A CRIAÇÃO DA PROVÍNCIA DO PARANÁ: UMA AGENDA DE PESQUISA

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1 DOI: /4cih.pphuem.172 A CRIAÇÃO DA PROVÍNCIA DO PARANÁ: UMA AGENDA DE PESQUISA Vitor Marcos Gregório Doutorando pelo programa de História Econômica da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo Pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) A criação de novas províncias não foi um fenômeno comum no período imperial brasileiro. A necessidade de debates legislativos nos quais era necessário que a maioria dos parlamentares concordasse com uma medida que não necessariamente condizia com seus interesses específicos, restringia as possibilidades de que esta manobra institucional pudesse ser realizada. Isto acabou fazendo com que, embora vários projetos neste sentido tenham circulado pelo Parlamento, apenas dois Amazonas e Paraná - tivessem sido aprovados, mesmo assim após anos de discussões e adiamentos. O objeto desta comunicação é o caso, mais específico, da criação da província do Paraná. Pouco estudado pela historiografia até o presente momento, representa um momento em que esteve em jogo o arranjo territorial de um Estado cujo processo de construção estava em andamento. Unanimemente reconhecido pelos atores políticos do século XIX como deficiente, este arranjo tinha como estrutura um sistema político de tipo representativo, na medida em que a legislação era formulada por uma Câmara eleita periodicamente. Os representantes eram eleitos por província, formando bancadas cuja atuação era pautada, entre outras coisas, pelos interesses regionais. 1 Por esse motivo qualquer alteração em sua configuração teria de se refletir, necessariamente, em pontos nevrálgicos do jogo político do Império. Assim, o estabelecimento de novas províncias significava que bancadas com interesses regionais próprios seriam criadas na arena parlamentar, levando a alterações significativas nas relações de poder existentes nesta esfera administrativa. Quanto mais elites regionais estivessem representadas no parlamento, maior teria de ser a pulverização das políticas a serem tomadas nas diversas províncias e, conseqüentemente, dos recursos a serem distribuídos entre elas. Não se pretende, aqui, apresentar resultados ou resolver problemáticas referentes a este tema, já que ele está inserido em uma pesquisa maior iniciada apenas no início deste ano. O objetivo desta comunicação é analisar as questões que motivaram o início deste trabalho, que

2 3036 procura estudar os projetos de criação de novas províncias e de reorganização do território brasileiro como um caminho privilegiado para o entendimento do funcionamento do sistema político imperial em meados do século XIX. Neste sentido, é difícil separar, neste momento da pesquisa, os processos formadores das províncias do Amazonas (lei 582, de 5 de setembro de 1850) e do Paraná (lei 704 de 29 de agosto de 1853). Isto se deve ao fato de que, ainda que as demandas autonomistas das elites provinciais tenham tido uma importância decisiva para a adoção destas medidas, outros movimentos no mesmo sentido ocorreram em diversas regiões do Império, sem que tivessem alcançado o mesmo sucesso. Por que isto ocorreu? O que diferenciou os projetos de criação do Amazonas e, mais especificamente, do Paraná, dos demais apresentados na mesma época, a ponto de somente estes lograrem alcançar o sucesso desejado? Para o caso da província do Amazonas a bibliografia, embora não seja vasta, ajuda a vislumbrar algumas das interpretações dominantes quando se estuda a criação de novas províncias no Brasil imperial. Assim, Ilmar Rohloff de Mattos, embora tenha em sua obra O tempo saquarema uma preocupação diferente da presente nesta pesquisa, apresenta, de passagem, uma idéia que se mostra bastante forte e com muitos seguidores. Para este autor, a criação da província do Amazonas respondeu a uma tentativa do grupo saquarema de melhor organizar a divisão administrativa do Império, valendo-se de um contexto extremamente favorável no qual, além do ministério, contava também com a maioria no Parlamento. 2 Esta proposta aparece também em estudos mais recentes voltados para a história amazônica. Neste sentido, Nasthya Cristina Garcia Pereira, em sua dissertação de mestrado intitulada Relações homem-natureza: o discurso político sobre agricultura e extrativismo na Província do Amazonas ( ), trata de forma bastante indireta do processo de criação da província amazônica, ainda que este não tenha sido o objeto central de sua pesquisa. Ela corrobora a interpretação de Mattos, acrescentando que fazia parte da proposta dos conservadores a realização de um esforço para aproximar cada vez mais as áreas distantes do país da administração sediada na Corte do Rio de Janeiro. Neste sentido, a elevação da comarca do Alto Amazonas à província teria se dado à revelia da população local, correspondendo a interesses essencialmente eleitorais de grupos políticos estranhos á terra. Configurar-se-ia, assim, uma situação de fraqueza política e econômica que daria oportunidade a que estes grupos estranhos se valessem da nova província apenas como um estágio que futuramente poderia render-lhes um cargo com status superior. 3

3 3037 Teria sido mesmo assim? Admitindo-se a correção da interpretação proposta por Pereira, apoiada em Mattos, somos forçados a aceitar que a criação da província do Amazonas foi uma medida determinada diretamente de cima para baixo, ignorando quaisquer interesses e reivindicações oriundas da região diretamente atingida pela medida. Como um projeto eminentemente conservador, não estaria sujeito a contestações, uma vez que este grupo partidário, segundo os próprios autores, havia conseguido tornar seu projeto vencedor no embate com os liberais ao longo da década de Neste sentido, os debates parlamentares também acabam perdendo completamente sua importância, já que ficam relegados à mera formalidade institucional necessária para atribuir legitimidade a uma medida decidida de antemão. A pesquisa que inicio parte de hipótese distinta. Toma-se aqui, como viés interpretativo, o pressuposto de que o parlamento era uma instância fundamental de deliberação, o que significava que decisões como a criação de uma província sofria as injunções de interesses diversos que se confrontavam no debate. Outro pressuposto, confirmado em parte por minha pesquisa realizada em nível de mestrado, 4 é que as elites regionais tiveram poder de influência nas decisões de política nacional, através de sua representação no parlamento, o que implica a necessidade de analisar a postura adotada pelas bancadas paraense e paulista nas discussões que as atingia diretamente. 5 Além disso é preciso ter em vista algumas questões importantes. Se a criação de províncias especificamente, no caso, do Amazonas era um projeto dos conservadores, porque o primeiro projeto neste sentido surge já em 1826, logo após a abertura dos trabalhos do parlamento imperial? 6 E, tendo surgido em 1826, porque teria sido adotado apenas em 1850, se várias medidas de teor centralizador já estavam sendo tomadas desde a inauguração da política do regresso, em 1840? Como explicar o caso da província do Paraná, cujos debates em torno de sua criação começaram, segundo a historiografia, apenas após negociações entre o poder central e as elites regionais para que estas não aderissem ao movimento liberal paulista de 1842? Seriam as elites curitibanas mais poderosas que as amazonenses, tendo sido, portanto, mais eficientes que suas congêneres do norte na tarefa de fazer valer seus interesses na Corte do Rio de Janeiro? E se os debates parlamentares não possuíam maior importância na formulação de políticas estratégicas para o Império, qual seria a razão de todas as discussões no sentido de definir a quantidade de representantes a que as novas províncias teriam direito na Câmara e no Senado? Porque, de fato, os debates em torno desta questão foram extremamente acalorados, ameaçando, inclusive, paralisar o processo de

4 3038 elevação das comarcas. 7 Todas estas indagações requerem uma análise mais aprofundada da questão. Estas indagações não têm por objetivo negar que o governo imperial, capitaneado pelo partido Conservador, tenha tido grande importância no processo que levou á criação das províncias do Amazonas e do Paraná. O apoio deste grupo político ficou nítido durante os debates do projeto que previa a elevação da comarca de Curitiba, em Nesta ocasião, o então ministro da marinha, visconde de Itaboraí, mostrou-se amplamente favorável não apenas á criação da nova unidade administrativa ao sul do Império como, também, ao projeto que previa o mesmo com relação ao Alto Amazonas. 8 Mas o fato é que, mesmo com este apoio declarado abertamente, ambas as medidas teriam de esperar alguns anos até serem efetivamente adotadas dez, no caso do Paraná. Isto, por si só, já permite questionar se o partido Conservador realmente possuía poder suficiente para pôr em prática suas políticas sem a necessidade de qualquer negociação. O fato de que um dos principais líderes saquaremas precisou comparecer à Câmara para defender um projeto que entendia ser benéfico para o país, oferece mais um indício de que não. A tese do Estado monárquico fortemente centralizado, capaz de impor de cima para baixo a criação de novas unidades administrativas no território nacional não é, entretanto, a única existente entre os estudos que se debruçaram a analisar a emancipação da comarca do Rio Negro. Para Marilene Corrêa da Silva, as elites regionais não apenas influíram no processo de criação da província do Amazonas, como foram decisivas para a efetiva incorporação de toda a região norte ao conjunto político do Império. Em seu livro O paiz do Amazonas 9, a autora busca analisar a forma pela qual se deu esta incorporação, sempre atribuindo aos grupos políticos regionais não somente um grande poder de barganha, mas também uma possibilidade de confrontação direta com o poder central quando seus interesses não fossem plenamente satisfeitos. É neste sentido que da confrontação constante entre três Amazônias distintas portuguesa, indígena e brasileira surgiram negociações e confrontos, que culminariam em uma revolta popular pela elevação da comarca do Alto Amazonas a província em 1832, e na Cabanagem, três anos depois. Segundo Silva, seria apenas com esta grande confrontação que se efetivaria definitivamente a incorporação da região amazônica ao conjunto do Império. A partir do momento em que as tropas legalistas conseguiram tomar Belém, renovar-se-ia a política imperial para a região, com lei marcial, renovação do trabalho compulsório, especialmente

5 3039 para os índios, a militarização do espaço e a imposição das decisões políticas em nome da soberania e da unidade nacional. 10 Ainda que tenha atribuído aos grupos regionais grande poder de influência com relação às questões que lhes diziam respeito diretamente, a autora retorna ao modelo da monarquia centralizada quando afirma que com a Cabanagem as políticas amazônicas voltariam a ser impostas de cima para baixo. Renova, assim, as mesmas questões deixadas por Nasthya Pereira com relação á importância destes personagens para a condução da política imperial. Ao mesmo tempo, considera a Cabanagem como o momento em que toda a região se integra definitivamente ao Império, deixando em aberto a possibilidade de que também a criação da província amazônica seria resultado de uma política vinda da Corte, a despeito dos movimentos populares por ela mesma descritos em algumas passagens de sua obra. A autora oscila, assim, entre o viés interpretativo oferecido por Ilmar Mattos e outro, mais antigo, que tem em Arthur Cézar Ferreira Reis seu principal defensor. Para este autor, especialista em temas amazônicos, a fundação da província do Amazonas se deve a aspirações históricas da população da comarca do Alto Amazonas, que teria feito valer seus interesses através do envio de representações ao parlamento imperial que acabaram por sensibilizá-lo para a questão. 11 Para sustentar esta interpretação, o autor utiliza uma série de petições de diversas vilas da comarca que reivindicavam, desde a época colonial, sua emancipação da tutela da província paraense. Embora também veja na medida interesses geopolíticos do governo central, interessado em desenvolver a região para evitar intromissões estrangeiras, Reis também nega ao parlamento poder de deliberação, sendo este limitado apenas a atender aos anseios seja do governo central, seja, no caso específico da elevação da comarca do Alto Amazonas, das elites regionais. No tocante ao caso específico da criação da província do Paraná, a dissertação de mestrado de Divonzir Lopes Beloto, A criação da província do Paraná: a emancipação conservadora, apresenta uma interpretação que, em alguns pontos, coincide com as hipóteses da pesquisa que ora inicio. 12 Este autor busca creditar ás elites locais da antiga comarca as primeiras pressões pela emancipação, ainda na época colonial, embasando esta idéia com as petições apresentadas por várias vilas, principalmente Paranaguá. Por ocasião da Revolta Liberal ocorrida em São Paulo em 1842, estas mesmas elites, antes ignoradas pelo poder central, teriam ganhado enorme poder de barganha, dada a posição estratégica da comarca localizada entre a revolta dos paulistas e a Revolução Farroupilha iniciada no Rio Grande do Sul e que ameaçava expandir-se para outras províncias. Desta posição privilegiada nasceria

6 3040 um acordo. Em troca da neutralidade dos curitibanos com relação aos dois levantes, o presidente da província de São Paulo, barão de Monte Alegre, apoiaria a elevação da comarca ao status de província. De fato, data de 30 de julho de 1842 uma carta escrita por este presidente ao ministro do Império, pedindo que a então 5ª comarca fosse elevada ao status de província. 13 Até aqui o modelo de Beloto trabalha com a idéia de negociação política. Da pressão das elites locais surge o movimento emancipacionista, que enfraquecido na maior parte do tempo, não consegue lograr qualquer sucesso até que uma situação privilegiada o imbuísse de uma importância inesperada. Neste momento torna-se importante para o governo central negociar, e dessa negociação surge a promessa da criação da província. O problema surge quando se constata que este acordo, firmado em 1842, não redunda em nenhuma medida efetiva até De fato, em 1843 o projeto que previa a elevação entrou em discussão na Câmara dos Deputados, mas, enviado ao Senado para continuação dos debates, sofreu uma paralisação de sete anos, até ser finalmente retomado pelos senadores em 1850, conjuntamente aos debates para criação da província do Amazonas. Só então foi debatido, aprovado, e enviado novamente à Câmara, por ter sofrido alterações com relação ao seu conteúdo original para ser novamente aprovado e finalmente sancionado pelo imperador três anos depois. Passam-se, assim, onze anos entre o acordo de 1842 e a efetiva criação da província. Por que foi necessário esperar tanto? Retomando ainda uma vez a interpretação de Ilmar Mattos, se o partido Conservador era absolutamente poderoso no cenário político imperial, capaz de fazer valer suas políticas sem maior oposição, não teria sido mais lógico que, uma vez acordado que a comarca de Curitiba seria elevada á categoria de província, isso fosse realizado com grande rapidez? Beloto procura explicar essa demora e, novamente, se vale do contexto local e da negociação política para isto. Segundo este autor, no âmbito da comarca, a falta de uma elite econômica forte o suficiente para fazer valer seus interesses, bem como a desunião política causada pela disputa entre Paranaguá e Curitiba pela proeminência na província que se intentava criar, acabou enfraquecendo o movimento que, assim, perdeu momentaneamente sua importância. 14 Por outro lado no Parlamento, em 1843, a bancada paulista teria se mostrado coesa o suficiente para impedir a aprovação do projeto, ao passo que em 1853 ela estava dividida, oferecendo ao partido Conservador a oportunidade que ele queria para realizar uma de suas políticas centralizadoras. A vitória dos saquaremas seria, então, completa. Adotariam com sucesso uma política conforme seus interesses e, ao mesmo tempo,

7 3041 puniriam a província de São Paulo pelo aumento da oposição liberal, algo inaceitável na política imperial. Daqui decorreria a emancipação conservadora presente no título do seu trabalho. 15 A pesquisa de Beloto possui uma importância destacada para o início desta pesquisa pelo fato de ser, até o momento, a única que concedeu ao Parlamento importância central no processo de emancipação da comarca de Curitiba. Seja em 1843, impedindo a medida, seja em 1853, permitindo-a, cabe à Câmara e ao Senado decidir sobre a conveniência ou não do projeto proposto. E isso efetivamente, ao contrário das interpretações que buscam nesta instância política apenas a legitimação de decisões tomadas de antemão. Mas esta concordância com minha principal hipótese de pesquisa não resolve inteiramente a questão. Apesar de passar a maior parte do tempo analisando os processos locais e a negociação política como um dos principais motores do processo emancipacionista paranaense, o autor no final de sua pesquisa se rende, finalmente, à tese da centralização política na monarquia para dizer que, ainda que com a participação destes dois elementos, a criação do Paraná foi, sim, uma verdadeira emancipação conservadora. E aqui cabe um questionamento que se pretende resolver no decorrer desta pesquisa. Será correto creditar exclusivamente ao partido Conservador uma medida que precisou de, no mínimo, onze anos de negociações e outros tantos de reivindicações locais para ser efetivada? Novamente, reforço que não se trata de negar a este grupo político uma ação importantíssima, enquanto proeminente no cenário político imperial, na adoção desta política. Apenas tenho por hipótese que, mesmo que os saquaremas quisessem efetivamente reorganizar o território imperial, e empenhassem todo o seu capital político para isto, não conseguiriam atingir este objetivo sem muita negociação, avanços e recuos. O que parece invalidar interpretações que buscam explicar exclusivamente pelas imposições deste partido a adoção de políticas centrais para a formação do Estado nacional. Claro que esta hipótese pode ser controversa e necessita de larga comprovação documental, mas dos resultados de minha pesquisa anterior realizada em nível de mestrado, e dos primeiros levantamentos documentais realizados desde o início deste ano, surge a idéia de que a negociação pode ser o principal motor da política imperial, e não a imposição de um grupo político específico, seguida da completa submissão de todo o corpo social. Foi com estas questões em mente que iniciei minha atual pesquisa, realizada em nível de doutoramento. Seu objetivo principal será tentar identificar a maneira como estas questões foram tratadas na arena parlamentar do Império brasileiro que contribuiu, assim, para sua elaboração. A partir destes debates será possível vislumbrar os desafios institucionais

8 3042 enfrentados pelo Estado ainda em formação, às voltas com a busca de objetivos que se impunham como condições fundamentais para sua constituição. Nesta categoria se encontrariam, entre outros, a necessidade de uma administração mais ágil e efetiva, capaz de fazer sentir nos mais recônditos cantos do território imperial todo o peso das decisões e políticas formuladas no Rio de Janeiro. Este objetivo passava por conferir instrumentos para as elites locais para que, gozando de certo grau de autonomia institucional, estivessem habilitadas a exercer a administração de sua região. Para que fosse plenamente alcançado, entretanto, fazia-se necessário que fosse conjugado a outras medidas, como a criação de meios capazes de possibilitar a formulação e o respeito aos limites externos do novo Estado e o atendimento das aspirações de elites regionais que, insatisfeitas, poderiam se tornar perigosos adversários do governo central. Um tênue equilíbrio de ações tinha, assim, que ser buscado, sob a pesada ameaça da falência prematura do Estado nacional. A permanência deste comprova que tal objetivo foi alcançado, e esta pesquisa almeja ao menos esboçar uma explicação de como isto se deu, de forma a contribuir com a historiografia que atualmente tenta explicar a formação do Estado brasileiro sob novos paradigmas. O recorte temporal corresponde ao período em que o tema esteve em discussão no Parlamento. Neste sentido, inicia-se em 1826, ano da apresentação na recém instalada Câmara dos Deputados do primeiro projeto de elevação da então comarca do Rio Negro à categoria de província, pelo deputado Romualdo Antônio de Seixas, e termina em 1860, sete anos após a emancipação da 5ª Comarca de São Paulo, erigida em província do Paraná. O recorte é longo, mas necessário para que possa ser apreendida toda a complexidade e todos os elementos presentes nos debates parlamentares, bem como as conseqüências diretas das decisões tomadas. A preocupação desta pesquisa, entretanto, não será exclusivamente o tratamento recebido pelos projetos no Parlamento central. Pretende analisar também a dinâmica do jogo político existente entre as elites regionais e o centro imperial, em um arranjo institucional marcado pela existência de um regime político de tipo representativo. Em minha pesquisa de mestrado foi possível indicar que o Poder Legislativo central teve papel central na elaboração de uma política estratégica para o país o estabelecimento da navegação a vapor na região amazônica sem que, entretanto, a administração e a elite paraenses abrissem mão de tentar intervir e adotar medidas próprias sempre que as decisões tomadas no Rio de Janeiro não

9 3043 atendessem plenamente aos seus interesses. Esta é, inclusive, uma característica central de um arranjo de tipo federativo, analisado por Miriam Dolhnikoff em seu livro O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil 16. Segundo este modelo, a criação de províncias corresponderia à formação de novas instâncias autônomas com finanças e administração próprias, que mesmo subordinadas à Corte do Rio de Janeiro possuíam capacidade de elaboração e implementação de políticas específicas. Este elemento, somado ao fato de que uma nova província garantiria ás elites regionais a eleição de representantes próprios no Parlamento central, geraria nestes grupos sociais grande interesse em contribuir para a criação destas novas instâncias administrativas e, sempre que possível, garantir seu controle sobre elas. Esta hipótese encontra respaldo, por exemplo, na negociação de 1842 com a qual o governo central evitou o alastramento da revolta Liberal paulista e da Revolução Farroupilha para a comarca de Curitiba, conforme analisado acima. Este é um exemplo do poder de barganha das elites regionais em seu relacionamento com o poder central que esta pesquisa pretende analisar mediante levantamento documental. Entretanto, este poder de barganha não esteve presente em todas as regiões nem em todos os momentos. Em última instância, a decisão sobre a criação ou não de novas províncias no Império dependia de debate e aprovação do Parlamento central, o que obrigava a que, para ter seus interesses atendidos, as elites regionais lograssem transformar seus projetos em políticas de interesse nacional. Para isso, precisavam conseguir uma maioria parlamentar que dificilmente era estável. A hipótese aqui é que apenas condições excepcionais, como levantes armados, invasões de fronteiras, questões internacionais de grande importância, foram capazes de atrair a simpatia dos membros do Poder Legislativo para a causa da criação de províncias. No tocante ao Amazonas, a Cabanagem, as disputas fronteiriças com Inglaterra e França e a questão da navegação do rio Amazonas serviriam como elementos garantidores desta conjuntura especial. Nos momentos em que estas questões perderam urgência, perdeu força também a causa da emancipação da comarca do Alto Amazonas, até que o recrudescimento da pressão internacional pela abertura do Amazonas criou o momento propício para a lei 582, de No caso do Paraná, os acontecimentos excepcionais foram a Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul, a revolta Liberal em São Paulo, a questão da navegação na bacia platina e as sempre tensas relações com os vizinhos desta região. Enquanto estes assuntos preocuparam o governo central, a elite curitibana encontrou eco às suas reivindicações autonomistas. Diminuídas as tensões, o projeto foi engavetado e precisou esperar dez anos até que um contexto altamente explosivo de movimentações militares na

10 3044 região recomendasse a sanção da lei 704, em Neste sentido, cabia às elites regionais saber identificar estes momentos e agir, mantendo entretanto suas reivindicações sempre presentes nas mentes dos administradores imperiais mesmo quando uma situação menos tensa os tornasse mais propensos a esquecer projetos previamente debatidos e aprovados em instâncias anteriores. Esta pesquisa pretende analisar a validade desta idéia através do rastreamento das ações das futuras elites amazonense e paranaense, buscando estudar os momentos de maior e menor poder de pressão destes grupos no sentido de determinar quais eram as circunstâncias que lhes conferiram maior poder de negociação. Assim, podemos dizer que as hipóteses centrais da pesquisa que ora inicio propõem que a criação das províncias interessava às elites locais porque isso significava que elas passariam a contar com instâncias próprias e autônomas de administração. Neste contexto, a criação de assembléias legislativas provinciais próprias adquire grande importância, uma vez que estes grupos políticos não precisariam mais ficar submetidos às decisões de uma assembléia distante (localizadas em São Paulo e Belém), onde era necessário negociar interesses com representantes de outras regiões que, na maioria das vezes, possuíam mais poder para fazer valer seus projetos. Em segundo lugar, criar uma província significava garantir para estas elites locais uma bancada própria na Câmara dos Deputados e no Senado, onde teriam oportunidade de fazer valer, através dos seus representantes, seus interesses em âmbito nacional. Uma segunda hipótese propõe que os projetos relativos à criação das províncias do Amazonas e do Paraná foram os únicos a alcançarem êxito no período imperial exatamente porque os grupos políticos dominantes destas duas regiões lograram articular seus interesses com questões mais abrangentes como os problemas relativos às fronteiras e aos movimentos armados consubstanciando-os, assim, em interesse nacional. Algo que os demais grupos com interesses emancipacionistas não conseguiram realizar. NOTAS 1 Miriam Dolhnikoff, O pacto imperial: origens de federalismo no Brasil, São Paulo, Globo, Ilmar Rohloff de Mattos, O tempo saquarema, São Paulo, Hucitec, 1987, pp Nasthya Cristina Garcia Pereira, Relações homem-natureza: o discurso político sobre agricultura e extrativismo na Província do Amazonas ( ), dissertação de mestrado apresentada ao Instituto de Ciências Humanas e Letras da UFAM, Manaus, 2008, pp. 44, 51 e 56 4 Vitor Marcos Gregório, Uma face de Jano: a navegação do rio Amazonas e a formação do Estado brasileiro ( ), Dissertação de mestrado apresentado ao departamento de História da FFLCH/USP, Ver sobre o tema: Miriam Dolhnikoff, Francisleide Maia, Hernan Enrique L. Saez, Pedro Sales, Vitor Marcos Gregório - "A revisão da historiografia política: representação política no Império", in: Adrian Lavalle (org) - O Horizonte Da Política: Questões emergentes e agendas de pesquisa, São Paulo, Cosac & Naify (no prelo).

11 Vera B. Alarcón Medeiros, Incompreensível colosso A Amazônia no início do Segundo Reinado ( ), Tese de doutorado apresentada á Faculdade de Geografia e História da Universidade de Barcelona, 2006, p Durante os debates sobre a criação da província do Amazonas na Câmara dos Deputados por diversos momentos esta questão foi levantada, gerando ácidas altercações. 8 Anais da Câmara dos Deputados, sessão de 1 de junho de 1843, p Versão eletrônica presente em Consulta em 30 de julho de Marilene Corrêa da Silva, O paiz do Amazonas, Manaus, Editora Valer/Governo do Estado do Amazonas/Uninorte, Idem, p Arthur Cézar Ferreira Reis, O processo de emancipação do Amazonas, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Rio de Janeiro, v. 206, jan-mar 1950, pp ; O pleito da autonomia amazonense, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), Rio de Janeiro, v. 312, jul-set 1976, pp ; O Amazonas nos primeiros tempos do Império, Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 316, jul-set 1977, pp ; A autonomia do Amazonas, Manaus, Edições Governo do Estado do Amazonas, Divonzir Lopes Beloto, A criação da província do Paraná: a emancipação conservadora, Dissertação de mestrado apresentada ao departamento de Economia da PUC-São Paulo, Idem, pp Idem, p Idem, p Miriam Dolhnikoff, O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil, op. cit.

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