PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

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1 1 João Pessoa-PB Disponibilização: quinta-feira, 25 de setembro de 2014 Publicação: sexta-feira, 26 de setembro de 2014 (Lei nº , de 19 de dezembro de 2006, art. 4) Nº ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA ERRATA PORTARIA GAPRE Nº 2.108/2014 Onde se lê: Glauco Coutinho Marques Período Aquisitivo 2014/ 1; Leia-se: Glauco Coutinho Marques Período Aquisitivo 2014/2. (Publicada no DJE do dia ) PORTARIA GAPRE Nº 2.233/ O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba em exercício, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora IVNA MOZART BEZERRA SOARES MOURA, Juíza de Direito Auxiliar, para, no dia , responder, cumulativamente, pelo expediente da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 25 de setembro de Desembargador LUIZ SILVIO RAMALHO JUNIOR - Presidente em Exercício. DESPACHOS DOS (AS) DESEMBARGADORES (AS) Des. Abraham Lincoln da C Ramos AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª VARA FAZENDA PUBLICA CAPITAL. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Anibal Victor de Lima E Moura Neto. ADVOGADO: Leilah Fernandes de Abrantes. AGRAVADO: Ministerio Publico do Estado. Vistos etc. ANIBAL VICTOR DE LIMA E MOURA NETO interpôs agravo de instrumento com pedido de liminar, contra decisão do Juízo da 4a Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, prolatada nos autos da ação civil pública que o MINISTÉRIO PÚBLICO ajuizou em face do ESTADO DA PARAÍBA e do IPHAEP INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO DA PARAÍBA, que deferiu o pedido de fixação de multa pessoal e diária de R$3.000,00 (três mil reais) ao ora agravante, pelo não cumprimento da determinação emandada daquele juízo, para a qual foram as partes devidamente intimadas. Aduz, nas razões do agravo, que não é cabível a aplicação de multa pessoal de astreinte ao gestor público, por não ser este parte da ação, mas apenas figurar como representante legal de uma das pessoas jurídicas envolvidas, na condição de terceiro, e que, na verdade, a ação civil pública foi direcionada contra o Estado da Paraíba e o IPHAEP. Logo, no entendimento do agravatne, não pode a pessoa física do dirigente do órgão de regime especial ser penalizado com a aplicação de multa pelo eventual descumprimento da decisão judicial, por inexistência de previsão legal para tanto. Pede o acolhimento do pedido de urgência para conceder a liminar e suspender os efeitos da decisão interlocutória agravada, no que se refere à fixação de multa pessoal e diária à pessoa física do agravante, até o julgamento do mérito do agravo. Ao final, pede o provimento do recurso para reformar a decisão agrava, revogando a imputação da multa pessoal que lhe foi imposta. Juntou cópia de inteiro teor da Ação Civil Pública e os demais documentos exigidos por lei, às fls. 21/883. Assim, por encontrar relevância nos fundamentos do pedido do agravante, defiro o pedido de suspensão dos efeitos da decisão antecipatória do juízo de 1º grau, tão somente no que se refere à incidência da multa diária e pessoal, até o pronunciamento da Corte. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª VARA FAZENDA PUBLICA CAPITAL. RELATOR: Des Abraham Lincoln da C Ramos. AGRAVANTE: Ricardo Vieira Coutinho. ADVOGADO: Werton Soares da Costa Junior. AGRAVADO: Ministerio Publico do Estado da Paraib. Vistos etc. RICARDO VIEIRA COUTINHO interpôs agravo de instrumento com pedido de liminar, contra decisão do Juízo da 4a Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, prolatada nos autos da ação civil pública que o MINISTÉRIO PÚBLICO ajuizou em face do ESTADO DA PARAÍBA e o IPHAEP INSTITUTO DO PATRIMÔNIO ANO XLVIII HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO DA PARAÍBA, que deferiu o pedido de fixação de multa pessoal e diária de R$3.000,00 (três mil reais) ao ora agravante, pelo não cumprimento da determinação emandada daquele juízo, para a qual foram as partes devidamente intimadas. Aduz, nas razões do agravo, que não é cabível a aplicação de multa pessoal de astreinte ao gestor público, por não ser este parte da ação, mas apenas figurar como representante legal de uma das pessoas jurídicas envolvidas, na condição de terceiro, e que, na verdade, a ação civil pública foi direcionada contra o Estado da Paraíba e o IPHAEP. Logo, no entendimento do agravatne, não pode a pessoa física do governante ser penalizada com a aplicação de multa pelo eventual descumprimento da decisão judicial, por inexistência de previsão legal para tanto. Informa, o agravante, que a decisão emanada do juízo de primeiro grau já vem sendo cumprida pelo IPHAEP, mas que na data da entrada do presente agravo, ainda não havia chegado ao conhecimento do magistrado de piso a comunicação relativa ao andamento dos trabalhos. Pede o acolhimento do pedido de urgência para conceder a liminar e suspender os efeitos da decisão interlocutória agravada, no que se refere à fixação de multa pessoal e diária à pessoa física do agravante, até o julgamento do mérito do agravo. Ao final, pede o provimento do recurso para reformar a decisão agrava, revogando a imputação da multa pessoal que lhe foi imposta. Juntou cópia de inteiro teor da Ação Civil Pública e os demais documentos exigidos por lei, às fls. 22/883. Assim, por encontrar relevância nos fundamentos do pedido do agravante, defiro o pedido de suspensão dos efeitos da decisão antecipatória do juízo de 1º grau, tão somente no que se refere à incidência da multa diária e pessoal, até o pronunciamento da Corte. Dr. Ricardo Vital de Almeida AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 3ª Vara de Cajazeiras.. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. AGRAVANTE: Silvio Castro da Silveira, Espolio de Maria Regina Cavalcanti da E Silveira, Repres. Por Seu Inventariante. ADVOGADO: Francisco Carlos Meira da Silva. AGRAVADO: Jose Benicio Diniz Filho E Celia Maria Mendonca de Lira Diniz. - AGRAVO DE INSTRUMENTO DECISÃO QUE POSTERGA EXAME DA ANTECIPAÇÃO DE TUTELA PARA APÓS A CONTESTAÇÃO AUSÊNCIA DE CONTEÚDO DECISÓRIO INVIÁVEL O EXAME DO PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA OBSERVÂNCIA DO PRINCÍPIO DO DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO SEGUIMENTO NEGADO. A decisão judicial, para conter em si conteúdo decisório, deve ostentar algum comando concreto que repercuta no deslinde da matéria, ainda que de modo parcial e indireto, fugindo o despacho de mero expediente de tal configuração conceitual. Vistos, etc., - DECISÃO: Face ao exposto, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, nos termos do art. 557, caput, do CPC. APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Bonito de Santa Fé. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Bonito de Santa Fe. ADVOGADO: Ananias Synesio da Cruz. APELADO: Silvanete Pereira de Sousa E Outro. ADVOGADO: Daniel de Arruda Almeida. - APELAÇÃO CÍVEL EMBARGOS À EXECUÇÃO ALEGAÇÃO GENÉRICA DE EXCESSO ART. 739-A, 5º, DO CPC NECESSÁRIA A INDICAÇÃO DO VALOR DEVIDO ENTENDIMENTO FIRMADO NO STJ E TJPB MANUTENÇÃO DA SENTENÇA APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC SEGUIMENTO NEGADO. Nos termos do 5º, do art. 739-A, do Código de Processo Civil, quando o excesso de execução for fundamento dos embargos, compete ao embargante indicar na inicial o valor que entende devido, com a respectiva memória de cálculo, sob pena de rejeição liminar dos embargos ou não conhecimento desse fundamento. (TJMG; APCV /001; Rel. Des. Audebert Delage; Julg. 09/09/2014; DJEMG 19/09/2014) Vistos, etc. - DECISÃO: Ante o exposto, aplicando o art. 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, mantendo a sentença em seus todos os seus termos. PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL MESA DIRETORA Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti (Presidente) Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Vice-Presidente) Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos (Corregedor-Geral de Justiça) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (Ouvidor) Des. José Ricardo Porto (Ouvidor Substituto) Bel Robson de Lima Cananéa (Diretor Especial) CONSELHO DA MAGISTRATURA SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti (Presidente) Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque Des. José Ricardo Porto Desª Maria das Graças Morais Guedes SUPLENTES Des. João Benedito da Silva (1º suplente) Des. Carlos Martins Beltrão Filho (2º suplente) Des. Leandro dos Santos (3º suplente) Órgãos Julgadores PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 08:30h SESSÕES QUINZENAIS: Quarta-feira, às 09:00h Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira Des. José Ricardo Porto (Presidente) Des. Leandro dos Santos Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Presidente) Des. João Alves da Silva Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Desª Maria das Graças Morais Guedes Des. José Aurélio da Cruz PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 09:00h SESSÕES: Terça-feira e Quinta-Feira, a partir das 09:00h Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides Des. José Aurélio da Cruz (Presidente) Desª Maria das Graças Morais Guedes SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL QUARTA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos (Presidente) Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva (Presidente) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Des. Joás de Brito Pereira Filho (Presidente) Des. Arnóbio Alves Teodósio Des. João Benedito da Silva Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior Des. Carlos Martins Beltrão Filho TRIBUNAL PLENO SESSÕES QUINZENAIS: Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA Praça João Pessoa, s/n - CEP João Pessoa-PB - Fone: (83) Internet:

2 2 APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Bonito de Santa Fé. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Bonito de Santa Fe. ADVOGADO: Ricardo Francisco Palitot dos Santo. APELADO: Debora Cristina Alves de Almeida. ADVOGADO: Joaquim Daniel E Daniel Alves. - APELAÇÃO CÍVEL EMBARGOS À EXECUÇÃO PROCEDÊNCIA PARCIAL IRRESIGNAÇÃO JULGAMENTO CITRA PETITA NULIDADE DA SENTENÇA ENTENDIMENTO FIRMADO NO STJ APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CPC PROVIMENTO. A sentença citra petita padece de vício insanável, sendo impositiva a sua anulação. (TJPB; AC /002; Terceira Câmara Especializada Cível; Rel. Juiz Conv. Ricardo Vital de Almeida; DJPB 19/09/2013; Pág. 16) Vistos, etc. - - DECISÃO: Diante do exposto, aplicando o art. 557, 1º-A, do CPC, DOU PROVIMENTO AO RECURSO, para anular a sentença, com a consequente remessa dos autos ao juízo de origem para prolação de um novo decisum. APELAÇÃO N ORIGEM: 5ª Vara da Comarca de Sousa.. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Municipio de Sousa, Representado Por Procurador E Theofilo Danilo Pereira Vieira. APELADO: Francisco Nogueira de Sousa. ADVOGADO: Lincon Beserra de Abrantes. - ORDINÁRIA DE COBRANÇA ADICIONAL DE INSALUBRIDADE PROCEDÊNCIA DO PEDIDO AUTORAL IRRESIGNAÇÃO DA EDILIDADE LEI LOCAL ABORDANDO OS CRITÉRIOS E ATIVIDADES PARA O RECEBIMENTO DO ADICIONAL DE INSALUBRIDADE EDITADA EM 31/ 08/2011 PRINCÍPIO DA LEGALIDADE APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CPC PROVIMENTO MONOCRÁTICO. A Administração Pública está adstrita ao princípio da legalidade, previsto no art. 37, caput, da Constituição Federal, o qual determina a vinculação das atividades administrativas em conformidade com a lei. A gratificação por exercício de atividade insalubre depende de previsão na Lei local. (Apelação Cível Nº , Quarta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Alexandre Mussoi Moreira, Julgado em 14/07/2010). A gratificação por exercício de atividade perigosa depende de previsão na Lei local. Art. 37, caput, da CF, sendo somente devido a partir do momento em que for editada Lei regulamentando as atividades insalubres ou perigosas. (Apelação Cível Nº , Quarta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Alexandre Mussoi Moreira, Julgado em 02/12/2009). Vistos, etc. - DECISÃO: Por tais razões, nos moldes do art. 557, 1º-A do CPC, dou provimento ao recurso, para reformar a sentença e, determinar o pagamento do adicional de insalubridade a partir da edição da lei complementar nº 82/2011. Em relação aos honorários advocatícios mantenho a condenação ao apelante de 10% do valor da causa, visto que o apelado decaiu em parte mínima do seu pedido, de acordo com o art. 21, parágrafo único do CPC. APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Santa Luzia. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. APELANTE: Edionete Medeiros dos Santos Galvincio. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. APELADO: Municipio Santa Luzia Pb. ADVOGA- DO: Ronaldo Paulo da Silva. - APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C COBRANÇA RATEIO DO FUNDEB IMPROCEDÊNCIA IRRESIGNAÇÃO PREVISÃO DO REPASSE NA LEI FEDERAL Nº /07 AUSÊNCIA DE LEGISLAÇÃO LOCAL DISCIPLINANDO O RATEIO IMPOSSIBILIDADE DE CONCESSÃO PRINCÍPIO DA LEGALIDADE SÚMULA 45 DO TJPB MANUTENÇÃO DA SENTENÇA SEGUIMENTO NEGADO. O repasse dos valores do fundeb está condicionado à existência de Lei municipal, que estabeleça critérios claros para que o gestor municipal possa utilizar o recurso, com o estabelecimento dos valores, a forma de pagamento e os critérios objetivos para concessão aos beneficiados. (TJPB; AC /001; Primeira Câmara Especializada Cível; Relª Juíza Conv. Vanda Elizabeth Marinho Barbosa; DJPB 05/07/2013; Pág. 8) O rateio das sobras dos recursos do FUNDEB fica condicionado à existência de Lei Municipal regulamentando a matéria (súmula 45) Vistos etc. - - DECISÃO: Pelo exposto, aplicando o art. 557, caput, do CPC, nego seguimento ao recurso, mantendo a sentença vergastada em todos os seus termos. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. IMPETRAN- TE: Dilson Pessoa Filho. ADVOGADO: Wagner Lisboa de Sousa. IMPETRADO: Junta Medica Central do Estado da Pb E Presidente da Pbprev. - MANDADO DE SEGURANÇA APOSENTADORIA POR INVALIDEZ EM DECORRÊNCIA DE GRAVE PATOLOGIA SOLICITADA A ABSTENÇÃO DE DESCONTOS REFERENTES AO IMPOSTO DE RENDA SOBRE OS PROVENTOS LIMINAR SATISFATIVA INDEFERIMENTO. ( ) A medida liminar postulada possui nítido caráter satisfativo e confunde-se com o próprio mérito da controvérsia, o que torna inviável seu deferimento. ( ) (STJ Edcl no MS 19549/DF Rel.Min. Herman Benjamin Primeira Seção - 15/03/2013) Vistos, etc. - DECISÃO: Isto posto, indefiro a liminar requerida. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara de Bayeux.. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des Saulo Henriques de Sá E Benevides. JUÍZO: Juizo da 4a. Vara da Comarca de Bayeux. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador, Ministerio Publico do Estado da Paraiba E Delosmar Domingos de Mendonca Junior. - REMESSA OFICIAL AÇÃO CIVIL PÚBLICA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER REALIZAÇÃO DE EXAME MÉDICO RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PACIENTE PORTADORA DE DISTURBIOS NEUROLÓGICOS NECESSÁRIO AO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA AU- SÊNCIA DE CONDIÇÕES FINANCEIRA JURISPRUDÊNCIA PACÍFICA SENTENÇA MANTIDA SEGUI- MENTO NEGADO. O direito à saúde além de qualificar-se como direito fundamental que assiste a todas as pessoas representa conseqüência constitucional indissociável do direito à vida. O Poder Público, qualquer que seja a esfera institucional de sua atuação no plano da organização federativa brasileira, não pode mostrar-se indiferente ao problema da saúde da população, sob pena de incidir, ainda que por censurável omissão, em grave comportamento inconstitucional. A interpretação da norma programática não pode transformá-la em promessa constitucional inconseqüente.(stf - RE AgR Rel. Min. Celso de Melo). Vistos, etc. DECISÃO: Por tais razões, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, nos termos do art. 557, caput, do CPC. Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque AGRAVO DE INSTRUMENTO N RELATOR: Des Marcos Cavalcanti de Albuquerque. AGRAVANTE: Policlinica Mangabeira E Manoel Costa Frazao Junior E. ADVOGADO: Rodrigo Menezes Dantas. AGRAVADO: Jose Bezerra Filho. ADVOGADO: Inaldo Cesar Dantas da Costa. DEFIRO O PEDIDO DE ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO AO PRESENTE RECURSO, para suspender a decisão objurgada. Dr. Vanda Elizabeth Marinho AGRAVO DE INSTRUMENTO N RELATOR: Dr(a). Vanda Elizabeth Marinho, em substituição a(o) Des Marcos Cavalcanti de Albuquerque. AGRAVANTE: Monica Ranchele F da Silva. ADVO- GADO: Ricardo Luiz Oliveira Vieira. AGRAVADO: Vera Cruz Seguradora S/a. ADVOGADO: Rostand Inacio dos Santos. EMENTA. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO QUE, DE OFÍCIO, DECLINOU DA COMPETÊNCIA. SEGURO DPVAT. FORO DO DOMICÍLIO DO AUTOR, DO LOCAL DO FATO OU DO RÉU. COMPETÊNCIA RELATIVA. FACULDADE DO PROMOVENTE. RECURSO PROVIDO. Na ação por danos decorrentes de acidente de trânsito, o autor tem a faculdade de propor a ação no foro do seu próprio domicílio, no foro do local do acidente ou, ainda, no foro do domicílio do réu. Minª Nancy Andrighi. dou provimento ao Agravo de Instrumento para determinar o prosseguimento da demanda na 12ª Vara Cível da Comarca desta Capital. (PUBLICADO NO DJE DE 25/09/ REPUBLICADO POR INCORRECAO). Des. Joas de Brito Pereira Filho HABEAS CORPUS N ORIGEM: Bayeux - 5 vara Mista. RELATOR: Des Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: Carlos Eduardo Barros da Silva E Alberdan Coelho de Souza Silva. IMPETRADO: Juizo da 5ª Vara de Bayeux. Liminar Indeferida HABEAS CORPUS N ORIGEM: ESCRIVANIA DA CâMARA CRIMINAL. RELATOR: Des Joas de Brito Pereira Filho. IMPETRANTE: Arivaldo Nogueira de Lima Junior E Rosa Cunha Lima. IMPETRADO: Juizo da 5ª Vara de Bayeux. Liminar Indeferida Des. Arnobio Alves Teodosio HABEAS CORPUS N RELATOR: Des Arnobio Alves Teodosio. IMPETRANTE: Allison Batista Carvalho. PACIENTE: Luciano Estevan. IMPETRADO: Juizo da 1ª Vara de Guarabira. Vistos, etc. (...) Sem mais, INDEFIRO, por agora, o pleito emergencial postulado. Dr. Alexandre Targino Gomes Falcao AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2.ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Alexandre Targino Gomes Falcao, em substituição a(o) Des Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Município de Joao Pessoa, Representado Por Seu Procurador Thyago Luis Barreto Mendes Braga. AGRAVADO: Moacir Rocha de Mendonca. ADVOGADO: Aleksandro de Almeida Cavalcante. EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. MANDADO DE SEGURANÇA. REALIZAÇÃO DE EXAMES. LIMIMAR DEFERIDA. INADEQUAÇÃO DA VIA ELEITA. SUPOSTA NECESSIDA- DE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. ARGUIÇÃO EM DESCONFORMIDADE COM A JURISPRUDÊNCIA DO STJ E DESTE TRIBUNAL. LAUDO MÉDICO FUNDAMENTADO SUBSCRITO PELO PROFISSIONAL QUE PRESI- DE O TRATAMENTO. SUFICIÊNCIA. SAÚDE. DIREITO FUNDAMENTAL. ART. 196, DA CF/88. DEVER DO MUNICÍPIO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO. SEGUIMENTO NEGADO. 1. O custeio de medicamentos e procedimentos médicos a quem deles necessite é obrigação solidária de todos os Entes Federados, nos termos do art. 196, da Constituição Federal. 2. O art. 196 da Constituição Federal não condicionou a ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, 6º e art. 8º da Resolução nº 24, de 29 de junho de 2011, com a redação dada pela Resolução nº 73 do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça no período de 27 a 29 de setembro de 2014, será exercido pelos Excelentíssimos Senhores Desembargadores e servidores abaixo nominados: DIA DESEMBARGADOR 27/09 JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO 28/09 VANDA ELIZABETH MARINHO 29/09 ROMERO MARCELO DA FONSECA OLIVEIRA SERVIDORES GERÊNCIA DE PROTOCOLO GERÊNCIA DE DIRETORIA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DIRETORIA ADMINISTRATIVA DIA E DISTRIBUIÇÃO PROCESSAMENTO JURÍDICA DA INFORMAÇÃO (MOTORISTA) / /1659/ /1416/ /1404/ / /09 André Nam Christiane Medeiros Loureiro Soares Paulo Márcio C. Andriola Gilson de Joaquim Ferreira José Carlos N. Fonseca Oficial de Justiça Edith Ramalho Feitosa Souza Melo do Nascimento 28/09 Leonoura de Renata Lins da Silva Paulo Márcio C. Andriola Gilson de José de Arimateia Paiva Melo José Carlos N. Fonseca Oficial de Justiça Ronaldo Rafael Gomes Filho Souza Melo da Luz 29/09 André Nam José Waldez Lins Rabelo Paulo Márcio C. Andriola Gilson de Francisco de Assis Soares José Carlos N. Fonseca Oficial de Justiça Kleber Lins Brasil Souza Melo de Oliveira Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 25 de setembro de ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial. ENDEREÇO DE PLANTÃO Praça João Pessoa s/n, CEP João Pessoa (PB) TELEFONES TJ ; Portaria do TJ ; Diretoria Judiciária ; Gerência de Protocolo e Distribuição ; Diretoria Jurídica ; Diretoria de Tecnologia da Informação DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL Gerência de Comunicação PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA DIÁRIO DA JUSTIÇA Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP João Pessoa / PB Contato: (83) (Supervisão) e (Apoio) site:

3 3 assistência dos entes federados à comprovação de hipossuficiência econômica nem à enumeração do procedimento médico ou medicamento necessário em listas contidas em atos administrativos editados pelo Ministério da Saúde ou qualquer outro órgão federal, estadual, distrital ou municipal, bastando que sua inafastável necessidade esteja atestada pelo médico que preside o tratamento, independentemente de perícia oficial. Precedentes do STJ e deste Tribunal. 3. Seguimento negado. Posto isso, considerando que a Decisão agravada está em conformidade com a pacífica jurisprudência do STJ e deste Tribunal, nego seguimento ao Agravo de Instrumento, nos termos do art. 527, I, c/c art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Publiquese. Intimem-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4.ª VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Alexandre Targino Gomes Falcao, em substituição a(o) Des Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Adriana Brandão Torres. ADVOGADO: Eliomara Correia Abrantes. AGRAVA- DO: Condomínio Acrópole. EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIVÓRCIO. TRANSAÇÃO. SUSPENSÃO DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES E TAXAS EXTRAS DE CONDOMÍNIO QUE NÃO FOI PARTE NEM INTERVEIO NO PROCESSO. TRÂNSITO EM JULGADO DA SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA. LIMITES SUBJE- TIVOS DA COISA JULGADA. IMPOSSIBILIDADE DE EXTENSÃO DOS EFEITOS DA SENTENÇA AO CONDO- MÍNIO. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. SEGUIMENTO NEGADO. Segundo o art. 472 do Código de Processo Civil, a sentença faz coisa julgada às partes entre as quais é dada, não beneficiando, nem prejudicando terceiros, razão pela qual não podem as partes, em ação de divórcio, acordar a suspensão do adimplemento de prestações devidas a condomínio que não foi parte no processo nem interveio como terceiro. Posto isso, considerando que o Recurso está em manifesto confronto com a jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça, nego-lhe seguimento, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Publique-se. Intimem-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: VARA DE SUCESSÕES DA COMARCA DE CAMPINA GRANDE. RELATOR: Dr(a). Alexandre Targino Gomes Falcao, em substituição a(o) Des Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Nelsivan Marques de Carvalho. ADVOGADO: Alessandro Magno de O. E Silva. AGRAVADO: Espólio de Washington Luiz Alves E Espólio de Lúcia Santana Pereira, Representados Por Sua Inventariante Jéssica Santana Araújo. Posto isso, defiro o efeito suspensivo recursal, para suspender a Decisão Agravada, até julgamento final do Agravo. Cientifique-se o Agravante. Intimem-se os Agravados para, querendo, oferecerem resposta ao Recurso, CPC, art. 527, V. Comunique-se o teor desta Decisão ao Juízo, requisitando-se-lhe informações, CPC, Art. 527, IV. Publique-se. Intimem-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 3.ª VARA DA COMARCA DE SOUSA. RELATOR: Dr(a). Alexandre Targino Gomes Falcao, em substituição a(o) Des Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. AGRAVANTE: Romero Lucena de Araújo. ADVOGADO: Lincon Bezerra de Abrantes. AGRAVADO: Lara Portella Lucena E Beatriz Portella Lucena, Representadas Por Sua Genitora Renata Melo Pordeus Portella. Posto isso, indefiro o requerimento de antecipação de tutela recursal. Cientifique-se o Agravante. Intimem-se as Agravadas para, querendo, oferecerem resposta ao Recurso, nos termos do art. 527, V, do CPC. Comunique-se o teor desta decisão ao Juízo a quo e requisitem-se informações. Após, vistas à Procuradoria de Justiça. Publique-se. Intime-se. Des. Joao Benedito da Silva HABEAS CORPUS N ORIGEM: 5ª VARA DE FAMILIA DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Adailton Coelho Costa Neto- Paciente: Carlos Jose Trindade Barbosa. IMPETRADO: Douta Promotora de Justica Sonia Maria de Paula Maia. Vistos etc. Forte em tais razões, INDEFIRO o pedido de liminar formulado pelo impetrante. Remetam-se os autos à douta Procuradoria de Justiça. Publique-se. ATOS DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PORTARIA DITEC Nº 01/ O DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: Nomear os servidores abaixo relacionados para exercerem a função de FISCAL TÉCNICO dos contratos listados, desempenhando, entre outras, as seguintes atribuições: elaborar o plano de inserção; participar da reunião inicial do contrato; identificar não conformidades nas entregas, de acordo com os critérios de avaliação definidos em contrato; verificar a manutenção das condições classificatórias referentes à pontuação obtida e à habilitação técnica e verificar a manutenção das condições constantes no plano de sustentação. Nº Processo Fiscalização Nº Contrato Contratada FISCAL DO CONTRATO MAT. LOTAÇÃO /2011 BID COM. E SERV. EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA Renato Saltão Theodoro Gerência de Suporte /2014 BR 27 Henrique de Araújo Porto Gerência de Suporte /2012 CODATA José Teixeira de Carvalho Neto Gerência de Sistemas /2014 EMBRATEL Henrique de Araújo Porto Gerência de Suporte /2014 EMBRATEL Diego Cananéa N. de Azevedo Gerência de Suporte /2013 HP Diego Cananéa N. de Azevedo Gerência de Suporte /2010 INDRA Marcelo Perin Borba Gerência de Sistemas /2013 INDRA Gilson de Souza Melo Gerência de Atendimento /2012 INDRA Marcelo Perin Borba Gerência de Sistemas /2013 Nara Werner de Figueiredo José Teixeira de Carvalho Neto Gerência de Sistemas /2010 ORACLE DO BRASIL SISTEMAS LTDA Francisco Porfirio Ribeiro Neto Gerência de Suporte /2012 ORACLE DO BRASIL SISTEMAS LTDA Francisco Porfirio Ribeiro Neto Gerência de Suporte ARP 36/2013 SERASA Anderson Rodrigues Ribeiro Diretoria de Tecnologia /2012 Soda Virtual Renato Saltão Theodoro Gerência de Suporte João Pessoa, sexta-feira, 13 de junho de NEY ROBSON PEREIRA DE MEDEIROS Diretor de Tecnologia da Informação PORTARIA DITEC Nº 02/ O DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: Nomear o Sr. Renato Saltão Theodoro, matrícula , para exercer a função de FISCAL TÉCNICO do contrato 033/2014, desempenhando, entre outras, as seguintes atribuições: elaborar o plano de inserção; participar da reunião inicial do contrato; identificar não conformidades nas entregas, de acordo com os critérios de avaliação definidos em contrato; verificar a manutenção das condições classificatórias referentes à pontuação obtida e à habilitação técnica e verificar a manutenção das condições constantes no plano de sustentação. João Pessoa, terça-feira, 16 de setembro de NEY ROBSON PEREIRA DE MEDEIROS - Diretor de Tecnologia da Informação PORTARIA DITEC Nº 03/ O DIRETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: Nomear o Sr. Diego Cananéa N. de Azevedo, matrícula , para exercer a função de FISCAL TÉCNICO do contrato 018/2014, desempenhando, entre outras, as seguintes atribuições: elaborar o plano de inserção; participar da reunião inicial do contrato; identificar não conformidades nas entregas, de acordo com os critérios de avaliação definidos em contrato; verificar a manutenção das condições classificatórias referentes à pontuação obtida e à habilitação técnica e verificar a manutenção das condições constantes no plano de sustentação. João Pessoa, terça-feira, 16 de setembro de NEY ROBSON PEREIRA DE MEDEIROS - Diretor de Tecnologia da Informação. ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, escudado no art. 1º, I, do Ato da Presidência nº 20, de 06 de fevereiro de 2013, faz publicar abaixo, em estrito cumprimento ao disposto no art. 3º, III, da Resolução nº 34, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 18 de novembro de 2009, c/c o art. 3º, III, da Resolução 73, do Conselho Nacional de Justiça, de 28 de abril de 2009, a relação das diárias concedidas a servidores e magistrados integrantes do Tribunal: Diárias concedidas NOME/INTERESSADO PROCESSO Nº CARGO/FUNÇÃO DESTINO PERÍODO DE AFASTAMENTO ATIVIDADE Carlos Américo Pereira de Oliveira Diretor de Segurança Institucional Campina Grande 22/09/2014 Atender solicitação da Diretora do Fórum Silse Maria da Nóbrega Torres Juíza de Direito Bonito de Santa Fé 10/09/2014 Em substituição José Heronides Soares Borges Júnior Assistente de Administração Campina Grande 22/09/2014 Acompanhar o Diretor de Segurança Institucional Andreia Matos Teixeira Juíza de Direito Água Branca 07, 08, 14, 15, 19, 26, 28 e 30/08/2014 Em substituição e em regime de Plantão Judiciário Brancio Barreto Suassuna Juiz de Direito São João do Cariri 03, 10, 11, 17 e 24/09/2014 Em substituição Eduardo Roberto de O. Barros Filho Juiz de Direito João Pessoa 29 e 30/07/2014 Em substituição Rogério Araújo de Albuquerque Motorista Solânea e Araruna 16/09/2014 Conduzir assessores da Presidência e Gerente Operacional de Segurança Rogério Araújo de Albuquerque Motorista Campina Grande 20/08/2014 Conduzir servidores Renilson Lins Rocha Motorista Coremas 15 a 18/09/2014 Conduzir magistrado para atuar em processos da Meta 04 do CNJ Eliézio Marques da Silva Oficial Judiciário Patos, Água Branca e outras 05, 09, 10, 15, 16, 17 e 19/09/2014 Transportar processos referentes a Meta 04 do CNJ André Ricardo de Carvalho Costa Juiz de Direito Araçagi 24 e 25/09/2014 Em substituição Luzivando Pessoa Pinto Juiz de Direito Malta 01, 06, 08, 13, 15, 20, 22, 27 e 29/08/2014 Em substituição Hygina Josita Simões de A. Bezerra Juíza de Direito Guarabira 17, 22 e 29/09/2014 Em substituição José Geordie e Silva Oficial de Justiça Juazerinho 21 a 22/09/2014 Em diligência José Maciel de Negreiros Motorista João Pessoa, Malta e outras 09, 17 e 18/09/2014 Transportar material, conduzir servidor para devolução de processos da Meta 4 e conduzir técnico do Pólo de Informática Sérgio Paulo Barbosa da Silva Militar Queimadas 25/09/2014 Acompanhar o Diretor de Segurança Institucional Carlos Américo Pereira de Oliveira Diretor de Segurança Institucional Queimadas 25/09/2014 Atender solicitação do Diretor do Fórum José Heronides Soares Borges Júnior Assistente de Administração Queimadas 25/09/2014 Acompanhar o Diretor de Segurança Institucional Fábio Santos de Lima Assessor João Pessoa 19 a 20/09/2014 Realizar atividades referentes à Meta 04 Bernadete de Lourdes da Silva Oficial de Justiça Pombal 14/09/2014 Em diligência Luidson Soares de Andrade Motorista Catolé do Rocha 26/12/2013 Conduzir servidor em plantão judiciário Luidson Soares de Andrade Motorista Uiraúna e Pombal 10, 14, 15 e 17/09/2014 Conduzir magistrado e servidor Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 25 de setembro de ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial.

4 4 Dr. Miguel de Britto Lyra Filho AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara da Comarca de Sousa. RELA- TOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVANTE: Municipio de Sousa Representado P/ Seu Procurador. ADVOGADO: Cleonerubens Lopes Nogueira. AGRAVA- DO: Maria de Fatima Pereira de Sousa. ADVOGADO: Marta Lucia Vieira Formiga. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO COM EFEITO SUSPENSIVO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO NECESSÁRIO A TRATAMENTO DE SAÚDE. DEVER DO PODER PÚBLICO. PRELIMINARES. NULIDADE DA DECISÃO, POR SUPOSTA AUSÊNCIA DE FUNDAMEN- TAÇÃO. REJEIÇÃO. ILEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. REJEIÇÃO MÉRITO. TUTELA DO DIREITO À VIDA E À SAÚDE. VALOR MAIOR. RECURSO EM CONFRONTO COM JURISPRU- DÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DESTE TRIBUNAL. INTELIGÊNCIA DOS ARTIGOS 527, I, E 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. - A ausência de fundamentação não se confunde com fundamentação sucinta. Aquela gera nulidade da decisão, esta, não.1 - [...] sendo o SUS composto pela União, Estados-membros e Municípios, é de reconhecer-se, em função da solidariedade, a legitimidade passiva de quaisquer deles no pólo passivo da demanda. 2 - Nos termos do art. 196 da Constituição Federal, a saúde é direito de todos e dever do Estado. Tal premissa impõe ao Estado a obrigação de fornecer gratuitamente às pessoas desprovidas de recursos financeiros a medicação necessária para o efetivo tratamento de saúde (REsp /MT, Rel. Min. Denise Arruda, Primeira Turma, DJ ). 2 Agravo Regimental não provido 3. - Entre proteger a inviolabilidade do direito à vida, que se qualifica como direito subjetivo inalienável assegurado pela própria Constituição da República (art. 5, caput), ou fazer prevalecer, contra essa prerrogativa fundamental, um interesse financeiro e secundário do Estado, entendo uma vez configurado esse dilema que razões de ordem ético jurídica impõem ao julgador uma só e possível opção: o respeito indeclinável à vida. - Nos termos do art. Art. 527, I, do CPC, recebido o agravo de instrumento no tribunal, e distribuído incontinenti, o relator negar-lhe-á seguimento, liminarmente, nos casos do art. 557, que, por sua vez, determina que o relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Isso posto, considerando que a matéria tratada no apelo confronta o entendimento pacífico das Cortes Superiores e deste Tribunal, com fulcro no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, e na súmula nº 253, do STJ, rejeito as preliminares arguidas e nego seguimento ao agravo de instrumento. APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Solânea. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Energisa Paraiba-distribuidora de Energia S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Maria de Lourdes Rocha Barbosa. ADVOGA- DO: Alana Natasha Mendes Pereira Martins Vaz. APELAÇÃO. AÇÃO DE CANCELAMENTO DE DÉBITO C/C REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS. RECUPERAÇÃO DE CONSUMO. PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO. AUSÊNCIA DE AMPLA DEFESA. ILEGALIDADE. EXCLUSÃO DA COBRANÇA INDEVIDA. CONFIGURAÇÃO DO DANO MORAL. MINORAÇÃO. DESCABIMENTO. ARBITRAMENTO EM PATAMAR RAZOÁVEL E PROPOR- CIONAL. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ. ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO APELATÓRIO. - Tendo a concessionária, no caso concreto, deixado de adotar todas as providências necessárias para que o usuário acompanhasse a verificação da fraude no aparelho medidor, a cobrança relativa ao consumo não faturado não pode subsistir. - A indenização por dano moral deve ser fixada mediante prudente arbítrio do juiz, de acordo com o princípio da razoabilidade, observados a finalidade compensatória, a extensão do dano experimentado, bem como o grau de culpa. Simultaneamente, o valor não pode ensejar enriquecimento sem causa, nem pode ser ínfimo, a ponto de não coibir a reincidência em conduta negligente. - Consoante entendimento do art. 557, caput, CPC, O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no artigo 557, caput, do CPC, assim como, na Jurisprudência dominante do TJPB, nego seguimento ao recurso apelatório interposto, mantendo incólumes todos os exatos termos da sentença objurgada. APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª Vara da Comarca de Araruna. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Municipio de Tacima, Representado Por Seu Prefeito. ADVOGADO: Elyene de Carvalho Costa. APELADO: Josidete Trajano da Fonseca Lima. ADVOGADO: Joseilson Luis Alves. APELAÇÃO. EMBARGOS. EXCESSO DE EXECUÇÃO. AUSÊNCIA DE MEMÓRIA DE CÁLCULO. NÃO APRESENTAÇÃO DO VALOR QUE ENTEN- DE DEVIDO. DESCUMPRIMENTO DO ART. 739-A, 5º, DO CPC. EMBARGANTE QUE NÃO SE DESI- MCUMBIU DE PROVAR FATO CONSTITUTIVO DO SEU DIREITO. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CA- PUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - Resta evidente que o embargante não se desincumbiu de provar fato constitutivo do seu direito, nos termos do art. 333, I, do CPC, pois apenas se limitou a afirmar sua insatisfação quanto ao valor executado sem trazer qualquer cálculo que comprovasse suas alegações. - O embargante ao alegar o excesso de execução de sentença, se faz necessário, apresentar memória de cálculo do valor que compreende ser correto, demonstrando os índices aplicados e o montante que sobejou, inteligência do 5º, do art. 739-A, do CPC. - Prescreve o art. 557, caput, do CPC que o Relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, ou ainda, em confronto com jurisprudência dominante do respectivo Tribunal ou de Tribunal Superior, dispensando que o recurso seja julgado no colegiado. Ante todo o exposto, NEGO SEGUIMENTO AO RECURSO, mantendo incólume a sentença objurgada. APELAÇÃO N ORIGEM: 4ª Vara da Comarca de Bayeux. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Rafaella Silveira Santana. ADVOGADO: Hilton Hril Martins Maia. APELADO: Banco Panamericano S/a. ADVOGA- DO: Nelson Paschoalotto. APELAÇÃO. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO DE FINANCIAMENTO. AQUI- SIÇÃO DE VEÍCULO. DIREITO DO CONSUMIDOR. CAPITALIZAÇÃO MENSAL DOS JUROS. TAXAS MENSAL E ANUAL EXPRESSAMENTE CONTRATADAS. Legalidade DOS JUROS COMPOSTOS. ABUSIVI- DADE DOS JUROS REMUNERATÓRIOS E COMISSÃO DE PERMANÊNCIA. MATÉRIA NÃO VENTILADA NA EXORDIAL. INOVAÇÃO RECURSAL. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB. ART. 557, CAPUT, CPC. DECISUM MANTIDO. SEGUIMENTO NEGADO AO APELO. - Segundo Jurisprudência dominante do Colendo STJ, A capitalização dos juros em periodicidade inferior a 1 (um) ano é admitida nos contratos bancários firmados após 31/3/2000, data da publicação da Medida Provisória nº , desde que pactuada de forma clara e expressa, assim considerada quando prevista a taxa de juros anual em percentual pelo menos 12 (doze) vezes maior do que a mensal 1. - Toda a matéria a ser discutida na lide deve ser suscitada na inicial ou na contestação, não devendo ser conhecida a matéria arguida apenas em sede de apelação, porquanto não faz parte do pedido formulado, caracterizando inovação recursal. - Nos termos do art. 557, caput, do CPC, O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no artigo 557, caput, do CPC, bem como, na Jurisprudência dominante do Colendo STJ e desta Corte de Justiça, nego seguimento ao recurso apelatório, mantendo incólumes todos os exatos termos da sentença vergastada. DESPACHOS DA DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º12/2013, DEFERIU os seguintes processos abaixo relacionados: PROCESSO INTERESSADO ASSUNTO Alexandre Lemos D de Andrade Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Allysson de Sousa Lacerda Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Ana Maria Nóbrega Moreno Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Ana Soraya Agra de Mello Laime Indicação de Substituto Andréa G de Albuquerque Lima Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Cesinando Freire de Brito Indicação de Substituto Cristiane Abreu S da R Rodrigues Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Elido Soares Sant Anna Indicação de Substituto Francisca Marta V de A Queiroz Indicação de Substituto Gilberto Fernando da Silva Inclusão de dependentes Gustavo Cássio Medeiros da Silva Horário Especial Gustavo Farias Alves Indicação de Substituto Hamilton Paredes Gomes Indicação de Substituto Jacinto Antônio Pessoa Anotação na Ficha Funcional Juliana Christina M de Moura Anotação na Ficha Funcional José Edson Fernandes de Sousa Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Lenilton da Cunha Lisboa Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Leonardo Henriques Pereira Anotação na Ficha Funcional Lúcia de Fátima Araújo Andrade Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Ojania Kenia Ferreira Lucas Indicação de Substituto Olivia Cley Ferreira de Sousa Anotação na Ficha Funcional Sílvio Romero C de Almeida Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Tatiana Gurski Navarro Indicação de Substituto O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º12/2013, DEFERIU PARCIALMENTE o seguinte processo abaixo relacionado: PROCESSO INTERESSADO ASSUNTO Maria Madalena da C Ferreira Anotação de tempo de serviço O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º12/2013, JULGOU PREJUDICADO os seguintes processos abaixo relacionados: PROCESSO INTERESSADO ASSUNTO Lissandra de Souza Almeida Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Robson de Araújo F Marques Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional O Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições, conforme o Ato da Presidência n º12/2013, INDEFERIU o seguinte processo abaixo relacionado: PROCESSO INTERESSADO ASSUNTO Modesto Cavalcanti de A. Neto Adicional de Incentivo a Qualificação Profissional Gabinete do Diretor de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 25 de setembro de EINSTEIN ROOSEVELT LEITE - Diretor de Gestão de Pessoas. COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV do art. 1º do Ato da Presidência nº 20, de 06 de fevereiro de 2013, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas à escala do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nos dias e nos Grupos abaixo: GRUPO 1 - BAYEUX, CABEDELO, JOÃO PESSOA, LUCENA e SANTA RITA SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 1º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA CAPITAL GRUPO - 2 ALHANDRA, CAAPORÃ, CRUZ DO ESPÍRITO SANTO, GURINHÉM, ITABAIANA, JACARAÚ, MAMANGUAPE, PEDRAS DE FOGO, PILAR, RIO TINTO e SAPÉ. SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 CAAPORÃ GRUPO 3 - AROEIRAS, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, CAMPINA GRANDE, INGÁ, QUEIMADAS e UMBUZEIRO SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 1ª VARA MISTA DE QUEIMADAS GRUPO 4 - JUAZEIRINHO, MONTEIRO, POCINHOS, PRATA, SÃO JOÃO DO CARIRI, SERRA BRANCA, SOLEDADE e SUMÉ. SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 SUMÉ GRUPO 5 - ALAGOA GRANDE, ALAGONA NOVA, AREIA, BARRA DE SANTA ROSA, CUITÉ, ESPERANÇA, PICUÍ e REMÍGIO SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 2ª VARA MISTA DE ESPERANÇA GRUPO 6 - ÁGUA BRANCA, COREMAS, ITAPORANGA, MALTA, PATOS, PIANCÓ, PRINCESA ISABEL, SANTA LUZIA, SANTANA DOS GARROTES, SÃO MAMEDE, TAPEROÁ e TEIXEIRA SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 3ª VARA MISTA DE PRINCESA ISABEL GRUPO 7 - BONITO DE SANTA FÉ, BREJO DO CRUZ, CAJAZEIRAS, CATOLÉ DO ROCHA, CONCEIÇÃO, PAULISTA, POMBAL, SÃO BENTO, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS, SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, SOUSA E UIRAÚNA. SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 UIRAÚNA GRUPO 8 - ALAGOINHA, ARARA, ARARUNA, ARAÇAGI, BANANEIRAS, BELÉM, CAIÇARA, CACIMBA DE DENTRO, GUARABIRA, MARI, PILÕES, PIRPIRITUBA, SERRARIA e SOLÂNEA. SETEMBRO/2014 Dias Comarca/Vara 30/09/14 PIRPIRITUBA Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 25 de setembro de ROBSON DE LIMA CANANÉA - DIRETOR ESPECIAL.

5 5 APELAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande Representado Por Seu Procurador. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Osvaldo Francisco de Santana. ADVOGADO: Humberto Trocoli Neto. APELAÇÃO E REMESSA OFICIAL. SERVIDOR PÚBLICO. PAGAMENTO DE 13º SALÁRIO E FÉRIAS. RETENÇÃO. AUSÊNCIA DE PROVA DA QUITAÇÃO. ÔNUS DO MUNICÍPIO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. PRECEDENTES DO STJ E DESTA CORTE. SEGUIMENTO NEGADO AOS RECURSOS. CPC, ART. 557, CAPUT, E SÚMULA 253, DO STJ. Configura-se enriquecimento ilícito a retenção de salários por parte do Município, sendo este ato ilegal e violador de direito líquido e certo. - A edilidade municipal é a detentora do controle dos documentos públicos, sendo seu dever comprovar o efetivo pagamento das verbas salariais reclamadas, considerando que ao servidor é impossível fazer a prova negativa de tal fato.1 STJ - Súmula O art. 557 do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário. Desta forma, levando em conta a jurisprudência do Plenário do STF, o disposto na Súmula nº 2531, do STJ, e os termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, nego seguimento à apelação e à remessa oficial, mantendo na íntegra a sentença atacada. APELAÇÃO N ORIGEM: 1ª Vara de Executivos Fiscais da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Municipio de Joao Pessoa, Rep. P/s Procurador. ADVOGADO: Leonardo Teles de Oliveira. APELADO: Adelino Jose S do Patrocinio. APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FISCAL. VALOR IRRISÓRIO. EXTINÇÃO DE OFÍCIO. PRINCÍPIO DA ECONOMICIDADE. IMPOSSIBILIDADE. TJPB, SÚMULA Nº 38. PRECEDENTES DO STF. APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CPC. PROVIMENTO DO RECURSO. - Não incumbe ao Judiciário, mesmo por analogia a leis de outros entes tributantes, decretar, de ofício, a extinção da ação de execução fiscal, ao fundamento de que o valor da cobrança é pequeno ou irrisório, não compensando sequer as despesas da execução, porquanto o crédito tributário regularmente lançado é indisponível (art. 141, do CTN), somente podendo ser remitido à vista de lei expressa do próprio ente tributante (art. 150, 6º, da CF e art. 172, do CTN). Feitas estas considerações, bem assim considerando o disposto no art. 557, 1º-A, do CPC, dou provimento ao recurso, monocraticamente, para anular a sentença e determinar o retorno dos autos ao primeiro grau de jurisdição, a fim de que tenha seu trâmite regular. APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Estado da Paraiba, Rep. P/ Sua Procuradora. ADVOGADO: Maria Clara Carvalho Lujan. APELADO: Hedu Duarte Nascimento. ADVOGADO: Alan Rossi do Nascimento Maia. APELAÇÃO. AÇÃO ORDINÁRIA DE OBRIGAÇÃO DE FAZER COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA. CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO. ALTERAÇÃO DE NOME DO EXAME EXIGIDO. CORREÇÃO DE TAL REQUISITO DIAS ANTES DO PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DO RESULTADO DO EXAME. PUBLICAÇÃO DO ATO. NÃO COMPROVAÇÃO. PREJUÍZO PARA O AUTOR. CONFIGURAÇÃO. BOA-FÉ DO CANDIDATO. MA- NUTENÇÃO DA DECISÃO. PRECEDENTES DO TJPB E STF. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. - O ato administrativo, para vincular a pretensão do seu destinatário, exige a sua prévia e fiel publicação, sob pena de ser considerado ineficaz para o fim a que se propõe. Não se mostra razoável excluir candidato de concurso público, em função de ato administrativo deficiente de publicação, principalmente quando o concorrente comprova estar devidamente inscrito e habilitado no certame. - O artigo 557, caput, do Código de Processo Civil permite ao relator negar seguimento ao recurso monocraticamente, quando este estiver em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Diante do exposto, com fulcro no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, assim como, na Jurisprudência dominante dos Tribunais pátrios, nego seguimento à apelação interposta pela Fazenda Pública, mantendo incólumes todos os exatos termos da decisão objurgada. APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Maximiano Machado Albino de Souza. ADVOGADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva. APELADO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Paulo Barbosa de Almeida Filho. APELAÇÃO. ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. ATUALIZAÇÃO DE QUINQUÊNIO. PRETENSÃO FULMINADA EM PRIMEIRO GRAU. DESCONGELAMENTO DE QUINQUÊNIOS. IMPOSSIBILIDADE. PRESERVAÇÃO DO VALOR NOMINAL. IMUTA- BILIDADE DO REGIME JURÍDICO. DIREITO ADQUIRIDO. INEXISTÊNCIA. PRINCÍPIO DA IRREDUTIBILI- DADE DE VENCIMENTOS. OBSERVÂNCIA. IMPROCEDÊNCIA DO PEDIDO. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. CPC, ART O servidor público não possui direito adquirido ao regime jurídico remuneratório. Deve-se, contudo, observar o princípio da irredutibilidade de vencimentos. - A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal admite a redução ou mesmo a supressão de gratificações ou outras parcelas remuneratórias, desde que preservado o montante nominal da soma dessas parcelas, ou seja, da remuneração global. Expostas estas razões, e considerando a jurisprudência dominante dos Tribunais Superiores e do TJPB, bem assim o que autoriza o art. 557, do CPC, não enxergo outra solução senão negar seguimento ao recurso. APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Espolio de Luiz Ribeiro Limeira. ADVOGADO: Leonardo Fernandes Torres. APELADO: Espolio de Maria Jose Rangel Travassos. ADVOGADO: Jose Gomes da Veiga Pessoa Neto. APELAÇÃO. AÇÃO DE RESCISÃO DE CONTRATO. ARRENDAMENTO DE IMÓVEL. DESCUMPRIMENTO DE CLÁUSULAS. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. SEN- TENÇA MANTIDA. RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE. ART. 557, CAPUT, CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - Restando comprovada a propriedade do imóvel sob litígio, e que o contrato de arrendamento se encerrou em 24 de outubro de 2000, tendo em vista que, a partir de então, não houve o adimplemento de suas respectivas cláusulas por parte do ora apelante, impõe-se seja julgada procedente a demanda, a fim de que seja declarada a rescisão da avença e determinada a reintegração dos herdeiros da falecida Maria José Rangel Travassos na posse do imóvel. Diante do exposto, e com fulcro no art. 557, caput, do CPC, rejeito a preliminar arguida e nego seguimento ao recurso, haja vista ser manifestamente improcedente, mantendo, por conseguinte, a r. sentença guerreada. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. JUÍZO: Jose Carlos Guerra. ADVOGADO: Enio Silva Nascimento. POLO PASSIVO: Pbprev-paraiba Previdencia, Representado Por Sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. ADVOGADO: Frederico Cavalcanti Bernardo. RECURSO OFICIAL. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRI- AS. INCIDÊNCIA DE DESCONTO DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOMENTE SOBRE VERBAS HABITUAIS COM CARÁTER REMUNERATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE DE DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS SOBRE GRATIFICAÇÕES PROPTER LABOREM. PROCEDÊNCIA PARCIAL DOS PEDIDOS. REPETIÇÃO DO INDÉBITO. ADEQUAÇÃO DOS JUROS DE MORA E CORREÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DO STF, STJ E TJPB. INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 557, CAPUT E 1º-A, DO CPC, E DA SÚMULA Nº 253, DO STJ. PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA NECESSÁRIA. - A orientação do STF é no sentido de que as contribuições previdenciárias não podem incidir em parcelas indenizatórias ou que não incorporem a remuneração do servidor. - Os juros de mora relativos à restituição de indébito decorrente de contribuição previdenciária têm natureza tributária, pelo que são devidos à razão de 1% ao mês, segundo o art. 161, 1º, do CTN, não se aplicando o art. 1º-F da Lei n /1997, acrescentado pela MP n /2001. Precedente: REsp /SP, Ministro Teori Albino Zavascki, DJe de , submetido ao rito dos recursos repetitivos 1. - Com relação à correção monetária, esta deverá incidir a partir dos recolhimentos, aplicando-se o percentual equivalente ao incidente sobre débitos tributários pagos com atraso, em atenção ao princípio da isonomia. - Conforme art. 557, 1º-A, CPC, Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. Por sua vez, nos termos da Súmula n. 253, do Colendo Superior Tribunal de Justiça, O art. 557 do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário. Ante o exposto, com fulcro no artigo 557, 1º-A, do CPC, assim como, na Súmula 253, do STJ, e na Jurisprudência dominante do STJ e do TJPB, dou provimento parcial ao recurso oficial, para o fim de reduzir os honorários de sucumbência ao patamar de 10% (dez por cento) da condenação e, igualmente, de adequar os juros de mora e a correção monetárias aos termos acima delineados. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. JUÍZO: Debora Soares dos Reis. ADVOGADO: Rodrigo Diniz Cabral. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba, Rep.p/s Procurador. ADVOGADO: Gustavo Nunes Mesquita. REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. NECESSIDADE DE CIRURGIA. ARTROPLASTIA TOTAL DO JOELHO DIREI- TO. TUTELA DO DIREITO À VIDA E À SAÚDE. VALOR MAIOR. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. CPC, ART. 557, CAPUT, E SÚMULA 253, DO STJ. - Entre proteger a inviolabilidade do direito à vida, que se qualifica como direito subjetivo inalienável assegurado pela própria Constituição da República (art. 5, caput), ou fazer prevalecer, contra essa prerrogativa fundamental, um interesse financeiro e secundário do Estado, entendo uma vez configurado esse dilema que razões de ordem ético jurídica impõem ao julgador uma só e possível opção: o respeito indeclinável à vida. - STJ - Súmula 253, o art. 557 do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário Ante o exposto, com fulcro no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, e na Súmula nº 2531, do STJ, nego seguimento ao recurso oficial. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara da Comarca de Piancó. RELA- TOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVANTE: Consorcio Intermunicipal de Saude da Regiao do Vale do Pianco. ADVOGADO: Yurick Willander de Azevedo Lacerda. AGRAVADO: Senco Servicos de Engenharia E Construcoes Ltda. ADVOGADO: Andressa Vidal de Negreiros Nobrega Andrade. Portanto, ante tais circunstâncias, não enxergo relevância nas razões apontadas pelos recorrentes, daí porque indefiro o pedido de efeito suspensivo ao recurso. Comunique-se ao juízo prolator da decisão agravada, solicitando-lhe justificadas informações. Intime-se o Município recorrido para, querendo, apresentar suas contrarrazões. Em seguida, voltem-me os autos conclusos. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 17ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVANTE: Banco Bonsucesso S/a. ADVOGADO: Ivan Mercedo de Andrade Moreira. AGRAVADO: Valclise Silva de Araujo. ADVOGADO: Francisco de Assis Moreira Nobrega. Assim, mesmo com todo o esforço do agravante em demonstrar a necessidade da medida, não vejo nas razões apresentadas como desconstituir, nesse momento, os termos assentados na decisão agravada. Diante disso, penso que, em sede de cognição sumária, não está preenchido o requisito do periculum in mora, razão pela qual indefiro o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao recurso. Des. Frederico Martinho da Nobrega Coutinho AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 10ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. AGRAVANTE: Maria Jose Belizario da Silva. ADVOGADO: Agildo Cezário de Farias E Eriberto da Costa Neves. AGRAVADO: Bv Financeira S/a. AGRAVO DE INSTRUMENTO. Ação CONSIGNATÓRIA DE PAGAMENTO COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. medida INDEFERIDA EM PRIMEIRO GRAU. Sublevação da PROMOVENTE. depósito da parcela tida como devida. MANUTENÇÃO NA POSSE DO BEM. inscrição do nome DO DEVEDOR nos órgãos de proteção ao crédito. Impossibilidade. Necessidade de pagamento integral do valor da parcela. Precedentes desta corte de justiça. MANUTENÇÃO do decisum. Aplicação do art. 557, CAPUT, do Código de processo civil. SEGUIMENTO NEGADO. - É firme o entendimento desta Corte de Justiça no sentido de somente se permitir a consignação mensal, ou mesma, a manutenção na posse do bem, e a não inclusão nos cadastros restritivos de crédito, se o depósito das parcelas for realizado no valor integral, e não no valor que o devedor entender devido. - ( ) O depósito do valor incontroverso das parcelas do contrato revisado, ou a prestação de caução idônea, detém eficácia liberatória parcial e descaracterizará a mora, impedindo a inscrição ou autorizando a exclusão do nome do devedor dos órgãos de proteção ao crédito e possibilitando, ainda, a manutenção na posse do bem. O valor tido por incontroverso deve ser entendido como aquele previsto no contrato e livremente aceito pelas partes no momento da avença, de forma que não pode ser autorizado depósito de quantia inferior, com base em meras alegações e cálculos realizados pelo promovente.(...). (TJPB; AI ; Terceira Câmara Especializada Cível; Relª Desª Maria das Graças Morais Guedes; DJPB 24/04/2014; Pág. 15) - O art. 557, caput, do Código de Processo Civil, permite ao relator negar seguimento a recurso, através de decisão monocrática, quando este estiver em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo Tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO AO AGRAVO DE INSTRUMENTO. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 9ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. AGRAVANTE: Maria das Gracas Rubens da Silva. ADVOGADO: Fábio Carneiro Cunha Lima E Ana Raquel de Sousa E Silva Coutinho. AGRAVADO: Bradesco Seguros S/a. ADVOGADO: João Alves Barbosa Filho. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE COBRANÇA. SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT. DECISÃO DETERMINANDO A REMESSA DOS AUTOS À COMARCA DE JACARAÚ/PB. ART. 100, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. CRITÉRIO TERRITORI- AL. COMPETÊNCIA RELATIVA. IMPOSSIBILIDADE DE SER DECLINADA DE OFÍCIO. SÚMULA Nº 33, DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. REFORMA DO DECISUM. Inteligência do art. 557, 1º-A, do CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. Provimento. - Sendo hipótese de incompetência relativa, o Juiz não pode declará-la de ofício, sendo imperiosa a provocação do interessado, consoante determina o art. 112, do Código de Processo Civil, o qual estabelece que somente o réu tem legitimidade para arguir a incompetência relativa por meio de exceção. - A incompetência relativa não pode ser declarada de ofício, nos termos da Súmula nº 33, do Superior Tribunal de Justiça. - O art. 557, 1º-A, do Código de Processo Civil, permite ao relator dar provimento monocrático ao recurso quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, DOU PROVIMENTO AO PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO. APELAÇÃO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Des Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. APELANTE: Neise Nery de Luna Freire. ADVOGADO: Antonio Nery de Luna Freire. APELADO: Municipio de Joao Pessoa. ADVOGADO: Francisca Andreza Alves. APELAÇÃO. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA C/C OBRIGAÇÃO DE FAZER. IMPROCE- DÊNCIA. SUBLEVAÇÃO DA PROMOVENTE. SERVIDORA PÚBLICA ESTADUAL. ACUMULAÇÃO DE CAR- GOS. SUSPENSÃO DO VENCIMENTO REFERENTE A UM DOS CARGOS. PLEITOS NÃO APRECIADOS EM SUA INTEGRALIDADE. DESRESPEITO AO ART. 458, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVL. JULGAMENTO CITRA PETITA. NULIDADE DA SENTENÇA. DECRETAÇÃO DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE. ERROR IN PRO- CEDENDO. NECESSIDADE DE PROLAÇÃO DE NOVA DECISÃO. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO A QUO. - Ressentindo-se a sentença de pronunciamento, acerca de todos os pedidos formulados pela parte autora, ocorre o fenômeno conhecido como sentença citra petita, vício o qual pode ser conhecido de ofício, pelo Tribunal, ocasionando a sua invalidação. - Configurado o julgamento, aquém do pedido, necessária a desconstituição da sentença e o retorno dos autos à Comarca de origem, para que outra decisão seja proferida. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, ANULO, DE OFÍCIO, A SENTENÇA, por ser citra petita, determinando o retorno dos autos ao juízo a quo para que profira nova decisão, enfrentando a integralidade dos pedidos formulados pela demandante. APELAÇÃO N ORIGEM: 3ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande. RELATOR: Des Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. APELANTE: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Sindicato dos Empregados de Estabelecimento Bancários de Campina. ADVOGADO: Caio Gracco Coutinho Sousa E Outro. APELAÇÃO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER CUMULADA COM DANOS MORAIS. JULGAMENTO DE PROCEDÊNCIA EM PRIMEIRO GRAU. IRRESIGNAÇÃO DA PROMOVI- DA. CONTA TELEFÔNICA. PAGAMENTO DA FATURA. INEXISTÊNCIA DE DÉBITOS. SUSPENSÃO DOS SERVIÇOS. FATO INCONTROVERSO. NEXO CAUSAL E CULPA EVIDENCIADOS. DANO MORAL PURO. DESNECESSIDADE DE PROVA DO PREJUÍZO. DEVER DE INDENIZAR. QUANTUM INDENIZATÓRIO. VA- LOR RAZOÁVEL. MANUTENÇÃO DO DECISUM. SEGUIMENTO NEGADO. - Os danos morais estão confirmados não só como forma de reparação pela desconsideração com o consumidor, consistente na suspensão da linha telefônica, apesar do pagamento da respectiva fatura, mas também, e principalmente, pelo caráter punitivo e pedagógico integrante deste tipo de compensação. - Não há que se alterar o quantum indenizatório, fixado na decisão singular, se esse restou estabelecido em montante condizente a condição econômica da vítima e do ofensor, o grau de culpa, a extensão do dano, a sua finalidade e os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade. - O art. 557, caput, do Código de Processo Civil, permite ao relator negar seguimento a recurso, através de decisão monocrática, quando este estiver em confronto com Súmula ou com Jurisprudência dominante do respectivo Tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, em plena consonância com o princípio constitucional da razoável duração do processo, à luz do art. 5º, LXXIII, da Constituição da República. Vistos. DECIDO: Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO À APELAÇÃO. DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Frederico Martinho da Nobrega Coutinho. AUTOR: Município de Gurjão. ADVOGADO: Daniel Dalônio Vilar Filho E Outros. POLO PASSIVO: Ministerio Publico Estadual. EMBARGOS DE DECLARA- ÇÃO. RECURSO INTERPOSTO POR FAX. NÃO APRESENTAÇÃO DO ORIGINAL NO PRAZO DE CINCO DIAS. ART. 2º, DA LEI Nº 9.800/99. INTEMPESTIVIDADE. INAPLICABILIDADE DO PRIVILÉGIO DO ART. 188, DA LEI PROCESSUAL CIVIL. PROCESSO DE CONTROLE CONCENTRADO. PRECEDENTES DO SUPERIOR TRI- BUNAL DE JUSTIÇA E DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. NÃO CONHECIMENTO DO RECURSO. Nos termos do artigo 2º da Lei 9.800/1999, não se conhece do recurso interposto inicialmente via fax se os originais não são apresentados em juízo dentro do prazo legal.1 Não se aplica, ao processo objetivo de controle abstrato de constitucionalidade, a norma inscrita no art. 188 do CPC, cuja incidência restringe-se, unicamente, ao domínio dos processos subjetivos, que se caracterizam pelo fato de admitirem, em seu âmbito, a discussão de situações concretas e individuais. Precedentes. Inexiste, desse modo, em sede de controle normativo abstrato, a possibilidade de o prazo recursal ser computado em dobro, ainda que a parte recorrente disponha dessa prerrogativa especial nos processos de índole subjetiva.2 Vistos. DECIDO: Ante o exposto, considerando o disposto no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, NÃO CONHEÇO DO RECURSO, por força da inobservância do art. 2º da Lei nº 9.800/1999. Des. Jose Ricardo Porto AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Saint Gobain Canalizacao Ltda. ADVOGADO: Naara Tarradt Rocha Wanderley. AGRAVADO: Conort Construtora Nordeste Ltda. ADVOGADO: Walter de Agra Júnior. PRELIMI- NAR. EXECUÇÃO DE TÍTULO EXTRAJUDICIAL. CONVERSÃO DO AGRAVO DE INSTRUMENTO NA MODA- LIDADE RETIDA. IMPOSSIBILIDADE. INCOMPATIBILIDADE COM O RITO EXECUTÓRIO. REJEIÇÃO. - É incabível a conversão na modalidade retida do agravo interposto contra decisão proferida em processo de execução, porque incompatível o agravo retido com o rito executório. (TJCE. AI Terceira Câmara Cível. Rel. Des. Washington Luis Bezerra de Araújo. DJCE 25/08/2014. Pág. 28). AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO EXTRAJUDICIAL. EMPRESA DEVEDORA. PEDIDO DE DESCONSIDERA- ÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA FORMULADO PELO EXEQUENTE. REQUISITO DO ART. 50 DO CÓDIGO CIVIL. NÃO PREENCHIMENTO. IMPOSSIBILIDADE DE ACOLHIMENTO DO PLEITO. PRECEDEN-

6 6 TES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. MANUTENÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. APLICAÇÃO DO CAPUT, DO ART. 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO INSTRUMENTAL. - A desconsideração da personalidade jurídica constitui em desconsiderar a separação patrimonial existente entre o capital de uma empresa e o patrimônio de seus sócios para os efeitos de determinadas obrigações, com a finalidade de evitar sua utilização de forma indevida. - A adoção da Teria da Desconsideração da Personalidade Jurídica exige a comprovação de que a empresa devedora utiliza de outras atividades que venham a enriquecer os seus sócios, causando uma derrocada administrativa e econômica no estabelecimento executado, ou a inexistência de separação patrimonial entre os bens da pessoa jurídica e os de seus proprietários, hipóteses sequer alegadas pelo exequente, tampouco comprovadas. Inteligência do art. 50 do CC. Precedentes do Superior Tribunal de Justiça. - Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos administradores ou sócios da pessoa jurídica. (Art. 50 do CC). - A desconsideração da personalidade jurídica, à luz da teoria maior acolhida em nosso ordenamento jurídico e encartada no art. 50 do Código Civil de 2002, reclama a ocorrência de abuso da personificação jurídica em virtude de excesso de mandato, a demonstração do desvio de finalidade (ato intencional dos sócios em fraudar terceiros com o uso abusivo da personalidade jurídica) ou a demonstração de confusão patrimonial (caracterizada pela inexistência, no campo dos fatos, de separação patrimonial entre o patrimônio da pessoa jurídica e dos sócios ou, ainda, dos haveres de diversas pessoas jurídicas). (STJ. AgRg no AREsp / SP. Rel. Min. Luis Felipe Salomão. J. em 15/10/2013). - A responsabilização dos administradores e sócios pelas obrigações imputáveis à pessoa jurídica, em regra, não encontra amparo tãosomente na mera demonstração de insolvência para o cumprimento de suas obrigações (Teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica). Faz-se necessário para tanto, ainda, ou a demonstração do desvio de finalidade (este compreendido como o ato intencional dos sócios em fraudar terceiros com o uso abusivo da personalidade jurídica), ou a demonstração da confusão patrimonial (esta subentendida como a inexistência, no campo dos fatos, de separação patrimonial do patrimônio da pessoa jurídica ou de seus sócios, ou, ainda, dos haveres de diversas pessoas jurídicas. (STJ. REsp Proc. 2009/ SP. Terceira Turma. Rel. Min. Massami Uyeda. J. em 04/11/2010) Diante do exposto, utilizo-me do caput, do art. 557, da Lei Adjetiva Civil, com base na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, para rejeitar a preliminar de conversão do agravo em retido e, no mérito, nego seguimento ao recurso. Des. Carlos Martins Beltrao Filho HABEAS CORPUS N RELATOR: Des Carlos Martins Beltrao Filho. IMPE- TRANTE: Afonso Jose Vilar dos Santos. PACIENTE: Julio Ferreira de Lima Filho. IMPETRADO: Juizo da 4ª Vara Criminal de Campina Grande. Vistos etc. [...] Assim, no presente caso, não vejo, no momento, demonstrada a flagrante ilegalidade apontada, bem como os prejuízos indicados pela impetração frente ao direito de ir e vir do paciente (perigo da demora), nem a plausibilidade jurídica da tese exposta (fumaça do bom direito). Por isso, ante a ausência de seus pressupostos autorizadores, consubstanciados no fumus boni juris e no periculum in mora, INDEFIRO a liminar, haja vista a natureza excepcional da providência pleiteada. Remetam-se os autos à douta Procuradoria-Geral de Justiça. Publique-se. Cumpra-se. Des. Leandro dos Santos AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara dos Executivos Fiscais da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa Representado P/sua Procuradora. ADVOGADO: Camila Frota Furlan. AGRAVADO: Lojas Triunfo Moveis. AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. EXECUÇÃO FISCAL. REQUERIMENTO DO EXEQUENTE PARA PENHORA DE BENS PELO SISTEMA RENAJUD. POSSIBILIDADE. DESNECESSIDADE DE ESGOTAMENTO DE DILIGÊNCIAS PELO CREDOR. PRECEDENTES DO STJ. DESACERTO DA DECISÃO RECORRIDA. PROVIMENTO. - Em homenagem ao princípio da economia processual e da celeridade, nada obsta que se proceda a consulta dos veículos de propriedade do Executado e, em caso de localização de bens, a sua constrição por meio do sistema RENAJUD, independentemente, de diligências prévias. Com estas considerações, ressai que a decisão agravada encontrase em desconformidade com a jurisprudência dominante desta Corte de Justiça e dos Tribunais Superiores, motivo pelo qual, com fulcro no artigo 557, 1º-A, do CPC, PROVEJO o Agravo de Instrumento, de forma que seja procedido o rastreamento, pelo Juízo Agravado, de veículos de propriedade da parte executada, como forma de garantir a Execução Fiscal. Publique-se. Comunicações necessárias. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara dos Executivos Fiscais da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Municipio de Joao Pessoa Representado P/ Sua Procuradora. ADVOGADO: Camila Frota Furlan. AGRAVADO: Splash Park Emp Turisticos. ADVOGADO: Ines Maria da Silva. AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXECUÇÃO FISCAL. REQUERIMENTO DO EXEQUENTE PARA PENHORA DE BENS PELO SISTEMA RENAJUD. POSSIBILIDADE. DESNECESSIDADE DE ESGOTAMENTO DE DILIGÊNCIAS PELO CREDOR. PRECEDENTES DO STJ. DESACERTO DA DECISÃO RECORRIDA. PROVIMENTO. - Em homenagem ao princípio da economia processual e da celeridade, nada obsta que se proceda a consulta dos veículos de propriedade do Executado e, em caso de localização de bens, a sua constrição por meio do sistema RENAJUD, independentemente, de diligências prévias. Com estas considerações, ressai que a decisão agravada encontra-se em desconformidade com a jurisprudência dominante desta Corte de Justiça e dos Tribunais Superiores, motivo pelo qual, com fulcro no artigo 557, 1º-A, do CPC, PROVEJO o Agravo de Instrumento, de forma que seja procedido o rastreamento, pelo Juízo Agravado, de veículos de propriedade da parte executada, como forma de garantir a Execução Fiscal. Publique-se. Comunicações necessárias. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juízo da 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Municipio de Cajazeiras. ADVOGADO: Paula Lais de Oliveira Santana. AGRAVADO: Ministerio Publico da Paraiba. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO CIVIL PÚBLI- CA. ANTECIPAÇÃO DE TUTELA DEFERIDA. IRRESIGNAÇÃO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE TODOS OS ENTES PÚBLICOS. ART. 23, II, DA CF. DIREITO QUE NÃO PODE SER COMPROMETIDO EM SEU NÚCLEO ESSENCIAL. GARANTIA CONSTITUCIONAL À VIDA E À SAÚDE. SEGUIMENTO NEGADO AO AGRAVO. O fato de existir competência solidária entre os entes federativos, não implica afirmar que os custos do procedimento devem ser rateados pelos entes públicos. Tal entendimento apenas serviria para retardar o fornecimento do medicamento. No caso em tela, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos/ tratamentos médicos de qualquer um dos entes públicos. [ ] segundo a Carta Magna, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação - Não prospera a alegação de inexistência de previsão orçamentária, dado que é a própria Carta Constitucional que impõe o dever de proceder à reserva de verbas públicas para atender a demanda referente à saúde da população, descabendo sustentar a ausência de destinação de recursos para fugir à responsabilidade constitucionalmente estabelecida. A par dessas considerações, com fulcro no art. 557 do CPC, NEGO SEGUI- MENTO AO RECURSO. P.I. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juiz da 5ª Vara da Comarca de Patos. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Gilmar Alves de Andrade. ADVOGADO: Maria Aparecida da Silva Piau. AGRAVADO: Alcioneide Oliveira de Figueiredo E Outros. ADVOGADO: Danuzia Ferreira Ramos. AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO recorrida. INTERLOCUTÓRIA PROLATADA EM AUDIÊNCIA. Cabimento. Agravo retido. Interposição por instrumento. OFENSA à PREVISÃO CONTIDA NO ART. 523, 3º, do CPC. HIPÓTESE PREVISTA APENAS NA FORMA RETIDA. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. SEGUIMENTO NEGADO (ART. 557, CPC). - Tratando-se de Decisão Monocrática proferida em Audiência é cabível o Agravo na modalidade retido, interposto oralmente, nos termos do art. 523, 3º, do CPC. - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível (art. 557, CPC), quando interposto recurso diverso do cabível a espécie, contrariando a norma processual. Destarte, com base nos arts. 527, I, e 557, todos do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao presente Agravo, por ser manifestamente inadmissível. Publique-se. Intime-se. Transitado em julgado, arquivem-se os autos. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Juízo da 1ª Vara Regional de Mangabeira. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Antonio Alves Correia. ADVOGADO: Ronaldo de Sousa Vasconcelos. AGRAVADO: Banco Panamericano S/a. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AUSÊNCIA DE CERTIDÃO DA INTIMAÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA. FORMAÇÃO DEFICIENTE. DESOBEDIÊNCIA À REGRA DO ART. 525, I, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. - A ausência da certidão de intimação da Decisão Agravada acarreta o não conhecimento do recurso, visto que tal documento constitui requisito legal para sua admissibilidade, nos termos do Art. 525, I, CPC. Por tais razões, com fulcro no art. 557 do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO ao presente Agravo de Instrumento, por sua manifesta inadmissibilidade em razão do não cumprimento dos disposto no art. 525, inciso I, do mesmo códex. Publique-se. Intime-se. Transitado em julgado, arquivem-se os autos. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara da Comarca de Mamanguape. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Itapororoca E Juizo da 2a Vara da Com.de Mamanguape. ADVOGADO: Brunno Kleberson de Siqueira Ferreira. APELADO: Maria das Dores de Souza Ribeiro. ADVOGADO: Ednaldo Ribeiro da Silva. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA. MANDA- DO DE SEGURANÇA. EXONERAÇÃO ANTES DE CONCLUÍDO PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. ILEGALIDADE. APLICAÇÃO DO ART. 557 DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. O acolhimento do pedido e concessão da ordem mandamental é consectária da inobservância do princípio do devido processo legal e do princípio da segurança jurídica, uma vez que a Edilidade Pública não concluiu processo administrativo disciplinar, anteriormente ao ato de afastamento cautelar da servidora indiciada. O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. Nesse diapasão, diante da sua manifesta improcedência, NEGO SEGUIMENTO a Apelação Cível e a Remessa Necessária. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Juizo da 1a Vara da Fazenda Publica de Campina Grande. ADVOGADO: Flavio Luiz Avelar Domingues Filho. APELADO: Tatiana Pereira Costa Silva. ADVOGADO: Dulce Almeida de Andrade. PRELIMI- NAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DO ESTADO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERA- DOS. REJEIÇÃO. - O Estado, o Distrito Federal e o Município são partes legítimas para figurar no polo passivo nas demandas cuja pretensão é o tratamento médico imprescindível à saúde de pessoa carente, podendo a ação ser proposta em face de quaisquer deles. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER. MEDICAMENTO. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. AO FORNE- CIMENTO. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA. SEGUIMENTO NEGADO. - O direito à saúde representa consequência constitucional indissociável do direito à vida (Agravo Regimental no Recurso Extraordinário n. º /RS, STF, julgado em 12/09/2000). - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. (Art. 557, CPC). Por tais razões, diante da manifesta improcedência da insurreição, NEGO SEGUIMENTO À APELAÇÃO CÍVEL E À REMESSA NECESSÁ- RIA. Publique-se. Intime-se. Transitado em julgado, arquivem-se os autos. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Campina Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Mariano Lemos Filho, Pbprevparaiba Previdencia E Juizo da 1a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Jose Nicodemos Diniz Neto e ADVOGADO: Euclides Dias de Sa Filho. APELADO: Os Mesmos. APELAÇÕES CÍVEIS E REMESSA NECESSÁ- RIA. SENTENÇA QUE DETERMINOU A DEVOLUÇÃO DOS DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS SOBRE TERÇO DE FÉRIAS E FIXOU OS JUROS DE MORA EM 0,5% AO MÊS, A PARTIR DO TRÂNSITO EM JULGADO DA SENTENÇA (SÚMULA Nº 188). APELO DO AUTOR. PEDIDO PARA DEVOLUÇÃO DOS VALORES DESCONTA- DOS A TÍTULO DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE HORAS EXTRAS, GRATIFICAÇÕES DE RE- PRESENTAÇÃO, ASSESSORAMENTO, CHEFIA OU DIREÇÃO. AUSÊNCIA DE PROVAS DE QUE RECEBIA ESTAS VERBAS. SEGUIMENTO NEGADO. APELO DA PBPREV. IMPOSSIBILIDADE DE DESCONTOS PREVI- DENCIÁRIOS SOBRE TERÇO DE FÉRIAS. DESPROVIMENTO. JUROS DE MORA. MODIFICAÇÃO DE OFÍCIO. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. JUROS QUE DEVERÃO SER CALCULADOS CONFORME OS CRITÉRIOS DEFINIDOS PELA LEI Nº /2009. INAPLICABILIDADE DA SÚMULA Nº 188 DO STJ. SENTENÇA ILÍQUIDA. TERMO INICIAL A PARTIR DA CITAÇÃO. SEGUIMENTO NEGADO AOS RECURSOS VOLUNTÁRIOS E À REMESSA NECESSÁRIA. - Analisando o contracheque do servidor, não vislumbro qualquer indício que ele tenha realizado horas extras ou recebido gratificações de representação, assessoramento, chefia ou direção. Portanto, pede que não incida descontos previdenciários sobre verbas que sequer recebe. Logo, seu recurso não pode ser provido. - Vale salientar que o magistrado condenou a autarquia a devolver os valores recolhidos a título de contribuição previdenciária incidente sobre o terço de férias, referentes aos cinco anos anteriores a propositura da ação, atualizados pela TR e juros de mora de 0,5% ao mês, a partir do trânsito em julgado da sentença (Súmula nº 188). Por ser matéria de ordem pública, entendo que os juros deverão ser calculados conforme os critérios definidos pela Lei nº /2009, quais sejam, juros moratórios com base nos juros aplicados à caderneta de poupança. Por sua vez, a correção monetária deverá ser calculada com base no IPCA, índice que melhor reflete a inflação acumulada do período (REsp /RJ, Rel. Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, QUINTA TURMA, julgado em 19/11/2013, DJe 25/11/2013 e AgRg no REsp /RS). Diante do exposto, nos termos do art.557, 1º-A, do CPC, nego seguimento à Remessa Necessária, aos recursos do Autor e da PBPREV, nos termos do art. 557, caput, do Código de Processo Civil e, de ofício, por ser matéria de ordem pública, modifico a sentença e fixo os juros de mora, desde a citação, com base nos critérios definidos pela Lei nº /2009, quais sejam, juros moratórios com base nos juros aplicados à caderneta de poupança, e correção monetária com base no IPCA. P.I. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba, Rep P/ Procurador E Pbprev Paraíba Previdência. ADVOGADO: Felipe de Brito Lira Souto e ADVOGADO: Renata Franco Feitosa Mayer E Outros. APELADO: Carlos Alberto dos Santos Silva. ADVOGADO: Candido Artur Matos de Sousa. PROCESSUAL CÍVEL. PRELIMINAR DE PRESCRIÇÃO DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO ESTADO DA PARAÍBA. REJEIÇÃO - O Estado da Paraíba é parte legítima para figurar no polo passivo da demanda, uma vez que ele executa o desconto e repassa os valores respectivos à PBPREV. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER C/C COBRANÇA. DEVOLUÇÃO DOS DESCONTOS INCIDENTES APENAS SOBRE VERBAS INDENIZATÓRIAS OU QUE SÃO PAGAS DE FORMA TRANSITÓRIA. DESPROVIMENTO DA REMESSA NECESSÁRIA E DOS RECURSOS VOLUNTÁRIOS. - Descontos previdenciários não incidem em verbas de natureza indenizatórias, tais como diárias para viagem; ajuda de custo em razão da mudança de sede; indenização de transporte; salário família; auxílio alimentação; auxílio creche; as parcelas remuneratórias pagas em decorrência de local de trabalho; a parcela percebida em decorrência do exercício de cargo em comissão ou de função comissionada ou gratificada e abono de permanência, e naquelas pagas transitoriamente, que serão consideradas no momento da aposentação do servidor. Precedentes desta Corte e do STJ. Isso posto, com base no art. 557, caput, do CPC, rejeito a preliminar aventada e, no mérito, DESPROVEJO a Remessa Necessária e os Recursos Voluntários. Publique-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande Representado Por Seu Procurador. ADVOGA- DO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Janio dos Santos Filgueira. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PÚBLICO Municipal. VERBAS SALARIAIS RETIDAS. ILEGALI- DADE. ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA MUNICIPALIDADE. COMPROVAÇÃO DO VÍNCULO ENTRE AS PARTES. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SEGUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. - ( ) o ônus da prova, quanto ao direito a eventual pagamento dos vencimentos, é do Município Recorrente, por constituir fato extintivo do direito da autora, conforme previsão expressa do art. 333, II, do Código de Processo Civil. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 3ª Vara de Sapé. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Maria das Gracas Silva. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. APELADO: Municipio de Sape Representado Por Seu Procurador. ADVOGADO: Bruno Veras de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA. QUESTIONAMENTO SOBRE O PISO SALARIAL. PAGAMENTO DO PISO PRO- PORCIONAL DO MAGISTÉRIO SOBRE A CARGA HORÁRIA DE 25 HORAS SEMANAIS. OCORRÊNCIA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPOTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO. - A Lei Federal nº /08 impõe que seja observado o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, de forma proporcional à jornada de trabalho exercida. Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o Apelo, mantendo a sentença em todos os termos. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Unica da Comarca de Solanea. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Joseano Alves dos Santos. ADVOGADO: Cleidisio Henrique da Cruz. APELADO: Aymore Credito, Financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva. APELA- ÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. FINANCIAMENTO DE VEÍCULO. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. AUSENTE EXPRESSA CONVENÇÃO ENTRE AS PARTES. IMPOSSIBILIDADE. TAXA DE JUROS ADEQUADA A MÉDIA DE MERCADO. PROVIMENTO AO APELO. A capitalização mensal de juros é permitida nos contratos celebrados após a edição da MP nº , de 30 de março de 2000, reeditada sob o nº /2001, desde que expressamente pactuada. No caso dos autos, diante da inexistência de cláusula prevendo a taxa mensal e anual, resta impossível a análise da incidência da capitalização dos juros, estando vedada a sua cobrança. Os juros remuneratórios deve-se observar a taxa média de mercado fixada pelo Bacen para o período da contratação, conforme entendimento sedimentado pelo STJ. Feitas tais considerações, com fundamento no art. 557, 1º do CPC, PROVEJO o Apelo, para considerar abusiva a cobrança da capitalização de juros e adequar a taxa de juros a taxa de mercado. Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Aymore Credito,financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Genival de Oliveira Fernandes. ADVOGADO: Vitoria Maria Costa de Medeiros. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. CONTRATO DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO. DESPESAS ADMINISTRATIVAS. ABUSIVIDADE. PEDIDO JULGADO PARCIALMENTE PROCEDENTE. IRRESIGNAÇÃO. LEGALIDADE E NÃO ABUSIVIDADE DA COBRANCA DA TARIFA DE AVALIAÇÃO DE BEM. PROVIMENTO DO RECURSO APELATÓ- RIO. Tendo a sentença não considerada abusiva a taxa de juros, tarifa de cadastro e emissão de carnê e IOF, entendo que a instituição financeira se apresenta, neste ponto, carecedora de interesse recursal, impondo-se o não conhecimento do recurso quanto às matérias. No caso em julgamento é legal a cobrança da tarifa de avaliação de bem, pois explicitada no contrato, motivo pelo qual não afronta a Resolução nº 3.518/64 e nem o dever de transparência, regulamentado pelo CDC. Destarte, pelos motivos acima delineados, com fulcro no art. 557, 1º do CPC, PROVEJO O APELO, para considerar legal e não abusiva a cobrança da tarifa de avaliação de bem. Publique-se. Intimações necessárias.

7 7 APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Aroeiras. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Aymore Credito,financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Jose Luiz Araujo Filho. ADVOGADO: Luciana Ribeiro Fernandes. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. CONTRATO DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO. DESPESAS ADMI- NISTRATIVAS. PEDIDO JULGADO PARCIALMENTE PROCEDENTE. ILEGALIDADE DA COBRANÇA DA TAC E TARIFA DE INCLUSÃO DE GRAVAME. DEVOLUÇÃO SIMPLES. PROVIMENTO PARCIAL DO APELO. Considerando que o contrato foi celebrado em 17/10/2008 (fls.11/12), que nele foi expressamente prevista a cobrança da TAC e que o STJ entendeu que nos contratos bancários celebrados até 30 de abril de 2008 (fim da vigência da Resolução CMN 2.303/96), era válida a pactuação dessas tarifas, inclusive as que tiverem outras denominações para o mesmo fato gerador, entendo que não é possível a cobrança da Tarifa de Abertura de Crédito (TAC). É indevida a cobrança da tarifa de inserção de gravame, uma vez que é uma transferência de custo administrativo ao consumidor e não demonstrada a autorização do Banco Central. Por Inexistir prova da má-fé do promovido é devida a devolução dos valores considerados abusivos de modo simples, sob pena de enriquecimento injustificado do credor. Destarte, pelos motivos acima delineados, com fulcro no art. 557 do CPC, PROVEJO PARCIALMENTE O APELO, para repetição ser cobrada na forma simples. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Água Branca. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Juru. ADVOGADO: Jorge Marcio Pereira. APELADO: Nerci Pereira Lima Gama. ADVOGADO: Maria das Gracas Diniz Cabral. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO SUMÁRIA DE COBRANÇA. SERVIDOR PÚBLICO. ADICIONAL NOTURNO. Procedência do pedido. IRRE- SIGNAÇÃO. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. INTELIGÊNCIA DO ART. 333, INCISO II, DO CPC. NEGADO SEGUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, REJEITO a preliminar de falta de interesse de agir e, no mérito, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Marciele Nascimento Figueiredo. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PÚBLICO Municipal. VERBAS SALARIAIS RETIDAS. ILEGALIDADE. ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA MUNICIPALIDADE. COMPROVAÇÃO DO VÍNCULO ENTRE AS PARTES. Procedência do pedido. IRRESIGNAÇÃO. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SE- GUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. - ( ) o ônus da prova, quanto ao direito a eventual pagamento dos vencimentos, é do Município Recorrente, por constituir fato extintivo do direito da autora, conforme previsão expressa do art. 333, II, do Código de Processo Civil. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara da Comarca de Barra de Santa Rosa. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Aline Correa Nunes. ADVOGADO: Roseno de Lima Sousa. APELADO: Municipio de Damiao. ADVOGADO: Alysson Wagner Correa Nunes. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. COMUNICADO DE NOMEAÇÃO AO CARGO DE PROFESSORA. RECURSO PREJUDICADO. PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO. ART. 557 DO CPC. APLICAÇÃO. SEGUIMENTO NEGADO MONOCRATICAMENTE. - Ocorrendo a perda do objeto, há falta superveniente de interesse recursal, impondo-se o não conhecimento do recurso, ante a sua prejudicialidade. Assim, ao relator cabe negar-lhe seguimento, como determina o art. 557, caput, do CPC. Desta forma, considerando a perda superveniente de objeto, julgo prejudicado a presente Apelação Cível e NEGO SEGUIMENTO de forma monocrática, em conformidade com a regra do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Intimações necessárias e comunicações de estilo. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Joao Bernardo da Silva. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PÚBLICO Municipal. VERBAS SALARIAIS RETIDAS. ILEGALIDADE. ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA MUNICIPALIDADE. COMPROVAÇÃO DO VÍNCULO ENTRE AS PAR- TES. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SEGUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. - ( ) o ônus da prova, quanto ao direito a eventual pagamento dos vencimentos, é do Município Recorrente, por constituir fato extintivo do direito da autora, conforme previsão expressa do art. 333, II, do Código de Processo Civil. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Albino Benicio Teles. ADVOGADO: Claudio Galdino da Cunha. APELADO: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Pedro Paulo C. F. Nobrega. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. TÉCNICO DE ENFERMAGEM. GRATIFICAÇÃO DE INSALUBRIDADE. AUSÊNCIA DE NORMA ESPECÍFICA LOCAL. IMPOSSIBILIDADE. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DECI- SÃO MONOCRÁTICA. HIPÓTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - O pagamento do Adicional de Insalubridade aos Agentes de Saúde submetidos ao vínculo jurídico administrativo, depende de lei regulamentadora do ente ao qual pertencer. Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº Publicado no Diário da Justiça de 19/03/2014. Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o Apelo, mantendo sentença na sua integralidade. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Mayra Thiara da Silva Bezerra. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PÚBLICO Municipal. VERBAS SALARIAIS RETIDAS. ILEGALIDADE. ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA MUNICIPALIDADE. COMPROVAÇÃO DO VÍNCULO ENTRE AS PARTES. Procedência do pedido. IRRESIGNAÇÃO. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SE- GUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. - ( ) o ônus da prova, quanto ao direito a eventual pagamento dos vencimentos, é do Município Recorrente, por constituir fato extintivo do direito da autora, conforme previsão expressa do art. 333, II, do Código de Processo Civil. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Maria de Lourdes Aires Cavalcante. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PÚBLICO Municipal. VERBAS SALARIAIS RETIDAS. ILEGALIDADE. ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DA MUNICIPALIDADE. COMPROVAÇÃO DO VÍNCULO ENTRE AS PARTES. Procedência do pedido. IRRESIGNAÇÃO. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SE- GUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. - ( ) o ônus da prova, quanto ao direito a eventual pagamento dos vencimentos, é do Município Recorrente, por constituir fato extintivo do direito da autora, conforme previsão expressa do art. 333, II, do Código de Processo Civil. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 1ª Vara da Comarca de Monteiro. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Monteiro. ADVOGADO: Miguel Rodrigues da Silva. APELADO: Luana Silva de Lima. ADVOGADO: Jose Nildo Pedro de Oliveira. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. GRATIFICAÇÃO DE INSALUBRIDADE. AUSÊNCIA DE NORMA ESPECÍFICA LOCAL. IMPOSSIBILIDADE. REFORMA DA SENTENÇA. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPÓTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. PROVIMENTO DOS RECURSOS. - Pacificou-se o entendimento, nesta Corte de Justiça, que sem lei local específica, não há que se falar em direito ao recebimento de adicional de insalubridade, fazendo com que eu modificasse posicionamento anterior. Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, PROVEJO os Recursos, afastando a condenação do Apelante. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 3ª Vara da Comarca de Pombal. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Aymore Credito,financiamento E Investimento S/a. ADVOGADO: Antonio Braz da Silva. APELADO: Sandra Maria Nobrega Trigueiro. ADVOGADO: Vladimir Magnus Bezerra Japyassu. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. FINANCIAMENTO DE VEÍCULO. POSSIBILIDADE DE UTILIZAÇÃO DA TABELA PRICE. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. EXPRESSA CONVENÇÃO ENTRE AS PARTES. VARIAÇÃO ENTRE AS TAXAS MENSAL E ANUAL. PROVIMENTO DO APELO. A capitalização mensal de juros é permitida nos contratos celebrados após a edição da MP nº , de 30 de março de 2000, reeditada sob o nº /2001, desde que expressamente pactuada. No caso dos autos, diante da existência da variação entre as taxas mensal e anual, resta verificada a pactuação. A utilização do denominado Sistema Francês de Amortização é admitida desde que previamente contratada Feitas tais considerações, com fundamento no art. 557, 1º, do CPC, PROVEJO o Apelo, para considerar a possibilidade da aplicação da tabela PRICE e da cobrança de juros capitalizados, invertendo o ônus da sucumbência. Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 5ª Vara de Sousa. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Aldenia Alves da Nobrega Lima. ADVOGADO: Lincon Beserra de Abrantes. APELADO: Municipio de Sousa. ADVOGADO: Cleonerubens Lopes Nogueira. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA. PAGAMENTO DO PISO SALARIAL DOS MESES DE JANEIRO A ABRIL DE IMPOSSIBILI- DADE. ENTRADA EM VIGOR DA LEI FEDERAL Nº /08 QUE TRATA DO PISO SALARIAL NACIONAL DO MAGISTÉRIO PÚBLICO A PARTIR DE 27 DE ABRIL DE MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPOTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO. - A Lei Federal nº /08 impõe que seja observado o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, de forma proporcional à jornada de trabalho exercida. - ação direta de inconstitucionalidade não foi conhecida quanto aos arts. 3º e 8º da Lei /2008, por perda superveniente de seu objeto, e, na parte conhecida, ela foi julgada improcedente, (2) bem como para estabelecer que a Lei /2008 passou a ser aplicável a partir de Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o Apelo, mantendo a sentença na sua integralidade. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 5ª Vara de Sousa. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Claudenes Maria do Nascimento Lima. ADVOGADO: Lincon Beserra de Abrantes. APELA- DO: Municipio de Sousa. ADVOGADO: Eduardo Henrique Jacome E Silva. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ORDINÁ- RIA DE COBRANÇA. PAGAMENTO DO PISO SALARIAL DOS MESES DE JANEIRO A ABRIL DE IMPOSSIBILIDADE. ENTRADA EM VIGOR DA LEI FEDERAL Nº /08 QUE TRATA DO PISO SALARIAL NACIONAL DO MAGISTÉRIO PÚBLICO A PARTIR DE 27 DE ABRIL DE MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPOTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO. - A Lei Federal nº /08 impõe que seja observado o piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica, de forma proporcional à jornada de trabalho exercida. - ação direta de inconstitucionalidade não foi conhecida quanto aos arts. 3º e 8º da Lei /2008, por perda superveniente de seu objeto, e, na parte conhecida, ela foi julgada improcedente, (2) bem como para estabelecer que a Lei /2008 passou a ser aplicável a partir de Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o Apelo, mantendo a sentença na sua integralidade. Publique-se. Intimações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Geraldo Souza de Oliveira Filho. ADVOGADO: Diego Jose Mangueira Aureliano. APELADO: Santander Leasing S/a-arrendamento Mercantil. ADVOGADO: Henrique Jose Parada Simao. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL. LEASING. IMPOSSIBI- LIDADE DE ADEQUAÇÃO DA TAXA DE JUROS. AUSENTE INCIDÊNCIA. IMPOSSIBILIDADE DE AFERIR A CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. DANO MORAL NÃO CONFIGURADO. SEGUIMENTO NEGADO. O contrato não estipulou taxa de juros na composição do preço do arrendamento mercantil, que se traduz no valor da contraprestação e do valor residual garantido, mostrando-se descabida a pretensão de limitar os juros, notadamente, sem a comprovação cabal da discrepância entre a quantia utilizada pela arrendadora para adquirir o bem e o montante a ser pago pelo arrendatário. Descabida a pretensão do arrendatário de vedar a incidência da capitalização, uma vez que não havendo a incidência de juros remuneratórios, logicamente não há capitalização desses. Eventuais aborrecimentos e transtornos decorrentes da vida em sociedade não devem ser considerados como fontes de danos morais, ao menos de forma presumida, considerando que a parte demandante não comprovou qualquer efetivo prejuízo moral sofrido. Feitas tais considerações, com fundamento no art. 557 do CPC, NEGO SEGUI- MENTO Ao Apelo, mantendo a sentença recorrida. Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo de Direito da 5ª Vara da Comarca de Patos. RELA- TOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Passagem. ADVOGADO: Heber Tiburtino Leite. APELADO: Ariana Goncalves de Oliveira. ADVOGADO: Jose Mattheson Nobrega de Sousa. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. ServidorA PúblicA Municipal. Retenção de salário do mês de DEZEMBRO de Procedência do pedido. IRRESIGNAÇÃO. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SE- GUIMENTO AO RECURSO. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, REJEITO a preliminar de conexão suscitada e, no mérito, NEGO SEGUIMENTO ao recurso. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba, Representado Por Seu Procurador. ADVOGADO: Flavio Jose Costa de Lacerda. APELADO: Iracinda Duarte de Souza. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO A EX-GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Banco Bradesco Financiamentos S/a. ADVOGADO: Humberto Luiz Texeira. APELADO: Jose Vieira Carneiro. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO. ABANDONO DA CAUSA. INTIMAÇÃO PESSOAL DO CREDOR. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. SEGUIMENTO NEGADO. A extinção do processo em face do abandono de causa pelo autor (art. 267, inc. III do CPC) pressupõe a intimação pessoal da parte, para que pratique o ato em 48 horas (art. 267, inc. III do CPC). Em se tratando de pessoa jurídica, é válida a sua intimação via postal, se o Aviso de Recebimento comprova que a respectiva carta fora devidamente entregue no endereço correto para dar prosseguimento do feito. Feitas tais considerações, com supedâneo no artigo 557, caput, do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao presente Apelo por estar em confronto com a jurisprudência dominante deste Tribunal e do STJ, mantendo a sentença em todos os seus termos. Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara de Executivos Fiscais da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Joao Pessoa. ADVOGADO: Joelma Araujo Saraiva de Andrade. APELADO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora. ADVOGADO: Lilyane Fernandes Bandeira de Oliveira. EXECUÇÃO FISCAL. EXTINÇÃO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. TAXA DE COLETA DE RESÍDUOS. IMÓVEL PÚBLICO. AUSÊNCIA DE PREVISÃO LEGAL. OFENSA AOS PRINCÍPIOS DA LEGALI- DADE E DA TIPICIDADE. MATÉRIA SUMULADA PELO PLENO DO TJPB. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO DE APELAÇÃO. - É ilegal a cobrança de TCR taxa de coleta de resíduos sobre imóveis públicos situados no Município de João Pessoa, relativa ao período anterior a vigência da Lei Municipal nº 41/2006, por ausência de previsão legal. Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº Ante o exposto, nos termos do art. 557 do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO ao recurso de Apelação interposto pelo Município de João Pessoa. Publique-se e Intimem-se. APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Flavio Jose Costa de Lacerda. APELADO: Jose Leonel de Moura. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBU- NAL DE CONTAS DO ESTADO A GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. Com o trânsito em julgado, retornem os autos à Vara de Origem.

8 8 APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Julio Tiago de Carvalho Rodrigues. APELADO: Joao Bosco Cavalcante. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCES- SO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO A EX-GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECU- TAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. APELAÇÃO N ORIGEM: 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba, Representado Por Seu Procurador. ADVOGADO: Julio Tiago de Carvalho Rodrigues. APELADO: Jose Antonio Vasconcelosda Costa. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO A EX-GESTOR MUNICIPAL. TITULARI- DADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. APELAÇÃO N ORIGEM: 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Flávio José Costa de Lacerda. APELADO: Sergio Lima Chaves. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBU- NAL DE CONTAS DO ESTADO A GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. Com o trânsito em julgado, retornem os autos à Vara de Origem. APELAÇÃO N ORIGEM: 1ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador. ADVOGADO: Flavio Jose Costa de Lacerda. APELADO: Mario Agostinho Neto. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBU- NAL DE CONTAS DO ESTADO A GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. Com o trânsito em julgado, retornem os autos à Vara de Origem. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELA- TOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.por Seu Procurador. ADVOGADO: Flavio Jose Costa de Lacerda. APELADO: Francisca das Chagas Pimenta. APELAÇÃO CÍVEL CONTRA SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO A EX-GESTOR MUNICIPAL. TITULARI- DADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SÚMULA Nº 43 DO TJPB. SENTENÇA ANULADA. PROVI- MENTO DO RECURSO. Súmula nº 43: É do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93. Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 7ª Vara Cível da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Rita de Cassia da Silva. ADVOGADO: Roberto Dimas Campos Junior. APELADO: Banco Bonsucesso S/a. ADVOGADO: Lourenco Gomes Gadelha de Moura. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISI- ONAL DE CONTRATO. FINANCIAMENTO DE VEÍCULO. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. EXPRESSA CONVEN- ÇÃO ENTRE AS PARTES. VARIAÇÃO ENTRE AS TAXAS MENSAL E ANUAL. TAXA DE JUROS QUE NÃO EXORBITA A TAXA DE MERCADO. SEGUIMENTO NEGADO. A capitalização mensal de juros é permitida nos contratos celebrados após a edição da MP nº , de 30 de março de 2000, reeditada sob o nº /2001, desde que expressamente pactuada. No caso dos autos, diante da existência da variação entre as taxas mensal e anual, resta verificada a pactuação. A jurisprudência dos tribunais superiores é pacífica no sentido de que os juros remuneratórios cobrados pelas instituições financeiras não sofrem a limitação imposta pelo Decreto n /33 (Lei de Usura), conforme teor do disposto na Súmula nº 596/STF, de forma que a abusividade da pactuação dos juros remuneratórios deve ser cabalmente demonstrada no caso concreto. Feitas tais considerações, com fundamento no art. 557 do CPC, nego seguimento ao Apelo, mantendo a sentença de primeiro grau em todos seus termos Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Tania Maria Gondim da Fonseca E Bv Leasing Arrendamento Mercantil S/a. ADVOGADO: Lucas Freire de Almeida e ADVOGADO: Fernando Luz Pereira. APELADO: Os Mesmos. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL. LEASING. IMPOSSIBI- LIDADE DE ADEQUAÇÃO DA TAXA DE JUROS. AUSENTE INCIDÊNCIA. IMPOSSIBILIDADE DE AFERIR A CAPITALIZAÇÃO DE JUROS. COMISSÃO DE PERMANÊNCIA. CUMULAÇÃO INADMITIDA. PROVIMENTO PARCIAL. O Custo Efetivo Total é inferior à taxa média de juros remuneratórios praticada no mercado. Não prospera a pretensão de limitar os encargos sem a comprovação da discrepância entre a quantia utilizada pela arrendadora para adquirir o bem e o montante a ser pago pelo arrendatário. Não demonstrada a incidência dos juros remuneratórios, tampouco sua capitalização, não havendo falar em vedação desta. Não é legítima a cobrança da Tarifa de registo e serviços de terceiros pois constatada a abusividade em sua cobrança. Impossibilidade da cumulação da comissão de permanência com outros encargos moratórios. Súmulas n.º 296 e 472 do STJ. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO. CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL. LEASING. RESTITUIÇÃO SIMPLES. AUSENTE MÁ-FÉ DO PROMOVIDO. SEGUIMENTO NEGADO. Por Inexistir prova da má-fé do promovido é devida a devolução dos valores considerados abusivos de modo simples, sob pena de enriquecimento injustificado do credor. Feitas tais considerações, com fundamento no art. 557 do CPC, NEGO SEGUIMENTO ao Apelo da Promovente e PROVEJO PARCIALMENTE O APELO DA PROMOVIDA para considerar legal e não abusiva a capitalização dos juros. Publique-se. Comunicações necessárias. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Banco Santander. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Claudia Evangelina Chianca Ferreira de Franca. ADVOGADO: Joao Paulo de Justino E Figueiredo. APELAÇÃO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS MATERIAIS. RESSARCIMENTO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCI- OS CONTRATUAIS. POSSIBILIDADE. VERBA DE NATUREZA DIVERSA DOS HONORÁRIOS SUCUMBENCI- AIS. RECOMPOSIÇÃO INTEGRAL DOS PREJUÍZOS. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPÓTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO. - Impõe-se prestigiar os princípios da restituição integral, da equidade e da justiça, atribuindo àquele que deu causa à instauração do processo o dever de arcar com os honorários do advogado contratado pela parte contrária. Destarte, pelos motivos acima delineados e nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPROVEJO o apelo, mantendo a sentença em todos os termos. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador. ADVOGADO: Flavio Jose Costa de Lacerda. APELADO: Julio Lopes Cavalcanti. APELAÇÃO CÍVEL. SENTENÇA QUE EXTINGUIU PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO POR AUSÊNCIA DE LEGITIMIDADE ATIVA. APLICAÇÃO DE MULTA PELO TRIBU- NAL DE CONTAS DO ESTADO A GESTOR MUNICIPAL. TITULARIDADE DO ESTADO PARA EXECUTAR A MULTA. SENTENÇA ANULADA. PROVIMENTO DO RECURSO. A matéria já foi dirimida no Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , na qual o Plenário do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba decidiu que é do Estado da Paraíba, com exclusividade, a legitimidade para cobrança de multa aplicada a gestor público municipal pelo Tribunal de Contas do Estado, com base na Lei Complementar Estadual nº 18/93 em consonância com o entendimento do STJ (AgRg no REsp /RJ, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 17/12/2013, DJe 04/02/2014). Diante do exposto, dou provimento ao recurso para, reconhecendo a legitimidade ativa do Estado da Paraíba, anular a sentença e determinar o retorno dos autos à instância de origem a fim de que tenha seu trâmite regular. P.I. Com o trânsito em julgado, retornem os autos à Vara de Origem. APELAÇÃO N ORIGEM: Juízo da 2ª Vara de Executivos Fiscal. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Municipio de Joao Pessoa. ADVOGADO: Neuzelito Cavalcanti Sobral. APELADO: Sindicatro dos Trabalhadores Nas Indústrias do Vestuário E Confecções de Roupas do Estado da Paraíba. ADVOGADO: Ivamberto Carvalho de Araujo. EXECUÇÃO FISCAL. EXTINÇÃO. VALOR IRRISÓRIO. NÃO CABIMENTO. AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL. NÃO CONFIGURAÇÃO. APLICAÇÃO DA SÚMULA Nº 452 DO STJ. PROVIMENTO DO APELO. - A extinção das ações de pequeno valor é faculdade da Administração Federal, vedada a atuação judicial de ofício. - a Súmula nº 452 do STJ, que além de proibir a extinção de ofício de ações relacionadas ao valor da causa, ainda faculta a Administração requerer a sua extinção, quando entender ser a causa de pequeno valor. Por tais razões, diante da clareza do entendimento sumulado pelo STJ, PROVEJO O RECURSO, para reformar a sentença, determinar que a Execução Fiscal tenha seu normal processamento perante o Juízo de origem. Publique-se. Comunicações necessárias. EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. EXCEPTO: Antonio Rogerio Bonfim Melo. ADVOGADO: Emcausa Propria. EXCIPI- ENTE: Sergio Rocha de Carvalho - Juiz de Direito da 4ª Vara da Comarca de Campina Grande. EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. JUIZ APOSENTADO. PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO. PREJUDICIALIDADE. SEGUI- MENTO NEGADO. Verifica-se a perda superveniente do objeto da Ação de Exceção de Suspeição, diante da aposentadoria do juiz excepto. O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior (art. 557 do CPC). Pelo exposto, considerando a perda superveniente de objeto, julgo prejudicado a análise da exceção de suspeição, em conformidade com a regra do art. 557, caput, do Código de Processo Civil. Publique-se. Comunicações necessárias. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 5ª Vara da Comarca de Santa Rita. RELATOR: Des Leandro dos Santos. JUÍZO: Fatima Maria Spinelli Ferreira. ADVOGADO: Silvia Karla Sales de Araujo. POLO PASSIVO: Municipio de Santa Rita E Juizo da 5a. Vara de Santa Rita. ADVOGADO: Fabio Roneli Cavalcanti de Souza. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERADOS. REJEIÇÃO. - O Estado, o Distrito Federal e o Município são partes legítimas para figurar no polo passivo nas demandas cuja pretensão é o tratamento médico imprescindível à saúde de pessoa carente, podendo a ação ser proposta em face de quaisquer deles. REMESSA NECESSÁRIA. MANDADO DE SEGU- RANÇA. MEDICAMENTO. CONCESSÃO DA ORDEM. GARANTIA CONSTITUCIONAL DO FORNECIMENTO. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA. SEGUIMENTO NEGADO. - O direito à saúde representa consequência constitucional indissociável do direito à vida (Agravo Regimental no Recurso Extraordinário n. º /RS, STF, julgado em 12/09/2000). - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. (Art. 557, CPC). Por tais razões, NEGO SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA. Publique-se. Intime-se. Transitado em julgado, arquivem-se os autos. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. JUÍZO: Marcos Paulo de Almeida. ADVOGADO: Jose Ernesto dos Santos Sobrinho. POLO PASSIVO: Municipio de Remigio E Juizo da Comarca de Remigio. ADVOGADO: Vinicius Jose Carneiro Barreto. REMESSA NECESSÁRIA. MANDADO DE SEGURANÇA. EXONERAÇÃO SEM O DEVIDO PROCESSO LEGAL. REINTEGRAÇÃO. PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO. APLICAÇÃO DO ART. 557 DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. A perda do objeto consiste no desfazimento do elemento material da ação (interesse de agir) no curso da demanda, e se caracteriza pela desnecessidade superveniente do provimento jurisdicional solicitado (MS n , Des. Álvaro Wandelli). O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. Nesse diapasão, diante da sua manifesta improcedência, NEGO SEGUIMENTO a remessa oficial. Publique-se. Intimações necessárias. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo de Direito da 4ª Vara da Comarca de Patos. RELATOR: Des Leandro dos Santos. JUÍZO: Mauricio Soares da Silva. ADVOGADO: Jose Mattheson Nobrega de Sousa. POLO PASSIVO: Municipio de Passagem E Juizo da 4ª Vara de Patos. ADVOGADO: Heber Tiburtine Leite. REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO DE COBRANÇA. Servidor PúblicO Municipal. Retenção de salário do mês de DEZEMBRO de Procedência do pedido. Retenção de verbas pela Edilidade. Impossibilidade. NEGADO SEGUIMENTO à REMESSA. - É direito líquido e certo de todo servidor público, ativo ou inativo, perceber seus proventos pelo exercício do cargo desempenhado, nos termos dos artigos 7º, X, e 39, 3º, da Carta Magna, considerando ato abusivo e ilegal qualquer tipo de retenção injustificada. - A Administração Pública tem o dever de pagar pelos serviços prestados pelo servidor, porque restou comprovada a relação laboral entre as partes. Em razão das considerações tecidas acima, com fulcro no art. 557, caput, CPC, NEGO SEGUIMENTO à Remessa Necessária, mantendo a sentença em todos os seus termos. Publique-se. Intime-se. Cumpra-se. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. JUÍZO: Ana Michelle Ramalho Pereira de Moura. ADVOGADO: Arthur Monteiro Lins Fialho. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Juizo da 4a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Renan de Vasconcelos Neves. REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER. PROCEDIMENTO CIRÚRGICO. TUTELA ANTECIPADA DEFERIDA. SENTENÇA CONFIRMA- TÓRIA. AUSÊNCIA DE RECURSO VOLUNTÁRIO. CUMPRIMENTO DA MEDIDA PELO RÉU. PERDA DO OBJETO. REMESSA PREJUDICADA. - [...] Diante da concessão de medida liminar de caráter satisfativo, posteriormente confirmada por sentença, e com a informação do devido cumprimento da determinação judicial pela Anvisa, é de se reconhecer a hipótese de fato consumado. 3. Resta configurada a perda superveniente de interesse processual (art. 267, VI, CPC), motivo pelo qual a análise do mérito recursal encontra-se prejudicada [ ] (TRF 5ª R.; REOAC ; CE; Segunda Turma; Rel. Des. Fed. Fernando Braga; DEJF 12/07/2013; Pág O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior (art. 557 do CPC). Por tais razões, com fundamento no art. 557 do CPC, NEGO SEGUIMENTO à Remessa Necessária, mantendo na íntegra a sentença recorrida. Publique-se. Comunicações necessárias. REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: Juízo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Leandro dos Santos. JUÍZO: Edvaldo Gomes de Sousa. ADVOGADO: Francisco de Andrade Carneiro Neto. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador E Juizo da 5a. Vara da Fazenda Publica da Capital. ADVOGADO: Gustavo Nunes Mesquita. REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA CUMULADA COM OBRIGAÇÃO DE FAZER. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL. DESVIO DE FUNÇÃO. DIREITO À PERCEPÇÃO DA DIFERENÇA SALARIAL. RECONHECIMENTO. TRABALHO EFETIVA- MENTE PRESTADO. OBRIGAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE REMUNERAR CORRETAMENTE, SOB PENA DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO. OBEDIÊNCIA A SÚMULA Nº 378 DO STJ. JURISPRUDÊNCIA DOMI- NANTE DO STF e STJ. DECISÃO MONOCRÁTICA. HIPÓTESE DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVI- MENTO DA REMESSA. - São devidos ao servidor que trabalhou em desvio de função, à título de indenização, os valores resultantes da diferença salarial entre os vencimentos do cargo ocupado e da função efetivamente exercida, enquanto permanecer a irregularidade funcional, sob pena de locupletamento indevido da Administração (Precedentes do TJ/PB e do STJ). - Reconhecido o desvio de função, o servidor faz jus às diferenças salariais decorrentes. (Súmula nº 378 do STJ). Pelo exposto e nos termos do art. 557, caput, do CPC, DESPRO- VEJO a Remessa Necessária, mantendo a sentença em todos os termos. Publique-se e Intimem-se. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. IMPETRANTE: Caixa Beneficente dos Oficiais E Pracas da Policia Militar do Estado da Paraiba. ADVOGADO: Marcio Henrique Carvalho Garcia. IMPETRADO: Presidente da Pbprev Paraiba Previdência. Vistos etc. Em face da ausência de pedido liminar, notifique-se a autoridade indicada como coatora na petição inicial, enviando-lhe a segunda via apresentada com as cópias dos documentos, a fim de que, no prazo de 10 (dez) dias, preste as informações. Cientifique-se o órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito. Após, remetam-se os autos à Procuradoria Geral de Justiça. Publique-se. Cumpra-se. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. AGRAVANTE: Ana Neri Alves dos Santos. ADVOGADO: Raimundo Rodrigues da Silva. AGRAVADO: Estado da Paraiba. Vistos etc. Por tais razões, INDEFIRO a liminar. Notifique-se o Juízo da causa, requisitando-lhe as informações. Intime-se a parte agravada para ofertar, querendo, contrarrazões. Após o prazo, com ou sem respostas, dê-se vistas ao Ministério Público. P. I. Cumpra-se. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. IMPETRANTE: Manoel Brito de Freitas. ADVOGADO: Aleksandro de Almeida Cavalcante. IMPETRADO: Secretario de Saude do Estado da. Vistos etc. Por tais razões, CONCEDO A LIMINAR PLEITEADA, determinando o procedimento cirúrgico requerido, no prazo de estabelecido pela equipe médica, sob pena de multa diária e pessoal ao Impetrado, no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais), até o limite de R$ ,00

9 9 (cem mil reais). Notifique-se a autoridade indicada como coatora na petição inicial, enviando-lhes a segunda via apresentada com as cópias dos documentos, a fim de que, no prazo de 10 (dez) dias, preste as informações. Cientifique-se o órgão de representação judicial da pessoa jurídica interessada, enviando-lhe cópia da inicial sem documentos, para que, querendo, ingresse no feito. Após, remetam-se os autos à Procuradoria-Geral de Justiça. Publique-se. Cumpra-se. Des. Jose Aurelio da Cruz AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: CAPITAL - 1ª VARA DA FAZEN- DA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Cambuci S/a ( Penalty ). ADVOGA- DO: Harrison Targino. AGRAVADO: Estado da Paraiba. SEM EMENTA Assim sendo, INDEFIRO O PEDIDO DE LIMINAR. AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 10 VARA CÍVEL. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Catherine Carvalho de Azevedo E Desenvolvimento Ltda. ADVOGADO: Manuel Vieira da Silva Neto. AGRAVADO: Cesed-centro de Ensino Superior E Desenvolvimento Ltda. SEM EMENTA Isto posto, por não estarem presentes todos os pressupostos para o deferimento da tutela antecipada recorrida, INDEFIRO O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DA TUTELA RECURSAL. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: SOUSA - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Municipio de Vieiropolis E Remetente: Juizo da 5a Vara de Sousa. ADVOGADO: Luci Gomes de Sena. APELADO: Francisca Luciclea Alves Bernardino. ADVOGADO: Osmando Formiga Ney. ADMINISTRATIVO. AÇÃO ORDINÁRIA. IMPLANTAÇÃO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E ADICIONAL NOTURNO. SENTENÇA QUE ACOLHEU SOMENTE O PEDIDO DE INSALUBRIDADE. APELA- ÇÃO CÍVEL DA FAZENDA PÚBLICA E REEXAME NECESSÁRIO. EXISTÊNCIA DE LEGISLAÇÃO LOCAL. COMPLEMENTAÇÃO NORMATIVA PELA NR 15, DO MINISTÉRIO DO TRABALHO. POSSIBILIDADE. GARI. COMPROVAÇÃO DO EXERCÍCIO DO CARGO. INSALUBRIDADE EM GRAU MÁXIMO. ADICIONAL DEVIDO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. SEGUIMENTO NEGADO, MONOCRATICAMENTE, AOS RECURSOS. 1. Nos termos da normatização expedida pelo referido Ministério, fixada pela Norma Regulamentadora nº 15 (NR15), o Anexo 14 prevê que a atividade de coleta de lixo urbano é insalubre em grau máximo, cujo percentual é fixado em 40% (quarenta por cento). 2. Diante de regulamentação suficiente sobre o adicional de insalubridade, estando respeitado o princípio da legalidade, a concessão do mesmo ao agente público, que exerce a função de coleta de lixo urbano, é medida de justiça que se impõe. Diante do exposto, NEGO SEGUIMENTO AO APELO E AO REEXAME NECESSÁRIO, mantendo íntegra a sentença. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: PATOS - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Municipio de Patos E Juizo da 5ªvara de Patos. ADVOGADO: Rubens Leite Nogueira Silva. APELADO: Silvana Carvalho de Medeiros. ADVOGADO: Danilo de Freitas Ferreira. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. AÇÃO MANDAMENTAL. CONCURSO PÚBLICO. SENTENÇA PELA CONCESSÃO. APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. CANDIDATO CLASSIFICADO FORA DO NÚ- MERO DE VAGAS OFERTADAS NO EDITAL. POSSIBILIDADE DE NOMEAÇÃO, SE PREENCHIDOS OS RE- QUISITOS DA JURISPRUDÊNCIA DO STJ: COMPROVAÇÃO DE (1) CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PES- SOAL DURANTE O PRAZO DE VALIDADE DO CERTAME E (2) SURGIMENTO/CRIAÇÃO DE NOVAS VAGAS. AUSÊNCIA DO SEGUNDO REQUISITO. ELEIÇÃO DA VIA MANDAMENTAL inadequada por inexistência de PROVA PRÉ-CONSTITUÍDA. APLICAÇÃO DO 5º DO ART. 6º DA LEI Nº /2009 C/C INC. IV DO ART. 267 DO CPC. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. DENEGAÇÃO DA SEGURANÇA. PROVIMENTO DOS RECURSOS. 1. O candidato classificado fora do número de vagas previsto no edital possui direito líquido e certo à nomeação somente se comprovar o surgimento/criação de novas vagas e a contratação precária de pessoal para a mesma função, no período de validade do certame. Precedentes do STJ (AgRg- AREsp ; RMS e AgRg no REsp /PE). Diante do exposto, com fulcro no art. 557, 1º-A, do mesmo diploma legal, DOU PROVIMENTO ao apelo e ao reexame necessário para reformar a sentença e EXTINGUIR O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, DENEGANDO-SE A SEGURANÇA, nos termos do 5º1 do art. 6º da Lei nº /2009 c/c inc. IV do art. 267 do CPC. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: CAPITAL - 2ª VARA DA FA- ZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Pbprev - Paraiba Previdencia, Rep.p/ proc. Renata Franco Feitosa E Remetente: Juizo da 2a Vara da Fazenda Publica. ADVOGADO: Frederico Augusto Cavalcanti Bernardo. APELADO: Maria de Lourdes Correia dos Santos. ADVOGADO: Jose Augusto Meirelles Neto. PROCESSO CIVIL. AÇÃO DE COBRANÇA. DEFENSORES PÚBLICOS INATIVOS E PENSIO- NISTAS. I. APELAÇÃO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. PAGAMENTO DE BENEFÍCIO PREVIDEN- CIÁRIO. RESPONSABILIDADE DA AUTARQUIA COMPETENTE. INACOLHIMENTO. 1. Na esteira da jurisprudência, quando a pretensão se referir à benefício de cunho previdenciário, a responsabilidade pelo seu pagamento será da entidade de direito público competente pela sua gestão. II. REEXAME NECESSÁRIO. MÉRITO. COBRANÇA DE VALORES REFERENTES À GRATIFICAÇÃO DE ATIVIDADES ESPECIAIS. EXTENSÃO POR FORÇA DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº /001. IMUTABILIDADE DO JULGADO. APLICA- ÇÃO DA SÚMULA Nº 271/STF. AÇÃO ORDINÁRIA CABÍVEL. JUROS MORATÓRIOS. APLICAÇÃO DO ART. 1º- F DA LEI Nº 9.494/97. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO APELO E A REMESSA NECESSÁRIA. 2. Diante da impossibilidade de produção de efeitos patrimoniais pretéritos no Mandado de Segurança, cabível o ajuizamento de ação de cobrança para o recebimento de valores relativos a período anterior à Ação Mandamental, em sintonia com a Súmula nº 271/STF. 4. Não há, na ação de cobrança, espaço para rediscussão do mérito da causa, eis que tornada imutável por meio do fenômeno da coisa julgada. 5. O STJ reconheceu a legalidade da incidência da Lei nº /09 sobre os processos em curso, nos termos do REsp nº /SP. No entanto, as disposições do art.1º-f da Lei nº 9.494/97 passam a ser aplicadas apenas para aos juros moratórios, em face do decidido na ADIn nº 4.357/DF, incidindo a correção monetária pelo índice que reflita a inflação acumulada no período. 6. Na hipótese incide a Súmula 253 do STJ, segundo a qual o art. 557 do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário. Diante do exposto, nos termos do art. 557, caput, do CPC, rejeito a preliminar de ilegitimidade passiva da PBPREV Paraíba Previdência e, no mérito, NEGO SEGUIMENTO AO apelo, BEM ASSIM AO reexame necessário, com fulcro no art. 557, 1º-A, do CPC. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 3ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Ana Rita Feitosa Torreao Braz Almeida E Remetente: Juizo da 3a Vara da Fazenda Publica da Comarca de Campina Grande. APELADO: Jose Farias Braz. ADVOGADO: Carmen Noujaim Habib. CONSTITU- CIONAL E ADMINISTRATIVO APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. PRELIMINAR: ILEGIMITIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO ESTADO DA PARAÍBA - RESPONSABILI- DADE SOLIDÁRIA ENTRE OS ENTES FEDERATIVOS REJEIÇÃO. MÉRITO: AUSÊNCIA DO MEDICAMENTO PLEITEADO NO ROL LISTADO PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE - VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA INDEPEN- DÊNCIA E HARMONIA ENTRE OS PODERES - VEDAÇÃO DA REALIZAÇÃO DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO. - ARGUMENTOS RECHAÇADOS PELA REMANSOSA JURISPRUDÊNCIA DES- TA CORTE - APLICAÇÃO DO ART. 557, DO CPC. - SEGUIMENTO NEGADO REmessa OFICIAL sentença em harmonia com a JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DOS TRIBUNAIS SUPERIORES - SEGUIMENTO NEGADO MONOCRATICAMENTE ao apelo e à remessa. - A preliminar de ilegitimidade passiva do Estado da Paraíba não pode ser acolhida, uma vez que a Constituição Federal estabelece que o dever de promover o acesso à saúde, direito fundamental de primeira geração, é obrigação solidária entre todos os Entes Federativos (União, Estados e Municípios), de modo que qualquer deles tem legitimidade para responder às demandas que visam o fornecimento gratuito de medicamentos. Uma simples restrição contida em norma de inferior hierarquia (Portaria do Ministério da Saúde) não pode fazer tábula rasa do direito constitucional à saúde e à vida. - Seria uma distorção pensar que o princípio da independência e harmonia entre os poderes, originalmente concebido com o escopo de garantia dos direitos fundamentais, pudesse ser utilizado justamente como óbice à realização dos direitos sociais, igualmente fundamentais. - A previsão orçamentária, em que pese ser norma constitucional, é hierarquicamente inferior ao direito à vida e à saúde, cláusulas pétreas constitucionais. Ante o exposto, com fulcro no art. 557, caput, do CPC, CONHEÇO DA REMESSA NECESSÁRIA E DO RECURSO APELATÓRIO e NEGO-LHES SEGUIMENTO MONOCRÁTICAMENTE, mantendo, por conseqüência, totalmente inalterada a sentença proferida, eis que os recursos estão em manifesto confronto com a jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça e desta Egrégia Corte. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 1ª VARA DA FAZENDA PUBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Remetente: Juizo da 1a Vara da Fazenda Publica da Comarca de Campina Grande E Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora Ana Rita Feitosa Torreao Braz Almeida. APELADO: Fatima Cavalcante de Macedo. ADVOGADO: Dulce Almeiad de Andrade. - CONSTITUCIONAL E PROCESSO CIVIL REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CÍVEL APRECIAÇÃO DO PRIMEIRO RECURSO PRECLUSÃO CONSUMATIVA UNIRRECORRIBILIDADE - AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C TUTELA ANTECIPADA MEDICAMENTO PACIENTE SEM CONDI- ÇÕES FINANCEIRAS DE ARCAR COM A COMPRA DO FÁRMACO SENTENÇA JULGADA PROCEDENTE EM PARTE IRRESIGNAÇÃO DO ESTADO ARGUMENTO DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DO ENTE ESTA- TAL, INEXISTÊNCIA DO MEDICAMENTO SOLICITADO NO ROL DA COMPETÊNCIA DO ESTADO E LISTADO PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE E VEDAÇÃO DE DESPESA QUE EXCEDA O CRÉDITO ORÇAMENTÁRIO ANUAL. REJEIÇÃO. DIREITO À VIDA E À SAÚDE GARANTIA CONSTITUCIONAL PREQUESTIONAMEN- TO - JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STF - STJ E DO TJPB APLICAÇÃO ANALÓGICA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC PRINCÍPIO DA JURISDIÇÃO EQUIVALENTE SEGUIMENTO NEGADO. - O segundo recurso apelatório, da mesma parte, atacando a decisão hostilizada, não pode ser apreciado por força dos princípios da preclusão consumativa e da unirrecorribilidade. - É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em , publicado em ). A negativa de fornecimento de um medicamento de uso imprescindível para o (a) autor (a), cuja ausência gera risco à saúde, é ato que viola a Constituição Federal, pois vida e a saúde são bens jurídicos constitucionalmente tutelados em primeiro plano. - Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir tratamento e/ou medicamentos de qualquer um deles. - O relator negará seguimento ao recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou Jurisprudência dominante do respectivo Tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (CPC. Artigo 557, Caput). Diante do exposto, em analogia ao disposto o Artigo 557, caput, do CPC, de forma MONOCRÁTICA, nego seguimento a remessa e ao apelo, mantendo a sentença vergastada em todos os seus termos. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: CAPITAL - 2ª VARA DA FA- ZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Pbprev-paraiba Previdencia P/proc. Renata Franco Feitosa Mayer E Remetente: Juizo da 2a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Frederico Augusto Cavalcanti Bernardo. APELADO: Severino do Ramo de Souza. ADVOGADO: Jose Francisco Xavier. PROCESSUAL CIVIL REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO PREVIDENCIÁRIO C/C OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA AUSÊNCIA DE CITAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA RESPONSABILIDADE PELO DESCONTO E REPASSE AO ÓRGÃO PREVIDENCIÁRIO LEGITIMIDADE PARA CUMPRIR A ORDEM DE SUSPENSÃO DA EXAÇÃO SÚMULA 49 DO TJPB LITISCONSÓRCIO PASSIVO NECESSÁRIO ART. 47, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPC QUESTÃO DE ORDEM PÚBLICA NULIDADE DECRETADA DE OFÍCIO RECURSOS PREJUDICADOS APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC SEGUIMENTO NEGADO. 1. SÚMULA 49/TJPB: O Estado da Paraíba e os Municípios, conforme o caso, têm legitimidade passiva exclusiva quanto à obrigação de não fazer de abstenção de futuros descontos de contribuição previdenciária do servidor em atividade. (Súmula editada por força da decisão prolatada nos autos do Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , julgado em 19/05/2014, tendo as conclusões do Acórdão sido publicadas no DJ de 23/05/ 2014). 2. Como a decisão deverá ser uniforme tanto para o Estado da Paraíba como para a PBPREV, conclui-se ser o caso de litisconsórcio passivo necessário, devendo ser oportunizada a participação daquele na presente lide, a fim de que participe ativamente na defesa de seus interesses, nos termos do art. 47, caput e parágrafo único, do CPC. Diante do exposto, DECRETO, MONOCRATICAMENTE E DE OFÍCIO, A NULIDADE DO PROCESSO DESDE SEU RECEBIMENTO, determinando o retorno dos autos à instância de origem para que seja devidamente oportunizada, à parte autora, prazo para a promoção da citação do Estado da Paraíba, por considerá-la parte legítima para responder aos termos da demanda proposta. APELAÇÃO N ORIGEM: CABEDELO - 3ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Jose Marcelo Dias. ADVOGADO: Em Causa Propria. APELADO: Banco Itauleasing S/a. ADVOGADO: Bruno Souto da Franca. PROCESSUAL CIVIL. Apelação cível. Apresentação intempestiva. Recurso manifestamente inadmissível. Não conhecimento. Seguimento negado monocraticamente. - Manifesta a intempestividade do recurso, cabe ao relator, monocraticamente, com fulcro na regra contida no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, negar seguimento ao recurso. Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO AO APELO, por ser manifestamente inadmissível, ante a sua intempestividade, nos termos do 557, caput, do Código de Processo Civil Brasileiro. APELAÇÃO N ORIGEM: SOLANEA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Maria Valdilene Teodosio da Costa, Aymore Credito Financiamento E Investimento S/a E Henrique Jose Parada Simao. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Os Mesmos. EXIBIÇÃO DE DOCU- MENTO PROCEDÊNCIA, SEM CONDENAÇÃO EM HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS. RECURSOS DE AMBAS AS PARTES. PROVIMENTO MONOCRÁTICO DA APELAÇÃO DA AUTORA. APLICAÇÃO DO ART. 20, DO CPC. FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DO RECURSO DO BANCO. MANIFES- TA IMPROCEDÊNCIA. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, 1º-A, DO CPC. Segundo o art. 20, do CPC, a sentença condenará o vencido a pagar ao vencedor a despesas que antecipou e os honorários advocatícios. Lado outro, nas causas de pequeno valor, nas de valor inestimável, naquelas em que não houver condenação ou for vencida a Fazenda Pública, e nas execuções embargadas ou não, os honorários serão fixados consoante apreciação equitativa do Juiz, atendidas as normas a, b e c do parágrafo anterior. Assim, pelo exposto e sem maiores delongas, quanto ao recurso do banco, nego seguimento, ante a sua manifesta improcedência, senão por encontrar-se contrário à jurisprudência pátria. Quanto ao recurso da autora, valendo-me do art. 557, 1º-A, do CPC, DOU PROVIMENTO MONOCRÁTICO, condenando o polo passivo da presente demanda nos honorários sucumbenciais no valor de R$500,00 (quinhentos reais), assim, o fazendo nos termos do art. 20, 4º, do CPC, ante o zelo profissional do causídico inaugural, que veio até essa instância recursal a fim de fazer valer seu direito pelo trabalho realizado na causa, mantendo, quanto ao resto, a sentença hostilizada. APELAÇÃO N ORIGEM: PICUI. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELAN- TE: Helio Luiz da Silva. ADVOGADO: Nilo Trigueiro Dantas. APELADO: Seguradora Lider dos Consorcios Dpvat S/a. PROCESSUAL CIVIL APELAÇÃO CÍVEL AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT INDEFERIMENTO DA PETIÇÃO INICIAL - AUSÊNCIA DE REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO PRÉVIO IRRESIGNAÇÃO - DESNECESSIDADE DE ESGOTAMENTO ADMINSTRATIVO PARA A PROPOSITURA DA AÇÃO PRECEDENTE DO TJPB E SÚMULA 89 DO STJ HARMONIA COM O MINISTÉRIO PÚBLICO - APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º- A, DO CPC PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO RECURSO. A ausência de solicitação administrativa anterior à interposição de ação judicial não configura falta de interesse de agir, uma vez que o acesso ao Judiciário, garantia constitucional, não está vinculado à via administrativa. (TJPB - APELAÇÃO CÍVEL Nº /001 - RELATORA: Desª Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira - DIÁRIO DA JUSTIÇA - PUBLICAÇÃO: QUARTA-FEIRA, 17 DE ABRIL DE 2013) A ação acidentaria prescinde do exaurimento da via administrativa. Súmula 89 do STJ. - Art O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (Redação dada pela Lei nº 9.756, de ) 1o-A - Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. (Incluído pela Lei nº 9.756, de ) Diante do exposto, considerando que a decisão vergastada contraria entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça e este Tribunal de Justiça, com base no art.557, 1º-A, do CPC, dou provimento ao apelo, monocraticamente, para que o feito retorne à vara de origem, com a finalidade de ser processado e julgado pelo juízo a quo. APELAÇÃO N ORIGEM: SOUZA - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Maria Jose Pereira de Oliveira. ADVOGADO: Evandro Elvidio de Sousa. APELADO: Municipio de Vieiropolis. ADVOGADO: Luci Gomes de Sena Formiga. Processo civil - Apelação Cível - Ação de Cobrança - SERVIDORA PÚBLICA MUNICIPAL - PROFESSORA - pretenso direito a INCENTIVO FUNCIONAL COM PERCENTUAL INCIDENTE SOBRE REMUNERAÇÃO ATIVIDADE LABORATIVA - Ausência de prova - Ônus da parte autora - OBSERVÂNCIA AO ART. 333, i, DO CPC - improcedência da demanda - irresignação - JULGAMENTO DA DEMANDA CONTRÁRIA ÀS PROVAS DOS AUTOS - INOCORRÊNCIA - ALEGAÇÕES QUE NÃO MERECEM GUARIDA - ACERVO COMPROBATÓRIO INSUFICIENTE - manutenção da sentença - ART. 557, CAPUT, do CPC - SEGUIMENTO NEGADO. - Embora concisa, a sentença recorrida foi bem fundamentada, sendo apresentados todos os motivos que firmaram o entendimento do Juízo a quo, o que é perfeitamente permitido no sistema processual pátrio. - São desnecessárias divagações acerca do assunto, pois, nos autos, a apelante não comprovou os fatos alegados, ônus que lhe impunha e do qual não se desincumbiu, a teor do que estabelece o art. 333, inciso I, do Código de Processo Civil - Compete ao autor comprovar fato constitutivo de seu direito. Não tendo se desobrigado desse mister, o insucesso no pleito judicial é medida que se impõe. Inteligência do art. 333, I, do CPC. (TJPB - Processo: Relatora: Dra. Maria das Graças Morais Guedes - Orgão Julgador: QUARTA CÂMARA CÍVEL - Data do Julgamento: 10/07/2012) - Dessa forma, nego seguimento ao recurso voluntário, por ser manifestamente inadmissível, nos termos do art. 557, caput, do CPC. Ante o exposto, nego seguimento ao recurso, por ser manifestamente improcedente, conforme autoriza o art. 557, caput, do Código de Processo Civil, mantendo na íntegra a sentença vergastada APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 6ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Rodrigo Nobrega Farias E Municipio de Joao Pessoa Rep. P/seu Proc. Rodrigo Nobrega Farias. ADVOGADO: Luciana Emilia de Carvalho T.g.coutinho. APELADO: Diego Alberto Camelo. CONSTITUCIONAL E PROCESSO CIVIL REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO CIVIL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C TUTELA ANTECIPADA TEMPESTIVIDADE PROCEDIMENTO - VIDEO ELE- TROENCEFALOGRAMA PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS DE ARCAR COM A COMPRA DO FÁRMACO SENTENÇA JULGADA PROCEDENTE IRRESIGNAÇÃO DO MUNICÍPIO ARGUMENTO DE PERDA DO OBJETO - REJEIÇÃO - DIREITO À VIDA E À SAÚDE - DEVER DOS ENTES FEDERATIVOS. GARANTIA CONSTITUCIONAL - JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STF - STJ E DO TJPB APLICAÇÃO ANALÓGICA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC PRINCÍPIO DA JURISDIÇÃO EQUIVALENTE SEGUIMENTO NEGADO. O cumprimento da decisão liminar, por si só, não enseja a perda de objeto do recurso, o qual deve ser devidamente apreciado pelo juízo natural com vistas a assumir caráter definitivo, ou seja, deve a mesma se materializar. Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos de qualquer um deles. É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em , publicado em ). - O relator negará seguimento ao recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou Jurisprudência dominante do respectivo Tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (CPC. Artigo 557, Caput). Diante do exposto, em analogia ao disposto o Artigo 557, caput, do CPC, de forma MONOCRÁTICA, nego seguimento a remessa e ao apelo, mantendo a sentença vergastada em todos os seus termos.

10 10 APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 4ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Jurandy Lopes Serrano. ADVOGADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva. APELADO: Estado da Paraiba, Rep.p/ Procurador Renan de Vasconcelos Neves E Pbprev Paraiba Previdencia, Rep. P/s Procuradora Renata Feitosa Mayer. Processo civil. AÇÃO ordinária. Reconhecimento de prescrição de fundo de direito. Sentença pela extinção do processo com resolução de mérito. Apelação cível. AUSÊNCIA DE REBATE ESPECÍFICO AOS ARGUMENTOS DA SENTENÇA. OFENSA AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. Recurso manifestamente inadmissível. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUI- MENTO NEGADO MONOCRATICAMENTE. - O princípio da dialeticidade exige que a parte, nas razões recursais, não apenas manifeste sua inconformidade com o ato judicial impugnado, mas também e necessariamente, indique os motivos de fato e de direito pelos quais requer o novo julgamento da questão (TJPB; AGINT /001). Ante o exposto, com base no caput do art. 557 do CPC, NEGO SEGUIMENTO MONOCRÁTICO ao recurso apelatório, por ser manifestamente inadmissível em face da inobservância ao princípio da dialeticidade recursal. APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL- 2ª VARA CÍVEL. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Energisa Paraiba-distribuidora de Energia S/a. ADVOGADO: Francisco Bezerra de Carvalho Junior. APELADO: Domingos Savio Ramos de Oliveira Cavalcanti (bugu Lanches) E Outro. ADVOGADO: Eduardo Ruiz Pinto. PROCESSUAL CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INEXIGIBILI- DADE DE DÉBITO NÃO APRECIADO PELO JUIZ DE 1º GRAU - QUESTÃO DE ORDEM PÚBLICA: SENTENÇA CITRA PETITA - ANULAÇÃO QUE SE IMPÕE - RETORNO DOS AUTOS A VARA DE ORIGEM PARA QUE NOVA DECISÃO SEJA PROFERIDA RECURSO APELATÓRIO NÃO CONHECIDO. A decisão citra petita é nula, porquanto não houve por parte do julgador a quo decisão sobre matéria alegada pelas partes. Isto posto, com fulcro no ART. 557, caput, do CPC, de ofício, ANULO a sentença recorrida por não ter sido apreciado o pedido declaração de inexigibilidade do débito decorrente da recuperação de consumo formulado pela recorrida na peça exordial (item d, primeira parte - fl. 17) e, via de consequência, determinar que outra seja prolatada, desta vez examinando todos os pedidos postos na demanda, ficando prejudicado o mérito do apelo. APELAÇÃO N ORIGEM: SOLANEA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Banco Santander (brasil) S/a E Henrique Jose Parada Simao. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Antonio Marcelino Sobrinho. ADVOGADO: Cleidisio Henrique da Cruz. PROCESSUAL CIVIL E CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL - CONTRATO DE FINANCIAMENTO COM GARANTIA DE ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA/LEASING ANTERIOR A 30 DE ABRIL DE TARIFAS BANCÁRIAS - TAC E TEC - EXPRESSA PREVISÃO CONTRATUAL COBRANÇA LEGITIMIDADE PRECEDENTES DO STJ. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, 1º-A, do CPC - PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO APELO. - Conforme iterativa jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça é legitima a cobrança da tarifa de abertura de crédito (TAC) e da tarifa de emissão de boleto bancário -TEB, quando efetivamente contratada, não importando sua cobrança em violação ao Código de Defesa do Consumidor. Diante do exposto, com fulcro no art. 557, 1º- A, do CPC DOU PROVIMENTO MONOCRÁTICO AO RECURSO, para declarar a legalidade da cobrança da Tarifa de Cadastro e de emissão de carnê (TEC), no caso concreto, vez que celebrado na vigência da Resolução CMN nº 2.303/96, devendo a parte apelada arcar com as custas e honorários advocatícios, cuja cobrança fica suspensa por força do art. 12 da Lei nº 1.060/50. APELAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 6ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Djard Emilio da Silva. ADVOGADO: Delano Magalhaes Barros. APELADO: Estado da Paraiba Rep. P/proc. Tadeu Almeida Guedes E Pbprev-paraiba Previdencia Rep. P/proc. Renata Franco Feitosa Mayer. processo civil APELAÇÃO CÍVEL. ação de REPETIÇÃO DE INDÉBITO PREVIDENCIÁRIO. sentença de Improcedência. TERÇO CONSTITUCIONAL DE FÉRIAS. DESCONTO PRE- VIDENCIÁRIO INDEVIDO. PRECEDENTES DO STJ. REFORMA PARCIAL DA SENTENÇA. VERBAS INDE- NIZATÓRIAS. INCIDÊNCIA DO DESCONTO PREVIDENCIÁRIO. PRECEDENTES DESTA e. CORTE. APLI- CAÇÃO DO ARTIGO 557, 1º-A, DO CPC. PROVIMENTO PARCIAL MONOCRÁTICO DO RECURSO. Não incide Contribuição Previdenciária sobre o terço constitucional de férias, dada a natureza indenizatória dessa verba. Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. ( Art Omissis. 1º-A, do CPC) Ante o exposto, DOU PROVIMENTO PARCIAL AO RECURSO, nos termos do art. 557, 1º-A, do CPC, para determinar que deixe de ser efetuado o desconto previdenciário sobre o pagamento de terço de férias, bem como que o recorrente seja restituído das quantias indevidamente descontadas, referente ao quinquênio anterior à data do ajuizamento desta demanda, devidamente atualizados pelos índices de remuneração básica da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei nº 9.494/97), a partir da citação, a serem apurados em liquidação de sentença. Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Municipio de Cajazeiras. ADVOGADO: Paula Lais de Oliveira Santana. AGRAVADO: Creudomar Ignacio da Mota. ADVOGADO: Joao de Deus Quirino Filho. DEFIRO A LIMINAR e determino que o impetrado se abstenha de proceder a qualquer bloqueio dos vencimentos do impetrante referente ao cargo de Agente Comunitário de Saúde, sob a alegação de acúmulo indevido de cargo, como também, se abstenha de proceder qualquer ato de desligamento ou exoneração do impetrante, sob o mesmo fundamento, até ulterior deliberação, sob pena de sujeição às responsabilidades pela desobediência. Diante do exposto, DEFFIRO o pedido liminar recursal para suspender os efeitos da decisão de primeiro grau ora agravada. João Pessoa, 22 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara da Fazenda Púbica da Comarca da Capital. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Leopoldo Felipe Souza do Nascimento. ADVOGADO: Pamela C de Castro. AGRAVADO: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Procurador. Trata-se de Agravo de Instrumento, com pedido de tutela antecipada recursal de fls. 02/07, interposto por Leopoldo Felipe Souza do Nascimento de Oliveira contra decisão proferida pelo Juiz de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital (fls. 52) que, nos autos da Ação de Obrigação de Fazer c/c Pedido Liminar, ajuizada pelo agravante em face do Estado da Paraíba, indeferiu a liminar. Ante o exposto, INDEFIRO a tutela antecipada recursal, mantendo íntegra a decisão a quo. João Pessoa, 27 de agosto de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 1ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Alexandre da Mota Gouveia E Outros. ADVOGADO: Rohele Karina Osta de Moraes. AGRAVADO: Federal Seguros S/a. ADVOGADO: Rosangela Dias Guerreiro. Trata-se de Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo, fls. 02/11, interposto por Alexandre da Mota Gouveia e Outros, contra a decisão, fls. 95/96, proferida pelo Juiz de Direito da 1ª Vara Cível da Capital que, nos autos de Ação de Ordinária de Indenização Securitária ajuizada em desfavor da Federal de Seguros S/A, reconheceu a competência da Justiça Federal para o julgamento do presente feito. Por tais razões, DEFIRO o pedido liminar, para o fim de determinar, até o pronunciamento final de mérito do recurso, a competência da 1ª Vara Cível da Comarca da Capital para o processamento e o julgamento da ação proposta pelos agravantes. João Pessoa, 15 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Proc. Sergio Roberto Felix Lima. AGRAVADO: Carrefour Com. E Ind. Ltda. ADVOGADO: Urbano Vitalino de Melo Neto. Trata-se de Agravo de Instrumento, com pedido de antecipação de tutela recursal, interposto pelo Estado da Paraíba, contra decisão proferida pelo Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital que, nos autos do Mandado de Segurança impetrado pelo Carrefour Com. e Ind. Ltda em face do agravante, reconsiderando anterior decisão, deferiu o pleito de urgência formulado (fls. 148/151) Pelo exposto, o pleito de urgência não merece guarida, diante da ausência do periculum in mora, motivo pelo qual INDEFIRO a liminar suspensiva requerida. João Pessoa, 18 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Maria do Carmo Pereira Vale Leite. ADVOGA- DO: Francisco Francinaldo Bezerra Lopes. AGRAVADO: Municipio de Cajazeiras. Trata-se de Agravo de Instrumento, com pedido de antecipação de tutela recursal, interposto por Maria do Carmo Pereira Vale Leite contra decisão (fls. 34/36) proferida pelo Juízo da 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras, que indeferiu a liminar formulada nos autos do Mandado de Segurança impetrado pela agravante contra ato, reputado abusivo e ilegal, e atribuído à Prefeita e ao Secretário de Administração do Município de Cajazeiras, consistente na notificação para apresentação de defesa/justificativa a respeito de acumulação de cargos, dentro do prazo de 07 dias, sob pena de demissão, suspensão de salário e devolução de recursos financeiros. Diante do exposto, CONCEDO a tutela antecipada recursal para determinar que a autoridade apontada como coatora se abstenha de exonerar, suspender salário, ou de obrigar a servidora a fazer opção por um dos cargos de Professora ou Supervisora Escolar de que é titular junto ao Município de Cajazeiras, até o julgamento final meritório do presente agravo. João Pessoa, 19 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 2ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Adepdel Associacao das Prerrogativas dos Delegados de Polícia do Estado.. ADVOGADO: Rinaldo Mouzalas de Souza E Silva. AGRAVADO: Aspol Associacao dos Policiais Civis. ADVOGADO: Sandro Roberto Bezerra. Trata-se de Agravo de Instrumento (fls. 02/11) interposto por ADEPDEL Associação de Prerrogativas dos Delegados de Polícia do Estado contra decisão interlocutória proferida pelo Juízo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital, nos autos da Ação de Obrigação de fazer e não fazer c/c indenização por danos morais, manejada pelo recorrente em face da ASPOL Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba e de Sandro Roberto Bezerra Nesta perspectiva, DEFIRO PARCIALMENTE a antecipação da tutela recursal pleiteada, apenas para conceder à agravante o direito de resposta a ser exercido dentro dos limites da proporcionalidade e razoabilidade, por meio de nota que deverá ser publicada no sítio eletrônico da ASPOL, até o julgamento final do presente recurso. João Pessoa, 22 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: Comarca de Cruz do Espírito Santo. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Agricola Terra Nova Ltda E Cia Usina Sao Joao. ADVOGADO: Luiz Augusto de Franca Crispim Filho E Outros. AGRAVADO: Ailton Jose Justino da Silva. Trata-se de Agravo de Instrumento (fls. 02/09) interposto por Agrícola Terra Nova e Companhia Usina São João, desafiando decisão interlocutória proferida pelo Juízo de Direito da Comarca de Cruz do Espírito Santos que, nos autos da Ação de Reintegração de Posse movida em face de Ailton José Justino da Silva, declinou da competência para a Justiça do Trabalho. Por tais razões, DEFIRO o pedido liminar, para o fim de determinar a suspensão da decisão vergastada e, consequente, permanência dos autos na Vara Única da Comarca de Cruz do Espírito Santos, até o pronunciamento final de mérito do recurso. João Pessoa, 19 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Banco Bonsucesso S/a. ADVOGA- DO: Wilson Sales Belchior. AGRAVADO: Antonio Amaro da Costa. ADVOGADO: Manoel Felix Neto. Trata-se de Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo interposto por Banco Bonsucesso S/A em face de Antônio Amaro da Costa, oportunidade em que se insurge contra decisão interlocutória, proferida pelo Juízo de Direito da 5ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, nos autos da Ação Anulatória de Débito com pedido liminar. Ante o exposto, INDEFIRO o pedido liminar de atribuição de efeito suspensivo ao presente recurso. João Pessoa, 23 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: ESCRIVANIA DA 2ª CÂMARA CIVEL. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Lidinalva de Souza Dantas. ADVOGADO: Alexei Ramos de Amorim. AGRAVADO: Josimar Inacio da Silva. ADVOGADO: Giuseppe Fabiano do Monte Costa. Trata-se de Agravo de Instrumento interposto por Lidinalva de Souza Dantas contra decisão do Juízo de Direito da 1ª Vara da Comarca da Capital, que, nos autos da Ação de Inventário e Partilha, em questão incidental, deferiu o pleito autorado por Josimar Inácio da Silva, ora recorrido, removendo a agravante do encargo de inventariante e nomeando o agravo em sua substituição. Ante o exposto, DEFIRO A LIMINAR PLEITEADA, para suspender os efeitos da decisão vergastada até o provimento final do presente agravo. João Pessoa, 19 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 4ª Vara Regional de Mangabeira. RELA- TOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Adalberto Jose de Santana E Outros. ADVOGA- DO: Rochele Karina Costa de Moraes. AGRAVADO: Federal de Seguros S/a. ADVOGADO: Rosangela Dias Guerreiro. Trata-se de Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo, fls. 02/31, interposto por Adalberto José de Santana e Outros, contra a decisão, fls. 113, proferida pelo Juiz de Direito da 4ª Vara Regional de Mangabeira que, nos autos de Ação de Ordinária de Responsabilidade Obrigacional Securitária ajuizada em desfavor da Federal de Seguros S/A, reconheceu a competência da Justiça Federal para o julgamento do presente feito em relação a alguns autores. Por tais razões, DEFIRO o pedido liminar, para o fim de determinar, até o pronunciamento final de mérito do recurso, a competência da 4ª Vara Regional de Mangabeira para o processamento e o julgamento da ação proposta pelos agravantes. João Pessoa, 23 de setembro de AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 9ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AGRAVANTE: Monise Vital Marques. ADVOGADO: Luara Gabrielle A. dos Santos Fidelis. AGRAVADO: Mafre Seguros Gerais S/a. Trata-se de Agravo de Instrumento (fls. 02/17) interposto por Monise Vital Marques, desafiando decisão interlocutória proferida pelo Juízo de Direito da 9ª Vara Cível da Comarca da Capital que, nos autos da Ação de Cobrança de Seguro Obrigatório DPVAT movida em face da Mapfre Segurados Gerais S/A, declinou da competência, de ofício, para a Vara Distrital de Mangabeira, por entender que, tratando-se de ação de reparação de dano sofrido em razão de acidente de veículo, o Juízo competente para processar a causa seria o do domicílio do autor ou do local do acidente. Por tais razões, DEFIRO o pedido liminar, para o fim de determinar, até o pronunciamento final de mérito do recurso, a competência da 9ª Vara Cível da Capital para o processamento e o julgamento da ação proposta pelo agravante. João Pessoa, 18 de setembro de MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: SETOR DE MS, ARESCISóRIA E ADI. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Maria de Fatima Silva. ADVOGADO: Rafael Santiago Alves. IMPETRADO: Secretario de Estado da Saude da Paraib. Trata-se de Mandado de Segurança com pedido liminar, fls. 02/13, impetrado por Maria de Fátima Silva, contra ato que reputou ilegal e abusivo, praticado pelo Secretário Estadual de Saúde. Ante o exposto, DEFIRO A LIMINAR, determinando que o Secretário de Saúde do Estado da Paraíba que realize a cirurgia de angioplastia de membro inferior direito, de acordo com a indicação médica, em 10 (dez) dias, em hospital da rede pública de saúde, sob pena de multa de R$ 1,000,00 (mil reais) por dia de eventual descumprimento, até o limite máximo R$ ,00 (cinquenta mil reais). João Pessoa, 19 de setembro de MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: SETOR DE MS, ARESCISóRIA E ADI. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Jose Medeiros da Silva. ADVOGADO: Gustavo Lima Neto. IMPETRADO: Presidente da Paraiba Previdencia/ Interessado Estado da Paraiba. Trata-se de Mandado de Segurança com pedido de liminar impetrado por José Medeiros da Silva contra suposto ato ilegal e abusivo praticado pelo Presidente da PBPREV Paraíba Previdência, consistente nos descontos indevidos, nos meses de maio e junho de 2014, de sua aposentadoria referente a uma pensão alimentícia paga a sua exesposa, a qual faleceu em 1º de maio deste ano. Ante o exposto, INDEFIRO A LIMINAR PLEITEADA. João Pessoa, 19 de setembro de INTIMAÇÃO ÁS PARTES RECURSO ESPECIAL NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº (CPJ /001). Recorrente: Vanise Rodrigues Gadelha. Recorrido: Estado da Paraíba. Intimação ao Bel. GILBERTO CARNEIRO DA GAMA, a fim de, no prazo legal, na condição de Procurador Geral do Estado, apresentar as contrarrazões do recurso em referência (Art. 542, do CPC). Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho. Agravante: Dislub Combustíveis Ltda. Agravado: Dércio Manoel de Oliveira. Intimação ao Bel. Ítalo Charles da Rocha Sousa, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência. RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz Convocado para substituir o Des. João Alves da Silva. Agravante: Emília Francisca de Sousa. Agravado: José João de Sousa. Intimação ao Bel. Jorlando Rodrigues Pinto, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência. RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho. Agravante: Banco Santander S/A. Agravado: Jonas Carlos de Morais. Intimação aos Béis. Cândido Artur Matos de Sousa e Wallace Alencar Gomes, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência. RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: Ferreira Modas Ltda. Intimação ao Bel. Gilberto Carneiro da Gama, Procurador-Geral do Estado, na condição de patrono do Agravante, a fim de tomar ciência do despacho de fls. 110, no sentido de, no prazo de 05 (cinco) dias, indicar o atual endereço da recorrida, possibilitando, assim, o regular trâmite processual. RECURSO DE AGRAVO Nº Relator: Dr. Alexandre Targino Gomes Falcão, Juiz Convocado para substituir o Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. Agravante: Nelsivan Marques de Carvalho. Agravado: Espólio de Washington Luiz Alves e Espólio de Lúcia Santana Pereira, representados por sua Inventariante Jéssica Santana de Araújo. Intimação ao Bel. Thélio Farias e Outros, na condição de Patrono do Agravado, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei nº , de 19 de outubro de 2005, c/c a Resolução nº. 28/ 2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência.

11 11 RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz Convocado para substituir o Des. João Alves da Silva. Agravante: Afonso Felipe da Silva e Virgínia Maria Veloso Felipe. Agravado: Valéria Cristina Ramos Reinaldo Ribeiro e Normando José Camelo da Franca. Intimação aos Béis. Ianco Cordeiro e Esdras Leite de Carvalho, na condição de patronos do Agravante, a fim de tomar ciência do despacho de fls. 88/88v, no sentido de apresentarem, em 48h (quarenta e oito horas), as declarações completas do Imposto de Renda Pessoa Física, dos últimos 03 (três) exercícios a fim de comprovar a real necessidade do benefício, ou, ainda, que proceda ao recolhimento das custas processuais, sob pena de não conhecimento do recurso. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho. Agravante: Município de João Pessoa. Agravado: CID Centro Integrado de Diagnóstico e outro. Intimação ao Procurador Geral do Município, Bel. Adelmar Azevedo Régis, na condição de patrono do Agravante, a fim de, no prazo de 05(cinco) dias, tomar ciência do Despacho de fls. 116, no sentido de indicar o endereço atualizado dos Agravados. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz de Direito Convocado para substituir o Des. João Alves da Silva. Agravante: Banco Cruzeiro do Sul S/A. Agravado: Iracina Araújo de Medeiros. Intimação ao Bel. Nelson Wilians Fratoni Rodrigues, na condição de patrono do Agravante, a fim de tomar ciência do Despacho de fls. 129/129-v, que indeferiu o pedido de concessão de justiça gratuita, e, no prazo legal, proceder ao recolhimento do preparo, sob pena de deserção. AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº Relator: Dr. Miguel de Britto Lyra Filho, Juiz de Direito Convocado para substituir o Des. João Alves da Silva. Agravante: Marisa Lojas S/A. Agravado: Georvânia Nóbrega Pereira. Intimação ao Bel. Francisco Eudo Brasileiro, na condição de patrono da Agravada, a fim de tomar ciência do Despacho de fls. 182/182-v, que indeferiu o pedido de anular todos os atos praticados no presente feito. APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Exmo. Des. José Aurélio da Cruz, integrante da 3ª Câmara Cível. Apelante: Unimed João Pessoa Cooperativa de Trabalho Médico. Apelado: Maria José Castro dos Santos. Intimação do apelado, através de seu representante processual, Dr. JOSÉ GUILHERME SOUZA DA SILVA, para querendo, no prazo legal, apresentar contrarrazões aos termos do recurso, em conformidade com a determinação contida na folha 176, dos autos da apelação em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. APELAÇÃO CÍVEL Nº Relator(a): Dr. Ricardo Vital de Almeida, Juiz Convocado em substituição ao Exmo. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante da 3ª Câmara Cível. Apelante: BANCO ITAUCARD S/A. Apelado: Maria do Carmo Pereira. Intimação da parte recorrente, através de seu representante processual, o Bel. JOSÉ CARLOS SKRZYSZOWSKI JÚNIOR, a fim de, no prazo de 05 (cinco) dias, juntar aos autos comprovante original do recolhimento das custas e sua respectiva guia, ou declaração atestando a veracidade da cópia já acostada (fl. 30v), nos termos dos artigos 13 c/c 365, IV, do CPC, sob pena de não conhecimento do recurso, em conformidade com a determinação contida na folha 44, dos autos da apelação em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. REVISÃO CRIMINAL Nº Relator: Des. Arnóbio Alves Teodósio. Requerente: Demeval Antônio da Silva. Requerido: Justiça Pública. Intimação ao Bel. JOSÉ DE SIQUEIRA SILVA JÚNIOR, a fim de, no prazo legal, na condição de patrono do requerente, comparecer a esta Gerência, para os fins requerido nas petições protocolizadas neste Tribunal sob ns P (via fax) e P (Original) de fls e 1.228, do recurso em referência. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: EDUARDA SANTANA DE MEDEIROS E OUTRO. RECORRIDO: JOAQUIM FELIX NETO. Intimação ao(s) bel(is). CARLOS EDUARDO TOSCANO LEITE FERREIRA, LANDSBERG F. DO NASCIMENTO E OUTROS patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL E EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE(01): NADJA ALMEIDA FILGUEIRA. RECORRENTE(02): ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). ANA CRISTINA H. S. E SILVA patrona do recorrente(01) E GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrente(02), a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recursos em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: MARIA JOSÉ DE SOUZA. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO SANTANDER S/A.. RECORRIDO: SILVEIRA COM. E REPRESENTAÇÕES DE PRODUTOS ALIMENTÍ- CIOS LTDA. Intimação ao(s) bel(is). LUIZ PHILLIPE PINTO DE SOUZA E ANA KARLA COSTA SILVEIRA patronos do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: UNIMED JOÃO PESSOA - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. RECORRIDA: ROSEMARY ROCHA DE CARVALHO E OUTRO. Intimação ao(s) bel(is). YURI SIMPSON LOBATO patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO SANTANDER S/A.. RECORRIDA: MARILENE BERTO DE AQUINO. Intimação ao(s) bel(is). MARIO FELIX DE MENEZES patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: FRANCISCO DE ASSIS ALVES JÚNIOR. RECORRIDO: NICHOLAS CARTAXO DE SOUZA RANGEL ALVES REPRESENTADO POR SUA GENITORA: SIMONE CARTAXO DA COSTA DE SOUZA RANGEL. Intimação ao(s) bel(is). DANIEL DE OLIVEIRA ROCHA patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: IDEVAL BATISTA DA SILVA. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA.. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSOS ESPECIAIS (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORREN- TE(01): SEMOB SUPERITNENDÊNCIA EXEC. DE MOBILIDADE URBANA. RECORRENTE(02): DETRAN - DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRANSITO. RECORRIDO: JOSÉ RAILTON LIMEIRA DINIZ. Intimação ao(s) bel(is). SEBASTIÃO ARAUJO DE MARIA patrono do recorrido, ROMILTON DUTRA DINIZ patrono do recorrente(02) e LUCAS FERNANDES FRANCA DE TORRES patrono do recorrente(01), a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões aos recursos em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A.. RECORRIDA: ANTONIA LOPES DE CARVALHO. Intimação ao(s) bel(is). CÍCERO JOSE DA SILVA patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: JOÃO ALVES DA SILVEIRA. RECORRIDO(01): ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO(02): PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do primeiro recorrido e DANIEL GUEDES DE ARAUJO patrono do segundo recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentarem as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: UNIMED JOÃO PESSOA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. RECORRIDO: MARIA CARMEN DE ARAUJO MELO JARDIM. Intimação ao(s) bel(is). JACKSON DUARTE RODRIGUES E OUTROS patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: MARIA DO SOCORRO MOTA DE PAIVA. RECORRIDO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao(s) bel(is). GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO DO BRASIL S/A.. RECORRIDO: DURVAL MANOEL DA SILVA. Intimação ao(s) bel(is). PRISCILA DIAS PACHECO APOLINÁRIO patrona do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: BANCO AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDA: WILICÉLIA MOREIRA DE ALMEIDA. Intimação ao(s) bel(is). CLEIDÍSIO HENRIQUE DA CRUZ E OUTRO patronos da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-os apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: ESTADO DA PARAÍBA.. RECORRIDO: EDUARDO RODRIGUES DE ARAUJO. Intimação ao(s) bel(is). FRANCISCO DE ANDRADE CARNEIRO NETO patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDA: MARIA DA PENHA RODRI- GUES DE OLIVEIRA. Intimação ao(s) bel(is). CÍCERO JOSÉ DA SILVA patrono da recorrida, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A.. RECORRIDO: JOSÉ SOARES DE SOUZA. Intimação ao(s) bel(is). HENRIQUE SOUTO MAIOR patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO ESPECIAL (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECORRENTE: ESTADO DA PARAÍBA. RECORRIDO: JOSAFÁ DE LIRA LEAL. Intimação ao(s) bel(is). FÁBIO SEVERIANO DO NASCIMENTO patrono do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) PROCESSO NÚMERO NOVO: RECOR- RENTE: ADIOCÉLIO PEREIRA DA SILVA. RECORRIDO: MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE/PB. Intimação ao(s) bel(is). HANNELISE SILVA GARCIA DA COSTA patrona do recorrido, a fim de, no prazo legal, querendo-o apresentar as contrarrazões ao recurso em referência (Art. 542, do CPC). AGRAVO EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO (4ªC) Processo número novo: AGRAVANTE: BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S/A.. AGRAVADO: ELIANO HENRIQUE DE SOUSA. Intimação ao bel. CÍCERO JOSE DA SILVA patrono do agravado, a fim de, no prazo legal, querendo apresentar as contrarrazões ao recurso em referência. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL (4ªC) Processo número novo: AGRAVANTE: OSVALDO ESPÍNOLA NETO. AGRAVADO: ESTADO DA PARAÍBA. Intimação ao bel. GILBERTO CARNEIRO DA GAMA patrono do agravado, a fim de, no prazo legal, querendo apresentar as contrarrazões ao recurso em referência. AGRAVO DE INSTRUMENTO - PROCESSO Nº Relator: Doutor Ricardo Vital de Almeida, Juiz convocado para substituir o Desembargador Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante da 3ª Câmara Cível. Agravante: BANCO SANTANDER BRASIL S/A. Agravado: PIERSON HARLAN DANTAS FÉLIX. Intimando os patronos do recorrente, Béis. ELÍSIA HELENA DE MELO MARTINI, HENRIQUE JOSÉ PARADA SIMÃO e OUTROS, a fim de, no prazo de 05 (cinco) dias, colacionar aos autos o comprovante original do recolhimento das custas e sua respectiva guia, ou declaração atestando a veracidade da cópia já acostada (fl. 517), nos termos do art. 365, IV do CPC, sob pena de não conhecimento do presente Agravo de Instrumento, em conformidade com o despacho prolatado à fl. 523 dos autos em epígrafe. RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relator: Desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Lidinalva de Souza Dantas. Agravado: Josimar Inácio da Silva. Intimação aos Béis.: Giuseppe Fabiano do Monte Costa e Edjunior Ferreira de Medeiros, a fim de, no prazo legal, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 1ª Vara da Comarca de Queimadas, lançado nos autos da Ação de Remoção de Inventariante de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relator: Desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Alexandre da Mota Gouveia e outros Agravado: Federal de Seguros S/A Intimação à Bela.: Rosângela Dias Guerreiro, a fim de, no prazo legal, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 1ª Vara Cível da Capital, lançado nos autos da Ação Ordinária de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relator: Desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Estado da Paraíba. Agravado: Carrefour Comércio e Indústria e Ltda. Intimação ao Bel.: Urbano Vitalino de Melo Neto, a fim de, no prazo legal, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, lançado nos autos da Ação Mandamental de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relator: Desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Leopoldo Felipe Souza do Nascimento. Agravado: Estado da Paraíba Intimação ao Bel.: GILBERTO CARNEIRO DA GAMA, a fim de, no prazo legal, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital, lançado nos autos da Ação de Obrigação de Fazer de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relatora: Desembargadora Maria das Neves do E. A. D. Ferreira, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Alexandre de Sousa. Agravado: Banco Santander S/A. Intimação ao Bel.: Henrique José Parada Simão, a fim de, no prazo legal, na condição de advogados dos respectivos agravados, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/ 2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentarem as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 8ª Vara Cível da Capital, lançado nos autos da Ação de Obrigação de Fazer de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relatora: Desembargadora Maria das Neves do E. A. D. Ferreira, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Francisca Pereira da Silva. Agravado: Telemar Norte Leste S/A. Intimação ao Bel.: Wilson Sales Belchior, a fim de, no prazo legal, na condição de advogados dos respectivos agravados, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentarem as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 2ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, lançado nos autos da Ação Cominatória de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relatora: Desembargadora Maria das Neves do E. A. D. Ferreira, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Renato Gomes de Oliveira Filho. Agravado: Itaú Unibanco S/A. Intimação ao Bel.: Wilson Sales Belchior, a fim de, no prazo legal, na condição de advogados dos respectivos agravados, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/ 2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentarem as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 3ª Vara da Comarca de Cabedelo, lançado nos autos da Ação de Exibição de Documentos de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relatora: Desembargadora Maria das Neves do E. A. D. Ferreira, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Município de João Pessoa. Agravado: Wellington da Silva. Intimação ao Bel.: Renival Albuquerque de Sena, a fim de, no prazo legal, na condição de advogados dos respectivos agravados, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/

12 , do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentarem as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 2ª Vara de Executivos Fiscais da Capital, lançado nos autos da Ação de Execução Fiscal de número RECURSO DE AGRAVO - PROCESSO Nº Relatora: Desembargadora Maria das Neves do E. A. D. Ferreira, integrante da 2ª Câmara Cível. Agravante: Hapvida Assistência Médica Ltda. Agravado: Thiago Fábio da Silva Lima. Intimação aos Béis.: Antônio Gabínio Neto, Ingrid Inocêncio Gabínio e Fábio Gouveia de Araújo, a fim de, no prazo legal, na condição de advogados dos respectivos agravados, em conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentarem as contrarrazões ao agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo de Direito da 16ª Vara Cível da Capital, lançado nos autos da Ação de Obrigação de Fazer de número EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Embargante: MUNICÍPIO DE ESPERANÇA. Embargado: VALERIA ARAUJO DE LUCENA. Intimação à Bela. MARIANA DANTAS RIBEIRO, na condição de Advogada da Embargada, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de (REPUBLICADA POR INCORREÇÃO). RECURSO DE AGRAVO Nº Relator: Doutora Vanda Elizabeth Marinho, Juíza de Direito convocado para substituir o Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque. Agravante: Roberson Ramos de Vasconcelos. Agravado: Banco Real Abn Amro. Intimando a Bela. Adriana Katrim de Souza Toledo, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões do agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo da 9ª Vara Cível da Capital, lançada nos autos da Ação de Execução nº RECURSO DE AGRAVO Nº Relator: Doutora Vanda Elizabeth Marinho, Juíza de Direito convocado para substituir o Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque. Agravante: Luziene Alves da Silva. Agravado: Joana Cele de Araújo. Intimando a Bela. Nyedja Nara Pereira Galvão, a fim de, no prazo legal, de conformidade com o disposto no art. 527, V, do Código de Processo Civil, com a nova redação que lhe foi dada pela Lei , de 26 de dezembro de 2001, c/c a Resolução nº 28/2001, do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça deste Estado, apresentar as contrarrazões do agravo em referência, interposto contra os termos de despacho do Juízo da 1ª Vara de Sucessões da Capital, lançada nos autos da Ação de Inventário nº EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Embargante: ESTADO DA PARAÍBA. Embargado: MARCELO DE BRITO GONDIM. Intimação ao Bel. FRANCISCO DE ANDRADE CARNEIRO NETO, na condição de Advogado do Embargado, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe, conforme despacho de fls. 88. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Embargantes: 01) TATIANE SOUSA BARBOSA E OUTROS; 02) INÁCIO DA SILVA E OUTROS. Embargados: OS MESMOS. Intimação aos Bels. GIVALDO SOARES DE LIMA e CLAUDIO PIO DE SALES CHAVES, na condição de Advogados do Primeiro e Segundo Embargados, respectivamente, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Embargante: MARIA DO SOCORRO GONÇALVES VIEIRA. Embargado: MUNICÍPIO DE SOU- SA. Intimação ao Bel. THEOFILO DANILO PEREIRA VIEIRA, na condição de Advogado do Embargado, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Embargantes: 01) GILBERVANIA DA SILVA RODRIGUES; 02) MUNICÍPIO DE PATOS. Embargados: OS MESMOS. Intimação aos Bels. ANTONIO CARLOS DE LIRA CAMPOS e MARCOS ANTONIO INACIO DA SILVA, na condição de Advogados do Primeiro e Segundo Embargados, respectivamente, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Embargante: VALERIA MARIA SOUSA CAVALCANTE XAVIER. Embargado: MUNICÍPIO DE PATOS. Intimação à Bela. DANUBYA PEREIRA DE MEDEIROS, na condição de Advogada do Embargado, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Embargante: ITAU SEGUROS S/A. Embargada: HERYKA DA COSTA PESSOA LIMA. Intimação ao Bel. MARCOS ANTONIO DANTAS CARREIRO, na condição de Advogado da Embargada, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos. Embargantes: 01) ELZA AUGUSTA ALVES DE MEDEIROS; 02) MUNICÍPIO DE PATOS. Embargados: OS MESMOS. Intimação aos Bels. ANTONIO CARLOS DE LIRA CAMPOS e MARCOS ANTONIO INACIO DA SILVA, na condição de Advogados do Primeiro e Segundo Embargados, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PROCESSO Nº Relator: Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Embargante: MUNICÍPIO DE ESPERANÇA. Embargado: VAERIA ARAUJO DE LUCENA. Intimação à Bela. MARIANA DANTAS RIBEIRO, na condição de Advogada da Embargada, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias, manifestar sobre os Embargos Declaratórios opostos nos autos em epígrafe. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 24 de setembro de JULGADOS DO TRIBUNAL PLENO Des. Carlos Martins Beltrao Filho CRIMES DE RESPONSABILIDADE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS N ORI- GEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Carlos Martins Beltrao Filho. AUTOR: Ministério Público do Estado da Paraíba. RÉU: Prefeito do Municipio de Nova Palmeira, Jose Petronio de Araujo, Ministerio Publico Estadual E Geomarques Lopes de Figueiredo Júnior. ADVOGADO: Newton Nobel Sobreira Vita. AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA. PREFEITO MUNICIPAL. PERDA DO CARGO. TÉRMINO DO MANDATO. INCOMPETÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PARA PROCESSAR E JULGAR, EM FACE DA CESSAÇÃO DA PRERROGATIVA DE FUNÇÃO. REMESSA DOS AUTOS AO JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU. Tratando-se de denúncia contra agente que perde o status de Prefeito Municipal, o Tribunal de Justiça torna-se incompetente para o processamento e julgamento do feito, de modo que os autos devem ser remetidos ao juízo de primeiro grau. ACORDA o egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em Sessão Plenária, à unanimidade, DECLARAR A INCOMPETÊNCIA do Tribunal de Justiça para apreciar e julgar a matéria, com a consequente remessa dos autos ao Juízo de 1º Grau, em harmonia com o parecer da douta Procuradoria-Geral de Justiça. Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho ARGÜIÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE N ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTI- ÇA. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. POLO ATIVO: 2º Interessado: Francisco das Chagas Oliveira E 1º Interesssado: Município de João Pessoa Rep. Pr Seu Proc. José Vandalberto. ADVOGADO: Marcos Antônio Inácio da Silva. INCIDENTE DE INCONSTITUCIONALIDADE. ARGUIÇÃO DE VIOLAÇÃO À CONSTI- TUIÇÃO FEDERAL DA NORMA INSERTA NO INCISO II DO ART. 187 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 53/2008 DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA. PREVISÃO DO LEGISLADOR MUNICIPAL DE ISENÇÃO DE COBRANÇA DO IPTU PARA OS SERVIDORES INTEGRANTES DE SUA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA. AFRONTA AO PRINCÍPIO DA ISONIMIA TRIBUTÁRIA PREVISTO NO ART. 150, INCISO II, DA CARTA POLÍTICA FEDERAL. DECLARAÇÃO INCIDENTAL DE INCONSTITUCIONALIDADE DA NORMA IMPUGNADA. - Como é cediço, o legislador constituinte, ao estabelecer os limites ao Poder de Tributar dos entes políticos, no art. 150, inciso II, da Constituição Federal, previu a observância ao princípio da isonomia, tanto em seu aspecto horizontal no sentido de tratar igualmente os contribuintes que se encontrem em uma mesma situação, quanto, ainda que implicitamente, em sua acepção vertical, deixando clara a intenção de promoção do tratamento desigual apenas àqueles que apresentem situações de relevo social distintas. - Pela simples interpretação literal do dispositivo do Código Tributário Municipal questionado e da norma constitucional invocada como violada, depreende-se o desrespeito à Carta Política Federal, pois, apesar de esta vedar expressa e explicitamente a distinção entre contribuintes em razão da ocupação por eles exercida, o inciso II do art. 187 da Lei Complementar nº 53/2008 do Município de João Pessoa pretendeu conceder ao seu servidor, ativo ou aposentado, da Administração Direta ou Indireta, o benefício da isenção da incidência do Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU, em nítido desrespeito ao princípio da isonomia tributária. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACOR- DAM os integrantes do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão ordinária, JULGAR PROCEDENTE O INCIDENTE, POR UNANIMIDADE, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE N ORIGEM: RE- LATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. AUTOR: Prefeito do Municipio de Coxixola. ADVOGADO: Paulo Italo de Oliveira Vilar. POLO PASSIVO: Camara Municipal de Coxixola. AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALI- DADE. MEDIDA CAUTELAR. LEI MUNICIPAL Nº 226/2014 EM AFRONTA À CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. PRO- MOÇÃO DE EVENTOS PÚBLICOS PELO EXECUTIVO NA DATA INSTITUÍDA COMO DIA DO EVANGÉLICO. MATÉRIA RELACIONADA À ATIVIDADE ADMINISTRATIVA. INICIATIVA EXCLUSIVA DO CHEFE DO EXECUTIVO DE NORMAS QUE DISPONHAM SOBRE A DIREÇÃO, ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DO EXECUTIVO. VÍCIO FORMAL. AFRONTA AOS PRINCÍPIOS FEDERATIVO E SEPARAÇÃO DE PODERES. CRIAÇÃO DE DESPESA SEM A INDICAÇÃO DOS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS NECESSÁRIOS. FUMUS BONI IURIS PRESENTE. PERICULUM IN MORA VERIFICADO. POSSÍVEL PREJUÍZO AOS COFRES PÚBLICOS COM A CONTINUIDADE DA LEI IMPUGNADA. CONCESSÃO DA MEDIDA CAUTELAR. A Lei Municipal nº 226/2014 não versa apenas sobre a instituição do Dia do Evangélico, mas envolve, também, atos de gestão administrativa, referentes à promoção de eventos públicos pelo Poder Executivo durante a data comemorativa da religião evangélica. Entendo que a atividade legislativa extrapolou os seus limites, uma vez que os arts. 2º e 4º, parágrafo único, da lei impugnada afrontaram a ordem constitucional, sobretudo os princípios federativo e da separação dos poderes, previstos nos arts. 6º e 86, incisos II e VI, da Constituição Estadual, aplicáveis aos Municípios por força dos arts. 9º e 10 da Carta Paraibana. Eventuais atividades que possam ser realizadas pelo Município no Dia do Evangélico, instituída pelo ato normativo impugnado, são matérias exclusivamente relacionadas à Administração Pública, a cargo do chefe do Executivo e seus secretários. É entendimento pacífico na doutrina e jurisprudência que cabe ao Poder Executivo, primordialmente, administrar, praticando atos de planejamento, organização, direção e execução de atividades inerentes ao Poder Público. De outro lado, cabe ao Poder Legislativo, de forma primacial, a edição de leis, ou seja, atos normativos revestidos de generalidade e abstração. A norma impugnada, ao criar obrigação para o Executivo, viola os arts. 6º e 86, incisos II e VI, da Constituição Estadual, no estabelecimento de regras que respeitam à direção da administração e à organização e ao funcionamento do Poder Executivo, e de outro vértice, ofende o art. 63, 1º, inciso II, b, na medida em que disciplina matéria de iniciativa exclusiva do Chefe do Executivo. Ademais, entendo que, ao estabelecer a promoção de eventos públicos a serem desenvolvidos pelo Poder Executivo Municipal durante o dia do Evangélico, a lei impugnada não indicou quais seriam os recursos orçamentários necessários para a cobertura dos gastos advindos. Isso implica ofensa ao disposto no art. 166 da Constituição Estadual, com previsão expressa na Lei Orgânica do Município de Coxixola, em seu art. 27, 1º, inciso V. Quanto ao periculum in mora, entendo que, em caso de continuidade da vigência da lei e de procedência da presente ação, a promoção de eventos públicos no Dia do Evangélico representará um prejuízo de, no mínimo, difícil reparação em virtude da nítida dificuldade financeira que município paraibano tem para custear, além de outras obrigações já impostas em lei, um evento religioso. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDAM os integrantes do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão ordinária, DEFERIU- SE A MEDIDA LIMINAR REQUERIDA, PARA SUSPENDER OS EFEITOS DA LEI Nº 226/2014, DO MUNICÍPIO DE COXIXOLA, POR UNANIMIDADE, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. JULGADOS DA PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Joao Brasiliano Dias da Silva. ADVOGADO: Clodoaldo Pereira Vicente de Souza. IMPETRADO: Interessado: Estado da Paraíba Re. Por Seu Proc. Gustavo Nunes Mesquita, Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba. E Diretor de Ensino E Instituição do Corpo de Bombeiros Militar. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURAN- ÇA. POLICIAL MILITAR RESPONDENDO A PROCESSO CRIMINAL AINDA NÃO TRANSTADO EM JULGADO. RECURSA ADMINISTRATIVA DE MATRICULAR O GRADUADO EM CURSO DE FORMAÇÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DA PARAÍBA. LEGALIDADE. AUSÊNCIA DE VIOLAÇÃO AO PRINCÍPIO DA INOCÊN- CIA. MATÉRIA PACIFICADA PELO TRIBUNAL PLENO DESTA CORTE JULGADORA. DENEGAÇÃO DA SEGU- RANÇA. - O Egrégio Tribunal Pleno, decidindo o Incidente de Uniformização de Jurisprudência nº , resolveu o impasse existente entre os entendimentos apresentados pelos órgãos desta Corte de Justiça, decidindo-se que não viola o princípio constitucional da presunção de inocência a recusa administrativa de promoção, ou de participação de curso de habilitação destinado a esse fim, de Policial Militar sub judice, uma vez prevista a possibilidade de ressarcimento de preterição eventualmente observada. - Na oportunidade, fora aprovada súmula contendo o seguinte teor: Não viola o princípio constitucional da presunção de inocência, a recusa administrativa ao Policial Militar ou Bombeiro Militar do Estado da Paraíba sub judice a concorrer à promoção, tendo em vista a previsão legal do ressarcimento de preterição. - No caso concreto, é inconteste que o impetrante encontra-se respondendo a dois processos criminais. Outrossim, conforme consignado na súmula supratranscrita, é clarividente que o regramento da Polícia Militar do Estado da Paraíba (Decreto n 8.463/80), ao prever o impedimento à promoção e à participação em Curso de Habilitação de graduados que estejam subjudice, dispõe também a respeito do ressarcimento destes. - Não há, pois, que se perquirir a respeito de eventual mácula ao princípio do contraditório e ampla defesa, posto que a não violação a este instituto, em casos como o que ora se analisa, já fora devidamente enfrentada e pacificada por esta Corte de Justiça. - Segurança denegada. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os integrantes desta Primeira Sessão Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, denegar a segurança, por unanimidade, nos termos do voto do relator. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Jose Ricardo da Silva Albuquerque E Pedro Henrique Sobrinho Junior. ADVOGADO: Denyson Fabiao de Araujo Braga. IMPETRADO: Comandante Geral da Polícia Militar do Estado da Paraíba E Interessado: Estado da Paraíba Re. Por Seu Proc. Felipe de Brito Lira Souto. Mandado de segurança. Militar. Nomeação em cargo temporário da prefeitura. Agregação. art. 142, III, da CF. Necessidade de autorização do comandate-geral da polícia militar. Ato discricionário. Aplicação analógica da lei dos militares federais (lei 6.880/80). agregação por ato comandante-geral da polícia. Previsão do art. 77 da Lei 3.907/77 dos policiais militares da paraíba. Denegação da segurança. - Segundo o art. 142, III, da CF, o militar da ativa que, de acordo com a lei, tomar posse em cargo, emprego ou função pública civil temporária, não eletiva, ainda que da administração indireta, ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá, enquanto permanecer nessa situação, ser promovido por antiguidade, contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva, sendo depois de dois anos de afastamento, contínuos ou não, transferido para a reserva, nos termos da lei; - De acordo com o Estatuto dos Militares Federais (Lei 6.880/80), aplicável subsidiariamente à presente hipótese, a nomeação de militar em cargo ou emprego público somente será deferida mediante autorização de autoridade competente. - O art. 77 da Lei 3.907/77, dos Policiais Militares da Paraíba, por sua vez, prevê que a agregação de oficiais se faz por parte do Governador do Estado e de praças, por ato do Comandante Geral da Polícia Militar. Logo, não restam dúvidas de que o ato de agregação dos militares necessita de autorização, sobremodo quando se verifica claramente no art. 134 da referida lei que será aplicada as leis e regulamentos em vigor no Exército Brasileiro às matérias não reguladas pela legislação militar estadual. - Não cabe ao Comando Militar efetuar tão somente o registro de agregação, mas dispor da maneira que lhe aprouver quanto ao afastamento dos militares para exercerem cargos públicos de forma temporária. - Segurança denegada. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os integrantes da Primeira Seção Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, denegar a segurança, por unanimidade, nos termos do voto do relator. MANDADO DE SEGURANÇA N ORIGEM: TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. IMPETRANTE: Genilson Dias de Lima. ADVOGADO: Joao Bosco Dantas de Lima. IMPETRADO: Secretário de Administração Penitenciária do Estado da Paraíba. ADMINISTRA- TIVO E CONSTITUCIONAL. MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDORA PÚBLICA ESTADUAL. REMOÇÃO. AUSÊNCIA DE MOTIVAÇÃO DO ATO. PORTARIA. NULIDADE. CONCESSÃO DA SEGURANÇA. - A remoção ex-officio de servidor público é ato discricionário da administração, sujeitando-se, em regra, ao juízo de oportunidade e conveniência da Administração. Contudo, para a validade do ato em questão, entende-se que este deverá ser devidamente motivado, a fim de atender aos princípios basilares que devem nortear a Administração Publica, quais sejam, a legalidade, a razoabilidade, a impessoalidade, a moralidade, e a proporcionalidade. - Com efeito, a motivação, enquanto elemento do ato administrativo que concretiza a remoção, visa garantir a preservação dos direitos do servidor, bem como demonstrar de forma inequívoca a obediência estrita ao interesse público. - O ato de transferência que ora se ataca não encontra respaldo jurídico, pois a remoção fora despida de justificativa e motivação, de forma que não se demonstrou o interesse precípuo da administração pública, tornando o ato administrativo abusivo, ilegal, e por conseguinte, nulo de pleno direito. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDAM os integrantes da Primeira Seção Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, conceder a segurança, nos termos do voto do relator.

13 13 JULGADOS DA PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque REEXAME NECESSÁRIO N RELATOR: Des Marcos Cavalcanti de Albuquerque. JUÍZO: Estado da Paraíba. POLO PASSIVO: Jair Terencio Bezerra. ADVOGADO: Paulo Fernando B Bittencourt. EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE NULIDADE DE ATO ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DA PARAÍBA. AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA. CRITÉRIOS OBJETIVOS PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME DOS CANDIDATOS. PREVISÃO LEGAL. INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 19, 31 E 36, DA LEI COMPLEMENTAR ESTADUAL Nº. 85/2008. PROVIMENTO DO APELO. - O art. 19 da Lei Complementar Estadual nº. 85/2008 prevê que o cargo de Agente de Segurança integra o quadro de categorias funcionais do Grupo Polícia Civil policial, constituindo-se em cargo da carreira da instituição. - O art. 31, da mesma lei complementar, dispõe em seu inciso III, que a avaliação psicológica constará nas fases a serem previstas no edital do concurso para ingresso de novos integrantes da Polícia Civil Estadual. - O art. 36, da referida lei, indica que a avaliação psicológica consistirá na aplicação de técnicas psicológicas, com o objetivo de analisar o perfil profissiográfico dos candidatos objetivam ingressar nos quadros da Polícia Civil Estadual. - O Superior Tribunal de Justiça firmou compreensão segundo a qual é válida a exigência de aprovação em exame psicotécnico ou psicológico em concurso público quando houver adoção de critérios objetivos na avaliação e for assegurado ao candidato o direito de pleitear a revisão de resultado desfavorável. (RMS /ES, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, QUINTA TURMA, julgado em 06/04/2010, DJe 03/05/2010). Vistos, relatados e discutidos os presentes autos acima identificados. Acordam os desembargadores da Primeira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, em dar provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Des. Leandro dos Santos AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. POLO ATIVO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Proc.. ADVOGADO: Jaqueline Lopes de Alencar. POLO PASSIVO: Alvaro Tadeu Henriques de Araujo. ADVOGADO: Carmem Noujaim Habib. AGRAVO INTERNO CONTRA DECISÃO MONOCRÁTICA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA QUE DETERMINOU O FOR- NECIMENTO DO MEDICAMENTO PLEITEADO. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA DO ESTADO DA PARAÍBA REJEITADA. INEXISTÊNCIA DE VIOLAÇÃO AOS PRINCÍPIOS DA HARMONIA E INDEPENDÊNCIA ENTRE OS PODERES. DECISÃO JUDICIAL NÃO SUJEITA AO MÉRITO ADMINISTRATIVO. DIREITO PÚBLI- CO SUBJETIVO À SAÚDE QUE REPRESENTA PRERROGATIVA JURÍDICA INDISPONÍVEL. APLICAÇÃO DA TEORIA DOS LIMITES DOS LIMITES. DESPROVIMENTO. - Segundo decidiu o STJ no REsp /RS, a decisão que determina o fornecimento de medicamento não está sujeita ao mérito administrativo, ou seja, conveniência e oportunidade de execução de gastos públicos, mas de verdadeira observância da legalidade. - O caráter programático da regra insculpida no art. 196 da Carta Política não pode transformar-se em promessa constitucional inconsequente, sob pena de o Poder Público, fraudando justas expectativas nele depositadas pela coletividade, substituir, de maneira ilegítima, o cumprimento de seu impostergável dever de garantir à saúde por um gesto frio relativo à análise financeira e orçamentária do Ente Público. nanimidade, DESPROVER o Agravo Interno, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl 128. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Banco Santander Brasil S/a. ADVOGADO: Rafael Asfora de Medeiros. APELADO: Geraldo Martins de Araujo. ADVOGADO: Severino Tavares da Silva Filho. EMBARGOS DECLARATÓRIOS. CONTRADI- ÇÃO E OMISSÃO. INOCORRÊNCIA. RECURSO OBJETIVANDO REFORMA DO ACÓRDÃO. DESCABIMEN- TO. REJEIÇÃO. - Somente cabem Embargos Declaratórios quando na decisão embargada existir algum dos requisitos previstos no art. 535 do Código de Processo Civil, ou seja, obscuridade, contradição ou omissão. Ausentes tais requisitos, impõe-se sua rejeição. ACORDA a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, REJEITAR os Embargos de Declaração, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Rosa Bandeira Veloso de Azevedo. ADVOGADO: Rinaldo Mouzalas de Sousa E Silva. APELADO: Chiara Louise Estrela Matias. ADVOGADO: Felipe Figueiredo Silva. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. IMPUGNAÇÃO À ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DOS RENDIMENTOS DA IMPUGNADA. SIMPLES AFIRMAÇÃO DA CONDIÇÃO FINANCEIRA. REFORMA. ALEGAÇÃO DE OBSCURI- DADE E OMISSÃO. REDISCUSSÃO DA MATÉRIA. MEIO ESCOLHIDO IMPRÓPRIO. PREQUESTIONAMENTO. REJEIÇÃO DOS ACLARATÓRIOS. - Não ocorrendo qualquer das hipóteses previstas no art. 535 do CPC, impõese a rejeição dos Embargos, eis que não se prestam para rediscussão de matéria já enfrentada no Acórdão. - Ainda que para fim de prequestionamento, devem estar presentes um dos três requisitos ensejadores dos Embargos de Declaração. ACORDA a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, em REJEITAR OS EMBARGOS DECLARATÓRIOS, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 91. APELAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. APELANTE: Estado da Paraiba, Repres. Por Seu Procurador. ADVOGADO: Ariano Wanderley N. C. Vasconcelos. APELADO: Nordeste Jeans Com de Confeccoes Ltda. ADVOGADO: Maria de Lourdes Araújo Melo. EXECUÇÃO FISCAL. PRESCRIÇÃO DE CDA. SÚMULA 106 DO STJ. APLICABILIDADE. MOROSIDA- DE DA JUSTIÇA QUE NÃO DEVE AFETAR O CRÉDITO DO EXEQUENTE. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE. REQUISITOS. ART. 40 DA LEI DE EXECUÇÕES FISCAIS. INOBSERVÂNCIA. LUSTRO LEGAL AINDA NÃO DECORRIDO. PROVIMENTO DO APELO. - Trâmite moroso da execução fiscal atribuído ao mecanismo da Justiça. Incidência da Súmula 106 STJ. Afastada a prescrição. - Conforme o art. 40, da Lei n.º 6.830/80, o juiz suspenderá o curso da execução, enquanto não for localizado o devedor ou encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora. Decorrido o prazo máximo de um ano, sem que seja localizado o devedor ou encontrados bens penhoráveis, o Juiz ordenará o arquivamento dos autos e apenas desta decisão de arquivamento inicia-se o prazo cinco anos para o advento da prescrição intercorrente. ACORDA a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, PROVER O RECURSO, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 90. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. POLO ATIVO: Sul America Seguros. ADVOGADO: Rostand Inacio dos Santos. POLO PASSIVO: Jaqueline Cirino da Silva Pereira. ADVOGADO: Walber Jose Fernandes Hiluey. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CONTRADIÇÃO, OMISSÃO E OBSCURIDADE. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO DA MATÉ- RIA. MEIO ESCOLHIDO IMPRÓPRIO. REJEIÇÃO DOS ACLARATÓRIOS. APLICAÇÃO DO ART. 538 DO CPC. CONFIGURAÇÃO. - Os Embargos Declaratórios têm a finalidade de esclarecer pontos omissos, obscuros ou contraditórios existentes na decisão, não servindo para reexame de matéria decidida. - Quando os Embargos forem manifestamente protelatórios, aplica-se a multa prevista no parágrafo único do art. 538 do CPC. ACORDA a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por votação unânime, REJEITAR OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, com aplicação de multa de 1% sobre o valor da causa, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Des Leandro dos Santos. POLO ATIVO: Associacao Comercial de Sao Paulo-spc E Serasa S/a. ADVOGADO: Marcel Davidman Papadopol e ADVOGADO: Andre Ferraz de Moura. POLO PASSIVO: Maria do Carmo S Neta E Fic- Financeira Itaú Cbd S/a. ADVOGADO: Manoel Felix Neto e ADVOGADO: Douglas Antério de Lucena. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. PRIMEIRO RECURSO. ALEGAÇÃO DE ILEGITIMIDADE DA SERASA. RES- PONSABILIDADE DO BANCO DE DADOS. REJEIÇÃO. SEGUNDO RECURSO. CARÁTER PREQUESTIONA- DOR. AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS DO ART. 535 DO CPC. EMBARGOS CONHECIDOS E REJEITADOS. São os bancos de dados que adquirem, montam e administram seus sistemas de computação, permitindo ou negando o acesso. Ainda que alguns destes bancos atuem como simples intermediários, ainda assim devem ser responsabilizados, pois foi exatamente nessa condição de depositário de informações que o legislador previu os riscos e a necessidade de controle. Assim, rejeito a preliminar de ilegitimidade passiva. A jurisprudência vem aceitando o recurso com fim exclusivo de prequestionamento, não entendendo, nesta hipótese, como procrastinatório ou passível de imposição de multa. Assim, verifica-se que não têm caráter protelatório os presentes Embargos de Declaração com a finalidade de prequestionar e, quanto a isso, não pairam dúvidas, eis que a matéria se encontra sumulada pelo STJ (Súmula n 98). ACORDA a Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, em REJEITAR os Embargos de Declaração, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl.352. JULGADOS DA SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: Vara Única da Comarca de Soledade. RELATOR: Des Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. EMBARGANTE: Damião Zelo Gouveia Melo. EMBARGADO: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REMESSA NECESSÁRIA. OMISSÃO, CONTRADIÇÃO OU OBSCURIDADE. INOCORRÊNCIA. FINALIDADE DE PREQUESTIONAMENTO. IMPOSSI- BILIDADE. MANUTENÇÃO DO DECISUM. REJEIÇÃO. - A menção quanto ao interesse de prequestionamento não é suficiente para o acolhimento dos aclaratórios, quando ausente qualquer omissão, contradição ou obscuridade. - O magistrado não está obrigado a abordar especificamente no julgado todos os argumentos de que se valem as partes, bastando fundamentar a sua decisão. - Na hipótese em tela, vê-se claramente que o acórdão embargado solucionou a lide de forma devidamente fundamentada, com pormenorizada análise de preliminares suscitadas em contestação e em estrita consonância aos elementos colhidos, não havendo que se cogitar em falha que possa ser sanada por meio de embargos de declaração. VISTOS, relatados e discutidos os presentes autos. ACORDA a Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em sessão ordinária, rejeitar os embargos, à unanimidade, nos termos do voto do relator. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 16 de setembro de JULGADOS DA TERCEIRACÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Desª. Maria das Graças Morais Guedes AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. POLO ATIVO: Tnl Pcs S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. POLO PASSIVO: Queiroz Araujo E Cia. ADVOGADO: Alexandre Barbosa de Lucena Leal. AGRAVO INTERNO EM APELAÇÃO CÍVEL. APELO INTEMPESTIVO. FALTA DE PRESSUPOSTO RECURSAL. INTEMPES- TIVIDADE. CONFIGURAÇÃO. INSURGÊNCIA. ALEGAÇÃO DE POSTAGEM NO CORREIO. NÃO OBSERVÂN- CIA DO ART. 2º, 3º DA RESOLUÇÃO Nº 04/2004 DESTE TRIBUNAL, QUE CRIOU O SISTEMA DE PROTOCOLO POSTAL INTEGRADO. DESPROVIMENTO. - A tempestividade dos recursos é matéria de ordem pública, configurando vício insanável, podendo ser verificada a qualquer tempo e instância. Precedentes do STJ. - É indispensável que o recibo eletrônico de postagem de correspondência por Sedex seja colado no verso da primeira lauda do documento, com a chancela do carimbo-datador da própria agência (art. 2º, 3º da Resolução nº 04/2004 do TJPB). VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDA a egrégia Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em negar provimento ao agravo interno. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. POLO ATIVO: Estado da Paraiba, Rep. P/ Seu Proc. Jaqueline Lopes de Alencar. POLO PASSIVO: Ana Lee Vilarim Campos. AGRAVO INTERNO. OBRIGAÇÃO DE FAZER. FORNECIMENTO DE LEITE ESPECIAL A MENOR PORTADORA DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR. PROCEDÊNCIA DO PEDIDO. IRRESIGNAÇÃO VOLUNTÁRIA. PRELIMINARES. ALEGAÇÃO DE NULIDADE POR SER A SENTENÇA GENÉRICA. REJEIÇÃO. LEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM DO ESTADO. RES- PONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERADOS. POSTULADO DA RESERVA DO POSSÍVEL. INAPLICABILIDADE. NECESSIDADE DE PRESERVAÇÃO, EM FAVOR DOS INDIVÍDUOS, DA INTEGRIDADE E DA INTANGIBILIDADE DO NÚCLEO CONSUBSTANCIADOR DO MÍNIMO EXISTENCIAL. GARANTIA CONSTITUCIONAL DO FORNECIMENTO. MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO APELO E DA REMESSA OFICI- AL. SEGUIMENTO NEGADO (ART. 557, CPC). DESPROVIMENTO. - Tendo a sentença vergastada analisado detidamente o pedido e o caso concreto, expondo os fundamentos que lastrearam a decisão, não há que se falar em decisão genérica, impondo-se, portanto, a rejeição da preliminar de nulidade arguida. - O funcionamento do Sistema Único de Saúde SUS é de responsabilidade solidária da União, Estados-membros e Municípios, de modo que qualquer destas entidades tem legitimidade ad causam para figurar no polo passivo de demanda que objetiva a garantia do acesso à medicação para pessoas desprovidas de recursos financeiros. - O direito à saúde é assegurado a todos e dever do Estado, por isso que legítima a pretensão quando configurada a necessidade do recorrido. - É a própria Carta Constitucional que impõe o dever de proceder à reserva de verbas públicas para atender a demanda referente à saúde da população, não havendo que se falar em ausência de destinação de recursos para fugir à responsabilidade constitucionalmente estabelecida. - A Portaria 1.318/2002 do Ministério da Saúde, que estabelece a listagem de medicamentos excepcionais a serem fornecidos gratuitamente pelo Poder Público, não tem o condão de restringir uma norma de cunho constitucional que, por ser veiculadora de direito fundamental, deve ser interpretada com a amplitude necessária a dar eficácia aos preceitos constitucionais. - Nos termos do art. 557 do CPC, o relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDA a egrégia Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em negar provimento ao agravo interno, com aplicação de multa. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. POLO ATIVO: Vrg Linhas Aereas S/a. ADVOGADO: Marcio Vinicius Costa Pereira. POLO PASSIVO: Wollner Cariri Targino E Francisco Jailton Nicacio Alves. ADVOGADO: Daniela Delai Rufato. AGRAVO INTERNO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE RESSARCIMENTO DE DANOS MORAIS E MATERIAIS C/C ANTECIPAÇÃO DE TUTELA EM FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. BLOQUEIO DA CONTA DA EXECUTADA VIA BACENJUD. AGRAVANTE QUE INTERPÕE RECURSO SEM, NO ENTANTO, SER PARTE OU TERCEIRO PREJUDICADO. ILEGITIMIDADE RECURSAL CARACTERIZADA. MANIFESTA INADMISSIBILIDADE. SEGUIMENTO NEGADO. DESPROVIMENTO. - Nos termos do art. 499 do CPC, o recurso somente pode ser interposto pela parte vencida, pelo terceiro prejudicado e pelo Ministério Público. - Nos termos do caput art. 557 do CPC, o relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDA a egrégia Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em negar provimento ao agravo interno. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Luiz Wataro Shimizu. ADVOGADO: Guilherme Fontes de Medeiros. APELADO: Jair Alves da Rocha. ADVOGADO: Felipe de Figueiredo Silva. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE DESPEJO PARA RETOMADA DE IMÓVEL. PRELIMINAR DE CERCEAMENTO DE DEFESA. JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. PROCESSO COM PROVAS SATISFATÓRIAS PARA O LIVRE CONVENCIMENTO DO MAGISTRADO. REJEIÇÃO. INFRAÇÃO LEGAL E CONTRATUAL. SUBLOCAÇÃO. AUSÊNCIA DE PROVA INCONTESTÁVEL ACERCA DO CONSENTIMENTO DO LOCADOR. RESCISÃO CONTRATUAL. DESPEJO PRECEDENTE. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVIMENTO. Não há cerceamento de defesa se o julgamento antecipado da lide se dá mediante a existência nos autos de elementos suficientes para a formação de juízo de certeza sobre a causa. A sublocação demanda prévio e escrito consentimento do locador, sendo inviáveis, portanto, as figuras do assentimento tácito e da presunção de assentimento. Com essas considerações, REJEITO A PRELIMINAR E NEGO PROVIMENTO AO APELO. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Municipio de Alagoa Grande. ADVOGADO: Walcides Ferreira Muniz. APELADO: Maria Lourenco Marinha da Silva. ADVOGADO: Jose Luis Meneses de Queiroz. REMESSA NECESSÁRIA DE OFÍCIO E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL. CONTRATO EXCEPCIONAL. 13º SALÁRIO E FÉRIAS. SUPOSTA ADIMPLÊNCIA. AUSÊNCIA DE PROVA. ART. 333, II, CPC. PROCEDÊNCIA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVIMENTO DA REMESSA E DO APELO. - Comprovado o vínculo funcional, ainda que resultante de contratação excepcional, e, por conseguinte, a prestação de serviços, o pagamento das verbas, inclusive décimos terceiros salários e férias, constitui obrigação primária da entidade pública, primeiro, por se tratarem de direitos sociais previstos na Constituição, indisponíveis por natureza, e segundo, porque configuraria enriquecimento sem causa em favor da Administração Pública. - Não havendo o Município se desincumbido do ônus de comprovar o pagamento dos vencimentos cobrados por servidor, ônus este que lhe era afeto nos termos do art. 333, II, CPC, a cobrança deve ser julgada procedente. Com essas considerações, NEGO PROVIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO APELO. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Sergio Silva Santos. APELADO: Municipio de Sousa, Rep.p/s Procurador. APELAÇÃO CÍVEL. ORDINÁRIA DE COBRANÇA. SERVIDOR PÚBLICO. PROFESSOR. LEI MUNI- CIPAL DE EFICÁCIA PLENA. INEXISTÊNCIA DE ELEMENTO CONDICIONANTE RELATIVO AO JULGAMENTO DO STF. DIFERENÇAS REMUNERATÓRIAS DEVIDAS. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO DE FATOS IMPEDITI- VOS, MODIFICATIVOS OU EXTINTIVOS DO DIREITO DO AUTOR. AUTONOMIA POLÍTICA DO ENTE ESTATAL PARA REGULAR SEU QUADRO FUNCIONAL. PROVIMENTO. Inexistente qualquer elemento limitativo da eficácia da lei incidente ao caso concreto, esta produz seus efeitos a partir da data especificada pelo ente estatal dotado de autonomia política para regular as relações no âmbito de sua competência legislativa. A ausência de provas relativas ao adimplemento da prestação remuneratória desencadeia a constituição da responsabilidade da edilidade municipal pelas verbas inadimplidas, porquanto os servidores não detém aptidão para comprovar fato negativo, consubstanciando-se a sistemática concernente ao ônus da prova. Isso posto, DOU PROVIMENTO AO APELO para reformar a sentença hostilizada, e julgar procedente o pedido formulado na exordial, e condenar o apelado ao pagamento das diferenças remuneratórias de titularidade dos apelantes referentes aos meses compreendidos entre janeiro a abril de 2009, adotando como parâmetro os valores fixados no anexo da Lei Complementar Municipal n 060/2009. Determino a incidência sobre o valor a ser executado de correção monetária pelo IPCA do momento em que a prestação deveria ter sido adimplida, e juros de mora da citação no percentual de 0,5% ao mês até o advento da Lei n º , de 30/06/2009, e a partir desta data os que são aplicáveis à caderneta de poupança. Condeno o vencido ao pagamento de honorários advocatícios na razão de 15% da quantia executada. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Patricia Tomaz Sitonio. ADVOGADO: Naama de Souza Efigenio. APELADO: Municipio de Bayeux. ADVOGADO: Josmar Vinicius Souza Bezerra. APELAÇÃO CÍVEL EM MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL. MÉDICO. PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO CURSO SUPERIOR. EXIGÊNCIA PREVISTA NO EDITAL. COLAÇÃO DE GRAU APÓS A DATA DA NOMEAÇÃO E POSSE. PREPONDERÂNCIA DO INTERESSE PÚBLI-

14 14 CO EM DETRIMENTO DO PARTICULAR. ALEGAÇÃO DE GREVE NA UNIVERSIDADE. IRRELEVÂNCIA. CIÊNCIA DAS REGRAS EDITALÍCIAS. ORDEM DENEGADA. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. DESPROVI- MENTO DO APELO. Para os cargos públicos que exigem diploma ou habilitação específica, a comprovação da respectiva habilitação deve ser feita no momento da posse, nos termos da Súmula nº 266 do STJ. Se, na data da posse, o candidato nomeado não apresenta o certificação de conclusão de curso superior, na forma prevista no edital, encontra-se legal a recusa da Administração Pública. Ao nomear o candidato, a administração pública demonstra a necessidade em preencher a vaga de médico, imediatamente, não sendo razoável ficar esperando até o candidato concluir o curso superior, devendo prevalecer o interesse público em detrimento do individual. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDA a egrégia Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em negar provimento ao recurso. APELAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Energisa Paraiba Distribuidora E de Energia S/a. ADVOGADO: Marcelo Zanetti Godoi e ADVOGADO: Luiz Felipe Lins da Silva. APELADO: Maria da Luz Romualdo de Oliveira E E Alexandre Oliveira Albuquerque. ADVOGADO: Igor Accily Pimentel. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. RELAÇÃO CONSUMERISTA. INCI- DÊNCIA DAS REGRAS DO CDC. SUPOSTO DESVIO DE ENERGIA ELÉTRICA. CONCESSIONÁRIA DE ENER- GIA QUE EFETUA LEITURAS DE MEDIDOR MENSALMENTE E, APÓS DECURSO DE TEMPO, COBRA POR CONSUMO NÃO CONTABILIZADO. AUSÊNCIA DE OBSERVAÇÃO DAS REGRAS DO PROCEDIMENTO ESTA- BELECIDO PELA ANEEL PARA AFERIR A POSSÍVEL IRREGULARIDADE. CONSUBSTANCIAÇÃO DA NULIDA- DE DO ATO E DA RESPECTIVA FATURA DA RECUPERAÇÃO DE CONSUMO. RESTITUIÇÃO EM DOBRO. AUSÊNCIA DE MÁ-FÉ. DEVOLUÇÃO EM DOBRO APENAS DOS VALORES EFETIVAMENTE PAGOS. DANO MORAL. NÃO OCORRÊNCIA. TRANSTORNOS QUE NÃO ULTRAPASSARAM A ESFERA DO MERO ABORRECI- MENTO. INEXISTÊNCIA DE AMEAÇA DE INSCRIÇÃO DO NOME NO CADASTRO RESTRITIVO DE CRÉDITO E SUSPENSÃO DO FORNECIMENTO DE ENERGIA. REFORMA DA DECISÃO. PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO. - A norma regulamentadora do procedimento para detecção de fraude no medidor do consumo de energia elétrica estabelece que a concessionária dessa modalidade de serviço público deve realizar inspeções periódicas na unidade consumidora e, constatada a ocorrência de procedimento irregular, deve emitir o Termo de Ocorrência de Irregularidade (TO), cuja cópia ser entregue ao consumidor, no ato da sua emissão, preferencialmente mediante recibo, ou, enviada pelo serviço postal com aviso de recebimento, conforme contexto dos arts. 37, caput e 72, 1º, inc. I e 3º da Resolução Normativa 456/2000. Ausente a comprovação da prática dos atos componentes do procedimento delineado na norma de regência, ônus que competia a apelante, nos termos do inciso II, do art. 333, do CPC, nulas estão a inspeção e a respectiva cobrança de recuperação de consumo. A construção jurisprudencial pressupõe serem duas as situações, para o repetição em dobro: o pagamento efetivo do valor cobrado e que haja má-fé do credor. Sendo assim, impõe-se a devolução, na forma simples, dos valores que não foram efetivamente pagos. O aborrecimento, o dissabor e o incômodo, possivelmente sofridos pelo recorrido em virtude da conduta da recorrente, não são capazes de configurar o dano moral, sendo necessário, para que surja o direito à compensação, que haja intenso abalo psicológico ou à imagem, capaz de agredir a honra e o conceito profissional, o que não é a hipótese dos autos. ACORDA a egrégia Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em dar provimento parcial ao recurso. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. EMBARGANTE: Stelre Com de Telefonia E Eletrificacao Ltda. ADVOGADO: Victor Bruno Rocha Araujo. EMBARGADO: Santander Leasing S/a Arrendamento Mercantil. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ALEGADA OMISSÃO NO JULGADO. REDISCUSSÃO DE MATÉRIA JÁ ENFRENTADA NO ACÓRDÃO. MEIO ESCOLHIDO IMPRÓPRIO. LIVRE CONVENCIMENTO MOTIVADO. AUSÊNCIA DOS REQUISITOS PREVIS- TOS NO ART. 535 DO CPC. REJEIÇÃO. - Os embargos declaratórios têm a finalidade de esclarecer pontos omissos, obscuros ou contraditórios existentes na decisão, não servindo para reexame de matéria decidida. - O magistrado possui livre convencimento motivado, não estando obrigado a rebater, um a um, os argumentos trazidos pela parte, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decisão. VISTOS, relatados e discutidos os autos acima referenciados. ACORDA a Terceira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os embargos declaratórios. Des. Jose Aurelio da Cruz AGRAVO N ORIGEM: CAPITAL - 1ª VARA DE EXECUTIVOS FISCAIS. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. AGRAVANTE: Proc. Silvana Simoes de Lima E Silva E Estado da Paraiba, Repres. Pr Sua. AGRAVADO: Beijo Ind E Com de Refrigerantes Ltda. PROCESSO CIVIL AGRAVO INTERNO AÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL DESÍDIA DO ESTADO DA PARAÍBA EM PROMOVER A CITAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA EMBARGADA DECURSO DE MAIS DE CINCO ANOS ENTRE O AJUIZAMENTO DA AÇÃO E CITAÇÃO VÁLIDA DO PROCESSO PRESCRIÇÃO DA PRETENSÃO FAZENDÁRIA CONFIGURADA AUSÊNCIA DE NOVOS ELEMENTOS CAPAZES DE ALTERAR A DECISÃO AGRAVADA DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. No caso, o despacho que determinou a citação inicial interrompeu o prazo prescricional a partir do ajuizamento da ação (12 de março de 2009), mas, até o presente momento, a pessoa jurídica não chegou a ser citada, porquanto o Estado da Paraíba dispensou tal diligência ao requer o redirecionamento da execução fiscal para o sócio corresponsável, diante do insucesso da primeira tentativa de citação em face da empresa. Assim, opera-se a prescrição com relação à pessoa jurídica executada, razão pela qual a execução fiscal deve ser extinta, com fulcro no efeito translativo recursal, exatamente como restou decidido na monocrática ora agravada. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível deste Egrégio Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de fl. 67.Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO e mantenho, por conseguinte, a decisão agravada em todos seus termos. AGRAVOS N ORIGEM: BONITO DE SANTA FÉ. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Municipio de Bonito de Santa Fe. ADVOGADO: Ananias Synesio da Cruz. POLO PASSIVO: Elianna Furtado Pinheiro. ADVOGADO: Joaquim Daniel. PROCESSO CIVIL AGRAVO INTERNO INTERPOSI- ÇAO CONTRA DECISAO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO AO RECURSO DE APELAÇÃO EM- BARGOS À EXECUÇÃO - ALEGAÇAO DE EXCESSO DE EXECUÇÃO - NECESSIDADE DE INDICAÇAO NA EXORDIAL DO VALOR CORRETO COM MEMÓRIA DESCRITIVA DO DÉBITO - INTELIGÊNCIA DO ART. 739, 5º, DO CPC - DESCUMPRIMENTO AUSÊNCIA DE NOVOS ELEMENTOS CAPAZES DE ALTERAR A DECISÃO INTERINAMENTE AGRAVADA - RECURSO DESPROVIDO. Nos termos do art. 739-A, 5º, do CPC, quando o excesso de execução for o fundamento dos embargos, cabe ao embargante declarar na inicial o valor que entende correto e apresentar memória do cálculo, sob pena de rejeição dos embargos ou de não conhecimento desse fundamento. Recurso desprovido, para manter a decisão internamente agravada em todos seus termos. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, por unanimidade de votos, negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de fl. 74. À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. AGRAVOS N ORIGEM: JACARAU. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Municipio de Lagoa de Dentro. ADVOGADO: Newton Nobel Sobreira Vita. POLO PASSIVO: Maria Anunciada Soares. ADVOGADO: Julianna Erika Pessoa de Araujo. PROCESSO CIVIL AGRAVO INTERNO CONTRATA- ÇÃO TEMPORÁRIA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM FAVOR DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELAÇÃO JURÍDICO-ADMINISTRATIVA DIREITO AO PAGAMENTO DAS VERBAS REFERENTES AO FGTS EXTENSÃO DOS DIREITOS SOCIAIS PREVISTOS NO ART. 7º DA Constituição federal JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE NO STF PRECEDENTES DESTA CORTE AUSÊNCIA DE NOVOS ELEMENTOS CAPAZES DE ALTERAR O JULGADO MANUTENÇÃO DA DECISÃO AGRAVADA DESPROVIMENTO DO RECURSO. O Supremo Tribunal Federal entende que estando o FGTS previsto no art. 7º, III, da CF, seu pagamento é devido aos prestadores de serviços contratados temporariamente pela Administração Pública (art. 37, IX, da CF) por ser um direito assegurado constitucionalmente a todos trabalhadores. Ausente novos elementos capazes de alterar o entendimento adotado, o agravo merecer ser desprovido para manter a decisão agravada em todos seus termos. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível deste Tribunal de Justiça, à unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de fl. 166.Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO e mantenho, por conseguinte, a decisão agravada em todos seus termos. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 6ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador Igor Rosalmeida Dantas. POLO PASSIVO: Mario Celso Rodrigues. ADVOGADO: Marcel Vasconcelos Lima. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO INTERPOSTO EM FACE DE DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO RECURSO APELATÓRIO. TEMPESTIVIDADE. 1 - PRELIMINAR DE POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO TRATAMENTO MÉDICO PLEITEADO POR OUTRO JÁ DISPONIBILIZADO. REJEIÇÃO. 2 PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSA DO ESTADO REJEIÇÃO. MÉRITO MEDICAMENTO. PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS PARA AQUISIÇÃO DO FÁRMACO. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. DEVER DO ESTADO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. REDISCUSSÃO. IMPOSSIBILIDADE. JURISPRUDÊN- CIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB - IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO MANTIDO. ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO AGRAVO. Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos de qualquer um deles. A negativa de fornecimento de um medicamento de uso imprescindível para o autor, cuja ausência gera risco à saúde, é ato que viola a Constituição Federal, pois vida e a saúde são bens jurídicos constitucionalmente tutelados em primeiro plano. Restando evidenciado nos autos que o medicamento prescrito pelo profissional-médico habilitado é o que atende melhor às necessidades médicas da Agravada, até porque o medicamento genérico ou similar, mesmo tendo princípio ativo igual, pode não surtir o mesmo efeito desejado, colocando, assim, em risco o maior patrimônio do paciente, qual seja, à vida, a medicação receitada deve ser mantida. Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser conservado na íntegra o entendimento monocrático que negou seguimento a remessa e ao recurso ex vi do disposto no Artigo 557, caput, do CPC. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 120.À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. AGRAVOS N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 1ª VARA DA FAZENDA PUBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Estado da Paraiba, Rep.p/s Procurador Gustavao Nunes Mesquita. POLO PASSIVO: Adeildo Cavalcante da Silva. ADVOGADO: Paulo Fernando Torreao. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO INTERPOSTO EM FACE DE DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO RECURSO APELATÓRIO. TEMPESTIVIDADE. 1 - PRELIMINAR DE POSSIBI- LIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO TRATAMENTO MÉDICO PLEITEADO POR OUTRO JÁ DISPONIBILIZADO. REJEIÇÃO. 2 PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSA DO ESTADO REJEIÇÃO. MÉRITO MEDICAMENTO. PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS PARA AQUISIÇÃO DO FÁRMACO. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. DEVER DO ESTADO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. REDISCUSSÃO. IMPOSSIBILIDADE. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB - IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO MANTIDO. ARTI- GO 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO AGRAVO. Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos de qualquer um deles. É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em , publicado em ). A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser conservado na íntegra o entendimento monocrático que negou seguimento a remessa e ao recurso ex vi do disposto no Artigo 557, caput, do CPC. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 136.À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora E Daniele Cristina Vieira Cesario E Igor de Rosalmeida Dantas. POLO PASSIVO: Jose Armando Almeida de Moura. ADVOGADO: Ricardo Nascimento Fernandes. PREVIDENCIÁRIO. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO PREVIDENCIÁRIO C/C OBRIGAÇÃO DE NÃO FAZER. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL. SENTENÇA PELA PROCEDÊNCIA PARCI- AL. APELAÇÕES CÍVEIS E REEXAME NECESSÁRIO. SEGUIMENTO NEGADO monocraticamente RECURSOS PREJUDICADOS. AGRAVO INTERNO. PEDIDO GENÉRICO. FALTA DE DETERMINAÇÃO DE EMENDA À INICIAL. ART. 284 DO CPC. POSSIBILIDADE, MESMO APÓS APRESENTAÇÃO DA CONTESTAÇÃO. NULIDA- DE DECRETADA DE OFÍCIO. QUESTÃO DE ORDEM PÚBLICA. Posição do stj. DESPROVIMENTO DO AGRA- VO INTERNO. 1. É dever do magistrado determinar que o autor emende a inicial que contém pedido genérico, nos termos do art. 284 do CPC, devendo-se intimá-lo para especificar do pedido, mesmo após a contestação. Garante-se, à parte contrária, outrossim, o direito de se manifestar sobre a emenda, em atenção ao princípio do contraditório e da ampla defesa. 2. Os pedidos, como manifestações de vontade, devem ser interpretados (art. 293 do CPC), cabendo ao magistrado determinar a emenda da inicial (art. 284 do CPC). Isto porque não devem os demandantes ser prejudicados por ter o causídico peticionado ao Poder Judiciário de maneira deficiente. (Precedentes: REsp /SP, DJ ; AgRg no REsp /SP, DJ ; RESP /RJ, DJ:13/08/2001; RESP /SP, Relator Min. PAULO GALLOTTI DJU de 29/11/1999). (REsp /SP, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 04/03/2008, DJe 14/05/2008). ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 181.Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 4ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Luiz Jose Mamede de Lima. ADVOGADO: Newton Nobel Sobreira Vita. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Julio Tiago de Carvalho Rodrigues. PROCESSUAL CIVIL. AGRA- VO INTERNO INTERPOSTO EM FACE DE DECISÃO MONOCRÁTICA QUE DEU PROVIMENTO AO APELO. ARTIGO 557, 1º-A, DO CPC. REDISCUSSÃO. IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO MANTIDO. DESPROVI- MENTO DO AGRAVO. - Inexistindo motivos para retratação, nega-se provimento ao Agravo interno interposto contra decisão monocrática que deu provimento monocrático ao recurso para, nos termos do Artigo 557, 1º-A, do CPC, reconhecer a legitimidade ativa do Estado da Paraíba e, por conseguinte, anular a sentença recorrida, determinando o retorno dos autos ao juízo de origem, onde o feito deverá ser regularmente processado. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 67.À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Estado da Paraiba,rep.p/s Procurador E Tadeu Almeida Guedes. POLO PASSIVO: Paulo Tiburcio Neto. ADVOGADO: Jose Francisco Xavier. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. SENTENÇA PELA PROCEDÊNCIA. DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO, MONOCRATICAMENTE, AO APELO DA FAZENDA PÚBLICA. AGRAVO INTERNO. CONCURSO PÚBLICO. CANDIDATO INICIALMENTE CLASSIFICADO FORA DO NÚMERO DE VAGAS OFERTADAS NO EDITAL. DESIS- TÊNCIA DE CANDIDATO MELHOR CLASSIFICADO. OCORRÊNCIA. AVANÇO NA ORDEM CLASSIFICATÓRIA. COMPROVAÇÃO. EXAURIMENTO DO PERÍODO DE VALIDADE DO CONCURSO. DIREITO SUBJETIVO À NOMEAÇÃO. EXISTÊNCIA. PRECEDENTES DO STF E DO STJ. DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. 1. O não preenchimento de todas as vagas dentro do prazo de validade do concurso, seja pela eliminação eu desistência de candidato inicialmente habilitado dentro do número previsto no Edital, gera o direito subjetivo à nomeação do candidato classificado na posição imediatamente subsequente na lista de classificados. Precedentes do excelso Supremo Tribunal Federal e do egrégio Superior Tribunal de Justiça. 2. Não se tratando de surgimento de vaga, seja por lei nova ou vacância, mas de vaga já prevista no edital do certame, aplica-se ao caso o que decidido pelo Plenário da Corte, o qual, ao apreciar o mérito do RE nº /MS-RG, Relator o Ministro Gilmar Mendes, concluiu que o candidato aprovado em concurso público dentro do número de vagas previstas no edital tem direito subjetivo à nomeação. (STF. ARE AgR, Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI, Primeira Turma, julgado em 03/09/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-214 DIVULG PUBLIC ). 3. Na forma da jurisprudência do STJ, a desistência dos candidatos convocados, ou mesmo a sua desclassificação em razão do não preenchimento de determinados requisitos, gera para os seguintes na ordem de classificação direito subjetivo à nomeação, observada a quantidade das novas vagas disponibilizadas. Precedentes: RMS /BA, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe 14/02/2012; AgRg no REsp /PB, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe 20/05/2011; RMS /DF, Rel. Min. Eliana Calmon, Segunda Turma, DJe 30/08/2010 (STJ, AgRg no REsp / BA, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, DJe de 05/03/2013). (STJ. AgRg no RMS /RO, Rel. Ministra ASSUSETE MAGALHÃES, SEXTA TURMA, julgado em 17/09/2013, DJe 11/10/2013). ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 147.Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 3ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Deyse Trigueiro de Albuquerque, Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Igor Rosalmeida Dantas E Elisa Barbosa Machado. POLO PASSIVO: Valdemar Marcelino Pedro. ADVOGADO: Bruna de Freitas Mathieson. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO INTERPOSTO EM FACE DE DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO RECURSO APELATÓRIO. TEMPESTIVIDADE. 1 - PRELIMINAR DE POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO TRATAMEN- TO MÉDICO PLEITEADO POR OUTRO JÁ DISPONIBILIZADO. REJEIÇÃO. 2 PRELIMINAR DE ILEGITIMIDA- DE PASSIVA AD CAUSA DO ESTADO REJEIÇÃO. MÉRITO MEDICAMENTO. PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEIRAS PARA AQUISIÇÃO DO FÁRMACO. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. DEVER DO ESTADO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. REDISCUSSÃO. IMPOSSIBILIDADE. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB - IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO MANTIDO. ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. DESPRO- VIMENTO DO AGRAVO. Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos de qualquer um deles. É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em , publicado em ). A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser conservado na íntegra o entendimento monocrático que negou seguimento a remessa e ao recurso ex vi do disposto no Artigo 557, caput, do CPC. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. AGRAVOS N ORIGEM: PEDRAS DE FOGO. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: (em Liquidacao Extrajudicial) E Banco Cruzeiro do Sul S/a. ADVOGADO: Taylise Catarina Rogerio Seixas. POLO PASSIVO: Maria de Lourdes da Silva. ADVOGADO: Litio Tadeu Costa R dos Santos. PROCESSO CIVIL - PEDIDO DE JUSTIÇA GRATUITA INDEFERIMENTO DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NÃO CONHECEU DO AGRAVO DE INSTRUMENTO AGRAVO INTERNO PREPARO REQUISITO DE

15 15 ADMISSIBILIDADE RECURSAL - AUSÊNCIA DE COMPROVANTE DE PAGAMENTO DESERÇÃO CONFIGU- RADA MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA POSIÇÃO DO STJ E DESTA CORTE DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. - Tendo sido indeferido o pedido de gratuidade judiciária, e não tendo havido o recolhimento das custas devidas, necessário reconhecer a deserção do recurso com sua consequente inadmissão. ACOR- DAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 124.Ante o exposto, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO. AGRAVOS N ORIGEM: CAPITAL - 5ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Municipio de Joao Pessoa Representado Por Seu Procurador Antonio Fernando de Amorim Cadete. POLO PASSIVO: Carolina Farias Gomes. ADVOGADO: Benedito de Andrade Santana. AGRAVO INTERNO AGRAVO DE INSTRUMENTO REPRESENTAÇÃO PROCES- SUAL DO MUNICÍPIO - NECESSIDADE DE JUNTADA DE PROVA DA CONDIÇÃO DE OCUPANTE DO CARGO DE PROCURADOR MUNICIPAL QUANTO DO INGRESSO DO RECURSO PRINCIPAL AUSÊN- CIA - ÔNUS DO AGRAVANTE PEÇA DE TRASLADO OBRIGATÓRIA QUANDO DA REPRESENTAÇÃO FORMAÇÃO DEFICIENTE DO RECURSO DE AGRAVO DE INTRUMENTO COMPROVAÇÃO DA CONDI- ÇÃO DE PROCURADOR APENAS QUANTO DO INGRESSO DO AGRAVO INTERNO. COMPROVAÇÃO FORA DO PRAZO PROCESSUAL - PRECEDENTES DO STJ - AUSÊNCIA DE NOVOS ELEMENTOS CAPAZES DE ALTERAR A DECISÃO INTERNAMENTE AGRAVADA RECURSO DESPROVIDO. A representação processual de município independe de instrumento de mandato, desde que seus procuradores estejam investidos na condição de servidores municipais, por se presumir conhecido o mandato pelo seu título de nomeação ao cargo. (AgRgAg nº /RS, Relatora Ministra Eliana Calmon, in DJ 15/12/2006), sendo certo, contudo, que, embora independa de mandato expresso, a referida condição de servidor público municipal deve estar comprovada nos autos, ilidindo-se, assim, a possibilidade de contratação, pela municipalidade, de profissional para o caso. In casu, não tendo o agravante comprovado a condição de Procurador do Município quando oportunizado no ingresso do Agravo de Instrumento, só agora o fazendo, é de se negar provimento ao Agravo Interno. - Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser mantida a decisão hostilizada. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: SOUSA - 4ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador Gustavao Nunes Mesquita. APELADO: Ministerio Publico. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO INTERPOSTO EM FACE DE DECI- SÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA E AO RECURSO APELATÓRIO. TEMPESTIVIDADE. 1 - PRELIMINAR DE POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO TRATAMENTO MÉDICO PLEITEADO POR OUTRO JÁ DISPONIBILIZADO. REJEIÇÃO. 2 PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSA DO ESTADO REJEIÇÃO. MÉRITO MEDICAMENTO. PACIENTE SEM CONDIÇÕES FINANCEI- RAS PARA AQUISIÇÃO DO FÁRMACO. DIREITO À VIDA E À SAÚDE. DEVER DO ESTADO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. REDISCUSSÃO. IMPOSSIBILIDADE. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB - IMPOSSIBILIDADE. ENTENDIMENTO MANTIDO. ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO AGRAVO. Por ser a saúde matéria de competência solidária entre os entes federativos, pode a pessoa acometida de doença exigir medicamentos de qualquer um deles. É solidária a responsabilidade entre União, Estados-membros e Municípios quanto às prestações na área de saúde. Precedentes. (RE AgR, Relator(a): Min. ROSA WEBER, Primeira Turma, julgado em 18/09/2012, processo eletrônico dje-193 divulgado em , publicado em ). A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Não tendo vindo aos autos nenhum elemento novo capaz de alterar o convencimento já manifestado quando da decisão recorrida, é de ser conservado na íntegra o entendimento monocrático que negou seguimento a remessa e ao recurso ex vi do disposto no Artigo 557, caput, do CPC. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em negar provimento ao Agravo Interno, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls À vista do esposado, esvaziado o presente recurso de argumentos plausíveis, NEGO PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO, mantendo incólume a decisão agravada. APELAÇÃO N ORIGEM: ARACAGI. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. APELANTE: Jose Leonilson Pereira Bezerra. ADVOGADO: Anna Karina Martins S.reis. APELADO: Municipio de Aracagi. ADVOGADO: Antonio Teotonio de Assuncao. ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL reexame necessário e APELAÇÃO CÍVEL - EMPREGADO PÚBLICO MUNICIPAL VÍNCULO CELETISTA CONFI- GURADO E RECONHECIDO PELA PRÓRIA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL - COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA TRABALHISTA SUSCITAÇÃO DO CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA - REMESSA DOS AUTOS AO STJ. - Considerando que os documentos carreados aos autos demonstram que a relação jurídica firmada entre o autor e a Administração Municipal sempre foi regida pela CLT, a competência para apreciar o feito é da Justiça Laboral, razão pela qual deve ser suscitado conflito de competência perante o STJ. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em suscitar o conflito negativo de competência com a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 134.Por tais razões, SUSCITO O PRESENTE CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA perante o Superior Tribunal de Justiça, com fulcro nos arts. 115, II e 116 do CPC e no art. 105, I, d, da CF, por entender que a competência para processamento e julgamento da matéria em análise é da Justiça do Trabalho. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CABEDELO - 3ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Fabio Gomes Ferreira. ADVOGADO: Higia Kelly Leite Montenegro E Marcio Roberto Montenegro Batista Junior. POLO PASSIVO: O Mustad Son Brasil Artefatos de Pesca Ltda. ADVOGADO: Martinho Cunha Melo Filho. PROCESSUAL CIVIL embargos de declaração EM AGRAVO INTER- NO SUPOSTa OMISSÃO No acórdão inocorrência FINS DE PREQUESTIONAMENTO -IMPOSSIBILI- DADE decisão clara e coerente - MATÉRIA já apreciada - inexistência de qualquer vício de julgamento PREVISTO NOS MOLDES DO ART. 535 DO CPC pretensão de rediscutir questões ao entendimento da parte rejeição que se impõe. Os embargos de declaração não se prestam a rediscussão de matéria devidamente analisada, nem tampouco para adequar o acórdão ao entendimento da parte embargante. Os embargos declaratórios, mesmo quando opostos com o intuito de prequestionamento, não podem ser acolhidos quando inexistirem os vícios previstos no art. 535 do Código de Processo Civil. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os embargos, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fl. 144 Ante todo o exposto, rejeito os embargos de declaração. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: RIO TINTO. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Municipio de Baia da Traicao. ADVOGADO: Antonio Marcos Barbosa Bezerra. POLO PASSIVO: Edjar Marinho de Oliveira. ADVOGADO: Teresa Emilia E. Aguiar E Wendell Carlos Guedes de Souza. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO INTERNO - AÇÃO DE COBRANÇA. MUNICÍPIO. LOCA- ÇÃO DE VEÍCULO PARA COLETA DE LIXOS E ENTULHOS. FALTA DE PAGAMENTO. SENTENÇA DE PROCE- DÊNCIA. MANUTENÇÃO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUIMENTO AO APELO. IRRESIGNA- ÇÃO DO MUNICÍPIO. RETRATAÇÃO REQUERIDA. IMPOSSIBILIDADE. INEXISTÊNCIA DE ARGUMENTO CAPAZ DE MODIFICAR O ENTENDIMENTO ADOTADO PELA RELATORIA. PRECEDENTES. MANUTENÇÃO DO DECISUM OBJURGADO. AGRAVO CONHECIDO E DESPROVIDO. IRRESIGNAÇÃO. ACÓRDÃO EMBAR- GADO. OBSCURIDADE ALEGADA. AUSÊNCIA DOS PRESSUPOSTOS DO ART. 535 DO CPC. REJEIÇÃO. - Os embargos de declaração pressupõem a existência dos requisitos do art. 535 do CPC, não se prestando para atacar os fundamentos do julgado. - O julgador não está obrigado a decidir limitando-se, tão somente, aos fatos e argumentos lançados pelas partes, podendo, portanto, se ater apenas aos fatos e dispositivos que forem suficientes para sua fundamentação, como o fez na decisão embargada. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em rejeitar os embargos declaratórios, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 95.Diante do exposto, REJEITO OS EMBARGOS DECLARATÓRIOS em face da inexistência da obscuridade alegada no acórdão atacado. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CABEDELO - 3ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Unimed Cooperativa de Trabalho Medico E Leidson Flamarion Torres Matos. ADVOGADO: Hermano Gadelha de Sa. POLO PASSIVO: Almiro Carlos Ferro. ADVOGADO: Itallo Jose Azevedo Bonifacio. PROCESSUAL CIVIL Embargos de Declaração OMISSÃO Inexistência Rediscussão do mérito impossibilidade - via recursal inadequada Ausência dos pressupostos do art. 535 do CPC Embargos conhecidos e rejeitados. - Ausentes os pressupostos do art. 535 do CPC, há de se rejeitar os presentes embargos declaratórios, notadamente em razão da pretensão de rediscussão dos fundamentos do acórdão por parte do embargante, o que não é possível através desta via recursal. Embargos rejeitados, para manter o acórdão em todos seus termos. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 219.Ante o exposto, CONHEÇO DOS EMBARGOS, PARA, NO MÉRITO, REJEITÁ-LOS, por ausência de qualquer vício processual, mantendo na íntegra a decisão embargada. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: PATOS - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Luciana Lustosa Vieira. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. POLO PASSIVO: Municipio de Patos. ADVOGADO: Abraao Pedro Teixeira Junior. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS PELAS PARTES - ACÓRDÃO QUE deu PROVIMENTO à apelação cível DO MUNICÍPIO RÉU e provimento parcial à remessa necessária PRIMEIROS ACLARATÓ- RIOS OPOSTOS PELA PROMOVENTE CONTRADIÇÃO Inexistência MERO INCONFORMISMO IMPOSSIBILIDADE SEGUNDOS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELO RÉU - omissão ANÁLISE EFETU- ADA COM JULGAMENTO FAVORÁVEL - FALTA DE INTERESSE RECURSAL REJEIÇÃO DO PRIMEIRO recurso E NÃO CONHECIMENTO DO SEGUNDO. - Impõe-se a rejeição dos primeiros embargos declaratórios quando inexistir a contradição neles alegada. - Os embargos de declaração não servem para sanar o inconformismo da parte com o resultado desfavorável no julgamento ou para rediscutir matéria já decidida. - A matéria ventilada na apelação cível interposta pelo Município foi devidamente apreciada, sendo, inclusive, a ele favorável. Portanto, os segundos aclaratórios não devem ser conhecidos, ante a manifesta ausência de interesse recursal. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os primeiros embargos e não conhecer dos segundos, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 239.Ante todo o exposto, rejeito os primeiros embargos de declaração, por não haver os vícios apontados, e não conheço dos segundos, ante a patente falta de interesse recursal. É como voto. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 5ª VARA CÍ- VEL. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Master Clinic Ortodontia Ltda. ADVOGADO: Rodolfo Rodrigues Menezes. POLO PASSIVO: Andre Luis Neto. ADVOGADO: Celio Goncalves Vieira. PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO PREQUESTIONAMENTO - INEXISTÊNCIA DE QUALQUER DAS HIPÓTESES PREVISTAS NO ART. 535 DO CPC - REJEIÇÃO. - Os aclaratórios, mesmo para fins de prequestionamento, limitam-se às hipóteses do art. 535, I e II, do CPC, não se prestando para rediscutir matéria já levada a julgamento. - A pretensão de prequestionamento de dispositivos legais, em sede de embargos de declaração, mostra-se inadmissível, porquanto este remédio processual não se presta para lastrear recurso a tribunal superior. - Salienta-se a circunstância de não estar o julgador obrigado a julgar a lide da forma e sob os argumentos desejados pela parte, senão a apresentar seu livre convencimento motivado (artigo 131 do Código de Processo Civil e inciso IX do artigo 93 da Constituição Federal). ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em rejeitar os embargos declaratórios, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls Isto posto, desacolho os embargos de declaração, mantendo-se inalterados os termos do acórdão vergastado. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CAMPINA GRANDE - 4ª VARA CÍVEL. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Banco Finasa Bmc S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. POLO PASSIVO: Pedro Jeronimo de Souza Filho. ADVOGADO: Mariano Soares da Cruz. PROCESSUAL CIVIL - EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NA APELAÇÃO CÍVEL - ALEGADA OMISSÃO NO ACÓRDÃO TERMO INICIAL DA CORREÇÃO MONETÁRIA SOBRE O VALOR INDENIZÁVEL ATRIBUÍDO AOS DANOS MORAIS SÚMULA 362 DO STJ ATUALIZAÇÃO A PARTIR DA DATA DO ARBITRAMENTO DA INDENIZAÇÃO - CABIMENTO - ACOLHIMENTO DOS EMBARGOS. - A correção monetária sobre o valor da indenização por danos morais, tem o seu marco inicial a partir da data do arbitramento da verba, nos termos da Súmula 362 do STJ. - Cabem embargos de declaração quando for omitido ponto sobre o qual devia pronunciar-se o juiz ou o tribunal. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, à unanimidade de votos, em acolher os embargos declaratórios, nos termos do voto do relator e da certidão de julgamento de fls. 149.Ante o exposto, ACOLHO OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO, para fixar como termo a quo da correção monetária, a data da prolação da decisão desta Câmara que fixou o novo quantum indenizatório, passando a integrar o Acórdão atacado. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CAPITAL - 5ª VARA CÍVEL. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Aymore Credito Financiamento E Investimentos S/a. ADVO- GADO: Antonio Braz da Silva. POLO PASSIVO: Maria de Lourdes Ferreira. ADVOGADO: Davidson Lopes Souza de Brito. PROCESSO CIVIL EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE MANIFESTA- ÇÃO EXPRESSA SOBRE DISPOSITIVOS LEGAIS E COBRANÇA DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA INEXIS- TÊNCIA DE OMISSÃO DESNECESSIDADE DE MANIFESTAÇÃO EXPRESSA SOBRE TODOS DISPOSIÇÕES LEGAIS ENTENDIMENTO PACÍFICO DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DECISÃO ISENTA DE VÍCIOS REJEIÇÃO DOS EMBARGOS. Cabe ao magistrado decidir a questão de acordo com o seu livre convencimento, sendo desnecessária a expressa manifestação sobre todos os argumentos levantados pelas partes, quando já encontrou elementos suficientes para decidir a causa e neles fundamenta a decisão. Precedentes do Superior Tribunal de Justiça. Embargos rejeitados, para manter o acórdão em todos seus termos. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível, por unanimidade de votos, em rejeitar os embargos de declaração nos termos do voto do relator e da certidão de fl. 274.Isto posto, REJEITO OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO e mantendo o acórdão embargado em todos seus termos EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: CABEDELO - 5ª VARA MISTA. RELA- TOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: F. E. A. L.. ADVOGADO: Lucas Henrique de Queiroz Melo. POLO PASSIVO: V.v.v.. PROCESSUAL CIVIL Embargos de Declaração OMISSÃO Inexistência Rediscussão do mérito impossibilidade - via recursal inadequada Ausência dos pressupostos do art. 535 do CPC Embargos conhecidos e rejeitados. - Ausentes os pressupostos do art. 535 do CPC, há de se rejeitar os presentes embargos declaratórios, notadamente em razão da pretensão de rediscussão dos fundamentos do acórdão por parte do embargante, o que não é possível através desta via recursal. Embargos rejeitados, para manter o acórdão em todos seus termos. ACORDAM os integrantes da Segunda Seção Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, em rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 248.Ante o exposto, CONHEÇO DOS EMBARGOS, PARA, NO MÉRITO, REJEITÁ- LOS, por ausência de qualquer vício processual, mantendo na íntegra a decisão embargada. EMBARGOS N ORIGEM: PATOS - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Alcenira Barros da Silva. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. POLO PASSIVO: Municipio de Patos. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS PELAS PARTES - ACÓRDÃO QUE deu PROVIMENTO à apelação cível DO MUNICÍPIO RÉU e provimento parcial à remessa necessária PRIMEIROS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PROMOVENTE CONTRADIÇÃO Inexistência MERO INCONFORMISMO IMPOSSIBILIDADE SEGUNDOS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELO RÉU - omissão ANÁLISE EFETUADA COM JULGAMENTO FAVORÁVEL - FALTA DE INTERESSE RECURSAL REJEIÇÃO DO PRIMEIRO recurso E NÃO CONHECIMENTO DO SEGUNDO. - Impõe-se a rejeição dos primeiros embargos declaratórios quando inexistir a contradição neles alegada. - Os embargos de declaração não servem para sanar o inconformismo da parte com o resultado desfavorável no julgamento ou para rediscutir matéria já decidida. - A matéria ventilada na apelação cível interposta pelo Município foi devidamente apreciada, sendo, inclusive, a ele favorável. Portanto, os segundos aclaratórios não devem ser conhecidos, ante a manifesta ausência de interesse recursal. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os primeiros embargos e não conhecer dos segundos, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 261.Ante todo o exposto, rejeito os primeiros embargos de declaração, por não haver os vícios apontados, e não conheço dos segundos, ante a falta de interesse recursal. EMBARGOS N ORIGEM: PATOS - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Rivania Alves de Lima. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. POLO PASSIVO: Municipio de Patos. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS PELAS PARTES - ACÓRDÃO QUE deu PROVIMENTO à apelação cível DO MUNICÍPIO RÉU e provimento parcial à remessa necessária PRIMEIROS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PROMOVENTE CONTRADIÇÃO Inexistência MERO INCONFORMISMO IMPOSSIBILIDADE SEGUNDOS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELO RÉU - omissão ANÁLISE EFETUADA COM JULGAMENTO FAVORÁVEL - FALTA DE INTERESSE RECURSAL REJEIÇÃO DO PRIMEIRO recurso E NÃO CONHECIMENTO DO SEGUNDO. - Impõe-se a rejeição dos primeiros embargos declaratórios quando inexistir a contradição neles alegada. - Os embargos de declaração não servem para sanar o inconformismo da parte com o resultado desfavorável no julgamento ou para rediscutir matéria já decidida. - A matéria ventilada na apelação cível interposta pelo Município foi devidamente apreciada, sendo, inclusive, a ele favorável. Portanto, os segundos aclaratórios não devem ser conhecidos, ante a manifesta ausência de interesse recursal. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os primeiros embargos e não conhecer dos segundos, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 254.Ante todo o exposto, rejeito os primeiros embargos de declaração, por não haver os vícios apontados, e não conheço dos segundos, ante a falta de interesse recursal. EMBARGOS N ORIGEM: PATOS - 5ª VARA. RELATOR: Des. Jose Aurelio da Cruz. POLO ATIVO: Lindacir Laurentino Lima de Medeiros. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. POLO PASSIVO: Municipio de Patos. ADVOGADO: Abraao Pedro Teixeira Junio. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO INTERPOSTOS PELAS PARTES - ACÓRDÃO QUE deu PROVIMENTO à apelação cível DO MUNICÍPIO RÉU e provimento parcial à remessa necessária PRIMEIROS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PROMOVENTE CONTRADIÇÃO Inexistência MERO INCONFORMISMO IMPOSSIBILIDADE SEGUN- DOS ACLARATÓRIOS OPOSTOS PELO RÉU - omissão ANÁLISE EFETUADA COM JULGAMENTO FAVORÁ- VEL - FALTA DE INTERESSE RECURSAL REJEIÇÃO DO PRIMEIRO recurso E NÃO CONHECIMENTO DO SEGUNDO. - Impõe-se a rejeição dos primeiros embargos declaratórios quando inexistir a contradição neles alegada. - Os embargos de declaração não servem para sanar o inconformismo da parte com o resultado desfavorável no julgamento ou para rediscutir matéria já decidida. - A matéria ventilada na apelação cível interposta pelo Município foi devidamente apreciada, sendo, inclusive, a ele favorável. Portanto, os segundos aclaratórios não devem ser conhecidos, ante a manifesta ausência de interesse recursal. ACORDAM os integrantes da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, em rejeitar os primeiros embargos e não conhecer dos segundos, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 259.Ante todo o exposto, rejeito os primeiros embargos de declaração, por não haver os vícios apontados, e não conheço dos segundos, ante a falta de interesse recursal.

16 16 JULGADOS DA QUARTA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL Dr. Miguel de Britto Lyra Filho AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: JUÍZO DA 3ª VARA DA COMARCA DE SOUSA. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVANTE: Henrique Caldas Chame. ADVOGADO: Giordana Meira de Brito. AGRAVADO: Victor Hugo Abrantes Leite C. Chame. ADVOGADO: Fabrício Abrantes de Oliveira. AGRAVO DE INSTRUMENTO. PRISÃO CIVIL. EXECUÇÃO DE ALIMENTOS. DETERMINAÇÃO DE SE PAGAR A PRESTAÇÃO EXECUTADA, MAIS AQUELAS VENCIDAS AO LONGO DO PROCESSO, SOB PENA DE PRISÃO. EXCEPCIONALIDADE DA PRISÃO CIVIL. DECURSO DE LONGO LAPSO TEMPORAL. PERDA DO CARÁTER ALIMENTAR. IMPOSSIBILIDADE FINANCEI- RA DEMONSTRADA NOS AUTOS. DECISÃO CASSADA. PROVIMENTO DO RECURSO. - A execução de pensão alimentícia, com base no art. 733 do Código de Processo Civil, só pode ter por objetivo o recebimento das parcelas vencidas e não pagas nos três últimos meses anteriores à citação do executado (Súmula 309 do Superior Tribunal de Justiça), não se justificando, entretanto, a decretação da prisão do devedor quando a dívida alimentar se prolongar no tempo, já que o transcurso de grande lapso temporal acarreta a perda do caráter de indispensabilidade da verba em face do exequente, afastando-se em decorrência o decreto de prisão civil do executado. - A prisão civil do devedor de alimentos é considerada meio de coação excepcional para obrigá-lo a adimplir a sua obrigação, o que se justifica apenas diante do fato de se destinar tal verba à sobrevivência do alimentando. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, dar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: 8ª VARA CÍVEL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVANTE: Maria Oletriz de Lima Filgueira. ADVOGADO: Daniel Brunno de Melo E Sousa. AGRAVADO: Banco do Brasil S/a. ADVOGADO: Louise Ranier Pereira Gionédis. AGRAVO DE INSTRUMENTO. CONTRATO DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO. DÉBI- TO EM CONTA CORRENTE. ALTERAÇÃO PRETENDIDA PARA BOLETO BANCÁRIO. IMPOSSIBILIDADE. PACTA SUNT SERVANDA. OBRIGAÇÃO DE MANTER SALDO SUFICIENTE PARA ADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES CONTRAÍDAS. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - Quando o devedor/cliente opta pelo pagamento das prestações decorrentes de mútuo bancário pelo sistema de débito em conta, deve manter saldo em conta corrente suficiente para pagar os valores da prestação. - No que diz respeito à revisão das cláusulas contratuais, a legislação consumerista permite a relativização do princípio do pacta sunt servanda. Contudo, a abusividade, no caso concreto, deve estar demonstrada, a fim de que não cause inversão tumultuária. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO DE INSTRUMENTO N ORIGEM: JUÍZO DA14ª VARA CÍVEL DA CAPI- TAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. AGRAVAN- TE: George Ramalho Barbosa. ADVOGADO: Eduardo Ruiz Pinto. AGRAVADO: Exponencial Engenharia Ltda. ADVOGADO: Marcello Figueiredo Filho. AGRAVO DE INSTRUMENTO. QUERELA NULLITATIS. DECISÃO QUE DETERMINA A SUSPENSÃO DO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA CUJA DECLARAÇÃO DE NULIDADE OBJE- TIVA A ORA AGRAVADA. ADMISSIBILIDADE. INDÍCIOS DE QUE A CITAÇÃO TENHA SIDO NULA, REALIZA- DA EM ENDEREÇO DIVERSO DO REAL ESTABELECIMENTO DA RECORRIDA. PRESENÇA DOS REQUISI- TOS NECESSÁRIOS À CONCESSÃO DA LIMINAR CONCEDIDA EM PRIMEIRO GRAU. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - Ante a falta de documentos que atestem, de forma inequívoca, que o endereço no qual se deu a citação nos autos da ação de rescisão de contrato era, realmente, o local onde funcionava filial da agravada, não é desarrazoado se considerar que a citação possa ter sido nula, sendo, portanto, aconselhável, por ora, manter a decisão a quo que concedeu a liminar na Querela Nullitatis promovida pela recorrida, para suspender o cumprimento de sentença cuja declaração de nulidade objetiva. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 3ª Vara da Comarca de Sapé. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Josenilda Fernandes dos Santos. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. POLO PASSIVO: Municipio de Sape, Representado Por Seu Prefeito. ADVOGADO: Clarissa Pereira Leite. AGRAVO INTERNO. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO. AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE. ADICIONAL DE INSALUBRIDADE. PAGAMENTO INICIADO APÓS EDIÇÃO DE LEI REGULAMENTADORA. COMPROVAÇÃO. PRETENSÃO DE RECEBER RETROATIVAMENTE. IMPOSSIBILIDADE. PASEP. AUSÊNCIA DE INSCRIÇÃO. PEDIDO DE INDENIZAÇÃO CORRESPONDENTE. VALOR DEVIDO. FÉRIAS E 13º SALÁRIO. OBRIGAÇÃO DO MUNICÍPIO. NÃO PAGAMENTO. ART. 333, II, CPC. NÃO COMPROVAÇÃO DO FATO IMPEDITIVO DO DIREITO DO AUTOR. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, E 1º DO CPC, E SÚMULA 253, DO STJ. SEGUIMENTO NEGADO À REMESSA OFICIAL E À APELAÇÃO DO MUNICÍPIO. PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO DA AUTORA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - O pagamento do adicional de insalubridade aos agentes comunitários de saúde submetidos ao vínculo jurídico-administrativo, depende de lei regulamentadora do ente ao qual pertencer. 1. Havendo norma municipal regulamentando os cargos e os percentuais devidos, necessária a manutenção da sentença a quo quanto à condenação do adicional de insalubridade. - Configura-se enriquecimento ilícito a retenção de salários por parte do Município, sendo este ato ilegal e violador de direito líquido e certo. - A edilidade municipal é a detentora do controle dos documentos públicos, sendo seu dever comprovar o efetivo pagamento das verbas salariais reclamadas, considerando que ao servidor é impossível fazer a prova negativa de tal fato. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: JUÍZO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Estado da Paraíba, Representado Pela Procuradora. ADVOGADO: Camila Amblard. POLO PASSIVO: Guilherme Marconi de Castro. ADVOGADO: Francisco de Andrade Carneiro Neto. AGRAVO INTERNO. AÇÃO DE COBRANÇA. PRESTADOR DE SERVIÇO. DESVIO DE FUNÇÃO. EXERCÍCIO DE ATRIBUIÇÕES PRÓPRIAS DE AGENTE PENITENCIÁRIO. DIFERENÇA SALARIAL. POSSIBILIDADE DE PAGAMENTO, SOB PENA DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ADEQUAÇÃO DOS JUROS DE MORA E CORREÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DO STF, STJ E TJPB. APLICAÇÃO DO ART. 557, 1º-A, DO CPC, E SÚMULA Nº 253, DO STJ. PROVIMENTO PARCIAL DA REMESSA OFICIAL. DECISÃO MONOCRÁTICA MANTIDA. DES- PROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. - A jurisprudência dos Tribunais Superiores já está sedimentada no sentido de que é admissível o pagamento das diferenças salariais ao servidor público desviado da função para a qual foi originariamente designado, não sendo a hipótese de promoção de isonomia salarial. - [...] para pagamento de verbas remuneratórias devidas a servidores públicos, os juros de mora incidirão da seguinte forma: percentual de 1% (um por cento) ao mês, nos termos do art. 3º do Decreto-lei 2.332/87, no período anterior a 27/08/2001, data da publicação da Medida Provisória , que acresceu o art. 1º-F à Lei 9.497/97; percentual de 0,5% ao mês, a partir da Medida Provisória /2001, até o advento da Lei , de 29/06/2009 (DOU de 30/06/2009), que deu nova redação ao art. 1º-F da Lei 9.494/97; juros moratórios calculados com base no índice oficial de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, nos termos do disposto no art. 1º-F da Lei 9.494/ 97, com redação dada pela Lei /2009, incidindo a correção monetária, em face da declaração de inconstitucionalidade parcial do art. 5º da Lei /2009, que deu nova redação ao art. 1º-F da Lei 9.494/97, calculada com base no IPCA, a partir da publicação da referida Lei (30/06/2009)1. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl. 69. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 4ª VARA CÍVEL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Itau Seguros S/a. ADVOGADO: Tânia Vainsencher. POLO PASSIVO: Maria de Fatima Barreto Nogueira. ADVOGADO: Robson de Paula Maia. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO À APELAÇÃO. CONTRATO DE FINANCIAMENTO. PACTO ACESSÓRIO. SEGURO DE PROTEÇÃO FINANCEIRA. SENTENÇA QUE DETER- MINOU A DEVOLUÇÃO. CONTRATO DE ADESÃO. VENDA CASADA. ABUSIVIDADE. ART. 39, I, DO CDC. DESCUMPRIMENTO CONTRATUAL. DANO MORAL. CONFIGURAÇÃO. ART. 557, CAPUT, CPC. SEGUIMEN- TO NEGADO AO RECURSO. DESPROVIMENTO. - O art. 39, I, do CDC, inclui no rol das práticas abusivas a popularmente denominada venda casada, ao estabelecer que é vedado ao fornecedor condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos 1. Nestes termos, in casu, A cobrança do Seguro, trata-se, em verdade, de uma venda casada, não sendo esta prática permitida, nos termos do art. 39, inciso I, CDC 2. - Nos termos do art. 14 do CDC, o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 3ª VARA DE SAPÉ. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Paggo Adm de Credito Ltda. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. POLO PASSIVO: Alexandre Nogueira Bonfim. ADVOGADO: Fernando Antonio Pequeno Tejo. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO À APELAÇÃO. AÇÃO INDENIZATÓRIA POR COBRANÇA INDEVIDA. SERVIÇOS DE TELEFONIA E CRÉDITO. OI PAGGO. CONTRA- TAÇÃO. FALHA NO DEVER DE INFORMAÇÃO. DANOS MORAIS. CONFIGURAÇÃO. DEVOLUÇÃO DO VALOR PAGO INDEVIDAMENTE. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, CPC. SEGUI- MENTO NEGADO AO RECURSO. DESPROVIMENTO. - Nos termos do art. 14 do CDC, o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (CPC, art. 557, caput) ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 4ª VARA CÍVEL DE CAMPINA GRANDE. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Paggo Adm de Credito Ltda. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. POLO PASSIVO: Alexandre Nogueira Bonfim. ADVOGADO: Fernando Antonio Pequeno Tejo. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO À APELAÇÃO. AÇÃO INDENIZATÓRIA POR COBRANÇA INDEVIDA. SERVIÇOS DE TELEFO- NIA E CRÉDITO. OI PAGGO. CONTRATAÇÃO. FALHA NO DEVER DE INFORMAÇÃO. DANOS MORAIS. CONFIGURAÇÃO. DEVOLUÇÃO DO VALOR PAGO INDEVIDAMENTE. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, CPC. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. DESPROVIMENTO. - Nos termos do art. 14 do CDC, o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços. - O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. (CPC, art. 557, caput) ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: JUÍZO DA 17ª VARA CÍVEL DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Gilvanete Francisca de Pontes E Unimed João Pessoa-cooperativa de Trabalho Médico. ADVOGA- DO: Ana Priscila Alves de Queiroz e ADVOGADO: Leidson Flamarion Torres Matos. POLO PASSIVO: Os Mesmos. AGRAVOS INTERNOS. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO A APELAÇÕES. CON- SUMIDOR. PLANO DE SAÚDE. PRESCRIÇÃO. INOCORRÊNCIA. REAJUSTE DE MENSALIDADE POR MU- DANÇA DE FAIXA ETÁRIA. IMPOSSIBILIDADE. APELANTE COM IDADE SUPERIOR A 60 (SESSENTA) ANOS. ADESÃO AO CONTRATO NO ANO DE APLICAÇÃO DO ESTATUTO DO IDOSO. ABUSIVIDADE DA CLÁUSULA. VIOLAÇÃO A DIREITO DO CONSUMIDOR E DO IDOSO. DEVOLUÇÃO EM DOBRO. DESCABI- MENTO. MÁ-FÉ NÃO COMPROVADA. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ E DO TJPB. ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. MANUTENÇÃO DO DECISUM. DESPROVIMENTO DOS RECURSOS. - Consoante entendimento dominante do Colendo STJ, é abusiva a cláusula contratual que prevê o reajuste da mensalidade de plano de saúde com base exclusivamente em mudança de faixa etária, mormente se for consumidor que atingir a idade de 60 anos, o que o qualifica como idoso, sendo vedada, portanto, a sua discriminação 1. - Segundo o Egrégio TJPB, 0 Estatuto do Idoso veda a discriminação da pessoa idosa com a cobrança de valores diferenciados em razão da idade art. 15, 3. Se o implemento da idade, que confere à pessoa a condição jurídica de idosa, realizou-se sob a égide do Estatuto do Idoso, não estará o consumidor usuário do plano de saúde sujeito ao reajuste estipulado no contrato, por mudança de faixa etária 2. - A jurisprudência das Turmas que compõem a Segunda Seção do STJ é firme no sentido de que a repetição em dobro do indébito, prevista no art. 42, parágrafo único, do CDC, pressupõe tanto a existência de pagamento indevido quanto a má-fé do credor.3 ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento aos recursos, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Renovato Ferreira de Souza Junior. POLO PASSIVO: Marcone Menezes Ferrer. ADVOGADO: Def. Terezinha Alves Andrade de Moura. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO À APELAÇÃO E REMESSA. PRELIMINAR. REJEIÇÃO. OBRIGAÇÃO DE FAZER. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTO. TUTELA DO DIREITO À SAÚDE. VALOR MAIOR. COMPETÊNCIA DO ESTADO PARA FORNECER MEDICAMENTO. RECURSOS EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMI- NANTE NO STJ. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC, E DA SÚMULA 253, DO STJ. SEGUIMENTO NEGADO. DESPROVIMENTO. - [...] sendo o SUS composto pela União, Estados-membros e Municípios, é de reconhecer-se, em função da solidariedade, a legitimidade passiva de quaisquer deles no pólo passivo da demanda. 1 - É dever do Poder Público, compreendidos nessa concepção todos os entes administrativos, assegurar às pessoas desprovidas de recursos financeiros o acesso à medicação ou congênere necessário à cura, controle ou abrandamento de suas enfermidades, sob pena de deixar o mandamento constitucional (direito à saúde) no limbo da normatividade abstrata. - O não preenchimento de mera formalidade no caso, inclusão de medicamento em lista prévia não pode, por si só, obstaculizar o fornecimento gratuito de medicação a portador de moléstia gravíssima, se comprovada a respectiva necessidade e receitada, aquela, por médico para tanto capacitado. Precedentes desta Corte. 2 - Entre proteger a inviolabilidade do direito à vida, que se qualifica como direito subjetivo inalienável assegurado pela própria Constituição da República (art. 5, caput), ou fazer prevalecer, contra essa prerrogativa fundamental, um interesse financeiro e secundário do Estado, entendo uma vez configurado esse dilema que razões de ordem ético jurídica impõem ao julgador uma só e possível opção: o respeito indeclinável à vida. A teor do art. 557, do CPC, o relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. STJ - Súmula O art. 557 do CPC, que autoriza o relator a decidir o recurso, alcança o reexame necessário. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl. 91. AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 13ª Vara Civel da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Jose Pereira Marques Filho. ADVOGADO: Wilson Furtado Roberto. POLO PASSIVO: Agora Imobiliaria Century 21 Ltda. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO A APELO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/ C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS E PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA. DIREITOS AUTORAIS. UTILIZAÇÃO DE FOTOGRAFIA EM SITE DE INTERNET SEM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. IMPROCE- DÊNCIA DA PRETENSÃO. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DA AUTORIA DA FOTO. NÃO DESINCUMBÊNCIA DO ONUS PROBANDI. ARTIGO 333, I, DO CPC. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - Em conformidade com a Jurisprudência pacífica e uniforme dos Tribunais pátrios, notadamente do Colendo Superior Tribunal de Justiça, Nos termos do art. 333, I do CPC, caberá ao autor a demonstração dos fatos constitutivos do seu direito e ao réu a demonstração dos fatos extintivos modificativos ou impeditivos do direito do autor 1. - Segundo entendimento jurisprudencial dominante dos Tribunais, Fundando-se o pedido vestibular de indenização, na alegação de violação de direitos autorais, por uso indevido ou desautorizado de fotografias em jornal, cabe ao suplicante comprovar o fato constitutivo de seu suposto direito, consistente na efetiva autoria das aludidas fotografias, inclusive diligenciando para realização da necessária prova técnica, sob pena de improcedência da ação 2. - Nos termos do caput do artigo 557, do CPC, O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 12ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Santander Fundo de Investimentos E Patricia de Carvalho Cavalcanti. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. POLO PASSIVO: Jose Pires Rodrigues. ADVOGADO: Jose Pires Rodrigues Filho. AGRAVO INTERNO. DECISÃO QUE NEGA SEGUIMENTO A APELAÇÃO. CONSUMIDOR. AÇÃO DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS. PRELIMINAR DE INÉPCIA DA INICIAL. REJEIÇÃO. DOCUMENTO COMUM ÀS PARTES. AUSÊNCIA DE APRESENTAÇÃO VOLUNTÁRIA. CUSTAS E HONORÁRIOS. PRINCÍPIO DA CAUSALIDADE. DESPROVIMENTO DO RECUR- SO. - Não há que se falar em inépcia da inicial em razão de pedido genérico quando, de sua leitura, vislumbrase claramente quais os documentos pretendidos pelo autor. - Não tendo os documentos sido apresentados pelo Banco demandado até o presente momento, não há que se falar em ofensa ao princípio da causalidade em razão da condenação da instituição financeira ao pagamento dos ônus sucumbenciais. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: JUÍZO DA 2ª VARA DE EXECUTIVOS FIS- CAIS DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Estado da Paraiba Rep.p/sua Procuradora,. ADVOGADO: Silvana Simoes de Lima E Silva. POLO PASSIVO: Josafa de Lira Leal. ADVOGADO: Fabio Severiano do Nascimento. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGA SEGUIMENTO À AGRAVO DE INSTRUMENTO. EXCEÇÃO DE PRÉ- EXECUTIVIDADE. ILEGITIMIDADE PASSIVA. ACOLHIMENTO. DÍVIDA CONSTITUÍDA POSTERIORMENTE À RETIRADA DO SÓCIO DA EMPRESA. ALTERAÇÃO SOCIETÁRIA ARQUIVADA NA JUCEP. EXCLUSÃO DA RESPONSABILIDADE. EXTINÇÃO DA EXECUÇÃO FISCAL. JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE. ART. 557, CA- PUT, CPC. SEGUIMENTO NEGADO. DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. - Descabe a responsabilização pessoal de ex-sócio quando sua retirada da sociedade se deu em momento anterior ao surgimento da obrigação tributária exigida no feito executivo 1. - Tendo sido providenciada a devida modificação no quadro societário da empresa perante a Junta Comercial, não subsiste qualquer responsabilidade do agravado quanto aos débitos posteriores da sociedade. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl. 121.

17 17 AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: 11ª VARA CIVEL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Miguel Antonio Saldanha. ADVOGADO: Mario Gomes de Araujo Junior. POLO PASSIVO: Capemi Caixa de Peculios Pensoes. ADVOGADO: Walter Agra Júnior. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NEGOU SEGUI- MENTO A AGRAVO DE INSTRUMENTO, HAJA VISTA INTEMPESTIVIDADE. PEDIDO DE RECONSIDERA- ÇÃO. NÃO INTERRUPÇÃO DO LAPSO TEMPORAL. INTERPOSIÇÃO DO RECURSO FORA DO PRAZO. JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE. MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA. DECISÃO MONOCRÁTICA MANTIDA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. - O pedido de reconsideração, por não ter natureza recursal, não suspende nem interrompe o prazo para interposição do recurso cabível. - No caso vertente, o dies a quo para a contagem do prazo recursal é o da ciência da decisão principal e não daquela que indeferiu pedido de sua reconsideração. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl AGRAVO REGIMENTAL N ORIGEM: Comarca de Areia. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. POLO ATIVO: Kelly Livia de Melo Hermenegildo. ADVOGADO: Manfredo Rosenstock. POLO PASSIVO: Facebook Servicos Online do Brasil Ltda. AGRAVO INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE DEU PROVIMENTO A AGRAVO DE INSTRUMEN- TO. CAUTELAR INOMINADA COM PEDIDO LIMINAR. PRELIMINAR. DESCUMPRIMENTO DO ART. 526, DO CPC. REJEIÇÃO. INTERNET. CONTEÚDO DIFAMATÓRIO EM REDE SOCIAL. DECISÃO AGRAVADA QUE DETERMINOU À EMPRESA O FORNECIMENTO DE INFORMAÇÕES E DADOS CADASTRAIS DOS RES- PONSÁVEIS PELAS OFENSAS. APRESENTAÇÃO DO ENDEREÇO DE IP E DOS DEMAIS REGISTROS EXIBIDOS. SUFICIÊNCIA. DESNECESSIDADE DE INFORMAÇÃO DO ENDEREÇO FÍSICO. JURISPRU- DÊNCIA DOMINANTE. ART. 557, 1º-A, CPC. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO. - Nos termos do parágrafo único do artigo 526, do CPC, a falta de cumprimento tempestivo do pedido de juntada, nos autos do processo, da cópia da petição do agravo de instrumento somente implica na inadmissibilidade do recurso caso provada e arguida pelo agravado em momento oportuno. Assim, em não tendo o recorrido suscitado o descumprimento do requisito do artigo 526, do CPC, na ocasião das contrarrazões, impossível a negativa de seguimento ao recurso a esse título, haja vista a configuração da preclusão. - Segundo abalizada Jurisprudência do STJ, O fornecimento do registro do número de protocolo (IP) dos computadores utilizados para cadastramento de contas na internet constitui meio satisfatório de identificação de usuários 1. - Assim, Ainda que não exija os dados pessoais dos seus usuários, o provedor de conteúdo que registra o número de protocolo (IP) na internet dos computadores utilizados para o cadastramento de cada conta mantém um meio razoavelmente eficiente de rastreamento dos seus usuários, medida de segurança que corresponde à diligência média esperada dessa modalidade de provedor de serviço de internet 2. - Em conformidade com o artigo 557, 1º-A, do CPC, Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, rejeitar a preliminar e, no mérito, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl APELAÇÃO N ORIGEM: 2ª VARA DE FAMÍLIA DA CAPITAL. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Maria do Socorro Maia. ADVOGADO: Martinho Carneiro Bastos. APELADO: José Carlos Farias de Barros. ADVOGADO: Almir Fernandes da Silva. APELAÇÃO. UNIÃO ESTÁVEL. PARTILHA DE BENS. IMÓVEL ADQUIRIDO PELO EX- COMPANHEIRO, APÓS O FIM DA UNIÃO ESTÁVEL. MEAÇÃO. DESCABIMENTO. SENTENÇA MANTIDA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. Restando comprovado nos autos que a aquisição do imóvel cuja meação busca a apelante foi realizada tão somente pelo demandado, ora recorrido, muito tempo depois do fim da união estável anteriormente mantida entre as partes, é de ser mantida a sentença que excluiu o apontado bem da partilha. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl APELAÇÃO N ORIGEM: 12ª Vara Cível da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. APELANTE: Maria Jose Martiniano de Amorim. ADVOGADO: Maxwell da Silva Araujo. APELADO: Jaqueira Incorporacoes Ltda. ADVO- GADO: Clovis Anage Novais de Araujo Filho. APELAÇÃO. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. DANOS MORAIS E MATERIAIS. PRESCRIÇÃO RECONHECIDA NA SENTENÇA. IMÓVEL. BEM COM ÁREA INFERIOR A INDI- CADA NO CONTRATO. VÍCIO REDIBITÓRIO NÃO CARACTERIZADO. PRETENSÃO DE ORDEM CONDE- NATÓRIA. SUJEIÇÃO À PRAZO PRESCRICIONAL. CC, ART. 206, 3º, IV E V. DESPROVIMENTO DO RECURSO. A aquisição de bem imóvel com área inferior a que consta do contrato importa apenas entrega de coisa menor, não configurando vício redibitório. Neste último caso, o bem é entregue por inteiro, mas com um defeito oculto que compromete sua utilidade. Fundada a demanda em ato ilícito, com pedido de indenização por danos morais, a pretensão sujeita-se ao prazo prescricional de 3 (três) anos, nos termos do art. 206, 3º, IV e V, do Código Civil. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl EMBARGOS DE DECLARAÇÃO N ORIGEM: Comarca de Santa Luzia. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. EMBARGANTE: Maria Suilly da Nobrega Machado. ADVOGADO: Damiao Guimaraes Leite. EMBARGADO: Municipio Santa Luzia,representado Por Seu Prefeito. ADVOGADO: Ronaldo Paulo da Silva. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. MATÉRIA ENFRENTADA EXPRESSAMENTE. AUSÊNCIA. CONTRADIÇÃO. CONTRAPOSIÇÃO DE IDÉIAS NO JULGA- DO. INEXISTÊNCIA. REEXAME DE PROVA. IMPOSSIBILIDADE. REJEIÇÃO. Enfrentada a tese defendida pelo recorrente, não há que se falar em omissão. Diz-se contraditória a decisão quando exprime, no seu bojo, afirmações incompatíveis entre si, que não se harmonizam. Ausente incongruência entre o que se afirmou, impositiva a rejeição dos aclaratórios. ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl REEXAME NECESSÁRIO N ORIGEM: 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. RELATOR: Dr(a). Miguel de Britto Lyra Filho, em substituição a(o) Des Joao Alves da Silva. JUÍZO: Maria Eduarda Pereira Gondim, Representada Por Sua Genitora, Tania Elisabeth de Sousa Pereira. ADVOGADO: Natalicio Emmanuel Quintella Lima. POLO PASSIVO: Pbprev-paraiba Previdencia, Representada Por Seu Procurador Yuri Simpson Lobato. ADVOGADO: Daniel Guedes de Araujo E Outros. RECURSO OFICIAL. PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. MENOR SOB INEQUÍVOCA DEPENDÊNCIA ECONÔ- MICA DE SEU AVÔ. INEXISTÊNCIA DE TUTELA OU GUARDA QUE, IN CASU, NÃO AFASTA A LEGITIMIDA- DE DO BENEFÍCIO. IMPOSSIBILIDADE DE SUSTENTO DA JOVEM PELA GENITORA. PRESERVAÇÃO DOS INTERESSES DA INCAPAZ. APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PROTEÇÃO CONSAGRADO NO ECA. REFOR- MA DA SENTENÇA EX OFFICIO, APENAS PARA ADEQUAR OS JUROS DE MORA E A CORREÇÃO MONETÁRIA. DESPROVIMENTO DA REMESSA. - Segundo o Colendo STJ, Ficou estabelecido nos autos que os requerentes viviam às expensas de pensão alimentícia, judicialmente definida, paga pelo avô, Servidor Público. Assim sendo, a dependência econômica se presume, pois constitui corolário lógico da determinação de pagamento de alimentos provisionais, não necessitando, por conseqüência, ser demonstrada por qualquer outro meio de prova 1. - Conforme o TJPB, Configurada a posse de fato e a dependência econômica estabelecida entre segurada falecida (avó) e a menor (neta) devem ser reconhecidos os efeitos previdenciários decorrentes daquela relação, ainda que o segurado falecido não ostentasse, enquanto vivo, a condição de responsável pela guarda judicial da menor em tela. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - no que pertine à especial proteção que a Constituição Federal outorgou à criança e ao adolescente - é norma específica, razão pela qual se sobrepõe à legislação municipal quanto ao rito formal de inscrição de dependentes previsto na Lei Municipal [ ] ACORDA a Quarta Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do relator, integrando a presente decisão a súmula de julgamento de fl JULGADOS DA CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL Des. Arnobio Alves Teodosio HABEAS CORPUS N RELATOR: Des Arnobio Alves Teodosio. IMPETRANTE: Zaylany de Lourdes Ferreira Torres. PACIENTE: Ricardo Magno Ferreira de Medeiros. IMPETRADO: Juizo da 2a. Vara da Comarca Inga. HABEAS CORPUS. FURTO SIMPLES. Art. 155, caput, do CP. Prisão preventiva. Fundamentação inidônea. Inocorrência. Presença dos pressupostos e requisitos do artigo 312 do CPP. Condições pessoais favoráveis. Irrelevância. Ordem denegada. - Conforme o entendimento jurisprudencial, as condições pessoais favoráveis do paciente, a saber, primariedade, profissão definida e residência fixa, por si sós, não são suficientes para garantir a concessão da liberdade provisória. - A incidência ou não do princípio da insignificância demanda profundo exame de prova, incomportável no procedimento sumário do habeas corpus. - In casu, não há que falar em falta de fundamentação ou de motivação para a decretação da prisão cautelar, pois, presentes prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, impondo-se como garantia da ordem pública, estando, assim, em plena sintonia com o artigo 312 do Código de Processo Penal. Acorda a Câmara Criminal do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, em DENEGAR A ORDEM, em harmonia com o parecer ministerial. (PUBLICADO NO DJE DE 25/09/ REPUBLICADO POR INCORRECAO). Des. Joao Benedito da Silva APELAÇÃO N ORIGEM: COMARCA DE ALHANDRA. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. APELANTE: Ailson Ferreira dos Santos. ADVOGADO: Carlos Magno Guimaraes Ramires. APELA- DO: Justica Publica. PENAL. AMEAÇA. RESISTÊNCIA. DESACATO. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPRO- VADAS. CONDENAÇÃO. IRRESIGNAÇÃO. ABSOLVIÇÃO PRETENDIDA. PRESCRIÇÃO RETROATIVA. OCOR- RÊNCIA. RECONHECIMENTO DE OFÍCIO. ART. 654, 2º DO CPP. PROVIMENTO. Havendo condenação e não ocorrendo recurso da acusação, a pena concretizada na sentença deve ser utilizada como base para o cálculo de prescrição da pretensão punitiva, a teor do disposto no art. 109, caput, c/c os 1º e 2º do art. 110 do Código Penal. Exsurgindo-se lapso temporal entre o recebimento da denúncia e a publicação da sentença superior ao previsto em lei, isto tendo em conta a pena concretizada, impõe-se seja pronunciada a prescrição da pretensão punitiva do Estado, art. 110, 1, do CP. A C O R D A a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em DE OFÍCIO, DECLARAR EXTINTA A PUNIBILIDADE, PELA PRESCRIÇÃO, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. HABEAS CORPUS N ORIGEM: 1º TRIBUNAL DO JURI DA COMARCA DA CAPITAL. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: A. A. L. - Paciente: M. S. A.. IMPETRADO: Juizo do 1º Tribunal do Juri da Capital. HABEAS CORPUS. CRIME, EM TESE, DE ABORTO PRATICADO POR TERCEIRO, QUALIFICADO PELO RESULTADO MORTE. PRISÃO PREVENTIVA. AUSÊNCIA DE JUSTA CAUSA. INOBSER- VÂNCIA. FUMUS COMMISSI DELICTI. MATERIALIDADE E INDÍCIOS DE AUTORIA. DEMONSTRAÇÃO SUFICI- ENTE. PERICULUM LIBERTATIS. GARANTIA DA ORDEM PÚBLICA. PRÁTICA, EM TESE, DE ABORTOS, MEDI- ANTE CONTRAPRESTAÇÃO, DE MODO REITERADO. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. RISCO CONCRETO. NECESSIDADE DE ACAUTELAMENTO OBSERVADA. ORDEM DENEGADA. A decretação da prisão preventiva, suficientemente fundamentada, com a configuração da materialidade do delito e a presença dos indícios suficientes de autoria, bem como com expressa menção à situação concreta que caracteriza a necessidade de garantia da ordem pública, não configura constrangimento ilegal. A existência de condições favoráveis à paciente (primariedade, bons antecedentes, residência fixa, etc.), por si só, não garante eventual direito subjetivo à revogação da preventiva. A C O R D A a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em DENEGAR A ORDEM, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. HABEAS CORPUS N ORIGEM: 3ª VARA DA COMARCA DE POMBAL. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Ticiano Diniz Nobre - Paciente: Felipe Almeida Ferreira. IMPETRA- DO: Juizo da 3ª Vara de Pombal. HABEAS CORPUS. ROUBO. CRIMES, EM TESE. PRISÃO. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE PROVAS DA AUTORIA DELITIVA. REVOLVIMENTO DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. VIA INADEQUADA. DECISÃO QUE MANTEVE O DECRETO PREVENTIVO JUSTIFICADA NA MANUTENÇÃO DA ORDEM PÚBLICA E NA GARANTIA DA APLICAÇÃO DA LEI PENAL. DENEGAÇÃO. A via estreita do habeas corpus não comporta o exame aprofundado de questões que necessitem de dilação probatória, mostrando-se inviável seu acolhimento pelo meio eleito. Segundo entendimento do STJ (RHC ; DJE 17/10/2013), a análise acerca da negativa de autoria é questão que não pode ser dirimida em sede de habeas corpus, por demandar o exame aprofundado das provas já colhidas ou a serem produzidas no curso da instrução criminal, o que é vedado na via sumária eleita. A decisão que manteve o decreto preventivo, ora questionado, está satisfatoriamente motivado com a indicação de elementos concretos no tocante à necessidade de garantia da ordem pública, em razão da gravidade concreta da conduta e periculosidade do agente. A C O R D A a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em DENEGAR A ORDEM, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. HABEAS CORPUS N ORIGEM: VARA DE EXECUÇÃO PENAL DA COMARCA DE CAMPINA GRANDE. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Pedro Goncalves Dias Neto - Paciente: Rodolpho Dorand Amorim. IMPETRADO: Juizo da Vara das Execucoes Penais de Campina Grande. HABEAS CORPUS. SUBSTITUTIVO DE RECURSO PRÓPRIO. AGRAVO EM EXECUÇÃO PENAL. INADMISSI- BILIDADE. OBSERVÂNCIA DE CONSTRANGIMENTO ILEGAL. CONHECIMENTO DO WRIT. SOMATÓRIO DE TRÊS CONDENAÇÕES. CONVERSÃO DAS PENAS RESTRITIVAS DE DIREITOS EM PRIVATIVAS DE LIBER- DADE. IMPOSIÇÃO DE REGIME DE CUMPRIMENTO MAIS GRAVOSO. INADMISSIBILIDADE. COMPATIBILI- DADE ENTRE AS PENAS. OFENSA À COISA JULGADA. ORDEM CONCEDIDA. A condenação sucessiva em penas restritivas de direito, de possível cumprimento simultâneo, não autoriza a conversão, pelo Juízo da Execução, das restritivas de direito em privativa de liberdade sob pena de ofensa ao princípio da imutabilidade da coisa julgada. A imposição do regime aberto em superveniente condenação permite que as restritivas de direito impostas nas duas condenações anteriores sejam cumpridas de modo concomitante, razão pela qual não há de se proceder a transmutação, em homenagem ao que leciona o artigo 44, 5º do Código Penal. ACORDA a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em CONCEDER A ORDEM, CONTRA O VOTO DO DES. CARLOS MARTINS BELTRÃO FILHO QUE A DENEGAVA. HABEAS CORPUS N ORIGEM: VARA DE ENTORPECENTES DA COMARCA DE CAMPINA GRANDE. RELATOR: Des Joao Benedito da Silva. IMPETRANTE: Odnaldo Espinola - Paciente: Pedro Felix Correia. IMPETRADO: Juizo da Vara de Entorpecentes de Campina Grande. HABEAS CORPUS. CRIMES, EM TESE, DE RECEPTAÇÃO QUALIFICADA E TRÁFICO ILÍCITO DE ENTORPECENTES. EXCESSO DE PRAZO PARA A FORMAÇÃO DA CULPA. DESÍDIA DO APARATO JUDICIAL. INOBSERVÂNCIA. PRISÃO PREVENTIVA. FUMUS COMMISSI DELICTI. DENÚNCIA OFERECIDA. MATERIALIDADE E INDÍCIOS, SUFI- CIENTES, DE AUTORIA OBSERVADOS. PERICULUM LIBERTATIS. REITERAÇÃO DELITIVA ESPECÍFICA. PACIENTE ANTERIORMENTE CONDENADO POR CRIME DE TRÁFICO. PERICULOSIDADE REAL. MANU- TENÇÃO DA SEGREGAÇÃO CAUTELAR. CONDIÇÕES PESSOAIS FAVORÁVEIS. IRRELEVÂNCIA. ORDEM DENEGADA. A decretação da prisão preventiva, suficientemente fundamentada, com a configuração da materialidade do delito e a presença de indícios suficientes de autoria, bem como com expressa menção à situação concreta que caracteriza a necessidade de garantia da ordem pública, não configura constrangimento ilegal. A existência de condições favoráveis ao paciente (primariedade, bons antecedentes, residência fixa, etc.), por si só, não garante eventual direito subjetivo à revogação da preventiva. A C O R D A a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, por unanimidade, em DENEGAR A ORDEM, NOS TERMOS DO VOTO DO RELATOR. A V I S O Torno público, para conhecimento das partes, advogados e demais pessoas interessadas, de ordem da douta Presidência deste Tribunal, que a sessão do Egrégio CONSELHO DA MAGISTRATURA designada para o dia 26 de setembro de 2014, com início previsto para as 09h00, cuja pauta foi publicada no dia 16 de setembro, será realizada no dia 03 de outubro do ano em curso, no mesmo horário, quando serão apreciados e julgados os processos constantes da referida pauta, sem prejuízo da apreciação de outros que venham a ser publicados, bem assim daqueles que independam de publicação.diretoria Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa 24 de setembro de Robson de Lima Cananéa - Diretor Especial A V I S O TENDO EM VISTA O ATO DA PRESIDÊNCIA Nº 78/2014, PUBLICADO NO DIÁRIO DA JUSTIÇA DE 25 DE SETEMBRO DE 2014, O NÚCLEO DE CONCILIAÇÃO DO TJPB COMUNICA AOS SENHORES ADVOGADOS E INTERESSADOS QUE A SESSÃO DE MEDIAÇÃO AGENDADA PARA O DIA 06 DE OUTUBRO DE 2014, ÀS 09:00 HORAS, REFERENTE A APELAÇÃO CÍVEL Nº CPJ: , EM QUE FIGURAM COMO APELANTE: AREIA EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS LTDA. (ADV. EDNALDO DE LIMA); E APELADA: ENERGISA PARAÍBA DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S/A. (ADVS. PAULO GONÇALVES DE ARRUDA E LUIZ FELIPE LINS DA SILVA). REMETENTE: JUÍZO DA COMARCA DE AREIA, FICA REDE- SIGNADA PARA O DIA 03 DE NOVEMBRO DE 2014, ÀS 09 HORAS. PAUTA DE JULGAMENTO DO NÚCLEO PERMANENTE DE MÉTODOS CONSENSUAIS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS SESSÃO DE MEDIAÇÃO E CONCILIAÇÃO JUDICIAL / SEGUNDO GRAU LOCAL: CENTRO DE CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO DE 2º GRAU - TÉRREO DO TJ/PB DIA: 29 DE SETEMBRO/2014 HORÁRIO: 09:00 HORAS 1ª) APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE: 1º) SUL AMÉRICA SAÚDE S/A. (ADV. CLÁ- VIO DE MELO VALENÇA FILHO). APELADOS: 1º) ESTADO DA PARAÍBA, REPRESENTADO POR SEU PROCU- RADOR, TADEU ALMEIDA GUEDES; 2º) RITA DO NASCIMENTO E OUTROS (ADV. SÉRGIO MARCELINO NÓBREGA DE CASTRO); 3º) SUL AMÉRICA SEGUROS SAÚDE S/A. (ADVS. CLÁVIO DE MELO VALENÇA FILHO E OUTROS). HORÁRIO: 11:00 HORAS 2ª) APELAÇÃO CÍVEL Nº CPJ: /001. APELANTE: SPAZZIO PRO- MOÇÕES E TURISMO S/A. (ADVS. HUMBERTO ALBINO DE MOAES E HUMBERTO ALBINO DA COSTA JÚNIOR). APELADO: WILLAMS ALVES PEQUENO. (ADV. LUIZ INÁCIO DE ARAÚJO FILHO).

18 18 ATAS DE JULGAMENTO DA PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL ATA DE JULGAMENTO DA 2ª SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DIA 12 DE SETEMBRO DE 2014 Ata da segunda (2ª) Sessão Extraordinária da Colenda Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, realizada no 12º (décimo segundo) dia do mês de setembro do ano de dois mil e quatorze (2014). Sob a Presidência do Excelentíssimo Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente da Câmara. Presentes, Excelentíssimo Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Excelentíssimo Desembargador José Ricardo Porto, Excelentíssimo Desembargador Leandro dos Santos, Excelentíssimo Senhor Dr. Ricardo Vital de Almeida (Juiz convocado para substituir o Exmo. Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides), convocado para compor o quórum qualificado, nos processos em que o Excelentíssimo Desembargador Leandro dos Santos, averbou suspeição. Presente, ainda, ao julgamento Promotor de Justiça convocado, Dr. Amadeus Lopes Ferreira. Secretariando os trabalhos o Assessor da Primeira Câmara Especializada Cível, Dr Achilles Garibaldi Eloy de Souza. O Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente da Câmara, observando o número legal e sob a proteção de Deus, às 08:30 horas declarou aberta a Sessão, sendo lida a ata da trigéssima terceira (33ª) Sessão Ordinária, ocorrida no 9º (nono) dia do mês de agosto de 2014, aprovada por unanimidade. O Excelentíssimo Desembargador José Ricardo Porto, propôs um voto de congratulações ao Ministro Luiz Alberto Gurgel de Faria, em razão de sua ascensão ao cargo de Ministro do STJ, aprovado a unanimidade. Excelentíssimo Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, propôs votos de congratulações aos Ministros que assumiram os comandos do Poder Judiciário no Brasil, Ministro Francisco Falcão, no STJ, e Ricardo Lewandowski, no Supremo, e com os Vice-Presidentes, a Ministra Laurinda no STJ e a Ministra Carmem Lúcia no Supremo. Aprovado à unanimidade. O Excelentíssimo Senhor Dr. Ricardo Vital de Almeida (Juiz convocado para substituir o Exmo. Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides), propôs voto de congratulações a nova diretoria da AMPB, aprovado à unanimidade. Em seguida, o Presidente da Colenda Câmara, submeteu à apreciação dos demais pares, a pauta de julgamento constante dos feitos a seguir identificados: PAUTA EXTRTAORDINÁRIA: RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 01) Agravo Interno nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ígor de Rosalmeida Dantas.Agravado(s): Maria Zélia Dantas.Defensora Pública: Carmem Habib.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 02) Agravo Interno nº Oriundo da 10ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Banco Itauleasing S/A.Advogado(s): Celso Marcon e outros.agravado(s): Renato Lima Cruz.Advogado(s): Thais Medeiros Ursula.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 03) Agravo Interno nº Oriundo da 10ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): José Carlos Gomes da Silva.Advogado(s): Érico de Lima Nóbrega.Agravado(s): SPC BR São Paulo/SP.Advogado(s): Daniela Delai Rufato e outros.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 04) Agravo Interno nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Município de João Pessoa, representado por seu Procurador Thyago Luis Barreto Mendes Braga.Agravado(s): Leandra Ferreira Toscana.Defensora Pública: Marizete Batista Martins.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 05) Agravo Interno nº Oriundo da 2ª Vara da Comarca de Bayeux.Agravante(s): Erick Ferreira Chaves.Advogado(s): Marcílio Ferreira de Morais e outro.agravado(s): Banco BMG S/A.Advogado(s): Celso David Antunes e Luis Carlos Monteiro Laurenço.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 06) Agravo Interno nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Tadeu Almeida Guedes.Agravado(s): Icleide Ferreira Braga.Defensora Pública: Dulce Almeida de Andrade.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 07) Agravo Interno nº Oriundo da 10ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Associação Comercial de São Paulo.Advogado(s): Ricardo Chagas de Freitas e outros.agravado(s): Adailton Guedes do Nascimento.Advogado(s): José Dinart Freire de Lima.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 08) Agravo Interno nº Oriundo da 6ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Banco Santander S/A.Advogado(s): Antônio Braz da Silva e outros.agravado(s): Fábio de Oliveira Costa. Advogado(s): Vital Bezerra Lopes.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 09) Agravo Interno nº Oriundo da 16ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Francisco de Assis Marinho.Advogado(s): Cícero Guedes Rodrigues.Agravado(s): PREVI Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil.Advogado(s): Luiz Ricardo Castro Guerra e José André Sales Rodrigues.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 10) Agravo Interno nº Oriundo da 1ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Gilvaneide Rodrigues da Cunha e outros.advogado(s): Carlos Roberto Scóz Júnior e outros.agravado(s): Federal Seguros S/A.Advogado(s): Rosângela Dias Guerreiro e outros.na sessão de Decisão: Indeferido o pedido de suspensão do processo, por maioria, contra o voto do Des. Leandro dos Santos. Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, negou-se provimento ao agravo interno, por maioria, nos termos do voto do relator, contra o voto do Des. Leandro dos Santos, que o provia. Sustentação oral, pelos Agravantes/ Apelantes, Dr. Marcos Reis Gandim.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 11) Agravo Interno nº Oriundo da 12ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Marcelo José de Souza.Advogado(s): Marcílio Ferreira de Morais e outro.agravado(s): Banco Cruzeiro do Sul S/ A.Advogado(s): Nelson Willians Fratoni Rodrigues e outros.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.12) Agravo Interno nº Oriundo da 7ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Banco Bradesco Financiamentos S/A.Advogado(s): Celson Marcon e outros.agravado(s): Margarida Maria de Lima.Advogado(s): Andrei Dornelas Carvalho.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVAL- CANTI DE ALBUQUERQUE.13) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Guarabira.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Paulo Barbosa de Almeida Filho.Agravado(s): Cleonaldo de Souza Freire.Advogado(s): Antônio Teotonio de Assunção.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.14) Agravo Interno nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Sousa.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Alexandre Magnus Ferreira Freire.Agravado(s): Ministério Público do Estado da Paraíba.Na sessão de Decisão: Negou-se provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.15) Agravo Interno nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Tadeu Almeida Guedes.Agravado(s): Jefferson de Almeida Brito e Sousa.Defensora Pública: Dulce Almeida de Andrade.Na sessão de Decisão: Negou-se provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVAL- CANTI DE ALBUQUERQUE.16) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Sousa.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Roberto Mizuki.Agravado(s): Ministério Público do Esatado da Paraíba.Na sessão de Decisão: Negou-se provimento ao agravo interno, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.17) Agravo Interno nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Gustavo Nunes Mesquita.Agravado(s): Maria das Neves Beserra Ventura.Advogado(s): Paulo Antõnio Cabral de Menezes.Na sessão de Decisão: Rejeitadas as preliminares. Unânime. No mérito, por igual votação, negou-se provimento ao agravo, interno, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 18) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Patos.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ígor de Rosalmeida Dantas.Agravado(s): Aires Izidro de Souza.Advogado(s): Lais Nunes Pereira.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 19) Agravo Interno nº Oriundo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Roberto Mizuki.Agravado(s): Joselita Marques da Costa.Defensora Pública: Dulce Almeida de Andrade.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 20) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Cajazeiras.Agravante(s): Município de Cajazeiras, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sílvio Silva Nogueira.Agravado(s): Ministério Público do Estado da Paraíba.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 21) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Wellington Paulo de Carvalho e outros.advogado(s): Carlos Roberto Scóz Júnior.Agravado(s): Federal Seguros S/A.Advogado(s): Rosângela Dias Guerreiro.Na sessão de Decisão: Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator, com as ressalvas do Des. Leandro dos Santos. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 22) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Josimar Braga da Silva e outros.advogado(s): Carlos Roberto Scóz Júnior.Agravado(s): Federal Seguros S/A.Advogado(s):Na sessão de Decisão: Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator, com as ressalvas do Des. Leandro dos Santos. Unânime.Na sessão de Decisão: Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator, com as ressalvas do Des. Leandro dos Santos. Unânime. Rosângela Dias Guerreiro.Na sessão de Decisão: Indeferido o pedido de suspensão do processo, por maioria, contra o voto do Des. Leandro dos Santos. Não conhecida a preliminar de cerceamento de defesa. Unânime. Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, negou-se provimento ao agravo interno, por maioria, nos termos do voto do relator, contra o voto do Des. Leandro dos Santos, que o provia. Sustentação oral, pelos Agravantes/Apelantes, Dr. Marcos Reis Gandim.RELATOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 23) Embargos de Declaração nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Embargante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Meyer.Embargado(s): Luacy Veronica Pimentel da Silva Lins.Advogado(s): Herlon Max Lucena Barbosa.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator, com aplicação de multa. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 24) Embargos de Declaração nº Oriundo da 11ª Vara Cível da Comarca da Capital. Agravante(s): Jornal Correio da Paraíba Ltda.Advogado(s): Sabrina Pereira Mendes, Francisco das Chagas Batista Leite e outros.agravado(s): Luiz Eduardo Feitosa da Silva.Advogado(s): Lisanka Alves de Sousa.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 25) Embargos de Declaração nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Embargante(s): Pedro Alcântara de Medeiros.Advogado(s): Thélio Farias e outro.embargado(s): Unibanco União de Bancos Brasileiros.Advogado(s): Odilon de Lima Fernandes.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime. RELATOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 26) Embargos de Declaração nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Embargante(s): Universitátrio Restaurante Indústria e Comércio e Agrapecuária Ltda.Advogado(s): Naide Liliane de Magalhães.Embargado(s): Gerente de Licitações de Central de Compras da Secretaria do Estado da Paraíba.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 27) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara Cível da Comarca da Capital.Embargante(s): Transnacional Transporte Nacional de Passageiros Ltda.Advogado(s): Humberto Malheiros Gouveia e Marcos Antônio Chaves Neto.Embargado(s): Anilba da Silva Souza e outros.advogado(s): Gilson Farias de Araújo.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos e acolhidos, com efeitos meramente integrativos, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 28) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara Cível da Comarca da Capital.Embargante(s): Transnacional Transporte Nacional de Passageiros Ltda.Advogado(s): Humberto Malheiros Gouveia e outro.embargado(s): Luzinete de Souza Maranhão e outros.advogado(s): Gilson Farias de Araújo.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos e acolhidos, com efeitos meramente integrativos, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 29) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara Cível da Comarca da Capital.1º Embargante(s): Anilba da Silva Souza e outros.advogado(s): Gilson Farias de Araújo.2º Embargante(s): Transnacional Transporte Nacional de Passageiros Ltda.Advogado(s): Humberto Malheiros Gouveia e outro.3º Embargante(s): Nobre Seguradora do Brasil.Advogado(s): Saul Barros Brito e outros.1º Embargado(s): Transnacional Transporte Nacional de Passageiros Ltda.Advogado(s): Humberto Malheiros Gouveia e outro.2º Embargado(s): Nobre Seguradora do Brasil.Advogado(s): Saul Barros Brito e outros.3º Embargado(s): Anilba da Silva Souza e outros.advogado(s): Gilson Farias de Araújo.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos e acolhidos, com efeitos meramente integrativos, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 30) Embargos de Declaração nº Oriundo da 7ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Embargante(s): INCOPEMOLAS Indústria e Comércio de Molas Ltda.Advogado(s): Alba Lúcia Diniz de Oliveira.Embargado(s): Diniz Comercial de Ferragens Ltda. (O Vergalhão).Advogado(s): Felipe Figueiredo da Silva.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 31) Embargos de Declaração nº Oriundo da 7ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Embargante(s): INCOPEMOLAS Indústria e Comércio de Molas Ltda.Advogado(s): Alba Lúcia Diniz de Oliveira.Embargado(s): Diniz Comercial de Ferragens Ltda. (O Vergalhão).Advogado(s): Felipe Figueiredo da Silva.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 32) Embargos de Declaração nº Oriundo da Comarca de Alagoa Grande.Embargante(s): Seguradora Lider Consórcios de Seguro DPVAT S/A.Advogado(s): Samuel Marques Custódio de Albuquerque e outros.embargado(s): Rene Ferreira Silva de Almeida. Advogado(s): Lucenildo Felipe da Silva.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 33) Embargos de Declaração nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital.Embargante(s): Hyndai Caoa do Brasil Ltda. e Caoa Montadora de Veículos S/A.Advogado(s): Rogério Magnus Varela Gonçalves, Solon Henriques de Sá e Benevides, Walter de Agra Júnior e outros.embargado(s): Daisan Comércio de Veículos Ltda.Advogado(s): Delosmar Domingos de M. Júnior, Carlos Emílio Farias da Franca e outros.na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 34) Embargos de Declaração nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Embargante(s): Maria Zilda Correia.Advogado(s): Hildebrando Costa Andrade.Embargado(s): Estado da Praíba, representado por seu Procurador Roberto Mizuki.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 35) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital.Embargante(s): Caio Gomes Turczinski ME.Advogado(s): Rinaldo Mouzalas de Souza e Silva.Embargado(s): Brumape Motos Acessórios e Serviços Ltda.Advogado(s): Carlos Pessoa de Aquino.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 36) Embargos de Declaração nº Oriundo da 1ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca da Capital.Embargante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Tadeu Almeida Guedes.Embargado(s): D.G.P.O., representada por seu genitor Fábio Carneiro de Oliveira.Defensora Pública: Klébia Maria Ludgero Borba.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 37) Embargos de Declaração nº Oriundo da 1ª Vara Cível da Comarca da Capital.1º Embargante(s): Seguradora Líder dos Consórcios de Seguro DPVAT S/A.Advogado(s): Sérgio Bernudes, Carlos Frederico Nóbrega Farias e outros.2º Embargante(s): Arlindo Monteiro da Silva e outros.advogado(s): Carlos Roberto Scóz Júnior.Embargado(s): Os mesmos.na sessão de Decisão: Rejeitada as auguições de incostitucionalidade da Lei nº /2014. Unânime. No mérito, ambos os Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator, com as ressalvas do Des. Leandro dos Santos. Unânime.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 38) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Patos.Embargante(s): Município de Patos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sharmilla Elpídio de Siqueira e outro.embargado(s): Eliedson Soares Pereira.Advogado(s): Damião Guimarães Leite.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 39) Agravo de Instrumento nº Oriundo da Comarca de Pocinhos.Agravante(s): Luciano Ferreira dos Santos.Advogado(s): Emmanuel Saraiva Ferreira. Agravado(s): Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT S/A.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 40) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 5ª Vara de Família da Comarca da Capital. Agravante(s): Mauro Raso Camargo. Advogado(s): Anna Carla Lopes Correia Lima e Daniele Santana de Sousa.Agravado(s): Maria do Perpétuo Socorro Freire Soares.Advogado(s): Eric Izaccio de Andrade Campos.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 41) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 1ª Vara da Infância e da Juventude da Comarca da Capital.Agravante(s): Município de João Pessoa, representado por seu Procurador Ravi de Medeiros Peixoto.Agravado(s): Ministério Público do Estado da Paraíba.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 42) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 1ª Vara de Executivos Fiscais da Comarca da Capital.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Adlany Alves Xavier.Agravado(s): CRAL Com e Representações Atalaia Ltda.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 43) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Maria Clara Carvalho Lujan.Agravado(s): Elyzeu da Rocha Silva.Advogado(s): Ricardo Nascimento Fernandes.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 44) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Claubert Andrade Leal.Advogado(s): José Teixeira de Barros Neto.Agravado(s): FUSEM Fundo Municipal de Previdência Social do Município de Boa Vista.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 45) Agravo de Instrumento nº Oriundo da Comarca de Alagoa Grande.Agravante(s): V.R.S., representada por sua genitora Valdeci Rodrigues da Silva.Advogado(s): Mauri Ramos Nunes.Agravado(s): Município de Alagoa Grande (Secretaria de Alagoa Grande).Advogado(s): Walcides Ferreira Muniz.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 46) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Maria Albertina de Oliveira.Advogado(s): Israel Rêmora P. de Aguiar Mendes e Poliana de Oliveira Ferreira.Agravado(s): Diretor Presidente da PbPrev Paraíba Previdência, Hélio Carneiro Fernandes.Advogado(s): Kyscia Mary Guimarães Di Lorenzo.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 47) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 4ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital.Agravante(s): Empresa Folha da Manhã S/A.Advogado(s): Taís Borja Gasparian e Thiago Cartaxo Patriota.Agravado(s): José Sinfrônio de Oliveira Mariz Filho.Advogado(s): Maria Aldenice de Lima Mariz.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 48) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Julimar Pereira da Silva.Advogado(s): Douglas Pinheiro BezerraAgravado(s): Fernando Antônio de Araújo Paula.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 49) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 17ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Didiane Azevedo Conde.Advogado(s): Marcus André Medeiros Barreto.Agravado(s): Bompreço Supermercados do Nordeste S/A.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 50) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 5ª Vara de Família da Comarca da Capital.Agravante(s): Antônio da Silva.Advogado(s): Alexandre Barbosa de Lucena Leal. Agravado(s): Marli Rodrigues da Silva.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 51) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 3ª Vara da Comarca de Sapé.Agravante(s): Clóvis Pereira do Nascimento.Advogado(s): José Alves da Silva Neto

19 19 e Alberto Jorge Souto Ferreira.Agravado(s): Edileia Higino da Silva Pereira.Advogado(s): Ana Maria Monte A. de Morais.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 52) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Capina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Tadeu Almeida Guedes.Agravado(s): Francinelson Alves de Lucena.Advogado(s): Thiago Xavier de Andrade.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 53) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ígor de Rosalmeida Dantas.Agravado(s): Moisés Miranda de Brito Silva.Advogado(s): Júlia da Nóbrega Medeiros.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 54) Agravo Interno nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Bayeux.Agravante(s): Banco Santander Brasil S/A.Advogado(s): Elísia Helena de Melo Martini e outros.agravado(s): OdeteLaurentino dos Santos.Advogado(s): Victor Hugo de Sousa Nóbrega e Antônio Emílio de S. Guimarães.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 55) Agravo Interno nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Sônia de Fátima Costa e Silva e outros.advogado(s): Hilton Souto Maior Neto, Marcos Souto Maior Filho e outros.agravado(s): Federal Seguros S/A.Advogado(s): Rosângela Dias Guerreiro e outros.na sessão de Decisão: Negou-se provimento ao agravo Interno, nos termos do voto do relator. Unânime. Sustentação oral, pelos Agravantes/Apelantes, Dr. Marcos Souto Maior Filho.RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 56) Agravo Interno nº Oriundo da 10ª Vara Cível da Comarca da Capital.Agravante(s): Aida Terezinha Fraga Diegues.Advogado(s): Marcello Vaz Albuquerque de Lima.Agravado(s): Mais Car Com de Veículos Peças e Serviços.Advogado(s): Fabício Montenegro de Moraes.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 57) Agravo Interno nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Estado da Paraíba, repres por sua procuradora Maria Clara Carvalho Lujan.Agravado(s): Mércia Maria Campos de Medeiros.Defensora Pública: Dulce Almeida de Andrade.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 58) Agravo Interno nº Oriundo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu procurador Gustavo Nunes Mesquita.Agravado(s): Damião Paulino da Silva.Advogado(s): Aleksandro de Almeida Cavalcante.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 59) Agravo Interno nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Sousa.Agravante(s): Estado da Paraíba, repres por seu procurador Eduardo Henrique de Albuquerque.Agravado(s): Ministério Público do Estado da Paraíba.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE. 60) Remessa Oficial nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Guarabira.Autor(s): Severina Gomes Fabrício.Advogado(s): Cláudio Galdino da Cunha.Réu(s): Município de Guarabira, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Jáder Soares Pimentel.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Comarca de Guarabira.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE. 61) Remessa Necessária nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Autor(s): Humberto Alves Rodrigues.Advogado(s): Felipe Daniel Alves Câmara.1º Réu(s): PBPREV Paraíba Previdência.Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros.2º Réu(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Jaqueline Lopes de Alencar.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. REVISOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 62) Remessa Oficial nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Promovente(s): Emerson Pereira Cavalcanti e outros.advogado(s): Danielly Moreira Pires Ferreira.1º Promovido(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Daniele Cristina Vieira Cesário.2º Promovido(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por seu Procurador Onildo Veloso Júnior, Daniel Sebadelhe Aranha e outros.remetente: Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 63) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Patos.Apelante(s): Ivanildo Ferreira da Silva.Advogado(s): Marcos Antônio Inácio da Silva.Apelado(s): Município de Patos.Advogado(s): Danubya Pereira de Medeiros.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Comarca de Patos.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 64) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): Severina Rosemeri Soares Borges.Advogado(s): Ana Cristina Henrique de Sousa e Silva.Apelado(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Sheyla Suruagy Amaral Galvão.Remetente: Juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 65) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Apelante(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Jaqueline Lopes de Alencar.Apelado(s): José Barbosa da Silva.Defensor: Dulce Almeida de Andrade. Remetente: Juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEAN- DRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 66) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Guarabira.1º Apelante(s): Município de Guarabira, representado por seu Procurador Jader Soares Pimentel.2º Apelante(s): Rogério Maciel da Silva.Advogado(s): Cláudio Galdino Cunha.Apelado(s): Os mesmos.remetente: Juízo da 4ª Vara da Comarca de Guarabira.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 67) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Tadeu Almeida Guedes.1º Apelado(s): Antônio Jacob Pontes da Silveira.Advogado(s): Denyson Fabião de Araújo Braga.2º Apelado(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por seu Procurador Yuri Simpson Lobato.Advogado(s): Kyscia Mary Guimarães Di Lorenzo e outros.remetente: Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 68) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.1º Apelante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Paulo Barbosa de Almeida Filho.2º Apelante(s): PbPrev Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer.Advogado(s): Camilla Ribeiro Dantas, Kyscia Mary Guimarães, Frederico Augusto Cavalcanti Bernardo e Daniel Guedes de Araújo.Apelado(s): Ana Maria Galdino da Silva.Advogado(s): Francisco de Andrade Carneiro Neto.Remetente: Juízo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 69) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Guarabira.1º Apelante(s): Município de Pilõezinhos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Anaximandro de A. Siqueira Sousa.2º Apelante(s): Maria Joelma Ricardo dos Santos.Advogado(s): Cláudio Galdino da Cunha.Apelado(s): Os mesmos.remetente: Juízo da 5ª Vara da Comarca de Guarabira.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 70) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.1º Apelante(s): Estado da Paraíba, representado por sua Procuradora Sancha Maria F.C.R. Alencar.2º Apelante(s): José Joaze Gomes Ferreira.Advogado(s): Herberto Sousa Palmeira Júnior.Apelado(s): Os mesmos. Remetente: Juízo da 6ª Vara da Fazenda Pública da Capital.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 71) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Bayeux.Apelante(s): Município de Bayeux, representado por seu procurador Josmar Vinicius Souza Bezerra.Apelado(s): Carlos Eurico Mendes dos Santos e outros.advogado(s): Joacil Freire da Silva e outra.remetente: Juízo da 4ª Vara da Comarca de Bayeux.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 72) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Araçagi.Apelante(s): Maria Inácia dos Santos.Advogado(s): Cláudio Galdino da Cunha.Apelado(s): Município de Araçagi, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Antônio Teotônio de Assunção.Remetente: Juízo da Comarca de Araçagi.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 73) Remessa Oficial nº Oriundo da Comarca de Barra de Santa Rosa.Promovente(s): Marcela Silva Santos.Advogado(s): Roseno de Lima Sousa.Promovido(s): Município de Damião, representado por seu Prefeito.Remetente: Juízo da Comarca de Barra de Santa Rosa.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 74) Apelação Cível nº Oriundo da 1ª Vara de Executivos Fiscais da Comarca da Capital.Apelante(s): Estado da Paraíba, reptresentado por seu Procurador Ariano Wanderley N. C. Vasconcelos.Apelado(s): Nordeste Jeans Com de Confecções Ltda.Advogado(s): Maria de Lourdes Araújo Melo.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 75) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara de Executivos Fiscais da Comarca da Capital.Apelante(s): Estado da paraíba, representado por sua Procuradora Sanny Japiassu.Apelado(s): Interplast Ind e Com de ProdutosTermoplast Ltda.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS. 76) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Patos.Embargante(s): Miriam de Macedo de Oliveira.Advogado(s): Héber Tiburtino Leite.Embargado(s): Município de Patos, representado por seu Procurador.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 77) Apelação Cível nº Oriundo da 17ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): Dubai Automóveis Ltda.Advogado(s): Mucio Satyro Filho e Paulo Guedes Pereira.Apelado(s): Vilarim Dias Advogados Associados.Advogado(s): Antônio Brito Dias Júnior.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 78) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara da Comarca de Esperança.Apelante(s): Renata Santino da Silva.Advogado(s): Vital Bezerra Lopes.Apelado(s): Município de São Sebastião de Lagoa de Roça, repres. por seu Prefeito.Advogado(s): Josedeo Saraiva de Souza.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 79) Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Boqueirão.Apelante(s): Genival Alves de Sousa.Advogado(s): Wamberto Balbino Sales.Apelado(s): Bradesco Seguradora S/A.Advogado(s): Samuel Marques Custódio de Albuquerque e outros.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 80) Apelação Cível nº Oriundo da 15ª Vara Cível da Comarca da Capital.1º Apelante(s): Yohanna Campos Henriques Pimentel.Advogado(s): Amanda Luna Torres.2º Apelante(s): Maria Vitória Barreto Santos.Advogado(s): Lidyane Pereira Silva.Apelado(s): Os mesmos.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 81) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): Maria Hosana da Costa Lima.Advogado(s): Hilton Hril Martins Maia.Apelado(s): Banco Bradesco S/A.Advogado(s): Wilson Sales Belchior e outros.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 82) Apelação Cível nº Oriundo da 8ª Vara Cível da Comarca da Capital.1º Apelante(s): Francisco Laranjeira de Lacerda Filho.Advogado(s): Américo Gomes de Almeida.2º Apelante(s): Banco Itauleasing S/ A.Advogado(s): Luis Felipe Nunes Araújo e outros.apelado(s): Os mesmos.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 83) Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Santa Luzia.Apelante(s): BV Financeira S/A Crédito, Financiamento e Investimento.Advogado(s): Marina Bastos da Porciuncula Benghi e outros.apelado(s): Benedita Salete de Araújo.Advogado(s): Fileno de Medeiros Martins.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 84) Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Jacaraú.Apelante(s): Daniel da Silva Cipriano.Advogado(s): Jesseana de Araújo Rocha.Apelado(s): Município de Curral de Cima, representado por seu Prefeito.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 85) Apelação Cível nº Oriundo da 3ª Vara de Família da Comarca da Capital.Apelante(s): Ivanilsa Nogueira de Araújo.Advogado(s): Francisco de Assis Moreira Nóbrega.Apelado(s): Aderita Seabra do Nascimento.Advogado(s): Dárcio Galvão de Andrade.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 86) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara da Comarca de Bayeux.Apelante(s): Fibrasa Fiação Brasileira de Sisal S/A.Advogado(s): Rinaldo Mouzalas de Souza e Silva.Apelado(s): HSBC Bank Brasil S/A Banco Múltiplo.Advogado(s): Marina Bastos da Porciuncula Benghi, Michele Ferretti e outros.na sessão de Decisão: Rejeitada a preliminar. Unânime. No mérito, por igual votação, negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Sustentação oral, pelo apelante, Dr. Daniel Sampaio de Azevedo.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 87) Apelação Cível nº Oriundo da 1ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): TNL PCS S/A OI Celular.Advogado(s): Wilson Sales Belchior e outros.apelado(s): Jean Carlo Silva dos Santos.Advogado(s): João Alberto da Cunha Filho.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE.REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 88) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): Severino do Ramo de Souza.Advogado(s): Cristiane Travassos Lima de Medeiros.1º Apelado(s): Cavalcanti Primo Veículos Ltda.Advogado(s): Celina Lopes Pinto e outros.2º Apelado(s): HSBC Bank Brasil S/A Banco Múltiplo.Advogado(s): Marina Bastos da Porciuncula e outros.na sessão de Decisão: Rejeitadas as preliminares. Unânime. No mérito, após o voto do relator que dava provimento ao apelo, pediu vista por antecipação o Des. Leandro dos Santos. O Des. José Ricardo Porto aguarda. Sustentação oral, pelo apelante, Drª. Cristiane Travassos de Medeiros. RELATOR: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. REVISOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 89) Apelação Cível e Remessa Oficial nº Oriundo da 1ª Vara da Comarca de Queimadas. Apelante(s): Município de Queimadas, representado por seu Prefeito. Advogado(s): Márcio Maciel Bandeira. Apelado(s): Laine Vilarim da Silva. Advogado(s): Marcos Antônio Inácio da Silva. Remetente: Juízo da 1ª Vara da Comarca de Queimadas.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO.REVISOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SAN- TOS. 90) Apelação Cível nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Apelante(s): Financeira Alfa S/A.Advogado(s): Carlyson Renato Alves da Silva e outros.apelado(s): Município de Campina Grande, repres. por seu Proc. Alessandro Farias Leite.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO.REVISOR: EXMO. DES. LEANDRO DOS SANTOS. 91) Apelação Cível nº Oriundo da 12ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): Maria Salete Carvalho Ferreira.Advogado(s): Periguari Rodrigues de Lucena.Apelado(s): Lar da Providência Carneiro da Cunha.Advogado(s): Érika de Fátima Souza Durand.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 92) Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara Cível da Comarca da Capital.Apelante(s): Cookson Eletronics Brasil Ltda.Advogado(s): Ailton Capassi.Apelado(s): Creative Oftálmica Ltda.Advogado(s): Ana Kattarina B. Nóbrega.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 93) Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Pedras de Fogo.Apelante(s): Unibanco Aig Seguros S/A.Advogado(s): Rostand Inácio dos Santos e outros.apelado(s): Maria Ana da Silva.Advogado(s): Emerson Charles de Albuquerque Alves.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 94) Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública Comarca da Capital.Apelante(s): Damiana da Silva Trigueiro.Advogado(s): Andréa Henrique de Sousa e Silva e Ana Cristina Henrique de Sousa e Silva.Apelado(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Felipe de Brito Lira Souto.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 95) Apelação Cível nº Oriundo da Comarca de Solânea.Apelante(s): Deilson de Oliveira Moreira.Advogado(s): Marcos Antônio Inácio da Silva.Apelado(s): Município de Solânea, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Paulo Wanderley Câmara, Tiago José Souza da Silva e outro.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 96) Apelação Cível nº Oriundo da 1ª Vara da Comarca de Itabaiana.Apelante(s): Geraldo Rodrigues de Almeida.Advogado(s): Viviane Maria Silva de Oliveira.Apelado(s): Município de Itabaiana, representado por seu Prefeito.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 97) Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Santa Rita.Apelante(s): Júnior Laurindo Vieira.Advogado(s): Marcus Túlio Macedo de Lima Campos.Apelado(s): Banco Bradesco S/A.Advogado(s): Wilson Sales Belchior e outros.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 98) Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s):Manoel Luis da Silva.Advogado(s): Andréa Henrique de Sousa e Silva e Ana Cristina H. Sousa e Silva.Apelado(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ígor de Rosalmeida Dantas.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 99) Apelação Cível nº Oriundo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): Rejane Oliveira Galvão.Advogado(s): Franciney José Lucena Bezerra.1º Apelado(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por seu Procurador.Advogado(s): Euclides Dias de Sá Filho.2º Apelado: Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Rogério Feitosa Mayer Ventura.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 100) Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara de Executivos Fiscais da Comarca da Capital.Apelante(s): Cehap Cia Estadual de Habitação Popular.Advogado(s): Nívea Dantas da Nóbrega.Apelado(s): Município de João Pessoa, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Leonardo Teles de Oliveira.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 101) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara de Família da Comarca da Capital. 1º Embargante(s): Cláudia Cristina Hardman Pequeno. Advogado(s): Joselisses Abel Ferreira e outros. 2º Embargante(s): Ubaldo das Cruz Pequeno Advogado(s): Bruno Augusto Albuquerque da Nóbrega e outro. Embargado(s): Os mesmos. Na sessão de cota: Adiado o julgamento.na sessão de cota: Após o voto do relator que conhecia e rejeitava ambos os embargos, pediu vista o Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque. O Des. Leandro dos Santos aguarda.na sessão de cota: Após o voto do relator que conhecia e rejeitava ambos os embargos, e do voto de vista do Des. Marcos Cavalcanti que os conhecias, porém rejitava os primeiros aclaratórios,acompanhando o relator, e, acolhida os segundos aclaratórios com efeitos meramente integrativos, pediu vista, o Des. Leandro dos Santos.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 102) Apelação Cível nº Oriundo da 15ª Vara Cível da Comarca da Capital. Apelante(s): Mateus Beato Ribeiro. Advogado(s): Zaylany de Lourdes Ferreira Torres. Apelado(s): Banco BV Financeira S/A. Na sessão de cota: Rejeitada a preliminar. Unânime. No mérito, após o voto do relator que dava provimento ao recurso, e do voto do Des. Leandro dos Santos, que de ofício anulava a sentença, pediu vista o Des. José Ricardo Porto.Na sessão de Cota: O autor do pedido de vista esgotará o prazo regimental.na sessão de Decisão: Rejeitada a preliminar. Unânime. No mérito, após o voto do relator, acompanhado do Des. José Ricardo Porto, que davam provimento ao recurso, pediu vista o Des. Leandro do Santos.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 103) Agravo Interno nº Oriundo da 9ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande. Agravante(s): Erileuza Silva de Araújo e outros. Advogado(s): Marcos Souto Maior Filho e outros. Agravado(s): Federal Seguros S/A. Advogado(s): Rosângela Dias Guerreiro e outros.na sessão de cota: Após o voto do relator, acompanhado do Des. José Ricardo Porto, que

20 20 negavam provimento ao agravo interno, pediu vista o Des. Oswaldo Trigrueiro do Vale Filho. Sustentação oral, pelos agravantes/apelantes, Dr. Marcos Souto Maior Filho.Na sessão de cota: Adiado em razão da ausência justificada do autor do pedido de vista.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 104) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 2ª Vara Mista da Comarca de Santa Luzia. Agravante(s): José Francisco Araújo. Advogado(s): Filipe Araújo Reul. Agravado(s): Telexfree INC Ympactus Comercial S/A. Advogado(s): Horst Vilmar Fuchs.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. LEANDRO DOS SANTOS.REVISOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 105) Apelação Cível nº Oriundo da 1ª Vara da Comarca de Uiraúna.Apelante(s): Maria de Fátima Cavalcante de Sousa.Advogado(s): Marcos Antônio Inácio da Silva.Apelado(s): Município de Uiraúna, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Herleson Sarlan Anacleto de Almeida.Na sessão de cota: Adiado por indicação do relator.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. LEANDRO DOS SAN- TOS. 106) Agravo de Instrumento nº Oriundo da 1ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital.Agravante(s): Banco Aymoré S/A.Advogado(s): Antônio Braz da Silva e outros.agravado(s): William Rahd JúniorAdvogado(s): Zaylany de Lourdes Ferreira Torres.Na sessão de cota: Adiado por indicação do relator.na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 107) Agravo Interno nº Oriundo da 3ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Agravante(s): Edvardo Herculano de Lima.Advogado(s): José Paulo de Oliveira.Agravado(s): Ministério Público do Estado da Paraíba.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 108) Agravo Interno nº Oriundo da 1ª Vara da Comarca de Mamanguape.Agravante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Ricardo Ruiz Arias Nunes.Agravado(s): Texnord Importação e Exportação Ltda.Advogado(s): Adalberto Marques de Almeida Lima.Na sessão de cota: Adiado o julgamento.relator: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 109) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Patos. Embargante(s): Município de Patos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sharmilla Elpídio de Siqueira e outros.embargado(s): Maria José Nascimento da Silva. Advogado(s): Damião Guimarães Leite.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCAN- TI DE ALBUQUERQUE. 110) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Patos. Embargante(s): Município de Patos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sharmilla Elpídio de Siqueira e outros.embargado(s): Gertânia Oliveira de Medeiros Pereira. Advogado(s): Damião Guimarães Leite.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 111) Embargos de Declaração nº Oriundo da 1ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital. Embargante(s): Liberty Seguros S/A.Advogado(s): Manuela Moura da Fonte e outros.embargado(s): Josilene dos Santos Jerônimo e outros. Advogado(s): Carlos Roberto Scóz Júnior, Marcos Reis Gandim e outros.na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 112) Embargos de Declaração nº Oriundo da 5ª Vara da Comarca de Patos.Apelante(s): Município de Patos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sharmilla Elpídio de Siqueira e outros.apelado(s): Gilvanete Fernandes Lucena.Advogado(s): Damião Guimarães Leite.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 113) Embargos de Declaração nº Oriundo da 12ª Vara Cível da Comarca da Capital.Embargante(s): Luiz Carlos da Costa.Advogado(s): Marcus Túlio Macedo de Lima Campos e outros.embargado(s): Santander Leasing S/A Arrendamento Mercantil.Advogado(s): Elísia Helena de Melo Martini, Henrique José Parada Simão e outros.na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO. DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 114) Embargos de Declaração nº Oriundo da 4ª Vara da Comarca de Patos. Embargante(s): Município de Patos, representado por seu Prefeito.Advogado(s): Sharmilla Elpídio de Siqueira e outros.embargado(s): Maria José Ferreira Costa. Advogado(s): Damião Guimarães Leite.Na sessão de Decisão: Embargos conhecidos, porém rejeitados, nos termos do voto do relator. Unânime.RELATOR: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 115) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros. Apelado(s): Manoel Pereira dos Santos.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 116) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros. Apelado(s): Antônio Carlos da Silva.Advogado(s): José Francisco Xavier.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 117) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros. Apelado(s): Francisco de Assis da Silva.Advogado(s): José Francisco Xavier. Remetente: Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negouse provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 118) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Deraldino Alves de Araújo Filho. Apelado(s): Josenildo Rosendo da Silva.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Rejeitadas a prejudicial de prescrição. Unânime. No mérito, por igual votação, negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator, ao invés de Rejeitada a prejudicial de prescrição. Unânime. No mérito, por igual votação, deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR: EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 119) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s):PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros.apelado(s): Vicente de Paulo Pereira.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 120) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros. Apelado(s): Geraldo Alves Martins.Advogado(s): Andrezza G. Medeiros Costa Lima.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 121) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros.apelado(s): Luis Ramos de Figueiredo.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 122 Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros.apelado(s): João Francelino de Oliveira.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 123) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer e outros. Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outrosapelado(s): Severino Gambarra da Nóbrega Neto.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. REVISOR:EXMO. DES. JOSÉ RICARDO PORTO. 124) Remessa Oficial e Apelação Cível nº Oriundo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Apelante(s): PBPREV Paraíba Previdência, representado por sua Procuradora Renata Franco Feitosa Mayer..Advogado(s): Daniel Guedes de Araújo e outros.apelado(s): Paulo Vicente da Costa Lima.Advogado(s): Enio Silva Nascimento.Remetente: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital.Na sessão de Decisão: Acolhida a questão de ordem levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para retificar a Certidão de Julgamento de fls. e fazer constar: Negou-se provimento ao apelo, nos termos do voto do relator. Unânime, ao invés de Deu-se provimento parcial ao apelo, nos termos do voto do relator.relator: EXMO DES. MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE. 125) Questão de Ordem - Remessa Oficial nº Oriundo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande. Recorrido: Marcos José Nóbrega Costa. Advogado(s): Luiz Eduardo Araújo C. de Albuquerque. Interessado: Estado da Paraíba, representado por seu Procurador Francisco Glauberto Bezerra Júnior. Juízo Recorrente: 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.Na sessão de Decisão: Acolhida a Questão de Ordem, levantada pelo Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque, para anular o julgamento de fls., devendo o processo ser encaminhado para o Gabinete do Des. Leandro dos Santos. Unânime.Às 12:30hs, o Exmo. Desembargador Marcos Cavalcanti, Presidente, deu por encerrada a Sessão e nada mais ocorrendo, foi lavrada a presente ATA. esembargador José Ricardo Porto.Presidente em exercício da Primeira Câmara Especializada Cível.Drª Janete Maria Ismael da Costa Macedo. Procuradora de Justiça convocado.achilles Garibaldi Eloy de Souza.Assessor da Primeira Câmara Especializada Cível. ATA DA TRIGÉSSIMA (33ª) SESSÃO ORDINÁRIA DA COLENDA PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, realizada no 9º (nono) dia do mês de setembro do ano de dois mil e quatorze (2014). Sob a Presidência do Excelentíssimo Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente da Câmara. Presentes, Excelentíssimo Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Excelentíssimo Desembargador José Ricardo Porto. Presente, ainda, ao julgamento a Procuradora de Justiça, Dra. Janete Maria Ismael da Costa Macedo. Secretariando os trabalhos o Assessor da Primeira Câmara Especializada Cível, Dr Achilles Garibaldi Eloy de Souza. O Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente da Câmara, sob a proteção de Deus, às 08:30 horas declarou aberta a Sessão, observando a ausência jutificada do Excelentíssimo Desembargador Leandro dos Santos, deu por encerrada a sessão, da qual foi lavrada a presente ATA.Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque.Presidente da Primeira Câmara Especializada Cível.Dr Amadeus Lopes Ferreira.Promotor de Justiça convocado.achilles Garibaldi Eloy de Souza.Assessor da Primeira Câmara Especializada Cível. ATA DE JULGAMENTO DA CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL ATA DA 65ª (SEXAGÉSSIMA QUINTA) SESSÃO ORDINÁRIA DA COLENDA CÂMARA CRIMINAL DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA. Realizada aos vinte e três (23) dias do mês de setembro do ano de dois mil e catorze, na Sala de Sessões da Câmara Criminal Des. Manoel Taigy de Queiroz Mello Filho, localizada no primeiro andar do Anexo Administrativo do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba Desembargador Archimedes Souto Maior. Presidência do Excelentíssimo Senhor Desembargador Joás de Brito Pereira Filho. Presentes os Excelentíssimos Senhores Desembargadores Arnóbio Alves Teodósio, João Benedito da Silva, Luiz Sílvio Ramalho Júnior e Carlos Martins Beltrão Filho. Presente à sessão o Excelentíssimo Senhor Doutor Amadeus Lopes Ferreira, Promotor de Justiça convocado. Secretariando os trabalhos Werana Moreno Luna Ramalho, Assessora da Câmara Especializada Criminal. No horário regimental, foi aberta a sessão, sendo lida e aprovada, sem restrições, a Ata da Sessão anterior. Dando prosseguimento, o Excelentíssimo Senhor Desembargador Presidente submeteu à apreciação do Augusto Colegiado os processos constantes da pauta de julgamento a seguir discriminados: PAUTA SUPLEMENTAR 1º) Habeas Corpus nº Vara de Entorpecentes da Comarca da Capital. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. Impetrante: Antônio Vinícius Santos Oliveira. Paciente: FÁBIO EDUARDO LIRA BEZERRA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 2º) Habeas Corpus nº Comarca de Itaporanga. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO. Impetrante: Sergibaldo Cobel da Silva. Pacientes: MANOEL FERNANDO ALVES DA SILVA e MANOEL ORNILO CABRAL. Julgado: Ordem prejudicada, nos termos do voto do relator, em harmonia com o parecer oral do representante do Ministério Público. Unânime. 3º) Habeas Corpus nº ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca da Capital. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÃO BENEDITO DA SILVA. Impetrante: Aline Alves Lopes. Paciente: MARLENE DA SILVA ALVES. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 4º) Habeas Corpus nº Vara de Entorpecentes da Comarca de Campina Grande. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÃO BENEDITO DA SILVA. Impetrante: Odnaldo Espínola. Paciente: PEDRO FÉLIX COR- REIA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 5º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Pombal. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÃO BENEDITO DA SILVA. Impetrante: Ticiano Diniz Nobre. Paciente: FELIPE ALMEIDA FERREIRA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 6º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Santa Rita. RELATOR: EXMO. SR. DES. CARLOS MARTINS BELTRÃO FILHO. Impetrante: Luciano Alvino da Costa. Paciente: LEONARDO BARBOSA DOS SANTOS. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 7º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Guarabira. RELA- TOR: EXMO. SR. DES. CARLOS MARTINS BELTRÃO FILHO. Impetrantes: Manoel Fernandes Braga e Renata Kallina Ferreira Oliveira. Paciente: JOSÉ EDUARDO VICENTE DA SILVA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 8º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Conceição. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. Impetrante: Rodolpho Cavalcanti Dias. Paciente: DANILO COKA GONÇALVES. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 9º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Sapé. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. Impetrante: Antônio Vinícius Santos Oliveira.Paciente: DAMIÃO BARBOSA DE LIMA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 10º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Cuité. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. Impetrante: Leopoldo Wagner Andrade da Silveira. Paciente: JOSÉ ARIMATÉIA AZEVEDO DE ALMEIDA. Julgado: Homologou-se a desistência, nos termos do voto do relator. Unânime. 11º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Itaporanga. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓ- SIO. Impetrantes: Adão Gomes da Silva Neto e Pedro Erieudo Cavalcante de Lacerda Filho. Paciente: DAMIÃO PEREIRA DE LIMA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 12º) Habeas Corpus nº Vara de Execuções Penais da Comarca da Capital. RELATOR: EXMO. SR. DES. ARNÓBIO ALVES TEODÓSIO. Impetrante: Altamar Cardoso da Silva. Paciente: HELDER GUIMARÃES RAMOS. Julgado: Ordem não conhecida, nos termos do voto do relator, em harmonia com o parecer oral do representante do Ministério Público. Unânime. 13º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Santa Rita. RELATOR: EXMO. SR. DES. LUIZ SÍLVIO RAMALHO JÚNIOR. Impetrante: Aécio Flávio Farias de Barros Filho. Paciente: ALEXSANDRO DA SILVA MACHADO. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 14º) Habeas Corpus nº ª Vara da Comarca de Itaporanga. RELATOR: EXMO. SR. DES. LUIZ SÍLVIO RAMALHO JÚNIOR. Impetrante: Marinaldo Bezerra Pontes. Paciente: CLÁUDIO FURTADO DE SOUSA. Julgado: Ordem denegada, nos termos do voto do relator. Unânime. 15º) Conflito Negativo de Competência Criminal nº RELATOR: EXMO. SR. DES. LUIZ SÍLVIO RAMALHO JÚNIOR. Suscitante: Juízo de Direito da Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Campina Grande. Suscitado: Juízo de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Campina Grande. Cota da Sessão do dia : Após o voto do relator, que julgava improcedente o conflito para declarar competente a Vara da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Campina Grande, pediu vista o Des. Carlos Martins Beltrão Filho. PAUTA ORDINÁRIA 1º) Habeas Corpus nº Vara de Execuções Penais da Comarca e Campina Grande. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÃO BENEDITO DA SILVA. Impetrante: Pedro Gonçalves Dias Neto. Paciente: RODOLPHO DORAND AMO- RIM. Cota da Sessão do dia : Após o voto do relator e do vogal que concediam a ordem, pediu vista o Des. Carlos Martins Beltrão Filho. Julgado: Ordem concedida, contra o voto do Des. Carlos Martins Beltrão Filho, que a denegava. 2º) Apelação Criminal nº ª Vara Criminal da Comarca de Campina Grande. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÁS DE BRITO PEREIRA FILHO. Apelante: CARLOS ROBER- TO ALVES FILHO (Advs.: Francisco Pedro da Silva e outros). Apelada: Justiça Pública. Cota da Sessão do dia : Após o voto do relator, que dava provimento ao apelo para absolver o réu, pediu vista o Des. Arnóbio Alves Teodósio. O Des. João Benedito da Silva aguarda. Cota da Sessão do dia : O autor do pedido de vista esgotará o prazo regimental. Cota da Sessão do dia : O autor do pedido de vista esgotará o prazo regimental. Cota da Sessão do dia : Após o voto do relator, que dava provimento ao apelo para absolver o réu, e do Des. Arnóbio Alves Teodósio, que negava provimento, pediu vista Des. João Benedito da Silva. Cota da Sessão do dia : O autor do pedido de vista esgotará o prazo regimental. Julgado: Negou-se provimento ao apelo, contra o voto do relator, que absolvia o réu. Lavrará o acórdão o Des. Arnóbio Alves Teodósio. Lançará declaração de voto vencido o Des. Joás de Brito Pereira Filho. 3º) Apelação Criminal nº ª Vara da Comarca de Cajazeiras. RELATOR: EXMO. SR. DES. JOÃO BENEDITO DA SILVA. REVISOR: EXMO. SR. DR. MARCOS WILLIAM DE OLIVEIRA (Juiz de Direito convocado, com jurisdição limitada, para substituir o Exmo. Sr. Des. Luiz Sílvio Ramalho Júnior).Apelante: WANDERSON RAMALHO LACERDA (Adv.: Paulo Sabino de Santana). Apelada: Justiça Pública. Cota da Sessão do dia : Adiado a pedido da defesa. Cota da Sessão do dia : Adiado em face da ausência justificada do revisor. Cota da Sessão do dia : Adiado em face da ausência justificada do revisor. Cota da Sessão do dia : Adiado em face da ausência justificada do revisor, que se encontra em gozo de férias, com julgamento previsto para a sessão do dia Cota da Sessão do dia : Adiado em face da ausência justificada do revisor, que se encontra em gozo de férias, com julgamento previsto para a sessão do dia Cota da Sessão do dia : Adiado em face da ausência justificada do

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