REGIMENTO INTERNO UNIMED ANÁPOLIS. Anápolis -Go

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1 1 REGIMENTO INTERNO DA UNIMED ANÁPOLIS Anápolis -Go

2 2 R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO - SEDE - FORO Art. 1 A UNIMED ANÁPOLIS - Cooperativa de Trabalho Médico, integra o Sistema Aliança Cooperativista Nacional Unimed, pela sua filiação à Federação das UNIMEDs dos Estados de Goiás e Tocantins, que forma, com outras Federações, a Confederação das UNIMEDs do Centro-Oeste e Tocantins, sendo constituída de conformidade com a Lei 5.764, de 16/11/1971, cumprindo todas as exigências baixadas pelo Conselho Nacional de Cooperativismo. Art. 2 A sede da Unimed é Anápolis - Go, sendo a comarca desta Cidade o Foro competente para as suas demandas. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS E PROPÓSITOS Art 3 o - A cooperativa terá por objetivo a congregação dos integrantes da profissão médica, para sua defesa econômica social, proporcionando-lhes condições para o exercício de sua atividade e aprimoramento do serviço de assistência médico-hospitalar e o propósito de combater a intermediação mercantilista. 1 o - No cumprimento de suas atividades, a Cooperativa, representada pelos seus Diretores, poderá assinar, em nome de seus Cooperados, contratos para a execução dos serviços, com pessoas jurídicas de direito público e privado, convencionando a concessão de assistência médico-hospitalar aos seus empregados e dependentes. 2 o - Poderá, também em nome de seus cooperados, assinar contratos com pessoas físicas, instituindo planos de assistência familiar ou pessoal. 3 o - Nos contratos celebrados, a Cooperativa representará os cooperados coletivamente, agindo como sua mandatária. 4 o - Os cooperados executarão os serviços que lhes forem concedidos pela Cooperativa nos seus estabelecimentos individuais e/ou nos próprios da Cooperativa, observando o princípio da livre oportunidade para todos os cooperados, além de observar estritamente o código de Ética Médica. 5 o - A Cooperativa promoverá a assistência aos cooperados e familiares, de acordo com as disponibilidades e possibilidades técnicas e conforme as normas estabelecidas neste Regimento Interno. 6 o - Promoverá ainda a educação cooperativista dos cooperados e participará de campanhas de expansão do cooperativismo e de modernização de suas técnicas.

3 3 CAPÍTULO III DOS COOPERADOS SEÇÃO 1 DA ADMISSÃO Art 4 o - Poderão cooperar-se todos os médicos que, tendo livre disposição de sua pessoa e bens, concordem e cumpram com as determinações do Estatuto Social da Cooperativa, Regimento Interno, preencham os requisitos legais e exerçam suas atividades profissionais na área de ação da UNIMED ANÁPOLIS. 1 o. - O número de cooperados será ilimitado quanto ao máximo, não podendo, entretanto, ser inferior a 20 (vinte) pessoas físicas. 2 o. - Não será admitida pessoa jurídica como cooperada. 3 o. Para a admissão de novos cooperados poderá, a critério do Conselho de Administração, observarem-se critérios técnicos, quanto ao número de usuários por cooperado. 4º. Fica determinado que a data de admissão de novos cooperados será sempre após a Assembléia Geral Ordinária de encerramento do exercício anterior. Art 5 o - Para cooperar-se, o candidato preencherá proposta de admissão, fornecida pela Cooperativa, encaminhada ao Diretor Presidente, assinando-a em companhia de 2 (dois) cooperados proponentes. 1 o. Juntamente com o pedido de admissão será preenchida uma ficha cadastral e entrega dos seguintes documentos: I Documento de Identidade; II Título de Eleitor; III Inscrição no Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás; IV Cartão de Identificação de Contribuinte do Ministério da Fazenda CIC; V Inscrição na Prefeitura Municipal ISS; VI Inscrição no INSS; VII Título de Especialista ou Residência Médica reconhecida pelo MEC; 2 o Depois de cumprido o parágrafo anterior e aprovada a sua admissão o cooperado deverá apresentar os seguintes documentos para cumprir a sua admissão: I Declaração comprovando que é filiado e que está em dia com suas obrigações junto à Associação Médica de Anápolis; II Declaração comprovando que é filiado e que está em dia com suas obrigações junto ao Sindicato dos Médicos de Anápolis; III Declaração comprovando que é Cooperado da Cooperativa De Crédito Mútuo dos Profissionais de Saúde de Anápolis e Região Unicred Anápolis. 3 o. O candidato poderá inscrever-se em 2 (duas) especialidades correlatas, no máximo.

4 4 4º - A inscrição da especialidade deverá estar de acordo com as normas editadas pelo CRM- Go, vigentes à época da inscrição. 5 o. Ficam dispensados de cumprir os itens I e II do parágrafo 2 o, os médicos das cidades da área de ação desta Cooperativa, que não residam em Anápolis. 6º - O candidato deverá apresentar comprovante de endereço residencial que comprove sua residência em Anápolis ou dentro da área de ação desta Cooperativa, ficando sujeito à confirmação. Art 6 o - Encaminhada a ficha de cadastro ao Diretor Presidente da Cooperativa e verificadas as declarações constantes da proposta, que sendo aceita pelo Conselho de Administração, com o parecer favorável do Conselho Técnico, facultará o ingresso do candidato no quadro de cooperados, assinando este, juntamente como o Diretor Presidente da Cooperativa o livro de matrícula. 1 o. - Em caso de parecer desfavorável do Conselho Técnico, poderá ser negado o ingresso do candidato. 2 o. - A admissão do candidato como cooperado será formalizada com a assinatura no Livro de Matrícula e após a subscrição de quotas partes do Capital Social e a participação integral em Curso Básico de Iniciação ao Cooperativismo de Trabalho Médico, promovido ou reconhecido pela Cooperativa. I Antes da participação no curso o candidato deverá providenciar os seguintes documentos: a) Pedido de inscrição da Unimed Anápolis; b)fotocópia do documento de identidade; c) Fotocópia do título de eleitor; d)fotocópia do CIC Cartão de identificação de Contribuinte do Ministério da Fazenda; e) Diploma de médico; f) Inscrição no Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás; g) Inscrição na Prefeitura Municipal ISS; h)título de especialista ou Residência Médica reconhecida pelo MEC e registrado no CRM- GO; i) Autenticação de todos os documentos acima. II Após a conclusão do curso o candidato deverá providenciar os seguintes documentos: a) Declaração comprovando que é filiado e que está em dia com suas obrigações junto à Associação Médica de Anápolis; b) Declaração comprovando que é filiado e que está em dia com suas obrigações junto ao Sindicato dos Médicos de Anápolis; c) Declaração comprovando que é cooperado da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Profissionais de Saúde de Anápolis e Região Unicred Anápolis; III O cooperado deverá ainda: a) Assinar o livro de matrícula;

5 5 b) Providenciar os materiais de consultório: Blocos de Planilha, Pedidos de Exames, Pedidos de internação e Emergência; c) Confeccionar o carimbo com o nome e código de acordo com o padrão fornecido pela Unimed; d) Receber o Estatuto da Unimed Anápolis e o seu Regimento Interno, tomando conhecimento das suas disposições; e) Preencher os formulários do FACO e QUOTA-PARTE; f) Providenciar, quando solicitados, outros documentos acima não mencionados, a critério da Unimed Anápolis. 3 o. - Os 02 (dois) primeiros anos de participação do cooperado na Cooperativa farão parte de Estágio Probatório, quando serão avaliadas suas condições de tornar-se cooperado efetivo, porém já assumindo todas as obrigações da Lei, do Estatuto, deste Regimento Interno e as deliberações tomadas pela Assembléia Geral e pelo Conselho de Administração da Cooperativa. Art 7 o. - Será negada a admissão no quadro de cooperados ao médico que tenha má conduta, que opere em atividades contrárias aos objetivos da UNIMED ANÁPOLIS ou que não preencham os requisitos formais para a sua admissão, conforme o Estatuto e o presente Regimento. Art. 8 Admitido, o novo cooperado se obriga a pagar a taxa de matrícula, e integralizar e realizar as quotas do Capital Social, na forma do Estatuto Social da Cooperativa. Parágrafo Único ficará obrigado, também, o cooperado a cumprir integralmente as normas Estatutárias e deste Regimento cujos exemplares lhe serão entregues, mediante recibo, no ato da admissão, para inequívoco conhecimento. Art. 9 o. - Cumprindo o que dispõe o artigo 6 o, o cooperado já assume as obrigações decorrentes da Lei, do Estatuto da UNIMED ANÁPOLIS e de deliberações tomadas pela Cooperativa. Caso contrário, receberá a sua quota parte, se a mesma já tiver sido paga, conforme as normas da Cooperativa, devendo então se afastar do quadro associativo logo após sua reavaliação. Art. 10 A UNIMED ANÁPOLIS promoverá a educação cooperativista aos cooperados, por intermédio de programas que incluam a expedição de periódicos, contendo informações sobre a Unimed e o movimento cooperativista, além de esclarecimentos verbais na sede da UNIMED ANÁPOLIS. Parágrafo Único O sistema cooperativista inclui como ponto de honra, o investimento no próprio cooperado, razão pela qual a cooperativa manterá a promoção de encontros sociais que são necessários e factíveis, para o congraçamento de seus médicos cooperados. Art. 11 A UNIMED ANÁPOLIS estará atenta à promoção de conclaves científicos na sua área de ação, concretizando para isso a colaboração, e patrocínio com verbas e enviados especiais, no sentido de se apresentar como entidade forte dos médicos para os médicos, voltada aos interesses do médico e da população.

6 6 Art. 12 Sempre que solicitado o Conselho de Administração fornecerá condições para que o cooperado acompanhe de perto a atividade da Cooperativa, para que o mesmo sinta o que é uma Unimed. Parágrafo Único Tal solicitação deverá ser feita, por escrito, ao Conselho de Administração, que providenciará para que o cooperado acompanhe diariamente as atividades da UNIMED ANÁPOLIS, juntamente com seus diretores por um período não superior a 15 (quinze) dias, sendo explícito que tal estagiamento não será remunerado em hipótese alguma. Art. 13 Sempre que autorizado o estagiamento de um cooperado junto a sua Diretoria, o mesmo deverá, em um prazo de 30 (trinta) dias, apresentar seu relatório ao Diretor-Presidente que se encarregará de levar em reunião as conclusões e sugestões levantadas, para uma análise em conjunto. Art. 14 As conclusões de estagiamento do cooperado junto a Diretoria deverão ser obrigatoriamente publicadas nos periódicos da cooperativa, juntamente com seu relatório na íntegra. SEÇÃO 2 DOS DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO COOPERADO Art. 15 O cooperado prestará serviços aos usuários, nas condições fixadas pela UNIMED ANÁPOLIS, em seu nome, nos contratos em que forem celebrados. Art. 16 Toda vez que houver mudanças de local de trabalho e respectivo horário de atendimento, tal modificação deverá ser comunicada imediatamente a UNIMED ANÁPOLIS, para que se processe a atualização dos mesmos sem prejuízo do cooperado e seus usuários. Art. 17 O médico cooperado é instrumento preponderante na elevação do padrão de assistência médica, tendo por dever e obrigação sua participação efetiva no desenvolvimento e consolidação do sistema cooperativista, bem como na apresentação de sugestões para a melhoria coletiva. Art. 18 Ao médico cooperado caberá denunciar fatos ou ocorrências de natureza ética, legal e moral que possam ou venham prejudicar o bom nome e funcionamento da UNIMED ANÁPOLIS. Parágrafo Único Tal denúncia deverá ser feita por escrito em caráter confidencial ao Conselho de Administração que se encarregará da tramitação da mesma para as providências necessárias. Art. 19 Fica assegurado ao cooperado a assistência em caráter exclusivo aos usuários da UNIMED ANÁPOLIS, salvo quando:

7 7 a) em casos de emergência ou risco de vida quando então poderão ser atendidos por plantonistas dos Hospitais Contratados; Parágrafo Único após o primeiro atendimento a que se refere o item anterior os usuários deverão ser orientados a procurar médico cooperado para eventual continuidade do tratamento. Art. 20 Após o atendimento e o preenchimento das respectivas planilhas deverão estas ser relacionadas mensalmente, conforme orientação permanente da Assessoria Administrativa da UNIMED ANÁPOLIS. Realizados os preenchimentos, a fatura será enviada no prazo determinado, para as verificações contábeis e contratuais permitindo-se a computação dos dados para agilização de pagamento de produção aos cooperados e recebimento dos usuários. Art. 21 O atendimento dos usuários em consulta está incluído, quando necessário, o retorno para verificação de resultados de exames e/ou tratamentos instituídos, devendo, pois, ser considerado extensão do primeiro atendimento não justificando a emissão de nova guia. 1º - Para fins de disciplina junto à contratante e cooperado fica estipulado o prazo máximo para retorno em 21 (vinte e um) dias a contar da consulta inicial, respeitando as demais disposições. 2º - Em casos excepcionais de necessidade de uma nova consulta, com o mesmo especialista, dentro do prazo acima determinado, por patologias diferentes, deverá o fato ser justificado. 3º - Fica terminantemente proibido a marcação de nova consulta para fins de verificação de exames e/ou tratamentos instituídos inicialmente. 4º - Na incidência de tal fato, deverá o médico cooperado ser comunicado pela coordenação de auditoria médica, por escrito e com cópia anexada ao prontuário do cooperado. 5º - Na reincidência de fatos comprovados, ficará caracterizado o dolo do cooperado, que igualmente será comunicado o assunto como no parágrafo anterior, devendo se processar a denúncia ao Conselho de Administração que determinará o encaminhamento do caso. 6º - Caso o retorno não ocorra nos 21 dias subseqüentes à consulta inicial, para entrega de resultado de exames solicitados, por impossibilidade de atendimento por parte do médico, será considerado retorno o próximo atendimento realizado no paciente, mesmo extrapolando o prazo instituído de 21 (vinte e um) dias. Art. 22 Após o ingresso na UNIMED ANÁPOLIS, o cooperado terá o seu nome aposto no Guia Médico que os usuários têm a sua disposição. Nesse Guia, constará o nome do cooperado, suas especialidades bem como seu horário de atendimento. 1º Para que o cooperado tenha seu nome publicado no guia médico na especialidade o qual está inscrito na Cooperativa, deverá obedecer às normas estabelecidas pelo CRM. 2º - O local e horário de atendimento serão os mesmos em que o cooperado exerça a atividade na condição de autônomo liberal.

8 8 Art. 23 Fica abolida a terminologia de consulta fora de hora, deixando-se a critério do cooperado o atendimento ou não de uma consulta fora de sua agenda de trabalho, entendendo-se que na eventualidade de atendimento, o mesmo será pago como consulta normal, exceto nos sábados, domingos, feriados e nos dias úteis das 19:00 às 07:00 horas, quando será paga consulta com acréscimo de 30 (trinta) por cento. Art. 24 O cooperado fica proibido de cobrar diretamente dos usuários qualquer valor complementar não previsto no pagamento dos seus serviços. Art. 25 Igualmente fica o cooperado proibido de instituir instrumento ou mecanismo que discriminem o usuário ou dificultem o livre acesso aos seus serviços. Art. 26 Quando o cooperado emitir guia de produção que não represente efetivamente o serviço prestado será cancelado o pagamento considerado abusivo. Art. 27 O cooperado terá ampla liberdade no exercício de sua atividade profissional, não podendo a UNIMED ANÁPOLIS cercear suas iniciativas relativas a condutas Técnico- Científicas, desde que as mesmas estejam de acordo com a ética e com as normas contratuais fixadas. Parágrafo Único Em casos de aberrações estatísticas o Conselho de Administração, através do Diretor Médico, poderá a título de conhecimento, solicitar do cooperado, explicações sobre determinados atos médicos, através do Conselho Técnico e do Comitê de Especialidades. Art. 28 Fica facultado ao cooperado o acesso ao seu prontuário dentro da UNIMED ANÁPOLIS, devendo para isso solicitar vistas para o mesmo à Assessoria Administrativa, sendo expressamente proibida a sua retirada da sede da Unimed, bem como a cópia reprográfica ou método similar, sem a prévia autorização da Diretoria Executiva. Art 29 - O Cooperado ainda se obriga a: a) Executar em seu próprio estabelecimento, em instituição hospitalar filiada ou nos próprios da cooperativa, nas 02 (duas) especialidades já autorizadas no seu ingresso, os serviços que lhe forem concedidos pela Cooperativa, conforme normas estabelecidas no Estatuto e neste Regimento Interno; b) Prestar à cooperativa os esclarecimentos que lhe forem solicitados sobre os serviços prestados em nome desta; c) Cumprir as disposições da Lei, do Estatuto, das deliberações tomadas pela Assembléia Geral da Cooperativa, pelo Conselho de Administração e Diretoria Executiva, além de observar, fielmente, as disposições do Código de Ética Médica. d) Zelar pelo patrimônio moral e material da Cooperativa, atuando com lisura, clareza, honestidade e obediência às normas da Cooperativa na realização dos serviços, apresentação e recebimento da produção e na operacionalização de contas com a sociedade;

9 9 e) Subscrever e integralizar as quotas-parte do capital social, nos termos do seu Estatuto, e contribuir com as taxas de serviços e encargos operacionais que lhes forem estabelecidas; f) Pagar sua parte nas perdas apuradas em balanço na proporção das operações que houver realizado com a Cooperativa, se o fundo de Reserva não for suficiente para cobri-las; g) Participar do FACO (FUNDO DE ASSISTÊNCIA AO COOPERADO). Art 30 - O cooperado responde subsidiariamente pelas obrigações contraídas pela Cooperativa, perante terceiros, até o limite do valor das quotas-parte que subscrever e pelo valor dos prejuízos verificados nas operações sociais, proporcionalmente à sua participação nessas operações, perdurando a responsabilidade mesmo nos casos de demissão, eliminação ou exclusão, até a data em que forem aprovadas pela Assembléia Geral, as contas do exercício social em que se deu o desligamento, sem prejuízo da responsabilidade, perante a Cooperativa. Parágrafo Único A responsabilidade do cooperado somente poderá ser invocada depois de judicialmente exigida a da Cooperativa. Art As obrigações do cooperado falecido, contraídas com a Cooperativa e as oriundas de sua responsabilidade como Cooperado, em face de terceiros, passam aos herdeiros, prescrevendo, porém, após um ano e 1 (um) dia da abertura da sucessão. SEÇÃO 3 DA DEMISSÃO Art A demissão do cooperado, que não poderá ser negada, dar-se á unicamente a seu pedido e será requerida ao Presidente, sendo por ele levada ao conhecimento da Diretoria, em sua primeira reunião e averbada no livro de Matrícula mediante termo assinado pelo Presidente. Art. 33 _ O cooperado que se demitir e vier a pedir readmissão na Cooperativa após receber o seu capital social, no todo ou em parte, deverá, na hipótese de deferimento da readmissão, subscrever e integralizar: I - tantas quotas-parte quantas recebera por ocasião de sua demissão, obedecendo ao mínimo estabelecido no seu Estatuto. II - os valores subscritos e integralizados pelo corpo social no período do seu afastamento, em decorrência de dispositivos do Estatuto ou de deliberação da Assembléia Geral. SEÇÃO 4 DO PROCESSO DISCIPLINAR Art. 34 Tomando conhecimento de procedimento contrário às normas desta Cooperativa, por parte do cooperado, no relacionamento com a Cooperativa e/ou usuários, o Conselho de Administração abrirá uma sindicância, notificando por escrito, via AR, o cooperado para se

10 10 pronunciar sobre os fatos e apresentar defesa escrita, no prazo de 10 (dez) dias a contar da juntada do AR nos autos da sindicância. Caso a sindicância conclua ser necessária instauração de processo disciplinar instauração de processo disciplinar, o Conselho de Administração notificará por escrito, via AR, inicialmente o cooperado denunciado para se pronunciar sobre os fatos e apresentar defesa escrita no prazo de 15 (quinze) dias, a contar da juntada do AR nos autos do processo disciplinar. Art. 35 Considera-se ainda, procedimento ilegal ou contrário às normas desta Cooperativa, por parte do cooperado, os fatos que configurem as seguintes hipóteses: a) exercício de qualquer atividade considerada prejudicial à cooperativa; b) disposição de não executar, em seu consultório, ou instituições filiadas, os serviços contratados em seu nome pela cooperativa; c) manifestação, por atos reiterados, de desinteresse no cumprimento das obrigações assumidas, em seu nome, pela cooperativa; d) prática, no cumprimento das obrigações para com a cooperativa e seus usuários, de atos contrários à lei e as normas éticas; e) encerramento, sem aviso prévio da atividade médica autônoma, na área de ação da Cooperativa. Art Além dos motivos de direito, o Conselho de Administração é obrigado a eliminar ou suspender o cooperado que: a) deixar de cumprir dispositivos da lei, do Estatuto, deste Regimento Interno ou deliberações tomadas pela Cooperativa. b) deixar de residir na área de ação da Cooperativa; c) deixar de operar com a Cooperativa durante um 01 (um) ano sem justa causa. Art. 37. Findo o prazo do art. 34 o processo será instruído com as provas nele contidas, podendo o Conselho de Administração, requisitar outras que entender serem necessárias para elucidação do fato. Art. 38. Poderá ser produzida prova testemunhal, ouvindo-se no máximo 03 (três) testemunhas de cada parte. Parágrafo Único. O rol de testemunhas deverá ser apresentado pelo denunciante quando do oferecimento da denúncia e pelo denunciado quando da apresentação da defesa, sob pena de preclusão.

11 11 Art. 39 Encerrada a instrução processual, o Conselho de Administração encaminhará pedido de parecer ao Conselho Técnico, com um relatório sobre a matéria fática e de direito em questão. Art. 40 De posse do processo, com todos os seus termos e atos, o Conselho Técnico deverá emitir parecer, no prazo de 15 (quinze) dias. Parágrafo Único O parecer do Conselho Técnico, deverá ser assinado por 05 (cinco) membros, titulares ou suplentes. Art. 41 Com o parecer do Conselho Técnico voltará o processo ao Conselho de Administração designando o Presidente um dos Conselheiros Administrativo para funcionar como relator. 1º - Os relatores serão designados sob a forma de rodízio entre os membros do Conselho de Administração. 2º - Os integrantes da Diretoria Executiva não serão designados como relatores, em quaisquer hipóteses. 3º - Em caso, de impedimento invocado pelo relator designado, o Presidente deverá designar o substituto. Art. 42 Examinado o processo pelo relator, o mesmo emitirá seu parecer sobre aplicação de penalidade ou não do cooperado, conforme previsto no estatuto da Cooperativa. Art. 43 Com o relatório, o Presidente pautará o processo, para deliberação do Conselho de Administração, comunicando data designada ao relator. Art. 44 O Conselho de Administração, examinando o processo, com o parecer do relator deliberará sobre a matéria, aplicando ou não penalidade prevista no Estatuto da Cooperativa. Art. 45 O Conselho de Administração, quando julgar conveniente poderá determinar o retorno do processo à Diretoria Executiva, para a realização de diligências que melhor elucidem, no seu entender os fatos apresentados. Art. 46. Qualquer membro do Conselho de Administração poderá obter vista dos autos. Havendo mais de um interessado o prazo será comum até 06 (seis) dias úteis. Entretanto, independentemente dos respectivos pronunciamentos destes conselheiros a deliberação será tomada na reunião marcada, conforme o artigo 43. Parágrafo Único. Os membros do Conselho de Administração e as partes interessadas poderão ter acesso aos autos do processo, sendo vedada a sua retirada da sede da Cooperativa. Entretanto, poderão ser obtidas fotocópias dos autos na própria Cooperativa.

12 12 Art. 47. Nos relatórios e pareceres previstos nos artigos deste Regimento, o Conselho Técnico, ou o relator poderão solicitar o pronunciamento das Assessorias Técnicas e/ou Jurídicas da UNIMED ANÁPOLIS. Art. 48 Cópia da decisão do Conselho de Administração será encaminhada às partes interessadas. 1º - Em caso de aplicação de penalidade de eliminação de cooperado, cópia da decisão será encaminhada por notificação, através de Cartório de Título e documentos. 2º - Nos demais casos a ciência da decisão se dará por carta registrada com AR. Art Das decisões do Conselho de Administração cabe recurso no prazo de 30 (trinta) dias, contados da data do recebimento da decisão. 1º. O recurso apresentado, tempestivamente, será objeto de deliberação pela Assembléia Geral da Cooperativa e terá efeito suspensivo. 2º. Caso a decisão do Conselho de Administração tenha sido pela eliminação do cooperado e o mesmo não tenha apresentado recurso no prazo estipulado no caput deste artigo, findo o prazo, o cooperado será desligado definitivamente do quadro social da Cooperativa. Art O recurso deverá versar apenas sobre matéria de direito, ficando vedada a produção de novas provas. Art. 51 Recebido o recurso, o Presidente do Conselho de Administração convocará Assembléia Geral, salvo se já houver uma designada em prazo razoável. O Presidente designará, ainda, um membro do Conselho de Administração para examinar o recurso e ser o relator. Art O cooperado eliminado ficará impedido definitivamente de ser readmitido na Cooperativa. Art A responsabilidade do cooperado eliminado, em relação às obrigações financeiras, de conformidade com o art. 9º do Estatuto, somente termina na data da aprovação, por Assembléia Geral Ordinária, do balanço e das contas do ano em que ocorreu a eliminação. Art O Conselho de Administração, quando deliberar sobre a aplicação ou não de penalidade ao cooperado, não ficará adstrito aos pareceres emitidos. Art Recebido o recurso, o Presidente do Conselho de Administração convocará Assembléia Geral, salvo se já houver uma designada em prazo razoável. O Presidente designará, ainda, um membro do Conselho de Administração para examinar o recurso e ser o relator.

13 13 Art Na designação do relator e elaboração do relatório serão observadas as regras dos artigos. 40 e 43. Parágrafo Único Além das restrições do 2º do art. 41 o relator anterior não poderá ser designado para apreciar o recurso. Art Apreciado o recurso pela Assembléia Geral, da sua decisão não caberá qualquer outro recurso administrativo. Art 58 - O Cooperado eliminado deixará de operar com a Cooperativa imediatamente após o recebimento da cópia do termo de eliminação. SEÇÃO 5 DA EXCLUSÃO Art. 59. Será excluído o cooperado, por sua morte, incapacidade civil não suprida ou por deixar de atender aos requisitos estatutários de ingresso e permanência. Parágrafo Único A responsabilidade de Cooperado, em relação às obrigações financeiras, de conformidade com o que dispõe o seu Estatuto, somente termina na data da aprovação, por Assembléia Geral do Balanço e Contas do ano em que ocorreu o fato. CAPÍTULO IV DOS USUÁRIOS DO TRABALHO DOS COOPERADOS Art Basicamente a UNIMED ANÁPOLIS, quanto à pessoa do contratante, realiza dois tipos de contrato: COLETIVO E PARTICULAR. Art Considera-se Coletivo o contrato pelo qual a UNIMED ANÁPOLIS, em nome dos cooperados, se obriga, perante pessoas jurídicas de qualquer natureza, a proporcionar aos seus dirigentes, funcionários, empregados e respectivos dependentes, os serviços assistenciais de sua competência, constantes nos respectivos contratos. Art Considera-se Particular o contrato pelo qual a UNIMED ANÁPOLIS, em nome dos cooperados, se obriga, perante pessoas físicas, a proporcionar ao contratante e eventuais dependentes e/ou agregados, os serviços assistenciais de sua competência, constantes nos respectivos contratos. Art Todas as pessoas que utilizarem os serviços contratados serão denominadas genericamente de usuários, independentemente de sua condição de titular, dependente ou agregado. Art Em relação aos contratos comercializados pela Unimed Anápolis, em regra, serão considerados: I - O contratante como o Usuário Titular.

14 14 II - Usuários Dependentes aqueles que mantenham com o Titular uma das seguintes relações: a) cônjuge ou companheiro (a) que comprove união estável como entidade familiar, conforme Lei Civil; b) filhos (as); c) Menor sob a guarda ou tutela judicial do titular; d) As pessoas declaradas judicialmente como dependentes economicamente do titular. III - Usuários Agregados aqueles que mantenham com o Titular uma das seguintes relações: a) Pai/mãe; b) sogro/sogra; c) netos (as); d) demais pessoas inscritas no plano. CAPÍTULO V DO TIPO DE CONTRATAÇÃO Art. 65- Com relação à forma de pagamento do contrato, por parte do contratante, a UNIMED ANÁPOLIS realiza dois tipos de contrato: a) por custo determinado ou Pré-pagamento; b) por serviços prestados ou Custo-operacional. Parágrafo Único O contrato poderá estabelecer também modalidade mista, pela qual uma das partes das obrigações serão pagas sob custo determinado e outra sob serviço prestado. Art Considera-se contrato por custo determinado ou Pré-pagamento a modalidade pela qual a UNIMED ANÁPOLIS sempre representando os seus cooperados e instituições filiadas, se obriga, a prestar serviços médicos e hospitalares, mediante o pagamento de uma prestação mensal, por usuário, fixada de conformidade com cálculos atualizados. Art Considera-se contrato por serviços prestados ou Custo operacional, a modalidade pela qual a UNIMED ANÁPOLIS, representando os cooperados e instituições filiadas, se obriga a prestar os serviços médicos e hospitalares, pelo custo desse serviço, baseado nas tabelas de unidades de serviço da UNIMED ANÁPOLIS e na tabela da AMB, acrescida da taxa de Administração para reembolso dos custos administrativos. CAPÍTULO VI DOS PLANOS DE TRABALHO Art Nos contratos celebrados, os usuários terão direito aos serviços assistenciais a seguir discriminados, que serão prestados pelos cooperados e instituições filiadas: a) internação hospitalar, em QUARTO COLETIVO, nos casos cirúrgicos, obstétricos, clínicos;

15 15 b) internação em Quarto Privativo com banheiro nos casos expressos no item anterior e especialmente identificados em contrato e na carteira do usuário; c) serviços de enfermagem durante o período de internação; d) salas de cirurgia e parto; e) anestesia; f) medicamentos prescritos durante o período de internação; g) exames requisitados pelo médico assistente cooperado, para controle da doença do paciente internado; h) serviços especializados e/ou integrantes do tratamento, prescrito pelo médico cooperado, para o paciente internado; i) serviços médicos, através dos profissionais cooperados, nas seguintes especialidades: 1. cirurgia geral e especializada; 2. clínica médica 2.1. geral e especializada 2.2. pediátrica 2.3. psiquiátrica (no que prevê alguns contratos); 3. obstétrica; j) consultas nos consultórios médicos dos cooperados, dentro do horário de atendimento, sob o regime de livre escolha; l) atendimento de emergência nos prontos-socorros filiados à UNIMED ANÁPOLIS. m) realização, mediante prescrição do médico cooperado e autorização prévia da UNIMED ANÁPOLIS, de exames, testes e provas com cobertura em seus respectivos Contratos, observando-se os períodos de carências. CAPÍTULO VII DO TRABALHO NÃO INCLUÍDO NOS PLANOS Art Nos contratos celebrados deverá ficar inequivocamente ajustado que a UNIMED ANÁPOLIS não se obrigará a conceder ao usuário os serviços médicos e/ou hospitalares nas seguintes situações: a) internações em casos de geriatria; b) internações e/ou exames auxiliares, e assistência do médico cooperado, nos casos de: 1 - cirurgia plástica estética; 2 tratamento clínico que exceda os prazos estabelecidos em alguns contratos;

16 16 3 exames e/ou tratamentos pré-operatórios em regime hospitalar; c) atos cirúrgicos proibidos pelo Código de Ética Médica; d) tratamento de moléstias ou acidentes resultantes de: 1 -. atos ilícitos ou imperícia comprovada; 2 embriaguez; 4 - tentativa de suicídio; 5 - uso de entorpecentes. e) tratamento psicoterápicos; f) tratamento de acidentes de trabalho e doenças profissionais; g) investigação diagnóstica (check up); h) anestesia geral em procedimento de ambulatório. Art Quando o usuário, para ser admitido, tenha a Declaração de Saúde de acordo com a nova Regulamentação dos Planos de Saúde, as patologias apuradas nesse exame serão caracterizadas como PRÉ-EXISTENTES, e seguirão as normas constantes nos respectivos contratos. Art Nas internações fora das condições previstas no artigo 66, letras a e b deste regulamento, a UNIMED ANÁPOLIS não se responsabilizará por pagamento de eventuais diferenças de preço. Art Nas contratações a UNIMED ANÁPOLIS representará exclusivamente os cooperados e instituições filiadas, razão pela qual não se responsabilizará por despesas com profissionais ou entidades que não preencham tal condição, assim como não ficará obrigada a promover internação ou prestar serviços auxiliares que sejam decorrentes de atendimentos prestados ou solicitados por médicos não cooperados. Art Não se responsabilizará, também, a UNIMED ANÁPOLIS, nos casos de internação, por despesas de acompanhantes, extraordinárias do paciente com produtos de toalete e com medicamentos não prescritos pelo médico cooperado. CAPÍTULO VIII DAS FORMAS DE TRABALHO DOS COOPERADOS Art Os médicos cooperados e instituições filiadas à UNIMED ANÁPOLIS constarão, de um livreto denominado GUIA MÉDICO à disposição dos usuários, e serão por esses escolhidos livremente dentro de suas preferências pessoais, num sistema denominado de livre escolha.

17 17 Parágrafo Único Nessa relação, os médicos serão dispostos dentro das suas respectivas especialidades, seguindo-se os critérios deste Regimento Interno. CAPÍTULO IX DA RELAÇÃO COOPERADO/USUÁRIO Art Os cooperados, coletivamente, são responsáveis pelo atendimento aos usuários que estabelecerem contrato por intermédio da UNIMED ANÁPOLIS atendendo-o na condição de autônomo, nos locais e horários que indicar. Art O paciente contratado a UNIMED ANÁPOLIS, deverá apresentar seu cartão de identificação próprio, número de código e instruções para os atendimentos, acompanhados da carteira de identidade observando-se as assinaturas autorizadas a firmar as competentes notas de débito. Parágrafo Único Os médicos cooperados deverão observar atentamente os dados da carteira de identificação, sob pena de perderem sua produção, no caso de atendimento indevido. Art Nos casos de comprovada urgência, os usuários poderão ser atendidos sem quaisquer guias de encaminhamento, desde que portador do cartão de identificação de usuário, devendo ser o fato comunicado de imediato ao Setor competente da Unimed. Art. 78. Em qualquer atendimento efetuado ao usuário da UNIMED ANÁPOLIS, o médico cooperado deverá exigir a assinatura do responsável, confrontando-a, com a assinatura autorizada na carteira de identificação, na nota de débito preenchida com a designação do serviço efetuado. Parágrafo Único. A UNIMED ANÁPOLIS, através do Serviço de Auditoria e Assistência Social, deverá manter um sistema de informações e orientação periódica às secretárias dos médicos cooperados e instituições filiadas, no sentido de padronizar os preenchimentos de formulários e guias no cumprimento de normas burocráticas. Art Os exames subsidiários serão solicitados em impressos específicos, devendo conter o carimbo de identificação do cooperado com o respectivo código e encaminhados ao serviço de confiança mútua do cooperado e usuário desde que o mesmo esteja credenciado na UNIMED ANÁPOLIS. 1º - Os pedidos de exames deverão ser encaminhados à UNIMED ANÁPOLIS para a devida autorização, com exceção dos procedimentos laboratoriais de rotina e exames radiológicos simples. 2º - Os exames feitos através da UNIMED ANÁPOLIS, poderão ficar arquivados com o médico assistente cooperado, que se obriga fornecê-lo a outros colegas ou à coordenação médica da UNIMED ANÁPOLIS quando solicitados, para continuação ou outros tratamentos médicos.

18 18 Art. 80 O médico cooperado, poderá encaminhar seu paciente a outro colega, nos casos que entenda necessário desde que o mesmo seja cooperado observando a rotina de atendimento. Art. 81 Nos casos de internações eletivas, o usuário deverá ser encaminhado à sede da UNIMED ANÁPOLIS com o pedido de internação, feito em formulário próprio, indicando o hospital ou clínica, determinando o tratamento a ser efetuado, utilizando-se preferencialmente o código de doenças da OMS obedecendo as especialidades, devendo ser submetido à avaliação prévia pelo médico auditor. 1 º Nas internações de urgência o hospital credenciado deverá encaminhar ao Serviço de internação da UNIMED o respectivo pedido, dentro de 24 horas do 1 o. dia útil subseqüente, a qual se encarregará da regularização da internação, solicitando a Unimed de origem a autorização quando necessário, devendo portanto o médico cooperado preencher a guia de internação no momento da internação. 2 º - Todas as autorizações para tratamento ambulatorial de natureza eletiva deverão passar pelo Médico auditor na sede da UNIMED ANÁPONIS para autorização prévia. Art É responsabilidade do médico a cooperação com o serviço social da UNIMED ANÁPOLIS junto aos hospitais credenciados, a fim de dar conforto e orientação ao paciente e seus familiares, além de evitar irregularidade do atendimento. CAPÍTULO X DO CONTROLE DE PRODUTOS Art A UNIMED ANÁPOLIS poderá fazer o acompanhamento estatístico de qualquer modalidade de produto, serviço e contrato por ela comercializado, a fim de controlar e evitar o aumento desordenado de custos. Art Os controles serão programados para detectar a má utilização do regime de livreescolha, por culpa ou dolo dos usuários. Art No caso de culpa, que se caracterizará pela boa fé dos usuários na utilização indiscriminada dos serviços dos cooperados os mesmos serão orientados, por escrito e verbalmente, para utilizarem a modalidade assistencial da UNIMED ANÁPOLIS de conformidade com sua efetiva necessidade. Art Persistindo os usuários na utilização imoderada do serviço depois das providências previstas no artigo anterior ou nas hipóteses do dolo comprovado, a UNIMED ANÁPOLIS poderá aplicar penalidades que irão desde a cassação da livre utilização, por determinado período, até a exclusão dos usuários quando os contratos assim o autorizarem.

19 19 CAPÍTULO XI DA TABELA DE UNIDADES DE SERVIÇO Art Os cooperados receberão sua produção mensalmente da UNIMED ANÁPOLIS, de conformidade com o serviço que hajam prestado aos usuários e nos termos da tabela elaborada pela Unimed em consonância com a Tabela da AMB-92 por ela adotada. Art A tabela de produção será elaborada em valores de CHs (Coeficiente de honorários), calculado segundo o serviço empregado em cada tipo de demanda. Art Os serviços hospitalares, bem como os de pronto-socorro, serão também pagos em CHs (Coeficiente de honorários). Art Os serviços auxiliares de diagnóstico e tratamento (SADT) serão pagos conforme a Tabela praticada pela UNIMED ANÁPOLIS. Parágrafo Único Na eventualidade em que os Serviços contratados estejam praticando para os exames de natureza particular ou para outros Convênios valores abaixo dos pagos pela UNIMED, facultará à mesma praticar os mesmos valores, sob pena de cancelamento do Contrato caso não haja concordância com tal procedimento. Art A UNIMED ANÁPOLIS disporá de controle de demanda dos médicos, para impedir a computação de guia de produção que não represente efetivamente o serviço prestado, de acordo com os Estatutos e este Regulamento. 1º - Será cancelado o pagamento considerado abusivo pelo Setor competente. 2º - Não será considerada a produção por serviço executado em especialidade a que o cooperado não esteja habilitado da UNIMED ANÁPOLIS. Art Nas hipóteses previstas nos parágrafos do artigo anterior, o cooperado poderá recorrer do cancelamento da produção, em ofício dirigido à Diretoria Executiva da UNIMED ANÁPOLIS, que apreciará o pedido, acompanhado do relatório do responsável pelo cancelamento. CAPÍTULO XII DO NÚCLEO DE AVALIAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS EMPRESAS - NAME Art O NAME (Núcleo de Avaliação e Manutenção de Empresas), será instituído e terá a finalidade de aprimorar o atendimento médico em todas áreas de saúde, observando e orientando conforme as peculiaridades no relacionamento de médicos e usuários devidos a variações ambientais e com distintos aspectos sociais e relevando-os, e será executado por funcionários designados, técnicos, especialistas contratados, diretores e cooperados da UNIMED ANÁPOLIS e em especial com a participação ativa do Departamento de Assistência Social da mesma.

20 20 Art O NAME em suas atribuições será orientado pela Diretoria Executiva, sob a coordenação do Diretor Médico. Art O NAME tem características fundamentais de observação, análise e orientação e nunca de restrição ou de prestação de assistência médica. Art. 96. O NAME mantém vigilância quanto aos níveis de assistência médica, observando os parâmetros de medicina decente e ética, evitando as distorções pela origem; socialização e outras, com avaliações puramente estatísticas, visando a viabilidade do mercado. Art O NAME mantém vigilância às condições de desvios de utilização, às distorções, aos vícios e abusos por parte de médicos e de usuários e atende a solicitação e consultas de quaisquer origens. Art O NAME assiste permanentemente a contingentes e contratos em situação deficitária, acompanhando toda demanda destes, contando com o auxílio do Diretor Financeiro e de Mercado. Art O NAME atua no sentido de dinamizar a prática da medicina e agilizar a utilização pelos usuários, sem conflito com o trabalho dos cooperados da UNIMED ANÁPOLIS, nos seguintes itens: 01 orienta a utilização dos serviços; 02 orienta realização de exames subsidiários; 03 orienta enquadramento exclusivamente a especialidade; 04 orienta assistência para gestantes e materno-infantil; 05 orienta Medicina Preventiva; 06 orienta encaminhamento de urgências 07 orienta uso de sintomáticos a usuários que aguardam consulta marcada com especialista, e intercede ponderando dados clínicos, quando necessários, com finalidade de remarcar apressando a atendimento; 08 orienta transcrição simples, de medicação controlada e de crônicas; 09 orienta levantamento social das famílias de usuários; 10 orienta e controla a incidência de assistência maciça familiar e ou regional atendendo para a existência de epidemias ou outras causas; 11 orienta famílias de usuários e médicos nos casos de gravidade que requeiram mais do que simples assistência médica. Art O NAME apresentará à empresa, quando solicitado, listagem com nome de cooperados aptos a praticar medicina ocupacional, conforme Estatuto da Cooperativa, e esta escolherá aquele que lhe convier para o vínculo necessário. Art O NAME mantém observação para as finalidades primordiais do médico de empresas na prática exclusiva da medicina ocupacional, evitando a assistencial.

21 21 Art O NAME mantém trabalho conjunto com o médico de empresa e observação para eventual duplicidade de situação de médico de empresa e cooperado que, quando conflitante, será sustada independente de ser o médico de vínculo direto com a empresa, designado ou não. CAPÍTULO XIII DO FUNDO DE ASSISTÊNCIA AO COOPERADO FACO Art DA ASSISTÊNCIA DO COOPERADO - A UNIMED ANÁPOLIS - Cooperativa de Trabalho Médico, constituiu o FUNDO DE ASSISTÊNCIA AO COOPERADO FACO, que se regerá pelas disposições constantes do presente Regimento, por deliberações do Conselho de Administração e pelas deliberações específicas que foram tomadas através de Assembléias Gerais. 1º - Deverão participar do FACO, obrigatoriamente, todos os cooperados que fazem parte do quadro social da Cooperativa. 2º - O cooperado e seus dependentes poderá continuar participando dos benefícios oferecidos pelo FACO, caso necessite ausentar-se da Cooperativa, para realização de cursos de pósgraduação, mestrado ou doutorado, durante um prazo máximo de 24 meses. Art O FUNDO DE ASSISTÊNCIA AO COOPERADO-FACO, destina-se à assistência ao cooperado e/ou seus dependentes regularmente inscritos nas seguintes modalidades: a) assistência médica, médico-hospitalar e realização de exames complementares; b) auxílio-doença (SERIT- Seguro de renda por incapacidade temporária). - desenvolver c) auxilio -maternidade SEÇÃO 1 DA ASSISTÊNCIA MÉDICA Art Será prestada assistência médica ao cooperado e seus dependentes, através do FACO, compreendendo: 1) consulta médica no consultório do médico cooperado ou em serviço médico cooperado, pelo sistema de livre escolha do beneficiário, observados os critérios de horário de cada médico; 2) exames laboratoriais e de análises clínicas, exames citológicos, colposcópicos, procedimentos endoscópicos, cardiológicos (eletrocardiograma), neurológicos (eletroencefalograma), exames e testes oftalmológicos, otorrinolaringológicos, ultrassonográficos, tomografias, medicina nuclear, angiografias, quimioterapia, cineangiocoronariografia, desde que solicitados por médico cooperado; 3) internação hospitalar em quarto privativo (apartamento standard), com cobertura integral das seguintes despesas: a) diárias hospitalares nos limites normais de permanência, cada nosologia é prorrogável de acordo com o pedido justificado do médico assistente; b) serviço de enfermagem durante o período de internação; c) taxas de salas de cirurgia e de parto;

22 22 d) anestesia; e) medicamentos prescritos pelo médico assistente para o controle de doença do paciente internado: e.1) análises clínicas; e.2) análises patológicas; e.3) exames radiológicos e.4) eletrocardiogramas; e.5) endoscopia digestiva f) serviços especializados e/ou integrantes do tratamento prescrito pelo médico assistente f.1) oxigenioterapia; f.2) transfusão de sangue ou plasma; f.3) alimentação dietética. g) custeio dos honorários profissionais dos médicos assistentes, cirurgiões e respectivos auxiliares, correspondentes aos serviços prestados ao paciente hospitalizado, nas seguintes especialidades, obedecidas as possibilidades de atendimento pelos médicos cooperados e serviços conveniados: - assistência odontológica opcional através da UNIODONTO ANÁPOLIS, - alergias e imuno-patologia; - anestesiologia; - angiologia; - cancerologia; - cardiologia cirurgias cardíacas (em serviços credenciados pela a UNIMED ANÁPOLIS); - cirurgia geral; - cirurgia pediátrica; - cirurgia plástica reparadora; - dermatologia; - endocrinologia e metabologia; - endoscopia digestiva; - endoscopia per-oral; - gastroenterologia; - ginecologia e obstetrícia; - hematologia e hemoterapia; - nefrologia; - neurologia; - neurocirurgia; - oftalmologia; - otorrinolaringologia; - ortopedia e traumatologia; - pediatria; - pneumologia e fisiologia; - colo-proctologia; - radiologia; - reumatologia; - urologia Parágrafo Único - Nas internações realizadas em Anápolis serão pagos valores correspondentes a 1 (uma) vez a Tabela da AMB 92 (Serviços médico-hospitalares), e para os exames de SADT

23 23 (ambulatoriais e em casos de internação) serão remunerados com desconto de 30% (trinta por cento). SEÇÃO 2 DA EXTENSÃO DOS BENEFÍCIOS Art São beneficiários do FACO, além dos médicos cooperados devidamente matriculados na UNIMED ANÁPOLIS, os seus dependentes diretos inscritos. 1º - São dependentes diretos do médico cooperado para efeito de inscrição no FACO a) o conjugue; b) o (a) companheiro (a), que comprove união estável nos termos da lei civil; c) filhos solteiros menores até completar 18 (dezoito) anos de idade; e) filhos solteiros, inválidos; f) filhos solteiros que estejam cursando regularmente curso em universidade, até completar 24 (vinte e quatro) anos de idade. g) Pai e Mãe do cooperado, quando seus dependentes econômicos, devidamente comprovados através da Declaração de Renda. 2º - São ainda, considerados dependentes os filhos adotivos com situação definida pelo Juízo de Direito das Varas de Família, observados os limites de idade e as condições do parágrafo anterior. 3º - A inscrição de dependentes do item a, exclui automaticamente o item b e vice-versa. 4º - O pedido de inscrição, para efeito de cadastramento dos beneficiários do FACO, será feito pelo próprio cooperado, em impresso próprio fornecido pela UNIMED ANÁPOLIS e na mesma data deverão ser inscritos todos os seus dependentes que se enquadrem na exigência desta instrução. a) os recém-nascidos e os que venham a adquirir a condição de dependentes pelas vias de adoção ou do casamento, em data posterior à inscrição do cooperado, terão prazo de 30 (TRINTA) dias para serem cadastrados, observadas as seguintes condições: 1) para os recém-nascidos, o prazo será contado da data de seu nascimento; 2) para os adotivos, o prazo será contado da data da concretização desse evento. 5º - A condição de dependência é presumida, no entanto, a critério da Diretoria Executiva, poderá ser exigida a sua comprovação mediante apresentação de documentação própria, em cada caso. Art Vindo a falecer o cooperado, a esposa e os demais dependentes, desde que devidamente inscritos no FACO, terão direito a usufruírem a cobertura assistencial do mesmo, através da UNIMED ANÁPOLIS, sem ônus, por um período de 05 (cinco) anos, cessando para a esposa no caso de novo casamento, para os dependentes quando atingirem a maioridade e no caso de progenitores quando contraírem novas núpcias ou viverem comprovadamente, em regime marital com companheiro (a).

24 24 SEÇÃO 3 DA MODALIDADE DE ATENDIMENTO Art O cooperado e/ou seus dependentes regularmente inscritos serão atendidos nos serviços credenciados pelo Sistema Unimed devendo previamente solicitar à UNIMED ANÁPOLIS autorização para tratamento nos procedimentos de caráter eletivo, para análise do auditor médico. Parágrafo Único Para os procedimentos de urgência, o Serviço credenciado deverá encaminhar a guia de solicitação do tratamento até o 1 o. dia útil subseqüente ao atendimento. Art Os dependentes do cooperado, regularmente inscritos e que residam em outras localidades, serão repassados na modalidade de Pré-pagamento através da Federação GO/TO e/ou CENTRO-OESTE. SEÇÃO 4 DAS CARÊNCIAS Art Os cooperados assim como os dependentes regularmente inscritos deverão obedecer aos seguintes períodos de carências: a) consultas, serviços complementares de diagnóstico 02 (dois) meses; b) internações clínicas e cirúrgicas 04 (quatro) meses; c) auxílio-doença (SERIT) 06 (seis) meses; d) auxílio para esposa e/ou dependentes Plano de Extensão Assistencial 06 (seis) meses; e) cesarianas e partos 10 (dez) meses; f) cirurgias cardio-valculares 18 (dezoito) meses. g) Atendimento fora da área de ação da Unimed Anápolis 04 (quatro) meses; h) auxilio maternidade 04 (quatro) meses. Art. 111 Os beneficiários legais que forem incluídos de acordo com o Art parágrafo 4 o. item (a) do presente regimento acompanharão as carências de seus respectivos titulares. SEÇÃO 5 DOS PROCEDIMENTOS NÃO COBERTOS Art Não serão cobertos pelo FACO os seguintes procedimentos: 1 cirurgias não éticas e tratamentos não permitidos pelo Código de Ética Médica; 2 internações psiquiátricas ou casos que exijam psicanálise, sonoterapia e psicoterapia; 3 aparelhos ortopédicos, ortofônicos e outros, aviamento de óculos, de lentes de qualquer natureza, prótese cardiovascular, válvulas aparelhos de complementação ou substituição de função; 4 transplantes, implantes e diálise;

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