Arquitetura e Montagem II

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1 Arquitetura e Montagem II ESCOLA Arquitetura e Montagem II 1

2 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo 1 Bios Bios significa Basic Input Output System, ou sistema básico de entrada e saída. O Bios é justamente a primeira camada de software do sistema, que fica gravada em um pequeno chip na placa mãe, e tem a função de reconhecer os dispositivos instalados no micro e realizar o boot. Mesmo depois do carregamento do sistema operacional, o Bios continua provendo muitas informações e executando tarefas indispensáveis para o funcionamento do sistema. O Software do BIOS é gravado num sistema chamado CMOS, ou Complementary Metal-Oxide Semiconductor (semicondutor metal-óxido complementar), O Bios é personalizado para cada modelo de placa mãe, não funcionando em nenhum outro. A função do CMOS é armazenar os dados do Setup pra que não se estes não sejam perdidos. O CMOS é uma pequena quantidade de memória Ram cerca de 128 bytes, geralmente embutida no cartucho da Bios. Como a memória Ram é volátil, o CMOS é alimentado por uma bateria, o que evita a perda dos dados. Porém, esta bateria não dura pra sempre, de modo que de tempos em tempos ela fica fraca e é preciso trocá-la. KILL CMOS é o ato de resetar o BIOS de volta com as configurações originais de fábrica. Normalmente é utilizado para se retirar eventuais SENHAS vindas no BIOS ou para corrigir alguma configuração feita de forma errada. 1.1 Upgrade de BIOS O Bios é um programa que fica armazenado em chips de memória Flash Ram. O uso deste tipo de memória visa permitir que o Bios seja modificado. A esta modificação damos o nome de upgrade de Bios. De tempos em tempos, surgirem novas tecnologias, como o portas USB, barramento AGP, SCSI, etc. A função do upgrade de Bios é tornar o micro compatível com estes novos recursos. Muitas vezes são lançados upgrades também para corrigir erros no Bios ou melhorar o suporte a dispositivos. Os fabricantes deixam tais upgrades disponíveis nas suas páginas para download gratuito, vindo os upgrades na forma de um arquivo binário e um programa para gravação dos dados. O upgrade do Bios exige cuidados, pois o programa primeiro apaga totalmente a memória do Bios para depois escrever a versão mais recente. Caso falte energia durante o processo pode causar na inutilizarão da Placa-Mãe e a necessidade de levá-la a uma assistência técnica especializada para substituição do Bios danificado. 1.2 Post Durante o boot, o Bios realiza uma série de testes, cuja função é determinar com exatidão os componentes de hardware instalados no sistema. Este teste é chamado de Post, ou Power-On Self Test. Os dados do post são mostrados durante a inicialização, na forma daquela tabela que aparece antes do carregamento do sistema operacional, indicando a quantidade de memória instalada, assim como os discos rígidos, drives de disquetes, portas serias e paralelas e Drives de CD-Rom padrão IDE instalados no micro. Depois de terminado o post, o Bios gera um relatório informando detalhes sobre o hardware instalado no micro, permitindo saber sem margem de erro detalhes sobre sua configuração. Para paralisar a tela tempo suficiente para ler todas as informações, basta pressionar a tecla Pause/Break do teclado. 2

3 Arquitetura e Montagem II BIOS AWARD Número de Beeps Situação 1 Beep Curto O sistema está OK 2 Beeps Curtos Erro no CMOS 1 Longo + 1 Curto Erro na Memória RAM 1 Longo + 2 Curtos Erro na placa de vídeo 1 Longo + 3 Curtos Erro no Teclado 1 Longo + 9 Curtos Erro na Memória ROM Beeps Longos Contínuos Memória RAM mal conectada Beeps Curtos Contínuos Problema na alimentação de energia BIOS AMI Número de Beeps Situação 1 Beep Curto Erro no CMOS 2 Beeps Curtos Erro de Paridade na Memória RAM 3 Beeps Curtos Memória RAM mal conectada 5 Beeps Curtos Erro no Processador 6 Beeps Curtos Erro no Teclado 8 Beeps Curtos Erro na Placa da Vídeo 9 Beeps Curtos Erro na Memória ROM 1 Longo + 3 Curtos Memória RAM Danificada 1 Longo + 8 Curtos Placa de Vídeo Mal Conectada 1.3 SETUP O setup é o programa a qual o usuário tem acesso para modificar as configurações do BIOS de acordo com o sistema implementado (de acordo com o hardware instalado na sua máquina, como memória, discos, cache, etc) e de acordo com o seu desejo de modificar as mais diversas configurações. Normalmente o setup de um computador é acessado através da tecla DEL ou da tecla F2 no momento do POST. 1.4 Standard CMOS Setup Esta parte do Setup abriga informações básicas sobre o sistema, como data, hora e discos instalados, é praticamente igual em todos os modelos de BIOS Date / Time : Permite alterar a data e hora do relógio do CMOS, estes dados são usados por vários programas como bancos de dados e pelo relógio do Windows Hard Disks : Mostra os discos rígidos que estão instalados no computador. Através dessa opção é possível inserir manualmente o número de trilhas, setores, cabeças, etc. dos discos, mas é preferível usar a opção de IDE HDD Auto-Detection (está na tela principal do Setup) para detectar automaticamente os discos instalados. Aqui está também a opção de ativar ou não o modo de disco LBA, caso o seu disco seja maior do que 528 MBytes, esta opção deverá ficar ativada 3

4 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo Drive A: Tipo de drive de disco flexível instalado como Drive A, o mais comum é possuirmos drives de 1,44 Mb e 3,5 polegadas, caso possua um drive mais antigo ou um de 2,8 Mb, basta selecionar a opção correspondente Drive B: Tipo de drive de disco flexível instalado como drive B, caso não exista nenhum a opção correta é none Vídeo: Caso você possua uma placa SVGA a opção correta é EGA/VGA Halt On: Procedimento que o Bios deverá tomar caso sejam detectados erros de hardware durante o teste do sistema (POST) All Errors : A inicialização será interrompida caso exista qualquer erro grave na máquina, como erro de teclado, nos drives de disquete, ou conflitos entre dispositivos No Errors: O micro tentará inicializará apesar de qualquer erro que possa existir All, But Keyboard: A inicialização será interrompida por qualquer erro, com exceção de erros de teclado All, But Diskette: Qualquer erro com exceção de erros nos drives de disquete All, but disk/key: Exceção para erros no teclado e nas unidades de disquete 1.5 Bios Features Setup Configurações sobre o desempenho do sistema e opções do Post: (Enabled = ativado, Disabled = desativado) Vírus Warning : Oferece uma proteção rudimentar contra vírus, monitorando as gravações no setor de boot e na tabela de alocação de arquivos. O problema é que alguns programas de diagnóstico e particionamento/formatação de disco também escrevem nestas áreas, o que pode acionar o alarme. Porém é melhor manter esta opção ativada, pois os vírus que se alojam no setor de boot do HD são difíceis de eliminar. CPU Internal Cache : Permite habilitar ou desabilitar o cache interno do processador ou cache L1, esta opção deve ficar ativada, caso contrário o desempenho do computador irá cair cerca de 30%. CPU External Cache: Habilita ou desabilita o cache da placa mãe, ou cache L2. Como a opção acima, esta também deve ficar ativada. Pode-se desativá-la caso haja alguma suspeita de defeito no cache L-2 Quick Power On Self Test (Quick Boot): Caso ativada esta opção, durante o Post alguns componentes não serão checados, resultando em um Boot um pouco mais rápido. Boot Sequence: Define a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot: Dependendo do modelo do seu BIOS, haverá também a opção de dar o boot através do CD Rom. 1st Boot Device, 2 nd Boot Device, 3 rd Boot Device, 4 th Boot Device : Estas opções, encontradas, equivale à opção Boot Sequence e define a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot, aqui poderá se definir se o bios tentará dar o boot primeiro através do drive de disquetes ou através do HD ou mesmo através de drive de CD Rom. Exemplo: 1st Boot Device: FLOPPY 2st Boot Device: CDROM 1st Boot Device: HDD-0 OBS.: O HDD-0 será o PRIMEIRO HD conectado na IDE (ou o único), cuidado para não configurar erroneamente como HDD-1 (que é o segundo disco). Try Other Boot Device: Caso não encontre nenhum sistema operacional nos drives selecionados, o Bios irá procuralo em outros meios de armazenamento, como Zip Drives e cartões de memória Flash, dependendo do nível de atualização do Bios. Recomendável a opção yes S.M.A.R.T for Hard Disks: O Smart uma nova tecnologia na qual um HD pode emitir sinais informando que está com problemas. Caso o HD seja compatível, e em conjunto com um programa específico, o HD poderá lhe avisar quando erros físicos estiverem ocorrendo, dando tempo de salvar os dados contidos nele. Esta opção não prejudica em nada o desempenho do HD e é recomendável mantê-la ativada. PS/2 Mouse Function Control: Habilita ou não a porta PS/2. Caso o seu computador não possua mouse ou teclado PS/2 esta opção deverá ficar desabilitada para desocupar um IRQ. 4

5 Arquitetura e Montagem II Swap Floppy Drive: Caso você tenha dois drives de disquetes, esta opção permite que sem a necessidade de mudar os cabos, inverta-se a posição dos drives, assim o Drive A passará a ser o drive B e vice-versa. Boot UP Floppy Seek: Habilita ou não a verificação do Bios para determinar se o drive de disquetes tem 40 ou 80 trilhas. Como somente os drives antigos de 180 e 360 kb possuíam 40 trilhas, é recomendável desabilitar esta opção para um boot um pouco mais rápido. Boot UP Numlock Status: Define se a tecla Numlock será acionada ou não durante o boot. IDE HDD Block Mode: Esta opção é muito importante. O Block Mode permite que os dados sejam acessados em blocos, ao invés de ser acessado um setor por vez. Isso melhora muito o desempenho do HD. Somente HD s muito antigos não aceitam este recurso. É altamente recomendável manter esta opção ativada, caso contrário, o desempenho do HD poderá cair em mais de 20%. Em alguns BIOS esta opção está na sessão Integrated Peripherals Typematic Rate Setting: Habilita ou não o recurso de repetição de teclas. Typematic Rate (chars/sec): Define o número de repetições por segundo de uma tecla pressionada Typematic Rate Delay (msec): Define quantos milessegundos o sistema deverá esperar antes de habilitar a repetição de teclas caso uma tecla fique pressionada. Security Option: opção relacionado à senha do Setup: Setup: A senha do micro será solicitada toda vez que se tentar entrar no Setup System: A senha será solicitada toda vez que se iniciar o micro USB Kb/Mouse Legacy Support: Ativa o suporte por parte do Bios a mouses e teclados padrão USB PCI/VGA Palette Snoop: Opção de se instalar mais de uma placa de vídeo, este recurso é suportado por muitos sistemas operacionais, como Windows e o Linux. Assign IRQ for VGA: Reserva uma IRQ do sistema para o uso da placa de vídeo. Geralmente as placas mais antigas não precisam desse recurso, neste caso ao o desativarmos ganharemos uma IRQ para ser usa por um outro dispositivo. Os Select for Dram > 64 Mb (Boot to OS/2) : Esta opção visa manter compatibilidade com o OS/2 quando são instalados mais de 64 MB de memória Ram no sistema. Deve ficar ativada apenas caso você use o OS/2 e possua mais de 64 MB de Ram. System Bios Shadow: Permite que os dados do Bios sejam copiados para a memória Ram. O Bios contém informações sobre o hardware do micro que são acessadas a todo o momento pelo sistema operacional. Como a memória Ram é muito mais rápida do que a memória Rom onde estes dados estão inicialmente instalados. A ativação do Shadow irá melhorar o desempenho geral do sistema em aplicativos MS-Dos. Vídeo Bios Shadow: Os dados do Bios da placa de vídeo serão copiados para a memória Ram. Recomenda-se a ativação dessa opção para melhorar o desempenho da placa de vídeo em aplicativos MS-DOS. 1.6 Chipset Features Setup Esta parte do Setup é a que possui maiores variações de opções dependendo da data e modelo da BIOS, colocarei todas as opções de que tenho conhecimento existirem, muitas não estarão disponíveis no Setup do seu micro. Aqui estão localizadas as opções referentes ao desempenho da memória Ram. Temos a opção de configurar os valores para o maior desempenho possível, sacrificando um pouco da confiabilidade do equipamento, ou optar por configurações menos agressivas a fim de aumentar a confiabilidade do equipamento. A escolha deve depender da qualidade do Hardware do seu equipamento e de quanto você pretende exigir da máquina. Em caso de problemas, bastará voltar aos valores antigos. Auto Configuration: Através desta opção pode-se habilitar o recurso das configurações do Chipset Features Setup serem feitas pelo próprio Bios, utilizando-se valores defalt.isto garante uma maior confiabilidade do micro, porém se perde em desempenho. O ideal é configurar manualmente as opções. Em alguns modelos de BIOS existe além das opções Enabled/Disabled a opção de auto-configuração para memórias de 70 nanos e de 60 nanos, podendo configurar a opção de acordo com o tipo de memória usado (ver o tutorial sobre memórias) Dram Timing Control: Opção para configurar a velocidade em que a memória Ram do sistema irá trabalhar, geralmente estão disponíveis as opções: normal, medium, fast e turbo, sendo a turbo a mais 5

6 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo rápida. Quanto mais alta a velocidade, mais rápido ficará o micro como um todo, porém dependendo da qualidade das suas memórias, um valor muito alto poderá causar travamentos, experimente o valor Turbo primeiro, caso tenha problemas tente baixar um pouco a velocidade. Em alguns Bios os valores para esta opção aparecem na forma de seqüências de 4 números, que correspondem aos tempos de aceso. Neste caso, quanto mais baixos os números, maior a velocidade. Dram Read Burst (EDO/FPM) : Define o tempo de espera entre cada ciclo de leitura da memória Ram. Quanto menor o tempo, mais rápida será a velocidade de operação das memórias. Geralmente estão disponíveis as opções: x222, x333 e x444, sendo x222 o mais rápido. Caso esteja usando memórias EDO, provavelmente não terá problemas usando a opção x222. usando memórias FPM o valor correto será x333 ou x444. Dram Write Burst Timing: Tempo de espera entre cada ciclo de escrita da memória Ram. Opções idênticas ao Dram Read Burst Reduce Dram Leadoff Cycle: Opção de diminuir o tempo destinado ao primeiro ciclo das memórias, melhorando o desempenho do micro. Dependendo da qualidade das memórias o acionamento dessa opção pode causar travamentos, mas o ideal é mantê-la ativada. Cache Timing: Velocidade na qual o cache L-2 da placa mãe irá funcionar. Geralmente estão disponíveis as opções fast e fastest. A menos que você esteja desconfiado da qualidade da sua memória cache, ou o micro esteja trabalhando em overclock, use opção fastest para um melhor desempenho. Dram RAS# Precarge Time: Número de ciclos de CPU reservados para o sinal RAS# (Row Adress Strobe) conservar sua carga antes da restauração dos dados da Ram (refresh), geralmente estão disponíveis as opções 3 e 4, significando 3 ou 4 ciclos de CPU, é recomendável manter o valor mais baixo para um melhor desempenho. Dram R/W Leadoff Timing: Número de ciclos de CPU dados à memória Ram antes de cada ciclo de leitura ou escrita. O valor mais baixo resulta em um melhor desempenho. Speculative Leadoff: Alguns chipsets oferecem esse recurso, que pode ser ativado ou desativado no Setup. Quando ativado, ele aumenta a velocidade do primeiro acesso à memória de cada ciclo, conseguindo-se um pequeno aumento de performance. Interleaving: É uma técnica usada em alguns chipsets mais recentes para melhorar a performance das memórias, esta função pode ser ativa no Setup das pacas compatíveis. Com esse recurso o processador pode transferir mais dados para a Ram no mesmo espaço de tempo, aumentando a performance. ISA Bus Clock : Velocidade de operação do barramento ISA em relação à velocidade do barramento PCI, nesta opção pode-se escolher entre 1/3 ou 1/ 4 da velocidade do barramento PCI. Usando Bus de 66 ou 100 mhz, a opção correta é 1/ 4. Caso o seu processador utilize bus de 50 mhz (Pentium 75) a opção correta é 1/3. System BIOS Cacheable: Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada pelo BIOS da placa mãe. Esta opção pode ficar ativada para um melhor desempenho do sistema em aplicativos MS-DOS. Vídeo BIOS Cacheable: Habilita ou não o cacheamento da memória Ram ocupada pelo BIOS da placa de vídeo, aumentando o desempenho em aplicativos MS-DOS. 8 Bit I/O Recovery Time e 16 Bit I/O Recovery Time: Tempo de espera em ciclos de CPU em operações de transferência de dados do barramento PCI para o barramento ISA. Peer Concurrency: Opção para dois ou mais dispositivos PCI funcionarem ao mesmo tempo, deve ficar ativada. 1.7 Power Management Setup Aqui estão as configurações relacionadas ao modo de economia de energia: Power Management : Define o tempo antes da ativação dos modos doze, standby e suspend para economia de energia: Disabled : todos os recursos de economia de energia ficarão desativados Min Saving : Economia mínima de energia, os recursos entram em apenas depois de uma hora de inatividade do micro. Max Saving: Economia máxima de energia todos os recursos de economia estarão ativados. User Defined: Permite definir manualmente cada opção 6

7 Arquitetura e Montagem II PM Control by APM: Define se o padrão APM (Advanced Power Management) existe no seu sistema, este permite uma maior economia de energia. Deve ficar ativada. Doze Mode: Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora) de inatividade do computador, a CPU entrará em modo de economia, voltando ao modo normal assim que houver qualquer atividade. Standby Mode: Após o período escolhido nesta opção (pode ser de 1 mim até 1 hora) de inatividade do computador, o monitor e o HD serão desligados, voltando ao modo normal assim que houver qualquer atividade. Suspend Mode: Após o período determinado, todos os dispositivos do micro, exceto a CPU serão desligados HDD Power Down: Tempo definido antes do HD ser desligado em caso de inatividade do micro. Este modo não funciona em HD s SCSI. Wake Up Events in Doze & Standby e Power Down & Resume Events : Serve para monitorar a atividade de algumas interrupções (IRQ s) permitindo ou não que estas acordem o sistema: On: A interrupção selecionada pode acordar o sistema Off: A interrupção selecionada não irá acordar o sistema 1.8 PNP/PCI Configuration Setup Permite configurar opções relacionadas com o suporte a dispositivos por parte do Bios: Plug and Play Aware OS: Nesta opção você deverá informar se o sistema operacional instalado na máquina é compatível com o padrão plug and play. Caso você estrja usando o Windows XP, escolha Yes caso esteja utilizando outro sistema operacional, como o Linux, OS/2, Dos, etc. escolha No, pois estes sistemas não são compatíveis com o padrão plug and play. Resources Controlled by: Auto: O sistema atribuirá automaticamente as definições de IRQ e DMA para todos os dispositivos (opção altamente recomendada) Manual: Permite atribuir as definições manualmente, neste caso, aparecerá uma lista de interrupções disponíveis e você deverá configura-las manualmente, este processo é difícil e qualquer erro pode impedir o boot do micro, selecione esta opção apenas se tiver problemas com a configuração automática. Reset Configuration Data: Reinicializa ou não o ESCD ao sair do COMS Setup Enabled: O ESCD será reiniciado automaticamente quando for instalado um novo periférico, atribuindo endereços para ele automaticamente (opção recomendada) Disabled: Não reinicializa o ESCD PCI IDE IRQ Map To : Configura o tipo de controladora IDE em uso: PCI-Auto: O sistema determina automaticamente qual o tipo de controladora de disco IDE está instalada no sistema (opção recomendada) ISA: A controladora IDE é padrão ISA (use esta opção caso a sua controladora IDE seja daquelas antigas que são espetadas em um slot ISA) Primary IDE INT# e Secondary IDE INT#: Define qual a interrupção PCI que está associada às interfaces IDE. Não é recomendável alterar os valores defalt 1.9 Integrated Peripherals IDE Primary Master UDMA, IDE Secundary Master UDMA, IDE Primary Slave UDMA e IDE Secundary Slave UDMA : Determina o PIO Mode (velocidade máxima de transferencia de dados, se PIO ou UDMA) correspondente a cada HD ou CD-Rom IDE instalado: Auto : O sistema irá determinar o PIO automaticamente (opção recomendada) Mode 0, Mode 1, Mode 2 e Mode 3 : modos usados em discos mais antigos. Mode 4 :Usado nos HD s de até 1 GB. UDMA : Utilizado pela grande maioria dos HD s IDEs nos últimos anos 7

8 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo Prefira usar a opção Auto, para que o próprio Bios detecte o Modo usado por cada dispositivo PCI IDE 2nd Channel : Habilita ou não o uso de uma placa controladora IDE externa, conectada a um Slot PCI funcionando como IDE secundária. On-Chip Primary PCI IDE e On-Chip Secundary PCI IDE : Permite desabilitar as interfaces PCI embutidas na placa mãe: Enabled: Habilita a interface IDE embutida na placa mãe) Disabled: Desabilita a interface IDE da placa mãe para o uso de uma placa externa conectada a um Slot PCI. USB Controller: Habilita ou não o uso de um controlador USB (Universal Serial Bus) deixe esta opção ativada caso esteja fazendo uso de algum dispositivo USB. Onboard FDD Controller: Habilita ou não a controladora de drivers de disquete embutida na placa mãe. Esta opção deverá ficar ativada a menos que se conecte uma controladora externa. Onboard Serial Port1 e Onboard Serial Port2: Permite habilitar/desabilitar e especificar os endereços para a porta para as postas seriais do micro. A porta serial primária era utilizada pelo Mouse e a segunda quase sempre está vaga (pode ser de 9 ou 25). Por padrão a porta serial primária (Onboard Serial Port 1) quando utilizada pelo mouse, usa a Com1 e o endereço 3F8, caso se instale algum periférico que vá utilizar esta porta (um modem configurado para utilizar a Com1 por exemplo) poderá mudar-se a porta utilizada pelo mouse para evitar conflitos. As opções são: Disabled: Desabilita a porta serial 3F8h, 2F8h, 3E8h, 2E8h: Especifica o endereço da porta Onboard Parallel Port : Esta é a porta da impressora, aqui você poderá desabilitá-la ou mudar o endereço atribuído para ela. Onboard Parallel Port Mode: Determina o modo de operação da porta paralela do micro. Geralmente estão disponíveis as opções Normal, Bidirecional, ECP e EPP. Os modos Normal e Bidirecional são mais bem mais lentos. A diferença entre eles é que o modo Bidirecional permite comunicação tanto com o envio quanto o recebimento de informações. O modo ECP é mais rápido, sendo usado por impressoras um pouco mais rápidas, além de ser compatível com a maioria dos Scanners, Zip Drives e outros dispositivos que utilizam a porta paralela. Temos também o EPP com velocidade semelhante ao ECP, porém com menos recursos. ECP Mode Use DMA: Especifica o canal DMA a ser usado pela porta paralela caso seja escolhido o modo ECP Mais Opções 1.10 Load Setup Defaults Carrega os valores default do Bios para todas as opções do CMOS Setup. Password Setting: Serve para se estabelecer um senha para o uso do micro, esta senha poderá ser solicitada toda vez que se inicializar o micro, ou somente para se alterar os dados do Setup, isto pode ser definido na opção Security Option do Bios Features Setup Save & Exit Setup Salvar todas as auterações e sair Exit Without Saving Sair sem salvar qualquer alteração 8

9 2 Sistemas de arquivos Arquitetura e Montagem II Quando o micro é ligado, a BIOS tentará inicializar o sistema operacional. Independentemente de qual sistema de arquivos tenha sido escolhido o primeiro setor do disco rígido será reservado para armazenar informações sobre a localização do sistema operacional, que permitem ao BIOS achá-lo e iniciar seu carregamento. No setor de boot é registrado qual sistema operacional está instalado, com qual sistema de arquivos o disco foi formatado e quais arquivos devem ser lidos para inicializar o micro. 2.1 Partições São divisões existentes no disco rígido que marcam onde começa onde termina um sistema de arquivos. Por causa destas divisões, nós podemos usar mais de um sistema operacional no mesmo computador (como o Linux, Windows e DOS), ou dividir o disco rígido em uma ou mais partes para ser usado por um único sistema operacional. Para gravar os dados, o disco rígido deve ser primeiro particionado (usando o FDISK, por exemplo), escolher o tipo da partição e depois aquela partição deve ser formatada. Após criada e formatada, a partição será identificada com a letra de unidade correspondente (C:, D:, etc). Uma partição de disco não interfere em outras partições existentes, por este motivo é possível usar o Windows, Linux e qualquer outro sistema operacional no mesmo disco. Para particionar (dividir) o disco rígido em uma ou mais partes é necessário o uso de um programa de particionamento, pois o FDISK não tem a capacidade de redimensionar uma partição já criada. 2.2 Sistema de Arquivos É criado durante a formatação da partição do disco. Após a formatação toda a estrutura para leitura/gravação de arquivos e diretórios pelo sistema operacional estará pronta para ser usada. Cada sistema de arquivos tem uma característica em particular mas seu propósito é o mesmo, Oferecer ao sistema operacional a estrutura necessária para ler/gravar os arquivos/diretórios. Entre os sistemas de arquivos existentes podemos citar: 2.3 FAT16 Este é o sistema de arquivos utilizado pelo MS-DOS e pelo Windows 95, sendo compatível também com o Windows 98 e a maioria dos sistemas operacionais usados atualmente. A FAT 16 possui algumas limitações. O sistema de arquivos adota 16 bits para o endereçamento de dados, permitindo um máximo de clusters, que não podem ser maiores que 32 KB. Este é o motivo pelo qual podemos criar partições de no máximo 2 Gigabytes utilizando este sistema de arquivos. Um CLUSTER é a menor unidade de alocação de arquivos reconhecida pelo sistema operacional. Um arquivo grande é gravado no disco fragmentado em vários clusters, mas um cluster não pode conter mais de um arquivo. Em um HD de 2 Gigabytes formatado com FAT16, cada cluster possui 32 Kbytes. Digamos que vamos gravar neste disco arquivos de texto, cada um com apenas 300 bytes. Como um cluster não pode conter mais do que um arquivo, cada arquivo iria ocupar um cluster inteiro, ou seja, 32 Kbytes! No total, estes nossos arquivos de 300 bytes cada, ocupariam ao invés de apenas 3 MB, um total de 320 MB! Um enorme desperdício de espaço. Como de qualquer forma não é possível ter mais de 65 mil clusters, é possível ter clusters menores, apenas caso sejam criadas partições pequenas: Tamanho da Partição Entre 1 e 2 GB Menos que 1 GB Menos que 512 MB Menos que 256 MB Menos que 128 MB Tamanho do Cluster usando FAT16 32 Kbytes 16 Kbytes 8 Kbytes 4 Kbytes 2 Kbytes Justamente devido ao tamanho dos clusters, não é recomendável usar a FAT16 para formatar partições com mais de 1 GB caso contrário, com clusters de 32KB, o desperdício de espaço em disco será brutal. 9

10 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo 2.4 FAT 32 Uma evolução natural da antiga FAT16, a FAT32 utiliza 32 bits para o endereçamento de cada cluster, permitindo clusters de apenas 4 KB, mesmo em partições maiores que 2 GB. O tamanho máximo de uma partição com FAT32 é de 2 Terabytes, o que permite formatar qualquer HD atual em uma única partição. O problema, é que vários sistemas operacionais, como por exemplo o Windows NT 4.0, não são capazes de acessar partições FAT32. Apesar do uso de endereços de 32 bits para cada cluster permitir que sejam usados clusters de 4 KB mesmo em partições muito grandes, por questões de desempenho, ficou estabelecido que por padrão os clusters de 4 KB seriam usados apenas em partições de até 8 GB. Acima disto, o tamanho dos clusters varia de acordo com o tamanho da partição: Tamanho da Partição Menor do que 8 GB De 8 GB a 16 GB De 16 GB a 32 GB Maior do que 32 GB Tamanho do Cluster 4 KB 8 KB 16 KB 32 KB 2.5 Problemas com o sistema FAT Como a FAT é um registro dinâmico, que precisa ser atualizado após qualquer alteração nos arquivos gravados no disco, é normal que surjam alguns problemas, felizmente fáceis de resolver na maioria dos casos. Se, por exemplo, um programa qualquer altera um arquivo, aumentando seu tamanho e ocupando mais clusters e o sistema trava, sem dar chance ao aplicativo de fazer as alterações necessárias na FAT, provavelmente teremos clusters ocupados pelo arquivo que estarão sendo informados como livres na FAT. 2.6 NTFS O NTFS começou a ser desenvolvido no início da década de 80, com o projeto do Windows NT. A idéia foi criar um sistema de arquivos que pudesse ser usado durante décadas, por mais que os discos rígidos evoluíssem. O NTFS incorporou desde o início a capacidade para endereçar os clusters usando endereços de 64 bits. Isso permite mais de 18 bilhões de clusters. A única limitação agora passa a ser o tamanho dos setores do HD que possui apenas 512 bytes, o tamanho de cada cluster usando NTFS também poderá ser de 512 bytes, independente do tamanho da partição Tamanho da Partição Até 512 MB Até 1 GB Até 2 GB Acima de 2 GB Tamanho do Cluster 512 bytes 1 KB 2 KB 4 KB Um ponto importante onde o NTFS é superior ao sistema FAT é na tolerância a falhas. No sistema FAT,quando o sistema trava ou é desligado enquanto estão sendo atualizados os dados, existe uma possibilidade de eles serem perdidos. No NTFS, o sistema mantém um log de todas as operações realizadas. 2.7 VFAT VFAT é a sigla para Virtual File Allocation Table. Trata-se de um sistema introduzido no Windows 95. Ele possui as mesmas características do sistema FAT, mas pode suportar nome de arquivos longos. O sistema de arquivos FAT só trabalha com nomes no estilo 8.3 (8 caracteres para o nome e 3 para a extensão, como palavras.txt ).Com o VFAT, é possível ter nomes de arquivos com até 256 caracteres mais 3 para a extensão. O sistema FAT32 herdou todas as características do VFAT. 10

11 2.8 Partição EXT2 Arquitetura e Montagem II A partição EXT2 é o tipo usado para criar o sistema de arquivos Linux Native usado para armazenar o sistema de arquivos EXT2 (após a formatação) e permitir o armazenamento de dados. Este tipo de partição é normalmente identificado pelo código 83 nos programas de particionamento de disco. Note que também é possível criar um sistema de arquivos EXT2 em um arquivo (ao invés de uma partição) que poderá ser montado e acessado normalmente pelo sistema de arquivos.. Logo que foi inventado, o GNU/Linux utilizava o sistema de arquivos Minix (e conseqüentemente uma partição Minix) para o armazenamento de arquivos. Com a evolução do desenvolvimento,foi criado o padrão EXT (Extended Filesystem) e logo evoluiu para o EXT2 (Second Extended Filesystem) que ainda é o usado em muitas distribuições Linux mas não é a mais atual Journaling O sistema de journaling grava qualquer operação que será feita no disco em uma área especial chamada journal, assim se acontecer algum problema durante a operação de disco, ele pode voltar ao estado anterior do arquivo, ou finalizar a operação. Desta forma, o journal acrescenta ao sistema de arquivos o suporte a alta disponibilidade e maior tolerância a falhas. Após uma falha de energia, por exemplo, o journal é analisado durante a montagem do sistema de arquivos e todas as operações que estavam sendo feitas no disco são verificadas. Dependendo do estado da operação, elas podem ser desfeitas ou finalizadas. O retorno do servidor é praticamente imediato (sem precisar a enorme espera da execução do fsck em partições maiores que 10Gb), garantindo o rápido retorno dos serviços da máquina. Outra situação que pode ser evitada é com inconsistências no sistema de arquivos do servidor após a situação acima, fazendo o servidor ficar em estado single user e esperando pela intervenção do administrador. Este capítulo do guia explica a utilização de journaling usando o sistema de arquivos ext3 (veja Partição EXT3 (Linux Native) on the current page para detalhes) Partição EXT3 O EXT3 é atualmente o sistema de arquivos utilizado atualmente pelas distribuições Linux e é uma melhoria do EXT2 que trouxe suporte a partições de até 32 TB. O problema do EXT2 é que ele não inclui nenhum sistema de tolerância a falhas, sempre que o sistema é desligado incorretamente, é necessário utilizar o fsck, um utilitário similar ao scandisk. Este problema foi corrigido com o EXT3 pois no EXT3 é utilizado o recurso de journaling, onde o sistema de arquivos mantém um journal (diário) das alterações realizadas. Este diário armazena uma lista das alterações realizadas, permitindo que o sistema de arquivos seja reparado de forma muito rápida O EXT3 possui três modos de operação: No modo ordered (o default), o journal é atualizado no final de cada operação. Isto faz com que exista uma pequena perda de desempenho, já que a cabeça de leitura do HD precisa realizar duas operações de gravação, uma no arquivo que foi alterada e outra no journal (que também é um arquivo, embora especialmente formatado) ao invés de apenas uma. No modo writeback o journal armazena apenas informações referentes à estrutura do sistema de arquivos (metadata) e não em relação aos arquivos propriamente ditos, e é gravado de forma mais ocasional, aproveitando os momentos de inatividade. Este modo é o mais rápido, mas em compensação oferece uma segurança muito menor contra perda e corrompimento de arquivos causados pelos desligamentos incorretos. Finalmente, temos o modo journal, que é o mais seguro, porém mais lento. Nele, o journal armazena não apenas informações sobre as alterações, mas também uma cópia de segurança de todos os arquivos modificados, que ainda não foram gravados no disco. A cada alteração, o sistema grava uma cópia do arquivo (no journal), atualiza as informações referentes à estrutura do sistema de arquivos, grava o arquivo e atualiza novamente o journal, marcando a operação como concluída. Como disse, isso garante uma segurança muito grande contra perda de dados, mas em compensação reduz o desempenho drasticamente. Justamente por causa disso, este é o modo menos usado. 11

12 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo Tamanho dos blocos Tamanho máximo da partição Tamanho máximo dos arquivos 1 KB 2 TB 16 GB 2 KB 8 TB 256 GB 4 KB 16 TB 2 TB 8 KB 32 TB 2 TB Uma observação é que, em versões antigas do Kernel, o limite para o tamanho máximo de arquivos no EXT2 já foi de 2 GB e em seguida de 16 GB, mas ambas as limitações caíram a partir do Kernel 2.6, chegando à tabela atual Linux Swap Partição Swap ( ou partição de troca ) é um espaço de seu disco rígido destinado para extender a memória RAM de seu computador, geralmente é usada para computadores que possuem pouca memória, é um recurso largamente utilizado em várias distribuições Linux. O Linux utiliza uma partição como sua partição swap e formata de um jeito especial. É sempre recomendado em servidores colocar o dobro da sua memória RAM na partição SWAP. Se você tem 256MB de RAM, faça uma partição de 512MB. Se você 1GB de memória RAM ou mais, pode colocar apenas 1GB de memória RAM pois provavelmente você nem vai precisar usar a partição Swap. A partição SWAP no meio do Disco é recomendado para que a distância entre qualquer parte do disco até ela seja rápido. Então, se o ponteiro do HD estiver na última track do Disco vai andar até a metade para ler a Swap. Assim como se estiver no inicio, vai andar até a metade (com este esquema otimiza-se muito o acesso à leitura da partição Swap ). 3 RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Os recursos de hardware que podem entrar em conflitos são: Endereços de memória Endereços de E/S Linhas de interrupções (IRQ) Canais de DMA Conflitos de hardware surgem quando dois ou mais dispositivos utilizam o mesmo recurso. Por exemplo, se um modem usar a mesma IRQ que a interface de mouse, o mouse poderá ficar pasalisado quando for feito o acesso à Internet. Existem casos em que as interrupções podem ser compartilhadas, mas na maioria das vezes, o uso de recursos iguais por circuitos diferentes resulta em conflitos, que por sua vez geram travamentos e outras anomalias. Neste capítulo aprenderemos como eliminar esses conflitos. 3.1 Exemplos de conflitos Muitos problemas que ocorrem nos PCs são conseqüência de instalações erradas. Nem sempre uma instalação consiste em apenas conectar uma placa e deixar o Windows fazer o resto sozinho. Na verdade o Windows faz quase tudo sozinho, mas em muitos casos precisamos dar uma ajudazinha, visando evitar a ocorrência de conflitos de hardware. Este problema ocorre com mais freqüência quando são utilizados dispositivos não Plug and Play. Dispositivos PnP, pelo menos teoricamente, não sofrem de conflitos de hardware. Alguns exemplos de problemas resultantes de conflitos de hardware são apresentados a seguir: Exemplo 1: Meu PC funcionava bem até que fiz a instalação de uma placa de modem. A placa não funcionou, e o que é pior, o mouse deixou de funcionar. Só quando retirei o modem, o mouse voltou a funci onar. Exemplo 2: Instalei uma placa de som que funcionou, mas a impressora começou a apresentar problemas, imprimindo figuras pela metade e perdendo parte do texto impresso. Exemplo 3: Troquei a placa de vídeo do meu PC e o modem deixou de funcionar. Exemplo 4: Depois que instalei a placa de rede, a placa de som começou a apresentar problemas no Windows, apesar de funcionar bem no modo MS-DOS. 12

13 Exemplo 5: Depois que instalei um scanner, meu PC ficou maluco. Toda hora trava... Arquitetura e Montagem II Tais problemas ocorrem porque uma nova placa instalada entrou em conflito com as demais. Existem quatro tipos diferentes de conflitos de hardware: Conflito de endereços de memória Conflito de endereços de E/S Conflito de interrupções Conflito de DMA Ao instalarmos dispositivos PnP (Plug and Play), esses recursos são automaticamente escolhidos de forma a evitar conflitos. O problema é que ainda existem muitos dispositivos não PnP. Basta que apenas um dispositivo não seja PnP para que o processo de instalação automática de dispositivos PnP fique comprometido. Não é sensato se desfazer de uma placa de som, ou uma placa de rede, ou um scanner, só porque foram comprados antes de 1995, e portanto não possuem o recurso PnP. Para a maioria das funções de áudio, uma placa de som do início dos anos 90 é tão boa quanto uma moderna (exceto pelos recursos avançados das atuais placas). Uma placa de rede de 10 Mbits antiga é não é tão boa quanto uma moderna, de 100 Mbits/s, mas para aplicações simples, seu uso é satisfatório. Um scanner antigo pode não ser tão bom quanto um moderno, mas ainda é bastante útil. Não é apenas na instalação de dispositivos não PnP que devemos nos preocupar em evitar conflitos. Muitas vezes, mesmo quando todos os dispositivos de um PC são PnP, precisamos fazer alguns remanejamentos de recursos visando desfazer conflitos. 3.2 Hardware antigo e Windows novo Quanto maior é a diferença entre a idade do Windows e a idade do hardware, menor é a chance de que este hardware funcione. A Microsoft não é responsável por escrever drivers para dispositivos de hardware produzidos há vários anos atrás, apesar de que muitos drivers para dispositivos novos também servem para dispositivos antigos e compatíveis. Por exemplo, um drive de CD-ROM IDE produzido em 1994 funcionará perfeitamente com qualquer versão do Windows. Muitos drivers são entretanto responsabilidade dos fabricantes de hardware. A maioria dos fabricantes dificilmente produz drivers novos para dispositivos que já não são mais fabricados. Por exemplo, muitos scanners e câmeras digitais produzidos entre 1997 e 1999 não têm drivers para o Windows XP. Já com com Windows ME, a chance de funcionamento é melhor, já que este é derivado do Windows 95, um sistema também antigo. Mostraremos neste capítulo como eliminar conflitos de hardware e como instalar placas antigas em computadores novos, porém o funcionamento só será possível se existirem drivers apropriados, ou embutidos no Windows, ou fornecidos pelo fabricante do dispositivo. 3.3 Identificando recursos livres e ocupados A forma mais simples de identificar recursos de hardware livres e ocupados é usando o Gerenciador de Dispositivos. No Windows 2000 e no Windows XP, podemos chegar ao Gerenciador de Dispositivos de várias formas: 1) Painel de Controle / Sistema / Hardware / Gerenciador de Dispositivos 2) Clicar com o botão direito do mouse em Meu Computador / Propriedades / Hardware / Gerenciador de Dispositivos 3) Tecle Windows+Pause / Hardware / Gerenciador de Dispositivos 13

14 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo Figura 1 No Windows 9x/ME, clicamos o ícone Meu Computador com o botão direito do mouse e no menu apresentado selecionamos a opção Propriedades. No quadro apresentado, selecionamos a guia Gerenciador de Dispositivos (figura 1). 14

15 Arquitetura e Montagem II figura 2 O Gerenciador de Dispositivos nos dá diversas informações sobre os dispositivos instalados em um PC, inclusive os recursos de hardware que estão sendo utilizados. No quadro da figura 1, usamos o comando Exibir / Recursos por tipo, e o programa apresentará listas de canais de DMA, endereços de E/S, endereços de memória e requisições de interrupção. Podemos clicar nos quadros indicados com + à esquerda de cada item para expandir a lista, como vemos na figura 2 15

16 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo figura 3 No Windows 9x/ME, o processo é um pouco diferente. Na figura 2, deixando selecionado o item Computador, e clicando sobre o botão Propriedades, teremos o quadro mostrado na figura 4, no qual vemos quais são os recursos em uso. A lista da figura mostra as interrupções em uso, mas podemos marcar os demais recursos de hardware: Entrada/Saída, DMA e Memória. 16

17 Arquitetura e Montagem II figura 4 Para evitar conflitos de hardware, é preciso que a seguinte condição seja satisfeita: 3.4 Dois dispositivos não podem utilizar o mesmo recurso Em outras palavras, não podemos ter duas placas utilizando a mesma interrupção, nem o mesmo canal de DMA, nem os mesmos endereços de memória, nem os mesmos endereços de E/S. Existe uma exceção para esta regra. Em certas condições especiais, é permitido que dois ou mais dispositivos compartilhem a mesma interrupção. É o caso do uso de interrupções de dispositivos conectados ao barramento PCI, que suporta o compartilhamento de IRQs. Por exemplo, na figura 3 vemos que vários dispositivos estão usando a IRQ Evitando conflitos de memória Este conflito ocorre quando duas memórias ocupam os mesmos endereços, normalmente ROMs de placas de expansão. A faixa de endereços usados pelas ROMs é a região compreendida entre 768 kb e 1024 kb, o que corresponde aos valores C0000 a FFFFF, em hexadecimal. Placas que possuem ROMs, quando seguem o padrão PnP, têm seus endereços de memória configurados de forma automática, sem intervenção do usuário. O problema está nas placas de legado (não PnP) que usam memórias, onde o usuário deve escolher endereços adequados na instalação, o que normalmente é feito através de jumpers. A partir dos métodos já apresentados nas figuras 3 (Windows XP/2000) e 4 (Windows 9x/ME), ativamos o item Memória, e assim chegamos à lista dos endereços de memória em uso. A figura 5 mostra a lista obtida no Windows XP. 17

18 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo figura 5 A figura 6 mostra a lista de endereços de memória em uso, apresentada pelo Gerenciador de Dispositivos do Windows 9x/ME 18 figura 6

19 Arquitetura e Montagem II Graças ao sistema Plug and Play, cada placa instalada que possua memórias tem essas memórias configuradas pelo sistema operacional de modo a não entrar em conflito com as áreas de memória de outras placas. Os conflitos ocorrem apenas quando instalamos placas não PnP. São placas antigas e no padrão ISA. Portanto é muito difícil que você se envolva com este tipo de problema, a menos que precise colocar uma dessas antigas placas em funcionamento. Por outro lado, a maioria dessas antigas placas não tem suporte nas versões novas do Windows, e seus fabricantes não normalmente não produzem drivers atualizados. Seja como for, apresentaremos a técnica de instalação. 3.6 Exemplo: placa controladora SCSI Vejamos um exemplo real, que é a configuração da placa controladora SCSI ADAPTEC, modelo AHA-2840A. Trata-se de uma placa de legado, e por isto o usuário precisa configurá-la através de jumpers. Esta placa possui uma ROM com 32 kb, cujo endereço é configurado de acordo as instruções do seu manual, mostradas a seguir. Neste exemplo, dois jumpers, indicados na placa como SW6 e SW5 são usados para o selecionamento do endereço desta ROM BIOS BASE ADDRESS SW6 SW5 D8000h (Default) OFF OFF C8000h ON OFF D0000h OFF ON E0000h (*) ON ON OFF = OPEN ON = CLOSED (*) Some systems do not support BIOS address E0000h Observe que os endereços hexadecimais possuem cinco dígitos (Ex: D8000). Ao invés de usar 5 dígitos, é muito comum a representação com 4 dígitos (Ex: D800). A letra h colocada após cada endereço, é opcional, e serve para indicar que o número está em hexadecimal. Às vezes usam-se quatro dígitos e às vezes cinco. A razão é que os endereços de memória podem ser expressos de duas formas: Endereço absoluto: D800 Usa cinco dígitos, como por exemplo, D8000 Segmento: Usa apenas quatro dígitos, como por exemplo Para saber o endereço de um segmento, basta acrescentar um ZERO no seu final. Por exemplo, o segmento D800 corresponde ao endereço D8000. Nas listas de endereços apresentadas pelo Gerenciador de dispositivos, são utilizados 8 dígitos (veja as figuras 5 e 6). Por outro lado, muitos manuais mostram seus endereços usando 4 ou 5, e às vezes até 8 dígitos. Por exemplo, o endereço D8000 poderia ser representado de 3 formas: Endereço de 8 dígitos: Endereço absoluto de 5 dígitos: Segmento hexadecimal: 000D8000 D8000 D800 A tabela do nosso exemplo usa o termo BIOS base address. É o endereço da memória a partir do qual o BIOS da interface SCSI está localizado. O BIOS da placa de vídeo fica localizado no endereço base C0000, enquanto o BIOS da placa de CPU normalmente está localizado a partir do endereço E0000, E8000 ou do F0000, dependendo da placa. Podemos ainda ver na tabela que o fabricante apresenta o endereço base default como D8000. As chaves SW5 e SW6 devem ser colocadas nas posições ON ou OFF para a escolha do endereço desejado. Para escolher o endereço base, devemos visualizar o mapa de memória do PC, antes da instalação da nova placa. Tomemos como exemplo o mapa de memória apresentado na figura 6. Na lista apresentada, podemos verificar quais são as faixas de endereços já ocupadas, e quais estão livres: FFFF A0000-AFFFF B0000-BFFFF C0000-C7FFF C8000-DFFFF E0000-E7FFF E8000-FFFFF Ocupada Ocupada Ocupada Ocupada Livre Não disponível Ocupada 19

20 Escola Alcides Maya - Segundo Módulo Para decidir qual das faixas de endereços utilizar, é preciso determinar o início e o final de cada uma delas. Devemos levar em conta o seguinte: Endereço base Tamanho A placa ADAPTEC AHA-2840 do nosso exemplo, possui 32 kb na sua ROM. Sabendo o endereço base e o seu tamanho, podemos determinar o endereço final. Sabendo o endereço base (inicial) e o final, automaticamente temos a faixa de endereços ocupada pela ROM. Para isto, precisamos converter os números em kb para o formato hexadecimal. A tabela que se segue será útil nesta conversão. Valor em kb Valor Hex Segmento hex 4 kb kb kb kb kb kb kb kb Valor em kb Valor Hex Segmento hex 36 kb kb A000 0A00 44 kb B000 0B00 48 kb C000 0C00 52 kb D000 0D00 56 kb E000 0E00 60 kb F000 0F00 64 kb A fórmula para calcular o endereço final é muito simples: Endereço final = Endereço inicial + tamanho - 1 Suponha que a ROM da nossa placa seja configurada para que seu endereço base (inicial) seja D0000. Sendo o seu tamanho igual a 32 kb, que de acordo com a tabela acima equivale a 8000 em hexadecimal, seu endereço final é calculado como: Endereço final = D = D = D7FFF Somando o endereço inicial (D0000) e o tamanho da ROM (8000), temos D8000. Subtraindo 1 deste resultado, temos D7FFF (se fossem números decimais, subtrair 1 resultaria em um final 999, mas em hexadecimal, este valor final é FFF). Levando em conta esses cálculos, as faixas de endereços que a ROM ocuparia seriam: Endereço base D8000 C8000 D0000 E0000 Faixa de Endereços D8000-DFFFF C8000-CFFFF D0000-D7FFF E0000-E7FFF De acordo com o Gerenciador de Dispositivos (figura 6), a faixa de endereços disponível na área reservada para ROMs (C0000 a FFFFF) é C8000-DFFFF. Confrontando esta faixa com as 4 opções oferecidas pela placa do nosso exemplo, temos: 20

21 Arquitetura e Montagem II D8000 C8000 D0000 E0000 Permitida Permitida Permitida Não permitida Portanto, a nossa placa controladora SCSI funcionaria se fosse configurada com qualquer uma das três primeiras opções de endereços, e certamente não funcionaria se fosse configurada na quarta opção, pois ocorreria um conflito de hardware 3.7 Microsoft Diagnostics O mapa de memória apresentado pelo Gerenciador de Dispositivos é suficiente para ajudar neste tipo de instalação, mas não podemos usá-lo quando o conflito impede o funcionamento do Windows. Neste caso podemos usar o programa MSD (Microsoft Diagnostics). No CD de instalação do Windows 98/ME, este software é encontrado no diretório \TOOLS\OLDMSDOS. Outros programas de diagnóstico mais completos, como o PC-Check também permitem visualizar o mapa de memória. Para utilizar o MSD, é preciso executar um boot limpo (Prompt do Modo de Segurança). Na tela principal do MSD, teclamos M, para c egar ao mapa de memória (figura 7) Mapa de memória apresentado pelo MSD. O mapa de memória apresentado pelo MSD mostra a utilização da região compreendida entre os endereços 640 kb (segmento A000, em hexadecimal) e 1024 kb (FFFF, em hexadecimal). As áreas em cinza no mapa de memória do MSD correspondem a memória ROM. As ROMs mostradas na figura acima são o BIOS VGA (segmentos C000-C7FF) e o BIOS da placa de CPU, na parte superior do mapa. Áreas pontilhadas são indicadas como possivelmente livres, mas o MSD não nos dá a total certeza de que realmente estejam livres (na figura, entre E000 e EFFF). Finalmente, áreas totalmente pretas são garantidamente livres (na figura, entre C800 e DFFF). 21

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