Resposta do Milho Irrigado à Adubação Nitrogenada em Sucessão ao Nabo Forrageiro como Cobertura de Solo no Inverno.

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1 Resposta do Milho Irrigado à Adubação Nitrogenada em Sucessão ao Nabo Forrageiro como Cobertura de Solo no Inverno. GUTERRESS, B. 1 ; SILVA, P.R.F. DA 1 ; SERPA, M.S. 1 ; VIEIRA, V.M. 1 ; MARCHESI, D.R. 1 ; GEHLEN, C. 1 e MENEZES, G.B Av. Bento Gonçalves, 7712, Cx. Postal 151, 91 97, Porto Alegre-RS. Palavras chave: Zea mays L., práticas de manejo, rendimento de grãos. Introdução Na região Sul do Brasil, os produtores dispõem de várias espécies de cobertura de solo no inverno com potencial para participar de sistemas de sucessão com milho em semeadura direta. Entre os atributos desejados nas espécies de cobertura de solo no inverno destacam-se: elevado rendimento de massa seca e alta taxa de crescimento, resistência a temperatura baixa, não se transformar em planta invasora, ser de fácil manejo, ter sistema radicular vigoroso e profundo, elevada capacidade de reciclar nutrientes e que produza sementes com facilidade (Embrapa, 23). Dentre as espécies mais utilizadas, destacam-se a aveia preta (Avena strigosa), a ervilhaca comum (Vicia sativa) e o nabo forrageiro (Raphanus sativus). O nabo forrageiro, espécie da família das brassicáceas, embora não adicione nitrogênio pela fixação biológica, tem a capacidade de reciclar de nutrientes de camadas mais profundas do solo. Além disso, possui rápido desenvolvimento inicial, alto rendimento de massa seca, capacidade de romper camadas compactadas no solo, melhora as características químicas, físicas e biológicas do solo e ciclo curto, o que viabiliza a semeadura precoce da cultura do milho em sucessão (agosto e setembro), em regiões mais quentes do Estado do Rio Grande do Sul, como a da Depressão Central. A semeadura do milho na época precoce é uma estratégia recomendada para diminuir a probabilidade de ocorrência de deficiência hídrica durante seu período mais crítico. Em um trabalho anterior realizado no mesmo local, observou-se que os resíduos do nabo contribuíram com aproximadamente 1 kg ha -1 de N para o milho em sucessão (Silva et al., 28). Porém, nesse estudo o milho foi semeado na época de semeadura intermediária (outubro). Não se dispõe de informações sobre essa resposta na época de semeadura precoce do milho. Neste contexto, os objetivos do presente trabalho foram: a) avaliar a contribuição do nabo forrageiro como cobertura de solo no inverno em suprir nitrogênio ao milho irrigado cultivado em sucessão na época de semeadura precoce, na região ecoclimática da Depressão Central do Estado do Rio Grande do Sul e b) determinar a dose de máxima eficiência técnica da adubação nitrogenada na cultura do milho em sucessão ao nabo. Material e Métodos A pesquisa foi conduzida a campo na Estação Experimental Agronômica, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (EEA-UFRGS), no município de Eldorado do Sul RS, na estação de crescimento 29/1. O clima da região é subtropical úmido Cfa, conforme classificação climática de Köppen. Esta área vem sendo conduzida sob sistema de semeadura direta, há 19 anos, utilizando-se no verão a rotação milho e soja. O solo da área experimental é classificado como Argissolo Vermelho Distrófico típico (Streck et al, 28). A análise de solo de amostras coletadas em junho de 29 apresentou os seguintes resultados: 2465

2 argila: 24 %; ph (água): 5,6; P: 32 mg dm -3 ; K: 186 mg dm -3 ; MO: 3,2 % e CTC: 11,5 cmol c L -1. O experimento foi composto por cinco tratamentos: quatro doses de N ( ; 9; 18 e 27 kg ha -1 ) aplicadas em cobertura no milho em sucessão ao nabo forrageiro e de uma testemunha com milho após o pousio invernal, sem adição de N em cobertura. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições. O nabo forrageiro foi semeado em 21 de maio de 29. Na semeadura, foram aplicados 2 kg ha -1 de adubo químico NPK, da fórmula Em cobertura foram aplicados 45 kg ha -1 de N, na forma de uréia, quando as plantas apresentavam cinco a seis folhas expandidas. A densidade de semeadura utilizada foi de 2 kg ha -1 de sementes. O nabo foi dessecado com glifosato (2.4g i.a. ha -1 ) no dia 19 de agosto de 29 no estádio de plena floração. Por ocasião da dessecação, o nabo apresentou rendimento de massa seca de 4,5 t ha - 1. No dia anterior à semeadura do milho as plantas foram roladas com rolo faca. Foi utilizado o híbrido simples de milho Dow 2B587, da empresa Dow Agroscience, com alto potencial de rendimento de grãos, na densidade de plantas de 1, pl m -2, com espaçamento entre linhas de,4m. O milho foi semeado no dia 24 de agosto de 29, em sistema de semeadura direta, em sucessão ao nabo forrageiro, com auxílio de semeadora manual (saraquá). A adubação na semeadura foi baseada na análise de solo e constou da aplicação de 4 kg ha -1 de adubo químico NPK, da fórmula A emergência do milho ocorreu 12 dias após a semeadura. O ajuste da densidade de plantas foi efetuado no estádio V 2, conforme escala de Ritchie et al. (1993), aos 12 dias após a emergência das plântulas pelo desbaste manual. A irrigação suplementar foi realizada quando o potencial de água no solo era inferior a -,4 MPa, utilizando-se o sistema de aspersão, com vazão de 8 mm h -1. Pragas e plantas daninhas foram controladas de modo a não interferir nas variáveis avaliadas. A adubação nitrogenada em cobertura no milho foi parcelada de acordo com a dose. Para a menor dose (9 kg ha -1 ) foi feita uma aplicação no estádio V 3-4. A dose de 18 kg ha -1 foi parcelada, aplicando-se 9 kg ha -1 no estádio V 3-4 e 9 kg ha -1 no estádio V 9-1. A maior dose (27 kg ha -1 ) foi parcelada em três épocas, sendo 9 kg ha -1 no estádio V 3-4, 9 kg ha -1 no estádio V 9-1 e 9 kg ha -1 no estádio de emborrachamento, em que as plantas estavam com aproximadamente 14 folhas expandidas. As principais determinações realizadas foram: rendimento de grãos de milho, número de espigas por metro quadrado, número de grãos por espiga, peso do grão, teor relativo de clorofila da folha em quatro estádios (V 6, V 8, emborrachamento e R 1 ) e rendimento de massa seca no estádio R 1. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância pelo F-Teste. Quando as diferenças foram significativas, as médias foram comparadas pelo teste de Duncan (p<,5). Foi realizada análise de regressão dos dados das variáveis em função de doses de N aplicada em cobertura no milho em sucessão ao nabo forrageiro. Resultados e discussão Nos tratamentos em que o milho não recebeu adubação nitrogenada em cobertura, o rendimento de grãos em sucessão ao nabo forrageiro foi 16,4% superior em relação ao obtido em sucessão ao pousio, aumentando de 6,1 para 7,1 t ha -1. Isto evidencia a capacidade do nabo forrageiro em disponibilizar nitrogênio absorvido durante seu ciclo para o milho em sucessão, refletindo-se em incremento no rendimento de grãos. Mesmo em sucessão ao nabo, o milho apresentou alta resposta à adubação nitrogenada em cobertura, variando de 7,1 para 14,6 t ha -1, respectivamente para as doses de e 27 kg ha -1 de N (Figura 1). Com o incremento da dose de N de para 27 kg ha -1, o rendimento de grãos aumentou linearmente. 2466

3 Para cada incremento da dose de N em 1 kg ha -1, o rendimento de grãos aumentou 281 kg ha Rendimento de grãos (t ha -1 ) y= 6,93 +,281x R 2 =, Figura 1. Rendimento de grãos de milho irrigado em sucessão a nabo forrageiro em função de doses de nitrogênio (N) aplicado em cobertura. Eldorado do Sul-RS, 29/21. Com relação aos componentes do rendimento, o número de espigas de milho por metro quadrado e o peso do grão não variaram em função dos tratamentos. Já o número de grãos por espiga, nos tratamentos sem aplicação de N no milho, foi 47% superior no tratamento em que o milho sucedeu o nabo em relação ao seu cultivo após pousio invernal, aumentando de 176 para 258 grãos m -2. No milho em sucessão ao nabo forrageiro, o número de grãos por espiga aumentou linearmente com a dose de N aplicada no milho (Figura 2). Nesse experimento, o componente de rendimento que mais se associou ao rendimento de grãos, foi o número de grãos por espiga. O teor relativo de clorofila na folha, nas avaliações iniciais realizadas nos estádios V 6 e V 8, não variou em função de doses de N aplicadas em cobertura (Tabela 1). Já nas avaliações realizadas mais tardiamente, estádios de emborrachamento e R 1 (espigamento), esse parâmetro aumentou de forma quadrática em função do incremento da dose de N aplicada em cobertura no milho em sucessão ao nabo (Figura 3). Esses dados evidenciam que o nitrogênio disponibilizado pelos resíduos de nabo forrageiro foi suficiente para o adequado suprimento da planta até esses estádios iniciais de desenvolvimento da planta de milho. À medida que a planta avançou em seu desenvolvimento, houve resposta do teor relativo de clorofila na folha ao incremento da adubação nitrogenada. 2467

4 Grãos espiga -1 (Nº) y= 271,3 +,5756x R 2 =, Figura 2. Número de grãos por espiga de milho irrigado em sucessão a nabo forrageiro em função de doses de nitrogênio (N) aplicado em cobertura. Eldorado do Sul-RS, 29/1. Tabela 1. Peso do grão e teor relativo de clorofila na folha (TRC), nos estádios V 6 e V 8, de milho irrigado em sucessão ao nabo forrageiro e ao pousio em função de doses de nitrogênio (N) aplicado em cobertura. Eldorado do Sul-RS, 29/21. Característica Cobertura de solo e dose de N (kg ha -1 ) CV 1 Pousio Nabo Nabo + 9 Nabo + 18 Nabo + 27 % Peso do grão (mg) 313 ns ,6 2 TRC V 6 33,9 ns 38,1 41,1 41,1 41,1 9,1 TRC V 8 42,4 ns 46,8 48,7 44,8 46,9 19,2 ns Não significativo pelo teste de Duncan (p<,5). 1 Coeficiente de variação. 2 Segundo escala proposta por Ritchie et al. (1993). 2468

5 65 Teor relativo de clorefila (TCR) EMB y= 39,545 +,1372x -,3x 2 R 2 =,96... R1 y= 48,23. +,12 -,2x 2 R 2 =, Figura 3. Teor relativo de clorofila na folha da planta de milho irrigado em sucessão a nabo forrageiro, nos estádios de emborrachamento (EMB) e R1 (espigamento) segundo escala proposta por Ritchie et al. (1993), em função de doses de nitrogênio (N) aplicado em cobertura. Eldorado do Sul-RS, 29/1. O rendimento de massa seca da parte aérea da planta por hectare aumentou de forma quadrática com o incremento da dose de N aplicada em cobertura no milho (Figura 4). A dose de N que propiciou o maior rendimento de massa seca foi de 255 kg ha

6 Rendimento de massa seca da parte aérea (t ha -1 ) y= 7,46 +,534 -,1x 2 R 2 =, Figura 4. Rendimento de massa seca da parte aérea de milho irrigado em sucessão a nabo forrageiro, no estádio de emborrachamento segundo escala proposta por Ritchie et al. (1993), em função de dose de nitrogênio (N) aplicado em cobertura. Eldorado do Sul-RS, 29/1. Conclusões O cultivo do nabo forrageiro no inverno contribui para disponibilizar nitrogênio para o milho em sucessão, em relação ao pousio invernal. Mesmo quando cultivado em sucessão ao nabo, a cultura do milho necessita de alta dose de adubação nitrogenada em cobertura (mais de 27 kg ha -1 ) para potencializar o rendimento de grãos. A resposta do milho à adubação nitrogenada é devida, principalmente, ao incremento do componente do rendimento número de grãos por espiga. Agradecimentos Ao MCT/CNPq/CT Agro No. 43/28, pela concessão de recursos financeiros para execução do projeto. Literatura citada EMBRAPA. Plataforma plantio direto. 23. Capturado em 12 out. 24. Online. Disponível na Internet: 247

7 SILVA, A.A.da; SILVA, P.R.F.da; SANGOI, L.; PIANA, A.T.; STRIEDER, M.L.; JANDREY, D.B.; ENDRIGO, P.C. Produtividade do milho irrigado em sucessão a espécies invernais para produção de palha e grãos. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.43, p , 28. RITCHIE, S.W. & HANWAY, J.J. How a corn plant develops? Iowa State University. Special Report n.48, Ames, Disponível em Acesso em 15 de setembro de 29. STRECK, E.V.; KAMPF, N.; DALMOLIN, R.C.D. Solos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: EMATER RS, p. 2471

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