ASSEMBLEIA GERAL TERÇA-FEIRA,

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1 ANO XXIII Nº A 29 DE MARÇO DE ASSEMBLEIA GERAL TERÇA-FEIRA, dia 24, às 10h, em primeira convocação, e às 10h30, com qualquer quórum, no auditório do Quinhentão (CCS) Não falte, categoria, pois a pauta é quente:. Informes sobre a grave ameaça do TCU aos 26,05%. Campanha Salarial Discussão e aprovação do regulamento para a eleição sindical da direção executiva biênio Segunda-feira, dia 23, às 12h, em frente ao HU: Ato em fesa dos HUs e dos nossos direitos ameaçados. A hora é luta para não perrmos o que conquistamos! Reunião na Odontologia O Sintufrj se reúne com os trabalhadores da Faculda Odontologia, segunda-feira, dia 23, das 12h às 13h, no anfiteatro 2 (1º andar). Pauta: ameaça do TCU aos 26,05%, campanha salarial e informes gerais. Eleição para os órgãos colegiados De quarta-feira, dia 25, a sexta-feira, dia 27, a categoria tem um compromisso com as urnas para eleger seus representantes às instâncias por e cisão na UFRJ: Conselho Universitário, CEG e CEPG. Haverá urnas nas unidas e itinerantes. Páginas 6 e 7 XXII Confasubra vem aí No dia 13 abril, o Sintufrj realiza assembleia, às 10h, no auditório do Quinhentão (CCS), para eleger legados ao XXII Confasubra. Esta assembleia será acompanhada por observadores da Fasubra.

2 2 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março DOIS PONTOS Tratamento excelência na oftalmologia do HUCFF COORDENADOR-geral do Sintufrj Celso Procópio, equipe médica e paciente A equipe oftalmologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) é referência em cirurgias glaucoma e catarata em todo o país. Por semana, os médicos realizam cerca duas operações, e, segundo os responsáveis pelo Fotos: Renan Silva setor, não há fila espera. Um dos casos sucesso é o paciente Jefferson Costa Aguiar, que pois vários tratamentos em outras unidas hospitalares, inclusive com laser, foi operado glaucoma no HU- CFF e se recupera muito bem. Eu tenho pressão nas vistas e consegui começar o tratamento aqui, no Fundão. Em dois meses eu fui operado, contou o paciente, elogiando a rapiz no atendimento. De acordo com o chefe do Setor Métodos Especiais, responsável por cirurgias retina, Eduardo Dib, a rapiz no tratamento se dá por conta da agilida no processo burocrático. Nós conseguimos zerar a fila espera, então quando a gente recebe uma manda, já marcamos a cirurgia para a semana seguinte, disse. Segundo o especialista, o HU é referência no tratamento e o único local no Rio Janeiro on são realizadas cirurgias retina. No Rio Janeiro somos o único lugar que oferece esse tipo cirurgia, com todos os recursos e equipamentos última geração. Há pessoas que tentam tratamento fora, mas acabam vindo aqui para a gente resolver o problema las. Isso acontece muito, afirmou Eduardo Dib. Homenagens Guia alimentar será lançado dia 24 Foto: Renan Silva Foto: Arquivo do Sintufrj Com pesar informamos o falecimento do aposentado Jairo da Silva da Fonseca, 57 anos ida, infarto do miocárdio. Ele trabalhou por mais 30 anos na universida, passando pela Coppe e pelo Centro Ciências da Saú (CCS). Militava no movimento sindical da categoria, e sempre que podia participava das caravanas a Brasília organizadas pelo Sintufrj para protestar contra o governo. Era uma pessoa muito alegre e contador muitos causos. Seu sorriso largo contagiava a todos. Deixou saudas, uma esposa e dois filhos. Ensinar os caminhos para uma alimentação nutritiva e balanceada é o que propõe o Guia Alimentar para a População Brasileira, que será lançado no evento Conhecer e Comer: caminhos para rescobrir a comida verda, dia 24 março, das 8h30 às 18h, no auditório do Roxinho, no Centro Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), Cida Universitária. O objetivo do evento é bater possibilidas novos caminhos para uma alimentação mais saudável. Entre os convidados para o bate sobre o Guia, estão: a presinte do Conselho Nacional Segurança Alimentar, Maria Emília Lisboa Pacheco; a professora Inês Rugani, diretora do Instituto Nutrição da Universida Estadual do Rio Janeiro (Uerj); a ializadora do projeto Favela Orgânica, Regina Tchelly, entre outros convidados. O evento contará com salas temáticas para bates e também acontecerão experiências e metodologias que estimularão a rescoberta da comida verda, além da Feira Agroecológica com os agricultores da Re Carioca Agricultura Urbana. A família do Sr. Afonso Rodrigues dos Santos convida para missa um ano seu falecimento, que será realizada no dia 31 março, às 19h30, na Igreja Bom Jesus da Penha. Enreço: Avenida Brás Pina 181 (ao lado do Supermercado Intercontinental), Penha. Aberta asões à Unimed/Sintufrj Foto: Arquivo do Sintufrj A plenária nacional da Fasubra festejou todas as lutadoras da categoria no Dia Internacional da Mulher: 8 Março, homenageando, postumamente, a ex- militante sindical Marlene Ortiz Sampaio, falecida em 4 março 2006, aos 58 anos, pois quatro anos lutando contra um câncer. Uma combativa companheira, sempre lembrada por ser uma pessoa cidida, mas que conseguia divergir politicamente sem comprometer o afeto que sentia pelas pessoas. Trajetória Marlene Ortiz Sampaio foi assistente em administração do Instituto Química e integrava o coletivo Tribo. Na década 80 já participava dos quadros da Asufrj como conselheira fiscal e também como representante do Conselho Base. Foi diretora do Sintufrj (1996 e 1999), representante dos técnicos-administrativos no Consuni (1999 e 2001) e também fez parte da direção da Fasubra. Conhecida por ser uma mulher guerreira, Marlene foi uma militante na UFRJ e dicou três décadas da sua vida ao movimento sindical. Foi uma das ializadoras do Departamento Esporte e Lazer do Sintufrj. Era uma botafoguense fanática, que acreditava no esporte como uma ativida importante para a socialização entre as pessoas. Estão abertas as asões à Unimed-Rio plano saú e plano odontológico do Sintufrj, com compra carência planos similares. Cobertura para consultas, exames, cirurgias e internações em todo o Brasil. Corretores plantão na se do Sintufrj terça-feira a quinta-feira, das 10h às 16h. Contatos: Silvio ( ), Moisés ( ), escritório ( ). TABELA VÁLIDA ATÉ OUTUBRO DE 2015 TABELA SINTUFRJ COBERTURA NACIONAL FAIXA ETÁRIA ALFA BETA DELTA R$ 135,64 R$ 188,50 R$ 216, R$ 172,31 R$ 239,50 R$ 275, R$ 215,34 R$ 299,31 R$ 344, R$ 226,59 R$ 314,94 R$ 362, R$ 240,36 R$ 334,10 R$ 384, R$ 274,88 R$ 382,06 R$ 439, R$ 332,69 R$ 462,41 R$ 532, R$ 382,59 R$ 531,76 R$ 612, R$ 532,96 R$ 740,75 R$ 852,72 59-MAIS R$ 813,45 R$ 1.130,40 R$ 1.301,25 DENTAL 1 R$ 19,38 DENTAL 2 R$ 24,08 AEROMÉDICO R$ 2,06 SOS VIAGEM R$ 2,06 SOS UNIMED R$ 12,42 JORNAL DO SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DA UFRJ Cida Universitária - Ilha do Fundão - Rio Janeiro - RJ Cx Postal Cep CNPJ: / Coornação Comunicação Sindical: Francisco Carlos dos Santos, Maria Bernate Figueiredo Tavares e Olga Letícia Penido Xavier / Conselho Editorial: Coornação-Geral e Coornação Comunicação / Edição: Amag / Reportagem: Amag, Eac e Regina Rocha / Estagiários: Clara Beatriz Moreira Sthel Dias e Daniel Victor / Projeto Gráfico: Luís Fernando Couto / Diagramação: Luís Fernando Couto, Jamil Malafaia e Edilson Soares / Fotografia: Renan Silva / Revisão: Roberto Azul / Tiragem: 10 mil exemplares / As matérias não assinadas ste jornal são res ponsabilida da Coornação Comunicação Sindical Correspondência: aos cuidados da Coornação Comunicação. Fax: (21) Tel.: (21) Impressão: 3graf (21)

3 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março FASUBRA Categoria po ir à greve em maio Plenária aprova aumento 27,3% no piso da tabela, que repõe as perdas 2011 a 2016 Q ue a Educação não pague pela crise. Com esta terminação, a plenária nacional da Fasubra, realizada nos dias 7 e 8 março, no Rio Janeiro, cidiu que tanto a Feração como os sindicatos filiados priorizarão as condições para a realização greve conjunta com o funcionalismo feral, em especial da Educação, no mês maio, após o Confasubra, que será realizado 4 a 8 maio, em Poços Caldas (MG). A Fasubra porá convocar uma plenária emergencial para discutir os encaminhamentos do movimento grevista. Os 155 legados, representantes 36 entidas filiadas à Fasubra, também indicaram a participação da categoria nas manifestações da educação feral contra os ajustes do governo, no dia 26 março, e a construção, em todo o país, paralisação 72 horas nos dias 7, 8 e 9 abril, para garantir a participação da categoria na jornada lutas dos servidores públicos ferais (SPFs). A plenária aprovou, ainda, que a Fasubra fará um chamado oficial às centrais sindicais e aos movimentos sociais para construção uma greve geral no país contra o ajuste fiscal e em fesa direitos. Pautas Por liberação da plenária, a direção nacional da Feração fenrá, nas mesas negociação com o governo, a pauta acordada na reunião ampliada com os SPFs, em janeiro, e também formatará uma pauta específica da categoria. Entre os pontos prioritários da pauta específica constarão: Índice 27,3% reajuste no piso da tabela, consirando as perdas janeiro 2011 a julho Aprimoramento da carreira com correção das distorções, levando em consiração a racionalização, piso, step, reposicionamento dos aposentados e concurso público pelo Regime Jurídico Único (RJU) para todas as classes. Turnos contínuos com redução da jornada trabalho para 30 horas, sem ponto eletrônico e sem redução salário. Revogação da Lei da Ebserh e da Funpresp e realização concurso público pelo RJU para os hospitais universitários. Democratização das instituições, tendo como referência o Projeto Universida Cidadã para os Trabalhadores. Creches nas universidas. Nenhum ataque aos ganhos administrativos e judiciais da categoria. Cobrar do governo a efetivação da Política Nacional Capacitação. Suspensão imediata dos cortes nas instituições ensino e recomposição do orçamento. Pauta conjunta dos SPFs Os legados liberaram que a Fasubra e os sindicatos filiados priorizarão as condições para a realização greve conjunta com o funcionalismo feral, em especial da Educação, após o Congresso da Feração 4 a 8 maio, em Poços Caldas. A Fasubra porá convocar uma plenária emergencial para discutir os encaminhamentos do movimento grevista. Contra o PL 4330 (que permite que os empregadores contratem outras empresas para realizar atividas-fim). Abaixo as MPs 664 e 665. Pelo fim do corte no orçamento das instituições ensino e pela volução do montante cortado. Fim dos tarifaços, inclusive o que se encontra no imposto renda. Suspensão do pagamento da dívida pública. Fim das missões; por reajuste real dos salários. Contra os projetos lei que atacam o direito greve e contra perseguições aos ativistas das universidas. Petrobras Sobre a crise na Petrobras, a principal estatal do país, a plenária aprovou que a empresa ve ser cem por cento pública; imediata anulação do leilão Libra; prisão para os corruptos e corruptores do caso Lava-Jato; investigação e afastamento todos os envolvidos no escândalo, com punição e confisco seus bens; e exigir uma ampla investigação dos fatos por uma comissão trabalhadores da estatal. O XXII Congresso da Fasubra será realizado entre os dias 4 e 8 maio, em Poços Caldas, Minas Gerais, e o evento é muito importante para a categoria por se tratar da instância máxima liberação da Feração. Delegados representantes todas as bases discutirão os rumos políticos da entida, seus programas, estatuto e elegerão a nova direção (biênio ). De acordo com o regimento, os objetivos do Confasubra são: Discutir amplamente as condições vida, trabalho e salários dos trabalhadores das instituições ensino superior (Ifes) na fesa seus interesses. Os legados liberaram também por: Fora Renan Calheiros e Eduardo Cunha, respectivamente presintes do Senado e da Câmara. Apuração todas as núncias constantes na lista pessoas a serem investigadas, incluindo as contra a presinta Dilma e o senador Aécio Neves. Cancelamento todos os contratos com as empresas envolvidas e estatização, sem innização, das empreiteiras e mais empresas envolvidas na corrupção da Petrobras. Contra a crise! Chega pagar a dívida pública irreal; A importância do XXII Confasubra DELEGADOS na plenária nacional Deliberar posições unitárias e formas lutas dos trabalhadores na fesa seus interesses. Discutir e adotar posições sobre Educação em geral e as instituições ensino em particular. Discutir as formas organização dos trabalhadores para instrumentalizar o movimento às exigências da realida e das lutas políticas, econômicas e sociais dos trabalhadores e trabalhadoras em geral. Contribuir para a organização e consolidação das lutas unitárias dos trabalhadores e trabalhadoras da cida e do campo. Alterar o estatuto acordo com as necessidas. por estabilida no emprego e reposição das perdas salariais todas as categorias. Eleger a direção nacional da Fasubra Sindical. Temário Conjuntura nacional e internacional. Organização e estrutura sindical. Relações Trabalho e Concepção Estado (HU x Ebserh, jornada, carreira, terceirização). Educação (Molo universida: autonomia, mocracia, avaliação, expansão e acesso, PNE). Segurida Social (Previdência, aposentados, saú do trabalhador). Reforma estatutária. Prestação contas. Combate às opressões (gênero, raça e sexualida). Foto: Renan Silva

4 4 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria No a 29 março DIREITOS Fotos: Renan Silva COORDENADORES do Sintufrj Carmen Lucia e Francisco Carlos esclarecem dúvidas dos trabalhadores e orientam sobre os 26,05% Sindicato se reúne com a categoria no Museu Nacional Sobre os 26,05%, entida orienta o trabalhador para que não assine nenhum documento relativo a abertura processo pelas unidas, conforme orientação do TCU à PR-4 A diretoria do Sintufrj Unida na Luta flagrou movimento mobilização dos técnicos-administrativos para dar um basta às constantes ameaças aos direitos da categoria. A mais recente investida é contra o percentual 26,05%. Na quarta-feira, dia 18, a direção sindical participou da reunião organizada pelos próprios trabalhadores do Museu Nacional para discutir os 26,05%, perdas com planos econômicos, ações na Justiça, campanha salarial e aposentadoria especial. 26,05% preocupa A discussão mais longa girou mesmo em torno dos 26,05%, alvo apreensão dos trabalhadores que queriam conhecer a posição do Sindicato sobre as recentes medidas anunciadas pela Pró-Reitoria Pessoal (PR-4). O percentual é referente à URP (Unida Referência Preços) fevereiro 1989, que servia referência para o reajuste dos salários, mas que os servidores não receberam. No dia 12 fevereiro, a PróReitoria Pessoal emitiu uma nota sobre acórdão do Tribunal Contas da União a respeito do pagamento dos 26,05% aos trabalhadores da UFRJ. O TCU termina a revisão do cálculo do índice com aplicação outra metodologia. Des 1994 os 26,05% constam do contracheque técnicos-administrativos e docentes. O TCU terminou que as Seções Pessoal das unidas da UFRJ autuassem processos administrativos para cada beneficiário da ação, para revisão dos cálculos. E os servidores seriam notificados para fesa. Os coornadores do Sintufrj Francisco Carlos e Carmen Lucia esclareceram dúvidas dos presentes e ixaram clara a posição da entida: o Sindicato é contra a abertura do processo pelas unidas e recomenda veementemente que os trabalhadores não assinem nada. Se alguém vier com constrangimento a este respeito, procurem o Sindicato, disse Francisco Carlos, explicando que a entida está adotando linha ação conjunta com a Associação Docentes da UFRJ (Adufrj), pois a questão atinge mais 19 mil servidores, cerca 15 mil técnicos-administrativos e quatro mil professores. Qualquer problema, convoque a gente. Essa é a posição, frisou o sindicalista. ANTONIO Clovis Britto Araújo O chefe da Seção Pessoal do Museu, Wanr Oliveira Siqueira, disse que não mandará os processos da unida à PR-4 há cerca 180 processos no protocolo sem que haja uma reunião com os funcionários. Francisco Carlos pediu para o Sintufrj ser convidado quando isso ocorrer. Wanr justificou por que fez questão da presença do Sintufrj na reunião no Museu Nacional: Eu estive numa reunião com a Pró-Reitoria Pessoal sobre os 26,05%, e estou tão em dúvida quanto meus colegas. Por isso chamei o Sintufrj para nos dar maiores dados sobre esse percentual. A minha conclusão é que está muito nebulosa essa história. A gente não sabe se o TCU vai cortar o percentual ou se vai fazer uma revisão dos valores que recebemos. Agora é aguardar a posição da PR-4 e do Sintufrj. Espero que a direção da UFRJ esteja conversando com o TCU, porque mexe em valores 19 mil pessoas. É um fato social importante para que a gente tente resolver. Acho que esses 26,05% já vêm capengando s Os reitores anteriores veriam ter visto isso, e não ixar estourar agora. Acho que a gente não tem que entrar BELIZÁRIA Ferreira da Silva com processo. Processo para tirar o que você tem?, indagou Belizária Ferreira da Silva, assistente em administração. Antonio Clovis Britto Araújo, assistente em administração do Setor Diárias e Passagens e representante dos técnicosadministrativos na Congregação do Museu Nacional, avalia que a cisão ve ser pessoal: O esclarecimento foi dado e cada um vai ter sua cisão. A minha é que não se entre (com o processo), como não entrei. Fico meio perplexo porque é tudo muito confuso. A começar por eu fazer um processo em que não estou assinando para que seja feita uma coisa que é a Administração (Central) que tem que fazer. Está tudo tão conturbado que eu não vou entrar nessa, e vou aconselhar as pessoas que façam o mesmo. Concordando com o encaminhamento do Sindicato. Ubirajara Queiroz Mens, assistente em administração do Setor Memória e Arquivo, afirmou que por haver duas orientações, uma da Pró-Reitoria Pessoal e outra o Sindicato, ixa todo mundo em dúvida: Acabamos ficando na dúvida se o que a Reitoria está fazendo é certo ou não. O melhor UBIRAJARA Queiroz Mens é a gente acompanhar a posição do Sindicato e ver o que vai acontecer para tomar outra cisão. Outros informes Os coornadores sindicais Francisco Carlos e Carmen Lucia informaram também sobre as ações judiciais; o andamento da campanha salarial e quais são as principais reivindicações da pauta da categoria e talharam o tratamento dado aos pedidos aposentadoria especial. Carmen Lucia talhou as idas e vindas na Justiça do mandado injunção ganho pela Fasubra que dava direito à contagem do tempo especial trabalhado em atividas periculosas ou insalubres para a aposentadoria, e sobre o comunicado oficial do Ministério do Planejamento que não permite a contagem tempo especial para esse fim. Segundo a coornadora, o Sindicato recorreu contra a perda direitos. A orientação do Sintufrj foi no sentido que o atual momento não é propício para pedidos aposentadoria até por causa dos questionamentos sobre os 26,05%. E os coornadores solicitaram que as pessoas aguardassem o senrolar dos acontecimentos. WANDER Oliveira Siqueira

5 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria No a 29 março HUCFF Diretor garante que APHs não serão cancelados Mas profissionais estão inseguros, e o Sintufrj conclama a todos para participar ato na segunda-feira, dia 23, em frente ao HU, contra as medidas recessivas do governo e a ameaça a direitos conquistados. Entida alerta para perigo cortes no orçamento, pois po inviabilizar o funcionamento da UFRJ. O anúncio foi feito por Eduardo Côrtes, diretor do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), em reunião com os trabalhadores da unida e a direção do Sintufrj, no dia 18 março, no auditório 4E-44. A reunião foi realizada a pedido dos servidores, que há dois meses não recebem o pagamento do Adicional Plantão Hospitalar (APH) e estão apreensivos com a possibilida cancelamento do benefício. Eduardo Côrtes e o diretor Recursos Humanos do HUCFF, Marcos Leite, explicaram que o problema do atraso se veu à não aprovação do orçamento para o pagamento dos APHs pelo Congresso Nacional aliada ao contingenciamento verbas para a universida, o que complicou mais ainda o gerenciamento das contas da instituição. O coornador-geral do Sintufrj Francisco Assis afirmou que quem trabalhou tem receber. No final da tar do dia 18, Marcos Leite informou ao Jornal do Sintufrj que o orçamento dos APHs havia sido aprovado, e ele acredita que no início abril porá regularizar a situação. Temos aguardar a publicação do orçamento todas as universidas no Diário Oficial. Creio que já no início abril regularizaremos o pagamento, disse. Côrtes dá garantias Ninguém vai ixar receber. Se nós recebermos algum dinheiro que eu possa usar legalmente, eu vou priorizar as pessoas que já trabalharam e não receberam. O APH não será cancelada, porque geraria um caos no país inteiro. Todos os hospitais universitários ferais vivem com o APH. Pessoalmente, se o pagamento não ocorrer, vou brigar muito, garantiu o diretor do HUCFF, Eduardo Côrtes. É fato que não tem pagamento do APH. Como a situação é extremamente grave, principalmente por causa do MEC, nós convidamos a direção a se posicionar, e nós também nós posicionaremos a respeito. Acreditamos que muita gente esteja nessa situação. Então temos mobilizar essas pessoas. A direção está se movimentando para ter uma resposta oficial e nós, enquanto Sindicato, queremos que seja pago tudo o que foi trabalhado. É lutar pelo que foi feito. Depois veremos o que fazer para o futuro, clarou o coornador-geral do Sintufrj Francisco Assis. Crise O coornador-geral esclareceu que a universida está vivendo uma gran crise e corre o risco parar suas atividas se o contingenciamento continuar. Daqui a quatro meses, se não se resolver a situação do orçamento e se mantiver os cortes, é possível que a UFRJ tenha parar, porque ela não terá condições fechar as contas. Vai parar por falta recursos. A situação é muita crítica. Além disso, o governo está numa conjuntura pesada. A população manifestando sua insatisfação e cobrando realmente uma posição do governo, que está optando por prejudicar os trabalhadores ao fazer cortes no orçamento para pagar os juros da dívida e favorecer ao capital financeiro, enfatizou o sindicalista. Francisco Assis alertou que é preciso que os trabalhadores se mobilizem para enfrentar essa conjuntura. Precisamos nos movimentar, porque os trabalhadores não pom pagar essa fatura. O Sindicato está se movimentando, a Fasubra está se movimentando e iniciando uma mobilização nacional, e até os professores estão se mobilizando com possibilida greve, porque a situação é crítica. Ele chamou a atenção dos trabalhadores do hospital explicando que é necessário que se juntem numa luta comum em fesa da unida hospitalar e da universida pública. Temos dar trato a essa situação específica dos APHs que não está fora da conjuntura geral. Temos um distanciamento dos trabalhadores do hospital no nosso movimento luta, mas agora temos refletir juntos. Vocês lidam com vidas, mas temos uma situação grave. Não dá para um trabalhador se sustentar venndo a sua força trabalho e não receber a remuneração. Vimos Fotos: Eliane Amaral agora o que aconteceu com nossos trabalhadores terceirizados. Ficaram sem remuneração, cruzaram os braços e toda a comunida universitária u apoio, inclusive com a suspensão das aulas por uma semana, porque não se aceitou o fato ter na instituição profissionais trabalhadores sem remuneração. Ato alerta, segunda-feira, dia 23 Para fazer frente ao problema conjuntural do HUCFF, foi proposto pelo Sintufrj e aceito pelos trabalhadores, a realização um ato alerta dia 23, segunda-feira, às 12h, em frente à entrada principal do hospital. Sabemos que tem um movimento muito forte nos bastidores do governo para fortalecer o projeto entrega dos hospitais universitários à Empresa Brasileira Serviços Hospitalares (Ebserh), repetiu Francisco Assis. Para exemplificar a gravida da situação, ele apresentou portaria do MEC, publicada no dia 17 março, terminando que as instituições ferais ensino Superior (Ifes) que ariram à Ebserh façam a transferência todo o serviço terceirizado para a empresa. Leia-se: missão extraquadro e prestadores serviço. MEC termina missão extraquadro pelos HUs que ariram à Ebserh A Portaria nº 208, 13 março 2008, publicada no Diário Oficial da União, contém seis artigos e foi assinada pelo secretário executivo Luiz Cláudio Costa, que, com a missão do ministro da Educação, Cid Gomes, assume a pasta interinamente. TRABALHADORES do HUCFF temem que APHs sejam cancelados MARCOS Leite, Eduardo Côrtes e Francisco Assis Logo no primeiro artigo vem a terminação: Fica terminado às Ifes que, em atenção às cisões do Tribunal Contas da União (TCU), adotem as medidas necessárias para substituir os contratados pelas Fundações Apoio que prestam serviço em ativida permanente nos Hospitais Universitários Ferais geridos pela Ebserh, forma a serem extintos os vínculos empregados, tidos por precários, com os mencionados hospitais. Para o coornador-geral do Sintufrj, é muito grave a crise e é preciso que os trabalhadores como um todo façam o enfrentamento com o governo feral, pois o movimento pró-ebserh é crescente. Esta portaria termina a transferência todo o serviço terceirizado para a Ebserh. Ainda bem que é só para os hospitais que ariram à Ebserh. Não atinge a gente ainda, mas há um movimento crescente nos bastidores do governo feral, inclusive com mudança ntro do parlamento e ntro do próprio governo, que fez uma opção mais à direita. Assim, os trabalhadores estão tendo mais dificulda em se relacionar com o governo. Estamos numa crise, e queremos envolver os trabalhadores para fazer um front luta para combater essas questões com toda a comunida unida e organizada na fesa dos nossos direitos que estão sendo retirados, complementou Francisco Assis.

6 6 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março Dias Dias 25, 25, e março março Locais Locais para para votação votação Nº SEÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIDADES HORÁRIO º SEÇÃO LOCALIZAÇÃO ReitoriaUNIDADES HORÁRIO ReitoriaGabinete do Reitor Gabinete Pró-Reitores Gabinete Gabinete do Reitor Pró-Reitores Procuradoria Geral Gabinete Procuradoria Pró-Reitores Geral Secretaria dos Órgãos Colegiados ADM Hall da Reitoria 1 ADM 1 Hall da Reitoria Procuradoria Secretaria CPPD Geraldos Órgãos Colegiados Secretaria CPPD Auditoria dos Órgãos InternaColegiados 1 ADM 1 Hall da Reitoria CPPD Auditoria Interna Ouvidoria da UFRJ Auditoria Ouvidoria Sup. Interna Tecnologia da UFRJ da Informação e Comunicação da Tecnologia UFRJ da Informação e Comuni- Ouvidoria Sup. Sup. Tecnologia cação PR-1 e PR-2 da Informação e Comunicação PR-1 Sup. Geral e PR-2 Graduação e Corpo Discente 2 ADM 2 PR-1 e PR-2 Sup. Geral Ensino/SG-1 Graduação e Corpo Discente Sup. Geral Graduação Ensino/SG-1 Diplomas/SG-1 e Corpo Discente Ensino/SG-1 Assistência Diplomas/SG-1 ao Estudante Diplomas/SG-1 Assistência Integração Acadêmica/SG-1 ao Estudante Hall da Reitoria Sup. Assistência Geral Integração para ao Graduados Estudante Acadêmica/SG-1 e Pesquisa Ensino da Pós-Graduação/SG-2 2 ADM 2 Hall da Reitoria Sup. Integração Geral para Acadêmica/SG-1 Graduados e Pesquisa Ensino Pesquisa/SG-2 da Pós-Graduação/SG-2 2 ADM 2 Hall da Reitoria Sup. Geral para Graduados e Pesquisa Divulgação e Intercâmbio/SG-2 Ensino da Pesquisa/SG-2 Pós-Graduação/SG-2 Acompanhamento Financeiro/ SG-2 Pesquisa/SG-2 Divulgação e Intercâmbio/SG-2 Div. Divulgação Coornação, Acompanhamento e Intercâmbio/SG-2 Execução Financeiro/ e Pesquisa/SG-2 Acompanhamento Financeiro/ SG-2 Div. PR-3 e Coornação, SG-6 Execução e Pesquisa/SG ADM 3 ADM 3 Div. Coornação, Sup. Geral Administração Execução e Pesquisa/SG-2PR-3 Sup. Geral e SG-6 Planejamento e Desenvol- e Finanças PR-3 e SG-6 Sup. vimento Geral Administração e Finanças Hall da Reitoria Sup. Geral Sup. Geral Administração Orçamento, Planejamento e Plan. Finanças e Desenvolvimento Planejamento Gestão Orçamentária/SG-3 e Desenvol- Gestão/SG-3 Sup. Geral Hall da Reitoria vimento Orçamento, Gestão Patrimonial/SG-3 Plan. e Gestão/SG-3 3 ADM 3 Hall da Reitoria Orçamento, Gestão Gestão Tecnologia Plan. Orçamentária/SG-3 e Gestão/SG-3 da Informação/ SG-3 Gestão Gestão Orçamentária/SG-3 Patrimonial/SG-3 PR-4 e PR-5 Gestão Gestão Patrimonial/SG-3 Tecnologia da Informação/ Superintendência Pessoal Gestão SG-3 Tecnologia da Informação/ SG-3 PR-4 e PR-5 Pagamento PR-4 e PR-5 Superintendência Legislação Pessoal Superintendência Apoio Gerencial Pagamento Pessoal Protocolo da SR-4 Pagamento Legislação Recursos Humanos Legislação Apoio Gerencial Cadastro Protocolo Apoio Gerencial da SR-4 Pessoal da Reitoria 4 ADM 4 Hall da Reitoria Protocolo da SR-4 Recursos Humanos Coornação Desenvolvimento Profissional Recursos Cadastro Humanos COOSIPE Cadastro Pessoal da Reitoria 4 ADM 4 Hall da Reitoria Coornação Superintendência Pessoal da Reitoria Desenvolvimento Geral Extensão Profissional 4 ADM 4 Hall da Reitoria Desenvolvimento Atividas Gerenciais/SG-5 Profis- Coornação sional COOSIPE Cultura/SG-5 COOSIPE Superintendência Div. Integração Universida Geral Extensão Comunida/ Superintendência SG-5 Geral Atividas Extensão Gerenciais/SG-5 Atividas Cultura/SG-5 Educação/SG-5 Gerenciais/SG-5 Eventos/SG-5 Div. Cultura/SG-5 Integração Universida Comunida/ 5 ADM 5 Alojamento Div. Integração SG-5 Alojamento Universida Estudantil Comunida/ 6 ADM 6 CrecheSG-5 Creche Universitária Educação/SG-5 DVST, Pólo Náutico e Transportes Educação/SG-5 Eventos/SG-5 Saú do Trabalhador 57 ADM 57 Alojamento DVST Alojamento Eventos/SG-5 Estudantil 5 ADM Pólo Náutico 6 5 ADM 6 AlojamentoCrecheAlojamento Creche Estudantil Universitária 9:00 às 9:00 17:00 às 17:00 6 ADM 6 Creche Creche Transportes DVST, Universitária Pólo Náutico e Transportes Prefeitura Universitária, ETU e IESC DVST, Pólo Náutico Saú e Transportes do Trabalhador 7 ADM 7 DVST Escritório Técnico da Universida Pólo Saú Serviços Náutico do Trabalhador 7 ADM 7 DVST Planos e Projetos/ETU Pólo Náutico Serviço Transportes Execução e Fiscalização/ETU Prefeitura Transportes Serviço Universitária, Administração/ETU e IESC Prefeitura Escritório Universitária, Serviço Técnico Manutenção da ETU Universida e IESC Geral/ETU Escritório Serviços Técnico da Projetos Planos Universida e Projetos/ETU Serviços Serviço Planos Projetos Execução e Projetos/ETU e e Imóveis Fiscalização/ETU Tombados Serviço Serviço Execução Atividas Administração/ETU e Fiscalização/ETU Gerenciais Serviço Serviço Prefeitura Administração/ETU Universitária Manutenção Geral/ETU 8 ADM 8 Prefeitura Serviço Manutenção Administração Projetos Geral/ETU Projetos Tráfego Projetos Urbano e Imóveis Tombados Projetos Atividas Manutenção e Imóveis Gerenciais Tombados Paisagismo Prefeitura Atividas Universitária Gerenciais 8:00 às 17:00 Prefeitura Universitária Desenho Industrial 8 ADM 8 Prefeitura Administração 8:00 às 17:00 8 ADM 8 Prefeitura Administração Dados e Telefonia Tráfego Urbano 8:00 às 17:00 Tráfego Res Urbano Urbanas Manutenção Manutenção Segurança - DISEG Paisagismo Paisagismo Eletromecânica Desenho Limpeza Urbana Industrial Desenho Industrial Instituto Dados Estudos e Telefonia Saú Coletiva Dados e Telefonia Sub-Prefeitura Res Praia Urbanas Vermelha Res Urbanas Prefeitura Universitária Segurança - Coord. DISEGPraia Vermelha 9 ADM 9 Prefeitura PV Segurança - DISEG Eletromecânica Prefeitura Eletromecânica Universitária Limpeza Urbana Coord. Centro Instituto CCMN Limpeza e DREUrbana Estudos Saú Coletiva Instituto CCMN Estudos Saú Coletiva 10 CCMN 1 Hall do CCMN Sub-Prefeitura Praia Vermelha 0 Sub-Prefeitura DRE Praia Vermelha Prefeitura Universitária Coord. Praia Vermelha 9 ADM 9 Prefeitura Prefeitura PV Comissão Vestibular/SG-1 Universitária Coord. Praia Vermelha 9 ADM 9 Prefeitura PV 11 CCMN 2 Inst. Matemática Prefeitura Instituto Universitária Matemática Coord. Centro Prefeitura Instituto Universitária Física Coord. e Instituto Centro Química Hall do bloco A CCMN e DRE 12 CCMN 3 CCMN e Instituto DRE Física do CT CCMN 10 CCMN 1 Hall do CCMN CCMN Instituto Química 0 0 CCMN 1 Hall do CCMN DRE 0 13 CCMN 4 Inst. Geociências DRE Instituto Geociências Comissão Vestibular/SG-1 14 CCMN 5 NCE Comissão NCE Vestibular/SG-1 11 CCMN 2 Inst. Matemática Instituto Matemática 1 CCMN 2 Inst. Matemática Instituto Matemática Instituto Física e Instituto Química Hall do bloco Instituto A Física e Instituto Química 12 CCMN 3Hall do bloco A Instituto Física 2 CCMN 3 do CT Instituto Física do CT Instituto Química Nº SEÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIDADES HORÁRIO Nº 15 SEÇÃO CCMN 6 LOCALIZAÇÃO Valongo Observatório do UNIDADES Valongo 9:00 HORÁRIO às 17:00 15 CCMN 6 Valongo Observatório CLA e FAU do Valongo 16 CLA Hall da Reitoria CLA 16 CLA 1 Hall da Reitoria CLA CLAe FAU Faculda Arquitetura Urbanismo 16 CLA 1 Hall da Reitoria CLA Faculda Arquitetura e Urbanismo EBA IPPUR 17 CLA Hall da Reitoria Faculda EBA e IPPUR Escola Belas Arquitetura Artes e Urbanismo 17 CLA 2 Hall da Reitoria EBA Escola IPPUR e IPPUR Belas Artes CLA CLA 2 3 Hall Escola da Reitoria Música Escola IPPUR Escola Belas Música Artes 9:00 às às 17:00 17: CLA CLA 3 4 Faculda Escola Música Letras IPPUR Escola Faculda Música Letras 9:00 9:00 às às 17:00 17: CLA CLA 3 4 Escola Faculda Música Letras Escola Faculda CFCH Música Letras 9:00 às às 17: CLA CFCH 4 1 CFCH 1 Faculda Decania do Letras CFCH Decania do CFCH Faculda CFCH Letras CFCH NEPP-DH CFCH CFCH 1 2 Decania Hall do do CFCH IFCS CFCH NEPP-DH IFCS 8:00 9:00 às às 19:00 17: CFCH 23 Instituto Hall do Psicologia IFCS NEPP-DH IFCS Instituto Psicologia 8:00 9:00 às 19:00 17: CFCH CFCH 2 3 Instituto Hall do IFCS PsicologiaIFCS Instituto FE e ECO Psicologia 9:00 8:00 às às 17:00 19: CFCH CFCH 3 4 CFCH 4 Instituto Fac. Psicologia Educação Fac. Educação Instituto FE Faculda e ECO Psicologia Educação FE Faculda Escola e ECO Comunicação Educação 8:00 9:00 às às 19:00 17: CFCH 5 CFCH 4 Esc. Serviço Social Serviço Social Fac. Educação Faculda Escola Comunicação Educação CFCH 5 6 Esc. Serviço CAp Social Colégio Aplicação 9:00 17:00 Escola Escola Comunicação Serviço Social CCJE, IE e FACC CFCH CFCH 5 6 Esc. Serviço CApSocial Escola Colégio Serviço Aplicação Social 9:00 8:00 às às 17:00 19:00 CCJE 25 CFCH 6 CAp Colégio CCJE, IE Aplicação e FACC 26 CCJE 1 Inst. Economia Instituto Economia CCJE, IE e FACC Núcleo Estudos Internacionais 26 CCJE 1 Inst. Economia CCJE Instituto Economia FACC CCJE CCJE 1 2 Inst. Faculda Economia Direito Instituto Núcleo Faculda Economia Estudos Internacionais Direito 8:00 8:00 às às 19:00 19:00 28 CCJE 3 COPPEAD Núcleo FACC COPPEAD Estudos Internacionais 27 CCJE 2 Faculda Direito FACC Faculda CCS e Instituto Direito Nutrição CCJE CCJE CCS 2 13 CCJE 3 Faculda Bloco COPPEAD K do Direito CCS COPPEAD Faculda COPPEAD CCS Direito COPPEAD CCS Instituto e Instituto Nutrição Nutrição 9:00 8:00 às 17:00 19: CCS 1 CCS 1 CCS 2 Bloco K do CCS Bloco K do CCS Bloco L do CCS CCS IBM, e Instituto ICB, IM, IBCCF Nutrição e NPPN CCS Instituto Nutrição Bioquímica Médica Instituto IBM, ICB, Nutrição IM, Ciências IBCCF Biomédicas e NPPN IBM, Instituto ICB, IM, Bioquímica Microbiologia IBCCF e Médica NPPN Instituto Inst. Biofísica Bioquímica Ciências Carlos Biomédicas Médica Chagas Filho 30 CCS 2 Bloco L do CCS Núcleo Pesquisas Produtos Naturais Instituto Ciências Microbiologia Biomédicas 30 CCS 2 Bloco L do CCS FF, IB e NUTES Instituto Inst. Biofísica Microbiologia Carlos Chagas Filho Faculda Farmácia 31 CCS 3 Bloco A do CCS Inst. Núcleo Biofísica Pesquisas Carlos Chagas Produtos Filho Naturais Instituto Biologia Núcleo FF, IB e NUTES Pesquisas Produtos Naturais NUTES FF, Faculda IB e NUTES Farmácia CCS 34 Fac. Bloco Odontologia A CCS Faculda Odontologia 8:00 9:00 às 19:00 17:00 Faculda Instituto Biologia Farmácia CCS CCS 3 5 Bloco Esc. A Enfermagem do CCS Escola Enfermagem 9:00 8:00 às 17:00 19:00 Instituto NUTES Biologia 34 CCS 6 Inst. Ginecologia Instituto Ginecologia 8:00 às 14: CCS CCS 4 7 Fac. Inst. Odontologia NUTES Neurologia Faculda Insituto Neurologia Odontologia 07:00 9:00 às às 17:00 20: CCS 36 CCS 4 5 Fac. 8 Esc. Odontologia IPUB Enfermagem Faculda Escola Instituto Enfermagem Odontologia Psiquiatria 07:00 9:00 às às às 17:00 20: CCS CCS 5 69 Esc. Inst. Enfermagem IPPMG Ginecologia Escola Instituto IPPMG Enfermagem Ginecologia 07:00 8:00 9:00 às às às 14:00 20:00 17: CCS CCS Inst. Inst. Ginecologia HESFA Neurologia Instituto Insituto HESFA Ginecologia Neurologia 07:00 8:00 às 20:00 17:00 14: CCS CCS Inst. Neurologia EEFD IPUB Insituto Instituto EEFD Neurologia Psiquiatria 08:00 07:00 às às 19:00 20: CCS CCS Maternida IPUB IPPMGEscola Instituto IPPMG Maternida Psiquiatria Escola 07:00 às às 20: CCS CCS 9 10 IPPMG HESFA IPPMG HESFA FM, IDT e ICES 07:00 às às 17:00 20: CCS CCS HESFA EEFD HESFA EEFD Faculda Medicina 08:00 07:00 às às 19:00 17:00 41 CCS 13 Subsolo do HU CCS CCS Maternida EEFD Escola EEFD Maternida Instituto do Coração Escola 07:00 08:00 às às 20:00 19:00 40 CCS 12 Maternida Escola Maternida FM, Instituto IDT e ICES Doenças Escola do Tórax FM, Faculda HUCFF IDT e ICES DEN Medicina CCS Subsolo do HU Faculda Enfermagem Instituto do Coração Medicina 41 CCS 13 Subsolo do HU HUCFF Instituto Instituto do Coração Doenças do Tórax Instituto Divisões HUCFF HUCFF e Doenças DEN do Tórax Coornação Atividas Educacionais 42 CCS 14 Subsolo do HU HUCFF e DEN Enfermagem Coornação Processamento Dados 42 CCS 14 Subsolo do HU HUCFF Enfermagem Médica HUCFF Divisões HUCFF Apoio Assistencial 43 CCS 15 Subsolo do HU Divisões Coornação HUCFF Saú Atividas Comunida Educacionais Coornação Coornação Recursos Atividas Processamento Educacionais Humanos Dados Coornação Médica Processamento Dados Atividas Gerenciais Médica Apoio Engenharia Assistencial 43 CCS 15 Subsolo do HU Apoio Saú Finanças Assistencial 43 CCS 15 Subsolo do HU da Comunida Polo Universitário Recursos Saú da Humanos Comunida Manhã-26/3 Macaé 44 CCS 16 NUPEM Recursos Atividas Humanos Gerenciais Tar-26/3 Cabo Frio Cabo Frio Atividas Engenharia Gerenciais Manhã-26/3 CT e Escola Engenharia Finanças Politécnica 45 CT 1 Hall Polo do Universitário bloco A do CT Finanças 09:00 Manhã-26/3 às 17:00 Macaé Escola Politécnica 44 CCS 16 Polo Universitário NUPEM Tar-26/3 Manhã-26/3 Macaé CCS 16 CT 2 NUPEM Bloco E do CT Escola Química Cabo Frio Cabo Frio Manhã-26/3 Tar-26/3 47 CT 3 Cabo Bloco Frio G do CT Cabo COPPE CT e Frio Manhã-26/3 Escola Politécnica 48 CT 4 IMA CT Instituto e Escola Politécnica Macromoléculas 45 CT 1 Hall do bloco A do CT CT 0 45 CT 1 Hall do bloco A do CT CTFCC e Biblioteca Central 0 Escola Politécnica 49 FCC 1 Se FCC Escola FCC Politécnica 46 CT 2 Bloco E do CT Escola Biblioteca Química Central 46 CT 2 Bloco E do CT Escola Química FCC CT 32 Museu Bloco G Nacional do CT COPPE Museu Nacional 47 CT 3 Bloco G do CT COPPE FCC CT 43 Horto/Museu IMA Instituto Museu Nacional Macromoléculas 48 CT 4 IMA Instituto Macromoléculas FCC e Biblioteca Central Comissão 52 EXTRA Comissão FCC Casa e Biblioteca da Ciência Central 49 FCC 1 Se FCC FCC 9:00 às 17:00 49 FCC 1 Se FCC FCC 9:00 Comissão às 17:00 53 EXTRA Comissão Biblioteca Gráfica Central Biblioteca Central 50 FCC 2 Museu Nacional Museu Nacional 50 FCC 2 Museu Nacional Museu XerémNacional 9:00 51 FCC 3 Horto/Museu Museu Nacional 9:00 Comissão às 17:00 às 17: FCC EXTRA 3 Horto/Museu Comissão Museu Polo Xerém Nacional 9:00 às 17:00 Comissão 52 EXTRA Comissão Campus Casa da Ciência Xerém 2º Comissão dia 26/3 52 EXTRA Comissão Casa da Ciência Comissão 53 EXTRA Comissão Gráfica Comissão 53 EXTRA Comissão Gráfica Xerém Comissão Xerém Comissão 54 EXTRA Comissão Polo Xerém 54 EXTRA Comissão Polo Xerém Campus Xerém 2º dia 26/3 Campus Xerém 2º dia 26/3

7 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março ÓRGÃOS COLEGIADOS Três chapas concorrem para representar a categoria Por ficiência da Pró-Reitoria Pessoal no encaminhamento sta manda da categoria, foi adiada a eleição para representantes técnico-administrativos nos órgãos colegiados da UFRJ. As novas datas são: quarta-feira, 25, quinta-feira, 26, e sexta-feira, 27. A contagem dos votos começa em seguida ao fechamento das urnas no último dia votação. Três chapas concorrem ao pleito: Chapa 1 Quem Sabe Faz a Hora; Chapa 2 Autonomia e Democracia e Chapa 3 Representação. A categoria vai eleger 18 representantes: 9 efetivos com seus respectivos suplentes 5 para o Consuni; 3 para o CEG e 1 para o CEPG (mais os suplentes). Espaços intervenção O Conselho Universitário (Consuni) é o órgão máximo cisão da universida, e o Conselho Ensino Graduação (CEG) e Conselho Ensino para Graduados (CEPG) finem as políticas acadêmicas. Tem ainda o Conselho Curadores, que - libera sobre o patrimônio da instituição. Nesses colegiados atuam os representantes das unidas, Centros e da Administração Central: professores, pró-reitores e as representações dos técnicos-administrativos e estudantes em menor número. Portanto, os colegiados são espaços importantes finição das políticas da instituição. No Consuni, por exemplo, são discutidas questões que dizem respeito a todos, como vimos no bate acalorado sobre a asão ou não da UFRJ à Empresa Brasileira Serviços Hospitalares (Ebserh) que, se aprovada, traria prejuízos enormes para toda a UFRJ. E, conforme a lei, o Consuni é a instância máxima para recursos referentes ao senvolvimento da carreira dos técnicos-administrativos em educação. O espaço participação dos técnicos-administrativos na vida da instituição foi fruto conquista pois muita luta por reconhecimento sua capacida por interferir para o crescimento da universida. A participação nas cisões sobre a UFRJ ntro dos colegiados rompeu com a invisibilida da categoria no espaço acadêmico. No início, o núcleo por se resumia à cátedra, que fendia um molo institucional autoritário e exclunte, tanto em relação ao por político quanto à vida acadêmica. As atividas gestão administrativa, como recrutamento e seleção dos funcionários, eram assumidas por professores, o que dava margem à política da troca favores. O técnico fundamentalmente era um subalterno do professor para exercer atividas repetitivas e burocráticas. Com o crescimento das universidas e sua estrutura, a balança começou a mudar. Nos anos 80, a categoria dos técnicosadministrativos participou ativamente da mobilização política do país pela mocratização, e ntre as baniras empunhadas reivindicou melhores condições vida e trabalho, como também um plano carreira que contemplasse a diversida do fazer técnico-administrativo condizente a uma remuneração equitativa. Como resultado, o Plano Único Classificação e Retribuição Cargos e Empregos (PUCRCE), o ingresso na universida por concurso público em 1988, além novas exigências profissionais colocadas pelo conjunto da categoria, entre as quais o reconhecimento como profissional da educação e produtor do conhecimento. Não mero serviçal. O direito ao acento nos colegiados das universidas acabou sendo também uma reivindicação da categoria, configurando assim o reconhecimento institucional dos técnicos-administrativos em educação. Reafirmar então a representação técnico-administrativa nos colegiados se trata também da afirmação importante conquista histórica, fruto uma gran luta por mocratização na universida e na prática significa a possibilida participar dos rumos das cisões institucionais. Essa história foi contada por João Eduardo Fonseca primeiro técnico-administrativo a ocupar um cargo na Administração Central da UFRJ em seu livro Novos sujeitos na cena universitária. Chapa 1: Quem Sabe Faz a Hora Composição das chapas Chapa 2: Autonomia e Democracia Chapa 3: Representação Titulares: Luis Carlos Almeida Batista Pustiglione Rodrigo Gomes Martins Andra Rafael Meiros Santos Vera Lucia Valente Freitas José Rodolfo Santos da Silveira José Carlos Pereira Catharine Vanessa Silva Peres Rejane Lucia Loureiro Galha Ana Beatriz Pinheiro e Silva Suplentes: Thiago Barcelos Loureiro Adriano Cícero Rabello Geiza Souza Fabricio Rodrigues Caseiro Fabio do Nascimento Porto Marinea Silva e Silva Simone Maria da Silva Fernando Oliveira Teixeira Francisco Paula Araujo Titulares: Gerly Lucy Miceli Eliane Magalhães da Silva Julio D Assunção Barros Junior Huascar da Costa Filho Claudio Heitor Tavares Gress Valquíria Felix Gonçalves Danielle dos Santos São Bento Pereira Nilson Theobaldo Barbosa Clei Moraes Lima Suplentes: Noemi Andra Flamínia Flammini Maria Cecília Borges Augusto Barbosa dos Santos Denise Francisco Goes Joana Maria Angelis Damires dos Santos França Neuza Luzia Pinto Geovani Zenben Borher Locais e horários votação no site do Sintufrj Titulares: Francisco Carlos dos Santos Milton Sérgio Santos Maira Diego Faria Magalhães Torres Wanr Oliveira Siqueira Nilce Costa Lira Benedita Aglai Oliveira da Silva Sidney Castro Oliveira Marly Rodrigues da Silva Nilson Nunes Tavares Suplentes: Estebam Roberto Ferreira Crescente Rafaela Franco Binatto Candida Maria Souza Heitor Algusto Oliveira Penchel Rodrigo Araujo Mello Alessandra Monteiro Henrique Serira Roseli Barbosa da Costa Márcia Oliveira Cardoso

8 8 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março REIVINDICAÇÕES MPOG chama entidas para reunião O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) convidou entidas representativas do serviço feral, entre as quais a Fasubra, para reunião na sexta-feira, dia 20, que terá como pauta a conjuntura econômica e as diretrizes para os processos negociação em Tal reunião acontece num momento em que o governo aplica forte ajuste fiscal, que inclusive ataca direitos dos trabalhadores públicos, numa situação on não há crescimento econômico e que a inflação está difícil ser domada, diz nota da Fasubra, recomendando o fortalecimento das mobilizações e alertando que não se po ter ilusões que a negociação será positiva sem que os trabalhadores estejam organizados e mobilizados. Consuni continua sendo espaço para protestos estudantes e trabalhadores Inúmeras vezes os estudantes da UFRJ ocuparam sessões do Conselho Universitário (Consuni) para que suas reivindicações fossem ouvidas pela Administração Central e se tornassem conhecidas da comunida universitária. No dia 12 março alunos vários cursos fizeram manifestação no colegiado reivindicando a inclusão da assistência estudantil na pauta dos bates. Os terceirizados responsáveis pela limpeza nas unidas da UFRJ, em greve há vários dias reivindicando pagamento integral dos salários e dos vales alimentação e transporte, também invadiram a reunião exigindo uma atitu da Reitoria. Devido à sujeira, o início das aulas do primeiro semestre foi adiado duas vezes. Solução A causa da revolta dos alunos foi uma nota da Reitoria informando sobre novas regras para a concessão da bolsa acesso e permanência (Bap). Os estudantes acreditaram que o benefício no valor R$ 400 seria cortado, como consequência das recentes restrições orçamentárias para a educação. Têm direito ao auxílio os calouros que concluíram o ensino médio na re pública e cuja renda familiar fique abaixo 1,5 salário mínimo per capita. Embora o reitor Carlos Levi garantisse, reiteradas vezes, que a bolsa estava garantida para todos que se encaixassem no critério concessão, o ponto foi incluído na pauta do colegiado. Depois muitos discursos e palavras orm dos estudantes, os conselheiros aprovaram resolução que não haverá mudança nos critérios concessão da bolsa, e também foi reativada a comissão, presidida pelo reitor, que analisará as outras reivindicações estudantis. O coornador-geral do Sintufrj Francisco Assis saudou a manifestação dos estudantes. Estamos num momento crítico e o movimento sindical tem consenso que fato é nas ruas que o trabalhador arranca direitos. Não pomos aceitar, na universida, profissionais sem salários, disse ele, referindo-se aos terceirizados em greve em consequência cortes invidos nos vencimentos. Se houve expansão vagas, é preciso garantir a permanência dos estudantes na instituição, e a realização concursos públicos para contratação mais funcionários, concluiu o dirigente sindical. Ao intercerem em favor dos semsalário, os estudantes relataram que após a manifestação dos terceirizados em greve no dia 5 março, no Consuni, um dos trabalhadores teve um infarto e foi hospitalizado, e necessitava ajuda financeira. Fotos: Renan Silva Carlos Levi esclareceu que a Reitoria conseguiu intervir no impasse entre trabalhadores e a empresa, que, embora vendo o vale-refeição e o tíquete-alimentação, scontou os dias quem não foi trabalhar por falta dinheiro para a condução e a alimentação. Por essa razão a universida havia recuperado as condições necessárias para iniciar o semestre letivo no dia 16 março, o que ocorreu. A representante dos terceirizados, Teresinha da Costa, contou que não saiu tudo que esperavam: Ficou faltando a reposição dos scontos do mês anterior, e o pagamento do vale-transporte e do tíquete-alimentação foi prometido para o dia 19. Segundo a trabalhadora, se a empresa não cumprisse com o trato, eles voltariam à Reitoria. ESTUDANTES e terceirizados se unem em manifestação no Consuni COORDENADOR-geral do Sintufrj Francisco Assis ao microfone A Verda Racial homenageia as mulheres negras O Coletivo Negro A Verda Racial é responsável pela organização um grupo estudos aberto com o objetivo formar para a luta por direitos da população negra. São trabalhados mensalmente temas relacionados à população negra. O tema escolhido para este mês foi o da Mulher Negra, em homenagem ao 8 Março Dia Internacional da Mulher. Para abordar o tema, o Coletivo organizou oficinas conscientização e autocuidado e bate sobre a situação econômica e sobre a educação da mulher negra, em uma das maiores e mais antigas comunidas da cida do Rio Janeiro: a favela do Acari, no Centro Cultural Popular Revolucionário (antigo DPO). As mulheres negras, maioria pobre, além sofrerem a violência do machismo, sofrem também com a discriminação racial. Segundo dados do IBGE, as mulheres brancas recebem em torno 69,34% do que recebem os homens brancos, os homens negros recebem em torno 51,61%, e as mulheres negras recebem 38% do que recebem os homens brancos. É que as mulheres e os negros são admitidos em funções menor remuneração e prestígio na socieda, como empregos informais sem carteira assinada ou com baixos salários, no caso negros, e serviços domésticos, no caso das mulheres. Essa mistura exploração classes, com opressão racial e gênero, recai com maior peso sobre as mulheres negras. Elas são discriminadas s a busca por emprego até o ambiente trabalho, mesmo após serem admitidas. Por ser mulher e negra, a maioria tem problemas autoestima e intida. Consiram feios seus cabelos naturais, crespos ou cacheados, o nariz, ou a pele negra, mesmo sendo lindas. E as que querem assumir seus cabelos crespos e cacheados, encontram poucos produtos especializados. Como na época da escravidão, a socieda só estimula meninas negras a servirem objeto sexual: é comum ver negras concorrendo à função mulata nas escolas samba, ou nos concursos TV. Porém, pouco são valorizadas as mulheres negras cientistas, arquitetas, médicas, advogadas, políticas... Não valorizam as boas profissionais negras. Porém, muitas mulheres negras exerceram papel importante na história do nosso país e serviriam exemplo. Mas essas mulheres não são mostradas nos livros didáticos: Dandara dos Palmares, Luíza Mahin, Teresa Benguela são esquecidas. É uma educação que ensina que mulheres negras vem somente se submeter e não ocupar posições importantes na socieda brasileira. MULHER Negra foi o tema da ativida pelo Dia Internacional da Mulher

9 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria No a 29 março PELA DEMOCRACIA Sintufrj foi à rua no dia 13 março para fenr educação pública qualida e protestar contra o corte verbas para a educação; em fesa da Petrobras cem por cento estatal; por reforma política e contra a política econômica do governo. País se pinta vermelho contra retrocesso político Centrais sindicais e movimentos sociais enchem as ruas com a esperança pôr o Brasil nos eixos O Dia Nacional Luta em Defesa dos Direitos da Classe Trabalhadora, da Petrobras, da Democracia, Reforma Política e Contra o Retrocesso, dia 13 março, recolocou nas ruas das principais capitais do país as baniras da classe trabalhadora. Diversas organizações sindicais e movimentos sociais que organizaram a mobilização pintaram o Brasil vermelho, tradicional cor da luta dos trabalhadores, para fenr direitos e a mocracia. O Sintufrj estava presente na manifestação. O objetivo central do ato nacional foi o fazer frente aos ataques especulativos e políticos que recaem sobre a Petrobras, reiterar a necessida rrubar as Medidas Provisórias 664 e 665, que restringem direitos trabalhistas como seguro-semprego e auxílio-doença, já em vigor, e fenr a mocracia, em um contraponto a setores que pensam em interromper o mandato presincial Dilma Rousseff conquistado legitimamente nas urnas. A manifestação nacional do dia 13 foi organizada pela CUT, CTB, UGT, Nova Central, CSB, MST, Feração Única dos Petroleiros (FUP), UNE, Central dos Movimentos Populares (CMP), Movimentos Atingidos por Barragem (MAB), Feração dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (FA), Movimento Nacional das Populações Rua (MNPR), entre outros. Não é um ato nem a favor nem contra o governo, anunciou o presinte nacional da CUT, Vagner Freitas. Só não achamos que se justifique, em um governo com 69 dias existência e que não ocorreu nada, um pedido impeachment. O Dia Nacional Luta serviu também para os movimentos apresentarem suas principais baniras luta. Baniras luta Defesa da Petrobras, contra a privatização da estatal que correspon a 13% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Pelo Plebiscito Constituinte para a reforma do sistema político e contra o financiamento privado campanha eleitoral. Pelo fim das Medidas Provisórias 664 e 665, que alteram direitos da classe trabalhadora. Cinelândia vermelha A mobilização no principal palco atos históricos no Rio Janeiro tingiu vermelho a Cinelândia. Das 15h às 17h, vários discursos mobilizaram a atenção dos participantes, mas o ponto alto do ato foi o lír do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, antes da caminhada para o abraço à Petrobras. O lír do MST afirmou na Cinelândia que a corrupção só será resolvida com uma reforma política, que ve começar com o fim do financiamento privado campanha eleitoral e a convocação uma assembleia constituinte. Ele fenu as baniras luta do manifesto dos movimentos sindicais e sociais. Meia dúzia gerente botou a mão no dinheiro e a Globo quer iludir o povo brasileiro que esses caras são esquerda, são do PT, são do governo. Eles são só ladrões. E lugar ladrão é na caia e não com lação premiada. Corrupção existe no Brasil s que aqui chegou o primeiro europeu, afirmou Stédile. Para Stédile, a crise econômica é culpa dos capitalistas, e anunciou que os trabalhadores não aceitarão nenhuma redução direitos. Para acabar com a crise é preciso acabar com a transferência juros para os bancos e usar esse dinheiro para fortalecer os investimentos produtivos, a exemplo da indústria e da Petrobras, sustentou. Ele conclamou o povo a retornar às ruas para fenr seus interesses. Seria ilusão nossa parte esperar que o Congresso, que tem 47 indiciados, inclusive o presinte da Câmara e o presinte do Senado, vá fazer a reforma em benefício do povo. Por isso nós só temos um caminho: uma assembleia constituinte para esse país, exclusiva, e que vai penr do povo na rua. Uma assembleia que volva ao povo o direito escolher seus representantes. Porque vocês sabem, só 10 empresas elegeram 70% do parlamento brasileiro! João Pedro Stédile anunciou que o povo estava nas ruas para que a burguesia não se atrevesse a falar em golpe. Camponês usa bota e não chinelo do havaiana. Jovem usa tênis e nós estamos engraxando as botas e os tênis para voltar a ocupar as ruas do Brasil. Não scansaremos. Estamos só começando. Eles virão dia 15 e nós voltaremos quando for necessário. Não se envergonhem das baniras vermelhas. Não se envergonhem das camisetas seus movimentos. Esta é a hora nos prepararmos e levarmos o povo para a rua. E na rua disputaremos as iias. Porque a verdaira política é a política das iias que vai discutir um novo projeto para o nosso país.

10 10 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março UFRJ Deflagrada a campanha para reitor e vice Os três candidatos à direção da universida participam do primeiro bate na quarta-feira, dia 25, no auditório do Roxinho (CCMN), na Cida Universitária, às 10h A eleição na UFRJ para reitor e vice promete movimentar a comunida universitária. A disputa será entre duas professoras e um professor. As três chapas que disputarão os cargos atualmente ocupados por Carlos Levi e Antônio José Lêdo foram homologadas na quarta-feira, dia 18, quando também começou a contar o período campanha que termina em 10 abril. O calendário dos bates também já foi divulgado. Nos dias 14, 15 e 16 abril irão às urnas técnicosadministrativos; docentes, mais 143 colaboradores voluntários e em torno 100 eméritos; e aproximadamente 58 mil estudantes (a listagem finitiva alunos ainda não foi fechada): cerca 43 mil na graduação presencial, no ensino a distância, 12 mil na pós-graduação e 169 resintes. A apuração dos votos se iniciará às 9h do dia seguinte à pesquisa na comunida (17), na sala reuniões dos órgãos colegiados. O segundo turno está previsto para os dias 4 e 6 maio. O resultado do processo será constituído dos votos cada categoria apurados separadamente, com o peso 1/3 para cada segmento (docentes, técnicos-administrativo e estudantes). A sessão do Conselho Universitário que elaborará a lista tríplice será realizada no dia 8 maio. Candidatos A comunida universitária terá que optar entre a Chapa 30 Somos Todos UFRJ, dos candidatos Denise Pires Carvalho, do Instituto Biofísica (reitora), e Walter Issamu Suemitsu, da Escola Politécnica (vice-reitor); a Chapa 10 Juntos pela UFRJ: Unida na Adversida, dos candidatos Ângela Rocha dos Santos, do Instituto Matemática (reitora), e Carlos Rangel Rodrigues (vice-reitor); e a Chapa 20 UFRJ Autônoma, Crítica e Democrática, dos candidatos Roberto Leher, da Faculda Educação (reitor), e Denise Fernans Lopes Nascimento, da Faculda Odontologia (vice-reitora). Universo votantes, ponração, calendário, bates, enfim, tudo o que diz respeito à eleição dos futuros dirigentes da UFRJ foi cidido nas sessões do Conselho Universitário (Consu- ni) nos dias 26 fevereiro e 12 março, quando os conselheiros liberaram sobre a proposta do regimento elaborada pela Comissão Coornadora do Processo Sucessório (CCPS). Na última sessão, o calendário inicialmente proposto sofreu ajuste uma semana em função da prorrogação do início das aulas do primeiro semestre, em virtu da greve dos terceirizados da limpeza. Ação contra aposentados Na sessão do Conselho Universitário do dia 26 fevereiro, o colegiado aprovou o mérito da proposta regimento da Comissão Coornadora do Processo Sucessório (CCPS) que é composta por docentes, técnicos-administrativos e estudantes, mas apenas como base para discussão dos eventuais staques. Um dos staques foi a inclusão no universo votantes os técnicos-administrativos e docentes aposentados. Parecer da Comissão Legislação e Normas do Consuni indicava que a proposta apresentada por sugestão da bancada técnica-administrativa na CCPS veria ser discutida preliminarmente. A representante dos professores adjuntos no CCJE, Maria Malta, embora consirasse a inclusão dos aposentados interessante, sugeriu que fosse previsto voto apenas no caso daqueles contratados pela UFRJ como colaboradores voluntários atualmente são apenas 143 aposentados docentes nessa condição na universida. O reitor encampou a proposta da professora. E pois intenso bate sobre a pertinência ou não dos aposentados na vida da UFRJ, a proposta Maria Malta foi aprovada pela maioria dos conselheiros. A bancada dos técnicosadministrativos, que teve o mandato prorrogado, fenu que o assunto veria ser mais profundamente discutido e não votou pela inclusão dos aposentados no colégio eleitoral. O conselheiro Edson da Silva apoiou o direito voto dos aposentados, porque eles construíram a universida. Os aposentados que acompanharam a sessão do colegiado ficaram indignados com a cisão e solicitaram à direção do Sintufrj que divulgasse o fato. Entre os representantes da categoria na CCPS o mal-estar foi geral, pois na avaliação les o servidor aposentado continua vinculado à instituição, e muitos lutam por ela. Péssimo. Estou vendo o futuro sses conselheiros professores, técnicos-administrativos e alunos. Pois embora tenham o por cisão, cidiram contra eles mesmos. Se eles se consirarão fora da UFRJ pois aposentados, eu não. Estou aposentada, mas não estou fora da vida da UFRJ. Até porque meu órgão pagador é a UFRJ. Eu continuo na luta, disse Graça Carvalho. O aposentado Roberto Gomes também criticou a cisão do Consuni: São pessoas que se dizem mocráticas, mas não valorizam a mocracia quando têm a chance exercê-la. O aposentado continua ligado à universida. Uma boa parte continua vivendo e lutando por ela. O que me preocupa é que isso avalia nossa total svinculação da instituição, inclusive do plano carreira. A própria universida não reconhece o aposentado como parte seu quadro. Foi golpe, afirmou Paulo Marinho, representante dos técnicos-administrativos na CCPS. Acho um srespeito com aqueles que construíram a universida, concluiu. Calendário bates Local: Cida Universitária, auditório do Roxinho, no Centro Cultural Professor Horácio Macedo (CCMN). Data: 25/3/2015 (quarta-feira) Horário: 10h Local: Praia Vermelha, Salão Pedro Calmon. Data: 26/3/2015 (quinta-feira) Horário: 18h Local: Campus UFRJ-Macaé, auditório Cláudio Ulpiano, Polo Cida Universitária. Data: 31/3/2015 (terça-feira) Horário: 14h Local: Cida Universitária, auditório Rodolpho Paulo Rocco. Data: 7/4/2015 (terça-feira) Horário: 10h Local: Polo Xerém, auditório do Polo Xerém. Data: 9/4/2015 (quinta-feira) Horário: 10h SESSÃO do Consuni do dia 12 março que aprovou o regimento eleitoral da UFRJ Foto: Renan Silva

11 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março UFRJ Como o futuro reitor tratará as mandas da categoria? Fotos: Divulgação Foto: Renan Silva DENISE Pires Carvalho e Walter Suemitsu ÂNGELA Rocha e Carlos Rangel Rodrigues ROBERTO Leher e Denise Fernans A direção sindical levará aos três candidatos a reitor e vice-reitor da UFRJ as reivindicações dos trabalhadores técnicoadministrativos que fazem parte do acordo assinado em 2014 entre a Reitoria e o Sintufrj e aguardam encaminhamentos. Como as mandas da categoria serão tratadas pelos futuros dirigentes máximos da universida? Queremos uma resposta objetiva a esta pergunta. Foi a primeira vez que o Sintufrj conquistou para a categoria um acordo com a Reitoria sobre pontos importantes da pauta interna reivindicações. Entre os itens que precisam encaminhamentos e significam muito para os trabalhadores estão: Em resposta à implantação dos turnos contínuos com jornada 30 horas semanais, será provinciada: A criação do GT-Dimensionamento, a ser composto por representantes do Sintufrj e integrantes da CIS (Comissão Interna Supervisão da Carreira) e da Pró-Reitoria Pessoal, que terá como missão finir um molo alocação vagas alinhado com o PDI (Plano Desenvolvimento Institucional) e o PDIC (Plano Desenvolvimento dos Integrantes da Carreira). A universida se compromete a implementar uma política prevenção ao assédio moral, provinciando: a) A inclusão no texto da proposta Resolução sobre o tema que se encontra em tramitação na Comissão Legislação e Normas/Consuni previsão criação imediata um setor, composto profissionais qualificados (psicólogo, assistente social, etc.), para recepcionar os trabalhadores que se sintam assediados; b) A inclusão nos programas capacitação dos servidores da UFRJ palestras e seminários combate ao assédio moral. Em resposta ao processo do Sintufrj nº / para construção do Centro Convivência dos Trabalhadores da UFRJ, a universida se compromete a finir no seu Plano Diretor 2020 a stinação terreno, no mínimo, 2,5 mil m² para implantação do Centro. No fortalecimento das políticas valorização do trabalhador técnicoadministrativo em educação, será garantido: a) A criação Programa Qualificação e Desenvolvimento para o corpo trabalhadores técnico-administrativos em educação a ser finido por um grupo trabalho envolvendo as pró-reitorias forma a aproveitar a estrutura dos cursos graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu) da própria universida, sob a coornação do Gabinete do Reitor e com a participação do Sintufrj; b) A ampliação do espaço aquado para aulas dos cursos capacitação oferecidos pela Subcoornação Promoção Profissional; c) Que a Reitoria se comprometa a ampliar o orçamento stinado aos programas capacitação e qualificação, na perspectiva que se possa alcançar o mínimo 1% do valor da folha pagamento; d) Que a Reitoria se comprometa a prover estrutura trabalho para apoio aos integrantes da CIS, nos mols da CPPD (Comissão Permanente Pessoal Docente); e) Investimento em políticas qualida vida para seus trabalhadores, incluindo parcerias internas e externas para ampliar e criar projetos e/ou oficinas stinadas ao esporte, ao lazer e à cultura que possibilitem a participação toda a comunida.

12 MARÇO, MÊS DAS MULHERES 12 Jornal do Sintufrj a serviço da categoria N o a 29 março Mas afinal, a brasileira vive ou sobrevive? Este ano, a Lei Maria da Penha (LMP) completa 9 anos existência, e é indiscutível que sua publicação foi um importante avanço no combate à impunida e à violência contra as mulheres. Hoje, o custo da pena aumentou; existem mais condições segurança para a vítima nunciar; e o sistema justiça criminal aten forma mais efetiva aos casos violência doméstica. Entretanto, no Brasil, entre o período 2009 a 2011, foram registradas mortes por feminicídio (Lei n 8.305/2014), que é quando o crime é praticado contra a mulher por razões da condição sexo feminino. A convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher (1994) finiu que a violência contra a mulher é: manifestada através agressão ou coerção, ocasionando dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda matrimonial. Cerca 40% todos os feminicídios no mundo são cometidos pelo parceiro íntimo. A proporção uma mulher ser assassinada pelo seu companheiro é 6,6 vezes maior que a proporção um homem ser assassinado por sua companheira. Em 89% dos casos reportados à Central Atendimento à Mulher (ligue 180), o agressor é o marido, namorado ou ex-companheiro; e na maioria das vezes a violência ocorre ntro do próprio lar. O ciclo da violência doméstica é sempre o mesmo: acumulação tensão; explosão violenta e agressão (física, psicológica, patrimonial e sexual); culpa e arrependimento, promessas e reconciliação. Segundo o Instituto Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o perfil das mulheres que chegam a óbito é o seguinte: 61% são negras; 48% das vítimas têm baixa escolarida as 15 anos ou mais ida tinham até 8 anos estudo; e 54% das mortes foram mulheres na faixa etária 20 a 39 anos. Os homicídios acontecem em 36% nos finais semana e 34% dos casos envolvem armas fogo. Atualmente, com as políticas prescritas na LMP, já existe uma Re Serviços Atendimentos à Mulher, que é composta por: Centros Especializados, Casas-abrigos, Promotorias Especializadas, Serviços Saú, Depois muitos anos lutas por equida e inclusão feminina no mercado trabalho, as mulheres são na sua maioria os alvos mais vulneráveis assédio moral e sexual no trabalho. No mês que comemoramos o Dia Internacional da Mulher é importante esclarecer que assédio é crime no Brasil. Antes mesmo que ocorra, é necessário saber o que é um assédio. Uma mulher bem informada e consciente dos seus direitos tem a capacida tomar cisões, como, por exemplo, a nunciar o assédio do seu patrão ou superior com muito mais segurança. É fundamental ressaltarmos que um ato isolado humilhação não é assédio moral. Para ser caracterizado assédio, pressupõe: intencionalida, com intenção forçar a sistência do emprego ou a fazer algo que ele Delegacias Especializadas Atendimento à Mulher (Deam) e Núcleos da Polícia. Apesar dos muitos progressos, a aplicação da LMP não é homogênea. Ela não chega para todas: a cada uma hora e meia uma mulher morre por causas violentas; estados on o por público não se mobiliza nem Feminicídio ocorre mais no Amapá O Congresso Nacional instalou no dia 10 março a Comissão Mista Combate à Violência contra a Mulher. Segundo o Instituto Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), cerca 5,6 mil mulheres são assassinadas todos os anos, no Brasil, por questão gênero. Levantamento do Ipea informa que o Amapá ocupa a décima sétima posição no ranking feminicídio ntre os estados brasileiros, com 5,99 assassinatos por 100 mil mulheres. A média nacional é 5,82 a cada 100 mil mulheres. para colocar uma legacia mulheres, fica mais difícil medir a eficácia da aplicação da lei. Regiões como Norste, Centro- Oeste e Norte, por exemplo, apresentaram as taxas mais altas feminicídios. Vivemos em Feminicídio agora é classificado como crime hediondo, ou seja, crime qualificado, e a pena passa a ser 12 a 30 anos reclusão. A Lei 8.305/14 prevê o aumento da pena em um terço se o crime acontecer durante a gestação ou nos três uma socieda machista, on o lugar da mulher é construído socialmente para ser inferior ao do homem. Portanto, ainda existe uma longa caminhada para a diminuição da violência contra as mulheres. meses posteriores ao parto e se for contra adolescente menor 14 anos, adulto acima 60 anos ou, ainda, contra pessoa com ficiência. E, também, se o assassinato for cometido na presença scennte ou ascennte da vítima. Mulheres são maiores vítimas assédio moral e sexual no trabalho não quer; repetição sistemática; direcionalida quando um trabalhador ou um grupo é escolhido como bo expiatório; temporalida ao menos uma vez por semana, durante pelo menos 6 meses; e ser feito por um superior do trabalhador(a). Assédio moral no trabalho O assédio moral consiste em colocar o trabalhador(a) em situações humilhantes, repetitivas, constrangedoras, isolado do grupo, ridicularizá-lo e persegui-lo. Po ser sofrido por uma vítima ou mais. Muitas vezes, o objetivo é fazer a pessoa sistir do emprego. No caso da mulher, as agressões morais estão mais relacionadas à graviz ou maternida. As atitus frequentes envolvem: controlar a ida ao banheiro e culpa-lá por ser mãe, impedir a mãe trabalhadora acompanhar o filho em consultas médicas, são alguns dos exemplos. Em uma pesquisa realizada pelo site org.br, com 870 trabalhadores vítimas opressão ntro do ambiente trabalho, os sintomas mais comuns são: crises choro, sentimento inutilida, dores generalizadas, insônia ou sonolência excessiva e pressão. Assédio sexual e o abuso por Se não fossem os baixos salários, o assédio sexual seria o primeiro e maior problema enfrentado pelas mulheres no trabalho. Devido a uma cultura machista e a objetificação do corpo feminino, as mulheres são as maiores vítimas ste tipo assédio. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o assédio sexual são atos, insinuações, contatos físicos (beijos, abraços e carícias) forçados e convites inconvenientes. Acontece por parte um superior. Acompanhado do assédio vem dois tipos chantagens: a uma missão ou uma promoção. O que fazer? Comprovar na Justiça um assédio seja ele sexual ou moral não é tarefa fácil, por isso é importante guardar provas como gravações telefônicas, s, testemunhas, procurar um advogado e o sindicato da categoria para relatar o caso. Assédio é crime no Brasil s 2011, com pena tenção 1 a 2 anos, e a empresa também po ser connada a pagar innização por danos morais à vítima. Na categoria Vários casos assédio moral já foram nunciados ao Sintufrj para as vidas providências do jurídico da entida. A maioria das vezes este tipo crime na universida é praticado por professores. Estudantes também são vítimas docentes arrogantes, como muitos já nunciaram.

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