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1 ISSN Junho/Julho/Agosto de 2004 Ano 45 Nº JORNAL DA ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA Movimento já obtém resultados positivos: Unimed decide pela sua implantação no sistema de intercâmbio. Abramge abre negociações para aceitação da CBHPM. Sistema Unidas já fechou acordo em 14 Estados. Páginas 3, 6 e 7 Eleuses Vieira de Paiva Presidente

2 2 JAMB JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 EDITORIAL Momento decisivo ode não transparecer, mas a vida cotidiana de um médico é marcada tanto por sentimentos e emoções quanto pela ciência. Convive diariamente, separado apenas por uma linha delgada, frágil e tênue, entre o limite dos campos científico e do conhecimento do ser humano. No entanto, ao prescrever a sua sabedoria, inexoravelmente elimina uma angústia, alivia uma dor, proporciona ou salva uma vida. São motivos mais do que suficientes para orgulhar qualquer ser humano. Mas não o médico, pois esse é o seu dever, a sua satisfação. Ultimamente, porém, não temos negado a nossa satisfação e orgulho de pertencer à classe médica. O motivo é a indignação que tomou conta da categoria espalhando-se já por 19 estados brasileiros contra os desmandos das operadoras de saúde e a luta em favor da implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos e, conseqüentemente, da oferta da medicina de boa qualidade à população. Os movimentos em efervescência nas principais capitais sinalizam a nossa resposta a essa indignação, ao nosso direito de desenvolver, sem interferências, uma medicina ética e digna em nosso país. Também temos direito a uma remuneração justa. Existem cerca de 40 de milhões de brasileiros que acreditam e pagam planos de saúde sem, no entanto, serem contemplados com uma assistência satisfatória. Assistimos escandalizados, através da mídia, ao oportunismo de grupos empresariais acrescentarem aumentos variáveis de 80% a 150% nas mensalidades de planos de saúde, numa atitude clara de desrespeito à opinião pública e desafio às autoridades governamentais. Nós médicos não podemos assistir, aceitar, ficar omissos e calados diante tal situação. Nosso movimento não pede, nem solicita, mas exige respeito à medicina, ao trabalho médico e ao cidadão brasileiro que necessita de assistência à saúde. E não iremos nos acovardar diante de ameaças, nem de discursos pessimistas, pois ainda não perdemos a nossa capacidade de indignação nem a coragem para dizer não. Não podemos permitir que dirigentes com visões exclusivamente empresariais determinem qual deve ser o nosso receituário, aquilo que devemos prescrever, o que temos de solicitar de diagnóstico e nem iremos sucumbir às pressões e exigências por altas hospitalares. Esquecem-se que juramos ser éticos e que devemos respeito ao nosso paciente, por isso não comungamos com tais propostas. Continuaremos lutando pela boa medicina e esse novo horizonte hoje depende apenas de cada um de nós, da nossa união, da nossa integração. Que cada um dê um basta a essa situação, pois temos maturidade para não mais aceitar esses descalabros e capacidade para alterar tal condição. Esta é, talvez, a circunstância mais importante para a nossa profissão nos últimos anos. Momento de firmeza, de coragem, de decisão, de definirmos não só o nosso futuro, mas o futuro da saúde da população do nosso país. Se hoje não tomarmos posições firmes, estaremos nos curvando para sempre diante desses empresários gananciosos. É por isso que essa oportunidade que vivemos é única. A exemplo de como foram sábias as palavras do compositor não muito tempo atrás - Esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer - uma decisão sábia neste momento, com certeza, será uma sentença capaz de perpetuar o orgulho em nossa categoria, hoje e para sempre. Eleuses Vieira de Paiva Presidente ARTIGO Intervir nos planos de saúde é bom remédio A Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados) divulgou um comunicado informando que apóia a política de seus associados de impor aos fregueses de seus planos de saúde aumentos de até 80%. Dando bois aos nomes, os principais associados são o Bradesco e a Sul América. Foi essa a sua linguagem: É justo, razoável e adequado que os usuários paguem pelo uso do serviço contratado. Se isso não acontecer, a onerosidade excessiva desses contratos poderá comprometer a continuidade do atendimento. Não é justo, razoável nem adequado que uma corporação empresarial argumente com a choldra ameaçando-a com a suspensão do atendimento. Greve de empresas de saúde? Ver para crer. Não é justo, razoável nem adequado que uma federação de empresários use uma linguagem intimidadora para justificar aumentos de até 80% em seguros de saúde junto a pessoas que são freguesas de seus planos há décadas. Não é justo, razoável nem adequado que a Fenaseg fale dessa forma com a patuléia, livrando a Sul América e o Bradesco do desconforto de encarar suas clientelas, junto às quais gastam bom dinheiro na fabricação de selos politicamente corretos. Não seria justo, razoável nem adequado que empresas de seguro do Rio de Janeiro instituíssem uma caixinha paralela destinada a remunerar policiais que localizassem carros roubados. Mesmo assim, a Fenaseg sabe que isso aconteceu. Também não seria justo, razoável nem adequado que as empresas continuassem pagando os jabaculês a policiais que, com toda certeza, agenciavam os furtos para receber propinas. Se a Fenaseg quiser mais informações a respeito dessa maracutaia, pode procurar o doutor Anthony Garotinho na Secretaria da Segurança do Rio de Janeiro. Ele denuncia esse conluio há tempo. É justo, razoável e adequado que os clientes dos planos de segurosaúde da Sul América e do Bradesco queiram receber de volta um trata- mento um pouco melhor que aquele dispensado pelas seguradoras aos ladrões de automóveis e aos policiais de gibi. Se a Sul América e o Bradesco acreditam que essa é a maneira justa, razoável e adequada de falar a clientes que, em última análise, não têm dinheiro para pagar os reajustes, então que se jogue o jogo: as empresas seguradoras de saúde devem ser colocadas diante da possibilidade real de intervenção do governo em suas administrações. É justo, razoável e adequado que o ministro Humberto Costa prepare uma força-tarefa com o propósito de intervir nas empresas onde achar que essa é a providência necessária. É para isso que o Estado existe. Ele é pago pela choldra para defender seus interesses. No limite, para intervir em seguradoras e empresas de medicina privada que infelicitam seus clientes. Melhor isso do que aporrinhar casas de bingo onde entra quem quer. Nesse sentido, há mais simpatia na tavolagem do que entre os associados da Fenaseg. As casas de jogo querem que os fregueses voltem. Já as seguradoras e empresas do gênero preferem que eles paguem as mensalidades enquanto têm saúde e, quando ficam doentes, aborreçam-se com o mau atendimento e cancelem os contratos. Pode-se dizer que a ameaça de intervenção é um gesto populista. Melhor assim. Depois de oito anos de tucanato do PSDB e 18 meses de tucanagem petista, talvez esse seja o melhor remédio. Dois copos de populismo com uma colher de sopa de demagogia poderão virar um jogo no qual a plutogogia dá ao andar de cima juros de 16%, ao de baixo, reajustes de 80%, e a Fenaseg ainda se sente no direito de ameaçar quem reclama. Elio Gaspari Artigo publicado na Folha de São Paulo em 14/7/04, com autorização da Agência o Globo para republicação no Jamb. Circulação: Setembro/2004 DIRETORIA PRESIDENTE Eleuses Vieira de Paiva PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE Lincoln Marcelo Silveira Freire SEGUNDO VICE-PRESIDENTE Ronaldo da Rocha Loures Bueno VICE-PRESIDENTES Remaclo Fischer Junior, Flavio Link Pabst, Ranon Domingues da Costa, Ricardo Saad, Carlos D.A. Bichara, David M. Cardoso Filho, Lúcio Antonio Prado Dias, José Guerra Lages, J. Samuel Kierszenbaum, José Luiz G. do Amaral. SECRETÁRIO-GERAL Edmund Chada Baracat 1º SECRETÁRIO Aldemir Humberto Soares 1º TESOUREIRO Amilcar Martins Giron 2º TESOUREIRO: José Alexandre de Souza Sittart DIRETORES: Cultural - Severino Dantas Filho; Relações Internacionais - David Miguel Cardoso Filho; Científico - Fabio Biscegli Jatene; Defesa Profissional - Eduardo da Silva Vaz; DAP - Martinho Alexandre R.A. da Silva; Economia Médica - Marcos Pereira de Ávila ; Marketing - Roque Salvador A. e Silva; Saúde Pública - Samir Dahas Bittar; Atendimento ao Associado - Ricardo de Oliveira Bessa; Proteção ao Paciente - Jurandir M.R. Filho; Acadêmico - Elias F. Miziara; Jamb - Horácio José Ramalho. DIRETOR RESPONSÁVEL Horácio José Ramalho EDITOR EXECUTIVO César Teixeira (Mtb ) COLABORAÇÃO Camila Kaseker DIAGRAMAÇÃO, EDITORAÇÃO E ARTE Sollo Comunicação DEPARTAMENTO COMERCIAL Fone (11) TIRAGEM: exemplares PERIODICIDADE: Bimestral IMPRESSÃO: CLY FILIADO À ANATEC REDAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO Rua São Carlos do Pinhal, São Paulo SP Tel. (11) Fax (11) ASSINATURA Fone (11) , ramal 130 Anual R$ 36,00; avulso R$ 3,00. As colaborações assinadas expressam unicamente a opinião de seus autores, não coincidindo necessariamente com as posições da AMB.

3 JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE Deliberativo em Cuiabá movimento nacional pela implantação da CBHPM, a audiência dos dirigentes da classe médica com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e as discussões sobre contratualização entre médicos e operadoras, exigida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, foram os assuntos da pauta da reunião do Conselho Deliberativo da AMB, realizada no dia 6 de agosto, na cidade de Cuiabá. Durante a reunião, o presidente da AMB, Eleuses Paiva, fez um relato do encontro dos líderes da área médica com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, realizado no dia 5 de agosto. Na oportunidade, foi entregue uma carta ao presidente solicitando apoio à CBHPM (ao lado). Além da CBHPM, tivemos, durante cerca de 30 minutos, oportunidade de conversar com o presidente sobre os principais problemas do setor de saúde em nosso país. Ele demonstrou muita sensibilidade, especialmente em relação à CBHPM, entendendo de imediato a sua importância para a assistência à saúde da população, e prometeu-nos o seu empenho pessoal no sentido de implementála, contou Paiva. Estiveram presentes à audiência, realizada na sede da Fiocruz, no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Humberto Costa, os presidentes da AMB, Eleuses Vieira de Paiva, do Conselho Federal de Medicina, Edson de Oliveira Andrade, da Federação Nacional dos Médicos, Waldir Araújo Cardoso, além do presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Pernambuco, Ricardo Paiva. O presidente da AMB também apresentou um resumo das negociações em nível nacional com as operadoras de saúde. Destacou que os acordos até agora fechados com o grupo Unidas aconteceram em Estados onde existiam mobilização da categoria; ressaltou a importância da inserção da CBHPM no sistema de intercâmbio da Unimed do Brasil a partir de 1 de setembro; lamentou o silêncio da Fenaseg e, ao contrário, comemorou a disposição do grupo Abramge em negociar a CBHPM. Recebemos um carta com a disposição de desenvolver um protocolo de entendimento, o que foi imediatamente aceito. Agora vamos nos reunir para alinhavar os pontos principais no sentido de facilitar as negociações que deverão ocorrer em nível regional, esclareceu Paiva. Outro ponto destacado pelo presidente da AMB foi em relação ao Projeto de Lei 3466/04, de autoria do deputado Inocênio de Oliveira, que referencia a CBHPM no sistema suplementar de saúde. O Conselho Deliberativo aprovou a proposta de uma mobilização permanente em Brasília, com o objetivo de sensibilizar os deputados para sua votação em regime de urgência. Temos que nos mobilizar politicamente para combater o intenso e poderoso lobby das seguradoras. É a única saída que temos para avançar em relação a esse projeto de lei, destacou o presidente da AMB, que sugeriu o nome do diretor de Proteção ao Paciente, Jurandir Marcondes Ribas Filho, como responsável pela coordenação desta mobilização permanente. Marcondes será apoiado pela Comissão Nacional de Implantação da CBHPM, cujo coordenador, Lincoln Freire, apresentou um balanço do trabalho que vem sendo desenvolvido pela CNI. Freire exibiu números do movimento de implantação nos estados brasileiros, além de informar as operadoras que já assinaram acordos aceitando a CBHPM. Amilcar Giron, coordenador da Comissão Nacional de Honorários Médicos, órgão responsável pela atualização da CBHPM, informou a impressão de mais cinco mil exemplares da CBHPM, já com a nova codificação oito dígitos e a manutenção do chamado dígito verificador. Esta terceira edição apresenta correções de erros técnicos e de ortografia. Foram pequenas correções que não alteraram o seu conteúdo, garantiu Giron. Segundo ele, a edição que contemplará alterações das Sociedades de Especialidade sairá apenas em A Comissão se reunirá com todas as Especialidades buscando, com isso, realizar uma revisão completa de todos os procedimentos na CBHPM. Já o diretor de Saúde Pública, Samir Bittar, ficou encarregado de apresentar os resultados dos encontros com a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que trataram da contratualização entre médicos e operadoras. Bittar informou que solicitou formalmente à ANS a prorrogação do prazo previsto para vencer em setembro para a assinatura dos contratos (mais detalhes na página 5). Além disso, entregamos à ANS, como forma de colaborar, uma sugestão de contratopadrão, que atualmente está sendo avaliada pelo jurídico da entidade, concluiu Samir. Conselho Deliberativo reunido em Cuiabá: balanço do movimento de implantação da CBHPM ENCONTRO PRESIDENCIAL Presidentes das entidades médicas nacionais Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos - estiveram reunidos com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Humberto Costa. No encontro, os líderes da classe médica tiveram a oportunidade de apresentar ao presidente da República a CBHPM e a importância da sua adoção para a assistência de saúde de qualidade à população, além da carta abaixo. São Paulo, 3 de agosto de 2004 Excelentíssimo Senhor Luiz Inácio Lula da Silva DD. Presidente da República Federativa do Brasil Senhor Presidente As entidades médicas abaixo signatárias vêm a V. Excia. externar o seu reconhecimento pela assinatura da medida provisória que estabelece o pacto federativo da representatividade médica no Conselho Federal de Medicina, bem como pelo compromisso assumido pelo Ministério da Saúde - ANS, em tornar oficial a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos. A Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos é de suma importância para os 38 milhões de usuários da saúde suplementar, que passam a contar com a cobertura integral da assistência à saúde. Esta lista contém numerosos procedimentos médicos não anteriormente cobertos e que elevavam sobremaneira as despesas do SUS. Como V. Excia. é conhecedor, além de não prover cobertura integral, falha que será corrigida pela resolução, os planos de seguro-saúde majoraram excessivamente os preços aos usuários, mas mantêm a remuneração da classe médica congelada há mais de dez anos. É esta a razão pela qual solicitamos o apoio de V. Excia. para aprovação do PL 3466/2004 (de autoria do deputado Inocêncio de Oliveira), em tramitação no Congresso, que instaura câmara arbitral para dirimir o contencioso entre usuários, seguradoras e a classe médica. Como este impasse vem tendo importante repercussão social e radicalização pelas seguradoras de saúde, é de fundamental importância vossa interferência para viabilizar uma solução negociada. Hipotecando solidariedade às medidas emanadas do vosso governo na defesa da saúde dos brasileiros, subscrevemos, Atenciosamente, Dr. Eleuses Vieira de Paiva Associação Médica Brasileira Dr. Edson de Oliveira Andrade Conselho Federal de Medicina Dr. Waldir Araújo Cardoso Federação Nacional dos Médicos

4 4 JAMB Vitória na regulamentação da profissão s senadores da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprovaram, sem alterações, no final de junho, o relatório do senador Tião Viana (PT-AC) favorável ao projeto de lei que define o ato médico (PLS 25/02). A matéria vai agora para a Comissão de Assuntos Sociais, onde tramitará em caráter terminativo. De acordo com o projeto, o médico deve ter em vista a promoção da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças e reabilitação dos doentes. O ponto de destaque do substitutivo de Tião Viana é a restrição do diagnóstico e da prescrição terapêutica apenas ao médico. O projeto também confere ao Conselho Federal de Medicina, CFM, na qualidade de órgão normatizador e fiscalizador do exercício da profissão, o direito de fixar a extensão e a natureza dos procedimentos médicos experimentais. O substitutivo, apresentado pelo senador Tião Viana, torna privativas de médicos as funções de coordenação, chefia, direção técnica, perícia, auditoria e supervisão de ensino vinculadas à profissão. No entanto, não inclui entre as funções privativas de médicos as de direção administrativa de serviços de saúde e aquelas, desse rol, que dispensem formação médica ou exijam qualificação profissional de outra natureza. O senador Tião Viana, que é médico, durante a análise da matéria na CCJ, pediu que a discussão sobre o mérito da proposta seja feita na CAS, que, segundo ele, deverá promover três audiências públicas sobre o assunto. Temos um vácuo legal por não legislar sobre a matéria e ordenar as atividades médicas. Hoje, são 14 profissões em práticas que envolvem a saúde. A questão interdisciplinar tem trazido polêmicas e disputas de mercado. Não parece justo que médicos não tenham direito de ter uma lei normatizadora das suas atividades, com regras claras, declarou Tião Viana na reunião da semana anterior, quando apresentou seu relatório. JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 Atualmente, argumentou o relator, se um médico prescreve uma dieta ou aplica uma injeção no paciente, ele pode ser condenado judicialmente por haver entrado na área de competência de nutricionistas e enfermeiros. Segundo o presidente do Conselho Federal de Medicina, Edson de Oliveira Andrade, a classe médica já vem conversando com os conselhos e com os sindicatos de outras profissões sobre este projeto de lei há muito tempo. Estamos negociando a sua aprovação. Só não podemos abrir mão do nosso núcleo profissional: o diagnóstico e o tratamento de doenças. Para o coordenador da Comissão Nacional em Defesa do Ato Médico, conselheiro Mauro Brandão Carneiro, a aprovação do projeto na CCJ significa um grande avanço para a medicina. Ao contrário do que alguns pensam, a luta pela regulamentação do ato médico não é uma simples lide corporativa. Não se pretende garantir uma reserva de mercado aos médicos, cerceando a atuação de outros profissionais de saúde. Propagam tais inverdades aqueles interessados em desmoralizar a luta, de extrema importância para toda a população. Comissões estaduais discutirão a Ordem dos Médicos do Brasil AMB e CFM reunidos: discussões sobre a Ordem dos Médicos Reunidas na sede da Associação Médica Brasileira em São Paulo, no dia 20 de maio, as diretorias do Conselho Federal de Medicina e da Associação Médica Brasileira discutiram os avanços nos estudos da viabilidade política, jurídica e patrimonial para a instituição da Ordem dos Médicos do Brasil e ainda a criação de comissões mistas AMB/ CFM nos Estados, com o objetivo de ampliar o debate sobre o assunto. No início de maio, as diretorias das entidades haviam redigi- do um comunicado oficial, dirigido aos presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina e das Federadas da Associação Médica Brasileira, solicitando a formação das comissões estaduais seguindo a mesma estrutura da comissão nacional. Ou seja, as comissões estaduais deverão ter seis membros, sendo três de cada entidade. Os nomes dos participantes, assim como os do coordenador e do secretário, deverão ser encaminhados ao coordenador da comissão nacional, Rubens dos Santos Silva.

5 JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE Contratos: os cuidados necessários pedido da Associação Médica Brasileira, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) prorrogou até 28 de fevereiro de 2005 o prazo, que venceria em setembro, para que as operadoras de planos de saúde assinem contratos com os médicos de suas redes credenciadas. Pela decisão, as operadoras terão mais 180 dias para ajustar os instrumentos jurídicos em vigor às regras da Resolução Normativa nº 71, que trata da contratação de médicos. A Comissão de Implantação da CBHPM informa aos médicos de todo o país os elementos indispensáveis à constituição do contrato e recomenda a estes profissionais a observância frente aos dispositivos constantes bem como aponta meios para resguardar seus direitos. O contrato é um instrumento jurídico que estabelece um acordo de vontades das partes contratantes, que se manifesta de um lado pela oferta e de outro pela aceitação. A proposta e a aceitação são elementos indispensáveis à formação do contrato, e entre elas gira toda a controvérsia sobre a força obrigatória do contrato, sobre o momento exato em que ambas se fundem para produzir a relação contratual, e sobre o lugar em que se reputará celebrado o negócio jurídico. O contratado (médico) deve ler com atenção aquilo que lhe está sendo proposto, sob pena de arcar com prejuízo futuro indesejado. Portanto, é essencial uma leitura minuciosa do contrato a ser subscrito, e, ainda, guardar consigo a segunda via deste instrumento, devidamente assinada pelos contratantes e por duas testemunhas. A ANS editou a RN 71 em 17 de março de 2004 determinando a revisão dos contratos de prestação de serviços firmados entre as operadoras de planos privados de assistência à saúde, seguradoras especializadas em saúde, profissionais de saúde e pessoas jurídicas, estabelecendo as condições em que deverão ser procedidos estes ajustes, bem como o prazo de 180 dias, contados da vigência dessa Resolução, para suas adaptações. Ocorre que as condições constantes dessa Resolução estão dispostas de forma genérica, não especificando os direitos que os médicos merecem que sejam observados e cumpridos pela contratante. Diante dessa inobservância, a Comissão Nacional de Implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos sugere aos profissionais médicos atenção especial frente aos aspectos assinalados no quadro abaixo. Além das recomendações, o médico deve rever seu contrato em vigor e verificar se a contratante está cumprindo integralmente suas disposições. Os contratos devem prever os prazos e condições de pagamento dos honorários médicos. É possível que os contratos antigos e em vigor ainda se baseiam nas tabelas de honorários médicos 1990 e 1992, editadas pela Associação Médica Brasileira para pagamentos dos profissionais médicos. Alguns desses contratos apontam índices de reajustes (IGPM e outros) e formas de pagamento. Assim, cabe ao médico ler atentamente seus contratos firmados com os planos de saúde e, caso as condições ali estabelecidas não estejam sendo cumpridas, invocar o Judiciário para dirimir estas questões. Verifique o contrato assinado anteriormente e fique atento para não ser lesado. A AMB disponibiliza em seu site (www.amb.org.br) uma sugestão de modelo de contrato. 1) A prestação de serviços poderá ser por meio de pessoa física ou jurídica. Neste caso, é importante cada profissional médico verificar com seu contador a forma de contratação menos onerosa em relação ao recolhimento de impostos. 2) O médico deve: a) Definir a(s) modalidade(s) de atendimento(s); b) Estabelecer as condições em que se darão os atendimentos, indicando os horários em que poderão ocorrer e as circunstâncias especiais para casos específicos; c) Definir o prazo para retorno da consulta; d) Esclarecer se estará disponível para consultas fora do horário comercial e em finais de semana; e) Também, se o profissional estará disponível para atendimento de urgências e emergências (resguardada a responsabilidade ética e profissional para com os pacientes em ato médico previamente assumido); f) Deixar claro o tempo de retorno quando se cobrará nova consulta - sugerimos 15 dias. 3) A fatura deve ser finalizada até o último dia útil do mês da prestação de serviços. Sua apresentação ao médico, contudo, pode ser estendida até o final da primeira semana do mês seguinte ao vencido e o respectivo pagamento ao médico deverá ser realizado até a terceira semana do mês seguinte ao vencido. 4) Em atenção à Resolução CFM 1673/03, a CBHPM é a única opção digna e ética para pagamento dos honorários médicos e deve ser o único referencial. 5) O reajuste da CBHPM deve ser anual e ter uma data base, independentemente da data de início da prestação de serviços pelo médico e sugerimos o dia 18 de outubro (Dia do Médico). O índice desse reajuste poderá ser o IPCA, que reflete o custo de vida e a inflação. De qualquer forma, é importante estabelecer que esse reajuste jamais poderá ser inferior ao índice de reajuste oferecido anualmente pela ANS aos planos de saúde. 6) Definir que não haverá glosa em procedimentos previamente autorizados, nem retenção de honorários médicos nos casos em que a suposta irregularidade esteja no âmbito da instituição hospitalar (ex: materiais, medicamentos etc). Caso haja irregularidade ou suspeita referente ao ato médico, a retenção somente se efetuará mediante comunicação prévia obrigatória com justificativa do auditor endereçada ao médico responsável. Caberá resposta-justificativa do médico e, uma vez descaracterizada a irregularidade, o pagamento será efetuado imediatamente. 7) O contrato poderá ser por tempo determinado ou indeterminado. A atenção na opção a ser feita deve ficar por conta da forma de rescisão e das condições de reajustes. Os contratos por tempo indeterminado somente deverão ser adotados caso haja uma penalidade, imputada à operadora, que compense investir em uma relação de trabalho com possibilidade de rescisão, a qualquer momento, no prazo de 60 dias. 8) A renovação de um contrato deve ter anuência de ambas as partes, neste caso, da operadora ou plano de saúde (contratante) e do médico ou sua empresa (contratado). Não podem deixar de ser observados na renovação de um contrato os critérios e observações aqui apontadas. Nos contratos por tempo determinado, poderá haver cláusula de renovação automática por igual período na ausência de manifestação de qualquer das partes. 9) A rescisão pode ocorrer a qualquer momento, respeitado o prazo de 60 dias. Mas deve ficar prevista no contrato penalidade em caso de rescisão sem justa causa. 10) Deve constar no instrumento que a não notificação com antecedência de 30 dias acarretará a renovação automática do contrato por igual período. 11) Estabelecer multa pecuniária para rescisão injustificada, atraso ou falta do pagamento, glosa imotivada, não aplicação do índice de reajuste, bem como em qualquer descumprimento de dispositivo contratual. A quantificação da multa deve ficar a cargo da partes, podendo ter como parâmetro a multiplicação do valor das últimas três faturas efetuadas a favor do médico. 12) Por fim, deve ser eleito um foro para dirimir dúvidas do contrato, e ainda, a subscrição de duas testemunhas no mesmo.

6 6 Unimed deu o primeiro passo concreto no sentido de adotar da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos CBHPM em todo o grupo: o Conselho Confederativo da Unimed do Brasil, reunido no dia 29 de julho, em Uberlândia- MG (foto ao lado), decidiu implantar no sistema intercâmbio o valor mínimo da consulta, R$ 33,60, a partir de 1º de setembro. A decisão do Conselho Confederativo de adotar a Classificação foi madura, atende aos compromissos da Unimed com os médicos e faz justiça à história do cooperativismo médico, ressalta o presidente da Unimed do Brasil, Celso Barros, que já presidiu inclusive a Comissão Nacional de Honorários Médicos da AMB, na década de 90. De acordo com o diretor de integração cooperativista da Unimed do Brasil, João Batista Caetano, o Conselho também decidiu implantar os procedimentos da CBHPM com redutor de 20% a partir de 1º de janeiro de Depois de concluída esta primeira etapa, seriam implantados os valores do Serviço Auxiliar de Diagnóstico e Tratamento (SADT), em data a ser agendada. Seguindo o exemplo, a Aliança Cooperativista Nacional Unimed JAMB JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 Unimed implanta a CBHPM no intercâmbio Decisão é válida a partir de setembro para consultas com o valor de R$ 33,60 também decidiu adotar a CBHPM no intercâmbio com redutor de 20% para procedimentos e consultas. O Conselho Deliberativo da Aliança, reunido em 19 de agosto, em Natal (RN), também assumiu o compromisso de trabalhar pela adoção da CBHPM em sua plenitude, solicitando a participação em Câmara Técnica para aprimoramento da UCO. A Aliança Unimed se comprometeu ainda a empenhar-se para implantar a CBHPM integral, de forma gradativa e progressiva, de acordo com a realidade de cada Unimed singular. Em carta enviada às entidades médicas nacionais, o presidente da Aliança Cooperativista Nacional Unimed, Reginaldo Tavares de Albuquerque, e o diretor superintendente, Daniel Figueiredo Júnior, se dizem sensíveis à necessidade de uma melhor remuneração do trabalho médico, e reconhecem os esforços das entidades médicas nacionais ao editarem a CBHPM. Além dessas decisões, 17 singulares já tomaram atitudes concretas no sentido de implantar a CBHPM: as Unimeds de Rio Branco, São Luís, Imperatriz, Paranaguá, Piauí, Recife, Rondônia, Caxias do Sul, Santos, Araraquara, Sergipe, Belo Horizonte, Guarulhos, ABC, Fortaleza, Belém e Maceió. No Espírito Santo houve acordos apenas em relação às consultas, variando entre as Unimeds Vitória, Sul e Norte de R$ 35,00 a R$ 42,00. As negociações com o grupo Unidas também avançam em todo o país. Já somam 14 os Estados com acordos fechados: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Movimento de implantação da CBHPM Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe. Já os sistemas Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) e Sinamge (Sindicato Nacional das Empresas de Medicina de Grupo) encaminharam carta às entidades médicas, propondo a celebração de um protocolo de entendimento em relação à CBHPM. No primeiro item, caso o protocolo seja aceito pelas entidades médicas, a direção nacional Abramge/Sinange recomendaria a todas as suas associadas a aplicação da CBHPM. Como segundo ponto, apresentou que recomendaria negociações regionais para a fixação de valores de remuneração. E, por fim, a Abramge/Sinange, uma vez firmado o protocolo, passariam a participar de Câmaras Técnicas setoriais, a serem criadas para manter o relacionamento com a categoria médica, finaliza o documento. Em relação à Fenaseg, as informações divulgadas no mês de agosto, sobre a possível adoção da CBHPM, não ficaram muito claras para as entidades médicas que, em comunicado, fizeram os seguintes esclarecimentos: 1) A Fenaseg teria manifestado sua intenção de adotar imediatamente TODOS os procedimentos da CBHPM na SUA tabela. Atualizado em 08/09/2004 ESTADO ACORDOS FECHADOS ATENDIMENTO /REEMBOLSO/SUSPENSÃO Acre Alagoas Unidas, MED Saúde, Unimed*, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Unidas, Unimed Cassi e Geap *Prazo de implantação a definir Usuários de Bradesco, Sul América e Golden Cross estão sendo atendidos pelos valores da CBHPM, Amazonas Bahia conforme a liminar Anestesistas, otorrinolaringologistas, ginecologistas e obstetras a todos os planos Bradesco e Medial; Sul América (Enquanto cumprir liminar que a obriga a pagar os valores da CBHPM, atendimento normal) Ceará Unidas, Unimed Fortaleza, Geap e Sim Saúde Bradesco e Sul América, Amil, Blue Life, Norclínicas e Gamec Distrito Federal Sul América Bradesco, Blue Life, Slam, Smile, Medial e Assefaz Espírito Santo Unimed Vitória (consulta R$ 35,00); Unimed Sul (consulta R$ 38,50), Unimed Norte (consulta R$ 42,00), Polícia Militar e São Bernardo Saúde (consulta a R$ 34,00) Reembolso para Fenaseg desde de 1º de agosto Goiás Unidas e Samedh (ambas a partir de janeiro de 2005) Grupo Fenaseg desde 1º de julho (reembolso); Golden Cross e Geap (descredenciamento) Maranhão Mato Grosso Mato Grosso Sul Minas Gerais Pará Paraíba Unidas e Unimed Belo Horizonte Unimed Belém, Unidas, Infraero, Cooperativa Mista dos Rodoviários Federais do Pará e do Amapá, Vida Plena, Top Saúde, Supermercados Líder, Pró-Saúde, Amil, PAS CEFET, TRE-PAS, ADA, Ipamb, Hospitais do Exército, Naval, Amazônia e Belém, Blue Life, MED Saúde, Luck Saúde e São Braz Golden Cross, Sul América, Bradesco e Hapvida; Medplan, Amil, Multiclínicas, Long Life e Unishop a partir de 30 de agosto (não estão cumprindo acordos) Todos os planos a partir de 18 de outubro, se não houver acordos Ortopedistas, urologistas, angiologistas, cirurgiões vasculares e otorrinolaringologistas a todas as operadoras Reembolso para operadoras da Fenaseg; Descredenciamento de 10 planos da Abramge; Uberlândia: reembolso todas as operadoras desde 1/9 Amil, Pró-Saúde, Saúde São Braz e Top Saúde (não estão cumprindo acordos) Coopanest rescindiu contrato com Golden Cross, Hapvida, Smile, Blue Life, Amil e AGF Saúde desde 1 de maio. Sul América e Bradesco desde 21 de junho (todos os médicos) Paraná Unimed Paranaguá Fenaseg desde 1º de maio; Unidas (seis especialidades) Angiologia e Dermatologia (Sul América); Ginecologia, Cirurgia Geral e Pediatria (Unibanco); Pernambuco Clínica Geral (AGF e Unibanco); Cardiologia (Sul América e Unibanco); Cirurgia de Cabeça e Pescoço Anatomia Patológica, Cirurgia Pediátrica e Urologia (Sul América e Bradesco); clínicas radiológicas, serviços de diagnóstico por imagem, Anestesiologia e Ortopedia (Sul América, AGF, Unibanco e Bradesco). Piauí Unidas, Unimed, Medplan e Amil Sul América, Bradesco, Hapvida e Golden Cross a partir de 13 de setembro Rio Grande Norte Amil, Unidas e Hapvida Descredenciamento de dez operadoras Rio Grande Sul Unimed Caxias do Sul Rondônia Unidas, Unimed e Ipam Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocatins RESUMO Unidas Unimed, Unidas, Blue Life, Fundo Exército, Amil, Multiclínicas, Long Life e Medplan Unidas Unimed (desde 1º julho) Unidas (a partir de 1º de janeiro) Santos: Unimed; Araçatuba: Assefaz; Araraquara: Unimed, Santa Casa, Benemed e União Operária; ABC: Volkswagen, Universo Saúde e Unimed; Guarulhos: Unimed, Golden Cross, Intermedici, Guaruamo, HBC e Seisa Unimed, Unidas, Cohidro, Plamed, Fusex e G. Barbosa Saúde Geap Unidas: acordo em 14 Estados/Unimed: acordo em 17 singulares Trata-se de informação nova, visto que, aos médicos, as empresas representadas pela Fenaseg expressaram terem adicionado em SUAS tabelas 700 novos procedimentos constantes da CBHPM e os princípios desta classificação. Mas não informaram quais procedimentos, nem quais princípios. 2) Não fazem qualquer referência à hierarquização dos procedimentos, elemento essencial para permitir ao usuário escolher seu plano de saúde. A hierarquização possibilita que, a partir do valor atribuído a qualquer dos procedimentos da lista, se possa saber qual o investimento que o plano de saúde se dispõe a fazer na remuneração aos prestadores de serviço. Na CBHPM os procedimentos foram hierarquizados conforme complexidade, conhecimento técnico envolvido (cognição), tempo de execução e risco (responsabilidade). 3) As operadoras ligadas à Fenaseg continuam a insistir na valorização discriminatória das consultas dos planos coletivos (R$ 34,00) acima dos individuais (R$ 30,00). As entidades médicas não podem aceitar que existam duas classes de pacientes. A proposta dos médicos é simples: a adoção da CBHPM, que lista procedimentos que abrangem a integralidade da Medicina atual, todos tecnicamente hierarquizados. Bradesco, Master Saúde, Golden Cross, Blue Life, Petrobrás Distribuidora, Mediservice, Medial, Unafisco, AGF, Hapvida, Sul América e Pró-Social da Justiça Federal Fenaseg e Abramge a partir de 1º de outubro, se não houver acordos Capital: Fenaseg, com exceção da Itauseg; Santos (desde 1º de julho): Fenaseg, Intermédica, Unimed Intrafederativa, Unimed Litoral Sul, Saúde Santista, Samcil e Golden Cross; São José do Rio Preto: Fenaseg desde 16 de agosto; ABC: Atendimento suspenso a 11 empresas. Descredenciamento de outras nove. Notificação judicial a quatro operadoras; Guarulhos: Porto Seguro, AGF, Notre Dame e outras 62 operadoras; Ubatuba: Cabesp, Amil, Vale Saúde, Sul América, Geap, Cassi e Samesp; Araçatuba: Cassi, Cabesp e Plant; Indaiatuba: Albert Sabin, Golden Cross, HPS e Medial Service; Abrasf, Amil, Assimédica, Beneficência Portuguesa, Blue Life, Care Plus, Coopi Saúde, Coopus, Coperbrás, Interclínicas, Master Saúde, Medicamp, Mediservice, Nipomed, Santa Teresa, Skill Omint e Universal Saúde Bradesco, Sul América, Blue Life, Amil, Golden Cross, Hapvida, Norclínicas, Integral, Medial, Medservice, Previna, Smile, Unibanco, AGF, Polimed, Gama, ABP, Life Star, Capitania dos Portos e Adeso ABP, Amil, Assefaz, Bradesco, Capesaúde, Cassi, Celtins, Correios, Eletronorte, Fassincra, Funcef, Geap, Golden Cross, Mediservice, Petrobrás, Samedh, Sul América e TER (decisão da Cooperativa dos Médicos Prestadores de Serviço dos Hospitais Privados de Palmas) 17 Estados com atendimento suspenso à Fenaseg (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal) 19 Estados com suspensão do atendimento (os citados acima e ainda Acre e Rio Grande do Norte)

7 JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 JAMB 7 CBHPM recebe apoio na Câmara erca de mil médicos, trajando aventais brancos, lotaram o auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília, na reunião da Frente Parlamentar da Saúde com entidades nacionais representativas da classe médica e líderes dos partidos políticos para debater o projeto de lei nº 3466/ 04, de autoria do deputado Inocêncio de Oliveira (PFL-PE), que estabelece a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) como referencial de honorários médicos no sistema suplementar de saúde. Rafael Guerra, coordenador da Frente Parlamentar, que reúne 230 deputados e 27 senadores, explicou que os deputados estão unidos pela dignidade do setor da saúde e pela qualidade dos serviços prestados. Não podemos ficar sujeitos ao poder econômico, às pressões e reajustes insuficientes tanto na tabela da saúde suplementar quanto na tabela do SUS. Precisamos ter uma saúde de primeira qualidade porque não temos cidadãos de primeira ou segunda qualidade. Já o deputado Inocêncio de Oliveira, autor do projeto de lei, destacou: É fundamental que o médico tenha o seu exercício profissional valorizado para servir bem a população, afirmou Oliveira. Além disso, esse é um problema que envolve 37 milhões de pessoas que usam planos de saúde. A nossa proposta é fazer uma lei geral nacional, que possa ser complementada por leis estaduais, de acordo com cada realidade econômica, finalizou o deputado. Do presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha, os médicos receberam uma promessa: O deputado Inocêncio de Oliveira teve sabedoria e agilidade política para entender essa questão. E, por isso, Câmara assume o compromisso de se empenhar na busca por uma solução para o conflito entre médicos e operadoras, pois é evidente a discrepância entre os envolvidos nesse setor, sentenciou Cunha. Provamos que o discurso da classe médica não é corporativista, como alguns insistem em apregoar. Demonstramos união em defesa de uma saúde mais à população, destacou o presidente da AMB, Eleuses Paiva. No mesmo dia, dirigentes das entidades médicas se reuniram com o ministro da Saúde, Humberto Costa, e o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Fausto Pereira dos Santos. Em pauta, a CBHPM e a contratualização entre médicos e operadoras de saúde. São Paulo reforça o movimento nacional Desde o dia 30 de julho os médicos de São Paulo engrossam o movimento nacional pela implantação da CBHPM. Os médicos paulistas elegeram as seguintes operadoras, para as quais estão trabalhando somente pelo sistema de reembolso: Marítima, Unibanco-AIG, Notre Dame, Sul América (ver abaixo), Bradesco, Porto Seguro e AGF. Quinze dias antes, no dia 15 de julho, as entidades médicas de São Paulo organizaram uma manifestação na Avenida Paulista para explicar à população a luta dos profissionais pela implantação da CBHPM (foto ao abaixo). Os médicos se concentraram na sede da AMB. Em seguida, se dirigiram em passeata à Avenida Paulista com faixas e cartazes. Os médicos entregaram folhetos aos pedestres e falaram das reivindicações da categoria. De volta à AMB, durante uma entrevista coletiva, as lideranças médicas explicaram aos jornalistas os benefícios da implantação da CBHPM. Procedimentos simples, que custam menos de R$ 100,00, como uma biópsia por fragmentos, não são pagos pelas empresas, o que pode levar a um diagnóstico tardio de câncer, exemplificou o presidente da AMB, Eleuses Paiva, no encontro com os jornalistas. Em nova assembléia, realizada no dia 9 de setembro, os médicos decidiram excluir temporariamente a Sul América do movimento iniciado em 30 de julho contra as seguradoras, pois a empresa apresentou à Comissão Estadual de Honorários uma proposta com intenção de implantar a CBHPM. Outra decisão foi ampliar a lista de empresas, com a inclusão da Blue Life, Avicena, Sancil, Interclínicas, Medial, Amico, Intermédica e Amesp, caso não apresentem propostas concretas para aceitação da CBHPM. Ministro Humberto Costa recebe as lideranças médicas Leis estaduais Visando eliminar conflitos quanto à CBHPM, até o momento, três Estados já contam com leis estaduais respaldando a CBHPM: Espírito Santo, que foi pioneiro, com a Lei 6628/01; Rio Grande do Norte (Lei 8.483/04), Pernambuco (Lei / 04) e mais recentemente o Piauí: a Assembléia Legislativa do Estado aprovou por unanimidade, no dia 8 de junho, o projeto de lei de autoria dos deputados Kléber Eulálio (PMDB) e Wilson Martins (PSDB) que estabelece novos valores do trabalho dos honorários médicos junto aos planos de saúde, instituições de saúde privadas e filantrópicas que mantêm convênios no Estado do Piauí. Em uma ação suprapartidária, os deputados estaduais baianos Notas da CBHPM UROLOGIA Uma liminar concedida pela 15ª Vara Cívil do Foro Central da Comarca da capital obriga as operadoras Marítima, Porto Seguro, Medial, Amil e Blue Life a remunerarem os urologistas de todo o Estado de São Paulo com base na CBHPM plena. A decisão, que prevê multa de R$ 20 mil a cada empresa em caso de descumprimento, é resultado de uma ação coletiva da regional de São Paulo da Sociedade Brasileira de Urologia. O exemplo partiu da regional da Bahia, que havia conseguido liminar semelhante, no dia 22 de julho, em relação às seguradoras Bradesco e Sul América. COMISSÃO O 1º vice-presidente da AMB, Lincoln Marcelo S. Freire, foi designado coordenador da Comissão Nacional de Implantação da CBHPM. Tal determinação visa dinamizar e otimizar as ações da Comissão e traçar diretrizes para a coordenação dos movimentos estaduais. ON LINE A Comissão Nacional de Implantação informa que a CBHPM encontra-se on line e disponibilizada na íntegra para consulta no site da AMB (www.amb. org.br). Também foram impressos 5 mil novos exemplares da terceira edição da CBHPM, que apresenta inclusões e exclusões de procedimentos, além da nova codificação, agora com oito dígitos. Mais informações pelo tel. (11) CÂMARAS TÉCNICAS Visando facilitar o processo de implantação da CBHPM, o presidente da AMB, Eleuses Paiva, esteve reunido com representantes da Unimed Brasil e da Unidas para a criação de Câmaras Técnicas no sentido de otimizar custos. Já a partir de 1 de agosto, representantes das entidades estarão trabalhando na Câmara de Órtese e Prótese, que discutirá aspectos éticos e econômicos do setor de saúde. A Câmara de Medicamentos abordará a política em vigência, e a terceira Câmara, de Incorporação de Tecnologia, avaliará a importância da incorporação de novos procedimentos na área de saúde. Além das Câmaras Técnicas, as entidades também incentivarão o Projeto Diretrizes, elaborado pela AMB e CFM em conjunto com as Sociedades de Especialidade. reiteraram seu apoio ao Movimento pela Remuneração Justa e Valorização da Saúde deflagrado pelos médicos. Reunidos em uma sessão especial na Assembléia Legislativa, os deputados decidiram elaborar um projeto de lei para a adoção da CBHPM como parâmetro para a remuneração do trabalho médico na Bahia. Em São Paulo, também tramita na Câmara um Projeto de Lei (228/04), de autoria do petista Fausto Figueira, garantindo ao Cremesp o direito de editar a CBHPM. Alguns Conselhos Regionais de Medicina também editaram resoluções buscando facilitar o trabalho das Comissões Estaduais de Honorários, casos de Minas Gerais (253/04), Paraná (129/04), Bahia (264/04) e Maranhão (001/04). Eleuses Paiva durante encontro com a Frente Parlamentar Campanha pelo PL3466 Atualmente, o projeto de lei nº 3466/04 encontra-se tramitando em regime de urgência na Câmara dos Deputados. A Comissão Nacional de Implantação entende como de fundamental importância a sua aprovação para consolidação da CBHPM. Por isso, pede a participação das Federadas, Sindicatos, Conselhos Regionais e Sociedades de Especialidade no sentido de envolver seus associados numa grande campanha para aprovação deste projeto de lei, solicitando aos seus filiados que enviem através de correio, ou fax pedido de apoio dos deputados ao PL nº 3466/04 (mais detalhes desta campanha no site CBHPM: estudo viabiliza implantação Um estudo elaborado pela Comissão do Departamento de Convênio da Sociedade Médica de Uberlândia e Unimed Uberlândia chegou a uma proposta de implantação da CBHPM que dilui o impacto financeiro para a Unimed local, sem prejudicar a saúde financeira da cooperativa, o que pode se estender a qualquer operadora de plano de saúde. O trabalho recomenda a divisão dos procedimentos por classes, aplicando um redutor nos percentuais de aumento para cada grupo de procedimentos em três parcelas, de tal forma que, ao término da última parcela, a CBHPM será implantada integralmente. O primeiro redutor será aplicado na implantação e os demais em períodos acordados entre os médicos e a operadora. A aplicação de um percentual redutor fracionado em cada grupo diluirá o impacto da implantação da Classificação, garante Cardoso. Os procedimentos que tiveram aumentos maiores nos últimos anos receberão a integralidade do reajuste somente na parcela final, enquanto os que tiveram aumentos inferiores passarão aos valores integrais da CBHPM já na implantação, afirma o presidente do Departamento de Imagem da Sociedade Médica de Uberlândia (MG) e da Associação dos Imaginologistas, Rasmo Cardoso Sobrinho, autor do trabalho. Segundo o estudo, a dificuldade na implantação da CBHPM no grupo dos SADT decorre da proposta de um aumento único e linear para todos os segmentos de SADT na fase de implantação. Por outro lado, de acordo com Cardoso, percentuais distintos de aumento para cada segmento, estabelecidos em determinados intervalos, irão proporcionar as condições necessárias para a implantação da CBHPM, reparando o desequilíbrio provocado pela falta de política para o setor desde 1999, afora a desmistificação de que o segmento de SADT está recebendo um aumento desproporcional aos demais, destaca. O estudo completo está disponível no site da Comissão Regional de Honorários Médicos do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (www.cbhpm.com.br) e também da Associação Médica Brasileira (www.amb.org.br). AMB faz sugestões ao rol proposto pela ANS A AMB, por intermédio da Comissão Nacional de Honorários Médicos, encaminhou suas considerações ao rol de procedimentos médicos apresentado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pela Consulta Pública nº 19, que institui o novo rol e o referencia para cobertura dos planos de saúde. Embora a nova lista seja o resultado da compatibilização entre o rol instituído pela Resolução nº 67 da ANS e a CBHPM, a AMB identificou e apresentou as devidas correções ao mérito, isto é, a correspondência entre rol de procedimentos da ANS e o descritivo da CBHPM. Um a um, num trabalho bastante minucioso, revisamos todos os procedimentos, explica o coordenador da Comissão Nacional de Honorários Médicos, Amilcar Martins Giron. Segundo Giron, o número de procedimentos incompatibilizados foi pequeno, sendo maior o número das divergências encontradas relacionadas à nomenclatura ou codificação.

8 8 JAMB JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 A profissão médica em números O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou o livro O Médico e seu Trabalho, resultado da Pesquisa sobre Qualificação, Trabalho e Qualidade de Vida do Médico, realizada durante todo o ano de 2002 pela internet. O CFM, a Associação Médica Brasileira, os Conselhos Regionais de Medicina e as Sociedades de Especialidade disponibilizaram o questionário em suas homepages e obtiveram respostas de médicos das cinco regiões brasileiras e de todas as especialidades médicas. As questões envolveram características demográficas, formação profissional, participação científica, mercado de trabalho, orientação sociopolítica e atitudes frente à vida e valores humanos. Em 2002, havia médicos no País e agora, dois anos depois, o CFM já registra profissionais. UF INSCRITOS ATIVOS AC AL AM AP BA CE DF ES GO MA MG MS MT PA PB PE PI PR RJ RN RO RR RS SC SE SP TO Total Características demográficas O Brasil tem um médico para cada 725 habitantes, sendo que a maioria se concentra no Sudeste ( em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo). A minoria está na região Norte: Amapá (406) e Acre (449) são os Estados que contam com o menor número de médicos. As mulheres representam cerca de um terço (30,2%) dos médicos do Brasil. Entre os profissionais de idade igual ou superior a 60 anos, a média é de uma mulher para 12 homens. No entanto, entre os de até 27 anos, a proporção é de uma médica para dois médicos, com tendência de equilíbrio. A maioria dos médicos brasileiros tem menos de 45 anos (63,4%), com destaque para o Ceará (72,9%) e para o Paraná (72,5%). Na região Norte, estão os menores índices de médicos nesta faixa etária, como exemplificam o Amapá (44,5%) e o Pará (52%). As capitais concentram o maior número de médicos (62,1%) em média, mas os dados mostram um aumento do número de profissionais que atuam no interior. Em Minas Gerais, por exemplo, eles representam 54,6%. Poucos médicos que exercem a profissão no Brasil são estrangeiros (1,5%) e eles estão concentrados em alguns Estados como Roraima (7,5%), Acre (7,1%) e Rondônia (5,9%). Distribuição dos médicos por região Faixa etária Sudeste Nordeste Sul Centro-Oeste Norte Mercado de trabalho O desemprego não tem representatividade entre os médicos (0,8%), mas pode ser observada uma dispersão entre os setores de atuação, sendo que 28% afirmaram possuir atividades múltiplas e 10% outra fonte de renda além da Medicina. Entre os que trabalham no setor público (69,7%), 56,6% atuam em hospitais e 14,3% em postos de saúde, mas para a maioria (74,2%) essas atividades representam menos de 50% da renda mensal. Dos médicos que atuam em regime de plantão (51,8%), 33% afirmaram fazê-lo há mais de dez anos. Entre os que têm atividade acadêmica, apenas 14,1% são exclusivamente docentes. Embora a maioria esteja satisfeita com sua especialidade (65,4%), 35,9% declararam que a renda satisfatória deveria superar os US$ 4 mil, enquanto 51,5% afirmaram ganhar menos de US$ 2 mil atualmente. A maioria (62,2%) indicou aumento da jornada de trabalho. Onde os médicos trabalham Futuro da profissão O futuro do médico continua sendo definido como mais pessimista (45,7%) do que otimista (14,7%). O assalariamento (62,2%) e a incerteza (59,9%) predominam na visão pessimista e a competência (46%) na otimista. Os médicos do Amapá (37,6%), Amazonas (37,1%), Acre (28,5%), Roraima (27,5%) e Espírito Santo (23,4%) apostam em um futuro melhor, enquanto o pessimismo predomina principalmente em São Paulo (51,5%), Minas Gerais (49%) e Paraná (48,1%). Palavras que definem o futuro da profissão Formação profissional A maioria dos médicos se graduou no Brasil (99,1%), principalmente em instituições públicas (70,6%), e grande parte tem até 15 anos de atuação (48,2%). Dentre os médicos que responderam à pesquisa, 78,1% concluíram algum curso de pós-graduação, sendo que 61,6% fizeram residência médica; 37,3% especialização; 14% mestrado; 6,8% doutorado; e 1,3% pós-doutorado. Dos 66,5% dos médicos que têm título de especialista, a maioria informou tê-lo obtido junto à sociedade de especialidade (70,2%), com registro no CRM/CFM (87,5%). Título de Especialista: principais áreas Setor público Consultório Setor privado Setor filantrópico Docência Incerteza Assalariamento Otimismo Competência Tecnologia Pessimismo Outros Pediatria Cardiologia Ginecologia e Obstetrícia Anestesiologia Cirurgia Geral Urologia

9 JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE proíbe ensino de atos médicos privativos través da Resolução nº 1.718/04, recentemente publicada, o Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou que é vedado o ensino de atos médicos privativos, sob qualquer forma de transmissão de conhecimentos, a profissionais não-médicos, inclusive àqueles pertinentes ao suporte avançado de vida, exceto o atendimento de emergência à distância, até que sejam alcançados os recursos ideais. A Resolução proíbe a prática supracitada, observando a exceção nos casos que envolvem atendimento de emergência à distância, através da telemedicina, sob orientação e supervisão médica, conforme regulamentado pela Resolução CFM nº 1.643/2002. Fica estabelecido que os procedimentos médicos ensinados em cursos de suporte avançado de vida são atos médicos privativos, devendo ser ensinados somente a médicos e estudantes de medicina. Ainda segundo a norma, a capacitação em suporte básico de vida deve ser garantida a qualquer cidadão, desde que não haja o ensino de atos privativos dos médicos. Os diretores técnicos de instituições de saúde serão responsabilizados, se permitirem tal ensino a profissionais nãomédicos. O Conselho Federal de Medicina, para apresentar a referida Resolução, baseia-se em diversas razões. Considera que os Conselhos de Medicina têm a obrigação de zelar e trabalhar por todos os meios ao seu alcance para o perfeito desempenho ético da medicina e que o alvo da atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. Compreende também que o campo de trabalho médico se tornou muito concorrido por agentes de outras profissões e que os limites interprofissionais entre as diversas categorias nem sempre estão bem definidos. Além disso, cita outros instrumentos normativos, como o Parecer CFM nº 44/2001, sobre as limitações concernentes ao uso e ensino de técnica de manuseio de desfibriladores automáticos; o Parecer CFM nº 26/2003, segundo o qual os cursos que ensinam atos médicos só podem ter como alunos médicos e/ou estudantes de medicina; o Parecer CFM nº 03/2004, segundo o qual os atos de diagnóstico e indicação terapêutica devem ser realizados exclusivamente por médicos, não podendo os demais profissionais ser treinados pelos médicos para este objetivo; o disposto no art. 3º da Resolução CFM nº 1.627/ 2001, segundo o qual o ensino dos procedimentos médicos privativos inclui-se entre os atos médicos e devem ser exercidos unicamente por médico; e o conteúdo do art. 30 do Código de Ética Médica, que veda ao médico delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica. Waldir Araújo Cardoso é o novo presidente da Fenam Foi eleita no dia 26 de junho, durante o VII Congresso da Federação Nacional dos Médicos, realizado na cidade de Rio Quente, Goiás, a nova diretoria da Fenam para o biênio 2004/2006, após a unificação da entidade com a Confederação Médica Brasileira. Escolhido por votação direta e com a preferência da grande maioria dos delegados com direito a voto, o cardiologista paraense Waldir Araújo Cardoso é o novo presidente da Fenam. Completam a diretoria executiva da entidade: Márcio Costa Bichara (1º vice-presidente); Marlonei Silveira dos Santos (2º vice-presidente); José Erivalder Guimarães de Oliveira (Secretário-geral); Heder Murari Borba (Secretário de Finanças); Mario Antônio Ferrari (Secretário de Assuntos Jurídicos); Maria de Fátima de Castro Dias (Secretário de Assuntos Interinstitucionais); Alfredo Boa Sorte Júnior (Secretário de Relações Internacionais); José Roberto Cardoso Murisset (Secretário de Imprensa e Divulgação); Francisco de Assis Torres Teixeira (Secretário de Relações Intersindicais); Clovis Abrahim Cavalcanti (Secretário de Políticas Sociais); André Longo Araújo de Melo (Secretário de Formação Profissional, Residência Médica e Educação Continuada) e Eduardo Santana (Secretário de Relações Trabalhistas). A cerimônia oficial de posse da nova diretoria ocorreu no dia 19 de agosto, no Rio de Janeiro. Declaração de Helsinki gera polêmica na AMM O presidente Eleuses Paiva e o diretor de Relações Internacionais, David Cardoso, representaram a AMB na 167 a sessão do conselho da Associação Médica Mundial (AMM), realizada na cidade de Divonneles-Bains, na França, de 13 a 15 de maio de O principal assunto do encontro, mais uma vez, foi a discussão acerca do parágrafo 30 da Declaração de Helsinki, sendo aprovado pelo conselho que o referido parágrafo não deverá sofrer alteração. Entretanto, foi aprovada uma nota de clarificação, a ser enviada às Associações Médicas Nacionais para análise, ficando a sua discussão para a próxima assembléia geral em outubro de 2004, no Japão. O Secretário-Geral, Delon Human, apresentou sua renúncia ao cargo, alegando necessidade de renovação. O alemão Otmar Kloiber foi indicado para assumir o cargo interinamente.

10 10 ntidades médicas nacionais lançaram uma mobilização nacional e um manifesto pela proibição das propagandas de cerveja e outras bebidas alcoólicas. O movimento, denominado Beba Cidadania, é liderado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo e pela Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas, da Universidade Federal de São Paulo) e conta com a participação de 180 entidades, entre elas a AMB, que reivindicam a aprovação de legislação para limitar a publicidade de álcool nos meios de comunicação e em eventos esportivos, culturais e sociais, semelhante à legislação atual que restringe as propagandas de cigarro. O movimento prevê ainda uma campanha para adesão de novas entidades ao manifesto e a coleta de um milhão de assinaturas, por meio de abaixo-assinado, para JAMB Movimento pela proibição da propaganda de álcool exigir a aprovação de lei pelo Congresso Nacional. Serão disponibilizados um site na internet, formulários próprios, cartazes e material de divulgação. No manifesto, as entidades também criticam a omissão governamental e a ausência de políticas públicas de prevenção e controle do consumo do álcool no Brasil. Além da restrição da propaganda, principal foco da campanha, o movimento Beba Cidadania defende aumento do preço ou taxação das bebidas alcoólicas, com destinação dos recursos arrecadados para prevenção e tratamento de dependentes; fiscalização e aplicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), uma vez que a venda de bebidas UNIFESP: recorde em transplantes O Hospital do Rim e Hipertensão, ligado à Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), conseguiu, pelo sexto ano consecutivo, o melhor desempenho mundial na realização de transplantes com um número de 500 cirurgias renais por ano. A liderança mundial em produtividade nessa área coloca o Brasil bem à frente do segundo colocado, a Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, com cerca de 200 transplantes anuais. Segundo o nefrologista José Osmar Medina Pestana, professor e diretor do Setor de Transplante Renal da UNIFESP, um dos grandes responsáveis por esse recorde mundial, a melhor notícia é que 90% dos 500 transplantes beneficiaram pacientes do SUS. Membro do conselho da Fundação Oswaldo Ramos, mantenedora do Hospital do Rim e Hipertensão, Medina afirma que o grande benefício do transplante é o fim das duras sessões de hemodiálise de que o paciente dependia para poder viver. O índice de sobrevida da pessoa transplantada, dependendo da idade, em média, gira em torno de dez anos, mas há casos de pacientes que chegam a 30 anos, conclui. Apesar do grande número de cirurgias que o Hospital do Rim e Hipertensão realiza anualmente, a fila de espera por transplante de rim está hoje em torno de 4 mil pacientes. O número das sessões de diálise, realizadas anualmente na instituição, é de 36 mil. Além disso, o Hospital realiza 530 mil exames, 40 mil consultas e internações por ano. EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA A Sociedade Brasileira de Cirurgia Pediátrica CIPE convoca todos os seus sócios para a Assembléia Geral Extraordinária que se realizará no dia 16 de novembro de 2004, no Hotel Pirâmide, na cidade de Natal (RN). A AGE terá início, em primeira convocação, às 17h30, com metade mais um dos seus sócios titulares e titulares remidos ou, em segunda e última convocação, às 18h00, com qualquer número de sócios titulares e titulares remidos. As deliberações serão tomadas pelo voto da maioria dos presentes. Pauta: Reforma estatutária. A CIPE convoca também todos os seus sócios para a Assembléia Geral Ordinária a ser realizada no mesmo local, às 19h00, em primeira convocação, com metade mais um dos seus sócios titulares e titulares remidos ou, em segunda convocação, às 19h30, com qualquer número de sócios titulares e titulares remidos presentes para: 1 Escolha do local e presidente do próximo Congresso Brasileiro de Cirurgia Pediátrica; 2 Deliberar sobre outros assuntos do interesse da CIPE e dos seus sócios. São Paulo, 16 de agosto de Flávio Pabst José Luiz Martins Presidente da CIPE Secretário Geral da CIPE JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 alcoólicas para menores é crime que não tem recebido punição; e controle rigoroso dos motoristas alcoolizados, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito. As entidades alertam ainda que o consumo de álcool é hoje um dos mais graves problemas de saúde e segurança pública do Brasil, pois é responsável por mais de 10% de todos os casos de adoecimento e morte no País; provoca 60% dos acidentes de trânsito; é detectado em 70% dos laudos de mortes violentas; transforma 18 milhões de brasileiros em dependentes; leva 65% dos estudantes do ensino fundamental e médio à ingestão precoce, sendo que a metade deles começa a beber entre 10 e 12 anos. Doação de órgãos A Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), em parceria com o Ministério da Saúde, Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, lança no dia 27 de setembro o Dia Nacional do Doador de Órgãos, campanha que visa conscientizar a população sobre o assunto. Um folder contendo informações detalhadas sobre o assunto, explicando, entre outras coisas, que para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, basta comunicar essa intenção à família, será distribuído à população. Mais informações: (11) ou Tabagismo Em 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco, o Brasil sediou o II Fórum de Mobilização da Sociedade Civil com o tema Tabaco e pobreza: um círculo vicioso, em Brasília. Participaram do evento representantes da Organização Mundial de Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde. Na ocasião, foi elaborado um documento, a ser entregue ao Congresso Nacional, reforçando a necessidade de ratificação da Convenção-Quadro pelo Brasil, o que depende da aprovação do Senado. O representante da Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira, Antônio Pedro Mirra, apresentou o relatório das atividades da AMB nesta área. No dia 30 de agosto, no Brasil, foi celebrado o Dia Nacional de Combate ao Fumo com a campanha Fumar é gol contra, com apoio do Ministério da Saúde e das entidades médicas nacionais. Site da Ramb agilizará fluxo de artigos A Revista da Associação Médica Brasileira (Ramb) agora tem versão on line, com o mesmo conteúdo da impressa: as seções À beira do Leito, Comentários, Diretrizes em Foco, Panorama Internacional, Discussão de Caso, Imagem em Medicina, Prática Clínica e ainda artigos originais e especiais. Pelo site acessando o publicador, os colaboradores também poderão enviar artigos e acompanhar o curso de sua apreciação, com muito mais agilidade. O site da Ramb traz, ainda, as normas para publicação de artigos científicos e links para opiniões sobre o site. ESCOLAS MÉDICAS No dia 28 de maio, a Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs) entrou com uma ação na Justiça Federal contra a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) para impedir a abertura de uma nova faculdade de medicina. A Amrigs entende que não existe necessidade social para a abertura de novas escolas médicas no País, considerando que já existe um número excessivo de médicos graduados anualmente (mais de 10 mil), cuja formação deixa a desejar. Outras informações sobre a campanha das entidades médicas contra a abertura de novos cursos de medicina no site PRÊMIO SAÚDE BRASIL Estão abertas as inscrições para o 4º Prêmio Saúde Brasil, que pretende valorizar os trabalhos socialmente responsáveis dos estudantes universitários. Poderão participar estudantes de qualquer ano, porém, somente concorrem por indicação das Universidades e/ou Centros-Diretórios Acadêmicos onde foram elaborados e implementados os trabalhos. Mais informações sobre o regulamento do Concurso e sobre as inscrições podem ser obtidas no site: ou pelo telefone (11) HOMENAGEM O ex-presidente da AMB e da APM, Nelson Guimarães Proença, foi homenageado com a entrega da Medalha de Anchieta e Diploma da Cidade de São Paulo na noite de 7 de junho na Câmara Municipal de São Paulo, por sua dedicação aos assuntos de saúde pública e pela melhoria da qualidade de vida do paulistano. A iniciativa foi do vereador Rubens Calvo. EDUCAÇÃO MÉDICA A Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM) promoverá, de 20 a 24 de novembro, no Centro de Convenções de Vitória, Espírito Santo, o XLII Congresso Brasileiro de Educação Médica. Durante esse período, Vitória será a sede da discussão sobre os aspectos atuais e futuros da educação médica no nível de graduação e pósgraduação. Informações completas no site CAMPEÕES MUNDIAIS A equipe da Sociedade de Medicina de São José do Rio Preto, representando o Brasil, conquistou o título do X World Football Championship for Medical Teams, realizado de 5 a 11 julho, em Barcelona, na Espanha. Para chegar ao título os brasileiros venceram Murcia por 1 a 0, golearam a Alemanha por 3 a 1, empataram em 0 a 0 com Zaragoza e fecharam a fase final com nova vitória de 3 a 1 sobre o Barcelona Doctors. A final foi contra o Barcelona Galens, derrotado por 1 a 0. A equipe campeã mundial: Raul, Mário Fernando, João Leal, Geovane, Cacau Lopes, Guaraci Garcia, Ferrari, Pedro Teixeira, Leo, Rodrigo, Luiz Cassilândia, Spotti, Carlos Figueiredo, João Paulo, Arnaud, Anequini, Euclides e Márcio Carneiro. pag-10-jamb 10 14/09/2004, 08:06

11 JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE Livros Fisiologia Linda S. Costanzo Elsevier Editora Tradução da segunda edição americana com maior abrangência na exposição da fisiopatologia. Perioperatório procedimentos clínicos Fábio S. Machado, Milton de A. Martins, Bruno Caramelli Editora Sarvier Dividido em três partes: na primeira apresenta uma visão geral do pré-operatório; a segunda, trata de situações particulares e a terceira é dedicada aos cuidados gerais no pós-operatório. Nutrição do recém-nascido Rubens Feferbaum Mário Cícero Falcão Editora Atheneu Procura apresentar de forma didática os avanços nos últimos 20 anos em pediatria neonatal. Princípios de Nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos Miguel Carlos Riella Editora Guanabara Koogan A nova edição acrescenta outros três capítulos aos 51 anteriormente existentes. Acompanha CD com conteúdo do livro. Genética médica Lynn B. Jorde, John C. Carey, Michael J. Bamshad, Raymond L. White Elsevier Editora Tradução da terceira edição americana abordando novos conhecimentos sobre farmacogenômica. Epidemiologia Roberto A. Medronho, Diana M. Carvalho, Katia V. Bloch, Ronir R. Luiz, Guilherme L. Werneck Editora Atheneu Reúne a experiência de 36 colaboradores que trazem os mais modernos conceitos epidemiológicos para a boa formação nesta área de conhecimento. Hepatites agudas e crônicas Luiz Caetano da Silva Editora Sarvier A terceira edição abrange os avanços sobre as hepatites observados nos últimos anos, como o estudo dos vírus VHG, TTV e SEM-V. COMUNICADO Atendendo à decisão do Desembargador Federal Nery Júnior, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que apreciou o recurso de Agravo de Instrumento interposto pela Associação Médica Brasileira contra liminar concedida pelo Juízo da 3ª Vara da Justiça Federal de São José do Rio Preto, deferindo parcialmente a postulação da entidade no sentido de publicar nesta edição do JAMB, referente aos meses de junho, julho e agosto de 2004, a não obrigatoriedade da adoção da tabela de honorários médicos AMB/1992. Acima, a edição da Tabela de Honorários Médicos AMB/1992 com a informação de NÃO OBRIGATORIEDADE. São Paulo, 10 de junho de 2004 Associação Médica Brasileira Não obrigatória EDITAL DE CONVOCAÇÃO Assembléia Geral Extraordinária para reforma e adequação dos estatutos do CBR ao novo Código Civil Brasileiro O presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem convoca os membros titulares quites com suas obrigações para a Assembléia Geral Extraordinária, que se realizará no Riocentro, na cidade do Rio de Janeiro, durante o XXXIII Congresso Brasileiro de Radiologia, dia 13/11/2004, sábado, às 15h00, em primeira convocação com a presença de pelo menos 50 membros titulares e, em segunda convocação, às 15h30, com a presença de qualquer número de membros titulares com a finalidade de: - Reformar o estatuto social do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, adequando-o às disposições do novo Código Civil Brasileiro. São Paulo, 19 de julho de 2004 Aldemir Humberto Soares Presidente do CBR TÍTULO DE ESPECIALISTA (TE) E CERTIFICADO DE ÁREA DE ATUAÇÃO (CA) Otorrinolaringologia TE 5 e 6 de março 2005 Inf. (11) Cirurgia Plástica TE 26 de setembro Inf. (41) Cancerologia Cirúrgica TE 25 de setembro Inf. (71) Cancerologia Clínica TE 25 de setembro Inf. (71) Patologia Clínica/Medicina Laboratorial TE - 21 de setembro Inf. (21) Patologia Clínica/Medicina Laboratorial Especial TE 21 de setembro Inf. (21) Medicina Legal TE 27 de outubro Inf. (51) Medicina do Esporte TE 21 de outubro Inf. (11) Infectologia e Infectologia Especial TE 18 e 19 de agosto Inf. (11) Alergia e Imunologia TE 6 a 10 de novembro Inf. (11) Nutrologia TE 9 de setembro Inf. (17) /3645 Nutrição Parenteral e Enteral CA 2 de outubro Inf. (11) Medicina de Urgência CA outubro a dezembro Inf. (11) Clínica Médica TE agosto a dezembro Inf. (11) Cirurgia Pediátrica TE 18 a 20 de novembro Inf. (11) Endoscopia TE 21 de outubro Inf. (11) /8201 Endoscopia Digestiva CA 21 de outubro - Inf. (11) /8201 Neurologia TE 3 de dezembro - Inf. (11) / Medicina do Trabalho TE 27 de novembro Inf. (31) Hematologia e Hemoterapia Pediátrica CA 2 de novembro Inf. (21) Dor CA 12 de novembro Inf. (21) Cancerologia Pediátrica TE 16 de novembro Inf. (71) Cirurgia do Aparelho digestivo TE 20 de outubro Inf. (81)

12 12 JAMB JAMB JUNHO/JULHO/AGOSTO DE 2004 Reunião do Conselho Científico: aprovação unânime das normas para revalidação do Título de Especialista Normas para revalidação do Título de Especialista m reunião na sede da Associação Médica Brasileira no mês de abril, em São Paulo, o Conselho Científico aprovou por unanimidade as normas de regulamentação para a revalidação de Título de Especialista apresentadas pela diretoria científica da entidade. Pretendemos que o sistema de revalidação altere totalmente os conceitos até agora existentes, pois será sinônimo de aperfeiçoamento continuado. Ou seja, muito mais importante que obter o Título será revalidálo, afirmou o diretor científico da AMB, Fábio Jatene. Entre os princípios adotados nas normas para a efetivação do convênio firmado entre Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina para revalidação do Título de Especialista estão: a) somente serão revalidados os títulos emitidos pela Associação Médica Brasileira; b) a adesão das Sociedades de Especialidade ao processo de revalidação é obrigatória; c) a revalidação será baseada em sistema de créditos e o tempo máximo para realizá-la será de cinco anos; d) o Título de Especialista não será cancelado caso não seja revalidado. Também será criada uma Comissão Nacional de Acreditação AMB/CFM, com função principal de controlar todo o processo. Essa comissão será responsável por estabelecer as regras gerais de funcionamento do processo de acreditação, como, por exemplo, o número de créditos e a proporcionalidade dos eventos e atividades que somarão os créditos. As Sociedades de Especialidade avaliarão os cursos, eventos e atividades de suas respectivas especialidades envolvidas no processo de revalidação. Em relação aos créditos, a proposta apresentada é que o sistema será baseado num total de 100, a serem acumulados ao longo de cinco anos, não podendo ser cumulativos após esse período. Caso não sejam acumulados nesse período, a normativa prevê a opção da realização de uma prova para a revalidação do Título de Especialista. Nossa intenção principal é criar um mecanismo que incentive o médico a estar atualizado, garante o 1º Secretário da AMB, Aldemir Humberto Soares. Não pretendemos retirar o Título de Especialista de nenhum profissional, completa. Também como item da pauta, o presidente da AMB, Eleuses Vieira de Paiva, resumiu ao Conselho Científico os resultados do movimento nacional pela implantação da CBHPM e o andamento das negociações com as operadoras de planos de saúde. Atendendo à sua solicitação, as Sociedades de Especialidade se comprometeram a punir com suspensão ou desfiliação os profissionais que forem condenados pelos Conselhos Regionais de Medicina por substituir colegas que tenham se descredenciado pelo envolvimento no movimento. Ainda na reunião, José Carlos Nicolau, representante da AMB na Comissão Nacional de Residência Médica, informou ao Conselho Científico que está sendo analisada a possibilidade de as áreas de atuação voltarem a ser coordenadas pelas Sociedades de Especialidade e que as principais discussões na Comissão atualmente são as mudanças no sistema de ingresso à residência médica e a criação de uma avaliação anual e obrigatória das residências já a partir de Em outra reunião, realizada no dia10 de agosto, o Conselho Científico aprovou por unanimidade que o Colégio Brasileiro de Cirurgiões estenda o programa de residência médica em Cirurgia Geral, atualmente com duração de dois anos. Também ficou decidido que o novo programa de residência em Cirurgia Geral será discutido em detalhes pelas áreas cirúrgicas. A proposta final será submetida ao Conselho Científico para aprovação por todas as especialidades, antes de ser encaminhada à Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) do Ministério da Educação (MEC). Outro assunto de destaque nesta reunião foi o trabalho da Comissão Especial para elaborar estudos e propor metodologia e critérios para revalidação de diplomas de medicina obtidos no exterior, criada pelo MEC pela Portaria 25, de 28 de junho deste ano. Ricardo Beyruti, representante da AMB na primeira reunião da Comissão, realizada em 14 de julho, relatou o receio das entidades em relação ao atual sistema de revalidação. A resolução 01/2002 determina prazo de seis meses após o pedido para que as universidades públicas dêem seu parecer. Como as instituições não têm estrutura para cumprir o prazo, os requerentes conseguem a revalidação judicialmente, explicou Beyruti. O grande número de brasileiros que estudam medicina em outros países e solicitam a revalidação para atuar aqui também é preocupante. Há mais de 2,5 mil médicos brasileiros formados na Bolívia, exemplificou. O Conselho Científico, entre várias contribuições, sugeriu uma análise criteriosa dos convênios de cooperação entre o Brasil e outros países, a exigência da equivalência de currículos, prova prática e proficiência em língua portuguesa, uma homogeneização em alto nível dos critérios de revalidação, a criação de centros de revalidação e a composição de uma comissão da AMB e do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre o tema. Beyruti levará as propostas para a segunda reunião da Comissão. Workshop: Diretrizes Baseadas em Evidências para a Prática Clínica Centrada no Paciente Com o objetivo de implementar a qualidade no atendimento prestado ao paciente, associando a experiência do profissional à melhor evidência científica disponível, a diretoria do Projeto Diretrizes desenvolveu o workshop Diretrizes Baseadas em Evidências para a Prática Clínica Centrada no Paciente, no qual as atividades têm como referência básica o Workshop oferecido pelo Oxford EBM Centre: How to teach and practice Evidence Based Medicine. Público alvo: Médicos e Profissionais de Saúde. Objetivo: Implementar a qualidade do atendimento prestado ao paciente, associando a experiência do profissional à melhor evidência científica disponível. Ferramentas de trabalho: Revisão Teórica da Medicina Baseada em Evidências, Discussão em Pequenos Grupos e Atividades Práticas em Laboratório de Informática, Demonstração em Data-Show, Exercícios Práticos em Computadores. Docentes: Moacyr R. C. Nobre e Wanderley M. Bernardo (os docentes são doutores pela Faculdade de Medicina USP, e têm especialização pela Universidade de Oxford nos cursos: How to teach and practice Evidence Based Medicine e Randomised Controlled Trials Course: a guide to design, analysis, interpretation and reporting. Local: Associação Médica Brasileira - Rua São Carlos do Pinhal, 324 Bela Vista São Paulo SP. Datas dos cursos: 15 e 16 de outubro; 19 e 20 de novembro; 10 e 11 de dezembro. Carga horária: 16 horas de trabalhos divididas em 4 módulos. Módulo 1 - Descrever o cenário clínico e reconhecer a dificuldade surgida no atendimento ao paciente; Elaborar uma pergunta que pode ser respondida de forma a facilitar a estratégia de busca de informação; Módulo 2 - Obter a resposta em fontes de informações científicas, acessando e recuperando a informação em bases de dados primárias e secundárias; Módulo 3 - Avaliar criticamente a informação obtida, aplicando o conhecimento sobre: Desenhos de Estudo, Força de Evidência e Graus de Recomendação, Medidas de Associação; Módulo 4 - Aplicar a evidência obtida para melhorar a qualidade do atendimento prestado ao paciente; Elaboração de Diretrizes Baseadas em Evidência. Vagas: 12 participantes Serão fornecidos certificados e material didático. Haverá intervalos a cada 2 horas de trabalho, com cofee-break. Realização: Diretoria Científica da Associação Médica Brasileira. Informações e inscrições: Tel. (11) ramais 117/118 com Luciane Fax (11) Veja também as opções de curso modular e in company no site São Paulo: Especialidades criam cooperativas Os médicos anestesiologistas de São Paulo constituíram legalmente, em 17 de maio de 2004, durante assembléia na sede da SAESP (Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo), a sua própria cooperativa, a Coopanest. O intuito é organizar os especialistas, além de possibilitar um atendimento mais abrangente à população. A Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas do Estado de São Paulo tem por objetivo a prestação de serviços médicos em anestesia, através de contratos firmados com órgãos públicos e entidades privadas a serem executados por seus associados, coletiva ou individualmente. Sua meta é facilitar o trabalho dos especialistas e administrar tanto a cobrança dos honorários junto às empresas contratantes quanto o trâmite de questões burocráticas, como pagamento de impostos e taxas. Na assembléia de 17 de maio, os anestesiologistas aprovaram o estatuto da Cooperativa e elegeram sua primeira diretoria: João Eduardo Charles, presidente; Norberto Carvalhaes Machado, vice-presidente; Vânia Aranha Zito, secretária-geral; André Moreira Tavares, 1º Secretário; Silvia Maria Machado Tahamtani, 2ª Secretária; Osmar Bergamaschi, 1º Tesoureiro e Onésimo Duarte Ribeiro Júnior, 2º Tesoureiro. Também em maio, foi criada a regional São Paulo da Cooperativa de Serviços Administrativos em Oftalmologia do Estado de São Paulo. Fundada no início de 2004, a Cooperativa conta também com outras 16 regionais no interior do Estado e tem o objetivo de defender os interesses dos oftalmologistas junto às operadoras de planos de saúde em busca de melhores condições de trabalho. A principal bandeira de luta da entidade recém-criada é colocar em prática a CBHPM para a remuneração dos oftalmologistas de São Paulo.

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