ANGOLA. :A(Jeiicia: 1 1 de Novembro/November/Noviembrc (le Rtkm? Kláníica: Km «r o f ín a l Ptrtugués/Portuguese/Portugués

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1 4AígOI> ANGOLA MINISTÉRIO DOS PETRÓLEOS :A(Jeiicia: 1 1 de Novembro/November/Noviembrc (le 1975 Rtkm? Kláníica: Km «r o f ín a l Ptrtugués/Portuguese/Portugués HB.OOO B tsla n i national lan g u ag ^ Sfei Ffotc. Kwanyam «K uft> s lístatalcv Preside Iv, Govcrn mcnij Preside» '0-ci i vitic-,v(iv dade Nora, Industria Transfa Ériíig lndusir> Industrí» KlicaslOetno-lmguí itáinbundu. N ir ángel Émbolo nacional de. cana eni basque! ente in man baskcu,,.v mis 2010 /Rclcreneiéj del Cam peo'taío.

2 **» PROTEGENDO A ACTIVIDADE PETROLIFERA... Bik, C obrim os riscos petrolíferos desde a nossa fundagáo em E a f í * 3 Hoje, com o mesmo espirito de profesionalism o damos cobertura a todos os riscos de seguro fa cu lta tivo nao abrangidos pelo regim e especial de co-seguro., Neste segm ento de m ercado que vigora em regim e de livre 1 concorréncia, oferecemos coberturas e condigoes com petitivas adequadas a todas as actividades e propriedades de empresas i ligadas ao ramo petrolífero, incluindo a actividade de refinaria e de prestagao de servigos. Saúde Acidentes de Trabalho Acidentes P essoais Vida Fundo de Pensoes Autom óvel A viagáo C a rga M arítim a, Terrestre ou Aérea M arítim o C asco s Multiriscos Habitagáo Multiriscos Industrial, Incéndio e Afins Responsabilidade Civil Pública E m p re sa s, Fam ilia ou E n ge n h a ria - (co n stru gao e m o n ta ge m ) Avenida 4 de Fevereiro. 93 Tel +244 (222) / Fax +244 (222) / Cx Postal co.ao Luanda - Angofa

3 O Petróleo A n o I - N 4 A b ril/m a io /Junh o Q R fiis P B R I [Í1 llf=lc=4 i C l«flsl Angola no Congresso M undial de Petróleos Políticas Laborais na Industria Petrolífera Nacional w m m O Papel dos Agentes da M udaba Evolu^áo da Tributafao do Petróleo de Angola Almeida e Sousa, PCA da Somoil A Natureza dos Hidrocarbonetos r a t M i I i l M l l C I O Pico do Petróleo Maria Agostinho Louren^o Sousa Diogo #S O M O H SO C IE D A D E PET R O LIFER A ANGOLAN A, S.A 1a Empresa angolana privada de Petróleos a operar no País. M E R C A D O P ETRO LÍFER O - PET RO LEU M M A R K ET CO M ERCIA LIZA Q ÁO - M ARKETING CO N SULTO RIA - CONSULTING EN ER G IA SO L A R E EÓ LIC A - S O L A R AN D W IND EN ER G Y N 6 Rúa dos Coqueiros Caixa postal: N 1945 Tel.: Fax Luanda - Angola E-mall:

4 a s m a re n A ngola m ostrou ao m undo, no 19 C ongresso M undial de Petróleos realizado em M adrid (Espanha) de 29 de Ju n h o a 3 de Julho de 2008, as suas potencialidades no dom inio petrolífero e aproveitou a o p ortunidade para co nvid ar os em p resários estran geiro s a investirem em vários sec to res da econom ia nacional, devido as novas e variadas oportunidades de negocios. N o s próxim os 5 anos, o país vai investir na indústria de petróleo e gás, cerca de 100 bilióes de dólares, para atender as necessidades do desenvolvim ento do sector petrolífero nacional e a dem anda do m ercado internacional. A té 2015, A ngola prevé a perfuragáo de, pelo m enos, 100 novos pogos de petróleo. O petróleo tem hoje, um peso significativo na econom ia nacional. E sse resultado foi alcanzado grabas ao em penho e abnegagáo dos quadros nacionais e estrangeiros. Porém, o sector leva a cabo há já algum tem po o cham ado processo de angolanizagáo. O C onselho de M inistros (Orgáo Colegial do G overno angolano) aprovou, em Julho de 2008, o Projecto de Revisáo do D ecreto 2 0 /8 2, de 17 de Abril, diplom a que prevé o regim e jurídico do recrutam ento, integracao, form acáo e desenvolvim ento do pessoal angolano na indústria petrolífera. O novo diplom a legal tem com o objectivo reforgar a gestáo dos recursos hum anos angolanos no sector petrolífero e regularizar a contratagáo de p esso al estran g eiro para a execugáo das operagoes petrolíferas previstas p o r lei. 2-0 Petróleo

5 Cooperaqáo Angola e Sao Tomé Os governos de Angola e de Sao Tomé e Príncipe assinaram em Julho de 2008, em Luanda, um processo verbal nos termos do qual val reger-se a cooperado entre os dois países em vários dominios. O documento, rubricado no Complexo Protocolar do Aeroporto Internacional "4 de Fevereiro", foi assinado pelo Ministro Sáo-Tomense dos Negocios Estrangeiros, Carlos Alberto Tiny, e pelo Ministro an- golano dos Petróleos, Desidério Costa. O referido documento foi assinado por ocasiáo da visita de trabalho a Angola, do Prlmeiro-Ministro de Sao Tomé, Rafael Branco. Na ocasiáo, o Primeiro-MInistro de Angola, Fernando da Pledade Dias dos Santos e o seu homólogo Sáo-Tomense assistiram á cerimónia de assinatura do documento, que abre caminho ao relan- gamento da cooperagáo entre os dois países, sobretudo nos dominios da educa- gáo, formagáo de quadros e investlmen- tos recíprocos em sectores importantes. V y Minpet ganha novos Mestres Dois técnicos do Ministério dos Petróleos (Minpet) defenderam, em Fevereiro e Abril de 2008, as suas teses de mestrado, um em "Políticas de Formagáo e Valorizagáo de Recursos Humanos como Estratégia de Desenvolvimento em Angola" e outro em "Gestáo Integrada de Sistema de Qualidade, Ambiente e Seguranga". O acontecimento impar das suas vidas realizou-se em Lisboa, Portugal. Trata-se de Nelson da Silva Coelho e Alain Tonha. O primeiro funciona no Gabinete de Inspecgáo (Gl), enquanto o segundo no Gabinete de Intercambio Internacional (Gil). Nelson da Silva Coelho Alain Tonha Alain Tonha, técnico do Gabinete de Intercámbio Internacional do MINPET, defendeu o seu mestrado a 29 de Abril de 2008, no Auditorio Afonso Barros do ISCTE- Instituto Superior de Ciencias do Trabalho e da Empresa de Lisboa, Portugal. O seu trabalho versou sobre "Políticas de Formagáo e Valorizagáo de Recursos Humanos como Estratégia de Desenvolvimento em Angola". No final da defesa, o júri atribuiu a classificagáo de Bom. Assim, Alain, como é tratado pelos colegas e amigos, torna-se Mestre em Estudos Africanos Desenvolvimento Social, Económico em África: Análise e Gestáo. Alain Tonha é filho do antigo Ministro da Defesa Nacional, Pedro Maria Tonha "Pedalé", já falecido. Nelson da Silva Coelho, colocado no Gabinete de Inspecgáo do MINPET, conclulu a pós-graduagáo no dia 1 de Fevereiro de 2008 em "Gestáo Integrada de Sistema de Qualidade, Ambiente e Seguranga", no Instituto Superior de Estudos Inter Culturáis e Transdisciplinares de Lisboa, tendo obtido a classificagáo de 13 valores. Nelson, quadro do Ministério dos Petróleos desde 2002, já possuía o Mestrado em "Gestáo e Políticas Ambientáis", defendido no dia 18 de Dezembro de 2007, na Faculdade de Ciencias e Tecnología, da Universidade Nova de Lisboa, onde obteve como Média final 14 valores e Classificagáo Bom com Distingáo A exemplo do mestrado, a sua pesquisa abordou a problemática ambiental no Municipio do Soyo (Zaire), numa zona de exploragáo petrolífera em on-shore (térra), que tem a TOTAL E&P Angola, como operadora. O trabalho vlsou contribuir para avaliagáo da realidade local e fazer um levantamento da percepgáo dos actores chaves (líderes locáis, empresa operadora e governantes) sobre os problemas no terreno. O Petróleo - 3

6 E R ils B B l Jantar á maneira angolana A margem dos trabalhos do 19 Congresso Mundial de Petróleos, o Ministro Desidério Costa ofereceu aos delegados presentes um jantar angolano que contou com lima sessáo cultural animada pelas ex-integrantes do grupo Yaka. Foi um momento agradável no Hotel The Westin Palace / M adrid em que também se ouviu o músico Matías Damásio e Yola Semedo, a interpretarem, com suporte das suas bandas, as mais vivas canfóes da térra. Para jd, como tantos outros, é um registo quefica para a posteridade. Yola Semedo, em grande, actuando durante o jantar a maneira angolana 4-0 Petróleo

7 \ X x ' X u'^w- ^ ' J*'"T* C. - ;' EXPERIENCE THAT RUNS Rig Positioning A coustic Positioning USBL/LBL/HAIN P ipelíne in stallation Surveys Tem plate Orientation M etrology Surveys D eepw ater Construction Surveys Angola Tel: / Unted States Tel: w w w.c c te c h n o l.c o m

8 J\n gola no 19' c ongresso l\/jundial de óleos Presentes mais de quatro m il delegados de 60 países Por: Patricio Cam buandy*

9 U «É f T ob o lema Um Mundo de Transifáo: Fornecendo Energía para o Crescimento Sustentável, a cidade de Madrid (Espanha) acolheu, de 29 de Junho a 3 de Julho de 2008, o 19 Congresso Mundial de Petróleos em que participaram mais de quatro mil delegados, provenientes de 60 países. Angola participou no evento com urna delegagáo multisectorial, chefiada pelo Ministro dos Petróleos, Desidério Costa. Integrou a delegacáo, entre outros, o Vice- Ministro dos Petróleos, José Gualter, o governador provincial do Zaire, Pedro Sebastiáo, a Vice-Reitora da Universidade Agostinho Neto, Es pe ranea Costa, o Director Nacional dos Petróleos e Presidente da Comissáo Nacional do Conselho Mundial de Petróleos, Amadeu Azevedo, os Administradores da Sonangol-EP, Syanga Abílio e Mateus de Brito, o Presidente da Comissáo Executiva da Sonangol Pesquisa e Produ^áo, Gaspar Martins, bem como quadros seniores do Minpet e da Sonangol. O evento foi urna ocasiáo em que as autoridades governamentais e a indústria petrolífera, de todo o mundo tracaram as perspectivas para o sector petrolífero. Além disso, o Congresso abarcou varios dominios, desde upstream, dowstream, gás natural, energías renováveis, gestáo de indústria e responsabilidade social. O desafio para a indústria num mundo em transigáo consiste em assegurar um fomecimento de energía, continuo e fiável que esteja em conformidade com os anseios da sociedade, de forma sustentável, transparente, ética e ambientalmente correcta. Os trabalhos do Congresso de Madrid versaram em plenárias de alto nivel, mesas redondas interactivas, sessóes técnicas e posters. No dia reservado a sessáo ministerial, referente a Angola, o Ministro angolano dos Petróleos destacou os efeitos e os resultados da paz em Angola que permitiu já reconstruir importantes infra-estruturas entáo destruidas pela guerra. No seu pronunciamento esclareceu, aos presentes, que Angola tem várias áreas em que o investidor estrangeiro pode investir. Sem descartar a possibilidade de haver ainda mais parcerias no sector petrolífero, as companhias petrolíferas interessadas em operar no país tém as portas abertas, anunciou. Em Angola, distintas companhias estrangeiras já estáo a operar há vários anos, tendo o número aumentado nos últimos tempos. Daí que os desafios sáo grandes, que passam pelo desenvolvimento de programas de formagáo Delegados ao 19 Congresso Mundial de Petróleos. O Petróleo - 7

10 i il k y d l.j iu U,! *!,! Participantes no Centro de Convenqóes IFEMA e treinamento de quadros angolanos, explorar o crude e gás, e garantir a protecgáo do meio ambiente, visando o desenvolvimento sustentável do país. Esse é o desafio da industria, explicou o governante angolano. Na sua óptica, deve-se melhorar as condigóes de vida das popula-?óes, proporcionar o bem-estar a todos os cidadáos e garantir o desenvolvimento sustentável do país. Fruto da paz, Angola conhece hoje urna estabilidade política e económica. Foi possível reduzir de 2002 a 2007, os índices de inflagáo, de 300 para 17 por cento. Actualmente, as atencóes estáo voltadas para recuperacáo e construgáo de mais infra-estruturas económicas e so- ciais com destaque para as vias rodoviárias, barragens hidroeléctricas, centros médicos, hospitais e escolas. Administrador da Sonangol engrandece investimentos no Sector Os novos projectos para os próximos anos na industria de hidrocarbonetos foram mencionadas pelo Administrador da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), Eng. Syanga Abílio. Perante especialistas provenientes de toda parte do mundo, na sala de conferéncia do Centro de Convengóes IFEMA, o alto responsável da Concessionária Nacional de Combustíveis anunciou que Angola vai investir, nos próximos 5 anos, na industria de petróleo e gás, cerca de 100 bilióes de dólares, com vista atender as necessidades de desenvolvimento do sector petrolífero nacional e a demanda do mercado internacional. Syanga Abílio que dissertava numa das plenárias do 19 Congresso M undial de Petróleos sobre as Metas da Industria de Petróleo e Gás, jusdficou que até 2015 Angola prevé a perfuracáo de, pelo menos, 100 novos pogos de petróleo. Visando a diversificacáo e expansáo da sua actividade, a Sonangol definiu como missáo estratégica, nos próximos anos, o desenvolvimento da exploragáo de gás natural, e com este objectivo criou a Sonagás, urna subsidiária que se ocupará do processo de pesquisa e produgáo deste recurso energético. Além disso, Angola prevé desenvolver projectos de grande dimensáo nos dominios de tecnología, exploragáo e produgáo de gás natural, refinagáo do crude, distribuigáo, na construgáo e melhoramento das infraestruturas. Entre projectos a realizar a curto e médio prazo, figuram a construgáo de urna refinaria no Lobito, na provincia de Benguela (sul de Angola), cujo processo está em curso e a exploragáo de gás natural no Soyo, na provincia do Zaire (norte de Angola), já em fase de implementagáo, assim como a ampliagáo e modernizagáo da refinaria de Luanda. O projecto de exploragáo e produgáo de Gás Natural, LNG (gás liquefeito), cujos trabalhos já decorrem na regiáo do Soyo, deverá ser concluido e entrar em produgáo dentro de quatro anos, isto é, em Caíu o paño de fundo do 19o Congresso Mundial de Petróleos, com efeito, a fina flor do mundo dos petróleos só voltará a reunir-se em , no Qatar, já que este género de congressos realizam-se de tres em tres anos. *Jornalista 8 - O Petróleo

11 Parcer con O saber e a experiéncia do BNI sao a maior garantía de seguranza para o sucesso e valorizado dos seas negócios, sejam eles Empresariais, Profissionais ou Pessoais. 0 BNI tem urna equipa que, nos segmentos Banca Corporativa, Banca Privada e Banca de Investimentos, é capaz de apontar sempre as melhores op^óes, com produtos e servidos pensados para valorizar e solidificar ao máximo os seus Empreendimentos e Investimentos. Tel.: / BNI bidco de Negócios internacional O s m elh ores p ro fissio n ais, os m elhores n egócio s.

12 QUANTO MAIORES FOREM AS NECESSIDADES MAIS SE NECESSITA DE UM PARCEIRO DE CONFIANQA No papel de quarta maior empresa mundial de petróleo e gás, e fabricante de químicos de classe mundial, com empregados em 130 países, a Total está a levar a inovagáo através da cadeia energética. Somos o maior produtor de petróleo e de gás em África, o segundo maior no Médio Oriente, líder europeu na refinacao e detemos urna rede de estagóes de servigo. Para que a nossa energía seja a sua energía, Para si, a nossa energía é inesgotável

13 E G s n s n Políticas laborais na industria petrolífera nacional Em Julho de 2008, o Conselho de Ministros (Orgáo Colegial do Governo angolano) aprovou, o Projecto de Revisáo do Decreto 20/82, de 17 de Abril, diploma que prevé o regime jurídico do recrutamento, integrando, formagáo e desenvolvimento do pessoal angolano na indústria petrolífera. Por: M iguel da Conceiqao Onovo diploma legal tem como objectivo reforjar a gestáo dos recursos humanos angolanos no sector petrolífero e regularizar a contratado de pessoal estrangeiro para a execu9áo das op erares petrolíferas previstas por lei. Como inova^áo, o novo diploma enfatiza que, nao havendo, comprovadamente, no mercado nacional de trabalho cidadáos angolanos suficientes e disponíveis com a qualifica^áo e experiéncia exigidas, a contratado de pessoal estrangeiro só pode ser feita mediante autorizado do Ministério dos Pe tróleos (Minpet) a requerimento da socieda- de interessada, a qual pode ser concedida em bloco ou caso a caso, conforme as particulares situaijóes o aconselham e justifiquem. Também como inovacáo, o novo diploma prevé que as empresas devem celebrar com o Ministério dos Petróleos, um Contrato Pro Petróleo

14 m sn m grama no qual devem ser estabelecidas as obriga^óes das mesmas com relacáo ao desenvolvimento dos seus recursos humanos. As empresas que se encontram em período de pesquisa devem celebrar o Contrato Programa, 30 (trinta) días após a entrada em vigor do Contrato de Partilha de Produ- 9áo. As que se encontram em período de produ^áo, 60 (sessenta) dias Plenária do Conselho de Ministros após a data de declarado da primeira descoberta comercial e as que exertam actividades de refinacáo, pessoal angolano, indicando o respectivo número, postos de trabalho a ocupar, categorías armazenagem, transporte, distribuido e comercializado de produtos petrolíferos, também 60 (sessenta) días após o inicio da profissionais e grupos salaríais, devem constar actividade. também nos Planos de Desenvolvimento de Já as empresas de prestado de servicos devem celebrar o Contrato Programa, 30 (trinta) dias após a entrada em vigor do con A luz deste novo diploma, aprovado pelo Recursos Humanos. trato. Conselho de Ministros, o Minpet, no prazo O Contrato Programa é o acordo entre o Ministério dos Petróleos e as Empresas (de distintas finalidades) que estabelece a recepdo, deve notificar a decisáo tomada em de 30 (trinta) dias, a contar da data da sua obrigatoriedade da apresentacáo e realizado de metas a atingir no relado aos Planos de Desenvolvimentos de processo de integrado de pessoal angolano com vista a materializado de urna angolanizado efectiva. presas. Recursos Humanos apresentados pelas em Nele deve conter, no mínimo, a estrutura orgánica da empresa e perspectivas de evolu^áo, número, fun^óes e perfis ocupacio- nistério sao de cumprimento obrigatório e Estes planos, uma vez aprovados pelo Mi nais da forfa de trabalho nacional e estrangeira, com os respectivos nao podem ser alterados sem a sua devida enquadramentos salaríais á data da assinatura do Contrato Programa, plano de carreira profissional e as metas a atingir no pro Essa directiva aplica-se a todas as empresas autorizado. cesso de integrado de pessoal angolano. estrangeiras, de capital misto e as empresas de Para efeitos de execudo anual do Contrato Programa, as empresas devem submeter a aprovado do Ministério dos Petróleos, riamente detido por pessoas ou entidades es direito angolano, com capital social maioritaos Planos de Desenvolvimento de Recursos Humanos, até ao trangeiras que exercam em territorio nacional dia 31 de Outubro de cada ano. actividades de prospecdo, pesquisa, avaliado, Nos mesmos, devem constar a definido dos conhecimentos desenvolvimento e produdo de hidrocarboda tecnología de petróleo e da experiencia de gestáo a transferir netos líquidos e gasosos, bem como, as empresas de refinado de petróleo bruto, de ar para o pessoal angolano, sua descrido pormenorizada, forma e prazo de transmissáo. mazenagem, de transporte, de distribuido e Devem constar igualmente, a descrido da previsáo de fo^a de de comercializado de produtos petrolíferos. trabalho, incluindo o número de técnicos que seráo empregues Assim, o Ministério dos Petróleos acredita que com a implementado dessa directiva ñas operares petrolíferas com os respectivos perfis ocupacionais e a indicado do número total de trabalhadores compreendidos estáo reunidas as condi^óes que permitiráo em cada categoría ocupacional. um acompanhamento mais eficaz do processo de angolanizado no A especificado e programado do processo de integrado do sector. O Petróleo - 13

15 n * H k i i O papel dos agentes da m u d anza Em qualquerprocesso de mudanza surgem sempre muitos problemas relacionados com elementos de negagáo, hesitagáo e resistencia. Entretanto, o essencial é saber como lidar com aqueles que rejeitam o processo por receio em perder certas beneficies. Por: Euclides Moráis de Brito * J 1 agente da mudanza joga um papel imm M portante no processo de m u d ab a, pois é ele que tem a difícil tarefa de tentar aproximar todos os intervenientes do processo, assim como m itigar as incertezas do mesmo. Os agentes da m u d a b a devem tentar sempre m anter a cabe9a fria em s itu a re s de crise e conflitos. Devem ter urna postura digna e de respeito ao próximo, mesmo se, as posí9óes e pontos de vista diferirem. Um agente da m u d a b a deve sempre encarar as diversas situado es de crise como fontes de aprendizagem e conhecimento, assim como utilizar urna abordagem sistemática para resolver problemas quando está sob pressáo. É im portante saber diferenciar os momentos e situa^óes críticas, criar diálogo, tentar aproximar todas as partes, envolver os colegas no processo, criar mecanismos de com unicad o e interac9áo eficientes, ter sempre em considera9áo a análise dos pontos fortes, fracos, oportunidades e amea9as análise SW O T na abordagem dos problemas, avaliar os riscos associados, assim como as consequéncias e implica9óes de qualquer situa9áo. É im portante minimizar o processo de incertezas sempre que possível e tenha em considera9áo que as opinióes das outras pessoas sáo extremamente úteis. N unca rejeita novas ideias porque elas poderáo ser vá Petróleo

16 E5 HB1I lidas. Nao crie pánico - take it easy, porque o éxito do processo de mudanga depende muito de si como agente da mudanga. Lidar com processos de mudanga é extremamente difícil, porque envolve mudanga de mentalidades e atitudes. Nem todos os chefes estáo preparados para a mudanga, tém comportamentos negativos em relagáo ao processo, valendo-se da posigáo que ocupam. Um agente da mudanga deve ser persistente, ter coragem e determinagáo, ser íntegro, capacidade de ouvir, assum ir erros, ter sentido de sensibilidade, ter confianga no seu trabalho, e no, processo de mudanga, e deve estar preparado tam bém para lidar com as quebras inesperadas. Nunca se esquega que as pessoas esperam sempre que vocé soluciona as situagóes em alturas de dificuldade, caso contrário, é tido como fraco. Na implementagáo do processo de mudanga é fundamental que todos compreendam as razóes que estáo por detrás da mesma. É im portante compreender que as pessoas reagem de forma diferente á mudanga e arranjam sempre culpados de m odo a criarem problemas e obstáculos ao processo. E preciso dar a oportunidade aos colaboradores para discutirem abertamente as suas ideias que devem ser levadas em consideragáo. N um processo de mudanga nem todos tém a mesma sorte. Uns chegam mesmo a serem afastados porque já náo respondem as novas exigéncias empresariais e outros sáo chamados a ocupar posigóes de destaque embora tenham aínda pouca experiencia. Os éxitos destas mudangas dependem m uito do planeamento de sucessáo, por isso, é extremamente importante que se dé a devida atengáo a esta ferramenta de modo a preparar as empresas para um processo de mudanga sem grandes sobressaltos. * Director do Gabinete de Planeamento Empresarial e Coordenador do processo de Reestruturagáo Interna da E N E (Empresa Nacional de Electricidade). lililí mazna Tem os o prazer de a p re se n tar a o s e stim a d o s clie n te s a n o ssa lista de p resos P re fo + Desp./ Im p o r t a d o BT-5Q 25QQTD 4X4 C/S DIESEL MID (DA/AC/CD) UA7M/ LAH BT-5Q 25QOTD 4X4 C/S DIESEL MID (DA/AC/CD/ETP) UA7M /993 BT 50 25QQTD 4X4 C/D D ie se l MID (DA/AC/CD/JE) BT-50 25QOTD 4X4 C/D D ie se l MID (DA/AC/CD/JE/VE/FC) UA7S/ LBN BT TD 4X4 C/D D ie se l MID (DA/AC/CD/JE/VE/FC/AB/ABS) E 2200 M in iautocarro D ie se l 15 L ugares (DA/AC/RC) SJ52/ LAH DA: Directo assistida AC: Ar Condicionado CD: leitor de CO MP31RC: Rádio-cassete VE: Vídros eléctricos FC: Fecho centralizado ETD: Estrado JE: Jantes Especiáis Air Bag CV: Cata Vento PS: Protector de stop e farol Pl: Projector de insectos ABS

17 feliwfevjufcl Almeida e Sousa, PCA da SOMOIL Pretendemos fazer historia na indústria petrolífera Por: D om ingos Golombole / V íuncáo de Operadora ñas A ssociates FS e FST / constituí para a Sociedade Petrolífera Angolana -JL. (Somoil), o primeiro grande desafio operacional por ter sido um facto que ficará na historia da companhia. Esta afirm ado é do Presidente do Conselho de Administrado da empresa, Alberto de Almeida e Sousa. Nesta entrevista, concedida á Revista O Petróleo, o PCA da Somoil fala da perspectiva da indústria, e também dos investimentos realizados e outros ainda em curso. Um dado importante a reter na conversa é o facto de a Somoil considerar estratégica a área da Energía Solar e Eólica e também dos combustíveis, que no caso deste último segmento devido ao acentuado crescimento da procura interna, vai exigir a participado de várias outras companhias. OP- Que avaliad faz sobre o desenvolvimento do sector petrolífero ao longo dos anos? A LM EID A E SOUSA - O Sector Petrolífero tem tido um crescimento bem planificado que é o resultado de orientadles decorrentes de urna 16-0 Petróleo

18 legisla^áo correcta, implementada pelo Ministério dos Petróleos e a Sonangol que originou coeréncia, náo só ñas rela^óes contratuais entre as empresas petrolíferas e a Concessionaria Nacional, mas também um forte investi- mento na capacitado de quadros nacionais. O desenvolvimento do Sector tem sido, verdaderamente espectacular. Com efeito, á data da independén- cia, Angola produzia pouco mais de (cem mil) barris/dia, actualmente, a p ro d u jo aproxima-se dos (dois milhóes) de barris/dia. Este notável crescimento só foi possível, tal como disse anteriormente, pelas adequadas orientales resultantes de urna correcta legislafáo, que originaram equilibradas relaces contratuais entre as empresas petrolíferas e a Concessio- nária Nacional, políticas adequadas de captacpáo de in- vestimento estrangeiro, forte investimento na formaqáo e integrado de quadros angola- nos, bem como a consolidado e desenvolvimento das capacidades da Sonangol. OP - Como antevé o crescimento da industria, em fundió dos investimentos a serení efectuados? De acordo com os analistas, Angola tem hoje um crescimento económico dos mais importantes do mundo e o Sector dos Petróleos insere-se na dimensáo deste crescimento. A atribuicáo de novas áreas no off-shore ultra- profundo, vai permitir novos investimentos para o Sector, um aumento de proel u cao com base em novas deseo- bertas. Por outro lado, a realizado de grandes projectos como a Refinaria do Lobito e o projecto LNG contribui- ráo também com investimentos substanciáis para o Sector. Estes investimentos teráo um impacto positivo ñas bases petrolíferas de Luanda e Soyo e nos estaleiros ope- racionais do Lobito e Ambriz, que servem de suporte á industria e contribuem, por conseguinte, para a promo- ^áo de emprego local. OP- Neste quadro, qual é a estrategia da empresa? A estratégia da empresa passa pela permanente busca de um equilibro entre os recursos disponíveis a cada momento e os projectos considerados prioritários, que per- mitam um crescimento sustentado e maximize o retorno desses investimentos, para os Accionistas, Empregados e outros Parceiros Económicos e Sociais. Temos como outra estratégia, o desenvolvimento das qualificacóes dos Recursos Humanos e capta^áo de novos negócios. OP- Alem da sua participa9áo em aguas profundas, a Somoil é a Operadora das Associates FS e FST. De que forma realiza-se este trabalho? A estratégia da empresa passa pela permanente busca de um equilibro entre os recursos disponíveis a cada momento e os projectos considerados prioritarios Como empresa privada angolana, foi com muito re- gozijo, que por proposta da Sonangol tomamos conheci- mento da confianza que a Concessionária depositou a Somoil, para o desempenho da fun^áo Operadora das Associates FS e FST. A Somoil encara o desafio tendo consciencia, náo só da sua importancia, mas também das dificuldades e dos riscos resultantes desta actividade. As dificuldades iniciáis es- táo a ser ultrapassadas, pois recebemos muitos quadros técnicos, administrativos e financeiros, que já operavam pela FINA na bacia Onshore do Soyo. Por outro lado, as orien tales e apoio da Concessionária, a compreensáo dos Parceiros e a colaborarlo da Total e da Sonangol P&P, tém contribuido para que o processo de transicáo das Opera^óes esteja a decorrer dentro da normalidade. Resta-me acrescentar que a fun9áo Operadora ñas Associates FS e FST constituí para a empresa o primei- ro grande desafio operacional e um marco importante na sua historia. Será, esperamos, a rampa de lancamento para outros maiores e mais complexos projectos. OP- Fale-nos da pretensáo da companhia no quadro de energías alternativas? Como é do conhecimento geral, o petróleo bruto náo é uma fonte de energía inesgotável, por isso há que pen O Petróleo - 17

19 sar em alternativas e neste caso a energía solar e eólica justificaran! a cria9áo desta actividade. Até á data, já foram implementados vários projectos em escolas na provincia de Luanda. De notar que há mais de 3 anos o nosso maior projecto ( Watts/dia) numa escola de Luanda, situada no bairro da Tourada, faz funcionar um turno nocturno com 14 salas (cerca de 900 alunos) utilizando energia solar. Além de terem permitido urna diversificafáo da nossa actividade, sempre no sector energético, as energías alternativas tém também urna forte componente social, na qual a Empresa decididamente quererá sempre participar. OP- Sabemos também que estáo apostados na comercializa9áo de combustíveis e lubrificantes. Qual é presentemente a vossa actividade? Desde o Upstream ao Downstream, a indústria apresenta diversas oportunidades interessantes de investimento e a Somoil náo deixa de estar atenta a todas elas, no sentido de maximizar o retorno do investimento. Temos já participado na Distribuido Interna de Combustíveis e Lubrificantes, com base em contratos de Concessáo com a Sonangol Distribuidora, para a Explorado do Posto de Abastecimento Nacional iniciada em Fevereiro de 2004 e, para o Posto de Abastecimento Mulemba II iniciada em Novembro de Temos também em perspectiva o alargamento da actividade de distribuido de combustíveis a outras regióes do País, quando se vier a verificar a liberalizado desta actividade que, estamos em crer, náo demorará muito tempo a ocorrer. Há que ter em considerado que a reconstrudo economica implicará um acentuado crescimento da procura interna de combustíveis. A satisfafáo desta procura exigirá, seguramente, a participado de várias empresas neste ramo de negocio. No entanto também estaremos atentos a outras oportunidades que venham a surgir, no downstream ou em qualquer outro ponto da cadeia. OP- Quanto a empresa já investiu desde a sua cria- 9áo? A maior parte dos investimentos feitos pela Somoil com a explora9áo da actividade industrial e com os compromissos resultantes das participa9óes petrolíferas desde o 3o Trimestre de 2005 totalizam até ao I o Trimestre de 2008 cerca de 350 milhóes de dólares americanos. OP- E quais os investimentos previstos? Os investimentos previstos, por exemplo, para os proximos quatro anos dependeráo da evolu9áo dos vários projectos em que estamos envolvidos e naqueles em que viermos a estar envolvidos. Queremos acreditar que muitos deles resultaráo em descobertas comerciáis que 18-0 Petróleo

20 E BV M U M Desde o Upstream ao Downstream, a indústria apresenta diversas oportunidades interessantes de investimento e a Somoil náo deixa de estar atenta a todas elas exigiráo investimentos avultados em Desenvolvimento. Diria que o nosso programa de investimentos, previsto para os próximos quatro anos, náo será inferior a 500 milhóes de dólares americanos, dos quais cerca de 90% seráo aplicados em projectos petrolíferos e o restante em outras actividades industriáis. Estes investimentos obri- garáo a urna cuidada engenharia financeira, com eventual recurso para obtencjáo de financiamentos em condi-?óes favoráveis, junto da banca nacional, ou mesmo caso se justifique, a entidades financeiras internacionais. OP- Porqué optaram em investir no Brasil? A nossa participado no Brasil faz parte da nossa estratégia de internacionalizado. Optámos pelo Brasil por ser um mercado maturo, com muitas oportunidades e onde poderemos aprender muito. Temos urna parceria no prolífico mercado brasileiro que se processa através da nossa filial naquele país e a empresa privada brasileira Starfish, que opera em tres Blocos na Bacia Onshore do Recóncavo. Destes Blocos, um vai iniciar um período de Teste de Producto de longa durará o, para se avaliar a potencialidade do reservatório desta pequeña descoberta e os outros dois estáo em fase de Pesquisa. OP- Quais os principáis eventos em que a Somoil participou? Pela sua importancia para o Sector petrolífero cometo por realzar a participado da Somoil, de 29 de Maio a 1 de Junho de 2007, no II Fórum dos Quadros do Sector Petrolífero, que decorreu em Malanje sob o Lema Olbar o Passado e o Presente e Perspectivar o Futuro, sob a coordenado de Sua Excelencia o Ministro dos Petróleos, Eng Desidério Costa, e que teve como objectivo principal promover o diálogo entre as diferentes gerafóes de quadros nacionais. Aínda em Angola, a Somoil acaba de participar pela 5a vez consecutiva como Empresa Expositora, na FIL- DA-2008, com Stand próprio no pavilháo dos petróleos. Em 2007 participou também com um Stand próprio na 2a Conferencia e Exposi^áo Regional Oeste Africana de Explorado e Produgáo de Águas Profundas, prom o vida pelo Ministério dos Petróleos e Sonangol com a colaborado da Indústria de Petróleo e Gás Angolana, realizada em Luanda de 2 a 6 de Outubro no Centro de C onvences Talatona. De registar-se também a participado da Somoil no 18 Congresso Mundial de Petróleos que se realizou de 25 a 29 de Setembro de 2005, em Joanesburgo - África do Sul, onde esteve representada como expositora, com um Stand próprio. Deste modo deu-se inicio á internacionalizado da sua actividade que mereceu elogios encorajadores pela maioria dos visitantes. OP- Acredita que a angolanizacáo no sector petrolífero será alcanzado a níveis altos? O primeiro passo para a Angolanizacáo foi dado em 1982, com a publicado do Decreto 20 /82, que permitiu a form ado da maioria dos quadros angolanos que trabalham no Sector Petrolífero. Resta agora a implem entado de regulamentos que permitam a sua adequada utilizado a níveis mais elevados e com íuncóes compatíveis com os respectivos cargos. Náo só acredito como considero imprescindível que a Angolanizado se processe em todas as hierarquias das organizares. Quando lá chegarmos teremos a certeza de possuirmos quadros nacionais profissionalmente maturos, preparados para os desafios do futuro e para o correcto desenvolvimento do sector energético nacional. OP- Neste momento, qual é o quadro efectivo da empresa? Nós temos aproximadamente 65 trabalhadores com contratos individuáis de trabalho por tempo indeterminado e 68 trabalhadores fornecidos sob contrato com duas empresas de prestado de servidos. De registar ainda O Petróleo - 19

21 K m s c i A Somoil pretende posicionar-se como um agente efectivo de preparagáo e desenvolvimento de quadros nacionais e manter urna participagáo activa na sociedade civil os cerca de 85 técnicos alocados sob contrato, para cumprimento da Fu Operadora ñas Associates FS e FST. Desde Abril de 2003, data de entrada em funcionamento da Empresa, podemos constatar que presentemente a Somoil proporciona 218 postos de trabalho. Nestes números náo estáo incluidos cerca de 21 colaboradores. OP- Quais sao as perspectivas a curto, medio e longo prazo da empresa? A curto prazo acelerar a reestruturafáo, organizado da Empresa e consolidar a fu n d o Operadora de modo a atingir o nivel standard de urna empresa petrolífera. Enquanto a médio prazo alargar a rede de Distribuid o de Combustíveis e Derivados do Petróleo para o interior do País, alargar a participado petrolífera em novos Blocos, exercer a fu n d o Operadora em novas áreas e ter urna maior participado na comercializado externa do petróleo bruto. Por último, a longo prazo temos como objectivo participar em novos negócios, que permitam o crescimento gradual da empresa e um boa rentabilidade dos meios financeiros investidos, de modo a atingir as metas preconizadas. Adicionalmente e de forma regular, a Somoil pretende posicionar-se como um agente efectivo de preparado e desenvolvimento de quadros nacionais e manter urna participado activa na sociedade civil, atraves da prom odo de projectos sociais, quer no dominio do apoio á sociedade civil, quer na defesa do meio ambiente. Quem é Alberto de Almeida e Sousa? Alberto de la Vieter de Almeida e Sousa nasceu em Luanda, aos 29 de Maio de Este quadro do sector petrolífero é Matemático, licenciado em 1967 pela Faculdade de Ciencias da Universidade de Coimbra, Portugal. De Novembro de 1967 a Margo de 1976 foi Chefe de Departamento de Estatística no Instituto Indústrias de Pesca em Angola. Fez um estágio de Geofísica na Agip, em Miláo (Italia), de Novembro de 1976 a Margo de De Abril de 1978 a Abril de 1986 foi Chefe de Divisáo de Geofísica na Sonangol e Presidente de Comissáo Consultiva para os Blocos 3/80, 3/85 Bloco-1 e Bloco-6. No período compreendido entre Maio de 1986 e Maio de 1990 foi Chefe de Departamento Nacional de Petróleos no ex Ministério de Energia e Petróleos. De Maio de 1990 a Margo de 2003 exer- ceu a fungáo de Administrador de Conces- sóe$ Petrolíferas na Sonangol e Presidente da Comissáo de Operagóes do Bloco-2, Bloco- 10, Bloco-14, Bloco-15, Bloco-16, Bloco-17, Bloco-24 e Bloco-31. É, desde Abril de 2003, Presidente do Conselho de Administragáo da Somoil O Petróleo

22 Cartao Saldo Com o cartao Toque-Toque da U nitel podes m andar um to q u e -to q u e por tudo e por quase nada. Este cartao dá para enviar até 150 mensagens escritas para todo o mundo, a partir de 4,8 AKZ cada. Escolhe um dos 10 cartoes Toque-Toque e comeca já a mandar toque-toque quase de graca. u-iitei «mi mi-rei [ 0üíl^ UiiT 1 foqüe-füqyc I H.foqOc I): t <l0 -tsqyc p M _ WBr jíj m? V' T t A f ' i 1 3 f e P I tnvia as foas mensagens a«ri-ftn* de ü J-niTei nrñv «, ^ próxim o Próximo. ( 100UTT \ 150 mer>sagens J T \ escritas P3ra todo J V o mundo / Dar?mSa,doexc,usivo mensagens escritas n apoio ao cliente m u iitgl O próximo mais próximo

23 Isiim fsillt sl O pico do petróleo - histeria ou..."business as Usual?" Quando o petróleo acabar, como vai ser o mundo no dia seguinte? Amanhá, como váo ser as nossas vidas, hoje, marcadamente dependentes do petróleo? Iremos nós "sobreviver", arranjando formas de energía mais eficientes e menos controversas, alternativas ao petróleo bruto, o verdadeiro m o to r das economías modernas, ou será a efectiva "extinqáo" do Homo Sapiens? Por: Luís Neves * W esprovido de quaisquer absolutismos ou triunt M falismos, táo-pouco alarmismos avulsos, ape- ^ ^ ñas e só com a intengáo de nos abeirarmos o mais possível do realismo que a questáo impóe e, com as limitagóes próprias que este espado encerra, o objectivo do presente artigo é abordar a temática do pico do petróleo, contribuir e estimular o debate em torno dessa matéria, tendo subjacente a sua grande seriedade, que preocupa muitos países, uma grande variedade de especialistas em assuntos económicos e sociais, políticos de diversos quadrantes, académicos e estudiosos e, até cidadáos comuns, mas que náo reúne consenso. Devido á vertiginosa escalada dos pregos do petróleo bruto nos mercados internacionais nos dias de hoje, muito se tem debatido acerca da possibilidade de a oferta global de petróleo bruto poder atingir o seu pico nos cerca de 89 milhóes de barris diários, ou pouco mais do que isso, no final da década, e depois dessa data, iniciar-se o seu agonizante declínio, no que, a confirmar-se, seria a personificado daquilo a que se designa de Teoría do Pico do Petróleo Bruto 1. Segundo David Straham, jornalista de nacionalidade inglesa, autor do livro The Last O il Shock e um grande defensor desta teoría, no mundo existem actualmente cerca de 98 países produtores de petróleo, estimando-se que 64 já passaram o seu pico de produgáo geológicamente imposto e desses, 60 estáo em declínio terminal de produgáo. A serem exactos, esses dados, que indiciam que cerca de 65% do total de países produtores mundiais de petróleo já atingiram o seu apogeu, náo deixam de ser extremamente preocupantes e impóem-se-nos alguns alertas. No entanto, de acordo ainda com o citado jornalista, um pequeño número desses países como o Iráo, Libia e Perú tém um comportamento anómalo, no sentido de que embora se presuma que já tenham passado o seu pico de produgáo, a mesma continua ainda a crescer, sem que, contudo, se espere que voltem a registar os máximos anteriormente atingidos. Conforme análises da Energyfiles.com, outros 14 países poderáo atingir o pico ñas próximas décadas. De fácto, a produgáo em alguns dos principáis países produtores mundiais de petróleo já está em declínio, por exemplo nos casos seguintes: Noruega, importante produtor do Mar do Norte e décimo maior do mundo, cuja produgáo actual, de 2,5 milhóes de barris, tem também vindo a decrescer sucessivamente, atingindo a cifra de 2.9 milhóes de barris por 22-0 Petróleo

24 lu M tu d k k fe H dia, em 2005, depois do que se julga ter atingido o seu ponto máximo de 3.42 milhóes de barris diários em 1999; México, um dos mais importantes fornecedores dos EUA e sexto maior produtor mundial, cuja p ro d u jo actual situa-se em 3,5 milhóes de barris, depois de ter atingido o pico em 2004, com 3,82 milhóes de barris por dia, em Abril deste ano registou declínios de 13%, o maior dos últimos 12 anos, principalmente no campo Cantarell, tido como o segundo maior do Mundo; Os próprios EUA, terceiro maior produtor e maior consumidor m undial, que em 1970 registou a sua prod u jo máxima de 11,5 milhóes de barris diários, hoje produz abaixo de 7,5 milhóes de barris por dia; Venezuela, influente membro e maior produtor da OPEP fora do Mé- dio Oriente, que conheceu o seu pico no já distante ano de 1970, com a prod u jo de 3,75 milhóes de barris por dia, actualmente produz apenas 2,6 milhóes de barris diários e; Indonésia, cujo pico foi alcanzado em 1977, com 1,69 milhóes de barris diários e que agora, com urna prod u jo diária á volta de barris, tornou-se um im- portador-líquido de petróleo e de quem se especula que poderá abandonar a OPEP, no inicio do ano de Dizia, os casos da Noruega, México, EUA, Venezuela e Indonésia, e só para citar esses, sao bastante sintomáticos e poderáo dar corpo ao que se afirma acima (ver Ta- bela 1, abaixo, com a tendencia da producáo dos últimos 10 anos, dos dez maiores produtores mundiais). Tabela 1: Dez Maiores Produtores Mundiais de Petróleo, Países A rábia Saudita (mbd) Rússia EUA* Iráo China M éxico* Canadá EAU V enezuela* N oruega* O utros T otal NB: Os totais poderáo náo ser exactos devido aos arredondamentos e ao cruzamento de dados de fontes distintas. * Em declínio. Incluí NGL; Exclui biocombustíveis & ganhos de grocessamento. Fonte: Estimativas da Pearl Oil; BP Statistical Review of World Energy, June No que se refere a Angola, a Energyfiles.com, urna organizado que se dedica á extensivas análises em matéria de producáo e consumo de petróleo bruto e gás, prevé que a taxa de aumento de producáo poderá reduzir e, que, o seu pico poderá ocorrer por volta de 2017, com urna producáo máxima diária estimada em aproximadamente 2,5 milhóes de barris nessa data (ver gráfico, abaixo). 1 - Teoría do Pico do Petróleo Bruto, (Peak Oil the ory, no o rig in a l em inglés): te o ria segundo a qual a taxa de p r o d u jo de pe tró le o b ru to de urna de term in ada área é m áxim a, te n d o em conta que o pe tró le o é um recurso natural fin ito e sujeito á deplegáo. Im porta, no e n ta n to, re fe rir que pico do p e tró le o nao significa, necessariamente, que o petró le o vai acabar já, ou que náo continuarem os a usar mais petró le o, significa, porém, que descobrirse-á menos p e tró le o b ru to adicional do que os níveis a que estivéram os habituados e que o to ta l de reservas vai declinar. De m odo sim plista, o pico pode entender-se com o o período em que a taxa de produqáo de p e tró le o b ru to global a tin g irá o p o n to m áxim o e, a seguir ao qual, a taxa de produqáo entrará em declínio term inal. ANGOLA: Simple forecast All marketed gas All oil liquids ) Energy files Ltd Year 0 Petróleo - 23

25 I h u s i i w r i i í f n A questáo das reservas é igualmente polémica, pois, tanto as companhias petrolíferas internacionais como os países produtores em si, náo publicam com muita facili- dade dados relacionados com as suas reservas reais, por questóes de natureza estratégica, quicá por considerarem ambos que tal náo deve ser de dominio público. E mais: quando conhecidos, os dados relacionados com as reservas nem sempre podem ser fácilmente verificados e confirmados por entidades independentes, exis- tindo, por vezes, também alguma conflitualidade entre as fontes, pois os números sáo dispares e baseados em crité- rios de avaliagáo igualmente diferentes, induzindo a que usemos aqueles que melhor convém e sustentam os nossos argumentos, náo permitindo, por conseguinte, urna avaliagáo com um grau de acuidade fiável, pois, as análises baseam-se em extrapolagóes que podem conter imprecisóes. As companhias petrolíferas, eventualmente, náo os tornam público porque, se as suas reservas forem o mais elevadas possível, talvez consigam ver inflacionado o valor das suas acgóes nos mercados bolsistas mundiais (vide, por exemplo, o caso da Shell, que entre so- brestimou as suas reservas em cerca de 40%, originando um escándalo de dimensóes abismais neste dominio em 2004, tendo, como consequéncia, que reavaliar em baixa as suas reservas e pagar milhóes de dólares de compensadlo aos seus accionistas, em vir- tude de os mesmos terem sido induzidos em erro!). Já os países, possivelmente náo os tornam público, porventura, por questóes de natureza geopolítica, para terem maior influencia nos mercados energéticos mundiais e maior peso específico nos areó- pagos internacionais, em matéria de relagóes externas e náo só (vertabela 2, ao lado, que contém dados dos dez países com as maiores reservas mundiais de petróleo). De acordo com Michael T. Klare, especialista em seguranza internacional e professor de paz e seguran-?a no Hampshire College, Massachusetts, EUA, estamos a entrar na era da guerra pelos recursos e, é pro- vável que a pressáo sobre a oferta global de petróleo se revele muito severa. É provável que a produgáo de petróleo náo acom- panhe a escalada da procura, de tal modo que escassez periódicas váo ocorrer de forma cada vez mais fre- quente. Segundo a Pearl Oil, uma firma de consultoria inglesa, em alguns casos, os dados relativos as reservas provadas permanecem constantes de um ano para outro, indepen- dentemente de quanto petróleo tenha sido produzido nos últimos doze meses. Essa falta de consistencia na forma como as reservas sáo reportadas torna difícil fazer estimativas sobre níveis de produgáo futuros. Além de que, de acordo com especialistas, as estimativas sáo sempre técnicamente incertas, o que avoluma ainda mais o caudal de dúvidas. Este assunto do pico do petróleo é muito controverso e gera paixóes distintas, já que divide opinióes dissonantes, havendo uma linha imaginária que separa os que sáo a favor, dos que sáo contra essa teoria, e o pior é que, é cada vez mais crescente o pomo de discordia, sendo que cada um dos lados tenta ser mais convincente do que o outro, tentando ambos arregimentar mais seguidores do que o oponente. Na verdade, existem correntes de opiniáo que apon- tam para ambos os sentidos das fronteiras de possibilida- Tabela 2: Reservas Mundiais Provadas de Petróleo Bruto, 2008 Países Reservas Percentagem Reservas (bil bbl) (%)do Total Remanescent (Anos) Arábia Saudita* 266,8 23,1 78,6 Iráo 138,4 12,0 97,2 Iraque 115,0 9,9 131,3 Kuwait* 104,0 9,0 151,7 EAU 97,8 8,5 89,3 Venezuela 87,0 7,5 99,3 Rússia 60,0 5,2 16,8 Libia 41,5 3,6 63,2 Nigéria 36,2 3,1 52,2 Cazaquistao 30,0 2,6 58,7 Outros 180,2 15,6 15,5 Totalt 1.156,9 100,0 78,9a NB: Os totais poderáo náo ser exactos devido aos arredondamentos e ao cruzamento de dados de fontes distintas. * Incluindo metade da Zona Neutra, f Excluindo as areias betuminosas do Canadá. Com base nos níveis de produfáo do 2o Trimestre de AValor médio. Fonte: Oil & Gas Journal; Pearl Oil Petróleo

26 des, designadamente, aquela segundo a qual o mundo ainda tem petróleo bruto mais do que suficiente para pelo menos os próximos 80 anos (ver Tabela 2, ao lado, com as reservas mundiais provadas de petróleo bruto, em 2008, e gráfico, abaixo, com as reservas provadas de petróleo bruto dos países do Golfo Pérsico, em 2007), havendo, por conseguinte, viabilidade para aumentos de produgáo, su- jeitos apenas á capacidade conjugada de avultados investimentos em meios financeiros, materiais e humanos. Por outro lado, a outra corrente, segundo a qual, a capacidade de oferta global de petróleo bruto já anda muito próximo da exaustáo, prevendo-se que o pico global seja atingido daqui há 15 anos, período a partir do qual a produgáo global declinará, sendo que, de ano para ano, haverá menos petróleo bruto do que no ano precedente. Países do Golfo Pérsico: Reservas Provadas de Petróleo Bruto 2007 EAU kwait Iraque Iráo Arábia Total Saudita Países Reservas - O - Anos Remanescentes Alguns especialistas advogam mesmo que, antes de desenvolvermos urna alternativa viável para suprir o défice, a oferta de petróleo poderá comegar a declinar. Ademáis, especula-se que, urna vez danificado o coragáo da civilizagáo industrial, o declínio terminal da produgáo petrolífera mundial irá desencadear urna crise de proporgóes ainda mais alarmantes do que o terrorismo internacional e de urgencia ainda maior do que as alteragóes climatéricas. As preocupagóes adensam-se mais ainda com o fenómeno da recente subida astronómica dos pregos do petróleo nos mercados mundiais, de tal sorte que, as pessoas se interrogam porqué que, com os pregos actualmente muito próximo dos 150 dólares por barril, os países mais influentes do ponto de vista da capacidade de oferta e de produgáo náo aumentam essa última para frenar a tendencia altista dos pregos, trazendo algum equilibrio e esta- bilidade ao mercado? E as respostas apontam para o facto de os ditos países poderem náo ter razóes objectivas para fazé-lo, eventualmente, por conveniencias muito particulares, tanto do ponto de vista meramente comercial, como político. *Trader de Petróleo Bruto Em resumo, em meio de tanta incerteza, tanto os defensores da tese segundo a qual o pico do petróleo ocorrerá na próxima década, como os que refutam tal posigáo, considerando que o pico poderá ocorrer muito mais tarde, com a descoberta de novas reservas até ao momento inexploradas, podem estar certos ou errados. As certezas incontornáveis residem, contudo, no facto de que o petróleo é uma fonte de energía náo renovável e que o seu consumo é cada vez maior para suportar o rápido crescimento dos países emergentes e em vías de desenvolvimento e para man- ter a saúde das nagóes mais evoluídas. A perspectiva do declínio da produgáo petrolífera aconselha a que sejam tomadas, com a devida antecipagáo, medidas coerentes, de forma a que sejam criados planos de contingéncia que garantam o continuo desenvolvimento das sociedades e a seguranga das geragóes vindouras. Representante Nacional de Angola na Opep O Petróleo - 25

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