alternativa mais assinalada foi a que aponta o fato de não entender bem a língua portuguesa, e precisar ler muito como a maior dificuldade em usar o computador (36%). Em seguida, vem a alternativa que traz como maior dificuldade o inglês, que foi assinalada por 10% dos alunos. Ou seja, os alunos ainda chegam ao ensino médio com muitas dificuldades em língua portuguesa, que muitas vezes é obstáculo para utilização adequada das tecnologias. Do ponto de vista da educação, os dados convidam a refletir sobre a efetividade dos modelos que vem sendo adotados para educação dos surdos, e se tem ocorrido de fato uma educação bilíngüe, uma vez que os alunos declaram não dominar o português como segunda língua. O que se questiona aqui não é a eficiência do bilingüismo como forma de educar os surdos, mas as práticas que tem sido efetivadas que não têm dado conta de formar alunos verdadeiramente bilíngües. Neste sentido, Lopes (2006, p.27) afirma que talvez esteja na hora de reavaliarmos nossas bandeiras de luta, incluindo, em tal avaliação, o que não tínhamos na pauta das nossas lutas: a qualidade do ensino e da aprendizagem na escola de surdos. Para além do uso das tecnologias, a mesma autora chama a atenção para a importância do domínio da língua portuguesa como uma condição de possibilidade em um mundo extremamente competitivo e excludente, e da necessidade da hipercrítica permanente por parte daqueles que trabalham na educação dos surdos: Frente às necessidades econômicas, sociais e políticas enfrentadas pelos surdos, como quaisquer outros sujeitos, a escola de surdos, através daqueles que constituem sua comunidade e, principalmente os professores, precisa exercer sobre si a hipercrítica permanente. Que sentimentos e que tipo de formação queremos dar àqueles que estão na escola? (LOPES, 2006, p.34) Na questão número três, 4% dos entrevistados declararam não ter acesso à internet, 3% têm acesso na escola, 23% na casa de amigos ou familiares e 70% na própria casa. Quanto à freqüência de acesso, 30% acessam todos os dias, 37% mais de uma vez por semana, 20% uma vez por semana, 7% uma vez por mês e 3% menos de uma vez por mês. Ou seja, o acesso físico ao computador e à internet não é neste caso, o maior problema a ser enfrentado, uma vez que a maioria tem a possibilidade de acessar seja na própria casa, na casa de familiares e de amigos ou na escola, e com uma freqüência no mínimo semanal em 87% dos casos. As questões cinco e seis eram descritivas, e por isso as respostas foram analisadas de forma diferenciada. Na questão número cinco foi perguntado o que mais

7 eles utilizam no computador. As respostas foram agrupadas em três categorias: na primeira internet e aplicativos, onde foram computadas referências a sites de relacionamento, serviços de mensagens instantâneas, sites de busca etc; na segunda categoria foram computadas respostas que se referiam a jogos, e na terceira, programas editores de foto. A categoria mais mencionada entre os entrevistados foi a de internet e aplicativos, correspondendo a 60% das respostas. Em segundo lugar aparecem os jogos, representando 30% das referências e por último os editores de fotos, que corresponderam a 10% das referências. Ou seja, a internet é a ferramenta mais utilizada pelos alunos entrevistados. Mas o que será que eles mais acessam na internet? A questão número seis, também dissertativa, foi tabulada a partir do agrupamento em categorias, e refere-se justamente ao tipo de conteúdo acessado na internet. As categorias utilizadas foram: sites de busca (Google, Yahoo, YouTube, etc.), sites de relacionamentos (Orkut, MSN, Oovoo 3, ) e sites de notícias e esportes. Observando-se os resultados das duas questões, é possível perceber que a importância atribuída ao computador pelos jovens do contexto da pesquisa dá-se muito mais pela possibilidade de conexão e de comunicação do que pela possibilidade de informação que ela proporciona. Embora em questões subseqüentes eles afirmem que a internet é sua principal fonte de informação, as repostas dissertativas (e daí a importância de serem desta natureza, para não sugestionarem as respostas) trazem como principais ferramentas de interação utilizadas no computador o Orkut, o MSN ou Oovoo. 3 Oovoo é um aplicativo de grande popularidade entre os surdos deste contexto de pesquisa, que permite teleconferências com até seis pessoas simultaneamente, o único problema é que seu bom funcionamento depende da velocidade da conexão e de uma webcam de boa resolução, o que o torna inacessível a muitos surdos.

8 As ferramentas de busca e sites de notícias têm ênfase bastante reduzida se comparada aos anteriores. A internet é sem dúvida uma fonte rápida e fácil de informações, no entanto, informações sem análise, interpretação a aplicação, não tem relevância social e nem científica. Neste sentido, a grande contribuição da internet para a educação, vai além da possibilidade de difusão de informações, ela está na capacidade de conectar de sujeitos, criando redes que propiciem a mudança do pensamento individual para o coletivo, desenvolvendo a autonomia, a cooperação e a capacidade de equacionar os problemas postos diariamente pela vida em sociedade. Mas para que isso ocorra, é necessário enfrentar o grande desafio de superar o descompasso entre a produção tecnológica e o uso destas pelos educadores, que ainda baseiam suas práticas no falar e copiar. Por isso, cabe ao professor criar condições para que os alunos possam construir relações e atribuir significado ao que está sendo estudado. (VALENTINI, 1999). Ou seja, o fato de utilizarem a internet mais como meio de relacionamento do que informação não é necessariamente algo negativo, pois a informação, embora seja importante para que sejam formados sujeitos que sabem o que está acontecendo no mundo em que vivem, isto não é o principal; este caráter relacional pode ser utilizado pelo professor como forma de estimular comportamentos colaborativos e interativos. Outra reflexão que os dados suscitam é a necessidade não só de educar através das tecnologias ou para o uso técnico delas, mas para seu uso tendo em vista as dimensões éticas que envolvem relacionamentos com pessoas e grupos num território que, para muitos, ainda é considerado sem lei, tornando-se um espaço privilegiado de mentira, difamação, violência psicológica e comportamentos que seriam facilmente criminalizados no mundo real. Trata-se portanto de um triplo desafio: ensinar a usar as funcionalidades da tecnologia, ensinar através destas funcionalidades e fazer refletir sobre as implicações de seus usos. A principal fonte de informação para 30% dos entrevistados é a televisão e a internet. Constatou-se ainda que 18% ficam sabendo dos acontecimentos pelas pessoas da família, 11% pelo jornal, 7% na escola por intermédio de professores e colegas e 4% por revistas.

9 Conforme o gráfico 4, apresentado acima, a tecnologia apontada como sendo a mais utilizada para comunicação foi o MSN (43%), seguido pelo celular (20%), o (17%), o Orkut (3%) e 5% não responderam. Atribui-se esta popularidade do MSN, ao fato de ele possibilitar a comunicação gratuita e em tempo real a qualquer pessoa que tenha acesso a internet, em detrimento do celular, que também foi bastante apontado, mas possui a desvantagem de um custo financeiro de manutenção que inviabiliza seu uso na mesma intensidade que o MSN. O Orkut foi pouco escolhido devido às próprias características funcionais da página, que se destina mais à criação de perfis virtuais do que para comunicação simultânea. No grupo dos 17% que não responderam enquadramse também aqueles que assinalaram mais de uma alternativa, o que acabou por inviabilizar o cômputo destas junto às demais. Ao serem perguntados se a comunicação se dava com pessoas da cidade, do estado, de outros Estados e de outros países, as respostas foram: 20% somente com pessoas da própria cidade, 20% com pessoas da própria cidade e do Estado, 44% com pessoas da cidade e também de outros Estados, 10% com pessoas da cidade, do Estado e de outros países, 6% não responderam. Por último, foi perguntado se a maioria das pessoas com quem se relacionam na internet são surdos ou ouvintes. As respostas foram: 60% com surdos e ouvintes na mesma proporção, 27% com surdos, 10% com ouvintes e 3% não responderam, conforme o gráfico abaixo: Os dados acima demonstram que as novas tecnologias têm contribuído de alguma forma para que a comunidade surda ultrapasse as fronteiras de escola (VALENTINI, 1999) e, porque não, as fronteiras da própria comunidade, favorecendo o contato entre surdos e ouvintes, não nos moldes colonialistas, dos ouvintes exercendo poder sobre os surdos, mas pela possibilidade de contatos amistosos e de trocas

10 interculturais. O contato com pessoas de outros estados e até mesmo de outros países pode significar também uma oportunidade de agregação de comunidades surdas de diferentes contextos sociais, e o alargando os horizontes culturais e sociais dos internautas. Considerações finais Ficou evidenciada a importâncias das tecnologias na vida dos surdos estudantes de ensino médio, e a presença marcante no seu cotidiano e nos seus relacionamentos. Mais do que simplesmente informar, elas têm favorecido o contato e as trocas interculturais, afetivas e intersubjetivas. Longe de encerrar a discussão, busca-se estabelecer um convite à reflexão sobre o papel da educação na utilização das tecnologias como ferramenta pedagógica, e não só como atividades de lazer. Ou pensando de outra maneira (e porque não?) de utilizar as atividades de lazer como ferramentas pedagógicas. E com isto, fica a questão provocativa: como utilizar estes recursos tão populares entre os jovens, tais como Orkut, o MSN e o celular, de maneira formativa para estes jovens? Certamente existem várias possibilidades a serem exploradas, mas para isso, os professores e as escolas precisam mudar o olhar sobre estas tecnologias, muitas vezes vistas como vazias de conteúdo e sem importância de serem trazidas para o contexto escolar. Poderia-se começar pela própria discussão sobre as dimensões éticas dos usos das tecnologias, o que já seria uma forma de trazer para escola um pouco do que os alunos vivenciam no seu cotidiano, e de influenciar positivamente a realidade. Além disso, pensa-se que seja necessário pensar não só na dimensão ética que as novas relações suscitam, mas também de despertar nestes jovens o espírito crítico e autônomo, de não aceitar tudo o que é veiculado pela TV e pela internet como verdades incontestáveis. Ou seja, ao falar tanto de ética quanto de crítica, fala-se também em uma educação comprometida com mudanças de atitudes perante a vida e a sociedade. No caso dos entrevistados deste contexto de pesquisa, o acesso material às tecnologias não é o maior problema para lidar com elas, mas sim as dificuldades ocasionadas por falhas no processo educacional destes sujeitos que vêm desde os primeiros anos escolares e que acabam por constituírem barreiras de acesso ao mundo das informações. As dificuldades com a língua portuguesa se mostram como fator de grande preocupação por parte dos entrevistados, que inclusive tiveram bastante

11 dificuldades para interpretar as próprias perguntas do questionário. Talvez, como sugere Lopes (2006), esteja mais do que na hora de reavaliar as práticas que têm sido efetivadas até hoje nas escolas de surdos, as quais carregam consigo o olhar que os professores e a escola têm sobre seus alunos. Neste texto, procurou-se analisar como os jovens surdos se relacionam com as novas tecnologias de informação, agora, fica a idéia de se desenvolverem mais pesquisas que visem analisar a fundo como estes jovens se relacionam dentro destas tecnologias, ou seja, como se representam, que princípios e pressupostos pautam suas relações nos espaços virtuais. O processo de formação pressupõe troca, experiência interação social e aprendizagem. É na confluência de todos esses elementos que cada um, permanecendo o mesmo, vai constituindo a sua identidade ao longo da sua existência, e os espaços virtuais podem se constituir como lugar privilegiado para isto. Por último, é interessante deixar registrado o alcance deste trabalho dentro do contexto escolar. Conforme foi descrito na metodologia, os alunos participaram das várias etapas constituintes da pesquisa, desde a elaboração dos questionários até a tabulação e socialização dos resultados. Esta última parte, onde foram expostos e comentados os gráficos, despertou grande interesse dos alunos que puderam conhecer melhor o grupo em que estão inseridos. Além disso, ver sua cultura (surda, jovem, negra, feminina etc...) representada e debatida nas aulas de Sociologia é uma forma de valorizá-los e de fazê-los se perceberem como grupo social diferente, rompendo assim com as visões clínico-patológicas que muitas vezes ainda recaem sobre eles. A pesquisa de opinião é uma grande aliada do professor que, na busca constante de conhecer seus alunos e de produzir mais do que reproduzir conhecimentos, acaba levando para dentro da escola o espírito curioso, indagador e transformador da pesquisa. REFERÊNCIAS BAUER, Martin W. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático. Petrópolis: Vozes, BAUMAN, Zygmunt. Identidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, DALCIN, Gladis. Um estranho no ninho: um estudo psicanalítico sobre a constituição da subjetividade do sujeito surdo. In: QUADROS, Ronice Muller. Estudos Surdos I. Petrópolis:Arara Azul, HALL, Stuart. A identidade Cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro:DP&A, 2006.

12 LOPES, Maura Corsini. Surdez &Educação. Belo Horizonte: Autêntica, PAVIANI, Jayme. Epistemologia Prática: ensino e conhecimento científico. Caxias do Sul: Educs; SACKS, Oliver. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Cia. das Letras, SILVA, Tomaz Tadeu da (org.); HALL, Stuart; WOODWARD, Kathryn. Identidade e Diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, SKLIAR, Carlos. Educação & exclusão: abordagens sócio-antropológicas em educação especial. 4.ed. Porto Alegre: Editora Meditação, Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A, (Org.). A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Mediação: Porto Alegre, STECANELA, Nilda. Jovens e cotidiano: trânsitos pelas culturas juvenis e pela escola da vida. Porto Alegre: UFRGS, f. Tese (Doutorado em Educação) Programa de Pós-Graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, THOMA, Adriana da Silva; LOPES, Maura Corcini.(Orgs.). A invenção da surdez: cultura, identidades e diferença no campo da educação. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, THOMA, Adriana da Silva; LOPES, Maura Corcini.(Orgs.). A invenção da surdez II: Espaços e tempos de aprendizagem na educação de surdos. Santa Cruz do Sul: EDUNISC, VALENTINI, Carla Beatris. As novas tecnologias da informação e a educação de surdos. In: SKLIAR, Carlos (Org.). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre: Mediação, VEIGA-NETO, Alfredo; LOPES, Maura Corsini. Marcadores culturais surdos: quando eles se constituem no espaço escolar. in: PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 24, n. Especial, p , jul./dez Disponível em:

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