Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 APRESENTAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 APRESENTAÇÃO"

Transcrição

1 AC, ÁGUAS DE COIMBRA, E.E.M. Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013

2 AC, ÁGUAS DE COIMBRA, E.E.M. Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013

3 ÍNDICE 5. Apresentação 7. Deliberação 9. Objetivos Serviço de Gestão e Planeamento Recursos Humanos Serviço de Formação, Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho Direcção de Exploração e Manutenção de Sistemas Direcção de Planeamento e Obras Direcção Administrativa, Financeira e Comercial Gabinete Técnico e de Inovação Gabinete de Comunicação e Imagem Gabinete de Informática Gabinete de Assessoria Técnica Gabinete de Auditoria Interna 26. Plano Plurianual de Investimentos 35. Demonstração Previsional de Resultados 46. Balanço 47. Demonstração dos Fluxos de Caixa 53. Parecer do Fiscal Único

4 4

5 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 APRESENTAÇÃO O orçamento é um importante instrumento de gestão na medida em que permite não apenas o planeamento da atividade num determinado exercício e a correspondente afetação de meios (recursos), mas também porque permite o controlo dessa mesma atividade ao longo do período de vigência desse orçamento. Tradicionalmente, os orçamentos apresentados pela AC ao executivo municipal, refletem as projeções de natureza económico-financeiras, assentes na atividade prevista para o exercício económico em causa. Adicionalmente, temos procurado ajustar as propostas de orçamento sujeitas a apreciação e votação na câmara municipal, às condições concretas da execução dos orçamentos anteriores, de modo a que cada projeção seja mais adequada à realidade. O presente orçamento é marcado por duas circunstâncias que merecem destaque: - Por um lado, a diminuição da receita prevista por via direta do tarifário, relativamente ao previsto no orçamento de Tal diminuição deve-se, essencialmente, a uma racionalização de consumo, mas também ao não agravamento do tarifário. - Por outro lado, o facto de não existir ainda uma proposta formal de tarifas a praticar pelas Águas do Mondego, obriga à utilização de projeção feita com base nas tarifas vigentes, atualizadas de acordo com o estabelecido no contrato de concessão, com base na variação prevista do IPC para o próximo ano. A estratégia orçamental da empresa teve, em 2012, mais um ano de consolidação, assente na contenção da despesa e otimização de recursos. Com efeito, a viragem levada a cabo nos últimos anos, tem vindo a permitir uma gradual racionalização da estrutura da empresa que se traduz numa constante diminuição da despesa, ano após ano, e uma melhor afetação de recursos. Assim, é expectável nova redução do nível de despesa, para o ano de 2013, da qual destacamos a redução (2,4%) dos Fornecimentos e Serviços Externos, cuja redução permite, inclusivamente, acomodar o aumento previsto na tarifa de saneamento cobrada pela Águas do Mondego à nossa empresa. Também os gastos com o pessoal deverão decrescer 4,98% não obstante o aumento de 5 pontos percentuais das contribuições para a CGA. A redução de gastos com pessoal resulta, sobretudo, da otimização da gestão de recursos e de uma gradual diminuição do número de efetivos da empresa, que naturalmente se traduz numa melhor utilização / afetação do pessoal. Efetivamente, a realocação e crescente polivalência de recursos humanos, no quadro de uma gestão mais adequada das principais tarefas, com visíveis acréscimos de produtividade, traduz-se numa diminuição de horas extraordinárias e na diminuição do número de colaboradores, que ao longo dos últimos três anos foi superior a 12%. Por fim, lembramos a necessidade da verificação de resultados líquidos positivos, pelo que a consolidação orçamental assume redobrada importância. Desta forma, importa destacar a consolidação orçamental da empresa, analisada também na perspetiva do resultado operacional - que traduz o fundamental equilíbrio entre a despesa estrutural e a receita estrutural. O resultado líquido, à semelhança do que se verificará no final de 2012, deverá ainda ser incrementado por via da função financeira, cujo desempenho (ainda que não seja uma das atividades principais da 5

6 empresa) é cada vez mais relevante, fruto de uma gestão financeira também ela mais apertada e rigorosa (quer das dívidas da empresa, quer dos seus saldos financeiros). Desta forma, em 2013 e pelo quarto ano consecutivo, a empresa alcançará o equilíbrio orçamental pela via da contenção de custos e não pelo aumento do tarifário (que traduziria um aumento do esforço pedido aos consumidores). 6

7 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 DELIBERAÇÃO 7

8 8

9 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 OBJETIVOS - SERVIÇOS SERVIÇO DE GESTÃO E PLANEAMENTO DE RECURSOS HUMANOS (SGPRH) Face ao contexto económico-financeiro atual, às imposições legais existentes e às previstas para o ano de 2013, a AC terá especial atenção à gestão dos seus recursos humanos. Uma das apostas, a exemplo de 2012, será a promoção da mobilidade funcional dos colaboradores. A promoção da mobilidade funcional numa gestão moderna, além de indispensável, fomenta o trabalho em equipa, a eficaz adaptação às mudanças, permite a adequação entre competências e enriquece as experiências profissionais dos trabalhadores. Para que a mobilidade se realize com celeridade e eficácia, é importante que o descritivo funcional e o mapeamento de competências seja um instrumento bem construído e o mais fidedigno da realidade das tarefas executadas e da dimensão das competências efetivamente necessárias e das desejadas. Em 2013 pretende-se que esta ferramenta seja uma realidade de acordo com os requisitos da norma ISO 9001:2008, ponto 6.2 Recursos Humanos - e em harmonia com a cultura da AC, servindo também de suporte para outras áreas de desenvolvimento de Recursos Humanos. A sua execução permitirá efetuar a análise das necessidades presentes de Recursos Humanos e só assim se poderá planear e garantir o cumprimento da missão, da estratégia, dos objetivos da organização e dos imperativos legais. Esta análise vai permitir caracterizar os recursos humanos disponíveis e fazer uma gestão previsional de efetivos e de competências. O ano de 2013, face à grave crise económica social, que a todos afeta, exige maior atenção com o bem estar e satisfação dos trabalhadores. A AC, continuará a incentivar todos os trabalhadores a participar ativamente na construção do futuro da empresa, auscultando e implementando, sempre exequível, as suas sugestões. O sistema de recolha de sugestões será mantido e promover-se-á o aproveitamento eficaz do seu potencial. SERVIÇO DE FORMAÇÃO, SAÚDE, HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO (SFSHST) Perante as exigências do serviço público, é decisivo que se continue a investir na melhoria da qualidade da formação dos trabalhadores, sem renunciar à correspondente certificação, uma vez que o aumento da produtividade da empresa dependerá sempre da respectiva eficácia e impacto. 9

10 Tendo presente que os colaboradores da Águas de Coimbra são a chave da eficácia organizacional, importa continuar a desenvolver o processo de melhoria das suas qualificações por forma a aumentar os seus níveis de produtividade e qualidade. A execução do plano de formação é uma variável chave para se produzirem as competências necessárias para se obter um desempenho eficaz, pelo que continuaremos a implementar o Plano de Formação. Por outro lado, de forma a completar as necessidades específicas das funções de direcção, planeamento e gestão considerou-se, determinante, desenvolver um programa que contribuísse para gerar uma cultura de mudança, com vista a criar um ambiente facilitador do empreendedorismo e da valorização de conhecimento. O modelo encontrado foi o da organização de um ciclo de conferências, que tem como tema geral preparar a mudança, agir para o futuro. Este ciclo de conferências procura reflectir sobre os desafios da actualidade, não só do sector da água, mas do País e da Sociedade. Para estas são convidados especialistas reconhecidos no sector e outras personalidades do meio académico e empresarial. Deste modo os objectivos na área da Formação centram-se na garantia dos níveis de desenvolvimento de competências nas áreas e funções chave e na melhoria dos conhecimentos e das competências de forma a assegurar a valorização e o desenvolvimento das pessoas. Na área da acção social, no ano de 2013, dar-se-á continuidade ao projecto de apoio social, orientado para minorar as difíceis condições sócio-económicas dos trabalhadores com menores rendimentos do trabalho. Este projecto comporta várias acções orientadas para os trabalhadores que, avaliadas as circunstâncias económico-sociais, poderão ter acesso a um conjunto de apoios que se pretendem estabelecer. Para além deste e associado a esta área, o SFSHST continua a promover e organizar o Programa de Prevenção Social e Saúde, que assenta, não só na realização dos exames médicos de Medicina do Trabalho (admissão, periódicos, ocasionais e complementares) mas, também, na realização de acções de intervenção social e da medicina preventiva e curativa. Este programa, para além das consultas médicas, comporta acções de sensibilização sobre temas na área na saúde e comportamentos sociais, bem como, visitas de acompanhamento médico-social aos trabalhadores que se encontram em recuperação, vitimas de doenças naturais e do trabalho, com estado de baixa prolongada. São, ainda, desenvolvidas várias intervenções com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento pessoal e social dos trabalhadores que procuram, no âmbito do acompanhamento psicossocial, melhorar o desempenho profissional dos colaboradores. Importa, ainda, referir que continua a ser preocupação o controlo do consumo excessivo de álcool, pelo que as medidas associadas à aplicação do Regulamento Interno de Prevenção e Controlo do Consumo Excessivo de Álcool mantem-se na linha de intervenção do SFSHST. 10

11 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 A responsabilidade laboral e social da empresa incorpora, assim, práticas sociais orientadas para as questões de relacionamento profissional e social, numa perspectiva do aumento da qualidade de vida, do desempenho e da motivação dos trabalhadores. Ao nível da higiene e segurança no trabalho o SFSHST continuará, através dos técnicos responsáveis pela coordenação segurança em obra das empreitadas (CSO), a dar cumprimento ao acompanhamento e a fiscalização das empreitadas da AC. As actividades a desenvolver são as resultantes das exigências legais, garantindo que se assegura não só a máxima segurança dos trabalhadores em obra mas, também, a boa organização e gestão da obra, inclusive em matéria de gestão de resíduos, de forma a prevenir/minimizar e/ou a compensar os impactos a nível ambiental e social. Deverá, para isso, o acompanhamento e a fiscalização das empreitadas, assegurar o cumprimento e a implementação do Plano Segurança e Saúde e do Plano Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção e Demolição. No campo da actuação da segurança no trabalho relativa aos colaboradores da AC, continuaremos a elaboração de procedimentos de segurança associados às funções que os trabalhadores desempenham na Águas de Coimbra, aos trabalhos que realizam, aos equipamentos que usam e às máquinas com que operam. O objectivo é dar a conhecer os riscos e indicar as protecções mais adequadas que os trabalhadores deverão ter e usar. Este conjunto de regras e procedimentos completam, com as fichas técnicas dos equipamentos de protecção individual e colectivo e com as instruções de sinalização, a 1ª parte do Manual de Segurança da AC, Águas de Coimbra. À intervenção na área da segurança no trabalho, está sempre associada informação e formação específica dirigida aos trabalhadores, pelo que não será deixada de ser dada continuidade às acções já previstas em Plano e a outras que se entendam como necessárias. O trabalho nesta área será completado com avaliações das condições de trabalho e da sua forma de execução, bem como para os estados das instalações e equipamentos utilizados. A estas, seguir-se-ão propostas de correcção das situações consideradas de risco, com vista melhoria das condições de trabalho e saúde e, naturalmente, procurando prevenir e diminuir o risco de acidentes de trabalho. Cultivar uma cultura de segurança, é a orientação que tem vindo a ser desenvolvida e incentivada como fazendo parte da Águas de Coimbra. 11

12 - DIREÇÕES DIREÇÃO DE EXPLORAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS (DEMS) A Direção de Exploração e Manutenção de Sistemas como o órgão responsável pelos processos de gestão de exploração e manutenção dos sistemas de água e de águas residuais e pluviais tem como missão a prestação de um serviço de excelência de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais. Pretendemos assim a melhoria contínua de todas as operações que realizamos, com o suporte das ferramentas da Telegestão, o GOTAS-Si, o E.R.P., nos módulos UBS e Contadores, o CCTV, e o GPS, que permitirá otimizar a adequação das infraestruturas de abastecimento de água e drenagem de águas residuais promovendo a utilização eficiente dos recursos existentes. Será dada a continuidade às atividades de manutenção com a execução dos planos e dos programas implementados que foram optimizados em função dos resultados já obtidos. São eles: Programa de Controlo de Qualidade da Água (PCQA) e Programa de Controlo Operacional (PCO); Plano de Descargas na Rede de Distribuição de Água; Plano de Higienização e Limpeza de Reservatórios; Manutenção e Impermeabilização de Reservatórios; Plano de Manutenção Eletromecânica Preventiva em Estações Elevatórias; Plano de Inspecção e Limpeza de Estações Elevatórias de Águas Residuais; Plano de Manutenção de Infra-Estruturas de Saneamento Limpeza/Desobstrução; Plano de Manutenção de Hidrantes; Plano de Manutenção e Limpeza de Sarjetas e Sumidouros; Plano de Controlo de Perdas de Água com a identificação dos contadores a substituir, detecção de roturas não reportadas, a identificação de ligações clandestinas e a monitorização dos consumos dos grandes clientes; Plano de Gestão do Parque de Contadores, que reduz a idade média de instalação dos contadores e contribui para a redução das perdas aparentes; Monitorização e Fiscalização de Descargas Industriais na rede pública de drenagem com a finalidade de garantir a conservação do sistema e o menor impacto no bom funcionamento das ETAR s. Em 2013, o Plano de Renovação do Parque Automóvel que foi criado em 2011 terá um desenvolvimento significativo de modo a adequar e minorar os custos de manutenção que se verificam e que resultam, essencialmente, da idade do parque automóvel. Será dada a continuidade à campanha de monitorização e de deteção de ligações indevidas entre os sistemas de drenagem residual e pluvial no âmbito da monitorização dos caudais de infiltração tendo como principal objetivo a redução dos caudais entregues para tratamento. 12

13 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 Iniciaremos durante o ano de 2013, a monitorização remota dos descarregadores que existem no sistema público de drenagem de águas residuais de modo a evitar e a minimizar os efeitos negativos das descargas inadvertidas em meio hídrico conforme as exigências da proteção ambiental. Toda a informação gerada nos setores operacionais é vital ao funcionamento de outros setores da empresa porque permite, entre outras ações, validar os modelos matemáticos de água e de saneamento do GTI (Gabinete Técnico e de Inovação), atualizar o cadastro no SIC (Serviço de Informação Cadastral) ou analisar a implementação de empreitadas de reabilitação de infraestruturas pelo DPO (Direção de Planeamento e Obras). Durante o ano de 2013 serão reanalisados os procedimentos e os formulários atuais da direção tendo em vista a melhoria da informação disponível que, no âmbito da Gestão Patrimonial de Infraestruturas permita a melhoria contínua das atividades desenvolvidas. DIREÇÃO DE PLANEAMENTO E OBRAS (DPO) Estando as atividades a desenvolver pela DPO coordenadas com os objetivos estratégicos da Águas de Coimbra, refere-se de seguida alguns exemplos, por tópicos, das contribuições que serão dadas para cada um deles, no âmbito desta direção de serviços: Manter o nível de satisfação dos clientes elevado implementar de forma sistemática a realização de questionários de satisfação dos clientes, quer dos residentes em zonas intervencionadas por empreitadas, quer dos requerentes de projetos particulares, e garantir o cumprimento de prazos na resposta às solicitações e reclamações; Assegurar a qualidade da água fornecida em níveis de excelência realizar as empreitadas de remodelação das redes e ramais de abastecimento de água que irão erradicar as tubagens antigas em materiais inadequados que podem afetar a qualidade da água; Otimizar a adequação das infraestruturas de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais promover e realizar um conjunto de empreitadas de remodelação, principalmente, e de ampliação dos sistemas de abastecimento de água e drenagem de águas residuais; Otimizar a eficácia da organização e promover a utilização eficiente de recursos garantir uma maior e melhor informação sobre as características das infraestruturas, e sobre o seu desempenho, realizar as intervenções cumprindo os orçamentos e prazos e minimizar os erros e as não conformidades; Promover a adequação das competências e a satisfação dos colaboradores disponibilizar formação adequada ao desenvolvimento das capacidades dos colaboradores, de forma justa e equitativa; 13

14 Contribuir para o desenvolvimento local e promover a interação da AC com a comunidade envolvente realizar as intervenções de modo a contribuir para a sustentabilidade das infraestruturas de saneamento básico e assim ajudar no desenvolvimento local; Promover a prestação de serviços, conexos à atividade da AC, a outras entidades. Por conseguinte, a DPO continuará a desenvolver a sua atividade no sentido de aumentar a durabilidade e sustentabilidade infraestrutural das redes de distribuição de água e de drenagem de águas residuais existentes, uma vez que os serviços de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais urbanas apresentam já taxas de cobertura elevadas, e também a sustentabilidade económico-financeira e ambiental destes serviços, com destaque para a melhoria de desempenho associada à redução de perdas nas redes de água, de infiltrações nas redes de drenagem de águas residuais domésticas e da afluência de águas pluviais às ETAR. Dispondo a AC de significativos recursos infraestruturais, cerca de km de rede de distribuição de água e ramais de água, e de km de redes de drenagem de águas residuais e ramais de saneamento, que asseguram taxas de cobertura dos serviços de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais urbanas de cerca de 100% e de 96%, respetivamente, um dos objetivos estratégicos da empresa, acima referido, passa por garantir a salvaguarda da sustentabilidade infraestrutural destas redes e dos interesses legítimos dos seus utilizadores, particularmente a reabilitação de condutas de água e colectores de saneamento e dos respectivos ramais domiciliários. A reabilitação da rede de distribuição de água destina-se a erradicar materiais de qualidade inferior fibrocimento, ferro fundido cinzento e ferro galvanizado e/ou envelhecidas que apresentam problemas, promovendo a melhoria da qualidade de serviço prestado e a redução das perdas de água, com benefícios económicos e ambientais. Para o efeito, a empresa realizou já algumas empreitadas remodelação da rede de água 1ª até à 4ª fases, tem em curso 5.ª e 6ª fases, e planeou outras cuja realização se estenderá até 2014, e que permitirão a substituição integral dos materiais mais antigos e de menor qualidade. Ao nível da reabilitação da rede de saneamento de águas residuais urbanas, promover-se-ão medidas de carácter estrutural destinadas a reduzir os caudais de infiltração afluentes às ETAR e o número de obstruções em colectores e ramais, que poderão afetar a qualidade de serviço, ainda de dimensão pouco significativa dado o reduzido incentivo financeiro, devido ao elevado custo destas intervenções face ao valor despendido na entrega para tratamento das águas residuais. Atendendo ao ciclo anual de gestão, ao nível operacional, a DPO, no estabelecimento das actividades para o ano de 2013, desenvolverá um conjunto de obras e de iniciativas que se passam a descrever de seguida. Desde o ano de 2010, uma parte significativa do investimento está e continuará a ser aplicada no serviço de abastecimento de água, onde para além das remodelações de rede executadas em simultâneo com as poucas obras de saneamento das águas residuais em curso está prevista a continuação dos muito significativos esforços, já iniciados nos anos anteriores, destinados à modernização do sistema de 14

15 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 abastecimento de água. Esta acção será consubstanciada por obras de reabilitação das redes existentes, para aumentar o nível de qualidade do serviço prestado e diminuir as perdas de água resultantes da deterioração das tubagens antigas. Nesse sentido, prevê-se que, em 2013, sejam concluídas duas empreitadas de remodelação da rede de água iniciadas durante 2012, que estão a reabilitar e substituir redes pertencentes às ZMC do Sistema Inferior e Sistema Inferior Norte, criando condições para a separação integral das condutas do sistema em alta, bem como outras duas que estão a remodelar as redes das zonas de Eiras, Bairro de Santa Apolónia e Monte Formoso. Será também continuada outra empreitada iniciada já no 4.º trimestre de 2012, que irá reabilitar e substituir redes pertencentes às ZMC de Pinhal de Marrocos, Pinhal de Marrocos II, Santa Clara II, Alqueves, Arruela, Espírito Santo das Touregas, Alto dos Barreiros, Cruz dos Morouços, Cruz dos Morouços Hidropressor e Cernache. Durante o ano de 2013, irão ser iniciadas empreitadas que permitirão reabilitar e substituir redes e ramais nas ZMC de Ingote/Lordemão, Brasfemes, Rocha Nova, Lordemão Torre, Alto dos 5 Reis, Adémia, Santa Apolónia, Trouxemil, Marmeleira, Botão, Mata de São Pedro, Póvoa do Loureiro), Tovins, Tovim de Cima, Chão do Bispo II, Picoto dos Barbados/Dianteiro, Ceira e Vendas de Pousada permitindo que nestas ZMC praticamente se acabem com as condutas com materiais de menor qualidade e/ou envelhecidos. Prevê-se, também, a realização de uma empreitada de reabilitação apenas de ramais de água, mantendo-se as respectivas condutas onde estes são ligados, para zonas onde se verifica uma significativa percentagem de fugas apenas nos ramais. Uma vez atingida uma taxa de cobertura de 96% no serviço de saneamento público de águas residuais, valor já bem superior à meta de 90% definida no Objectivo Operacional 1 do PEAASAR II para o período , promover-se-á agora a extensão das redes de saneamento a alguns arruamentos ainda não servidos e pontualmente em algumas pequenas povoações. Ainda assim, o investimento no serviço de drenagem pública das águas residuais urbanas terá uma expressão significativa, destinado a dotar com redes de saneamento alguns arruamentos e aglomerados urbanos do concelho. No 4º trimestre de 2012 iniciou-se já uma empreitada destinada a estender esta infraestrutura a arruamentos de algumas povoações que não foram servidos quando das intervenções iniciais de maior dimensão nessas zonas. Prevê-se, ainda em 2013, a realização de uma nova empreitada de reabilitação de coletores e ramais de águas residuais, principalmente em grês, que apresentam sintomas de colapso estrutural e infiltrações significativas de águas freáticas. Relativamente à drenagem de águas pluviais, onde estão atribuídas à empresa competências em matéria de planeamento, de exploração e de manutenção dos sistemas de drenagem das zonas urbanas, estão 15

16 planeados investimentos destinados a alcançar o Objectivo Operacional 2 para saneamento de águas residuais do PEAASAR II, particularmente a redução da percentagem de águas pluviais e de infiltração afluentes aos sistemas de drenagem para um valor de referência inferior a 20%. Para efeito, realizar-seão obras em locais criteriosamente seleccionados para promover a separação de águas pluviais afluentes às redes de drenagem em algumas zonas da cidade. Em 2013, está planeado executar a separação das redes na zona do Vale da Arregaça, coordenada com a intervenção prevista do Metro Mondego. Será também realizada a separação dos sistemas de drenagem em zonas onde existam redes unitárias, em que a Câmara Municipal de Coimbra realize obras de requalificação dos arruamentos, em estreita coordenação entre as entidades. Neste sector realizar-se-ão, ainda, investimentos relacionados com a gestão e manutenção da Rede Hidrográfica Municipal, em estreita coordenação com a Câmara Municipal de Coimbra, bem como a ampliação da rede de drenagem de águas pluviais nas zonas urbanas do Concelho, principalmente naquelas onde existem problemas de inundações. Pretende-se, também, continuar a implementar a instalação de sistemas públicos e prediais de controlo na origem de águas pluviais, de forma a atenuar os caudais de cheia excessivos originados pela significativa expansão urbana no concelho e maior impermeabilização dos terrenos daí decorrente. A definição das melhores soluções continuará a ser realizada de acordo com os Planos de Drenagem elaborados pelo Gabinete Técnico e de Inovação. Para além dessas obras, e para contribuir para uma gestão operacional capaz da empresa, continuar-se-á com o reforço progressivo do Sistema de Informação Geográfica (SIG), através da solução Open Source feita à medida das necessidades da AC e com recursos próprios, que permite a obtenção de informação de suporte para as restantes atividades da empresa. O SIG é a ferramenta onde reside toda a informação cadastral dos sistemas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais urbanas e pluviais a cargo da empresa, e, ainda, informação relevante para a elaboração de mapas temáticos (localização de roturas, obstruções de colectores, etc.) úteis à gestão operacional da empresa. Nesse sentido, pretende-se dar continuidade à melhoria da qualidade da informação disponível, realizando-se verificações cadastrais rigorosas através de meios próprios, e com o equipamento de GPS adquirido em 2012, com a colaboração dos recursos humanos da exploração e manutenção de sistemas. Como supracitado, a AC é detentora de valiosos ativos (infraestruturas) que suportam a sua actividade, pelo que a sua sustentabilidade económica depende significativamente da optimização do desempenho dos mesmos. Por este motivo, ao longo de 2013, a empresa continuará a implementação de um Sistema de Gestão Patrimonial de Infra-Estruturas. O objetivo principal é ter uma gestão estratégica e sustentável do património existente em infraestruturas, constituindo uma abordagem de toda a organização, que visa assegurar um equilíbrio entre as dimensões de desempenho, risco e custo numa perspetiva de médio e longo prazo. 16

17 Águas de Coimbra Plano de Atividades Instrumentos de Gestão Previsional 2013 DIREÇÃO ADMINISTRATIVA, FINANCEIRA E COMERCIAL (DAFC) No campo de ação desta direção de serviços perspetiva-se, para o ano de 2013 e anos seguintes, a necessidade de continuar a desenvolver esforços no aperfeiçoamento da relação com os clientes e com outros agentes externos, bem como na obtenção de ganhos de eficiência e de produtividade do trabalho e dos equipamentos ao nível da gestão interna de funcionamento da empresa. Na relação comercial com o cliente apostamos na qualidade do serviço prestado, procurando manter os patamares de qualidade que têm sido evidenciados no Índice Nacional de Satisfação de Clientes ECSI Portugal (1.º lugar no sector da água em 2009 e 2.º lugar no mesmo sector em 2010 e, novamente,1º lugar em 2011). Assim, definimos como principais objetivos: Melhorar o atendimento telefónico aos clientes e incentivar o recurso às novas tecnologias de forma a evitar a sua deslocação às instalações da Empresa. Tratar as reclamações, os pedidos de esclarecimento e as sugestões, mantendo os prazos de resposta para a generalidade dos casos e reduzindo-os para as situações de excesso de consumo. Continuar a elaborar relatórios mensais sobre as reclamações escritas, procedendo a uma análise exaustiva das causas que deram origem às manifestações de insatisfação por parte dos clientes, privilegiando as reclamações relativas à qualidade da água. As reclamações serão sempre encaradas como oportunidades de melhoria do serviço prestado. Proceder à leitura correta e regular (bimestral para a maioria dos consumidores e mensal para os grandes clientes) dos contadores instalados, de forma a garantir o correto processamento da faturação. Dar especial atenção aos clientes que, por motivo de deficiências nas canalizações prediais, se deparam com excesso de consumo de água. Continuaremos a deslocar-nos às residências destes consumidores auxiliando-os a detetarem as situações de rotura e corrigindo as respetivas faturas. Desenvolver ações de vigilância e fiscalização a usos não autorizados de água de forma a desincentivar o seu consumo ilícito. Na gestão interna de funcionamento, destacamos os seguintes princípios orientadores: Incentivar a desmaterialização documental através do desenvolvimento de procedimentos administrativos economizadores de papel e promoção da consulta e contratualização com os fornecedores de bens e serviços através de plataforma eletrónica; Dar especial importância à gestão de compras, apostando na monitorização dos processos de aquisição de bens e serviços. 17

18 Com exceção da aquisição do bem água e do serviço de tratamento de efluentes (cujo preço é, contratualmente, fixado pela sociedade Águas do Mondego) continuarão a ser planeadas e negociadas as restantes aquisições de existências e de serviços ao nível do preço, da quantidade e do prazo de pagamento. Para esse efeito, continuaremos a elaborar o plano anual de compras e a praticar uma política de consulta e de celebração de contratos de fornecimento contínuo com os fornecedores qualificados. Prosseguir uma política de gestão de existências em armazém que assenta na análise da rotatividade desses materiais e no abate dos que se encontram em estado obsoleto ou sem utilidade para a Empresa; Gerir de forma mais eficaz a aquisição, disponibilização e substituição dos equipamentos de proteção individual promovendo-os a existências (artigos em armazém). Abater bens de imobilizado, completamente amortizados, quando a sua utilização se manifestar não rentável, procedendo à sua venda sempre que esta se revele oportuna para a empresa. 18

AC, Águas de Coimbra, E.M. Instrumentos de Gestão Previsional 2014

AC, Águas de Coimbra, E.M. Instrumentos de Gestão Previsional 2014 AC, Águas de Coimbra, E.M. Instrumentos de Gestão Previsional 2014 ÍNDICE 5. Apresentação 7. Deliberação 9. Objetivos Serviço de Gestão e Planeamento Recursos Humanos Serviço de Formação, Saúde, Higiene

Leia mais

A Evolução dos Serviços de Água em Portugal

A Evolução dos Serviços de Água em Portugal A Evolução dos Serviços de Água em Portugal AcquaLifeExpo Lisboa, 22-25 de Março de 2012 Centro Empresarial Torres de Lisboa Rua Tomás da Fonseca, Torre G 8º 1600-209 LISBOA - PORTUGAL www.ersar.pt Tel.:

Leia mais

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO

PLANO DE MELHORIA CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DO PORTO PLANO DE MELHORIA DO 2015-2017 Conservatório de Música do Porto, 30 de outubro de 2015 1. Introdução... 3 2. Relatório de Avaliação Externa... 5 Pontos Fortes... 5 Áreas de Melhoria... 6 3. Áreas Prioritárias...

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Grandes Opções do Plano 2013-2016

Grandes Opções do Plano 2013-2016 Grandes Opções do Plano 2013-2016 Plano Plurianual de Investimentos 2013-2016 O Grupo Águas de Portugal apresentou aos Municípios do Oeste, no segundo semestre de 2009, as possibilidades de constituição

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente

Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente Concelho de Esposende Distrito de Braga 15 Freguesias Área - Cerca de 95 Km2 População - 33.325 habitantes ( x 3 na época balnear ) Orla Costeira Parque

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - SIADAP - ANO DE 2015 MISSÃO E OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÃNICAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA MAIA, PARA O ANO DE 2015 DIVISÃO ECONÓMICA

Leia mais

AC, Águas de Coimbra, EEM. Plano Estratégico de Gestão Patrimonial de Infraestruturas 2013 2028

AC, Águas de Coimbra, EEM. Plano Estratégico de Gestão Patrimonial de Infraestruturas 2013 2028 AC, Águas de Coimbra, EEM Plano Estratégico de Gestão Patrimonial de Infraestruturas 03 08 Dezembro de 0 Plano Estratégico de Gestão Patrimonial de Infraestruturas 03/08 Versão: 0//8 Referência doc.: igpi_planoestrategico_aceem

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

Investimento Adjudicado 2007-2009

Investimento Adjudicado 2007-2009 Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário Investimento Adjudicado 2007-2009 Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, Memorando de apoio à audição parlamentar de 24 Março de 2010 NOTA

Leia mais

CONTRIBUTO DA INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NA GESTÃO OPERACIONAL DE ENTIDADES GESTORAS DE SERVIÇOS DE ÁGUAS

CONTRIBUTO DA INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NA GESTÃO OPERACIONAL DE ENTIDADES GESTORAS DE SERVIÇOS DE ÁGUAS CONTRIBUTO DA INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NA GESTÃO OPERACIONAL DE ENTIDADES GESTORAS DE SERVIÇOS DE ÁGUAS JOÃO COELHO RITA ALMEIDA ALICE GANHÃO ANA SANTOS JOÃO FELICIANO Conferência Nacional de Geodecisão Escola

Leia mais

GESTÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS

GESTÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS GESTÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS GESTÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE SISTEMAS O SETOR Antes de 1993, a situação global dos serviços de abastecimento público de água e saneamento de águas residuais

Leia mais

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães

Freguesia de Tabuadelo e São Faustino. Concelho de Guimarães Freguesia de Tabuadelo e São Faustino Concelho de Guimarães Relatório de Gerência de Contas e Relatório de Actividades Ano de 2013 Índice: Introdução:... 3 Analise Económica e Financeira... 5 Execução

Leia mais

Planos de Promoção do

Planos de Promoção do Planos de Promoção do Desempenho Ambiental Sector eléctrico Balanço de 5 anos e novas regras 20 de Maio de 2008 Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos 1 Enquadramento 4 A tem as seguintes responsabilidades

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DE LISBOA Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 15/07/2008, 30/01/2012 e 8/08/2012 SAÚDE (LISBOA) ENTRADA EM VIGOR DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO EM 9/08/2012 NA REDAÇÃO DADA PELA DELIBERAÇÃO

Leia mais

Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais

Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais Termos de referência para o cadastro das infraestruturas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais Enquadramento A base do conhecimento de qualquer sistema de abastecimento de água e

Leia mais

Grandes Opções do Plano 2011-2014

Grandes Opções do Plano 2011-2014 Grandes Opções do Plano 2011-2014 Plano Plurianual de Investimentos 2011-2014 Apesar da apresentação efectuada pelo Grupo Águas de Portugal no segundo semestre de 2009 das possibilidades de constituição

Leia mais

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO

NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO Novembro/2014 Índice INTRODUÇÃO... 3 Balanço da execução do plano... 4 Conclusão... 5 Recomendações... 8 REVISÃO DO

Leia mais

WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal

WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal Eficiência dos sistemas de abastecimento de água para consumo humano WORKSHOP Plano para preservar os Recursos Hídricos da Europa (Blueprint) - Perspetivas para Portugal IPQ, 9 de abril de 2014 Os serviços

Leia mais

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária Preenchidos A preencher Preenchidos Gabinete de Apoio ao Presidente Coordenar e executar todas as atividades inerentes à assessoria, secretariados, protocolos da Presidência e assegurar a interligação

Leia mais

INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL

INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL INSTRUMENTOS DE GESTÃO PREVISIONAL 2012 ÍNDICE 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 3 2. PLANO PLURIANUAL DE INVESTIMENTOS 2012-2014... 6 3. PLANO DE GESTÃO PREVISIONAL 2012... 7 3.1. PLANO DE TESOURARIA... 8 3.2.

Leia mais

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda.

Procifisc Engenharia e Consultadoria, Lda. 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa, com sede em Castelo Branco, é uma empresa criada em 2007 que atua nos domínios da engenharia civil e da arquitetura. Atualmente, é uma empresa

Leia mais

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço

Política de Produto e Serviço Caixa Geral de Depósitos. Política de Produto e Serviço Política de Produto e Serviço Publicado em julho 2012 1 Fundada em 1876, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) é o maior grupo financeiro nacional, atuando em diferentes áreas, designadamente na banca comercial,

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA

GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA Infomail GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA Índice Prestação do serviço de abastecimento de água Está sujeita a regras especiais? É obrigatória? O que é necessário? Como se processa a ligação à rede pública? Quem

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014

Valores estimados PAF. Justificação em PAF (acumulado) 2011 2012 total 2013 2014 QUADRO I: SÍNTESE DA SITUAÇÃO FINANCEIRA ATUAL E PREVISÕES DE EVOLUÇÃO Município: Miranda do Douro 31-12-214 estimados estimados / Apurados / Apurados 213 212 (acumulado) 211 212 total 213 214 Apurados

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES

ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES ISAL INSTITUTO SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E LÍNGUAS PLANO DE ATIVIDADES 2015 2 Formar gestores e quadros técnicos superiores, preparados científica e tecnicamente para o exercício de funções na empresa

Leia mais

sistematizar e otimizar todos os processos de patrimoniação

sistematizar e otimizar todos os processos de patrimoniação A plataforma FAMS melhora ou substitui as funcionalidades da gestão patrimonial dos ERP mais implementados no mercado, integrando-se facilmente com eles através de processos automatizados. Sistema WebBased,

Leia mais

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental

Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental Estratégias adoptadas As estratégias adoptadas e o desempenho da APFF nos três domínios da sustentabilidade encontram-se

Leia mais

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas

Plano de Prevenção de Riscos de Gestão. Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Plano de Prevenção de Riscos de Gestão Incluindo os de Corrupção e Infracções Conexas Introdução No âmbito da sua actividade, o Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovou a Recomendação n.º 1/2009,

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA

CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA CONHECER O COMISSARIADO DA AUDITORIA PARTE I - MISSÃO, VALORES, VISÃO E LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DO COMISSARIADO DA AUDITORIA O Comissariado da Auditoria (CA) funciona como órgão independente na

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social

Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Programa de Apoio às Instituições Particulares de Solidariedade Social Enquadramento Com base numa visão estratégica de desenvolvimento social que valorize a rentabilização dos recursos técnicos e financeiros

Leia mais

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS

PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRACÇÕES CONEXAS 1 I. COMPROMISSO ÉTICO Para além das normas legais aplicáveis, as relações que se estabelecem entre os membros do Conselho de Administração e

Leia mais

Manual da Qualidade. Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores

Manual da Qualidade. Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores Manual da Qualidade Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores EDIÇÃO 05 (ABRIL 2013) PÁGINA 2 DE 16 Índice Índice... Página 1 Promulgação do Manual... Página 2 Apresentação e gestão

Leia mais

Mensagem do Presidente

Mensagem do Presidente Mensagem do Presidente MENSAGEM DO PRESIDENTE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2014 www.cm-estarreja.pt Os documentos relativos ao Relatório de Atividades e Prestação de Contas 2014 do município de Estarreja têm, como

Leia mais

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao.

Segurança e Higiene do Trabalho. Volume XIX Gestão da Prevenção. Guia Técnico. um Guia Técnico de O Portal da Construção. www.oportaldaconstrucao. Guia Técnico Segurança e Higiene do Trabalho Volume XIX Gestão da Prevenção um Guia Técnico de Copyright, todos os direitos reservados. Este Guia Técnico não pode ser reproduzido ou distribuído sem a expressa

Leia mais

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. "Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009

INFRAQUINTA. Afirmação de uma Cultura Ambiental. Modelos de Gestão no Sector do Turismo. Albufeira, 22 Abril 2009 INFRAQUINTA Afirmação de uma Cultura Ambiental "Modelos de Gestão no Sector do Turismo Albufeira, 22 Abril 2009 AGENDA 1. A INFRAQUINTA Génese Estrutura Accionista Organograma Missão Competências 2. O

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica.

Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica. GESTÃO DE ACTIVOS Palavras-chave: Prioritização de Investimentos; Gestão de Activos; Matriz Multicritério; Rede de Distribuição; Sistema de Informação Geográfica. A EPAL caracteriza-se por ser uma empresa

Leia mais

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO

Câmara Municipal de Estarreja PREÂMBULO PREÂMBULO O projecto Estarreja COMpartilha surge da necessidade que se tem verificado, na sociedade actual, da falta de actividades e práticas de cidadania. Traduz-se numa relação solidária para com o

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA REGULAMENTO DO CENTRO DE CONGRESSOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA Aprovado pelo Presidente do ISEL a NOTA INTRODUTÓRIA Criado a 19 de Setembro de 2006 e tendo iniciado as suas funções a

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais:

Na sua experiência profissional, salienta-se uma longa lista de obras realizadas, entre as quais: 1. A EMPRESA retende-se com o presente capítulo efectuar a apresentação da Tomás de Oliveira, do seu compromisso em relação à qualidade e da organização que disponibiliza para alcançar esse objectivo.

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos.

Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover a modernização administrativa com vista à aproximação dos serviços aos cidadãos. OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÂNICAS - 2011 MUNICÍPIO DA MARINHA GRANDE UNIDADE ORGÂNICA: Divisão de Ambiente, Serviços Urbanos e Protecção Civil Missão: Melhorar a qualidade de vida dos munícipes e promover

Leia mais

1º Semestre Relatório e Contas 2010

1º Semestre Relatório e Contas 2010 1º Semestre Relatório e Contas 2010 Índice 02 Relatório de Gestão 02 Considerações Gerais 03 Situação Económico-Financeira 09 Demonstrações Financeiras 10 Balanço 11 Demonstração de Resultados por Natureza

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente

Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente 1 Corinthia Hotel Lisbon - Hotel Energeticamente Eficiente O Corinthia Hotel Lisbon está implementado num edifício com mais de 30 anos em que a

Leia mais

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1.

Índice. rota 3. Enquadramento e benefícios 6. Comunicação Ética 8. Ética nos Negócios 11. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13. Percurso 1. rota 3 CLIENTES Rota 3 Índice Enquadramento e benefícios 6 Percurso 1. Comunicação Ética 8 Percurso 2. Ética nos Negócios 11 Percurso 3. Promoção para o Desenvolvimento Sustentável 13 responsabilidade

Leia mais

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015

2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O E O R Ç A M E N T O 2 9 2. Enquadramento Orçamental para o Exercício de 2015 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2015 3 0 G R A N D E S O P Ç Õ E S D O P L A N O

Leia mais

WONE Water Optimization for Network Efficiency Otimizar a Gestão de Redes e o Controlo de Perdas de Água

WONE Water Optimization for Network Efficiency Otimizar a Gestão de Redes e o Controlo de Perdas de Água WONE Water Optimization for Network Efficiency Otimizar a Gestão de Redes e o Controlo de Perdas de Água CONTEXTO DO PAÍS As fugas de água nos sistemas de abastecimento são um problema, mas têm de deixar

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico

Avaliação de Investimentos Logísticos e. Outsourcing Logístico APLOG Centro do Conhecimento Logístico Avaliação de Investimentos Logísticos e Outsourcing Logístico Guilherme Loureiro Cadeia de Abastecimento- Integração dos processos de gestão Operador Logístico vs

Leia mais

Inovação Empresarial e Empreendedorismo

Inovação Empresarial e Empreendedorismo Inovação Empresarial e Empreendedorismo Portugal 2020 Programa Operacional INFEIRA GABINETE DE CONSULTADORIA, LDA. RUA DO MURADO, 535, 4536-902, MOZELOS 227 419 350 INFEIRA.PT 0 Tipologia de Projetos Na

Leia mais

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um

A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um CARTA DA QUALIDADE DA HABITAÇÃO COOPERATIVA Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa A Carta da Qualidade da Habitação Cooperativa (Carta) é um instrumento de promoção, afirmação e divulgação, junto

Leia mais

Política de Responsabilidade Social

Política de Responsabilidade Social Política de Responsabilidade Social e Programa 2015 I. ENQUADRAMENTO A criação da Fábrica do Chocolate materializa por si só o sentido de responsabilidade social da empresa e das pessoas envolvidas na

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão

Capítulo VI. Gestão Financeira e Patrimonial. Artigo 18.º. Princípios de Gestão Capítulo VI Gestão Financeira e Patrimonial Artigo 18.º Princípios de Gestão 1. A gestão deve articular-se com os objectivos prosseguidos pela Câmara Municipal de Viseu, visando a promoção do desenvolvimento

Leia mais

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 -

PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016. - 30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016-30 de dezembro de 2015 - PRIORIDADES DA POLÍTICA DE CONCORRÊNCIA PARA O ANO DE 2016 Em cumprimento do disposto no n.º 3 do artigo 7.º da Lei n.º

Leia mais

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES

GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES GUIA INFORMATIVO PARA ORGANIZAÇÕES FICHA TÉCNICA Organização: Câmara Municipal da Amadora, Gabinete de Acção Social Equipa Técnica: Ana Costa, Rute Gonçalves e Sandra Pereira Design/Paginação: Estrelas

Leia mais

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel

Fundo de Garantia Automóvel. Fundo de Garantia Automóvel INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Rigor e Transparência Rigor e Transparência COSTUMAMOS DIZER NO FGA QUE O UTENTE, AINDA QUE NÃO TENHA RAZÃO, É A RAZÃO DA NOSSA EXISTÊNCIA E DIZEMOS TAMBÉM QUE UM PROCESSO

Leia mais

Orçamento do Conselho Geral para 2012. Justificação do planeado

Orçamento do Conselho Geral para 2012. Justificação do planeado Orçamento do Conselho Geral para 2012 Justificação do planeado Esta proposta de orçamento é a primeira apresentada pelo atual Conselho Geral. É um instrumento de concretização do programa eleitoral dos

Leia mais

Projeto de Ações de Melhoria

Projeto de Ações de Melhoria DIREÇÃO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE LISBOA E VALE DO TEJO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALVES REDOL, VILA FRANCA DE XIRA- 170 770 SEDE: ESCOLA SECUNDÁRIA DE ALVES REDOL 400 014 Projeto de Ações de Melhoria 2012/2013

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA ABERTURA A People & Skills foi criada para responder às necessidades de um mercado cada vez mais apostado em desenvolver e consolidar competências que

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

S. I. Inovação Produtiva

S. I. Inovação Produtiva S. I. Inovação Produtiva Portugal 2020 Programa Operacional INFEIRA GABINETE DE CONSULTADORIA, LDA. RUA DO MURADO, 535, 4536-902, MOZELOS 227 419 350 INFEIRA.PT 0 Tipologia de Projetos Na área de Inovação

Leia mais

XLM Innovation & Technology

XLM Innovation & Technology 01. APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 2 01. Apresentação da empresa A XLM, sedeada em Aveiro, iniciou a sua atividade em 1995. Nesta data, a sua área de atuação cingia-se à venda, instalação e assistência técnica

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR

Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Câmara Municipal Gondomar REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GONDOMAR Aprovado pela Câmara em 6/02/2003, alterado em Reunião de Câmara de 18/09/2003 Aprovado pela Assembleia Municipal em

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM

RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM 2012 RELATÓRIO INSTRUMENTOS PREVISIONAIS VARZIM LAZEREEM 1 - Introdução 2 - Análise dos Documentos Previsionais 2.1 - Plano Plurianual de Investimentos 2.2 - Orçamento Anual de Exploração 2.3 - Demonstração

Leia mais

Id Serviços de Apoio

Id Serviços de Apoio Id Serviços de Apoio Cafetaria do Museu Calouste Gulbenkian e seu prolongamento no jardim. Serviços Centrais Valores em euros Encargos com pessoal 6 219 770 Despesas de funcionamento 9 606 628 Investimento

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE

PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 2009 3 ÍNDICE I INTRODUÇÃO 4 II MODELO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO EM SAÚDE 5 III ÂMBITO DE APLICAÇÃO 8 IV OBJECTIVO GERAL 8 V OBJECTIVOS ESPECÍFICOS 8 VI ESTRATÉGIAS

Leia mais

Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena

Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena E1819 V6 Reabilitação do Sistema de Abastecimento de Água de Luena REHABILITATION OF LUENA WATER SUPPLY SYSTEM PGA PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL (PGA) ENVIRONMENTAL MANAGEMENT PLAN (EMP) Adjudicante: Financial

Leia mais

A VISÃO DO REGULADOR INDICADORES DE QUALIDADE DE SERVIÇO, GPI E PNUEA

A VISÃO DO REGULADOR INDICADORES DE QUALIDADE DE SERVIÇO, GPI E PNUEA A VISÃO DO REGULADOR INDICADORES DE QUALIDADE DE SERVIÇO, GPI E PNUEA Conferência Alteração do Paradigma nos Serviços de Águas em Portugal - CANTANHEDE Julho de 2013 Centro Empresarial Torres de Lisboa

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos

M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC. Dicionário de termos e conceitos M6 - Avaliação de Projetos e Despesas TIC Dicionário de termos e conceitos Folha de Controlo Nome do Documento: Regulamento para submissão de pedidos de parecer prévio Evolução do Documento Versão Autor

Leia mais

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009

ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO N.º 05.REV1/POFC/2009 PROCEDIMENTOS DE ENCERRAMENTO DE PROJECTOS 1. ENQUADRAMENTO No âmbito do acompanhamento dos projectos apoiados pelo POFC, importa estabelecer o conjunto de procedimentos

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS

Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS Visita da delegação do Prémio Nacional de Qualidade em Saneamento/2013 (PNQS) INSPEÇÕES CONHECIMENTO REAL PARA A GESTÃO DE ATIVOS AGENDA 1. A EPAL 2. Situação da EPAL e Estratégia Adotada 3. Sistema de

Leia mais

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo

Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo Agenda 21 Local de Arganil 3ª Sessão do Fórum Participativo 22 de Fevereiro 2010 Índice Índice PARTE I SÍNTESE DO 2º FÓRUM PARTICIPATIVO (10 minutos) PARTE II SÍNTESE DA ESTRATÉGIA DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social

ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2011-2015 Administração Pública e Segurança Social O Ministro das Finanças apresentou recentemente o "Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015", que contém diversas medidas a

Leia mais

Vantagem Garantida PHC

Vantagem Garantida PHC Vantagem Garantida PHC O Vantagem Garantida PHC é um aliado para tirar maior partido das aplicações PHC A solução que permite à empresa rentabilizar o seu investimento, obtendo software actualizado, formação

Leia mais

A Gestão Patrimonial de Infraestruturas de água e saneamento em Portugal e a sua importância

A Gestão Patrimonial de Infraestruturas de água e saneamento em Portugal e a sua importância A Gestão Patrimonial de Infraestruturas de água e saneamento em Portugal e a sua importância João Paulo Leitão Investigador pós-doutoramento Cantanhede, 29 julho 2013 LNEC 1 Estrutura da apresentação O

Leia mais

RELATÓRIO DA AUDITORIA INTERNA AO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

RELATÓRIO DA AUDITORIA INTERNA AO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Pág. 1 5 Designação legal da Organização: Municipio do Sátão. Instalações auditadas: Paços do Concelho, na Praça Paulo VI, Oficina e Armazém na Zona Industrial e Obra (Bem ou serviço nº 525) "valetas em

Leia mais

Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L

Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L Encontre connosco as respostas que procura. Venha conhecer a nossa equipa e o nosso trabalho. P O R T O P O R T U G A L Bem-vindo ao escritório de advogados global, vocacionado para o apoio jurídico a

Leia mais

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto

BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto BASES GERAIS DO REGIME JURÍDICO DA PREVENÇÃO, HABILITAÇÃO, REABILITAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Lei n.º 38/2004, de 18 de Agosto Define as bases gerais do regime jurídico da prevenção,

Leia mais