APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ALIMENTOS DIET E LIGHT ATRAVÉS DE RECURSOS TECNOLÓGICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ALIMENTOS DIET E LIGHT ATRAVÉS DE RECURSOS TECNOLÓGICOS"

Transcrição

1 2 APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ALIMENTOS DIET E LIGHT ATRAVÉS DE RECURSOS TECNOLÓGICOS RESUMO Maria Elizete Passeri O objetivo geral deste artigo consiste em apontar os encaminhamentos realizados para o cumprimento da etapa final do PDE (Programa de Desenvolvimento Educacional). Neste trabalho, serão tecidas considerações sobre os resultados da Implementação da Proposta Pedagógica na Escola abordando o conteúdo contemplado nas Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná. A forma de trabalho para a elaboração do material didático foi o OAC (Objeto de Aprendizagem Colaborativa) e a turma selecionada foi uma sétima série do Colégio Estadual Antonio Raminelli, de Cambé. A partir do entendimento que a alimentação é uma temática relevante no ensino de Ciências, optou-se pelo estudo e investigação dos alimentos Diet e Light na Nutrição. A problematização que norteou a realização dos trabalhos partiu da indagação sobre os aditivos químicos utilizados nos alimentos diet e light e as possibilidades de os mesmos afetarem a saúde dos adolescentes. A metodologia adotada contemplou o uso do filme Conservantes, gravado pela TV- Escola. A partir da exibição do referido filme, os alunos foram motivados a participar de uma discussão sobre o assunto descrito. Juntamente com os alunos, realizamos algumas atividades práticas culminando com a produção de um DVD. Assim, verificamos que os estudantes da sétima série do Ensino Fundamental adquiriram o conhecimento científico sobre a ação dos ingredientes contidos nos produtos diet e light, produzindo assim, uma aprendizagem significativa do conteúdo proposto. De forma análoga, comprovou-se que a utilização dos recursos tecnológicos em sala de aula torna-se eficaz para o processo ensino-aprendizagem. Palavras-Chave: nutrição. alimentos diet e light. recursos tecnológicos. ABSTRACT The general objective of this article consist to sight the directions performed to the execution of the end stage of the PDE (Program of Educational Development). In this work, will be weave considerations about the results of the implementation of the Pedagogical Proposition in the School expounding the content contemplated in the Curriculum Directives of Paraná State. The manner to work for the elaboration of the didactic material was the OAC (Object of Colaborative Apprenticeship) and was choosed one seventh grade of Colégio Estadual Antonio Raminelli, in Cambé city. After the comprehension that alimentation is a relevant thematic in the Sciences education, choosed by study and investigation of the Diet and Light foods in the nutrition. The problematic that directed the realization of the works started of the investigation about the chemical additives utilized in the diet and light foods and the possibilities to affect the adolescents's health. The methodology adopted contemplated the utilization of the film Conservantes recorded by TV-Escola. After the exhibition of the refered film, the students was motivated to start a discussion

2 about the subject described. Jointly with the students, we realize some pratique actions culminating with a production of a DVD. So, we verify that the students of seventh grade of Fundamental Education obtained the scientific knowledge about the action of the ingredients contained in the diet and light products, producing thus, a significant apprenticeship of the proposed contents. By the analogical form, proved that the utilization of technological resources in classroom become efficient to the process instruction-apprenticeship. Key Words: nutrition. diet and light foods. technological resources. 3

3 4 1 INTRODUÇÃO O presente artigo traz como objeto de estudo geral apresentar resultados das diferentes estratégias que constituíram a etapa final do PDE ( Programa de Desenvolvimento Educacional), por ocasião da implementação da proposta de trabalho junto a uma turma de sétima série do Colégio Estadual Antonio Raminelli. O objeto de estudo voltou-se para o conteúdo Sistema Digestório, dentro do contexto Nutrição, contemplado nas Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná. A ênfase foi dada para a utilização de produtos diet e light na alimentação dos escolares. Sendo assim, a problematização inicial consistiu em investigar se os aditivos químicos utilizados nos alimentos diet e light afetam a saúde dos adolescentes. De forma semelhante, buscou-se investigar as possibilidades de inserção dos recursos tecnológicos no âmbito educacional, como ferramenta para tornar mais significativa a aprendizagem. Na seqüência, são apresentados os dados relativos aos professores e à instituição de ensino na qual a prática foi concretizada. Para atender a demanda de ensino de ciências, o estabelecimento conta com seis professores de Ciências. Três são professores com cargo efetivo e os outros três são professores com contrato temporário anual ao qual denominamos PSS. A carga horária de cada professor é de quarenta horas aulas semanais, sendo trinta e duas horas/aulas dentro de sala de aula e oito horas, exercendo a hora atividade no próprio estabelecimento de ensino. Todos os professores efetivos possuem mais de vinte anos de atuação no magistério. Quanto aos professores PSS, o tempo de atuação de um deles é de dez anos, o segundo de sete anos e o terceiro possui três anos. O Colégio está localizado no jardim Ana Rosa no município de Cambé-PR, sendo considerado o maior bairro de estado. Conta com 1374 alunos matriculados nos três diferentes turnos: manhã, tarde e noite. Esse estabelecimento atende duas

4 modalidades de ensino; o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, estando os alunos numa faixa etária compreendida entre onze e dezessete anos. 5 Figura 1 - Portal do Colégio Estadual Antonio Raminelli Fonte: Passeri, Os alunos pertencem a um nível sócio-econômico baixo. A maioria dos pais trabalham em serviços braçais, em que a mão-de-obra é pouco valorizada e remunerada. Normalmente as mães deixam seus filhos sozinhos em casa para trabalhar fora, a fim de aumentar a renda familiar. Percebe-se que estas ausências dos pais refletem nos alunos; fato constatado na forte carência afetiva em nossos educandos. Os professores buscam alternativas para despertar o interesse desses alunos pela escola, motivando-os e incentivando-os para os estudos a fim de obterem melhores condições de vida. Para tanto se faz necessário uma mudança de atitude do professor, ministrando aulas mais atrativas para que se possam formar cidadãos ativos, autônomos, conscientes, reflexivos, participativos, críticos e principalmente felizes. A atual conjuntura das escolas públicas paranaenses permite aos professores fazerem uso de novas tecnologias. Estamos transformando a educação essencialmente livresca em um processo moderno de escolarização, em que os

5 6 alunos se sentem motivados e interessados a freqüentarem nossos bancos escolares. Um fato, comum nos alunos da nossa escola, que nos chamou a atenção foi a constante chegada de estudantes do ensino básico, especialmente nas primeiras aulas, freqüentemente reclamam de dores no estômago. Isso motivou-nos a opção de implementar um assunto de grande relevância para esses jovens. Além de fazer parte das Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná, nossos alunos precisam ter consciência da importância de fazer uma nutrição equilibrada para o bom funcionamento do organismo e obter melhor qualidade de vida.

6 7 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 O ENSINO DE CIÊNCIAS - APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA A formação de professores, por muito tempo, esteve atrelada ao modelo tradicional, que privilegiavam a transmissão de informações. No ensino de Ciências, em grande parte do tempo no desenvolvimento dos conteúdos ainda acontece pelo modelo de transmissão. Assim, para que o ensino de Ciências seja significativo (MOREIRA 1999), há a necessidade de uma abordagem de conteúdos de forma consciente, crítica e histórica relacionada à Ciência, Tecnologia e Sociedade. Neste âmbito, as atividades devem ter como objetivo propiciar aos professores e alunos condições para que discutam, analisem, proponham, argumentem e avancem na compreensão do seu papel na sociedade. Na proposta ora apresentada, optamos por um tema que envolve além dos conhecimentos físicos, químicos e biológicos, a utilização dos recursos tecnológicos para elevar a motivação dos estudantes nas aulas e favorecer a compreensão dos temas. Para Ausubel (1978), aprendizagem significativa é um processo por meio do qual uma nova informação se relaciona, de maneira substantiva e não-arbitrária, a um aspecto relevante da estrutura de conhecimento específica, a qual Ausubel chama de conceito subsunçor ou, simplesmente, subsunçor, existente na estrutura cognitiva de quem aprende. O subsunçor é uma estrutura específica a qual uma nova informação pode se integrar ao cérebro humano, que é altamente organizado e detentor de uma hierarquia conceitual que armazena experiências prévias do aprendiz (AUSUBEL, 1978).

7 8 Segundo Ausubel (1978): A essência do processo de aprendizagem significativa é que idéias simbolicamente expressas sejam relacionadas, de maneira substantiva (não literal) e não arbitrária, ao que o aprendiz já sabe, ou seja, a algum aspecto de sua estrutura cognitiva especificamente relevante (isto é um subsunçor) que pode ser, por exemplo, uma imagem, um símbolo, um conceito ou uma proposição já significativas (p. 41). A aprendizagem significativa ocorre quando uma nova informação ancorase em conhecimentos especificamente relevantes (subsunçores) preexistentes na estrutura cognitiva. Assim, novas idéias, conceitos, proposições podem ser aprendidos significativamente na medida em que outras idéias e conceitos, estejam adequadamente claros e disponíveis na estrutura cognitiva do indivíduo e funcionem, dessa forma, como ponto de ancoragem para os primeiros. (MOREIRA, 2006). Portanto, uma das condições para ocorrência de aprendizagem significativa é que o material a ser aprendido seja relacionável (ou incorporável) à estrutura cognitiva do aprendiz, de maneira não arbitrária e não literal. A escola muitas vezes carece de fornecer os significados sobre o que é ensinado aos estudantes, fator que tem originado em sala a desmotivação, indisciplina destes e chegando mesmo por parte de alguns o abandono do estudo. Assim, na escola uma aprendizagem se torna significativa quando esta se relaciona à possibilidade dos alunos aprenderem por múltiplos caminhos e formas de inteligência, permitindo-os a usar diversos meios e modos de expressão. No tópico a seguir, discute-se a relevância do uso das tecnologias na educação, como uma estratégia para tornar a aprendizagem mais significativa. 2.2 O USO DAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO Ao longo do tempo, muitas escolas sempre estiveram na vanguarda do conhecimento e dos recursos didáticos disponíveis. Houve, no entanto uma aceleração na evolução tecnológica de uma forma inédita na história da humanidade

8 9 e se incorporou ao cotidiano das pessoas. Essa evolução da tecnologia exige que as pessoas passem a lidar com coisas novas. As tecnologias estão proporcionando uma grande revolução na educação. A razão advém de diversos tipos de abordagem de ensino que podem ser realizados através dos novos recursos tecnológicos que hoje temos a nossa disposição para nos auxiliar no processo de ensino-aprendizagem. Os alunos dos tempos atuais, independente da camada sócio-econômica a que pertençam, vêm se acostumando com a rápida velocidade das informações e dos recursos utilizados pelo desenvolvimento tecnológico. Ao entrarem na sala de aula, esperam que nas aulas sejam contemplados assuntos atualizados e de consenso ao contexto externo. Os alunos trazem para sala expectativas de um ensino-aprendizagem que produza seu aprimoramento, ou que seja capaz de fornecer maior embasamento para que este possa interpretar e compreender as mudanças do contexto externo. As novas tecnologias surgem como instrumentos para serem utilizados criativamente por professores e alunos, na realização de atividades mais diversificadas, possibilitando que o próprio aluno seja protagonista de suas idéias, visando sua aprendizagem. Assim, o aluno dentro da sala de aula, encontra um conjunto de informações, através dos recursos tecnológicos propostos para o ensino de ciências, que estão associados à TV, vídeo, DVD, TV-Pendrive, computadores e internet. A utilização das novas tecnologias na educação deve apontar para a formação de indivíduos capazes de pensar por si próprios e de produzir conhecimento. As tecnologias devem ser vistas como mediações estruturantes, que estimulem nossos alunos a pensar de forma independente. Bonilha e Picaço apud Pretto (2005) enfatizam que: Dessa forma, a sala de aula torna-se um ponto de uma vasta rede de relações e aprendizagens e um espaço de pesquisa e construção de conhecimento, no qual se aprende a utilizar as informações disponíveis nos meios de comunicação, selecionado-as e se posicionando criticamente em relação a elas. O professor deixa de ser aquele que ensina e o aluno aquele que aprende, para construírem-se, todos, em sujeitos de aprendizagens, construtores e co-autores de conhecimentos. Os processos pedagógicos deixam de

9 ter uma centralidade estável, permitindo que os implicados atuem de forma diferenciada ao longo do tempo. Os centros se deslocam, movimentam-se incessantemente, ora destacando-se o professor, ora o aluno, ora outros envolvidos, ou mesmo um elemento físico. É importante que sejam estabelecidas conexões múltiplas, laterais e não apenas seqüências, ou seja, trata-se da presença de relações de sentidos simultâneos, do espaço sincronizado e do tempo espacializado (p. 224). 10 As novas tecnologias de comunicação e informação chegaram à escola para ficar e exercer o papel de transformação humana. É cada vez maior a demanda por educadores preparados para dominar tecnologias que evoluem a cada dia, capacitados para desenvolver em seus alunos a necessária visão crítica diante da velocidade de informações. O acesso a instrumentos e recursos da informática, que a cada dia se torna mais necessário (e menos oneroso), não é suficiente para resolver todos os problemas da Educação, que para serem equacionados necessitam de diversas "contribuições", inclusive informáticas. Coburn (1988) afirma que: O binômio Informática e Educação implica uma rara ocasião para se refletir, não somente sobre as metodologias didático-pedagógicas, mas também sobre o novo papel do professor diante das atuais exigências de programação impostas pela presença maciça de computadores em salas de aula (p. 45). Sendo assim, torna-se necessário dar prioridade absoluta à formação docente, no sentido de fornecer aos professores um conhecimento mínimo sobre Informática. É necessário, também, e, sobretudo, fornecer bases para o seu uso crítico, de modo a garantir que a inserção de instrumentos informáticos no processo educativo ocorra com plena consciência da sua viabilidade, validade e oportunidade no processo ensino-aprendizagem. Porém, ainda hoje, verificamos que existem professores que apresentam certa dificuldade em operar determinados recursos que a escola dispõe. Para tanto, se faz necessário um efetivo treinamento para habilitar os docentes nessas tecnologias. Nesse sentido, o atual governo do estado do Paraná tem implementado

10 11 esse processo de capacitação permanente, através de programas de educação continuada. Especificamente no que se refere à Informática na Educação, Almeida e Almeida sugerem que: Enfrentar essa nova realidade significa ter como perspectiva cidadãos abertos e conscientes, que saibam tomar decisões e trabalhar em equipe. Cidadãos que tenham capacidade de aprender a aprender e de usar a tecnologia para a busca, a seleção, a análise e a articulação entre informações e, dessa forma, construir e reconstruir continuamente os conhecimentos, utilizando-se de todos os meios disponíveis, em especial dos recursos do computador. Pessoas que atuem em sua realidade tendo em vista a construção de uma sociedade mais humana e menos desigual. A educação pautada em tecnologias educacionais torna-se eficiente para acompanhar os processos de mudanças que ocorrem na sociedade. Hoje, a tecnologia está modificando a forma das pessoas se relacionarem, construírem e transmitirem conhecimentos. Percebemos que está surgindo uma nova relação ente professor e aluno não mais pautada na hierarquia na qual o professor tem a centralidade do saber, como predominantemente ocorria no processo ensino-aprendizagem tradicional. No entanto, as questões administrativas das escolas precisam ser revistas para que as relações virtuais entre o corpo docente e o discente possam desempenhar o seu verdadeiro papel. É um trabalho que leva tempo, mas há progressos, como a própria visão do professor, em relação à tecnologia. Precisamos ter em mente que educação e tecnologia têm de caminhar juntos. Não se trata de fazer da tecnologia apenas um apêndice. que: Cox (2003) corrobora a importância da informática na educação, ao afirmar No ambiente da escola repensada, o autoritarismo e a tensão antes característicos da atmosfera da sala de aula cedem lugar ao companheirismo e à descontração, compondo clima favorável para a formação da interação professor-aluno e aluno-aluno (p. 71).

11 12 Faz parte do processo de informatização das escolas paranaenses uma iniciativa inédita e pioneira em nosso estado, que é o programa Paraná Digital. O professor, fazendo uso deste recurso, pode preparar suas aulas, bem como aproveitar para um aprofundamento teórico e enriquecimento dos conteúdos a serem ministrados. Neste sentido, o professor também, sente-se motivado para ministrar eficientemente as suas aulas. Os professores da rede pública estadual do Paraná contam com o Portal diaa-dia educação, que tem como objetivo dar um suporte para os educadores, exibindo uma série de material pedagógico para pesquisa. O Portal Dia-a-dia-educação é um ambiente virtual, reconhecido nacional e internacionalmente. Usa o modelo de aprendizagem colaborativa, bem como conteúdos livres produzidos pelos próprios educadores e também encontrados em outras fontes. Outra ferramenta importante que vem contribuindo para a melhoria da qualidade da educação no estado Paraná é a TV Paulo Freire, que tem como objetivo divulgar a história, a cultura e produções artísticas, literárias e científicas do estado nas escolas paranaenses. É uma emissora de televisão pública, contribuíndo para a formação continuada do professor, além de complementar o currículo escolar do aluno. Podemos verificar no entanto, inúmeros benefícios em se utilizar, senão todos, mas aqueles recursos que o professor melhor se adapte para o enriquecimento de suas aulas. Uma vez analisada a relevância do uso das tecnologias no processo educacional volta-se o foco para o conteúdo central da proposta trabalhada, ou seja, importância da nutrição e a inserção de alimentos diet e light na alimentação. 2.3 ALIMENTOS DIET E LIGHT O ensino sobre o Corpo Humano e Saúde tem como proposta promover o conhecimento sobre as questões relacionadas aos sistemas que compõem o corpo humano, suas funções, bem como àquelas que se relacionam à saúde e a sua manutenção. Dentre os conteúdos básicos sobre o corpo humano, a nutrição se

12 13 destaca como conhecimento que pode orientar jovens e adolescentes a um consumo de alimentos livres de produtos químicos como condição necessária à preservação e manutenção da saúde. Para Ornellas e Ornellas (1983) nutrição é a expressão da vida vegetativa: nascer, crescer e reproduzir-se. A ciência da nutrição estuda o alimento e sua relação com a saúde. Tagles (1981) salienta que: É necessário que se entenda que a Nutrição abarca conhecimentos desde o nível celular, tissular, organismo total até o conjunto de indivíduos ou comunidade, e portanto, constituem objeto de sua preocupação desde a nutrição celular até a avaliação do estado nutricional da população, a identificação dos principais problemas nutricionais que a afetam e a adoção de medidas práticas para soluciona-los; por outro lado, somente será possível chegar-se a oferecer soluções se se conta com um sólido conhecimento básico da realidade local e com o trabalho conjunto de equipes multiprofissionais. O conhecimento das realidades nutricionais deve estar presentes ao se fixarem políticas e metas de desenvolvimento nacional, regional e local, ao se iniciarem programas de desenvolvimento comunitário, programas de alimentação, etc. Ou seja, visto que os planos e programas de governo referem-se e promovem o bem-estar da comunidade governada, é fácil entender que o estado de nutrição e saúde da comunidade deve estar envolvido no processo de planejamento. A aspiração de muitos nutricionistas é que exista uma política definida de alimentação e nutrição no mais alto nível de governo (p. 2). Certos alimentos ingeridos são de natureza calórica, porém, determinadas pessoas necessitam restringir algum tipo de nutriente, em função de dietas específicas. No entanto, a indústria alimentícia, num processo de desenvolvimento tecnológico, tem colocado no mercado uma grande variedade de alimentos diet e light, podendo confundir o consumidor na escolha desses alimentos. Os produtos diet e light têm características alimentares diferentes em relação aos alimentos convencionais.

13 14 A figura 2 apresenta a evolução do mercado de produtos diet e light no Brasil de 1990 a 2007, em bilhões de dólares. Gráfico 1 Evolução do mercado Diet e Light no Brasil Fonte: Associação Brasielira de Indústrias de Alimentos Dietéticos. Da observação da figura, percebe-se um aumento expressivo de consumo de alimentos diet e light no Brasil, passando de 160 milhões de dólares em 1991 para 3,6 bilhões em 2004, perfazendo, em 10 anos, um aumento de 800 por cento, acentuando-se ainda mais nos últimos anos. No ano de 2007 o faturamento de produtos diet e light chegou a 6 bilhões de dólares. A previsão para 2008 é que tenha uma elevação de 15%, estimando um arrecadamento de 6,9 bilhões de dólares. O alimento considerado diet é aquele que possui ausência total de algum ingrediente, ou seja, não possui em sua composição: carboidratos (como o açúcar, por exemplo), sódio, gordura ou proteínas. Tais produtos são indicados para pessoas que seguem uma dieta médica com restrição de consumo de determinados alimentos, como diabéticos ou hipertensos (SABIM, 2008). Os produtos light, registram uma redução de, no mínimo, 25% da quantidade de um determinado nutriente e/ou calorias (carboidratos, gordura, proteína, colesterol, sódio) em relação ao alimento convencional. (carboidratos, gordura,

14 15 proteína, colesterol, sódio). São, portanto, recomendados para quem faz regime, mas não devem ser consumidos por um diabético, por exemplo (SABIM, 2008). O acesso à informação, segundo o Código de Defesa do Consumidor, é um dos direitos básicos do consumidor. Palma (2007) refere que a legislação específica, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e o Instituto de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (INMETRO), determina que os rótulos dos produtos industrializados devam conter as informações obrigatórias, assim como: lista de ingredientes, origem, prazo de validade, conteúdo líquido, lote e informação nutricional. A biotecnologia dos alimentos tem sofrido influência de países desenvolvidos na produção de um maior número de alimentos diet e light. Portanto, para compreender sobre o bom ou mau alimento, há necessidade de romper a idéia de que o desenvolvimento da ciência e tecnologia estão voltados apenas para o bemestar do homem. O alimento, a partir da origem da sua produção, transformação, armazenamento, comercialização, envolve um conjunto de processos de diferentes áreas do conhecimento até que este esteja disponível para o consumo. Apesar de vivermos em tempo de globalização, a alimentação, contudo, caracteriza a diversidade cultural dos povos. Para cada tipo de alimento predominante em um determinado país, é necessário consumi-lo de forma adequada, evitando assim, os abusos e desvios dos padrões alimentares. Em nosso país, como a pluralidade cultural é grande, temos também hábitos alimentares diversos. Grande parte da população está aderindo ao consumo de alimentos prontos, de fácil preparação e aos industrializados. Os aditivos químicos presentes nos produtos acondicionados em embalagens são necessários para a manutenção da qualidade dos mesmos. O grande problema decorre da falta de controle e qualidade destes produtos pelos órgãos responsáveis e o uso abusivo de diet e light. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que as quantidades de substâncias sejam produzidas em gramas e miligramas necessárias, e que podem

15 16 ser consumidas durante o dia por pessoa. No entanto, certas embalagens não trazem a lista de ingredientes contidos nas mesmas ou não especificam a quantidade das substâncias presentes. Muitas vezes, falta informação sobre a quantidade que o indivíduo pode consumir diariamente de cada ingrediente contido no produto. Pesquisas realizadas com adolescentes e jovens constatam que os hábitos alimentares inadequados comprometem seriamente a saúde dessa população (FISBERG, 2007). Muitas vezes, apresentam distúrbios de metabolismo, ocasionando doenças como: obesidade, anorexia, diabetes, hipertensão, anemia, aumento da taxa de colesterol no sangue, entre outras. No entanto, o desenvolvimento tecnológico, com vistas à produção de alimentos diet e light, tem confundido esses jovens, que também são nossos alunos, fazendo uso indiscriminado e inadequado de tais produtos, com a intuição de perda e/ou manutenção do peso corporal. Ao adquirir o conhecimento científico sobre a ação dos ingredientes contidos nos produtos diet e light no organismo humano, nosso aluno estabelece uma relação acerca da importância de se adquirir o hábito de leitura e interpretação dos rótulos e embalagens destes produtos. A título de exemplos, são elencados, na seqüência, os componentes de refrigerantes diet e light. Ingredientes do refrigerante diet - água gaseificada, suco de limão, conservador: IMS 211, acidulante IMS: 330, edulcorantes artificiais: mg/100ml): sacarina sódica : 16,0mg e ciclonato de sódio: 69,7mg. Ingredientes do refrigerante light - água gaseificada, extrato de noz de cola, cafeína, aroma natural, corante caramelo IV, acidulante: ácido fosfórico, edulcorantes artificiais: apartame (24mg) e acessulfame de potássio (16mg) por 100ml, conservador: benzoato de sódio e regulador de acidez citrato de sódio. Estudos recentes apontam que a qualidade dos alimentos interfere significativamente na saúde das pessoas.

16 17 Sabemos que a grande maioria dos alimentos consumimos são de origem animal, vegetal e fungos. Esses alimentos, chamados orgânicos, quando ingeridos, passam por um processo de transformação no qual são degradados em moléculas menores, pelo mecanismo da digestão. Graças a essas transformações, os nutrientes encontrados nos alimentos seguem para a corrente sangüínea e vão nutrir todas as células do corpo, a fim de que possam exercer suas diferentes funções vitais para a manutenção do organismo humano. Face às considerações realizadas até este ponto, na seqüência apresentamse a análise e discussão dos resultados da prática realizada com professores e alunos do Colégio Estadual Antonio Raminelli.

17 18 3 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS 3.1 RESULTADOS DA INTERVENÇÃO JUNTO AOS PROFESSORES Na proposta que ora apresentamos, tivemos a oportunidade de conhecer melhor os professores de Ciências das outras séries, através de um questionário, que foi aplicado. Todos esses professores possuem curso superior com licenciatura plena e pós-graduação na área de magistério. No que se refere à utilização dos recursos tecnológicos pelos professores do Colégio Estadual Antonio Raminelli, podemos afirmar que os professores fazem uso deste recurso, conforme se pode visualizar pelo gráfico a seguir. Gráfico 2 - Utilização de recursos tecnológicos pelos professores Fonte: PASSERI, 2008 Observamos que os professores da disciplina de Ciências de quinta a oitava série do Colégio Estadual Antonio Raminelli fazem uso dos recursos didáticos disponíveis no estabelecimento, pois consideram os recursos de fundamental importância para o enriquecimento de suas aulas. São necessários também para motivar os alunos a se interessarem pelo conteúdo que está sendo ministrado, permitindo assim uma aprendizagem mais significativa dos conteúdos propostos.

18 19 Os professores estão começando a interagir com a novidade que o governo do estado do Paraná levou para as escolas, no tocante da TV-Pendrive. Alguns professores já estão gravando suas aulas e transmitindo aos estudantes. Reforçando a presente pesquisa (PRETTO, 2005) declara que as novas tecnologias, dependendo da forma como são utilizadas, podem ajudar a gerar mudanças necessárias na Educação e a construir um aluno autônomo e eficaz no seu processo de aprendizado. Ao afirmarem sobre os pontos negativos em se utilizar os recursos didáticos, os professores indicam que há pouca disponibilidade de horário para se preparar as aulas. Em relação ao consumo de produtos diet e light, os professores fazem uso mais freqüente dos mesmos, pois todos os professores entrevistados disseram que os consomem todos os dias, embora apresentaram dificuldades em diferenciar tais produtos. Na questão número 8 do questionário perguntava-se: Você reconhece a diferença entre produtos diet e light? Uma das entrevistadas afirmou que Sim, diet não contém açúcar mas tem uma quantidade de gordura razoável e o light tem uma pequena quantidade de açúcar e pequena também de gordura. Diet para diabéticos. Light para quem faz dieta. Percebemos que a professora não soube explicar corretamente a diferença entre esses dois significados. A este respeito, Hara, Horita e Escanhuela (2003) mencionam que: Os alimentos diet e light se enquadram como alimentos para fins especiais e são cada vez mais populares, porém muitos consumidores ainda têm dificuldade em diferenciá-los. Assim concluise que o diet é o alimento que recebe isenção de um dos componentes, podendo ser, alternativamente ou concomitantemente, sem gordura, ou sem sal, ou sem proteína (p. 50). Nessa perspectiva, houve uma motivação para o aluno pesquisar entre seus colegas de classe e de escola, a quantidade de consumo de alimentos diet e light no

19 20 dia-a-dia, bem como investigar os resultados divulgados pela pesquisa através de gráficos e tabelas sobre o consumo desses alimentos na população. Outro aspecto a ser considerado é investigar a localização da indústria de produção, transporte de alimentos, desde a produção da matéria-prima até o processo de transformação e comercialização. Na produção de embalagens e rótulos, o aluno desenvolve, por meio da arte, a observação das formas, cores, texturas e diferentes tipos de letras. É possível, pois, discutir critérios necessários para que esta se torne atrativa ao consumidor, levando em consideração a composição e ingredientes presentes no produto. Ao aplicarmos a proposta de intervenção aos alunos da sétima série do Ensino Fundamental, foi realizado um questionário, com indagação a respeito dos recursos tecnológicos, podendo constatar que os alunos preferem as aulas com algum tipo de recurso tecnológico, pois ficam mais atentos às aulas, estimulando o pensamento crítico desses jovens. De forma análoga, tivemos a oportunidade de investigar o tipo de alimentação que nossos alunos estão obtendo. Para concretizar a investigação, realizamos uma pesquisa entre os alunos de quinta a oitava série do Ensino Fundamental e pudemos observar que os alunos fazem uso de quantidades excessivas de alimentos artificiais. Entre eles se destacam os alimentos diet e light, que hoje estão sendo comercializados indiscriminadamente sem a devida orientação para se utilizar esses produtos. Assim, como educadores, temos o papel de orientar esses jovens no consumo dos alimentos. Para tanto, a título de amostragem, abordamos o conteúdo específico Sistema Digestório, dentro do contexto Nutrição-Alimentos diet e light, contemplado nas Diretrizes Curriculares de Ciências para a Educação Básica do Estado do Paraná, aos alunos de sétima série do Ensino Fundamental. Inicialmente, projetamos o filme, gravado pela TV-Escola, com o título Conservantes, a fim de introduzir o assunto aos alunos. Esse vídeo faz um alerta aos consumidores para a efetiva observação da composição química dos alimentos industrializados. O filme mostra também que durante a II Guerra Mundial houve a necessidade de se embalar os alimentos. A partir daí, foram desenvolvidas tecnologias de industrialização e

20 21 conservação de alimentos, incluindo os aditivos químicos, chamando atenção dos consumidores para analisar a composição química dos referidos aditivos. Terminado o filme, abrimos uma discussão sobre o assunto tecido no filme. Os alunos começaram a refletir sobre a importância de observar os rótulos dos produtos industrializados que estão sendo comercializados. A discussão também envolveu a maneira como as informações estão contidas nos rótulos, pois, essas, vêm escritas com letras muito reduzidas, impedindo a leitura clara dos ingredientes contidos nos rótulos. Os nomes científicos dos aditivos químicos, impossibilita o leigo fazer a interpretação, ficando sem saber o significado dos nomes. Ainda, outro fator que não se poderia deixar de mencionar, é que, afetados pela aceleração da vida cotidiana moderna, os consumidores vão apressados às compras, não conseguindo disponibilizar um tempo suficiente para analisar esses rótulos. Os alunos trouxeram alguns produtos diet e light para analisarem os seus rótulos e verificaram que maioria dos ingredientes eram estranhos para eles. A partir daí, os alunos tiveram a iniciativa de confeccionar embalagens e rótulos desses produtos. Com muita habilidade, nossos alunos demonstraram, através da confecção dessas embalagens, que é possível se produzir rótulos com letras maiores, apresentando informações mais precisas acerca dos aditivos químicos. 3.2 RESULTADOS DA INTERVENÇÃO JUNTO AOS ALUNOS Numa amostra de trinta alunos, submetidos a uma pesquisa realizada, tivemos a oportunidade de colher dados em relação ao consumo dos diferentes tipos de alimentos, incluindo os produtos diet e light.

21 22 Tabela 1 - Freqüência de consumo de alimentos naturais e artificiais Alimentos Uma vez por semana Duas vezes por semana Três ou Mais vezes por semana Arroz Feijão Macarrão Frutas Verduras e Legumes Pão Bolacha Bala Chicletes Sorvete Chocolate Doce Bolo Chips Refrigerante Suco Leite Fonte: PASSERI, 2008 Pela visualização da tabela 1, percebe-se que em relação aos alimentos naturais e artificiais que possuem consumo mais elevado, destacam-se o arroz e o feijão, mencionado por 26 e 25 alunos respectivamente. Em segundo plano, o pão foi mencionado por 24 alunos. Frutas e sucos também ganham destaque em seu consumo, mencionados por 21 alunos. Acredita-se que o consumo elevado do arroz e o feijão se deva ao fato de serem alimentos de fácil preparação, fazendo parte da cesta básica dos trabalhadores. Na freqüência duas vezes por semana, situam-se verduras, legumes e refrigerantes com 10 indicações. O bolo e o sorvete foram mencionados por 9 alunos. Doce e bolacha ficaram com 7 referências.

22 23 Observou-se que a freqüência de macarrão e chocolate é baixa, pois 20 e 13 alunos, respectivamente, disseram que consomem este tipo de alimento apenas uma vez por semana. O leite é considerado o alimento de fundamental importância para o bom desenvolvimento do organismo, principalmente dos ossos (ORNELLAS e ORNELLAS, 1983). Apesar da grande maioria dos alunos declararem fazer uso desse produto mais de três vezes por semana, alguns alunos, por ignorarem o benefício do leite ao organismo, consomem poucas vezes por semana. Para Papali (2007, p.10): O cálcio é um mineral presente em grande proporção no leite e seus derivados. Sua maior necessidade é na infância e na adolescência, quando ocorre aumento da formação da massa óssea. Assim, percebe-se que nossos alunos estão aderindo a uma alimentação mais diversificada, preocupando-se em obter uma dieta saudável, consta também um baixo consumo entre os diet e light. Corrobora com a presente pesquisa o portal Minha Vida (www.minha vida.com.br), sobre hábitos alimentares, revelando que o arroz e o feijão ainda aparecem como pratos preferidos na mesa dos brasileiros. A pesquisa mostra ainda que o pão, o arroz, o feijão são ingeridos no mínimo três vezes por semana. Quanto às frutas, verduras e legumes também os entrevistados demonstraram consumir de forma variada, sendo a banana, a fruta preferida. A pesquisa ainda revelou dados interessantes sobre o consumo de bebidas, pois 65,7% afirmaram consumir suco pelo menos uma vez por dia. Dentre os que consomem refrigerantes (cerca de 41%), a maioria preferem refrigerante comum, poucos consomem os diet e light.

23 24 Gráfico 3 - Consumo de Produtos Diet e Light Consumo de Produtos Diet e Light não sim Fonte: PASSERI, 2008 De acordo com os resultados obtidos e expressos no gráfico, percebe-se que o consumo de alimentos diet e light entre os alunos participantes da pesquisa mostrou-se baixo, sendo que 11 alunos, num percentual de 36,6% declararam consumir este tipo de alimento, enquanto 19 alunos responderam de forma negativa, simbolizando 63,4% do total da amostra. Estes resultados podem ser atribuídos à faixa etária em que se encontram os entrevistados, pois os adolescentes fazem pouco uso desses produtos, bem como à condição econômica e social das famílias as quais pertencem. Na mesma direção, Fisberg (2007) corrobora os resultados da presente pesquisa, ao afirmar que, entre adolescentes constatou-se o uso indiscriminado de produtos diet e light que, por serem industrializados e conterem ingredientes não recomendados para o organismo dessa faixa etária, podem acarretar distúrbios nutricionais e propensão para determinadas doenças. Quanto aos motivos apresentados para o consumo ou não de alimentos diet e light, alguns alunos expuseram que: - Porque emagrece. - Por causa da diabete. - Para não engordar. - Porque fazem bem à saúde.

24 25 De acordo com pesquisa realizada pela ABIAD (2008), cerca de 35% dos domicílios consomem algum tipo de produtos diet e light. Dentre os motivos da compra, 61% atribuem a questões de saúde, 48% controle de peso e 13% simplesmente por hábito de compra desses produtos. Mais uma vez, detectamos que nossos jovens não possuem a devida orientação para o consumo dos produtos diet e light. Rorato (2006) contribui com esse fato levantado, dizendo que o conceito de produtos diet e light não se encontra bem definido na população em geral. No que se refere à freqüência do consumo de alimentos diet e light, todos os onze alunos que fazem uso destes produtos utilizam-no apenas alguns dias da semana. Nenhum aluno consome os produtos diet e light diariamente. O que podemos verificar é que os alunos que fazem uso desses produtos, não possuem informações sobre a efetiva finalidade desses. Apesar do grande acesso aos meios de comunicação e informação que as pessoas hoje possuem, dáse pouca importância aos hábitos alimentares, especialmente entre os adolescentes. Acredita-se que os produtos diet e light por serem relativamente novos, não se pode afirmar seguramente quais os seus benefícios patológicos. Especificamente no Brasil, até os anos 80, os produtos diet e light eram restritos à comercialização em farmácias e se constituíam basicamente de adoçantes dietéticos. Até então, eram considerados medicamentos e controlados pela Vigilância Sanitária de Medicamentos (DIMED). A partir de 1988, estes produtos passaram a ser considerados alimentos e agora são controlados pela ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária de Alimentos (HARA; HORITA; ESCANHUELA, 2003) Paralelamente, as indústrias de bebidas também aguardavam definição dos Ministérios da Saúde, Agricultura e Indústria e Comércio, para a liberação da produção e comercialização de refrigerantes dietéticos, o que foi concedido em Estes fatos foram decisivos para a expansão do mercado de alimentos para fins especiais, no Brasil, iniciando-se no país a onda diet que já ocorria em outros países (HARA; HORITA; ESCANHUELA, 2003).

25 26 Voltando-se ao foco para a pesquisa realizada na turma de sétima série do Ensino Fundamental, fizemos o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) para avaliar a faixa de massa corporal considerada normal para um adolescente. Tabela 2 - Valores propostos para o cálculo do IMC Índices de Massa Corporal IMC(kg/m²) Classificação < 16 Magreza grau III 16,0-16,9 Magreza grau II 17,0-18,4 Magreza grau I 18,5-24,9 Adequado 25,0-29,9 Pré-obeso 30,0-34,9 Obesidade grau I 35,0-39,9 Obesidade grau II 40 Obesidade grau III Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS, 2008) O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O IMC é calculado dividindo o peso em (Kg) pela altura ao quadrado (em m²). De acordo com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade. A pessoa é considerada acima da massa corporal quando o IMC é superior a 25Kg/m². Quando o índice é maior do que 30Kg/m², o indivíduo é obeso.

26 27 Tabela 3 - IMC dos alunos participantes da pesquisa Alunos IMC (Kg/m²) 1 22,3 2 15,0 3 22,7 5 18,0 6 18,3 7 17,9 8 14,2 9 18, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,5 Fonte: PASSERI, 2008 De acordo com a tabela apresentada, analisamos o Índice de Massa Corporal (IMC) dos trinta alunos na turma de sétima série, onde realizamos a pesquisa, expressando os valores no gráfico a seguir:

27 28 Gráfico 4 - IMC dos alunos da sétima série em % 57% Pré-obeso 3% 23% 17% Adequado Magreza grau I Magreza grau II Fonte: PASSERI, 2008 Os resultados do cálculo do IMC dos alunos participantes da pesquisa evidenciam que não houve prevalência de obesidade entre os mesmos, pois apenas um aluno, perfazendo 3% da amostra, situa-se na faixa de pré-obesidade. Quarenta por cento dos entrevistados estão em situação de magreza, enquanto 57% possuem uma relação adequada entre peso e altura. Pode-se inferir que estes resultados demonstram que apesar de os alunos não seguirem uma alimentação adequada, não há predominância de obesidade, devido ao expressivo gasto de energia dos mesmos e ao fato de estarem em fase de crescimento. No entanto, é importante que seja desenvolvido um trabalho de conscientização sobre a importância de uma alimentação balanceada, para evitar problemas futuros. Corroborando com essa pesquisa (ORNELLAS e ORNELLAS, 1983) dizem que é na fase da adolescência que ocorre um crescimento rápido do indivíduo e se afirma o aparecimento dos caracteres sexuais secundários, bem como o amadurecimento da personalidade. Nessa fase, os ossos se alongam e formam novas massas musculares, principalmente nos meninos, com predominância de formação de tecido adiposo, eventualmente exagerando-se nas meninas. O apetite encontra-se muito aumentado e divergindo as preferências alimentares, acompanhado por outras atitudes que têm como objetivo a afirmação da personalidade.

28 29 Outra atividade a ser trabalhada na realidade escolar, junto aos alunos da sétima série, foi a construção do Cardápio Alimentar Semanal. Preparamos uma folha a qual continha os dias da semana com quatro refeições diárias e distribuímos para os trinta alunos da sétima série, para que anotassem todas as refeições realizadas durante uma semana. Para exemplificar o consumo dos alunos, foi selecionado um cardápio pronto, conforme se mostra a seguir: Cardápio alimentar Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Café da manhã Leite com chocolate Café, pão e manteiga X Copo de leite com café Copo de leite e bolacha X Copo de leite e bolacha Almoço Arroz, Macarrão e carne assada Arroz e feijão Abobrinha X Arroz temperado e lingüiça Arroz temperado e bife Arroz, feijão macarrão e bife X Lanche da tarde X Mamão Pão, leite, bolo de fubá e chocolate Pão e leite X Bolo e Bolacha X Jantar Arroz, Macarrão e lingüiça X Arroz, feijão e ovo X Arroz,feijão e carne de porco Arroz,feijão e carne moída Arroz, feijão e bife Figura 2 - Cardápio alimentar da aluna D.M, 13 anos, peso 52Kg, altura 1,70 Dentre os cardápios produzidos pelos trinta alunos, optou-se por exemplificar alguns destes para a realização deste trabalho. Observou-se que o cardápio alimentar apresentado pela aluna D.M. mostra-se insatisfatório, com baixo índice de proteínas e excesso de carboidratos, bem como ausência de consumo de frutas e verduras. Uma observação mais atenta do cardápio da aluna permite identificar que a mesma deixa de fazer refeições, como o jantar da segunda-feira e da quarta-feira, bem como o almoço da terça-feira e sábado. O café da manhã também deixou de ser consumido em dois dias da semana. Fisberg (2007) considera o desjejum importantíssimo para o adolescente, pois precisa garantir disposição para todo o dia.

29 30 O cardápio da segunda-feira mostra-se insuficiente, pois D.M. além de não se alimentar no jantar, não consumiu proteínas em quantidade suficiente. Houve ainda um longo período em jejum, da tarde de segunda-feira até a tarde seguinte, quando a aluna alimentou-se de quantidade excessiva de carboidratos no lanche da tarde. Em relação ao IMC da aluna, que é de 17,9 verifica-se que de acordo com os padrões apresentados na tabela 2, indicando os valores de Índice de Massa Corporal, está classificada como Magreza grau I. Acredita-se que a alimentação da aluna está sendo mal elaborada. O problema ainda se agrava por influência do estirão de crescimento, sendo próprio nessa fase da adolescência. Na aluna D.M. este efeito torna-se mais acentuado. Segundo, Ornellas e Ornellas (1983, p. 393): As exigências nutricionais do adolescente, em linhas gerais, excedem as do adulto, não só quantitativamente como qualitativamente, havendo marcada diferença entre os gastos dos dois sexos. Outro cardápio selecionado foi do aluno D.J.B, 13 anos, peso 69 Kg, altura1,63m Café da manhã Cardápio alimentar Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado Leite com chocolate e bolacha de água e sal Café e bolo de chocolate Pão com presunto e queijo Leite com chocolate Bolacha Café e bolacha Leite com chocolate e pão com presunto e queijo Almoço Macarrão, frango assado e coca-cola Inhoque, arroz, feijão, alface e carne Arroz, feijão, carne e refrigerante Arroz, feijão, macarrão e refrigerante Arroz, feijão e frango assado Arroz, feijão, bife frito e salada Sopa, carne, arroz e feijão Lanche da tarde Pipoca e cocacola Pão com presunto e queijo Bolacha Leite com chocolate e Bolacha recheada Pão com requeijão Bolacha e balas Bolacha e balas Jantar Refrigerante,e spetinho,bolo,f rango assado Arroz, feijão e lingüiça frita Arroz, feijão, carne e chuchu temperado Arroz, feijão, lingüiça e salada Arroz, macarrão, feijão, frango assado Arroz, feijão e carne Arroz, feijão, macarrão e lingüiça Figura 3 - Cardápio alimentar do aluno D.J.B., 13 anos, peso 69Kg, altura 1,63m

30 31 O aluno D.J.B., segundo a tabela 2 está classificado como pré-obeso, apresentando seu IMC 26,0. Analisando o seu cardápio construído durante uma semana, percebe-se que o mesmo possui uma alimentação farta, rica em carboidratos e lipídios, abusando significativamente do consumo de massas e doces. A pré-obesidade do aluno é uma situação preocupante, uma vez que se pode estabelecer uma dieta mais equilibrada para que não ocorra erros alimentares, evitando assim distúrbios alimentares e doenças como obesidade, o diabete e a hipertensão. Fisberg (2007) recomenda a busca de uma alimentação saudável, evitando exageros. Na atividade de construção do cardápio alimentar semanal, verificamos que os estudantes fazem uso de refeições variadas, consumindo alimentos de alto valor calórico e com pouco valor nutricional. Dentre eles podemos destacar: massas, doces, refrigerantes, arroz, feijão, carne bovina e frango. O consumo de legumes, frutas, verduras e leite é muito reduzido.

31 32 4 CONCLUSÃO O desenvolvimento metodológico deste trabalho, por meio do vídeo sobre Conservantes, permitiu a motivação dos alunos a buscar informações contidas nos rótulos das embalagens dos alimentos industrializados, uma vez que esses produtos apresentam especificações sobre os ingredientes naturais e artificiais que compõem os alimentos. A utilização de recursos tecnológicos associada ao significado dos conteúdos sobre alimentos: nutrição, alimentos diet e light, aditivos químicos entre outros permitiu a constatação de uma aprendizagem significativa. Ressalte-se que este fato não se restringe aos métodos de ensino ou a processos de aprendizagem dos aspectos relativos aos alimentos aprendizagem, mas a não linearidade de ensino. No ensino de ciências, um caminho não linear como no modelo da transmissão; mas com oportunidades de uma trama de relações cognitivas e afetivas, estabelecidas pelos diferentes indivíduos que dela participam é possível alcançar os objetivos e uma aprendizagem significativa com alunos motivados do início ao final da atividade de ensino. As reflexões sobre os produtos diet e light nos fazem considerar a necessidade de mudar a prática de sala de aula, em atividades de sala que promovam o interesse e a participação dos alunos percebe-se a motivação desses. O desenvolvimento de uma situação de aprendizagem, que podemos chamar de ideal, onde o aluno é desafiado para resolver uma situação a resolver, que faz sentido para ele, que contém um desafio e que, para a solução dessa situação, o conhecimento científico aparecerá como o mais adequado, pois, com as informações que chegam hoje pelas mídias, com mais intensidade se faz necessário um esclarecimento de forma efetiva nos bancos escolares pelo professor. É importante lembrar que nosso objetivo de aprendizagem visa também habilidades e atitudes. Assim, podemos dizer que ocorreu aprendizagem significativa, pois as atividades desenvolvidas possibilitaram uma interação entre o novo conhecimento e o já existente, na qual ambos se modificam. Da mesma forma, houve a formação de novos conhecimentos, pois os alunos estabeleceram a distinção entre os produtos diet e light, em um processo de construção gradativa do conhecimento. Neste sentido, houve a atribuição de novos significados pelos alunos, quando os mesmos articularam seus conhecimentos anteriores aos conteúdos

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família. Brasília, 08 de Agosto de 2008 Oficina de Promoção da Alimentação Saudável para Agentes Comunitários de Saúde III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária/ Saúde da Família Brasília,

Leia mais

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de

O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de O desafio hoje para o Pediatra e também para sociedade é cuidar das crianças que vão viver 100 anos ou mais e que precisam viver com qualidade de vida. A infância e adolescência são idades ideais para

Leia mais

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão.

Preferências alimentares individuais; Disponibilidade dos alimentos no mercado; Influência das propagandas no mercado, na televisão. Nutrição na Infância e Adolescência A alimentação e a nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, possibilitando a afirmação plena do potencial de crescimento e desenvolvimento

Leia mais

Pesquisa. Consumo de Frutas e Hortaliças

Pesquisa. Consumo de Frutas e Hortaliças Pesquisa Consumo de Frutas e Hortaliças Pesquisa Quantitativa Consumo de Frutas e Hortaliças Elaborado por CONNECTION RESEARCH Maio 2011 2 Objetivos da pesquisa. Estudar os hábitos alimentares da população

Leia mais

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

A ROTULAGEM DE ALIMENTOS PROMOVENDO O CONTROLE SANITÁRIO E A ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL Prefeitura Municipal do Natal Secretaria Municipal de Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Setor de Vigilância Sanitária Distrito Sanitário Oeste Núcleo de Vigilância Sanitária A ROTULAGEM DE ALIMENTOS

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final

15/08/2013. Acelerado crescimento e desenvolvimento: IMPORTÂNCIA DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NESSA FASE. Atinge 25% da sua altura final Laís Cruz Nutricionista CRN 3 18128 2013 Período de transição entre infância e vida adulta (dos 10 aos 19 anos de idade) Muitas transformações físicas, psicológicas e sociais Acelerado crescimento e desenvolvimento:

Leia mais

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari*

AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DE MENINAS DO INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Uyeda, Mari* Resumo: Vasconcellos, Jorge** As mudanças ocorridas em nosso pais, principalmente a crescente modernização e urbanização,

Leia mais

Manual de Rotulagem de Alimentos

Manual de Rotulagem de Alimentos Manual de Rotulagem de Alimentos Agosto 2013 Programa Mesa Brasil Sesc O Mesa Brasil Sesc é um programa de segurança alimentar e nutricional sustentável, que redistribui alimentos excedentes próprios para

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Campanha da Rede Asbran alerta este mês sobre consumo de açúcar

Campanha da Rede Asbran alerta este mês sobre consumo de açúcar Campanha da Rede Asbran alerta este mês sobre consumo de açúcar A Rede Asbran e Filiadas lança nesta sexta-feira, dia 31, mais uma ação da campanha nacional pela redução no consumo do sal e do açúcar,

Leia mais

Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes

Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes Projeto Novos Talentos Escola: Escola Municipal Rural Sucessão dos Moraes Oficina: Comer bem, para viver melhor! Cristiane da Cunha Alves Tatiane Garcez Bianca Maria de Lima Danielle Costa INTRODUÇÃO/JUSTIFICATIVA

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2010 Institui diretrizes para a promoção da alimentação saudável nas escolas de educação infantil, fundamental e de nível médio das redes pública e privada, em âmbito nacional.

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO.

A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. A UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS EM EXPERIMENTOS PRÁTICOS DE QUÍMICA E SUA RELAÇÃO COM O COTIDIANO. Alessandra Ramos Barbosa Joseane Ataíde de Jesus RESUMO Reconstruir o aprender requer mudanças

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS DOCUMENTO DE REFERÊNCIA PARA GUIAS DE BOAS PRÁTICAS NUTRICIONAIS 1. Introdução As Boas Práticas Nutricionais constituem-se um importante instrumento para a modificação progressiva da composição nutricional

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO

ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO ACEITABILIDADE E QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO Patrícia Santiago Vieira UFG/GO Ivna Custódio de Moraes UFG/GO Jeannie Carolina Pizarro UFG/GO Marcela Araújo Parreira UFG/GO RESUMO Neste

Leia mais

TEXTO DE APOIO I PERCURSO COMER, DIVIDIR E BRINCAR

TEXTO DE APOIO I PERCURSO COMER, DIVIDIR E BRINCAR TEXTO DE APOIO I PERCURSO COMER, DIVIDIR E BRINCAR Alimentação Boa Pra Você Todo ser vivo precisa se alimentar para obter energia e nutrientes para se desenvolver. No caso do ser humano, os alimentos trazem

Leia mais

Projeto Curricular de Escola

Projeto Curricular de Escola Projeto Curricular de Escola QUADRIÉNIO 2014-2018 Somos aquilo que comemos. Hipócrates Cooperativa de Ensino A Colmeia 2 Índice Introdução... 4 Identificação do Problema... 5 Objetivos... 6 Estratégias/Atividades...

Leia mais

PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB.

PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB. 1 PESQUISA SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES NA ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL ANDRÉ VIDAL DE NEGREIROS EM CUITÉ-PB. ¹Thatiany de Sousa Pereira; ¹ Sebastião Ângelo da Silva; ¹Adeilma Fernandes de Sousa

Leia mais

Apresentação. O que significam os itens da Tabela de Informação Nutricional dos rótulos

Apresentação. O que significam os itens da Tabela de Informação Nutricional dos rótulos O que significam os itens da Tabela de Informação Nutricional dos rótulos Valor Energético É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais. Na rotulagem

Leia mais

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL GUIA ALIMENTAR COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL A promoção da alimentação saudável é uma diretriz da Política Nacional de Alimentação e Nutrição e uma das prioridades para a segurança alimentar e nutricional

Leia mais

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO SENADO FEDERAL CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO SENADOR CLÉSIO ANDRADE 2 Cuidados com a alimentação apresentação Uma boa saúde é, em grande parte, resultado de uma boa alimentação. Há muita verdade no dito

Leia mais

* Rótulos dos Alimentos. Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia S. Prates

* Rótulos dos Alimentos. Equipe: Divair Doneda, Vanuska Lima, Clevi Rapkiewicz, Júlia S. Prates * Rótulos dos Alimentos * A preservação ou conservação refere-se às formas de modificação dos alimentos e das bebidas a fim de que eles se mantenham adequados para consumo humano por mais tempo......,

Leia mais

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista

Nutrição. tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º. Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista A Enfermagem e o Serviço de Nutrição e Dietética tica (SND) Disciplina:Nutrição para Enfermagem Curso: Enfermagem Semestre: 4º Profa. Dra. Andréia Madruga de Oliveira Nutricionista 1 A enfermagem e o Serviço

Leia mais

Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados,

Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Senhor Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Ocupamos hoje esta tribuna para abordar um tema de grande importância para a infância brasileira. A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) divulgou, recentemente,

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº 586/10/GS/SEDUC/MT Dispõe sobre os critérios para atribuição do professor articulador e professor da sala de recursos multifuncionais

Leia mais

ROTULAGEM DE ALIMENTOS

ROTULAGEM DE ALIMENTOS ROTULAGEM DE ALIMENTOS Profª Ana Paula F. Bernardes Silva A QUEM COMPETE MINISTÉRIO DA SAÚDE: Produtos de origem animal; Vegetais e cereais (grãos) in natura; Bebidas e vinagre; Mel. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA:

Leia mais

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...

SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO... 2 SUMÁRIO OBESIDADE...4 OBESIDADE EM ADULTOS...5 PREVENÇÃO...6 EM BUSCA DO PESO SAUDÁVEL...7 TRATAMENTO...9 CUIDADOS DIÁRIOS COM A ALIMENTAÇÃO...12 OUTROS HÁBITOS SAUDÁVEIS...14 ATIVIDADE FÍSICA...14 CUIDADOS

Leia mais

Proteger nosso. Futuro

Proteger nosso. Futuro Proteger nosso Futuro A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1943, tendo como objetivo unir a classe médica especializada em cardiologia para o planejamento

Leia mais

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto?

2 - Sabemos que a educação à distância vem ocupando um importante espaço no mundo educacional. Como podemos identificar o Brasil nesse contexto? A EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA E O FUTURO Arnaldo Niskier 1 - Qual a relação existente entre as transformações do mundo educacional e profissional e a educação à distância? A educação à distância pressupõe uma

Leia mais

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo?

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL?

COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? COMO TER UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL? O Ministério da Saúde está lançando a versão de bolso do Guia Alimentar para a População Brasileira, em formato de Dez Passos para uma Alimentação Saudável, com o objetivo

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

DESCOBRINDO NÚMEROS NA PRODUÇÃO DE SUCO. GT 01 Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais

DESCOBRINDO NÚMEROS NA PRODUÇÃO DE SUCO. GT 01 Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais DESCOBRINDO NÚMEROS NA PRODUÇÃO DE SUCO GT 01 Educação Matemática no Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais Leila Cristina Maldaner, leila.maldaner@unijui.edu.br Rosana Ledur, rosana.ledur@unijui.edu.br

Leia mais

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES

CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES 1 CURSO REDES DE COMPUTADORES ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES CANINDÉ 2013 2 ALANA CAMILA ARICLÉCIO DOMINGOS EUDES JUNIOR HILDERLENE GOMES Trabalho realizado como requisito

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

1 Por que tomar café da manhã?

1 Por que tomar café da manhã? A U A UL LA Por que tomar café da manhã? Exercícios Acordar, lavar o rosto, escovar os dentes, trocar de roupa e... tomar o café da manhã. É assim que muitas pessoas começam o dia, antes de ir trabalhar.

Leia mais

LUDICIDADE EM SALA DE AULA: O JOGO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR COMO UMA PROPOSTA PARA O ESTUDO DOS ALIMENTOS E DA NUTRIÇÃO NO ENSINO MÉDIO

LUDICIDADE EM SALA DE AULA: O JOGO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR COMO UMA PROPOSTA PARA O ESTUDO DOS ALIMENTOS E DA NUTRIÇÃO NO ENSINO MÉDIO LUDICIDADE EM SALA DE AULA: O JOGO DA PIRÂMIDE ALIMENTAR COMO UMA PROPOSTA PARA O ESTUDO DOS ALIMENTOS E DA NUTRIÇÃO NO ENSINO MÉDIO Luciana Araújo Montenegro (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)

Leia mais

Estratégias de e-learning no Ensino Superior

Estratégias de e-learning no Ensino Superior Estratégias de e-learning no Ensino Superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias da Anhanguera Educacional (Jacareí) RESUMO Apresentar e refletir

Leia mais

Profa Tânia Maria Leite da Silveira

Profa Tânia Maria Leite da Silveira Profa Tânia Maria Leite da Silveira Como o consumidor adquire informações sobre os alimentos? Conhecimento da família Educação Mídia Publicidade Rotulagem Importância da rotulagem Informações corretas

Leia mais

AÇÕES DO PIBID BIOLOGIA NA PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS ENTRE ADOLESCENTES DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DA ARTICULAÇÃO COM A ESCOLA

AÇÕES DO PIBID BIOLOGIA NA PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS ENTRE ADOLESCENTES DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DA ARTICULAÇÃO COM A ESCOLA AÇÕES DO PIBID BIOLOGIA NA PROMOÇÃO DE HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS ENTRE ADOLESCENTES DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DA ARTICULAÇÃO COM A ESCOLA Margareth Machado e Silva Sousa (1), Maria Rizoneide Araújo Belarmino

Leia mais

Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje.

Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje. CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO- Vida saudável. Dicas e possibilidades nos dias de hoje. Profa. Dra. Valéria Batista O que é vida saudável? O que é vida saudável? Saúde é o estado de complexo bem-estar físico,

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Perder peso Comendo. Pare de comer depressa

Perder peso Comendo. Pare de comer depressa Vou passar a você, algumas receitas que usei para poder emagrecer mais rápido e com saúde. Não direi apenas só sobre como preparar algumas receitas, mas também direi como perder peso sem sofrimento e de

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano.

Oficina CN/EM 2012. Alimentos e nutrientes (web aula) H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo humano. Oficina CN/EM 2012 Alimentos e nutrientes (web aula) Caro Monitor, Ao final da oficina, o aluno terá desenvolvido as habilidade: H34 Reconhecer os principais tipos de nutrientes e seu papel no metabolismo

Leia mais

Light ou diet? O consumo de produtos diet e light cresceu em grande escala no mercado mundial. É visível

Light ou diet? O consumo de produtos diet e light cresceu em grande escala no mercado mundial. É visível Light ou diet? O consumo de produtos diet e light cresceu em grande escala no mercado mundial. É visível nas prateleiras dos supermercados o quanto de espaço eles ganharam. É comum encontrarmos, hoje,

Leia mais

II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES

II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES II OFICINA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO EM SAÚDE PARA O AUTOCUIDADO EM DIABETES Orientações básicas de nutrição para o autocuidado em DM Maria Palmira C. Romero Nutricionista Marisa Sacramento

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo

NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA. Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo NUTRIÇÃO INFANTIL E AS CONSEQUENCIAS NOS CICLOS DA VIDA Profª Ms. Ana Carolina L. Ottoni Gothardo Infância -Promoção e consolidação dos hábitos alimentares - Incremento das necessidades nutricionais para

Leia mais

Educação Alimentar e Nutricional no Espaço Escolar como Promotora de Vida Saudável

Educação Alimentar e Nutricional no Espaço Escolar como Promotora de Vida Saudável Educação Alimentar e Nutricional no Espaço Escolar como Promotora de Vida Saudável Comissão de Educação e Cultura da Câmara de Deputados 16 de outubro de 2007, Brasília-DF UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

Centro Educacional Pró-Hope

Centro Educacional Pró-Hope Centro Educacional Pró-Hope A escola da Casa Hope As pessoas que são atendidas pela Instituição sofrem com a carência financeira, a doença e o afastamento da rede familiar e social de apoio. Tudo isso

Leia mais

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo?

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS

ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA SE ADQUIRIR HÁBITOS SAUDÁVEIS Sumário Introdução... 3 1 - A importância da Água... 4 2 - Organizando a sua alimentação diária... 6 3 A eliminação... 7 4 Sugestões de óleos... 8

Leia mais

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem!

Convivendo bem com a doença renal. Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Convivendo bem com a doença renal Guia de Nutrição e Diabetes Você é capaz, alimente-se bem! Nutrição e dieta para diabéticos: Introdução Mesmo sendo um paciente diabético em diálise, a sua dieta ainda

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PRÓ-MATATEMÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Regina Luzia Corio de Buriasco * UEL reginaburiasco@sercomtel.com.br Magna Natália Marin Pires* UEL magna@onda.com.br Márcia Cristina de Costa Trindade Cyrino*

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS:

JUSTIFICATIVA OBJETIV OS: JUSTIFICATIVA Para termos um corpo e uma mente saudável, devemos ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, carnes, cereais, vitaminas e proteínas. Sendo a escola um espaço para a promoção

Leia mais

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas.

SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SAÚDE E EDUCAÇÃO INFANTIL Uma análise sobre as práticas pedagógicas nas escolas. SANTOS, Silvana Salviano silvanasalviano@hotmail.com UNEMAT Campus de Juara JESUS, Lori Hack de lorihj@hotmail.com UNEMAT

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

PROPONDO UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR NA ESCOLA: DO ASPECTO INFORMATIVO À PRÁTICAS TRANSFORMADAS

PROPONDO UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR NA ESCOLA: DO ASPECTO INFORMATIVO À PRÁTICAS TRANSFORMADAS PROPONDO UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR NA ESCOLA: DO ASPECTO INFORMATIVO À PRÁTICAS TRANSFORMADAS RESUMO Maria Márcia Melo de Castro Martins 1 Leandra Fernandes Nascimento 2 Maria Gorete de Gois 3

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação

Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Diretrizes Acadêmicas para os Cursos de Graduação Os cursos oferecidos pela instituição de Ensino Superior IES devem ter seus projetos pedagógicos construídos

Leia mais

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física

A Importância dos Alimentos. Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física A Importância dos Alimentos Prof.: Andrey Oliveira Colégio Sete de Setembro Disciplina: Educação Física saciar a fome Para que serve o alimento? combustível para viver, proporcionando o bem-estar e a

Leia mais

Programa de Controle de Peso Corporal

Programa de Controle de Peso Corporal 15 Programa de Controle de Peso Corporal Denis Marcelo Modeneze Mestre em Educação Física na Área de Atividade Física, Adaptação e Saúde na UNICAMP principal objetivo de desenvolver este tema com os alunos

Leia mais

Dicas para uma alimentação saudável

Dicas para uma alimentação saudável Dicas para uma alimentação saudável NECESSIDADE FISIOLÓGICA ATO DE COMER SOCIABILIZAÇÃO Comida Japonesa PRAZER CULTURAL Alimentação aliada à saúde Hábitos alimentares pouco saudáveis desde a infância,

Leia mais

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COLÉGIO J. OLIVEIRA PROJETO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 01. JUSTIFICATIVA: Entendemos que a Educação de Jovens e Adultos foi concebida para resgatar aqueles que por vários motivos tenham

Leia mais

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NA EDUCAÇÃO BIOLÓGICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Maria José Rodrigues de Farias Universidade Estadual da Paraíba lyarodriguesbio@gmail.com Introdução Atualmente os modelos

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE União Metropolitana de Educação e Cultura Faculdade: Curso: NUTRIÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E DA SAÚDE Disciplina: INTRODUÇÃO A NUTRIÇÃO Carga horária: Teórica 40 Prática 40 Semestre: 1 Turno:

Leia mais

ANÁLISE DAS LANCHEIRAS DE PRÉ-ESCOLARES¹ BOEIRA,

ANÁLISE DAS LANCHEIRAS DE PRÉ-ESCOLARES¹ BOEIRA, ANÁLISE DAS LANCHEIRAS DE PRÉ-ESCOLARES¹ BOEIRA, Giana²; GÖRSKI, Bruna²; PAZ, Fabiane²; ORSOLIN, Giulianna²; ROSA, Izabel²; TONETTO, Priscila²; SACCOL, Ana Lúcia de Freitas² ¹ Trabalho desenvolvido durante

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA Denise Knorst da Silva 1 denisek@unijui.tche.br RESUMO Neste trabalho é apresentada uma discussão sobre atividades

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO.

AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. AS CONTRIBUIÇÕES DOS ENCARTES DE PREÇOS NA FORMAÇÃO DO ALUNO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: MIDS/Macaé E-mail:mzosilva@yahoo.com.br. RESUMO Na atualidade, é preciso que se crie novos métodos

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL Celeida Belchior Cintra Pinto 1 ; Maria Eleusa Montenegro

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Entendendo a lipodistrofia

Entendendo a lipodistrofia dicas POSITHIVAS Entendendo a lipodistrofia O que é a lipodistrofia? Lipodistrofia é quando o corpo passa a absorver e a distribuir as gorduras de maneira diferente. Diminui a gordura nas pernas, braços,

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima

O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima O resultado de uma boa causa. Apresentação de resultados da campanha pela Obesidade do programa Saúde mais Próxima Saúde mais próxima. Por causa de quem mais precisa. Saúde mais Próxima é um programa da

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade Mantenedora da Faculdade Cenecista de Campo Largo Ementas das Disciplinas 1. Teorias Administrativas e a Gestão Escolar - 30 horas Ementa: Gestão Educacional conceitos, funções e princípios básicos. A função administrativa da unidade escolar e do gestor.

Leia mais

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira

Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil. Maria Rita Marques de Oliveira Panorama Nutricional da População da América Latina, Europa e Brasil Maria Rita Marques de Oliveira 1- MEIO AMBIENTE E PRODUÇÃO DE ALIMENTOS 2- ACESSO AOS ALIMENTOS 3- ALIMENTO SEGURO 4- PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini

PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF. Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini PESQUISA DE ORÇAMENTO FAMILIAR - POF Prof. Dra. Aline Mota de Barros Marcellini As maiores médias de consumo diário per capita ocorreram para Feijão (182,9 g/ dia), arroz (160,3 g/ dia), carne bovina

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL BANDEIRANTES MANUAL DO ALUNO

CENTRO EDUCACIONAL BANDEIRANTES MANUAL DO ALUNO CENTRO EDUCACIONAL BANDEIRANTES MANUAL DO ALUNO 1 SUMÁRIO INFORMAÇÕES GERAIS 03 QUEM PODE FAZER O CURSO DE EJA A DISTÂNCIA 04 MATRÍCULA 04 COMO FUNCIONA 05 CALENDÁRIO DOS CURSOS 06 AVALIAÇÃO E CRITÉRIOS

Leia mais

7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber. Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado

7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber. Até mesmo as comidas consideradas magras pedem consumo moderado 7 alimentos que sabotam a dieta sem você perceber Até mesmo as comidas consideradas "magras" pedem consumo moderado Por Roberta Vilela - publicado em 26/11/2010 Mudança dos hábitos alimentares A mudança

Leia mais

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA

O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA O ENSINO DE PORTUGUÊS MEDIADO PELA INFORMÁTICA Fernanda Mara Cruz (SEED/PR-PG-UFF) Introdução Os processos de ensinar e aprender estão a cada dia mais inovadores e com a presença de uma grande variedade

Leia mais

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4

CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 CAMPUS CARAGUATUBA CURSO: LICENCIATURA DA MATEMÁTICA DISCIPLINA: PRÁTICA DE ENSINO 4 PROFESSOR: ANDRESSA MATTOS SALGADO-SAMPAIO ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA A PRÁTICA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO

Leia mais

Dicas para emagrecer sem elas...

Dicas para emagrecer sem elas... DIETAS E MAIS DIETAS Ates de seguir qualquer dieta imposta pelas novas regras do culto ao corpo e à beleza, procure ajuda profissional e evite que o simples desejo de perder peso possa se transformar em

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

SABOR. NUMEROSem. Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde.

SABOR. NUMEROSem. Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde. SABOR Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos do Ministério da Saúde. Conteúdo produzido pela equipe de Comunicação e Marketing do Portal Unimed e aprovado pelo coordenador técnico-científico:

Leia mais