EFEITO DE MATERIAIS POLIMÉRICOS NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE EMULSÕES PARA APLICAÇÃO DÉRMICA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EFEITO DE MATERIAIS POLIMÉRICOS NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE EMULSÕES PARA APLICAÇÃO DÉRMICA."

Transcrição

1 EFEITO DE MATERIAIS POLIMÉRICOS NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE EMULSÕES PARA APLICAÇÃO DÉRMICA. J. S. Sperotto 1,2 *, C. Magnanii 2, V. H. V. Sarmento 3, R. C. Evangelista 1, M. A. Corrêa 2. 1 Laboratório de Tecnologia Farmacêutica / Sistemas de Liberação de Fármacos, Faculdade de Ciências Farmacêuticas UNESP/ Araraquara. Rodovia Araraquara/Jau Km 1 Araraquara - CEP: Laboratório de Cosmetologia, - LACOS, Faculdade de Ciências Farmacêuticas UNESP/Araraquara. 3 Grupo de Físico-Química de Materiais, Instituto de Química - UNESP/Araraquara. * RESUMO O desafio principal para formulações dérmicas é manter a estabilidade e as características físico-químicas do produto, além de prover aumento suficiente na penetração e liberação de fármacos sem induzir alterações irreversíveis na derme. A reologia, tema de crescente importância para as indústrias cosmética e farmacêutica, apresenta-se como ferramenta significativa para avaliar a consistência e o espalhamento das formulações, podendo-se reproduzir a cada lote, assegurando as características técnicas do produto acabado. O objetivo deste trabalho é caracterizar emulsões estáveis para aplicação dérmica através do estudo do comportamento reológico. Avaliou-se o efeito de materiais poliméricos (polímero carboxivinílco ) com goma xantana), além da cera autoemulsionante não iônica C Ácid Peg-8 Éster (Xalifin ), álcoois cetoestearílico e cetoestearílico etoxilado (Cosmowax ), PPG-5-Ceteth-20 (Procetyl AWS ) nas propriedades reológicas das emulsões. A adição de polímero com goma xantana promoveu maior estruturação do sistema com maior viscosidade, plasticidade e tixotropia caracterizando formulações com maior estabilidade. Palavras chave: emulsões, reologia, caracterização físico-química, 10235

2 1.INTRODUÇÃO O desafio principal para formulações de aplicação dermatológica atuais, é prover um aumento suficiente da penetração e liberação de fármacos e princípios ativos na pele, sem induzir alterações irreversíveis significantes no tecido cutâneo (CORRÊA et al., 2005). Dentre as preparações semi-sólidas, os sistemas emulsificados são amplamente utilizados em formulações destinadas a serem aplicados na pele, pois são muitas as vantagens que oferecem sob o ponto de vista farmacêutico (GENARO, 2000). Emulsões tendem a ser mais aceitáveis pelo paciente, pois são de fácil aplicação e espalhamento na pele e causam efeito refrescante (SMITH, et al., 2000; FONSECA, 2007). Emulsões são sistemas homogêneos constituídos por uma mistura íntima de dois líquidos imiscíveis, constituindo uma parte aquosa ou hidrofílica e outra parte oleosa ou lipofílica, sendo que uma das partes está dispersa na outra em forma de gotículas, tornando-se homogêneas pela adição de substâncias tensoativas que emulsificam o sistema, tais como PPG-5-Ceteth-20 (Procetyl AWS ) (LEONARDI 2004; SILVA e SOARES 1996). As ceras auto-emulsificantes, como C Ácid Peg-8 Éster (Xalifin ) e álcool cetoestearílico e cetoestearílico etoxilado (Cosmowax ) são misturas de material graxo com tensoativos, cuja principal vantagem é o preparo de emulsões estáveis de forma rápida e sem a necessidade de equipamentos sofisticados. Estes materiais devem sua denominação à aparência cerosa que possuem e a sua existência ao fenômeno de que uma mistura de tensoativo com um material insolúvel em água, porém anfipático, tal como os álcoois graxos, podem formar uma película monomolecular mista na interface óleo/água, conferindo estabilidade às emulsões. Outro constituinte comum de emulsões são os polímeros, que quando dispersos em meio aquoso assumem conformação doadora de viscosidade à preparação (MAIA CAMPOS et al, 1999). Dentre os polímeros mais utilizados, temse destacado os ácidos carboxivinílicos (Carbopois ). A reologia, tema de crescente importância para as indústrias cosmética e farmacêutica, apresenta-se como ferramenta significativa para avaliar a consistência e o espalhamento das formulações, podendo-se reproduzir a cada lote, assegurando as características técnicas do produto acabado. Nos estudos de reologia existem os sistemas denominados Newtonianos e os não-newtonianos. As formulações que possuem partículas assimétricas, como a maioria dos produtos cosméticos e farmacêuticos, apresentam fluxos não 10236

3 Newtonianos, que normalmente é representado por 3 tipos de curvas: plástica, pseudoplástica e dilatante (ANSEL, 2000). Para as formulações dermocosméticas, o fluxo pseudoplástico é o mais comum. Esses materiais têm sua viscosidade aparente diminuida gradualmente, à medida que aumenta a tensão de cisalhamento, e portanto sua viscosidade não pode ser expressa por um único valor (SCHOTT, 1995). As medidas reológicas podem fornecer a variação dos efeitos do gradiente de velocidade e da tensão de cisalhamento, fundamentais para obtenção de resultados desejáveis e consistentes durante os processos de desenvolvimento e fabricação (MINER, 1993). Portanto, é fundamental realizar estudos de estabilidade em formulações desse tipo e, embora os resultados não sejam absolutos, pode-se considerar o estudo do comportamento reológico das emulsões, como um procedimento preditivo de sucesso das formulações desenvolvidas. Os estudos de estabilidade de produtos cosméticos fornecem informações que indicam o grau de estabilidade relativa de um produto nas várias condições que possa estar sujeito desde sua fabricação até o témino de sua validade (ANVISA. 2004; GU et al., 2005). Os estudos de estabilidade têm como princípio básico a garantia da qualidade e manutenção das características do produto além da avaliação do seu desempenho, segurança e eficácia em determinado intervalo de tempo, frente a condições ambientais que será submetido segundo preconiza o Guia de Estabilidade de Estudos Produtos Cosméticos da Anvisa, Série Qualidade, volume 1 (2004) e Farmacopéia Brasileira IV ed.(1988). Assim, torna-se necessário seu estudo diante de tantas variáveis interferentes durante o processo de produção, armazenamento e consumo. O objetivo deste trabalho é desenvolver e caracterizar emulsões estáveis para aplicação dérmica através do estudo do comportamento reológico. Avaliou-se o efeito de materiais poliméricos (polímero carboxivinílco ) com goma xantana nas propriedades reológicas das emulsões. 2. MATERIAIS E MÉTODOS 2.1. MANIPULAÇÃO DOS SISTEMAS EMULSIONADOS Foram desenvolvidas formulações do tipo emulsão conforme as seguintes composições propostas (Tabela 1), sendo os constituintes devidamente pesados em balança semi-analítica, conforme concentrações propostas nas fórmulas, em 10237

4 recipientes apropriados. As formulações do tipo emulsão foram preparadas por mistura direta, padronizada, de fase oleosa previamente pesada devidamente aquecida até 60 C-70 C, seguida pela adição da fase aquosa a C com agitação mecânica até completa homogeneização (PRISTA, 1996; CORREA, 1997). As emulsões adicionadas de polímero carboxivinílico e goma xantana foram preparadas com prévia neutralização do polímero com aminometilpropanol (AMP) até ph 6. Nas fases aquosas destas emulsões, os conservantes foram adicionados de propilenoglicol e da goma xantana. Esta mistura foi então solubilizada e para total hidratação da goma, a água foi adicionada aos poucos sob agitação lenta até total homogeneização, incorporando-se à fase oleosa. Tabela 1. Composição percentual das emulsões propostas. Componentes Formulações ( % em peso) F3 F4 F5 F6 F9 F10 Cera autoemulsionante não iônica (1) 8 (1a) 8 (1a) 6 (1b) 6 (1b) PPG-5-Ceteth-20 (2) 1 1 Agente incrementador de consistência (lipofílico) (3) Emoliente (4) Antioxidante (5) 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 0,01 Conservante (6) 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 Umectante (7) Polímero carboxivinílico 0,1-0,2 0,1-0,2 0,1-0,2 Goma xantana 0,1-0,2 0,1-0,2 0,1-0,2 Agente neutralizante (9) ** q.s.p. ph 6,0 ** ** ** * Será adicionada água, q.s.p. 100 g, a todas as formulações. 1a = C Ácid Peg-8 Éster; 1b= álcool cetoestearílico e álcool cetoestearílico etoxilado, 2 = PPG-5-Ceteth-20; 3 = álcool cetoestearílico; 4 = palmitato de isopropila; 5 = BHT; 6 = metil parabeno (0,18%) e propil parabeno (0,02%); 7 = propilenoglicol; 9 = amino metil propanol (AMP). 2.2 MEDIDAS REOLÓGICAS COMPORTAMENTO REOLÓGICO Os sistemas emulsionados foram analisados em reômetro Haake modelo Rheostress RS-1 utilizando o sensor do tipo cone-placa (C35/2 Ti) com 2 0 e 100 µm de distância entre o cone e a placa. Para análise dos dados o software Rheowin foi utilizado. A curva de fluxo foi realizada com taxa de cisalhamento de s -1 por um período de 120 segundos. Curvas ascendentes e descendentes foram obtidas à 10238

5 uma temperatura controlada de 25 C e as propriedades de fluxo das amostras e o caráter tixotrópico foram determinados. Avaliou-se o efeito de materiais poliméricos (polímero carboxivinílco com goma xantana), além da cera autoemulsionante não iônica C Ácid Peg-8 Éster (Xalifin ), álcoois cetoestearílico e cetoestearílico etoxilado (Cosmowax ), PPG-5- Ceteth-20 (Procetyl AWS ) nas propriedades reológicas das emulsões. As análises foram feitas em triplicata e os resultados permitiram obter informações estruturais sobre a estabilidade das amostras. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A reologia consiste no estudo do escoamento ou deformação do material em estudo quando submetido a uma tensão. O método é aplicável na caracterização de sistemas emulsionados, pois o comportamento do fluído está relacionado com o tipo, grau de organização do sistema e interações entre seus componentes. Também podem ser empregadas para checar a qualidade durante o processo de produção, além de permitir um estudo do efeito de aditivos na formulação e estabilidade. As propriedades reológicas desses sistemas foram avaliadas utilizando-se ensaios de escoamento em função do efeito da presença de polímero carboxivinílico e das ceras autoemulsionantes não- iônicas nas formulações EFEITO DA ADIÇÃO DO POLÍMERO CARBOXIVINÍLICO COM GOMA XANTANA A Figura 1 mostra a tensão de cisalhamento em função da taxa de cisalhamento das emulsões preparadas com 8% de Xalifin (F3 e F4), 6% de Cosmowax, (F5 e F6) e sem adição de cera autoemulsionante (F9 e F10) sem e com polímero carboxivinílico + goma xantana (curvas pretas e vermelhas, respectivamente). Como podemos observar, todas as curvas apresentam características de sistemas pseudoplásticos, independente da composição e da presença ou não do polímero na formulação. Este comportamento resulta do alinhamento das gotículas coloidais existentes no sistema, na direção do fluxo de escoamento. Conforme aumenta a tensão ou taxa de cisalhamento, esta preferência orientacional é acentuada, o que reduz a resistência interna do sistema, e a conseqüente redução da viscosidade. Como podemos observar, o grau de pseudoplasticidade á aumentada com a adição do polímero + goma, o que mostra a influência destes materiais nas propriedades reológicas das formulações. Estes 10239

6 resultados sugerem um aumento de conexões entre as gotículas, favorecido pela presença do polímero, o que dá a esta formulação uma viscoelasticidade característica. Outra característica importante apresentada é que todas as formulações também apresentam caráter tixotrópico. Os produtos com este caráter tendem a aumentar a vida de prateleira ( shelf-life ), pois durante o armazenamento, apresentam viscosidade constante, o que dificulta a separação dos constituintes da formulação. Além dessa vantagem, a obtenção de formulações de uso tópico com caráter tixotrópico é de fundamental importância, pois elas se deformam durante a aplicação, ou seja, tornando-se mais fluídas, o que facilita o espalhamento e a recuperação da viscosidade inicial no momento que se encerra a aplicação, o que evita que o produto escorra. Por outro lado, é interessante a obtenção de um valor de tixotropia não muito elevado para que o produto não escorra sobre a pele após aplicação devido a uma recuperação muito lenta da sua estrutura e também de um valor não muito baixo, pois isso pode acarretar em baixa espalhabilidade do produto não permitindo uma distribuição uniforme sobre a pele (referencia). 180 F4 140 F6 Tensão de cisalhamento (Pa) F3 Tensão de cisalhamento (Pa) F F10 Tensão de cisalhamento (Pa) F9 0 Figura 1. Tensão de cisalhamento em função da taxa de cisalhamento das emulsões preparadas com com 8% de Xalifin (F3 e F4), 6% de Cosmowax, (F5 e F6) e sem adição de cera autoemulsionante (F9 e F10) sem e com polímero carboxivinílico + goma xantana (curvas pretas e vermelhas, respectivamente)

7 Como explicado anteriormente, em sistemas que apresentam comportamento pseudoplástico, a viscosidade diminui sob a ação do cisalhamento. Isto é confirmado na Figura 2 que mostra esta diminuição da viscosidade com o aumento da taxa de cisalhamento para todas as formulações estudadas neste trabalho; as curvas pretas e vermelhas representam, respectivamente, as formulações sem e com polímero + goma. Podemos notar que a adição de polímero carboxivinílico + goma contribui significantemente no aumento da viscosidade, o que é confirmado quando comparamos as formulações em que ele está presente (F4, F6 e F10) com as outras (F3, F5 e F9) em que o polímero não foi adicionado. A F2 apresentou a maior viscosidade devido à contribuição do aumento da % de xalifin mais a adição do polímero, o que confirma a forte influência que estes componentes exercem sobre as propriedades reológicas das emulsões Viscosidade (Pa.s) F4 Viscosidade (Pa.s) F F F Viscosidade (Pa.s) F F9 Figura 2. Viscosidade em função da taxa de cisalhamento das emulsões preparadas com 8% de Xalifin (a), 6% de Cosmowax, (b) e sem adição de cera autoemulsionante (c) sem e com polímero carboxivinílico + goma xantana (curvas pretas e vermelhas, respectivamente 10241

8 3.2. EFEITO DA ADIÇÃO E NATUREZA DA CERA AUTOEMULSIONANTE Emulsões foram preparadas com ceras autoemulsionantes não iônicas Xalifin 8% (F3), Cosmowax 6% (F5) ou substituídas por Procetyl 1% (F9) e seus efeitos sobre as propriedades reológicas das formulações foram analisadas. A Figura 3 mostra a viscosidade em função da taxa de cisalhamento para estas formulações sem a adição de polímero. Podemos observar que os efeitos sobre a viscosidade não são significativos quando comparados com as emulsões preparadas com o polímero (Figura 2), principalmente para o Xalifin e o Procetyl, cuja curvas são praticamente sobrepostas. Estes resultados confirmam que as variações sobre as propriedades reológicas foram mais acentuadas quando o polímero + goma xantana foi adicionado às formulações Viscosidade (Pa.s) F3 F5 F Figura 3. Viscosidade em função da taxa de cisalhamento das emulsões preparadas com ceras autoemulsionantes não iônicas Xalifin 8% (F3), Cosmowax 6% (F5) ou substituídas por Procetyl 1% (F9) 4. CONCLUSÕES Foram realizados ensaios de escoamento para avaliar as propriedades reológicas de sistemas emulsionados que poderão ser utilizados para veiculação de ativos cosméticos e fármacos para aplicação tópica. Foram estudados os efeitos da adição de polímero carboxivinílico e o efeito da adição e natureza de cera autoemulsionante não iônica. A adição do polímero carboxivinílico + goma xantana promoveu o aumento da viscosidade além do grau de pseudoplasticidade das emulsões. O mesmo efeito não foi observado quando comparamos as ceras autoemulsificantes ou quando elas são substituídas pelo Procetyl, pois a viscosidade não variou significantemente

9 Agradecimentos: CNPq e CAPES pelo apoio financeiro 5.REFERENCIAS ANSEL, H.C.; POPOVICH, N.G.; ALLEN Jr.; L.V. Farmacotécnica. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos. Tradução da 6. Ed. Em Inglês de Oppido. T.; Oliveira. E. G.; Benedetti. 1. C. São Paulo: Premier BRASIL. Ministério da Saúde. Agência nacional de vigilância sanitária ANVISA. Guia de estabilidade de produtos cosméticos. Série qualidade 1, Disponível em Site visitado em 15 de novembro, CORREA, M. A. Incorporação de naproxeno em sistema microemulsionado: liberação in vitro e avaliação biológica. [Tese de Doutorado. Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo]. São Paulo, p. CORREA, M. A.; SCARPA, M. V.; FRANZINI, M. C.; OLIVEIRA, A. G. On the incorporation of the nonsteroidal anti-inflammatory naproxen into cationic O/W microemulsions. Colloids Surfaces, v.43, p , CORRÊA, N.F., CAMARGO JR, F. B., IGNÁCIO, R. F., LEONARDI, G. R. Avaliação do comportamento reológico de diferentes géis hidrofílicos. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 41, n. 1, p.73-78, 2005 FARMACOPEIA Brasileira. 4. ed. Sao Paulo: Atheneo, pte. 1. FONSECA, Y. M. Desenvolvimento de formulações tópicas contendo extrato de própolis verde: estudos de estabilidade, liberação, permeação e retenção cutânea. [Tese de doutorado. Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo]. Ribeirão Preto, GARCIA, C. R. O Farmacêutico e a Proteção Solar. Infarma, v. 13, n 11/12:2001. GENNARO, A. R. Remington the science and practice of pharmacy. 20th ed. Philadelphia, Lippincott Williams & Wilkins, GU, Y.A. S.; REGNIER, L.; McCLEMENTS, J. Influence of environmental stresses on stability of oil-in-water emulsions containing droplets stabilized by β-lactoglobulin-lcarregeenan. J. Coll. Interf. Sci., v.286, p , LEONARDI, G. R. Cosmetologia Aplicada. São Paulo, Medfarma, p. MINER, P. E. Emulsion Rheology Creams and Lotions. In: LABA D. Rheological Propereties of Cosmetics and Toiletries. New York, Marcel Dekker, cap. 9, p PRISTA, L. N.; Alves A. C.; Morgado, R. Técnica Farmacêutica e Farmácia Galênica. 4. Ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, Vol 2 e

10 SCHOTT, H. Reología. In: Remington Pharmacia. 19. ed. Phennsylvania: Mack Publishing Company, p SILVA, E.C.; SOARES, I.C. Tecnologia das emulsões. Cosmet. Toiletries. São Paulo, v.8, n.5, p , SMITH, E.W.; MALBACH, H. I.; SURBER, C. Use of emulsions as topical drug delivery systems. In: NIEDELLOUD, F.; MARTI-MESTRES, G. Pharmaceutical emulsions and suspensions, New York, Marcel Dekker, p VIGLIOGLIA, P. A., RUBIN, J. Cosmiatria III, 1 ed. Buenos Aires, A. P. Americana, 1997.\ 10244

11 ABSTRACT EFFECT OF POLYMERIC MATERIALS ON THE RHEOLOGICAL BEHAVIOR OF EMULSIFIED SYSTEMS INTENDED TO DERMAL ADMINISTRATION The main challenge for topical formulations is to provide enough drug penetration and release into the skin without inducing irreversible alterations on dermis, as well as to keep constant the technical product s characteristics. Rheology has been theme of crescent importance for the pharmaceutical and cosmetics industries, since each and all charges of a product may maintain the same good quality represented by its consistency and spreadbility. This work evaluated the effect of carboxyvinyl polymer with xantan gum, C Ácid Peg-8 Éster (Xalifin ) non ionic autoemulsifying wax, cetostearyl and etoxilated cetostearyl (Cosmowax ) alcohols on the rheological properties of emulsified systems.the addition of both polymer and xantan gum promoted greater viscosity and pseudoplasticity of the systems. KEYWORDS: emulsions, rheology, physical-chemistry characterization 10245

REOLOGIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS

REOLOGIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS Universidade Estadual de Londrina Centro de Ciências da Saúde Depto. de Ciências Farmacêuticas REOLOGIA DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS Profa. Daniela Cristina de Medeiros Definições e conceitos Grego: rheos=escoamento

Leia mais

17º Congresso de Iniciação Científica INFLUÊNCIA DO AGENTE UMECTANTE NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES DE USO TÓPICO

17º Congresso de Iniciação Científica INFLUÊNCIA DO AGENTE UMECTANTE NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES DE USO TÓPICO 17º Congresso de Iniciação Científica INFLUÊNCIA DO AGENTE UMECTANTE NO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES DE USO TÓPICO Autor(es) SILAS ARANDAS MONTEIRO E SILVA Orientador(es) GISLAINE RICCI LEONARDI

Leia mais

FORMAS COSMÉTICAS FORMAS COSMÉTICAS SOLUÇÕES SOLUÇÕES SOLUÇÕES CLASSIFICAÇÃO QUANTO À FORMA COSMÉTICA

FORMAS COSMÉTICAS FORMAS COSMÉTICAS SOLUÇÕES SOLUÇÕES SOLUÇÕES CLASSIFICAÇÃO QUANTO À FORMA COSMÉTICA FORMAS COSMÉTICAS FORMAS COSMÉTICAS Os produtos cosméticos contêm grande diversidade de matérias-primas, que podem ser naturais, semisintéticas ou sintéticas. Esses materiais apresentam-se em consistências

Leia mais

GEL TRANSDÉRMICO (PLO) Farmacotécnica aplicada

GEL TRANSDÉRMICO (PLO) Farmacotécnica aplicada GEL TRANSDÉRMICO (PLO) Farmacotécnica aplicada Preparação do veículo em 3 partes, passo a passo O gel de P.L.O. é composto por uma fase oleosa (LIPS) e uma fase aquosa (Gel de Polaxamer 407). Recomenda-se

Leia mais

Lauril éter sulfato de sódio

Lauril éter sulfato de sódio Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: Não aplicável Peso molecular: Não aplicável DCB/ DCI: 05177 - lauriletersulfato de sódio CAS: 1335-72-4 INCI: Sodium laureth-2 sulfate Sinonímia: LESS

Leia mais

MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS

MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS MISTURADORES E AGITADORES ALIMENTÍCIOS A mistura de um produto alimentício pode ser definida como uma operação durante a qual se efetua a combinação uniforme de vários componentes de uma formulação. A

Leia mais

COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES PARA DENTIFRÍCIOS

COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES PARA DENTIFRÍCIOS COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE FORMULAÇÕES PARA DENTIFRÍCIOS Marcelo Vaqueiro de Souza e Silva Roberto Guimarães Pereira Universidade Federal Fluminense, Departamento de Engenharia Mecânica Rua Passos da Pátria,

Leia mais

LÍQUIDO F. coesão = F. repulsão

LÍQUIDO F. coesão = F. repulsão Tensoativos Tensoativos 1 Forças Tensões - Força de coesão: força que tende a reunir as moléculas. - Força de repulsão: força que tende a separar as moléculas. SÓLIDO F. coesão > F. repulsão LÍQUIDO F.

Leia mais

Figura 1. Representação esquemática das estruturas da pele envolvidas no processo de transpiração.

Figura 1. Representação esquemática das estruturas da pele envolvidas no processo de transpiração. HEXATRATE (Vevy/Itália) Ativo antiperspirante e desodorante O suor O suor, produzido pelas glândulas sudoríparas, é constituído por água, na qual se encontram dissolvidos sais minerais e outras substâncias.

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS UFBA-ESCOLA POLITÉCNICA-DCTM DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS SETOR DE MATERIAIS ROTEIRO DE AULAS CONCRETO FRESCO Unidade III Prof. Adailton de O. Gomes CONCRETO FRESCO Conhecer o comportamento

Leia mais

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO ADITIVOS PARA O CONCRETO 1) Definição : NBR 11768 (EB-1763/92) - Aditivos para concreto de Cimento Portland. Produtos que adicionados em pequena quantidade a concreto de Cimento Portland modificam algumas

Leia mais

Base Auto Emulsionante Vegetal. Eficácia e Sustentabilidade, o segredo do sucesso das emulsões.

Base Auto Emulsionante Vegetal. Eficácia e Sustentabilidade, o segredo do sucesso das emulsões. Durante a última edição da In-Cosmetics (Barcelona Abril 2012), a Stéarinerie-Dubois, fabricante francesa de ésteres desde 1820, lançou um produto inovador: 100% de origem vegetal, o DUB BASE EXPERT+ é

Leia mais

ESTABILIDADE DE EMULSÕES FRENTE A DIFERENTES TÉCNICAS DE HOMOGENEIZAÇÃO E RESFRIAMENTO.

ESTABILIDADE DE EMULSÕES FRENTE A DIFERENTES TÉCNICAS DE HOMOGENEIZAÇÃO E RESFRIAMENTO. 36 ESTABILIDADE DE EMULSÕES FRENTE A DIFERENTES TÉCNICAS DE HOMOGENEIZAÇÃO E RESFRIAMENTO. STABILITY OF EMULSIONS FRONT OF DIFFERENT TECHNIQUES OF HOMOGENIZATION AND COOLING. 1 BARZOTTO, I. L. M.; 2 OLIVEIRA,

Leia mais

12/11/2012. Matriz Transdérmica à Base de Biopolímeros e Potenciadores Naturais de Permeação para Incorporação de Fármacos.

12/11/2012. Matriz Transdérmica à Base de Biopolímeros e Potenciadores Naturais de Permeação para Incorporação de Fármacos. Matriz Transdérmica à Base de Biopolímeros e Potenciadores Naturais de Permeação para Incorporação de Fármacos. Mestranda - Rosana Mírian Barros Mendes Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas/UFPI

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS ANTIOXIDANTES

CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS ANTIOXIDANTES ANEXO : COMPLEMENTAÇÃO TEORIA CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS DOS ANTIOXIDANTES 1 Antioxidantes para sistemas medicamentosos lipófilos: 1.1 NATURAIS: a) Tocoferóis: São líquidos viscosos de cor amarelada,

Leia mais

TRATAMENTO DE ÁGUAS OLEOSAS NAS INDÚSTRIAS

TRATAMENTO DE ÁGUAS OLEOSAS NAS INDÚSTRIAS TRATAMENTO DE ÁGUAS OLEOSAS NAS INDÚSTRIAS Frente às exigências cada vez mais rigorosas dos órgãos reguladores ambientais, o enquadramento da água oleosa gerada em diversas atividades industriais constitui-se

Leia mais

Prova Experimental Física, Química, Biologia

Prova Experimental Física, Química, Biologia Prova Experimental Física, Química, Biologia Complete os espaços: Nomes dos estudantes: Número do Grupo: País: BRAZIL Assinaturas: A proposta deste experimento é extrair DNA de trigo germinado e, posteriormente,

Leia mais

Semissólidos ERIKA LIZ

Semissólidos ERIKA LIZ Semissólidos ERIKA LIZ Ação As preparações são aplicadas à pele por seus efeitos físicos, ou seja, sua capacidade de agir como protetores, lubrificantes, emolientes, secantes, ou devido ao efeito específico

Leia mais

17º Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DE DIFERENTES FORMULAÇÕES ACRESCIDAS DE ÁCIDO GLICÓLICO

17º Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DE DIFERENTES FORMULAÇÕES ACRESCIDAS DE ÁCIDO GLICÓLICO 17º Congresso de Iniciação Científica DESENVOLVIMENTO DE DIFERENTES FORMULAÇÕES ACRESCIDAS DE ÁCIDO GLICÓLICO Autor(es) ROBERTA BALANSIN RIGON Orientador(es) GISLAINE RICCI LEONARDI Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ

Leia mais

FOTOPROTEÇÃO EPISOL WHITEGEL

FOTOPROTEÇÃO EPISOL WHITEGEL FOTOPROTEÇÃO EPISOL WHITEGEL 1 Episol Whitegel FPS 45 Descrição e Características Episol Whitegel é um novo protetor solar de amplo espectro, capaz de promover elevada proteção contra radiação Ultravioleta

Leia mais

D-Panthenol (Dexpanthenol)

D-Panthenol (Dexpanthenol) Material Técnico Identificação Fórmula Molecular: C 9 H 19 NO 4 Peso molecular: 205,25 DCB/ DCI: 02855 - dexpantenol CAS: 81-13-0 INCI: D-Panthenol Sinonímia: Pró-Vitamina B5 Denominação botânica: Não

Leia mais

BASES COSMECÊUTICAS. A linha BIOBASE tem a função de facilitar o dia-a-dia da farmácia de manipulação, e estabelecer a padronização das formulações.

BASES COSMECÊUTICAS. A linha BIOBASE tem a função de facilitar o dia-a-dia da farmácia de manipulação, e estabelecer a padronização das formulações. BASES COSMECÊUTICAS 1. Introdução: as bases cosmecêuticas (Biobases) foram desenvolvidas especialmente para incorporação dos princípios ativos freqüentemente utilizados em farmácias de manipulação. Apresentamos

Leia mais

Desenvolvimento de Microemulsões a base de óleo fixo da sucupira (Pterodon emarginatus Vogel) Fabaceae

Desenvolvimento de Microemulsões a base de óleo fixo da sucupira (Pterodon emarginatus Vogel) Fabaceae Desenvolvimento de Microemulsões a base de óleo fixo da sucupira (Pterodon emarginatus Vogel) Fabaceae Henrique PASCOA; Danielle Guimarães Almeida DINIZ, Maria Teresa Freitas BARA Programa de Pós-Graduação

Leia mais

2 Conceitos Fundamentais

2 Conceitos Fundamentais 2 Conceitos Fundamentais 2.. Emulsões Emulsões são definidas como um sistema heterogêneo de pelo menos dois líquidos imiscíveis sendo um chamado de fase contínua e o outro de fase dispersa. A fase dispersa

Leia mais

Proposta de Padronização para o Preparo de Medicamentos na Farmácia Magistral: Formas Farmacêuticas Semi-Sólidas e Líquidas

Proposta de Padronização para o Preparo de Medicamentos na Farmácia Magistral: Formas Farmacêuticas Semi-Sólidas e Líquidas XI Congresso Brasileiro de Informática em Saúde Proposta de Padronização para o Preparo de Medicamentos na Farmácia Magistral: Formas Farmacêuticas Semi-Sólidas e Líquidas Mestranda: Sybelle Okuyama Orientadora:Prof

Leia mais

ADITIVOS. Reforçar ou introduzir certas características. Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira

ADITIVOS. Reforçar ou introduzir certas características. Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira ADITIVOS 1. OBJETIVO Reforçar ou introduzir certas características 2. UTILIZAÇÃO Em pequenas quantidades (< 5%). Pode ou não ser lançado diretamente na betoneira 3. FUNÇÕES BÁSICAS DOS ADITIVOS CONCRETO

Leia mais

Lipossomas e as suas aplicações na actualidade

Lipossomas e as suas aplicações na actualidade Universidade de Évora Departamento de Química Célia Antunes Lipossomas e as suas aplicações na actualidade Os lipossomas foram descobertos em 1960 pelo cientista inglês Alec Bangham. No entanto, somente

Leia mais

Análises do tamanho e forma das partículas na INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. info.particle@cilas.com www.cilas.com

Análises do tamanho e forma das partículas na INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. info.particle@cilas.com www.cilas.com Análises do tamanho e forma das partículas na INDÚSTRIA FARMACÊUTICA GERAL Vários métodos analíticos existem para caracterização de produtos manufaturados na indústria farmacêutica. Medidas do tamanho

Leia mais

CO-TENSOATIVOS PERSONAL CARE

CO-TENSOATIVOS PERSONAL CARE CO-TENSOATIVOS PERSONAL CARE Evolution by chemistry Há 40 anos desenvolvendo soluções que evoluem o mundo Para o mercado de Personal Care, a Oxiteno oferece inovações que promovem a beleza e o bem-estar

Leia mais

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO

CURSO DE AQUITETURA E URBANISMO 1- Generalidades PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO Todas as misturas de concreto devem ser adequadamente dosadas para atender aos requisitos de: Economia; Trabalhabilidade; Resistência; Durabilidade. Esses

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MSDS MATERIAL SAFETY DATA SHEET ABNT NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS MSDS MATERIAL SAFETY DATA SHEET ABNT NBR 14725 Página 01/05 Ribeirão Preto SP Brasil Cep:14075-450 SEÇÃO 1.0 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO CRISTAL WAX BIODEGRADÁVEL TELEFONE DA EMPRESA NOME DO FABRICANTE Tel / Fax: (16) 3663-8620

Leia mais

Introdução à cosmetologia. Prof. Msc. Mayara Peron Pereira

Introdução à cosmetologia. Prof. Msc. Mayara Peron Pereira Introdução à cosmetologia Prof. Msc. Mayara Peron Pereira Cosmetologia Conceitos e definições Ciência que serve de suporte à fabricação de produtos voltados à arte do cuidado e melhoria das condições estéticas

Leia mais

COLETA DE AMOSTRA 01 de 06

COLETA DE AMOSTRA 01 de 06 01 de 06 1. PRINCÍPIO Para que os resultados dos métodos de análise expressem valores representativos da quantidade total de substância disponível, é imprescindível recorrer a técnica de coleta definida

Leia mais

Construção. Adesivo para colagem estrutural. Descrição do produto Campos de aplicação. Características / Vantagens. Testes. Dados do Produto.

Construção. Adesivo para colagem estrutural. Descrição do produto Campos de aplicação. Características / Vantagens. Testes. Dados do Produto. Ficha de Produto Edição 02/09/2010 Identificação n 02 04 01 04 001 0 000001 Sikadur 30 Adesivo para colagem estrutural. Descrição do produto Campos de aplicação Características / Vantagens Testes Sikadur

Leia mais

INFORMATIVO TÉCNICO REJUVASOFT

INFORMATIVO TÉCNICO REJUVASOFT FOLHA 1 de 8 PRODUTO: REJUVASOFT DESCRIÇÃO: INCI: Quaternium 91, Cetearyl Alcohol, Behentrimonium Chloride, Myristyl Myristate Nº. CAS: 97281-29-3, 67762-27-0, 17301-53-0, 3234-85-3. Os consumidores estão

Leia mais

13 o Encontro Técnico DER-PR

13 o Encontro Técnico DER-PR 13 o Encontro Técnico DER-PR Imprimaduras Impermeabilizante e Ligante Osvaldo Tuchumantel Jr. Imprimadura ato ou efe ito de imprima r Impermeabilizante - Aplicação uniforme de material betuminoso sobre

Leia mais

Formulações de Adjuvantes Agrícolas

Formulações de Adjuvantes Agrícolas ADJUVANTES Formulações de Adjuvantes Agrícolas ADJUVANTES: - Substância inerte adicionados à formulação ou à calda para melhorar a eficiência da aplicação. Podem ser divididos em 2 grupos: a) Surfatantes:

Leia mais

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461

Genéricos - Guia Básico. Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Autor: Cesar Roberto CRF-RJ: 7461 Versão 3.00 2001 Introdução: Este guia visa a orientar o profissional farmacêutico sobre os genéricos, e como este deve proceder na hora de aviar uma receita nesta nova

Leia mais

SUSPENSÕES E SOLUÇÕES

SUSPENSÕES E SOLUÇÕES SUSPENSÕES E SOLUÇÕES Definições SUSPENSÃO Mistura heterogênea de substâncias Ex.: sangue (suspensão de plasma e células) água e óleo; água e areia, água e açúcar SOLUÇÃO Mistura homogênea de substâncias

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE FORMULAÇÕES DESENVOLVIDAS PARA O PROCEDIMENTO DE DEPILAÇÃO

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE FORMULAÇÕES DESENVOLVIDAS PARA O PROCEDIMENTO DE DEPILAÇÃO 26 a 29 de outubro de 2010 ISBN 978-85-61091-69-9 AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE FORMULAÇÕES DESENVOLVIDAS PARA O PROCEDIMENTO DE DEPILAÇÃO Héllen Priscila de Matos 1 ; Rosana Mendonça Martins 1 ; Daniele Fernanda

Leia mais

AVALIAÇÃO DE TENSOATIVOS COMERCIAIS EM SISTEMAS MICROEMULSIONADOS NA QUEBRA DE EMUSÃO DE PETRÓLEO

AVALIAÇÃO DE TENSOATIVOS COMERCIAIS EM SISTEMAS MICROEMULSIONADOS NA QUEBRA DE EMUSÃO DE PETRÓLEO AVALIAÇÃO DE TENSOATIVOS COMERCIAIS EM SISTEMAS MICROEMULSIONADOS NA QUEBRA DE EMUSÃO DE PETRÓLEO Diego Rodrigo Queiroz Alves de Souza 1 ; Leandro Assis de Oliveira 2 ; Gabriela Fontes Deiró Ferreira 3

Leia mais

ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE POLIETILENO DE ALTA MASSA MOLAR PROCESSADO COM PERÓXIDO DE DICUMILA

ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE POLIETILENO DE ALTA MASSA MOLAR PROCESSADO COM PERÓXIDO DE DICUMILA ESTUDO DO COMPORTAMENTO REOLÓGICO DE POLIETILENO DE ALTA MASSA MOLAR PROCESSADO COM PERÓXIDO DE DICUMILA Marisa C G Rocha 1*, Lorena R C Moraes 1 (M), Jorge M Futigami 1, Nancy I A Acevedo 1 1 - Instituto

Leia mais

Ficha Técnica de Produto

Ficha Técnica de Produto Ficha Técnica de Produto GLENIUM 3400 NV Aditivo hiperplastificante. GLENIUM 3400 NV é um aditivo com alto índice de redução de água, pronto para o uso. O GLENIUM 3400 NV é uma nova geração de aditivos

Leia mais

FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS

FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS FACULDADE DE FARMÁCIA DA UFMG DEPARTAMENTO DE ALIMENTOS ALM 60- Operações Unitárias da Indústria Farmacêutica MISTURA DE SÓLIDOS Accácia Júlia Guimarães Pereira Messano 010 Introdução Mistura de sólidos

Leia mais

Processamento de materiais cerâmicos + H 2 O. Ivone

Processamento de materiais cerâmicos + H 2 O. Ivone + H 2 O Ivone Umidade (%) Colagem 100 Líquido Plástico Semi-Sólido Índice de Plasticidade - IP Limite de Liquidez - LL Limite de Plasticidade - LP COLAGEM EXTRUSÃO Sólido Limite de Contração - LC PRENSAGEM

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas - DECIV Engenharia Civil Materiais de Construção II

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas - DECIV Engenharia Civil Materiais de Construção II UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas - DECIV Engenharia Civil Materiais de Construção II MATERIAIS BETUMINOSOS: SUBSTÂNCIAS QUE CONTÊM BETUME OU É DERIVADO DO BETUME. BETUME (ABNT (NBR 7208)):

Leia mais

Os géis inicial e final também foram obtidas com o Viscosímetro Fann modelo 35A.

Os géis inicial e final também foram obtidas com o Viscosímetro Fann modelo 35A. AVALIAÇÃO DAS PROPRIEDADES REOLÓGICAS E DE FILTRAÇÕES DE FLUÍDOS DE PERFURAÇÃO ARGILOSO Thaís Pereira Cavalcanti 1 ; Rodrigo César Santiago 2 ; Ulisses Roque de Alburquerque 1 ; Keila Regina Santana 2

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ambiente, Saúde e Segurança Componente Curricular: Farmacotécnica II Série:

Leia mais

Monografia: Comportamento Reológico de Emulsões de água em óleo na Indústria Petrolífera

Monografia: Comportamento Reológico de Emulsões de água em óleo na Indústria Petrolífera Universidade Federal de Itajubá Programa de Recursos Humanos da Agência Nacional do Petróleo Monografia: Comportamento Reológico de Emulsões de água em óleo na Indústria Petrolífera Bolsista: Mauricio

Leia mais

REESTRUTURAÇÃO DO ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA HOSPITALAR DO HOSPITAL EVANGÉLICO DE PONTA GROSSA

REESTRUTURAÇÃO DO ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA HOSPITALAR DO HOSPITAL EVANGÉLICO DE PONTA GROSSA 7. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE REESTRUTURAÇÃO DO ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS NA FARMÁCIA HOSPITALAR DO HOSPITAL EVANGÉLICO DE PONTA GROSSA GUIDOLIN, Graziela 1 CARVALHO,

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Sorbet. Curso técnico profissionalizante. Engenharia de Alimentos

PALAVRAS-CHAVE Sorbet. Curso técnico profissionalizante. Engenharia de Alimentos 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Dica: O visitador pode acompanhar a manipulação dos produtos, bem como sua aditivação com os ativos para melhor entendimento desta forma cosmética.

Dica: O visitador pode acompanhar a manipulação dos produtos, bem como sua aditivação com os ativos para melhor entendimento desta forma cosmética. Acne e Hidratação. Objetivo da Escolha do Tema A hidratação da pele é de fundamental importância para a manutenção dos mecanismos fisiológicos e bioquímicos da pele como os mecanismos celulares de proteção

Leia mais

João Virgílio Merighi

João Virgílio Merighi EMULSÕES ASFÁLTICAS E SUAS S APLICAÇÕES João Virgílio Merighi EMULSÕES ASFÁLTICAS Emulsão é a dispersão de pequenas partículas de um líquido num outro líquido. Assim,, a emulsão pode ser formada por dois

Leia mais

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q.

TRABALHOS TÉCNICOS INTERDEPENDÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DAS MISTURAS BETUMINOSAS TIPO C.B.U.Q. 01 / 07 SINOPSE O trabalho apresenta aspectos conceituais do comportamento das relações físicas envolvidas no sistema, e misturas tipo C.B.U.Q., levando em consideração as características físicas rotineiras

Leia mais

LACTREX lactato de amônia LOÇÃO 120 mg/ml

LACTREX lactato de amônia LOÇÃO 120 mg/ml LACTREX lactato de amônia LOÇÃO 120 mg/ml LACTREX lactato de amônio alantoína APRESENTAÇÃO Loção para uso tópico, contendo 120 mg de lactato de amônio, 1 mg de alantoína por grama de produto. Frasco contendo

Leia mais

Conceitos e aplicações dos adjuvantes

Conceitos e aplicações dos adjuvantes ISSN 1518-6512 Agosto, 2006 56 Conceitos e aplicações dos adjuvantes Leandro Vargas 1, Erivelton Scherer Roman 1 Introdução Os herbicidas, até mesmo aqueles com ação de contato como paraquat, necessitam

Leia mais

MODIFICADORES DE REOLOGIA:

MODIFICADORES DE REOLOGIA: MODIFICADORES DE REOLOGIA: Os modificadores de reologia ACUSOL oferecem uma série de características e benefícios em produtos saneantes domésticos e institucionais. CARACTERÍSTICAS E BENEFÍCIOS: Concedem

Leia mais

Profa. MSc Jucimara Rodrigues de Moraes Prof. Dr. Luiz Roberto Carrocci Prof. Dr. Edgard Paz Perez

Profa. MSc Jucimara Rodrigues de Moraes Prof. Dr. Luiz Roberto Carrocci Prof. Dr. Edgard Paz Perez Faculdade de Engenharia Mecânica de Guaratinguetá - FEG Profa. MSc Jucimara Rodrigues de Moraes Prof. Dr. Luiz Roberto Carrocci Prof. Dr. Edgard Paz Perez Grande parte da energia consumida no mundo é obtida

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico Unidade Universitária: ESCOLA DE ENGENHARIA Curso: ENGENHARIA DE MATERIAIS Disciplina: REOLOGIA Professor(es): Núcleo Temático: DISCIPLINA ESPECÍFICA Código da Disciplina: 261.1605.7 DRT: Etapa: 1140135

Leia mais

Avaliação de fragrâncias para perfumes em emulsões cosméticas contendo silicones

Avaliação de fragrâncias para perfumes em emulsões cosméticas contendo silicones Avaliação de fragrâncias para perfumes em emulsões cosméticas contendo silicones Anderson Freire Carniel Professor Curso de Farmácia Universidade Braz Cubas Mogi das Cruzes Margareth Ferreira Cunha Coordenadora

Leia mais

07/2013. Pro-Lipo Tecnologia em Lipossomas

07/2013. Pro-Lipo Tecnologia em Lipossomas 07/2013 Pro-Lipo Tecnologia em Lipossomas Pro-Lipo Formação de Lipossomas Instantâneo Estruturas Baseadas em Fosfolipídeos Os fosfolipídeos são altamente utilizados pelas suas propriedades emulsionantes

Leia mais

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DE UM FLUIDO REAL: água

ANÁLISE DO ESCOAMENTO DE UM FLUIDO REAL: água UFF Universidade Federal Fluminense Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Química e de Petróleo Integração I Prof.: Rogério Fernandes Lacerda Curso: Engenharia de Petróleo Alunos: Bárbara Vieira

Leia mais

Tendências da Investigação e Utilização de Emulsões Betuminosas

Tendências da Investigação e Utilização de Emulsões Betuminosas Tendências da Investigação e Utilização de Emulsões Betuminosas ÍNDICE Situação atual Emulsões BIO Baixa Temperatura. Emulsões para misturas temperadas. Emulsiones submicrónicas Emulsões com PFUs Outras

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina

RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina RESPOSTA RÁPIDA 396/2013 Naprix, Vastarel, Lasix, Carvedilol, Atorvastatina, Aspirina SOLICITANTE Dra. Sabrina da Cunha Peixoto Ladeira. Juiza de Direito NÚMERO DO PROCESSO 13 007501-7 DATA 07/11/2013

Leia mais

Proteção Solar. Tendências e Tecnologias. Radiação Solar: Ultravioleta

Proteção Solar. Tendências e Tecnologias. Radiação Solar: Ultravioleta Proteção Solar Tendências e Tecnologias Radiação Solar: Ultravioleta A radiação ultravioleta compreende o comprimento de onda de 100-400nm, sendo dividida em: UVC: 100-290nm É altamente energética, porém

Leia mais

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular.

As forças atrativas entre duas moléculas são significativas até uma distância de separação d, que chamamos de alcance molecular. Tensão Superficial Nos líquidos, as forças intermoleculares atrativas são responsáveis pelos fenômenos de capilaridade. Por exemplo, a subida de água em tubos capilares e a completa umidificação de uma

Leia mais

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR

Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi larabertoldi@gmail.com Aula de hoje.. Tratamento Primário Coagulação/Floculação

Leia mais

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição

Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Curso Calibração, Ajuste, Verificação e Certificação de Instrumentos de Medição Instrutor Gilberto Carlos Fidélis Eng. Mecânico com Especialização em Metrologia pelo NIST - Estados Unidos e NAMAS/UKAS

Leia mais

COMPLETE R. Redução da Celulite. Informações Técnicas

COMPLETE R. Redução da Celulite. Informações Técnicas Informações Técnicas COMPLETE R Redução da Celulite INCI NAME: Water, Propylene Glycol, Caffeine, L-Carnitine, Imidazolidinyl Urea, Methylparaben and Propylparaben. INTRODUÇÃO A celulite é uma deformação

Leia mais

Desenvolvimento de Sistemas Emulsionados Complexos a partir de Óleos Vegetais Fixos e Essenciais. Prof. Dr. Orlando David Henrique dos Santos

Desenvolvimento de Sistemas Emulsionados Complexos a partir de Óleos Vegetais Fixos e Essenciais. Prof. Dr. Orlando David Henrique dos Santos Desenvolvimento de Sistemas Emulsionados Complexos a partir de Óleos Vegetais Fixos e Essenciais Prof. Dr. Orlando David Henrique dos Santos Emulsão Definição: IUPAC Emulsão é uma mistura de dois líquidos

Leia mais

Unidade de Pesquisa Clínica

Unidade de Pesquisa Clínica Unidade de Pesquisa Clínica A EQUIVALÊNCIA FARMACÊUTICA NO CONTEXTO DA INTERCAMBIALIDADE ENTRE MEDICAMENTOS GENÉRICOS E DE : BASES TÉCNICAS E CIENTÍFICAS abril/04 SÍLVIA STORPIRTIS1,2; RAQUEL MARCOLONGO1;

Leia mais

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS

CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS CAPITULO 1 INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS TÉRMICAS 1.1 CIÊNCIAS TÉRMICAS Este curso se restringirá às discussões dos princípios básicos das ciências térmicas, que são normalmente constituídas pela termodinâmica,

Leia mais

PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO

PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO Consistência Textura Trabalhabilidade Integridade da massa Segregação Poder de retenção de água Exsudação Massa específica TRABALHABILIDADE É a propriedade do concreto fresco

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO MERCOSUL/GMC/RES. Nº 3/97 REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº 11/93 e 91/93 do Grupo

Leia mais

BETUME BORRACHA. Pedro Seixas, PROBIGALP. Luís Gomes, MOTA-ENGIL. Susana Maricato, GALP ENERGIA

BETUME BORRACHA. Pedro Seixas, PROBIGALP. Luís Gomes, MOTA-ENGIL. Susana Maricato, GALP ENERGIA BETUME BORRACHA Pedro Seixas, PROBIGALP Luís Gomes, MOTA-ENGIL Susana Maricato, GALP ENERGIA Princípios gerais Construir Estradas de altas prestações; Colaborar na protecção do meio ambiente. Ecoeficácia

Leia mais

Adifyline (Lipotec/Espanha)

Adifyline (Lipotec/Espanha) o Adifyline (Lipotec/Espanha) Adifyline (Lipotec/Espanha) Perfeito para diminuir os efeitos causados pelo envelhecimento da pele. INCI Name: Butylene Glycol, Water, Acetyl Hexapeptide-38 As conseqüências

Leia mais

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues

CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE. Recife/2013 Accacio Rodrigues CURSO EMBALAGENS DE A a V EDIÇÃO NORDESTE Recife/2013 Accacio Rodrigues Formado em Direito, pós graduado em Tributos e Gestão comercial pela Escola de ensino superior Esamc. Há 6 anos trabalha na Empresa

Leia mais

Emulsionantes. Emulmetik Biophilic H Amisol Soft Heliofeel

Emulsionantes. Emulmetik Biophilic H Amisol Soft Heliofeel Emulsionantes Emulmetik Biophilic H Amisol Soft Heliofeel EMULMETIK Emulmetik é composto de lecitina natural e fosfolipídeos com diferentes concentrações de fosfatidilcolina. Emulmetik é utilizado como

Leia mais

III- TIPOS DE FORMULAÇÕES DE AGROTÓXICOS

III- TIPOS DE FORMULAÇÕES DE AGROTÓXICOS III- TIPOS DE FORMULAÇÕES DE AGROTÓXICOS Ingrediente ativo x inerte Ingrediente ativo (i.a.) Composto com atividade biológica Geralmente insolúvel em água Ingrediente inerte Outros componentes (cargas,

Leia mais

Influência da Temperatura nas Propriedades Fluidodinâmicas das Misturas Biodiesel/Diesel de Óleo de Peixe. 58059-900, PB, Brasil.

Influência da Temperatura nas Propriedades Fluidodinâmicas das Misturas Biodiesel/Diesel de Óleo de Peixe. 58059-900, PB, Brasil. Influência da Temperatura nas Propriedades Fluidodinâmicas das Misturas Biodiesel/Diesel de Óleo de Peixe Pontes, A.S.G.C. 1 (IC), Vasconcelos, A.F.F. 1,2 (PQ); Bicudo, T.C. 1 (PQ) Santos, I.M.G. 1 (PQ);

Leia mais

Quando tratamos das propriedades de um material transformado, segundo muitos pesquisadores, estas dependem de uma reciclagem bem sucedida. Para que isto ocorra, os flocos de PET deverão satisfazer determinados

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. www.anvisa.gov.br. Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública n 15, de 10 de fevereiro de 2015 D.O.U de 11/02/2015 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso

Leia mais

Água e Solução Tampão

Água e Solução Tampão União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Água e Solução Tampão Prof. Dra. Narlize Silva Lira Cavalcante Fevereiro /2015 Água A água é a substância

Leia mais

Operação Unitária de Centrifugação

Operação Unitária de Centrifugação UFPR Setor de Ciências da Saúde Curso de Farmácia Disciplina de Física Industrial Operação Unitária de Centrifugação Prof. Dr. Marco André Cardoso Centrifugação Operação unitária com a principal finalidade

Leia mais

Os 1 Item(ns) da lista de documentos que não foram cumprido(s):

Os 1 Item(ns) da lista de documentos que não foram cumprido(s): Agência Nacional de Vigilância Sanitária Unidade de Atendimento e Protocolo - UNIAP Listagem de Encaminhamento de Documentação em Caráter Precário Data: 14.11.05 EMPRESA: ANCHIETA INDÚSTRIA E COMÉRCIO

Leia mais

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria

Determinação de bases voláteis totais em pescados por acidimetria Página 1 de 8 1 Escopo Este método tem por objetivo determinar o teor de bases voláteis totais em pescados, indicando o seu grau de conservação. 2 Fundamentos As bases voláteis totais (N-BVT) compreendem

Leia mais

Desenvolvimento e avaliação da estabilidade física de loções O/A contendo filtros solares

Desenvolvimento e avaliação da estabilidade física de loções O/A contendo filtros solares Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 42, n. 4, out./dez., 2006 Desenvolvimento e avaliação da estabilidade física de loções O/A contendo filtros

Leia mais

Medicamento O que é? Para que serve?

Medicamento O que é? Para que serve? Medicamento O que é? Para que serve? Os Medicamentos são produtos farmacêuticos, tecnicamente obtidos ou elaborados, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico (Lei nº

Leia mais

Determinação da viscosidade. Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler

Determinação da viscosidade. Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler Determinação da viscosidade Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler A viscosidade é uma das variáveis que caracteriza reologicamente uma substância. O que vem a ser reologicamente? Num sentido amplo,

Leia mais

Início 15.09.11 03.01.12 10.04.12 Final 16.12.11 23.03.12 08.06.12 Interrupções - 20 22 Fev 2012 -

Início 15.09.11 03.01.12 10.04.12 Final 16.12.11 23.03.12 08.06.12 Interrupções - 20 22 Fev 2012 - TOTAL Outras Atividades Tema B: Terra em Transformação Tema A: Terra no Espaço Departamento de Matemática e Ciências Experimentais PLANIFICAÇÃO 7º Ano de Ciências Físico-Químicas Ano Letivo 2011 / 2012

Leia mais

AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM

AMOSTRAGEM AMOSTRAGEM Procedimento pré-estabelecido para seleção, retirada, preservação, transporte e preparação das porções a serem removidas do lote como amostras, de uma maneira tal que o tratamento matemático dos testes

Leia mais

FORMULAÇÃO E ANÁLISE DE GEL-CREME HIDRATANTE FACIAL

FORMULAÇÃO E ANÁLISE DE GEL-CREME HIDRATANTE FACIAL Página 00 CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CURSO TÉCNICO EM QUÍMICA FORMULAÇÃO E ANÁLISE DE GEL-CREME HIDRATANTE FACIAL Willian Diego Rasche Lajeado, novembro de 2014 Página 11 Willian Diego Rasche FORMULAÇÃO

Leia mais

II-109 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO

II-109 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO II-19 PÓS-TRATAMENTO DE EFLUENTE DE EMBALAGENS METÁLICAS UTILIZANDO REATOR DE BATELADA SEQUENCIAL (RBS) PARA REMOÇÃO DA DEMANDA QUÍMICA DE OXIGÊNIO Marcelo Hemkemeier (1) Químico Industrial pela Universidade

Leia mais

Tensoativos aniônicos, Tripolifosfato de Sódio, Sequestrante, Amida de ácido graxo, Espessante, Corante, Essência e Àgua.

Tensoativos aniônicos, Tripolifosfato de Sódio, Sequestrante, Amida de ácido graxo, Espessante, Corante, Essência e Àgua. FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Hidrosan Limpa Bordas Aplicação: Limpa Bordas Nome da Empresa: Hidroall do Brasil Ltda Endereço:

Leia mais

Aromas/Flavorizantes

Aromas/Flavorizantes Material Técnico Aromas/Flavorizantes Identificação Fórmula Molecular: Não aplicável DCB / DCI: Não aplicável INCI: Não aplicável Peso molecular: Não aplicável CAS: Não aplicável Denominação botânica:

Leia mais

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 DESEMPENHO DE MUDAS CHRYSOPOGON ZIZANIOIDES (VETIVER) EM SUBSTRATO DE ESTÉRIL E DE REJEITO DA MINERAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Igor Fernandes de Abreu (*), Giovane César

Leia mais

EQUILÍBRIO QUÍMICO 1

EQUILÍBRIO QUÍMICO 1 EQUILÍBRIO QUÍMICO 1 1- Introdução Uma reação química é composta de duas partes separadas por uma flecha, a qual indica o sentido da reação. As espécies químicas denominadas como reagentes ficam à esquerda

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS

IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS PRÁTICA N o. 02 IDENTIFICAÇÃO E CONFIRMAÇÃO DE GRUPOS FUNCIONAIS: Parte 1: ALDEÍDOS E CETONAS OBJETIVOS: Esta prática tem como objetivo a identificação e confirmação de grupos funcionais de aldeídos e

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FARMÁCIA. Andréa Baldasso Zanon

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FARMÁCIA. Andréa Baldasso Zanon UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE FARMÁCIA Andréa Baldasso Zanon ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS SOBRE A AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE DE EMULSÕES MANIPULADAS EM FARMÁCIA Porto Alegre 2010

Leia mais